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	<title>Dicionário Histórico-Biográfico das Ciências da Saúde no Brasil (1832-1970) - Contribuições do usuário [pt-br]</title>
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		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=ESCOLA_AGR%C3%8DCOLA_E_VETERIN%C3%81RIA_DO_MOSTEIRO_DE_S%C3%83O_BENTO_DE_OLINDA&amp;diff=3890</id>
		<title>ESCOLA AGRÍCOLA E VETERINÁRIA DO MOSTEIRO DE SÃO BENTO DE OLINDA</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Ana.guedes: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Denominações:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Escola Agrícola e Veterinária do Mosteiro de São Bento de Olinda (1912); [[ESCOLA_SUPERIOR_DE_AGRICULTURA_E_MEDICINA_VETERINÁRIA_DE_SÃO_BENTO|&amp;lt;u&amp;gt;Escola Superior de Agricultura e Medicina Veterinária de São Bento&amp;lt;/u&amp;gt;]] (1915); [[ESCOLA_SUPERIOR_DE_AGRICULTURA_DO_ENGENHO_DE_SÃO_BENTO|&amp;lt;u&amp;gt;Escola Superior de Agricultura do Engenho de São Bento&amp;lt;/u&amp;gt;]] (1917); [[ESCOLA_SUPERIOR_DE_VETERINÁRIA_SÃO_BENTO|&amp;lt;u&amp;gt;Escola Superior de Veterinária São Bento&amp;lt;/u&amp;gt;]] (1917); [[ESCOLAS_SUPERIORES_DE_AGRONOMIA_E_MEDICINA_VETERINÁRIA_SÃO_BENTO|&amp;lt;u&amp;gt;Escolas Superiores de Agronomia e Medicina Veterinária São Bento&amp;lt;/u&amp;gt;]] (1918); [[ESCOLA_SUPERIOR_DE_AGRICULTURA_DE_PERNAMBUCO|&amp;lt;u&amp;gt;Escola Superior de Agricultura de Pernambuco&amp;lt;/u&amp;gt;]] (1936); [[UNIVERSIDADE_RURAL_DE_PERNAMBUCO|&amp;lt;u&amp;gt;Universidade Rural de Pernambuco&amp;lt;/u&amp;gt;]] (1947); [[UNIVERSIDADE_FEDERAL_RURAL_DE_PERNAMBUCO|&amp;lt;u&amp;gt;Universidade Federal Rural de Pernambuco&amp;lt;/u&amp;gt;]] (1967)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;A Escola Agrícola e Veterinária do Mosteiro de São Bento de Olinda foi fundada nas dependências do Mosteiro Beneditino em Olinda (Estado de Pernambuco), em 3 de novembro de 1912. Em 1917 constituíram-se como duas escolas separadas, a Escola Superior de Agricultura, instalada no município de São Lourenço da Mata, e a Escola Superior de Veterinária, em Olinda. Esta encerrou suas atividades em 1925, e a de agricultura foi encampada pelo governo estadual em 1936, e integrou a Universidade Rural de Pernambuco, criada em 1947.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Histórico&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 15 de novembro de 1911, a Congregação Beneditina apresentou, por intermédio de seu prior em Olinda, Dom Pedro Roeser (18701955), a ideia da criação naquela cidade de um estabelecimento destinado ao ensino prático e teórico de agronomia e veterinária. A escola pretendia ter como padrão de ensino as clássicas instituições agrícolas da Alemanha, as &#039;&#039;Landwirschaf Hochschule&#039;&#039;, com programas baseados nos currículos adotados pelas congêneres de Munique e Halle. Era uma novidade pedagógica, já que outras entidades como a [[ESCOLA_SUPERIOR_DE_AGRICULTURA_LUIZ_DE_QUEIROZ_DA_UNIVERSIDADE_DE_SÃO_PAULO|&amp;lt;u&amp;gt;Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz&amp;lt;/u&amp;gt;]]&amp;amp;nbsp;e a Escola Superior de Agricultura e Veterinária (Viçosa, Estado de Minas Gerais) se inspiraram nos &#039;&#039;land-grant colleges&#039;&#039; americanos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O abade D. Pedro Roeser propôs, em 3 de julho de 1912, na reunião (capítulo) dos religiosos do Mosteiro de São Bento, em Olinda (Pernambuco), a fundação de uma escola agrícola, sendo o projeto unanimemente aprovado. Na mesma oportunidade foi decidido que os lentes para a referida escola seriam os próprios monges, e como não havia condições de mandar alguns deles para a Europa para se formarem, em função de a comunidade beneditina ser muito pequena, seriam convidados dois professores europeus para instruir os futuros monges professores. O abade D. Pedro Roeser consultou revistas científicas da Alemanha e da Áustria, buscando identificar um médico veterinário e um agrônomo para a escola. Apareceram oito candidatos, dentre os quais foram escolhidos o professor de medicina veterinária Hermann Rehaag (1884-1970), posteriormente professor de zootecnia da Escola Superior de Agricultura e Veterinária (Viçosa, Minas Gerais), e o professor de ciências naturais e de agricultura Johan Ludwig Nikolaus. Hermann Rehaag nasceu em Pressitten (Prússia), em 4 de março de 1884, estudou na Universidade de Giessen, diplomou-se na Universidade de Berlim (1911), e era inspetor do matadouro de Braetz, quando se transferiu para Olinda. Johan Ludwig Nikolaus nasceu a 25 de setembro de 1886, em Czernowitz (Áustria), formou-se na Escola Superior de Agricultura desta cidade, foi professor de química e de experiências agrícolas (1905) desta mesma escola, vice-diretor do Jardim Botânico da cidade, e trabalhava no Ministério da Agricultura de Bukovina (Romênia) quando veio para Olinda.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Decidiu-se também que seria iniciada naquele mesmo mês a construção de um prédio para abrigar a escola, aproveitando-se para este fim as instalações do antigo colégio de São Bento. No dia 17 de novembro do mesmo 1912, no refeitório do mosteiro, houve outra reunião com pessoas de reconhecida competência nas áreas de agricultura e veterinária da região, na qual compareceram Fábio da Silveira Barros (Inspetor da Agricultura do Estado de Pernambuco), Pedro Correia de Oliveira, Manoel Paulino Cavalcanti (Diretor da Escola de Agronomia de Jaboatão), João Ignacio Cabral de Vasconcellos (Procurador do Mosteiro de São Bento), José Maria Carneiro da Cunha (representante do sindicato agrícola), e Antônio Pereira da Silva Lima. Foi de Manoel Paulino de Cavalcanti a idéia de se criar duas escolas independentes, uma de agricultura e outra de veterinária, mas que funcionassem no mesmo lugar.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Sem apoio governamental, o abade D. Pedro Roeser resolveu fundar a Escola Agrícola e Veterinária do Mosteiro de São Bento de Olinda nas próprias dependências do Mosteiro de São Bento. Seriam duas escolas em uma, particulares, mas de ensino gratuito. Em 3 de novembro de 1912 houve o lançamento da pedra fundamental da instituição, e ao final de 1913 a obra foi concluída.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A inauguração da Escola Agrícola e Veterinária do Mosteiro de São Bento de Olinda, em 1º de fevereiro de 1914, foi noticiada nos periódicos pernambucanos, como o Diario de Pernambuco, que, em sua edição de 2 de fevereiro de 1914, destacou que a instituição abria “um grande futuro á mocidade estudiosa de Pernambuco” (ESCOLA, 1914, p.1).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Na solenidade de inauguração da Escola Agrícola e Veterinária do Mosteiro de São Bento de Olinda, em 1º de fevereiro de 1914, o abade D. Pedro Roeser, fundador e primeiro diretor da instituição, ressaltou a importância daquela iniciativa:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Eis o que para mim é prova evidente de que em boa hora, acertei nos desejos do glorioso Povo Pernambucano com o fundar desta Instituição. A reflexão iluminada pela graça de Deus e confirmada pelos altos pareceres de meus Superiores deu-me a ver claro que a missão a seguir nesta nossa Abadia Olindense era justamente aquela mesma de que o nosso Pai S. Bento tantas vezes nos adverte em incisos de sua santa Regra: A Cultura do Solo. O admirável progresso que fizeram as ciências naturais em nossos dias produziu uma completa revolução na Agricultura. Ora o agricultor hoje me dia já não pode mais guiar-se pelos processos de antanho, a criação do gado com a seleção artificial, que o melhora, entrou por estradas completamente novas, o tratamento dos animais domésticos e rurais já se faz por novos horizontes, que as luzes da ciência vão dia a dia dilatando, então que fazer para cumprirmos à letra a Regra Santa da nossa Ordem Caríssima? Abrir a dupla Escola de Veterinária e Agricultura, sujeita a todos os métodos modernos que a ciência requer”. (Apud, PRIMEIRO, 1916)&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Nesta ocasião o abade beneditino também destacou os vários apoios recebidos para aquela iniciativa da comunidade beneditina, como o de João Alfredo Corrêa de Oliveira (presidente do Banco do Brasil), de Manoel Paulino Cavalcanti (futuro diretor da [[ESCOLA_SUPERIOR_DE_AGRICULTURA_E_MEDICINA_VETERINÁRIA|&amp;lt;u&amp;gt;Escola Superior de Agricultura e Medicina Veterinária&amp;lt;/u&amp;gt;]], no Rio de Janeiro), de Fabio da Silveira Barros (presidente do senado estadual), de Juvencio Mariz (Inspetor Agrícola), de Luiz Correia de Britto (fundador do posto zootécnico de Jaboatão), de Antonio Pereira da Silva Lima, de João da Costa Pereira (fornecedor de preparados para o Instituto Bacteriológico), e de João Ignacio Cabral de Vasconcellos. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;As matrículas para o curso preparatório foram abertas em 5 de fevereiro de 1913, e as atividades iniciaram-se em 1º de fevereiro de 1914, com a inauguração dos dois cursos, o de agricultura e o de medicina veterinária. O prédio que abrigaria a Escola Agrícola e Veterinária do Mosteiro de São Bento de Olinda foi inaugurado no dia 14 de fevereiro de 1914, em solenidade que contou com a bênção do Arcebispo de Olinda D. Luiz Raymundo da Silva Britto, e com a apresentação de uma orquestra regida pelo maestro Euclydes Fonseca, discípulo de Carlos Gomes.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foram abertas, então, as matrículas para os cursos da dupla instituição, com alunos para o curso de agricultura e para o curso de veterinária. A Escola foi dotada de um hospital para animais, com um estábulo contíguo para servir de Posto de Isolamento, e em dezembro de 1914 já contava com grandes acomodações para o gabinete de bacteriologia e farmácia veterinária, para o laboratório químico e para a sala de operações. &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 5 de maio de 1914, em uma reunião dos religiosos, decidiu-se pela compra do domínio útil e das benfeitorias do engenho São Bento, tendo em vista a impossibilidade de manter, em Olinda, as escolas agrícola e veterinária, e a necessidade de adquirir uma nova fonte para a manutenção daquela abadia. Propunha-se que as escolas, que até então funcionavam em um mesmo prédio, passassem a ter uma vida independente, mantendo como ligação os mesmos princípios e a mesma orientação. No engenho São Bento seria construído um edifício próprio para os estudos e experiências de agronomia, mas a necessidade da conclusão de dois estábulos, um para animais de grande porte e outro para animais menores e aves, adiou a construção do edifício. A escritura de compra do engenho foi lavrada em 18 de junho de 1914, e em fevereiro do ano seguinte o engenheiro Callander visitou o engenho para examinar o local da futura escola agrícola. De acordo com o padre Jonas Taurino e Andrade, autor da Crônica presente no “Primeiro Relatorio das Escolas Superiores de Agricultura e Medicina Veterinária do Mosteiro de São Bento”, o engenheiro civil Decio Fonseca foi incumbido de levantar uma planta adrede, e João Pereira D´Aquino foi encarregado de sua execução (PRIMEIRO, 1916).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O abade D. Pedro Roeser decidiu, em agosto de 1915, solicitar um empréstimo a um banco alemão, fixado em São Paulo, para dar prosseguimento às obras da Escola, e ao final deste ano foi colocada a primeira lápide do edifício escolar.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 26 de julho de 1915, a então denominada Escola Superior de Agricultura e Medicina Veterinária de São Bento recebeu a visita de José Bezerra Cavalcanti, Ministro da Agricultura, Indústria e Comércio, que na ocasião destacou a relevância daquela instituição, e comprometeu-se em informar ao Presidente da República, Wenceslau Braz, sobre os esforços dos beneditinos na propagação e melhoramento da agricultura e indústria pastoril de Pernambuco. A visita estendeu-se às salas de anatomia e histologia, nas quais o Ministro dedicou atenção aos aparelhos de cirurgia e aos diversos esqueletos de homem, cavalo, carneiro, coelho, ganso, sapo, etc., existentes naqueles recintos. Surpreendeu-se, também, com um quadro, no qual estavam representadas todas as intoxicações metálicas dos animais e seus respectivos antídotos, extremamente útil para veterinários e agricultores. Deteve-se também diante de um modelo eqüino, o qual podia ser desmontado para a realização de estudos de osteologia, artrologia, miologia, nevrologia, estesiologia e esplanologia. Destacou-se a grande mesa anatômico-histológica, com diversos microscópios e inúmeros preparados histológicos. Na visita ao gabinete de física e ao laboratório químico o Ministro demonstrou surpresa perante à profusão de aparelhos técnicos e de reagentes. Na clínica veterinária encantou-se com os métodos e os utensílios de que se serviam para o tratamento de espravão, incluindo vários microscópios de Seitz com preparados bacteriológicos feitos pelos próprios monges. No mesmo local lhe foi mostrado um preparado de sangue humano atacado do bacilo de Laveran, uma cultura do bacilo antracio (carbúnculo bacteridiano) e um preparado de piroplasmo das galinhas, doença esta que havia sido “descoberta pelo professor da clínica” (PRIMEIRO, 1916, p.14). Na farmácia da clínica veterinária deparou-se com ungüentos empregados na cura do espravão, com culturas do bacilo do tétano (em Agar-Agar e em gelatina) nas estufas, e com diversas injeções (de morfina, cafeína, atropina contra manqueira, antrax, tétano, tuberculose). O relato da visita ao prédio principal da instituição referiu-se à existência de aparelhos de meteorologia, de mapas, e de um museu de mineralogia, botânica e zoologia. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 13 de dezembro de 1915, em uma reunião do professorado das escolas de agricultura e de veterinária, foi eleito como vice-diretor da Escola Superior de Veterinária, o sub-prior D. João, e como vice-diretor da Escola Superior Superior de Agricultura, que passaria a funcionar no Engenho São Bento, foi escolhido D. Bento Pickel.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Apesar das dificuldades a Escola resistia. Em janeiro de 1917, o curso de agricultura foi transferido da cidade de Olinda para o município de São Lourenço da Mata, onde se estabeleceria no engenho São Bento, então de propriedade da Ordem Beneditina. O curso de veterinária permaneceu em Olinda, cujo estabelecimento passou a se chamar Escola Superior de Veterinária São Bento, com 19 alunos matriculados. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em sessão da congregação, em 05 de novembro de 1917, foi determinado que D. Pedro Roeser assumisse a direção geral das duas escolas, então separadas, e que este nomeasse diretores e secretários para cada uma das mesmas. Para a Escola Superior de Veterinária São Bento, em Olinda, foi designado D. Dustano Saupp como seu diretor, e D. Rhabano Bidell como secretário. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A Escola Superior de Agricultura do Engenho de São Bento foi inaugurada em 8 de março de 1917, pois já estava pronta a primeira ala do edifício construído para o início do ano letivo. D. Pedro Roeser passou três meses residindo no engenho, a fim de tomar as medidas necessárias à organização escolar, sobretudo visando dotar o edifício de toda a estrutura que ainda faltava. A separação da comunidade beneditina de Olinda já se efetuara em 27 de fevereiro do mesmo ano, quando foram enviados monges para o engenho de S. Bento, e lá assumiram diferentes funções, entre eles D. Pedro Bandeira de Mello como diretor da Escola (PICKEL, 1921).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ainda em 1917, D. Pedro Roeser permitiu a moradia de diversos alemães refugiados da I Guerra Mundial no Mosteiro e no engenho de São Bento. Alguns desses refugiados trabalharam na construção e manutenção da Escola Superior de Agricultura do Engenho de São Bento, entre eles Oto Moneke, construtor e mestre de oficinas, e Henrique Tross, ferreiro, e outros alemães permaneceram no engenho até fins de 1921. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No ano de 1918, D. Amaro foi nomeado diretor da Escola Superior de Agricultura do Engenho de São Bento. A obra do edifício escolar foi concluída e o arquiteto Bauer, a quem fora encomendada a construção, pôde finalmente entregá-la. Em junho do mesmo ano foi instalado o grande motor a gás, junto com bombas e outras máquinas adquiridas pelo abade para o engenho e para a Escola.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;As congregações das duas instituições, da Escola Superior de Medicina Veterinária de São Bento e da Escola Superior de Agricultura do Engenho de São Bento, decidiram, em 28 de dezembro de 1918, adotar para ambas a denominação de Escolas Superiores de Agronomia e Medicina Veterinária São Bento.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O ano de 1919 foi, nas palavras de D. Bento Pickel, um ano problemático, quando se enfrentou uma terrível epidemia de tifo, que prostrou seis monges e outras pessoas que trabalhavam no engenho, mas não vitimou nenhum aluno, o que possibilitou a continuidade das aulas. Como não chovia desde meados de 1918, o rio secou, e metade da plantação de cana e quase todas as sementes foram perdidas. Os poços feitos não rendiam o volume d’água necessário e se não fosse permitida a colheita prematura da mandioca, feita pelos moradores das proximidades que estavam em estado de penúria, teria se perdido toda a plantação. Para completar o sombrio quadro, o fim do ano escolar teve que ser antecipado devido ao aparecimento da Gripe Espanhola que contagiou muitos alunos e religiosos (PICKEL, 1921).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1919 o diretor da Escola de Medicina Veterinária era o frei Placido de Oliveira e o sub-diretor e secretário era frei Gabriel de Vasconcellos Beltrão. D. Pedro Roeser assinou, ainda neste ano, um contrato com a usina Cansanção de Sinimbú, que possibilitava a passagem da estrada férrea dentro das dependências do Engenho de São Bento, pelo que receberia o montante de quatro mil toneladas de cana-de-açúcar por ano. Foram feitas ainda obras de reestruturação do estábulo e construída uma estribaria de gado eqüino e muar (PICKEL, 1921). Em 1920, foi construída nova cacimba que fornecia água potável e irrigava a plantação, mas a seca voltou a atacar a região comprometendo novamente o plantio de cana.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A partir do decreto nº 4.195, de 29 de novembro de 1920, que estabeleceu as bases para o reconhecimento dos diplomas conferidos pelas escolas de agricultura e medicina veterinária no país, ambas as escolas, a Escola Superior de Medicina Veterinária de São Bento e a Escola Superior de Agricultura do Engenho de São Bento, passaram a ser equiparadas e subvencionadas pelo Governo Federal.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1922, em virtude da falta de meios e de pessoal, tanto em relação ao corpo docente quanto ao discente, foi cogitado o fechamento da Escola Superior de Medicina Veterinária de São Bento, sendo tal proposição comunicada Samuel Hardman, secretário-geral do governador do Estado de Pernambuco (LIVRO, 1924). &amp;amp;nbsp;O secretário prometeu o apoio necessário por parte do governo, e garantiu ao prior a possibilidade de contratação de quatro professores da Alemanha, cujo pagamento viria dos recursos oriundos do imposto de exportação de todo produto da agricultura de Pernambuco. O abade contratou, então, “por ordem do governo pernambucano” (LIVRO, 1924), os professores Lachenschmied e Hasgenkopf, que chegaram no final de 1923.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em janeiro de 1923, a Sociedade Auxiliadora da Agricultura de Pernambuco, comemorando seus 50 anos de existência, promoveu o Congresso de Agricultura do Nordeste. Todos os governos dos estados da região nordeste prestigiaram o evento enviando representantes. Foram discutidas questões como o aperfeiçoamento das culturas da cana-de-açúcar, do algodão e dos cereais; a construção de uma rede de estradas “carroçáveis”; estudos e experiências do emprego do álcool como combustível; defesa sanitária vegetal e animal; impostos exorbitantes que oneravam o álcool; cooperativismo de máquinas agrícolas, de substâncias inseticidas e do crédito agrícola; regulamentação dos trabalhos dos menores; as greves e os tribunais de trabalho; e o auxílio à Escola Superior de Medicina Veterinária São Bento, em Olinda. Houve a promessa, por parte do executivo pernambucano, de aumento das subvenções dadas à Escola Superior de Agricultura do Engenho de São Bento, com o argumento de que seria mais útil e, inclusive, mais econômico ao Estado de Pernambuco manter e melhorar seus cursos do que criar um novo estabelecimento, visto que a escola era nas palavras do então governador, Sérgio T. Lins de B. Loreto, “tão bem dirigida pela esforçada Ordem beneditina” (MENSAGEM, 1923).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 15 de setembro de 1923, Miguel Calmon Du Pin e Almeida, Ministro de Estado dos Negócios da Agricultura, Indústria e Comércio, baixou instruções para a fiscalização dos estabelecimentos subvencionados por aquele ministério, incluindo os institutos de ensino agronômico e veterinário. Determinou que cada estabelecimento de ensino receberia a visita de inspetores, na qual deveria estar atento às informações dos programas, ao pessoal docente, às instalações (gabinetes, laboratórios, bibliotecas, oficinas), à matrícula e freqüência dos alunos, aos resultados dos exames, aos diplomados e às suas notas. Ficou disposto, também, que no caso de ensino agronômico ou veterinário, as subvenções não poderiam ser aplicadas em pagamento de pessoal, mas somente na aquisição ou ampliação dos imóveis necessários para o funcionamento das instituições, na construção e conservação de benfeitorias e dependências, e na aquisição e conserto de tratores, instrumentos agrícolas, motores e instalações elétricas e auto caminhões para carga.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Apesar de todo o esforço, desde o início de suas atividades até o ano de 1925, foram diplomados apenas 24 veterinários na Escola Superior de Medicina Veterinária São Bento. O auxílio prometido não veio e em 29 de janeiro do mesmo 1925, após 13 anos de precário funcionamento, a instituição foi fechada por ordem do abade D. Pedro Roeser.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Governo do Estado de Pernambuco criou, por meio do decreto nº 7, de 3 de outubro de 1933, a Escola de Agronomia e Veterinária de Pernambuco, o que poderia contribuir para o fechamento da Escola Superior de Agricultura do Engenho de São Bento. Este decreto foi revogado, mas em 1936 a Escola Superior de Agricultura do Engenho de São Bento viria a ser encampada pelo governo estadual.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em decorrência da lei estadual nº 2.243, de 9 de dezembro de 1936, e do Ato nº 1.802 do Poder Executivo, o Engenho São Bento foi desapropriado, com seus bens, passando a Escola Superior de Agricultura do Engenho de São Bento a denominar-se Escola Superior de Agricultura de Pernambuco. Em 12 de março de 1938, pelo decreto nº 82, a instituição foi transferida para uma fazenda do Estado, em Dois Irmãos, no Recife, onde permanece nos dias atuais.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em junho de 1947, quando Amaro Gomes Pedrosa era interventor no Estado de Pernambuco, o Secretário de Agricultura, Indústria e Comércio, João de Deus de Oliveira Dias, encaminhou um ofício solicitando a criação de uma escola de veterinária. O interventor determinou, então, a redação do anteprojeto do decreto e a designação de uma comissão para elaborar o Regimento Interno da Escola Superior de Veterinária da Universidade Rural de Pernambuco, que funcionou de 1950 a 1974.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O decreto estadual nº 1.741, de 24 de julho de 1947, criou a Universidade Rural de Pernambuco, formada pela Escola Superior de Agricultura de Pernambuco, pela Escola Superior de Veterinária, pelo curso de Magistério de Economia Doméstica Rural e pela Escola de Agrotécnica de São Lourenço da Mata.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A Universidade Rural de Pernambuco, pela lei nº 2.524, de 4 de julho de 1955, foi federalizada e passou a integrar o Sistema Federal de Ensino Agrícola Superior do Ministério da Agricultura. Com o decreto nº 60.731, de 19 de maio de 1967, a instituição passou a denominar-se Universidade Federal Rural de Pernambuco.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Estrutura e funcionamento&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A Escola Agrícola e Veterinária do Mosteiro de São Bento de Olinda foi fundada em 1912. Em 5 de fevereiro de 1913, foram abertas as matrículas para o curso preparatório, com 71 alunos e oito professores: Padre Jonas Taurino de Andrade (português), Eduardo Corrêa da Silva (geografia e história), D. Placido de Oliveira (inglês), D. Tito Dobbert (alemão), D. Bento Pickel (francês e história), D. João Kehrle (ciências matemáticas), D. Pedro Bandeira de Mello (geografia), D. Gabriel de Vasconcellos Beltrão (francês).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Durante as primeiras férias foram instalados os laboratórios de física, química, anatomia e histologia, com aparelhos que haviam sido encomendados da Europa.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;De acordo com o Primeiro Relatório da instituição, “o curso preparatório era uma sobrecarga e os monges eliminaram-no por se dedicarem de todas as forças às Escolas-gêmeas: Veterinária e Agricultura” (PRIMEIRO, 1916, p.9).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No período de 1913-1915, o corpo docente da Escola Superior de Medicina Veterinária de São Bento era composto por: Hermann Rehaag (medicina veterinária), &amp;amp;nbsp;Dionysio Meili (farmacologia, farmacognose, terapêutica), D. João Kehrle (vice-diretor e professor de anatomia, patologia e bacteriologia), D. Tito Dobbert (zoologia e bibliotecário), Dom Dunstano Saupp (histologia, cirurgia, clínica e parasitologia), D. Agostinho Ikas (fisiologia, ferradura, anatomia fisiológica dos cascos e patas e embriologia), D. Pedro Bandeira de Mello (química inorgânica, orgânica, analítica e vegetal; climatologia), D. Ancelmo Fuchs (higiene geral e epidemiológica, seroterapêutica e botânica), D. Gabriel de Vasconcellos Beltrão (doutrina sobre criação de animais domésticos e zootecnia, de pestes e de polícia veterinária), e D. Bernardo Ott (obstetrícia, da fiscalização sanitária das carnes e matadouros e da medicina legal veterinária). &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Já o corpo docente da Escola de Agricultura, nos anos 1913-1915, era composto por: D. Bento Pickel (vice-diretor, professor de botânica, entomologia, anatomia e fisiologia das plantas), D. Placido de Oliveira (ciências naturais e mecânica agrícola), D.Gregorio Saupp (zoologia, anatomia, meteorologia e climatologia), D.Rhabano Bidell (agricultura geral e especial), D. Paulo Rudenauer (pomi, horti e silvicultura), e Hugo von Moerss (agrimensura e chefe das culturas). &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No primeiro ano escolar, de 1913, eram alunos: Abelardo Maia, Antonio Barreto Lins, Antonio de Barros Leite, Arlindo Cabral, Armando Maia e Silva, Benjamin Cavalcanti de Mello, Durval Richardo de Mello, Francisco Ferreira Lins, Francisco Xavier da Cunha Pedrosa, Gabriel Castello Branco, Guilherme Álvares de Carvalho, João Cabral, José Waldemar Dantas, Luiz Caetano Barboza Passos, Luiz Correia da Silva, Luiz de Moraes de Andrade Lima, Manoel de Barros Bezerra, Manoel de Oliveira Braga, Manoel Verçosa de Gusmão Fraga, Marino Climaco, Miguel Guedes Gondim, Octavio Cabral de Vasconcelos, Olivio de Andrade Lyra, Phillippe Vieira da Cunha, Raul Pires, Ullysses Cavalcanti Mello.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1914, os estudantes que desejassem ingressar em ambas as escolas, de agricultura ou de veterinária, deveriam passar por um curso preparatório, e serem aprovados nas seguintes disciplinas: português, francês, inglês, geografia, história universal e aritmética. Aprovados, os alunos poderiam se matricular no curso agrícola onde estudariam física, química, zoologia, botânica, mineralogia, agrologia e meteorologia. Ou no curso de medicina veterinária que tinha como disciplinas: física, química, zoologia, botânica, anatomia e histologia. A matrícula e o curso todo eram gratuitos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi realizado o primeiro exame do “Physicum”, oral e em público, em 9 e 10 de novembro de 1915, conforme previam os Estatutos da Escola Superior de Agricultura e Medicina Veterinária de São Bento. Nesta primeira banca examinadora estavam presentes o diretor da Escola, Plinio Cavalcanti de Araújo, João Pires Filho (Inspetores Federais de Medicina Veterinária e Agricultura), Luiz Correia de Britto (representante do Sindicato Agrícola de Pernambuco), e Fernandes e Silva (Secretário da Inspetoria Agrícola de Pernambuco).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No “Primeiro relatório das escolas superiores de agricultura e medicina veterinária do Mosteiro de São Bento em Olinda-Pernambuco: 1913-1915” foi relatada a visita que Rufino Bezerra Cavalcanti, ministro da Agricultura, fez à Escola em 26 de julho de 1915, durante a qual teria demonstrado interesse pela preparação anatômica &amp;amp;nbsp;de uma pata de cavalo e pode observar um “modelo equino, que se pode desarmar a vontade para os estudos de Osteologia, Artrologia, Miologia, Nevrologia, Estesiologia e Esplanologia” (Primeiro Relatorio. Apud MELO; MAGALHÃES; ALMEIDA; CAMARA, 2010, p.117)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Os examinados recebiam o diploma de Prático, e dentre estes destaca-se o de Dionysio Meili, considerado o primeiro médico veterinário, que foi outorgado, em 13 de novembro de 1915, antes mesmo de o estabelecimento formar sua primeira turma regular de veterinários em 11 de janeiro de 1917. Dionysio Meili, que fora dispensado das provas escritas por ser já diplomado em farmácia pela [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DA_BAHIA|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina da Bahia&amp;lt;/u&amp;gt;]], apresentou um preparado anátomo-patológico, fez a regular inspeção de um animal abatido no matadouro de Olinda, com o respectivo parecer por escrito, e habilitou-se assim ao exame oral.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ambas as instituições, Escola Superior de Medicina Veterinária de São Bento e a Escola Superior de Agricultura do Engenho de São Bento, eram registradas no Ministério da Agricultura, Indústria e Comércio, nos termos do decreto nº 13.028, de 18 de maio de 1918, foi somente autorizada a admissão dos engenheiros agrônomos, nelas formados, em concurso do Ministério. Desta forma, não se fazia menção em relação aos médicos veterinários lá diplomados, talvez devido ao pequeno número de candidatos a este título (SETENTA, 1983).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;De acordo com o Relatório 1921-1922 das Escolas Superiores de São Bento, entre os formandos da instituição, até o ano de 1922, encontravam-se:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Dionysio Meili, catedrático da Escola e chefe da fiscalização de leite e estábulos do Recife; Francisco Pedroza, médico veterinário da Prefeitura da Capital Paraibana; Benjamin de Mello, médico veterinário do Matadouro Modelo do Recife; Armando P. Maia, médico veterinário da Diretoria da Indústria Pastoril do Ministério da Agricultura em missão em Guaratinguetá-São Paulo; Manoel de B. Bezerra, médico veterinário militar em Três Corações, Minas Gerais; Arthur Lopes Pereira, clínico em Olinda-PE; Álvaro de F. Salles, premiado pelo Governo Federal, para se especializar em veterinária, em Nápoles, Itália; Anatólio D. Caldas, premiado pelo Governo Federal, para se especializar em veterinária em Nápoles, Itália; José W. Braga, clínico em Olinda-PE; Almir Pires Ferreira, Recife-PE; Antônio Magno de Miranda, Recife-PE; Abdon Gomes Fernandes, Recife-PE; Carlos Cavalcanti Paes, Recife-PE”. (Apud, SILVA, 2010. p.128)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O abade contratou, em 1923, professores “por ordem do governo pernambucano” (LIVRO, 1924), e ao final deste ano chegaram os professores Lachenschmied e Hasgenkopf, com suas esposas e filhos, e ficaram hospedados no Mosteiro de São Bento de dezembro de 1923 até junho de 1924.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Entre os formados nas nove primeiras turmas da Escola Superior de Medicina Veterinária de São Bento, encontram-se alguns que posteriormente foram detentores de cátedra na Escola Superior de Medicina Veterinária da Universidade Rural de Pernambuco, que sucedeu àquela instituição a partir de 1950. Entre eles: Armando Pontes Maia e Silva, Artur Lopes Pereira, Guilherme Álvares de Carvalho, José Wanderley Braga, Almir Pires Ferreira e Carlos Cavalcanti Paes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Até o ano de 1926, as Escolas Superiores de Agronomia e Medicina Veterinária São Bento e Escola de Medicina Veterinária formaram 24 médicos-veterinários (MELO; MAGALHÃES; ALMEIDA; CAMARA, 2010).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- ACTA da Primeira Sessão da Congregação da Escola Agrícola e Veterinária do Mosteiro de São Bento, Olinda Pernambuco. 1912. &#039;&#039;Anais da Academia Pernambucana de Ciência Agronômica&#039;&#039;, Recife, vols.8 e 9, p.253-254, 2011/2012. Capturado 22 jul. 2026.Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://www.journals.ufrpe.br/index.php/apca/article/view/162&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - ACTA da Installação da Escola Agrícola e Veterinária do Mosteiro de São Bento de Olinda. Manuscrito. &amp;amp;nbsp;[Olinda, Pernambuco], 1914. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#MSBOLI|&amp;lt;u&amp;gt;MSBOLI&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - &amp;amp;nbsp;BRASIL. Decreto nº 13.028, de 18 de maio e 1918. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:  &amp;lt;u&amp;gt;http://legis.senado.leg.br/norma/424391/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 4.195, de 29 de novembro de 1920. In: In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://legis.senado.leg.br/norma/603453/publicacao?tipoDocumento=DPL-n&amp;amp;tipoTexto=PUB&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 60.731, de 19 de maio de 1967. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://legis.senado.leg.br/norma/483352/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Lei nº 2.524, de 4 de julho de 1955. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado 22 jul. 2026.Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://legis.senado.leg.br/norma/544324/publicacao?tipoDocumento=LEI-n&amp;amp;tipoTexto=PUB&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - ESCOLA Agricola Veterinaria do Mosteiro de São Bento. &#039;&#039;Diario de Pernambuco&#039;&#039;, Recife, anno 90, n.4, p.1, 2 de fevereiro de 1914. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira. &#039;&#039;&#039;Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;nowiki&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/029033_09/3493&amp;lt;/nowiki&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - LIVRO do patrimônio do Mosteiro de São Bento. Mosteiro de São Bento de Olinda. Manuscrito. [Olinda, 1924]. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#MSBOLI|&amp;lt;u&amp;gt;MSBOLI&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - LIVRO 1º - Escola Agrícola e Veterinária do Mosteiro de São Bento de Olinda. Manuscrito. [Olinda, 1º de fevereiro de 1914]. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#MSBOLI|&amp;lt;u&amp;gt;MSBOLI&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - MELO, Lúcio Esmeraldo Honório de; MAGALHAES, Francisco de Oliveira; ALMEIDA, Argus Vasconcelos de; CAMARA, Cláudio Augusto Gomes da. De alveitares a veterinários: notas históricas sobre a medicina animal e a Escola Superior de Medicina Veterinária São Bento de Olinda, Pernambuco (1912-1926). &#039;&#039;História, Ciências, Saúde-Manguinhos&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.17, n.1, p.107-123, jan./mar. 2010. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://www.scielo.br/pdf/hcsm/v17n1/07.pdf&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - MENSAGEM do Exm. Sr. Dr. Sergio T. Lins de B. Toreto,Governador do Estado, lida ao instalar-se a 2ª sessão da 11ª legislatura do Congresso Legislativo de Pernambuco aos 6 de março de 1923. Pernambuco: Officinas graphicas do Jornal do Commercio, 1923. &#039;&#039;&#039;Mensagens dos Presidentes de Província (1830-1930). &#039;&#039;&#039;Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;u&amp;gt;https://digitalcollections.crl.edu/record/4241?ln=en&amp;amp;v=uv#?xywh=-1363%2C0%2C4820%2C3265&amp;amp;cv=1&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt; - PICKEL, D. Bento. &#039;&#039;&#039;Esboço Histórico do Engenho São Bento 1604 a 1921.&#039;&#039;&#039; Manuscrito. Mosteiro de São Bento de Olinda, 1921. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#MSBOLI|MSBOLI]])&amp;lt;br /&amp;gt; - PRIMEIRO Relatório das Escolas Superiores de Agricultura e Medicina Veterinária do Mosteiro de São Bento em Olinda – Pernambuco (1913-1915). Rio de Janeiro: Officinas Graphicas do “Jornal do Brasil”, 1916. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#MSBOLI|&amp;lt;u&amp;gt;MSBOLI&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br /&amp;gt; - SETENTA anos de medicina veterinária em Pernambuco (1912-1982). [Recife]: Universidade Federal Rural de Pernambuco, [1983]. &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BN|&amp;lt;u&amp;gt;BN&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br /&amp;gt; - SILVA, Denize Siqueira da. &#039;&#039;&#039;TECENDO MEMÓRIA: linhas e entrelinhas da trajetória da Universidade Federal Rural de Pernambuco (1912-1936). &#039;&#039;&#039;Recife, 2010. Dissertação (Mestrado em História Social da Cultural Regional), Programa de Pós-Graduação em História Social da Cultura Regional, Universidade Federal Rural de Pernambuco, 2010. Capturado em 8 set. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;u&amp;gt;http://www.tede2.ufrpe.br:8080/tede2/bitstream/tede2/4712/2/Denize%20Siqueira%20da%20Silva.pdf&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt; - UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO. &#039;&#039;&#039;Memória&#039;&#039;&#039;. Capturado em 26 mai. 2020. Online. Disponível na Internet: [http://www.ufrpe.br/br/content/memória &amp;lt;u&amp;gt;http://www.ufrpe.br/br/content/mem%C3%B3ria&amp;lt;/u&amp;gt;]&amp;lt;br /&amp;gt; - UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO. &#039;&#039;&#039;Setenta anos de Medicina Veterinária em Pernambuco (1912-1982).&#039;&#039;&#039; Recife: [s.n.],1983. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BN|&amp;lt;u&amp;gt;BN&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa - Breno Pimentel Câmara.&amp;lt;br/&amp;gt; Redação - Breno Pimentel Câmara; Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Forma de citação&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;{{SITENAME}}&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    [[Category:Verbetes]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Instituições de Ensino]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ana.guedes</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=ESCOLA_AGR%C3%8DCOLA_E_VETERIN%C3%81RIA_DO_MOSTEIRO_DE_S%C3%83O_BENTO_DE_OLINDA&amp;diff=3889</id>
		<title>ESCOLA AGRÍCOLA E VETERINÁRIA DO MOSTEIRO DE SÃO BENTO DE OLINDA</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=ESCOLA_AGR%C3%8DCOLA_E_VETERIN%C3%81RIA_DO_MOSTEIRO_DE_S%C3%83O_BENTO_DE_OLINDA&amp;diff=3889"/>
		<updated>2026-07-27T18:45:16Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ana.guedes: /* Fontes */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Denominações:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Escola Agrícola e Veterinária do Mosteiro de São Bento de Olinda (1912); [[ESCOLA_SUPERIOR_DE_AGRICULTURA_E_MEDICINA_VETERINÁRIA_DE_SÃO_BENTO|Escola Superior de Agricultura e Medicina Veterinária de São Bento]] (1915); [[ESCOLA_SUPERIOR_DE_AGRICULTURA_DO_ENGENHO_DE_SÃO_BENTO|Escola Superior de Agricultura do Engenho de São Bento]] (1917); [[ESCOLA_SUPERIOR_DE_VETERINÁRIA_SÃO_BENTO|Escola Superior de Veterinária São Bento ]](1917); [[ESCOLAS_SUPERIORES_DE_AGRONOMIA_E_MEDICINA_VETERINÁRIA_SÃO_BENTO|Escolas Superiores de Agronomia e Medicina Veterinária São Bento]] (1918); [[ESCOLA_SUPERIOR_DE_AGRICULTURA_DE_PERNAMBUCO|Escola Superior de Agricultura de Pernambuco]] (1936); [[UNIVERSIDADE_RURAL_DE_PERNAMBUCO|Universidade Rural de Pernambuco ]](1947); [[UNIVERSIDADE_FEDERAL_RURAL_DE_PERNAMBUCO|Universidade Federal Rural de Pernambuco]] (1967)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;A Escola Agrícola e Veterinária do Mosteiro de São Bento de Olinda foi fundada nas dependências do Mosteiro Beneditino em Olinda (Estado de Pernambuco), em 3 de novembro de 1912. Em 1917 constituíram-se como duas escolas separadas, a Escola Superior de Agricultura, instalada no município de São Lourenço da Mata, e a Escola Superior de Veterinária, em Olinda. Esta encerrou suas atividades em 1925, e a de agricultura foi encampada pelo governo estadual em 1936, e integrou a Universidade Rural de Pernambuco, criada em 1947.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Histórico&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 15 de novembro de 1911, a Congregação Beneditina apresentou, por intermédio de seu prior em Olinda, Dom Pedro Roeser (18701955), a ideia da criação naquela cidade de um estabelecimento destinado ao ensino prático e teórico de agronomia e veterinária. A escola pretendia ter como padrão de ensino as clássicas instituições agrícolas da Alemanha, as &#039;&#039;Landwirschaf Hochschule&#039;&#039;, com programas baseados nos currículos adotados pelas congêneres de Munique e Halle. Era uma novidade pedagógica, já que outras entidades como a [[ESCOLA_SUPERIOR_DE_AGRICULTURA_LUIZ_DE_QUEIROZ_DA_UNIVERSIDADE_DE_SÃO_PAULO|&amp;lt;u&amp;gt;Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz&amp;lt;/u&amp;gt;]]&amp;amp;nbsp;e a Escola Superior de Agricultura e Veterinária (Viçosa, Estado de Minas Gerais) se inspiraram nos &#039;&#039;land-grant colleges&#039;&#039; americanos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O abade D. Pedro Roeser propôs, em 3 de julho de 1912, na reunião (capítulo) dos religiosos do Mosteiro de São Bento, em Olinda (Pernambuco), a fundação de uma escola agrícola, sendo o projeto unanimemente aprovado. Na mesma oportunidade foi decidido que os lentes para a referida escola seriam os próprios monges, e como não havia condições de mandar alguns deles para a Europa para se formarem, em função de a comunidade beneditina ser muito pequena, seriam convidados dois professores europeus para instruir os futuros monges professores. O abade D. Pedro Roeser consultou revistas científicas da Alemanha e da Áustria, buscando identificar um médico veterinário e um agrônomo para a escola. Apareceram oito candidatos, dentre os quais foram escolhidos o professor de medicina veterinária Hermann Rehaag (1884-1970), posteriormente professor de zootecnia da Escola Superior de Agricultura e Veterinária (Viçosa, Minas Gerais), e o professor de ciências naturais e de agricultura Johan Ludwig Nikolaus. Hermann Rehaag nasceu em Pressitten (Prússia), em 4 de março de 1884, estudou na Universidade de Giessen, diplomou-se na Universidade de Berlim (1911), e era inspetor do matadouro de Braetz, quando se transferiu para Olinda. Johan Ludwig Nikolaus nasceu a 25 de setembro de 1886, em Czernowitz (Áustria), formou-se na Escola Superior de Agricultura desta cidade, foi professor de química e de experiências agrícolas (1905) desta mesma escola, vice-diretor do Jardim Botânico da cidade, e trabalhava no Ministério da Agricultura de Bukovina (Romênia) quando veio para Olinda.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Decidiu-se também que seria iniciada naquele mesmo mês a construção de um prédio para abrigar a escola, aproveitando-se para este fim as instalações do antigo colégio de São Bento. No dia 17 de novembro do mesmo 1912, no refeitório do mosteiro, houve outra reunião com pessoas de reconhecida competência nas áreas de agricultura e veterinária da região, na qual compareceram Fábio da Silveira Barros (Inspetor da Agricultura do Estado de Pernambuco), Pedro Correia de Oliveira, Manoel Paulino Cavalcanti (Diretor da Escola de Agronomia de Jaboatão), João Ignacio Cabral de Vasconcellos (Procurador do Mosteiro de São Bento), José Maria Carneiro da Cunha (representante do sindicato agrícola), e Antônio Pereira da Silva Lima. Foi de Manoel Paulino de Cavalcanti a idéia de se criar duas escolas independentes, uma de agricultura e outra de veterinária, mas que funcionassem no mesmo lugar.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Sem apoio governamental, o abade D. Pedro Roeser resolveu fundar a Escola Agrícola e Veterinária do Mosteiro de São Bento de Olinda nas próprias dependências do Mosteiro de São Bento. Seriam duas escolas em uma, particulares, mas de ensino gratuito. Em 3 de novembro de 1912 houve o lançamento da pedra fundamental da instituição, e ao final de 1913 a obra foi concluída.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A inauguração da Escola Agrícola e Veterinária do Mosteiro de São Bento de Olinda, em 1º de fevereiro de 1914, foi noticiada nos periódicos pernambucanos, como o Diario de Pernambuco, que, em sua edição de 2 de fevereiro de 1914, destacou que a instituição abria “um grande futuro á mocidade estudiosa de Pernambuco” (ESCOLA, 1914, p.1).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Na solenidade de inauguração da Escola Agrícola e Veterinária do Mosteiro de São Bento de Olinda, em 1º de fevereiro de 1914, o abade D. Pedro Roeser, fundador e primeiro diretor da instituição, ressaltou a importância daquela iniciativa:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Eis o que para mim é prova evidente de que em boa hora, acertei nos desejos do glorioso Povo Pernambucano com o fundar desta Instituição. A reflexão iluminada pela graça de Deus e confirmada pelos altos pareceres de meus Superiores deu-me a ver claro que a missão a seguir nesta nossa Abadia Olindense era justamente aquela mesma de que o nosso Pai S. Bento tantas vezes nos adverte em incisos de sua santa Regra: A Cultura do Solo. O admirável progresso que fizeram as ciências naturais em nossos dias produziu uma completa revolução na Agricultura. Ora o agricultor hoje me dia já não pode mais guiar-se pelos processos de antanho, a criação do gado com a seleção artificial, que o melhora, entrou por estradas completamente novas, o tratamento dos animais domésticos e rurais já se faz por novos horizontes, que as luzes da ciência vão dia a dia dilatando, então que fazer para cumprirmos à letra a Regra Santa da nossa Ordem Caríssima? Abrir a dupla Escola de Veterinária e Agricultura, sujeita a todos os métodos modernos que a ciência requer”. (Apud, PRIMEIRO, 1916)&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Nesta ocasião o abade beneditino também destacou os vários apoios recebidos para aquela iniciativa da comunidade beneditina, como o de João Alfredo Corrêa de Oliveira (presidente do Banco do Brasil), de Manoel Paulino Cavalcanti (futuro diretor da [[ESCOLA_SUPERIOR_DE_AGRICULTURA_E_MEDICINA_VETERINÁRIA|&amp;lt;u&amp;gt;Escola Superior de Agricultura e Medicina Veterinária&amp;lt;/u&amp;gt;]], no Rio de Janeiro), de Fabio da Silveira Barros (presidente do senado estadual), de Juvencio Mariz (Inspetor Agrícola), de Luiz Correia de Britto (fundador do posto zootécnico de Jaboatão), de Antonio Pereira da Silva Lima, de João da Costa Pereira (fornecedor de preparados para o Instituto Bacteriológico), e de João Ignacio Cabral de Vasconcellos. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;As matrículas para o curso preparatório foram abertas em 5 de fevereiro de 1913, e as atividades iniciaram-se em 1º de fevereiro de 1914, com a inauguração dos dois cursos, o de agricultura e o de medicina veterinária. O prédio que abrigaria a Escola Agrícola e Veterinária do Mosteiro de São Bento de Olinda foi inaugurado no dia 14 de fevereiro de 1914, em solenidade que contou com a bênção do Arcebispo de Olinda D. Luiz Raymundo da Silva Britto, e com a apresentação de uma orquestra regida pelo maestro Euclydes Fonseca, discípulo de Carlos Gomes.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foram abertas, então, as matrículas para os cursos da dupla instituição, com alunos para o curso de agricultura e para o curso de veterinária. A Escola foi dotada de um hospital para animais, com um estábulo contíguo para servir de Posto de Isolamento, e em dezembro de 1914 já contava com grandes acomodações para o gabinete de bacteriologia e farmácia veterinária, para o laboratório químico e para a sala de operações. &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 5 de maio de 1914, em uma reunião dos religiosos, decidiu-se pela compra do domínio útil e das benfeitorias do engenho São Bento, tendo em vista a impossibilidade de manter, em Olinda, as escolas agrícola e veterinária, e a necessidade de adquirir uma nova fonte para a manutenção daquela abadia. Propunha-se que as escolas, que até então funcionavam em um mesmo prédio, passassem a ter uma vida independente, mantendo como ligação os mesmos princípios e a mesma orientação. No engenho São Bento seria construído um edifício próprio para os estudos e experiências de agronomia, mas a necessidade da conclusão de dois estábulos, um para animais de grande porte e outro para animais menores e aves, adiou a construção do edifício. A escritura de compra do engenho foi lavrada em 18 de junho de 1914, e em fevereiro do ano seguinte o engenheiro Callander visitou o engenho para examinar o local da futura escola agrícola. De acordo com o padre Jonas Taurino e Andrade, autor da Crônica presente no “Primeiro Relatorio das Escolas Superiores de Agricultura e Medicina Veterinária do Mosteiro de São Bento”, o engenheiro civil Decio Fonseca foi incumbido de levantar uma planta adrede, e João Pereira D´Aquino foi encarregado de sua execução (PRIMEIRO, 1916).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O abade D. Pedro Roeser decidiu, em agosto de 1915, solicitar um empréstimo a um banco alemão, fixado em São Paulo, para dar prosseguimento às obras da Escola, e ao final deste ano foi colocada a primeira lápide do edifício escolar.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 26 de julho de 1915, a então denominada Escola Superior de Agricultura e Medicina Veterinária de São Bento recebeu a visita de José Bezerra Cavalcanti, Ministro da Agricultura, Indústria e Comércio, que na ocasião destacou a relevância daquela instituição, e comprometeu-se em informar ao Presidente da República, Wenceslau Braz, sobre os esforços dos beneditinos na propagação e melhoramento da agricultura e indústria pastoril de Pernambuco. A visita estendeu-se às salas de anatomia e histologia, nas quais o Ministro dedicou atenção aos aparelhos de cirurgia e aos diversos esqueletos de homem, cavalo, carneiro, coelho, ganso, sapo, etc., existentes naqueles recintos. Surpreendeu-se, também, com um quadro, no qual estavam representadas todas as intoxicações metálicas dos animais e seus respectivos antídotos, extremamente útil para veterinários e agricultores. Deteve-se também diante de um modelo eqüino, o qual podia ser desmontado para a realização de estudos de osteologia, artrologia, miologia, nevrologia, estesiologia e esplanologia. Destacou-se a grande mesa anatômico-histológica, com diversos microscópios e inúmeros preparados histológicos. Na visita ao gabinete de física e ao laboratório químico o Ministro demonstrou surpresa perante à profusão de aparelhos técnicos e de reagentes. Na clínica veterinária encantou-se com os métodos e os utensílios de que se serviam para o tratamento de espravão, incluindo vários microscópios de Seitz com preparados bacteriológicos feitos pelos próprios monges. No mesmo local lhe foi mostrado um preparado de sangue humano atacado do bacilo de Laveran, uma cultura do bacilo antracio (carbúnculo bacteridiano) e um preparado de piroplasmo das galinhas, doença esta que havia sido “descoberta pelo professor da clínica” (PRIMEIRO, 1916, p.14). Na farmácia da clínica veterinária deparou-se com ungüentos empregados na cura do espravão, com culturas do bacilo do tétano (em Agar-Agar e em gelatina) nas estufas, e com diversas injeções (de morfina, cafeína, atropina contra manqueira, antrax, tétano, tuberculose). O relato da visita ao prédio principal da instituição referiu-se à existência de aparelhos de meteorologia, de mapas, e de um museu de mineralogia, botânica e zoologia. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 13 de dezembro de 1915, em uma reunião do professorado das escolas de agricultura e de veterinária, foi eleito como vice-diretor da Escola Superior de Veterinária, o sub-prior D. João, e como vice-diretor da Escola Superior Superior de Agricultura, que passaria a funcionar no Engenho São Bento, foi escolhido D. Bento Pickel.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Apesar das dificuldades a Escola resistia. Em janeiro de 1917, o curso de agricultura foi transferido da cidade de Olinda para o município de São Lourenço da Mata, onde se estabeleceria no engenho São Bento, então de propriedade da Ordem Beneditina. O curso de veterinária permaneceu em Olinda, cujo estabelecimento passou a se chamar Escola Superior de Veterinária São Bento, com 19 alunos matriculados. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em sessão da congregação, em 05 de novembro de 1917, foi determinado que D. Pedro Roeser assumisse a direção geral das duas escolas, então separadas, e que este nomeasse diretores e secretários para cada uma das mesmas. Para a Escola Superior de Veterinária São Bento, em Olinda, foi designado D. Dustano Saupp como seu diretor, e D. Rhabano Bidell como secretário. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A Escola Superior de Agricultura do Engenho de São Bento foi inaugurada em 8 de março de 1917, pois já estava pronta a primeira ala do edifício construído para o início do ano letivo. D. Pedro Roeser passou três meses residindo no engenho, a fim de tomar as medidas necessárias à organização escolar, sobretudo visando dotar o edifício de toda a estrutura que ainda faltava. A separação da comunidade beneditina de Olinda já se efetuara em 27 de fevereiro do mesmo ano, quando foram enviados monges para o engenho de S. Bento, e lá assumiram diferentes funções, entre eles D. Pedro Bandeira de Mello como diretor da Escola (PICKEL, 1921).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ainda em 1917, D. Pedro Roeser permitiu a moradia de diversos alemães refugiados da I Guerra Mundial no Mosteiro e no engenho de São Bento. Alguns desses refugiados trabalharam na construção e manutenção da Escola Superior de Agricultura do Engenho de São Bento, entre eles Oto Moneke, construtor e mestre de oficinas, e Henrique Tross, ferreiro, e outros alemães permaneceram no engenho até fins de 1921. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No ano de 1918, D. Amaro foi nomeado diretor da Escola Superior de Agricultura do Engenho de São Bento. A obra do edifício escolar foi concluída e o arquiteto Bauer, a quem fora encomendada a construção, pôde finalmente entregá-la. Em junho do mesmo ano foi instalado o grande motor a gás, junto com bombas e outras máquinas adquiridas pelo abade para o engenho e para a Escola.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;As congregações das duas instituições, da Escola Superior de Medicina Veterinária de São Bento e da Escola Superior de Agricultura do Engenho de São Bento, decidiram, em 28 de dezembro de 1918, adotar para ambas a denominação de Escolas Superiores de Agronomia e Medicina Veterinária São Bento.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O ano de 1919 foi, nas palavras de D. Bento Pickel, um ano problemático, quando se enfrentou uma terrível epidemia de tifo, que prostrou seis monges e outras pessoas que trabalhavam no engenho, mas não vitimou nenhum aluno, o que possibilitou a continuidade das aulas. Como não chovia desde meados de 1918, o rio secou, e metade da plantação de cana e quase todas as sementes foram perdidas. Os poços feitos não rendiam o volume d’água necessário e se não fosse permitida a colheita prematura da mandioca, feita pelos moradores das proximidades que estavam em estado de penúria, teria se perdido toda a plantação. Para completar o sombrio quadro, o fim do ano escolar teve que ser antecipado devido ao aparecimento da Gripe Espanhola que contagiou muitos alunos e religiosos (PICKEL, 1921).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1919 o diretor da Escola de Medicina Veterinária era o frei Placido de Oliveira e o sub-diretor e secretário era frei Gabriel de Vasconcellos Beltrão. D. Pedro Roeser assinou, ainda neste ano, um contrato com a usina Cansanção de Sinimbú, que possibilitava a passagem da estrada férrea dentro das dependências do Engenho de São Bento, pelo que receberia o montante de quatro mil toneladas de cana-de-açúcar por ano. Foram feitas ainda obras de reestruturação do estábulo e construída uma estribaria de gado eqüino e muar (PICKEL, 1921). Em 1920, foi construída nova cacimba que fornecia água potável e irrigava a plantação, mas a seca voltou a atacar a região comprometendo novamente o plantio de cana.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A partir do decreto nº 4.195, de 29 de novembro de 1920, que estabeleceu as bases para o reconhecimento dos diplomas conferidos pelas escolas de agricultura e medicina veterinária no país, ambas as escolas, a Escola Superior de Medicina Veterinária de São Bento e a Escola Superior de Agricultura do Engenho de São Bento, passaram a ser equiparadas e subvencionadas pelo Governo Federal.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1922, em virtude da falta de meios e de pessoal, tanto em relação ao corpo docente quanto ao discente, foi cogitado o fechamento da Escola Superior de Medicina Veterinária de São Bento, sendo tal proposição comunicada Samuel Hardman, secretário-geral do governador do Estado de Pernambuco (LIVRO, 1924). &amp;amp;nbsp;O secretário prometeu o apoio necessário por parte do governo, e garantiu ao prior a possibilidade de contratação de quatro professores da Alemanha, cujo pagamento viria dos recursos oriundos do imposto de exportação de todo produto da agricultura de Pernambuco. O abade contratou, então, “por ordem do governo pernambucano” (LIVRO, 1924), os professores Lachenschmied e Hasgenkopf, que chegaram no final de 1923.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em janeiro de 1923, a Sociedade Auxiliadora da Agricultura de Pernambuco, comemorando seus 50 anos de existência, promoveu o Congresso de Agricultura do Nordeste. Todos os governos dos estados da região nordeste prestigiaram o evento enviando representantes. Foram discutidas questões como o aperfeiçoamento das culturas da cana-de-açúcar, do algodão e dos cereais; a construção de uma rede de estradas “carroçáveis”; estudos e experiências do emprego do álcool como combustível; defesa sanitária vegetal e animal; impostos exorbitantes que oneravam o álcool; cooperativismo de máquinas agrícolas, de substâncias inseticidas e do crédito agrícola; regulamentação dos trabalhos dos menores; as greves e os tribunais de trabalho; e o auxílio à Escola Superior de Medicina Veterinária São Bento, em Olinda. Houve a promessa, por parte do executivo pernambucano, de aumento das subvenções dadas à Escola Superior de Agricultura do Engenho de São Bento, com o argumento de que seria mais útil e, inclusive, mais econômico ao Estado de Pernambuco manter e melhorar seus cursos do que criar um novo estabelecimento, visto que a escola era nas palavras do então governador, Sérgio T. Lins de B. Loreto, “tão bem dirigida pela esforçada Ordem beneditina” (MENSAGEM, 1923).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 15 de setembro de 1923, Miguel Calmon Du Pin e Almeida, Ministro de Estado dos Negócios da Agricultura, Indústria e Comércio, baixou instruções para a fiscalização dos estabelecimentos subvencionados por aquele ministério, incluindo os institutos de ensino agronômico e veterinário. Determinou que cada estabelecimento de ensino receberia a visita de inspetores, na qual deveria estar atento às informações dos programas, ao pessoal docente, às instalações (gabinetes, laboratórios, bibliotecas, oficinas), à matrícula e freqüência dos alunos, aos resultados dos exames, aos diplomados e às suas notas. Ficou disposto, também, que no caso de ensino agronômico ou veterinário, as subvenções não poderiam ser aplicadas em pagamento de pessoal, mas somente na aquisição ou ampliação dos imóveis necessários para o funcionamento das instituições, na construção e conservação de benfeitorias e dependências, e na aquisição e conserto de tratores, instrumentos agrícolas, motores e instalações elétricas e auto caminhões para carga.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Apesar de todo o esforço, desde o início de suas atividades até o ano de 1925, foram diplomados apenas 24 veterinários na Escola Superior de Medicina Veterinária São Bento. O auxílio prometido não veio e em 29 de janeiro do mesmo 1925, após 13 anos de precário funcionamento, a instituição foi fechada por ordem do abade D. Pedro Roeser.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Governo do Estado de Pernambuco criou, por meio do decreto nº 7, de 3 de outubro de 1933, a Escola de Agronomia e Veterinária de Pernambuco, o que poderia contribuir para o fechamento da Escola Superior de Agricultura do Engenho de São Bento. Este decreto foi revogado, mas em 1936 a Escola Superior de Agricultura do Engenho de São Bento viria a ser encampada pelo governo estadual.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em decorrência da lei estadual nº 2.243, de 9 de dezembro de 1936, e do Ato nº 1.802 do Poder Executivo, o Engenho São Bento foi desapropriado, com seus bens, passando a Escola Superior de Agricultura do Engenho de São Bento a denominar-se Escola Superior de Agricultura de Pernambuco. Em 12 de março de 1938, pelo decreto nº 82, a instituição foi transferida para uma fazenda do Estado, em Dois Irmãos, no Recife, onde permanece nos dias atuais.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em junho de 1947, quando Amaro Gomes Pedrosa era interventor no Estado de Pernambuco, o Secretário de Agricultura, Indústria e Comércio, João de Deus de Oliveira Dias, encaminhou um ofício solicitando a criação de uma escola de veterinária. O interventor determinou, então, a redação do anteprojeto do decreto e a designação de uma comissão para elaborar o Regimento Interno da Escola Superior de Veterinária da Universidade Rural de Pernambuco, que funcionou de 1950 a 1974.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O decreto estadual nº 1.741, de 24 de julho de 1947, criou a Universidade Rural de Pernambuco, formada pela Escola Superior de Agricultura de Pernambuco, pela Escola Superior de Veterinária, pelo curso de Magistério de Economia Doméstica Rural e pela Escola de Agrotécnica de São Lourenço da Mata.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A Universidade Rural de Pernambuco, pela lei nº 2.524, de 4 de julho de 1955, foi federalizada e passou a integrar o Sistema Federal de Ensino Agrícola Superior do Ministério da Agricultura. Com o decreto nº 60.731, de 19 de maio de 1967, a instituição passou a denominar-se Universidade Federal Rural de Pernambuco.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Estrutura e funcionamento&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A Escola Agrícola e Veterinária do Mosteiro de São Bento de Olinda foi fundada em 1912. Em 5 de fevereiro de 1913, foram abertas as matrículas para o curso preparatório, com 71 alunos e oito professores: Padre Jonas Taurino de Andrade (português), Eduardo Corrêa da Silva (geografia e história), D. Placido de Oliveira (inglês), D. Tito Dobbert (alemão), D. Bento Pickel (francês e história), D. João Kehrle (ciências matemáticas), D. Pedro Bandeira de Mello (geografia), D. Gabriel de Vasconcellos Beltrão (francês).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Durante as primeiras férias foram instalados os laboratórios de física, química, anatomia e histologia, com aparelhos que haviam sido encomendados da Europa.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;De acordo com o Primeiro Relatório da instituição, “o curso preparatório era uma sobrecarga e os monges eliminaram-no por se dedicarem de todas as forças às Escolas-gêmeas: Veterinária e Agricultura” (PRIMEIRO, 1916, p.9).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No período de 1913-1915, o corpo docente da Escola Superior de Medicina Veterinária de São Bento era composto por: Hermann Rehaag (medicina veterinária), &amp;amp;nbsp;Dionysio Meili (farmacologia, farmacognose, terapêutica), D. João Kehrle (vice-diretor e professor de anatomia, patologia e bacteriologia), D. Tito Dobbert (zoologia e bibliotecário), Dom Dunstano Saupp (histologia, cirurgia, clínica e parasitologia), D. Agostinho Ikas (fisiologia, ferradura, anatomia fisiológica dos cascos e patas e embriologia), D. Pedro Bandeira de Mello (química inorgânica, orgânica, analítica e vegetal; climatologia), D. Ancelmo Fuchs (higiene geral e epidemiológica, seroterapêutica e botânica), D. Gabriel de Vasconcellos Beltrão (doutrina sobre criação de animais domésticos e zootecnia, de pestes e de polícia veterinária), e D. Bernardo Ott (obstetrícia, da fiscalização sanitária das carnes e matadouros e da medicina legal veterinária). &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Já o corpo docente da Escola de Agricultura, nos anos 1913-1915, era composto por: D. Bento Pickel (vice-diretor, professor de botânica, entomologia, anatomia e fisiologia das plantas), D. Placido de Oliveira (ciências naturais e mecânica agrícola), D.Gregorio Saupp (zoologia, anatomia, meteorologia e climatologia), D.Rhabano Bidell (agricultura geral e especial), D. Paulo Rudenauer (pomi, horti e silvicultura), e Hugo von Moerss (agrimensura e chefe das culturas). &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No primeiro ano escolar, de 1913, eram alunos: Abelardo Maia, Antonio Barreto Lins, Antonio de Barros Leite, Arlindo Cabral, Armando Maia e Silva, Benjamin Cavalcanti de Mello, Durval Richardo de Mello, Francisco Ferreira Lins, Francisco Xavier da Cunha Pedrosa, Gabriel Castello Branco, Guilherme Álvares de Carvalho, João Cabral, José Waldemar Dantas, Luiz Caetano Barboza Passos, Luiz Correia da Silva, Luiz de Moraes de Andrade Lima, Manoel de Barros Bezerra, Manoel de Oliveira Braga, Manoel Verçosa de Gusmão Fraga, Marino Climaco, Miguel Guedes Gondim, Octavio Cabral de Vasconcelos, Olivio de Andrade Lyra, Phillippe Vieira da Cunha, Raul Pires, Ullysses Cavalcanti Mello.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1914, os estudantes que desejassem ingressar em ambas as escolas, de agricultura ou de veterinária, deveriam passar por um curso preparatório, e serem aprovados nas seguintes disciplinas: português, francês, inglês, geografia, história universal e aritmética. Aprovados, os alunos poderiam se matricular no curso agrícola onde estudariam física, química, zoologia, botânica, mineralogia, agrologia e meteorologia. Ou no curso de medicina veterinária que tinha como disciplinas: física, química, zoologia, botânica, anatomia e histologia. A matrícula e o curso todo eram gratuitos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi realizado o primeiro exame do “Physicum”, oral e em público, em 9 e 10 de novembro de 1915, conforme previam os Estatutos da Escola Superior de Agricultura e Medicina Veterinária de São Bento. Nesta primeira banca examinadora estavam presentes o diretor da Escola, Plinio Cavalcanti de Araújo, João Pires Filho (Inspetores Federais de Medicina Veterinária e Agricultura), Luiz Correia de Britto (representante do Sindicato Agrícola de Pernambuco), e Fernandes e Silva (Secretário da Inspetoria Agrícola de Pernambuco).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No “Primeiro relatório das escolas superiores de agricultura e medicina veterinária do Mosteiro de São Bento em Olinda-Pernambuco: 1913-1915” foi relatada a visita que Rufino Bezerra Cavalcanti, ministro da Agricultura, fez à Escola em 26 de julho de 1915, durante a qual teria demonstrado interesse pela preparação anatômica &amp;amp;nbsp;de uma pata de cavalo e pode observar um “modelo equino, que se pode desarmar a vontade para os estudos de Osteologia, Artrologia, Miologia, Nevrologia, Estesiologia e Esplanologia” (Primeiro Relatorio. Apud MELO; MAGALHÃES; ALMEIDA; CAMARA, 2010, p.117)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Os examinados recebiam o diploma de Prático, e dentre estes destaca-se o de Dionysio Meili, considerado o primeiro médico veterinário, que foi outorgado, em 13 de novembro de 1915, antes mesmo de o estabelecimento formar sua primeira turma regular de veterinários em 11 de janeiro de 1917. Dionysio Meili, que fora dispensado das provas escritas por ser já diplomado em farmácia pela [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DA_BAHIA|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina da Bahia&amp;lt;/u&amp;gt;]], apresentou um preparado anátomo-patológico, fez a regular inspeção de um animal abatido no matadouro de Olinda, com o respectivo parecer por escrito, e habilitou-se assim ao exame oral.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ambas as instituições, Escola Superior de Medicina Veterinária de São Bento e a Escola Superior de Agricultura do Engenho de São Bento, eram registradas no Ministério da Agricultura, Indústria e Comércio, nos termos do decreto nº 13.028, de 18 de maio de 1918, foi somente autorizada a admissão dos engenheiros agrônomos, nelas formados, em concurso do Ministério. Desta forma, não se fazia menção em relação aos médicos veterinários lá diplomados, talvez devido ao pequeno número de candidatos a este título (SETENTA, 1983).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;De acordo com o Relatório 1921-1922 das Escolas Superiores de São Bento, entre os formandos da instituição, até o ano de 1922, encontravam-se:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Dionysio Meili, catedrático da Escola e chefe da fiscalização de leite e estábulos do Recife; Francisco Pedroza, médico veterinário da Prefeitura da Capital Paraibana; Benjamin de Mello, médico veterinário do Matadouro Modelo do Recife; Armando P. Maia, médico veterinário da Diretoria da Indústria Pastoril do Ministério da Agricultura em missão em Guaratinguetá-São Paulo; Manoel de B. Bezerra, médico veterinário militar em Três Corações, Minas Gerais; Arthur Lopes Pereira, clínico em Olinda-PE; Álvaro de F. Salles, premiado pelo Governo Federal, para se especializar em veterinária, em Nápoles, Itália; Anatólio D. Caldas, premiado pelo Governo Federal, para se especializar em veterinária em Nápoles, Itália; José W. Braga, clínico em Olinda-PE; Almir Pires Ferreira, Recife-PE; Antônio Magno de Miranda, Recife-PE; Abdon Gomes Fernandes, Recife-PE; Carlos Cavalcanti Paes, Recife-PE”. (Apud, SILVA, 2010. p.128)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O abade contratou, em 1923, professores “por ordem do governo pernambucano” (LIVRO, 1924), e ao final deste ano chegaram os professores Lachenschmied e Hasgenkopf, com suas esposas e filhos, e ficaram hospedados no Mosteiro de São Bento de dezembro de 1923 até junho de 1924.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Entre os formados nas nove primeiras turmas da Escola Superior de Medicina Veterinária de São Bento, encontram-se alguns que posteriormente foram detentores de cátedra na Escola Superior de Medicina Veterinária da Universidade Rural de Pernambuco, que sucedeu àquela instituição a partir de 1950. Entre eles: Armando Pontes Maia e Silva, Artur Lopes Pereira, Guilherme Álvares de Carvalho, José Wanderley Braga, Almir Pires Ferreira e Carlos Cavalcanti Paes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Até o ano de 1926, as Escolas Superiores de Agronomia e Medicina Veterinária São Bento e Escola de Medicina Veterinária formaram 24 médicos-veterinários (MELO; MAGALHÃES; ALMEIDA; CAMARA, 2010).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- ACTA da Primeira Sessão da Congregação da Escola Agrícola e Veterinária do Mosteiro de São Bento, Olinda Pernambuco. 1912. &#039;&#039;Anais da Academia Pernambucana de Ciência Agronômica&#039;&#039;, Recife, vols.8 e 9, p.253-254, 2011/2012. Capturado 22 jul. 2026.Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://www.journals.ufrpe.br/index.php/apca/article/view/162&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - ACTA da Installação da Escola Agrícola e Veterinária do Mosteiro de São Bento de Olinda. Manuscrito. &amp;amp;nbsp;[Olinda, Pernambuco], 1914. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#MSBOLI|&amp;lt;u&amp;gt;MSBOLI&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - &amp;amp;nbsp;BRASIL. Decreto nº 13.028, de 18 de maio e 1918. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:  &amp;lt;u&amp;gt;http://legis.senado.leg.br/norma/424391/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 4.195, de 29 de novembro de 1920. In: In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://legis.senado.leg.br/norma/603453/publicacao?tipoDocumento=DPL-n&amp;amp;tipoTexto=PUB&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 60.731, de 19 de maio de 1967. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://legis.senado.leg.br/norma/483352/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Lei nº 2.524, de 4 de julho de 1955. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado 22 jul. 2026.Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://legis.senado.leg.br/norma/544324/publicacao?tipoDocumento=LEI-n&amp;amp;tipoTexto=PUB&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - ESCOLA Agricola Veterinaria do Mosteiro de São Bento. &#039;&#039;Diario de Pernambuco&#039;&#039;, Recife, anno 90, n.4, p.1, 2 de fevereiro de 1914. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira. &#039;&#039;&#039;Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;nowiki&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/029033_09/3493&amp;lt;/nowiki&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - LIVRO do patrimônio do Mosteiro de São Bento. Mosteiro de São Bento de Olinda. Manuscrito. [Olinda, 1924]. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#MSBOLI|&amp;lt;u&amp;gt;MSBOLI&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - LIVRO 1º - Escola Agrícola e Veterinária do Mosteiro de São Bento de Olinda. Manuscrito. [Olinda, 1º de fevereiro de 1914]. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#MSBOLI|&amp;lt;u&amp;gt;MSBOLI&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - MELO, Lúcio Esmeraldo Honório de; MAGALHAES, Francisco de Oliveira; ALMEIDA, Argus Vasconcelos de; CAMARA, Cláudio Augusto Gomes da. De alveitares a veterinários: notas históricas sobre a medicina animal e a Escola Superior de Medicina Veterinária São Bento de Olinda, Pernambuco (1912-1926). &#039;&#039;História, Ciências, Saúde-Manguinhos&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.17, n.1, p.107-123, jan./mar. 2010. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://www.scielo.br/pdf/hcsm/v17n1/07.pdf&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - MENSAGEM do Exm. Sr. Dr. Sergio T. Lins de B. Toreto,Governador do Estado, lida ao instalar-se a 2ª sessão da 11ª legislatura do Congresso Legislativo de Pernambuco aos 6 de março de 1923. Pernambuco: Officinas graphicas do Jornal do Commercio, 1923. &#039;&#039;&#039;Mensagens dos Presidentes de Província (1830-1930). &#039;&#039;&#039;Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;u&amp;gt;https://digitalcollections.crl.edu/record/4241?ln=en&amp;amp;v=uv#?xywh=-1363%2C0%2C4820%2C3265&amp;amp;cv=1&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt; - PICKEL, D. Bento. &#039;&#039;&#039;Esboço Histórico do Engenho São Bento 1604 a 1921.&#039;&#039;&#039; Manuscrito. Mosteiro de São Bento de Olinda, 1921. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#MSBOLI|MSBOLI]])&amp;lt;br /&amp;gt; - PRIMEIRO Relatório das Escolas Superiores de Agricultura e Medicina Veterinária do Mosteiro de São Bento em Olinda – Pernambuco (1913-1915). Rio de Janeiro: Officinas Graphicas do “Jornal do Brasil”, 1916. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#MSBOLI|&amp;lt;u&amp;gt;MSBOLI&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br /&amp;gt; - SETENTA anos de medicina veterinária em Pernambuco (1912-1982). [Recife]: Universidade Federal Rural de Pernambuco, [1983]. &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BN|&amp;lt;u&amp;gt;BN&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br /&amp;gt; - SILVA, Denize Siqueira da. &#039;&#039;&#039;TECENDO MEMÓRIA: linhas e entrelinhas da trajetória da Universidade Federal Rural de Pernambuco (1912-1936). &#039;&#039;&#039;Recife, 2010. Dissertação (Mestrado em História Social da Cultural Regional), Programa de Pós-Graduação em História Social da Cultura Regional, Universidade Federal Rural de Pernambuco, 2010. Capturado em 8 set. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;u&amp;gt;http://www.tede2.ufrpe.br:8080/tede2/bitstream/tede2/4712/2/Denize%20Siqueira%20da%20Silva.pdf&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt; - UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO. &#039;&#039;&#039;Memória&#039;&#039;&#039;. Capturado em 26 mai. 2020. Online. Disponível na Internet: [http://www.ufrpe.br/br/content/memória &amp;lt;u&amp;gt;http://www.ufrpe.br/br/content/mem%C3%B3ria&amp;lt;/u&amp;gt;]&amp;lt;br /&amp;gt; - UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO. &#039;&#039;&#039;Setenta anos de Medicina Veterinária em Pernambuco (1912-1982).&#039;&#039;&#039; Recife: [s.n.],1983. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BN|&amp;lt;u&amp;gt;BN&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa - Breno Pimentel Câmara.&amp;lt;br/&amp;gt; Redação - Breno Pimentel Câmara; Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Forma de citação&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;{{SITENAME}}&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    [[Category:Verbetes]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Instituições de Ensino]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ana.guedes</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=ESCOLA_AGR%C3%8DCOLA_E_VETERIN%C3%81RIA_DO_MOSTEIRO_DE_S%C3%83O_BENTO_DE_OLINDA&amp;diff=3888</id>
		<title>ESCOLA AGRÍCOLA E VETERINÁRIA DO MOSTEIRO DE SÃO BENTO DE OLINDA</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=ESCOLA_AGR%C3%8DCOLA_E_VETERIN%C3%81RIA_DO_MOSTEIRO_DE_S%C3%83O_BENTO_DE_OLINDA&amp;diff=3888"/>
		<updated>2026-07-27T18:44:49Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ana.guedes: /* Fontes */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Denominações:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Escola Agrícola e Veterinária do Mosteiro de São Bento de Olinda (1912); [[ESCOLA_SUPERIOR_DE_AGRICULTURA_E_MEDICINA_VETERINÁRIA_DE_SÃO_BENTO|Escola Superior de Agricultura e Medicina Veterinária de São Bento]] (1915); [[ESCOLA_SUPERIOR_DE_AGRICULTURA_DO_ENGENHO_DE_SÃO_BENTO|Escola Superior de Agricultura do Engenho de São Bento]] (1917); [[ESCOLA_SUPERIOR_DE_VETERINÁRIA_SÃO_BENTO|Escola Superior de Veterinária São Bento ]](1917); [[ESCOLAS_SUPERIORES_DE_AGRONOMIA_E_MEDICINA_VETERINÁRIA_SÃO_BENTO|Escolas Superiores de Agronomia e Medicina Veterinária São Bento]] (1918); [[ESCOLA_SUPERIOR_DE_AGRICULTURA_DE_PERNAMBUCO|Escola Superior de Agricultura de Pernambuco]] (1936); [[UNIVERSIDADE_RURAL_DE_PERNAMBUCO|Universidade Rural de Pernambuco ]](1947); [[UNIVERSIDADE_FEDERAL_RURAL_DE_PERNAMBUCO|Universidade Federal Rural de Pernambuco]] (1967)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;A Escola Agrícola e Veterinária do Mosteiro de São Bento de Olinda foi fundada nas dependências do Mosteiro Beneditino em Olinda (Estado de Pernambuco), em 3 de novembro de 1912. Em 1917 constituíram-se como duas escolas separadas, a Escola Superior de Agricultura, instalada no município de São Lourenço da Mata, e a Escola Superior de Veterinária, em Olinda. Esta encerrou suas atividades em 1925, e a de agricultura foi encampada pelo governo estadual em 1936, e integrou a Universidade Rural de Pernambuco, criada em 1947.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Histórico&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 15 de novembro de 1911, a Congregação Beneditina apresentou, por intermédio de seu prior em Olinda, Dom Pedro Roeser (18701955), a ideia da criação naquela cidade de um estabelecimento destinado ao ensino prático e teórico de agronomia e veterinária. A escola pretendia ter como padrão de ensino as clássicas instituições agrícolas da Alemanha, as &#039;&#039;Landwirschaf Hochschule&#039;&#039;, com programas baseados nos currículos adotados pelas congêneres de Munique e Halle. Era uma novidade pedagógica, já que outras entidades como a [[ESCOLA_SUPERIOR_DE_AGRICULTURA_LUIZ_DE_QUEIROZ_DA_UNIVERSIDADE_DE_SÃO_PAULO|&amp;lt;u&amp;gt;Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz&amp;lt;/u&amp;gt;]]&amp;amp;nbsp;e a Escola Superior de Agricultura e Veterinária (Viçosa, Estado de Minas Gerais) se inspiraram nos &#039;&#039;land-grant colleges&#039;&#039; americanos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O abade D. Pedro Roeser propôs, em 3 de julho de 1912, na reunião (capítulo) dos religiosos do Mosteiro de São Bento, em Olinda (Pernambuco), a fundação de uma escola agrícola, sendo o projeto unanimemente aprovado. Na mesma oportunidade foi decidido que os lentes para a referida escola seriam os próprios monges, e como não havia condições de mandar alguns deles para a Europa para se formarem, em função de a comunidade beneditina ser muito pequena, seriam convidados dois professores europeus para instruir os futuros monges professores. O abade D. Pedro Roeser consultou revistas científicas da Alemanha e da Áustria, buscando identificar um médico veterinário e um agrônomo para a escola. Apareceram oito candidatos, dentre os quais foram escolhidos o professor de medicina veterinária Hermann Rehaag (1884-1970), posteriormente professor de zootecnia da Escola Superior de Agricultura e Veterinária (Viçosa, Minas Gerais), e o professor de ciências naturais e de agricultura Johan Ludwig Nikolaus. Hermann Rehaag nasceu em Pressitten (Prússia), em 4 de março de 1884, estudou na Universidade de Giessen, diplomou-se na Universidade de Berlim (1911), e era inspetor do matadouro de Braetz, quando se transferiu para Olinda. Johan Ludwig Nikolaus nasceu a 25 de setembro de 1886, em Czernowitz (Áustria), formou-se na Escola Superior de Agricultura desta cidade, foi professor de química e de experiências agrícolas (1905) desta mesma escola, vice-diretor do Jardim Botânico da cidade, e trabalhava no Ministério da Agricultura de Bukovina (Romênia) quando veio para Olinda.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Decidiu-se também que seria iniciada naquele mesmo mês a construção de um prédio para abrigar a escola, aproveitando-se para este fim as instalações do antigo colégio de São Bento. No dia 17 de novembro do mesmo 1912, no refeitório do mosteiro, houve outra reunião com pessoas de reconhecida competência nas áreas de agricultura e veterinária da região, na qual compareceram Fábio da Silveira Barros (Inspetor da Agricultura do Estado de Pernambuco), Pedro Correia de Oliveira, Manoel Paulino Cavalcanti (Diretor da Escola de Agronomia de Jaboatão), João Ignacio Cabral de Vasconcellos (Procurador do Mosteiro de São Bento), José Maria Carneiro da Cunha (representante do sindicato agrícola), e Antônio Pereira da Silva Lima. Foi de Manoel Paulino de Cavalcanti a idéia de se criar duas escolas independentes, uma de agricultura e outra de veterinária, mas que funcionassem no mesmo lugar.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Sem apoio governamental, o abade D. Pedro Roeser resolveu fundar a Escola Agrícola e Veterinária do Mosteiro de São Bento de Olinda nas próprias dependências do Mosteiro de São Bento. Seriam duas escolas em uma, particulares, mas de ensino gratuito. Em 3 de novembro de 1912 houve o lançamento da pedra fundamental da instituição, e ao final de 1913 a obra foi concluída.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A inauguração da Escola Agrícola e Veterinária do Mosteiro de São Bento de Olinda, em 1º de fevereiro de 1914, foi noticiada nos periódicos pernambucanos, como o Diario de Pernambuco, que, em sua edição de 2 de fevereiro de 1914, destacou que a instituição abria “um grande futuro á mocidade estudiosa de Pernambuco” (ESCOLA, 1914, p.1).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Na solenidade de inauguração da Escola Agrícola e Veterinária do Mosteiro de São Bento de Olinda, em 1º de fevereiro de 1914, o abade D. Pedro Roeser, fundador e primeiro diretor da instituição, ressaltou a importância daquela iniciativa:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Eis o que para mim é prova evidente de que em boa hora, acertei nos desejos do glorioso Povo Pernambucano com o fundar desta Instituição. A reflexão iluminada pela graça de Deus e confirmada pelos altos pareceres de meus Superiores deu-me a ver claro que a missão a seguir nesta nossa Abadia Olindense era justamente aquela mesma de que o nosso Pai S. Bento tantas vezes nos adverte em incisos de sua santa Regra: A Cultura do Solo. O admirável progresso que fizeram as ciências naturais em nossos dias produziu uma completa revolução na Agricultura. Ora o agricultor hoje me dia já não pode mais guiar-se pelos processos de antanho, a criação do gado com a seleção artificial, que o melhora, entrou por estradas completamente novas, o tratamento dos animais domésticos e rurais já se faz por novos horizontes, que as luzes da ciência vão dia a dia dilatando, então que fazer para cumprirmos à letra a Regra Santa da nossa Ordem Caríssima? Abrir a dupla Escola de Veterinária e Agricultura, sujeita a todos os métodos modernos que a ciência requer”. (Apud, PRIMEIRO, 1916)&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Nesta ocasião o abade beneditino também destacou os vários apoios recebidos para aquela iniciativa da comunidade beneditina, como o de João Alfredo Corrêa de Oliveira (presidente do Banco do Brasil), de Manoel Paulino Cavalcanti (futuro diretor da [[ESCOLA_SUPERIOR_DE_AGRICULTURA_E_MEDICINA_VETERINÁRIA|&amp;lt;u&amp;gt;Escola Superior de Agricultura e Medicina Veterinária&amp;lt;/u&amp;gt;]], no Rio de Janeiro), de Fabio da Silveira Barros (presidente do senado estadual), de Juvencio Mariz (Inspetor Agrícola), de Luiz Correia de Britto (fundador do posto zootécnico de Jaboatão), de Antonio Pereira da Silva Lima, de João da Costa Pereira (fornecedor de preparados para o Instituto Bacteriológico), e de João Ignacio Cabral de Vasconcellos. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;As matrículas para o curso preparatório foram abertas em 5 de fevereiro de 1913, e as atividades iniciaram-se em 1º de fevereiro de 1914, com a inauguração dos dois cursos, o de agricultura e o de medicina veterinária. O prédio que abrigaria a Escola Agrícola e Veterinária do Mosteiro de São Bento de Olinda foi inaugurado no dia 14 de fevereiro de 1914, em solenidade que contou com a bênção do Arcebispo de Olinda D. Luiz Raymundo da Silva Britto, e com a apresentação de uma orquestra regida pelo maestro Euclydes Fonseca, discípulo de Carlos Gomes.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foram abertas, então, as matrículas para os cursos da dupla instituição, com alunos para o curso de agricultura e para o curso de veterinária. A Escola foi dotada de um hospital para animais, com um estábulo contíguo para servir de Posto de Isolamento, e em dezembro de 1914 já contava com grandes acomodações para o gabinete de bacteriologia e farmácia veterinária, para o laboratório químico e para a sala de operações. &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 5 de maio de 1914, em uma reunião dos religiosos, decidiu-se pela compra do domínio útil e das benfeitorias do engenho São Bento, tendo em vista a impossibilidade de manter, em Olinda, as escolas agrícola e veterinária, e a necessidade de adquirir uma nova fonte para a manutenção daquela abadia. Propunha-se que as escolas, que até então funcionavam em um mesmo prédio, passassem a ter uma vida independente, mantendo como ligação os mesmos princípios e a mesma orientação. No engenho São Bento seria construído um edifício próprio para os estudos e experiências de agronomia, mas a necessidade da conclusão de dois estábulos, um para animais de grande porte e outro para animais menores e aves, adiou a construção do edifício. A escritura de compra do engenho foi lavrada em 18 de junho de 1914, e em fevereiro do ano seguinte o engenheiro Callander visitou o engenho para examinar o local da futura escola agrícola. De acordo com o padre Jonas Taurino e Andrade, autor da Crônica presente no “Primeiro Relatorio das Escolas Superiores de Agricultura e Medicina Veterinária do Mosteiro de São Bento”, o engenheiro civil Decio Fonseca foi incumbido de levantar uma planta adrede, e João Pereira D´Aquino foi encarregado de sua execução (PRIMEIRO, 1916).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O abade D. Pedro Roeser decidiu, em agosto de 1915, solicitar um empréstimo a um banco alemão, fixado em São Paulo, para dar prosseguimento às obras da Escola, e ao final deste ano foi colocada a primeira lápide do edifício escolar.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 26 de julho de 1915, a então denominada Escola Superior de Agricultura e Medicina Veterinária de São Bento recebeu a visita de José Bezerra Cavalcanti, Ministro da Agricultura, Indústria e Comércio, que na ocasião destacou a relevância daquela instituição, e comprometeu-se em informar ao Presidente da República, Wenceslau Braz, sobre os esforços dos beneditinos na propagação e melhoramento da agricultura e indústria pastoril de Pernambuco. A visita estendeu-se às salas de anatomia e histologia, nas quais o Ministro dedicou atenção aos aparelhos de cirurgia e aos diversos esqueletos de homem, cavalo, carneiro, coelho, ganso, sapo, etc., existentes naqueles recintos. Surpreendeu-se, também, com um quadro, no qual estavam representadas todas as intoxicações metálicas dos animais e seus respectivos antídotos, extremamente útil para veterinários e agricultores. Deteve-se também diante de um modelo eqüino, o qual podia ser desmontado para a realização de estudos de osteologia, artrologia, miologia, nevrologia, estesiologia e esplanologia. Destacou-se a grande mesa anatômico-histológica, com diversos microscópios e inúmeros preparados histológicos. Na visita ao gabinete de física e ao laboratório químico o Ministro demonstrou surpresa perante à profusão de aparelhos técnicos e de reagentes. Na clínica veterinária encantou-se com os métodos e os utensílios de que se serviam para o tratamento de espravão, incluindo vários microscópios de Seitz com preparados bacteriológicos feitos pelos próprios monges. No mesmo local lhe foi mostrado um preparado de sangue humano atacado do bacilo de Laveran, uma cultura do bacilo antracio (carbúnculo bacteridiano) e um preparado de piroplasmo das galinhas, doença esta que havia sido “descoberta pelo professor da clínica” (PRIMEIRO, 1916, p.14). Na farmácia da clínica veterinária deparou-se com ungüentos empregados na cura do espravão, com culturas do bacilo do tétano (em Agar-Agar e em gelatina) nas estufas, e com diversas injeções (de morfina, cafeína, atropina contra manqueira, antrax, tétano, tuberculose). O relato da visita ao prédio principal da instituição referiu-se à existência de aparelhos de meteorologia, de mapas, e de um museu de mineralogia, botânica e zoologia. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 13 de dezembro de 1915, em uma reunião do professorado das escolas de agricultura e de veterinária, foi eleito como vice-diretor da Escola Superior de Veterinária, o sub-prior D. João, e como vice-diretor da Escola Superior Superior de Agricultura, que passaria a funcionar no Engenho São Bento, foi escolhido D. Bento Pickel.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Apesar das dificuldades a Escola resistia. Em janeiro de 1917, o curso de agricultura foi transferido da cidade de Olinda para o município de São Lourenço da Mata, onde se estabeleceria no engenho São Bento, então de propriedade da Ordem Beneditina. O curso de veterinária permaneceu em Olinda, cujo estabelecimento passou a se chamar Escola Superior de Veterinária São Bento, com 19 alunos matriculados. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em sessão da congregação, em 05 de novembro de 1917, foi determinado que D. Pedro Roeser assumisse a direção geral das duas escolas, então separadas, e que este nomeasse diretores e secretários para cada uma das mesmas. Para a Escola Superior de Veterinária São Bento, em Olinda, foi designado D. Dustano Saupp como seu diretor, e D. Rhabano Bidell como secretário. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A Escola Superior de Agricultura do Engenho de São Bento foi inaugurada em 8 de março de 1917, pois já estava pronta a primeira ala do edifício construído para o início do ano letivo. D. Pedro Roeser passou três meses residindo no engenho, a fim de tomar as medidas necessárias à organização escolar, sobretudo visando dotar o edifício de toda a estrutura que ainda faltava. A separação da comunidade beneditina de Olinda já se efetuara em 27 de fevereiro do mesmo ano, quando foram enviados monges para o engenho de S. Bento, e lá assumiram diferentes funções, entre eles D. Pedro Bandeira de Mello como diretor da Escola (PICKEL, 1921).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ainda em 1917, D. Pedro Roeser permitiu a moradia de diversos alemães refugiados da I Guerra Mundial no Mosteiro e no engenho de São Bento. Alguns desses refugiados trabalharam na construção e manutenção da Escola Superior de Agricultura do Engenho de São Bento, entre eles Oto Moneke, construtor e mestre de oficinas, e Henrique Tross, ferreiro, e outros alemães permaneceram no engenho até fins de 1921. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No ano de 1918, D. Amaro foi nomeado diretor da Escola Superior de Agricultura do Engenho de São Bento. A obra do edifício escolar foi concluída e o arquiteto Bauer, a quem fora encomendada a construção, pôde finalmente entregá-la. Em junho do mesmo ano foi instalado o grande motor a gás, junto com bombas e outras máquinas adquiridas pelo abade para o engenho e para a Escola.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;As congregações das duas instituições, da Escola Superior de Medicina Veterinária de São Bento e da Escola Superior de Agricultura do Engenho de São Bento, decidiram, em 28 de dezembro de 1918, adotar para ambas a denominação de Escolas Superiores de Agronomia e Medicina Veterinária São Bento.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O ano de 1919 foi, nas palavras de D. Bento Pickel, um ano problemático, quando se enfrentou uma terrível epidemia de tifo, que prostrou seis monges e outras pessoas que trabalhavam no engenho, mas não vitimou nenhum aluno, o que possibilitou a continuidade das aulas. Como não chovia desde meados de 1918, o rio secou, e metade da plantação de cana e quase todas as sementes foram perdidas. Os poços feitos não rendiam o volume d’água necessário e se não fosse permitida a colheita prematura da mandioca, feita pelos moradores das proximidades que estavam em estado de penúria, teria se perdido toda a plantação. Para completar o sombrio quadro, o fim do ano escolar teve que ser antecipado devido ao aparecimento da Gripe Espanhola que contagiou muitos alunos e religiosos (PICKEL, 1921).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1919 o diretor da Escola de Medicina Veterinária era o frei Placido de Oliveira e o sub-diretor e secretário era frei Gabriel de Vasconcellos Beltrão. D. Pedro Roeser assinou, ainda neste ano, um contrato com a usina Cansanção de Sinimbú, que possibilitava a passagem da estrada férrea dentro das dependências do Engenho de São Bento, pelo que receberia o montante de quatro mil toneladas de cana-de-açúcar por ano. Foram feitas ainda obras de reestruturação do estábulo e construída uma estribaria de gado eqüino e muar (PICKEL, 1921). Em 1920, foi construída nova cacimba que fornecia água potável e irrigava a plantação, mas a seca voltou a atacar a região comprometendo novamente o plantio de cana.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A partir do decreto nº 4.195, de 29 de novembro de 1920, que estabeleceu as bases para o reconhecimento dos diplomas conferidos pelas escolas de agricultura e medicina veterinária no país, ambas as escolas, a Escola Superior de Medicina Veterinária de São Bento e a Escola Superior de Agricultura do Engenho de São Bento, passaram a ser equiparadas e subvencionadas pelo Governo Federal.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1922, em virtude da falta de meios e de pessoal, tanto em relação ao corpo docente quanto ao discente, foi cogitado o fechamento da Escola Superior de Medicina Veterinária de São Bento, sendo tal proposição comunicada Samuel Hardman, secretário-geral do governador do Estado de Pernambuco (LIVRO, 1924). &amp;amp;nbsp;O secretário prometeu o apoio necessário por parte do governo, e garantiu ao prior a possibilidade de contratação de quatro professores da Alemanha, cujo pagamento viria dos recursos oriundos do imposto de exportação de todo produto da agricultura de Pernambuco. O abade contratou, então, “por ordem do governo pernambucano” (LIVRO, 1924), os professores Lachenschmied e Hasgenkopf, que chegaram no final de 1923.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em janeiro de 1923, a Sociedade Auxiliadora da Agricultura de Pernambuco, comemorando seus 50 anos de existência, promoveu o Congresso de Agricultura do Nordeste. Todos os governos dos estados da região nordeste prestigiaram o evento enviando representantes. Foram discutidas questões como o aperfeiçoamento das culturas da cana-de-açúcar, do algodão e dos cereais; a construção de uma rede de estradas “carroçáveis”; estudos e experiências do emprego do álcool como combustível; defesa sanitária vegetal e animal; impostos exorbitantes que oneravam o álcool; cooperativismo de máquinas agrícolas, de substâncias inseticidas e do crédito agrícola; regulamentação dos trabalhos dos menores; as greves e os tribunais de trabalho; e o auxílio à Escola Superior de Medicina Veterinária São Bento, em Olinda. Houve a promessa, por parte do executivo pernambucano, de aumento das subvenções dadas à Escola Superior de Agricultura do Engenho de São Bento, com o argumento de que seria mais útil e, inclusive, mais econômico ao Estado de Pernambuco manter e melhorar seus cursos do que criar um novo estabelecimento, visto que a escola era nas palavras do então governador, Sérgio T. Lins de B. Loreto, “tão bem dirigida pela esforçada Ordem beneditina” (MENSAGEM, 1923).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 15 de setembro de 1923, Miguel Calmon Du Pin e Almeida, Ministro de Estado dos Negócios da Agricultura, Indústria e Comércio, baixou instruções para a fiscalização dos estabelecimentos subvencionados por aquele ministério, incluindo os institutos de ensino agronômico e veterinário. Determinou que cada estabelecimento de ensino receberia a visita de inspetores, na qual deveria estar atento às informações dos programas, ao pessoal docente, às instalações (gabinetes, laboratórios, bibliotecas, oficinas), à matrícula e freqüência dos alunos, aos resultados dos exames, aos diplomados e às suas notas. Ficou disposto, também, que no caso de ensino agronômico ou veterinário, as subvenções não poderiam ser aplicadas em pagamento de pessoal, mas somente na aquisição ou ampliação dos imóveis necessários para o funcionamento das instituições, na construção e conservação de benfeitorias e dependências, e na aquisição e conserto de tratores, instrumentos agrícolas, motores e instalações elétricas e auto caminhões para carga.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Apesar de todo o esforço, desde o início de suas atividades até o ano de 1925, foram diplomados apenas 24 veterinários na Escola Superior de Medicina Veterinária São Bento. O auxílio prometido não veio e em 29 de janeiro do mesmo 1925, após 13 anos de precário funcionamento, a instituição foi fechada por ordem do abade D. Pedro Roeser.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Governo do Estado de Pernambuco criou, por meio do decreto nº 7, de 3 de outubro de 1933, a Escola de Agronomia e Veterinária de Pernambuco, o que poderia contribuir para o fechamento da Escola Superior de Agricultura do Engenho de São Bento. Este decreto foi revogado, mas em 1936 a Escola Superior de Agricultura do Engenho de São Bento viria a ser encampada pelo governo estadual.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em decorrência da lei estadual nº 2.243, de 9 de dezembro de 1936, e do Ato nº 1.802 do Poder Executivo, o Engenho São Bento foi desapropriado, com seus bens, passando a Escola Superior de Agricultura do Engenho de São Bento a denominar-se Escola Superior de Agricultura de Pernambuco. Em 12 de março de 1938, pelo decreto nº 82, a instituição foi transferida para uma fazenda do Estado, em Dois Irmãos, no Recife, onde permanece nos dias atuais.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em junho de 1947, quando Amaro Gomes Pedrosa era interventor no Estado de Pernambuco, o Secretário de Agricultura, Indústria e Comércio, João de Deus de Oliveira Dias, encaminhou um ofício solicitando a criação de uma escola de veterinária. O interventor determinou, então, a redação do anteprojeto do decreto e a designação de uma comissão para elaborar o Regimento Interno da Escola Superior de Veterinária da Universidade Rural de Pernambuco, que funcionou de 1950 a 1974.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O decreto estadual nº 1.741, de 24 de julho de 1947, criou a Universidade Rural de Pernambuco, formada pela Escola Superior de Agricultura de Pernambuco, pela Escola Superior de Veterinária, pelo curso de Magistério de Economia Doméstica Rural e pela Escola de Agrotécnica de São Lourenço da Mata.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A Universidade Rural de Pernambuco, pela lei nº 2.524, de 4 de julho de 1955, foi federalizada e passou a integrar o Sistema Federal de Ensino Agrícola Superior do Ministério da Agricultura. Com o decreto nº 60.731, de 19 de maio de 1967, a instituição passou a denominar-se Universidade Federal Rural de Pernambuco.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Estrutura e funcionamento&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A Escola Agrícola e Veterinária do Mosteiro de São Bento de Olinda foi fundada em 1912. Em 5 de fevereiro de 1913, foram abertas as matrículas para o curso preparatório, com 71 alunos e oito professores: Padre Jonas Taurino de Andrade (português), Eduardo Corrêa da Silva (geografia e história), D. Placido de Oliveira (inglês), D. Tito Dobbert (alemão), D. Bento Pickel (francês e história), D. João Kehrle (ciências matemáticas), D. Pedro Bandeira de Mello (geografia), D. Gabriel de Vasconcellos Beltrão (francês).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Durante as primeiras férias foram instalados os laboratórios de física, química, anatomia e histologia, com aparelhos que haviam sido encomendados da Europa.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;De acordo com o Primeiro Relatório da instituição, “o curso preparatório era uma sobrecarga e os monges eliminaram-no por se dedicarem de todas as forças às Escolas-gêmeas: Veterinária e Agricultura” (PRIMEIRO, 1916, p.9).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No período de 1913-1915, o corpo docente da Escola Superior de Medicina Veterinária de São Bento era composto por: Hermann Rehaag (medicina veterinária), &amp;amp;nbsp;Dionysio Meili (farmacologia, farmacognose, terapêutica), D. João Kehrle (vice-diretor e professor de anatomia, patologia e bacteriologia), D. Tito Dobbert (zoologia e bibliotecário), Dom Dunstano Saupp (histologia, cirurgia, clínica e parasitologia), D. Agostinho Ikas (fisiologia, ferradura, anatomia fisiológica dos cascos e patas e embriologia), D. Pedro Bandeira de Mello (química inorgânica, orgânica, analítica e vegetal; climatologia), D. Ancelmo Fuchs (higiene geral e epidemiológica, seroterapêutica e botânica), D. Gabriel de Vasconcellos Beltrão (doutrina sobre criação de animais domésticos e zootecnia, de pestes e de polícia veterinária), e D. Bernardo Ott (obstetrícia, da fiscalização sanitária das carnes e matadouros e da medicina legal veterinária). &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Já o corpo docente da Escola de Agricultura, nos anos 1913-1915, era composto por: D. Bento Pickel (vice-diretor, professor de botânica, entomologia, anatomia e fisiologia das plantas), D. Placido de Oliveira (ciências naturais e mecânica agrícola), D.Gregorio Saupp (zoologia, anatomia, meteorologia e climatologia), D.Rhabano Bidell (agricultura geral e especial), D. Paulo Rudenauer (pomi, horti e silvicultura), e Hugo von Moerss (agrimensura e chefe das culturas). &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No primeiro ano escolar, de 1913, eram alunos: Abelardo Maia, Antonio Barreto Lins, Antonio de Barros Leite, Arlindo Cabral, Armando Maia e Silva, Benjamin Cavalcanti de Mello, Durval Richardo de Mello, Francisco Ferreira Lins, Francisco Xavier da Cunha Pedrosa, Gabriel Castello Branco, Guilherme Álvares de Carvalho, João Cabral, José Waldemar Dantas, Luiz Caetano Barboza Passos, Luiz Correia da Silva, Luiz de Moraes de Andrade Lima, Manoel de Barros Bezerra, Manoel de Oliveira Braga, Manoel Verçosa de Gusmão Fraga, Marino Climaco, Miguel Guedes Gondim, Octavio Cabral de Vasconcelos, Olivio de Andrade Lyra, Phillippe Vieira da Cunha, Raul Pires, Ullysses Cavalcanti Mello.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1914, os estudantes que desejassem ingressar em ambas as escolas, de agricultura ou de veterinária, deveriam passar por um curso preparatório, e serem aprovados nas seguintes disciplinas: português, francês, inglês, geografia, história universal e aritmética. Aprovados, os alunos poderiam se matricular no curso agrícola onde estudariam física, química, zoologia, botânica, mineralogia, agrologia e meteorologia. Ou no curso de medicina veterinária que tinha como disciplinas: física, química, zoologia, botânica, anatomia e histologia. A matrícula e o curso todo eram gratuitos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi realizado o primeiro exame do “Physicum”, oral e em público, em 9 e 10 de novembro de 1915, conforme previam os Estatutos da Escola Superior de Agricultura e Medicina Veterinária de São Bento. Nesta primeira banca examinadora estavam presentes o diretor da Escola, Plinio Cavalcanti de Araújo, João Pires Filho (Inspetores Federais de Medicina Veterinária e Agricultura), Luiz Correia de Britto (representante do Sindicato Agrícola de Pernambuco), e Fernandes e Silva (Secretário da Inspetoria Agrícola de Pernambuco).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No “Primeiro relatório das escolas superiores de agricultura e medicina veterinária do Mosteiro de São Bento em Olinda-Pernambuco: 1913-1915” foi relatada a visita que Rufino Bezerra Cavalcanti, ministro da Agricultura, fez à Escola em 26 de julho de 1915, durante a qual teria demonstrado interesse pela preparação anatômica &amp;amp;nbsp;de uma pata de cavalo e pode observar um “modelo equino, que se pode desarmar a vontade para os estudos de Osteologia, Artrologia, Miologia, Nevrologia, Estesiologia e Esplanologia” (Primeiro Relatorio. Apud MELO; MAGALHÃES; ALMEIDA; CAMARA, 2010, p.117)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Os examinados recebiam o diploma de Prático, e dentre estes destaca-se o de Dionysio Meili, considerado o primeiro médico veterinário, que foi outorgado, em 13 de novembro de 1915, antes mesmo de o estabelecimento formar sua primeira turma regular de veterinários em 11 de janeiro de 1917. Dionysio Meili, que fora dispensado das provas escritas por ser já diplomado em farmácia pela [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DA_BAHIA|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina da Bahia&amp;lt;/u&amp;gt;]], apresentou um preparado anátomo-patológico, fez a regular inspeção de um animal abatido no matadouro de Olinda, com o respectivo parecer por escrito, e habilitou-se assim ao exame oral.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ambas as instituições, Escola Superior de Medicina Veterinária de São Bento e a Escola Superior de Agricultura do Engenho de São Bento, eram registradas no Ministério da Agricultura, Indústria e Comércio, nos termos do decreto nº 13.028, de 18 de maio de 1918, foi somente autorizada a admissão dos engenheiros agrônomos, nelas formados, em concurso do Ministério. Desta forma, não se fazia menção em relação aos médicos veterinários lá diplomados, talvez devido ao pequeno número de candidatos a este título (SETENTA, 1983).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;De acordo com o Relatório 1921-1922 das Escolas Superiores de São Bento, entre os formandos da instituição, até o ano de 1922, encontravam-se:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Dionysio Meili, catedrático da Escola e chefe da fiscalização de leite e estábulos do Recife; Francisco Pedroza, médico veterinário da Prefeitura da Capital Paraibana; Benjamin de Mello, médico veterinário do Matadouro Modelo do Recife; Armando P. Maia, médico veterinário da Diretoria da Indústria Pastoril do Ministério da Agricultura em missão em Guaratinguetá-São Paulo; Manoel de B. Bezerra, médico veterinário militar em Três Corações, Minas Gerais; Arthur Lopes Pereira, clínico em Olinda-PE; Álvaro de F. Salles, premiado pelo Governo Federal, para se especializar em veterinária, em Nápoles, Itália; Anatólio D. Caldas, premiado pelo Governo Federal, para se especializar em veterinária em Nápoles, Itália; José W. Braga, clínico em Olinda-PE; Almir Pires Ferreira, Recife-PE; Antônio Magno de Miranda, Recife-PE; Abdon Gomes Fernandes, Recife-PE; Carlos Cavalcanti Paes, Recife-PE”. (Apud, SILVA, 2010. p.128)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O abade contratou, em 1923, professores “por ordem do governo pernambucano” (LIVRO, 1924), e ao final deste ano chegaram os professores Lachenschmied e Hasgenkopf, com suas esposas e filhos, e ficaram hospedados no Mosteiro de São Bento de dezembro de 1923 até junho de 1924.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Entre os formados nas nove primeiras turmas da Escola Superior de Medicina Veterinária de São Bento, encontram-se alguns que posteriormente foram detentores de cátedra na Escola Superior de Medicina Veterinária da Universidade Rural de Pernambuco, que sucedeu àquela instituição a partir de 1950. Entre eles: Armando Pontes Maia e Silva, Artur Lopes Pereira, Guilherme Álvares de Carvalho, José Wanderley Braga, Almir Pires Ferreira e Carlos Cavalcanti Paes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Até o ano de 1926, as Escolas Superiores de Agronomia e Medicina Veterinária São Bento e Escola de Medicina Veterinária formaram 24 médicos-veterinários (MELO; MAGALHÃES; ALMEIDA; CAMARA, 2010).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- ACTA da Primeira Sessão da Congregação da Escola Agrícola e Veterinária do Mosteiro de São Bento, Olinda Pernambuco. 1912. &#039;&#039;Anais da Academia Pernambucana de Ciência Agronômica&#039;&#039;, Recife, vols.8 e 9, p.253-254, 2011/2012. Capturado 22 jul. 2026.Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://www.journals.ufrpe.br/index.php/apca/article/view/162&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - ACTA da Installação da Escola Agrícola e Veterinária do Mosteiro de São Bento de Olinda. Manuscrito. &amp;amp;nbsp;[Olinda, Pernambuco], 1914. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#MSBOLI|&amp;lt;u&amp;gt;MSBOLI&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - &amp;amp;nbsp;BRASIL. Decreto nº 13.028, de 18 de maio e 1918. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:  &amp;lt;u&amp;gt;http://legis.senado.leg.br/norma/424391/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 4.195, de 29 de novembro de 1920. In: In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://legis.senado.leg.br/norma/603453/publicacao?tipoDocumento=DPL-n&amp;amp;tipoTexto=PUB&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 60.731, de 19 de maio de 1967. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://legis.senado.leg.br/norma/483352/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Lei nº 2.524, de 4 de julho de 1955. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado 22 jul. 2026.Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://legis.senado.leg.br/norma/544324/publicacao?tipoDocumento=LEI-n&amp;amp;tipoTexto=PUB&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - ESCOLA Agricola Veterinaria do Mosteiro de São Bento. &#039;&#039;Diario de Pernambuco&#039;&#039;, Recife, anno 90, n.4, p.1, 2 de fevereiro de 1914. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira. &#039;&#039;&#039;Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;nowiki&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/029033_09/3493&amp;lt;/nowiki&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - LIVRO do patrimônio do Mosteiro de São Bento. Mosteiro de São Bento de Olinda. Manuscrito. [Olinda, 1924]. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#MSBOLI|&amp;lt;u&amp;gt;MSBOLI&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - LIVRO 1º - Escola Agrícola e Veterinária do Mosteiro de São Bento de Olinda. Manuscrito. [Olinda, 1º de fevereiro de 1914]. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#MSBOLI|&amp;lt;u&amp;gt;MSBOLI&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - MELO, Lúcio Esmeraldo Honório de; MAGALHAES, Francisco de Oliveira; ALMEIDA, Argus Vasconcelos de; CAMARA, Cláudio Augusto Gomes da. De alveitares a veterinários: notas históricas sobre a medicina animal e a Escola Superior de Medicina Veterinária São Bento de Olinda, Pernambuco (1912-1926). &#039;&#039;História, Ciências, Saúde-Manguinhos&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.17, n.1, p.107-123, jan./mar. 2010. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[https://www.scielo.br/pdf/hcsm/v17n1/07.pdf https://www.scielo.br/pdf/hcsm/v17n1/07.pdf]&amp;lt;u&amp;gt;https://www.scielo.br/pdf/hcsm/v17n1/07.pdf&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - MENSAGEM do Exm. Sr. Dr. Sergio T. Lins de B. Toreto,Governador do Estado, lida ao instalar-se a 2ª sessão da 11ª legislatura do Congresso Legislativo de Pernambuco aos 6 de março de 1923. Pernambuco: Officinas graphicas do Jornal do Commercio, 1923. &#039;&#039;&#039;Mensagens dos Presidentes de Província (1830-1930). &#039;&#039;&#039;Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;u&amp;gt;https://digitalcollections.crl.edu/record/4241?ln=en&amp;amp;v=uv#?xywh=-1363%2C0%2C4820%2C3265&amp;amp;cv=1&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt; - PICKEL, D. Bento. &#039;&#039;&#039;Esboço Histórico do Engenho São Bento 1604 a 1921.&#039;&#039;&#039; Manuscrito. Mosteiro de São Bento de Olinda, 1921. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#MSBOLI|MSBOLI]])&amp;lt;br /&amp;gt; - PRIMEIRO Relatório das Escolas Superiores de Agricultura e Medicina Veterinária do Mosteiro de São Bento em Olinda – Pernambuco (1913-1915). Rio de Janeiro: Officinas Graphicas do “Jornal do Brasil”, 1916. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#MSBOLI|&amp;lt;u&amp;gt;MSBOLI&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br /&amp;gt; - SETENTA anos de medicina veterinária em Pernambuco (1912-1982). [Recife]: Universidade Federal Rural de Pernambuco, [1983]. &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BN|&amp;lt;u&amp;gt;BN&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br /&amp;gt; - SILVA, Denize Siqueira da. &#039;&#039;&#039;TECENDO MEMÓRIA: linhas e entrelinhas da trajetória da Universidade Federal Rural de Pernambuco (1912-1936). &#039;&#039;&#039;Recife, 2010. Dissertação (Mestrado em História Social da Cultural Regional), Programa de Pós-Graduação em História Social da Cultura Regional, Universidade Federal Rural de Pernambuco, 2010. Capturado em 8 set. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;u&amp;gt;http://www.tede2.ufrpe.br:8080/tede2/bitstream/tede2/4712/2/Denize%20Siqueira%20da%20Silva.pdf&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt; - UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO. &#039;&#039;&#039;Memória&#039;&#039;&#039;. Capturado em 26 mai. 2020. Online. Disponível na Internet: [http://www.ufrpe.br/br/content/memória &amp;lt;u&amp;gt;http://www.ufrpe.br/br/content/mem%C3%B3ria&amp;lt;/u&amp;gt;]&amp;lt;br /&amp;gt; - UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO. &#039;&#039;&#039;Setenta anos de Medicina Veterinária em Pernambuco (1912-1982).&#039;&#039;&#039; Recife: [s.n.],1983. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BN|&amp;lt;u&amp;gt;BN&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa - Breno Pimentel Câmara.&amp;lt;br/&amp;gt; Redação - Breno Pimentel Câmara; Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Forma de citação&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;{{SITENAME}}&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    [[Category:Verbetes]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Instituições de Ensino]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ana.guedes</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=IMPERIAL_ESCOLA_AGR%C3%8DCOLA_DA_BAHIA&amp;diff=3887</id>
		<title>IMPERIAL ESCOLA AGRÍCOLA DA BAHIA</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=IMPERIAL_ESCOLA_AGR%C3%8DCOLA_DA_BAHIA&amp;diff=3887"/>
		<updated>2026-07-27T18:39:33Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ana.guedes: /* Fontes */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Denominações:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Imperial Escola Agrícola da Bahia (1875);[[INSTITUTO_AGRÍCOLA_DA_BAHIA|Instituto Agrícola da Bahia ]](1904); [[ESCOLA_MÉDIA-TEÓRICO-PRÁTICA_DE_AGRICULTURA_DA_BAHIA|Escola Média-Teórico-Prática de Agricultura da Bahia]] (1911); Escola Superior de Agricultura e Medicina Veterinária-BA (1916); [[ESCOLA_AGRÍCOLA_DA_BAHIA|Escola Agrícola da Bahia]] (1919); [[ESCOLA_DE_AGRONOMIA_DA_UNIVERSIDADE_FEDERAL_DA_BAHIA|Escola de Agronomia da Universidade Federal da Bahia]] (1967)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;A Imperial Escola Agrícola da Bahia foi criada por iniciativa do Imperial Instituto Bahiano de Agricultura, e inaugurada em fevereiro de 1877 na localidade de São Bento das Lages, no Estado da Bahia. Sob a jurisdição da União, foi transformada em Escola Média Teórico-Prática de Agricultura da Bahia, que em 1916, foi transferida para a localidade de Pinheiro, no interior do Estado do Rio de Janeiro, juntando-se à Escola Superior de Agricultura e Medicina Veterinária-RJ. Em 1920 voltou a ser gerida pelo Estado da Bahia, tornando-se mais tarde, como Escola de Agronomia, uma unidade da Universidade Federal da Bahia.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;     &amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Histórico&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A Imperial Escola Agrícola da Bahia, criada por meio do decreto nº 5.957, de 23 de junho de 1875, foi consequência de uma política iniciada em 1859 pelo Imperador D. Pedro II que, em viagem ao nordeste do país, decidiu criar alguns Imperiais Institutos de Agricultura. D. Pedro II tinha o intuito de solucionar problemas de mão-de-obra, capital e atraso tecnológico no que se referia à produção agrícola brasileira, que se via em crise em virtude da retração do mercado internacional e da consequente diminuição do preço pago pelo açúcar nacional. &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Imperial Instituto Bahiano de Agricultura, instituição que precedeu e possibilitou o surgimento da Imperial Escola Agrícola da Bahia em 1875, foi criado em 1859 junto a outros Imperiais Institutos de Agricultura como o Instituto de Agricultura Sergipano (decreto nº 2.521 de 20/01/1860), o Instituto Pernambucano de Agricultura (decreto nº 2.516 de 22/12/1859), o Instituto Fluminense de Agricultura (decreto nº 2607 de 30/06/1860) e o Instituto Rio-Grandense de Agricultura (decreto nº 2816 de 14/08/1861), somando-se às diversas experiências modernizadoras realizadas no país.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O decreto 2.500-A, de 1º de novembro de 1859, criava o Imperial Instituto Bahiano de Agricultura com as seguintes palavras de D. Pedro II:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Desejando assinalar a época de Minha Visita a esta Província com uma nova demonstração de constante atenção, que presto à Agricultura, como a principal fonte de riqueza do Estado; Hei por bem criar uma Associação com o título de Imperial Instituto Bahiano de Agricultura, a qual se regulará por Estatutos organizados segundo as bases, que com este baixam, assinadas por João de Almeida Pereira Filho, do Meu Conselho, Ministro e Secretário de Estado dos Negócios do Império, que assim o tenha entendido e faça executar. Palácio na cidade de S. Salvador da Bahia de Todos os Santos, em o primeiro de novembro de mil oitocentos e cinqüenta e nove, trigésimo oitavo da Independência e do Império.” (BRASIL,1859)&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Os institutos criados à época pelo Imperador tinham entre suas incumbências fundar escolas agrícolas, introduzir máquinas e instrumentos agrícolas e estudar, através de comissões técnicas, as causas permanentes ou transitórias da decadência da agricultura, animando-as por meio de prêmios e facilitando o transporte e a venda dos produtos agrícolas. Fazer a propaganda do ensino agrícola era também uma importante atribuição (TORRES, 1926).&amp;lt;br/&amp;gt; A fundação de escolas agrícolas para o desenvolvimento do país era uma reivindicação de influentes personalidades da política nacional. Em discurso à Assembléia Legislativa da Paraíba do Norte, em 1858, o Marechal de Campo Henrique de Beaurepaire Rohan reclamava a necessidade da difusão do ensino prático, em especial o agrícola, que teria por fim “iniciar e acostumar os alunos ao trabalho produtivo”. Dizia ainda Rohan:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;“Em nosso país, quase que não consiste a instrução pública, senão no ensino puramente literário. Logo que alguma localidade manifesta alguns sinais de opulência, qualquer que seja aliás a indústria a que ela deva sua riqueza, trata-se de a dotar com uma cadeira de latim, a que ao depois se seguem a de retórica e filosofia. Considerada a questão pelo lado econômico, é esse, no meu modo de ver, um erro muito prejudicial. As vocações industriais são providencialmente mais numerosas do que as vocações literárias; (…) Entretanto, são essas escolas o único recurso, que tem atualmente à sua disposição o pai de família, que deseja ver bem educados seus filhos, e desta sorte, mal encaminhando o ensino, contrariam-se as vocações, arruínam-se as fortunas, e cria-se a classe importuna dos aspirantes a empregos públicos. (…) Assim pois, senhores, tendo nós de proceder a um pequeno ensaio, espero que a escola de agricultura, convenientemente organizada, algum serviço preste à nossa indústria. Ela vai, ao mesmo tempo, servir de asilo a muitas crianças que, privadas de família, ou tendo-as sem fortuna, serão educadas sob os auspícios da província em que nasceram.” (ROHAN, 1878, p.17)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Desde sua fundação, o Imperial Instituto Bahiano de Agricultura “compreendendo as vantagens da educação especial e da ilustração agronômica para iniciar com proveito uma reforma sensata nas condições do trabalho rural, a Directoria dessa patriótica Associação resolveo fundar uma Escola theorica e pratica, com todo o desenvolvimento de estudos indispensável em taes circunstancias” (SILVA, 1871, p.7).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 18 de novembro de 1859, através do decreto n.º 2.506-A, foram aprovados os estatutos do Imperial Instituto Bahiano de Agricultura e a criação da escola de agronomia era uma de suas determinações primeiras, com a finalidade de:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“ensinar os princípios, de se ensaiar os sistemas mais convenientes de cultura da terra e sua preparação, os métodos que possam melhor concorrer para aperfeiçoar o fabrico dos produtos agrícolas e de introduzir máquinas e instrumentos que facilitem o trabalho e melhorem os processos até agora empregados” (BRASIL,1859).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em nove de maio de 1860, o Barão de São Lourenço foi encarregado de escolher um local propício para a instalação da escola. O local selecionado “foi o da Fazenda de S. Bento das Lages, situada no rico e populoso município de S. Francisco” (SILVA, 1871, p.8). O local, denominado Engenho de Lages, era uma propriedade do Abade Geral da Congregação Beneditina, e foi arrendado em 1863, quando foram iniciadas as obras de reforma e construção dos prédios:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Esse projecto foi levado á efeito com alguma lentidão, por falecerem os recursos, mas sem nada sacrificar ao principio que presidira á sua elaboração. Desde o anno de 1864 que se deo começo aos trabalhos da construção do edifício destinado á Escola agrícola, cujo plano foi traçado pelo Sr. Dr. Dionisio Gonçalves Martins, distincto engenheiro e mui versado na sciencia agronômica. - Nomear o autor do plano é o mesmo que dizer que o edifício satisfaz plenamente não só ás condições hygienicas, como á todas as exigências do estudo”. (SILVA, 1871, p.7)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Entres os anos de 1859 e 1870, ocorreram diversos entraves à criação da escola. Em 1861, Manoel Felizardo de Souza e Mello, Secretário de Estado dos Negócios da Agricultura, Comércio e Obras Públicas, se recusou a aprovar os estatutos do Instituto Imperial por considerar excessiva a despesa e recear que as demais províncias viessem a pedir igual auxílio. Em virtude de tal recusa, a província da Bahia criou um imposto especial de cinco réis para cada arroba de açúcar e para outros gêneros exportados com o intuito de auxiliar na construção da escola.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Com a demora no arrendamento do terreno, as dificuldades para a contratação de professores estrangeiros, oriundos inicialmente de Munique (Alemanha) e posteriormente de Grignon (França), e a indefinição de um diretor para o Instituto Imperial, que veio a ser o naturalista Louis Jacques Brunet, fez com que a inauguração da Escola Agrícola da Bahia ocorresse dezessete anos após a primeira discussão sobre o tema (CAPDEVILLE,1991).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1868, a finalização das obras foi entregue a um contratante em virtude da morosidade do processo. Louis Jacques Brunet ficou então encarregado da aquisição, na Europa, de todo o material didático necessário, importado com total isenção de impostos e trazido ao Brasil em 1870.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi extinto, ainda em 1870, o imposto de cinco réis por arroba de gênero exportado para auxílio ao Imperial Instituto Bahiano de Agricultura, que passou a contar com uma subvenção estadual.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Os prédios da Imperial Escola Agrícola da Bahia só foram concluídos em 1870:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;“As construcções estão terminadas, e os últimos arranjos devem ficar concluídos por todo este anno, esperando-se inaugurar a Escola em fevereiro do anno próximo vindouro. Os estatutos que devem regel-a, o plano de estudos com a divisão dos cursos theoricos e práticos forão formulados igualmente pelo ilustrado Sr. Dr. Dionisio Martins, que se tem mostrado incansável na tarefa que abraçou e na qual tem sido eficazmente auxiliado por toda a Directoria, que n´elle deposita a mais inteira confiança, e á cuja testa se acha o honrado Sr. Barão (hoje Visconde) de Sergimerim, mui digno Presidente”. (SILVA, 1871, p.8)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Segundo Guy Capdeville (1991), os estatutos da Imperial Escola Agrícola da Bahia, também conhecida como Escola Agrícola de São Bento das Lages, ficaram prontos no dia 1º de outubro de 1874. Mas foi somente em 23 de junho de 1875 que o Imperador publicou o decreto nº 5.957, criando a escola, que só começou a funcionar, a título de experiência, em 16 de julho de 1876.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O decreto criava, sob a proteção de D. Pedro II, a Imperial Escola Agrícola da Bahia, no Engenho São Bento das Lages, e ordenou que das instalações da escola constassem um internato e um externato. Versava ainda o decreto sobre o caráter do ensino a ser ministrado na instituição, que deveria ser essencialmente prático, acompanhado de suficientes noções teóricas das ciências histórico-naturais, dos princípios gerais de cultura e de culturas especiais. O ensino superior habilitaria engenheiros agrônomos, silvicultores e veterinários. Segundo o decreto, o ensino constaria ainda de cursos de ciências preparatórias e técnicas e de exercícios práticos nos estabelecimentos anexos.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Desde sua inauguração, a Imperial Escola Agrícola da Bahia já contava com bem providos laboratórios de química e física, um museu destinado ao estudo de anatomia comparada e de veterinária e uma biblioteca com mais de 8000 volumes. O prédio tinha capacidade de comportar cem alunos. Sua inauguração solene só veio a acontecer em quinze de fevereiro de 1877, sob a direção do médico Artur Cezar Rios. Era a fundação da Imperial Escola Agrícola da Bahia, a primeira escola agrícola do Brasil.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No começo a escola contava com subvenção do Governo Imperial (81:000$000), do Governo Provincial (328:000$000), com doações feitas pelo Imperador e pelo Visconde de Passé (10:000$000), e com anuidades dos associados fazendeiros (77:000$000). O entusiasmo com o novo empreendimento foi arrefecendo por parte dos associados e, em pouco tempo, a tutela do Estado para a manutenção da instituição foi se tornando inevitável. Dos 122 sócios do Instituto em 1959, existiam 102 em 1865, 86 em 1869 e apenas 33 em 1889 (FIUZA,1934).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O ensino foi desde o início dividido entre a idéia de se dar ênfase ao conhecimento teórico e à pesquisa, de pretensão superior, que formaria engenheiros agrônomos e veterinários; e uma visão prática, de cunho elementar, que tinha como objetivo habilitar lavradores e regentes florestais. Ficou estabelecido o regime de internato para os alunos, que deveriam ter 16 anos ou mais. O curso de agronomia tinha a duração de quatro anos e o de veterinária três anos. Ao término dos estudos os alunos apresentariam e defenderiam, publicamente, uma tese sobre agricultura e ciências afins, recebendo o título de engenheiro agrônomo ou veterinário. Já o ensino ministrado no curso elementar consistia em leitura de vernáculo, escrita, noções de aritmética e, o principal, que eram os trabalhos práticos no campo.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A Imperial Escola Agrícola da Bahia ficou subordinada à direção do Imperial Instituto Bahiano de Agricultura de 1877 até 1904, quando passaram a chamar-se, ambas as instituições, Instituto Agrícola da Bahia, permanecendo com essa nomenclatura até 1911. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Desde a sua fundação, em 1877, até 1904, a Escola Agrícola da Bahia teve 380 alunos matriculados e diplomou 377.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1877 eram 57 os alunos matriculados, sendo 19 no curso superior de agronomia e 38 no elementar. No trabalho prático realizado no campo já dispunham os alunos de aperfeiçoados instrumentos agrários e de um sistema de trilhos rurais, portáteis e econômicos, que foram utilizados desde o início (RELATÓRIO, 1878).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Dos vinte alunos matriculados no curso superior de agronomia no ano da inauguração da escola, apenas dez se formaram no dia 23 de janeiro de 1881. Defenderam tese e receberam o título de engenheiros-agrônomos. Eram os primeiros agrônomos formados no Brasil.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No ano de 1882, 23 alunos freqüentaram o curso elementar, destinado a formar operários agrícolas, onde se estudava português, contabilidade, ensino religioso e se praticava exercícios rurais práticos. O curso superior de agronomia teve, neste mesmo ano, matrícula de 33 alunos, dos quais 23 eram pensionistas, dez tinham ensino gratuito, 32 eram internos e apenas um era externo (RELATÓRIO,1883).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1883 a matrícula aumentou para 24 alunos no curso elementar e 45 no superior de agronomia.&amp;lt;br/&amp;gt; Ainda em 1883 os alunos de agronomia produziram trabalhos de laboratório que tratavam de análises químicas da terra, das rochas, da cana de açúcar, féculas e outros vegetais. Foram realizados também trabalhos de campo em fazenda anexa à escola agrícola, onde foram preparadas diversas culturas, principalmente relativas às variedades de cana-de-açúcar. Tais variedades de cana-de-açúcar foram distribuídas a 232 plantadores da região. Eram mudas das seguintes variedades da cana: Kavangire, Louzier e Amarella de Java (RELATÓRIO, 1883).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No relatório apresentado pelo Ministro e Secretário de Estado dos Negócios da Agricultura, Comércio e Obras Públicas, Affonso Augusto Moreira Penna, à Assembléia Geral em 1883, havia ainda uma série de restrições aos terrenos do estabelecimento, que segundo o Ministro eram montanhosos, de sub-solo formado de lajes e cheio de formigas, o que tornava muito difícil a rotação das terras e impedia o desenvolvimento das culturas. A situação econômica da escola também foi alvo das críticas do Ministro, segundo o qual a receita oriunda das subvenções do Estado e da Província da Bahia, que totalizavam então 44:000$, chegavam apenas a pagar parcialmente as despesas, que totalizavam 49:318$000: diretoria, corpo docente e empregados - 31:666$000; alimentação e outras despesas com alunos do curso superior - 8:200$000; fornecimento de alimentação e roupa aos alunos do curso elementar - 5:952$000; e conservação do edifício, benfeitorias na fazenda, aquisição de sementes e objetos para a escola - 3:500$000. Nada sobrando, portanto, para a aquisição de utensílios e instrumentos de que careciam os trabalhos rurais (RELATÓRIO, 1883). &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foram 48 os alunos matriculados no ano de 1884, dos quais 35 eram pensionistas internos, onze pensionistas gratuitos e dois pensionistas externos, sendo um gratuito.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 31 de dezembro de 1885, Francisco dos Santos Silva, diretor da Imperial Escola Agrícola da Bahia, apresentou um relatório à Secretaria de Estado dos Negócios da Agricultura, Comércio e Obras Públicas. através de requerimento do Presidente da Província da Bahia Theodoro M.F. Pereira da Silva. No relatório o então diretor informava, dentre outras coisas, que o engenheiro Gustavo Rodrigues Pereira D´Utra, que seria em 1898 diretor do Instituto Agronômico do Estado de São Paulo, fora efetivado na cadeira de agricultura e economia rural, a qual já regia interinamente havia quatro anos. O professor engenheiro Horácio Moreira de Magalhães, que regia interinamente a cadeira de desenho passou à de engenharia e o engenheiro José Nuno de Barros Pereira assumiu a cadeira de desenho (SILVA, 1885).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O diretor Francisco dos Santos Silva disse ainda em seu relatório que o curso de agronomia vinha correndo com toda a regularidade, com 45 alunos matriculados, e que os trabalhos práticos, principalmente os de campo, haviam ganho novo alento com o terreno que ele próprio mandou cercar. O terreno, de 4 hectares com diversos graus de elevação e fertilidade, onde pretendia poder serem cultivadas várias plantas, inclusive o arroz de montanha e de brejo, foi cercado, arado e roçado na presença dos alunos de terceiro e quarto anos que iniciaram as lavouras definitivas para o plantio de cana-de-açúcar e milho, empregando o arado do paiz, o tourne-oreille, o arado cubano e a grade Howard (SILVA, 1885).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Sobre o curso elementar de agricultura o relatório dizia que apesar dos esforços em favor da conquista de um maior número de alunos, a freqüência mantinha-se entre vinte e cinco e trinta alunos. As razões da dificuldade foram descritas pelo diretor Francisco dos Santos Silva:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“É tal o atraso em que se acham os habitantes do campo, que não compreendem eles as vantagens, que se possam recolher d´uma educação regulada pelo trabalho racional de par com a instrução primária e o ensino religioso. Os pais, dificilmente querem renunciar ao trabalho de seus filhos, quando no vigor da idade, de sorte que ou apresentam à matrícula menores de dez anos, ou apressam-se em retirá-los, quando eles atingem a certa idade, na qual podem trabalhar com mais proveito.&amp;quot; (RELATÓRIO, 1886)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O relatório da Secretaria de Estado dos Negócios da Agricultura, Comércio e Obras Públicas, do ano de 1886, informava que o número de alunos matriculados era de 51, sendo 37 internos pensionistas, 13 internos gratuitos e um externo gratuito. A biblioteca aumentou o número de seus volumes de oito para dez mil.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1887 a escola abriu concurso para preencher a cadeira de engenharia rural, vaga pela morte do engenheiro Horácio Moreira de Magalhães, sendo escolhido o engenheiro Arlindo Coelho Fragozo.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O orçamento da escola permaneceu, apesar das insistentes reivindicações de aumento, no valor de 44:000$ em 1888, número que a cada ano se tornava menos suficiente para o pleno funcionamento a instituição. No primeiro semestre do ano houve matrícula de 49 alunos no curso de agronomia, número reduzido para 44 no segundo semestre. O curso de agricultura, de nível médio, teve matrícula de apenas dez alunos. (RELATÓRIO, 1889)&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O ano de 1889 foi um marco negativo para o funcionamento da Escola Agrícola da Bahia, pois com a proclamação da República e as transformações políticas subseqüentes, a Escola se viu esvaziada de recursos e alunos. Houve em 1889, 43 matrículas para o curso de agronomia, sendo 18 alunos admitidos gratuitamente após realização de concurso de habilitação. A redução de recursos, apesar dos apelos do Ministro da Agricultura, Comércio e Obras Públicas, Francisco Glicério Cerqueira Leite, para que se mantivesse a subvenção, refletiu na Escola, a qual chegou ao ponto de ter no ano seguinte (1890) apenas um aluno requerendo matrícula. Desde então até 1894, a Escola só abria nos fins de ano para exames ou para concessão de diplomas para alunos matriculados antes de 1890 (FIUZA, 1934). Nos relatórios enviados pelo Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas ao Presidente da República, no período de 1889 a 1894, as informações sobre a Escola eram superficiais e davam a impressão de falta de acompanhamento do trabalho, fruto da crise em que estava mergulhada a instituição. Durante os dez anos seguintes, até 1904, não houve uma matrícula sequer na Escola Agrícola da Bahia.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Existia no início da década de 1890 forte pressão política de fazendeiros na direção de ser a escola transferida para a capital do Estado da Bahia para ficar sob a responsabilidade do Governo Estadual. Mas o Instituto de Agricultura vinha mantendo o estabelecimento em São Bento das Lages até 1902, quando a diretoria resolveu fechar a Imperial Escola Agrícola da Bahia (TOURINHO,1982). &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A crise da economia açucareira acabou por fechar as portas tanto da Escola de São Bento das Lages como do Imperial Instituto Bahiano de Agricultura, apesar de a escola já ter formado até então duzentos e setenta e três engenheiros agrônomos. (ARAÚJO, 2002)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O fechamento da Imperial Escola Agrícola da Bahia gerou uma análise curiosa de Pedro Carlos da Silva Telles, autor de “História da Engenharia do Brasil”:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Essa notável instituição, da qual saíram muitas dezenas de engenheiros- alguns de destaque- foi extinta no final do século, pelo motivo alegado de que sendo o ensino muito bom, os seus alunos dedicavam-se a outras atividades, e não diretamente à agropecuária! De onde se conclui que se o ensino não fosse bom a escola teria sobrevivido! É inacreditável, mas foi verdade!” (TELLES, 1994)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1904, o Governador do Estado da Bahia, José Marcelino de Souza mandou mensagem à Assembléia Geral Legislativa, declarando que o governo estadual cogitava da avocação da instituição, passando para o domínio do Estado da Bahia todos os bens da Escola. A mensagem formulava ainda as bases da reforma que deveria ser adotada:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“a) criação de uma escola prática de agricultura e minas, tendo anexo um estábulo modelo, uma estação agronômica, a Escola Correcional, um observatório meteorológico e um gabinete de mineralogia; b) A Escola não expedirá diplomas, apenas dará atestados de bom ou mal aproveitamento dos alunos; c) a parte experimental e prática terá a maior amplitude, e o estudo teórico apenas constará do indispensável ao bom exercício daquela; d) o governo do Estado contratará no estrangeiro os profissionais que houver de mister para o serviço da Escola; e) no provimento dos cargos o governo utilizará todo o pessoal disponível nas repartições públicas e em estabelecimentos oficiais congêneres.” (FIUZA, 1934, p.21)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;De posse de todo o acervo do extinto Instituto Bahiano de Agricultura, o Governo do Estado da Bahia criou, ainda em 1904, o Instituto Agrícola da Bahia, que compreendia um curso para instrução de fazendeiros, agricultores e criadores, um curso para trabalhadores rurais, uma estação agronômica e um posto zootécnico.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Governador José Marcelino de Souza encarregou Miguel Calmon du Pin e Almeida da organização do Instituto Agrícola da Bahia. Este trouxe da Europa o naturalista suíço Léo Zehntner, que acabara de realizar um estudo sobre culturas tropicais em Java, na Indonésia, para dirigir o estabelecimento. Léo Zehntner tratou logo de adaptar a Escola Agrícola da Bahia, então sob a égide do Estado da Bahia, aos novos planos, instalando campos de cultura, já que somente existia um maltratado pomar em São Bento das Lages.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O diretor Zehntner apresentou em 1905 um relatório ao Governo do Estado da Bahia em que dizia que o terreno em São Bento das Lages era muito acidentado, e em grande parte impróprio para o cultivo, devido ao fato de que a rocha, em alguns lugares, estava à flor do solo, e também porque era em grande parte invadido pela água do mar, sendo inacreditável o fato de ter sido por 25 anos explorado por uma escola agrícola. Referia-se ainda o diretor ao abandono e à falta de conservação do monumental edifício da Escola e do museu, que acumulavam poeira, umidade e roedores.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 24 de fevereiro de 1907, Zehntner se dirigiu ao Governo do Estado da Bahia de forma determinante, exigindo que o Governo lhe garantisse a instalação do Instituto Agrícola da Bahia em prazo breve e, segundo seus desejos e condições, o que representaria um custo de 150:000$000 contos de réis por ano, ou então que fechasse as portas daquela instituição no menor tempo possível. Os poucos alunos matriculados no Instituto eram qualificados por um professor da época, João Silveira, como desinteressados e pouco preparados para o curso. Os alunos que freqüentaram o Instituto, entre 1904 e 1910, não chegaram a concluir o curso (FIUZA, 1934).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Alegando falta de recursos financeiros e contando com o apoio federal no financiamento da escola, o Estado da Bahia entregou o Instituto Agrícola e todos os seus bens imóveis e móveis ao Governo Federal, que, de acordo com o decreto nº 8.584, de 1º de março de 1911, criou em São Bento das Lages, a Escola Média ou Teórico-Prática de Agricultura, ou Escola Agrícola da Bahia, que teria por finalidade a educação profissional em nível médio, aplicada à agricultura, zootecnia, veterinária e às indústrias rurais. O curso da Escola Média Teórico-Prática de Agricultura da Bahia, como ficou conhecida, teria duração de três anos, divididos em semestres com um ano de estágio. O decreto previa ainda a gratuidade do ensino para alunos que atendessem às seguintes condições (art.106): 1a - ter sido aprovado plenamente no exame de admissão ou no curso ginasial; 2a - ser órfão de pai e mãe; 3a - ser órfão de pai; 4a - ser filho de agricultor, criador ou profissional de indústria rural. (RELATÓRIO, 1911) &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foram feitas instalações de água e gás para o melhor funcionamento dos laboratórios da Escola. Importou-se ainda da França e da Alemanha materiais para a montagem de gabinetes de física, zootecnia, veterinária e anatomia comparada e para os laboratórios de química orgânica e agrícola. Foi feita ainda uma oficina de taxidermia, vinculada a 2ª Cadeira (botânica, zoologia e moléstias das plantas), que foi fator primordial no enriquecimento das coleções zoológicas, cujos espécimes eram ali preparados com o intuito de fazer permutas com outros institutos no futuro. (RELATÓRIO, 1911)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1911 a Escola Média-Teórico-Prática de Agricultura da Bahia contava com apenas 24 alunos, dos quais apenas 16 foram aprovados em suas disciplinas. O acervo da biblioteca da Escola, que antes era de dez mil livros, passou em 1911 para 4.720 livros (RELATÓRIO,1912).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A ação do Governo Federal não surtiu o efeito desejado, e em 15 de abril de 1914 decretou o Governo a suspensão do curso de agronomia ali realizado, sendo os alunos todos transferidos para o Posto Zootécnico de Pinheiro, no Estado do Rio de Janeiro. A Escola Média-Teórico-Prática de Agricultura da Bahia suspendeu suas atividades, e pelo decreto nº 12.012, de 29 de março de 1916, foi anexada à Escola Superior de Agricultura e Medicina Veterinária, que funcionava no Rio de Janeiro. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em decorrência deste decreto, o Governo Federal tentou remover de São Bento das Lages todo o material por ele enviado anteriormente para aquela Escola, com o fim de transportá-lo para a capital da República. O governo baiano se opôs tenazmente a tal remoção, alegando o direito de reversão, que lhe assegurava uma das cláusulas do contrato de avocação, conseguindo assim a restituição ao Estado da Bahia de todo o material escolar e benfeitorias realizadas em São Bento das Lages. Joaquim Alves da Cruz Rios, bacharel em direito, ficou encarregado como depositário do material e benfeitorias, mantendo as instalações até a reabertura da Escola.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi uma demonstração do poder dos coronéis baianos sobre o Governo do Estado e suas instituições, principalmente em se tratando da escola de agronomia. Em seu livro “Cidadania no Brasil – O Longo Caminho”, José Murilo de Carvalho comenta a dimensão deste poder:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“No estado da Bahia eles (os coronéis) eram poderosos a ponto de fugirem ao controle do governo do estado. (...) Os coronéis baianos formavam pequenos estados dentro do estado. Em suas fazendas, e nas de seus iguais em outros estados, o braço do governo não entrava.” (CARVALHO, 2001, p.55) &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A lei nº 1.333, de 31 de julho de 1919, decretou a reabertura da instituição, agora denominada Escola Agrícola da Bahia. Cruz Rios, anteriormente depositário dos bens da instituição, foi nomeado diretor e tratou do início dos cursos. Além do cultivo de cana, cereais e mandioca, houve a tentativa de se introduzir o plantio da videira e do trigo, que não obteve um resultado satisfatório. Ainda no ano de 1919 a Escola promoveu a distribuição de 9 ½ toneladas de colmos de canas de diversas variedades, além de sementes de fumo, de forragem, de hortaliças e plantas de jardim para os lavradores dos arredores. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No começo de 1920, nos exames de admissão, perante uma banca examinadora nomeada pelo diretor Cruz Rios, 20 alunos foram aprovados e matricularam-se na Escola, optando, em sua maioria, pelo regime de internato, que foi posteriormente extinto por falta de recursos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 4 de setembro de 1923, pela lei nº 1.700, foram considerados funcionários públicos estaduais todos os professores da Escola Agrícola da Bahia. No início de 1924 faleceu o diretor Joaquim Alves da Cruz Rios, que foi substituído naquela função por João Ladislau de Cerqueira Bião. A Escola contava nessa ocasião com uma subvenção federal de 60:000$000, mais tarde elevada para 100:000$000, sendo que as subvenções do período entre 1926 e 1930 só foram pagas em 1932. Daí a dificuldade de funcionamento da Escola durante toda a década de 1920.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A Escola Agrícola da Bahia só adquiriu uma certa estabilidade e normalidade em seu funcionamento a partir da década de 1930. Em 1930 a Escola foi transferida para Salvador e em 1943 para a cidade de Cruz das Almas, onde funciona atualmente a Faculdade de Agronomia da Universidade Federal da Bahia.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Estrutura e funcionamento&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O decreto 5.957 de 23 de junho de 1875, que aprovou os estatutos da Imperial Escola Agrícola das Bahia, previa o seguinte grupo de cadeiras: 1ª - Princípios de Química, Física e Mineralogia; 2ª - Princípios de Geologia, Botânica e Zoologia; 3ª - Matemáticas Elementares; 4ª - Princípios de Agrologia, Culturas Arvenses, Arboricultura e Epifetias; Princípios Gerais de Silvicultura, Topografia Florestal e Artes Florestais; Engenharia Rural, compreendendo Mecânica, Topografia Agrícola e Princípios Gerais de Construção em sua primeira parte e Hidráulica Agrícola e Construções Rurais na segunda parte; Economia Agrícola e Florestal; Legislação Agrária e Florestal. 5ª - Anatomia Geral, Descritiva e Exterior de animais domésticos; Fisiologia e Farmacologia Veterinária; Patologia Veterinária Especial e Geral; Cirurgia Obstetrícia, Siderotecnia Veterinária e Clínica Cirúrgica; Clínica Médica Veterinária e Direito Veterinário; 6ª - Desenho.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Porém, em sua inauguração em 1876, o ensino superior na Imperial Escola Agrícola da Bahia constava na prática, das seguintes disciplinas, distribuídas pelos quatro anos do curso (CASTRO, 1979):&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; 1º Ano - Física e Química Mineral / Frederico Maurício Draenert, que identificou em 1869 a bacteriose da cana-de-açúcar, iniciando o estudo da fitopatologia no Brasil; Matemáticas Elementares e Trigonometria / Joaquim Leal Ferreira; Botânica e Zoologia / João Ladislau de Cerqueira Bião; Desenho linear, de aquarela, arquitetônico, de paisagens e flores / Horácio Moreira de Magalhães.&amp;lt;br/&amp;gt; 2º Ano- Mineralogia e Química Orgânica / Frederico Maurício Draenert; Zoologia e Geologia / João Ladislau de Cerqueira Bião; Matemáticas Superiores, Geometria Descritiva, Topografia e Desenho de Máquinas / Horácio Moreira de Magalhães.&amp;lt;br/&amp;gt; 3º Ano- Química Agrícola, Analítica e Indústrias Agrícolas – Engenharia / Frederico Maurício Draenert; Agricultura: Agronomia e Fitotecnia / Gustavo Rodrigues Pereira D´Utra; Topografia e Desenho de Construções Rurais / Horácio Moreira de Magalhães.&amp;lt;br/&amp;gt; 4º Ano- Agricultura: Economia Rural e Contabilidade Agrícola / Gustavo Rodrigues Pereira D´Utra; Anatomia Comparada, Zootecnia, Higiene e Veterinária / João Gonçalves Martins.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O quadro do pessoal da Escola, em 1907, era assim constituído: Léo Zehntner (diretor), João Ladislau de Cerqueira Bião (vice-diretor e professor), Victor Argollo Ferrão (professor do curso agronômico), João Silveiro Guimarães (professor do curso agronômico), João Silveira (professor do curso agronômico), Carlos Ernesto Julius Lohmann (químico), Edmundo Schubert (agrônomo e zelador zootécnico), José Joaquim de Aragão Bulcão (auxiliar agronômico), Christino Neves (da Colônia Agrícola Educadora).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1911, com a mudança de nome para Escola Média Teórico-Prática de Agricultura da Bahia, houve uma reforma curricular. O decreto nº 8.584, 1º de março de 1911, afirmava que o curso de agronomia ainda teria a duração de três anos, divididos em semestres, com mais um ano de estágio, e passaria a compreender sete cadeiras:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; 1a - Álgebra, Geometria, Trigonometria, noções de Mecânica Geral, Mecânica Agrícola, Construções Rurais e Hidráulica Agrícola;&amp;lt;br/&amp;gt; 2a - Física Agrícola, Química Geral e Inorgânica, noções de Mineralogia;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; 3a - Botânica e Zoologia Agrícola, Sistemática e Fitopatologia;&amp;lt;br/&amp;gt; 4a – Noções de Química Orgânica, Química Agrícola e Bromatologia, Tecnologia Industrial Agrícola, Fermentações Industriais;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; 5a - Agricultura Geral e Especial, Silvicultura, Economia Rural, Legislação Agrária e Florestal, Contabilidade Agrícola;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; 6a - Higiene e Alimentação dos animais domésticos, Zootecnia Geral e Especial;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; 7a - Noções de Anatomia e Fisiologia dos animais, Higiene, Medicina Veterinária.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Havia ainda aulas de desenho e topografia, e os alunos obtinham diploma de engenheiro agrônomo ao fim do curso. Eram professores da Escola, distribuídos entre as sete cadeiras referidas: José Geminiano Gomes Guimarães, Paulo Bigler, Philipp von Luetzelburg, Annibal Revault de Figueiredo, Romulo Monteiro Gonçalves, José Martins, Emygdio de Mattos, J.J. Vianna, José Joaquim Marques; e preparadores-repetidores, entre os quis Candido Augusto Ribeiro.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1913, sob a direção de Henrique Devoto, o quadro docente era o seguinte: &amp;amp;nbsp;Romulo Monteiro Gonçalves (professor de Desenho e Topografia), José Germiniano Gomes Guimarães (lente da 1ª Cadeira), José de Martina (interino, lente da 2a Cadeira), Annibal Revault de Figueiredo (lente da 3ª Cadeira), Marcel Ledent (contratado, lente da 2ª Cadeira). A Escola contava ainda com professores repetidores (Almanaque Laemmert,1913): Francisco Eloy de Almeida (1ª Cadeira), Durval Olivieri (2ª Cadeira), Francisco Pereira de Andrade Barreto (2ª Cadeira), e José Joaquim Ribeiro de Oliveira (3ª Cadeira).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Na reabertura da Escola, em 1919, foram convidados para constituir seu corpo docente: João Ladislau de Cerqueira Bião (botânica, zoologia e fitopatologia), Joaquim Mendes de Souza (matemáticas), Candido Augusto Ribeiro (química mineral e física experimental), e Elpidio Alves da Silva Paranhos (desenho). &amp;amp;nbsp;Em 1920 foi nomeado lente catedrático da 2ª cadeira (física experimental e química geral e inorgânica) Sabino Muniz Fiuza.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 19 de julho de 1921 foi decretado novo regulamento, pelo qual o curso da Escola Agrícola da Bahia passou a ter quatro anos, divididos em semestres de ensino teórico e prático, ao final dos quais seria conferido o diploma de engenheiro agrônomo. Os professores eram, desde então, contratados por concurso público, e o curso passou a constar de nove cadeiras assim distribuídas:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; 1ª - Matemáticas, compreendendo Álgebra, Geometria e Trigonometria; e Estradas de Ferro e de Rodagem;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; 2ª - Física Experimental, Química Geral e Inorgânica, Meteorologia, Climatologia, Geologia e Mineralogia agrícolas;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; 3ª - Botânica e Zoologia agrícolas, Fitopatologia;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; 4ª - Química Orgânica, Agrícola e Biológica. Tecnologia Agrícola e Industrial. Fermentações;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; 5ª - Mecânica Geral e Aplicada, Construções Rurais e Hidráulica;&amp;lt;br/&amp;gt; 6ª - Agricultura Geral, Direito, Contabilidade Agrícola;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; 7ª - Agricultura Especial;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; 8ª - Zootecnia Geral e Especial, Higiene e noções de Veterinária;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; 9ª - Desenho e Topografia.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1922 foram nomeados Edvaldo Pithon (5ª cadeira), Pedro Antônio da Costa (culturas do aprendizado) e Joaquim Alves da Cruz Rios (6ª e 7ª cadeiras). No ano seguinte foi preenchida a cadeira de zootecnica, higiene e veterinária com a nomeação do agrônomo João Pimenta Bastos.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Diretores: Arthur Cesar Rios (1875-1879); João Ladislau de Cerqueira Bião (1879-1880); Francisco dos Santos Silva (1880-1890); João Ladislau de Cerqueira Bião (1890 a 1894); Gustavo Rodrigues Pereira D´Utra (1894 a 1897); João Ladislau de Cerqueira Bião (1897-1904); Léo Zehntner (1905- 1911); Henrique Devoto (1911-1913); José Joaquim Marques (1911-1914); Joaquim Alves da Cruz Rios (1914-1917; 1919- &amp;amp;nbsp;1924); João Ladislau de Cerqueira Bião (1924-1925); Candido Augusto Ribeiro (1925-1931).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Publicações oficiais&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em outubro de 1911, os estudantes da Escola Agrícola da Bahia lançaram o periódico mensal &#039;&#039;O Agronomo&#039;&#039;. &#039;&#039;Orgam dos Estudantes da Escola Agricola de São Bento das Lages&#039;&#039;.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;O Agronomo&#039;&#039; era uma publicação mensal, tendo sido lançada sua primeira edição em outubro de 1912 (ARAÚJO, 2006). Aceitava artigos referentes a assuntos agrícolas, comerciais e industriais, e restringia a publicação de temas de crítica pessoal, assuntos políticos e religiosos. Seu regimento interno definiu, em seu art. 3º, a seguinte organização para a publicação:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;“a) uma seção agrícola, industrial e comercial de colaboração dos membros honorários do Centro (agrônomos e engenheiros agrônomos); &amp;amp;nbsp;b) uma seção idêntica à precedente de colaboração dos membros efetivos do Centro (estudantes); c) uma seção oficial do Centro em que serão publicadas as atas de suas sessões e mais assuntos concernentes a sua direção; d) uma seção bibliográfica (publicações recebidas); e) uma seção noticiosa (assuntos que não se afastam da índole da revista); f) uma seção literária.” (Apud. ARAÚJO, 2006, p.139)&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- ARAÚJO, Nilton de Almeida. &#039;&#039;&#039;A Escola Agrícola de São Bento das Lages: Atividades Científicas no Recôncavo Bahiano de 1877 a 1904.&#039;&#039;&#039; Bahia, Universidade Estadual de Feira de Santana, 2002. &amp;amp;nbsp; &amp;lt;u&amp;gt;([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]]&amp;lt;/u&amp;gt;)&amp;lt;br /&amp;gt; - __________________ . &#039;&#039;&#039;A Escola Agrícola de São Bento das Lajes e a institucionalização da agronomia no Brasil (1877-1930).&#039;&#039;&#039; Feira de Santana, Salvador, 2006. Dissertação (Mestrado em Ensino, Filosofia e História das Ciências), Universidade Federal da Bahia, Universidade Estadual de Feira de Santana, 2006. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;u&amp;gt;https://ppgefhc.ufba.br/pt-br/escola-agricola-de-sao-bento-das-lages-e-institucionalizacao-da-agronomia-no-brasil-1877-1930&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 2.500-A, de 1o de novembro de 1859. In: CÂMARA DOS DEPUTADOS. Legislação. Capturado em 22 jul. 2026.  Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br /&amp;gt; &amp;lt;u&amp;gt;https://www2.camara.leg.br/legin/fed/decret/1824-1899/decreto-2500-a-1-novembro-1859-557790-publicacaooriginal-78455-pe.html&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 2.506-A, de 18 de novembro de 1859 In: SENADO. Legislação. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;  &amp;lt;u&amp;gt;http://legis.senado.leg.br/norma/397065/publicacao/15738522&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt; - BRASIL. Decreto n] 2.516, de 22 de novembro de 1859. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 22 jul. 2026.  Online. Disponível na Internet:  &amp;lt;u&amp;gt;http://legis.senado.leg.br/norma/397102/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 2.521, de 20 de janeiro de 1860. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br /&amp;gt; &amp;lt;u&amp;gt;http://legis.senado.leg.br/norma/397121/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt; - &amp;amp;nbsp;BRASIL. Decreto nº 2.607, de 30 de junho de 1860. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 22 jul. 2026.  Online. Disponível na Internet:  &amp;lt;u&amp;gt;http://legis.senado.leg.br/norma/397462/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 2.816, de 14 de agosto de 1861. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 22 jul. 2026.  Online. Disponível na Internet:  &amp;lt;u&amp;gt;http://legis.senado.leg.br/norma/397462/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 5.957, de 23 de junho de 1875. In: CÂMARA DOS DEPUTADOS. Legislação. Capturado em 22 jul. 2026.  Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://www2.camara.leg.br/legin/fed/decret/1824-1899/decreto-5957-23-junho-1875-550048-publicacaooriginal-65657-pe.html&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br /&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 8.584, de 1º de março de 1911. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 22 jul. 2026.  Online. Disponível na Internet:  &amp;lt;u&amp;gt;http://legis.senado.leg.br/norma/593358/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 12.012, de 29 de março de 1916. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:  &amp;lt;u&amp;gt;http://legis.senado.leg.br/norma/422435/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt; - CAPDEVILLE, Guy. &#039;&#039;&#039;O Ensino Superior Agrícola no Brasil.&#039;&#039;&#039; Viçosa, MG: Imprensa Universitária, UFV, 1991. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BN|&amp;lt;u&amp;gt;BN&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - CARVALHO, José Murilo de. &#039;&#039;&#039;Cidadania no Brasil – O Longo Caminho. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 2001. &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BFGV|&amp;lt;u&amp;gt;BFGV&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - CASTRO, Francisco Alves de Andrade e. &#039;&#039;&#039;Ensino e desenvolvimento das ciências agrárias no Nordeste (Ceará), 1918-1978. &#039;&#039;&#039;Fortaleza, BNB, 1979. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BFGV|&amp;lt;u&amp;gt;BFGV&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - DICCIONARIO Historico, Geographico e Ethnographico do Brasil (Comemorativo do Primeiro Centenário da Independência). Rio de Janeiro, Imp. Nacional. 1º v., 1922. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;u&amp;gt;([[Fontes_de_informação#IHGB|IHGB]])&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt; - ESCOLA Agrícola da Bahia.&#039;&#039;Almanaque Laemmert&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 69º ano, 1º v., p. 676, 1913. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira. &#039;&#039;&#039;Capturado em 22 jul. 2026. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/docreader/313394/49346&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt; - FIUZA, Sabino. &#039;&#039;&#039;Escola Agrícola da Bahia – 1934.&#039;&#039;&#039; Bahia: Typographia do Comércio, 1934. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#SNA|&amp;lt;u&amp;gt;SNA&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - GOLDFARB, José Luiz e FERRAZ, Márcia H. M.(orgs.). &#039;&#039;&#039;Anais do VII Seminário Nacional de História da Ciência e da Tecnologia.&#039;&#039;&#039; São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo: Editora da UNESP: Imprensa Oficial do Estado: Sociedade Brasileira de História da Ciência, 2001.&amp;lt;br/&amp;gt; - MOREIRA, Pedro. &#039;&#039;&#039;Escholas Agrícolas da União.&#039;&#039;&#039; Belém: Imprensa Oficial, 1900. ([[Fontes_de_informação#BN|&amp;lt;u&amp;gt;BN&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - RELATORIO apresentado à Assemblea Geral Legislativa na Primeira Sessão da Decima Setima Legislatura pelo Ministro e Secretario de Estado dos Negocios da Agricultura, Comnercio e Obras Publicas João Lins Vieira Cansansão de Sinimbú. Rio de Janeiro, Imprensa Industrial, De João Paulo Ferreira Dias, 1879. &#039;&#039;&#039;Mensagens dos Presidentes de Província (1830-1930).&#039;&#039;&#039; Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://digitalcollections.crl.edu/record/2040?ln=en&amp;amp;v=uv#?xywh=-1220%2C0%2C4358%2C2952&amp;amp;cv=1&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - RELATORIO apresentado à Assemblea Geral Legislativa na Terceira Sessão da Decima Oitava Legislatura pelo Ministro e Secretario de Estado dos Negocios da Agricultura, Commercio e Obras Publicas Henrique d´Avila. Rio de Janeiro, Imprensa Nacional, 1883. &#039;&#039;&#039;Mensagens dos Presidentes de Província (1830-1930).&#039;&#039;&#039; Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;[https://digitalcollections.crl.edu/record/2044?ln=en&amp;amp;v=uv#?xywh=-1345%2C0%2C4897%2C3316&amp;amp;cv=1 https://digitalcollections.crl.edu/record/2044?ln=en&amp;amp;v=uv#?xywh=-1345%2C0%2C4897%2C3316&amp;amp;cv=1&amp;lt;br /&amp;gt;]&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;-  - RELATÓRIO apresentado à Assembléia Geral Legislativa na 1&amp;lt;sup&amp;gt;ª&amp;lt;/sup&amp;gt; sessão da 20&amp;lt;sup&amp;gt;ª&amp;lt;/sup&amp;gt; legislatura pelo Ministro e Secretário de Estado dos Negócios da agricultura, Comércio e Obras Públicas Antonio da Silva Prado. Anexo ‘F’. Rio de Janeiro 1886. &#039;&#039;&#039;Mensagens dos Presidentes de Província (1830-1930).&#039;&#039;&#039; Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://digitalcollections.crl.edu/record/2047?ln=en&amp;amp;v=uv#?xywh=-1567%2C0%2C5148%2C3486&amp;amp;cv=1&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- RELATORIO apresentado à Assemblea Geral Legislativa na Segunda Sessão da Vigesima Legislatura pelo Ministro e Secretario de Estado dos Negocios da Agricultura, Commercio e Obras Públicas Rodrigo Augusto da Silva. Rio de Janeiro, Imprensa Nacional, 1887. &#039;&#039;&#039;Mensagens dos Presidentes de Província (1830-1930). &#039;&#039;&#039;Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://digitalcollections.crl.edu/record/2047?ln=en&amp;amp;v=uv#?xywh=-1567%2C0%2C5148%2C3486&amp;amp;cv=1&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- RELATÓRIO apresentado à Assembléia Geral Legislativa na 1&amp;lt;sup&amp;gt;ª&amp;lt;/sup&amp;gt; sessão da 20&amp;lt;sup&amp;gt;ª&amp;lt;/sup&amp;gt; legislatura pelo Ministro e Secretário de Estado dos Negócios da agricultura, Comércio e Obras Públicas Antonio da Silva Prado. Anexo ‘F’. Rio de Janeiro 1886. Mensagens dos Presidentes de Província (1830-1930). Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://digitalcollections.crl.edu/record/2047?ln=en&amp;amp;v=uv#?xywh=-1567%2C0%2C5148%2C3486&amp;amp;cv=1&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;u&amp;gt;[https://digitalcollections.crl.edu/record/2047?ln=en&amp;amp;v=uv#?xywh=-1567%2C0%2C5148%2C3486&amp;amp;cv=1 &amp;lt;br /&amp;gt;]&amp;lt;/u&amp;gt; - RELATORIO apresentado à Assemblea Geral Legislativa na Quarta Sessão da Vigesima Legislatura pelo Ministro e Secretario de Estado dos Negocios da Agricultura, Commercio e Obras Públicas Rodrigo Augusto da Silva. Rio de Janeiro, Imprensa Nacional, 1889. &#039;&#039;&#039;Mensagens dos Presidentes de Província (1830-1930). &#039;&#039;&#039;Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://digitalcollections.crl.edu/record/2049?ln=en&amp;amp;v=uv#?xywh=-1321%2C0%2C4785%2C3241&amp;amp;cv=1&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt; - RELATORIO apresentado ao Presidente da República dos Estados Unidos do Brazil pelo Ministro da Agricultura, Industria e Commercio Dr. Pedro de Toledo no anno de 1911. Volume I. Rio de Janeiro, Officinas da Directorai Geral de Estatistica,1911. &#039;&#039;&#039;Mensagens dos Presidentes de Província (1830-1930).&#039;&#039;&#039; Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://digitalcollections.crl.edu/record/2078?ln=en&amp;amp;v=uv#?xywh=-1416%2C0%2C4559%2C3088&amp;amp;cv=1&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt; - RELATORIO apresentado ao Presidente da República dos Estados Unidos do Brazil pelo Ministro de Estado da Agricultura, Industria e Commercio Pedro de Toledo no anno de 1912. Vol. I. Rio de Janeiro, Imprensa Nacional, 1912. &#039;&#039;&#039;Mensagens dos Presidentes de Província (1830-1930). &#039;&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://digitalcollections.crl.edu/record/2080?ln=en&amp;amp;v=uv#?xywh=-1617%2C0%2C5009%2C3392&amp;amp;cv=1&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt; - ROHAN, Henrique Beaurepaire. &#039;&#039;&#039;O Futuro da Grande Lavoura e da Grande Propriedade no Brasil: Apresentada ao Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas pelo Marechal de Campo. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Typographia Nacional, 1878. &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BMI|&amp;lt;u&amp;gt;BMI&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br /&amp;gt; - SILVA, Francisco dos Santos. Relatorio do diretor da Escola Agricola de S. Bento de Lages. 1885. In: Relatorio apresentado à Assemblea Geral Legislativa na Primeira Sessão da Vigesima Legislatura pelo Ministro e Secretario de Estado dos Negócios da Agricultura, Commercio e Obras Públicas Antonio da Silva Prado. Anexo ‘F’. Rio de Janeiro 1886. Mensagens dos Presidentes de Província (1830-1930). Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://digitalcollections.crl.edu/record/2047?ln=en&amp;amp;v=uv#?xywh=-1556%2C-798%2C6598%2C4716&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt; - SILVA, M. A. A Situação agrícola da Provincia da Bahia, em 1870. &#039;&#039;Revista Agricola do Imperial Instituto Fluminense de Agricultura. &#039;&#039;Rio de Janeiro, n. 8, p.7-24, junho de 1871. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira. &#039;&#039;&#039;Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/188409/457&amp;lt;/u&amp;gt;     &amp;lt;br /&amp;gt; - TELLES, Pedro Carlos da Silva. &#039;&#039;&#039;História da Engenharia no Brasil. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro, Clavero Edit. Ltda., 1994. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#bn|&amp;lt;u&amp;gt;BN&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br /&amp;gt; - TORRES, Arthur Eugenio Magarinos. &#039;&#039;&#039;O ensino agrícola no Brasil (seu estado atual e a necessidade de sua reforma). &#039;&#039;&#039;Rio Grande do Sul: Imprensa Nacional, 1926. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#bmf|&amp;lt;u&amp;gt;BMF&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br /&amp;gt; -TOURINHO, Maria Antonieta de Campos. &#039;&#039;&#039;O Imperial Instituto Bahiano de Agricultura – A Instrução Agrícola e a crise da economia açucareira na Segunda metade do séc. XIX.&#039;&#039;&#039; Bahia, Universidade Federal da Bahia, 1982. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#bcoc|BCOC]])&amp;lt;br /&amp;gt; - UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA. &#039;&#039;&#039;Universidade Federal da Bahia; histórico.&#039;&#039;&#039; Online. Capturado em 22 jul. 2026. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://www.ufba.br/historico&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa - Breno Pimentel Câmara.&amp;lt;br/&amp;gt; Redação- Breno Pimentel Câmara.&amp;lt;br/&amp;gt; Revisão - Francisco José Chagas Madureira.&amp;lt;br/&amp;gt; Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Forma de citação&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;{{SITENAME}}&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    [[Category:Verbetes]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Instituições de Ensino]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ana.guedes</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=DIAS,_ANTONIETA_CESAR&amp;diff=3886</id>
		<title>DIAS, ANTONIETA CESAR</title>
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		<updated>2026-07-27T18:25:04Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ana.guedes: /* Fontes */&lt;/p&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Outros nomes e/ou títulos:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;u&amp;gt;[[DIAS, ANTONIETA CÉSAR|Dias, Antonieta César]]&amp;lt;/u&amp;gt;; &amp;lt;u&amp;gt;[[MORPURGO, ANTONIETA DIAS|Morpurgo, Antonieta Dias]]&amp;lt;/u&amp;gt;; &amp;lt;u&amp;gt;[[MORPURGO, ANTONIETA|Morpurgo, Antonieta]]&amp;lt;/u&amp;gt;; &amp;lt;u&amp;gt;[[MORPURGO, ANTONIETTA|Morpurgo, Antonietta]]&amp;lt;/u&amp;gt;; &amp;lt;u&amp;gt;[[MORPURGO, ANTONIETA CÉSAR|Morpurgo, Antonieta César]]&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Antonieta Cesar Dias nasceu na cidade de Pelotas, na província de São Pedro do Rio Grande do Sul, no ano de 1869.  Em 1884 iniciou o curso na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, tendo concluído 1889, com a apresentação da tese intitulada “Hemorrhagia Puerpural”. Clinicou como médica de mulheres e de crianças em Pelotas, Rio de Janeiro, Juiz de Fora e Vitória. Trabalhou, juntamente com Jayme Silvado, no serviço de ginecologia e exame de mulheres grávidas no Dispensário do Instituto de Proteção e Assistência à Infância, fundado em 1899 por Carlos Arthur Moncorvo de Figueiredo Filho. Neste dispensário foi instalado o primeiro serviço de incubadoras da marca “Lyon”, baseado no material obtido trazido por Antonieta Morpurgo, por ocasião de sua viagem a Paris. Faleceu, em 1919, na cidade do Rio de Janeiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Dados pessoais&amp;lt;/span&amp;gt;=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Antonieta Cesar Dias nasceu na cidade de Pelotas, na província de São Pedro do Rio Grande do Sul, no ano de 1869. Era filha de Cesaria Marques Dias e do português Antonio Joaquim Dias, escritor, fundador e proprietário do periódico &#039;&#039;Correio Mercantil&#039;&#039;, cujo primeiro número foi lançado em janeiro de 1875 na cidade de Pelotas, nesta província riograndense. O &#039;&#039;Correio Mercantil&#039;&#039; é considerado o primeiro jornal, naquela província, a usar o motor a gás e manter um serviço telegráfico para transmissão e recepção das notícias. Antonio Joaquim Dias, que também tinha sido responsável pela criação de outros jornais locais, como &#039;&#039;A Arcadia&#039;&#039; e o &#039;&#039;Jornal do Commercio&#039;&#039;, participou da fundação da Biblioteca Pública Pelotense, em 1875, e do Asilo de Mendigos, em 1880.  Antonio Joaquim Dias faleceu em 1892, e seu filho, César Dias, assumiu a direção do Correio Mercantil (LONER, 2017).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Trajetória profissional&amp;lt;/span&amp;gt;=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Antonieta Cesar Dias realizou seus primeiros estudos em sua cidade natal, Pelotas, no Collegio São Francisco de Paula, dirigido pelos professores Carlos André Laquintinie e Benjamin Manoel do Amarante. Nesta escola, Antonieta foi colega, em 1879, de &amp;lt;u&amp;gt;[[LOPES, RITA LOBATO VELHO|Rita Lobato Velho Lopes]]&amp;lt;/u&amp;gt;, também da mesma província, e que, como ela, cursaria medicina. Realizou seu curso preparatório na capital da província do Rio Grande do Sul, na Instrução Pública de Porto Alegre.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em março de 1884, já aprovada nos cursos preparatórios, Antonieta Cesar Dias viajou com seu pai, para o Rio de Janeiro, para matricular-se na &amp;lt;u&amp;gt;[[FACULDADE DE MEDICINA DO RIO DE JANEIRO|Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro]]&amp;lt;/u&amp;gt;. Tendo em vista o fato de que Antonieta Dias, na época, tinha apenas 15 anos, era necessária uma dispensa especial da comissão de instrução pública (HISTÓRICO, 1889). Seu pai, Antônio Joaquim, teria conseguido, por meio do deputado Eleutério de Camargo, a aprovação da dispensa para autorizar sua matrícula (LONER, 2017). A aprovação foi concedida, na Câmara dos Deputados, em de 23 de julho de 1883:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;quot;A Assembléia Geral resolve&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Art.1: É dispensada a idade exigida por lei para matrícula nos cursos superiores do Império a D. Antonieta César Dias, afim de ser ella admitida à matricula na Faculdade Medicina do Rio de Janeiro”. (DISPENSA, 1883)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Nos primeiros anos na cidade do Rio de Janeiro, Antonieta teve a companhia de Cesária, sua mãe. Posteriormente com o falecimento de sua mãe, Antonio Joaquim Dias, seu pai, passou a acompanhá-la (ANTONIETA, 2024).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1884 iniciou o curso na &amp;lt;u&amp;gt;[[FACULDADE DE MEDICINA DO RIO DE JANEIRO|Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro]]&amp;lt;/u&amp;gt;, tendo concluído em 30 de agosto de 1889, e apresentado a tese intitulada “Hemorrhagia Puerpural”. Seu diploma foi emitido em 21 de dezembro daquele ano, e em sua formatura, realizada no Externato do então Instituto Nacional de Instrução Secundaria, tendo como paraninfo o médico Benjamin Antônio da Rocha Faria. Depois de formada, Antonieta Cesar Dias retornou para Pelotas, juntamente com seu pai, e abriu um consultório na Rua São Miguel n° 112 (posteriormente denominada R. Quinze de Novembro). Prestava, então, atendimentos em diferentes horários, entre consultas pagas e consultas gratuitas. Depois passou a atender gratuitamente no hospital da Santa Casa da Misericórdia de Pelotas, e transferiu seu consultório para a Rua Felix da Cunha n°139.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Entre dezembro de 1889 e fevereiro de 1890, seu pai, Antonio Joaquim Dias, teria veiculado notícias sobre sua filha, então já formada como médica, em jornais diversos,  que circulavam pelo país, tendo publicado em 33 jornais do Rio Grande do Sul, um jornal de São Paulo e 12 do Rio de Janeiro (ANTONIETA, 2024).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Retornou, em 1891, para a cidade a cidade do Rio de Janeiro, então capital da República, e no ano seguinte casou com Eduardo Morpurgo:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Casou-se ultimamente em Pelotas a Dra. Antonieta Dias, médica, filha do fundador do Correio Mercantil, daquela cidade, com o dr. Eduardo Morpurgo, engenheiro que aqui trabalhou nas obras de abastecimento d’agua em companhia do Sr. Dr. Paulo de Frontin. O dr. Morpurgo é o mesmo que por ocasião do “Água em seis dias”, foi colhido por uma árvore, na Serra do Tinguá, e veio moribundo para esta capital, onde conseguiu se estabelecer. Por motivo do seu casamento, a Dra. Antonieta Dias fez publicar o seguinte aviso nos jornais do Rio Grande doSul: ‘A Doutora Antonieta Dias participa aos seus pacientes que, durante 30 dias a contar desta data, suspende os seus trabalhos profissionais.” (CASOU-SE, 1892)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No ano seguinte ao casamento, Antonieta Morpurgo abriu seu consultório, em seu próprio domicílio, na Rua do Catete, nº162, na cidade do Rio de Janeiro. Em 1894, Antonieta Morpurgo deu à luz a seu filho, Admar Morpurgo, tendo sido o parto realizado pelo médico Luiz da Cunha Feijó Filho, professor da cadeira de partos da &amp;lt;u&amp;gt;[[FACULDADE DE MEDICINA DO RIO DE JANEIRO|Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro]]&amp;lt;/u&amp;gt; e chefe da clínica do Hospital da &amp;lt;u&amp;gt;[[SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DO RIO DE JANEIRO|Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro]]&amp;lt;/u&amp;gt; (DR. FRANCISCO PORTELLA, 1894).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Antonieta Morpurgo integrou, em 1893, a diretoria do Asilo de Mendigos, em Pelotas.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Atuou em vários estados, incluindo Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Espírito Santo. Em 1893, inclusive, encontra-se notícias, em jornais, da abertura de um consultório para atendimento de senhoras na cidade de Juiz de Fora (DRA. ANTONIETA, 1893).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1896 foi largamente veiculada, nos jornais, a notícia de uma acusação de abuso sexual de menores, que teria ocorrido no Recolhimento Santa Rita de Cássia, na cidade do Rio de Janeiro. A notícia informava que as menores haviam sido defloradas por um homem do convívio da então diretora da instituição, denominada Leonor Santos. Essa diretora, que foi acusada de cumplicidade no crime, solicitou à Antonieta Morpurgo que examinasse as moças a fim de confirmar ou não a ocorrência daquele crime. Antonieta Morpurgo foi,então, chamada para depor, e nesta ocasião confirmou o defloramento de uma das três das jovens examinadas (SANTA RITA DE CÁSSIA, 1896). De acordo com as notícias veiculadas nos jornais,&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Antonieta Morpurgo estava atendendo, em 1897, como médica na província do Espírito Santo, possivelmente  por conta da fazenda que havia sido comprada por seu marido na região de Piuma, às margens do rio Iconha, onde residiriam por um curto espaço de tempo.Em 1898, voltou a residir no Rio de Janeiro, onde realizou atendimentos, a partos e moléstias de senhoras, na Rua Senador Dantas, nº 21, no centro da cidade.   Em 1903 seu consultório, no Rio de Janeiro, foi transferido para o Largo da Lapa nº 90.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Antonieta Morpurgo viajou pelo Brasil atuando como médica de mulheres e de crianças, e efetuando partos e cirurgias. Entre os anos de 1900 e 1901, voltou a residir em sua cidade natal, Pelotas, no Rio Grande do Sul (SILVA, 1954, p.53). No ano de 1899, foi publicado em &#039;&#039;A Imprensa&#039;&#039;, um balanço das atividades e dos atendimentos realizados por Antonieta Morpurgo, no Rio de Janeiro, até aquele momento. Chama a atenção a diversidade de atividades e sua publicidade feita em um jornal de grande circulação:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“A Dra. Antonieta Dias Morpurgo, medica formada pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, praticou, de 12 de abril a 12 maio corrente, as seguintes operações importantes: Extirpação de uma mola hydatica e uma senhora que se supunha gravida de sete meses. A operada restabeleceu em oito dias. Extração de um polypo intra-uterino. A doente reclamou os cuidados profissionais, sujeitando-se à operação, depois de ter sofrido abundantes hemorragias e dores, durante oito a nove meses. O resultado foi plenamente satisfatório, entregando-se a operada aos seus trabalhos após vinte dias de convalescença. Curetagem do útero (raspagem) reclamada por acidentes puerpurais, determinados pela incapacidade de uma curiosa, que criminosamente partejou a operada nesta capital, quase um mês antes da operação. Hemorragias graves se reproduziram depois do parto diariamente, devidas às adherencias de parte da placenta à cavidade uterina, formando um verdadeiro tumor ligado ao útero, do qual a parte não aderente se achava em decomposição, infeccionando o organismo da operada. Tais acidentes, que puseram sua vida em sério risco, cederam imediatamente após a operação, seguida da mais franca convalescença e em poucos dias de cura completa. A dra. Antonieta menciona especialmente este ultimo caso como um dos frequentes em que a incúria ou a imprudência das famílias fal-as recorrer ao auxílio de pessoas sem capacidade profissional. É este o terceiro caso que nesse sentido tem operado nos últimos três meses. As operações acima indicadas foram feitas sem aparato assustador, sem o auxílio do chloraformio e com o simples recurso da anestesia local, não tendo ocorrido o mais leve incidente”. (INTERESSANTE, 1899)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A atuação de Antonieta Morpurgo foi relevante no Instituto de Proteção e Assistência à Infância, fundado pelo médico &amp;lt;u&amp;gt;[[FIGUEIREDO FILHO, CARLOS ARTHUR MONCORVO DE|Carlos Arthur Moncorvo de Figueiredo Filho]]&amp;lt;/u&amp;gt;, no Rio de Janeiro, em 24 de março de 1899. Foi inaugurado em 14 de julho de 1901, o Dispensário central deste instituto, no qual trabalhou junto a &amp;lt;u&amp;gt;[[FIGUEIREDO FILHO, CARLOS ARTHUR MONCORVO DE|Moncorvo de Figueiredo Filho]]&amp;lt;/u&amp;gt; e Jayme Silvado. Foi criado, por Jayme Silvado e Antonieta Morpurgo, o serviço de ginecologia e exame de mulheres grávidas do Dispensário Moncorvo, instalado no Instituto de Proteção e Assistência à Infância (O DISPENSÁRIO MONCORVO, 1905). Neste dispensário foi instalado o primeiro serviço de incubadoras da marca “Lyon”, baseado no material trazido por Antonieta Morpurgo, que teria obtido por ocasião de sua visita a Paris, em 1901 (REGRESSARAM, 1901).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Morpurgo havia trazido um folheto que informava sobre as incubadoras que posteriormente foram trazidas, e instaladas duas unidades na instituição, com seu apoio, de Jayme Silvado e de Francisco Campello (O MALHO, 1903). Jayme Silvado, em matéria sobre a instalação das incubadoras no Instituto de Proteção e  Assistência à Infância, publicada nos Archivos de Assistência à Infância, afirmou:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Sinto-me feliz por ter conseguido obter a installação de um serviço tão útil e termino esta noticia rendendo a devida homenagem aos meus illustres colega Antonieta Morpurgo e Moncorvo Filho; á primeira porque lhe devo ter conhecido esses uteis e aperfeiçoados aparelhos, além da honra que me deu de ser minhacolaboradora quando se tratou da installação do serviço; ao segundo por ter abraçado a nossa idéia, tornando-a uma realidade” (SILVADO, 1903).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Além do serviço das incubadoras, também foi instalado o Serviço de puerimetria (pesagem e medidas das crianças), segundo processo original de Moncorvo Filho (INCUBADORAS.  1903).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Antonieta Morpurgo passou a integrar, em 1902, a comissão redatora dos Archivos de Assistência à Infância, órgão oficial do Instituto de Proteção e Assistência à Infância, lançados neste mesmo ano, que tinha como redator-chefe Luiz do Nascimento Gurgel, chefe do Gabinete de clínica médica do Dispensário Moncorvo. Anúncios do consultório de Antonieta Dias Morpurgo eram publicados nos jornais do Rio de Janeiro, como o &#039;&#039;Correio da Manhã&#039;&#039;, o &#039;&#039;Jornal do Brasil&#039;&#039;, &#039;&#039;Jornal do Commercio&#039;&#039; e a &#039;&#039;Rua do Ouvidor&#039;&#039;, tendo este último noticiado em sua edição de 1909:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Dra. Antonieta Dias Morpurgo. Molestias de senhoras. Especialidade: Partos e operações, Consultorio e residência. Rua Evaristo da Veiga, n.14 proximo ao Theatro Municipal. Consultas das 2 ás 4 horas da tarde” (DRA. ANTONIETA, 1909, p.7)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Antonieta Morpurgo proferiu, também, conferências sobre a carreira de medicina e outros assuntos concernentes ao tema, como a conferência sobre a “saia calção”, realizada na &amp;lt;u&amp;gt;[[ACADEMIA NACIONAL DE MEDICINA|Academia Nacional de Medicina]]&amp;lt;/u&amp;gt;, tendo boa recepção à sua fala, sobre a necessidade de uma vestimenta médica feminina que privilegie a liberdade de movimento (O DIA, 1911, p.1). Em 10 de março de 1905, foi criada a Beneficiência Médica pela &amp;lt;u&amp;gt;[[SOCIEDADE DE MEDICINA E CIRURGIA DO RIO DE JANEIRO|Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro]]&amp;lt;/u&amp;gt;, e por iniciativa de Carlos Arthur Moncorvo de Figueiredo Filho, que contou com a participação de Antonieta Morpurgo. Antonieta Morpurgo integrou a comissão de organização do 4º Congresso Médico Latino-Americano, realizado no Rio de Janeiro em 1909:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“A Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro, por proposta do sr. Dr. Nascimento Gurgel, resolveu apresentar ao 4º Congresso de Médico Latino-Americano, à reunir-se em agosto próximo, um projeto sobre assistência à infância. Para elaborar esse projeto o dr. Werneck Machado, presidente daquela agremiação scientifica, nomeou uma comissão composta dos srs. Drs. Souza Brito, Antonieta Morpurgo, Nascimento Gurgel, Jayme Silvado e Urbano Figueira”. (MALA DO RIO, 1909)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Neste congresso foi realizada a Exposição Internacional de Hygiene, na qual Morpurgo apresentou o trabalho “Assistência obstétrica domiciliar” (4º CONGRESSO, 1909). Antonieta Morpurgo participou da inauguração do laboratório de pesquisas bacteriológicas, instalado na 27ª Enfermaria da Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro , recebendo o  nome do “Dr. Carvalho Azevedo”, quando foi prestada uma homenagem ao médico &amp;lt;u&amp;gt;[[FEIJÓ, LUIZ DA CUNHA|Luiz da Cunha Feijó]]&amp;lt;/u&amp;gt;, que fora professor e diretor da &amp;lt;u&amp;gt;[[FACULDADE DE MEDICINA DO RIO DE JANEIRO|Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro]]&amp;lt;/u&amp;gt; nas últimas décadas do século XIX (SANTA CASA DE MISERICORDIA, 1911).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ao discursar na &amp;lt;u&amp;gt;[[ACADEMIA NACIONAL DE MEDICINA|Academia Nacional de Medicina]]&amp;lt;/u&amp;gt;, em 1911, Antonieta Morpurgo indicou a relevância da assistência às parturientes pobres:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“A assistência às parturientes pobres virá remover os inconvenientes e o perigo das parteiras curiosas que tantos males acarretam comprometendo a saúde e mesmo a vida de suas clientes; e por outro lado removerá as dificuldades dos pais de família que se veem nos embaraços mais dolorosos quando lhes aperta a contingencia de chamarem um médico às vezes pouco cioso de seus deveres de humanidade, entregando-se de mãos atadas ao agiota (se é que lhe pode lançar mão d’ele) ou então deixarem perigar entre a vida e a morte às esposas e os filhos”. (CHRONICA, 1911)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A campanha por condições dignas no atendimento domiciliar de mulheres pobres foi pauta de diversas falas de Antonieta Morpurgo, especialmente na &amp;lt;u&amp;gt;[[SOCIEDADE DE MEDICINA E CIRURGIA DO RIO DE JANEIRO|Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro]]&amp;lt;/u&amp;gt;, instituição da qual era membro e foi secretária de sessão (1913). No ano de 1917, Antonieta Morpurgo passou a atuar junto à Sociedade da Cruz Vermelha Brasileira, que havia sido instalada em sessão realizada na sede da Sociedade de Geografia do Rio de Janeiro, em 11 de janeiro de 1908. Nesta ocasião, haviam sido indicados Thaumaturgo de Azevedo como presidente, Jayme Silvado como 2º secretário, e Antonieta Dias Morpurgo para 3º secretário (SOCIEDADE, 1908).  &amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ainda em 1917, foi inaugurado o Consultório Policlínico Morpurgo, sob a direção de Antonieta Morpurgo, que prestava atendimentos gratuitos, às quintas-feiras, à população pobre (A INAUGURAÇÃO, 1917)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Após a morte de Antonieta Morpurgo em 1919, Carlos Arthur Moncorvo de Figueiredo Filho, em sessão na &amp;lt;u&amp;gt;[[SOCIEDADE DE MEDICINA E CIRURGIA DO RIO DE JANEIRO|Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro]],&amp;lt;/u&amp;gt; proferiu um discurso sobre o Abrigo da Infância, no qual prestou suas homenagens a Jayme Silvado, Alberto Ribeiro de Oliveira Motta e também a Antonieta Morpurgo, por considerá-los responsáveis pela fundação do Instituto de Proteção e Assistência à Infância.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em sua homenagem foi conferido seu nome a uma rua, Rua Doutora Antonieta César Dias, localizada no bairro Parque Santa Fé, na cidade de Porto Alegre (Rio Grande do Sul).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Produção intelectual&amp;lt;/span&amp;gt;=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;- “&#039;&#039;Hemorrhagia Puerpural”. Tese de doutoramento. Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro. 1889.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Molestias das vias genito-urinarias. Vaginites blennorrhagicas das meninas”. &#039;&#039;Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia,&#039;&#039; Rio de Janeiro, anno XXII, n.30, p.291-293, 8 de agosto de 1908.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Assistencia obstétrica domiciliar”. Comunicação apresentada no IV Congresso Médico Latino-Americano. Rio de Janeiro, 1909. &#039;&#039;Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia,&#039;&#039; Rio de Janeiro, anno XXIII, n.41, p.417-418, 1 de novembro de 1909.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Puericultura”. Comunicação apresentada na Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro. 1911. &#039;&#039;Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia,&#039;&#039; Rio de Janeiro, anno XXV, n.15, p.144-145, 15 de abril de 1911.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Assistencia domiciliária ás grávidas”. Comunicação apresentada na sessão de 4 de abril de 1911 da Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt;=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- A INAUGURAÇÃO DO CONSULTORIO MORPURGO. &#039;&#039;A Rua: Semanário Illustrado&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno IV, n.164, p.2, 18 de junho de 1917. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/236403/4669&amp;lt;/u&amp;gt;  &amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- ANTONIETA César Dias. Capturado em 3 mai. 2024. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://pt.wikipedia.org/wiki/Antonieta_C%C3%A9sar_Dias#cite_ref-:2_3-8&amp;lt;/u&amp;gt;  &amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- ASSOCIAÇÕES. Cruz Vermelha Brasileira. &#039;&#039;Jornal do Commercio&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno 82, n.28, p.4, 28 de janeiro de 1908. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/364568_09/14136&amp;lt;/u&amp;gt;  &amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- CASOU-SE. O Tempo, Rio de Janeiro, anno II, n.546, p.1, 26 de novembro de 1882. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. Hemeroteca Digital Brasileira. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/218731/1827&amp;lt;/u&amp;gt;   &amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- CHRONICA DO RIO, &#039;&#039;A Opinião Publica&#039;&#039;, Pelotas, anno XVI, n.148, p.1, 1º de julho de 1911. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira&#039;&#039;&#039;. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/123340/2005&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- DO DISPENSARIO MONCORVO. &#039;&#039;Jornal do Brasil&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XV, n.277, p.12, 4 de outubro de 1905. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/030015_02/17756&amp;lt;/u&amp;gt;  &amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- DR. FRANCISCO PORTELLA. &#039;&#039;Correio da Tarde&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno II, n.249, p.1, 17 de julho de 1894. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/384941/848&amp;lt;/u&amp;gt;  &amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- DRA. ANTONIETA Morpurgo. &#039;&#039;O Pharol&#039;&#039;, Minas Gerais, anno XXVII, n.238, p.3, 14 de outubro de 1893.  In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/258822/10986&amp;lt;/u&amp;gt;  &amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- DRA. ANTONIETA Dias Morpurgo. Rua do Ouvidor, Rio de Janeiro, anno XII, n.562, p.7, 6 de fevereiro de 1909. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;&amp;lt;nowiki&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/341398/387&amp;lt;/nowiki&amp;gt;&amp;lt;/u&amp;gt;  &amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- ESTÁ clinicando em Piuma. &#039;&#039;O Estado do Espírito Santo&#039;&#039;, Espírito Santo, Vitoria, anno XVII, n.111, p.2, 18 de maio de 1897. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/229644/8998&amp;lt;/u&amp;gt;  &amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- FALLECIMENTOS. Dra. Antonia Morpurgo. &#039;&#039;Jornal do Commercio&#039;&#039;. Edição da Tarde, Rio de Janeiro, anno XI, n.254, p.5, 8 de novembro de 1919. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/111988/16153&amp;lt;/u&amp;gt;  &amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- HISTORICO, &#039;&#039;Annaes do Parlamento Brasileiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v. II, 1883, p.4, 3 de junho a 2 de julho de 1883. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/132489/76373&amp;lt;/u&amp;gt;  &amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- INCUBADORAS. &#039;&#039;Jornal do Brasil&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XIII, n.24, p.6, 24 de janeiro de 1903. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 02 mar. 2024. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/030015_02/11784&amp;lt;/u&amp;gt;  &amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- INTERESSANTE, &#039;&#039;A Imprensa&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno II, n.224, p.2, 18 de maio de 1899. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL&#039;&#039;&#039;. Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/245038/924&amp;lt;/u&amp;gt;  &amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- LONER, Beatriz; GIL, Lorena Almeida; MAGALHÃES, Mario Osorio (orgs.). Dicionário de História de Pelotas. Pelotas: Editora da UFPel [Fau-Fundação de Apoio Universitário], 2017. In: UFPEL. Repositório. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://repositorio.ufpel.edu.br/handle/prefix/3735&amp;lt;/u&amp;gt;  &amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- MALA DO RIO, &#039;&#039;Diario da Manhã&#039;&#039;, Espírito Santo, Vitória, anno III, n.157, p.3, 7 de julho de 1909. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira&#039;&#039;&#039;. Capturado em 27 mar. 2024. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/572748/1670&amp;lt;/u&amp;gt;  &amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- MEDICAL DIRECTORY, &#039;&#039;The Rio News&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v. XX, n.7, p.1, 14 de fevereiro de 1893. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 27 mar. 2024. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.br/DocReader/349070/3715&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- MOLÉSTIAS DAS VIAS GENITO-URINARIAS (de autoria de Antonieta Dias Morpurgo). &#039;&#039;Brazil-Médico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XXII, n.30, p.291-293, 8 de agosto de 1908. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/081272x/4173&amp;lt;/u&amp;gt;  &amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- O DIA e a vespera. &#039;&#039;A Noticia,&#039;&#039; Rio de Janeiro, anno XVIII, n.80, p.1, 6 de abril de 1911. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira&#039;&#039;&#039;. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/830380/17397&amp;lt;/u&amp;gt;  &amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- O MALHO. &#039;&#039;O Fluminense&#039;&#039;, Niterói, anno XXVI, n.5.081, p.2, 25 de janeiro de 1903. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira&#039;&#039;&#039;. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/100439_04/3830&amp;lt;/u&amp;gt;  &amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- 4º CONGRESSO Medico Latino Americo. &#039;&#039;A Imprensa&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno VI, n.595, p.2, 6 de agosto de 1909. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/245038/6942&amp;lt;/u&amp;gt;  &amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- REGISTRO DA CIDADE. &#039;&#039;Brazil&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno II, n.291, p.2, 10 de dez. de 1884. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/236055/654&amp;lt;/u&amp;gt;  &amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- REGRESSARAM. &#039;&#039;A Federação: Orgam do Partido Republicano&#039;&#039;, Porto Alegre, anno XVIII, n.42, p.2, 18 de fevereiro de 1901. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/388653/12641&amp;lt;/u&amp;gt;  &amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- SANTA CASA DE MISERICÓRDIA – INAUGURAÇÃO. &#039;&#039;A Imprensa&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno VIII, n.1.288, p.5, 2 de julho de 1911. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/245038/12586&amp;lt;/u&amp;gt;  &amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- SANTA RITA DE CASSIA, &#039;&#039;A Noticia,&#039;&#039; Rio de Janeiro, anno III, n.310, p.1, 29 de dezembro de 1896. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/830380/2302&amp;lt;/u&amp;gt;  &amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- SILVA, Alberto. A primeira médica do Brasil. Rio de Janeiro: Irmãos Pongetti Editores, 1954. (&amp;lt;u&amp;gt;[[Fontes de informação#BN|BN]]&amp;lt;/u&amp;gt;)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- SILVADO, Jaime. Incubadoras. A&#039;&#039;rchivos de Assistencia a Infancia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, tomo II, ns.3-4, p.105-109, março e abril de 1903. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira&#039;&#039;&#039;. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/332798/126&amp;lt;/u&amp;gt;  &amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- TELEGRAMAS, &#039;&#039;Pequeno Jornal&#039;&#039;, Pernambuco, anno XIII, n.78, p.3, 6 de abril de 1911. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira&#039;&#039;&#039;. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/800643/13058&amp;lt;/u&amp;gt;  &amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- VERGONHOSA ESPECULAÇÃO: Recolhimento de Santa Rita de Cássia. &#039;&#039;Gazeta de Notícias&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno I, n.395, p.1, 30 de dezembro de 1896. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/103730_03/15521&amp;lt;/u&amp;gt;  &amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt;=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa - Ana Carolina de Azevedo Guedes, Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Redação - Ana Carolina de Azevedo Guedes, Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Forma de citação&amp;lt;/span&amp;gt;=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;{{SITENAME}}&amp;lt;br /&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    &lt;br /&gt;
[[Category:Verbetes]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ana.guedes</name></author>
	</entry>
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		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=C%C3%82NDIDO,_FRANCISCO_DE_PAULA&amp;diff=3885</id>
		<title>CÂNDIDO, FRANCISCO DE PAULA</title>
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		<updated>2026-07-27T17:53:19Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ana.guedes: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&#039;&#039;&#039; Francisco de Paula Cândido nasceu no distrito de Piranga, região sob a jurisdição da Comarca de Mariana, na então província de Minas Gerais, em 2 de abril de 1805 e faleceu em Paris em 5 de abril de 1864. Doutorou-se em medicina na Faculté de Médicine de Paris em 1832, e foi lente da cadeira de física médica da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro (1833-1863). Sua carreira foi profundamente marcada pela questão da saúde pública na cidade do Rio de Janeiro, principalmente como presidente da Junta de Higiene Pública (1850-1864).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Dados pessoais&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Francisco de Paula Cândido nasceu em 2 de abril de 1805, na fazenda do Macuco, no distrito de Piranga (antiga Guarapiranga), região sob a jurisdição da Comarca de Mariana, na então província de Minas Gerais. Era filho do fazendeiro Antonio Gomes Cândido e D. Anna Rosa Umbelina de Jesus Gomes Cândido, ambos naturais do arraial mineiro de Santa Cruz de Ponte Nova. Casou-se no dia 7 de agosto de 1837 com Maria Benedicta de Andrade Souto Maior, filha do senador do Império Manoel Ignacio de Andrade Souto Maior Pinto Coelho (Marquês de Itanhaém), que sucedeu a José Bonifácio de Andrada e Silva, em 1833, como tutor do Imperador D. Pedro II. &amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi agraciado pelo Imperador D. Pedro II com os títulos de Comendador da Ordem da Rosa, e de Cavaleiro da Ordem de Cristo, e por Isabel II de Espanha com a Comenda da Real y Americana Orden de Isabel la Católica. Foi membro do Conselho do Imperador.&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Faleceu em Paris em 5 de abril de 1864, tendo sido sepultado no Cemitério de Montmartre, naquela cidade..&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Trajetória profissional&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Francisco de Paula Cândido em 1813, atendendo ao desejo de seus pais para que ingressasse na carreira do sacerdócio (SENNNA, 1928), iniciou seus estudos no Seminário de São José, na cidade de Mariana (província de Minas Gerais), estabelecido em 22 de janeiro de 1821, onde também concluiu os estudos de filosofia e latinidade em 1820.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;  &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;EmEm 1821 abandonou o Seminário e foi para a cidade de Vila Rica de Ouro Preto, onde ingressou na carreira militar como cadete do Regimento de Dragões de Minas. Cursou posteriormente, por três anos, a Academia Militar da Corte, no Rio de Janeiro. Em 1825 solicitou sua baixa do serviço do Exército, obteve seu desligamento da Academia Militar, e viajou para a Europa, especialmente para a França, visitando a cidade de Paris em busca de sua verdadeira vocação, a profissão médica. Entre os anos de 1825 e 1832 frequentou os institutos e cursos superiores em Paris, tendo obtido em 1829 o grau de bacharel em Letras, e pouco tempo depois o de bacharel em ciências médicas. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 31 de agosto de 1832 doutorou-se, pela Faculté de Médecine de Paris, com a tese intitulada “Sur l’électricité animale”. Ainda na França foi médico voluntário da “legião sanitária” organizada pelo governo francês, por ocasião da epidemia de cólera-morbus, em 1832, tendo recebido a Grande Medalha de Ouro em reconhecimento aos serviços prestados. Ao regressar a seu país, Francisco de Paula Cândido apresentou na Sociedade de Medicina do Rio de Janeiro, em 13 de janeiro de 1833, a tese que havia defendido na Faculté de Médecine de Paris.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O retorno de Francisco de Paula Cândido ao país foi destacado em &#039;&#039;Aurora Fluminense,&#039;&#039; jornal político literário que havia sido fundado, em 1827, pelo jornalista José Apolinário Pereira de Moraes, pelo médico José Francisco Xavier Sigaud e pelo cirurgião Francisco Crispiano Valdetaro:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Chegou ultimamente de França o Dr. Francisco de Paula Candido, jovem Brazileiro que ali cultivou o estudo da Medicina, em que geralmente se diz haver primado. Os títulos de sua formatura são acompanhados de honrosos documentos, quer sobre sua não vulgar aplicação e capacidade intelectual, quer sobre os serviços que generosamente prestou, no curativo da &#039;&#039;cholera morbus&#039;&#039; em Paris, comprometendo para este fim a sua existência. O Sr. Dr. Francisco de Paula Candido, a quem a província de Minas teve a fortuna dedar nascimento, propõe-se a exercer aqui a sua arte. He huma verdadeira acquisição para a nossa capital, aonde os charlatães todos os dias são obrigados a ceder o terreno a legítimos cultores da sciencia medica, filhos ou da nossa Academia, ou das Academias estrangeiras.” (RIO, 1833, p.3096)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1833 inscreveu-se nos concursos para as cadeiras de física médica, de química e de terapêutica da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], tendo sido aprovado no primeiro, com a tese intitulada “Algumas considerações sobre a atmosfera”, uma das primeiras teses defendidas nesta instituição. Tomou posse em 6 de março de 1833, e ocupou este cargo por 30 anos, lecionando também esta matéria para estudantes de farmácia. Seu nome ficaria ainda mais ligado à farmácia brasileira por sua aproximação com Ezequiel Corrêa dos Santos, considerado o “Pai da Farmácia” no Brasil (ANTONINI, 2003).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Francisco de Paula Cândido apresentou, em setembro de 1834, na Sociedade Defensora de Liberdade e Independência Nacional, grêmio associativo criado em 1831 com o objetivo de contribuir para a preservação da ordem e tranquilidade pública, a proposta para que uma comissão, composta por seis facultativos eleitos entre os membros desta sociedade, estudasse a epidemia das febres intermitentes, as causas topográficas, a vegetação, as águas, as casas dos habitantes, e tudo mais digno de menção na busca de se remediar o avanço desta epidemia (NA SOCIEDADE, 1834).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Presidiu a comissão organizada, em 1854, por José Bento da Rosa, diretor em exercício da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], para definição das bases da planta de um edifício para aquela instituição. Ocupou de maio a julho de 1859 a vice direção da mesma Faculdade, e jubilou-se em 27 de maio de 1863, sendo sucedido na cadeira de física médica por Francisco José do Canto e Mello Castro Mascarenhas, que já o havia substituído naquele curso, anteriormente, em 1855.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Agostinho José de Souza Lima, discípulo de Francisco de Paula Cândido e posteriormente lente de química da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, destacou sua atuação naquela instituição, especialmente seu empenho em imprimir, no ensino da cadeira de física médica, uma orientação científica experimental, com fórmulas e cálculos matemáticos demonstrativos das leis físicas. Souza Lima assim caracterizou a filiação teórica de seu mestre:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Adversário intransigente da escola vitalista, adepto fervoroso e convicto da escola iatro-química, Paula Candido sustentava a divisa de Lheman de que um futuro mais ou menos próximo a fisiologia animal se reduziria inteiramente às leis da Física e da Química.” (&#039;&#039;Apud&#039;&#039; SENNA, 1928, p.15)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ainda no ano de 1833, Francisco de Paula Cândido foi comissionado, pelo Governo Imperial, para estudar a epidemia de malária que se alastrava gravemente pela província do Rio de Janeiro, e foi também um dos médicos consultados pela [[SOCIEDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Sociedade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]] sobre questões de saúde pública. Candidatou-se em 26 de janeiro de 1833 ao posto de membro de titular na Sociedade de Medicina do Rio de Janeiro, apresentando a memória “Observações sobre a febre typhoide”. O parecer de aprovação a sua candidatura foi lido em 30 de janeiro, seguindo-se sua eleição e posse. Foi patrono da Cadeira nº 20 desta associação.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Participou da Sociedade de Medicina do Rio de Janeiro desde seus primeiros anos, juntamente com importantes expressões da área médica que também haviam se formado na França, como [[MEIRELLES,_JOAQUIM_CÂNDIDO_SOARES_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Joaquim Cândido Soares de Meirelles&amp;lt;/u&amp;gt;]], [[CYSNEIROS,_FRANCISCO_FREIRE_ALLEMÃO_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Francisco Freire Allemão de Cysneiros&amp;lt;/u&amp;gt;]], [[JOBIM,_JOSÉ_MARTINS_DA_CRUZ|&amp;lt;u&amp;gt;José Martins da Cruz Jobim&amp;lt;/u&amp;gt;]], além do francês [[SIGAUD,_JOSÉ_FRANCISCO_XAVIER|&amp;lt;u&amp;gt;José Francisco Xavier Sigaud&amp;lt;/u&amp;gt;]]. Foi ainda presidente desta associação por três ocasiões, sendo a primeira no 1º e 2º trimestre do ano de 1834, a segunda no período de 1840 a 1842 e a terceira de 1852 a 1859.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1846, Francisco de Paula Cândido foi encarregado, pelo Governo Imperial, para realizar a análise das águas carbogasosas da região de Caxambu, na província de Minas Gerais (SANTOS FILHO, 1991).&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Dirigiu, juntamente com [[AMERICANO,_DOMINGOS_MARINHO_DE_AZEVEDO|&amp;lt;u&amp;gt;Domingos Marinho de Azevedo Americano&amp;lt;/u&amp;gt;]], também professor da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], a Nova Casa de Saúde, situada na rua da Pedreira da Candelária (atual Rua Bento Lisboa), na cidade do Rio de Janeiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Francisco de Paula Cândido foi o primeiro presidente da Junta de Higiene Pública, criada pelo decreto nº 598, de 14 de setembro de 1850, instituição responsável pela conservação da salubridade pública. Naquele ano a grande epidemia de febre amarela havia se alastrado pela província do Rio de Janeiro, vitimando cerca de 4.160 pessoas, inclusive a Antonio Gomes Cândido, irmão primogênito de Francisco de Paula Cândido. O decreto nº 828, de 29 de setembro de 1851, apresentou o regulamento da instituição, a qual passou a denominar-se &amp;lt;u&amp;gt;[[JUNTA DE HIGIENE PÚBLICA|Junta Central de Higiene Pública]]&amp;lt;/u&amp;gt;. Durante o período que esteve à frente da Junta, Francisco de Paula Cândido &amp;amp;nbsp;apontou as &amp;amp;nbsp;deficiências da estrutura e do funcionamento da mesma, entendendo que a Junta deveria ser somente uma instituição consultiva, não executiva, responsável pelo estudo dos principais problemas de saúde pública e pela indicação de providências a serem adotadas: Exerceu a presidência da &amp;lt;u&amp;gt;[[JUNTA DE HIGIENE PÚBLICA|Junta de Higiene Pública]]&amp;lt;/u&amp;gt; até o ano de 1864, sendo sucedido por [[REGO,_JOSÉ_PEREIRA|&amp;lt;u&amp;gt;José Pereira Rego&amp;lt;/u&amp;gt;]] (Barão do Lavradio). Sua carreira foi profundamente marcada pelo período à frente desta instituição, quando passou a ser conhecido como importante sanitarista do Império. Analisando as condições sanitárias do Rio de Janeiro, destacou a importância e a complexidade do debate sobre o contágio naquela época:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“As atribuições, escrevia ele, que o respectivo regulamento conferiu a esta instituição (a Junta) forma por este regulamento ampliadas muito além do espírito e da letra do decreto de sua criação; porquanto, por este decreto limitam-se suas atribuições a indicar à Comissão de Engenheiros e ao Governo Imperial as necessidades reclamadas pela saúde pública; entretanto que pelo respectivo regulamento a Provedoria do Porto, a Junta Vacínica, as matrículas dos médicos, farmacêuticos, parteiras e dentistas, a inspeção, enfim, sobre o exercício dos diferentes ramos da arte de curar, a fiscalização das casa de drogas ... lhe foram incumbidas. Para o bom desempenho de todas essas funções não se lhe proporcionaram os indispensáveis meios”. (&#039;&#039;Apud&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; BARBOSA, 1909, p. 67)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Exerceu a presidência da &amp;lt;u&amp;gt;[[JUNTA DE HIGIENE PÚBLICA|Junta de Higiene Pública]]&amp;lt;/u&amp;gt; até o ano de 1864, sendo sucedido por [[REGO,_JOSÉ_PEREIRA|&amp;lt;u&amp;gt;José Pereira Rego&amp;lt;/u&amp;gt;]] (Barão do Lavradio). Sua carreira foi profundamente marcada pelo período à frente desta instituição, quando passou a ser conhecido como importante sanitarista do Império. Analisando as condições sanitárias do Rio de Janeiro, destacou a importância e a complexidade do debate sobre o contágio naquela época:&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“A importante questão do &#039;&#039;contágio&#039;&#039; se oferecerá de hoje avante sempre que se discutirem as causas determinantes do nosso momento sanitário; por isso peço à V. Ex. licença para lhe consagrar algumas reflexões, e expender meu pensar a respeito.&amp;amp;nbsp; Dentro e fora do País, Médicos de reconhecido talento abraçam opiniões opostas a respeito do contágio. Quem consulta sem prevenção os escritos relativos à febre amarela encontra, e às vezes no mesmo autor, fatos comprobatórios do contágio ao lado de outros que o excluem. Entre nós fatos ocorreram em que o contágio se ostenta claro, e inquestionável; e ao lado destes se observaram outros que excluem com o mesmo rigor e evidência.” (CANDIDO, 1852, p.5) &amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Entre outros aspectos marcantes de sua atuação como presidente da então denominada &amp;lt;u&amp;gt;[[JUNTA DE HIGIENE PÚBLICA|Junta Central de Higiene Pública]]&amp;lt;/u&amp;gt;, foi o combate à epidemia de cólera &#039;&#039;morbus&#039;&#039; que assolou gravemente a província do Rio de Janeiro, no ano de 1855, sobre o qual escreveu o “Relatório ácerca do Cholera Morbus precedido de considerações sanitarias, relativas aos portos do Império” (1855) e o “Relatório acerca da Saude Publica comprehendendo 1º A Historia succinta do Chorela-morbus no Império em 1855-1856; 2º A Discussão das providencias sanitárias que convem adoptar-se” (1856).&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pelo decreto Imperial nº 1.103, de 3 de janeiro de 1853, foi fundado o [[HOSPITAL_MARÍTIMO_DE_SANTA_ISABEL|&amp;lt;u&amp;gt;Hospital Marítimo de Santa Isabel&amp;lt;/u&amp;gt;]], em Jurujuba (Niterói), para tratamento dos marinheiros e outras pessoas de bordo dos navios, nacionais e estrangeiros, que aportassem na Baía de Guanabara, que estivessem com moléstias contagiosas ou suspeitas. Para administrar o Hospital foi instalada uma comissão sanitária, composta pelo presidente da &amp;lt;u&amp;gt;[[JUNTA DE HIGIENE PÚBLICA|Junta Central de Higiene Pública]]&amp;lt;/u&amp;gt;, pelo Capitão do Porto, por um Delegado do Corpo Consular. Francisco de Paula Cândido participou, então, da administração do Hospital, juntamente com Bento Maria da Costa (médico administrador) e José Eduardo Teixeira de Souza (médico). Posteriormente, em 1895, o &amp;lt;u&amp;gt;[[HOSPITAL MARÍTIMO DE SANTA ISABEL|Hospital Marítimo de Santa Isabel]]&amp;lt;/u&amp;gt; passou a ser denominado &amp;lt;u&amp;gt;[[HOSPITAL PAULA CÂNDIDO|Hospital Paula Cândido]]&amp;lt;/u&amp;gt; (BARBOSA, 1909, p. 327).&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Lecionou línguas e ciências naturais e foi médico das Princesas Imperiais, D. Isabel (1846-1921) e D. Leopoldina (1847-1871), filhas do Imperador D. Pedro II. Foi médico da Câmara Imperial (1840-1864).&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Na edição de 1855 do &#039;&#039;Almanak Administrativo, Mercantil e Industrial da Corte e Provincia do Rio de Janeiro&#039;&#039;, foi publicado um anúncio informando que os relatórios sobre a salubridade da cidade do Rio de Janeiro e sobre a febre amarela, de autoria de Francisco de Paula Cândido, estavam à venda na casa de E. &amp;amp; H. Laemmert por seis mil réis. O anúncio comentava, ainda, sobre a importância da divulgação destes relatórios:&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Se as esclarecidas idéas, a vasta erudição e experiência do ilustrado autor destes Relatorios, que tanto e com tão feliz êxito se tem empenhado pelo melhoramento sanitário da primeira capital da America do Sul, merecem indubitavelmente ser vulgarisadas, estudadas e apreciadas no paiz para cujo beneficio forão elaboradas e publicadas, e o qual poderá colher delas os mais benéficos resultados; fazemo-nos um dever de recomendar também o estudo e a leitura destes Relatorios aos estrangeiros, e á sua remessa para a Europa, onde grangearáo sem duvida ainda maior reputação ao seu autor, e excitarão um subido gráo a attenção dos sabios europêos, sequiosos de enriquecer a sciencia com judiciosas observações medicas e estatísticas de além-mar, e cujo valor sobre de preço pela alta posição oficial e scientifica do Exmo. Sr. Dr. Paula Candido”. (EM CASA, 1855, p.248)&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Francisco de Paula Cândido foi redator, juntamente com [[SIGAUD,_JOSÉ_FRANCISCO_XAVIER|&amp;lt;u&amp;gt;José Francisco Xavier Sigaud&amp;lt;/u&amp;gt;]] e Francisco Crispiniano Valdetaro, do &#039;&#039;Diario da Saude&#039;&#039; &#039;&#039;ou Ephemerides das Sciencias Medicas e Naturaes do Brazil,&#039;&#039;cujo primeiro número foi lançado em 18 de março de 1835, na Corte do Rio de Janeiro, como o objetivo de apresentar um repertório de clínica médica, memórias originais ou traduções sobre qualquer tema relativo à higiene pública, a medicina legal, a história natural e demais ciência acessórias.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi também redator dos &#039;&#039;Annaes de Medicina Brasiliense&#039;&#039;, publicação da então [[ACADEMIA_IMPERIAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Imperial de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]] no período de 1845 a 1849, e do jornal literário &#039;&#039;O Brasil Ilustrado. Publicação Litteraria&#039;&#039; no período de 1855 a 1856.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Francisco de Paula Cândido foi sócio efetivo do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (posse em 12 de janeiro de 1842), sócio honorário da Academia de Belas Artes, membro da Academia Filomática de Paris, de l’Académie Diplomatique, da Sociedade de Ciências Médicas de Lisboa e patrono titular da cadeira nº 16 da Academia Mineira de Letras, fundada em 25 de dezembro de 1909. Integrou, em 1864, o Conselho Fiscal do Imperial Instituto Fluminense de Agricultura, instituição científica criada em 1860, na cidade do Rio de Janeiro, com o objetivo de aprimorar a agricultura no Brasil.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi eleito, em 1834, deputado provincial no Collegio de Barbacena (Minas Gerais), e em 1837 deputado geral pela província de Minas Gerais. Foi deputado pela Província de Minas Gerais por quatro legislaturas, desta data até 1845 e posteriormente de 1849 a 1856, passando neste último período a representar sua província como deputado geral. Em sua atuação no parlamento brasileiro propugnou, entre outras medidas, a garantia da liberdade de pensamento e de voto nos comícios eleitorais, a reforma política e administrativa que promovesse a descentralização dos serviços, a sistematização de um plano de saneamento da capital brasileira, e a construção de estradas que contatassem o interior do país (SENNA, 1928).&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Francisco de Paula Cândido mobilizou-se pelo problema das comunicações entre o município da Corte com o interior do país, destacando a necessidade da ligação do Rio de Janeiro com o sertão mineiro do Alto São Francisco, em direção ao Brasil central. Em reconhecimento a este seu empenho, a ponte sobre a qual passa a Estrada de Ferro de Minas para Goiás, no trecho de Formiga para o extremo oeste mineiro, tem seu nome. Dedicou-se, também, ao desenvolvimento agrícola no país, especialmente em seu trabalho “Clamores da agricultura no Brazil e indicação dos meios facillimos de leva-la rapidamente à prosperidade, deduzidos tanto da experiência especial no Brazil como das receitas e admiráveis descobertas da chimica agrícola”.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;De acordo com Nelson de Senna (1928), Francisco de Paula Cândido foi o primeiro médico brasileiro que estudou cientificamente a sintomatologia, os detalhes e a forma curativa do beribéri. Desenvolveu estudos também sobre a morfeia, o cólera &#039;&#039;morbus&#039;&#039; e a etiologia da febre amarela vinda do golfo do México em 1894.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Teve o seu necrológio proferido por Antônio Felix Martins, em sessão de 9 de maio de 1864, na [[ACADEMIA_IMPERIAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Imperial de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Várias localidades no Estado de Minas Gerais, como Airões, Comunidade dos Barros, Chácara, Taquaraçu, Chaves, Encadeado, Quatro Barras, Lamim, Santa Rosa, São Mateus, Córrego do Meio, formaram um município, o qual recebeu, pela Lei nº 1039, de 12 de dezembro de 1953, a denominação de Paula Cândido, em sua homenagem a Francisco De Paula Cândido..&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Produção intelectual&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Sur l’electricité animale”. Thèse presentée et soutenue à la Faculté de Médicine de Paris, 1832.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Algumas considerações sobre a atmosfera”. These apresentada, e defendida aos 21 de fevereiro para o Concurso da Cadeira de Physica Medica, na Academia Medico-Cirurgica do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Na Typographia de Gueffier e Cie., 1833.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Observações sobre a febre typhoide”. Memoria apresentada na Sociedade de Medicina do Rio de Janeiro, em 26 de janeiro de 1833.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Relatorio feito ao Governo sobre a enfermidade de Irajá, pelo Sr. Dr. Paula Candido”. &#039;&#039;Semanario de Saude Publica, &#039;&#039;Rio de Janeiro, anno de 1833, n.145, p.521-523, 28 de março de 1833.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Observações do Sr. Paula Candido sobre as febres de Irajá; lidas na Sociedade de Medicina em 17 d´Abril de 1833”.&#039;&#039;Semanario de Saude Publica, &#039;&#039;Rio de Janeiro, anno de 1833, n.149, p.541-542, 4 de maio de 1833.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Exposição Succinta da marcha, e Syntomatologia da Epidemia, precidida de algumas reflexões topográficas”. &#039;&#039;Correio Official&#039;&#039;, Rio de Janeiro, tomo 1, n.12, p.47-48, 13 de julho de 1833.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Reflexões sobre a nova theoria da respeiração”. &#039;&#039;Diario de Saude ou Ephemerides das Sciencias Medicas e Naturaes do Brazil&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.I, n.2, p.9-12, 25 de abril de 1835.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Historia natural. Meteorologia”. &#039;&#039;Diario de Saude ou Ephemerides das Sciencias Medicas e Naturaes do Brazil&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.I, n.3, p.2-22, 2 de maio de 1835.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Pharmacia. Créosôto”. &#039;&#039;Diario de Saude ou Ephemerides das Sciencias Medicas e Naturaes do Brazil&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.I, n.4, p.29-31, 9 de maio de 1835.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Febres intermitentes”. &#039;&#039;Diario de Saude ou Ephemerides das Sciencias Medicas e Naturaes do Brazil&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.I, n.6, p.41-44, 23 de maio de 1835.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Relatorio do Snr. Dr. Paula Candido sobre a natureza do miasmo cholerifico”. &#039;&#039;Revista Medica Fluminense&#039;&#039;, Rio de Janeiro, n.3, p.13-20, junho 1835.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Considerações medico-topographicas sobre a cidade do Rio de Janeiro e suas immediações”. &#039;&#039;Diario de Saude ou Ephemerides das Sciencias Medicas e Naturaes do Brazil&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.I, n.9, p.66-68, 13 de junho de 1835.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Conseils contre la propagation de la fièvre jeaune”. Rio de Janeiro, 1835.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “&#039;&#039;Diario de Saude, ou Ephemerides das Sciencias Medicas e Naturaes do Brazil&#039;&#039;”. Rio de Janeiro, 1835 a 1836.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Discurso recitado em o dia 30 de junho, anniversario da instalação da academia de medicina, em presença do augusto monarca brasileiro, o sr. dom Pedro II”. &#039;&#039;Revista Medica Fluminense&#039;&#039;, Rio de Janeiro, tomo 3º, 1837.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Discurso recitado na Sessão Publica da Academia Imperial de Medicina a 30 de junho do corrente anno pelo Sr. Dr. Francisco de Paula Candido”. &#039;&#039;Revista Medica Fluminense&#039;&#039;, Rio de Janeiro, n.1, v.IV, p.197-202, abril de 1838.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Memoria sobre elephantiase dos Gregos ou Leontísis, satyriasis, vulgarmente chamada morphéa”. &#039;&#039;Revista Medica Brasileira&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.I, n.9, p.494-499, janeiro 1842.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Reflexões sobre febre intermittente”. &#039;&#039;Annaes de Medicina&#039;&#039; &#039;&#039;Brasiliense, &#039;&#039;Rio de Janeiro, tomo 13º, Rio de Janeiro, 1847.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Memoria sobre a penetração do ar nas artérias”. &#039;&#039;Annaes de Medicina Brasiliense&#039;&#039;, Rio de Janeiro, tomo 14º, Rio de Janeiro, 1847.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Communicação do ar atmospherico com o systema arterial, demonstrada por experiencia”. (Lida em sessão da Academia imperial de medicina de 5 de maio de 1847). Rio de Janeiro: Typ. Imparcial, 1847.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Relatório sobre as medidas de salubridade reclamadas pela cidade do Rio de Janeiro”. Rio de Janeiro, 1851.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Exposição succinta do estado sanitário da cidade do Rio de Janeiro, e das medidas, que convem adoptar-se.” Rio de Janeiro, 27 de março de 1851.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Succinta exposição do movimento sanitário da cidade do Rio de Janeiro, durante o anno findo de 15 de abril de 1851 a 15 de abril de 1852, e em particular do movimento da febre amarella”. Rio de Janeiro, 1852.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Exposição do estado sanitário da capital do Império, apresentada ao ministério do império”. Rio de Janeiro, 1853.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Conseils: 1º, contre la propagation de la fièvre jaune; 2º pour son traitement a bord des navires”. Rio de Janeiro, 1853.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Exposição das medidas sanitárias, permanentes e occasionaes, reclamadas pela cidade do Rio de Janeiro, e reflexões ácerca da epidemia de febre amarella, para subir à presença de S. M. o Imperador”. Rio de Janeiro, 1854.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Aparelho para banho de vapor na casa do enfermo”. Rio de Janeiro, 1854.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Febres Intermitentes”. Rio de Janeiro, 1854.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Conselhos ao povo sobre os preceitos hygienicos que deve guardar no curso da epidemia de cholera-morbus e os meios de remediar os primeiros soffrimentos, pela commissão central de saúde pública”. Rio de Janeiro, 1855.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Relatorio ácerca do Cholera Morbus precedido de considerações sanitarias, relativas aos portos do Império para subir a Augusta Presença de S. M. o Imperador pelo Dr. Francisco de Paula Candido”. Rio de Janeiro, 1855.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Guia para o povo se dirigir no tratamento curativo e preservativo do cholera-morbus; reclamada por muitos senhores fazendeiros e pessoas do interior que estão longe dos recursos da côrte”. Rio de Janeiro, 1855.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “A atmosfera”. &#039;&#039;O Brasil Ilustrado. Publicação litteraria&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.1, n.1, p.3-4, 14 de março de 1855.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “&#039;&#039;O Brasil Ilustrado. Publicação litteraria&#039;&#039;”. Rio de Janeiro, 1855-1856.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “História da moléstia do Exmo. Sr. marquês do Paraná”. &#039;&#039;Jornal do Commercio&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 11/09/1856. (Escreveu este artigo juntamente com Antônio da Costa e Manoel Valladão Pimentel).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Relatório ácerca da salubridade pública, comprehendendo 1º A História succinta do Cholera- morbus no Império em 1855-1856; 2º A Discussão das providencias sanitarias que convem adoptar-se para subir a Augusta Presença de S. M. o Imperador”. Rio de Janeiro, 1856.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “A pepsina e a digestão ou notícia da pepsina e sua acção no organismo”. Rio de Janeiro, 1858.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Clamores da agricultura no Brazil e indicação dos meios facillimos de leva-la rapidamente à prosperidade, deduzidos tanto da experiência especial no Brazil como das receitas e admiráveis descobertas da chimica agrícola”. Rio de Janeiro: Typographia Universal de E. &amp;amp; Laemmert, 1859.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Relatório das medidas hygienicas reclamadas pela salubridade pública, etc.”. Rio de Janeiro, 1859.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Que a morféia se transmite de pais a filhos é fato que só poderá negar quem não praticou no Brasil Medicina, quem ainda não observou este mal perpetuar-se entre os descendentes dos morféticos”. [s.d.] [s.n.].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- ACADÊMICO Francisco de Paula Cândido. Patrono da Cadeira nº 20. Datilografado. Arquivo pessoal da Academia Nacional de Medicina. [Rio de Janeiro]: [s.n.], [s.d.]. ([[Fontes_de_informação#ANM|&amp;lt;u&amp;gt;ANM&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- BARBOSA, Plácido; REZENDE, Cassio Barbosa. &#039;&#039;&#039;Os Serviços de Saúde Pública no Brasil especialmente na cidade do Rio de Janeiro de 1808 a 1907 (esboço histórico e legislação). Primeiro volume (Esboço Histórico). &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1909. In: FIOCRUZ. Obras Raras Fiocruz. Acervo Digital de Obras Raras e Especiaes. Capturado em 28 set. 2020. Online.&amp;amp;nbsp; Disponível em: [https://www.obrasraras.fiocruz.br/media.details.php?mediaID=243 &amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;https://www.obrasraras.fiocruz.br/media.details.php?mediaID=24&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;]3&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- BRASIL. Decreto nº 598, de 14 de setembro de 1850.&amp;amp;nbsp;In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação.&amp;amp;nbsp; Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;[http://legis.senado.leg.br/norma/597608/publicacao?tipoDocumento=DPL-n&amp;amp;tipoTexto=PUB &amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;u&amp;gt;http://legis.senado.leg.br/norma/597608/publicacao?tipoDocumento=DPL-n&amp;amp;tipoTexto=PUB&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- BRASIL. Decreto nº 828, de 29 de setembro de 1851.&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação.&amp;amp;nbsp; Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://legis.senado.leg.br/norma/389622/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- BRASIL. Decreto nº 1.103, de 3 de janeiro de 1853.&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação.&amp;amp;nbsp; Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://legis.senado.leg.br/norma/391035/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- CANDIDO, Francisco de Paula. Succinta exposição do movimento sanitário da cidade do Rio de Janeiro, durante o anno findo de 15 de abril de 1851 a 15 de abril de 1852, e em particular do movimento da febre amarella. Rio de Janeiro, 15 de abril de 1852. In: RELATORIO apresentado à Assembléa Geral Legislativa na Quarta Sessão da Oitava Legislatura pelo Ministro e Secretario d´Estado dos Negócios do Império Visconde de Mont´Alegre. Rio de Janeiro, 1852. &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960)&#039;&#039;&#039;. Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://digitalcollections.crl.edu/record/1654?ln=en&amp;amp;v=uv#?xywh=-1362%2C-1%2C4451%2C3015&amp;amp;cv=56&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- CHRONICAS e noticias scientíficas. &#039;&#039;Annaes Brasilienses de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, n. 1, p.16, jun. 1864. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira&#039;&#039;&#039;. Capturado em 24 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:   &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/062014/2760&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- EM CASA de E. &amp;amp; H. Laemmert se acham expostos á venda por seis mil reis. &#039;&#039;Almanak Administrativo, Mercantil e Industrial da Corte e Provincia do Rio de Janeiro&#039;&#039;. Duodecimo anno (segunda serie VII). Rio de Janeiro: Em Casa dos Editores-Proprietarios Eduardo e Henrique Laemmert, 1855. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/062014/2760&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;-&amp;amp;nbsp; FRANCISCO de Paula Candido. In: BLAKE, Augusto Victorino Alves Sacramento. &#039;&#039;&#039;Diccionario Bibliographico Brazileiro. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1893. Terceiro volume&#039;&#039;&#039;. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1895. pp.71-73. In: Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin. Acervo Digital.&amp;amp;nbsp; Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/5433 &amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;u&amp;gt;https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/5433&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;]&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- FRANCISCO de Paula Cândido. In: ACADEMIA NACIONAL DE MEDICINA. Capturado em 8 out. 2020. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://www.anm.org.br/francisco-de-paula-candido/&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- LOBO, Francisco Bruno. &#039;&#039;&#039;O Ensino da medicina no Rio de Janeiro. v.IV.&#039;&#039;&#039;&amp;amp;nbsp; Rio de Janeiro: [s.n.], 1964. &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#ANM|&amp;lt;u&amp;gt;ANM&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- MAGALHÃES, Fernando. &#039;&#039;&#039;Centenário da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&#039;&#039;&#039;. Rio de Janeiro: Typ. A. P. Barthel, 1932.&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BN|&amp;lt;u&amp;gt;BN&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- NA SOCIEDADE Defensora da Liberdade e Independencia Nacional. &#039;&#039;Aurora Fluminense&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.7, n.952, p.3476-3478, 3 de setembro de 1834. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. Hemeroteca Digital Brasileira. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/706795/4158&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- O conselheiro Dr. Francisco de Paula Candido. &#039;&#039;Gazeta Médica do Rio de Janeiro, &#039;&#039;Rio de Janeiro, n.10, p. 109-111, 15 de maio de 1864.&amp;amp;nbsp; In: BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/809411/547&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- RELATORIO apresentado à Assembléa Geral Legislativa na Terceira Sessão da Nona Legislatura pelo Ministro e Secretario d´Estado dos Negócios do Império Luiz Pedreira de Couto Ferraz. Rio de Janeiro, Typographia Nacional, 1855. &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960)&#039;&#039;&#039;. Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://digitalcollections.crl.edu/record/1657?ln=en&amp;amp;v=uv#?xywh=-362%2C-382%2C3155%2C2255&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- RELATORIO apresentado à Assembléa Geral Legislativa na Quarta Sessão da Nona Legislatura pelo Ministro e Secretario d´Estado dos Negócios do Império Luiz Pedreira de Couto Ferraz. Rio de Janeiro, Typographia Nacional, 1856. &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960)&#039;&#039;&#039;. Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:  &amp;lt;u&amp;gt;https://digitalcollections.crl.edu/record/1659?ln=en&amp;amp;v=uv#?xywh=-1295%2C0%2C4541%2C3076&amp;amp;cv=1&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- RIO de Janeiro.&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;Aurora Fluminense&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.6, n.725, p.3096, 23 de janeiro de 1833. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/706795/3178&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- SANTOS FILHO, Lycurgo de Castro. &#039;&#039;&#039;História Geral da Medicina Brasileira.&#039;&#039;&#039; São Paulo: HUCITEC/EDUSP, 1991. v. 2.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCCBB|&amp;lt;u&amp;gt;BCCBB&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- SENNA, Nelson. Traços para o perfil de um brasileiro notável. O Cons. Francisco de Paula Cândido (1805-1864).&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;Nossa Terra&#039;&#039;, Rio de Janeiro, p.10-16, 1928.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- VASCONCELOS, Vasco Joaquim Smith de. &#039;&#039;&#039;Médicos e cirurgiões da Imperial Câmara. Reinados de D. Pedro I e D. Pedro II&#039;&#039;&#039;. Campinas, São Paulo: [Academia Campinense de Letras], 1964.&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BN|&amp;lt;u&amp;gt;BN&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa – Rodrigo Borges Monteiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Redação – Rodrigo Borges Monteiro, Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Revisão - Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Atualização - Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Forma de citação&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;{{SITENAME}}&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    [[Category:Verbetes]] [[Category:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ana.guedes</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=CASTRO,_FRANCISCO_DE&amp;diff=3884</id>
		<title>CASTRO, FRANCISCO DE</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=CASTRO,_FRANCISCO_DE&amp;diff=3884"/>
		<updated>2026-07-27T17:44:22Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ana.guedes: /* Fontes */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Outros nomes e/ou títulos:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;[[MENDAZZA,_LUCIANO_DE|Mendazza, Luciano de]]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Francisco de Castro nasceu em 17 de setembro de 1857, na cidade de Salvador (província da Bahia), e faleceu no Rio de Janeiro em 11 de outubro de 1901. Foi titular da cátedra de clínica propedêutica na então Faculdade de Medicina e Farmácia do Rio de Janeiro, diretor da Diretoria Sanitária Federal (1892), e segundo tenente médico do Hospital Militar da Guarnição da Corte. Era pai de Aloysio de Castro que posteriormente também foi professor de clínica propedêutica da faculdade.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Dados pessoais&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Francisco de Castro nasceu em 17 de setembro de 1857, na cidade de Salvador, então província da Bahia. Era filho único de Joaquim de Castro Guimarães, um negociante português, e de Maria Heloísa de Mattos Castro.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Francisco de Castro casou-se, em 1879, com Maria Joana Monteiro Pereira de Castro, e teve três filhos, entre eles Aloysio de Castro, que foi professor de clínica propedêutica (1904-1908), professor substituto e catedrático de patologia médica e de clínica médica (1915-1940), da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Faleceu, no Rio de Janeiro, em 11 de outubro de 1901, vítima de uma “pneumonia pestosa, contraída no exercício da clínica” (NAVA, 2004, p.79).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Trajetória profissional&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Francisco de Castro ficou órfão de mãe cedo, e seu pai, preocupado com a sua educação, encaminhou-o para o Ateneu Baiano. Em 1873, levado por seu pai, fez uma viagem à Paris, onde aperfeiçoou seus estudos, familiarizando-se com a língua francesa, a ponto de escrever versos em francês.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Iniciou o curso de medicina na [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DA_BAHIA|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina da Bahia&amp;lt;/u&amp;gt;]] em 1874, transferindo-se depois para a [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], mas concluindo na [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DA_BAHIA|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina da Bahia&amp;lt;/u&amp;gt;]], em 1879, com a dissertação intitulada “Da correlação das funções”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Retornou para a cidade do Rio de Janeiro, ainda em 1879, onde na então [[FACULDADE_DE_MEDICINA_E_FARMÁCIA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina e Farmácia do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], foi docente interino, regeu as cadeiras de patologia geral, fisiologia e de patologia interna até o ano de 1891, quando assumiu a cátedra de clínica propedêutica, recém criada a partir da Reforma Benjamin Constant. Naquela instituição foi discípulo de [[HOMEM,_JOÃO_VICENTE_TORRES|&amp;lt;u&amp;gt;João Vicente Torres Homem&amp;lt;/u&amp;gt;]], tendo ocupado o lugar de professor adjunto da 1ª cadeira de clínica médica por ele regida. Foi vice-diretor (1895) e diretor (nomeação em 16 de abril de 1901) da Faculdade. Foi concedida sua exoneração do cargo de diretor, a seu pedido, em 7 de agosto de 1901.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Segundo [[CASTRO,_ALOYSIO_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Aloysio de Castro&amp;lt;/u&amp;gt;]], seu filho, Francisco de Castro foi o responsável pela introdução da clínica propedêutica, o rigor dos métodos clínicos no exame, no ensino médico do país. Sua obra “Tratado de Clínica Propedêutica”, de 1896, foi considerada “o mais primoroso monumento da literatura médica nacional” (OLIVEIRA, 1940, p.317).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi professor de alemão da Escola Superior de Guerra (1888). Sua fluência na língua alemã serviu-lhe para introduzir teorias de cientistas alemães no ensino médico, como bem demonstrou em seu trabalho “Tratado de Clínica Propedêutica”, repleto de referências a cientistas alemães, franceses e norte-americanos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Francisco de Castro ministrava suas aulas utilizando-se de termos literários a todo o instante, nas quais eram sempre citados clássicos da literatura grega e latina.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1892 integrou, juntamente com &amp;lt;u&amp;gt;[[LACERDA FILHO, JOÃO BAPTISTA DE|João Batista de Lacerda]]&amp;lt;/u&amp;gt;, Joaquim Pinto Portella, José Borges Ribeiro da Costa e Augusto Cezar Diogo, a comissão designada pela [[ACADEMIA_NACIONAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Nacional de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]] para a análise das virtudes medicinais e composição das águas minerais.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ocupou, em 1892, o cargo de diretor na Diretoria Sanitária da Capital Federal, e posteriormente o de diretor-geral no&amp;amp;nbsp;[[INSTITUTO_SANITÁRIO_FEDERAL|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Sanitário Federal&amp;lt;/u&amp;gt;]] (1894-1897), surgido da fusão daquela Diretoria com o [[LABORATÓRIO_DE_BACTERIOLOGIA|&amp;lt;u&amp;gt;Laboratório de Bacteriologia&amp;lt;/u&amp;gt;]] a partir do decreto nº 1.647, de 12/01/1894. Este último posto por ele ocupado causou polêmica na época, motivando uma troca de acusações e de refutações ao longo do mês de outubro de 1894, quando foi acusado pelo deputado Antonio Furquim Werneck de Almeida de haver utilizado seus relacionamentos políticos para alcançar o referido cargo, e de que o [[INSTITUTO_SANITÁRIO_FEDERAL|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Sanitário Federal&amp;lt;/u&amp;gt;]] havia sido criado somente para lhe dar uma colocação. O mesmo deputado acusou-o, também, de haver se beneficiado de contatos políticos ao suprimir o curso de obstetrícia, professado por Augusto de Souza Brandão na [[FACULDADE_DE_MEDICINA_E_FARMÁCIA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina e Farmácia do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], e de ter reduzido a carga horária e abolido a obrigatoriedade do exame final nesta disciplina, diferentemente do que realizou com a disciplina de clínica propedêutica (CASTRO, 1894).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Antonio Furquim Werneck de Almeida também o acusou de ter tornado inoperante o Instituto Sanitário Federal, ao apresentar somente uma proposta, a de esterilização das mulheres carentes (invento Abel Parente). O invento, criado pelo médico Abel Parente, por tratar-se de um processo de esterilização da mulher, causou uma grande polêmica em 1893, envolvendo médicos, juristas, a Sociedade de Higiene do Brasil e a [[ACADEMIA_NACIONAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Nacional de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]]. Esta associação organizou uma comissão, formada por Agostinho José de Souza Lima, José Rodrigues dos Santos e Alfredo Nascimento e Silva, cujo parecer foi de que Abel Parente não deveria explorar comercialmente aquele invento. Dividiram-se as opiniões, e o promotor público Viveiros de Castro determinou, em 5 de fevereiro de 1893, que fosse instaurado um inquérito sobre os anúncios de Abel Parente sobre o processo científico que poderia prevenir a concepção, e que os lentes da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_E_FARMÁCIA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina e Farmácia do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]] deveriam manifestar-se a respeito. &amp;amp;nbsp;Francisco de Castro manifestou-se a favor de Abel Parente, tornando pública sua posição no trabalho “O invento Abel Parente no ponto de vista do direito criminal, da moral publica e da medicina clínica, em 1893. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Francisco de Castro, em seu discurso no ato de colação do grau de doutor em medicina, em 1897, destacou o princípio do segredo médico:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“No exercício da arte clínica, qualquer que seja o ramo predileto do vosso, há um princípio de deontologia que não desertareis em caso nenhum; princípio que é o eixo do vosso valor moral, a base da simpatia espontânea, da afeição desinteressada, da confiança efetiva dos vossos clientes; uma necessidade e um dever já unissonantemente reconhecidos e conclamados pelo sentimento dos povos cultos, muito antes que os antigos legisladores o houvessem fundido no bronze das leis, perpetuando-o nas provisões dos códigos escritos. Tal é, senhores, o segredo médico.” (CASTRO, 1902, p.5).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;[[CHAGAS,_CARLOS_RIBEIRO_JUSTINIANO|&amp;lt;u&amp;gt;Carlos Ribeiro Justiniano Chagas&amp;lt;/u&amp;gt;]], em discurso pronunciado no VII Congresso Brasileiro de Medicina e Cirurgia (1912), assim referiu-se a Francisco de Castro:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“o médico filósofo, que observava para raciocinar e sempre raciocinava para generalizar.&amp;lt;br/&amp;gt; Foi, sem dúvida, o maior espírito de síntese, a mais vasta erudição médica de nossos dias, o mestre que mais poderosa influência exerceu, entre nós, nos destinos da medicina clínica. Formulou grandes doutrinas, destruiu erros clássicos e perniciosos na prática médica, sistematizou, na nossa patologia, muitos fatos mórbidos que permaneciam na maior desordem. Possuía uma maneira toda sua de encarar o caso clínico, levando às aplicações da semiótica e às deduções da semiologia o determinismo de uma técnica e a lógica de um raciocínio que garantiam a verdade do diagnóstico e o acerto do prognóstico. Não havia ciência por fora aí onde não houvesse lógica por dentro, foi a frase que uma vez lhe ouvi e que sintetizava, na prática e no magistério, os predicados excepcionais de sua alta personalidade clínica. A crítica contemporânea, de imparcialidade duvidosa, dizia-o muitas vezes pouco prático. Não sei onde o acerto de semelhante julgamento, porquanto, na cabeceira do doente, em lições que se tornaram memoráveis, os ensinamentos do grande mestre frutificaram na formação de uma escola clínica ainda hoje representada em professores que honram o ensino e erguem bem alto a tradição de Castro. Conheci-o na fase mais fulgurante de sua carreira científica, quando à enfermaria de propedêutica afluíam numerosos discípulos que dele aprenderam os grandes princípios de fisio-patologia, que lhe ouviram sábios experientes conselhos de deontologia médica, que nele reconheciam o expoente máximo da arte médica naquela época. Era lapidar a frase do mestre, e quando se dirigia ao discípulo para avaliar de seu aproveitamento ou para sondar-lhe o coeficiente de aptidão pessoal, fazia-o com tal habilidade e tanta finura que de vez ficava ciente do quanto valia o argüido. Dos bons alunos nunca mais se esquecia e de quando em quando vinha submetê-los a novas provas de raciocínio ou experimentar neles aquele predicado a que votava grande importância, o senso médico, com que se nasce e não se adquire, conforme pensava Castro. O tratado de clínica propedêutica vai para expressar a grandeza da vida científica de Francisco de Castro”. (CHAGAS, 2003)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Francisco de Castro foi 2º cirurgião-tenente do Hospital Militar da Guarnição da Corte, nos anos de 1887 a 1889, de acordo com o&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Almanak Administrativo, Mercantil e Industrial do Imperio do Brazil&#039;&#039; do período.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1893 irrompeu a Revolta da Armada, em oposição ao governo de Floriano Peixoto, na qual o jurista Rui Barbosa teve participação e foi perseguido. Francisco de Castro era seu médico e amigo, e assim Rui Barbosa, a conselho de Tobias Barreto, buscou abrigo em sua residência. Além de amigo, Rui Barbosa era um admirador das idéias de Francisco de Castro no ensino de medicina.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No prefácio da obra “Discursos do Professor Francisco de Castro”, publicada em 1902, Rui Barbosa destacou as características de seu amigo médico:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Esse dom [da intuição médica], que caracteriza os grandes clínicos, de frustar o sigilo às moléstias mais dissimuladas tinha, em Francisco de Castro, ares de sobrenatural. Uma predestinação radiosa auxiliada por sua ´omnimoda` instrução nos vários elementos da medicina, armara-o com o diagnóstico impecável dos grandes mestres. (...) Psicologista profundo, patologista superior, prático de experiência infinita e de descortino incalculável, sua terapêutica era de uma simplicidade ideal”. (CASTRO, 1902, p. 10)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Candidatou-se a membro da [[ACADEMIA_NACIONAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Nacional de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]], tendo obtido o parecer de aprovação em 26 de julho de 1881, com a apresentação da memória “Dos centros corticaes psychogenicos. Foi eleito, em 10 de agosto de 1899, para a cadeira de nº 13 da Academia Brasileira de Letras, sucedendo a Alfredo d´Escragnolle Taunay (Visconde de Taunay), mas não chegou a tomar posse. É o patrono da cadeira nº 11 da Academia Petropolitana de Letras, criada em 1922.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi um dos redatores dos &#039;&#039;Annaes da Academia de Medicina&#039;&#039; e da &#039;&#039;Revista Brasileira &#039;&#039;(1879-1881), e colaborador da obra “Estante clássica”, da &#039;&#039;Revista de Língua Portuguesa&#039;&#039; (v. 4, 1921), e da &#039;&#039;Revista Acadêmica&#039;&#039; (1877-1878).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Francisco de Castro também foi orador, escritor e poeta, tendo sido atraído para o ambiente literário desde os tempos da faculdade, onde teve entre seus companheiros Guilherme de Castro, irmão de Castro Alves, poeta que era admirado por ele e que exerceu grande influência na sua poesia. Publicou poesias com o pseudônimo Luciano de Mendazza, e as reuniu em um volume intitulado “Harmonias errantes”, o qual foi prefaciado pelo escritor Machado de Assis.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi erguida uma estátua em sua homenagem, na sede da Faculdade de Medicina, então na Praia Vermelha, a qual foi posteriormente removida para o Centro de Ciências da Saúde, ao lado do Instituto de Biologia, no campus da atual Universidade Federal do Rio de Janeiro.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Produção intelectual&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Harmonias errantes”. Poesia. Introdução de Machado de Assis. 1878.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Correlação das funções; Secção accessoria: Therapeutica geral dos envenenamentos; Secção cirurgica: Da septicemia; Secção medica: Da susceptibilidade recurrente: these apresentada à faculdade de medicina do Rio de Janeiro a 23 de setembro de 1879 e sustentada na da Bahia a 13 de janeiro de 1880”. Tese (Doutoramento) –Bahia, 1880.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Dos centros corticaes psychogenicos”. Memoria apresentada á Academia Imperial de Medicina para obter o logar de membro titular. &#039;&#039;Annaes Brasilienses de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, tomo XXXIII, n.3, p.334-353, jan.- fev.- mar. de 1882.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Elogio historico dos academicos falecidos durante o anno acadêmico de 1884-1885 (sessão anniversaria em 30 de junho de 1885)”. Rio de Janeiro: Laemmert, 1885.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Elogio historico dos academicos falecidos durante o anno acadêmico de 1885-1886 (Academia Imperial de Medicina)”. Rio de Janeiro: Laemmert, 1886.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Elogio historico dos academicos falecidos durante o anno acadêmico de 1886-1887, na sessão aniversaria da Academia Imperial de Medicina em 30-06-1887”. Rio de Janeiro: Typographia de Laemmert &amp;amp; C., 1887. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Prognostico das molestias do coração”. Trad. do livro de Leyden.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Formas curaveis das moléstias chronicas do coração: inclusive a syphilis cardíaca: prelecção do Dr. Gabriel Mayer”. Traduzida e annotada pelo Dr. Francisco de Castro. Rio de Janeiro: [s.n.], 1889.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Elementos de clinica propedeutica. Exame physico do apparelho da respiração”. &#039;&#039;O Brazil- Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno VI, n.20, p.153-155, 1º de junho 1892.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Memoria historica da Faculdade de Medicina e Pharmacia do Rio de Janeiro relativa ao anno de 1891.” Rio de Janeiro: [s.n.], 1892.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Do prognostico das moléstias do coração pelo professor E. Layden: monographia traduzida e annotada”. Rio de Janeiro: [s.n.], 1892.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “O invento Abel Parente no ponto de vista do direito criminal, da moral publica e da medicina clinica”. Rio de Janeiro: [s.n.], 1893.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Polemica pessoal – sobre a privação da faculdade procriadora da mulher”. Rio de Janeiro: Companhia Typographia do Brazil, 1894.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Tratado de clinica propedeutica”. Rio de Janeiro: Laemmert, 1896-1900.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Discurso pronunciado no acto da collação do grau de Doutor em medicina.” Rio de Janeiro: Companhia Typographia do Brazil, 1897. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Discurso pronunciado na collação de grau aos doutorandos em medicina em 3 de fevereiro de 1899”. Rio de Janeiro: Typ. Leuzinger, 1899.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Discursos do Professor Francisco de Castro”. Prefácio do Dr. Ruy Barbosa Rio de Janeiro: Typ. Besnard Fréres, 1902.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Lições de clínica propedêutica”. São Paulo: Typ. Espíndola, 1905.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O ensino das moléstias tropicais e a rotina”. Rio de Janeiro: Typ. Jornal do Commercio, 1906.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Carta de Francisco de Castro a Rui Barbosa, explicando-lhe o que já foi feito em termos de higiene sanitária no Rio de Janeiro”. [s.l.]: [s.n.], [s.d.].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS. Francisco de Castro. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://www.academia.org.br/academicos/francisco-de-castro&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - ALMANAK Administrativo, Mercantil e Industrial do Imperio do Brazil para 1887. Obra Estatística e de Consulta Fundada em 1844 por Eduardo Von Laemmert reformada e novamente organizada por Arthur Sauer. Rio de Janeiro: Laemmert &amp;amp; C.,1887. &#039;&#039;&#039;Almanak Administrativo, Mercantil e Industrial do Rio de Janeiro (1844-1889).&#039;&#039;&#039; Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://digitalcollections.crl.edu/record/1365?ln=en&amp;amp;v=uv#?xywh=-328%2C-546%2C4910%2C3325&amp;lt;/u&amp;gt; &amp;lt;br/&amp;gt; - ALMANAK Administrativo, Mercantil e Industrial do Imperio do Brazil para 1888. Obra Estatística e de Consulta Fundada em 1844 por Eduardo Von Laemmert reformada e novamente organizada por Arthur Sauer. Rio de Janeiro: Laemmert &amp;amp; C.,1888. &#039;&#039;&#039;Almanak Administrativo, Mercantil e Industrial do Rio de Janeiro (1844-1889). &#039;&#039;&#039;Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://digitalcollections.crl.edu/record/1366?ln=en&amp;amp;v=uv#?xywh=-1373%2C0%2C4984%2C3376&amp;amp;cv=2&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - ALMANAK Administrativo, Mercantil e Industrial do Imperio do Brazil para 1889. Obra Estatística e de Consulta Fundada em 1844 por Eduardo Von Laemmert reformada e novamente organizada por Arthur Sauer. Rio de Janeiro: Laemmert &amp;amp; C.,1889. &#039;&#039;&#039;Almanak Administrativo, Mercantil e Industrial do Rio de Janeiro (1844-1889). &#039;&#039;&#039;Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://digitalcollections.crl.edu/record/1367?ln=en&amp;amp;v=uv#?xywh=-1375%2C0%2C4893%2C3314&amp;amp;cv=2&amp;lt;/u&amp;gt; &amp;lt;br/&amp;gt; - CASTRO, Aloysio de. &#039;&#039;&#039;Discursos, conferências, escritos vários.&#039;&#039;&#039; 2.ed. Rio de Janeiro: Casa Ed. Vecchi Ltda., 1957. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BN|&amp;lt;u&amp;gt;BN&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - CASTRO, Francisco de. &#039;&#039;&#039;Acadêmico Francisco de Castro.&#039;&#039;&#039; Datilografado. Arquivo pessoal da Academia Nacional de Medicina. [Rio de Janeiro]: [s.n.], [s.d.]. &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#ANM|&amp;lt;u&amp;gt;ANM&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - CASTRO, Francisco de. &#039;&#039;&#039;Discursos do Professor Francisco de Castro.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Typ. Besnard Frères, 1902. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BMANG|&amp;lt;u&amp;gt;BMANG&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - CASTRO, Francisco de. &#039;&#039;&#039;Polemica pessoal.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Comp. Typ. do Brazil, 1894. &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BN|&amp;lt;u&amp;gt;BN&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - CHAGAS, Carlos. Discurso pronunciado pelo Dr. Carlos Chagas na sessão solemne inaugural do VII Congresso Brasileiro de Medicina e Cirurgia. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE MEDICINA E CIRURGIA, 7. 1912, Bello Horizonte. &#039;&#039;&#039;Anais do Congresso Brasileiro de Medicina e Cirurgia.&#039;&#039;&#039; Bello Horizonte: Imprensa Official, 1912. v.1. p.25-35. &amp;lt;br/&amp;gt; - FRANCISCO de Castro. In: BLAKE, Augusto Victorino Alves Sacramento. &#039;&#039;&#039;Diccionario Bibliographico Brazileiro. Segundo volume.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1893. &amp;amp;nbsp;pp.425-426. &amp;amp;nbsp;In: Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin. Acervo Digital. &amp;amp;nbsp;Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/5422&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - FRANCISCO DE CASTRO. In: ACADEMIA NACIONAL DE MEDICINA. Capturado em 8 out. 2020. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://www.anm.org.br/francisco-de-castro/&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - LACAZ, Carlos da Silva. &#039;&#039;&#039;Vultos da Medicina Brasileira. &#039;&#039;&#039;São Paulo: Laboratório Pfizer do Brasil, 1971. &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - MAGALHÃES, Fernando. &#039;&#039;&#039;O Centenário da Faculdade de Medicina 1832-1932.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Tip. A. P. Barthel, 1932. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BMANG|&amp;lt;u&amp;gt;BMANG&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - NAVA, Pedro. NAVA, Pedro. Aloysio de Castro, o Gentil-homem da Medicina Brasileira. In: ______________. &#039;&#039;&#039;A medicina de Os Lusíadas e outros textos.&#039;&#039;&#039; Cotia, São Paulo: Ateliê Editorial, 2004. p.73-101. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - OLIVEIRA, Oswaldo de. O Ensino de Clínica Médica na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro. (Vultos do passado). In: RIBEIRO, Leonídio. &#039;&#039;&#039;Medicina no Brasil.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1940. &amp;amp;nbsp;p.309-319. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - PEREIRA JÚNIOR, J.J. Vida e Obra do Professor Aloysio de Castro. &#039;&#039;&#039;Acta Médica Chirurgica Brasiliense&#039;&#039;&#039;, v.5, n.4, p.40-42, abr./jun. 1980. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#CCS-UFRJ|&amp;lt;u&amp;gt;CCS-UFRJ&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - SANTOS FILHO, Lycurgo de Castro. &#039;&#039;&#039;História Geral da Medicina Brasileira.&#039;&#039;&#039; São Paulo: HUCITEC/EDUSP, 1991. v. 2. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCCBB|&amp;lt;u&amp;gt;BCCBB&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa – Lucilia Maria Esteves Santiso Dieguez, Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Redação – Lucilia Maria Esteves Santiso Dieguez, Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Revisão – Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Forma de citação&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;{{SITENAME}}&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    [[Category:Verbetes]] [[Category:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ana.guedes</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=CYSNEIROS,_FRANCISCO_FREIRE_ALLEM%C3%83O_DE&amp;diff=3883</id>
		<title>CYSNEIROS, FRANCISCO FREIRE ALLEMÃO DE</title>
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		<updated>2026-07-27T17:34:21Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ana.guedes: /* Fontes */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Outros nomes e/ou títulos:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;[[FREIRE_ALLEMÃO,_FRANCISCO|Freire Allemão, Francisco]]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Francisco Freire Allemão de Cysneiros nasceu em 24 de julho de 1797, na freguesia de Nossa Senhora do Desterro de Campo Grande, província do Rio de Janeiro. Diplomou-se na Academia Médico-Cirúrgica do Rio de Janeiro em 1827, como cirurgião-aprovado, e doutorou-se em medicina na Faculté de Médecine de Paris, em 1831. Foi lente de botânica médica e princípios elementares de zoologia na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, fundador e presidente da Sociedade Velosiana de Ciências Naturais, e presidente da Sociedade de Medicina do Rio de Janeiro. Faleceu em 11 de novembro de 1874, no mesmo local de nascimento.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Dados pessoais&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Francisco Freire Allemão de Cysneiros nasceu em 24 de fevereiro de 1797, na antiga Fazenda do Mendanha, situada na freguesia de Nossa Senhora do Desterro de Campo Grande (atualmente na zona oeste da cidade do Rio de Janeiro), onde fixou residência. Era filho de João Freire Allemão e de Feliciana Angélica do Espírito Santo, lavradores da região da Serra do Mendanha, localizada na referida freguesia.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi membro do Conselho de Sua Majestade, Comendador da Ordem da Rosa, Comendador da Ordem de Cristo, e Comendador da Ordem de Francisco I do Reino de Nápoles.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Faleceu em 11 de novembro de 1874, no mesmo local de nascimento.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Trajetória profissional&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Francisco Freire Allemão de Cysneiros, por não possuir os recursos financeiros necessários para dedicar-se à carreira científica, inicialmente tornou-se sacristão (BLAKE, 1893). Outros autores, afirmam que seu pai o alistou na milícia de segunda linha, para evitar que ele fosse recrutado para as lutas que ocorriam na província da Cisplatina desde 1801 (ACADÊMICO, [s.d.]). Sua mãe, então não satisfeita com tal solução, teria solicitado ao padre Luis Pereira Duarte que o aceitasse como sacristão, e assim pudesse retirar-se do serviço de milícia, o que de fato ocorreu. Na convivência com Luis Pereira Duarte, seu protetor, Francisco Freire Allemão de Cysneiros aprendeu a gramática latina. Ingressou no Seminário Episcopal São José, na cidade do Rio de Janeiro, em março de 1817, onde teve lições de história da Igreja, teologia moral e dogmática, grego, francês, inglês, espanhol, hebraico, latim, e participou dos cursos de física e mecânica.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Decidiu pelo abandono da carreira sacerdotal, e permaneceu na Corte, onde proferiu aulas particulares de latim, para rapazes, e de primeiras letras para moças, das quais retirava seu meio de sustento. As dificuldades de ordem financeira o impediam de ingressar em uma escola de medicina, e face à esta situação seu irmão mais velho, Antônio Freire Allemão de Cysneiros que cursava o segundo ano da [[ACADEMIA_MÉDICO-CIRÚRGICA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Médico-Cirúrgica do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], deu-lhe ajuda financeira e também os primeiros ensinamentos de osteologia (tratado dos ossos).&amp;lt;br/&amp;gt; Em 1822 ingressou na&amp;amp;nbsp;[[ACADEMIA_MÉDICO-CIRÚRGICA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Médico-Cirúrgica do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], onde diplomou-se como cirurgião-aprovado, em 1827. Freqüentou a Université de Paris, a convite do Governo francês, quando foi aluno do químico Jean-Baptiste Dumas (1800-1884) e do naturalista Georges Léopold Chrétien Frédéric Dagobert, o Barão Cuvier (1769-1832). Doutorou-se em medicina na Faculte de Médecine de Paris, em 1831, com defesa da tese intitulada “Dissertation sur le goitre”. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Participou, junto ao Exército Imperial, da Guerra da Cisplatina (1825-1828) no sul do país, obtendo posteriormente dispensa militar, e retornando à Corte na cidade do Rio de Janeiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi lente de botânica e zoologia médicas (1833-1853) da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], sendo jubilado em 1853. Seu curso de botânica médica e princípios elementares de zoologia apresentava lições teóricas orais e demonstrações práticas com espécies vegetais, e também proporcionava aos alunos excursões botânicas pelo Rio de Janeiro (SANTOS FILHO, 1991).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Francisco Freire Allemão de Cysneiros foi suplente de deputado pela Assembléia Legislativa Provincial, do Rio de Janeiro, na 1ª legislatura (1835-1837).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi nomeado médico da Imperial Câmara em 1840, e acredita-se que tal indicação decorreu do fato de Francisco Freire Allemão de Cysneiros ter conseguido curar o Imperador Pedro II, acometido de ameaça de congestão cerebral (COORDENAÇÃO, 1974). Integrou a comitiva imperial (1843), encarregada de acompanhar a vinda, de Nápoles ao Rio de Janeiro, da noiva do Imperador Pedro II, a então princesa D. Teresa Cristina, irmã de D. Fernando (Rei das Duas Sicílias). Posteriormente foi professor de botânica das princesas Isabel e Leopoldina.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;De 1858 a 1866 foi lente da seção de ciências físicas e naturais na Escola Central, onde lecionou a cadeira de botânica, e recebeu o título de major, como determinava o regulamento daquela instituição. Era numerosa a platéia que o assistia em suas preleções, contando, além dos alunos matriculados, de todos os lentes catedráticos e opositores daquela escola (GAMA, 1875). Como sinal do reconhecimento e admiração dos alunos, Francisco Freire Allemão de Cysneiros recebeu, ao final, um microscópio composto de regular amplificação, no qual havia gravado seu nome, a data e a origem de tal oferecimento (GAMA, 1875). Participaram deste oferecimento Antonio Pereira Rebouças Filho, André Pinto Rebouças, Leovegildo José Coelho, e José Corrêa de Aguiar.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi presidente e chefe da seção botânica da Comissão Científica de Exploração (1859-1861), proposta pelo Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, que era composta de naturalistas e de engenheiros e tinha como objetivo a exploração científica das províncias do norte e nordeste do país. Esta Comissão, que ficou conhecida como “Comissão das Borboletas”, foi concretizada pela Lei de Orçamento e Despesas para os anos de 1857 e 1858, e organizou-se por seções: Botânica (Francisco Freire Allemão de Cysneiros), Geológica e Mineralógica (Guilherme Schüch de Capanema), Zoológica (Manoel Ferreira Lagos), Astronômica e Geográfica (Giacomo Raja Gabaglia), Etnográfica e Narrativa da Viagem (Antônio Gonçalves Dias). A Comissão deixou o Rio de Janeiro em 26 de janeiro de 1859, e percorreu as províncias do Ceará, Piauí, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte, tendo sido chefiada por Manoel Ferreira Lagos. Nesta viagem Francisco Freire Allemão de Cysneiros teve a seu lado, Manoel Freire Allemão, seu sobrinho. No Ceará foram colhidas 20.000 amostras de plantas, e muitas destas amostras, assim como instrumentos e outros materiais, foram incorporados ao acervo do então &amp;lt;u&amp;gt;[[MUSEU IMPERIAL E NACIONAL|Museu Imperial e Nacional]]&amp;lt;/u&amp;gt;, no Rio de Janeiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Francisco Freire Allemão de Cysneiros participou de diversas associações profissionais e sociedades médicas, tendo feito parte do primeiro quadro da [[SOCIEDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Sociedade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], posteriormente denominada [[ACADEMIA_IMPERIAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Imperial de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]], da qual foi presidente em duas ocasiões (3º trimestre de 1832; 1838-1839). Foi sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, da &amp;lt;u&amp;gt;[[SOCIEDADE AUXILIADORA DA INDUSTRIA NACIONAL|Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional]]&amp;lt;/u&amp;gt; e da Sociedade Philomatica, membro honorário do [[IMPERIAL INSTITUTO MÉDICO FLUMINENSE|&amp;lt;u&amp;gt;Imperial Instituto Médico Fluminense&amp;lt;/u&amp;gt;]], fundador e presidente da Sociedade Vilniana do Rio de Janeiro (1850-1856), e presidente da Sociedade Valenciana. Presidiu, em 1874, a comissão de botânica e zoologia do [[INSTITUTO_FARMACÊUTICO_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Farmacêutico do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi fundador e presidente da [[SOCIEDADE_VELOSIANA_DE_CIÊNCIAS_NATURAIS|&amp;lt;u&amp;gt;Sociedade Velosiana de Ciências Naturais&amp;lt;/u&amp;gt;]], cuja sessão preparatória realizou-se, em 27 de julho de 1850, no &amp;lt;u&amp;gt;[[MUSEU IMPERIAL E NACIONAL|Museu Imperial e Nacional]]&amp;lt;/u&amp;gt;, e teve sua sessão de abertura no dia 18 de outubro do mesmo ano. Esta associação foi idealizada por Francisco Freire Allemão de Cysneiros, com a idéia de reunir naturalistas na capital do Império, para estudar todos os objetos pertencentes à história natural do Brasil. Segundo Maria Margaret Lopes (1997), seu rigor científico e sua compreensão sobre o quadro das ciências naturais no Brasil, o teria levado a restringir, inicialmente, o número de sócios, incorporando somente aqueles que tenham produzido trabalhos originais nos campos da zoologia, botânica e mineralogia. A [[SOCIEDADE_VELOSIANA_DE_CIÊNCIAS_NATURAIS|&amp;lt;u&amp;gt;Sociedade Velosiana de Ciências Naturais&amp;lt;/u&amp;gt;]] era organizada por comissões permanentes, de mineralogia, de zoologia, de língua indígena, e de botânica, da qual ele próprio participava.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1866, presidiu a comissão, da qual participavam Ladislau de Souza Mello Netto e Custódio Alves Serrão, destinada ao estudo e classificação de vegetais para o pavilhão brasileiro na Exposição Universal, a realizar-se em Paris no ano seguinte.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 10 de fevereiro de 1866 foi nomeado diretor do [[MUSEU_IMPERIAL_E_NACIONAL|&amp;lt;u&amp;gt;Museu Imperial e Nacional&amp;lt;/u&amp;gt;]], cargo que ocupou até o ano de 1870, embora problemas de saúde o tenham afastado desta função em alguns momentos.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A fitografia, a histologia e a fisiologia vegetal foram, por mais de meio século, objetos de seus estudos e descobertas, especialmente as plantas dicotiledôneas. Seus estudos sobre as espécies vegetais do Brasil eram geralmente enviados à Europa, e muitos lhe conferiram a fama de “primeiro fitografista da América do Sul” (GAMA, 1875, p.71). Era um ótimo desenhista, e realizou inúmeras herborizações, durante as quais observava cuidadosamente todos os detalhes, calculava a altura do tronco, media sua circunferência, e indagava a respeito do nome vulgar e das propriedades. As amostras colhidas eram analisadas, e caso fossem de espécies desconhecidas nos anais da fitografia, procedia com todos os procedimentos necessários para a apresentação de um tipo novo.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Francisco Freire Allemão de Cysneiros descreveu muitas plantas, sendo que muitas destas conservam o nome dado por ele, e criou numerosos gêneros: &#039;&#039;Acantinophyllum &#039;&#039;(família Artocarpeas), &#039;&#039;Andradea &#039;&#039;(família Nictagineas), &amp;amp;nbsp;&#039;&#039;Arariba &#039;&#039;(família Rubiaceas), &#039;&#039;Ferreirea &#039;&#039;(família Leguminosas), &#039;&#039;Geissospermum &#039;&#039;(família Apocyneas), &#039;&#039;Hieronima &#039;&#039;(família Euphorbiaceas), &#039;&#039;Myracroduon&#039;&#039; (família Therebinthaceas), &#039;&#039;Myroscarpus &#039;&#039;(família Leguminosas), &#039;&#039;Myrospermum &#039;&#039;(família Leguminosas), &#039;&#039;Ophtalmoblapton &#039;&#039;(família Euphorbiaceas), Silvia (família Laurineas) , &#039;&#039;Soaresia &#039;&#039;(família Artocarpeas), &#039;&#039;Torresia &#039;&#039;(família Leguminosas), &#039;&#039;Vazea &#039;&#039;(família Olacineas), &#039;&#039;Vicentia &#039;&#039;(família Combretaceas) &amp;amp;nbsp;(GAMA, 1875, p.78).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Francisco Freire Allemão de Cysneiros, segundo José Saldanha da Gama (1875), cunhou o nome científico a 45 tipos da flora brasileira: &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; &#039;&#039;Andradea floribunda&#039;&#039; (nome vulgar: tapaciriba), &#039;&#039;Geissospermum Vellosii&#039;&#039; (pau-pereira), &#039;&#039;Aspidosperma peroba&#039;&#039; (peroba), &#039;&#039;Aspidosperma eburneum&#039;&#039; (pequiá-marfim), &#039;&#039;Aspidosperma sessiliflórum&#039;&#039; (pequiá), &#039;&#039;Soaresia nitida&#039;&#039; (oiticica), &#039;&#039;Acantinophyllum strepitans&#039;&#039; (bainha de espada), &#039;&#039;Brosimum luteum&#039;&#039; (oitis amarelo), &#039;&#039;Brosimum luteum condurú&#039;&#039; (condurú), &#039;&#039;Hieronima alchorpiodes&#039;&#039; (urucurana), &#039;&#039;Ophtalmoblapton macrophylum&#039;&#039; (santa luzia), &#039;&#039;Silvia navalium&#039;&#039; (tapinhoã), &#039;&#039;Vazea iudurata&#039;&#039; (tatú), &#039;&#039;Vicentia acuminata&#039;&#039; (guarajuba), &#039;&#039;Terminalis tingens&#039;&#039; (merendiba), &#039;&#039;Arariba rubescens&#039;&#039; (araiba vermelha), &#039;&#039;Arariba rubescens veridiflora&#039;&#039; (arariba branca), &#039;&#039;Myracrodum urundeuva&#039;&#039; (aroeira), &#039;&#039;Astronium commune&#039;&#039; (ubatan), &#039;&#039;Astronium mirandum&#039;&#039; (chibatan), &#039;&#039;Galipea dichetoma&#039;&#039; (arapoca), &#039;&#039;Myrospermum erythroxylam&#039;&#039; (óleo vermelho), &#039;&#039;Myrocarpus frondosus&#039;&#039; (óleo pardo), &#039;&#039;Myrocarpus fastigiatus&#039;&#039; (cabureiba), Ferreirea&#039;&#039;spectabillis&#039;&#039; (falsa sucupira), &#039;&#039;Torresia Cearensis &#039;&#039;(pau de cumarú), &#039;&#039;Apuleia polygama&#039;&#039; (garapeapunha), &#039;&#039;Dalbergia nigra&#039;&#039; (cabiúna), &#039;&#039;Marchaerium firmum&#039;&#039; (jaracarandá-roxo), &#039;&#039;Marchaerium incorruptibile&#039;&#039; (jacarandá-tan), &#039;&#039;Enterolobium lutecens&#039;&#039; (vinhático), &#039;&#039;Acacia maleolens&#039;&#039; (falso vinhático), &#039;&#039;Hymenorea mirabilis&#039;&#039; (jatobá), &#039;&#039;Peltogyne Guarubú&#039;&#039; (guarubú), &#039;&#039;Moldenbattera speciosa&#039;&#039; (guaraçaí), &#039;&#039;Echirospermum Balthasarii &#039;&#039;(vinhático), &#039;&#039;Copaífera utilissima&#039;&#039; (copaíba vermelha), &#039;&#039;Mimusops elata&#039;&#039; (maçaranduba), &#039;&#039;Lucuma gigantes&#039;&#039; (jaquá), &#039;&#039;Lucuma fissilis&#039;&#039; (guaraitá), &#039;&#039;Sideroxylon vastum&#039;&#039; (bacomixá), &#039;&#039;Tecoma curialis&#039;&#039; (ipê-roxo), &#039;&#039;Tecoma leucantha&#039;&#039; (ipê-branco), &#039;&#039;Cordia oncocalyx &#039;&#039;(pau-branco), e &#039;&#039;Jussiaea fluctuans&#039;&#039;.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Segundo Maria Margaret Lopes (1997) muitos destes tipos novos foram admitidos na “Flora Brasiliense”, de Karl Friedrich Philipp von Martius, alguns foram incorporados como sinonímias, e vários se mantiveram até os dias atuais.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;  &amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Produção intelectual&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Dissertation sur le goitre: thèse presentée et soutenue à la faculté de Medecine de Paris, le 10 decembre 1831, pour obtenir le grade de dccteur en medecine”. Paris, 1831.&amp;lt;br/&amp;gt; - “These de concurso à cadeira de botanica e zoologia da escola de medicina do Rio de Janeiro”. Rio de Janeiro: [s.n.], 1833.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Relatório sobre a Santa Casa da Misericórdia”. Rio de Janeiro: [s.n.], 1833-1834.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Estudos botanicos e descripções de planaras brazileiras”. &amp;amp;nbsp;Rio de Janeiro: [s.n.],1834-1866. 17 vols.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Observações meteorologicas feitas no Rio de Janeiro”. &#039;&#039;Revista Fluminense&#039;&#039;, Rio de Janeiro, tomo 2º, p.206, 318, 462; tomo 3º, p.64, 192, 224, 382; tomo 4º, p.40, 232, 342 e 437, 1837.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Combretacea Vicencia (gênero novo), Deceminata (espécie nova). In: SEUS Trabalhos botânicos, 6. [s.l], [s.n.], 1844.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Exposição de alguns fatos a respeito da desfolha e florescência das árvores, na Província do Rio de Janeiro, acompanhada de considerações gerais”. [Manuscrito]. [s.l.], [00/12/1845].&amp;lt;br/&amp;gt; - “Nyctagenea. Gênero – Andradea; Espécie – Floribunda”. [s.l.], [s.n.], 1845.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Ensaio monográfico das Dorstenias (capiás) que nascem nos arredores do Rio de Janeiro”. [Manuscrito]. [s.l.], 00/01/1846.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Apocynea; Geissospermo de Velloso”. Rio de Janeiro: Laemmert, 1846.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Iridia. Gen. Novum – Poarchon species fluminensis. Nome vulgar: Maririço ou Baririço.” &amp;amp;nbsp;Rio de Janeiro: F. M. Ferreira, 1846.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Cousas mais notaveis da Jatropha curcas (Pinhoes)”. [Manuscrito]. [s.l.], 23-29/12/1846.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Relatório acerca das quinas de Patayó”. &#039;&#039;Annaes Brazilienses de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, p.160, 1846-1847.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Leguminosa. Myricarpe Fastigiade. Nomes vulgares: cabureiba óleo pardo”. Rio de Janeiro: Typ. Archivo Medico Brazileiro, 1847.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Parecer da commissão especial, encarrregada de ajuizar o merito de duas memorias offerecidas em concurso sobre o melhor plano de escrever a historia antiga e moderna do Brazil, em 1847.”&amp;lt;br/&amp;gt; - “Descrição botânica da planta chamada vulgarmente gôlfo em português; e na língua indígena gigoga”. [Manuscrito]. [s.l.], 00/11/1847.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Leguminosa; Myrocarp frardosa. Nome vulgar: óleo pardo”. Rio de Janeiro: Typ. Archivo Medico Brazileiro, 1848.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Euphorbiacea; Jeronima Alchorneioide... Nome vulgar: Urucurana.” Rio de Janeiro: Typ. Archivo Medico Brazileiro, 1848.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sopra alcuni nueve generi di piante brasiliane”. Nápoles: Rendicnto, 1848.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Descrição de duas plantas: Silvia dos arsenaes e mirocarpo fastigiato.” Rio de Janeiro: [s.n.], 1849.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Apontamentos [sobre a conservação e corte de madeiras de construção naval]”. [Manuscrito]. Engenho Velho, 04/10/1849.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Relação de algumas árvores que floresceram de 1848 a 1849”. [Manuscrito]. [s.l.], 30/11/1849.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Estatutos da Sociedade Vellosiana do Rio de Janeiro”. Rio de Janeiro: [s.n.], 1850.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Exercícios botânicos. Memória 1ª. Sôbre a estrutura e função dos pêlos excretores da nossa urtiga braba (urtica nitida da Flora Fluminensis)”. [Manuscrito]. [s.l.], 11/12/1850.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Geissospermum de Vellozo, ou páo pereira, páo forquilha, páo de ponte, camará de bilro, etc&amp;quot;. &#039;&#039;Archivo Medico Brazileiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, tomo 2º, p.73, 1850. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Machroerium heteropterum, angelim”. 1850.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Poarchoa fluminensis ou maririço, e Silvia dos arsenaes ou tapinhoan”. &#039;&#039;Archivo Medico Brazileiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, tomo 3º, p.73 e 265, 1850. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Myrocarpo fastigiado, oleo pardo ou cabureida, e Jeronima alchorneoide ou urucurana”.&#039;&#039;Archivo Medico Brazileiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, tomo 4º, p.25 e 169, 1850.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Apontamentos que poderão servir para a história das árvores florestais do Brasil, particularmente das do Rio de Janeiro. 2ª leitura”. [Manuscrito]. [s.l.] ,1851.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Exercícios botânicos ou memórias concernentes à anatomia e fisiologia das plantas, lidas na Sociedade Vellosiana do Rio de Janeiro por Francisco Freire Allemão. In: SOCIEDADE VELLOSIANA. &#039;&#039;&#039;Biblioteca Guanabarense&#039;&#039;&#039;. &amp;amp;nbsp;p.33-36, [1851].&amp;lt;br/&amp;gt; - “Trypetes sessiliflora”. &#039;&#039;Minerva Braziliense&#039;&#039;, Rio de Janeiro, tomo 2º, p.737, 1851.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Ophtalmoblapton macrophyllum”. &#039;&#039;Guanabara&#039;&#039;, Rio de Janeiro, tomo 1º, p.14, 1851.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Comentarios à parte botanica de Gabriel Soares”. [Manuscrito]. [s.l.], 1851.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Reflexões sobre a estrutura das Pisônias”. [Manuscrito]. Mendanha, 30/01/1851.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Exercícios botânicos. Memoria 3ª. Origem e desenvolvimento dos vasos nos embriões da Jatropha curcas, e da Aleurites triloba, durante a sua germinação e algumas considerações daí deduzidas”. [Manuscrito]. [s.l.], 09/05/1851.&amp;lt;br/&amp;gt; - Exercícios botânicos. Memória 2ª. Considerações sobre a estrutura e usos de algnus pêlos, e órgãos análogos”. [Manuscrito]. [s.l.], 04/07/1851.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Apontamentos que poderão servir para a história das árvores florestais do Brasil, particularmente das do Rio de Janeiro. 1ª leitura”. In: SOCIEDADE VELLOSIANA. &#039;&#039;&#039;Biblioteca Guanabarense&#039;&#039;&#039;, p.53-59. [s.l.] 18/08/1851.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Exercícios botânicos. Memoria 3ª. Origem e desenvolvimento dos vasos nos embriões da Jatropha curcas, e da Aleurites moluccana durante a sua germinação e algumas considerações daí deduzidas”. In: SOCIEDADE VELLOSIANA. &#039;&#039;&#039;Biblioteca Guanabarense&#039;&#039;&#039;. Rio de Janeiro, [1851]. p. 101-106.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Exercícios botânicos. Memoria 4ª. Sobre a estrutura do caule das Nictagíneas”. [Manuscrito]. [s.l.], 29/08/1851.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - &amp;quot;Será verdade, será possível, que durante uma seca, um dos sinais de chuva próxima seja o aumento das águas das fontes?&amp;quot; [Manuscrito], [s.l.], [00/06/1852].&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp;- “Exercícios botânicos. Memoria 5ª. Algumas considerações, e fatos novos concernentes à estrutura das flôres frutos da Embaiceira (Concropia peltata) que devem servir para se completar a história dos caracteres do gênero Cecrepia”. [Manuscrito]. [s.l.], 14/07/1852 e 15/01/1858.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Exercícios botânicos. Memória 7ª. Exposição de dois fatos observados nas folhas de duas espécies de Guarea e nas de Citrus decumana que me pareceram dignos de atenção”. [Manuscrito]. [s.l.], 15/09/1852.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Comunicações [sobre árvores floreestais]”. [Manuscrito]. [s.l.], 1852.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Estudo de uma orquidea ... colhida em um tronco de árvores pode. Habonaria”. [Manuscrito]. Mendanha, 22/01/1852.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Exercícios botânicos. Memória 8ª. Observações microscópicas a respeito da formação do sistema vascular nas plantas fanerógamas”. [Manuscrito]. [s.l.], [1853].&amp;lt;br/&amp;gt; - “Carta a [Domenico] Vandelli, declarando haver recebido e lido dois trabalhos deste”. [Manuscrito]. [Rio de Janeiro], 22/03/1853.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Exame comparativo das duas espécies de verbenas: a de Caracas e a nossa”. [Manuscrito]. [s.l.], 00/05/1853.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Carta a [Guilherme Schüch de Capanema] fazendo comentários a certa espécie botânica”. [Manuscrito]. Porangaba, 15/05/1855.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Quais são as principaes plantas que se acham acclimadas no Brazil: memoria lida no Instituto Historico e Geographico&amp;quot;. &#039;&#039;Revista trimensal do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, tomo 19, p.539-578, 1856.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Cana-de-açúcar. Investigações da sua introdução no Brasil. Conferência pronunciada na sala&amp;amp;nbsp;do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, 16 de maio de 1856”. Rio de Janeiro: Tip. Serv. Inform. Do Ministério da Agricultura, 1929.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O cafezeiro (caffea arabica, Lin.)”. [Manuscrito]. [s.l.], 16/05/1856.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Leguminosa, gênero. Myropernum, Jacq., Sp. Erythexylum, Nobis, Nome trivial: óleo vermelho. 1851”.&#039;&#039;Revista Brasileira&#039;&#039;, I, 1857-1858.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Descrição do vaginulus reclusus”. &#039;&#039;Revista Brazileira&#039;&#039;, Rio de Janeiro, tomo 1º, p.214-217, 1857.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O vagimulus reclusus”. &#039;&#039;Archivos Palestra Científica&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 1858.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Hyeronima alchorneoides, urucurana.” Revista Brazileira, Rio de Janeiro, p.56, 1857.&#039;&#039;Archivos da Palestra Scientifica&#039;&#039;, Rio de Janeiro, p. 146-149, 1858.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Chá (thea viridis)”. [Manuscrito]. [s.l.], 00/08/1858.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Descrição de uma euforbiácea cujos caracteres parece que a constituem representante de um gênero nov. [Hexadenia ferox, n.v. Bainha de espada]”. [Manuscrito]. [s.l.], 00/10/1857 e 11/06/1858.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Algumas considerações e alguns fatos novos, concernentes à estrutura da flor e fruto de Embaíba, cecropie peltada”. Rio de Janeiro: [s.n.], 1859.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Carta a [Alphonse] de Candolle, agradecendo a oferta de algumas memórias e enviando trabalhos seus”. [Manuscrito]. [Crato], 25/01/1859.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Viagem a Mucuripe em 9 de março [de 1859]”. [Manuscrito]. [s.l.], 09/03/1859.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Viagem à Vila Velha, e Barra do Ceará&amp;quot;. [Manuscrito]. [s.l.], 02/05/1859.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Invernos do Ceará”. [Manuscrito]. Fortaleza, 03/05/1859.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Passeio a jacareí, sítio do Sr. Sabóia”. [Manuscrito]. [s.l.], 08/05/[1859].&amp;lt;br/&amp;gt; - “Ascensão à Serra da Aratanha”. [Manuscrito]. Paracatuba, 18/05/1859.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Viagem ao rio Baú”. [Manuscrito]. [s.l.], 15-16/06/1859.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Viagem de Fortaleza a Aracati”. [Manuscrito]. [s.l.], 16-24/08/1859.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Passeio ao Cumbe”. [Manuscrito]. [Fortaleza], 25/08/[1859].&amp;lt;br/&amp;gt; - “Visita ao Cumbe”. [Manuscrito]. Aracati, 02/09/1859.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Viagem de Aracati ao Crato”. [Manuscrito]. [s.l.], 15/09/[s.a.]-06/10/1859.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Vista de uma parte da Cidade do Crato, e de Araripe, tomada de uma janela do sobrado, em que está a Comissão, na Rua do Fogo”. [Manuscrito]. [Crato], 00/10/1859.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Pássaros no vale do Jaguaribe, de Aracati até Icó”. [Manuscrito]. [s.l.], 13/10/1859.&amp;lt;br/&amp;gt; - “[Flora Cearense]”. [Manuscrito]. [s.l.], 1859-1861.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Apontamentos para a crônica da Província do Ceará”. [Manuscrito]. [Crato], [00/02/1860].&amp;lt;br/&amp;gt; - “O inverno do Cariri”. [Manuscrito]. Crato, 12/02/1860.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Carta da viagem que fiz do Crato ao Exu, Jardim e Barbalha – de 30 de janeiro a 8 de fevereiro, andando mais de 40 léguas”. [Manuscrito]. Crato, 15/02/1860.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Conceitos populares a respeito de tesouros e riquezas do país”. [Manuscrito]. [Fortaleza], 05/05/1860.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - &amp;quot;Sentimento da gente do Ceará a respeito da Comissão&amp;quot;. [Manuscrito]. [Fortaleza], 15/05/1860.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Viagem do Ceará ao Rio de Janeiro no vapor Cruzeiro do Sul”. [Manuscrito]. [s.l], 27/061860-07/07/1860.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Volta do Rio para o Ceará”. [Manuscrito]. [s.l.], 24/08/1860-09/09/1860.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Vista da Serra Grande tomada da varanda da casa em que estou arranchado”. [Manuscrito]. Marruais, 24/10/1860.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - &amp;quot;Diversos modos de suspender a rede no Ceará&amp;quot;. [Manuscrito]. [São Pedro], [00/11/1860].&amp;lt;br/&amp;gt; - “Lembrança das plantas que ontem vimos à beira do caminho vindo de São Benedito”. [Manuscrito]. São Pedro, 23/11/1860.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp;- “Outra maneira de tecer cerca que vi ao chegar a Vila Viçosa em 1º de dezembro de 1860”. [Manuscrito]. Vila Viçosa, 01/12/1860.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Plano da Vila em 1860”. [Manuscrito]. Vila Viçosa, 27/12/1860.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Exposição de duas formas de monstruosidades observadas no nosso milho comum, Zea Mahiz. &#039;&#039;Revista Brasileira,&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;III, p.3-5, 1860.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Plano da cidade de Baturité&amp;quot;. [Manuscrito]. [Baturité], 16/02/1861.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Viagem do Ceará para o Rio de Janeiro”. [Manuscrito]. [s.l.], 13-24/07/1861.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Trabalhos da comissão scientifica de exploração. Lição botânica, pelos doutores Francisco Freire Allemão e Manuel Freire Allemão”. Rio de Janeiro: Typ. Universal de Laemmert, 1862.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Poligala acuminata de Lacerda ou caamembeca.” &#039;&#039;Gazeta Medica do Rio de Janeiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, p.81, 1862.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Considerações sobre as plantas medicinais da flora cearense”. Rio de Janeiro: Laemmert, 1862.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Breve noticia sobre a collecção de madeiras do Brazil, apresentadas na exposição internacional de 1867 pelos Drs. F. Freire Allemão, Custodio Alves Serrão, Ladislao Netto e J. Saldanha da Gama. Rio de Janeiro: Tip. Nacional, 1867.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Anomalias na iflorescência do milho Zea Mahiz”. &#039;&#039;Revista Brasileira&#039;&#039;, III, p.6-7, 1869.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Memória sobre a Carúncula, da família das euforbiáceas, e sobre um órgão particular que se acha nesta família e em outras, ao qual não se tem dado grande importância”. [Manuscrito]. [s.l.], 20/05/1870.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Notícia sobre minha vida”. Autobiografia. [Manuscrito]. Rio de Janeiro, 00/02/1874.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Questões propostas sobre alguns vocábulos da língua brasiliana”. &#039;&#039;Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.65, tomo 45, parte III, p.351-361, 1882.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Notas colhidas na provincia do Ceará: molestias observadas no Crato. Plantas medicinais.” &#039;&#039;Revista Pharmaceutica&#039;&#039;, Rio de Janeiro, p.155, 1884. (publicação póstuma)&amp;lt;br/&amp;gt; - “Cacuim”. [Manuscrito]. [Rio de Janeiro], [s.d.].&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Estudo de um aarbusto de 6 a 7 pés de altura, colhido na Serra dos Tapes do Sul pelo Dr. Ildefonso”. [Manuscrito]. [s.l.], [s.d.].&amp;lt;br/&amp;gt; - “Excursão até as matas da Timbaúba, que ficam daqui pouco mais de uma légua”. [Manuscrito]. Serrra Grande, Campo Grande, [s.d.].&amp;lt;br/&amp;gt; - “Laurinea; Silvia dos Arsemes (ge.nov.) Nome vulgar: Tapinhoan”. Rio de Janeiro: M.A. da Silva Lima, [s.d.].&amp;lt;br/&amp;gt; - “Leguminosa, Madrerium Hetropterum”. In: SOCIEDADE VELLOSIANA. &#039;&#039;&#039;Biblioteca Guanabarense. &#039;&#039;&#039;[s.l.], [s.n.], [s.d.].&amp;lt;br/&amp;gt; - “Considerações geraes sobre o clima do Rio de Janeiro”. [Manuscrito]. [Rio de Janeiro]. [s.d.].&amp;lt;br/&amp;gt; - “Notícias de algumas plantas”. In: SOCIEDADE VELLOSIANA. &#039;&#039;&#039;Biblioteca Guanabarense. &#039;&#039;&#039;[s.l.], [s.n.], [s.d.].&amp;lt;br/&amp;gt; - “Questão do nevoeiro, ou enfumaçado da atmosfera do Rio de Janeiro (réplica). In: SOCIEDADE VELLOSIANA. &#039;&#039;&#039;Biblioteca Guanabarense.&#039;&#039;&#039; [s.l.], [s.n.], [s.d.].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- ACADÊMICO Francisco Freire Alemão. Patrono da Cadeira nº 43. Datilografado. Arquivo pessoal da Academia Nacional de Medicina. [Rio de Janeiro]: [s.n.], [s.d.]. &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#ANM|&amp;lt;u&amp;gt;ANM&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - ALEMÃO, Francisco Freire; ALEMÃO, Manoel Freire. &#039;&#039;&#039;Trabalhos da Comissão Scientifica de Exploração, secção botânica. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Typographia Universal de Laemmert, 1862. ([[Fontes_de_informação#BN|&amp;lt;u&amp;gt;BN&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - BRAGA, Renato. &#039;&#039;&#039;História da Comissão Científica de Exploração.&#039;&#039;&#039; [Mossoro, RN]: Fundação Guimarães Duque, 1982. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BN|&amp;lt;u&amp;gt;BN&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - COORDENAÇÃO DE EDUCAÇÃO MORAL E CÍVICA NO PARANÁ (COMOCI-PR). Secretaria de Educação e Cultura. &#039;&#039;&#039;11 de novembro de 1874-11 de novembro de 1974. 1º Centenário de morte do cientista brasileiro Francisco Freire Alemão.&#039;&#039;&#039; Curitiba: [s.n.], 1974. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#IHGB|&amp;lt;u&amp;gt;IHGB&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - ENSINO Médico no Brasil (1808-1907): um repertório de fontes arquivísticas e bibliográficas. Rio de Janeiro: Casa de Oswaldo Cruz, 1999. CD-ROM. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - FRANCISCO Freire Allemão. In: BLAKE, Augusto Victorino Alves Sacramento. &#039;&#039;&#039;Diccionario Bibliographico Brazileiro. Segundo volume. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1893. pp.448-450. In: Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin. Acervo Digital. &amp;amp;nbsp;Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/5422&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - FRANCISCO Freire Allemão de Cisneiros. In: ACADEMIA NACIONAL DE MEDICINA. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;  &amp;lt;u&amp;gt;https://www.anm.org.br/francisco-freire-allemao-de-cisneiros/&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - GAMA, José de Saldanha da. Biographia e Apreciação dos Trabalhos do Botanico Brasileiro Francisco Freire Allemão. &#039;&#039;Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, tomo 38, parte 2ª, p, 51-126, 1875. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#IHGB|&amp;lt;u&amp;gt;IHGB&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - LOPES, Maria Margareth. &#039;&#039;&#039;O Brasil descobre a Pesquisa Científica: os Museus e as Ciências Naturais no século XIX. &#039;&#039;&#039;São Paulo: Hucitec, 1997. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - MAGALHÃES, Fernando.&#039;&#039;&#039;O Centenário da Faculdade de Medicina 1832-1932. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Tip. A. P. Barthel, 1932. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BMANG|&amp;lt;u&amp;gt;BMANG&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - MORAIS, Rita de Cássia de Jesus. &#039;&#039;&#039;Nos Verdes Campos da Ciência: a trajetória acadêmica do médico e botânico Francisco Freire-Allemão (1797-1874).&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro, 2005. Dissertação (Mestrado em História das Ciências da Saúde) – Casa de Oswaldo Cruz, Fiocruz, 2005. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://www.ppghcs.coc.fiocruz.br/images/teses/moraisrcj.pdf http://www.ppghcs.coc.fiocruz.br/images/teses/moraisrcj.pdf]&amp;lt;u&amp;gt;http://www.ppghcs.coc.fiocruz.br/images/teses/moraisrcj.pdf&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - OS MANUSCRITOS do botânico Freire Alemão. Catálogo e transcrição. In: &#039;&#039;&#039;Anais da Biblioteca Nacional, v.81.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Divisão de Publicações e Divulgação, 1961. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/402630/3017&amp;lt;/u&amp;gt;  &amp;lt;br/&amp;gt; - SANTOS FILHO, Lycurgo de Castro. &#039;&#039;&#039;História Geral da Medicina Brasileira.&#039;&#039;&#039; São Paulo: HUCITEC/EDUSP, 1991. v. 2. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCCBB|&amp;lt;u&amp;gt;BCCBB&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - VASCONCELOS, Vasco Joaquim Smith de. &#039;&#039;&#039;Médicos e Cirurgiões da Imperial Câmara. Reinados de D. Pedro I e D. Pedro II.&#039;&#039;&#039; Campinas: [Academia Campinense de Letras], 1964. &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BN|&amp;lt;u&amp;gt;BN&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa - Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Redação - Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Revisão – Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Consultores – Rita de Cássia de Jesus Morais.&amp;lt;br/&amp;gt; Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Forma de citação&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;{{SITENAME}}&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    [[Category:Verbetes]] [[Category:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ana.guedes</name></author>
	</entry>
	<entry>
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		<title>CURSO DE MEDICINA E CIRURGIA DA UNIVERSIDADE DO PARANÁ</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=CURSO_DE_MEDICINA_E_CIRURGIA_DA_UNIVERSIDADE_DO_PARAN%C3%81&amp;diff=3882"/>
		<updated>2026-07-27T17:29:17Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ana.guedes: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Denominações:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Curso de Medicina e Cirurgia da Universidade do Paraná (1912); [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_PARANÁ|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Paraná&amp;lt;/u&amp;gt;]] (1920); [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DA_UNIVERSIDADE_DO_PARANÁ|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina da Universidade do Paraná&amp;lt;/u&amp;gt;]] (1946); [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DA_UNIVERSIDADE_FEDERAL_DO_PARANÁ|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Paraná&amp;lt;/u&amp;gt;]] (1965)&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;O Curso de Medicina e Cirurgia da Universidade do Paraná foi criado em 1912. Em dezembro deste mesmo ano foram aprovados os cursos de farmácia, odontologia e obstetrícia, além dos cursos de ciências jurídicas e sociais, engenharia, agronomia e medicina veterinária, visando a formação da Universidade do Paraná, que seria mantida pelo Governo do Estado. Instalada em prédio próprio já em 1914, à Praça Santos Andrade, na cidade de Curitiba, no ano seguinte a Universidade foi desmembrada nas faculdades de medicina, de direito e de engenharia. Em 1922, a Faculdade de Medicina obteve reconhecimento oficial. Desde 1946, tornou-se uma das unidades da Universidade do Paraná, depois Universidade Federal do Paraná.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Histórico&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Já em 1892 se teve notícia da tentativa do historiador Francisco José da Rocha Pombo de fundar uma instituição de ensino superior no Estado do Paraná. Conseguindo aprovação para seu projeto, foi sancionada a lei estadual n° 63 de 15 de dezembro do mesmo ano, pelo então Presidente do Estado, Francisco Xavier da Silva. De acordo com seu artigo 1°:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;“É feita concessão por 50 anos ao cidadão Francisco José da Rocha Pombo ou empresa que organizar, para o estabelecimento de uma Universidade na Capital do Estado e conforme as plantas que forem aprovadas pelo Governo”. (Apud COSTA, 1992, p.12)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A lei previa ainda que a Universidade seria constituída pelos cursos de direito, letras, comércio, agronomia, agrimensura e farmácia (art. 4º). Nesta época, chegou a ser lançada a pedra fundamental do prédio da Universidade, no Largo Ouvidor Pardinho, atual Campo da Cruz. No entanto, aquele projeto não foi levado adiante, dificultado talvez pela eclosão da Revolução Federalista no ano seguinte no Estado do Rio Grande do Sul, que acabou por atingir também o Estado do Paraná.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Posteriormente, em 1898, além da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_E_FARMÁCIA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina e Farmácia do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]] e d A &amp;lt;u&amp;gt;[[FACULDADE_DE_MEDICINA_E_FARMÁCIA_DA_BAHIA|Faculdade de Medicina e Farmácia da Bahia]]&amp;lt;/u&amp;gt;, instaladas como escolas de cirurgia desde 1808, já haviam sido criadas no sul do país a &amp;lt;u&amp;gt;[[ESCOLA_LIVRE_DE_FARMÁCIA_DE_SÃO_PAULO|Escola Livre de Farmácia de São Paulo]]&amp;lt;/u&amp;gt; e a &amp;lt;u&amp;gt;[[FACULDADE_DE_MEDICINA_E_FARMÁCIA_DE_PORTO_ALEGRE|Faculdade de Medicina e Farmácia de Porto Alegre]]&amp;lt;/u&amp;gt;, que foram mais tarde incorporadas à Universidade de São Paulo, em 1934, e à Universidade do Rio Grande do Sul, em 1947, respectivamente.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1912, tentou-se implantar um novo projeto de fundação da Universidade do Paraná. Criada em Curitiba no dia 19 de dezembro desse ano, como associação civil, a instituição não se estruturou em termos de faculdades ou escolas superiores; era una e suas atividades exercidas por intermédio de cursos (WESTPHALEN, 1987). Tinha por fim oferecer os cursos de medicina e cirurgia, farmácia, odontologia, obstetrícia, ciências jurídicas e sociais, engenharia, agronomia e medicina veterinária, além de curso preparatório. Contou para sua constituição com uma pequena contribuição do governo estadual de Carlos Cavalcanti, além de recursos provenientes dos próprios profissionais envolvidos em sua fundação. A iniciativa partiu principalmente do médico e deputado federal Victor Ferreira do Amaral e Silva, antigo Diretor da Instrução Pública do Estado do Paraná, e também do médico Nilo Cairo da Silva. Inicialmente, a Universidade do Paraná ficou sediada em prédio alugado na rua Comendador Araújo nº 42, e já em 1914 transferiu-se para um imóvel próprio, embora ainda em construção, localizado na Praça Santos Andrade, em terreno doado no ano anterior pela Prefeitura Municipal de Curitiba. A nova sede foi projetada por Baeta de Faria, um dos lentes catedráticos do curso de Engenharia, e construída pela firma Bergonese.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Paralelamente a esta iniciativa do Estado paranaense, houve tentativas por parte dos Estados do Amazonas e de São Paulo também, de criarem estabelecimentos de ensino superior com uma estrutura universitária, que ficaram à revelia do poder central. Estas iniciativas, consideradas como “universidades passageiras” (CUNHA, 1980, p.177), foram a Escola Universitária Livre de Manaus, cujos estatutos, de 1909, indicavam a implantação de cursos de medicina, farmácia e odontologia, e as Escolas Superiores de Farmácia, Odontologia e de Medicina e Cirurgia da Universidade Livre de São Paulo, que entraram em funcionamento no início de 1912. Em contrapartida, nesse mesmo ano a lei estadual nº 1.357 de 19 de dezembro implantava a [[FACULDADE_DE_MEDICINA_E_CIRURGIA_DE_SÃO_PAULO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina e Cirurgia de São Paulo&amp;lt;/u&amp;gt;]], que entrou em concorrência com aquelas escolas superiores, acabando por extinguir a Universidade Livre de São Paulo.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 13 de setembro de 1913 foram aprovados os estatutos da então Universidade do Paraná pelo seu Conselho Superior, com base na Lei Orgânica do Ensino Superior e do Fundamental da República, aprovada pelo decreto nº 8.659 de 5 de abril de 1911, redigida e assinada pelo Ministro da Justiça e Negócios Interiores, Rivadávia Corrêa. Por esta lei, que ficou conhecida pelo nome do seu autor, foi estabelecida a autonomia, sob o ponto de vista administrativo, financeiro e didático, das instituições de ensino estatais, que deixariam de gozar de qualquer espécie de privilégio. As escolas superiores criadas pelos Estados e por particulares ficavam isentas de qualquer fiscalização por parte do Governo Federal, sendo a organização de seus currículos decidida pelo próprio corpo docente da instituição. Logo, os diplomas emitidos pela recém-criada Universidade do Paraná tinham o mesmo valor que os das escolas e faculdades superiores oficiais do Brasil.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Reconhecida pelo governo estadual, a Universidade passou a receber deste dotações orçamentárias, além de ser beneficiada pela lei estadual nº 1.352 de 24 de abril de 1913. Essa estabelecia que somente os farmacêuticos diplomados ou os práticos de farmácia que fossem habilitados por aquela Universidade, podiam exercer a profissão no Estado do Paraná.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;De acordo com seus estatutos, aprovados em 1913, seus cursos da área biomédica ficaram constituídos pelas seguintes cadeiras:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; Medicina e Cirurgia:&amp;lt;br/&amp;gt; 1° ano: anatomia descritiva (1ª parte); histologia e fisiologia;&amp;lt;br/&amp;gt; 2° ano: anatomia descritiva (2ª parte); fisiologia (2ª parte); microbiologia; clínica propedêutica médica e cirúrgica;&amp;lt;br/&amp;gt; 3° ano: patologia geral; anatomia e fisiologia patológicas; anatomia médico-cirúrgica, operações e aparelhos; clínica propedêutica médica e cirúrgica; clínica médica com o curso de patologia médica; clínica cirúrgica com o curso de patologia cirúrgica; clínica dermatológica e sifilográfica;&amp;lt;br/&amp;gt; 4° ano: terapêutica clínica e experimental; farmacologia; física médica; química médica; clínica médica; clínica cirúrgica; clínica oftalmológica e otorrinolaringológica;&amp;lt;br/&amp;gt; 5° ano: higiene; medicina legal e toxicologia; homeopatia e terapêutica homeopática; ginecologia e obstetrícia; clínica médica; clínica cirúrgica; clínica homeopática; clínica neurológica e psiquiátrica; clínica obstétrica e ginecológica; clínica pediátrica médica e ortopedia.&amp;lt;br/&amp;gt; Obstetrícia: o curso tinha duração de apenas um ano, sendo constituído pelas cadeiras: elementos de anatomia e fisiologia; anatomia descritiva e topografia da bacia; anatomia e fisiologia do aparelho geniturinário feminino; obstetrícia e clínica obstétrica.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; Farmácia:&amp;lt;br/&amp;gt; 1° ano: física médica; química inorgânica e orgânica; história natural e noções de microbiologia e higiene. Estas cadeiras eram ministradas pelos médicos Manoel Antônio Lustosa dos Santos Carrão, Joaquim Pinto Rebello, Alfredo de Assis Gonçalves; e pelo farmacêutico José Cypriano Rodrigues Pinheiro.&amp;lt;br/&amp;gt; 2° ano: química analítica e toxicologia; química biológica e bromatológica; farmacologia galênica e homeopática.&amp;lt;br/&amp;gt; Odontologia:&amp;lt;br/&amp;gt; 1° ano: elementos de anatomia descritiva; anatomia descritiva e topográfica da boca e seus anexos; elementos de histologia e de anatomia microscópica; elementos de fisiologia e de patologia geral; clínica dentária; prótese dentária. Estas cadeiras eram ministradas pelos médicos Miguel Severo de Santiago, Abdon Petit Guimarães Carneiro, Nilo Cairo da Silva; e pelos cirurgiões-dentistas Mattos Azeredo e Álvaro Neves da Costa.&amp;lt;br/&amp;gt; 2° ano: noções de microbiologia e higiene; patologia dentária; matéria médica e terapêutica dentárias; clínica e prótese dentária.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Os cursos de farmácia e odontologia tiveram início em 15 de março de 1913, com 10 e 13 alunos matriculados, respectivamente. Já o curso de medicina entrou em funcionamento somente a partir do ano de 1914, com 11 alunos matriculados.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Com a aprovação do decreto nº 11.530 de 18 de março de 1915, que instituiu a reforma de ensino Carlos Maximiliano, foram estabelecidas exigências mais severas para a manutenção das instituições de ensino mantidas pelos Estados e pelo setor privado, quando então foi perdida a autonomia didática, voltando a ser obrigatória a adoção dos programas oficiais. Depois de declaradas equiparadas às escolas oficiais do Governo Federal, quando eram observadas pelo inspetor a adequação dos currículos, a prestação do exame vestibular para ingresso dos alunos e a qualificação do corpo docente, entre outras condições, as escolas livres de ensino médico reivindicavam &amp;amp;nbsp;a validade dos seus diplomas junto à Diretoria de Saúde Pública (CUNHA, 1980).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Com esta reforma de ensino, em 1918 a Universidade do Paraná, para sobreviver, foi desmembrada em três escolas: Medicina, Direito e Engenharia, funcionando assim como uma federação de faculdades. Cada uma dessas instituições passou a ser fiscalizada separadamente pelo Conselho Superior de Ensino. A Faculdade de Medicina devia incluir os cursos de Medicina e Cirurgia, de Obstetrícia, de Farmácia, de Odontologia e de Medicina Veterinária. A Faculdade de Engenharia englobava os cursos de Engenharia Civil, de Agronomia e de Agrônomos Práticos, ao passo que a Faculdade de Direito mantinha os cursos de Direito e Comércio. Desses cursos, o de Agronomia só foi instalado em 1918, como Escola Agronômica do Paraná, e o de Medicina Veterinária, a essa vinculado em 1931.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Mesmo com essas mudanças, em 1919 a Faculdade de Medicina já diplomara dois doutores em medicina e 13 médicos. No entanto, foi a última daquelas três faculdades a obter reconhecimento oficial, fato que se deu somente em fevereiro de 1922, após a fiscalização preliminar e o parecer dos professores do Conselho Superior de Ensino, [[CASTRO,_ALOYSIO_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Aloysio de Castro&amp;lt;/u&amp;gt;]], André Gustavo Paulo de Frontin e Afonso Celso de Assis Figueiredo Junior (Conde Afonso Celso). Nesse mesmo ano, a Faculdade de Medicina recebeu auxílio da colônia alemã radicada em Curitiba para o acabamento da fachada do prédio em construção na Praça Santos Andrade.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Neste período inicial, entre 1912 e 1922, a instituição funcionou precariamente, segundo relato de Milton Ericksen Carneiro (COSTA, 1992), calouro do curso médico em 1918. Havia escassez tanto de alunos como de professores, que foi solucionada, no primeiro caso, com a vinda de estudantes de outros Estados. Segundo Soares (1992), com a falência dos cursos oferecidos pela Escola Universitária Livre de Manaus e pela Universidade Livre de São Paulo, muitos dos seus alunos se transferiram para a Faculdade de Medicina do Paraná.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Quanto à falta de professores, a solução encontrada foi um único professor acumular várias cadeiras. Logo, neste início, destacaram-se três professores: José Cypriano Rodrigues Pinheiro, Alfredo de Assis Gonçalves e Abdon Petit Guimarães Carneiro, que receberam na época o apelido de “gramofones universitários” (COSTA, 1992).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;José Cypriano Rodrigues Pinheiro, farmacêutico, ficou responsável por todas as matérias relacionadas a química, farmacologia e ciências afins dos cursos de Farmácia e Medicina. Lecionou química analítica, toxicologia, química orgânica e biológica, bromatologia, física médica, farmacologia, farmácia galênica, terapêutica homeopática, alopática e matéria médica.&amp;lt;br/&amp;gt; Alfredo de Assis Gonçalves ensinou medicina legal nos cursos de Medicina e Direito; microbiologia e higiene nos cursos de Farmácia, Odontologia e Medicina; além de anatomia descritiva e topográfica da cabeça, fisiologia, matéria médica e terapêutica, clínica pediátrica cirúrgica, história natural e física farmacêutica, noções de embriologia, patologia geral, física médica e química analítica entre outras disciplinas. Entre 1918 e 1922, acumulou as atividades de professor com as de Secretário da Faculdade de Medicina. Em 6 de julho de 1945 foi eleito diretor da instituição.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Abdon Petit Guimarães Carneiro lecionou as cadeiras de microbiologia, higiene, química biológica e bromatologia do curso de Farmácia; e física médica, história natural, parasitologia, histologia, anatomia (1ª parte - osteologia), anatomia (2ª parte), antropologia, miologia e angiologia, sistema nervoso e esplancnologia e microbiologia do curso de Medicina.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Nilo Cairo da Silva, engenheiro civil e militar e médico homeopata, destacou-se como um dos seus principais fundadores. Além de ocupar o cargo de 1º Secretário da então Universidade do Paraná, lecionou fisiologia, patologia geral e anatomia patológica no curso de Odontologia; e homeopatia e terapêutica homeopática no curso de Medicina, entre outras disciplinas ministradas nos cursos de Farmácia e Engenharia.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Demais professores que formaram o corpo docente por matéria lecionada na Faculdade de Medicina até o ano de 1930:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; Anatomia: Miguel Severo de Santiago, Eduardo Leite Leal Ferreira, José de Azevedo Macedo, José Pereira de Macedo, Carlos Estrella Moreira;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; Física médica: Olegário de Andrade Vasconcellos, José Guilherme de Loyola, Coriolano da Silveira Motta;&amp;lt;br/&amp;gt; Química: Manoel Antônio Lustosa dos Santos Carrão, José Guilherme de Loyola, Olegário de Andrade Vasconcellos, Eduardo Virmond Lima, José de Azevedo Macedo, Antônio Loyola de Macedo, José de Freitas Saldanha Sobrinho, Hastimphilo Rebello de Loyola, Francisco de Paula Soares Neto, Octávio da Silveira, Eurípedes Garcez do Nascimento, Maria Falce de Macedo;&amp;lt;br/&amp;gt; Fisiologia: Manoel Antônio Lustosa dos Santos Carrão, Eurípedes Garcez do Nascimento;&amp;lt;br/&amp;gt; História natural médica: Joaquim Pinto Rebello, Eduardo Leite Leal Ferreira, Manoel Mário Chaurais, Pedro Chagas Bicalho, Milton Ericksen Carneiro;&amp;lt;br/&amp;gt; Farmacologia: Aluízio França, Manoel Suplicy de Lacerda, Eurípedes Garcez do Nascimento;&amp;lt;br/&amp;gt; Patologia geral: Luiz Osmundo de Medeiros, Heitor Borges de Macedo, Cesar Beltrão Pernetta.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Diretores:&amp;amp;nbsp; Victor Ferreira do Amaral e Silva (1920-1946), Alfredo de Assis Gonçalves (1946-1948).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Estrutura e funcionamento&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;De acordo com os Estatutos da Universidade do Paraná (1913), a administração ficava a cargo de uma única diretoria constituída por seis membros - diretor, vice-diretor, secretário, subsecretário, tesoureiro e bibliotecário. Esta diretoria era, por sua vez, assistida por um conselho econômico formado por três membros. O corpo administrativo tinha o mandato de dois anos. O Conselho Superior da Universidade era composto pela diretoria, pelo conselho econômico e pelas delegações dos corpos docentes dos diversos cursos. Cada curso tinha uma Congregação formada por lentes catedráticos e substitutos. Os professores dos cursos biomédicos mencionados acima constituíam uma única Congregação, assim como os de agronomia e medicina veterinária formavam outra.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Para o ingresso na Universidade, os candidatos tinham que passar por exames que compreendiam provas orais e escritas de várias matérias, de acordo com o curso escolhido. O curso de Medicina e Cirurgia exigia provas de português, francês, inglês ou alemão, latim, matemática elementar, geografia e corografia do Brasil, cosmografia, história universal e do Brasil, física, química e história natural. Já os de Farmácia e Odontologia exigiam provas de português, francês, matemática elementar, geografia e corografia do Brasil, cosmografia, história do Brasil, noções de física e química e noções de história natural.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficavam dispensados dos exames os candidatos que tivessem concluído o curso preparatório ministrado pela instituição em questão ou o curso completo dos ginásios e Escolas Normais, mantidas pela União ou governos estaduais. Os alunos também pagavam taxas de matrículas e mensalidades.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Com a reformulação de seus estatutos, a partir da Reforma Maximiliano de 1915, a diretoria da instituição foi reduzida a cinco membros, assessorada por um conselho econômico formado por três membros, sendo que cada um deles devia pertencer a uma das três faculdades (Medicina, Direito e Engenharia). De acordo com esses estatutos, foi criada a categoria de lentes vitalícios para ministrarem trabalhos práticos. A partir de 1920, cada faculdade passou a reger-se por regimentos próprios, ficando cada uma com sua administração e patrimônio independentes. A direção passou a ser constituída por um diretor e um secretário, eleitos pela respectiva Congregação. Nesse mesmo ano, Victor Ferreira do Amaral e Silva foi eleito diretor da Faculdade de Medicina.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O curso de medicina e cirurgia desde seu início contou com hospitais de ensino, sendo o primeiro a Maternidade do Paraná, fundada em 1913 e instalada na antiga sede da Universidade, na rua Comendador Araújo, e que por ela era mantida, com apoio da Associação das Damas de Assistência à Maternidade. Em 1930, durante gestão de Victor Ferreira do Amaral e Silva na Faculdade de Medicina, a Maternidade ganhou novas instalações e foi equipada com material cirúrgico importado da Europa e dos Estados Unidos. O diretor também conseguiu arrecadar donativos para a sua construção, além da doação do terreno pela Sra. Lili Santarre Guimarães, presidente da referida Associação das Damas de Assistência à Maternidade. Em homenagem ao diretor, a instituição recebeu o seu nome. A maternidade funcionou para o ensino dos cursos de Medicina e Obstetrícia de 1930 até 1961, quando foi criado o Hospital das Clínicas.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Já o ensino prático das cadeiras clínicas era ministrado nas enfermarias e ambulatórios do Hospital de Caridade da Santa Casa da Misericórdia do Paraná, fundada em 1880. As aulas técnicas e práticas eram dadas num pavilhão construído pela Faculdade de Medicina para este fim. Em 1928, por solicitação da Faculdade, foi instalado o Dispensário Infantil pela Santa Casa, onde era ministrada a disciplina de clínica pediátrica médica e higiene infantil, que foi transferido dois anos mais tarde para o Dispensário Infantil do Hospital de Crianças da Cruz Vermelha do Paraná. A Irmandade da Santa Casa colocava ainda as dependências de seu Hospício Nossa Senhora da Luz, criado em 1903, à disposição para o ensino das clínicas psiquiátrica e neurológica.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Hospital Geral de Curitiba, do Serviço de Saúde do Exército, criado em 1924, cedeu também suas instalações para o ensino de clínica dermatológica e sifilográfica até 1937, quando essas disciplinas foram transferidas para a Santa Casa da Misericórdia.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pelo decreto-lei n° 9.323 de 6 de junho de 1946, aprovado pelo Ministro da Educação e Saúde, Ernesto de Souza Campos, e pelo Presidente da República, Eurico Gaspar Dutra, foi restabelecida a Universidade do Paraná como instituição privada de ensino superior, equiparado aos oficiais. A partir de então, a Universidade do Paraná ficou constituída pela Faculdade de Medicina e escolas anexas de Farmácia e Odontologia; pelas faculdades de Filosofia e Ciências e Letras, fundadas em fevereiro de 1938; e pelas faculdades de Direito e de Engenharia. Em 1950, pela lei nº 1.254 de 4 de dezembro, a Universidade do Paraná foi federalizada, passando a ser mantida pela União.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ainda em 1946, Victor Ferreira do Amaral e Silva ocupou o posto de Reitor da Universidade. Desde o seu início até então, a Faculdade de Medicina já havia diplomado 944 médicos, 460 cirurgiões-dentistas e 172 farmacêuticos.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Os cursos de farmácia e odontologia ganharam oficialmente autonomia pela lei n° 3.463 de 20 de novembro de 1958, quando passaram a denominar-se Faculdade de Farmácia da Universidade do Paraná e Faculdade de Odontologia da Universidade do Paraná. Pela lei nº 4.759 de 20 de agosto de 1965, todas as universidades que haviam sido federalizadas passaram a ser designadas como universidades federais. Logo, a instituição em questão passou a chamar-se Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Paraná. Suas antigas escolas anexas receberam também os nomes de Faculdade de Farmácia da Universidade Federal do Paraná e Faculdade de Odontologia da Universidade Federal do Paraná.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- BRASIL. Decreto nº 8.659, de 5 de abril de 1911. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:  &amp;lt;u&amp;gt;http://legis.senado.leg.br/norma/584729/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº11.530, de 18 de março de 1915. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:  &amp;lt;u&amp;gt;http://legis.senado.leg.br/norma/421493/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto-lei n° 9.323, de 6 de junho de 1946. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;  [http://legis.senado.leg.br/norma/534362/publicacao?tipoDocumento=DEL&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/534362/publicacao?tipoDocumento=DEL&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;u&amp;gt;http://legis.senado.leg.br/norma/534362/publicacao?tipoDocumento=DEL&amp;amp;tipoTexto=PUB&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Lei nº 1.254, de 4 de dezembro de 1950. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:  &amp;lt;u&amp;gt;http://legis.senado.leg.br/norma/542897/publicacao?tipoDocumento=LEI-n&amp;amp;tipoTexto=PUB&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Lei nº 3.463, de 20 de novembro de 1958. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp; [http://legis.senado.leg.br/norma/545279/publicacao?tipoDocumento=LEI-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/545279/publicacao?tipoDocumento=LEI-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;u&amp;gt;http://legis.senado.leg.br/norma/545279/publicacao?tipoDocumento=LEI-n&amp;amp;tipoTexto=PUB&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Lei nº 4.759, de 20 de agosto de 1965. In: CÂMARA DOS DEPUTADOS. Legislação. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:  &amp;lt;u&amp;gt;https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/1960-1969/lei-4759-20-agosto-1965-368906-publicacaooriginal-1-pl.html&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - CAMPOS, Ernesto de Souza. &#039;&#039;&#039;Instituições culturais e de educação superior no Brasil.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1944. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#IHGB|&amp;lt;u&amp;gt;IHGB&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - COSTA, Iseu Affonso da.; LIMA, Eduardo Corrêa (Orgs.). &#039;&#039;&#039;O ensino da medicina na&amp;amp;nbsp;Universidade Federal do Paraná.&#039;&#039;&#039; Curitiba: Ed. da UFPR, 1992. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;br/&amp;gt; - CUNHA, Luiz Antônio. &#039;&#039;&#039;A Universidade Temporã; o ensino superior da colônia à era de Vargas.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Civilização Brasileira/ Edições UFC, 1980. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCBB|&amp;lt;u&amp;gt;BCCBB&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - ESTATUTOS da Universidade do Paraná. Curitiba: Typografia Hoffmann, 1913. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BN|&amp;lt;u&amp;gt;BN&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - FARIAS SOBRINHO, José Ribeiro. &#039;&#039;&#039;140 anos do ensino farmacêutico no Brasil: 1832-1972.&#039;&#039;&#039; João Pessoa: ESLF, 1973. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - HISTÓRIA. O Curso de Medicina da UFPR. In: UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. Curso de Medicina. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:  &amp;lt;u&amp;gt;http://www.saude.ufpr.br/portal/medicina/historia/&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - SALLES, Pedro. &#039;&#039;&#039;História da medicina no Brasil.&#039;&#039;&#039; Belo Horizonte: Ed. G. Holman Ltda., 1971. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#IHGB|&amp;lt;u&amp;gt;IHGB&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - SOARES, Mozart Pereira, SILVA, Pery Pinto Diniz da. &#039;&#039;&#039;Memória da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 1934-1964.&#039;&#039;&#039; Porto Alegre: UFRGS, 1992. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - UNIVERSIDADE do Paraná. (Equiparação). Ministério da Educação e Saúde. Serviço de Documentação, Folheto n. 39, 1946. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BN|&amp;lt;u&amp;gt;BN&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - UNIVERSIDADE DO PARANÁ. &#039;&#039;&#039;Programmas do Curso de Pharmácia - 1° ano.&#039;&#039;&#039; Curitiba: Typ. Max Roesner Curityba, 1913. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;(&amp;lt;u&amp;gt;[[Fontes_de_informação#BN|BN]])&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt; - UNIVERSIDADE DO PARANÁ. &#039;&#039;&#039;Programmas do Curso de Odontologia - 1° ano.&#039;&#039;&#039; Curitiba: Typ. Cezar Schulz Curityba, 1914. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BN|&amp;lt;u&amp;gt;BN&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - WESTPHALEN, Cecília Maria. &#039;&#039;&#039;Universidade Federal do Paraná: 75 anos.&#039;&#039;&#039; Curitiba: SBPH-PR, 1987. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#IHGB|&amp;lt;u&amp;gt;IHGB&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa - João Arêas Braga, Verônica Pimenta Velloso.&amp;lt;br/&amp;gt; Redação- Verônica Pimenta Velloso.&amp;lt;br/&amp;gt; Revisão - Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina Azevedo Guedes.&amp;lt;br/&amp;gt; Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Forma de citação&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;{{SITENAME}}&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    [[Category:Verbetes]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Instituições de Ensino]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ana.guedes</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=DERBY,_ORVILLE_ADELBERT&amp;diff=3881</id>
		<title>DERBY, ORVILLE ADELBERT</title>
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		<updated>2026-07-27T16:56:55Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ana.guedes: /* Fontes */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Outros nomes e/ou títulos:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;[[DERBY,_ORVILLE|Derby, Orville]]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Orville Adelbert Derby nasceu em 23 de julho de 1851, em Kelloggsville, no condado de Cayuga, Estado de Nova York (Estados Unidos), e faleceu na cidade do Rio de Janeiro em 1915. Doutorou-se em geologia em 1874 na University of Cornell, e em 1870 veio pela primeira vez para o Brasil para participar da Expedição Morgan, que explorou os rios amazônicos. Integrou a Comissão Geológica do Império (1886), e chefiou a 3ª seção de geologia do Museu Imperial e Nacional (1879-1890), e a Comissão Geográfica e Geológica de São Paulo (1886-1890).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Dados pessoais&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Orville Adelbert Derby nasceu no dia 23 de julho de 1851, em Kelloggsville, no condado de Cayuga, Estado de Nova York (Estados Unidos). Foi o terceiro filho do casal John C. Derby e Malvina A. Lindsey Derby, e passou sua infância na fazenda de seus pais em Finger Lakes, situada próxima à cidade de Kelloggsville.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Residiu no Brasil por 40 anos, tendo obtido a cidadania brasileira. Derby nunca se casou, e retornou aos Estados Unidos somente em duas ocasiões, em 1883 e 1890.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Suicidou-se em 27 de novembro de 1915, no quarto em que vivia no Hotel dos Estrangeiros, situado na Praça José de Alencar, na cidade do Rio de Janeiro (ORVILLE, 2006).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Trajetória profissional&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Orville Adelbert Derby fez seus primeiros estudos em sua cidade natal e os preparatórios na Albany Normal School. Em 1869 ingressou no curso de geologia da University of Cornell, na cidade de Ithaca, sede do condado de Tompkins (Estados Unidos).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Veio ao Brasil pela primeira vez em 1870, ainda como estudante e a convite de Charles Frederic Hartt (1840-1878), seu professor de geologia e geografia, para participar juntamente com outros alunos de Cornell, da Expedição Morgan, dirigida por Hartt e assim denominada por contar com vultosas contribuições do Coronel Edwin Barber Morgan (1808-1881). Este convite teria decorrido da dedicação demonstrada por Orville Adelbert Derby em seu estudo sobre os briozoários fósseis do Estado de Nova York, tarefa esta considerada difícil para um jovem estudante de geologia, mas que já demonstrava sua grande capacidade (APROMIN, 2005).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Na primeira viagem Orville Adelbert Derby visitou Pernambuco, onde juntamente com o naturalista De Borden Wilmont organizou uma importante coleção de fósseis da formação Maria Farinha, a primeira coleção sistemática daquela região. Na segunda viagem da Expedição Morgan, em 1871, novamente acompanhado por Charles Frederic Hartt, Orville Adelbert Derby se dirigiu ao vale do Rio Amazonas, onde explorou os Rios Tocantins, Tapajós e Xingu, e realizou uma coleta de fósseis carboníferos de calcário de Itaituba do Rio Tapajós, da qual resultou uma importante coleção. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Orville Adalbert Derby graduou-se em geologia, em 1873, e obteve o grau de “Master of Sciences” em junho de 1874, na University of Cornell, com a tese intitulada &amp;quot;On the Carboniferous Brachiopoda of Itaitúba, Rio Tapajos, Prov. of Pará, Brazil”. Sua tese, na qual utilizou o material que coletara durante as expedições científicas no Brasil, foi publicada, naquele mesmo ano, no &#039;&#039;Bulletin of Cornell University: Science&#039;&#039;.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Entre 1873 e 1875 ocupou o posto de instrutor de geologia e paleontologia na University of Cornell. Em 1874, quando seu professor, Charles Frederic Hartt, realizou uma nova expedição científica ao Brasil, Derby o substituiu em suas funções acadêmicas na referida universidade. A viagem organizada por Hartt não tinha apenas fins científicos, mas principalmente visava convencer as autoridades brasileiras da importância da elaboração de um mapa geológico do Império. Além da aceitação do Governo Imperial, Hartt obteve ainda uma outra vitória, que foi a criação da Comissão Geológica do Império, pelo Aviso nº 175 de 30 de abril de 1875. Hartt foi convidado para chefiá-la, e foram nomeados como seus assistentes Orville Adelbert Derby, Richard Rathbun (1852-1918), geólogo da University of Cornell, John Casper Branner (1850-1922), do Departamento de Botânica e Geologia da Indiana University, e os brasileiros Elias Fausto Pacheco Jordão, que havia se doutorado em 1874 em engenharia civil na University of Cornell, e Francisco José de Freitas. Integraram, também, o corpo técnico da comissão os geólogos Luther Wagoner e Herbert Huntington Smith (1851-1919), e o fotógrafo Marc Ferrez (1843-1923).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A partir de sua nomeação como assistente da Comissão Geológica do Império, em 1875, Orville Adelbert Derby passou a residir na cidade do Rio de Janeiro. Com apenas dois anos de funcionamento a Comissão foi extinta, em 1877, por João Lins Vieira Cansanção de Sinimbu, Ministro da Secretaria de Estado dos Negócios da Agricultura, Comércio e Obras Públicas, alegando-se economia de gastos. À época da extinção da Comissão, todo o material que fora coletado durante sua existência, foi depositado no [[MUSEU_IMPERIAL_E_NACIONAL|&amp;lt;u&amp;gt;Museu Imperial e Nacional&amp;lt;/u&amp;gt;]], na cidade do Rio de Janeiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Durante os dois anos de funcionamento, a Comissão Geológica do Império realizou trabalhos em várias partes do Brasil. Orville Adelbert Derby iniciou suas pesquisas pela província da Bahia, alcançando ainda Sergipe, e nestas regiões estudou a geologia do Recôncavo baiano e do Rio São Francisco. Na região norte estudou os depósitos carboníferos da província do Pará, e estendeu suas observações até o Amazonas. Posteriormente realizou pesquisas também na província do Paraná.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Com a extinção da Comissão Geológica do Império, Orville Adelbert Derby, Charles Frederic Hartt e Richard Rathbun acondicionaram todo o material que haviam coletado, do qual resultou um relatório elaborado pelos três pesquisadores, e no qual enfatizavam a relevância daquele acervo para as pesquisas geológicas. O intuito era de que as autoridades enxergassem a importância do material e recriassem o órgão, mas os esforços realizados foram em vão, pois nada foi feito. Ainda em 1878, morreu Charles Frederic Hartt, vítima de febre amarela, e lhe foi atribuído o título de “Pai da Geologia no Brasil”, por ser considerado o responsável pela luta em prol do reconhecimento dos estudos geológicos no país. Hartt na verdade foi o grande criador do primeiro órgão dedicado às pesquisas geológicas no Brasil, pois deste resultaram todos os outros que vieram posteriormente. Já Orville Adelbert Derby foi o responsável pela preservação do acervo científico da Comissão Geológica do Império. Uma vez extinta a comissão, os colegas norte-americanos de Derby retornaram aos Estados Unidos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Orville Adelbert Derby trabalhou, sem receber remuneração, no&amp;amp;nbsp;[[MUSEU_IMPERIAL_E_NACIONAL|&amp;lt;u&amp;gt;Museu Imperial e Nacional&amp;lt;/u&amp;gt;]] até maio de 1879, quando foi nomeado chefe da 3ª seção de geologia nesta instituição, permanecendo neste cargo até 1890. Enquanto aguardava sua nomeação para este museu, Derby realizou vários trabalhos nas províncias do Rio de Janeiro, Minas Gerais, São Paulo e Paraná e ainda na Bacia do Rio São Francisco, atendendo a interesses privados. Ainda neste período integrou a Comissão Hidráulica do Império, criada em 1879 para exploração do Alto São Francisco, chefiada pelo engenheiro William Milnor Roberts (1810-1881). No levantamento e estudos no rio das Velhas, participou, juntamente com Derby, o engenheiro assistente João W. de Aguiar.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Participou de estudos sobre a navegação dos rios São Francisco e das Velhas, e sobre as obras de melhoramento do porto de Santos, e por todos estes trabalhos não obteve remuneração, recebendo apenas os meios para o desenvolvimento dos estudos. Como resultado produziu uma série de anotações e registros sobre as formações diamantíferas no Paraná, e sobre a formação geológica da bacia. Em Minas Gerais reconheceu a origem da flexibilidade dos itacolomitos (quartzito claro e quartzito rosado). Colaborou, ainda, com o geólogo Claude-Henri Gorceix (1842-1919) nos estudos paleontológicos da Carta Geológica de Minas Gerais (LOPES, 1997).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;De 1879 até 1886, Orville Adelbert Derby dedicou-se integralmente às atividades no [[MUSEU_IMPERIAL_E_NACIONAL|&amp;lt;u&amp;gt;Museu Imperial e Nacional&amp;lt;/u&amp;gt;]], como pesquisador, professor e organizador das coleções de mineralogia e de paleontologia pertencentes ao acervo da instituição. Neste sentido, compilou e organizou os estudos que Charles Frederic Hartt havia feito na Amazônia. Além disso, enviou a alguns especialistas uma parte das coleções do Museu para que fossem produzidas observações, as quais seriam publicadas pela instituição. Apesar de todos seus esforços, a seção de geologia que chefiava não possuía a mesma notoriedade se comparada às seções de zoologia e de botânica, devido à insuficiência de recursos para aquela seção. Tal situação levou Orville Adelbert Derby a organizar os gabinetes, laboratórios e coleções, para exibição ou guarda, a dar aulas e pareceres sobre a exploração de jazidas minerais, além de produzir pesquisas na área zoológica.&amp;lt;br/&amp;gt; Apesar de todas estas tarefas, Orville Adelbert Derby realizou, neste período, inúmeros trabalhos de campo, e publicou cerca de 42 trabalhos não só no ramo da geologia, como também no campo da mineralogia, petrografia, paleontologia, jazidas minerais e meteoritos. Todos estes estudos, resultados dos trabalhos empreendidos no [[MUSEU_IMPERIAL_E_NACIONAL|&amp;lt;u&amp;gt;Museu Imperial e Nacional&amp;lt;/u&amp;gt;]], foram publicados entre os anos de 1870 e 1890.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1885, Derby foi convidado pelo presidente da província de São Paulo, João Alfredo Corrêa de Oliveira, para formular um plano de estudos sobre a geografia, o relevo, e a estrutura geológica de São Paulo. O plano proposto por Derby, segundo o presidente da província, foi:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“essencialmente o mesmo que organizara o malogrado professor Hartt para os trabalhos da comissão geológica do Império, e baseia-se nos métodos desenvolvidos pela experiência de muitos anos das comissões geográficas e geológicas dos Estados Unidos, os quais, atenta a rapidez e a economia da execução, são os mais apropriados para as regiões em que é extensa a área que se tem de explorar, e a população se acha disseminada. Contempla ele a organização de cartas, na escala de um centímetro por quilômetro, que serão ao mesmo tempo geográficas, topográficas, itinerárias, geológicas e agrícolas, e em que se representarão exatamente todos os centros de população e os estabelecimentos industriais e agrícolas, de certa importância; os acidentes da superfície; as estradas de ferro de rodagem; os cursos d´água; as minas, etc.; a configuração e elevação da superfície e a distribuição dos diversos terrenos geológicos e das terras de cultura, de criação, bem como das improdutivas. (....) Este plano é perfeitamente exeqüível, como a experiência dos Estados Unidos tem demonstrado, dentro de razoável período, contando-se com a mesma rapidez que em seus trabalhos empregam os geógrafos americanos.” (RELATORIO, 2006, p. 99-100) &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Orville Adelbert Derby apresentou, então, o “Esboço de um Plano para Exploração Geográfica e Geológica da Província de São Paulo”, projeto este que fora já idealizado por Charles Frederic Hartt à época da Comissão Geológica do Império, e que Derby, na realidade, o adaptou de acordo com as necessidades da nova instituição. Sua proposta apresentava uma visão integrada da natureza, contemplando a geologia, a geografia, a botânica, a zoologia, a climatologia e a etnografia. A proposta foi aceita, e ele foi convidado para chefiar a Comissão Geográfica e Geológica de São Paulo (atual Instituto Geológico de São Paulo), criada em 27 de março de 1886 pela Lei Provincial no 9. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Chefiou a Comissão Geográfica e Geológica de São Paulo de 1886 a 1890, e foi o responsável pelo Boletim da Comissão Geográfica e geológica de São Paulo, em 1889. Entretanto, como também ocupava o cargo de chefe da 3ª seção de geologia do [[MUSEU_IMPERIAL_E_NACIONAL|&amp;lt;u&amp;gt;Museu Imperial e Nacional&amp;lt;/u&amp;gt;]], e o acúmulo destas duas funções não era permitido, Derby acabou sendo dispensado de seu cargo no [[MUSEU_IMPERIAL_E_NACIONAL|&amp;lt;u&amp;gt;Museu Imperial e Nacional&amp;lt;/u&amp;gt;]]. Entretanto, mesmo após este afastamento, Derby manteve contato com aquela instituição, e especialmente com &amp;lt;u&amp;gt;[[LACERDA FILHO, JOÃO BAPTISTA DE|João Baptista de Lacerda]]&amp;lt;/u&amp;gt;, diretor do Museu entre 1895 e 1915. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1887, após um ano de sua criação, a Comissão Geográfica e Geológica da Província de São Paulo foi reorganizada, tendo sido criadas três seções: geográfica-geológica, botânica e meteorologia. A instituição tinha como objetivo a produção de estudos nas áreas geográfica e geológica, com ênfase no aproveitamento dos recursos minerais e no benefício das vias de comunicação da província de São Paulo. Para o início dos trabalhos nesta Comissão, Orville Adelbert Derby contou com o auxílio do engenheiro Theodoro Fernandes Sampaio, do petrógrafo austríaco Eugen Hussak e dos alunos da Escola de Minas de Ouro Preto, Luiz Felipe Gonzaga de Campos e Francisco de Paula Oliveira. Através dos relatórios produzidos, como resultados das pesquisas realizadas nas áreas de geografia, história, geologia, constituiu-se um grande acervo. Derby teve, então, a idéia de criar e organizar um museu da Comissão Geográfica e Geológica da Província de São Paulo, e parte deste acervo deu origem ao futuro [[MUSEU_PAULISTA|&amp;lt;u&amp;gt;Museu Paulista&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1888, Orville Adelbert Derby redigiu a ata de recebimento do meteorito Bendegó, que havia sido encontrado, em 1784, em Monte Santo (interior da província da Bahia), e doado ao então [[MUSEU_IMPERIAL_E_NACIONAL|&amp;lt;u&amp;gt;Museu Imperial e Nacional&amp;lt;/u&amp;gt;]]. Posteriormente, ainda escreveu um artigo sobre este meteorito, o qual foi publicado nos &#039;&#039;Archivos do Museu Nacional&#039;&#039;, em 1895.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Entre fevereiro de 1892 e janeiro de 1893 Theodoro Fernandes Sampaio e Luiz Felipe Gonzaga de Campos, respectivamente, foram exonerados de seus cargos na Comissão Geográfica e Geológica de São Paulo. O primeiro foi substituído pelo topógrafo Horace E. Williams (1866 - &amp;amp;nbsp;) no cargo de chefe da seção geográfica da comissão. Em 28 de fevereiro de 1893 foi criada a seção zoológica daquela Comissão, e escolhido como seu diretor, o naturalista [[IHERING,_HERMANN_FRIEDRICH_ALBRECHT_VON|&amp;lt;u&amp;gt;Hermann Friedrich Albrecht von Ihering&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Derby, em 1892, em uma de suas muitas correspondências com [[IHERING,_HERMANN_FRIEDRICH_ALBRECHT_VON|&amp;lt;u&amp;gt;Hermann Friedrich Albrecht von Ihering&amp;lt;/u&amp;gt;]], comentou sobre o estado da ciência naquele momento no Brasil:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;“O Museu e a Escola de Minas reassumiram a antiga posição representada pela Politécnica e Escola de Medicina. Novas instituições de algum valor dificilmente serão fundadas até que os problemas políticos e financeiros se acalmem e quando começarem provavelmente seguirão o mesmo padrão. Tenho ainda algumas gotas de esperança em São Paulo, onde há dinheiro e uma certa quantidade de bom senso. Acredito que posso manter minha Comissão se conseguir e manter ajuda adequada.” (Apud LOPES, 1997, p.197)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Derby recebeu, em fevereiro de 1892, o prestigioso Wollaston Prize (medalha de ouro), financiado pelo Wollaston Fund e conferido pela Geological Society of London, fundada em 1807, a aqueles que tinham contribuído às pesquisas em geociências.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Neste mesmo ano de 1892, Derby integrou a comissão brasileira para a World´s Columbian Exposition (Chicago, Illinois, 1º/05-30/10/1893).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Orville Adelbert Derby, ainda na chefia da Comissão Geográfica e Geológica de São Paulo, retratou as origens do [[MUSEU_PAULISTA|&amp;lt;u&amp;gt;Museu Paulista&amp;lt;/u&amp;gt;]], em seu ofício de 29/08/1895, publicado no primeiro número da &#039;&#039;Revista do Museu Paulista&#039;&#039;:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“(....) esbocei um plano para o coordenar e desenvolver modestamente à sombra da Comissão Geográfica e Geológica, que tinha a seu cargo diversos serviços que podiam contribuir para várias seções de um Museu de História Natural (..). Sendo-me oferecida a cooperação de um zoologista de grande nomeada [Hermann von Ihering], aproveitei o ensejo para completar o programa de um verdadeiro museu propondo ao governo a criação de uma seção zoológica nesta Comissão – proposta que foi aceita (....) [e que] foi iniciada em maio de 1893. Logo depois o Congresso do Estado determinou criar no monumento do Ipiranga um museu independente, e no princípio do exercício de 1894 cessou a ligação provisória do Museu com a Comissão Geográfica e Geológica, passando para o novo estabelecimento o pessoal da seção zoológica desta”. (Apud FIGUEIROA, 1997, p.144) &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No dia 10 de fevereiro de 1896, Orville Adelbert Derby apresentou ao então Secretário de Agricultura do Estado de São Paulo, Teodoro Dias de Carvalho Júnior, um esboço do projeto de organização da seção botânica da Comissão Geográfica e Geológica do então Estado de São Paulo, por meio da qual poderiam ser viabilizados projetos referentes ao serviço florestal e ao Horto Botânico. A idéia era é de que fossem criadas três seções: um Serviço Botânico Sistemático, o Serviço Experimental e o Serviço Florestal. Naquele ano integrou, juntamente com Francisco Ramos de Azevedo e [[LÖFGREN,_JOHAN_ALBERT_CONSTANTIN|&amp;lt;u&amp;gt;Johan Albert Constantin Löfgren&amp;lt;/u&amp;gt;]], a comissão técnica que recomendou a fundação de um horto botânico (atualmente pertencente ao Instituto Florestal) na região da Cantareira, na capital do Estado de São Paulo (ROCHA, 2006). &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 9 de julho de 1898, Orville Adelbert Derby recebeu das mãos de [[GÖLDI,_ÉMIL_AUGUST|&amp;lt;u&amp;gt;Émil August Göldi&amp;lt;/u&amp;gt;]], então diretor do [[MUSEU_PARAENSE_DE_HISTÓRIA_NATURAL_E_ETNOGRAFIA|&amp;lt;u&amp;gt;Museu Paraense de História Natural e Etnografia&amp;lt;/u&amp;gt;]], o título de Membro Honorário daquela instituição.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Apesar de todos os trabalhos realizados, a Comissão Geográfica e Geológica do Estado de São Paulo foi duramente criticada por sua morosidade operacional e pela inexistência de um mapa geológico do Estado. Esta crítica teve como um de seus mentores, Francisco Bhering (1867-1921), catedrático interino da Escola Politécnica de São Paulo, o que abalou a liderança de Orville Adelbert Derby na Comissão. De acordo com Figueirôa (1997), esta controvérsia prolongou-se por três anos, e era uma disputa tanto em termos científicos quanto profissionais. Existiam as questões metodológicas dos levantamentos cartográficos, que opunha uma escola francesa, defendida por Bhering, a uma escola norte-americana, reiterada por Derby. Havia, igualmente, a oposição entre a visão de ciência aplicada, defendida por Bhering, e a de ciência pura, “atribuída por Bhering a Derby” (FIGUEIRÔA, 1997, p. 193). &amp;amp;nbsp;O aspecto profissional presente na controvérsia referia-se ao “processo de afirmação social da categoria profissional dos engenheiros iniciado no século anterior” (FIGUEIRÔA, 1997, p. 193). &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; Em 1904, houve um drástico corte nos recursos financeiros da Comissão, o que levou a um arrocho na remuneração dos funcionários. Orville Adelbert Derby tentou intervir junto às autoridades, mas seus esforços foram em vão, e no mesmo ano, o governo optou por reformular o órgão, oferecendo-lhe um outro cargo. Em ofício de 20 de janeiro de 1905, então, Derby pediu demissão da Comissão Geográfica e Geológica do Estado de São Paulo, como uma forma de protesto perante a falta de incentivo aos estudos geológicos no Brasil. Seu pedido de demissão foi aceito, sendo substituído pelo engenheiro civil João Pedro Cardoso.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Após desligar-se da Comissão, Orville Adelbert Derby foi convidado pelo Secretário de Agricultura da Bahia, Miguel Calmon du Pin e Almeida, para dirigir o Serviço de Terras e Minas do Estado da Bahia. Derby aceitou este convite e desempenhou esta função até o mês de janeiro de 1907. No período em que esteve na Bahia, Orville Adelbert Derby estudou a geologia local, intensificando as pesquisas acerca da ocorrência de manganês e de diamante em algumas áreas.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em fins de 1906, recebeu o convite de Miguel Calmon Du Pin e Almeida, então Ministro da Indústria, Viação e Obras Públicas, para organizar o Serviço Geológico e Mineralógico do Brasil, criado pelo decreto nº 6.323 de 10 de janeiro de 1907 para fazer o estudo científico da estrutura geológica e mineralógica do país, objetivando sua aplicação prática. Derby aceitou o convite e, para compor a equipe, indicou como primeiros-engenheiros a Miguel Arrojado Ribeiro Lisboa, Francisco de Paula Oliveira, e Luiz Felipe Gonzaga de Campos, e para segundos-engenheiros Carlos Moreira e Cícero de Campos. Posteriormente também foram incorporados Benedito José dos Santos e Euzébio Paulo de Oliveira. Derby, em uma de suas correspondências com Horace E. Williams, destacou a importância do combate à seca no nordeste do país entre as ações empreendidas pelo Serviço Geológico e Mineralógico do Brasil:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“(...) você deveria ver uma típica região da seca, ver o suficiente para formar uma idéia da aparência geral e formular um plano de ação, e então vir para o Rio para consultas. (....) Os distritos de Quixadá e Quixeramobim são os únicos para os quais temos informações meteorológicas detalhadas (...). De acordo com minha idéia, a primeira localidade é naturalmente indicada para o plano de primeira estação agrícola e eu espero que você a tenha estudado com essa idéia em vista.” (Apud FIGUEIRÔA, 1997, p.221)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Serviço Geológico e Mineralógico do Brasil, a partir de 1909, ficou subordinado ao Ministério da Agricultura, Indústria e Comércio. Depois de 1910, o órgão passou por uma série de dificuldades, principalmente com a redução de verbas que levou à diminuição dos salários de seus funcionários. Com o início da 1ª Guerra Mundial, o orçamento da instituição foi bastante reduzido e as diretrizes foram absolutamente modificadas, repetindo os episódios que haviam ocorrido anteriormente com a Comissão Geográfica e Geológica do Estado de São Paulo. Derby solicitou, então, verbas para a instituição, mas esta reivindicação não foi atendida por José Rufino Bezerra Cavalcanti, que assumira o Ministério da Agricultura, Indústria e Comércio em julho de 1915. Orville Adelbert Derby trabalhou no Serviço Geológico e Mineralógico do Brasil até seu falecimento, em 1915.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Orville Adelbert Derby atuou em vários campos das ciências geológicas, tendo publicado 48 trabalhos sobre mineralogia e geologia econômica, 42 de geografia física e cartografia, 32 de geologia, 10 de petrografia, 19 de meteorologia, e 18 de arqueologia e paleontologia. Publicou, em 1891 os primeiros mapas pormenorizados da América Meridional, e em 1915 um dos primeiros mapas geológicos do país. Muitos de seus estudos sobre o Brasil foram publicados na França, Alemanha e Estados Unidos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi membro do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo, da Geological Society of London, da American Association for the Advancement of Science, e membro correspondente da Phyladelphia Academy of Natural Sciences.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Derby foi editor associado do Journal of Geology, e colaborador dos periódicos &#039;&#039;American Journal of Science&#039;&#039;, &#039;&#039;The Proceedings of the American Philosophical Society&#039;&#039;, e &#039;&#039;Quarterly Journal of the Geological Society&#039;&#039;.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1887 era representante da companhia “D. Pedro II American Telegraph and Cable Company”, à qual tinha a permissão para o estabelecimento de comunicações telegráficas entre a cidade da Fortaleza, na Província do Ceará, e o ponto mais conveniente do litoral dos Estados-Unidos, ligando-os por meio de um ou mais cabos submarinos, permissão esta que havia sido concedida aos cidadãos americanos Henry Cunnins, George D. Roberts e George S. Cox, por meio do decreto nº 8.992, de 18 de agosto de 1883.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O geólogo John Casper Branner, que juntamente com Orville Adelbert Derby havia integrado a Comissão Geológica do Império, em 1875, colocou, na primeira edição de sua obra “Geologia Elementar” (1906), a seguinte dedicatória em reconhecimento aos trabalhos de Derby: &amp;quot;To Orville Derby, who has devoted his life to the study of Geology of Brazil, and has done more than any one else to solve its problems, this work is affectionately dedicated&amp;quot; (Apud PIRES, 2001). Este mesmo geólogo, em 1916, publicou o artigo “Orville A. Derby” no periódico &#039;&#039;Science &#039;&#039;(v.43, Issue 1113, p.596, 28 april 1916).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 23 de julho de 1951, por ocasião do centenário de seu nascimento, o diretor geral do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), a [[ACADEMIA_BRASILEIRA_DE_CIÊNCIAS|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Brasileira de Ciências&amp;lt;/u&amp;gt;]] e a Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM) promoveram a realização de uma solenidade, na qual foi lido um texto de Avelino Ignácio de Oliveira, também estudioso da geologia no Brasil, em homenagem a Orville Adelbert Derby. Em 1952, a Comissão Executiva para a Comemoração do Centenário de nascimento de Orville Adelbert Derby, com a colaboração da Embaixada Americana, publicou, como homenagem, a obra “Orville A. Derby&#039;s Studies on the Paleontology of Brazil”, coordenada por Alpheu Diniz Gonçalves.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Produção intelectual&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “A Ilha do Marajó e suas antiguidades”. Aurora Brazileira, Ithaca, N.Y.: Typ. Da Universidade de Cornell, n.3, 20 dez. 1873.&amp;lt;br/&amp;gt; - “On the Carboniferons Brachipoda of Itaitúba, Rio Tapajos, Province of Pará, Brazil”. &#039;&#039;Bulletin of the Cornell University (Science)&#039;&#039;, New York, v.1, n.2, p.1-63, 1874.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Notice of the paleozoie fóssil (accompanying a memoir entitled “Exploration of Lake Titacaca”, by Alexander Agassiz and S. W. Garman)”. &#039;&#039;Bulletin of the Museum of Comparative Zoology&#039;&#039;, Cambirdge, Mass., III, n.12, p.279—286, 1875.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Contribuições para a geologia da região do Baixo Amazonas”. &#039;&#039;Archivos do Museu Nacional&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.II, p.77-104,1877.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “A Bacia cretacia da Bahia de Todos os Santos”.&#039;&#039;Archivos do Museu Nacional&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.II, p.135-158, 1878.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Geologia da região diamantifera da Provincia do Paraná no Brazil”. &#039;&#039;Archivos do Museu Nacional&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.III, p. 89-96, 1878.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Os montes artificiaes da Ilha de Marajó”. &#039;&#039;O Novo Mundo&#039;&#039;, New York, v. VIII, n.88, p.90, abril 1878.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Observações geologicas na estrada de ferro Sorocabana”. &#039;&#039;Revista do Instituto Polytechnico de S. Paulo&#039;&#039;, São Paulo, 1878.&amp;lt;br/&amp;gt; - “The Geology of the Diamantiferous Region of the Province of Paraná, Brazil”. &#039;&#039;Proceedings of the American Philosophical Society&#039;&#039;, Philadelphia, v.XVIII, p. 251-258, 1879.&amp;lt;br/&amp;gt; - “The artificial mounds of the Island of Marajó, Brazil.” &#039;&#039;American Naturalist&#039;&#039;, p.224-229, april 1879.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Contribuições para o estudo da geologia do Vale do Rio São Francisco”. &#039;&#039;Archivos do Museu Nacional&#039;&#039;, Rio deJaneiro, v.IV, p.87-119, 1879.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Observações sobre algumas rochas diamantiferas de Minas Geraes”. Archivos do Museu Nacional, Rio de Janeiro, v.IV, p.121-132, 1879.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “A contribution to the geology of the lower Amazonas”. &#039;&#039;Proceedings of the American Philosophical Society&#039;&#039;, Philadelphia, v.XVIII, p.155-178,1880.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Reconhecimento geologico do Valle de S. Francisco”. In: Relatorio de W. Milnor Roberts, engenheiro chefe da Commissão Hydraulica sobre o exame do Rio São Francisco: desde o mar até a cachoeira de Pirapóra (extensão de 2.122 kilometros) feito em 1879-1880 por ordem de Sua Excellencia o Sr. Conselheiro João Lins Vieira Cansansão de Sinimbú quando presidente do Conselho, e Ministro e Secretario de Estado dos Negocios da Agricultura, Commercio e Obras Publicas”. Rio de Janeiro: Typographia Nacional, 1880.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Geology of the Rio São Francisco, Brazil”. &#039;&#039;American Journal of Science&#039;&#039;, New Haven, March., 3d. series, v. XIX (CXIX), p.236, 1880.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Idade da serie dos gneiss brasileiros”. &#039;&#039;Revista de Engenharia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno II, n.7, p.115-116, 1880.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Exame do Guano da Ilha Rata pelos Drs. Orville A. Derby e Luiz Monteiro de Barros”. &#039;&#039;Revista de Engenharia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno III, n.2, p.26-28, 1881.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Reconhecimento geologico do Valle de S. Francisco (Transcripção)”. &#039;&#039;Revista de Engenharia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno III, n.6, p.93-94, 1881.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Reconhecimento geologico do Valle de S. Francisco (Continuação)”. &#039;&#039;Revista de Engenharia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno III, n.8, p.125-127, 1881.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Reconhecimento geologico do Valle de S. Francisco (Continuação)”. &#039;&#039;Revista de Engenharia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno III, n.11, p.172-175, 1881.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Reconhecimento geologico do Valle de S. Francisco (Continuação)”. &#039;&#039;Revista de Engenharia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno III, n.12, p.188-190, 1881.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Fernando de Noronha”. &#039;&#039;The Rio News&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v. VIII, n.6, p.1-2, feb. 24th 1881.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Jazidas de phosphato de cal existentes na Ilha Rata, do archipelago de Fernando de Noronha. Relatorio da Commissão nomeada para examinar as jazidas.” Com L. M. Barros. Rio de Janeiro, 7 de fevereiro de 1881. &amp;amp;nbsp;In: Relatorio do Ministro da Agricultura, 1881.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Relatorio da Commissão encarregada do exame dos depositos dephosphatos na Ilha Rata (Fernando de Noronha). &#039;&#039;Revista Agricola do Imperial Instituto Fluminense de Agricultura&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.XII, n.2, p.55-61, junho de 1881.&amp;lt;br/&amp;gt; - “The culture in Minas”. &#039;&#039;The Rio News&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v. VIII, n.24, p.1-2, august 24th 1881.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “On the gold-bearing rocks of the province of Minas Geraes, Brazil”. &amp;amp;nbsp;&#039;&#039;American Journal of Science&#039;&#039;, New Haven, 3d. series, v. XXIII (CXXIII), p.97-99, feb. 1882.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Geology of the Diamond”. &#039;&#039;American Journal of Science&#039;&#039;, New Haven, 3d. series, v. XXIII (CXXIII), p.178, march. 1882.&amp;lt;br/&amp;gt; - “On Brazilian specimens of Martite”. &#039;&#039;American Journal of Science&#039;&#039;, New Haven, 3d. series, v. XXIII (CXXIII), p.373-374, may 1882.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Geology of the Diamond”. The Rio News, Rio de Janeiro, v. IX, n.8, p.3, march 15th 1882. - “Modes of occurrence of the Diamond in Brazil”. &#039;&#039;American Journal of Science&#039;&#039;, New Haven, 3d. series, v. 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Aspecto physico, montanhas e chapadões”. In: &#039;&#039;&#039;O Brazil geographico e historico. I. A Terra e o Homem por J. E. Wappaeus. A geografia physica do Brazil refundida&#039;&#039;&#039; (Edição condensada). Rio de Janeiro: Typ. de G. Leuzinger e Filhos, 1884. pp.36-43.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Cap. V. Estructura geológica e mineraes”. In: &#039;&#039;&#039;O Brazil geographico e historico. I. A Terra e o Homem por J. E. Wappaeus. A geografia physica do Brazil refundida&#039;&#039;&#039; (Edição condensada). Rio de Janeiro: Typ. de G. Leuzinger e Filhos, 1884. pp.44-59&amp;lt;br/&amp;gt; - “Cap. VI. Caracteristica geral das vertentes e das bacias fluviaes”. In: &#039;&#039;&#039;O Brazil geographico e historico. I. A Terra e o Homem por J. E. Wappaeus. A geografia physica do Brazil refundida&#039;&#039;&#039; (Edição condensada). Rio de Janeiro: Typ. de G. Leuzinger e Filhos, 1884. pp. 60-70.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Peculiar modes of occurrence of gold in Brazil”. &#039;&#039;American Journal of Science&#039;&#039;, New Haven, 3d. series, v. XXVIII (CXXVIII), p.73-74, jan. 1884.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Note on the decay of rocks in Brazil”. &#039;&#039;American Journal of Science&#039;&#039;, New Haven, 3d. series, v. XXVII (CXXVII), p.138-139, feb. 1884.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Observações sobre os calcáreos do Rio de Janeiro, Minas, e S. Paulo”. &#039;&#039;Revista de Engenharia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, VI, p.26-28, 14 de fevereiro de 1884.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Notas sobre a decomposição das rochas no Brazil”. &#039;&#039;Revista de Engenharia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, VI, p.64, 28 de março de 1884.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Observações sobre os calcáreos do Rio de Janeiro, Minas, e S. Paulo”. &#039;&#039;Auxiliador da Industria Nacional&#039;&#039;, Rio de Janeiro, n.4, p.83-87, abril 1884.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Geologia do diamante. 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&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- BRANNER, John C. Bibliography of the geology, mineralogie, and paleontology of Brazil. &#039;&#039;Bulletin of the Geological Society of America&#039;&#039;, vol. 20, p.1-132, 12 fev. 1909. In: Biodiversitu Heritage Library. BHL. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;u&amp;gt;https://www.biodiversitylibrary.org/item/113678#page/58/mode/1up&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - BRANNER, John C. Orville A. Derby. &#039;&#039;The Journal of Geology&#039;&#039;, volume&amp;amp;nbsp;XXIX, n.3, p.209-214, april-may 1916. Capturado e, 31 ago. 2020. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://www.journals.uchicago.edu/doi/pdfplus/10.1086/622323&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 6.323, de 10 de janeiro de 1907. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:  &amp;lt;u&amp;gt;http://legis.senado.leg.br/norma/570999/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - CPRM. SERVIÇO GEOLÓGICO DO BRASIL. &#039;&#039;&#039;Orville Derby.&#039;&#039;&#039; Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://www.cprm.gov.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=528&amp;amp;sid=8&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - ESTADO DE SÃO PAULO. Lei nº 9, de 27 de março de 1886. In: ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE SÃO PAULO. Legislação. Capturado em 22 jul. 2026.Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://www.al.sp.gov.br/repositorio/legislacao/lei/1886/lei-9-27.03.1886.html&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - FIGUEIRÔA, Silvia Fernanda de Mendonça. &#039;&#039;&#039;As Ciências Geológicas no Brasil: uma história social e institucional 1875-1934. &#039;&#039;&#039;São Paulo: HUCITEC, 1997. (&amp;lt;u&amp;gt;[[Fontes de informação#BCOC|BCOC]]&amp;lt;/u&amp;gt;)&amp;lt;br/&amp;gt; - LOPES, Maria Margareth.&#039;&#039;&#039;O Brasil descobre a Pesquisa Científica: os Museus e as Ciências Naturais no século XIX.&#039;&#039;&#039; São Paulo: Hucitec, 1997. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;(&amp;lt;u&amp;gt;[[Fontes de informação#BCOC|BCOC]]&amp;lt;/u&amp;gt;)&amp;lt;br/&amp;gt; - ORVILLE Adelbert Derby. In: &#039;&#039;&#039;Wikipedia The Free Encyclopedia. &#039;&#039;&#039;Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://en.wikipedia.org/wiki/Orville_Adalbert_Derby&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - PIRES, Fernando Roberto Mendes; CABRAL, Alexandre Rafael. Estudos de Orville Derby sobre os depósitos manganesíferos do Brasil - Edição comemorativa dos 150 anos de nascimento do cientista. &#039;&#039;Rem. Revista Escola de Minas&#039;&#039;, Ouro Preto, v.54, n.3, p.205-209, jul./set. 2001. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S0370-44672001000300007&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - RELATORIO apresentado à Assembléa Legislativa Provincial de São Paulo pelo Presidente da Província João Alfredo Corrêa de Oliveira no dia 15 de fevereiro de 1886. São Paulo: Typographia a vapor de Jorge Seckler &amp;amp; C., 1886. &#039;&#039;&#039;Mensagens dos Presidentes das Província (1830-1930). &#039;&#039;&#039;Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://digitalcollections.crl.edu/record/5009?ln=en&amp;amp;v=uv#?xywh=-1176%2C0%2C4078%2C2762&amp;amp;cv=1&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - ROCHA, YURI TAVARES and CAVALHEIRO, FELISBERTO. The historical aspects of the Botanical Garden of São Paulo. &#039;&#039;Revista Brasileira de Botânica&#039;&#039;, São Paulo, v.24, n.4, supl., p.577-586, dez. 2001. &amp;amp;nbsp;Capturado em 14 abr. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;  [http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S0100-84042001000500013 http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S0100-84042001000500013]&amp;lt;br/&amp;gt; - SENA, Costa.&#039;&#039;&#039;Orville Derby. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1918. ([[Fontes_de_informação#IHGB|&amp;lt;u&amp;gt;IHGB&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - STUDART, Barão de. &#039;&#039;&#039;Estrangeiros e Ceará pelo Barão de Studart. &#039;&#039;&#039;(Separata da Revista do Instituto do Ceará, anno de 1918). Ceará, Fortaleza: Typ. Minerva, de Assis Bezerra, 1918. In: UF GEORGE A. SMATHERS LIBRARIES. Capturado em 1º set. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[https://ufdc.ufl.edu/AA00000256/00001 https://ufdc.ufl.edu/AA00000256/00001]&amp;lt;u&amp;gt;https://ufdc.ufl.edu/AA00000256/00001&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; -TOLEDO, J. &#039;&#039;&#039;Dicionário dos Suicidas Ilustres.&#039;&#039;&#039; 1995. Capturado em 14 abr. 2020. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://www.angelfire.com/ri/casadosol/suicidas.html&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; -TOSATTO, Pierluigi. &#039;&#039;&#039;Orville A. Derby “O pai da Geologia do Brasil”.&#039;&#039;&#039; &amp;amp;nbsp;Rio de Janeiro: CPRM; DNPM, 2001. ([[Fontes_de_informação#RGPL|&amp;lt;u&amp;gt;RGPL&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
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= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa – Gil Baião Neto; Lucilia Maria Esteves Santiso Dieguez.&amp;lt;br/&amp;gt; Redação - Lucilia Maria Esteves Santiso Dieguez, Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Revisão - Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Forma de citação&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;{{SITENAME}}&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    [[Category:Verbetes]] [[Category:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ana.guedes</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=DERBY,_ORVILLE_ADELBERT&amp;diff=3880</id>
		<title>DERBY, ORVILLE ADELBERT</title>
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		<updated>2026-07-27T16:56:12Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ana.guedes: /* Fontes */&lt;/p&gt;
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&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Outros nomes e/ou títulos:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;[[DERBY,_ORVILLE|Derby, Orville]]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Orville Adelbert Derby nasceu em 23 de julho de 1851, em Kelloggsville, no condado de Cayuga, Estado de Nova York (Estados Unidos), e faleceu na cidade do Rio de Janeiro em 1915. Doutorou-se em geologia em 1874 na University of Cornell, e em 1870 veio pela primeira vez para o Brasil para participar da Expedição Morgan, que explorou os rios amazônicos. Integrou a Comissão Geológica do Império (1886), e chefiou a 3ª seção de geologia do Museu Imperial e Nacional (1879-1890), e a Comissão Geográfica e Geológica de São Paulo (1886-1890).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Dados pessoais&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Orville Adelbert Derby nasceu no dia 23 de julho de 1851, em Kelloggsville, no condado de Cayuga, Estado de Nova York (Estados Unidos). Foi o terceiro filho do casal John C. Derby e Malvina A. Lindsey Derby, e passou sua infância na fazenda de seus pais em Finger Lakes, situada próxima à cidade de Kelloggsville.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Residiu no Brasil por 40 anos, tendo obtido a cidadania brasileira. Derby nunca se casou, e retornou aos Estados Unidos somente em duas ocasiões, em 1883 e 1890.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Suicidou-se em 27 de novembro de 1915, no quarto em que vivia no Hotel dos Estrangeiros, situado na Praça José de Alencar, na cidade do Rio de Janeiro (ORVILLE, 2006).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Trajetória profissional&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Orville Adelbert Derby fez seus primeiros estudos em sua cidade natal e os preparatórios na Albany Normal School. Em 1869 ingressou no curso de geologia da University of Cornell, na cidade de Ithaca, sede do condado de Tompkins (Estados Unidos).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Veio ao Brasil pela primeira vez em 1870, ainda como estudante e a convite de Charles Frederic Hartt (1840-1878), seu professor de geologia e geografia, para participar juntamente com outros alunos de Cornell, da Expedição Morgan, dirigida por Hartt e assim denominada por contar com vultosas contribuições do Coronel Edwin Barber Morgan (1808-1881). Este convite teria decorrido da dedicação demonstrada por Orville Adelbert Derby em seu estudo sobre os briozoários fósseis do Estado de Nova York, tarefa esta considerada difícil para um jovem estudante de geologia, mas que já demonstrava sua grande capacidade (APROMIN, 2005).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Na primeira viagem Orville Adelbert Derby visitou Pernambuco, onde juntamente com o naturalista De Borden Wilmont organizou uma importante coleção de fósseis da formação Maria Farinha, a primeira coleção sistemática daquela região. Na segunda viagem da Expedição Morgan, em 1871, novamente acompanhado por Charles Frederic Hartt, Orville Adelbert Derby se dirigiu ao vale do Rio Amazonas, onde explorou os Rios Tocantins, Tapajós e Xingu, e realizou uma coleta de fósseis carboníferos de calcário de Itaituba do Rio Tapajós, da qual resultou uma importante coleção. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Orville Adalbert Derby graduou-se em geologia, em 1873, e obteve o grau de “Master of Sciences” em junho de 1874, na University of Cornell, com a tese intitulada &amp;quot;On the Carboniferous Brachiopoda of Itaitúba, Rio Tapajos, Prov. of Pará, Brazil”. Sua tese, na qual utilizou o material que coletara durante as expedições científicas no Brasil, foi publicada, naquele mesmo ano, no &#039;&#039;Bulletin of Cornell University: Science&#039;&#039;.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Entre 1873 e 1875 ocupou o posto de instrutor de geologia e paleontologia na University of Cornell. Em 1874, quando seu professor, Charles Frederic Hartt, realizou uma nova expedição científica ao Brasil, Derby o substituiu em suas funções acadêmicas na referida universidade. A viagem organizada por Hartt não tinha apenas fins científicos, mas principalmente visava convencer as autoridades brasileiras da importância da elaboração de um mapa geológico do Império. Além da aceitação do Governo Imperial, Hartt obteve ainda uma outra vitória, que foi a criação da Comissão Geológica do Império, pelo Aviso nº 175 de 30 de abril de 1875. Hartt foi convidado para chefiá-la, e foram nomeados como seus assistentes Orville Adelbert Derby, Richard Rathbun (1852-1918), geólogo da University of Cornell, John Casper Branner (1850-1922), do Departamento de Botânica e Geologia da Indiana University, e os brasileiros Elias Fausto Pacheco Jordão, que havia se doutorado em 1874 em engenharia civil na University of Cornell, e Francisco José de Freitas. Integraram, também, o corpo técnico da comissão os geólogos Luther Wagoner e Herbert Huntington Smith (1851-1919), e o fotógrafo Marc Ferrez (1843-1923).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A partir de sua nomeação como assistente da Comissão Geológica do Império, em 1875, Orville Adelbert Derby passou a residir na cidade do Rio de Janeiro. Com apenas dois anos de funcionamento a Comissão foi extinta, em 1877, por João Lins Vieira Cansanção de Sinimbu, Ministro da Secretaria de Estado dos Negócios da Agricultura, Comércio e Obras Públicas, alegando-se economia de gastos. À época da extinção da Comissão, todo o material que fora coletado durante sua existência, foi depositado no [[MUSEU_IMPERIAL_E_NACIONAL|&amp;lt;u&amp;gt;Museu Imperial e Nacional&amp;lt;/u&amp;gt;]], na cidade do Rio de Janeiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Durante os dois anos de funcionamento, a Comissão Geológica do Império realizou trabalhos em várias partes do Brasil. Orville Adelbert Derby iniciou suas pesquisas pela província da Bahia, alcançando ainda Sergipe, e nestas regiões estudou a geologia do Recôncavo baiano e do Rio São Francisco. Na região norte estudou os depósitos carboníferos da província do Pará, e estendeu suas observações até o Amazonas. Posteriormente realizou pesquisas também na província do Paraná.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Com a extinção da Comissão Geológica do Império, Orville Adelbert Derby, Charles Frederic Hartt e Richard Rathbun acondicionaram todo o material que haviam coletado, do qual resultou um relatório elaborado pelos três pesquisadores, e no qual enfatizavam a relevância daquele acervo para as pesquisas geológicas. O intuito era de que as autoridades enxergassem a importância do material e recriassem o órgão, mas os esforços realizados foram em vão, pois nada foi feito. Ainda em 1878, morreu Charles Frederic Hartt, vítima de febre amarela, e lhe foi atribuído o título de “Pai da Geologia no Brasil”, por ser considerado o responsável pela luta em prol do reconhecimento dos estudos geológicos no país. Hartt na verdade foi o grande criador do primeiro órgão dedicado às pesquisas geológicas no Brasil, pois deste resultaram todos os outros que vieram posteriormente. Já Orville Adelbert Derby foi o responsável pela preservação do acervo científico da Comissão Geológica do Império. Uma vez extinta a comissão, os colegas norte-americanos de Derby retornaram aos Estados Unidos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Orville Adelbert Derby trabalhou, sem receber remuneração, no&amp;amp;nbsp;[[MUSEU_IMPERIAL_E_NACIONAL|&amp;lt;u&amp;gt;Museu Imperial e Nacional&amp;lt;/u&amp;gt;]] até maio de 1879, quando foi nomeado chefe da 3ª seção de geologia nesta instituição, permanecendo neste cargo até 1890. Enquanto aguardava sua nomeação para este museu, Derby realizou vários trabalhos nas províncias do Rio de Janeiro, Minas Gerais, São Paulo e Paraná e ainda na Bacia do Rio São Francisco, atendendo a interesses privados. Ainda neste período integrou a Comissão Hidráulica do Império, criada em 1879 para exploração do Alto São Francisco, chefiada pelo engenheiro William Milnor Roberts (1810-1881). No levantamento e estudos no rio das Velhas, participou, juntamente com Derby, o engenheiro assistente João W. de Aguiar.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Participou de estudos sobre a navegação dos rios São Francisco e das Velhas, e sobre as obras de melhoramento do porto de Santos, e por todos estes trabalhos não obteve remuneração, recebendo apenas os meios para o desenvolvimento dos estudos. Como resultado produziu uma série de anotações e registros sobre as formações diamantíferas no Paraná, e sobre a formação geológica da bacia. Em Minas Gerais reconheceu a origem da flexibilidade dos itacolomitos (quartzito claro e quartzito rosado). Colaborou, ainda, com o geólogo Claude-Henri Gorceix (1842-1919) nos estudos paleontológicos da Carta Geológica de Minas Gerais (LOPES, 1997).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;De 1879 até 1886, Orville Adelbert Derby dedicou-se integralmente às atividades no [[MUSEU_IMPERIAL_E_NACIONAL|&amp;lt;u&amp;gt;Museu Imperial e Nacional&amp;lt;/u&amp;gt;]], como pesquisador, professor e organizador das coleções de mineralogia e de paleontologia pertencentes ao acervo da instituição. Neste sentido, compilou e organizou os estudos que Charles Frederic Hartt havia feito na Amazônia. Além disso, enviou a alguns especialistas uma parte das coleções do Museu para que fossem produzidas observações, as quais seriam publicadas pela instituição. Apesar de todos seus esforços, a seção de geologia que chefiava não possuía a mesma notoriedade se comparada às seções de zoologia e de botânica, devido à insuficiência de recursos para aquela seção. Tal situação levou Orville Adelbert Derby a organizar os gabinetes, laboratórios e coleções, para exibição ou guarda, a dar aulas e pareceres sobre a exploração de jazidas minerais, além de produzir pesquisas na área zoológica.&amp;lt;br/&amp;gt; Apesar de todas estas tarefas, Orville Adelbert Derby realizou, neste período, inúmeros trabalhos de campo, e publicou cerca de 42 trabalhos não só no ramo da geologia, como também no campo da mineralogia, petrografia, paleontologia, jazidas minerais e meteoritos. Todos estes estudos, resultados dos trabalhos empreendidos no [[MUSEU_IMPERIAL_E_NACIONAL|&amp;lt;u&amp;gt;Museu Imperial e Nacional&amp;lt;/u&amp;gt;]], foram publicados entre os anos de 1870 e 1890.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1885, Derby foi convidado pelo presidente da província de São Paulo, João Alfredo Corrêa de Oliveira, para formular um plano de estudos sobre a geografia, o relevo, e a estrutura geológica de São Paulo. O plano proposto por Derby, segundo o presidente da província, foi:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“essencialmente o mesmo que organizara o malogrado professor Hartt para os trabalhos da comissão geológica do Império, e baseia-se nos métodos desenvolvidos pela experiência de muitos anos das comissões geográficas e geológicas dos Estados Unidos, os quais, atenta a rapidez e a economia da execução, são os mais apropriados para as regiões em que é extensa a área que se tem de explorar, e a população se acha disseminada. Contempla ele a organização de cartas, na escala de um centímetro por quilômetro, que serão ao mesmo tempo geográficas, topográficas, itinerárias, geológicas e agrícolas, e em que se representarão exatamente todos os centros de população e os estabelecimentos industriais e agrícolas, de certa importância; os acidentes da superfície; as estradas de ferro de rodagem; os cursos d´água; as minas, etc.; a configuração e elevação da superfície e a distribuição dos diversos terrenos geológicos e das terras de cultura, de criação, bem como das improdutivas. (....) Este plano é perfeitamente exeqüível, como a experiência dos Estados Unidos tem demonstrado, dentro de razoável período, contando-se com a mesma rapidez que em seus trabalhos empregam os geógrafos americanos.” (RELATORIO, 2006, p. 99-100) &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Orville Adelbert Derby apresentou, então, o “Esboço de um Plano para Exploração Geográfica e Geológica da Província de São Paulo”, projeto este que fora já idealizado por Charles Frederic Hartt à época da Comissão Geológica do Império, e que Derby, na realidade, o adaptou de acordo com as necessidades da nova instituição. Sua proposta apresentava uma visão integrada da natureza, contemplando a geologia, a geografia, a botânica, a zoologia, a climatologia e a etnografia. A proposta foi aceita, e ele foi convidado para chefiar a Comissão Geográfica e Geológica de São Paulo (atual Instituto Geológico de São Paulo), criada em 27 de março de 1886 pela Lei Provincial no 9. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Chefiou a Comissão Geográfica e Geológica de São Paulo de 1886 a 1890, e foi o responsável pelo Boletim da Comissão Geográfica e geológica de São Paulo, em 1889. Entretanto, como também ocupava o cargo de chefe da 3ª seção de geologia do [[MUSEU_IMPERIAL_E_NACIONAL|&amp;lt;u&amp;gt;Museu Imperial e Nacional&amp;lt;/u&amp;gt;]], e o acúmulo destas duas funções não era permitido, Derby acabou sendo dispensado de seu cargo no [[MUSEU_IMPERIAL_E_NACIONAL|&amp;lt;u&amp;gt;Museu Imperial e Nacional&amp;lt;/u&amp;gt;]]. Entretanto, mesmo após este afastamento, Derby manteve contato com aquela instituição, e especialmente com &amp;lt;u&amp;gt;[[LACERDA FILHO, JOÃO BAPTISTA DE|João Baptista de Lacerda]]&amp;lt;/u&amp;gt;, diretor do Museu entre 1895 e 1915. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1887, após um ano de sua criação, a Comissão Geográfica e Geológica da Província de São Paulo foi reorganizada, tendo sido criadas três seções: geográfica-geológica, botânica e meteorologia. A instituição tinha como objetivo a produção de estudos nas áreas geográfica e geológica, com ênfase no aproveitamento dos recursos minerais e no benefício das vias de comunicação da província de São Paulo. Para o início dos trabalhos nesta Comissão, Orville Adelbert Derby contou com o auxílio do engenheiro Theodoro Fernandes Sampaio, do petrógrafo austríaco Eugen Hussak e dos alunos da Escola de Minas de Ouro Preto, Luiz Felipe Gonzaga de Campos e Francisco de Paula Oliveira. Através dos relatórios produzidos, como resultados das pesquisas realizadas nas áreas de geografia, história, geologia, constituiu-se um grande acervo. Derby teve, então, a idéia de criar e organizar um museu da Comissão Geográfica e Geológica da Província de São Paulo, e parte deste acervo deu origem ao futuro [[MUSEU_PAULISTA|&amp;lt;u&amp;gt;Museu Paulista&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1888, Orville Adelbert Derby redigiu a ata de recebimento do meteorito Bendegó, que havia sido encontrado, em 1784, em Monte Santo (interior da província da Bahia), e doado ao então [[MUSEU_IMPERIAL_E_NACIONAL|&amp;lt;u&amp;gt;Museu Imperial e Nacional&amp;lt;/u&amp;gt;]]. Posteriormente, ainda escreveu um artigo sobre este meteorito, o qual foi publicado nos &#039;&#039;Archivos do Museu Nacional&#039;&#039;, em 1895.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Entre fevereiro de 1892 e janeiro de 1893 Theodoro Fernandes Sampaio e Luiz Felipe Gonzaga de Campos, respectivamente, foram exonerados de seus cargos na Comissão Geográfica e Geológica de São Paulo. O primeiro foi substituído pelo topógrafo Horace E. Williams (1866 - &amp;amp;nbsp;) no cargo de chefe da seção geográfica da comissão. Em 28 de fevereiro de 1893 foi criada a seção zoológica daquela Comissão, e escolhido como seu diretor, o naturalista [[IHERING,_HERMANN_FRIEDRICH_ALBRECHT_VON|&amp;lt;u&amp;gt;Hermann Friedrich Albrecht von Ihering&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Derby, em 1892, em uma de suas muitas correspondências com [[IHERING,_HERMANN_FRIEDRICH_ALBRECHT_VON|&amp;lt;u&amp;gt;Hermann Friedrich Albrecht von Ihering&amp;lt;/u&amp;gt;]], comentou sobre o estado da ciência naquele momento no Brasil:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;“O Museu e a Escola de Minas reassumiram a antiga posição representada pela Politécnica e Escola de Medicina. Novas instituições de algum valor dificilmente serão fundadas até que os problemas políticos e financeiros se acalmem e quando começarem provavelmente seguirão o mesmo padrão. Tenho ainda algumas gotas de esperança em São Paulo, onde há dinheiro e uma certa quantidade de bom senso. Acredito que posso manter minha Comissão se conseguir e manter ajuda adequada.” (Apud LOPES, 1997, p.197)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Derby recebeu, em fevereiro de 1892, o prestigioso Wollaston Prize (medalha de ouro), financiado pelo Wollaston Fund e conferido pela Geological Society of London, fundada em 1807, a aqueles que tinham contribuído às pesquisas em geociências.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Neste mesmo ano de 1892, Derby integrou a comissão brasileira para a World´s Columbian Exposition (Chicago, Illinois, 1º/05-30/10/1893).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Orville Adelbert Derby, ainda na chefia da Comissão Geográfica e Geológica de São Paulo, retratou as origens do [[MUSEU_PAULISTA|&amp;lt;u&amp;gt;Museu Paulista&amp;lt;/u&amp;gt;]], em seu ofício de 29/08/1895, publicado no primeiro número da &#039;&#039;Revista do Museu Paulista&#039;&#039;:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“(....) esbocei um plano para o coordenar e desenvolver modestamente à sombra da Comissão Geográfica e Geológica, que tinha a seu cargo diversos serviços que podiam contribuir para várias seções de um Museu de História Natural (..). Sendo-me oferecida a cooperação de um zoologista de grande nomeada [Hermann von Ihering], aproveitei o ensejo para completar o programa de um verdadeiro museu propondo ao governo a criação de uma seção zoológica nesta Comissão – proposta que foi aceita (....) [e que] foi iniciada em maio de 1893. Logo depois o Congresso do Estado determinou criar no monumento do Ipiranga um museu independente, e no princípio do exercício de 1894 cessou a ligação provisória do Museu com a Comissão Geográfica e Geológica, passando para o novo estabelecimento o pessoal da seção zoológica desta”. (Apud FIGUEIROA, 1997, p.144) &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No dia 10 de fevereiro de 1896, Orville Adelbert Derby apresentou ao então Secretário de Agricultura do Estado de São Paulo, Teodoro Dias de Carvalho Júnior, um esboço do projeto de organização da seção botânica da Comissão Geográfica e Geológica do então Estado de São Paulo, por meio da qual poderiam ser viabilizados projetos referentes ao serviço florestal e ao Horto Botânico. A idéia era é de que fossem criadas três seções: um Serviço Botânico Sistemático, o Serviço Experimental e o Serviço Florestal. Naquele ano integrou, juntamente com Francisco Ramos de Azevedo e [[LÖFGREN,_JOHAN_ALBERT_CONSTANTIN|&amp;lt;u&amp;gt;Johan Albert Constantin Löfgren&amp;lt;/u&amp;gt;]], a comissão técnica que recomendou a fundação de um horto botânico (atualmente pertencente ao Instituto Florestal) na região da Cantareira, na capital do Estado de São Paulo (ROCHA, 2006). &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 9 de julho de 1898, Orville Adelbert Derby recebeu das mãos de [[GÖLDI,_ÉMIL_AUGUST|&amp;lt;u&amp;gt;Émil August Göldi&amp;lt;/u&amp;gt;]], então diretor do [[MUSEU_PARAENSE_DE_HISTÓRIA_NATURAL_E_ETNOGRAFIA|&amp;lt;u&amp;gt;Museu Paraense de História Natural e Etnografia&amp;lt;/u&amp;gt;]], o título de Membro Honorário daquela instituição.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Apesar de todos os trabalhos realizados, a Comissão Geográfica e Geológica do Estado de São Paulo foi duramente criticada por sua morosidade operacional e pela inexistência de um mapa geológico do Estado. Esta crítica teve como um de seus mentores, Francisco Bhering (1867-1921), catedrático interino da Escola Politécnica de São Paulo, o que abalou a liderança de Orville Adelbert Derby na Comissão. De acordo com Figueirôa (1997), esta controvérsia prolongou-se por três anos, e era uma disputa tanto em termos científicos quanto profissionais. Existiam as questões metodológicas dos levantamentos cartográficos, que opunha uma escola francesa, defendida por Bhering, a uma escola norte-americana, reiterada por Derby. Havia, igualmente, a oposição entre a visão de ciência aplicada, defendida por Bhering, e a de ciência pura, “atribuída por Bhering a Derby” (FIGUEIRÔA, 1997, p. 193). &amp;amp;nbsp;O aspecto profissional presente na controvérsia referia-se ao “processo de afirmação social da categoria profissional dos engenheiros iniciado no século anterior” (FIGUEIRÔA, 1997, p. 193). &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; Em 1904, houve um drástico corte nos recursos financeiros da Comissão, o que levou a um arrocho na remuneração dos funcionários. Orville Adelbert Derby tentou intervir junto às autoridades, mas seus esforços foram em vão, e no mesmo ano, o governo optou por reformular o órgão, oferecendo-lhe um outro cargo. Em ofício de 20 de janeiro de 1905, então, Derby pediu demissão da Comissão Geográfica e Geológica do Estado de São Paulo, como uma forma de protesto perante a falta de incentivo aos estudos geológicos no Brasil. Seu pedido de demissão foi aceito, sendo substituído pelo engenheiro civil João Pedro Cardoso.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Após desligar-se da Comissão, Orville Adelbert Derby foi convidado pelo Secretário de Agricultura da Bahia, Miguel Calmon du Pin e Almeida, para dirigir o Serviço de Terras e Minas do Estado da Bahia. Derby aceitou este convite e desempenhou esta função até o mês de janeiro de 1907. No período em que esteve na Bahia, Orville Adelbert Derby estudou a geologia local, intensificando as pesquisas acerca da ocorrência de manganês e de diamante em algumas áreas.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em fins de 1906, recebeu o convite de Miguel Calmon Du Pin e Almeida, então Ministro da Indústria, Viação e Obras Públicas, para organizar o Serviço Geológico e Mineralógico do Brasil, criado pelo decreto nº 6.323 de 10 de janeiro de 1907 para fazer o estudo científico da estrutura geológica e mineralógica do país, objetivando sua aplicação prática. Derby aceitou o convite e, para compor a equipe, indicou como primeiros-engenheiros a Miguel Arrojado Ribeiro Lisboa, Francisco de Paula Oliveira, e Luiz Felipe Gonzaga de Campos, e para segundos-engenheiros Carlos Moreira e Cícero de Campos. Posteriormente também foram incorporados Benedito José dos Santos e Euzébio Paulo de Oliveira. Derby, em uma de suas correspondências com Horace E. Williams, destacou a importância do combate à seca no nordeste do país entre as ações empreendidas pelo Serviço Geológico e Mineralógico do Brasil:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“(...) você deveria ver uma típica região da seca, ver o suficiente para formar uma idéia da aparência geral e formular um plano de ação, e então vir para o Rio para consultas. (....) Os distritos de Quixadá e Quixeramobim são os únicos para os quais temos informações meteorológicas detalhadas (...). De acordo com minha idéia, a primeira localidade é naturalmente indicada para o plano de primeira estação agrícola e eu espero que você a tenha estudado com essa idéia em vista.” (Apud FIGUEIRÔA, 1997, p.221)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Serviço Geológico e Mineralógico do Brasil, a partir de 1909, ficou subordinado ao Ministério da Agricultura, Indústria e Comércio. Depois de 1910, o órgão passou por uma série de dificuldades, principalmente com a redução de verbas que levou à diminuição dos salários de seus funcionários. Com o início da 1ª Guerra Mundial, o orçamento da instituição foi bastante reduzido e as diretrizes foram absolutamente modificadas, repetindo os episódios que haviam ocorrido anteriormente com a Comissão Geográfica e Geológica do Estado de São Paulo. Derby solicitou, então, verbas para a instituição, mas esta reivindicação não foi atendida por José Rufino Bezerra Cavalcanti, que assumira o Ministério da Agricultura, Indústria e Comércio em julho de 1915. Orville Adelbert Derby trabalhou no Serviço Geológico e Mineralógico do Brasil até seu falecimento, em 1915.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Orville Adelbert Derby atuou em vários campos das ciências geológicas, tendo publicado 48 trabalhos sobre mineralogia e geologia econômica, 42 de geografia física e cartografia, 32 de geologia, 10 de petrografia, 19 de meteorologia, e 18 de arqueologia e paleontologia. Publicou, em 1891 os primeiros mapas pormenorizados da América Meridional, e em 1915 um dos primeiros mapas geológicos do país. Muitos de seus estudos sobre o Brasil foram publicados na França, Alemanha e Estados Unidos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi membro do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo, da Geological Society of London, da American Association for the Advancement of Science, e membro correspondente da Phyladelphia Academy of Natural Sciences.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Derby foi editor associado do Journal of Geology, e colaborador dos periódicos &#039;&#039;American Journal of Science&#039;&#039;, &#039;&#039;The Proceedings of the American Philosophical Society&#039;&#039;, e &#039;&#039;Quarterly Journal of the Geological Society&#039;&#039;.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1887 era representante da companhia “D. Pedro II American Telegraph and Cable Company”, à qual tinha a permissão para o estabelecimento de comunicações telegráficas entre a cidade da Fortaleza, na Província do Ceará, e o ponto mais conveniente do litoral dos Estados-Unidos, ligando-os por meio de um ou mais cabos submarinos, permissão esta que havia sido concedida aos cidadãos americanos Henry Cunnins, George D. Roberts e George S. Cox, por meio do decreto nº 8.992, de 18 de agosto de 1883.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O geólogo John Casper Branner, que juntamente com Orville Adelbert Derby havia integrado a Comissão Geológica do Império, em 1875, colocou, na primeira edição de sua obra “Geologia Elementar” (1906), a seguinte dedicatória em reconhecimento aos trabalhos de Derby: &amp;quot;To Orville Derby, who has devoted his life to the study of Geology of Brazil, and has done more than any one else to solve its problems, this work is affectionately dedicated&amp;quot; (Apud PIRES, 2001). Este mesmo geólogo, em 1916, publicou o artigo “Orville A. Derby” no periódico &#039;&#039;Science &#039;&#039;(v.43, Issue 1113, p.596, 28 april 1916).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 23 de julho de 1951, por ocasião do centenário de seu nascimento, o diretor geral do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), a [[ACADEMIA_BRASILEIRA_DE_CIÊNCIAS|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Brasileira de Ciências&amp;lt;/u&amp;gt;]] e a Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM) promoveram a realização de uma solenidade, na qual foi lido um texto de Avelino Ignácio de Oliveira, também estudioso da geologia no Brasil, em homenagem a Orville Adelbert Derby. Em 1952, a Comissão Executiva para a Comemoração do Centenário de nascimento de Orville Adelbert Derby, com a colaboração da Embaixada Americana, publicou, como homenagem, a obra “Orville A. Derby&#039;s Studies on the Paleontology of Brazil”, coordenada por Alpheu Diniz Gonçalves.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Produção intelectual&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “A Ilha do Marajó e suas antiguidades”. Aurora Brazileira, Ithaca, N.Y.: Typ. Da Universidade de Cornell, n.3, 20 dez. 1873.&amp;lt;br/&amp;gt; - “On the Carboniferons Brachipoda of Itaitúba, Rio Tapajos, Province of Pará, Brazil”. &#039;&#039;Bulletin of the Cornell University (Science)&#039;&#039;, New York, v.1, n.2, p.1-63, 1874.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Notice of the paleozoie fóssil (accompanying a memoir entitled “Exploration of Lake Titacaca”, by Alexander Agassiz and S. W. Garman)”. &#039;&#039;Bulletin of the Museum of Comparative Zoology&#039;&#039;, Cambirdge, Mass., III, n.12, p.279—286, 1875.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Contribuições para a geologia da região do Baixo Amazonas”. &#039;&#039;Archivos do Museu Nacional&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.II, p.77-104,1877.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “A Bacia cretacia da Bahia de Todos os Santos”.&#039;&#039;Archivos do Museu Nacional&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.II, p.135-158, 1878.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Geologia da região diamantifera da Provincia do Paraná no Brazil”. &#039;&#039;Archivos do Museu Nacional&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.III, p. 89-96, 1878.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Os montes artificiaes da Ilha de Marajó”. &#039;&#039;O Novo Mundo&#039;&#039;, New York, v. VIII, n.88, p.90, abril 1878.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Observações geologicas na estrada de ferro Sorocabana”. &#039;&#039;Revista do Instituto Polytechnico de S. Paulo&#039;&#039;, São Paulo, 1878.&amp;lt;br/&amp;gt; - “The Geology of the Diamantiferous Region of the Province of Paraná, Brazil”. &#039;&#039;Proceedings of the American Philosophical Society&#039;&#039;, Philadelphia, v.XVIII, p. 251-258, 1879.&amp;lt;br/&amp;gt; - “The artificial mounds of the Island of Marajó, Brazil.” &#039;&#039;American Naturalist&#039;&#039;, p.224-229, april 1879.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Contribuições para o estudo da geologia do Vale do Rio São Francisco”. &#039;&#039;Archivos do Museu Nacional&#039;&#039;, Rio deJaneiro, v.IV, p.87-119, 1879.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Observações sobre algumas rochas diamantiferas de Minas Geraes”. Archivos do Museu Nacional, Rio de Janeiro, v.IV, p.121-132, 1879.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “A contribution to the geology of the lower Amazonas”. &#039;&#039;Proceedings of the American Philosophical Society&#039;&#039;, Philadelphia, v.XVIII, p.155-178,1880.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Reconhecimento geologico do Valle de S. Francisco”. In: Relatorio de W. Milnor Roberts, engenheiro chefe da Commissão Hydraulica sobre o exame do Rio São Francisco: desde o mar até a cachoeira de Pirapóra (extensão de 2.122 kilometros) feito em 1879-1880 por ordem de Sua Excellencia o Sr. Conselheiro João Lins Vieira Cansansão de Sinimbú quando presidente do Conselho, e Ministro e Secretario de Estado dos Negocios da Agricultura, Commercio e Obras Publicas”. Rio de Janeiro: Typographia Nacional, 1880.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Geology of the Rio São Francisco, Brazil”. &#039;&#039;American Journal of Science&#039;&#039;, New Haven, March., 3d. series, v. 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Francisco (Continuação)”. &#039;&#039;Revista de Engenharia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno III, n.12, p.188-190, 1881.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Fernando de Noronha”. &#039;&#039;The Rio News&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v. VIII, n.6, p.1-2, feb. 24th 1881.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Jazidas de phosphato de cal existentes na Ilha Rata, do archipelago de Fernando de Noronha. Relatorio da Commissão nomeada para examinar as jazidas.” Com L. M. Barros. Rio de Janeiro, 7 de fevereiro de 1881. &amp;amp;nbsp;In: Relatorio do Ministro da Agricultura, 1881.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Relatorio da Commissão encarregada do exame dos depositos dephosphatos na Ilha Rata (Fernando de Noronha). &#039;&#039;Revista Agricola do Imperial Instituto Fluminense de Agricultura&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.XII, n.2, p.55-61, junho de 1881.&amp;lt;br/&amp;gt; - “The culture in Minas”. &#039;&#039;The Rio News&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v. 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Leuzinger e Filhos, 1884. pp. 60-70.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Peculiar modes of occurrence of gold in Brazil”. &#039;&#039;American Journal of Science&#039;&#039;, New Haven, 3d. series, v. XXVIII (CXXVIII), p.73-74, jan. 1884.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Note on the decay of rocks in Brazil”. &#039;&#039;American Journal of Science&#039;&#039;, New Haven, 3d. series, v. XXVII (CXXVII), p.138-139, feb. 1884.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Observações sobre os calcáreos do Rio de Janeiro, Minas, e S. Paulo”. &#039;&#039;Revista de Engenharia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, VI, p.26-28, 14 de fevereiro de 1884.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Notas sobre a decomposição das rochas no Brazil”. &#039;&#039;Revista de Engenharia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, VI, p.64, 28 de março de 1884.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Observações sobre os calcáreos do Rio de Janeiro, Minas, e S. Paulo”. &#039;&#039;Auxiliador da Industria Nacional&#039;&#039;, Rio de Janeiro, n.4, p.83-87, abril 1884.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Geologia do diamante. As rochas auríferas de Minas Geraes. Sobre amostras brasileiras de Martito”. &#039;&#039;Auxiliador da Industria Nacional&#039;&#039;, Rio de Janeiro, n.5, p.101-103, maio 1884.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Calcareos hydraulicos de S. Paulo”. Revista de Engenharia, Rio de Janeiro, VI, p.116-117, 28 de maio de 1884.&amp;lt;br/&amp;gt; - “On the flexibility of itacolumite”.&#039;&#039;American Journal of Science&#039;&#039;, New Haven, 3d. series, v. XXVIII (CXXVIII), p.203-205, 1884.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Analyses of Brazilian minerals”.&#039;&#039;American Journal of Science&#039;&#039;, New Haven, 3d. series, v. XXVII (CXXVII), p.440-447, 1884.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Fosseis de S. 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The Tingua mass”. &#039;&#039;Quarterly Journal of the Geological Society&#039;&#039;, London, XLVII, p.251-265, ago. 1891.&amp;lt;br/&amp;gt; - “On the separation and study of the heavy accessories of rocks”. &#039;&#039;Proceedings of the Rochester Academy of Science&#039;&#039;, Rochester, New York, v.I, p.198-206, 1891.&amp;lt;br/&amp;gt; - “On the occurrence of xenotime as an accessory element in rocks”. &#039;&#039;American Journal of Science&#039;&#039;, New Haven, v.XLI, p.308-311, April 1891.&amp;lt;br/&amp;gt; - “On the magnetite on districts of Jacupiranga and Ipanema, São Paulo, Brazil”. &amp;amp;nbsp;&#039;&#039;American Journal of Science&#039;&#039;, New Haven, v.XLI, p.311-321, April 1891.&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp;- “Is the São Francisco do Sul (Santa Catharina) iron a meteorite?”. &#039;&#039;Science&#039;&#039;, Washington, USA, &amp;amp;nbsp;v.XX, p.254-255, nov. 4 1892.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A study in consanguinity of eruptive rocks”. &#039;&#039;Journal of Geology&#039;&#039;, Chicago, v.I, n.6, p.597-605, 1893. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Limites entre São Paulo e Minas Geraes”. 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Scott)”. &#039;&#039;Journal of the Iron and Steel Institute&#039;&#039;, London, 1, p.203-210, fev. 1900.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Notes on certain schists of the gold and diamond regions of eastern Minas Geraes, Brazil.&amp;quot; &#039;&#039;American Journal of Science&#039;&#039;, New Haven, X, p.207-216, march, 1900.&amp;lt;br/&amp;gt; - “On the mode of occurrence of Topaz near Ouro Preto, Brazil”. &#039;&#039;American Journal of Science&#039;&#039;, New Haven, 4th Series, v. XI, p.25-34, jan.1901.&amp;lt;br/&amp;gt; - “The supposed Tertiary sea of southern Brazil”. &#039;&#039;Science&#039;&#039;, Washington, USA, v.XIII, p.348-349, march 1, 1901.&amp;lt;br/&amp;gt; - “On the manganese ore deposits of the Queluz (Lafayette) District, Minas Gerais, Brazil”. &#039;&#039;American Journal of Science&#039;&#039;, New Haven, 4th Series, v., XII, p.18-32, 1901.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Os primeiros descobrimentos de ouro em Minas Geraes”. &#039;&#039;Revista do Instituto Historico e Geographico de São Paulo&#039;&#039;, São Paulo, v.V, p.240-278, 1901.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Os primeiros descobrimentos de ouro nos districtos de Sabará e Caethé”. &#039;&#039;Revista do Instituto Historico e Geographico de São Paulo&#039;&#039;, São Paulo, v.V, p.270-295, 1901.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Notes on Brazilian gold ores”. &#039;&#039;Transactions of the American Institute of Mining and Metallurgical Engineers&#039;&#039;, New York, v.XXXIII, p.282-288, may 1902.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Notes on Brazilian gold ores”. &#039;&#039;Engineering and Mining Journal&#039;&#039;, Jacksonville, USA, v. LXXIV, p.142-143, aug. 2, 1902.&amp;lt;br/&amp;gt; - “On the occurrence of monazite in iron ore and in graphite”. &#039;&#039;American Journal of Science&#039;&#039;, New Haven, 4th Series, v.CLXIII, p.211-212, march 1902.&amp;lt;br/&amp;gt; - “As madeiras petrificadas do Estado de São Paulo”. &#039;&#039;Almanach Melillo&#039;&#039;, São Paulo, p.150-151, 1904.&amp;lt;br/&amp;gt; - “The northeast coast of Brazil in ancient cartography”. &#039;&#039;Science&#039;&#039;, Washington, USA, New series, v.XIX, p.681-694, jan.-june 1904.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Review of Branner´s «Stone reefs of Brazil»”. &#039;&#039;Science&#039;&#039;, Washington, USA, v.XXI, p.738-740, may 12, 1905.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Os recifes do Brazil. The stone reefs of Brazil, their geological and geographical relations, with a chapter on the coral reefs. By John Casper Branner”. &#039;&#039;Diario de Pernambuco&#039;&#039;, Recife, anno 81, n.99, p.1, 3 de maio de 1905.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Manganese deposits of Nazareth, Brazil”. &#039;&#039;Engineering and Mining Journal&#039;&#039;, New York, v. LXXXX,&amp;amp;nbsp;p.697, oct. 14, 1905.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “As lavras diamantinas da Bahia. Um relatorio apresentado ao Secretrio de Agricultura do Estado da Bahia, 23 de maio de 1905”. &#039;&#039;Diario da Bahia&#039;&#039;, 1 e 3 de junho de 1905.&amp;lt;br/&amp;gt; - “As lavras diamantinas da Bahia”. &#039;&#039;Boletim da Secretaria de Agricultura da Bahia&#039;&#039;, Bahia, v.VI, ns.4-6, p.217-225, abril 1905.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Lavras diamantinas. Relatorio apresentado ao Dr. Secretario da Agricultura da Bahia”. &#039;&#039;Revista do Instituto Historico e Geographico da Bahia&#039;&#039;, Bahia, v.XI, p.143-153, 1905.&amp;lt;br/&amp;gt; - “The geology of the diamond and carbonado washings of Bahia, Brazil”. &#039;&#039;Economy Geology&#039;&#039;, v.I, n.2, p.134-142, nov. - dec. 1905.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O Manganez em Nazareth”. &#039;&#039;Boletim da Secretaria de Agricultura da Bahia&#039;&#039;, Bahia, O. Publ., ano II, v. V, p.62-65, jan.-mar. 1905.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Um fossil interessante do Museu Nacional (Psaronius brasiliensis)”. &#039;&#039;Jornal do Commercio,&#039;&#039; Rio de Janeiro, 14 de março de 1905.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A minha exoneração”. &#039;&#039;O Commercio de São Paulo&#039;&#039;, São Paulo, anno XIII, n.3925, p.1, 3 fev. 1905.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Um mappa interessante (de São Paulo, feito pelo Coronel João da Costa Ferreira no anno 1811)”. &#039;&#039;Estado de São Paulo&#039;&#039;, São Paulo, 20 fev. 1905.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Notas Geologicas sobre o Estado da Bahia”. &#039;&#039;Boletim da Secretaria de Agricultura da Bahia&#039;&#039;, Bahia, v. VII, p.12-31, 1905.&amp;lt;br/&amp;gt; - “The Serra do Espinhaço, Brazil”. &#039;&#039;The Journal of Geology&#039;&#039;, Chicago, v. 14, n. 5, p.374-401, Jul.-Aug.1906.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Os primeiros descobrimentos de diamantes no Estado da Bahia”. &#039;&#039;Revista do Instituto Historico e Geographico da Bahia&#039;&#039;, Bahia, v.XII, n.12, p.143-151, 1906.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Manganez na Bahia”. &#039;&#039;Jornal do Commercio&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 17 de abril de 1906.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O regimen das chuvas nas regiões das seccas”. &#039;&#039;Jornal do Commercio&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 24 de março de 1906.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O regimen das chuvas nas regiões das seccas”. &#039;&#039;Boletim da Directoria de Agricultura da Bahia&#039;&#039;, Bahia, v.VII, p.204-214, 1906.&amp;lt;br/&amp;gt; - “The Serra do Espinhaço, Brazil&amp;quot;. &#039;&#039;The Journal of Geology&#039;&#039;, Chicago, v.XIV, 196, p. 374-401, jul./ago. 1906.&amp;lt;br/&amp;gt; - “The sedimentar belt of the coast of Brazil”. &#039;&#039;Journal of Geology&#039;&#039;, Chicago, v.XV, n.3, p.218-237, april-may 1907.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O regimen das chuvas nas regiões secas do norte do Brasil”. &#039;&#039;Revista da Academia Cearense&#039;&#039;, Fortaleza, Typ. Minerva, t..XII, 1907.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Um fossil interessante do Museu Nacional”. &#039;&#039;Annuario do Estado de Rio Grande do Sul para o anno de 1908&#039;&#039;, Porto Alegre, 1907.&amp;lt;br/&amp;gt; - On the Original type of the manganese ore deposits of Queluz District, (Minas Gerais, Brazil). &#039;&#039;American Journal of Science&#039;&#039;, New Haven, v., XXV, p. 213-216, mar. 1908.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Questão das secas”. In: MESQUITA, E. de (ed.). &#039;&#039;&#039;Aspectos de um problema econômico.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Typ. Leuzinger, 1909.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Illustration of the stem structure of Tietea singularis”.&#039;&#039;American Journal of Science&#039;&#039;, New Haven, ser. 4, v.XXXIX, n.231, p.251-260, 1915.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- BRANNER, John C. Bibliography of the geology, mineralogie, and paleontology of Brazil. &#039;&#039;Bulletin of the Geological Society of America&#039;&#039;, vol. 20, p.1-132, 12 fev. 1909. In: Biodiversitu Heritage Library. BHL. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[https://www.biodiversitylibrary.org/item/113678#page/58/mode/1up https://www.biodiversitylibrary.org/item/113678#page/58/mode/1up]&amp;lt;u&amp;gt;https://www.biodiversitylibrary.org/item/113678#page/58/mode/1up&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - BRANNER, John C. Orville A. Derby. &#039;&#039;The Journal of Geology&#039;&#039;, volume&amp;amp;nbsp;XXIX, n.3, p.209-214, april-may 1916. Capturado e, 31 ago. 2020. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://www.journals.uchicago.edu/doi/pdfplus/10.1086/622323&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 6.323, de 10 de janeiro de 1907. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:  &amp;lt;u&amp;gt;http://legis.senado.leg.br/norma/570999/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - CPRM. SERVIÇO GEOLÓGICO DO BRASIL. &#039;&#039;&#039;Orville Derby.&#039;&#039;&#039; Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; [http://www.cprm.gov.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=528&amp;amp;sid=8 http://www.cprm.gov.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=528&amp;amp;sid=8]&amp;lt;u&amp;gt;http://www.cprm.gov.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=528&amp;amp;sid=8&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - ESTADO DE SÃO PAULO. Lei nº 9, de 27 de março de 1886. In: ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE SÃO PAULO. Legislação. Capturado em 22 jul. 2026.Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;[https://www.al.sp.gov.br/repositorio/legislacao/lei/1886/lei-9-27.03.1886.html https://www.al.sp.gov.br/repositorio/legislacao/lei/1886/lei-9-27.03.1886.html]&amp;lt;u&amp;gt;https://www.al.sp.gov.br/repositorio/legislacao/lei/1886/lei-9-27.03.1886.html&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - FIGUEIRÔA, Silvia Fernanda de Mendonça. &#039;&#039;&#039;As Ciências Geológicas no Brasil: uma história social e institucional 1875-1934. &#039;&#039;&#039;São Paulo: HUCITEC, 1997. (&amp;lt;u&amp;gt;[[Fontes de informação#BCOC|BCOC]]&amp;lt;/u&amp;gt;)&amp;lt;br/&amp;gt; - LOPES, Maria Margareth.&#039;&#039;&#039;O Brasil descobre a Pesquisa Científica: os Museus e as Ciências Naturais no século XIX.&#039;&#039;&#039; São Paulo: Hucitec, 1997. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;(&amp;lt;u&amp;gt;[[Fontes de informação#BCOC|BCOC]]&amp;lt;/u&amp;gt;)&amp;lt;br/&amp;gt; - ORVILLE Adelbert Derby. In: &#039;&#039;&#039;Wikipedia The Free Encyclopedia. &#039;&#039;&#039;Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://en.wikipedia.org/wiki/Orville_Adalbert_Derby&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - PIRES, Fernando Roberto Mendes; CABRAL, Alexandre Rafael. Estudos de Orville Derby sobre os depósitos manganesíferos do Brasil - Edição comemorativa dos 150 anos de nascimento do cientista. &#039;&#039;Rem. Revista Escola de Minas&#039;&#039;, Ouro Preto, v.54, n.3, p.205-209, jul./set. 2001. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S0370-44672001000300007&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - RELATORIO apresentado à Assembléa Legislativa Provincial de São Paulo pelo Presidente da Província João Alfredo Corrêa de Oliveira no dia 15 de fevereiro de 1886. São Paulo: Typographia a vapor de Jorge Seckler &amp;amp; C., 1886. &#039;&#039;&#039;Mensagens dos Presidentes das Província (1830-1930). &#039;&#039;&#039;Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://digitalcollections.crl.edu/record/5009?ln=en&amp;amp;v=uv#?xywh=-1176%2C0%2C4078%2C2762&amp;amp;cv=1&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - ROCHA, YURI TAVARES and CAVALHEIRO, FELISBERTO. The historical aspects of the Botanical Garden of São Paulo. &#039;&#039;Revista Brasileira de Botânica&#039;&#039;, São Paulo, v.24, n.4, supl., p.577-586, dez. 2001. &amp;amp;nbsp;Capturado em 14 abr. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;  [http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S0100-84042001000500013 http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S0100-84042001000500013]&amp;lt;br/&amp;gt; - SENA, Costa.&#039;&#039;&#039;Orville Derby. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1918. ([[Fontes_de_informação#IHGB|&amp;lt;u&amp;gt;IHGB&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - STUDART, Barão de. &#039;&#039;&#039;Estrangeiros e Ceará pelo Barão de Studart. &#039;&#039;&#039;(Separata da Revista do Instituto do Ceará, anno de 1918). Ceará, Fortaleza: Typ. Minerva, de Assis Bezerra, 1918. In: UF GEORGE A. SMATHERS LIBRARIES. Capturado em 1º set. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[https://ufdc.ufl.edu/AA00000256/00001 https://ufdc.ufl.edu/AA00000256/00001]&amp;lt;u&amp;gt;https://ufdc.ufl.edu/AA00000256/00001&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; -TOLEDO, J. &#039;&#039;&#039;Dicionário dos Suicidas Ilustres.&#039;&#039;&#039; 1995. Capturado em 14 abr. 2020. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://www.angelfire.com/ri/casadosol/suicidas.html&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; -TOSATTO, Pierluigi. &#039;&#039;&#039;Orville A. Derby “O pai da Geologia do Brasil”.&#039;&#039;&#039; &amp;amp;nbsp;Rio de Janeiro: CPRM; DNPM, 2001. ([[Fontes_de_informação#RGPL|&amp;lt;u&amp;gt;RGPL&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa – Gil Baião Neto; Lucilia Maria Esteves Santiso Dieguez.&amp;lt;br/&amp;gt; Redação - Lucilia Maria Esteves Santiso Dieguez, Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Revisão - Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Forma de citação&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;{{SITENAME}}&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    [[Category:Verbetes]] [[Category:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ana.guedes</name></author>
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	<entry>
		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=DERBY,_ORVILLE_ADELBERT&amp;diff=3879</id>
		<title>DERBY, ORVILLE ADELBERT</title>
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		<updated>2026-07-27T16:55:46Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ana.guedes: /* Fontes */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Outros nomes e/ou títulos:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;[[DERBY,_ORVILLE|Derby, Orville]]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Orville Adelbert Derby nasceu em 23 de julho de 1851, em Kelloggsville, no condado de Cayuga, Estado de Nova York (Estados Unidos), e faleceu na cidade do Rio de Janeiro em 1915. Doutorou-se em geologia em 1874 na University of Cornell, e em 1870 veio pela primeira vez para o Brasil para participar da Expedição Morgan, que explorou os rios amazônicos. Integrou a Comissão Geológica do Império (1886), e chefiou a 3ª seção de geologia do Museu Imperial e Nacional (1879-1890), e a Comissão Geográfica e Geológica de São Paulo (1886-1890).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Dados pessoais&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Orville Adelbert Derby nasceu no dia 23 de julho de 1851, em Kelloggsville, no condado de Cayuga, Estado de Nova York (Estados Unidos). Foi o terceiro filho do casal John C. Derby e Malvina A. Lindsey Derby, e passou sua infância na fazenda de seus pais em Finger Lakes, situada próxima à cidade de Kelloggsville.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Residiu no Brasil por 40 anos, tendo obtido a cidadania brasileira. Derby nunca se casou, e retornou aos Estados Unidos somente em duas ocasiões, em 1883 e 1890.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Suicidou-se em 27 de novembro de 1915, no quarto em que vivia no Hotel dos Estrangeiros, situado na Praça José de Alencar, na cidade do Rio de Janeiro (ORVILLE, 2006).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Trajetória profissional&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Orville Adelbert Derby fez seus primeiros estudos em sua cidade natal e os preparatórios na Albany Normal School. Em 1869 ingressou no curso de geologia da University of Cornell, na cidade de Ithaca, sede do condado de Tompkins (Estados Unidos).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Veio ao Brasil pela primeira vez em 1870, ainda como estudante e a convite de Charles Frederic Hartt (1840-1878), seu professor de geologia e geografia, para participar juntamente com outros alunos de Cornell, da Expedição Morgan, dirigida por Hartt e assim denominada por contar com vultosas contribuições do Coronel Edwin Barber Morgan (1808-1881). Este convite teria decorrido da dedicação demonstrada por Orville Adelbert Derby em seu estudo sobre os briozoários fósseis do Estado de Nova York, tarefa esta considerada difícil para um jovem estudante de geologia, mas que já demonstrava sua grande capacidade (APROMIN, 2005).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Na primeira viagem Orville Adelbert Derby visitou Pernambuco, onde juntamente com o naturalista De Borden Wilmont organizou uma importante coleção de fósseis da formação Maria Farinha, a primeira coleção sistemática daquela região. Na segunda viagem da Expedição Morgan, em 1871, novamente acompanhado por Charles Frederic Hartt, Orville Adelbert Derby se dirigiu ao vale do Rio Amazonas, onde explorou os Rios Tocantins, Tapajós e Xingu, e realizou uma coleta de fósseis carboníferos de calcário de Itaituba do Rio Tapajós, da qual resultou uma importante coleção. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Orville Adalbert Derby graduou-se em geologia, em 1873, e obteve o grau de “Master of Sciences” em junho de 1874, na University of Cornell, com a tese intitulada &amp;quot;On the Carboniferous Brachiopoda of Itaitúba, Rio Tapajos, Prov. of Pará, Brazil”. Sua tese, na qual utilizou o material que coletara durante as expedições científicas no Brasil, foi publicada, naquele mesmo ano, no &#039;&#039;Bulletin of Cornell University: Science&#039;&#039;.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Entre 1873 e 1875 ocupou o posto de instrutor de geologia e paleontologia na University of Cornell. Em 1874, quando seu professor, Charles Frederic Hartt, realizou uma nova expedição científica ao Brasil, Derby o substituiu em suas funções acadêmicas na referida universidade. A viagem organizada por Hartt não tinha apenas fins científicos, mas principalmente visava convencer as autoridades brasileiras da importância da elaboração de um mapa geológico do Império. Além da aceitação do Governo Imperial, Hartt obteve ainda uma outra vitória, que foi a criação da Comissão Geológica do Império, pelo Aviso nº 175 de 30 de abril de 1875. Hartt foi convidado para chefiá-la, e foram nomeados como seus assistentes Orville Adelbert Derby, Richard Rathbun (1852-1918), geólogo da University of Cornell, John Casper Branner (1850-1922), do Departamento de Botânica e Geologia da Indiana University, e os brasileiros Elias Fausto Pacheco Jordão, que havia se doutorado em 1874 em engenharia civil na University of Cornell, e Francisco José de Freitas. Integraram, também, o corpo técnico da comissão os geólogos Luther Wagoner e Herbert Huntington Smith (1851-1919), e o fotógrafo Marc Ferrez (1843-1923).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A partir de sua nomeação como assistente da Comissão Geológica do Império, em 1875, Orville Adelbert Derby passou a residir na cidade do Rio de Janeiro. Com apenas dois anos de funcionamento a Comissão foi extinta, em 1877, por João Lins Vieira Cansanção de Sinimbu, Ministro da Secretaria de Estado dos Negócios da Agricultura, Comércio e Obras Públicas, alegando-se economia de gastos. À época da extinção da Comissão, todo o material que fora coletado durante sua existência, foi depositado no [[MUSEU_IMPERIAL_E_NACIONAL|&amp;lt;u&amp;gt;Museu Imperial e Nacional&amp;lt;/u&amp;gt;]], na cidade do Rio de Janeiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Durante os dois anos de funcionamento, a Comissão Geológica do Império realizou trabalhos em várias partes do Brasil. Orville Adelbert Derby iniciou suas pesquisas pela província da Bahia, alcançando ainda Sergipe, e nestas regiões estudou a geologia do Recôncavo baiano e do Rio São Francisco. Na região norte estudou os depósitos carboníferos da província do Pará, e estendeu suas observações até o Amazonas. Posteriormente realizou pesquisas também na província do Paraná.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Com a extinção da Comissão Geológica do Império, Orville Adelbert Derby, Charles Frederic Hartt e Richard Rathbun acondicionaram todo o material que haviam coletado, do qual resultou um relatório elaborado pelos três pesquisadores, e no qual enfatizavam a relevância daquele acervo para as pesquisas geológicas. O intuito era de que as autoridades enxergassem a importância do material e recriassem o órgão, mas os esforços realizados foram em vão, pois nada foi feito. Ainda em 1878, morreu Charles Frederic Hartt, vítima de febre amarela, e lhe foi atribuído o título de “Pai da Geologia no Brasil”, por ser considerado o responsável pela luta em prol do reconhecimento dos estudos geológicos no país. Hartt na verdade foi o grande criador do primeiro órgão dedicado às pesquisas geológicas no Brasil, pois deste resultaram todos os outros que vieram posteriormente. Já Orville Adelbert Derby foi o responsável pela preservação do acervo científico da Comissão Geológica do Império. Uma vez extinta a comissão, os colegas norte-americanos de Derby retornaram aos Estados Unidos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Orville Adelbert Derby trabalhou, sem receber remuneração, no&amp;amp;nbsp;[[MUSEU_IMPERIAL_E_NACIONAL|&amp;lt;u&amp;gt;Museu Imperial e Nacional&amp;lt;/u&amp;gt;]] até maio de 1879, quando foi nomeado chefe da 3ª seção de geologia nesta instituição, permanecendo neste cargo até 1890. Enquanto aguardava sua nomeação para este museu, Derby realizou vários trabalhos nas províncias do Rio de Janeiro, Minas Gerais, São Paulo e Paraná e ainda na Bacia do Rio São Francisco, atendendo a interesses privados. Ainda neste período integrou a Comissão Hidráulica do Império, criada em 1879 para exploração do Alto São Francisco, chefiada pelo engenheiro William Milnor Roberts (1810-1881). No levantamento e estudos no rio das Velhas, participou, juntamente com Derby, o engenheiro assistente João W. de Aguiar.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Participou de estudos sobre a navegação dos rios São Francisco e das Velhas, e sobre as obras de melhoramento do porto de Santos, e por todos estes trabalhos não obteve remuneração, recebendo apenas os meios para o desenvolvimento dos estudos. Como resultado produziu uma série de anotações e registros sobre as formações diamantíferas no Paraná, e sobre a formação geológica da bacia. Em Minas Gerais reconheceu a origem da flexibilidade dos itacolomitos (quartzito claro e quartzito rosado). Colaborou, ainda, com o geólogo Claude-Henri Gorceix (1842-1919) nos estudos paleontológicos da Carta Geológica de Minas Gerais (LOPES, 1997).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;De 1879 até 1886, Orville Adelbert Derby dedicou-se integralmente às atividades no [[MUSEU_IMPERIAL_E_NACIONAL|&amp;lt;u&amp;gt;Museu Imperial e Nacional&amp;lt;/u&amp;gt;]], como pesquisador, professor e organizador das coleções de mineralogia e de paleontologia pertencentes ao acervo da instituição. Neste sentido, compilou e organizou os estudos que Charles Frederic Hartt havia feito na Amazônia. Além disso, enviou a alguns especialistas uma parte das coleções do Museu para que fossem produzidas observações, as quais seriam publicadas pela instituição. Apesar de todos seus esforços, a seção de geologia que chefiava não possuía a mesma notoriedade se comparada às seções de zoologia e de botânica, devido à insuficiência de recursos para aquela seção. Tal situação levou Orville Adelbert Derby a organizar os gabinetes, laboratórios e coleções, para exibição ou guarda, a dar aulas e pareceres sobre a exploração de jazidas minerais, além de produzir pesquisas na área zoológica.&amp;lt;br/&amp;gt; Apesar de todas estas tarefas, Orville Adelbert Derby realizou, neste período, inúmeros trabalhos de campo, e publicou cerca de 42 trabalhos não só no ramo da geologia, como também no campo da mineralogia, petrografia, paleontologia, jazidas minerais e meteoritos. Todos estes estudos, resultados dos trabalhos empreendidos no [[MUSEU_IMPERIAL_E_NACIONAL|&amp;lt;u&amp;gt;Museu Imperial e Nacional&amp;lt;/u&amp;gt;]], foram publicados entre os anos de 1870 e 1890.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1885, Derby foi convidado pelo presidente da província de São Paulo, João Alfredo Corrêa de Oliveira, para formular um plano de estudos sobre a geografia, o relevo, e a estrutura geológica de São Paulo. O plano proposto por Derby, segundo o presidente da província, foi:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“essencialmente o mesmo que organizara o malogrado professor Hartt para os trabalhos da comissão geológica do Império, e baseia-se nos métodos desenvolvidos pela experiência de muitos anos das comissões geográficas e geológicas dos Estados Unidos, os quais, atenta a rapidez e a economia da execução, são os mais apropriados para as regiões em que é extensa a área que se tem de explorar, e a população se acha disseminada. Contempla ele a organização de cartas, na escala de um centímetro por quilômetro, que serão ao mesmo tempo geográficas, topográficas, itinerárias, geológicas e agrícolas, e em que se representarão exatamente todos os centros de população e os estabelecimentos industriais e agrícolas, de certa importância; os acidentes da superfície; as estradas de ferro de rodagem; os cursos d´água; as minas, etc.; a configuração e elevação da superfície e a distribuição dos diversos terrenos geológicos e das terras de cultura, de criação, bem como das improdutivas. (....) Este plano é perfeitamente exeqüível, como a experiência dos Estados Unidos tem demonstrado, dentro de razoável período, contando-se com a mesma rapidez que em seus trabalhos empregam os geógrafos americanos.” (RELATORIO, 2006, p. 99-100) &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Orville Adelbert Derby apresentou, então, o “Esboço de um Plano para Exploração Geográfica e Geológica da Província de São Paulo”, projeto este que fora já idealizado por Charles Frederic Hartt à época da Comissão Geológica do Império, e que Derby, na realidade, o adaptou de acordo com as necessidades da nova instituição. Sua proposta apresentava uma visão integrada da natureza, contemplando a geologia, a geografia, a botânica, a zoologia, a climatologia e a etnografia. A proposta foi aceita, e ele foi convidado para chefiar a Comissão Geográfica e Geológica de São Paulo (atual Instituto Geológico de São Paulo), criada em 27 de março de 1886 pela Lei Provincial no 9. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Chefiou a Comissão Geográfica e Geológica de São Paulo de 1886 a 1890, e foi o responsável pelo Boletim da Comissão Geográfica e geológica de São Paulo, em 1889. Entretanto, como também ocupava o cargo de chefe da 3ª seção de geologia do [[MUSEU_IMPERIAL_E_NACIONAL|&amp;lt;u&amp;gt;Museu Imperial e Nacional&amp;lt;/u&amp;gt;]], e o acúmulo destas duas funções não era permitido, Derby acabou sendo dispensado de seu cargo no [[MUSEU_IMPERIAL_E_NACIONAL|&amp;lt;u&amp;gt;Museu Imperial e Nacional&amp;lt;/u&amp;gt;]]. Entretanto, mesmo após este afastamento, Derby manteve contato com aquela instituição, e especialmente com &amp;lt;u&amp;gt;[[LACERDA FILHO, JOÃO BAPTISTA DE|João Baptista de Lacerda]]&amp;lt;/u&amp;gt;, diretor do Museu entre 1895 e 1915. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1887, após um ano de sua criação, a Comissão Geográfica e Geológica da Província de São Paulo foi reorganizada, tendo sido criadas três seções: geográfica-geológica, botânica e meteorologia. A instituição tinha como objetivo a produção de estudos nas áreas geográfica e geológica, com ênfase no aproveitamento dos recursos minerais e no benefício das vias de comunicação da província de São Paulo. Para o início dos trabalhos nesta Comissão, Orville Adelbert Derby contou com o auxílio do engenheiro Theodoro Fernandes Sampaio, do petrógrafo austríaco Eugen Hussak e dos alunos da Escola de Minas de Ouro Preto, Luiz Felipe Gonzaga de Campos e Francisco de Paula Oliveira. Através dos relatórios produzidos, como resultados das pesquisas realizadas nas áreas de geografia, história, geologia, constituiu-se um grande acervo. Derby teve, então, a idéia de criar e organizar um museu da Comissão Geográfica e Geológica da Província de São Paulo, e parte deste acervo deu origem ao futuro [[MUSEU_PAULISTA|&amp;lt;u&amp;gt;Museu Paulista&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1888, Orville Adelbert Derby redigiu a ata de recebimento do meteorito Bendegó, que havia sido encontrado, em 1784, em Monte Santo (interior da província da Bahia), e doado ao então [[MUSEU_IMPERIAL_E_NACIONAL|&amp;lt;u&amp;gt;Museu Imperial e Nacional&amp;lt;/u&amp;gt;]]. Posteriormente, ainda escreveu um artigo sobre este meteorito, o qual foi publicado nos &#039;&#039;Archivos do Museu Nacional&#039;&#039;, em 1895.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Entre fevereiro de 1892 e janeiro de 1893 Theodoro Fernandes Sampaio e Luiz Felipe Gonzaga de Campos, respectivamente, foram exonerados de seus cargos na Comissão Geográfica e Geológica de São Paulo. O primeiro foi substituído pelo topógrafo Horace E. Williams (1866 - &amp;amp;nbsp;) no cargo de chefe da seção geográfica da comissão. Em 28 de fevereiro de 1893 foi criada a seção zoológica daquela Comissão, e escolhido como seu diretor, o naturalista [[IHERING,_HERMANN_FRIEDRICH_ALBRECHT_VON|&amp;lt;u&amp;gt;Hermann Friedrich Albrecht von Ihering&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Derby, em 1892, em uma de suas muitas correspondências com [[IHERING,_HERMANN_FRIEDRICH_ALBRECHT_VON|&amp;lt;u&amp;gt;Hermann Friedrich Albrecht von Ihering&amp;lt;/u&amp;gt;]], comentou sobre o estado da ciência naquele momento no Brasil:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;“O Museu e a Escola de Minas reassumiram a antiga posição representada pela Politécnica e Escola de Medicina. Novas instituições de algum valor dificilmente serão fundadas até que os problemas políticos e financeiros se acalmem e quando começarem provavelmente seguirão o mesmo padrão. Tenho ainda algumas gotas de esperança em São Paulo, onde há dinheiro e uma certa quantidade de bom senso. Acredito que posso manter minha Comissão se conseguir e manter ajuda adequada.” (Apud LOPES, 1997, p.197)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Derby recebeu, em fevereiro de 1892, o prestigioso Wollaston Prize (medalha de ouro), financiado pelo Wollaston Fund e conferido pela Geological Society of London, fundada em 1807, a aqueles que tinham contribuído às pesquisas em geociências.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Neste mesmo ano de 1892, Derby integrou a comissão brasileira para a World´s Columbian Exposition (Chicago, Illinois, 1º/05-30/10/1893).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Orville Adelbert Derby, ainda na chefia da Comissão Geográfica e Geológica de São Paulo, retratou as origens do [[MUSEU_PAULISTA|&amp;lt;u&amp;gt;Museu Paulista&amp;lt;/u&amp;gt;]], em seu ofício de 29/08/1895, publicado no primeiro número da &#039;&#039;Revista do Museu Paulista&#039;&#039;:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“(....) esbocei um plano para o coordenar e desenvolver modestamente à sombra da Comissão Geográfica e Geológica, que tinha a seu cargo diversos serviços que podiam contribuir para várias seções de um Museu de História Natural (..). Sendo-me oferecida a cooperação de um zoologista de grande nomeada [Hermann von Ihering], aproveitei o ensejo para completar o programa de um verdadeiro museu propondo ao governo a criação de uma seção zoológica nesta Comissão – proposta que foi aceita (....) [e que] foi iniciada em maio de 1893. Logo depois o Congresso do Estado determinou criar no monumento do Ipiranga um museu independente, e no princípio do exercício de 1894 cessou a ligação provisória do Museu com a Comissão Geográfica e Geológica, passando para o novo estabelecimento o pessoal da seção zoológica desta”. (Apud FIGUEIROA, 1997, p.144) &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No dia 10 de fevereiro de 1896, Orville Adelbert Derby apresentou ao então Secretário de Agricultura do Estado de São Paulo, Teodoro Dias de Carvalho Júnior, um esboço do projeto de organização da seção botânica da Comissão Geográfica e Geológica do então Estado de São Paulo, por meio da qual poderiam ser viabilizados projetos referentes ao serviço florestal e ao Horto Botânico. A idéia era é de que fossem criadas três seções: um Serviço Botânico Sistemático, o Serviço Experimental e o Serviço Florestal. Naquele ano integrou, juntamente com Francisco Ramos de Azevedo e [[LÖFGREN,_JOHAN_ALBERT_CONSTANTIN|&amp;lt;u&amp;gt;Johan Albert Constantin Löfgren&amp;lt;/u&amp;gt;]], a comissão técnica que recomendou a fundação de um horto botânico (atualmente pertencente ao Instituto Florestal) na região da Cantareira, na capital do Estado de São Paulo (ROCHA, 2006). &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 9 de julho de 1898, Orville Adelbert Derby recebeu das mãos de [[GÖLDI,_ÉMIL_AUGUST|&amp;lt;u&amp;gt;Émil August Göldi&amp;lt;/u&amp;gt;]], então diretor do [[MUSEU_PARAENSE_DE_HISTÓRIA_NATURAL_E_ETNOGRAFIA|&amp;lt;u&amp;gt;Museu Paraense de História Natural e Etnografia&amp;lt;/u&amp;gt;]], o título de Membro Honorário daquela instituição.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Apesar de todos os trabalhos realizados, a Comissão Geográfica e Geológica do Estado de São Paulo foi duramente criticada por sua morosidade operacional e pela inexistência de um mapa geológico do Estado. Esta crítica teve como um de seus mentores, Francisco Bhering (1867-1921), catedrático interino da Escola Politécnica de São Paulo, o que abalou a liderança de Orville Adelbert Derby na Comissão. De acordo com Figueirôa (1997), esta controvérsia prolongou-se por três anos, e era uma disputa tanto em termos científicos quanto profissionais. Existiam as questões metodológicas dos levantamentos cartográficos, que opunha uma escola francesa, defendida por Bhering, a uma escola norte-americana, reiterada por Derby. Havia, igualmente, a oposição entre a visão de ciência aplicada, defendida por Bhering, e a de ciência pura, “atribuída por Bhering a Derby” (FIGUEIRÔA, 1997, p. 193). &amp;amp;nbsp;O aspecto profissional presente na controvérsia referia-se ao “processo de afirmação social da categoria profissional dos engenheiros iniciado no século anterior” (FIGUEIRÔA, 1997, p. 193). &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; Em 1904, houve um drástico corte nos recursos financeiros da Comissão, o que levou a um arrocho na remuneração dos funcionários. Orville Adelbert Derby tentou intervir junto às autoridades, mas seus esforços foram em vão, e no mesmo ano, o governo optou por reformular o órgão, oferecendo-lhe um outro cargo. Em ofício de 20 de janeiro de 1905, então, Derby pediu demissão da Comissão Geográfica e Geológica do Estado de São Paulo, como uma forma de protesto perante a falta de incentivo aos estudos geológicos no Brasil. Seu pedido de demissão foi aceito, sendo substituído pelo engenheiro civil João Pedro Cardoso.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Após desligar-se da Comissão, Orville Adelbert Derby foi convidado pelo Secretário de Agricultura da Bahia, Miguel Calmon du Pin e Almeida, para dirigir o Serviço de Terras e Minas do Estado da Bahia. Derby aceitou este convite e desempenhou esta função até o mês de janeiro de 1907. No período em que esteve na Bahia, Orville Adelbert Derby estudou a geologia local, intensificando as pesquisas acerca da ocorrência de manganês e de diamante em algumas áreas.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em fins de 1906, recebeu o convite de Miguel Calmon Du Pin e Almeida, então Ministro da Indústria, Viação e Obras Públicas, para organizar o Serviço Geológico e Mineralógico do Brasil, criado pelo decreto nº 6.323 de 10 de janeiro de 1907 para fazer o estudo científico da estrutura geológica e mineralógica do país, objetivando sua aplicação prática. Derby aceitou o convite e, para compor a equipe, indicou como primeiros-engenheiros a Miguel Arrojado Ribeiro Lisboa, Francisco de Paula Oliveira, e Luiz Felipe Gonzaga de Campos, e para segundos-engenheiros Carlos Moreira e Cícero de Campos. Posteriormente também foram incorporados Benedito José dos Santos e Euzébio Paulo de Oliveira. Derby, em uma de suas correspondências com Horace E. Williams, destacou a importância do combate à seca no nordeste do país entre as ações empreendidas pelo Serviço Geológico e Mineralógico do Brasil:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“(...) você deveria ver uma típica região da seca, ver o suficiente para formar uma idéia da aparência geral e formular um plano de ação, e então vir para o Rio para consultas. (....) Os distritos de Quixadá e Quixeramobim são os únicos para os quais temos informações meteorológicas detalhadas (...). De acordo com minha idéia, a primeira localidade é naturalmente indicada para o plano de primeira estação agrícola e eu espero que você a tenha estudado com essa idéia em vista.” (Apud FIGUEIRÔA, 1997, p.221)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Serviço Geológico e Mineralógico do Brasil, a partir de 1909, ficou subordinado ao Ministério da Agricultura, Indústria e Comércio. Depois de 1910, o órgão passou por uma série de dificuldades, principalmente com a redução de verbas que levou à diminuição dos salários de seus funcionários. Com o início da 1ª Guerra Mundial, o orçamento da instituição foi bastante reduzido e as diretrizes foram absolutamente modificadas, repetindo os episódios que haviam ocorrido anteriormente com a Comissão Geográfica e Geológica do Estado de São Paulo. Derby solicitou, então, verbas para a instituição, mas esta reivindicação não foi atendida por José Rufino Bezerra Cavalcanti, que assumira o Ministério da Agricultura, Indústria e Comércio em julho de 1915. Orville Adelbert Derby trabalhou no Serviço Geológico e Mineralógico do Brasil até seu falecimento, em 1915.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Orville Adelbert Derby atuou em vários campos das ciências geológicas, tendo publicado 48 trabalhos sobre mineralogia e geologia econômica, 42 de geografia física e cartografia, 32 de geologia, 10 de petrografia, 19 de meteorologia, e 18 de arqueologia e paleontologia. Publicou, em 1891 os primeiros mapas pormenorizados da América Meridional, e em 1915 um dos primeiros mapas geológicos do país. Muitos de seus estudos sobre o Brasil foram publicados na França, Alemanha e Estados Unidos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi membro do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo, da Geological Society of London, da American Association for the Advancement of Science, e membro correspondente da Phyladelphia Academy of Natural Sciences.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Derby foi editor associado do Journal of Geology, e colaborador dos periódicos &#039;&#039;American Journal of Science&#039;&#039;, &#039;&#039;The Proceedings of the American Philosophical Society&#039;&#039;, e &#039;&#039;Quarterly Journal of the Geological Society&#039;&#039;.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1887 era representante da companhia “D. Pedro II American Telegraph and Cable Company”, à qual tinha a permissão para o estabelecimento de comunicações telegráficas entre a cidade da Fortaleza, na Província do Ceará, e o ponto mais conveniente do litoral dos Estados-Unidos, ligando-os por meio de um ou mais cabos submarinos, permissão esta que havia sido concedida aos cidadãos americanos Henry Cunnins, George D. Roberts e George S. Cox, por meio do decreto nº 8.992, de 18 de agosto de 1883.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O geólogo John Casper Branner, que juntamente com Orville Adelbert Derby havia integrado a Comissão Geológica do Império, em 1875, colocou, na primeira edição de sua obra “Geologia Elementar” (1906), a seguinte dedicatória em reconhecimento aos trabalhos de Derby: &amp;quot;To Orville Derby, who has devoted his life to the study of Geology of Brazil, and has done more than any one else to solve its problems, this work is affectionately dedicated&amp;quot; (Apud PIRES, 2001). Este mesmo geólogo, em 1916, publicou o artigo “Orville A. Derby” no periódico &#039;&#039;Science &#039;&#039;(v.43, Issue 1113, p.596, 28 april 1916).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 23 de julho de 1951, por ocasião do centenário de seu nascimento, o diretor geral do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), a [[ACADEMIA_BRASILEIRA_DE_CIÊNCIAS|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Brasileira de Ciências&amp;lt;/u&amp;gt;]] e a Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM) promoveram a realização de uma solenidade, na qual foi lido um texto de Avelino Ignácio de Oliveira, também estudioso da geologia no Brasil, em homenagem a Orville Adelbert Derby. Em 1952, a Comissão Executiva para a Comemoração do Centenário de nascimento de Orville Adelbert Derby, com a colaboração da Embaixada Americana, publicou, como homenagem, a obra “Orville A. Derby&#039;s Studies on the Paleontology of Brazil”, coordenada por Alpheu Diniz Gonçalves.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Produção intelectual&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “A Ilha do Marajó e suas antiguidades”. Aurora Brazileira, Ithaca, N.Y.: Typ. Da Universidade de Cornell, n.3, 20 dez. 1873.&amp;lt;br/&amp;gt; - “On the Carboniferons Brachipoda of Itaitúba, Rio Tapajos, Province of Pará, Brazil”. &#039;&#039;Bulletin of the Cornell University (Science)&#039;&#039;, New York, v.1, n.2, p.1-63, 1874.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Notice of the paleozoie fóssil (accompanying a memoir entitled “Exploration of Lake Titacaca”, by Alexander Agassiz and S. W. Garman)”. &#039;&#039;Bulletin of the Museum of Comparative Zoology&#039;&#039;, Cambirdge, Mass., III, n.12, p.279—286, 1875.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Contribuições para a geologia da região do Baixo Amazonas”. &#039;&#039;Archivos do Museu Nacional&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.II, p.77-104,1877.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “A Bacia cretacia da Bahia de Todos os Santos”.&#039;&#039;Archivos do Museu Nacional&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.II, p.135-158, 1878.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Geologia da região diamantifera da Provincia do Paraná no Brazil”. &#039;&#039;Archivos do Museu Nacional&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.III, p. 89-96, 1878.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Os montes artificiaes da Ilha de Marajó”. &#039;&#039;O Novo Mundo&#039;&#039;, New York, v. VIII, n.88, p.90, abril 1878.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Observações geologicas na estrada de ferro Sorocabana”. &#039;&#039;Revista do Instituto Polytechnico de S. Paulo&#039;&#039;, São Paulo, 1878.&amp;lt;br/&amp;gt; - “The Geology of the Diamantiferous Region of the Province of Paraná, Brazil”. &#039;&#039;Proceedings of the American Philosophical Society&#039;&#039;, Philadelphia, v.XVIII, p. 251-258, 1879.&amp;lt;br/&amp;gt; - “The artificial mounds of the Island of Marajó, Brazil.” &#039;&#039;American Naturalist&#039;&#039;, p.224-229, april 1879.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Contribuições para o estudo da geologia do Vale do Rio São Francisco”. &#039;&#039;Archivos do Museu Nacional&#039;&#039;, Rio deJaneiro, v.IV, p.87-119, 1879.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Observações sobre algumas rochas diamantiferas de Minas Geraes”. Archivos do Museu Nacional, Rio de Janeiro, v.IV, p.121-132, 1879.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “A contribution to the geology of the lower Amazonas”. &#039;&#039;Proceedings of the American Philosophical Society&#039;&#039;, Philadelphia, v.XVIII, p.155-178,1880.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Reconhecimento geologico do Valle de S. Francisco”. In: Relatorio de W. Milnor Roberts, engenheiro chefe da Commissão Hydraulica sobre o exame do Rio São Francisco: desde o mar até a cachoeira de Pirapóra (extensão de 2.122 kilometros) feito em 1879-1880 por ordem de Sua Excellencia o Sr. Conselheiro João Lins Vieira Cansansão de Sinimbú quando presidente do Conselho, e Ministro e Secretario de Estado dos Negocios da Agricultura, Commercio e Obras Publicas”. Rio de Janeiro: Typographia Nacional, 1880.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Geology of the Rio São Francisco, Brazil”. &#039;&#039;American Journal of Science&#039;&#039;, New Haven, March., 3d. series, v. XIX (CXIX), p.236, 1880.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Idade da serie dos gneiss brasileiros”. &#039;&#039;Revista de Engenharia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno II, n.7, p.115-116, 1880.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Exame do Guano da Ilha Rata pelos Drs. Orville A. Derby e Luiz Monteiro de Barros”. &#039;&#039;Revista de Engenharia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno III, n.2, p.26-28, 1881.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Reconhecimento geologico do Valle de S. Francisco (Transcripção)”. &#039;&#039;Revista de Engenharia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno III, n.6, p.93-94, 1881.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Reconhecimento geologico do Valle de S. Francisco (Continuação)”. &#039;&#039;Revista de Engenharia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno III, n.8, p.125-127, 1881.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Reconhecimento geologico do Valle de S. Francisco (Continuação)”. &#039;&#039;Revista de Engenharia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno III, n.11, p.172-175, 1881.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Reconhecimento geologico do Valle de S. Francisco (Continuação)”. &#039;&#039;Revista de Engenharia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno III, n.12, p.188-190, 1881.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Fernando de Noronha”. &#039;&#039;The Rio News&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v. VIII, n.6, p.1-2, feb. 24th 1881.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Jazidas de phosphato de cal existentes na Ilha Rata, do archipelago de Fernando de Noronha. Relatorio da Commissão nomeada para examinar as jazidas.” Com L. M. Barros. Rio de Janeiro, 7 de fevereiro de 1881. &amp;amp;nbsp;In: Relatorio do Ministro da Agricultura, 1881.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Relatorio da Commissão encarregada do exame dos depositos dephosphatos na Ilha Rata (Fernando de Noronha). &#039;&#039;Revista Agricola do Imperial Instituto Fluminense de Agricultura&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.XII, n.2, p.55-61, junho de 1881.&amp;lt;br/&amp;gt; - “The culture in Minas”. &#039;&#039;The Rio News&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v. VIII, n.24, p.1-2, august 24th 1881.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “On the gold-bearing rocks of the province of Minas Geraes, Brazil”. &amp;amp;nbsp;&#039;&#039;American Journal of Science&#039;&#039;, New Haven, 3d. series, v. XXIII (CXXIII), p.97-99, feb. 1882.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Geology of the Diamond”. &#039;&#039;American Journal of Science&#039;&#039;, New Haven, 3d. series, v. XXIII (CXXIII), p.178, march. 1882.&amp;lt;br/&amp;gt; - “On Brazilian specimens of Martite”. &#039;&#039;American Journal of Science&#039;&#039;, New Haven, 3d. series, v. XXIII (CXXIII), p.373-374, may 1882.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Geology of the Diamond”. The Rio News, Rio de Janeiro, v. IX, n.8, p.3, march 15th 1882. - “Modes of occurrence of the Diamond in Brazil”. &#039;&#039;American Journal of Science&#039;&#039;, New Haven, 3d. series, v. XXIV (CXXIV), p.34-42, july 1882.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Relatorio apresentado ao Sr. Conselheiro Manoel Alves de Araujo Ministro de Agricultura, Commercio e Obras Publicas, acerca dos estudos geológicos practicados nos valles do Rio das Velhas e alto S. Francisco”. Rio de Janeiro, 1882.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Terrenos carboníferos das províncias de S. Paulo e Paraná”. &#039;&#039;Revista de Engenharia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, V, p.228-229, 28 de agosto de 1883”.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Terrenos carboníferos das províncias de S. Paulo e Paraná”.&#039;&#039;Auxiliador da Industria Nacional&#039;&#039;, Rio de Janeiro, n.11, p.258-260, novembro 1883.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Plantas fosseis (no Brazil)”. &#039;&#039;Revista de Engenharia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, V, p.348, 28 de dezembro de 1883.&amp;lt;br/&amp;gt; - “The human remains of the bone-caverns of Brazil”. &#039;&#039;Science&#039;&#039;, v.I, p.541, 1883.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Cap. IV. Aspecto physico, montanhas e chapadões”. In: &#039;&#039;&#039;O Brazil geographico e historico. I. A Terra e o Homem por J. E. Wappaeus. A geografia physica do Brazil refundida&#039;&#039;&#039; (Edição condensada). Rio de Janeiro: Typ. de G. Leuzinger e Filhos, 1884. pp.36-43.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Cap. V. Estructura geológica e mineraes”. In: &#039;&#039;&#039;O Brazil geographico e historico. I. A Terra e o Homem por J. E. Wappaeus. A geografia physica do Brazil refundida&#039;&#039;&#039; (Edição condensada). Rio de Janeiro: Typ. de G. Leuzinger e Filhos, 1884. pp.44-59&amp;lt;br/&amp;gt; - “Cap. VI. Caracteristica geral das vertentes e das bacias fluviaes”. In: &#039;&#039;&#039;O Brazil geographico e historico. I. A Terra e o Homem por J. E. Wappaeus. A geografia physica do Brazil refundida&#039;&#039;&#039; (Edição condensada). Rio de Janeiro: Typ. de G. Leuzinger e Filhos, 1884. pp. 60-70.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Peculiar modes of occurrence of gold in Brazil”. &#039;&#039;American Journal of Science&#039;&#039;, New Haven, 3d. series, v. XXVIII (CXXVIII), p.73-74, jan. 1884.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Note on the decay of rocks in Brazil”. &#039;&#039;American Journal of Science&#039;&#039;, New Haven, 3d. series, v. XXVII (CXXVII), p.138-139, feb. 1884.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Observações sobre os calcáreos do Rio de Janeiro, Minas, e S. Paulo”. &#039;&#039;Revista de Engenharia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, VI, p.26-28, 14 de fevereiro de 1884.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Notas sobre a decomposição das rochas no Brazil”. &#039;&#039;Revista de Engenharia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, VI, p.64, 28 de março de 1884.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Observações sobre os calcáreos do Rio de Janeiro, Minas, e S. Paulo”. &#039;&#039;Auxiliador da Industria Nacional&#039;&#039;, Rio de Janeiro, n.4, p.83-87, abril 1884.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Geologia do diamante. As rochas auríferas de Minas Geraes. Sobre amostras brasileiras de Martito”. &#039;&#039;Auxiliador da Industria Nacional&#039;&#039;, Rio de Janeiro, n.5, p.101-103, maio 1884.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Calcareos hydraulicos de S. Paulo”. Revista de Engenharia, Rio de Janeiro, VI, p.116-117, 28 de maio de 1884.&amp;lt;br/&amp;gt; - “On the flexibility of itacolumite”.&#039;&#039;American Journal of Science&#039;&#039;, New Haven, 3d. series, v. XXVIII (CXXVIII), p.203-205, 1884.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Analyses of Brazilian minerals”.&#039;&#039;American Journal of Science&#039;&#039;, New Haven, 3d. series, v. XXVII (CXXVII), p.440-447, 1884.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Fosseis de S. Paulo”. &#039;&#039;Revista de Engenharia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, VI, p.233-234, 28 de outubro de 1884.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Physical geography and geology of Brazil”. &#039;&#039;The Rio News&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.XI, p.3, December 5th.; p.3, December15th; and p.3-4, December 24th., 1884.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O carbonífero do Amazonas”. &#039;&#039;Revista de Engenharia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, VII, p.10-12, 14 de janeiro de 1885.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Is Brazil a fertile country?”. &#039;&#039;The Rio News&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.XII, n.7, p.3, march 5th 1885.&amp;lt;br/&amp;gt; - “The physical features of Brazil”. &#039;&#039;Science&#039;&#039;, New York,V, p.273-275, april 3 1885.&amp;lt;br/&amp;gt; - “The drainage system of Brazil”. &#039;&#039;Science&#039;&#039;, New York,V, p.269-299, april 10 1885.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Note on Brazilian minerals”. &#039;&#039;American Journal of Science&#039;&#039;, New Haven, 3d. series, v. CXXIX, p.70-71, 1885.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Contribuição para o estudo da geografia physica do Valle do Rio Grande”. &#039;&#039;Revista da Sociedade de Geographia do Rio de Janeiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.I, p.291-318, 1885.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Esquisse géologique (du) Brésil”. &#039;&#039;Annuaire Géologique Universel et Guide du Géologie&#039;&#039;, Paris, II, 2e partie, p.29-35, 1886.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Carta sobre a geologia da região, dirigida ao Dr. P. de Mello Brandão. As aguas mineraes de Araxa”. Rio de Janeiro, p.9-15, 1886.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Observações sobre a taboa”. &#039;&#039;Archivos do Museu Nacional&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.VII, p.269-273, janeiro 1887.&amp;lt;br/&amp;gt; - “The genesis of the diamond”. &#039;&#039;Science&#039;&#039;, Washington, USA, v.IX, n.207, p.57-58, 21 jan. 1887.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Mineral novo do Brazil”. &#039;&#039;Revista de Engenharia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, IX, n.168, p.189, 28 de agosto de 1887.&amp;lt;br/&amp;gt; - “On Nepheline rocks in Brazil. Part I, with special reference to the association of Phonolite and Foyaite”. &#039;&#039;Quarterly Journal of the Geological Society&#039;&#039;, London, XLIII, p.457-475, ago. 1887.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sobre rochas nephelinas do Brazil”. &#039;&#039;Revista de Engenharia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, X, n.186, p.111-114, 28 de maio de 1888.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sobre rochas nephelinas do Brazil (Continuação)”. &#039;&#039;Revista de Engenharia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, X, n.187, p.121-123, 14 de junho de 1888.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sobre rochas nephelinas do Brazil”. &#039;&#039;Revista de Engenharia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, X, n.188, p.133-136, 28 de junho de 1888.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Relatorio apresentado ao Visconde do Parahyba pela Commissão geographica e geológica da Provincia de São Paulo”. São Paulo, 1888.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Ueber Spuren einer carbonen Eiszeit in Südamerika”. &#039;&#039;Neues Jahrbuch für Mineralogie&#039;&#039;, Stuttgart, v.11, p.172-176, 1888.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Notas sobre os meteoritos Brazileiros”. &#039;&#039;Revista do Observatorio&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.III, n.1, p.3-6,1888.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Notas sobre os meteoritos Brazileiros”. &#039;&#039;Revista do Observatorio&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.III, n.11, p.17-20,1888.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Notas sobre os meteoritos Brazileiros”. &#039;&#039;Revista do Observatorio&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.III, n.11, p.33-77,1888.&amp;lt;br/&amp;gt; - “On the occurrence of Monazite as an accessory element in rocks”. &#039;&#039;American Journal of Science&#039;&#039;, New Haven, 3d. series, v. CXXXVII, p.109-113, jan. 1889.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Retrospecto historico dos trabalhos geographicos e geologicos effectuados na Provincia de S. Paulo”. &#039;&#039;Boletim n.1 - Commissão Geographica e Geologica da Provincia de S. Paulo. &#039;&#039;São Paulo, 1889.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Relatorio da Commissão Geographica e Geologica da Provincia de São Paulo”. São Paulo, 1889.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Os picos altos do Brazil”. &#039;&#039;Revista da Sociedade de Geographia do&amp;amp;nbsp;Rio de Janeiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, V, p.129-149, 1889.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Os picos altos do Brazil”. &#039;&#039;Revista da Sociedade de Geographia do&amp;amp;nbsp;Rio de Janeiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, V, p.69-70, 1890.&amp;lt;br/&amp;gt; - “On Nepheline rocks in Brazil. Part II. The Tingua mass”. &#039;&#039;Quarterly Journal of the Geological Society&#039;&#039;, London, XLVII, p.251-265, ago. 1891.&amp;lt;br/&amp;gt; - “On the separation and study of the heavy accessories of rocks”. &#039;&#039;Proceedings of the Rochester Academy of Science&#039;&#039;, Rochester, New York, v.I, p.198-206, 1891.&amp;lt;br/&amp;gt; - “On the occurrence of xenotime as an accessory element in rocks”. &#039;&#039;American Journal of Science&#039;&#039;, New Haven, v.XLI, p.308-311, April 1891.&amp;lt;br/&amp;gt; - “On the magnetite on districts of Jacupiranga and Ipanema, São Paulo, Brazil”. &amp;amp;nbsp;&#039;&#039;American Journal of Science&#039;&#039;, New Haven, v.XLI, p.311-321, April 1891.&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp;- “Is the São Francisco do Sul (Santa Catharina) iron a meteorite?”. &#039;&#039;Science&#039;&#039;, Washington, USA, &amp;amp;nbsp;v.XX, p.254-255, nov. 4 1892.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A study in consanguinity of eruptive rocks”. &#039;&#039;Journal of Geology&#039;&#039;, Chicago, v.I, n.6, p.597-605, 1893. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Limites entre São Paulo e Minas Geraes”. São Paulo: Vanorden &amp;amp; Co., 1893.&amp;lt;br/&amp;gt; - “On the separation of minerals of high specific gravity”. Com F. W. Dafert. &#039;&#039;Proceedings of the Rochester Academy of Science&#039;&#039;, Rochester, New York, v.2, p.122-123, 1893.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Origem sedimentaria dos minerios de ferro”. &#039;&#039;Revista Industrial de Minas Geraes&#039;&#039;, Ouro Preto, anno I, n.7, p.155-159, 175 de abril e 1894.&amp;lt;br/&amp;gt; - “The Amazonian Upper Carboniferous fauna”. &#039;&#039;Journal of Geology&#039;&#039;, Chicago, v.11, n.5, p.480-501, 1894.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Nota sobre a geologia e paleontologia de Matto-Grosso”. &#039;&#039;Revista do Museu Nacional&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.IX, p.59-88, 1895.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Estudo sobre o meteorito de Bendegó”. &#039;&#039;Revista do Museu Nacional&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v. I, p.89-184, 1895.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Investigações geologicas do Brazil”. &#039;&#039;Revista Brazileira&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.II, p.140-157, maio 1895.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Decomposition of rocks in Brazil”. &#039;&#039;Journal of Geology&#039;&#039;, Chicago, v. IV, p.529-540, 1896.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Letter regarding the Cretaceous and Tertiary of Brazil, addressed to G. D. Harris”. 1896.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Review of Branner´s Decomposition of rocks in Brazil”.&#039;&#039;Revista Brazileira&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.VII, p.132-140, 1896.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Monazite and xenotime in European rocks”. &#039;&#039;Mineral Mag. And Journal Mineralogical Society&#039;&#039;, London, v. XI, p.304-310, dec. 1897.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Brazilian evidence on the genesis of the diamond.&amp;quot; &#039;&#039;Journal of Geology&#039;&#039;, Chicago, v. VI, p.121-146, 1898.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Bendigó, the great Brazilian meteorite”. &#039;&#039;The Brazilian Bulletin&#039;&#039;, Mackensie College, São Paulo, v.I, n.1, p.30-32, June 1898.&amp;lt;br/&amp;gt; - “On the accessory elements of Itacolumite and the secondary enlargement of tourmaline”.&#039;&#039;American Journal of Science, New Haven&#039;&#039;, V, v. CLV, p.187-192, 1898.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Manganese in Brazil. Twentieth Annual Report of the U.S. Geological Survey&amp;quot;. &#039;&#039;Washington&#039;&#039;, part VI, p.140-142, 1899.&amp;lt;br/&amp;gt; - &amp;quot;On the association of argillaceous rocks with quartz veins in the region of Diamantina, Brazil.&amp;quot; &#039;&#039;American Journal of Science&#039;&#039;, New Haven, 4th series, v.VII (CLVII), p.343-356, may, 1899.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Notes on monazite”.&#039;&#039;American Journal of Science&#039;&#039;, New Haven, v.X, p.217-221,1900.&amp;lt;br/&amp;gt; - “On the Manganese Ores of Brazil (Discussion of an article by H.K. Scott)”. &#039;&#039;Journal of the Iron and Steel Institute&#039;&#039;, London, 1, p.203-210, fev. 1900.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Notes on certain schists of the gold and diamond regions of eastern Minas Geraes, Brazil.&amp;quot; &#039;&#039;American Journal of Science&#039;&#039;, New Haven, X, p.207-216, march, 1900.&amp;lt;br/&amp;gt; - “On the mode of occurrence of Topaz near Ouro Preto, Brazil”. &#039;&#039;American Journal of Science&#039;&#039;, New Haven, 4th Series, v. XI, p.25-34, jan.1901.&amp;lt;br/&amp;gt; - “The supposed Tertiary sea of southern Brazil”. &#039;&#039;Science&#039;&#039;, Washington, USA, v.XIII, p.348-349, march 1, 1901.&amp;lt;br/&amp;gt; - “On the manganese ore deposits of the Queluz (Lafayette) District, Minas Gerais, Brazil”. &#039;&#039;American Journal of Science&#039;&#039;, New Haven, 4th Series, v., XII, p.18-32, 1901.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Os primeiros descobrimentos de ouro em Minas Geraes”. &#039;&#039;Revista do Instituto Historico e Geographico de São Paulo&#039;&#039;, São Paulo, v.V, p.240-278, 1901.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Os primeiros descobrimentos de ouro nos districtos de Sabará e Caethé”. &#039;&#039;Revista do Instituto Historico e Geographico de São Paulo&#039;&#039;, São Paulo, v.V, p.270-295, 1901.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Notes on Brazilian gold ores”. &#039;&#039;Transactions of the American Institute of Mining and Metallurgical Engineers&#039;&#039;, New York, v.XXXIII, p.282-288, may 1902.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Notes on Brazilian gold ores”. &#039;&#039;Engineering and Mining Journal&#039;&#039;, Jacksonville, USA, v. LXXIV, p.142-143, aug. 2, 1902.&amp;lt;br/&amp;gt; - “On the occurrence of monazite in iron ore and in graphite”. &#039;&#039;American Journal of Science&#039;&#039;, New Haven, 4th Series, v.CLXIII, p.211-212, march 1902.&amp;lt;br/&amp;gt; - “As madeiras petrificadas do Estado de São Paulo”. &#039;&#039;Almanach Melillo&#039;&#039;, São Paulo, p.150-151, 1904.&amp;lt;br/&amp;gt; - “The northeast coast of Brazil in ancient cartography”. &#039;&#039;Science&#039;&#039;, Washington, USA, New series, v.XIX, p.681-694, jan.-june 1904.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Review of Branner´s «Stone reefs of Brazil»”. &#039;&#039;Science&#039;&#039;, Washington, USA, v.XXI, p.738-740, may 12, 1905.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Os recifes do Brazil. The stone reefs of Brazil, their geological and geographical relations, with a chapter on the coral reefs. By John Casper Branner”. &#039;&#039;Diario de Pernambuco&#039;&#039;, Recife, anno 81, n.99, p.1, 3 de maio de 1905.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Manganese deposits of Nazareth, Brazil”. &#039;&#039;Engineering and Mining Journal&#039;&#039;, New York, v. LXXXX,&amp;amp;nbsp;p.697, oct. 14, 1905.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “As lavras diamantinas da Bahia. Um relatorio apresentado ao Secretrio de Agricultura do Estado da Bahia, 23 de maio de 1905”. &#039;&#039;Diario da Bahia&#039;&#039;, 1 e 3 de junho de 1905.&amp;lt;br/&amp;gt; - “As lavras diamantinas da Bahia”. &#039;&#039;Boletim da Secretaria de Agricultura da Bahia&#039;&#039;, Bahia, v.VI, ns.4-6, p.217-225, abril 1905.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Lavras diamantinas. Relatorio apresentado ao Dr. Secretario da Agricultura da Bahia”. &#039;&#039;Revista do Instituto Historico e Geographico da Bahia&#039;&#039;, Bahia, v.XI, p.143-153, 1905.&amp;lt;br/&amp;gt; - “The geology of the diamond and carbonado washings of Bahia, Brazil”. &#039;&#039;Economy Geology&#039;&#039;, v.I, n.2, p.134-142, nov. - dec. 1905.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O Manganez em Nazareth”. &#039;&#039;Boletim da Secretaria de Agricultura da Bahia&#039;&#039;, Bahia, O. Publ., ano II, v. V, p.62-65, jan.-mar. 1905.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Um fossil interessante do Museu Nacional (Psaronius brasiliensis)”. &#039;&#039;Jornal do Commercio,&#039;&#039; Rio de Janeiro, 14 de março de 1905.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A minha exoneração”. &#039;&#039;O Commercio de São Paulo&#039;&#039;, São Paulo, anno XIII, n.3925, p.1, 3 fev. 1905.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Um mappa interessante (de São Paulo, feito pelo Coronel João da Costa Ferreira no anno 1811)”. &#039;&#039;Estado de São Paulo&#039;&#039;, São Paulo, 20 fev. 1905.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Notas Geologicas sobre o Estado da Bahia”. &#039;&#039;Boletim da Secretaria de Agricultura da Bahia&#039;&#039;, Bahia, v. VII, p.12-31, 1905.&amp;lt;br/&amp;gt; - “The Serra do Espinhaço, Brazil”. &#039;&#039;The Journal of Geology&#039;&#039;, Chicago, v. 14, n. 5, p.374-401, Jul.-Aug.1906.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Os primeiros descobrimentos de diamantes no Estado da Bahia”. &#039;&#039;Revista do Instituto Historico e Geographico da Bahia&#039;&#039;, Bahia, v.XII, n.12, p.143-151, 1906.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Manganez na Bahia”. &#039;&#039;Jornal do Commercio&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 17 de abril de 1906.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O regimen das chuvas nas regiões das seccas”. &#039;&#039;Jornal do Commercio&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 24 de março de 1906.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O regimen das chuvas nas regiões das seccas”. &#039;&#039;Boletim da Directoria de Agricultura da Bahia&#039;&#039;, Bahia, v.VII, p.204-214, 1906.&amp;lt;br/&amp;gt; - “The Serra do Espinhaço, Brazil&amp;quot;. &#039;&#039;The Journal of Geology&#039;&#039;, Chicago, v.XIV, 196, p. 374-401, jul./ago. 1906.&amp;lt;br/&amp;gt; - “The sedimentar belt of the coast of Brazil”. &#039;&#039;Journal of Geology&#039;&#039;, Chicago, v.XV, n.3, p.218-237, april-may 1907.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O regimen das chuvas nas regiões secas do norte do Brasil”. &#039;&#039;Revista da Academia Cearense&#039;&#039;, Fortaleza, Typ. Minerva, t..XII, 1907.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Um fossil interessante do Museu Nacional”. &#039;&#039;Annuario do Estado de Rio Grande do Sul para o anno de 1908&#039;&#039;, Porto Alegre, 1907.&amp;lt;br/&amp;gt; - On the Original type of the manganese ore deposits of Queluz District, (Minas Gerais, Brazil). &#039;&#039;American Journal of Science&#039;&#039;, New Haven, v., XXV, p. 213-216, mar. 1908.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Questão das secas”. In: MESQUITA, E. de (ed.). &#039;&#039;&#039;Aspectos de um problema econômico.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Typ. Leuzinger, 1909.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Illustration of the stem structure of Tietea singularis”.&#039;&#039;American Journal of Science&#039;&#039;, New Haven, ser. 4, v.XXXIX, n.231, p.251-260, 1915.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- BRANNER, John C. Bibliography of the geology, mineralogie, and paleontology of Brazil. &#039;&#039;Bulletin of the Geological Society of America&#039;&#039;, vol. 20, p.1-132, 12 fev. 1909. In: Biodiversitu Heritage Library. BHL. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[https://www.biodiversitylibrary.org/item/113678#page/58/mode/1up https://www.biodiversitylibrary.org/item/113678#page/58/mode/1up]&amp;lt;u&amp;gt;https://www.biodiversitylibrary.org/item/113678#page/58/mode/1up&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - BRANNER, John C. Orville A. Derby. &#039;&#039;The Journal of Geology&#039;&#039;, volume&amp;amp;nbsp;XXIX, n.3, p.209-214, april-may 1916. Capturado e, 31 ago. 2020. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://www.journals.uchicago.edu/doi/pdfplus/10.1086/622323&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 6.323, de 10 de janeiro de 1907. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:  &amp;lt;u&amp;gt;http://legis.senado.leg.br/norma/570999/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - CPRM. SERVIÇO GEOLÓGICO DO BRASIL. &#039;&#039;&#039;Orville Derby.&#039;&#039;&#039; Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; [http://www.cprm.gov.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=528&amp;amp;sid=8 http://www.cprm.gov.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=528&amp;amp;sid=8]&amp;lt;u&amp;gt;http://www.cprm.gov.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=528&amp;amp;sid=8&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - ESTADO DE SÃO PAULO. Lei nº 9, de 27 de março de 1886. In: ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE SÃO PAULO. Legislação. Capturado em 22 jul. 2026.Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;[https://www.al.sp.gov.br/repositorio/legislacao/lei/1886/lei-9-27.03.1886.html https://www.al.sp.gov.br/repositorio/legislacao/lei/1886/lei-9-27.03.1886.html]&amp;lt;u&amp;gt;https://www.al.sp.gov.br/repositorio/legislacao/lei/1886/lei-9-27.03.1886.html&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - FIGUEIRÔA, Silvia Fernanda de Mendonça. &#039;&#039;&#039;As Ciências Geológicas no Brasil: uma história social e institucional 1875-1934. &#039;&#039;&#039;São Paulo: HUCITEC, 1997. (&amp;lt;u&amp;gt;[[Fontes de informação#BCOC|BCOC]]&amp;lt;/u&amp;gt;)&amp;lt;br/&amp;gt; - LOPES, Maria Margareth.&#039;&#039;&#039;O Brasil descobre a Pesquisa Científica: os Museus e as Ciências Naturais no século XIX.&#039;&#039;&#039; São Paulo: Hucitec, 1997. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;(&amp;lt;u&amp;gt;[[Fontes de informação#BCOC|BCOC]]&amp;lt;/u&amp;gt;)&amp;lt;br/&amp;gt; - ORVILLE Adelbert Derby. In: &#039;&#039;&#039;Wikipedia The Free Encyclopedia. &#039;&#039;&#039;Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://en.wikipedia.org/wiki/Orville_Adalbert_Derby&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - PIRES, Fernando Roberto Mendes; CABRAL, Alexandre Rafael. Estudos de Orville Derby sobre os depósitos manganesíferos do Brasil - Edição comemorativa dos 150 anos de nascimento do cientista. &#039;&#039;Rem. Revista Escola de Minas&#039;&#039;, Ouro Preto, v.54, n.3, p.205-209, jul./set. 2001. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S0370-44672001000300007 http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S0370-44672001000300007]&amp;lt;u&amp;gt;http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S0370-44672001000300007&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - RELATORIO apresentado à Assembléa Legislativa Provincial de São Paulo pelo Presidente da Província João Alfredo Corrêa de Oliveira no dia 15 de fevereiro de 1886. São Paulo: Typographia a vapor de Jorge Seckler &amp;amp; C., 1886. &#039;&#039;&#039;Mensagens dos Presidentes das Província (1830-1930). &#039;&#039;&#039;Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://digitalcollections.crl.edu/record/5009?ln=en&amp;amp;v=uv#?xywh=-1176%2C0%2C4078%2C2762&amp;amp;cv=1&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - ROCHA, YURI TAVARES and CAVALHEIRO, FELISBERTO. The historical aspects of the Botanical Garden of São Paulo. &#039;&#039;Revista Brasileira de Botânica&#039;&#039;, São Paulo, v.24, n.4, supl., p.577-586, dez. 2001. &amp;amp;nbsp;Capturado em 14 abr. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;  [http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S0100-84042001000500013 http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S0100-84042001000500013]&amp;lt;br/&amp;gt; - SENA, Costa.&#039;&#039;&#039;Orville Derby. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1918. ([[Fontes_de_informação#IHGB|&amp;lt;u&amp;gt;IHGB&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - STUDART, Barão de. &#039;&#039;&#039;Estrangeiros e Ceará pelo Barão de Studart. &#039;&#039;&#039;(Separata da Revista do Instituto do Ceará, anno de 1918). Ceará, Fortaleza: Typ. Minerva, de Assis Bezerra, 1918. In: UF GEORGE A. SMATHERS LIBRARIES. Capturado em 1º set. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[https://ufdc.ufl.edu/AA00000256/00001 https://ufdc.ufl.edu/AA00000256/00001]&amp;lt;u&amp;gt;https://ufdc.ufl.edu/AA00000256/00001&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; -TOLEDO, J. &#039;&#039;&#039;Dicionário dos Suicidas Ilustres.&#039;&#039;&#039; 1995. Capturado em 14 abr. 2020. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://www.angelfire.com/ri/casadosol/suicidas.html&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; -TOSATTO, Pierluigi. &#039;&#039;&#039;Orville A. Derby “O pai da Geologia do Brasil”.&#039;&#039;&#039; &amp;amp;nbsp;Rio de Janeiro: CPRM; DNPM, 2001. ([[Fontes_de_informação#RGPL|&amp;lt;u&amp;gt;RGPL&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa – Gil Baião Neto; Lucilia Maria Esteves Santiso Dieguez.&amp;lt;br/&amp;gt; Redação - Lucilia Maria Esteves Santiso Dieguez, Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Revisão - Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Forma de citação&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;{{SITENAME}}&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    [[Category:Verbetes]] [[Category:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ana.guedes</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=CRUZ,_OSWALDO_GON%C3%87ALVES&amp;diff=3878</id>
		<title>CRUZ, OSWALDO GONÇALVES</title>
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		<updated>2026-07-27T16:49:36Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ana.guedes: /* Fontes */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Outros nomes e/ou títulos:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;[[CRUZ,_OSWALDO|Cruz, Oswaldo]]&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Oswaldo Gonçalves Cruz nasceu em 5 de agosto de 1872, em São Luiz do Paraitinga, cidade na então província de São Paulo. Era filho de Bento Oswaldo Cruz e de Amalia Taborda de Bulhões. Doutorou-se em 24 de dezembro de 1892, na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, com a tese &amp;quot;A Vehiculação microbiana pelas águas&amp;quot;. No Instituto Soroterápico Federal (atual Fundação Oswaldo Cruz), criado no Rio de Janeiro, em 25 de maio de 1900, e então dirigido por Pedro Affonso de Carvalho Franco, foi chefe bacteriologista (1901), e em 9 de dezembro de 1902 assumiu a direção geral. De 1903 a 1909 foi diretor da Diretoria Geral de Saúde Pública, empenhando-se na reorganização dos serviços de saúde e no combate à febre amarela, varíola, peste bubônica e tuberculose. Foi o primeiro presidente da Cruz Vermelha Brasileira (1908), membro da Academia Nacional de Medicina (1899), da Academia Brasileira de Letras (1912), da Sociedade Brasileira de Ciências (1916), e prefeito da cidade de Petrópolis (1916-1917). Faleceu em 11 de fevereiro de 1917 na cidade de Petrópolis (Estado do Rio de Janeiro).&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Dados pessoais&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Oswaldo Gonçalves Cruz nasceu em 5 de agosto de 1872, em São Luiz do Paraitinga, cidade no interior da então província de São Paulo. Era filho de Bento Gonçalves Cruz e de Amalia Taborda de Bulhões, filha dos professores públicos Pedro Correa Taborda de Bulhões e de Zeferina Josepha Pinto de Bulhões, residentes na cidade de Petrópolis, na então província do Rio de Janeiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Seu pai, Bento Gonçalves Cruz, nasceu no Rio de Janeiro em 30 de janeiro de 1845, era filho do negociante de fazendas Bento Gonçalves Cruz e de Guilhermina Pinto Gonçalves Cruz, e formou-se em medicina na &amp;lt;u&amp;gt;[[ESCOLA ANATÔMICA, CIRÚRGICA E MÉDICA DO RIO DE JANEIRO|Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro]]&amp;lt;/u&amp;gt; em 30 de novembro de 1870, com a tese “Diagnostico diferencial das moléstias de Coração”. Já formado, Bento Gonçalves Cruz iniciou sua carreira clínica no interior de São Paulo, em São Luiz do Paraitinga, por sugestão do médico e seu colega Candido José Rodrigues de Andrade.  Após casaram-se, em 7 de outubro de 1871, Bento Gonçalves Cruz e sua prima Amalia Taborda de Bulhões, se instalaram em São Luiz do Paraitinga, e nesta localidade nasceram os primeiros filhos Oswaldo Gonçalves Cruz, Eugenia, falecida ainda criança, e Amalia, que posteriormente se casaria com o ginecologista Joaquim Candido de Andrade.   No ano de 1877, Bento Gonçalves Cruz retornou para o Rio de Janeiro, onde veio a residir na Rua Jardim Botânico nº26, na então freguesia da Gávea e clinicou na R. da Bôa-Vista (atual Rua Marquês de São Vicente) na mesma freguesia. Na cidade do Rio de Janeiro nasceram seus outros filhos: Alice, que casou-se com Samuel Ferreira dos Santos, Noemi, esposa do pintor e diretor da Escola Nacional de Belas Artes, João Baptista da Costa; e Hortensia, esposa do negociante Francisco Russo. Bento Gonçalves Cruz foi 2º cirurgião médico voluntário (1865-1870) no Hospital da Assumpção durante a Guerra do Paraguai, membro da Junta Central de Higiene Pública (nomeação 26/01/1890), Ajudante do Inspetor Geral de Higiene (5/02/1890), Inspetor Geral interino de Higiene (1891), Inspetor Geral de Higiene (12/01/1892), vice-presidente da Casa de Saúde Dr. Eiras, dirigida por Carlos Fernandes Eiras, e faleceu em 8 de novembro de 1892. Sua esposa, Amalia Taborda de Bulhões, faleceu em 16 de dezembro de 1921.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Oswaldo Gonçalves Cruz casou-se, em 5 de janeiro de 1893, com Emilia da Fonseca, a &#039;&#039;Miloca&#039;&#039;, filha do comerciante português Manoel José da Fonseca e de Elisa da Cunha Fonseca, e o casal foi residir na Rua Lopes Quintas, no bairro do Jardim Botânico, na cidade do Rio de Janeiro. Teve seis filhos: Elisa Oswaldo Cruz, que se casou com o médico Joaquim Vidal; Bento Oswaldo Cruz, médico e industrial; Hercília Oswaldo Cruz; Oswaldo Cruz Filho, que também estudou medicina; Zahra Oswaldo Cruz, que faleceu aos dois anos de idade; e Walter Oswaldo Cruz, que também estudou medicina. Dois de seus filhos, Bento Oswaldo Cruz e Walter Oswaldo Cruz, trabalharam no&amp;amp;nbsp;[[INSTITUTO_OSWALDO_CRUZ|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Oswaldo Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1914 recebeu do governo francês a condecoração como &#039;&#039;Officier de la Légion d’Honneur, &#039;&#039;no Hotel dos Estrangeiros, na cidade do Rio de Janeiro, e nesta ocasião foi convidado por este governo a repetir sua experiência no combate à febre amarela na Ilha da Martinica, de domínio francês.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Faleceu em 11 de fevereiro de 1917, em sua residência na Rua Monte Caseros nº 240, na cidade de Petrópolis (Estado do Rio de Janeiro).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Trajetória profissional&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Oswaldo Gonçalves Cruz aprendeu as primeiras letras com sua mãe, e depois aos cinco anos ingressou no Colégio Laure, na cidade do Rio de Janeiro. Ainda nesta cidade, estudou também no Collegio de S. Pedro de Alcântara, dirigido pelo Padre Ayres da Silveira Mascarenhas e localizado na Praia de Botafogo nº 172, onde fez o curso secundário. Prestou os exames finais preparatórios no Externato do Imperial Colégio de Pedro II, instalado na Rua da Imperatriz, que o habilitou à matrícula nas escolas superiores.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1887 ingressou na &amp;amp;nbsp;[[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], onde ainda como estudante foi preparador assistente no gabinete de física sob a orientação de João Martins Teixeira, lente de física médica. Sua experiência no laboratório de bacteriologia do Departamento de Higiene desta faculdade, sob a chefia de Benjamin Antônio da Rocha Faria, lente de higiene e história da medicina desta faculdade, teria suscitado, segundo Ezequiel Dias (1922), seu interesse pelas questões de higiene e microbiologia. Foi aluno, em 1891, de&amp;amp;nbsp;Francisco de Castro, catedrático de clínica propedêutica, que o aconselhou “a deixar a clínica e o pequeno laboratório improvisado no porão de sua residência afim de ir a Europa estudar para um provável concurso na secção de hygiene e medicina legal” (DIAS, 1922, p.9).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Oswaldo Gonçalves Cruz, entre 1890 a 1893, trabalhou como auxiliar no laboratório do&amp;amp;nbsp;[[INSTITUTO_NACIONAL_DE_HIGIENE|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Nacional de Higiene&amp;lt;/u&amp;gt;]], que havia sido criado em 1890 pelo médico Benjamin Antônio da Rocha Faria. Nesta ocasião também eram auxiliares na instituição João de Barros Barreto, Francisco de Paula Fajardo Júnior e&amp;amp;nbsp;[[ABREU,_HENRIQUE_TANNER_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Henrique Tanner de Abreu&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Publicou, em 1891, na revista &#039;&#039;O Brazil Medico,&#039;&#039; seu primeiro trabalho, intitulado “Um caso de bocio exophtalmico em individuo do sexo masculino”, quando era interno da 2ª enfermaria de medicina, chefiada por Albino Rodrigues de Alvarenga, no hospital da&amp;amp;nbsp;[[SANTA_CASA_DA_MISERICÓRDIA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Doutorou-se em 8 de novembro de 1892, na&amp;amp;nbsp;[[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], com a tese “A Vehiculação Microbiana pelas águas”, dedicada à memória de seu pai, Bento Gonçalves Cruz, que falecera no mesmo dia, na qual afirmava que esta não se tratava propriamente de uma análise das águas na cidade, mas sim de “uma introdução a uma analyse systematica de nossas aguas de abastecimento” (CRUZ, 1893, p.24). Em seu Prefácio, destacou o quanto foi importante e proveitosa para sua tese a experiência no então denominado Laboratório de Bacteriologia:&amp;amp;nbsp;.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Fazíamos, porém, um estudo de gabinete, puramente theorico e quase todo perdido, quando por occasião da reorganização do laboratório de Hygiene da nossa Faculdade o incansável e erudito lente d´aquella disciplina creou um laboratório de microbiologia para o qual inesperadamente fomos convidados pelo talentoso professor de Hygiene, graças à indicação feita de nosso nome pelo nosso sábio mestre o Dr. Martins Teixeira, ao qual desde já tributamos-o mais vivo reconhecimento. (...)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Durante todo este tempo de laboratório muito aproveitamos não só dos ensinamentos de nosso sábio mestre, o Sr. Dr. Rocha Faria, como também do illustrado e talentoso Dr. Ernesto Nascimento Silva que sempre soube guiar nossos passos não só como mestre provecto que é como verdadeiro amigo. (....). Creados no laboratório de microbiologia era um dever escrever nosso trabalho inaugural sobre o assumpto de nossa predilecção; foi o que fizemos. D´entre as interessantes questões que poderiam ser ventiladas com o Maximo proveito escolhemos para assumpto de nossa dissertação a «&#039;&#039;vehiculação microbiana pelas aguas&#039;&#039;», assumpto vasto, de palpitante interesse e cheio de conclusões praticas da mais alta monta. (....). O trabalho experimental n´ella exarado tem por fim demonstrar verdades acceitas hoje em microbiologia e que foram por nós verificadas e consta também d´um estudo sobre filtros”. (CRUZ, 1893, p.22-24)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Com o falecimento de seu pai, passou a assumir suas funções de médico na clínica na fábrica de tecidos da Companhia de Fiação e Tecidos Corcovado, que havia sido fundada em 1889 por José da Cruz, na antiga chácara de João Calhau, no sopé do Corcovado, na Rua Jardim Botânico nº 12, então freguesia da Gávea. Em função destes compromissos, não teria aceito o convite do médico [[CASTRO,_FRANCISCO_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Francisco de Castro&amp;lt;/u&amp;gt;]]&amp;amp;nbsp;para ser seu assistente em sua clínica (FRAGA, 2005). De acordo com notícia publicada no &#039;&#039;Jornal do Brasil&#039;&#039; (n.64, 5 de março de 1901), Oswaldo Cruz ainda fazia o atendimento a operários desta fábrica de tecidos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ainda em 1892, trabalhou como Auxiliar na Inspetoria Geral de Higiene.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1894, no então denominado &amp;lt;u&amp;gt;[[INSTITUTO SANITÁRIO FEDERAL|Instituto Sanitário Federal]]&amp;lt;/u&amp;gt;, dirigido por Francisco de Paula Fajardo Júnior, Oswaldo Cruz trabalhou no diagnóstico do cólera morbus na região do Vale do Paraíba. Neste mesmo ano, Oswaldo Gonçalves Cruz publicou o folheto &amp;quot;Causas e meios de preservação do Cholera&amp;quot;, sob o pseudônimo de Ignarus, em que discorreu sobre a história da doença, e ao final do qual citou uma lenda árabe segundo a qual a peste negra no Cairo havia matado mais gente de medo do que da doença.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Nesta época, Oswaldo Cruz residia na Rua Lopes Quintas nº15, onde tinha um laboratório no primeiro andar, e observava as condições higiênicas do bairro, o que inspirou a elaborar dois artigos, publicados no &#039;&#039;Brazil Medico&#039;&#039;. Em seu artigo “As condições hygienicas e o estado sanitário da Gávea”, publicado em 1894, constatou como péssimas as condições do bairro em que residia, especialmente da rua Jardim Botânico, e lamentou “o triste estado a que está reduzido o celebre bairro da Gávea, legendário por sua salubridade, o antigo refugio dos convalescentes que vinham banhar no ar oxygenado e vivificante de suas montanhas os pulmões gastos pelo ar confinado dos centros populosos” (CRUZ, 1894, p.210). Para o melhoramento sanitário do bairro, sugeriu, entre as medidas de saneamento definitivo, a construção de habitações higiênicas para operários, o calçamento das ruas, o abastecimento d´água, a demolição das estalagens existentes, e o aterro total da lagoa Rodrigues de Freitas.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi convidado, em 1894, por Egydio Salles Guerra, chefe de clínica na [[POLICLINICA GERAL DO RIO DE JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Policlínica Geral do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], fundada em 10 de dezembro de 1881 por iniciativa dos médicos João Pizarro Gabizo e Antonio Loureiro Sampaio, para organizar um laboratório de análises para os diagnósticos de sífilis e moléstias internas no serviço de moléstias da pele e sífilis a cargo de Antonio José Pereira da Silva Araújo. Nesta instituição integrou, juntamente com Salles Guerra, posteriormente seu biógrafo, Antonio José Pereira da Silva Araujo, Aureliano Werneck Machado e Alfredo Porto, do “grupo dos cinco germanistas”, assim denominado pelo destaque que conferiam ao idioma alemão, que era o idioma de importantes textos de medicina naquele período (BIBLIOTECA VIRTUAL, 2013). Em&amp;amp;nbsp;6 de setembro de 1895 começou efetivamente suas atividades na &amp;lt;u&amp;gt;[[POLICLINICA GERAL DO RIO DE JANEIRO|Policlínica Geral do Rio de Janeiro]]&amp;lt;/u&amp;gt;, e em 1898 era chefe do laboratório de bacteriologia e anatomia patológica.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Com apoio de Manoel José da Fonseca, seu sogro,&amp;amp;nbsp;Oswaldo Gonçalves Cruz viajou em 1897, com a família, para Paris, onde se estabeleceu na 26 Rue Marbeuf. Nesta ocasião se especializou em microbiologia no Institut Pasteur, então dirigido por&amp;amp;nbsp;Pierre Paul&amp;amp;nbsp;Émile Roux (1853-1933), e onde também trabalhavam&amp;amp;nbsp;Élie Metchnikoff (1845-1916), de quem se tornou amigo, Louis Vaillard (1850-1935) e Amédée Borrel (1867-1936).Nesta instituição “aplico-me ao estudo da higiene, microbiologia, histologia patológica e química biológica, com o intuito de, quando voltar, montar aí um laboratório para análises destinado a auxiliar o diagnóstico microbiológico das diversas entidades mórbidas, exame de sangue, etc., etc.” (CRUZ, Oswaldo. &#039;&#039;Apud. &#039;&#039;GUERRA, 1940, p.33). Em 6 de abril de 1898 visitou a seção de preparo dos soros terapêuticos deste instituto, localizada na cidade de Garches, próxima de Paris, e relatou esta sua visita em artigos publicados no&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;Brazil-Medico&#039;&#039;, neste mesmo ano.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Permaneceu em Paris por dois anos, e neste período visitou o&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;Laboratoire de Toxicologie de Paris&#039;&#039;, dirigido por Charles-Albert Vibert (1849-1918) e por Jules Ogier (1853-1913),a Clinique des voies urologiques, no Hôpital Necker, de Jean Casimir Félix Guyon (1831-1920) e Joaquín Albarran y Dominguez (1860-1912), e frequentou uma fábrica de artefatos de vidro para laboratório, onde aprendeu sobre a manipulação e confecção de empolas, provetas e pipetas. Segundo E. Salles, Oswaldo Cruz posteriormente, quando dirigiu o&amp;amp;nbsp;[[INSTITUTO_SOROTERÁPICO_FEDERAL|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Soroterápico Federal&amp;lt;/u&amp;gt;]], criou uma “seção especial de artefatos de vidro e ensinou a vários auxiliares a manipulação dessas utilidades” (GUERRA, 1940, p.47).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Embora, nesta época, tenha sido convidado para conhecer também instituições na Alemanha, só veio a visitar este país posteriormente, em 1907 (SERPA, 1937).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Durante esta estadia na Europa Oswaldo Cruz comprou uma máquina fotográfica para fotos estereoscópicas, que possibilitava o efeito de três dimensões a partir de um visor especial, e assim tornou-se um fotógrafo amador registrando inclusive suas atividades científicas. Posteriormente montou um pequeno laboratório de revelação, em sua residência na Praia de Botafogo nº 406, na cidade do Rio de Janeiro (ARQUIVO, 2007).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ao retornar da França, no final do ano de 1899, Oswaldo Gonçalves Cruz abriu na Travessa de S. Francisco (atual Rua Ramalho Ortigão), nº10, 1º andar, no centro do Rio de Janeiro, um laboratório de análises clínicas, próximo aos consultórios de Joaquim Candido de Andrade e Luiz Pedro Barbosa. Montou, também, um consultório de moléstias genito-urinárias, nas quais havia se especializado durante sua estadia na França.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Reassumiu, em 1899, seu cargo na Policlínica Geral do Rio de Janeiro, como&amp;amp;nbsp;chefe do laboratório de bacteriologia e anatomia patológica,onde ficou supervisionando os trabalhos a cargo de seu substituto (PARAENSE, 1989).Em 21 de outubro de 1899 foi convidado por&amp;amp;nbsp;[[ANDRADE,_NUNO_FERREIRA_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Nuno Ferreira de Andrade&amp;lt;/u&amp;gt;]], então diretor da Diretoria Geral de Saúde Pública, para integrar a comissão chefiada por Eduardo Chapot Prévost que viria a identificar e confirmar os casos de peste bubônica que havia eclodido em 1899, na cidade de Santos. Foi designado, então, para integrar a equipe de combate a este surto de peste bubônica, juntamente com Adolpho Lutz e Vital Brazil Mineiro da Campanha, pesquisadores do [[INSTITUTO_BACTERIOLÓGICO_DO_ESTADO_DE_SÃO_PAULO|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Bacteriológico do Estado de São Paulo&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1899, por sua iniciativa, foi montado um laboratório bacteriológico na Associação dos Empregados no Commercio do Rio de Janeiro, fundada em 7 de março de 1880, que chefiou em 1900.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Oswaldo Gonçalves Cruz foi colaborador efetivo do periódico científico &#039;&#039;Brazil-Medico.&#039;&#039; &#039;&#039;Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, deste 1899, no qual publicou vários de seus trabalhos&#039;&#039;.&#039;&#039; Eram também colaboradores desta publicação: &amp;lt;u&amp;gt;[[RODRIGUES, RAYMUNDO NINA|Raymundo Nina Rodrigues]]&amp;lt;/u&amp;gt;, Augusto Brant Paes Leme, Henrique Guedes de Mello, [[SEIDL,_CARLOS_PINTO|&amp;lt;u&amp;gt;Carlos Pinto Seidl&amp;lt;/u&amp;gt;]], Oscar Luna Freire, Marcio Nery, Ismael da Rocha, Miguel da Silva Pereira,&amp;amp;nbsp;Miguel de Oliveira Couto, Antonio Fernandes Figueira e Henrique de Sá.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Candidatou-se membro da &amp;lt;u&amp;gt;[[ACADEMIA NACIONAL DE MEDICINA|Academia Nacional de Medicina]]&amp;lt;/u&amp;gt; em 13 de abril de 1899, com a apresentação do trabalho intitulado “Les altérations histologiques dans l´empoisonnement par la ricine”, tendo obtido parecer favorável na sessão de 22 de junho de 1899. Este trabalho foi elaboradopor ocasião de sua viagem à Europa, de 1897 a 1899, quando visitou o Laboratoire de Toxicologie de Paris, dirigido por Charles-Albert Vibert (1849-1918) e por Jules Ogier (1853-1913), e publicado em 1899 nos&#039;&#039;Archives de Médecine Expérimentale et d`Anatomie Pathologique&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;(CASA DE OSWALDO CRUZ, 2013).Em 24 de agosto de 1899 proferiu seu discurso em agradecimentoà sua admissão na&amp;amp;nbsp;[[ACADEMIA_NACIONAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Nacional de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]], e nesta instituição foi membro da seção de medicina pública, e a partir de 1914 da seção de ciências aplicadas à medicina. É o patrono da cadeira nº 90 da&amp;amp;nbsp;[[ACADEMIA_NACIONAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Nacional de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 21 de outubro de 1899 foi convidado por&amp;amp;nbsp;[[ANDRADE,_NUNO_FERREIRA_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Nuno Ferreira de Andrade&amp;lt;/u&amp;gt;]], então diretor da Diretoria Geral de Saúde Pública, para integrar a comissão chefiada por Eduardo Chapot Prévost que viria a identificar e confirmar os casos de peste bubônica que havia eclodido em 1899, na cidade de Santos. Foi designado, então, para integrar a equipe de combate a este surto de peste bubônica, juntamente com Adolpho Lutz e Vital Brazil Mineiro da Campanha, pesquisadores do [[INSTITUTO_BACTERIOLÓGICO_DO_ESTADO_DE_SÃO_PAULO|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Bacteriológico do Estado de São Paulo&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Chefiou, desde 1900, o serviço do laboratório de anatomia, patologia, química, biologia e bacteriologia da &amp;lt;u&amp;gt;[[POLICLINICA GERAL DO RIO DE JANEIRO|Policlínica Geral do Rio de Janeiro]]&amp;lt;/u&amp;gt;, então dirigida por José Cardoso de Moura Brazil, permanecendo nesta função até 1910.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Oswaldo Gonçalves Cruz participou, juntamente com Francisco Cláudio de&amp;amp;nbsp;Sá Ferreira, Luiz Pedro Barbosa, Henrique Guedes de Mello, Joaquim Candido de Andrade, Carlos Fernandes Eiras, [[ALMEIDA,_FRANCISCO_FURQUIM_WERNECK_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Francisco Furquim Werneck de Almeida&amp;lt;/u&amp;gt;]], Nerval Gouveia, Ernani Carlos de Menezes Pinto, Oscar de Souza, José Parga Nina, Alfredo Porto, Aureliano Werneck Machado, e Francisco Fernandes Eiras,da instalação&amp;amp;nbsp;da Policlínica de Botafogo, fundada em 10 de junho de 1900 e estabelecida na Rua Bambina nº 45, em Botafogo, na cidade do Rio de Janeiro. Oswaldo Cruz, já neste momento inicial da instituição, foi indicado como responsável da redação do anuário, juntamente com Henrique Guedes de Mello e Luiz Pedro Barbosa, e como chefe do museu anatomo-patológico e do laboratório de bacteriologia. Integrou seu corpo clínico da instituição e em 1904 era chefe dos laboratórios desta instituição.&amp;amp;nbsp;Nas dependências desta Policlínica funcionou em 1901, por solicitação da prefeitura do Distrito Federal, um posto municipal de vacinação antipestosa, onde trabalhou Oswaldo Gonçalves Cruz. A Policlínica de Botafogo cedeu suas instalações para a primeira Delegacia Provisória de Higiene Federal, entre 1903 a 1904.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1901 era o chefe bacteriologista do&amp;amp;nbsp;[[INSTITUTO_SOROTERÁPICO_FEDERAL|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Soroterápico Federal&amp;lt;/u&amp;gt;]], instituição de pesquisa criada em 25 de maio de 1900, na cidade do Rio de Janeiro e então dirigida por Pedro Affonso de Carvalho Franco, o Barão de Pedro Affonso. Em 9 de dezembro de 1902, com o pedido de demissão feito Pelo Barão de Pedro Affonso, Oswaldo Gonçalves Cruz assumiu a direção geral do instituto, tendo permanecido como diretor até a data de seu falecimento, em 11 de fevereiro de 1917, quando foi substituído por [[CHAGAS,_CARLOS_RIBEIRO_JUSTINIANO|&amp;lt;u&amp;gt;Carlos Ribeiro Justiniano Chagas&amp;lt;/u&amp;gt;]] na direção do então&amp;amp;nbsp;[[INSTITUTO_OSWALDO_CRUZ|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Oswaldo Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]]. Como diretor do &amp;lt;u&amp;gt;[[INSTITUTO SOROTERÁPICO FEDERAL|Instituto Soroterápico Federal]]&amp;lt;/u&amp;gt;, destacou-se“Uma das principais virtudes de Oswaldo Cruz, não tanto como cientista mas como hábil administrador da ciência, foi ter conseguido transformar num grande instituto de medicina experimental o pequeno laboratório, criado em 1900, a partir de uma crise da saúde pública – a ameaça da peste bubônica – e com a finalidade limitada de substituir a importação do soro e da vacina contra esta doença. A partir do momento em que este projeto obteve êxito, Manguinhos adquiriu, de fato, conformação muito semelhante à do Instituto Pasteur de Paris: a característica articulação entre a pesquisa – tanto a básica como a orientada para as demandas práticas da saúde – com a produção de soros e vacinas em escala industrial e o ensino, visando o adestramento dos quadros indispensáveis à própria instituição e à difusão das ciências biomédicas no país.” (BENCHIMOL, 1990, p.12):&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:.0001pt; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Uma das principais virtudes de Oswaldo Cruz, não tanto como cientista mas como hábil administrador da ciência, foi ter conseguido transformar num grande instituto de medicina experimental o pequeno laboratório, criado em 1900, a partir de uma crise da saúde pública – a ameaça da peste bubônica – e com a finalidade limitada de substituir a importação do soro e da vacina contra esta doença. A partir do momento em que este projeto obteve êxito, Manguinhos adquiriu, de fato, conformação muito semelhante à do Instituto Pasteur de Paris: a característica articulação entre a pesquisa – tanto a básica como a orientada para as demandas práticas da saúde – com a produção de soros e vacinas em escala industrial e o ensino, visando o adestramento dos quadros indispensáveis à própria instituição e à difusão das ciências biomédicas no país.” (BENCHIMOL, 1990, p.12)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Oswaldo Gonçalves Cruz publicou, em 1901, a descrição do &#039;&#039;Anopheles lutzi&#039;&#039;, uma espécie nova do Rio de Janeiro. Em 1906 propôs o novo gênero &#039;&#039;Chagasia&#039;&#039;, em homenagem a seu discípulo, e no ano seguinte criou a espécie &#039;&#039;Psorophora genumacidata&#039;&#039; e o novo gênero &#039;&#039;Manguinhosia&#039;&#039; com a espécie &#039;&#039;Anopheles lutzi&#039;&#039; (PARAENSE, 1989).Foi diretor, em 1901, da Liga do Instituto do Soro Terapêutico, criada em 1900 com o objetivo de combater a peste bubônica (ACERVO, 2014).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 23 de março de 1903 foi nomeado diretor da Diretoria Geral de Saúde Pública, por indicação de Salles Guerra a J. J. Seabra, então Ministro da Justiça e Negócios Interiores, e tomou posse em 26 de março do mesmo ano. A Diretoria Geral de Saúde Pública estava instalada na Rua Clapp nº17, atual Rua Alfredo Agache, no centro do Rio de Janeiro. Foram também nomeados para esta repartição: João Pedroso Barreto de Albuquerque (secretario), Alfredo de Mello e Alvim (médico auxiliar), José Luiz Sayão de Bulhões Carvalho (médico demografista), Hugo Eiras Furquim Werneck (médico dos hospitais de isolamento), Francisco Joaquim Béthencourt de Segadas Vianna e Alberto Vieira da Cunha (delegados de saúde), Antonio Pedro Pimentel e Arthur Imbassahy (inspetores sanitários). Acumulou esta função com a de diretor do&amp;amp;nbsp;[[INSTITUTO_SOROTERÁPICO_FEDERAL|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Soroterápico Federal&amp;lt;/u&amp;gt;]]&amp;amp;nbsp;até abril de 1909, quando solicitou sua exoneração da Diretoria geral de Saúde Pública.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Sua nomeação para diretor da Diretoria Geral de Saúde Pública deu-se no contexto do projeto de remodelação urbana do Rio de Janeiro, Capital Federal, a ser empreendido pelo Prefeito Francisco Pereira Passos, e para tal era necessário o saneamento da cidade, que constantemente sofria com as epidemias, especialmente a febre amarela, a peste bubônica e a varíola. Logo que assumiu a Diretoria Geral de Saúde Pública dedicou-se à reforma da legislação referente aos Serviços de Saúde Pública, especialmente com relação às atribuições desta Diretoria. Empenhou-se em organizar os serviços de saúde pública, e se propôs a:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“(....) erradicar, prioritariamente, as três principais doenças pestilenciais do Rio de Janeiro: a febre amarela, através de uma campanha organizada em moldes análogos às de Emílio Ribas em São Paulo e Gorgas em Havana; a varíola, através da vacinação preventiva em massa da população, e a peste bubônica, pelo extermínio dos ratos, seu principal vetor de transmissão”. (BENCHIMOL, 1990, p.23).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Na Diretoria Geral de Saúde Pública, propôs a divisão da cidade em 10 distritos sanitários, sendo cada um chefiado por um médico, o delegado de saúde, e acompanhado por inspetores sanitários e estudantes de medicina na tarefa de fiscalização dos domicílios.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ainda, em 1903, enviou ao Ministro da Justiça e Negócios Interiores uma exposição de motivos na qual afirmava sua preocupação com a febre amarela:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Dentre os problemas sanitários que devem ser atacados desde já, sobreleva em importância a todos o referente à febre amarela. A extinção da febre amarela é um problema que já encontrou uma solução prática: podemos, pois, considerá-la uma questão resolvida. Resta-nos agora, apenas, seguir as pegadas dos sábios americanos, que enfrentaram o assunto, resolvendo-o por completo em Havana. Devemos pois, sem perda de tempo, instalar desde já os serviços cujos efeitos proveitosos se farão fatalmente seguir na próxima época epidêmica, sendo em breve seguidos de completo desaparecimento dessa vergonha nacional. Cumpre-me dizer em traços gerais que a profilaxia cifra-se no seguinte: nas épocas epidêmicas: 1º evitar a contaminação dos culicídios pelos amarelentos infectantes; 2º evitar a infecção dos receptíveis pelos propagadores já infectados. Em épocas extra-epidêmicas: 1º evitar a perpetuação dos culicídios, destruindo-os em seus berços e suprimindo estes; 2º dar caçada aos casos esporádicos e frustros da moléstia que nas acalmias permitem a continuidade do mal. Esse serviço de profilaxia específico de febre amarela deve ser contínuo e ininterrupto; disso depende a sua eficácia. No momento atual cumpre-nos por em prática as medidas relativas à quadra epidêmica. (...). Para que esse serviço seja profícuo, convém quanto antes que se estabeleça uma lei que torne efetivas as disposições regulamentares já existentes sobre notificação compulsória, estabelecendo medidas repressivas enérgicas contra os sonegadores de doentes. (....). Este aumento de despesa trará como conseqüência imediata uma economia enorme de vidas e, completado pelas medidas acima referidas, concernentes à notificação compulsória e vigilância sanitária, vem constituir o começo do extermínio da febre amarela no Rio de Janeiro. (....).”&amp;amp;nbsp; (&#039;&#039;Apud. &#039;&#039;FRAGA, 2005, p.51-52).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Oswaldo Cruz entendia que o combate à febre amarela deveria contemplar “os três elos da cadeia de transmissão da doença: caberia à saúde pública impedir a contaminação dos mosquitos pelos amarelentos infectantes, a infecção das pessoas receptíveis pelos mosquitos propagadores e a permanência dos casos esporádicos que, nos intervalos epidêmicos, garantiam a continuidade da doença” (BENCHIMOL, 1990, p.24). Para tanto era fundamental a reforma dos serviços sanitários, a reestruturação da Diretoria Geral de Saúde Pública, que encontrava-se desaparelhada, e regulamentações jurídicas que conferissem maior poder às autoridades sanitárias. As ações de combate à febre amarela começaram, então, com a criação, em 15 de abril de 1903, do Serviço de Profilaxia Específica da Febre Amarela, e com a incorporação de pessoal médico e de limpeza pública da municipalidade à Diretoria geral de Saúde Pública. Oswaldo Cruz fundamentava suas ações de combate à febre amarela no método do médico cubano Juan Carlos Finlay (1833-1915), segundo o qual o mosquito &#039;&#039;Culex fasciatus &#039;&#039;(atualmente referido como &#039;&#039;Aedes aegypti)&#039;&#039;, era o hospedeiro intermediário do parasito da febre amarela, que então era transmitido por meio de picada ao ser humano. O combate aos focos era feito com as brigadas de mata-mosquitos do Serviço de Profilaxia da Febre Amarela, que percorriam as ruas, lavavam caixas d´água, limpavam ralos, bueiros e telhados, buscando eliminar quaisquer depósitos de larvas de mosquitos. Recorreu a instrumentos legais, como a notificação obrigatória de todos os casos da doença, e a recursos de convencimento, como os folhetos educativos e os &#039;&#039;Conselhos ao Povo&#039;&#039; publicados nos jornais. As casas localizadas nas áreas dos focos eram desinfetadas pela queima de enxofre e piretro, os doentes iam para isolamento domiciliar ou eram removidos pelo Desinfectório Central para o Hospital de São Sebastião, na região do Caju (BENCHIMOL, 1990). &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Rio de Janeiro, em 1903, apresentava em seu quadro sanitário a presença também de outra moléstia, a varíola. No ano seguinte tendo em vista os números de casos de varíola, Oswaldo Gonçalves Cruz, Diretor da Saúde Pública, defendeu a idéia de que a única solução possível seria a vacinação obrigatória. Propôs, então, a lei que tornava obrigatória a vacinação e revacinação contra a varíola, lei nº 1.261 de 31 de outubro de 1904, que foi promulgada e depois revogada em decorrência do movimento conhecido como Revolta da Vacina, no Rio de Janeiro. Muitas das reações contrárias, apresentadas dentro e fora do Parlamento, afirmavam que a vacinação obrigatória feria a liberdade individual. Reações como estas também eram partilhadas pelo Apostolado Positivista e pela imprensa, e chegaram às ruas. Diversas manifestações iniciaram-se em 10 de novembro de 1904 nas principais praças e logradouros do centro do Rio de Janeiro, como as Ruas do Ouvidor, Quitanda, Sete de Setembro e Assembléia. Os tumultos avançaram também para áreas mais distantes da cidade, como Méier, Engenho de Dentro, Vila Isabel e Andaraí.Em 14 de novembro alunos da Escola Militar igualmente revoltaram-se, e em todos estes eventos a atuação de Oswaldo Cruz era alvo de críticas, pois a “direção sanitária, além de tirânica é ineptíssima” (&#039;&#039;Apud. &#039;&#039;FRAGA, 2005, p.108). &amp;amp;nbsp;Nesta oposição à vacina, que no princípio expressou-se como um obstáculo à aprovação do novo código ainda no Congresso, a “facção mais atuante era representada pelo Apostolado Positivista, mas outros grupos descontentes, como monarquistas, alguns militares, líderes operários (....) fundaram a Liga contra a Vacina Obrigatória” (LIMA, 1997, p.56).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O decreto nº 2119, de 1º de fevereiro de 1897, havia unificado os serviços de higiene da União, estabelecendo que os serviços de higiene de atribuição do&amp;amp;nbsp;[[INSTITUTO_SANITÁRIO_FEDERAL|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Sanitário Federal&amp;lt;/u&amp;gt;]], e a Inspetoria Geral de Saúde dos Portos passavam a ser dirigidos e executados por uma única repartição, a Diretoria Geral de Saúde Pública, com sede na Capital Federal e dependente do Ministério da Justiça e Negócios Interiores. Em 5 de janeiro de 1904, outro decreto, o nº1151, reorganizou os serviços de higiene, redefiniu as atribuições da Diretoria Geral de Saúde Pública e as atribuições da União e do Distrito Federal.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1904 Oswaldo Gonçalves Cruz também assumiu como diretor geral do 1º Distrito Sanitário (sede, Capital Federal) da Inspetoria de Saúde dos Portos dos Estados, permanecendo nesta função até o ano de 1909.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi delegado, juntamente com Antônio Augusto de Azevedo Sodré, na Convenção Sanitária Internacional, assinada em 12 de junho de 1904, entre as Repúblicas Argentina, Uruguai, Paraguai e Brasil.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A tuberculose ainda preocupava as autoridades e a saúde pública, e assim Oswaldo Gonçalves Cruz encaminhou ao Governo, em 8 de abril de 1907, seu plano de combate à tuberculose, no qual destacava, entre outras medidas, a educação profilática, a notificação compulsória, e a adoção de medidas sanitárias, como a tuberculinização sistemática das vacas leiteiras, a fiscalização dos matadouros, a fiscalização das substâncias alimentícias, e o serviço de varredura e limpeza dos logradouros públicos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Oswaldo Gonçalves Cruz, desde que assumira a direção da Saúde Pública tinha conhecimento das condições precárias em termos sanitários dos portos do país. Desta forma, elaborou um plano para constatar esta situação e propor as medidas necessárias. Em 27 de setembro de 1905, partiu na embarcação “República”, que dispunha de um laboratório flutuante, para realizar uma viagem de inspeção dos portos do norte do país, tendo visitado os portos de: Vitória (Espírito Santo); Caravelas, Santa Cruz, Porto Seguro, Salvador (Bahia); Penedo, Aracajú (Sergipe); Maceió (Alagoas); Tamandaré, Recife (Pernambuco); Cabedelo, João Pessoa (Paraíba); Natal, Areia Branca, Macau (Rio Grande do Norte); Fortaleza, Camorim (Ceará); Amarração (Maranhão); Belém, Óbidos, Santarém (Pará). Considerou-os sem boas condições sanitárias. Em janeiro de 1906 realizou a viagem de inspeção pelos portos do sul, os quais foram igualmente reprovados em termos sanitários: Santos (São Paulo); Paranaguá (Paraná); São Francisco (Santa Catarina); Rio Grande (Rio Grande do Sul). Oswaldo Cruz estendeu a viagem até as capitais do Uruguai, da Argentina e do Paraguai e, em seguida, a Corumbá (Mato Grosso), e em 28 de fevereiro, depois de passar novamente por Buenos Aires e Assunção, retornou ao Rio de Janeiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Iniciou o combate à peste bubônica em 1904, e nesta&amp;amp;nbsp;campanha sanitária Oswaldo Cruz não enfrentou resistências, como as vivenciadas anteriormente com a vacinação da varíola, pois “ninguém mais contestava o fato, comprovado por Yersin em 1898, de que a peste bubônica era transmitida pela picada de pulgas infectadas pelo sangue de ratos pestosos” (CASA DE OSWALDO CRUZ, 2013). Durante a campanha foi aplicada a vacina entre os moradores das regiões mais infestadas, como a zona portuária, feita a desratização da cidade, intimados os proprietários de imóveis a remover entulhos e realizar reformas, e determinada a notificação obrigatória dos casos da peste. Os pacientes acometidos pela peste bubônica seriam isolados e submetidos ao tratamento com o soro fabricado em Manguinhos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Max Rubner (1854-1932), do Institute of Hygiene/University of Berlin, representando o governo alemão, convidou o Brasil para a Exposição de Higiene que se realizaria junto ao XIV International Congress of Hygiene and Demography, em Berlim (Alemanha), em setembro de 1907. Aceito o convite, a seção brasileira foi preparada de forma a apresentar material referente às chamadas doenças tropicais, às campanhas contra a febre amarela e a peste, e ao material patológico doInstituto de Patologia Experimental. Na seção brasileira os trabalhos do então denominado&amp;amp;nbsp;Instituto de Patologia Experimental, em Manguinhos, atraíram a atenção do público, especialmente os estudos e as coleções de mosquitos brasileiros, como as espécies “culicinas” e as “anofelinas”, e o quadro com a imagem aumentada do &#039;&#039;Stegomya calopus&#039;&#039;. A seção também expunha um modelo de madeira do laboratório destinado aos estudos sobre a peste, o modelo de uma casa para expurgo contra a febre amarela, o modelo de um quarto de isolamento, desenhos de edifícios projetados pela Diretoria Geral de Saúde Pública, e ricos mostruários com preparações, soros e vacinas. A exposição foi bastante visitada e recebeu muitos elogios de cientistas presentes em Berlim, e de brasileiros em matérias noticiadas em periódicos, que destacavam seu sucesso e sua importância para o país (GUERRA, 1940). Oswaldo Gonçalves Cruz recebeu em 27 de setembro de 1907 a medalha de ouro pela seção brasileira apresentada nesta Exposição.No XIV International Congress of Hygiene and Demography vários cientistas do então&amp;amp;nbsp;[[INSTITUTO_DE_PATOLOGIA_EXPERIMENTAL|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto de Patologia Experimental&amp;lt;/u&amp;gt;]]&amp;amp;nbsp;apresentaram memórias, como o próprio Oswaldo Gonçalves Cruz, que apresentou a memória “Profilaxia da febre amarela”, [[CHAGAS,_CARLOS_RIBEIRO_JUSTINIANO|&amp;lt;u&amp;gt;Carlos Ribeiro Justiniano Chagas&amp;lt;/u&amp;gt;]], Arthur Neiva, Antônio Cardoso Fontes, Henrique Beaurepaire Rohan Aragão e Henrique Figueiredo de Vasconcellos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Na viagem de retorno ao Brasil, Oswaldo Gonçalves Cruz passou por Nova York, onde visitou o Instituto de Pesquisas Médicas e o Serviço Municipal de Profilaxia de Tuberculose, e pela cidade do México, onde conheceu o Hospital General de la ciudad de México, dirigido por Eduardo Liceaga (1839-1929), e participou como Delegado na Tercera Convención Sanitaria Internacional de las Repúblicas Americanas (Cidade do México, 2 a 7/12/1907). Retornou ao Brasil em 10 de fevereiro de 1908, sendo recebido com inúmeras manifestações de apreço e de reconhecimento à premiação em Berlim, publicadas em grandes periódicos, e com a ovação da população que o aguardava no cais Pharoux.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1908, Oswaldo Cruz foi escolhido pelo &#039;&#039;Institut für Schiffs-und Tropenkrankheiten&#039;&#039;, de Hamburgo, para ser o representante brasileiro no júri permanente do Prêmio Schaudinn, conferido por aquela instituição àqueles que mais se destacavam nos estudos de microbiologia. O Prêmio homenageava a memória do bacteriologista Fritz Schaudinn (1871-1906), responsável pela descoberta do micróbio da sífilis. Integravam, também, o júri, importantes cientistas como os bacteriologistas alemães Paul Ehrlich (1854-1915) e Heinrich Hermann Robert Koch (1843-1910), o zoólogo Otto Bütschili (1848-1920), o parasitologista francês Charles Louis Alphonse Laveran (1845-1922), o anatomista russo Élie Metchnikoff (1845-1916), o parasitologista escocês Patrick Manson (1844-1922), e o biólogo russo Wladimir Timophelvich Schewiakoff (1859-1930).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi membro na organização da Exposição Nacional de 1908, inaugurada em 11 de agosto e realizada na região entre a Praia da Saudade e a Praia Vermelha, na Capital da República, em comemoração do centenário do decreto de abertura dos portos ao comércio internacional.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A Cruz Vermelha Brasileira, fundada por iniciativa de Joaquim de Oliveira Botelho, em 5 de dezembro de 1908 no salão da Sociedade de Geographia do Rio de Janeiro, teve como seu primeiro presidente Oswaldo Cruz.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Sales Guerra (1940) destacou que, ainda neste ano de 1908, Oswaldo Gonçalves Cruz recebeu outra distinção, decorrente da mudança do nome da instituição em Manguinhos, que passou de&amp;amp;nbsp;[[INSTITUTO_DE_PATOLOGIA_EXPERIMENTAL|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto de Patologia Experimental&amp;lt;/u&amp;gt;]]&amp;amp;nbsp;para&amp;amp;nbsp;[[INSTITUTO_OSWALDO_CRUZ|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Oswaldo Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]], pelo decreto nº 6.891 de 19 de março daquele ano.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1909, o periódico &#039;&#039;Brazil-Medico&#039;&#039;, dirigido por Antônio Augusto de Azevedo Sodré, prestou uma homenagem a Oswaldo Gonçalves Cruz, como forma de reconhecimento a seu trabalho, realizando uma subscrição em suas páginas para a compra de uma medalha de ouro a ser ofertada ao agraciado, a qual totalizou o número de 1.042 assinaturas incluindo médicos de renome e representantes de importantes instituições brasileiras. A medalha, encomendada ao escultor e gravador Charles Philippe Germain Aristide Pillet (1869-1960), apresentava em um dos lados a efígie de Oswaldo Gonçalves Cruz com a inscrição “Homenagem da classe médica ao Dr. Oswaldo Cruz, Rio de Janeiro, 1909”, e do outro a reprodução em relevo do Instituto Oswaldo Cruz com legendas latinas que significavam “O conhecimento da causa da moléstia basta muitas vezes para extinguí-la” (GUERRA, 1940, p.484).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Por ocasião do&amp;amp;nbsp;Cuarto Congreso Medico Latinoamericano, presidido por Antônio Augusto de Azevedo Sodré e realizado conjuntamente com a Exposición Internacional de Higiene, na cidade do Rio de Janeiro de 1º a 8 de agosto de 1909, esta homenagem da classe médica a Oswaldo Gonçalves Cruz foi incluída no programa doevento. Na solenidade Azevedo Sodré fez as aclamações, sendo seguido por vários delegados do Congresso, como Nicolás Lozano Escobar (1864-1938), da Argentina, Máximo Cienfuegos Sánchez (1855-1910), do Chile, Juan Peón del Valle, do México, Fernando Gorriti (1876-1970), do Paraguai e Tomas Aguerrevere Pacanins (1860-1913), da Venezuela. Neste congresso Oswaldo Cruz apresentou a memória “Profilaxia da febre amarella”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Solicitou, em 19 de agosto de 1909, sua exoneração do cargo de diretor da Diretoria Geral de Saúde Pública, sendo substituído por Henrique Figueiredo de Vasconcellos, e permaneceu até 1916 somente à frente do &amp;lt;u&amp;gt;[[INSTITUTO OSWALDO CRUZ|Instituto Oswaldo Cruz]]&amp;lt;/u&amp;gt;, instituição que desde 1908 ganhara oficialmente seu nome, e se separara da Diretoria Geral de Saúde Pública, ficando subordinada diretamente ao Ministério da Justiça.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ainda no ano de 1909, em sessão da&amp;amp;nbsp;[[ACADEMIA_NACIONAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Nacional de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]], o Corpo de Saúde do Exército ofereceu a Oswaldo Gonçalves Cruz uma caneta de ouro pelos estudos sobre o gérmen da varíola apresentados no&amp;amp;nbsp;[[INSTITUTO_OSWALDO_CRUZ|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Oswaldo Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]] e divulgados em institutos científicos de vários países.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1910 foi contratado pela Companhia Madeira-Mamoré Railway, associada à Port of Pará, responsável pela construção da estrada de ferro que iria de Porto Velho à Guajará-Mirim na região amazônica, compromisso diplomático que o país havia assumido com a Bolívia em decorrência do Tratado de Petrópolis (17/11/1903), para realizar o saneamento dos locais por onde passaria a estrada. Oswaldo Gonçalves Cruz viajou para a região de Madeira-Mamoré em 16 de junho deste ano, a bordo do vapor do Lloyd Brazileiro “Rio de Janeiro”, em companhia do Inspetor Sanitário &amp;lt;u&amp;gt;Belisário Augusto de Oliveira Penna&amp;lt;/u&amp;gt;, que havia participado das campanhas contra a febre amarela no Rio de Janeiro e Pará. Percorreu durante 28 dias a região de Manaus até Porto Velho, realizando autópsias diárias, prestando assistência médica a doentes, e observando detalhadamente as condições sanitárias da região. Suas considerações sobre as instalações da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, que viria a ser inaugurada em 1º de agosto de 1912, do ponto de vista sanitário foram publicadas no relatório intitulado&amp;amp;nbsp;“Madeira-Mamoré Railway Company. Considerações geraes sobre as Condições sanitarias do Rio Madeira”,apresentado a Carlos Sampaio, representante das Companhias Madeira-Mamoré Railway e Port of Pará, no qual destacou a relevância da questão sanitária para a região:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Este assumpto sanitário é de tão mais alta importância quanto delle depende a construcção e conservação da E. de F. Madeira-Mamoré que, como vimos, é a condição &#039;&#039;sine qua non&#039;&#039; da exploração das fabulosas riquezas de acima das cachoeiras. As tentativas de construcção dessa Estrada têm sido assignadas por verdadeiras hecatombes que têm constituído a base principal do mallogro dos tentames feitos até agora nesse sentido.” (CRUZ, 1910, p. 6).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Durante sua estadia na cidade de Belém, Oswaldo Gonçalves Cruz pode inspecionar diversos pontos da cidade, preparando-se para melhor atender à solicitação do Governador do Pará, João Coelho, de organizar os serviços de profilaxia da febre amarela naquele estado. &amp;amp;nbsp;Em 17 de agosto, Oswaldo Cruz viajou para o Rio de Janeiro para constituir e preparar a equipe de auxiliares para aquela empreitada. Para tal desembarcou em Belém com dez médicos, quatro chefes de turmas, 20 capatazes, 50 guardas, um administrador, e um escriturário (Fraiha Neto, 2012). A comissão seria presidida por João Pedroso Barreto de Albuquerque, e integrada pelos auxiliares técnicos Pedro D´Albuquerque, Leocádio Chaves, Caetano da Rocha Cerqueira, Maurício de Abreu, Augusto Serafim da Silva, Belisário Augusto de Oliveira Penna, Abel Tavares de Lacerda, Ângelo Moreira da Costa Lima e Emygdio de Matos, e pelos chefes de turmas José Joaquim de Brito, Alberto de Moura Pereira, Raul de Avelar Alves e Curiacio de Azevedo. Depois integraram também a comissão os médicos Affonso Mac Dowell, Jayme Jacyntho Aben-Athar e Antonio Gonçalves Peryassú. Esta comissão conseguiu em seis meses acabar com a febre amarela em Belém e em outras cidades do Pará. Durante sua atuação à frente do saneamento da região, Oswaldo Cruz publicou nos periódicos da cidade, como &#039;&#039;A Provincia do Pará&#039;&#039; e a&#039;&#039;Folha do Norte, &#039;&#039;vários comunicados orientação a população sobre a febre amarela. (Fraiha Neto, 2012, p.56)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Como representante brasileiro, Oswaldo Gonçalves Cruz ganhou o primeiro lugar na International Hygiene Exhibition, inaugurada em 6 de maio de 1911, em Dresden (Alemanha), mas teve que partir antes da inauguração, para retornar a Belém e completar sua missão entregando os serviços de profilaxia da febre amarela. O pavilhão brasileiro apresentava “material de doenças tropicais e amplo documentário em gráficos, desenhos, miniaturas etc. do Instituto Oswaldo Cruz, Butantã e da repartição de Saúde Pública” (FRAGA, 2005, p.183). Além de Oswaldo Cruz, participaram da elaboração do pavilhão brasileiro Luiz Moraes Júnior, Henrique Figueiredo Vasconcellos, Antônio Cardoso Fontes e o médico residente em Dresden, Ataliba Florence. A inauguração do pavilhão brasileiro em Dresden, em 14 de julho de 1911, foi amplamente noticiada pela imprensa do Rio de Janeiro, como o &#039;&#039;Jornal do Commercio &#039;&#039;com a matéria intitulada “O Brasil na Exposição Internacional de Higiene de Dresde”, em 5 de agosto de 1911. As matérias noticiavam o sucesso de público da exposição:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Despertaram maior interesse, não só dos homens de ciência, mas do público em geral, os trabalhos de Carlos Chagas, a imagem do &#039;&#039;barbeiro&#039;&#039; ou &#039;&#039;schizotripanum cruzi&#039;&#039;, vivo causaqdor da moléstia de Chagas, a dos afetados da tripanozomíaes, bem assim os trabalhos de Provaseck e Aragão (varíola), os de A. Cardoso Fontes (tuberculose), os de E. Ribas (Milkpox), de Rangel Pestana (nambiuvú), as coleções de Lutz, de Neiva, etc., etc.” (&#039;&#039;Apud. &#039;&#039;GUERRA, 1940, p.558)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 25 de julho de 1911 foi criado, pelo pediatra Olympio Olynto de Oliveira, o Instituto Oswaldo Cruz, anexo à&amp;amp;nbsp;[[FACULDADE_DE_MEDICINA_DE_PORTO_ALEGRE|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina de Porto Alegre&amp;lt;/u&amp;gt;]]&amp;amp;nbsp;criada em 1897, destinado a pesquisas nas áreas de microbiologia, histologia, parasitologia, farmacologia e química dos serviços de clínica da Faculdade, mas sem qualquer vinculação com o [[INSTITUTO_OSWALDO_CRUZ|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Oswaldo Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]], então dirigido por Oswaldo Gonçalves Cruz na cidade do Rio de Janeiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi representante brasileiro, juntamente com Henrique Figueiredo de Vasconcellos, na International Sanitary Convention, realizada em Paris em 17 de janeiro de 1912. &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Oswaldo Gonçalves Cruz candidatou-se em 1912 à Academia Brasileira de Letras, para a Cadeira nº 5, cujo Patrono era Bernardo Guimarães, e que se encontrava vaga com o falecimento de Raymundo Corrêa. Sua candidatura suscitou algum questionamento quanto ao fato de Oswaldo Cruz não ser um homem de letras. Affonso Celso de Assis Figueiredo, o Conde de Affonso Celso, considerou à época totalmente equivocada esta visão e defendeu sua candidatura:“Em primeiro lugar, nem no espírito dos regulamentos da Academia existe definição taxativa de homem de letras, da qual se possa tirar argumento contra a entrada do Dr. Oswaldo Cruz. Ao contrário, o intuito dos fundadores da Academia foi que ela constituísse o expoente completo da mentalidade e da cultura brasileiras e reunisse não unicamente poetas, romancistas, dramaturgos ou jornalistas, mas todos aqueles que se notabilizassem em qualquer demonstração de superioridade intelectual”. (&#039;&#039;Apud.&#039;&#039; SOUZA, 1972, p.8)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Concorreu com o poeta Emílio de Menezes, e venceu tendo obtido 18 votos contra 11 de seu concorrente. Foi eleito membro em 11 de maio de 1912, e sua investidura como acadêmico foi em 26 de julho de 1913, quando foi recepcionado por&amp;amp;nbsp;[[PEIXOTO,_JÚLIO_AFRÂNIO|&amp;lt;u&amp;gt;Júlio Afrânio Peixoto&amp;lt;/u&amp;gt;]]. Por ocasião de seu falecimento, em 1917, foi substituído na Cadeira nº 5 pelo médico e professor&amp;amp;nbsp;[[CASTRO,_ALOYSIO_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Aloysio de Castro&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Ministro da Agricultura, Indústria e Comércio, Pedro de Toledo, em 17 de agosto de 1912, firmou um contrato com Oswaldo Gonçalves Cruz para o saneamento do vale do Amazonas. Para estudar as condições sanitárias do vale do Amazonas, Oswaldo Cruz constituiu, então, uma comissão composta por [[CHAGAS,_CARLOS_RIBEIRO_JUSTINIANO|&amp;lt;u&amp;gt;Carlos Ribeiro Justiniano Chagas&amp;lt;/u&amp;gt;]], João Pedroso Barreto de Albuquerque, então secretário da Diretoria Geral de Saúde Pública, e Antônio Pacheco Leão, professor da&amp;amp;nbsp;[[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]]. &amp;amp;nbsp;Os resultados foram apresentados no “Relatorio sobre as Condições Medico-Sanitarias do Valle do Amazonas”, publicado em 1913, no qual destacou a competência da referida comissão no estudo das condições sanitárias, especialmente com relação ao impaludismo, considerado o grande problema da região:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A commissão alludida, depois de permanecer algum tempo em Manaos, cujas condições sanitárias estudou, percorreu, entre outros, os rios Solimões, Juruá, Purus, Acre, Yacco, Negro e baixo Rio Branco, como representando os centros principais da producção de borracha. Em todas essas regiões foi cuidadosamente estudada a nosologia, assim como as condições de vida do seringueiro. E das pesquizas relativamente às moléstias reinantes, então, decorrem noções promissórias dos mais bellos resultados referentes à prophylaxia, o que equivale a dizer que postas em pratica, com perseverança, orientação e energia, certas medidas, relativamente fáceis, desapparecerá esse fantasma, que amedronta todos aqueles que se aventuram a correr atrás da fortuna nos alagadiços da Amazônia”. (CRUZ, 1913, p.3)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em outubro de1913&amp;amp;nbsp;Oswaldo Cruz recepcionou Theodore Roosevelt, ex-presidente dos E.U.A., em visita ao&amp;amp;nbsp;[[INSTITUTO_OSWALDO_CRUZ|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Oswaldo Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]], em Manguinhos,&amp;amp;nbsp;lhe apresentando a instituição, seus pavilhões, suas seções, suas peças anatômicas, e suas coleções de protozoologia, de bacteriologia, de micologia, de história natural médica, e de física-química.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;Por carta credencial de 18 de outubro de 1913 foi nomeado um dos delegados do governo brasileiro, par juntamente com representantes das repúblicas da Argentina, do Uruguai e Paraguai, formular uma nova Convenção Sanitária em novembro, na cidade de Montevidéu (Uruguai). A Convenção Sanitária foi realizada nesta cidade em 15 de abril de 1914, e nesta ocasião Oswaldo Cruz também foi indicado para compor, como representante do Brasil, a Comissão de profilaxia da febre amarela, juntamente com os médicos uruguaios Fernando Espero e Alfredo Vidal y Fuentes (1863-1926). Em seguida viajou para Buenos Aires, quando visitou o Instituto de Bacteriología, Química y Conservatorio de Vacuna Antivariólica, em companhia de seu primeiro diretor o bacteriologista alemão Rudolf Kraus (1868-1932), e o Hospicio de las Mercedes, instituição psiquiátrica criada em 1865 como &amp;lt;span lang=&amp;quot;PT&amp;quot; style=&amp;quot;font-weight:normal&amp;quot;&amp;gt;Hospicio de San Buenaventura e dirigida por Domingo Felipe Cabred (1859-1929),&amp;lt;/span&amp;gt; e foi nomeado membro honorário da Academia Nacional de Medicina (Buenos Aires, 1822) e da Sociedad Argentina de Higiene Publica e Ingeniería Sanitaria.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi criado, em 1913, uma entidade representativa dos estudantes da então&amp;amp;nbsp;[[FACULDADE_DE_MEDICINA_E_CIRURGIA_DE_SÃO_PAULO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina e Cirurgia de São Paulo&amp;lt;/u&amp;gt;]]&amp;amp;nbsp;(atual Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo), que recebeu a denominação de Centro Acadêmico Oswaldo Cruz.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em junho de 1914 Oswaldo Cruz recebeu da&amp;amp;nbsp;[[SOCIEDADE_DE_MEDICINA_E_CIRURGIA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]]&amp;amp;nbsp;uma medalha de mérito, como gratidão da classe médica por suas contribuições para a investigação científica no campo da medicina experimental, da terapêutica e da soroterapia.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Embarcou para Paris, em 15 de junho de 1914, como diretor do&amp;amp;nbsp;[[INSTITUTO_OSWALDO_CRUZ|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Oswaldo Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]]&amp;amp;nbsp;e acompanhado de sua família, para visitar instituições de pesquisa européias. Com a eclosão da 1ª Guerra Mundial, e dos prováveis bombardeios na cidade parisiense, Oswaldo Gonçalves Cruz levou sua família para Londres, e retornou ao Brasil no princípio de 1915.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Por ocasião da inauguração do pavilhão brasileiro, organizado por [[SEIDL,_CARLOS_PINTO|&amp;lt;u&amp;gt;Carlos Pinto Seidl&amp;lt;/u&amp;gt;]], para a Exposition Internationale, realizada de 1º de maio a 1º de novembro de 1914 em Lyon (França), Olyntho de Magalhães, Ministro do Brasil na França, fez inúmeros elogios a Oswaldo Cruz, destacando todo seu esforço pelo saneamento no Brasil.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Nilo Peçanha, então Presidente do Estado do Rio de Janeiro, consultou Oswaldo Cruz, em maio de 1915, quanto à eficiência de uma campanha contra a formiga saúva nas terras fluminenses, da forma como fora feita contra os mosquitos e os ratos. O sanitarista inicialmente estudou a formiga e seus hábitos, em um formigueiro artificial que mandou construir em Manguinhos, e pensou como estratégia o desenvolvimento de uma epidemia mortífera que fosse devastadora para as formigas, incluindo o emprego de gases asfixiantes e a organização de uma brigada de homens experientes no assunto, mas devido a seus problemas de saúde não pode prosseguir nestas investigações.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1916 Oswaldo Cruz tornou-se membro do Conselho Administrativo dos Patrimônios de Estabelecimentos a cargo do Ministério da Justiça e do Interior, estabelecido na Praça Tiradentes nº 65, na cidade do Rio de Janeiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Por motivo do agravamento de sua doença renal, Oswaldo Cruz deixou em 1916, a direção do&amp;amp;nbsp;[[INSTITUTO_OSWALDO_CRUZ|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Oswaldo Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]]&amp;amp;nbsp;e mudou-se para a cidade de Petrópolis, na serra do Rio de Janeiro. Durante sua estadia nesta cidade recebeu a visita do médico sanitarista Bailey K. Ashford (1873-1934), membro da International Health Commission da Fundação Rockefeller, em visita ao Brasil. De sua visita, inclusive ao próprio&amp;amp;nbsp;[[INSTITUTO_OSWALDO_CRUZ|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Oswaldo Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]], Ashford produziu um relatório detalhado, datado de 15 de fevereiro de 1916 (FARIA, 1998).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Na&amp;amp;nbsp;[[SOCIEDADE_BRASILEIRA_DE_CIÊNCIAS|Sociedade Brasileira de Ciências]], atual&amp;amp;nbsp;[[ACADEMIA_BRASILEIRA_DE_CIÊNCIAS|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Brasileira de Ciências&amp;lt;/u&amp;gt;]], criada em 3 de maio de 1916 na cidade do Rio de Janeiro, e presidida por Henrique Charles Morize, Oswaldo Gonçalves Cruz foi um dos assinantes de sua ata de fundação, foi seu primeiro vice-presidente, juntamente com Joaquim Cândido da Costa Senna, e integrou a seção de ciências biológicas. Devido a seu falecimento no ano seguinte, foi substituído por Antônio Ennes de Souza.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No discurso inaugural da Primera Conferencia (Buenos Aires,17-24/09/1916) da Sociedad Sud Americana de Higiene, Microbiología y Patología, proferido por Rudolf Krauss (1861-1945), diretor do&amp;amp;nbsp;Instituto de Bacteriología, Química y Conservatorio de Vacuna Antivariólica (Buenos Aires, Argentina), foi referenciada a trajetória e a obra de Oswaldo Gonçalves Cruz, e proposta a realização da próxima Conferência no Rio de janeiro, sob a presidência deste cientista brasileiro. Entretanto, isto não se concretizou devido a seu falecimento em 1917.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em julho de 1916 foi nomeado prefeito da cidade de Petrópolis pelo então Presidente do Estado do Rio de Janeiro, Nilo Peçanha, porém, por estar doente, Candido José Ferreira Martins assumiu interinamente, em 2 de agosto de 1916, aquela prefeitura. Em 17 de agosto de 1916, Oswaldo Cruz assumiu efetivamente este cargo, e no dia seguinte propôs seu plano de ação que apresentava entre outras medidas, rede de esgotos, regulamentação e fiscalização da venda do leite, organização do serviço sanitário, barragem dos rios, plantio de flores nas margens dos rios, preparo de gás pobre com lixo e produção de energia elétrica para os britadores e oficinas, organização do ensino primário, Museu histórico do Império e Jardim Botânico no Palácio Imperial, e Matadouro e Laboratório. De acordo com matéria publicada no &#039;&#039;Jornal do Brasil&#039;&#039;, em 6 de janeiro de 1917, o então Prefeito Oswaldo Cruz manifestou seu agradecimento ao governo do Estado pelo material e pelo serviço do Corpo de Bombeiros que haviam sido entregues à cidade de Petrópolis.&amp;amp;nbsp; Entretanto, devido à precariedade de sua saúde, não pode implementar seu plano, e teve que renunciar em 31 de janeiro de 1917.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Seu falecimento, na cidade de Petrópolis em 11 de fevereiro de 1917, repercutiu fortemente no país, expresso principalmente por meio de matérias e necrológios em jornais e periódicos, e por manifestações de pesar de instituições como a [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], a [[ACADEMIA_NACIONAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Nacional de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]], o [[INSTITUTO_OSWALDO_CRUZ|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Oswaldo Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]], a [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DA_BAHIA|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina da Bahia&amp;lt;/u&amp;gt;]], o [[INSTITUTO_SOROTERÁPICO_DE_BUTANTAN|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Soroterápico de Butantan&amp;lt;/u&amp;gt;]], o [[MUSEU_NACIONAL|&amp;lt;u&amp;gt;Museu Nacional&amp;lt;/u&amp;gt;]], a [[SOCIEDADE_DE_MEDICINA_E_CIRURGIA_DE_SÃO_PAULO|&amp;lt;u&amp;gt;Sociedade de Medicina e Cirurgia de São Paulo&amp;lt;/u&amp;gt;]] e a Santa Casa da Misericórdia de Santos. Foram realizados diversos atos públicos e solenidades em sua homenagem em várias cidades do país e do exterior, amplamente noticiados nos principais periódicos do Rio de Janeiro, como a matéria “Dr. Oswaldo Cruz. O enterro do grande cientista. As manifestações de pezar” (&#039;&#039;Jornal do Brasil&#039;&#039;, 13 de fevereiro de 1917, terça-feira, p.6).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;A Liga de Defesa Nacional, fundada em 7 de setembro de 1916 por Olavo Bilac, Pedro Augusto Carneiro Lessa, Alvaro Alberto, Miguel Calmon, Miguel de Oliveira Couto e outros intelectuais e políticos, e da qual Oswaldo Cruz foi membro, lhe prestou seu voto de pesar por seu falecimento.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;O periódico &#039;&#039;Medicina Militar&#039;&#039;, em sua edição de fevereiro de 1917, o homenageou com uma matéria do médico Ismael da Rocha, então Diretor de Saúde da Guerra, na qual destacou sua importância na transformação do [[INSTITUTO OSWALDO CRUZ|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Oswaldo Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]] em um centro de ensinamento para as pesquisas experimentais, sobre parasitologia e higiene, e seu apoio ao Serviço de Saúde do Exército e suas atividades.&amp;amp;nbsp;Ismael da Rocha havia integrado o pessoal técnico formado por Pedro Affonso de Carvalho Franco (Barão de Pedro Affonso) para o [[INSTITUTO_SOROTERÁPICO_FEDERAL|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Soroterápico Federal&amp;lt;/u&amp;gt;]], em 1900, mas se afastado logo nos primeiros dias para assumir outro posto.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Foi realizada uma sessão solene em sua homenagem, em 28 de maio de 1917 no Teatro Municipal, cuja Conferência, proferida por Rui Barbosa, foi publicada na &#039;&#039;Revista do Brasil &#039;&#039;(n. 19, ano II, vol. V, julho de 1917). O jurista Rui Barbosa ao referir-se à trajetória de Oswaldo Cruz, destacou que este além de ter revelado o Brasil que era desconhecido para muitos, ao identificar um “Brasil pesteado” e deixar de legado um “Brasil desinfectado”, teve importante papel no desenvolvimento da medicina experimental no país:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“Não foi somente o debelar a peste, a febre amarela e o impaludismo. (....). Fundara uma escola. Quis dar-lhe o maior campo de atividade, que, criando a medicina experimental no Brasil, lhe podia assegurar, e empregou-a em estudar as doenças brasileiras, ainda mal conhecidas na sua patogenia, granjeando, à ciência nacional, nesse terreno, uma reputação, que chega a emparelhá-la com a dos mais adiantados centros de cultura hodierna”. (BARBOSA, 1953, p.92-93)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Ainda em 1917 foi constituída a Comissão do Monumento à Oswaldo Cruz para homenageá-lo, da qual faziam parte Miguel de Oliveira Couto, então presidente da [[ACADEMIA_NACIONAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Nacional de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]], Luiz do Nascimento Gurgel, Miguel da Silva Pereira, [[CHAGAS,_CARLOS_RIBEIRO_JUSTINIANO|&amp;lt;u&amp;gt;Carlos&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/u&amp;gt;]]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;[[CHAGAS,_CARLOS_RIBEIRO_JUSTINIANO|&amp;lt;u&amp;gt;Ribeiro Justiniano Chagas&amp;lt;/u&amp;gt;]], Egydio Salles Guerra, entre outros. Esta Comissão iniciou suas atividades em 1917, angariando recursos, por meio da distribuição de listas de subscrição nacional, para a construção do monumento, e foi reorganizada em 1927, já com personalidade jurídica. Em 1936 iniciou-se a transferência do patrimônio da então extinta [[FUNDAÇÃO_OSWALDO_CRUZ|&amp;lt;u&amp;gt;Fundação Oswaldo Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]] para a Comissão, quando foi solicitado auxílio aos governadores e interventores dos Estados para o projeto do monumento. A&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;prefeitura do Distrito Federal, em 1938, definiu como local para ser erguido o monumento uma praça na Av. Epitácio Pessoa, próxima ao Corte de Cantagalo. Em maio de 1938 foi publicado um edital para seleção do projeto do monumento, tendo sido apresentado vinte projetos, os quais foram exibidos na Escola Nacional de Belas Artes, mas nenhum destes projetos concorrentes foi escolhido pelo júri. Novo edital foi publicado em janeiro de 1940, tendo sido classificado em 1º lugar foi o concorrente “São Luis de Paraitinga”, que era o pseudônimo de Julio Starace, que veio a assinar o contrato para a construção do monumento em agosto de 1941. Posteriormente surgiram várias divergências entre o artista e a comissão, e a construção do monumento não se concretizava. A Comissão foi recomposta por várias vezes, e em 1960 definiu pela realização de novo concurso. Mas na realidade o monumento em homenagem a Oswaldo Cruz acabaria nunca sendo construído.&amp;amp;nbsp; Toda esta documentação sobre a Comissão do Monumento está sob a guarda do Departamento de Arquivo e Documentação da Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em documento de fundação da Liga Pro-Saneamento, criada em 11 de fevereiro de 1918 sob a liderança de Belisário Augusto de Oliveira Penna, tendo comoproposta central o saneamento rural,foi vinculada esta criação à trajetória de Oswaldo Gonçalves Cruz:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“De facto, porém, nenhum outro mais próprio, nenhum outro de melhor augúrio, para que levemos a bom termo, nós os fundadores da&amp;amp;nbsp;«Liga Pro-Saneamento do Brasil», os seus intuitos patrióticos, porque está ella vinculada para sempre à memória do maior Brasileiro, do emérito fundador da medicina experimental no Brasil, do inegualavel organizador da hygiene cientifica, e quem iniciou com solidez os alicerces de uma nova e brilhante nacionalidade brasileira”. ([PENNA], 1922, p.55).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;A Liverpool School of Tropical Medicine, conferiu em 1919, a &#039;&#039;Mary Kingsley Medal ao&#039;&#039; &amp;lt;u&amp;gt;[[INSTITUTO OSWALDO CRUZ|Instituto Oswaldo Cruz]]&amp;lt;/u&amp;gt;, em reconhecimento ao trabalho científico de seu fundador, Oswaldo Gonçalves Cruz, “for devotion to science” (LIVERPOOL, 1920, p. V.). A instituição havia definido anteriormente a premiação e esperado o fim do conflito mundial para entregá-la, mas com seu falecimento neste interim, a medalha foi entregue ao &amp;lt;u&amp;gt;[[INSTITUTO OSWALDO CRUZ|Instituto Oswaldo Cruz]]&amp;lt;/u&amp;gt;.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Igualmente com o objetivo de perpetuar a memória de Oswaldo Cruz, foi criada, em 25 de agosto de 1922, a [[FUNDAÇÃO_OSWALDO_CRUZ|&amp;lt;u&amp;gt;Fundação Oswaldo Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]], instituição de obras de assistência, instrução técnica e educação profissional, cujos estatutos afirmavam os princípios que o haviam conduzido como homem de ciência como:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:.0001pt; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“Na ciência e na instrução, na assistência e no amor que constituiriam a finalidade da obra de Oswaldo Cruz, materializar a glória de sua vida”. (&#039;&#039;Apud.&#039;&#039; BRITO, 1997, p.333)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Foram idealizadores desta iniciativa os médicos João Pedroso Barreto de Albuquerque, Leocádio Chaves e José Gomes de Faria, Waldemiro de Andrade, Oscar Meira, Bessa dos Santos, J. Cavalcanti, Guilherme Pereira, Partemiano Mendes e Alberto Lamartine Teixeira Lopes. No quadro de dirigentes da instituição estavam Egydio Salles Guerra (presidente), Guilherme Guinle (presidente de honra), Clementino Rocha Fraga (secretário), João Pedroso Barreto de Albuquerque (tesoureiro), José Félix Alves Pacheco, e integravam seu conselho deliberativo, além de Guilherme Guinle e Egydio Salles Guerra, o médico e senador Alfredo Ellis, [[CHAGAS,_CARLOS_RIBEIRO_JUSTINIANO|&amp;lt;u&amp;gt;Carlos Ribeiro Justiniano Chagas&amp;lt;/u&amp;gt;]], Pires e Albuquerque, João Marinho de Azevedo, João Carlos Rodrigues, Mário Nazareth, Miguel de Oliveira Couto, senador José Felix Alves Pacheco, &amp;lt;u&amp;gt;Belisário Augusto de Oliveira Penna&amp;lt;/u&amp;gt;, Visconde de Moraes, e Alberto Lamartine Teixeira Lopes. Esta instituição pretendeu, entre suas obras de assistência, construir o Instituto do Câncer, e a partir de 1924, com apoio financeiro da família Guinle, buscou iniciar a concretização deste plano. Entretanto em 1934 a obra encontrava-se com falta de recursos para sua conclusão, e a construção do hospital não foi concretizada. Em julho de 1936 esta Fundação Oswaldo Cruz foi extinta, passando seu patrimônio para a Comissão do Monumento, então presidida pelo médio Raul Leitão da Cunha (SANGLARD,2010).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Ezequiel Caetano Dias, médico e discípulo de Oswaldo Gonçalves Cruz, no texto “Traços biográficos de Oswaldo Cruz”, publicado nas &#039;&#039;Memórias do Instituto Oswaldo Cruz&#039;&#039;, em 1922, reconstituiu o ambiente dos últimos momentos de Oswaldo Gonçalves Cruz, em sua residência na cidade de Petrópolis:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“N´um tranqüillo recanto da rua Montecaseros, com frente para a collina onde se acha o cemiterio, demora um solar antigo situado n´um jardim florido de hortensias. Um lustre encarnado, ao alto da varanda cingida de trepadeiras rubras, illumina suavemente as escadarias. No salão de visitas, também vermelho, tudo é silencio e escuridão. Naquele mesmo silêncio triste da rua Montecaseros, ouvem-se as nove badaladas norturnas do Convento dos Franciscanos. (.....). Na ante-sala, conchegados como um grupo de aves tímidas ao presentir uma tormenta, estão Salles Guerra, Chagas, Pedroso, Belisário Penna e membros da família. Conversam sobre a crueldade da agonia que se estira n´um longo estado comatoso; rememoram-se benefícios recebidos d´aquele discreto coração; recapitulam-se a todos os valores da vida prestes a extinguir-se; lamenta-se a grande desgraça que vae abater o Brasil. E como que a resumir todos os conceitos, numa concisão admirável, salientava-se uma phrase commovida de Salles Guerra: - Foi o homem mais perfeito que até hoje tenho conhecido”. (DIAS, 1922, p.72-73)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em sua homenagem, também foi instituído, pelo decreto nº 20.043, de 27 de maio de 1931, o Prêmio Oswaldo Cruz, para ser conferido ao aluno diplomado e classificado em 1º lugar no Curso de Aplicação, do [[INSTITUTO_OSWALDO_CRUZ|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Oswaldo Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;É patrono da Cadeira nº99, da Academia de Medicina de São Paulo, da Cadeira nº42 - seção de medicina da Academia Brasileira de Medicina Militar, da Cadeira nº21 da Academia Brasileira de Médicos Escritores (ABRAMES), da Cadeira nº40 da Academia Planaltinense de Letras (Planaltina, Distrito Federal).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;A lei nº 5.352, de 8 de novembro de 1967, instituiu o Dia Nacional da Saúde, a ser comemorado no dia 5 de agosto, data de nascimento de Oswaldo Gonçalves Cruz, para promover a educação sanitária e despertar, no povo, a consciência do valor da saúde.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Foi instituída, com o decreto nº 66.988, de 31 de julho de 1970, a outorga da Medalha de Mérito Oswaldo Cruz aos que se destacaram em atividades científicas, educacionais, administrativas e culturais vinculadas ao campo da saúde pública, da higiene e da medicina. Esta medalha apresentava, de um lado,a efígie de Oswaldo Cruz, gravada em relevo e com a inscrição do nome e de seus anos de nascimento e falecimento (1872 – 1917), e do outro, a fachada do&amp;amp;nbsp;[[INSTITUTO_OSWALDO_CRUZ|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Oswaldo Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]], com a inscrição da República Federativa do Brasil o &#039;&#039;Benemerentium Premium&#039;&#039; (NASCIMENTO, 2011).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Foram batizadas ruas, praças e escolas com o seu nome, como a antiga Rua da Ligação, entre a praia do Flamengo e a de Botafogo na cidade do Rio de Janeiro, que passou a ser denominada Avenida Oswaldo Cruz. No Estado de São Paulo, tem seu nome um município, e uma praça no início da Avenida Paulista, na cidade de São Paulo.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em 1936 o sanitarista teve a sua efígie cunhada na moeda brasileira de 400 réis, e, em 1986, impressa nas notas de Cr$ 50.000,00 (cinquenta mil cruzeiros), depois transformado em Cz$ 50,00 (cinqüenta cruzados), com a reprodução do &amp;lt;u&amp;gt;[[INSTITUTO_OSWALDO_CRUZ|Instituto&amp;amp;nbsp;]][[INSTITUTO_OSWALDO_CRUZ|Oswaldo Cruz]]&amp;lt;/u&amp;gt; em seu verso.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;O Exército brasileiro conferiu, em 1963, a denominação de “Batalhão Oswaldo Cruz” ao 1º Batalhão de Saúde, e com a extinção deste em 1969, seu nome foi atribuído à 1ª Companhia de Saúde. Em 1972 o 21º Batalhão Logístico recebeu seu nome, e com sua extinção em 2010, o&amp;amp;nbsp;Hospital de Campanha do Exército&amp;amp;nbsp;passou a denominar-se&amp;amp;nbsp;Hospital Oswaldo Cruz.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Por ocasião das Comemorações do Centenário da Fundação Oswaldo Cruz, realizadas em 5 de agosto de 1998, data do 126º aniversário de Oswaldo Gonçalves Cruz, Carlos Chagas Filho fez o discurso em sua homenagem.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Seu reconhecimento como médico e cientista, conhecido no Brasil e fora dele, pelas pesquisas desenvolvidas no [[INSTITUTO_OSWALDO_CRUZ|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Oswaldo Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]], especialmente a descoberta do &#039;&#039;tripanossoma cruzi&#039;&#039; por [[CHAGAS,_CARLOS_RIBEIRO_JUSTINIANO|&amp;lt;u&amp;gt;Carlos Ribeiro Justiniano Chagas&amp;lt;/u&amp;gt;]], era inquestionável, mas “alguns de seus amigos e auxiliares consideraram que o reconhecimento do cientista por parte dos dirigentes do país ficara muito aquém de seus méritos” (BRITO, 1995, p.53). Assim, muitos, especialmente seus discípulos, como Belisário Augusto de Oliveira Penna, Clementino Rocha Fraga, Egydio Salles Guerra, e outros, procuraram retratar sua trajetória e cultuaram sua memória (BRITO, 1995).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Produção intelectual&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Um caso de bocio exophtalmico em individuo do sexo masculino”. &#039;&#039;O Brazil-Medico.&#039;&#039; &#039;&#039;Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno V, n.33, p.265-266, agosto 1891.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; (com Andrade Junior)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- Resenha do artigo Experimentelle Untersuchungen über Immunität. I. Ueber Ricin, de Paul Ehrlich (&#039;&#039;Deutsche medizinische Wochenschrift&#039;&#039;, issue 32, v.17, p.976-979, aug. 1891). &amp;amp;nbsp;19f.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Um microbio das aguas putrefactas encontrado nas aguas de abastecimento de nossa cidade”. &#039;&#039;Brazil-Medico.&amp;amp;nbsp;Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno VI, n. 28, p. 222, agosto 1892.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O bacillo de Koch. These do Dr. José Roxo”.&#039;&#039;Annuario Médico Brazileiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.7, p.32-38, 1892.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A Vehiculação Microbiana pelas Aguas. Dissertação Cadeira de Hygiene e mesologia. These apresentada à Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro em 8 de Novembro de 1892 e perante ella defendida (sendo approvada com distincção) a 24 de Dezembro de 1892 por Oswaldo Gonçalves Cruz”. Rio de Janeiro: Typographia da&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span lang=&amp;quot;FR&amp;quot; style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Papelaria e Impressora (S.A.),&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Successora de Carlos Gaspar da Silva&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;1893.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span lang=&amp;quot;FR&amp;quot; style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Un nouvel appareil pour la recolte des eaux, à differentes profondeurs pour l´analyse des microbes”.Rio de Janeiro: Typographia G. Leuzinger &amp;amp; Filhos, 1893.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O acido picrico como reactivo da albumina”. &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno VIII, n.21, p.161-162, 1º jun. 1894.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “As condições hygienicas e o estado sanitário da Gavea”. &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno VIII, n.27, p.209-212, 15 jul. 1894.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Contribuição para o estudo da microbiologia tropical. Contaminação dos meios de cultura pelas mucorineas”. &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno VIII, n.37, p.292-293, 1º out.1894.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Os esgotos da Gávea”&#039;&#039;O Brazil-Medico Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno VIII, n.46, p.361-364, 8 dez.1894.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Relatorio do exame de sanidade feito no Sr. João dos Santos Vidal”. Rio de Janeiro, 27 jan. 1894. 9f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Delitti negli animali”.&#039;&#039;Archivio di Psichiatria, Scienze Penali ed Antropologia Criminale&#039;&#039;, Torino, Itália, v.XVIII, (v.II della Serie II), fasc. II-III, p.301-302, 1897.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Estudos tendentes a verificar se é possível distinguir-se pela analyse dos gazes do sangue o envenenamento pelo gaz de iluminação do produzido pelos gazes de combustão do carvão”. [Paris, França], 1897. 138f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Psychopathologia medico-legal em geral e da epilepsia em particular. Parte I - Noções geraes de psychopathologia medico-legal e jurídica”. 10 jun. 1897. 63f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “La &amp;amp;nbsp;recherche du sperme par la réaction de Florence”.&#039;&#039;Annales d´Hygiène Publique et Médecine Légale&#039;&#039;, Paris, n. de fevereiro, p.158-164, 1898.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A pesquisa do esperma pela reação de Florence”&#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XII, n.13, p.110-112, 1º abr.1898.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Études sur la recherche de l émpoisonnement par les gaz d´éclairage. Travail du Laboratoire de Toxicologie de Paris”.&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span lang=&amp;quot;FR&amp;quot; style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Annales d´Hygiène Publique et Médecine Légale&#039;&#039;, Paris, v.39, n.5, p.385-394, mai. 1898. (3ª serie).&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Ein einfacher Waschapparat für mikroskopische Zweeke”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;span lang=&amp;quot;EN-US&amp;quot; style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Zeitschrift für Wissenschaftliche Mikroskopie und für Mikroskopische Technik,&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;Stuttgart, tomo XV, p. 29-30, jahrgang 1898.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Instituto Pasteur de Paris. Uma visita a secção de preparo dos soros therapeuticos”. &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XII, n.30, p.265-267, 8 ago.1898.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;-“Instituto Pasteur de Paris. Uma visita a secção de preparo dos soros therapeuticos (continuação)”. &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XII, n.31, p.274-276, 15 ago. 1898.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;-“Instituto Pasteur de Paris. Uma visita a secção de preparo dos soros therapeuticos (conclusão)”. &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XII, n.32, p.281-284, 22 ago. 1898.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;-&amp;quot;Étude toxiologique de la ricine&amp;quot;.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Annales d´Hygiène Publique et Médecine Légale&#039;&#039;, Paris, v. 40, n. 4, p. 344-359, oct 1898 (3ª série).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- &amp;quot;Les altérations histologiques dans l&#039;époisonnemente par la ricine&amp;quot;.&#039;&#039;Archives de Médecine Expérimentale et d´Anatomie Pathologique&#039;&#039;, Paris, v.11, n.2, p.238-253, março 1899.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Relatorio ácerca da molestia reinante em Santos apresentado a Sua Ex. o Sr. Ministro da Justiça e Negocios Exteriores.13/11/1899.”. In: OSWALDO Gonçalves Cruz: Opera omnia. [Rio de Janeiro: Impr. Brasileira], 1972. p.323-349.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Algumas indicações referentes ao estudo da febre do tuberculoso e seu tratamento”. [Rio de Janeiro, dez. 1899]. 21f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Relatório acerca da moléstia reinante em Santos [em 1899] apresentado a S. Exa. O Sr. Ministro da Justiça e Negócios Interiores. 13 nov. 1899”. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1900. 46f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Do valor do diagnostico microscópico da peste. [Trabalho apresentado no 4º Congresso Brasileiro de Medicina e Cirurgia, realizado no Rio de janeiro, de 17 a 30 de junho de 1900]. Congresso Brasileiro de Medicina e Cirurgia, 4º, Rio de janeiro, v.2, pp.151-154, 1902.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O valor do diagnostico microscópico na peste (conclusão)”. &#039;&#039;O&#039;&#039; &#039;&#039;Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XIV, n.31, p.279, 16 ago. 1900.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Instruções para colheita do material para exame”. Rio de Janeiro: Associação dos Empregados no Comércio do Rio de Janeiro, Typ. do Jornal do Commercio, 1900.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Instruções populares para conter as moléstias contagiosas dos olhos”. [Conselhos ao Povo]. 1900.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Relatorio ácerca da moléstia reinante em Santos apresentado pelo Dr. Oswaldo Cruz a S. Ex. O Sr. Ministro da Justiça e Negócios Interiores”. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1900.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Contribuição para o estudo da curva leucoytaria nas infecções e intoxicações”. O &#039;&#039;Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XIV, n.10, p.81-83, 8 mar. 1900.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Gabinete de microscopia e de microbiologia clinicas do Dr. Gonçalves Cruz”. Rio de Janeiro: Typ. Leuzinger, 1900.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Contribuition à l´étude de la serumtherapie antipesteuse”. 1900.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Dos processos de vacinação&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;anti-pestosa”. 1900. 44f.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Vaccina contra a peste”. (com Carlos Seidl). &#039;&#039;Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XV, n.20, p.195-197, 23 mai.1901.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Contribuição para o estudo dos culicideos do Rio de Janeiro. (Trabalho do Instituto de Manguinhos)”. &#039;&#039;Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XV, n.43, p.423-426, 15 nov. 1901.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A vaccinação anti-pestosa. (Trabalho do Instituto Sôrotherapico Federal do Rio de Janeiro, Manguinhos)”. &#039;&#039;Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XV, n.45, p.443-447, 1º dez.1901.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A vaccinação anti-pestosa (continuação). (Trabalho do Instituto Sôrotherapico Federal do Rio de Janeiro, Manguinhos)”. &#039;&#039;Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XV, n.47, p.463-466, 15 dez.1901.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A vaccinação anti-pestosa (conclusão). (Trabalho do Instituto Sôrotherapico Federal do Rio de Janeiro, Manguinhos)”. &#039;&#039;Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XV, n.48, p.473-477, 22 dez.1901.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Le vaccin contre la peste”.Centralblatt für Bakteriologie, Parasitenkunde Inlektionskrankheiten Erste Abteilung: &#039;&#039;Medizinisch-Hygienische Bakteriologie Parasitenkunde Originale&#039;&#039;, Jena, v.32, n.12, Abt.1, 32, Originale, p.911-920, 1902.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Dos accidentes em sôrotherapia. (Trabalho do Instituto Sôroterapico Federal) (Instituto de Manguinhos)”. &#039;&#039;Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia, Rio de Janeiro&#039;&#039;, anno XVI, n.29, p.285-289, 1º ago.1902.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Dos accidentes em sôrotherapia (continuação). (Trabalho do Instituto Sôroterapico Federal) (Instituto de Manguinhos)”. II &#039;&#039;Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.XVI, n.30, p.295-301, 8 ago.1902.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Dos accidentes em sôrotherapia (conclusão). (Trabalho do Instituto Sôroterapico Federal) (Instituto de Manguinhos)”.&amp;amp;nbsp; III. &#039;&#039;Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XVI, n.31, p.305-309, 15 ago. 1902.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Memória do Dr. Oswaldo Cruz. Do valor do diagnostico microscopico da peste”. Apresentada no 4º Congresso Brasileiro de Medicina e Cirurgia, realizado no Rio de Janeiro, de 17 a 30 de junho de 1900)”. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE MEDICINA E CIRURGIA, 4º, 1900.Annaes, Rio de Janeiro, v.2, p.151-154, 1902.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
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Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1904.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Relatório apresentado ao Exmo. Sr. Dr.J.J. Seabra, Ministro da Justiça e Negócios Interiores, pelo Dr. Oswaldo Cruz, Diretor Geral de Saúde Pública. Annexo ao Relatorio apresentado ao Presidente da Republica dos Estados Unidos do Brazil pelo Dr. J. J. Seabra Ministro de Estado da Justiça e Negocios Interiores em março de 1905. Vol.III – Directoria de Saude Publica”. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1905.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Relatorio apresentado ao Exmo. Sr. Dr.J.J. Seabra, Ministro da Justiça e Negócios Interiores, pelo Dr. Oswaldo Cruz, Diretor Geral de Saúde Pública. 1905. Annexo ao Relatório apresentado ao Presidente da Republica dos Estados Unidos do Brazil pelo Dr.J.J. Seabra, Ministro da Justiça e Negócios Interiores, pelo Dr. Oswaldo Cruz, Diretor Geral de Saúde Pública. Annexo ao Relatorio apresentado ao Presidente da Republica dos Estados Unidos do Brazil pelo Dr. J. J. Seabra Ministro de Estado da Justiça e Negocios Interiores em março de 1906. Volume V – Directoria da Saude Publica”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1906.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Um novo gênero da sub-família “Anophelinae”: Chagasia”. &#039;&#039;Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XX, n.20, p.199-200, 1906.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Peste. (Trabalho do Instituto de Manguinhos)”.&#039;&#039;Brazil-Medico.&#039;&#039; &#039;&#039;Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.XX, n.9, p.85-90, 1906.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Peste. (Trabalho do Instituto de Manguinhos)”.&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;Brazil-Medico.&#039;&#039; &#039;&#039;Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.XX, n.10, p.95-98, mar. 1906.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Relatório apresentado ao Exm. Sr. Dr. Augusto Tavares de Lyra Ministro da Justiça e Negocios Interiores pelo Dr.Oswaldo Gonçalves Cruz Director Geral de Saúde Publica. 1906. Annexo ao. Relatorio apresentado ao Presidente da Republica dos Estados Unidos do Brazil pelo Ministro de Estado da Justiça e Negocios Interiores Augusto Tavares de Lyra em março de 1907. Volume II – Saude Publica”. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1907.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Um novo genero da sub-família “Anophelinae”: Manguinhosia”. &#039;&#039;Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.XXI, n.28, p.271-273, jul.1907.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Uma nova especie do genero &#039;&#039;Psorophora &#039;&#039;(Trabalho do Instituto de Manguinhos)”. &#039;&#039;Brazil-Medico.&#039;&#039; &#039;&#039;Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.XXI, n.34, p.329-330, 1907.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- &amp;quot;Les altérations histologiques dans l émpoisonnment par la ricine&amp;quot;. Memória apresentada à Academia Nacional de Medicina, 1907.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Memória apresentada pelo delegado do Brazil à 3ª Convenção Sanitária Internacional reunida na Cidade do México de 2 a 7 de dezembro de 1907”. 1907.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Um novo genero brazileiro da sub-familia &#039;&#039;Anophelinae&#039;&#039;”. Rio de Janeiro: Typ. Besnard Frères, 1907.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Relatorio da Diretoria Geral de Saúde Pública. 1907. Annexo ao. Relatorio apresentado ao Presidente da Republica dos Estados Unidos do Brazil pelo Ministro de Estado da Justiça e Negocios Interiores Augusto Tavares de Lyra em março de 1908. Volume II – Saude Publica. Primeira Parte”. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1908.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Resumo da Memoria apresentada pelo Delegado do Brazil a 3ª Convenção Sanitaria Internacional reunida na cidade do Mexico de 2 a 7 de dezembro de 1907. Annexo ao Relatorio apresentado ao Presidente da Republica dos Estados Unidos do Brazil pelo Ministro de Estado da Justiça e Negocios Interiores Augusto Tavares de Lyra em março de 1908. Volume II – Saude Publica. Primeira Parte.” Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1908.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Relatório apresentado ao Exm. Sr. Dr. Augusto Tavares de Lyra Ministro da Justiça e Negocios Interiores pelo Dr. Oswaldo Gonçalves Cruz Director Geral de Saúde Publica. 1906. Volume I”. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1909.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Prophylaxia da febre amarella. Memoria apresentada ao 4º Congresso Médico Latino-Americano pelo Dr. Oswaldo Cruz”. Rio de Janeiro: Typ. do Jornal do Commercio, 1909.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span lang=&amp;quot;EN-US&amp;quot; style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “The sanitation of Rio”. The Times, New York, p.61, tuesday 28 dec. 1909.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
- “Uma nova trypanosomiase humana”.&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;Brazil-Medico.&amp;amp;nbsp;&#039;Revista Semanal de Medicina e Cirurgia, Rio de Janeiro, v. XXXIII, n.17, p.175-176, mai. 1909.&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span lang=&amp;quot;EN-US&amp;quot; style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “The prophylaxis of malaria in central and southern Brazil”. In: ROSS, Ronald. &#039;&#039;&#039;The Prevention of malaria.&#039;&#039;&#039; London: John Murra&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;y, 1910. pp.390-398.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Madeira-Mamoré Railway Company. Considerações geraes sobre as Condições sanitarias do Rio Madeira”. Rio de Janeiro: Papelaria Americana, 1910.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A Febre amarela. A commissão sanitaria de prophylaxia da febre amarella á população de Belém”. &#039;&#039;A Provincia do Pará,&#039;&#039; Belém, ano 35, n. 10.974, 11 de novembro de 1910, sexta-feira, p. 1.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A Febre amarela. A commissão sanitaria de prophylaxia da febre amarella á população de Belém”. &#039;&#039;Folha do Norte,&#039;&#039; Belém, ano 15, n. 4.684, 11 de novembro de 1910, sexta-feira, p. 1. Seção Gazetilha.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A Febre amarela”. &#039;&#039;A Provincia do Pará,&#039;&#039; Belém, ano 35, n. 10.971, 8 de novembro de 1910, terça-feira, p. 1.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A Febre amarela”. &#039;&#039;A Provincia do Pará,&#039;&#039; Belém, ano 35, n. 10.796, 13 de novembro de 1910, domingo, p. 1.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A Febre amarela”. &#039;&#039;A Provincia do Pará,&#039;&#039; Belém, ano 35, n. 10.977, 14 de novembro de 1910, segunda-feira, p. 2.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A Febre amarela”. &#039;&#039;A Provincia do Pará&#039;&#039;, Belém, ano 35, n. 10.981, 18 de novembro de 1910, sexta-feira, p. 1.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A Febre amarella’. &#039;&#039;A Provincia do Pará&#039;&#039;, Belém, ano 35, n. 10.994, 1 de dezembro de 1910, quinta-feira, p. 1.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A Febre amarela”. &#039;&#039;A Provincia do Pará,&#039;&#039; Belém, ano 35, n. 11.036, 12 de janeiro de 1911, quinta-feira, p. 2.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Resposta aos Quesitos”. &#039;&#039;Gazeta de Notícias&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 12 abr. 1911.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Uma questão de hygiene social (lépra)”. &#039;&#039;O Imparcial, &#039;&#039;Rio de&#039;&#039;Janeiro, n.211, p.2, jul.1913.&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;-&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“Relatorio sobre as Condições Medico-Sanitarias do Valle do Amazonas apresentado a S. Exª. o Snr. Dr. Pedro de Toledo, Ministro da Agricultura, Industria e Commercio pelo Dr. Oswaldo Gonçalves Cruz”. Rio de Janeiro: Typ. do Jornal do Commercio, 1913.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Discurso pronunciado na Academia Brazileira de Letras (26 de junho de 1913)”. Rio de Janeiro: Typ. Röhe, General Camara 128, 1913.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Uma questão de higiene social”. &#039;&#039;O Imparcial&#039;&#039;, Rio de Janeiro, n.211, 3-IX-1913.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “[Discurso na Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro]. &#039;&#039;Jornal do Commercio&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 11 jun. 1914.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Algumas molestias produzidas por protozoários. Conferencia feita na Biblioteca Nacional, 5-10-1915)”. &#039;&#039;Jornal do Commercio, &#039;&#039;Rio de Janeiro, 6-10-1915.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Algumas moletias produzidas por protozoarios (Conferência feita na Biblioteca Nacional, 5-10-1915)”.&amp;amp;nbsp; &#039;&#039;Brazil-Medico.&#039;&#039; &#039;&#039;Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.XXIX, n.44, p.345-348, 1915.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Algumas molestias produzidas por protozoarios (Conferência feita na Biblioteca Nacional, 5-10-1915)”.&amp;amp;nbsp; &#039;&#039;Brazil-Medico.&#039;&#039; &#039;&#039;Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.XXIX, n.45, p.353-356, 1915.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Sobre o saneamento da Amazônia”. (com&#039;&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Carlos Chagas, e Afrânio Peixoto). Manus: Philippe Daou, 1972..&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Trabalhos publicados sob pseudônimo:&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Causas e meios de preservação do cholera”. Por Ignarus (pseudônimo). Rio de Janeiro: Cunha &amp;amp; Irmãos, Editores, 1894.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Documentos e Manuscritos:&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Microbiologia. Rio de Janeiro, 26 ago. 1890. 190f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;-&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Pathologia Geral. [Rio de Janeiro], 1890. Caderno de aula da terceira série do curso de medicina.106f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;-&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Pathologia Geral. Rio de Janeiro, 11 set. 1890. 190f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;-&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Physiologia. Rio de Janeiro, 26 ago. 1890. 154f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;-&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Anatomia topographica. [Rio de Janeiro], 19 ago. 1891. 116f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;-&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Cuidados antes da operação. Rio de Janeiro, 6 jun. 1891. 207f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Clinica medica (lições de). Rio de Janeiro, 1892. 82f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Notas de microbiologia. Rio de Janeiro, 1892. 32f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Catálogo. 1893. 50f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Anotações de aula. Paris, 19 jun. 1897. 91f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Boulevard Saint Michel - Paris. Catalogo 1897. [s.l.], 14 abr. 1897. 20f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Caderno de anotações. 29 jun. 1898.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Caderno de anotações de aula. Conferências. Paris, 1898. 60f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Caderno de aula. Paris, 8 mar. 1898. 118f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Caderno de Toxicologia. Paris, 20 abr. 1898. 94f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Toxicologia. Paris, 24 jun. 1898. 95f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Curso de Microbia Technica do Instituto Pasteur. Caderno n&amp;lt;sup&amp;gt;o&amp;lt;/sup&amp;gt; 1. Paris, 5 dez. 1898. 265f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Curso de Microbia Technica do Instituto Pasteur. Caderno n&amp;lt;sup&amp;gt;o&amp;lt;/sup&amp;gt; 2. Paris, 31 dez. 1898. 244f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Visita ao laboratorio de preparo dos soros therapeuticos, em Garches. Garches, 6 abr. 1898. 38f&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Discurso na Academia Nacional de Medicina. Rio de Janeiro, 1899. 5f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Caderno de anotações. Paris, 13 fev. 1899. 27f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Observação n&amp;lt;sup&amp;gt;o&amp;lt;/sup&amp;gt; 1. Hospital de Isolamento. [Santos], 29 out. 1899. 2f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Peste de Santos. Diário de laboratório. Santos, out. 1899. 37f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Contribuição para o estudo da curva leucocytaria nas infecções e intoxicações. 18 fev. 1900. 14f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Manguinhos. Notas. Caderno 1. Rio de Janeiro, 31 dez. 1900. 188f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Notas bibliographicas sobre o carbunculo. Rio de Janeiro, dez. 1900. 8f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Carta a Vital Brazil. Rio de Janeiro. dez. 1900.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Carta a Vital Brazil (segunda versão). Rio de Janeiro. 14 jun. 1900.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Carta a Miguel Pereira. Rio de Janeiro. 21 nov. 1901.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Carta a Vital Brazil. 27 fev. 1901.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Cliches do trabalho: Entomologia. [s.l.], 1901. 7f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Notas. Caderno n&amp;lt;sup&amp;gt;o&amp;lt;/sup&amp;gt; 2. 1901. [s.l.], 19 nov. 1901. 196f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Rascunhos. [s.l.], 13 mar. 1902. 9f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span lang=&amp;quot;EN-US&amp;quot; style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Resumo - Summario. “Die Anemie von Prof. Dr. P. Ehrlich und Dr. A. Lazarus”. Wien: A. Hölder, 1898-1900.&amp;amp;nbsp; 50f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span lang=&amp;quot;EN-US&amp;quot; style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;-&amp;amp;nbsp; Summario-Resumo. “Immunität, Schutzpfung und Seruntherapie von Prof. Dr. A. Dieudonné”. Leipzig: verlag von Johann Ambrosius Barth, 1903. 35f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Autópsia. [s.l.], 5 ago. 1905.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span lang=&amp;quot;EN-US&amp;quot; style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;8f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
*&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Carta a Henrique Rocha Lima. Rio de Janeiro. 31 dez. 1906.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
*&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Carta a Henrique Rocha Lima. Rio de Janeiro. 21 nov. 1906.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Peste. [s.l]. 1906. 9f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Resumo da memória apresentada pelo delegado do Brazil à 3ª Convenção Sanitária Internacional reunida na Cidade do México de 2 a 7 de dezembro de 1907. 2 dez. 1907. 5f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Carta a Émile Marchoux. Rio de Janeiro. 15 jan. 1907.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Fichamentos. [s.l.], 17 jan. 1912. 78f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Dicionário de alemão.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Lista de vocábulos em alemão com seus respectivos significados em português. 1912. 20f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Caderno de Experiências. 1916-1917. 21f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Escala de Czaplewski. Idéia de número de bacillos encontrados no escarro. [s.l], [s.d.]. 6f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Ação da ricínia sobre o organismo animal. [s.l], [s.d.]. 15f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Bromatologia. [s.l], [s.d.]. 72f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Catálogo. [s.l], [s.d.]. 24f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Carbunculo Symptomatico. [s.l], [s.d.]. 1f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Chimica legal. [s.l], [s.d.]. 5f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Descrição de insetos da coleção entomológica. [s.l], [s.d.]. 12f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Desenvolvimento dos coccídeos. (Schema segundo Schaudinn e Düche).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span lang=&amp;quot;EN-US&amp;quot; style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;[s.l], [s.d.]. 1f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span lang=&amp;quot;EN-US&amp;quot; style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Ensino médico. [s.l], [s.d.]. 5f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span lang=&amp;quot;EN-US&amp;quot; style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Escala de Czaplewski. Idéia de númer&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;o de bacilos encontrados no escarro. 5f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Exame do Succo Gastrico. [s.l], [s.d.]. 9f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Febre amarela. [s.l], [s.d.]. 2f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- [Fichamentos]. [s.l], [s.d.]. 28f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Higiene. [s.l], [s.d.]. 96f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Higiene das habitações. [s.l], [s.d.]. 2f.6f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- [Ilustrações cientificas]. [s.l], [s.d.], 48f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- [Indice de enfermidades]. [s.l], [s.d.]. 8f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Meningite cérebro espinhal epidêmica. [s.l], [s.d.]. 2f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Physiologia 1. [s.l.], [s.d.]. 96f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Plantas Feitas. [Rio de Janeiro], [s.d.] 1f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Projetos para laboratórios. [s.l], [s.d.]. 9f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- [Rícino]. [s.l], [s.d.]. 120f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Rio de Janeiro. Cadeiras de. Rio de Janeiro, [s.d.]. 5f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Soros (poder bacteriolytico). [s.l], [s.d.]. 10f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- ACERVO. Oswaldo Cruz. In: Estadão. Acervo. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-weight:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;text-decoration:none&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;text-underline:none&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;[http://acervo.estadao.com.br/noticias/personalidades,oswaldo-cruz,689,0.htm http://acervo.estadao.com.br/noticias/personalidades,oswaldo-cruz,689,0.htm]&amp;lt;u&amp;gt;http://acervo.estadao.com.br/noticias/personalidades,oswaldo-cruz,689,0.htm&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- ARQUIVO Oswaldo Cruz. Casa de Oswaldo Cruz. In: Programa Memória do Mundo da Unesco. Comitê Nacional do Brasil. Registro Nacional 2007. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://coc.fiocruz.br/acervos-culturais/memoria-do-mundo-da-unesco/&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;- BARBOSA, Rui. &#039;&#039;&#039;Oswaldo Cruz.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Edição da “Organização Simões”, 1953.&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;- BARBOSA, Rui. Osvaldo Cruz. Rio de janeiro: Fundação Casa de Rui Barbosa, 1999. Capturado em 23 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://rubi.casaruibarbosa.gov.br/handle/20.500.11997/16283&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;- BARBOSA, Ruy. Oswaldo Cruz. &#039;&#039;Revista do Brasil,&#039;&#039; São Paulo, anno II, v. V, n.19, p.271-321, jul. 1917.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;- BENCHIMOL, Jaime (coord.). &#039;&#039;&#039;Manguinhos do sonho à vida – A ciência na Belle Époque&#039;&#039;&#039;. Rio de Janeiro: Fundação Oswaldo Cruz, Casa de Oswaldo Cruz, 1990.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;- BENCHIMOL, Jaime Larry (coord.). &#039;&#039;&#039;Febre amarela: a doença e a vacina, uma história inacabada. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2001.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;- BRITO, Nara. &#039;&#039;&#039;Oswaldo Cruz: a construção de um mito na ciência brasileira. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 1995.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;- BRITO, Verônica Martins de. Coleção Monumento à Oswaldo Cruz.&#039;&#039;História, Ciências, Saúde-Manguinhos&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.4, n.2, p.333-344, out. 1997.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://www.scielo.br/pdf/hcsm/v4n2/v4n2a08.pdf&amp;lt;/u&amp;gt;  &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- CASA DE OSWALDO CRUZ. &#039;&#039;&#039;Biblioteca Virtual Oswaldo Cruz&#039;&#039;&#039;. Online. Capturado em 22 jul. 2026. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://oswaldocruz.fiocruz.br/index.php&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- CHAPITRE Premier. Oswaldo Cruz. In: TORRES, Theophilo. La Campagne Sanitaire au Brésil. Faits et Documents par le Dr. Theophilo Torres, Délégué Sanitaire, Vice-Président de l´Academie nationale de Médecine. Paris: Société Génerale d´Impression, 1913.&amp;amp;nbsp; pp.3-9. In: WELLCOME COLLECTION. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://wellcomecollection.org/works/es5x6825&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- COURA, José Rodrigues. Great lives at Manguinhos. Oswaldo Gonçalves Cruz 5.8.1872-11.2.1917. &#039;&#039;Memorias do Instituto Oswaldo Cruz&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.89, n.1, p.i-vi, jan./mar. 1994.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://www.scielo.br/pdf/mioc/v89n1/vol89(f1)120-125.pdf&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;- CRUZ, Oswaldo Gonçalves.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;A Vehiculação Microbiana pelas águas. Dissertação - Cadeira de Hygiene e Mesologia. These apresentada à Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro em 8 de Novembro de 1892 e perante ella defendida (sendo approvada com distincção) a 24 de Dezembro de 1892 por Oswaldo Gonçalves Cruz. Rio de Janeiro: Typographia da Papelaria e Impressora (S.A.), 1893.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span lang=&amp;quot;FR&amp;quot; style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- CRUZ, Oswaldo Gonçalves. As condições hygienicas e o estado sanitário da Gavea. &#039;&#039;O Brazil-Medico. &#039;&#039;&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;Revista Semanal de Medicina e Cirurgia, &#039;&#039;Rio de Janeiro, anno VIII, n.27, p.209-212, 15 jul. 1894. In: FIOCRUZ. &#039;&#039;&#039;Obras Raras Fiocruz. Acervo Digital de obras raras e especiais.&#039;&#039;&#039; Capturado em 23 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://acervoobrasraras.icict.fiocruz.br/BrazilMedic/606&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;- CRUZ, Oswaldo Gonçalves.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Madeira-Mamoré Railway Company. Considerações geraes sobre as Condições sanitarias do Rio Madeira. Rio de Janeiro: Papelaria Americana, 1910. In: FALCÃO, Edgard Cerqueira. &#039;&#039;&#039;Brasiliensia Documenta. VI. Oswaldo Cruz Monumenta Histórica. Tomo III. Campanhas e inquéritos sanitários. &#039;&#039;&#039;São Paulo: [s.n.], 1972. p.CCXXXVII-CCXCIX.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; &amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;- &amp;amp;nbsp;CRUZ, Oswaldo Gonçalves.&amp;amp;nbsp;Discurso na Academia Nacional de Medicina. 24/08/1899.&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#ARQ-COC|&amp;lt;u&amp;gt;ARQ-COC&amp;lt;/u&amp;gt;)]]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;- CRUZ, Oswaldo Gonçalves.&amp;lt;/span&amp;gt;Relatório sobre as Condições Medico-Sanitarias do Valle do Amazonas apresentado a S. Exª. o Snr. Dr. Pedro de Toledo, Ministro da Agricultura, Industria e Commercio pelo Dr. Oswaldo Gonçalves Cruz”. Rio de Janeiro: Typ. do &#039;&#039;Jornal do Commercio&#039;&#039;, 1913. In: FALCÃO, Edgard Cerqueira.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Brasiliensia Documenta. VI. Oswaldo Cruz Monumenta Histórica. Tomo III. Campanhas e inquéritos sanitários.&#039;&#039;&#039; São Paulo: [s.n.], 1972. p.CCCI-CCCLVIII.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; &amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;- DIAS, Ezequiel Caetano&#039;&#039;&#039;.&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Traços Biographicos de Oswaldo Cruz.&#039;&#039;&#039; Reimpresso das Memórias do Instituto Oswaldo Cruz, tomo XV, fac. L, 1922. Rio de Janeiro: Typ. do Instituto Oswaldo Cruz, 1922.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; Capturado em 22 jul.2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://archive.org/stream/memsdoinstitutoo15inst#page/n93/mode/2up&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;- FARIA, Lina Rodrigues de. Um americano nos trópicos.&#039;&#039;História, Ciências, Saúde-Manguinhos&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.5, n.3, p. 705-709, nov. 1998/fev.1999. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S0104-59701999000100008&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;- FRAGA, Clementino&#039;&#039;&#039;.&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Vida e obra de Oswaldo Cruz. &#039;&#039;&#039;2.ed. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2005.&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-weight:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;text-decoration:none&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;text-underline:none&amp;quot;&amp;gt;- FRAIHA NETO, Habib.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;text-decoration:none&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;text-underline:none&amp;quot;&amp;gt;Oswaldo Cruz e a febre amarela no Pará&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-weight:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;text-decoration:none&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;text-underline:none&amp;quot;&amp;gt;. 2. ed., rev. e ampl. Ananindeua: Instituto Evandro Chagas, 2012.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-weight:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;text-decoration:none&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;text-underline:none&amp;quot;&amp;gt;(&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;[[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-weight:normal&amp;quot;&amp;gt;BCOC&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/u&amp;gt;]]&amp;lt;span style=&amp;quot;font-weight:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;text-decoration:none&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;text-underline:none&amp;quot;&amp;gt;)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ. CASA DE OSWALDO CRUZ. &#039;&#039;&#039;Almanaque Histórico. Oswaldo Cruz, o médico do Brasil. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Fundação Oswaldo Cruz, ODEBRECHT, Fundação Banco do Brasil, 2003.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; &amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;- GUERRA, E. Sales. &#039;&#039;&#039;Osvaldo Cruz. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Casa Editora Vecchi Limitada, 1940.&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- INSTITUTO OSWALDO CRUZ. Personalidades. Oswaldo Cruz. Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://www.ioc.fiocruz.br/pages/personalidades/OswaldoGoncalvesCruz.htm&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- LACAZ, Carlos da Silva. &#039;&#039;&#039;Vultos da Medicina Brasileira.&#039;&#039;&#039; São Paulo: Laboratório Pfizer do Brasil, 1971.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- LIMA, Ana Luce Girão Soares de. &#039;&#039;&#039;“Meu Caro Oswaldo”: A história da saúde vista através da correspondência de Oswaldo Cruz (1899-1907). &#039;&#039;&#039;Dissertação (Mestrado em História), IFCS, UFRJ, 1997. &#039;&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- LIMA, Ana Luce Girão Soares de. A bordo do &#039;&#039;República&#039;&#039;: diário pessoal da expedição de Oswaldo Cruz aos portos marítimos a fluviais do Brasil.&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;História, Ciências, Saúde-Manguinhos&#039;&#039;, v.4, n.1, pp. 158-167, 1997. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://www.scielo.br/pdf/hcsm/v4n1/v4n1a07.pdf&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span lang=&amp;quot;EN-US&amp;quot; style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;-&amp;amp;nbsp; LIVERPOOL SCHOOL OF TROPICAL MEDICINE. Historical record 1898-1920. Liverpool: University Press of Liverpool, 1920.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://archive.org/stream/liverpoolschoolo00live#page/n5/mode/2up&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- NASCIMENTO, Fernanda Teles Morais do.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&#039;IV Congresso Médico Latino-americano (1909): proposições e desdobramentos para o desenvolvimento da enfermagem brasileira.&#039;&#039;&#039; Dissertação (Mestrado em Enfermagem), Centro de Ciências Biológicas e da Saúde, UFRJ, 2011. Capturado em 14 abr. 2020. Online. Disponível na Internet: [http://www.repositorio-bc.unirio.br:8080/xmlui/handle/unirio/12149 http://www.repositorio-bc.unirio.br:8080/xmlui/handle/unirio/12149]&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- [NAVA, Pedro]. Oswaldo Gonçalves Cruz. Separata do &#039;&#039;Brasil-Médico&#039;&#039;, v.76, n.9-10, p.252-268, set.-out. 1962.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- OSVALDO Gonçalves Cruz. In: BLAKE, Augusto Victorino Alves Sacramento.&#039;&#039;&#039;Diccionario Bibliographico Brazileiro. Sexto volume. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1900. p.344-345. In: Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin. Acervo Digital.&amp;amp;nbsp; Capturado em 6 out. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/5451&amp;lt;u&amp;gt;https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/5451&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- OSWALDO Cruz. Álbum de Recortes de Jornais, ano de 1917. &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#ARQ-COC|&amp;lt;u&amp;gt;ARQ-COC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size: 10pt;&amp;quot;&amp;gt;- OSWALDO Gonçalves Cruz.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;In: ACADEMIA NACIONAL DE MEDICINA. Capturado em 8 out. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;[https://www.anm.org.br/oswaldo-goncalves-cruz/ https://www.anm.org.br/oswaldo-goncalves-cruz/]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;-&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;OSWALDO Gonçalves Cruz. &#039;&#039;&#039;Opera Omnia. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: [Fundação Oswaldo Cruz], 1972.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- PARAENSE, W. Lobato. Oswaldo Cruz, Pesquisador. &#039;&#039;Cadernos de Saúde Pública&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v. 5, n.4, p.451-460, out./dez. 1989.&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S0102-311X1989000400009&amp;amp;lng=pt&amp;amp;nrm=iso&amp;amp;tlng=pt&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- [PENNA, Belisario].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Oswaldo Cruz (impressões de um discípulo). &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Typ. Revista dos Tribunaes, 1922.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- ROCHA, Ismael da. A morte de Oswaldo Cruz. &#039;&#039;Medicina Militar&#039;&#039;, Rio de Janeiro, Typ. Besnard Frères, ano VII, v.7, n.8, p.177-180, fev. 1917.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BMANG|&amp;lt;u&amp;gt;BMANG&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- SANGLARD, Gisele. Laços de sociabilidade, filantropia e o Hospital do Câncer do Rio de Janeiro (1922-1936).&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;História, Ciências, Saúde-Manguinhos&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.17, suppl.1, p.127-147, jul. 2010. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0104-59702010000500008&amp;amp;script=sci_arttext http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0104-59702010000500008&amp;amp;script=sci_arttext]&amp;lt;u&amp;gt;http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0104-59702010000500008&amp;amp;script=sci_arttext&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;u&amp;gt;http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0104-59702010000500008&amp;amp;script=sci_arttext&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- SERPA, Phocion.&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;A vida gloriosa de Oswaldo Cruz.&#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Academia Carioca de Letras, 1937.&amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- SOUSA, Alexandre Correia de. [et al]. &#039;&#039;&#039;Catálogo Marcas de Oswaldo Cruz: proveniência, propriedade e circulação no Patrimônio Cultural Científico da Fiocruz.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Fiocruz, 2023. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;u&amp;gt;https://www.arca.fiocruz.br/handle/icict/63123&amp;lt;/u&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- SOUZA, Luiz de Castro&#039;&#039;&#039;.&amp;amp;nbsp;Oswaldo Cruz na Academia Brasileira. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: [s.n.], 1972.([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa – Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Redação – Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Revisão – Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Colaborador - Ana Luce Girão Soares de Lima.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Consultor - Ana Luce Girão Soares de Lima.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Forma de citação&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;{{SITENAME}}&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    [[Category:Verbetes]] [[Category:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ana.guedes</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=COLLEGIO_NACIONAL_PARA_SURDOS_DE_AMBOS_OS_SEXOS&amp;diff=3877</id>
		<title>COLLEGIO NACIONAL PARA SURDOS DE AMBOS OS SEXOS</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=COLLEGIO_NACIONAL_PARA_SURDOS_DE_AMBOS_OS_SEXOS&amp;diff=3877"/>
		<updated>2026-07-27T16:41:23Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ana.guedes: &lt;/p&gt;
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&lt;div&gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Denominações:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Collegio Nacional para Surdos de ambos os Sexos (1856); [[INSTITUTO_IMPERIAL_PARA_SURDOS-MUDOS_DE_AMBOS_OS_SEXOS|Instituto Imperial para Surdos-Mudos de Ambos os Sexos]] (1857); [[IMPERIAL_INSTITUTO_PARA_SURDOS-MUDOS_DE_AMBOS_OS_SEXOS|Imperial Instituto para Surdos-Mudos de Ambos os Sexos]] (1858); [[IMPERIAL_INSTITUTO_DOS_SURDOS-MUDOS_DE_AMBOS_OS_SEXOS|Imperial Instituto dos Surdos-Mudos de Ambos os Sexos]] (1865); [[INSTITUTO_DOS_SURDOS-MUDOS|Instituto dos Surdos-Mudos]] (1874); [[INSTITUTO_NACIONAL_DE_SURDOS_MUDOS|Instituto Nacional de Surdos Mudos]] (1890); [[INSTITUTO_NACIONAL_DE_EDUCAÇÃO_DE_SURDOS|Instituto Nacional de Educação de Surdos]] (1957- atual)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Em 1855, Édouard Huet Merlo (1822-1882), surdo e professor formado pelo Institut National des Sourds-Muets (Paris), e ex-diretor de uma escola para surdos-mudos em Bourges, chegou no Rio de Janeiro com o objetivo de fundar um estabelecimento destinado à educação dos surdos-mudos. Com apoio do Governo Imperial, e a partir da proposta de Édouard Huet Merlo, foi inaugurado, em 1º de janeiro de 1856, o Collegio Nacional para Surdos-Mudos de Ambos os Sexos, como um estabelecimento particular dedicado a educação de surdos-mudos, instalado nas dependências do Collegio Vassimon, que estava localizado na Rua dos Beneditinos, nº8, no centro da cidade do Rio de Janeiro. &amp;amp;nbsp;Édouard Huet Merlo foi o primeiro diretor da instituição, entre 1856 e 1861. Atualmente, denominada Instituto Nacional de Educação de Surdos, encontra-se estabelecida na Rua das Laranjeiras, nº 232.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Histórico&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi fundada em Paris (França), em 1755, pelo abade Charles-Michel de l&#039;Épée (1712-1789) em sua residência domiciliar na Rue des Moulins, uma instituição gratuita, considerada a primeira escola para os surdos e mudos. O método de ensino adotado nesta escola, baseado no uso combinado de senhas e de escrita, foi apresentado na publicação intitulada “Institution des sourds et muets, par la voie des signes méthodiques; ouvrage qui contient le Projet d´une Langue Universelle, par l´entremise des Signes naturels assujettis à une Méthode” (Paris: Nyon l´Ainé Libraire, 1776), do abade Charles-Michel de l&#039;Épée, e tornou-se conhecido não só na França, como em toda a Europa, na Rússia e nas Américas. Esta escola, fundada por Charles-Michel de l&#039;Épée, era privada e gratuita, chegou a ter 60 alunos, e em 1791 foi transformada no Institut National des Sourds-Muets. Com o falecimento do abade Épée, em 1789, o abade Roch-Ambroise Cucurrón Sicard (1742-1822), que fora seu aluno, assumiu direção da instituição.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Esta instituição francesa tornou-se referência, e era comum que professores surdos formados nos institutos europeus fossem chamados para abrir instituições semelhantes em seus países de origem. O reverendo e educador norte-americano Thomas Hopkins Gallaudet (1787-1851) visitou a instituição francesa, e lá conheceu o abade Sicard e seus auxiliares surdos, Jean Massieu (1772-1846) e Louis Laurent Marie Clerc (1785-1869). Gallaudet retornou posteriormente ao seu país acompanhado pelo professor Clerc, que o ajudaria na criação da primeira escola de surdos na América do Norte, denominada Connecticut Asylum for the Education and Instruction of Deaf and Dumb Person (posteriormente American School for the Deaf), fundada em Hartford (Connecticut, E.U.A.), em 1817.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Nesta época, e de acordo com os registros de embarcações entradas no porto do Rio de Janeiro, publicados no Jornal do Commercio em 9 de maio de 1855, desembarcou no Rio de Janeiro, vindo da França, o sr. E. Huet, professor de uma instituição para surdos-mudos em Bourges (França). &amp;amp;nbsp;Este mesmo jornal noticiou em 9 de junho deste ano que acabara “de chegar a esta corte o Sr. E. Huet, ex-director dos surdos-mudos de Bourges” que tinha o objetivo de fundar nesta cidade um estabelecimento destinado à educação dos surdos-mudos (GAZETILHA, 1855, p.2).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Embora os dados biográficos sobre Huet sejam imprecisos, consideramos que este senhor E. Huet seja Édouard Huet Merlo (1822-1882), nascido em Paris entre 1820 e 1822, professor formado pelo Institut National des Sourds-Muets (Paris), ex-diretor de uma escola para surdos-mudos em Bourges, que fundou, em 1856, o Collegio Nacional para Surdos de ambos os Sexos, na cidade do Rio de Janeiro. Embora na maior parte das referências apareceu o ano de 1855 como sendo o de sua chegada ao Brasil, em outras foi afirmado que Huet teria chegado no Brasil em 1852 (OVIEDO, 2007). Importa registrar que também são diversas as referências a seu nome em documentos e estudos históricos, aparecendo muitas vezes como “E. Huet”, “Édouard Huet”, “Édouard Huet Merlo”, “Eduard Huet”, “Ernest Huet”, e “Eduardo Adolfo Huet Merlo”. Susana Teresa Huet Herrera (2001), sua bisneta, refere-se em seus textos a “Eduardo Huet Merlo”, ou seja, apenas traduziu “Édouard Huet Merlo” para a língua espanhola. Entendemos que seria mais adequado, neste estudo, privilegiar esta última forma, como “Édouard Huet Merlo”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Édouard Huet Merlo, surdo desde os doze anos em decorrência do sarampo, se casou com a alemã Catalina e teve três filhos, Adolpho Huet Brodbeck, Maria Huet Brodbeck e Adolpho Pedro Huet Brodbeck, tendo este último nascido na cidade do Rio de Janeiro em 1856 (HERRERA, 2001).&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; Em 1855, Édouard Huet Merlo, já no Brasil, apresentou ao Imperador D. Pedro II um documento no qual expressava suas ambições de fundar uma escola para surdos no Brasil. Seu contato com o Brasil se deu a partir de uma carta de Drouyn de Lhuys, Ministre des Affaires Étrangères na França, que foi encaminhada ao Cavalleiro de Saint Georges, Ministro Plenipotenciário da França no Rio de Janeiro. Este, por sua vez, o teria indicado ao Marquês de Abrantes, Miguel Calmon du Pin e Almeida, que finalmente o teria apresentado ao Imperador D. Pedro II (MINISTERIO, 1898). O Marquês de Abrantes, atendendo uma solicitação de D. Pedro II, incumbiu ao então reitor do Imperial Collegio de Pedro II, Manoel Pacheco da Silva, de promover as condições necessárias para que Édouard Huet Merlo abrisse a escola.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O original do documento apresentado por Huet Merlo a D. Pedro II, intitulado “Rapport á L´Empereur”, datado de 22 de junho de 1855, escrito em francês e em formato de carta, se encontra no Acervo do Museu Imperial de Petrópolis (ROCHA, 2009). Neste documento Huet Merlo apresentou duas propostas para a instituição de ensino para surdos a ser criada no país, sendo a primeira de uma escola particular, que contaria com a concessão de bolsas pelo Governo Imperial, e a outra como uma instituição pública cujas despesas seriam integralmente pagas pelo Governo Imperial. A escolha da proposta a ser implementada estaria a cargo do Imperador, mas Huet Merlo salientou que, com base em sua experiência à frente da instituição francesa, o modelo particular seria o mais adequado. De acordo com Radaí Cleria Felipe Gonçalves, o Imperador teria optado pelo modelo particular, segundo o qual os alunos deveriam contribuir financeiramente (GONÇALVES, 2015).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1º de janeiro de 1856, dois anos após a fundação do [[IMPERIAL_INSTITUTO_DOS_MENINOS_CÉGOS|&amp;lt;u&amp;gt;Imperial Instituto dos Meninos Cégos&amp;lt;/u&amp;gt;]], direcionado ao ensino de meninos cegos, foi inaugurado, na cidade do Rio de Janeiro, o Collegio Nacional para Surdos-Mudos de Ambos os Sexos, como um estabelecimento particular auxiliado pelos cofres públicos, nas dependências do Collegio Vassimon, localizado na Rua dos Beneditinos, nº8, no centro da cidade do Rio de Janeiro:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Com o intuito de oferecer garantias à confiança das famílias, M. Huet agregou-se a Mr. De-Vassimon, que desde 1831 tem sido nesta corte diretor de um collegio de meninos, e gozado do bom conceito que requer tão espinhosa profissão. As meninas serão entregues aos desvellos de Mm. De-Vassimon e de suas filhas, e instruídas sob sua responsabilidade e especial vigilância”. (COLLEGIO, 1855, p.4)&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A data de 1º de janeiro de 1856, foi considerada como a de fundação da instituição e assim referenciada até 1908, quando o decreto nº 6.892, de 19 de março deste ano, que aprovou o regulamento da instituição, definiu, em seu artigo 17º, o dia 26 de setembro como aniversário da fundação da instituição. A data de 26 de setembro se referia à promulgação da Lei n º939, que havia fixado a despesa e receita do Império e destinado recursos para o Instituto Imperial para Surdos-Mudos de Ambos os Sexos (ROCHA, 2009).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O ingresso no Collegio Nacional para Surdos-Mudos de Ambos os Sexos era feito mediante uma matrícula, os alunos deveriam ter a partir de sete anos, e era admitido um certo nº de alunos pobres, os quais poderiam matricular-se “com o devido atestado de indigência, quando apresentados por sua família, pelos reverendos Srs. Vigários, ou por outro qualquer benfeitor que por eles se interesse” (COLLEGIO, 1855, p.4).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Logo em seu início, a escola teve apenas três alunos, dos quais dois eram mantidos por bolsas concedidas pelo Imperador e um com seus recursos próprios. A escola era mista, e inicialmente os meninos ficaram sob a direção de Édouard Huet Merlo, e as meninas com a Madame de Vassimon e suas filhas, até a chegada da esposa de Huet Merlo, que viria a assumir essa função.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Por determinação de D. Pedro II, foi constituída uma Comissão Diretora com a finalidade de promover a implantação deste estabelecimento para educação de surdos-mudos. Essa comissão, presidida por Miguel Calmon du Pin e Almeida (Marques de Abrantes), era constituída por Pedro de Araújo Lima (Marques de Olinda), José da Costa Carvalho (Marques de Monte Alegre), Euzebio de Queiróz Coutinho Mattoso Camara (Inspetor Geral da Instrução Pública Primária e Secundária), Manoel Pacheco da Silva (reitor do Imperial Collegio de Pedro II), Manoel de S. Caetano Pinto (abade do Mosteiro de São Bento), cônego Joaquim Fernandes Pinheiro, e o Prior do Convento do Carmo. A Comissão reuniu-se pela primeira vez em 3 de junho de 1856, no Paço do Senado, e deliberou pela promoção da instalação definitiva da instituição, pela procura de um prédio para instalá-lo, e pela não remoção dos alunos que já lá estudavam, antes que a esposa Édouard Huet Merlo pudesse assumir o acompanhamento das alunas (ROCHA, 2007). A Comissão também encaminhou uma petição ao Corpo legislativo e à Assembleia Provincial do Rio de Janeiro, solicitando auxílio pecuniário e subvenção para a escola.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Enquanto eram aguardados os resultados da petição, os recursos para a manutenção da instituição eram advindos de donativos da comissão inspetora, do Convento de Nossa Senhora do Carmo e do Mosteiro de São Bento, das matriculas particulares, do Imperador, pela designação da bilheteria de apresentações no Teatro São Januário e no Teatro Lírico, e por parte da arrecadação nos bailes mascarados deste último estabelecimento.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No regulamento para o ensino primário e secundário do Município da Corte, definido a partir do decreto nº 1.331A, de 17 de fevereiro de 1854, foi criada a Inspetoria Geral da Instrução Primária e Secundária do Município da Corte, destinada a inspecionar escolas, colégios, estabelecimentos de instrução primária e secundária, públicos e particulares, a qual definiu o funcionamento de estabelecimentos particulares como o Collegio Nacional para Surdos-Mudos de Ambos os Sexos.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O cenário de escolas para surdos-mudos criadas na América do Sul, na segunda metade do séc. XIX, época em que foi fundado o Collegio Nacional para Surdos-Mudos de Ambos os Sexos, era o seguinte: Escuela de SordoMudos (Chile, 27/10/1852), Sociedad Filantropica Regeneración (Argentina,1857), e Centro para los Sordomudos (Uruguai,16/02/1891).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Collegio Nacional para Surdos-Mudos de Ambos os Sexos era na época a única instituição de educação de surdos em terras brasileiras, e desta forma acolhia igualmente alunos e alunas surdos de outras províncias do país.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A solicitação feita em abril de 1856 por Édouard Huet Merlo, primeiro diretor do Collegio Nacional para Surdos de ambos os Sexos, para que o Governo Imperial apoiasse financeiramente a instituição, só foi atendida em 1857, por meio da Lei nº 939, de 26 de setembro de 1857, que fixou a despesa e orçou a receita do Império para o exercício de 1858-1859. Nesta lei, em seu artigo 16º, § 10º o Governo Imperial ficou autorizado a conceder ao Instituto Imperial para Surdos-Mudos de Ambos os Sexos uma subvenção anual de 5.000$000rs, e mais dez pensões anuais, de 500$000rs em favor de surdos-mudos pobres aceitos naquela instituição pelo diretor e pela Comissão. De acordo com o Relatório do Ministro do Império, José Joaquim Fernandes Torres, apresentado em 1868, o Presidente da província do Rio de Janeiro, autorizado pela lei provincial nº 1.069, de 14 de novembro de 1857, também contribuiria com dez pensões de 500$ para alguns alunos da instituição (RELATORIO, 1868).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1857, a escola, então denominada Instituto Imperial para Surdos-Mudos de ambos os Sexos, foi transferida para uma casa maior, localizada no Morro do Livramento, com entrada pela Rua de São Lourenço. E no ano seguinte, a instituição passou a denominar-se Imperial Instituto de Surdos-Mudos de Ambos os Sexos.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A partir de 1859 a existência de dificuldades financeiras e de problemas disciplinares na instituição teria ocasionado um desgaste na relação entre Édouard Huet Merlo e Miguel Calmon du Pin e Almeida, Marquês de Abrantes, o qual acabou solicitando sua exoneração do cargo de presidente da Comissão Diretora, sendo então assumido por Pedro de Araújo Lima (Marques de Olinda):&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Em meiados do anno de 1859 começaram as perturbações não só da economia e da disciplina, mas até da moralidade do estabelecimento: desintelligencias a principio e depois graves conflictos, entre Huet e sua esposa, destruiram todo o respeito e força moral, sendo inevitavel a anarchia”. &amp;amp;nbsp;(MINISTERIO, 1898, p.4)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pela lei nº 1.114, de 27 de setembro de 1860, que fixou a despesa e receita do Império para 1861-1862, foi autorizada a despesa de 16:000$000 com o Imperial Instituto para Surdos-Mudos de Ambos os Sexos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Miguel Calmon du Pin e Almeida, exonerou-se, em 1861, da presidência da Comissão Diretora, sendo substituído pelo Marquês de Olinda, Pedro de Araújo Lima. Em finais de 1861, a Comissão Diretora rescindiu o contrato com Édouard Huet Merlo, e o Governo Imperial comprou os móveis e demais objetos do estabelecimento, e Huet recebeu a quantia de cerca de 4:000$000 réis por ter cedido seus direitos ao Governo Imperial (MINISTERIO, 1898). Após acordo com o Governo Imperial, Huet saiu da instituição e viajou para o México, onde veio a participar da fundação de uma escola de surdos-mudos, posteriormente denominada Escuela Nacional para Sordos, em junho de 1866, no Convento de San Juan de Letrán, na cidade do México, e onde permaneceria até seu falecimento em 1882.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Com o término do contrato com Édouard Huet Merlo, em 11 de dezembro de 1861, e sua saída, a Comissão Diretora recebeu o estabelecimento, continuou a exercer as atribuições que já tinha anteriormente, e solicitou ao Ministro Plenipotenciário do Brasil em missão na França e Inglaterra, José de Araujo Ribeiro (Visconde de Rio Grande), que procurasse contratar um brasileiro que estivesse sendo habilitado na França para ser o novo diretor do Imperial Instituto para Surdos-Mudos de Ambos os Sexos. O Marquês de Olinda designou inicialmente o padre Manoel Soares do Couto, e posteriormente o frei João do Monte Carmo, para assumir a direção da instituição até a chegada de um diretor contratado. Frei João do Monte Carmo não permaneceu no cargo, e foi substituído por Ernesto Prado Seixas, por indicação do diretor do [[IMPERIAL_INSTITUTO_DOS_MENINOS_CÉGOS|&amp;lt;u&amp;gt;Imperial Instituto dos Meninos Cégos&amp;lt;/u&amp;gt;]], Claudio Luiz da Costa.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Manoel de Magalhães Couto, professor formado em direito e habilitado no Institut National des Sourds-Muets, em Paris, retornou ao Brasil em julho de 1862 e foi contratado como diretor do Imperial Instituto para Surdos-Mudos de Ambos os Sexos.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Governo Imperial manteve o auxílio para o funcionamento da instituição, e elevou o valor e aumentou o número de pensões pagas com seu orçamento por meio das leis nº1.114, de 27 de setembro de 1860, e nº 1.507, de 26 de maio de 1867. Entretanto, isso não garantiu uma situação econômica cômoda para a instituição. Pedro de Araújo Lima, Marquês de Olinda, comunicou por meio de Ofício, em 27 de setembro de 1868, a José Joaquim Fernandes Torres, Ministro dos Negócios do Império, que a Comissão Diretora “não podendo mais, no estado em que se achava o instituto, prestar-lhe bons serviços, e julgando conveniente que o Governo assumisse a sua direção imediata, resolvera pedir que se désse por concluída a sua missão” (RELATORIO, 1868, p.29). O Governo Imperial assumiu, então, por completo o Imperial Instituto para Surdos-Mudos de Ambos os Sexos, o qual perdeu então seu caráter particular para tornar-se um estabelecimento público.&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; A partir de 1865, a instituição passou a ser denominada Imperial Instituto dos Surdos-Mudos de Ambos os Sexos, e encontrava-se instalada no Palacete do Campo da Aclamação, nº49, no centro do Rio de Janeiro.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pela lei nº 1.507, de 26 de setembro maio de 1867, o Ministro e Secretário de Estado dos Negócios do Império foi autorizado a despender a quantia de 18:5000$000 com o então denominado Imperial Instituto dos Surdos-Mudos de Ambos os Sexos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Um regulamento provisório para a instituição foi aprovado pelo decreto nº 4.046, de 19 de dezembro de 1867, segundo o qual o Imperial Instituto dos Surdos-Mudos de Ambos os Sexos seria dirigido por um diretor, subordinado ao Ministro e Secretário de Estado dos Negócios do Império. Caberia também a este ministro a inspeção da instituição, a qual poderia ser realizada por um comissário de sua nomeação.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A Decisão nº 195 de 26 de maio de 1868, promulgada pelo Imperador D. Pedro II, estabeleceu provisoriamente um Regimento Interno para a instituição, segundo o qual o serviço interno daquela instituição seria dividido em três ramos, o econômico, incumbido pelos inspetores, rouparia, dispenseira e serventes, o instrutivo, de responsabilidade dos professores e repetidos, e o religioso de atribuição do capelão.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1868 o Ministro dos Negócios do Império, José Joaquim Fernandes Torres, solicitou a Tobias Rabello Leite, então chefe da Seção de Saúde Pública dos Estabelecimentos de Beneficência e Socorros Públicos, da Secretaria de Estado dos Negócios do Império, um relatório das atividades desenvolvidas no Imperial Instituto para Surdos-Mudos de Ambos os Sexos, e um parecer sobre as condições da instituição. Nesse relatório Tobias Leite afirmou que o instituto não possuía ensino de qualidade, e se assemelhava mais a um “asilo de surdos”. Tendo em vista as condições encontradas por ocasião da vistoria, o então diretor Manoel de Magalhães Couto foi exonerado de sua função e Tobias Rabello Leite assumiu interinamente o cargo até 1872, quando tomou posse oficialmente como diretor da Imperial Instituto para Surdos-Mudos de ambos os Sexos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A partir do ano de 1874 a instituição de educação de surdos-mudos foi denominada Instituto dos Surdos-Mudos.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O decreto nº 2.771, de 24 de novembro de 1877, criou um patrimônio para o Instituto dos Surdos-Mudos, e também para o [[IMPERIAL_INSTITUTO_DOS_MENINOS_CÉGOS|&amp;lt;u&amp;gt;Imperial Instituto dos Meninos Cégos&amp;lt;/u&amp;gt;]], constituído em apólices da dívida pública no valor de 2.000:0000$000. &amp;amp;nbsp;No mesmo ano de 1877, com o decreto nº 6.760, datado de 1º de dezembro, foram criados conselhos não remunerados para administração deste patrimônio.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O reconhecimento da importância do abade Charles-Michel de l&#039;Epée, fundador da primeira escola para os surdos e mudos, na França em 1755, para a criação da instituição para surdos-mudos no Rio de Janeiro, foi demonstrado no envio de uma coroa, em nome da instituição, para a solenidade de homenagens ao centenário de sua morte, realizada em 23 de dezembro de 1889 na Église Saint-Roch, em Paris (LE CENTIÈME, 1889).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1890, após a Proclamação da República no país, a instituição passou a denominar-se Instituto Nacional de Surdos Mudos, e no ano seguinte, 1891, o estabelecimento passou a ficar subordinado ao Ministério de Instrução Pública, Correios e Telégrafos.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Com o falecimento de Tobias Rabello Leite, em 1896, o professor Joaquim Borges Carneiro assumiu interinamente a direção da instituição, então denominada Instituto Nacional de Surdos Mudos, até 18 de fevereiro de 1897, quando passou o cargo a João Paulo de Carvalho. Como nesta época era proibida a acumulação de remunerações públicas, João Paulo de Carvalho, que também era lente da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], acabou optando por esse cargo e foi exonerado da função de diretor do Instituto Nacional de Surdos Mudos.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Por um decreto promulgado em 26 de março de 1903 foi empossado como diretor João Brazil Silvado, tendo permanecido na direção até 17 de outubro de 1907. João Brazil Silvado fora diretor do [[INSTITUTO_BENJAMIN_CONSTANT|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Benjamin Constant&amp;lt;/u&amp;gt;]], membro da liga abolicionista denominada Associação Central Emancipadora, inspetor escolar, chefe da polícia do Distrito Federal, e autor do livro “Alma Livre” que versava sobre a escravidão no país. &amp;amp;nbsp;Brazil Silvado, ainda como chefe de Polícia do Distrito Federal, fundou em 3 de dezembro de 1889 a “Escola XV de Novembro”, na rua São Cristóvão nº 168.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; Custódio José Ferreira Martins assumiu a direção do Instituto Nacional de Surdos Mudos em 1907, após a saída de João Brazil Silvado. Durante a gestão de Ferreira Martins foi realizada a obra de construção de um novo prédio para a instituição, na Rua das Laranjeiras, na cidade do Rio de Janeiro. Ferreira Martins permaneceu neste posto até dezembro de 1930, quando assumiu como diretor Armando Paiva de Lacerda.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Entre os anos de 1915 e 1940, várias repartições federais utilizaram, também, o espaço do Instituto Nacional de Surdos Mudos, como a Comissão Rondon, Juízo de Menores, Polícia de Focos do 1º Districto, Inspectoria de Fronteiras e a Escola Nacional de Educação Física e Desportos (FULAS, 2017).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A partir do decreto nº 16.782-A, de 13 de janeiro de 1925, que organizou o Departamento Nacional de Ensino e reformou o ensino secundário e o superior, o então denominado Instituto Nacional de Educação de Surdos e o [[INSTITUTO_BENJAMIN_CONSTANT|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Benjamin Constant&amp;lt;/u&amp;gt;]] tornaram-se estabelecimentos profissionalizantes, subordinados ao Ministério da Justiça e Negócios Interiores.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1930, durante o governo de Getúlio Vargas, a direção do Instituto Nacional de Surdos Mudos passou para Armando Paiva de Lacerda, médico dedicado à clínica audiológica, com trabalho reconhecido no Método de Reeducação Auditiva, e pertencente a uma família de políticos, entre estes Carlos Lacerda, que viria ser governador do Estado da Guanabara em 1960.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O decreto nº 19.402, de 14 de novembro de 1930, que criou uma Secretária de Estado com a denominação de Ministério dos Negócios da Educação e Saúde Pública, estabeleceu em seu art.5º que passariam a pertencer ao novo Ministério os estabelecimentos, instituições e repartições públicas que se proponham à realização de estudos, serviços ou trabalhos relativos ao ensino, saúde pública e assistência hospitalar, como o Instituto Nacional de Surdos Mudos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pelo art. 38 da lei nº 378, de 13 de janeiro de 1937, que conferiu nova organização ao Ministério da Educação e Saúde Pública, foram mantidos como serviços relativos à educação “o Instituto Benjamim Constant e o Instituto Nacional de Surdos-Mudos, destinados ao ensino commum e especializado, respectivamente, para cégos e para surdos-mudos, e ainda como centros de pesquisa pedagogicas, funccionando, neste ultimo caso, como orgãos collaboradores do Instituto Nacional de Pedagogia” (LEI, 378, 1937).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1949, com o decreto nº 26.974, de 28 de julho, foi aprovado o Regimento do Instituto Nacional de Surdos-Mudos, então subordinado ao Ministério da Educação e Saúde. Este regulamento foi modificado pelo decreto nº 38.738, de 30 de janeiro de 1956, que estabeleceu a criação de novos setores na instituição.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No ano de 1957 foi realizada uma das mais importantes mudanças na instituição, a mudança do nome com a substituição do termo “mudo” pelo de “educação”, por meio da Lei nº 3.198, de 6 de julho, assinada pelo Ministro da Educação, Clóvis Salgado, e pelo Presidente da República Juscelino Kubitscheck, passando a denominar-se Instituto Nacional de Educação de Surdos-INES. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O prédio da atual sede, erguida entre os anos de 1913 e 1915, teve seu processo de tombamento solicitado pela Associação de Moradores de Laranjeiras (Amal), mas ainda não foi deferido. O prédio se encontra protegido pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro, por ambiência, desde 9 de dezembro de 1998 (INSTITUTO, 2008).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Sedes da instituição:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br/&amp;gt; - 1856/1857: Rua dos Beneditinos, nº8.&amp;lt;br/&amp;gt; - 1857/1865: Morro do Livramento, entrada pela Rua São Lourenço.&amp;lt;br/&amp;gt; - 1865/1866: Palacete do Campo da Aclamação, nº49.&amp;lt;br/&amp;gt; - 1866/1871: Chácara das Laranjeiras, nº 95.&amp;lt;br/&amp;gt; - 1871/1874: Rua Real Grandeza, nº 4 (esquina da rua Voluntários da Pátria).&amp;lt;br/&amp;gt; - 1877/1890: Rua das Laranjeiras, nº 60.&amp;lt;br/&amp;gt; - 1890/1957: Rua das Laranjeiras, nº 82 (alteração da numeração).&amp;lt;br/&amp;gt; - &amp;amp;nbsp;atual: Rua das Laranjeiras, nº 232.&amp;lt;br/&amp;gt; &#039;&#039;&#039;Diretores:&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br/&amp;gt; Édouard Huet Merlo (1856-1861); Frei João Monte do Carmo e Ernesto Prado Seixas (interinamente, 1861-1862); Manoel de Magalhães Couto (1862-1868); Tobias Rabello Leite (1868-1896); Joaquim Borges Carneiro (interino, 1896-1897); João Paulo de Carvalho (1897-1903); Joaquim Borges Carneiro (interino, 29/071902-30/11/1902); João Brazil Silvado (26/03/1903-17/10/1907); Custódio José Ferreira Martins (1907-1930); Armando Paiva de Lacerda (1930-1947).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Estrutura e funcionamento&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Collegio Nacional para Surdos-Mudos de Ambos os Sexos foi inaugurado em 1º de janeiro de 1856, instalado nas dependências do Collegio Vassimon, na Rua dos Beneditinos, nº8, no centro da cidade do Rio de Janeiro. A escola era mista, e inicialmente os meninos ficaram sob a direção de Édouard Huet Merlo e as meninas com a Madame de Vassimon e suas filhas, até a chegada da esposa de Huet, que viria a assumir essa função.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Na proposta de Édouard Huet Merlo, apresentada em 1856, o currículo do Colegio Nacional para Surdos-Mudos de Ambos os Sexos seria composto da seguinte forma:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| align=&amp;quot;center&amp;quot; border=&amp;quot;1&amp;quot; cellpadding=&amp;quot;1&amp;quot; cellspacing=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;width: 500px;&amp;quot;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Fonte:&#039;&#039;&#039; Arquivo do Instituto Nacional de Educação de Surdos. Apud. GONÇALVES, 2015, p.35&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;De acordo com o anúncio veiculado pelo Correio Mercantil, em 27 de janeiro de 1856, a instituição destinava-se “à regeneração moral e intelectual dos surdos-mudos do Brasil” e recebia alunos “de ambos os sexos, desde 8 até 18 annos de idade” (COLLEGIO, 1856, p.3), o curso era de seis anos, no valor de 900$ anuais, e as condições de admissão eram as seguintes:&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“1º A roupa, o calçado e a lavagem ficarão á cargo das famílias.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; 2º O discípulo trará cama, roupa e tudo o que lhe é necessário entrando para o estabelecimento.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; 3º Entregará além disso ao diretor uma certidão de baptismo, contendo seu nome e morada, e um atestado de vacina passado por um médico.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; 4º Os pagamentos serão feitos por trimestre, e sempre adiantados, excepto os dos discípulos a cargo do Estado”. (COLLEGIO, 1856, p.3)&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A instituição recebeu inicialmente três alunos, e o programa de ensino, apresentado no anúncio no&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;Almanak Laemmert&#039;&#039;, era composto pelas seguintes disciplinas: Língua Portuguesa, Aritmética, Geografia e História do Brasil, Escrituração Mercantil, Linguagem Articulada e Doutrina Cristã, noções de agricultura teórica e prática para meninos e trabalhos usuais de agulhas para as meninas. Eram oferecidas ainda lições de pronúncia, de articulação e de leitura aos alunos que eram considerados aptos para tais disciplinas (ALMANAK, 1856, p.406).&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Para Édouard Huet Merlo os principais parâmetros que orientavam o programa do Collegio Nacional para Surdos-Mudos de Ambos os Sexos, eram:&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Sendo o conhecimento da língua a mais difícil de todas as sciencias para os surdos-mudos, ele será a base do nosso ensino, uma vez que os demais estudos devem todos referir-se a este. (.....). O estudo de arithmetica não excederá das quatro espécies. (....). O estudo do desenho e da escripturação mercantil não podem ter lugar senão no 3º anno. O estudo da escripturação mercantil póde depois tornar-se útil aos discípulos pobres. Devendo a grandeza futura do Brasil provir principalmente de sua riqueza territorial, parece-nos bem desenvolver nos discipulos o gosto pela lavoura. Além de serem quase todos os discípulos filhos de fazendeiros, a experiência nos tem provado que este exercício moderado mantém-lhes a saúde e desenvolve suas forças physicas. Duas horas por dia serão consagradas a isso. &amp;amp;nbsp;(....). Tendo também as meninas necessidade de exercício, procurar-se-há reservar-lhes um certo espaço em que ellas possão brincar e correr. As lições de agricultura serão dadas de maneira que sirvão de recreio e de allivio aos estudos. As lições de pronuncia serão dadas por pessoas que encarregarei, e às quaes indicarei a maneira de da-las, porque não as posso dar eu mesmo pelo meu estado”. (COLLEGIO, 1856, p.3)&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Instituto Imperial para Surdos-Mudos de ambos os sexos contava, em 1857, com sete alunos, quatro meninos e três meninas, sendo dois oriundos de Minas Gerais, um de São Paulo e quatro do Rio de Janeiro. Os dois alunos mineiros e o paulista eram os únicos mantidos por suas famílias.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1858 os alunos podiam ser admitidos no então denominado Imperial Instituto para Surdos-Mudos de Ambos os Sexos como pensionistas, meio-pensionistas, ou gratuitamente conforme sua situação pecuniária. Neste ano, conforme o “Mappa nº1” assinado por Huet, a instituição tinha 19 alunos, 13 meninos e seis meninas, sendo 12 do Rio de Janeiro, dois de Minas Gerais, um de São Paulo, um de Niterói e três de Barra Mansa (ROCHA, 2007).&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Na direção da instituição havia, em 1864, além de Manoel de Magalhães Couto, diretor da instituição desde 1862, uma diretora “encarregada da educação moral das alumnas, da administração e economia doméstica, da direção da enfermaria, rouparia e engomado”, sob a responsabilidade de Francelina Garcez de Magalhães (ALMANAK, 1864, p.88).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O decreto nº 4.046, de 19 de dezembro de 1867, que aprovou um regulamento provisório para a instituição, então dirigida por Manoel de Magalhães Couto, definiu o quadro de funcionários da instituição: um professor, uma professora, um capelão, um inspetor de alunos, uma inspetora de alunas, uma roupeira, enfermeira e dispenseira, uma criada, um cozinheiro, e quatro serventes. O quadro de disciplinas ficou constituído pelas seguintes disciplinas: Leitura Escrita, Doutrina Cristã, Aritmética, Geografia, Geometria Elementar, Desenho Linear, Elementos de História, Português, Francês e Contabilidade. A execução deste decreto começou em 10 de agosto de 1868, quando passaram a ser nomeados os professores de desenho, de matérias secundárias e de articulação artificial, à medida em que existiam alunos para estas matérias. O ensino profissional realizado era somente o de horticultura.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Nesse ano de 1867 havia na instituição 16 alunos matriculados, 11 meninos e cinco meninas, sendo 11 pensionistas do Governo Imperial, três financiados por suas famílias e dois pela província do Rio de Janeiro.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1868, Tobias Rabello Leite, novo diretor da instituição, implantou uma nova dinâmica na instituição, dando ênfase ao ensino profissional dos surdos, como é possível observar no fragmento de seu relatório publicado em 1869:&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“O fim dos Institutos dos surdos-mudos não é formar homens de letras, como parece ter sido o pensamento do Regulamento n. 4.046 de 19 de dezembro de 1867; o fim único destes estabelecimentos é arrancar do isolamento, que embrutece, os infelizes privados do instrumento essencial para a manutenção e desenvolvimento das relações sociaes; é emfim converter em cidadãos úteis indivíduos que lhe pesão, e a damnificão involuntariamente. (.......). O ensino profissional é o complemento de todos os Institutos de surdos-mudos, e é dado atendidas as disposições physicas e aptidões, a todos, execpto aos poucos filhos de famílias abastadas que o recusão. (....); o ensino profissional não é só um beneficio para todos os que são educados em estabelecimentos como este, é também uma conveniência do Estado, pois que a instrucção litteraria sem uma profissão, e sem o habito do trabalho, seria um dom improfícuo, e muitas vezes funesto ao surdo-mudo, por sugerir-lhe idéias e esperanças incompatíveis com o seu estado. ”. (LEITE, 1869, p.4; p.6)&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Havia no estabelecimento, em 1868, 17 alunos, 13 do sexo masculino e 4 do sexo feminino, vindos de várias localidades: seis do Município neutro, dois da Província do Rio de Janeiro, um da Província da Bahia, um da Província do Rio Grande do Sul, dois da Província de São Paulo, um da Província do Maranhão, um da Província do Rio Grande do Norte, dois da Província do Paraná, e um da Província de Pernambuco. Entre estes, 14 eram mantidos pelo Governo Imperial, um pela Província do Rio de Janeiro e dois eram contribuintes (RELATORIO, 1869).&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Para o diretor Tobias Rabello Leite era importante ensinar aos alunos “uma linguagem que o ponha em relação com a sociedade em que vive. Esta linguagem póde ser escripta e vocal artificial. A preferencia entre estas duas linguagens é o ponto que se debate entre as duas escolas da Europa, a allemã e a franceza” (LEITE, 1869, p.5). &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Tobias Rabello Leite expressou muito de sua visão sobre a educação dos surdos em suas publicações como “Salva-guarda do surdo-mudo brasileiro” (Typographia Universal de E. &amp;amp; H. Laemmert, 1876)”, “Noticia do Instituto dos Surdos Mudos do Rio de Janeiro pelo seu diretor Tobias Leite” (Typographia Universal de E. &amp;amp; H. Laemmert, 1877), “Regimento Interno do Instituto dos Surdos-Mudos” (Typographia Nacional, 1877), e “Compendio para o ensino de surdos-mudos” (Typographia Universal de E. &amp;amp; H. Laemmert, &amp;amp;nbsp;1881. Também foi responsável pela tradução e adaptação de obras francesas, como do “Guide des instituteurs primaires pour comer l´éducation des sourds-muets, publié par ordre de Son Exc. M. le Ministre de l´Interieur” de Jean-Jaques Valade-Gabel (1801-1879), professor do Institut National des Sourds-Muets (Paris) e ex-diretor de um instituto para surdos-mudos em Bordeaux (França), publicado em 1863. A edição traduzida por Tobias Rabello Leite intitulou-se “Guia para os professores primários começarem a instrucção dos surdos-mudos por J. J. Valade Gabel”, publicada pela Typographia Universal de Laemmert, em 1874.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1870, sob a gestão de Tobias Rabello Leite, havia na instituição apenas 13 alunos, sendo dez pensionistas do Governo Imperial, dois da Província do Rio Grande do Norte e apenas um como contribuinte.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ainda, durante sua gestão, foi publicada a obra de Flausino José da Costa Gama (1851?- &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ), &amp;amp;nbsp;intitulada &amp;amp;nbsp;“Iconographia dos Signaes dos Surdos-Mudos”, publicada pela Typographia Universal de E. &amp;amp; H. Lammert em 1875. Flausino, surdo de nascença, havia ingressado aos 18 anos, em 1º de julho de 1869, como aluno pensionista no Imperial Instituto dos Surdos-Mudos de Ambos os Sexos. De 1871 a 1878 Flausino foi “repetidor” na instituição, função esta que significava “assistir à aula e depois repetir as lições do professor aos alunos que tinha sob a sua responsabilidade” (SOFIATO; REILY, 2011, p.628).&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A obra de Flausino José da Costa Gama apresentava 382 estampas que representavam os sinais usados para formação de um léxico e os verbetes que definiam cada sinal empregado. Essa obra é considerada o primeiro grande esforço em língua portuguesa de sistematização da linguagem de sinais utilizada na comunicação entre surdos-mudos. Tobias Rabello Leite, diretor do então denominado Instituto dos Surdos-Mudos, apoiou efetivamente essa publicação, tendo destacado no prefácio que a obra de Flausino José da Costa Gama tinha como objetivo “vulgarizar a língua dos signaes, meio predilecto dos surdos-mudos para a manifestação de seus pensamentos e mostrar o quanto deve ser apreciado um surdo-mudo educado” (LEITE apud GAMA, 1875). Embora muitos tenham ressaltado a originalidade da obra de Flausino, algumas pesquisas mais recentes destacaram a influência que a obra “L’Enseigment primaire des sourds-muets mis a la portée de tout le monde, avec une iconographie des signes” de Pierre Pélissier (1814-1863), professor de surdos-mudos na Institution Impériale de Paris, publicada em 1856, teve sobre a obra de Flausino José da Gama (SOFIATO; REILY, 2012). &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Por ocasião da saída de Flausino José da Costa Gama da instituição, em 1878, Tobias Rabello Leite lhe chamou de apóstolo do ensino de surdos-mudos:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“O instituto perdeu seu melhor discípulo que há 8 anos honrava suas cadeiras de mestre. O repetidor Flausino José da Costa Gama foi exonerado por portaria de 8 de Março por ter enlouquecido. Causas da sua vida familiar roubaram ao ensino de surdos-mudos no Brazil um apostolo, aos alunos do instituto um pai que dificilmente será substituido, e a sociedade um cidadão de virtudes”. (LEITE, 1878, p.6).&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em seu relatório, apresentado em março de 1871, o diretor Tobias Rabello Leite destacou que embora fosse grande o número de surdos-mudos no país, ainda era pequeno o nº de alunos de outras regiões do país matriculados no Imperial Instituto dos Surdos-Mudos de Ambos os Sexos:&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“O facto singular de não concorrerem alunos para o Instituto, nem mesmo para preencherem-se os 16 lugares de pensionistas do Estado, é determinado pelas seguintes causas: 1ª A ignorância, quase geral nas províncias. De que existe este Instituto; o que não é para admirar, poisque n´esta Côrte muitos ignoram não só o facto, hoje muito vulgar em todo o mundo, de ser surdo-mudo tão susceptível de educação como os falantes, mas até a existência deste Estabelecimento; &amp;amp;nbsp;2ª O serem os surdos-mudos, naquasi totalidade, filhos de famílias indigentes, ou de tão poucos meios, que não podem vencer as distancias que as separam da Côrte; 3ª A mal entendida compaixão que leva os pais desses infelizes a preferir vêl-os junto a si, embora mergulhados em hedionda ignorância, a entregal-os à autoridade, ou a alguém que os traga para o Instituto”. &amp;amp;nbsp;(LEITE, 1871, p.3-4)&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Tobias Rabello Leite ressalou, ainda, a importância de se implantar efetivamente o ensino profissional na instituição, e o papel da agricultura na formação profissional do surdo-mudo. A partir de 1871, além da horticultura, a instituição passou a contar também com uma oficina de sapateiro para os alunos.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A responsabilidade pela educação dos surdo-mudos, em instituições como o Imperial Instituto dos Surdos-Mudos de Ambos os Sexos, era preocupação do diretor Tobias Rabello Leite, como expressou em seu relatório apresentado em 1872:&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Si assim acontecer, morta ficará uma instituição que na Europa e nos Estados-Unidos da America merece a maior atenção pelos seus benéficos resultados, e que só no Brazil luta contra a ignorância de muitos, e contra a incredulidade de outros, que a julgam um luxo social para que não temos ainda proporções. (.....). Aos que pensam que a educação do surdo-mudo é obra de pura caridade, eu peço que comparem os males que o inculto faz á moral publica, com os benefícios que os educados trazem á sociedade em geral, e ao Estado em particular, e estou certo de que não deixarão de reconhecer que a educação do surdo-mudo é uma divida tanto mais sagrada do Estado, quanto é certo que nunca serão perdidos os dispêndios que com ella se fizerem. É verdade, reconheço, que, estando esses infelizes disseminados pela vasta extensão do paiz, não é possível dar-lhes educação sinão reunindo-os em internatos, e que a obrigação constitucional não vai até á manutenção de taes estabelecimentos, que exigem despesas tão avultadas que prejudicariam outros deveres públicos não menos imperiosos; mas essa será uma razão para procurarem-se com mais afinco os meios de conciliar o cumprimento da promessa constitucional com a deficiência das rendas publicas, mas nunca para negar-se o dever, e desatender-se a conveniência do Estado em educar aquelles súbditos, que por suas circumstancias especiaes são, si é possível, por isso mesmo ainda mais dignos da solicitude dos Poderes Publicos”.&amp;amp;nbsp;(LEITE, 1872, p.3)&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;De acordo com os dados censitários colhidos em 1920, e apresentados posteriormente no 1º Congresso Brasileiro de Eugenia por José Luiz Sayão de Bulhões Carvalho, médico demografista e Diretor Geral de Estatística, havia no Brasil, em 1872, em termos de números absolutos, 11.595 surdos-mudos (7.157 homens e 4.438 mulheres) distribuídos pelas diversas regiões do país (CARVALHO, 1929).&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O decreto nº 5.435, de 15 de outubro de 1873, que aprovou o regulamento definitivo do Imperial Instituto dos Surdos-Mudos de Ambos os Sexos, que vigorou até o ano de 1901, estabeleceu que:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Art. 1º O Instituto dos Surdos-mudos tem por fim ministrar-lhes instrucção litteraria, educação moral e ensino profissional, o qual será regulado por instrucções especiaes, organizadas pelo Director e approvadas pelo Commissario de Governo.&amp;lt;br/&amp;gt; Art. 2º Será dirigido por um Director subordinado ao Ministro do Imperio, que exercerá inspecção suprema do Estabelecimento por si ou por um Commissario de sua nomeação, ao qual todos os empregados serão subordinados, e que visitará o Instituto sempre que entender conveniente, procedendo a todos os exames e inqueritos que o bem do serviço exigir, assistindo aos exames, ás lições e ao refeitorio, e presidindo aos concursos de que trata o art. 7º&amp;lt;br/&amp;gt; Art. 3º Além do Director o Instituto terá os seguintes empregados:&amp;lt;br/&amp;gt; 1 Capellão e Professor de Religião.&amp;lt;br/&amp;gt; 2 Professores de linguagem escripta.&amp;lt;br/&amp;gt; 1 Dito de linguagem articulada, e leitura sobre os labios.&amp;lt;br/&amp;gt; 1 Dito de mathematicas, geographia, e historia do Brasil.&amp;lt;br/&amp;gt; 1 Dito de desenho.&amp;lt;br/&amp;gt; 1 Medico.&amp;lt;br/&amp;gt; 1 Escripturario e Agente.&amp;lt;br/&amp;gt; 1 Roupeiro e Despenseiro.&amp;lt;br/&amp;gt; 1 Inspector para cada turma de 25 alumnos.&amp;lt;br/&amp;gt; 1 Mestre de gymnastica.&amp;lt;br/&amp;gt; Serventes.&amp;lt;br/&amp;gt; O Director, o Capellão, os Professores, o Agente e o Medico serão de nomeação do Governo; os demais empregados serão nomeados pelo Director.&amp;lt;br/&amp;gt; Art. 4º Todos os empregados do Estabelecimento são subordinados ao Director, e cumprirão os deveres que lhes são prescriptos no Regimento interno, organizado pelo mesmo Director e approvado pelo Commissario do Governo.&amp;lt;br/&amp;gt; Art. 5º Os empregados do Instituto perceberão os vencimentos marcados na tabella annexa.&amp;lt;br/&amp;gt; Art. 6º O Director, os Inspectores e o Roupeiro residirão no Instituto.&amp;lt;br/&amp;gt; Art.7º Os Professores de linguagem escripta serão meados por concurso entre os Repetidores. Na falta de Repetidores com a idoneidade necessaria poderão ser nomeados os que, habilitados para Professor de instrucção primaria do Municipio da Côrte, mostrarem pela pratica no Instituto durante seis mezes que reunem as condições indispensaveis ao ensino do surdo-mudo.&amp;lt;br/&amp;gt; (....................................................................................................................).&amp;lt;br/&amp;gt; Art. 13. Haverá no Instituto um Repetidor para cada cadeira de linguagem escripta, e um para a cadeira de mathematicas, de geographia e historia.&amp;lt;br/&amp;gt; (...................................................................................................................).&amp;lt;br/&amp;gt; Art. 18. Os alumnos serão internos ou externos. O numero dos primeiros é limitado a 100. Os internos pagarão a pensão de 500$000 por anno, e trarão enxoval marcado no Regimento interno; os externos são gratuitos.&amp;lt;br/&amp;gt; Art. 19. O Governo poderá mandar admittir até 30 alumnos como pensionistas gratuitos.&amp;lt;br/&amp;gt; Este favor será concedido de preferencia: 1º aos desvalidos, 2º aos filhos de pequenos lavradores residentes longe da Côrte, 3º aos filhos de militares, 4º aos de empregados publicos que contarem mais de 10 annos de serviço.&amp;lt;br/&amp;gt; Art. 20. Os alumnos mantidos pelas Provincias serão considerados contribuintes e recebidos á vista de requisição dos Presidentes, que a poderão fazer directamente ao Director.&amp;lt;br/&amp;gt; (................................................................................................................).&amp;lt;br/&amp;gt; Art. 26. A instrucção litteraria consistirá no ensino da lingua portugueza, da arithmetica com suas applicações praticas, comprehendido o systema metrico de pesos e medidas, dos elementos de geometria e agrimensura; da geographia e historia do Brasil.&amp;lt;br/&amp;gt; (.................................................................................................................)&amp;lt;br/&amp;gt; Art. 33. Serão estabelecidas no Instituto as officinas que o Governo julgar convenientes.&amp;lt;br/&amp;gt; Estas officinas serão dirigidas por artistas dos Arsenaes de Guerra ou de Marinha, ou contractados pelo Director como fôr mais conveniente.&amp;lt;br/&amp;gt; Art. 34. Todos os alumnos são obrigados a aprender o officio ou arte que lhe fôr designada. Na designação do officio ou arte a que os alumnos devam ser applicados o Director attenderá ao estado physico, e quanto seja possivel, aos desejos da familia do alumno.(...................................................).”(BRASIL, 1873).&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Este regulamento de 1873 determinou, ainda, que todos os alunos fossem obrigados a aprender uma arte ou ofício mecânico, e que a metade da importância advinda dos trabalhos realizados pelos alunos era recolhida à Caixa Econômica para lhes ser entregue, com juros, quando terminassem sua educação. Outro aspecto importante, também estabelecido por este regulamento, foi a nomeação de um médico e de um mestre de ginástica exclusivos para o estabelecimento.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Imperial Instituto dos Surdos-Mudos de Ambos os Sexos, desde sua criação, acolheu tanto alunos quanto alunas surdas-mudas, mas no ano de 1873 o Governo Imperial decidiu pela suspensão da entrada de meninas, alegando os inconvenientes que sua presença poderia causar no ambiente da instituição (MINISTERIO, 1898).&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No relatório de Tobias Rabello Leite, diretor da instituição, apresentado em 31 de março de 1874, foi comentada a interrupção do recebimento de meninas naquele estabelecimento:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Não havendo no predio em que está o Instituto accomodações para empregados e alunos de ambos os sexos, com a separação completa que a nossa educação e hábitos exigem, não era prudente deixar que aquellas alumnas atingissem a idade de dezoito anos marcada pelo Regulamento para os alunos sahirem do estabelecimento, tenham ou não concluído sua educação. Sendo portanto forçoso despedir aquellas quatro alunas, pareceu também inevitavel adiar depois das férias o recebimento da que restava, e das que por ventura apparecessem pretendendo matricular-se, até que o Governo dispuzesse de um predio aproriado a um internato mixto, ou fosse habilitado pelo Poder Legislativo a fundar um estabelecimento especial para surdas-mudas” (LEITE, 1874, p.3-4).&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No então denominado Instituto dos Surdos-Mudos, havia, em 1874, duas oficinas, a de sapataria e a de encadernação. Nas oficinas de encadernação eram encadernados livros e na horticultura eram cultivadas plantas brasileiras.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O diretor Tobias Rabello Leite, em seu relatório apresentado em 19 de março de 1875, ressaltou que como muitos duvidavam da existência de um número expressivo de surdos-mudos no país e da eficácia dos meios utilizados para educá-los, seria importante apresentar um quadro com os dados sobre os surdos-mudos no Brasil:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
{| align=&amp;quot;center&amp;quot; border=&amp;quot;1&amp;quot; cellpadding=&amp;quot;1&amp;quot; cellspacing=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;width: 654px;&amp;quot;&lt;br /&gt;
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| colspan=&amp;quot;8&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center; width: 644px;&amp;quot; | &#039;&#039;&#039;Mappa dos surdos-mudos existentes no Imperio, extrahido dos trabalhos da Repartição da Estatistica&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
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| style=&amp;quot;width: 130px;&amp;quot; | ---------------&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 134px;&amp;quot; | Sergipe&lt;br /&gt;
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| style=&amp;quot;width: 130px;&amp;quot; | 13&lt;br /&gt;
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| style=&amp;quot;width: 83px;&amp;quot; | Completa&lt;br /&gt;
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| style=&amp;quot;width: 83px;&amp;quot; | Completa&lt;br /&gt;
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| style=&amp;quot;width: 83px;&amp;quot; | 144&lt;br /&gt;
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| style=&amp;quot;width: 83px;&amp;quot; | Completa&lt;br /&gt;
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| style=&amp;quot;width: 57px;&amp;quot; | 2.870&lt;br /&gt;
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|-&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 134px;&amp;quot; | Goyas&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 58px;&amp;quot; | 419&lt;br /&gt;
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| colspan=&amp;quot;1&amp;quot; rowspan=&amp;quot;2&amp;quot; style=&amp;quot;width: 83px;&amp;quot; | Completa&lt;br /&gt;
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|-&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 134px;&amp;quot; | Somma&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 58px;&amp;quot; | 5.542&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 64px;&amp;quot; | 3.123&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 79px;&amp;quot; | 595&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 71px;&amp;quot; | 470&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 57px;&amp;quot; | 9.730&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Fonte:&#039;&#039;&#039; LEITE, 1875, p.2&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ainda neste relatório de 1875, Tobias Rabello Leite apresentou dados comparativos sobre a proporção dos surdos-mudos em outros países: Suíça, 1 surdo-mudo para 503 habitantes; Sardenha 1 surdo-mudo para 769 habitantes; França, 1 surdo-mudo para 1.269 habitantes; Prússia, 1 surdo-mudo para 1.344 habitantes; Baviera, 1 surdo-mudo para 1.388 habitantes; Suécia, 1 surdo-mudo para 1.528 habitantes. &amp;amp;nbsp;Os dados referentes ao Brasil eram distintos: Santa Catarina, 1 surdo-mudo para 354 habitantes; Mato Grosso, 1 surdo-mudo para 375 habitantes; Paraná, 1 surdo-mudo para 700 habitantes; Ceará, 1 surdo-mudo para 1.131 habitantes; Município Neutro, 1 surdo-mudo para 1.135 habitantes; Rio Grande do Norte, 1 surdo-mudo para 1.180 habitantes. Estes dados, segundo Tobias Leite, o levaram a concluir que o Brasil apresentava os números mais expressivos.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O regimento interno do então denominado Instituto dos Surdos-Mudos, que foi aprovado pelo Aviso de 1º de fevereiro de 1877, e alterado posteriormente pelo Aviso de 5 de fevereiro de 1881, descreveu a divisão do serviço, deveres e atribuições dos empregados da instituição. O Aviso definiu que o serviço interno da instituição, sob a direção do diretor, era dividido em dois ramos, o econômico, desempenhado pelo agente e dispenseiro, pelo escriturário e roupeiro, e pelos serventes, e o instrutivo, pelos professores e repetidores (BRASIL, Aviso, 1881).&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Tobias Rabello Leite, em seu relatório apresentado em 6 de abril de 1878, registrou que o Instituto dos Surdos-Mudos havia recebido um diploma conferido pelo júri da Centennial Exhibition, realizada na Filadélfia de 10 de maio a 10 de novembro de 1876, pelos livros de lições de linguagem escrita proferidas em 1874 pelo professor Joaquim José de Menezes Vieira, e que haviam sido copiadas em quatro volumes pelo aluno Antonio Manoel de Andrade.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Joaquim José de Menezes Vieira (1848-1897), que foi professor do Instituto dos Surdos-Mudos entre 1872 e 1889, era formado em humanidades, e em medicina na&amp;amp;nbsp;[[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], onde se especializou em doenças do ouvido, e foi diretor do Pedagogium, museu pedagógico fundado em 1890, e fundador do Collegio Menezes Vieira, estabelecido em 1875 no Rio de Janeiro. Foi o inventor, em 1882, do aparelho grafoscópio destinado a facilitar o ensino da leitura, da escrita, do cálculo e desenho, e autor do livro “Ensino pratico da língua materna: segundo o plano da obra Méthode d’enseignement aux sourds muets par les frères de St. Gabriel”, publicado em 1885, e noticiado por Marius Dupont (1857-1940), professor do Institut National des Sourds-Muets (Paris), na Revue Internationale de l´Enseignement des Sourds-Muets (DUPONT, 1886).&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1878, foi criado um Museu escolar no Instituto dos Surdos-Mudos, constituído inicialmente por uma coleção de objetos de madeira doados por D. Pedro II, e instalado em algumas salas da própria instituição. O Museu era dividido em quatro partes: Utensílios domésticos feitos de madeira; Produtos vegetais que formam a alimentação do homem sob as diversas formas que são consumidos; Produtos vegetais necessários ao bem-estar do homem; e Produtos animais de que se serve o homem para o seu bem-estar (RELATÓRIO, 1878). Em 1881 o Museu escolar reunia mais de 3.000 objetos para o ensino intuitivo (&#039;&#039;Almanak&#039;&#039;, 1881).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No relatório do diretor do Instituto dos Surdos-Mudos, Tobias Rabello Leite, apresentado em 12 de abril de 1880, ao referir-se ao Museu Escolar, destacou sua importância por entender que “nas mãos de um professor ilustrado e zeloso o Museu escolar não se presta só no ensino da nomenclatura, usos e utilidade dos objetos que o compõe, presta-se pelo methodo intuitivo a dar de quasi todas as sciencias noções ao alcance da compreensão dos meninos, e que lhes são de muito proveito não só para sua educação moral como para as necessidades da vida” (LEITE, 1880, p.6).&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Conforme os ofícios encaminhados por diretores da instituição, como Tobias Rabello Leite, inúmeros livros da Biblioteca Nacional foram encadernados, entre 1881 e 1899, na oficina de encadernação da instituição (OFFICIOS, 1878). &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Governo Imperial autorizou em 1883, por meio do Aviso de 9 de fevereiro, o diretor do Instituto dos Surdos-Mudos a ensaiar o ensino da ‘linguagem articulada” naquela instituição.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O professor Joaquim José de Menezes Vieira, que havia estudado na Europa os métodos empregados no ensino da “linguagem articulada”, foi incumbido pelo diretor Tobias Rabello Leite a promover o aprofundamento do ensino de “linguagem articulada”. Joaquim José de Menezes Vieira foi condecorado, em 1891, como Officier d´Académie pelo governo francês (DISTINCTION, 1891).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 13 de agosto de 1884, por meio da Decisão de nº 20, o Governo Imperial determinou as instruções para o funcionamento do curso norma destinado a habilitar os professores para o ensino dos surdos-mudos por meio da palavra articulada e leitura sobre os lábios. O curso, que seria realizado no Instituto dos Surdos-Mudos, foi dividido em três séries:&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“1ª serie – Objecto da pedagogia; suas divisões. Educação physica. Noções geraes de anatomia e physiologia humana. Estudo particular do aparelho da voz e da palavra. Hygiene geral e escolar.&amp;lt;br/&amp;gt; 2ª serie – Noções elementares de psychologia experimental. Culura das faculdades. Methodologia geral. Methodologia especial para o ensino do surdo-mudo. Educação moral. Disciplina, organização dos collegios, institutos e escolas para surdos-mudos.&amp;lt;br/&amp;gt; 3ª serie – Esboço histórico da pedagogia. Historia da sciencia e da arte de educar surdos-mudos”. (BRASIL. Decisão, 1883, p.26)&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pela Portaria de 4 de janeiro de 1884, o Ministério do Império deu instruções para a realização do concurso da cadeira de linguagem escrita do 1º e 2º ano do Instituto dos Surdos-Mudos, no qual só poderiam participar os repetidos da instituição. E a Portaria de 2 de junho de 1884 nomeou Antonio Joaquim de Moura e Silva para reger interinamente esta disciplina.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1887, foi noticiado na &#039;&#039;Revue Française de l´Éducation des Sourds-Muets&#039;&#039;, dirigida por Adolphe Béranger (1857-1939), professor do Institut National des Sourds-Muets (Paris), a publicação do livro de Tobias Rabello Leite intitulado “Noticia do Instituto dos Surdos-Mudos do Rio de Janeiro (Notice sur &amp;amp;nbsp;l&#039;Institution des Sourds-Muets de Rio de Janeiro)”, de 1887 (TOBIAS, 1887).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No relatório do Ministro e Secretário de Estados dos Negócios do Império, Barão de Mamoré, publicado em 1887, foi informado que desde 1874 havia cessado o ensino o sexo feminino por inexistirem no prédio acomodações separadas para empregados e alunos de ambos os sexos. Relatou, ainda, que para que as alunas surdas-mudas não continuassem sem “os benefícios da cultura moral, intelectual e profissional”, era necessário que o Governo Imperial adequasse a instituição à educação mista ou criasse um estabelecimento especial (RELATORIO, 1887).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O diretor do instituto, Tobias Rabello Leite, encaminhou, em 14 de dezembro de 1889, um ofício ao Ministro do Interior, Aristides da Silveira Lobo, no qual comentou sobre o pouco êxito do método de “linguagem articulada”, pois os alunos que haviam frequentado apenas as aulas de linguagem articulada, em virtude do Aviso de 9 de fevereiro de 1883, haviam adquirido pouca instrução, tendo em vista o fato de que, nos dois primeiros anos, haviam tido somente os exercícios preparatórios ou ginásticos que precediam ao ensino pela palavra. E, que os demais alunos, tinham adquirido um adiantamento notável, porque desde o primeiro dia aprendiam a associar à pessoa os objetos e as ações com a sua expressão gráfica. Em decorrência do exposto, o Ministro decidiu, em ofício de 26 de dezembro de 1889, revogar o Aviso de 1883, e estabelecer que todos os alunos deviam frequentar as aulas de linguagem escrita, e que somente seriam matriculados na de linguagem articulada aqueles alunos que tivessem aptidão comprovada pelo diretor do instituto e professor da cadeira (HONROSO, 1889).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O professor Joaquim José de Menezes Vieira jubilou-se em 1890 e o outro professor de “linguagem articulada”, Joaquim Borges Carneiro, foi transferido para a cadeira de matemática, ficando assim suspenso o ensino de articulação.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em decorrência da Proclamação da República, e a consequente separação entre Estado e Igreja, em 1890 foi suprimida a vaga de capelão e de professor de religião no então denominado Instituto Nacional de Surdos Mudos.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Segundo o relatório de João Barbalho Uchôa Cavalcanti, Ministro de Estado dos Negócios da Instrução Pública, Correios e Telégrafos, apresentado em maio de 1891, em 1890 haviam na instituição 30 alunos gratuitos apoiados pelo Governo, e nenhum aluno contribuinte. Estes alunos eram naturais de: Capital Federal (10), Minas Gerais (6), Rio de Janeiro (5), São Paulo (3), Bahia (1), Paraná (1) e Portugal (4).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O ensino literário, no ano de 1890, era constituído pelas cadeiras de “linguagem escrita” do 1º e 2º anos, com o professor efetivo Antonio Joaquim de Moura e Silva, do 3º e 4º anos com o professor interino Candido Jucá, pela cadeira de matemática regida por José Rabello Leite Sobrinho, e pela de “linguagem articulada” com o professor Joaquim Borges Carneiro (RELATORIO, 1891).&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1893, ainda na gestão de Tobias Rabello Leite, o instituto tinha 36 alunos, sendo 34 brasileiros e dois portugueses, e somente um era contribuinte. Devido às condições de epidemia na cidade, as aulas se iniciaram somente em 15 de abril, mas seguiram regularmente até 30 de novembro de 1893. As oficinas seguiram funcionando, sendo a oficina de sapateiro considerada, pelo diretor, a mais vantajosa para o Estado e para os alunos, pois “se o calçado para os alunos fosse comprado no mercado, a despeza seria tripla da que se faz; para os alunos, porque é officio que eles podem exercer em qualquer parte que estejam” (RELATORIO, 1893, p.209). O ensino agrícola, para o qual o diretor há muito solicitava recursos, encontrava-se limitado ao cultivo de café, algodão, cana, cacau e cereais.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No ano seguinte tanto a oficina de encadernação quanto a de sapateiro prosseguiram funcionando, embora o ensino agrícola tenha sido suspenso por falta de pessoal para acompanhar os alunos na chácara durante os trabalhos.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No ano de 1895 a disciplina de “linguagem articulada” foi restabelecida com a nomeação do professor Candido Jucá, por meio do decreto de 21 de março de 1895. Neste ano matricularam-se apenas cinco alunos novos, totalizando 32 alunos na instituição, apesar de todos os esforços do Governo em expedir avisos às autoridades dos demais Estados para que estes estimulassem a vinda de surdos-mudos sem recursos (RELATORIO, 1896).&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ainda no ano de 1895, Antonio Joaquim de Moura e Silva, professor de linguagem escrita do Instituto Nacional de Surdos-Mudos, viajou para a França para estudar o ensino e a “linguagem articulada” no Institut National des Sourds-Muets, em Paris. Retornou em 1896 e apresentou o relatório, intitulado “Surdos-Mudos capazes de articular e Meios Práticos de lhes dar a Palavra e, com ella, o Ensino”, ao diretor da instituição, no qual descreveu suas observações colhidas durante a estadia em Paris (SOARES, 2014).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ao longo de 28 anos à frente da instituição, Tobias Rabello Leite implementou importantes mudanças, buscando a transformação daquele estabelecimento considerado um “asilo de surdos” em um espaço de ensino especial e sobretudo profissionalizante para a população surda. O diretor Tobias Rabello Leite faleceu em agosto de 1896, e foi sucedido na direção da instituição por Joaquim Borges Carneiro, interinamente, e depois por João Paulo de Carvalho.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Entre os anos de 1862 e 1895 o instituto formou 97 alunos, entre os quais alguns tornaram-se agricultores, outros sapateiros ou encadernadores.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Na gestão de João Paulo de Carvalho a frente do Instituto Nacional de Surdos Mudos, de 1897 a 1903, foi aprovado um novo regulamento para a instituição por meio do decreto nº 3.964 de 29 de março de 1901. Neste novo regulamento foi mantido o plano de estudos instituído pelo regulamento de 1873, foi criada mais uma vaga de professor repetidor, passando para quatro no total e ampliado para 35 o número de alunos aceitos gratuitamente na instituição, além de ter criado a oficina tipográfica, responsável pela impressão de diversos materiais para entidades públicas e privadas (ROCHA, 2007, p.51).&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;João Paulo de Carvalho, em sua gestão, procurou equiparar a instituição a instituições europeias e norte-americanas, especialmente no que se referia à questão do domínio pelos alunos da “palavra articulada”, por meio do restabelecimento da cadeira de “linguagem articulada” e leitura sobre os lábios, que não funcionava desde 1889. Neste sentido, em 4 de dezembro de 1897 na solenidade de distribuição de prêmios aos alunos que se destacaram naquele ano no Instituto Nacional de Surdos Mudos, João Paulo de Carvalho em seu discurso apresentou um histórico da educação dos surdos-mudos, e destacou a importância da aquisição da “linguagem articulada” e do trabalho realizado na instituição:&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Do que precede-se conclue que o Instituto do Rio de janeiro, tendo adoptado o sistema combinado ou mixto, colocou-se ao nível dos estabelecimentos congêneres mais adeantados, tanto mais quanto allia ao ensino literário o ensino profissional fornecido em oficinas bem montadas, que tereis ocasião de visitar. Os resultados colhidos até hoje são já dignos de nota. (........). Fundada em 1856, (......), tem o Instituto do Rio de janeiro educado 103 alumnos que, de analfabetos (........) se transformaram em homens de certa instrucção relativa, capazes de adquirir facilmente conhecimentos geraes, sabendo ler, escrever e contar, possuindo noções suficiente de desenho, e com profissão que lhes assegura a subsistência independente” (INSTITUTO, 1897, p.2).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ainda neste discurso em 1897, João Paulo de Carvalho apresentou alguns dados sobre o cenário do ensino de surdos-mudos no mundo:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Há em todo o mundo 474 escolas de surdos-mudos, com 3.855 professores e 33.000 discipulos, assim distribuídos: 357 na Europa, 100 na America do Norte, 5 na Asia, 5 na Africa, 4 na Australia e 3 na America do Sul. Destas uma, em Buenos Aires, uma em Santiago do Chile, e a nossa” (INSTITUTO, 1897, p.2).&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1898 o Instituto Nacional de Surdos Mudos, que tinha então 35 alunos, restabeleceu a aula de “linguagem articulada”, suspensa desde 1889, e ministrava, além da educação literária, o ensino profissional. Seu curso tinha seis anos, durante os quais o aluno aprendia a ler e escrever a língua materna, a aritmética, a geometria, a geografia e a história do Brasil. E nas áreas de ensino profissional tinha uma oficina de sapateiro e uma de encadernação, além da horticultura.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Mas segundo o relatório do Ministro da Justiça e Negócios Interiores, Amaro Cavalcanti, em 1898, o estado do estabelecimento era lastimável pois “habilitado com o pessoal docente e material de que dispõe, a receber de 50 a 60 alumnos, só possam ser admitidos, quando parece certo que em todo o território do paiz há cêrca de doze mil surdos-mudos sem educação” (RELATORIO, 1898, p. 369). &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O acervo do Museu escolar do Instituto Nacional de Surdos Mudos foi incrementado, em 1899, com um microfonógrafo, recente descoberta do médico e inventor suíço François Dussaud (1870-1953), um espirômetro de Mattieu e com outros aparelhos para o ensino da linguagem articulada (RELATORIO, 1899). Neste ano, o acervo da biblioteca, que se encontrava em organização, recebeu também importantes revistas estrangeiras, como o &#039;&#039;Journal des Sourds-Muets&#039;&#039; e o &#039;&#039;American-Annals of the Deaf and Dumb&#039;&#039;.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;João Paulo de Carvalho, diretor do Instituto Nacional de Surdos Mudos, foi designado delegado para representar o Brasil no Congrès International pour l´étude des Questions d´Education et d´Assistance des Sourds-Muets, realizado de 6 a 8 de agosto de 1900, no Palais des Congrès de l´Exposition Universelle, em Paris.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1901 foi promulgado o decreto nº 3.964, de 23 de março, que aprovou um novo regulamento para o Instituto Nacional de Surdos-Mudos, e definiu que a instituição tinha “por fim instruir e educar as crianças privadas da audição e da palavra articulada, dando-lhes instrucção litteraria e ensino profissional” (BRASIL, 1901, p.1). Este regulamento manteve o plano de estudos definido em 1873, criou mais uma vaga de professor repetidor, e ampliou o nº de alunos internos gratuitos para 35.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Segundo o Relatório do Ministério da Justiça e Negócios Interiores, apresentado em março de 1902, havia sido inaugurada no Instituto Nacional de Surdos Mudos, em 1901, uma tipografia, transferida da Brigada Policial, na qual passaram a trabalhar 11 alunos (RELATORIO, 1902).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O método de ensino para a instrução dos alunos adotado ainda na instituição na gestão de João Brazil Silvado, em 1903, continuava a ser o “mixto” ou “combinado”, a linguagem articulada e a leitura super-labial. O ensino profissional era realizado em três oficinas, a de encadernação, a de sapateiro e a tipográfica. As aulas de educação física eram realizadas apenas uma vez por semana, embora o ex-diretor da instituição, João Paulo de Carvalho, as considerasse insuficientes, por entender que estas aulas deviam visar “principalmente o desenvolvimento dos músculos do thorax e das forças respiratórias, de modo a ampliar a capacidade vital dos pulmões” (RELATORIO, 1903, p.246).&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No Relatório do Ministério da Justiça e Negócios Interiores, apresentado em março de 1904, foi destacada a inserção profissional de ex-alunos do Instituto Nacional de Surdos Mudos, como a de Joaquim Silva, trabalhando como desenhista na Inspeção Geral de Obras Públicas, e a de &amp;amp;nbsp; Jeronymo dos Santos na Companhia Edificadora (RELATORIO, 1904).&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1904, por meio do decreto nº 1.299, de 19 de dezembro de 1904, foi estendido aos professores do Instituto Nacional de Surdos Mudos e do [[INSTITUTO_BENJAMIN_CONSTANT|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Benjamin Constant&amp;lt;/u&amp;gt;]] o acréscimo de vencimentos que havia sido concedido anteriormente, em 1890 e 1892, aos professores do Gymnasio Nacional (posteriormente denominado Collegio Pedro II).&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O diretor João Brazil Silvado nomeou, em 1905, para repetidor seu filho, João Brazil Silvado Junior, o qual viria a fundar em 24 de maio de 1913 a Associação Brasileira dos Surdos Mudos (ABSM) nas dependências do Instituto Central do Povo, que era uma associação filantrópica fundada pelo missionário metodista norte-americano Reverendo Hugh Clarence Tucker (1857-1956) em 1906.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Na Exposição Nacional realizada em 1908, no Rio de Janeiro, foram expostos livros que haviam sido encadernados nas oficinas do Instituto Nacional de Surdos Mudos, pelos quais foi conferida uma medalha de ouro à instituição.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 18 de fevereiro de 1908 foi aprovado o regimento interno do Instituto Nacional de Surdos-Mudos, e em 19 de março deste mesmo ano, foi promulgado o decreto nº 6.892, estabelecendo um novo regulamento para a instituição. Este regulamento de 1908 suspendeu a oficina de tipografia, criou mais uma cadeira de linguagem escrita, estabeleceu um outro posto de escriturário e aumentou para 40 o número de vagas gratuitas na instituição.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Um dos destaques da gestão de Custódio José Ferreira Martins, entre 1907 e 1930, foi a ampliação das dependências da instituição, localizada então na Rua das Laranjeiras. As obras de expansão do prédio foram realizadas por Poley Ferreira &amp;amp; Companhia, tendo sido iniciadas em 23 de julho de 1913 e concluídas em 1915, A ampliação gerou um grande espaço ocioso no estabelecimento, e em razão disso diversas repartições públicas passaram a utilizar também este espaço. Em 1924 funcionou provisoriamente naquele local o Juízo de Menores, e posteriormente também a Escola Nacional de Educação Física e Desportos, fundada em 1939 (ROCHA, 2009).&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O decreto nº 9.198 de 12 de dezembro de 1911, que conferiu um novo regulamento à instituição, determinou a retomada do sistema oral puro, em substituição ao método misto até então adotado, em todas as disciplinas, e que a instituição seria dividida em duas seções, uma masculina e uma feminina, que teriam o mesmo regime econômico e administrativo e professores, mas funcionariam em distintos edifícios. Por este regulamento, o curso literário teria seis anos e seria composto ensino da linguagem articulada e leitura sobre os lábios, ensino de matemática, geografia e história do Brasil, ensino de desenho, e ensino de modelagem. No ensino profissional compreenderia, além deste ofício de modelagem, os de encadernador, de dourador, de sapateiro e de ginástica.&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; O ensino profissional ainda funcionava plenamente, em 1912, nas oficinas do Instituto Nacional de Surdos Mudos, tendo obtido como resultados a encadernação de 7.685 volumes, a fabricação de 173 pares de sapatos e de 96 meias solas, todos estes destinados aos alunos (RELATORIO, 1912).&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;gt;Em 1915 o Instituto Nacional de Surdos Mudos tinha 51 alunos, sendo 40 pensionistas e dois contribuintes, e em 1921 haviam 30 alunos, todos pensionistas.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O decreto nº15.014, de 21 de setembro de 1921, suprimiu uma das cadeiras de linguagem articulada e leitura sobre os lábios, pois, tendo em vista o reduzido número de alunos matriculados, era conveniente a redução do pessoal docente do Instituto Nacional de Surdos-Mudos. E em 19 de outubro daquele ano, foi promulgado o decreto nº 15.054, &amp;amp;nbsp;que suprimiu um dos postos de repetidor, em função da supressão das cadeiras de linguagem articulada e leitura sobre os lábios efetivada pelo decreto anterior. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;De acordo com o Relatório do Ministério da Justiça e Negócios Interiores, apresentado em abril de 1922, ainda era pequeno o número de alunos aptos ao ensino pelo sistema oral puro, sendo então necessária a partir de então a substituição pelo método de ensino combinado de linguagem oral e escrita, adotado anteriormente na instituição (RELATORIO, 1922). O gabinete dentário e o consultório médico foram efetivamente instalados em 1923.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ainda na gestão do diretor Custódio José Ferreira Martins, em 1925, funcionavam na instituição apenas duas oficinas, a de sapataria e a de encadernação. &amp;amp;nbsp;Sua gestão foi bastante criticada especialmente na imprensa, tendo sido publicada, em março de 1931, uma matéria no periódico &#039;&#039;Diario Carioca&#039;&#039;, denunciando as péssimas condições em que se encontrava aquele estabelecimento após sua administração:&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Synecurista impiedoso, o diretor Custodio Martins deixou que corresse ao léo o Instituto, ultimamente transformado em casa de pensão para alguns rapazes amigos, que ajudavam o administrador a dar ás verbas a forma fagueira dos corpos gazosos, emquanto, abandonados, sem assistência medica, sem roupa, sem escovas de dentes, sem sabão para o banho, os pequeninos párias ali internados viviam reclusos numa sala, num abandono devéras revoltante, só não morrendo á mingua porque deles se apiedavam alguns professores e funcionários conscientes, que mais não faziam porque a todas as iniciativas bemfazejas se opunha, empregando a força da inercia, o diretor”. (ADMNISTRADOR, 1931, p.12).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi nomeado, em 1930, como diretor da instituição, o médico otologista Armando Paiva de Lacerda, especialista na reeducação auditiva. Paiva de Lacerda, em matéria publicada no &#039;&#039;Diario Carioca&#039;&#039;, em março de 1931, assim descreveu a situação em que se encontrava a instituição quando assumiu sua direção:&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Quando assumi a direção do Instituto – disse-nos – encontrei desde o surdo-mudo verdadeiro até o imbecil, em franca promiscuidade, inutilizando qualquer esforço em beneficio do bom andamento do ensino, que deve, aliás, seguir os dois methodos: o escripto e o oral, sem que tenham contacto os alunos de um e de outro, para não haver a contaminação da mimica. Quando o Instituto deixar de ser o que actualmente é, um asylo pobre para surdos-mudos, será dividido em dois departamentos: o oral e o silencioso. O oral será destinado aos semi-surdos, semi-mudos e surdos completos de inteligência normal, entrados antes dos 9 annos de edade. O departamento silencioso, onde se empregará o methodo escripto, sem mimica, receberá os mudos completos de mais de 9 annos de edade, e os atrasados mentaes, que nenhum proveito obtém do ensino oral. (.......) Além disso, pretendemos criar a clinica otológica, reorganizar o serviço medico, no qual se estabelecerá a “ficha” completa do alumno, com a inspecção geral, anthropometrico, o exame de capacidade metal, e da capacidade auditiva”. (ADMINISTRADOR, 1931, p.12).&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Durante a gestão de Armando Paiva de Lacerda foi reorganizado o serviço médico, criada uma clínica otorrinolaringológica, e instituída a ficha individual médico-pedagógica para seleção de alunos e registro da vida escolar.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A escritora e professora Cecília Benevides de Carvalho Meirelles (Cecília Meirelles) publicou, em 1931, uma série de matérias na seção “Página de Educação”, que dirigia no periódico &#039;&#039;Diario de Noticias&#039;&#039;, as quais versavam sobre os institutos de proteção e educação especializada existentes no país. A escritora assim se expressou em sua matéria em 11 de fevereiro de 1931:&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Esta Pagina, que tem feito sempre o elogio dos administradores moços de espirito – dos moços realmente trabalhadores e intelligentes – sabendo que o ministro Francisco de Campos se interessava pela reorganização do Instituto Nacional de Surdos-Mudos, e conhecendo a capacidade do seu jovem e illustre director, immediatamente procurou conhecer o seu plano de reforma”. (MEIRELLES (a), 1931, p.7)&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Na segunda matéria, publicada em 12 de fevereiro de 1931, Cecília Benevides de Carvalho Meirelles relatou sua visita ao Instituto Nacional de Surdos-Mudos, na rua das Laranjeiras nº82, e sua entrevista com o diretor Armando Paiva de Lacerda. Este, logo no início do encontro, teria destacado que, embora o prédio da instituição fosse grande, na realidade o Instituto Nacional de Surdos-Mudos ocupava somente a ala esquerda, e que ali também funcionavam o Juizo de Menores, a Policia de Fócos do 1º Distrito e a Comissão Rondon. Cecília Benevides de Carvalho Meirelles relatou, ainda, que após o diretor Paiva de Lacerda ter mostrado a instituição, ela pode constatar que a mesma tinha poucos alunos internados, pois muitos deles, cerca de cinquenta, encontravam-se de férias em casa.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Na terceira matéria, publicada em 14 de fevereiro na seção “Pagina de Educação” do &#039;&#039;Diario de Noticias&#039;&#039;, foram reproduzidos diversos trechos da entrevista realizada por Cecília Benevides de Carvalho Meirelles. O diretor Paiva de Lacerda teria ressaltado o fato de que o regulamento do Instituto Nacional de Surdos-Mudos, em seu art. 1º, se referia à instrução literária e ao ensino profissional, o que demonstrava somente uma preocupação didática, que considerava insuficiente, pois deveria centrar-se em uma orientação médico-pedagógica. Afirmara, ainda, o diretor, que era importante entender que sendo o aluno internado naquele estabelecimento ser “positivamente, um enfermo, o processo educacional não pode deixar de ter uma intima conexão com as investigações scientificas, da alçada exclusiva da medicina especializada, no seu tríplice aspecto diagnostico-therapeutico-prophylactico” (Apud. MEIRELLLES (c), 1931, p.7). Neste sentido, as medidas pedagógicas adotadas naquele estabelecimento, segundo Armando Paiva de Lacerda, não poderiam prescindir da inspeção médica inicial, e de investigações clínicas e biológicas da sífilis hereditária nos surdos-mudos. O pediatra e o otorrinolaringologista tinham, então, importante papel a desempenhar, pois lhes incumbia o tratamento médico-cirúrgico e a profilaxia dos alunos. Ressaltou, ainda, que sem a importante colaboração da medicina a instituição não existiria.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O diretor Paiva de Lacerda, na entrevista com a escritora Cecília Benevides de Carvalho Meirelles, afirmou ainda que, tendo em vista a importância de uma educação proveitosa no Instituto Nacional de Surdos-Mudos, era necessária a promoção de uma reforma, que tivesse as seguintes bases:&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“I – aumento da lotação dos alunos e sua seleção auditiva e mental, com tratamento e ducação adequados.&amp;lt;br/&amp;gt; II – criação de varias secções educacionais.&amp;lt;br/&amp;gt; Ao primeiro ponto, que faz parte do Serviço Sanitario, estão ligadas as seguintes necessidades: exame medico dos surdos-mudos, a cargo do otologista, para classificação da capacidade auditiva; exame da capacidade mental, a cargo de outro especialista. Com isso, se poderá organizar a ficha dos alunos, ficha que servirá de base ao critério selecionador rigorosamente scientifico, por meio do qual somente, é possível aquilatar do aproveitamento das crianças nas varias disciplinas” (&#039;&#039;Apud&#039;&#039;. MEIRELLES (c), 1931, p.7).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Paiva de Lacerda apresentou ao Ministro da Educação e Saúde Pública, Francisco Campos, um plano de reforma fundamentado nas bases acima indicadas, no qual teria destacado a necessidade da criação de um outro estabelecimento, direcionado somente para as alunas surdas-mudas, pois verificava-se à época que era comum o casamento de surdos-mudos com surdas-mudas, o que era considerado perigoso tendo em vista a etiologia da surdo-mudez (Apud. MEIRELLES (c), 1931). &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O decreto nº 21.069, de 20 de fevereiro de 1932, que autorizou o Ministro da Educação e Saúde Pública a reorganizar os Institutos Benjamin Constant e Nacional de Surdos-Mudos, estabeleceu que ambas as instituições se destinavam a educar aquelas pessoas que eram privadas de visão e de audição e palavra, de forma a adequá-los à vida social e econômica, e para o preparo de especialistas nestes ramos de educação emendativa. Em seu art. 4º fixou o quadro do pessoal do Instituto Nacional de Surdos-Mudos:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pessoal titulado: 1 diretor, 4 professores de linguagem, 1 professor de desenho, 1 professor de trabalhos manuais e desenho aplicado, 1 tesoureiro, 1 primeiro escriturário, 1 segundo escriturário, 1 médico otorrinolaringologista, 1 médico clínico, 1 porteiro.&amp;lt;br/&amp;gt; Pessoal contratado: 1 mestre de encadernação, 1 mestre de sapataria e selaria, 1 mestre de entalhação e marcenaria, 1 mestra de costura e bordado.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Este decreto de 1932 determinou, ainda, o aumento da lotação do Instituto Nacional de Surdos-Mudos para 150 alunos, a instalação da secção feminina sob o regime de externato, e a ampliação das seções de trabalho, que seriam então oficina de encadernação, oficina de sapataria e selaria, oficina de entalhação e marcenaria, e oficina de costura e bordado. O programa de ensino proposto pelo diretor Armando Paiva de Lacerda, que defendia a separação dos alunos entre aqueles que aprenderiam a linguagem articulada e aqueles que poderiam trabalhar com a linguagem escrita, foi detalhadamente apresentado no livro “Pedagogia Emendativa do Surdo-Mudo”, publicado em 1934 por Pimenta de Mello &amp;amp; Cia. (FULAS, 2017).&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A instituição, que então contava com 127 alunos, foi reorganizada fundamentando-se na utilização das bases científicas na educação, provavelmente por influência de Henri Wallon (1879-1962), psicólogo francês que havia sugerido a aplicação dos testes de inteligência por ocasião da visita que fizera à instituição, em 1935 (FULAS, 2017).&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em matéria publicada no &#039;&#039;Correio da Manhã&#039;&#039;, em 26 de setembro de 1933, em comemoração do 76º aniversário do Instituto Nacional de Surdos-Mudos, foram relatados os melhoramentos realizados na instituição pelo Governo Provisório, como a reforma do serviço médico e otológico, e a organização do dossiê médico-pedagógico, no qual eram registrados os resultados dos exames médicos, dos testes de avaliação do quociente mental e as observações feitas durante a vida escolar. Esta matéria destacou, ainda, a criação de uma seção feminina, onde as alunas externas recebessem ensino primário emendativo, o curso de linguagem e o ensino profissional, especialmente os trabalhos de costura e bordado. As oficinas de encadernação e marcenaria da seção masculina foram ampliadas e passaram a dar lucros.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O &#039;&#039;Correio da Manhã&#039;&#039; noticiou, também, nesta edição de 26 de setembro de 1933, que para comemorar o aniversário da instituição, o diretor Armando Paiva de Lacerda havia organizado um festival com extensa programação, incluindo sessão cinematográfica, apresentações da escola de ginástica, e partidas de basquetebol e voleibol entre escolas, incluindo alunos do Instituto Nacional de Surdos Mudos.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pelo decreto nº 14.199, de 7 de dezembro de 1943, foi aprovado um novo regimento para o Instituto Nacional de Surdos Mudos, no qual foram definidas como finalidades da instituição, além de ministrar educação a menores surdos mudos de ambos os sexos, habilitar professores na didática especial de surdos mudos, e realizar estudos e pesquisas sobre assuntos relacionados com as suas finalidades.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;u&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Quadro de médicos, dentistas, professores, repetidores e mestres da instituição (entre os anos de 1856-1930):&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; &#039;&#039;&#039;Médicos: &#039;&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;A. Pereira Leitão (1864), João Pedro de Miranda (1865-1870), Ignacio Francisco Goulart (1899-1900), José de Castro Rebello (1901-1903), Adriano Duque-Estrada de Azevedo (1903-1913), Martim Francisco Bueno de Andrade (1914-1924), Oscar Trompowsky Leitão D´Almeida Junior (1929-1931).&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; &#039;&#039;&#039;Dentistas: &#039;&#039;&#039;Ricardo Pinto (1913-1924), Evandro Ribeiro Gonçalves (1929-1931).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; &#039;&#039;&#039;Professores: &#039;&#039;&#039;Antonio de Padua Machado Junior (1865), Joaquim Ignacio da Costa Miranda Junior (1865-1870), Silvio Pellico Ferreira de Souza (1866-1870), Manoel de Magalhães Couto (1869-1871), Amelia Emilia da Silva Santos (1869-1871), João Maximiano Mafra (1871-1903), Pedro José de Almeida (1871-1885), Joaquim José de Menezes Vieira (1872-1889), Anna Mathildes Mafra (1872-1873), Leopoldina Peçanha de Magalhães (1873), Bento da Trindade Cortez (mosteiro de São Bento) (1875-1885), José Rabello Leite Sobrinho (1875-1916), Antonio Joaquim de Moura e Silva (1886-1904), Eugenio da Costa Reis (1886), Joaquim Borges Carneiro (1886-1904), Candido Jucá (1891-1918), Vicente Casali (1897), Benedicto Raymundo da Silva Filho (1897-1924; 1931), Luiz Ribeiro (1904), Julieta de França (1913-1918; 1924; 1931), Miguel Angelo Dantas Séve (1913-1931), Manoel Dantas Cavalcante Sobrinho (1913-1931), Frederico Lima (1918), João Brazil Silvado Junior (1913-1931), Duarte Santos de Vasconcelos (1918), Saul Borges Carneiro (1924-1931), Antonio Pereira Ribeiro (1931), Carlos do Carmo (1931), Manoel de Azevedo Rocha (1931).&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; &#039;&#039;&#039;Repetidores:&#039;&#039;&#039; Espiridião Gonsalves Trina (1864-1868), Maria Pereira de Carvalho (1864-1868), Tobias Marcellino de Lemos (1864-1868),Galdino de Magalhães Couto (1865-1868), Flausino José da Gama (1871-1878), José Rabello Leite Sobrinho (1874), Antonio C. A. Sodré (1875), Duarte Alfredo Flores (1875-1876), Bento José Gomes (1877-1879), Job Moreira de Magalhães (1878-1879), Gustavo Gomes de Mattos (1880-1889), Joaquim Gonçalves de Paula Barbosa (1880), José Camillo de Castro e Silva (1881), Viriato de Carvalho Rodrigues (1882), Benedicto (1887- 1888), Francisco Bittencourt (1887-1888), Candido Jucá (1887-1889 Olinto Campos (1883-1884),), Ignacio Lanna (1913), José de Monte (1913), Saul Borges Carneiro (1913-1918), Sylvio Vieira Martins (1913-1918), Luiz Martins Soares (1913-1915), Alfredo Dantas Cavalcanti (1913-1931), Arlindo Marcondes Carneiro (1913-1915), Alvaro Correa Paes (1918), José Silveira de Menezes (1924), Nourival de Lima Ferreira (1924), Alfredo Fonseca (1931), José Barreto de Freitas (1931), Nery Leite Guimarães (1931).&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; &#039;&#039;&#039;Mestres de ginástica:&#039;&#039;&#039; Paulino Francisco Paes Barreto (1874-1891), Vicente Casali (1898- 1904), Miguel Hoerkman (1906), Paulo Lamet (1913- 1918), Gustavo Moreira (1924).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; &#039;&#039;&#039;Mestres de oficina de encadernação: &#039;&#039;&#039;Guilherme José Ribeiro Lima (1878-1904), Joaquim José Ribeiro Lima (1904-1924).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; &#039;&#039;&#039;Mestres da douração: &#039;&#039;&#039;Carlos do Carmo (1918-1924).&amp;lt;br/&amp;gt; &#039;&#039;&#039;Mestres da oficina de sapateiro: &#039;&#039;&#039;Antonio Pereira Ribeiro (1924), Domingos José Fernandes (1864-1865), Mariano Luiz da Costa (1913-1918).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; &#039;&#039;&#039;Mestre marceneiro: &#039;&#039;&#039;Joaquim Gomes de Oliveira (1864-1865).&amp;lt;br/&amp;gt; &#039;&#039;&#039;Mestre alfaiate: &#039;&#039;&#039;José Antonio Martins (1865).&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Publicações oficiais&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1888, o então Instituto Nacional de Surdos Mudos criou o &#039;&#039;Almanak do Amigo dos Surdos Mudos&#039;&#039;, uma publicação destinada ao público surdo, com distribuição gratuita. Na capa do primeiro exemplar do periódico havia a expressão “Propaganda em favor de 12.550 Brazileiros! Lêde e vulgarizae”. Apresentava dados estatísticos sobre os surdos existentes no país (por províncias, grupos regionais entre homens, mulheres, cidadãos livres e escravos), textos e matérias sobre educação de surdos, informações e documentos da instituição, surdos-mudos célebres nas artes, bibliografia referente à educação de surdos, homenagens a figuras públicas, e gravuras. O &#039;&#039;Almanak do Amigo dos Surdos Mudos&#039;&#039; teve pelo menos duas edições, 1888 e 1889 (BRASIL, 2017).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em sua primeira edição, em 1888, o &#039;&#039;Almanak do Amigo dos Surdos Mudos&#039;&#039; destacou o abade Charles-Michel de l&#039;Epée (1712-1789), fundador da primeira escola para os surdos e mudos, na França em 1755, uma referência para o ensino de surdos e mudos, traduzindo uma de suas citações: “Ensinar o surdo-mudo a exprimir-se de viva voz e a ler a palavra sobre os lábios — é o único meio de restituil-o á sociedade. L&#039;Abbé de l&#039;Epée” (&#039;&#039;ALMANAK&#039;&#039;, 1888, p.5). &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A publicação francesa &#039;&#039;Revue Française de L´Éducation des Sourds-Muets&#039;&#039;, criada em 1886 e dirigida por Adolphe Bélanger (1857-1939), registrou o Almanak do Amigo dos Surdos Mudos entre as obras recebidas em 1889.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- &#039;&#039;Almanak Administrativo, Mercantil e Industrial da Corte e Província do Rio de Janeiro para o anno de 1856 fundado por Eduardo von Laemmert.&#039;&#039; Rio de Janeiro: Eduardo &amp;amp; Henrique Laemmert, 1856.  [idem com esta denominação os dos anos 1857, 1858, 1859, 1860, 1862, 1862, 1863]. In:&#039;&#039;&#039;Almanak Laemmert (1844-1889).&#039;&#039;&#039; In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira. &#039;&#039;&#039; Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/313394x/9025&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- &#039;&#039;Almanak da Corte e Província do Rio de Janeiro para o anno bissexto de 1864 fundado por Eduardo von Laemmert.&#039;&#039; Rio de Janeiro: Eduardo &amp;amp; Henrique Laemmert, 1864 In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:  &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/313394x/21229&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- &#039;&#039;Almanak Administrativo, Mercantil e Industrial da Corte e Província do Rio de Janeiro inclusive a cidade de Santos da província de S.Paulo para o anno de 1881 fundado por Eduardo von Laemmert e redigido por José Antonio dos Santos Cardoso.&#039;&#039; Rio de Janeiro: H. Laemmert &amp;amp; C., 1881. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:  &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/313394x/49540&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- &#039;&#039;Almanak Administrativo, Mercantil e Industrial da Corte do Imperio do Brazil para 1883 fundado por Eduardo von Laemmert.&#039;&#039; Reformada e novamente organizada por Arthur Sauer. Rio de Janeiro: H. Laemmert &amp;amp; C., 1883. [idem com esta denominação os dos anos 1884, 1885,1886, 1887, 1888, 1889]. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:   &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/313394x/53495&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- &#039;&#039;Almanak do Amigo dos Surdos Mudos&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 1888. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 24 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/706400/1&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- ASSISTÊNCIA Pública e Privada no Rio de Janeiro (Brasil). &#039;&#039;&#039;História e Estatística. Comemoração do centenário da Independência Nacional.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Typographia do &amp;quot;Annuario do Brasil&amp;quot;, 1922.                ([[Fontes de informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- BRASIL. Aviso de 5 de fevereiro de 1881. In: Relatorio apresentado á Assembléa Geral Legisltiva na Primeira Sessão da Decima Oitava Legislatura pelo Ministro e Secretario de Estado Interino dos Negocios do Imperio Conselheiro de Estado Manoel Pinto de Souza Dantas. p.561-568. Annexo D. Rio de Janeiro: Typographia Nacional, 1882. &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960).&#039;&#039;&#039; Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://digitalcollections.crl.edu/record/1675?ln=en&amp;amp;v=uv#?xywh=-978%2C0%2C3922%2C2921&amp;amp;cv=560&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- BRASIL. Decisão nº195, de 26 de maio de 1868. In: &#039;&#039;&#039;Collecção das Decisões do Governo do Imperio do Brasil de 1868.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Typographia Nacional ,1868. CÂMARA DOS DEPUTADOS. Legislação. Decisões (1868). Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://www2.camara.leg.br/atividade-legislativa/legislacao/colecao-anual-de-leis/copy_of_colecao6.html&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- BRASIL. Decisão nº 20, de 13 de agosto de 1884. In: &#039;&#039;&#039;Collecção das Decisões do Governo do Imperio do Brazil de 1884.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1885. In: INTERNET ARCHIVE. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://archive.org/stream/coleodasleisvol00brazgoog#page/n37/mode/2up/search/surdos&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- BRASIL. Decreto nº 1.331 A, de 17 de fevereiro de 1854. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação.  Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://legis.senado.leg.br/norma/392201/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- BRASIL. Decreto nº 1.507, de 26 de maio de 1867. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação.  Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://legis.senado.leg.br/norma/543197/publicacao?tipoDocumento=LEI-n&amp;amp;tipoTexto=PUB&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- BRASIL. Decreto nº 4.046, de 19 de dezembro de 1867. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação.  Online. Capturado em 22 jul. 2026. Disponível na Internet:  &amp;lt;u&amp;gt;http://legis.senado.leg.br/norma/403214/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- BRASIL. Decreto nº 5.435, de 15 de outubro de 1873. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação.  Online. Capturado em 22 jul. 2026. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://legis.senado.leg.br/norma/572008/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- BRASIL. Decreto nº 2.771, de 24 de novembro de 1877. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação.  Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://legis.senado.leg.br/norma/602127/publicacao?tipoDocumento=DPL-n&amp;amp;tipoTexto=PUB&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- BRASIL. Decreto nº 6.760, de 1º de dezembro de 1877. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação.  Online. Capturado em 22 jul. 2026. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://legis.senado.leg.br/norma/411034/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- BRASIL. Decreto nº 3.964, de 29 de março de 1901. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação.  Online. Capturado em 22 jul. 2026. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://legis.senado.leg.br/norma/402885/publicacao?tipodocumento=dec-n&amp;amp;tipotexto=pub&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- BRASIL. Decreto nº 1.299, de 19 de dezembro de 1904. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação.  Online. Capturado em 22 jul. 2026. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://legis.senado.leg.br/norma/601304/publicacao?tipodocumento=dpl-n&amp;amp;tipotexto=pub&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- BRASIL. Decreto nº 6.892, de 19 de março de 1908. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação.  Online. Capturado em 22 jul. 2026. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://legis.senado.leg.br/norma/411228/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- BRASIL. Decreto nº 9.198, de 12 de dezembro de 1911. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação.  Online. Capturado em 22 jul. 2026. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://legis.senado.leg.br/norma/415636/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- BRASIL. Decreto nº 15.014, de 21 de setembro de 1921. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação.  Online. Capturado em 22 jul. 2026. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://legis.senado.leg.br/norma/428306/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- BRASIL. Decreto nº 15.054, de 19 de outubro de 1921. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação.  Online. Capturado em 22 jul. 2026. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://legis.senado.leg.br/norma/428386/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- BRASIL. Decreto nº 16.782-A, de 13 de janeiro de 1925. In: &#039;&#039;&#039;Collecção das Leis da República do Brasil de 1925, v.2.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1926. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/1910-1929/D16782aimpressao.htm&amp;lt;/u&amp;gt;               &amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- BRASIL. Decreto nº 19.402, de 14 de novembro de 1930. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação.  Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://legis.senado.leg.br/norma/436941/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- BRASIL. Decreto nº 21.069, de 20 de fevereiro de 1932. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação.  Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;u&amp;gt;http://legis.senado.leg.br/norma/440236/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- BRASIL. Decreto nº 14.199, de 7 de dezembro de 1943. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação.  Online. Capturado em 22 jul. 2026. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://legis.senado.leg.br/norma/426702/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- BRASIL. Decreto nº 26.974, de 28 de julho de 1949. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação.  Online. Capturado em 22 jul. 2026. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://legis.senado.leg.br/norma/449631/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- BRASIL. Decreto nº 38.738, de 30 de janeiro de 1956. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação.  Online. Capturado em 22 jul. 2026. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://legis.senado.leg.br/norma/461321/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- BRASIL. Lei nº 939, de 26 de setembro de 1857. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://legis.senado.leg.br/norma/542530/publicacao?tipoDocumento=LEI-n&amp;amp;tipoTexto=PUB&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- BRASIL. Lei nº 378, de 13 de janeiro de 1937. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://legis.senado.leg.br/norma/541649/publicacao?tipoDocumento=LEI-n&amp;amp;tipoTexto=PUB&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- BRASIL. Lei nº 1.114, de 27 de setembro de 1957. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação.  Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://legis.senado.leg.br/norma/542729/publicacao?tipoDocumento=LEI-n&amp;amp;tipoTexto=PUB&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- BRASIL. Lei nº 3.198, de 6 de julho de 1957. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação.  Online. Capturado em 22 jul. 2026. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://legis.senado.leg.br/norma/544962/publicacao?tipoDocumento=LEI-n&amp;amp;tipoTexto=PUB&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- BRASIL. Portaria de 4 de janeiro de 1884. In: &#039;&#039;&#039;Collecção das Decisões do Governo do Imperio do Brazil de 1884.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1885. In: INTERNET ARCHIVE. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:  &amp;lt;u&amp;gt;https://archive.org/stream/coleodasleisvol00brazgoog#page/n13/mode/2up/search/surdos&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- CABRAL, Dilma. &#039;&#039;&#039;Instituto dos Surdos-Mudos.&#039;&#039;&#039;  In: MAPA. Memória da Administração Pública Brasileira. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://www.gov.br/arquivonacional/pt-br/canais_atendimento/imprensa/noticias/novo-verbete-do-dicionario-da-administracao-publica-brasileira-instituto-dos-surdos-mudos&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- CARVALHO, Bulhões. &#039;&#039;&#039;Estatísticas dos tarados no Brasil (Cegos, surdos-mudos, débeis mentaes e atrazados, epilépticos, toxicomanos, alienados, vagabundos). Contribuição da Directoria Geral de Estatística para o estudo da these 38&#039;&#039;&#039;. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE EUGENIA, 1,1929, Rio de Janeiro. Actas e Trabalhos. Rio de Janeiro: [s.n], 1929. pp.225-263. In: Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE Centro de Documentação e Disseminação de Informações. Documentos para Disseminação Memória Institucional 11. Bulhões Carvalho, um médico cuidando da estatística brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2007.   ([[Fontes de informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- COLLEGIO de Surdos-Mudos dirigido por M. Huet ex-director da instituição dos surdos-mudos de Bourges. &#039;&#039;Diario do Rio de Janeiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XXXIV, n.166, p.4, 17 jun. 1855. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/094170_01/41451&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- COLLEGIO Nacional para Surdos-Mudos de Ambos os Sexos. &#039;&#039;Correio Mercantil, e Instructivo, Politico, Universal&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XIII, n.27, p.3, 27 de janeiro de 1856. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/217280/11428&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- DISTINCTION horifique. &#039;&#039;Reveu Internationale de l´Enseignement des Sourds-Muets&#039;&#039;, paris, tome VII, n.1, avril 1891. In: INTERNET ARCHIVE. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://archive.org/details/RevueInternationaleDeLenseignementDesSourds-muets7-9&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- DUPONT, Marius. Ensino pratico da língua materna aos surdos-mudos.&#039;&#039;Revue Internationale de l´Enseignement des Sourds-Muets&#039;&#039;, 2me. année, n.11, février 1886. In: BnF. GALLICA. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k5426281h/f406.item.r=351&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- FOI num verdadeiro estado de descalabro que a Revolução encontrou o Instituto Nacional de Surdos-Mudos. &#039;&#039;Diario Carioca&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno IV, n.823, p.1, 4 de março de 1931. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/093092_02/4158&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- FULAS, Tatiana de Andrade. &#039;&#039;&#039;O livro acessível a cegos e surdos: as políticas públicas e o mercado editorial.&#039;&#039;&#039; São Paulo, 2017. Dissertação (Mestrado em Educação: História, Política e Sociedade), Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, 2017. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://tede2.pucsp.br/bitstream/handle/19692/2/Tatiana%20de%20Andrade%20Fulas.pdf&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- GABEL, J. J. Valade. Guia para os professores primários começarem a instrucção dos surdos-mudos por J. J. Valade Gabel. Obra escripta e publicada por ordem do Governo Francez e adoptada nas escolas primarias, por deliberação do Ministro da Instrucção Publica datada de 27 de Julho de 1863. Traduzida e dedicada á Associação Promotora da Instrucção. Rio de Janeiro: Typographia Universal de Laemmert, 1874. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://200.144.6.120/uploads/acervo/periodicos/revistas/GM1874.pdf&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- GAMA, Flausino José da. &#039;&#039;&#039;Iconographia dos signaes dos surdos-mudos.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Tipografia Universal de E. &amp;amp; H. Laemmert, 1875.   ([[Fontes de informação#BN|&amp;lt;u&amp;gt;BN&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- GAZETILHA. &#039;&#039;Jornal do Commercio&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XXX, n.158, p.2, 9 de junho de 1855. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/364568_04/8611&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- GONÇALVES, Radaí Cleria Felipe.&#039;&#039;&#039;O silêncio eloquente: a gênese do Imperial Instituto de Surdos-Mudos no século XIX (1856-1896).&#039;&#039;&#039; Dissertação (Mestrado em Educação), Programa de Pós-Graduação em Educação, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, 2015. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;u&amp;gt;https://pt.slideshare.net/radaipba/o-silncio-eloquente-a-gnese-do-imperial-instituto-de-surdosmudos-no-sculo-xix18561896&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- HERRERA, Susana Huet. &#039;&#039;&#039;Datos Biográficos del prof. Eduardo Huet Merlo (1822-1882).&#039;&#039;&#039; Cuernavaca, Morelos, 2001. Apud JULLIAN M., C.G. &#039;&#039;&#039;Génesis de la comunidad silente en México. La Escuela Nacional de Sordomudos (1867 a 1886).&#039;&#039;&#039; Tesis (Licenciado en Historia), México, UNAM, 2002. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://www.cultura-sorda.org/wp-content/uploads/2015/06/Tesis_Jullian_20011.pdf&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- HONROSO.&#039;&#039;Diario de Noticias&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno VI, n. 1.659, p.1, 30 de dezembro de 1889. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/369365/6671&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- HUET, E. Relatório para Dom Pedro II. Rio de janeiro: 22 jun. 1855. Tradução de Gustavo de Sá Duarte Barbosa. Arquivo do Instituto Nacional de Educação de Surdos. Apud. GONÇALVES, Radaí Cleria Felipe. &#039;&#039;&#039;O silêncio eloquente: a gênese do Imperial Instituto de Surdos-Mudos no século XIX (1856-1896).&#039;&#039;&#039; Dissertação (Mestrado em Educação), Programa de Pós-Graduação em Educação, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, 2015. p.33. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://pt.slideshare.net/radaipba/o-silncio-eloquente-a-gnese-do-imperial-instituto-de-surdosmudos-no-sculo-xix18561896&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- INES. &#039;&#039;&#039;Conheça o INES.&#039;&#039;&#039; Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;nowiki&amp;gt;http://www.ines.gov.br/conheca-o-ines&amp;lt;/nowiki&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- INES. Instituto Nacional de Educação de Surdos. &#039;&#039;Espaço: edição comemorativa 140 anos.&#039;&#039; Colab. Solange Rocha. Belo Horizonte: Editora Littera, 1997. Capturado em 22 jul. 2026.Online. Disponível na Internet:  &amp;lt;u&amp;gt;https://seer.ines.gov.br/index.php/revista-espaco/article/view/1411&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- INSTITUTO dos Surdos-Mudos. &#039;&#039;Minas Gerais. Órgão oficial dos poderes do Estado&#039;&#039;, Belo Horizonte, anno VI, n.326, p.2, 7 dez. 1897. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. Hemeroteca Digital Brasileira. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/docreader/291536/13393&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- INSTITUTO Nacional de Educação de Surdos (INES). In: PORTO, Ângela; SANGLARD, Gisele; FONSECA, M. Rachel Fróes da; COSTA, Renato Gama-Rosa. &#039;&#039;&#039;História da saúde no Rio de Janeiro: instituições e patrimônio arquitetônico (1808-1958).&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2008. CD-Rom.  ([[Fontes de informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- LE CENTIÈME anniversaire de la mort de l´Abbé de L´Épée. &#039;&#039;Revue Française de L´Éducation des Sourds-Muets.&#039;&#039; Paris, 5eme année, n.5, p.196, aôut 1889. In: INTERNET ARCHIVE. Capturado em 22 jul. 2026.  Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://archive.org/stream/RevueFrancaiseDeLeducationDesSourds-muets5-7/Output_5-7#page/n201/mode/2up/search/Bresil&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- LEITE, Tobias Rabello. Instituto dos Surdos-Mudos. Relatório do Director. In: Relatorio apresentado à Assembléa Geral Legislativa na Primeira Sessão da Décima Quarta Legislatura pelo Ministro e Secretario de Estado dos Negocios do Imperio Dr. Paulino José Pereira de Souza. Annexo A-D7-1. Rio de Janeiro: Na Typographia Nacional, 1869. In: &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960).&#039;&#039;&#039; Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://digitalcollections.crl.edu/record/1626?ln=en&amp;amp;v=uv#?xywh=-1112%2C0%2C4335%2C3228&amp;amp;cv=261&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;-_____________________. Instituto dos Surdos-Mudos. Relatório do director. In: Relatorio apresentado à Assembléa Geral Legislativa na Segunda Sessão da Décima Quarta Legislatura pelo Ministro e Secretario de Estado dos Negocios do Imperio Dr. Paulino José Pereira de Souza. Annexo A-F4-1. Rio de Janeiro: Na Typographia Nacional, 1870. In: &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960).&#039;&#039;&#039; Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://digitalcollections.crl.edu/record/1627?ln=en&amp;amp;v=uv#?xywh=-513%2C-969%2C3250%2C2420&amp;amp;cv=581&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;  - ____________________. Instituto dos Surdos-Mudos. Relatório do Director, apresentado em Março de 1871. In: Relatorio apresentado à Assembléa Geral Legislativa na Terceira Sessão da Décima Quarta Legislatura pelo Ministro e Secretario de Estado dos Negocios do Imperio Dr. João Alfredo Corrêa de Oliveira. Annexo A-E2-1. Rio de Janeiro: Na Typographia Nacional, 1871. In: &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960).&#039;&#039;&#039; Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network.  Capturado em 22 jul. 2026. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://digitalcollections.crl.edu/record/1628?ln=en&amp;amp;v=uv#?xywh=-93%2C-533%2C2764%2C2059&amp;amp;cv=302&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- ____________________. Instituto dos Surdos-Mudos. Relatório do Director. In: Relatorio apresentado à Assembléa Geral Legislativa na Quarta Sessão da Décima Quarta Legislatura pelo Ministro e Secretario de Estado dos Negocios do Imperio Dr. João Alfredo Corrêa de Oliveira. Annexos A-C2-1 a A-C2-13. Rio de Janeiro: Typographia Nacional, 1872. In: &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960)&#039;&#039;&#039;. Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 22 jul. 2026.  Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://digitalcollections.crl.edu/record/1629?ln=en&amp;amp;v=uv#?xywh=-919%2C1117%2C2833%2C2110&amp;amp;cv=76&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- ____________________. Instituto dos Surdos-Mudos. Relatório do Director. In: Relatorio apresentado à Assembléa Geral na Terceira Sessão da Décima Quinta Legislatura pelo Ministro e Secretario d´Estado dos Negocios do Imperio Dr. João Alfredo Corrêa de Oliveira. Annexos A-C2-3 a A-C2-9. Rio de Janeiro: Typographia Nacional, 1874. In: &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960).&#039;&#039;&#039; Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network.  Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://digitalcollections.crl.edu/record/1632?ln=en&amp;amp;v=uv#?xywh=-1032%2C0%2C3966%2C2954&amp;amp;cv=496&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- ____________________. Instituto dos Surdos-Mudos. Relatório do Director. Apresentado em 19 de março de 1875. In: Relatorio apresentado à Assembléa Geral Legislativa na Quarta Sessão da Décima Quinta Legislatura pelo Ministro e Secretario D´Estado dos Negocios do Imperio Dr. João Alfredo Corrêa de Oliveira. Annexos A-C3-1. Rio de Janeiro: Typographia Nacional, 1875. In: &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960).&#039;&#039;&#039; Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:  &amp;lt;u&amp;gt;https://digitalcollections.crl.edu/record/1633?ln=en&amp;amp;v=uv#?xywh=973%2C159%2C677%2C504&amp;amp;cv=379&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- ____________________. Instituto dos Surdos-Mudos. Relatório do Director. Apresentado em 6 de abril de 1878. In: Relatorio apresentado à Assembléa Geral Legislativa na Primeira Sessão da Décima Sétima Legislatura pelo Ministro e Secretario de Estado dos Negocios do Imperio Conselheiro Carlos Leoncio de Carvalho. Annexos A-D3-1 a A-D3-6. Rio de Janeiro: Typographia Nacional, 1878. In:&#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960).&#039;&#039;&#039; Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:  &amp;lt;u&amp;gt;https://digitalcollections.crl.edu/record/1672?ln=en&amp;amp;v=uv#?xywh=18%2C311%2C1366%2C1017&amp;amp;cv=85&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- ____________________. Instituto dos Surdos-Mudos. Relatório do Director. Apresentado em 12 de abril de 1880. In: Relatorio apresentado à Assembléa Geral Legislativa da Terceira Sessão da Décima Sétima Legislatura pelo Ministro e Secretario de Estado dos Negocios do Imperio Conselheiro Barão Homem de Mello. Annexos A-E2-1 a A-E2-8. Rio de Janeiro: Typographia Nacional, 1880. In:&#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960).&#039;&#039;&#039; Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://digitalcollections.crl.edu/record/1674?ln=en&amp;amp;v=uv#?xywh=172%2C1722%2C1406%2C1047&amp;amp;cv=53&amp;lt;/u&amp;gt;  &amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- MEIRELLES, Cecília. (a). Percorrendo institutos de proteção e educação especializada, para saber como o Brasil cuida da infância mal favorecida. Introducção a uma entrevista com o dr. Armando de Lacerda sobre o Instituto Nacional de Surdos-Mudos. &#039;&#039;Diario de Noticias&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno II, n.245, p.7, 11 fev. 1931. In: Fundação Biblioteca Nacional. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/093718_01/3869&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- MEIRELLES, Cecília. (b). Justiça Social para a criança brasileira! O notável plano medico-pedagogico do dr. Armando Lacerda, para a remodelação do Instituto Nacional de Surdos-Mudos. Percorrendo institutos de proteção e educação especializada, para saber como o Brasil cuida da infância mal favorecida. Impressões de uma visita ao Instituto Nacional de Surdos-Mudos. &#039;&#039;Diario de Noticias&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno II, n.246, p.7, 12 fev. 1931. In: Fundação Biblioteca Nacional.&#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/093718_01/3885&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- MEIRELLES, Cecília. (c). Justiça Social para a criança brasileira! Percorrendo institutos de proteção e educação especializada, para saber como o Brasil cuida da infância mal favorecida O notável plano medico-pedagogico do dr. Armando Lacerda, para a remodelação do Instituto Nacional de Surdos-Mudos. &#039;&#039;Diario de Noticias&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno II, n.248, p.7, 14 fev. 1931. In: Fundação Biblioteca Nacional. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:  &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/093718_01/3917&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- MINISTERIO DA JUSTIÇA E NEGOCIOS INTERIORES. &#039;&#039;&#039;Noticia histórica dos serviços, instituições e estabelecimentos pertencentes a esta repartição, elaborada por ordem do respectivo Ministro Dr. Amaro Cavalcanti.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1898.   ([[Fontes de informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- MOVIMENTO do Porto. Entradas no dia 9. &#039;&#039;Jornal do Commercio&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XXX, n.128, p.3, 10 de maio de 1855. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/364568_04/8484&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- O 76º anniversario da fundação do Instituto Nacional de Surdos-Mudos. Como será comemorada a data. &#039;&#039;Correio da Manhã&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XXXIII, n.11.908, p.3, 26 de setembro de 1933. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/089842_04/18510&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- OFFICIOS ao diretor da Biblioteca Nacional, Benjamin Franklin Ramiz Galvão, remetendo os livros da Biblioteca encadernados na oficina do Instituto e a respectiva conta para ser rubricada e devolvida. Rio de Janeiro: [s.n.], 13/07/1878 a 13/12/1880. Manuscritos ([[Fontes de informação#BN|&amp;lt;u&amp;gt;BN&amp;lt;/u&amp;gt;]]).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- OVIEDO, Alejandro. Eduard Huet (1822?‐1882). Fundador de la educación pública para sordos en Brasil y México. Cultura Sorda. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://www.cultura-sorda.org/eduard-huet/&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- RELATORIO apresentado à Assembléa geral na Segunda Sessão da Decima Terceira Legislatura pelo Ministro e Secretario de Estado dos Negocios do Imperio José Joaquim Fernandes Torres. Rio de Janeiro, Typographia Nacional, 1868. In: &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960).&#039;&#039;&#039; Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:  &amp;lt;u&amp;gt;https://digitalcollections.crl.edu/record/1625?ln=en&amp;amp;v=uv#?xywh=-346%2C-362%2C2802%2C2087&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- RELATORIO apresentado à Assembléa Geral Legislativa na Primeira Sessão da Décima Quarta Legislatura pelo Ministro e Secretario de Estado dos Negocios do Imperio Dr. Paulino José Pereira de Souza. p.28-30. Rio de Janeiro: Na Typographia Nacional, 1869. In: &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960).&#039;&#039;&#039; Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://digitalcollections.crl.edu/record/1626?ln=en&amp;amp;v=uv#?xywh=-1190%2C0%2C4539%2C3381&amp;amp;cv=37&amp;lt;/u&amp;gt;  &amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- RELATORIO apresentado à Assembléa Geral Legislativa na Segunda Sessão da Vigésima Legislatura pelo Ministro e Secretario de Estado dos Negocios do Imperio Barão de Mamoré. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1887. In: &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960).&#039;&#039;&#039; Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 22 jul. 2026.  Online. Disponível na Internet:  &amp;lt;u&amp;gt;https://digitalcollections.crl.edu/record/1621?ln=en&amp;amp;v=uv#?xywh=-1090%2C0%2C3922%2C2921&amp;amp;cv=1&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- RELATORIO apresentado ao Presidente da Republica dos Estados Unidos do Brasil pelo Dr. João Barbalho Uchôa Ministro de Estado dos Negócios da Instrucção Publica, Correios e Telegraphos. Em maio de 1891. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1891. In: &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960).&#039;&#039;&#039; Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://digitalcollections.crl.edu/record/1680?ln=en&amp;amp;v=uv#?xywh=-1637%2C-591%2C4584%2C3414&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- RELATORIO apresentado ao vice-presidente da Republica dos Estados Unidos do Brasil pelo Dr. Fernando Lobo Ministro de Estado da Justiça e Negocios Interiores em abril de 1893. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1893. In: &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960).&#039;&#039;&#039; Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://digitalcollections.crl.edu/record/1991?ln=en&amp;amp;v=uv#?xywh=-1282%2C0%2C4371%2C3255&amp;amp;cv=1&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- RELATORIO apresentado ao Presidente da Republica dos Estados Unidos do Brazil pelo Dr. Antonio Gonçalves Ferreira Ministro de Estado da Justiça e Negocios Interiores em abril de 1896. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1896. In: &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960).&#039;&#039;&#039; Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://digitalcollections.crl.edu/record/2008?ln=en&amp;amp;v=uv#?xywh=5%2C-672%2C4480%2C3336&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- RELATORIO apresentado ao Presidente da Republica dos Estados Unidos do Brazil pelo Dr. Amaro Cavalacanti Ministro de Estado da Justiça e Negocios Interiores em abril de 1898. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1898. In: &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960).&#039;&#039;&#039; Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 22 jul. 2026. Online Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://digitalcollections.crl.edu/record/1976?ln=en&amp;amp;v=uv#?xywh=-607%2C-335%2C4355%2C3243&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt; - RELATORIO apresentado ao Presidente da Republica dos Estados Unidos do Brazil pelo Dr. Epitacio Pessôa Ministro de Estado da Justiça e Negocios Interiores em março de 1899. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1899. In: &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960).&#039;&#039;&#039; Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 22 jul. 2026 Online. Disponível na Internet:  &amp;lt;u&amp;gt;https://digitalcollections.crl.edu/record/1977?ln=en&amp;amp;v=uv#?xywh=-654%2C-467%2C4593%2C3421&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- RELATORIO apresentado ao Presidente da Republica dos Estados Unidos do Brazil pelo Dr. Sabino Barroso Junior Ministro de Estado da Justiça e Negocios Interiores em março de 1902. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1902. In: &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960).&#039;&#039;&#039; Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:  &amp;lt;u&amp;gt;https://digitalcollections.crl.edu/record/1978?ln=en&amp;amp;v=uv#?xywh=0%2C-578%2C3968%2C2955&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- RELATORIO apresentado ao Presidente da Republica dos Estados Unidos do Brazil pelo Dr. J. J. Seabra Ministro de Estado da Justiça e Negocios Interiores em abril de 1903. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1903. In: &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960).&#039;&#039;&#039; Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:  &amp;lt;u&amp;gt;https://digitalcollections.crl.edu/record/1979?ln=en&amp;amp;v=uv#?xywh=-668%2C-702%2C5446%2C4056&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- RELATORIO apresentado ao Presidente da Republica dos Estados Unidos do Brazil pelo Dr. J. J. Seabra Ministro de Estado da Justiça e Negocios Interiores em março de 1904. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1904. In: &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960).&#039;&#039;&#039; Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://digitalcollections.crl.edu/record/1992?ln=en&amp;amp;v=uv#?xywh=-255%2C-596%2C4621%2C3441&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- RELATORIO apresentado ao Presidente da Republica dos Estados Unidos do Brazil pelo Dr. Rivadavia da Cunha Corrêa Ministro de Estado da Justiça e Negocios Interiores. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1912. In: &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960).&#039;&#039;&#039; Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:  &amp;lt;u&amp;gt;https://digitalcollections.crl.edu/record/2000?ln=en&amp;amp;v=uv#?xywh=-1%2C-623%2C4048%2C3014&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- RELATORIO apresentado ao Presidente da Republica dos Estados Unidos do Brazil pelo Dr. Joaquim Ferreira Chaves Ministro de Estado da Justiça e Negocios Interiores. Abril de 1922. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1922. In: &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960).&#039;&#039;&#039; Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://digitalcollections.crl.edu/record/2005?ln=en&amp;amp;v=uv#?xywh=-1195%2C-828%2C6421%2C4782&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- RIBEIRO, Adalberto. O Instituto Nacional de Surdos Mudos. &#039;&#039;Separata da Revista do Serviço Público&#039;&#039;, Rio de Janeiro, Imprensa Nacional, ano V, v. IV, n.2, nov.1942. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://repositorio.ines.gov.br/ilustra/bitstream/123456789/480/1/Revista_do_servico_publico.pdf&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- ROCHA, Solange Maria da. &#039;&#039;&#039;Antítese, díades, dicotomias no jogo entre memória e apagamento presentes nas narrativas da história da educação de surdos: um olhar para o Instituto Nacional de Educação de Surdos (1856-1961).&#039;&#039;&#039; Tese (Doutorado em Educação), Programa de Pós-Graduação em Educação, Departamento de Educação, PUC-Rio, 2009. ([[Fontes de informação#BPUC|&amp;lt;u&amp;gt;BPUC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- ROCHA, Solange Maria da. &#039;&#039;&#039;O INES e a Educação de Surdos no Brasil: aspectos da trajetória do Instituto Nacional de Educação de Surdos em seu percurso de 150 anos.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: INES, 2007.   ([[Fontes de informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- SILVA, Indiana Azeredo; CASTANHA, André Paulo. Educação dos surdos no Brasil entre 1856 e 1911. &#039;&#039;Revista Faz Ciência&#039;&#039;, Cascavel (PR), v. 17, n. 26, p.169-186, jul/dez 2015. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://e-revista.unioeste.br/index.php/fazciencia/article/view/15017/10454&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- SOARES, Maria Aparecida Leite. A Educação do Surdo no Brasil. Campinas, SP: Autores Associados, 2014. Google Books. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://books.google.com.br/books/about/A_educa%C3%A7%C3%A3o_do_surdo_no_Brasil.html?id=LuMwDQAAQBAJ&amp;amp;redir_esc=y&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- SOFIATO, Cássia Geciauskas; REILY, Lucia Helena. Justaposições: o primeiro dicionário brasileiro de língua de sinais e a obra francesa que serviu de matriz.  &#039;&#039;Revista Brasileira de Educação Especial&#039;&#039;, Marília, v.18, n.4, p.569-586, 2012. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:  &amp;lt;u&amp;gt;http://repositorio.unicamp.br/jspui/bitstream/REPOSIP/26552/1/S1413-65382012000400003.pdf&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- SOUZA, Verônica dos Reis Mariano. &#039;&#039;&#039;Gênese da educação dos surdos em Aracajú.&#039;&#039;&#039; Salvador, 2007. Tese (Doutorado em Educação), Universidade Federal da Bahia, 2007. Capturado em 22 jul. 2026.  Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://repositorio.ufba.br/ri/bitstream/ri/10553/1/Tese%20Veronica%20Souza.pdf&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- TOBIAS Leite - Noticia do Instituto dos Surdos-Mudos do Rio de Janeiro (Notice sur  l&#039;Institution des Sourds-Muets de Rio de Janeiro). Petit in-8, 68 p. Rio de Janeiro, 1887. &#039;&#039;Revue Française de l´Éducation des Sourds-Muets&#039;&#039;, Paris, Troisième Année, n. 7, p.166, 1er Octobre 1887. In: INTERNET ARCHIVE. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://archive.org/details/RevueFrancaiseDeLeducationDesSourds-muets2-4/page/n535&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa - Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Redação - Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Revisão - Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Forma de citação&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;{{SITENAME}}&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    [[Category:Verbetes]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Instituições Hospitalares e de Assistência Médica]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ana.guedes</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=CHAGAS,_CARLOS_RIBEIRO_JUSTINIANO&amp;diff=3876</id>
		<title>CHAGAS, CARLOS RIBEIRO JUSTINIANO</title>
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		<updated>2026-07-27T14:49:32Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ana.guedes: /* Fontes */&lt;/p&gt;
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&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Outros nomes e/ou títulos:&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;[[CHAGAS,_CARLOS|&amp;lt;u&amp;gt;Chagas, Carlos&amp;lt;/u&amp;gt;]]; [[CHAGAS,_CARLOS_RIBEIRO_JUSTINIANO_DAS|&amp;lt;u&amp;gt;Chagas, Carlos Ribeiro Justiniano das&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Carlos Ribeiro Justiniano Chagas nasceu em 9 de julho de 1878, na Fazenda Bom Retiro, próxima à cidade de Oliveira, na então província de Minas Gerais. Era filho de José Justiniano das Chagas e de Mariana Candida Ribeiro de Castro Chagas. Em 1902 doutorou-se na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, com a tese intitulada “Estudos hematologicos no impaludismo”. Foi descobridor, em 1909, da trypanosomiase americana (doença de Chagas), diretor da Diretoria Geral de Saúde Pública (1919), diretor do Instituto Oswaldo Cruz (1917-1934), e do Departamento Nacional de Saúde Pública (19201926). Faleceu no Rio de Janeiro, em 8 de novembro de 1934.&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Dados pessoais&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Carlos Ribeiro Justiniano Chagas&amp;amp;nbsp;nasceu em 9 de julho de 1878, na Fazenda Bom Retiro, localizada a vinte quilômetros da cidade de Oliveira, na então província de Minas Gerais. Francisco das Chagas de Andrade, seu bisavô, era de Açores (Portugal) e chegou na região de Minas Gerais em meados do século XVIII, onde casou-se com Mariana Josefa Lobato e teve vários filhos, entre os quais Romualda Chagas de Andrade. Esta casou-se com Serafim Justiniano de Figueiredo, tenente português, teve vários filhos, e entre estes José Justiniano Chagas. Carlos Ribeiro Justiniano Chagas era filho de José Justiniano Chagas, cafeicultor, e de Mariana Candida Ribeiro de Castro Chagas, filha de Joana Ferreira da Silva e Carlos Ribeiro da Silva Castro, proprietário de fazendas na região, como a Fazenda Bom Retiro. Carlos Chagas teve quatro irmãos, Maria Rita, José, Marieta e Serafim. Seu pai, José Justiniano Chagas, faleceu em 1883, cabendo, então, a sua mãe a administração das fazendas Bom Retiro e Bela Vista e a criação dos filhos. Nesta época, a família mudou-se para a Fazenda Bela Vista, nas proximidades da cidade de Juiz de Fora, na província de Minas Gerais (CHAGAS FILHO, 1993).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Carlos Chagas conheceu Iris Lobo, filha de Fernando Lobo Leite Pereira, senador mineiro e ministro do Interior e das Relações Exteriores entre 1891 e 1892, com quem viria a se casar, em um sarau na casa deste senador, a convite do médico Miguel de Oliveira Couto. Inicialmente os pais de Iris foram contrários ao relacionamento de sua filha com Carlos Chagas, mas após a jovem ter feito greve de fome contra a decisão de seus pais, estes acabaram cedendo e o casamento de Iris e Carlos Chagas realizou-se em 23 de julho de 1904 (CHAGAS FILHO, 1959).&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Evandro Serafim Lobo Chagas&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;, primeiro filho de Carlos Chagas, nasceu em 10 de agosto de 1905, e seguiu a profissão do pai dedicando-se às pesquisas sobre doenças tropicais. Seu segundo filho, Carlos Chagas Filho, nasceu em 12 de setembro de 1910, e também se formou em medicina, tendo, aos 27 anos se tornado catedrático de física biológica da [[FACULDADE_NACIONAL_DE_MEDICINA_DA_UNIVERSIDADE_DO_BRASIL|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade Nacional de Medicina da Universidade do Brasil&amp;lt;/u&amp;gt;]]. E seu terceiro filho, chamado Mauricio, nasceu em Juiz de Fora, mas faleceu com apenas um mês de vida.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Carlos Ribeiro Justiniano Chagas recebeu diversas condecorações, como o título de Cavaleiro da &amp;lt;span style=&amp;quot;background:white&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:#222222&amp;quot;&amp;gt;Ordine della Corona d&#039;Italia&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;(Itália, 1920), de &amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Comendador dell&#039; Ordine della Corona &amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;(Bélgica,1923), de Comendador da Orden Civil de Afonso XII (Espanha, 1925), de Comendador da Orden de Isabela la Católica (Espanha, 1926), de Cavaleiro da &amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ordine della Corona di Romania&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;(Romênia, 1929), de &amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Cavaleiro da Ordre de la Légion d&#039;honneur (França, 1923), e de Oficial da Ordem de Santiago da Espada (Portugal, 1924).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Faleceu no Rio de Janeiro, em 8 de novembro de 1934, devido a um infarto do miocárdio (CHAGAS FILHO, 1959).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Trajetória profissional&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Carlos Ribeiro Justiniano Chagas com oito anos de idade foi enviado para o Collegio São Luiz, fundado por religiosos jesuítas italianos em 1867 na cidade de Itú, na então província de São Paulo. Estudou neste colégio até maio de 1888, quando recebeu notícias “de que os escravos liberados estariam depredando fazendas”, o que o teria levado a temer por sua mãe (CHAGAS FILHO, 1993, p.23).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Depois de ter sido expulso do Collegio São Luiz, em decorrência de sua fuga, Carlos Chagas foi estudar no Collegio de São Francisco, em São João del Rey, na província de Minas Gerais. Neste novo colégio foi instruído pelo Padre João Batista do Sacramento, professor de latim e de história natural, que teve muita importância na sua formação, como destacou Carlos Chagas Filho na biografia sobre seu pai:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Humanista, naturalista, poeta, dará ao seu jovem discípulo o gosto da observação da natureza e lhe fará desabrochar o prazer intelectual da leitura e da apreciação artística” (CHAGAS FILHO, 1959, p.14)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Mariana Candida Ribeiro de Castro Chagas, sua mãe, desejava que Carlos Chagas fosse engenheiro, e este, atendendo ao desejo de sua mãe, ingressou, em 1895, no curso anexo da Escola de Minas de Ouro Preto, na cidade de Ouro Preto (Minas Gerais), onde estudou física, química, matemática e história natural, mas não concluiu a formação. Em 1896, retornou para a cidade de Oliveira, com o diagnóstico de beribéri, o qual viria a ser confirmado por seu tio, Carlos Ribeiro de Castro, o “tio Calito”, médico e proprietário de uma casa de saúde na cidade de Oliveira (TRAJETÓRIA, 2019). Uma das grandes influências na escolha de Carlos Ribeiro Justiniano Chagas pela medicina foi o “tio Calito”. Com o apoio de seu tio e do avô materno,&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Carlos Chagas conseguiu vencer a resistência de sua mãe, e foi para São Paulo para prestar os exames preparatórios para ingresso no ensino superior, realizados no curso anexo à Faculdade de Direito de São Paulo. Após ter obtido o certificado de aprovação, Carlos Chagas mudou-se, em 1897, para a cidade do Rio de Janeiro, para ingressar na [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]] (CHAGAS FILHO, 1993).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Matriculou-se em 19 de abril de 1897 na &amp;lt;u&amp;gt;[[FACULDADE DE MEDICINA DO RIO DE JANEIRO|Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro]]&amp;lt;/u&amp;gt;, e durante o curso foi interno da primeira cadeira de clínica médica, do professor &amp;lt;u&amp;gt;[[ANDRADE, NUNO FERREIRA DE|Nuno Ferreira de Andrade]]&amp;lt;/u&amp;gt;. No 5° período do curso de medicina dois de seus professores, Miguel de Oliveira Couto, professor de clínica propedêutica, e Francisco de Paula Fajardo Junior, assistente desta cadeira, o convidaram para participar de seus trabalhos. Junto a Miguel de Oliveira Couto, que lhe teria indicado a leitura de “Introduction à l´étude de la médecine expérimentale”, de Claude Bernard, Carlos Chagas participou de estudos experimentais, e dedicou-se ao diagnóstico e ao estudo clínico das doenças. Já com o professor Francisco de Paula Fajardo Junior, que se dedicava à medicina tropical, foi seu assistente dedicando-se a estudos sobre o parasita e vetor da malária (CHAGAS FILHO, 1993).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Carlos Ribeiro Justiniano Chagas completou o curso na &amp;lt;u&amp;gt;[[FACULDADE DE MEDICINA DO RIO DE JANEIRO|Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro]]&amp;lt;/u&amp;gt;, em 14 de maio de 1903. Sua tese de doutoramento intitulou-se “Estudos hematologicos no impaludismo”, foi defendida e aprovada com distinção neste ano, e seu diploma expedido em 26 de abril de 1904. Em sua tese apresentou as seguintes dedicatórias:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“A minha mãe. Na vida meu supremo bem. A memoria venerada de meu pae. A minha noiva querida. A meus estimadíssimos irmãos. A meus bondosos avós. A memoria de meus tios e esplendidos amigos José Maria Ribeiro de Castro e Dr. Carlos Ribeiro de Castro. Ao colega e caro amigo Dr. A. L. de Almeida Horta. Ao estimado amigo e colega Dr. Eurico de Azevedo Villela. Ao mestre e amigo Dr. Miguel Couto. Homenagem de gratidão e amizade. Ao mestre e amigo Dr. Oswaldo Gonçalves Cruz. Homenagem de gratidão e amizade” (CHAGAS, 1903)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Para a realização de suas pesquisas para a tese de doutoramento, Carlos Chagas procurou o &amp;lt;u&amp;gt;[[INSTITUTO SOROTERÁPICO FEDERAL|Instituto Soroterápico Federal]]&amp;lt;/u&amp;gt;, e assim, em 1902, foi recebido por &amp;lt;u&amp;gt;[[CRUZ, OSWALDO GONÇALVES|Oswaldo Gonçalves Cruz]]&amp;lt;/u&amp;gt;, diretor técnico daquela instituição. A orientação de [[CRUZ, OSWALDO GONÇALVES|&amp;lt;u&amp;gt;Oswaldo Gonçalves Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]] foi muito importante para Carlos Chagas, que afirmou em sua tese:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“Valeu-nos o auxilio do diretor do &#039;&#039;Instituto de Manguinhos&#039;&#039; – Dr. Gonçalves Cruz – de quem nos veiu toda a educação technica e scientifica de que precisámos, todos os ensinamentos necessários á conclusão destes estudos. No laboratiro de Manguinhos trabalhámos com liberdade ampla, dispusemos de todo o material technico. Mais ainda, fôram sempre amigas e valiosíssimas as lições do estimado mestre. Ser-lhe-emos sempre reconhecido”. (CHAGAS, 1903, p.4)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Entre aqueles que se doutoraram com Carlos Chagas, em 1903, na &amp;lt;u&amp;gt;[[FACULDADE DE MEDICINA DO RIO DE JANEIRO|Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro]]&amp;lt;/u&amp;gt; estavam Ezequiel Caetano Dias, que posteriormente seria designado por Oswaldo Cruz, para dirigir a primeira filial do &amp;lt;u&amp;gt;[[INSTITUTO OSWALDO CRUZ|Instituto Oswaldo Cruz]]&amp;lt;/u&amp;gt; inaugurada em Belo Horizonte, em 3 de agosto de 1907;  Eduardo Rabello, chefe da Inspetoria de Profilaxia da Lepra e das Doenças Venéreas do Departamento Nacional de Saúde Pública em 1920; Garfield Augusto Perry de Almeida, posteriormente diretor da &amp;lt;u&amp;gt;[[FACULDADE HAHNEMANNIANA|Faculdade Hahnemanniana]]&amp;lt;/u&amp;gt; (1923); Agenor Guimarães Porto, catedrático de terapêutica da &amp;lt;u&amp;gt;[[FACULDADE DE MEDICINA DO RIO DE JANEIRO|Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro]]&amp;lt;/u&amp;gt; (1934), e Antonio Luis de Almada Horta, que viria a dirigir a Escola de Farmácia e Odontologia de Juiz de Fora.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;O periódico &#039;&#039;Brazil-Medico&#039;&#039; noticiou, em 1º de janeiro de 1904, o recebimento de um exemplar da tese de Carlos Chagas:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“Nota bem merecida foi a distincção que a Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro conferiu á these de doutoramento do Sr. Dr. Carlos Chagas, galardoando d´esse modo os esforços do jovem scientista para a confecção do seu trabalho, interessantíssimo e de real valor. (....). A introdução da these, destinada a demonstrar o &#039;&#039;valor dos estudos de hematologia pathologica&#039;&#039;, abrange, em traços rápidos, toda a historia da moderna sciencia experimental, desde a attenuação dos virus e a propriedade vaccinante dos microbios attenuados até os novíssimos estudos de hematologia tropical, que o auctor desejaria se extendessem também á lepra, á ankylostomiase, ao bócio, ao beribéri, etc.” (BIBLIOGRAPHIA, 1904, p.9)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em 1902, Carlos Chagas, então presidente do Gremio dos Internos dos Hospitaes do Rio de Janeiro, que funcionava na Praia de Santa Luzia, Rio de Janeiro, fez a apresentação do primeiro número da revista daquela agremiação, a &#039;&#039;Revista do Gremio dos Internos dos Hospitaes&#039;&#039;. Neste número de lançamento foram publicados a aula inaugural de Miguel de Oliveira Couto, e os trabalhos dos médicos &amp;lt;u&amp;gt;[[CASTRO, ALOYSIO DE|Aloysio de Castro]]&amp;lt;/u&amp;gt;, Juvenil da Rocha Vaz, Alberto Ribeiro de Oliveira Motta, Galdino do Valle, Cassio Barbosa de Rezende, e do farmacêutico Alvaro Sanches (REVISTA, 1902).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em junho de 1903, Carlos Ribeiro Justiniano Chagas teria sido convidado por &amp;lt;u&amp;gt;[[CRUZ, OSWALDO|Oswaldo Cruz]]&amp;lt;/u&amp;gt; para trabalhar no &amp;lt;u&amp;gt;[[INSTITUTO SOROTERÁPICO FEDERAL|Instituto Soroterápico Federal]]&amp;lt;/u&amp;gt;, mas declinou do convite por entender que sua vocação estava na clínica.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Foi nomeado, em 16 de março de 1904, médico da Diretoria Geral de Saúde Pública, e começou a trabalhar em um dos hospitais dependentes desta diretoria, o &amp;lt;u&amp;gt;[[HOSPITAL PAULA CANDIDO|Hospital Paula Candido]]&amp;lt;/u&amp;gt;, em Jurujuba (Niterói, Rio de Janeiro), então dirigido pelo médico Luiz Tavares de Macedo Junior. Atuou neste hospital até o ano de 1909 (CHAGAS FILHO, 1993).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Nesta época, Carlos Chagas abriu um consultório na Rua da Assembleia nº30, no centro do Rio de Janeiro, em um espaço pertencente ao médico Egydio Salles Guerra. Como não conseguia cobrar adequadamente de seus clientes, Carlos Chagas não foi bem-sucedido financeiramente com este consultório (CHAGAS FILHO, 1993, p.77).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Foi convidado, em 1905, por indicação de Oswaldo Cruz, diretor do Instituto Oswaldo Cruz e diretor geral de Saúde Pública, para coordenar o combate à malária nas obras da Companhia Docas de Santos para construção de uma hidrelétrica, em Itatinga (São Paulo), onde grande parte dos operários haviam sido acometidos pela enfermidade. Carlos Chagas procurou combater a malária, em Itatinga, impedindo a contaminação pelo mosquito transmissor, o culicídeo, e “em menos de três meses, conseguiu, praticamente, debelar o surto de maleita, utilizando um novo procedimento que nasceu da sua capacidade dedutiva e dos seus conhecimentos de parasitologia” (CAHAGS FILHO, 1993, p.78).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Integrou o serviço médico do &amp;lt;u&amp;gt;[[HOSPITAL DE SÃO SEBASTIÃO|Hospital de São Sebastião]]&amp;lt;/u&amp;gt;, fundado em 1889 na cidade do Rio de Janeiro, nos anos de 1905-1908, e de 1913-1915.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em 19 de março de 1906, Carlos Chagas começou seu trabalho no então denominado &amp;lt;u&amp;gt;[[INSTITUTO SOROTERÁPICO FEDERAL|Instituto Soroterápico Federal]]&amp;lt;/u&amp;gt;, e no ano seguinte eram seus colegas de instituição Henrique Figueiredo de Vasconcellos, Henrique da Rocha Lima, Ezequiel Caetano Dias e Antônio Cardoso Fontes (CHAGAS FILHO, 1993). Nesta época a instituição em Manguinhos realizava várias expedições científicas, em diversas regiões do país, com o objetivo de combater as epidemias e estudar as doenças tropicais.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Viajou, em 1906, para Juiz de Fora, em Minas Gerais, junto com Alcides Godoy, também pesquisador do &amp;lt;u&amp;gt;[[INSTITUTO SOROTERÁPICO FEDERAL|Instituto Soroterápico Federal]]&amp;lt;/u&amp;gt;, para realizar os testes da vacina contra o &amp;quot;carbúnculo sintomático&amp;quot;, vulgarmente conhecida como peste da &#039;&#039;manqueira&#039;&#039;, desenvolvida por Godoy.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Concomitante a estas expedições, Carlos Chagas começou a trabalhar, em 19 de março de 1906, como assistente no &amp;lt;u&amp;gt;[[INSTITUTO SOROTERÁPICO FEDERAL|Instituto Soroterápico Federal]]&amp;lt;/u&amp;gt;, posteriormente denominado &amp;lt;u&amp;gt;[[INSTITUTO DE PATOLOGIA EXPERIMENTAL|Instituto de Patologia Experimental]]&amp;lt;/u&amp;gt;, em 1907, e &amp;lt;u&amp;gt;[[INSTITUTO OSWALDO CRUZ|Instituto Oswaldo Cruz]]&amp;lt;/u&amp;gt;, em 1908. Carlos Chagas Filho, em livro sobre seu pai, relatou como fora importante para Carlos Chagas seu ingresso naquela instituição, pois o “Instituto de Manguinhos era assim, naturalmente, a grande atração daqueles que viam na ciência o caminho indispensável para o progresso na medicina” (CHAGAS FILHO, 1993, p. 79).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em fevereiro de 1907 Carlos Chagas participou, juntamente com [[NEIVA, ARTHUR|&amp;lt;u&amp;gt;Arthur Neiva&amp;lt;/u&amp;gt;]] e José Gomes de Faria, também pesquisadores do instituto em Manguinhos, então denominado &amp;lt;u&amp;gt;[[INSTITUTO DE PATOLOGIA EXPERIMENTAL|Instituto de Patologia Experimental]]&amp;lt;/u&amp;gt;, do combate à malária na região de Xerém, na Baixada Fluminense (Rio de Janeiro), que estava afetando os trabalhos de canalização da água para a Capital Federal.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;u&amp;gt;[[CRUZ, OSWALDO|Oswaldo Cruz]]&amp;lt;/u&amp;gt;, em junho de 1907, incumbiu Carlos Chagas para o controle da malária especialmente na área de construção do prolongamento da Estrada de Ferro Central do Brasil, na região do Rio das Velhas, entre Corinto e Pirapora, no norte do Estado de Minas Gerais. Integrou, também, esta campanha, o médico &amp;lt;u&amp;gt;[[PENNA, BELISARIO AUGUSTO DE OLIVEIRA|Belisário Augusto de Oliveira Penna]]&amp;lt;/u&amp;gt;, do Serviço de Profilaxia Rural, que posteriormente, em 1910, juntamente como &amp;lt;u&amp;gt;[[NEIVA, ARTHUR|Arthur Neiva]]&amp;lt;/u&amp;gt;, participaria de uma das expedições científicas do &amp;lt;u&amp;gt;[[INSTITUTO OSWALDO CRUZ|Instituto Oswaldo Cruz]]&amp;lt;/u&amp;gt;, para fazer o levantamento da situação epidemiológica e socioeconômicas de localidades nos estados da Bahia, Pernambuco, Piauí e Goiás (LIMA, 2009).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Nesta ocasião, Carlos Chagas utilizou um vagão de trem como residência e como laboratório, e instalou um ambulatório no alpendre de uma casa na localidade de São Gonçalo de Tabocas, posteriormente denominada Lassance. Durante seu período nesta região, além do combate à malária, e motivado por seu interesse na entomologia e na protozoologia, Carlos Chagas procurou também capturar e estudar os mosquitos locais e os animais domésticos e silvestres.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Desde a primeira campanha de combate à malária de que havia participado, Carlos Chagas havia percebido que os mosquitos, após picarem as pessoas no interior das casas, ganhavam “peso que os fazia permanecer ali por longo tempo, digerindo o sangue e maturando os ovos” (KROPF; LACERDA, 2009. p.68). Assim, entendia que não se deveria atacar o mosquito apenas na sua fase larval aquática, mas principalmente em sua fase adulta alada, aplicando inseticidas nos ambientes. Sua pesquisa sobre a malária foi reconhecida, posteriormente, no Primo Congresso Internazionale sulla Malaria, realizado em Roma, de 3 e 6 de outubro de 1925.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em 1907 Carlos Chagas era adjunto na clínica de moléstias externas e vias urinárias da [[POLICLINICA GERAL DO RIO DE JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Policlínica Geral do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], fundada em 10 de dezembro de 1881 e instalada na Rua dos Ourives, no centro da cidade do Rio de Janeiro, e que era então dirigida pelo médico José Cardoso de Moura Brazil.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Carlos Ribeiro Justiniano Chagas foi nomeado, em 20 de março de 1908, pesquisador assistente do &amp;lt;u&amp;gt;[[INSTITUTO OSWALDO CRUZ|Instituto Oswaldo Cruz]]&amp;lt;/u&amp;gt;. Na instituição, nesta ocasião, eram assistentes Alcides Godoy, [[FONTES, ANTÔNIO CARDOSO|&amp;lt;u&amp;gt;Antônio Cardoso Fontes&amp;lt;/u&amp;gt;]], &amp;lt;u&amp;gt;[[NEIVA, ARTHUR|Arthur Neiva]]&amp;lt;/u&amp;gt;, Ezequiel Caetano Dias e &amp;lt;u&amp;gt;[[ARAGÃO, HENRIQUE DE BEAUREPAIRE ROHAN|Henrique Beaurepaire Rohan Aragão]]&amp;lt;/u&amp;gt;, e chefes de serviço Henrique Figueiredo de Vasconcellos e Henrique da Rocha Lima.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;No ano de 1908, ainda na expedição de combate à malária na cidade mineira de Lassance, Carlos Chagas descobriu, enquanto analisava o sangue de um sagui em seu laboratório, uma nova espécie de tripanosoma que ele nomeou de &#039;&#039;Trypanosoma minasense&#039;&#039;. Nesta ocasião, Carlos Chagas e [[PENNA, BELISARIO AUGUSTO DE OLIVEIRA|&amp;lt;u&amp;gt;Belisário Penna&amp;lt;/u&amp;gt;]] capturaram, em um rancho, exemplares de um inseto sugador de sangue, popularmente referido como “barbeiro”, sobre o qual o chefe dos engenheiros da Estrada de Ferro Central do Brasil, Cornélio Homem de Cantarino Motta, havia comentado. Segundo Chagas haviam inúmeros “barbeiros” que atacavam as pessoas &amp;quot;nas habitações pobres, nas choupanas de paredes não rebocadas e cobertas de capim”, e que lá permaneciam “depois de apagadas as luzes, e ocultando-se, durante o dia, nas frestas das paredes, nas coberturas das casas, em todos os esconderijos” (KROPF (a), 2009, p. 97).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Carlos Chagas levou os exemplares para seu laboratório, e ao examiná-los encontrou um protozoário em forma de &#039;&#039;tripanossoma&#039;&#039;. Sem condições de realizar ali análises mais detalhadas, Carlos Chagas enviou os exemplares para &amp;lt;u&amp;gt;[[CRUZ, OSWALDO GONÇALVES|Oswaldo Gonçalves Cruz]]&amp;lt;/u&amp;gt;, em Manguinhos, o qual após realizar alguns testes, e colocar os exemplares daqueles insetos em contato com macacos, criados no laboratório, constatou que alguns macacos haviam adoecido e apresentavam &#039;&#039;tripanossomas&#039;&#039; no sangue. Carlos Chagas, ao ser informado destes resultados, retornou a Manguinhos, e concluiu que o protozoário não era o &#039;&#039;minasense&#039;&#039;, mas uma nova espécie de &#039;&#039;tripanosoma&#039;&#039;, a qual ele nomeou de &#039;&#039;Trypanosoma cruzi&#039;&#039;, em homenagem a seu grande mestre, [[CRUZ, OSWALDO GONÇALVES|&amp;lt;u&amp;gt;Oswaldo Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Carlos Ribeiro Justiniano Chagas começou então a pesquisar se essa doença afetava os seres humanos. Retornou à cidade de Lassance, onde realizou exames de sangue entre os moradores, e em 14 de abril de 1909 identificou a presença do parasita no sangue de uma criança febril. Publicou no periódico &#039;&#039;Brazil-Medico&#039;&#039;, em 22 de abril de 1909, a Nota Prévia “Nova espécie mórbida do homem, produzida por um trypanosoma (Trypanosoma cruzi)”, na qual anunciou sua descoberta, e o caso daquela menina de dois anos, chamada Berenice, foi considerado o primeiro caso identificado da nova doença humana denominada doença de Chagas ou tripanossomíase americana. Esta nova doença tropical passaria a ser, com apoio de seu diretor, o carro-chefe das pesquisas do &amp;lt;u&amp;gt;[[INSTITUTO OSWALDO CRUZ|Instituto Oswaldo Cruz]]&amp;lt;/u&amp;gt;, sendo estudada por Carlos Chagas e por outros pesquisadores, como &amp;lt;u&amp;gt;[[NEIVA, ARTHUR|Arthur Neiva]]&amp;lt;/u&amp;gt;, &amp;lt;u&amp;gt;[[VIANNA, GASPAR DE OLIVEIRA|Gaspar de Oliveira Vianna]]&amp;lt;/u&amp;gt;, César Guerreiro, Astrogildo Machado, &amp;lt;u&amp;gt;[[TORRES, CARLOS BASTOS MAGARINOS|Carlos Bastos de Magarinos Torres]]&amp;lt;/u&amp;gt;, e Eurico de Azevedo Villela. A descoberta e os estudos sobre a nova enfermidade foram considerados uma contribuição inovadora ao campo da medicina tropical e Carlos Chagas, desde o início, enfatizou que este era um problema de grande relevância para a saúde pública brasileira (KROPF (a), 2009).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;u&amp;gt;[[CRUZ, OSWALDO GONÇALVES|Oswaldo Cruz]]&amp;lt;/u&amp;gt;, então diretor geral de saúde pública e do &amp;lt;u&amp;gt;[[INSTITUTO OSWALDO CRUZ|Instituto Oswaldo Cruz]]&amp;lt;/u&amp;gt;, apresentou, em 22 de abril de 1909, numa sessão da &amp;lt;u&amp;gt;[[ACADEMIA NACIONAL DE MEDICINA|Academia Nacional de Medicina]]&amp;lt;/u&amp;gt;, uma comunicação na qual apresentou a descoberta de Carlos Chagas (UMA, 1909).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Carlos Chagas foi nomeado, em 1º de junho de 1910, chefe de serviço no &amp;lt;u&amp;gt;[[INSTITUTO OSWALDO CRUZ|Instituto Oswaldo Cruz]]&amp;lt;/u&amp;gt;. E nesta época, também passou a lecionar no Curso de Aplicação da instituição, e em 1913, de acordo com o programa do referido curso, cabia a Carlos Chagas as seguintes disciplinas: Protozoários em geral; Amebas; Flagelados. Tripanosomidas. Leishmanias. Piroplasma; Moléstia de Carlos Chagas; Esporozoários em geral. Impaludismo; Ciliados parasitos; Espiroquetas; e Clamidozoários. Germes filtráveis. Varíola. Febre amarela (O ENSINO, 2019).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em 26 de outubro de 1910, em sessão solene na &amp;lt;u&amp;gt;[[ACADEMIA NACIONAL DE MEDICINA|Academia Nacional de Medicina]]&amp;lt;/u&amp;gt;, Carlos Chagas foi nomeado membro titular desta associação integrando a seção de ciências aplicadas à medicina. Na sessão foi recepcionado e saudado por Miguel da Silva Pereira, presidente daquela associação médica, que afirmou que aquela instituição não podia “ficar indiferente quanto sentio a medicina nacional dignificada e enaltecida por um descobrimento de que o mais sábio dos sábios que lidam com cousas da sciencia se ufanaria de ser o notável autor”. Na ocasião, Carlos Chagas proferiu uma conferência sobre a etiologia e as formas clínicas da &#039;&#039;schysotrypanose&#039;&#039; brasileira, e foi feita “a exposição de numerosas projecções luminosas fixas e uma longa fita cinematográfica, representando as regiões de Minas assoladas pela moléstia de Carlos Chagas e os doentes observados” (ACADEMIA, 1910, p.3). Na ocasião haviam, além de peças anatomopatológicas, 16 microscópios para que a assistência pudesse observar o novo parasito (KROPF (a), 2009, p.145).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Os estudos e a descoberta de Carlos Chagas foram destaques no pavilhão brasileiro na Internationale Hygiene Ausstellung, organizada pelo empresário e farmacêutico Karl August Lingner (1861-1916), e realizada em Dresden (Alemanha) de maio a outubro de 1911. Foram nomeados como representantes do Brasil neste evento &amp;lt;u&amp;gt;[[CRUZ, OSWALDO GONÇALVES|Oswaldo Gonçalves Cruz]]&amp;lt;/u&amp;gt;, diretor do &amp;lt;u&amp;gt;[[INSTITUTO OSWALDO CRUZ|Instituto Oswaldo Cruz]]&amp;lt;/u&amp;gt;, Henrique Figueiredo de Vasconcellos, chefe de serviço no Instituto Oswaldo Cruz, &amp;lt;u&amp;gt;[[FONTES, ANTÔNIO CARDOSO|Antônio Cardoso Fontes]]&amp;lt;/u&amp;gt;, assistente na mesma instituição, e Ataliba Florence, médico de moléstias de olhos na Polyclinica de São Paulo. No pavilhão brasileiro, projetado por Luiz Moraes Júnior e inaugurado em 15 de junho de 1911, foi instalada uma casa representando o sistema de isolamento na prevenção da febre amarela, e expostos os uniformes dos “mata-mosquitos” e o material de desinfecção das ruas e casas. Foram exibidas, também, coleções de insetos transmissores de doenças, como as de mosquitos da febre amarela e de “barbeiros” da doença de Chagas. Ainda em relação aos estudos e à descoberta de Carlos Chagas, havia reproduções de “papos”, considerados por Chagas, na época, como um sinal clínico da doença, e uma escultura em gesso representando uma paciente, que havia sido esculpida pelo escultor francês Antoine François Roume (MUSEU, 2019).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Ainda no âmbito desta exposição em Dresden, foi exibido um filme, “Chagas em Lassance”, com 9 minutos de duração, que apresentava imagens de doentes em Lassance (Minas Gerais) (MORAES, 2015, p.24). O filme, que já havia sido exibido antes, em 26 de outubro de 1910 na Academia Nacional de Medicina, também apresentava imagens do barbeiro nas paredes de uma casa.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;A descoberta feita por Carlos Chagas ocupou, também, as páginas de periódicos do Rio de Janeiro, que noticiavam sua descoberta e seus estudos, como a entrevista publicada em &#039;&#039;A Imprensa,&#039;&#039; em 6 de agosto de 1911, realizada em sua residência, na Avenida Izabel de Pinho nº21, em Botafogo. Nesta entrevista apresentou as ideias gerais sobre a moléstia de Chagas, as regiões mais acometidas, suas pesquisas e sua descoberta (UM, 1911).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Sua segunda conferência, proferida na &amp;lt;u&amp;gt;[[ACADEMIA NACIONAL DE MEDICINA|Academia Nacional de Medicina]]&amp;lt;/u&amp;gt; em 7 de agosto de 1911, na qual dissertou sobre as principais características clínicas da doença e as particularidades de sua descoberta, e defendeu a necessidade urgente da realização de uma campanha contra a doença, foi objeto de matéria publicada na edição de 12 de agosto de 1911 de &#039;&#039;O Malho.&#039;&#039; Nesta mesma edição também foi publicada uma sátira, intitulada “A Doença «Carlos Chagas»”, na qual referia-se aos “besouros políticos sociaes” e indagava:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“Até parece que estes bezouros são peiores que o terrível &#039;&#039;Barbeiro&#039;&#039; ...Poder-se-á dar um jeito a isso? Não haverá um Carlos «Chagas» que nos livre d´ellas?!....”  . (MOLESTIA, 1911)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Carlos Chagas liderou, entre outubro de 1912 e abril de 1913, a comissão do &amp;lt;u&amp;gt;[[INSTITUTO OSWALDO CRUZ|Instituto Oswaldo Cruz]]&amp;lt;/u&amp;gt; à bacia do rio Amazonas, integrada por Antônio Pacheco Leão, da &amp;lt;u&amp;gt;[[FACULDADE DE MEDICINA DO RIO DE JANEIRO|Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro]]&amp;lt;/u&amp;gt;, e João Pedro de Albuquerque, da Diretoria Geral de Saúde Pública, para examinar as condições sanitárias e de vida nos principais centros de produção da borracha. Durante a expedição, que se realizou entre outubro de 1912 e abril de 1913, percorreram os rios Solimões, Juruá, Purus, Acre, Iaco, Negro e o baixo rio Branco, realizaram observações clínicas sobre as enfermidades mais presentes na região, como a malária, e recolheram amostras de plantas, insetos e peixes para análise de novos parasitas. No final de 1913 foi publicado seu relatório intitulado “Notas sobre a epidemiologia do Amazonas”, como parte do “Relatorio sobre as condições medico-sanitarias do valle do Amazonas” apresentado por Oswaldo Cruz a Pedro de Toledo, Ministro da Agricultura, Industria e Commercio, e reimpresso na edição de 8 de novembro de 1913 do periódico &#039;&#039;Brazil-Medico&#039;&#039;.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Carlos Chagas, na terceira parte do relatório “Notas sobre a epidemiologia do Amazonas”, apresentou uma síntese sobre a epidemiologia na região, e destacou a inexistência de estudos sobre o tema no campo da medicina experimental. Acrescentou que os procedimentos profiláticos ainda não haviam sido adotados naquela região deficitária em termos sanitários, e que “o que colocava a Amazônia naquelas condições não eram fatores relacionados ao clima, mas às políticas públicas e às relações econômicas que se estabeleceram a partir da exploração da borracha” (SCHWEICKARDT; LIMA, 2007, p.36-37). Junto a este relatório, que foi encaminhado ao Ministro da Agricultura, Indústria e Comércio, havia uma caixa com 334 fotografias e mapas do roteiro da viagem (SCHWEICKARDT; LIMA, 2007).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Neste ano de 1913 foi indicado, por Manoel Augusto Pirajá da Silva, professor de parasitologia na &amp;lt;u&amp;gt;[[FACULDADE DE MEDICINA DA BAHIA|Faculdade de Medicina da Bahia]]&amp;lt;/u&amp;gt;, ao Prêmio Nobel de Medicina e Fisiologia, mas o vencedor foi Charles Robert Richet (1850-1935), médico fisiologista francês que havia descrito a anafilaxia. Carlos Chagas foi indicado para este prêmio Nobel em quatro ocasiões, tendo sido duas indicações oficiais, a de 1º de janeiro de 1913 e a de 21 de dezembro de 1920, e duas não-oficiais (COUTINHO; FREIRE JR.; DIAS, 1999). A primeira indicação, em 1913, teria sido feita pelo professor da Faculdade de Medicina da Bahia, Manuel Augusto Pirajá da Silva, mas não foi devidamente avaliada e recomendada. Em 1921, foi feita outra indicação, e desta feita por &amp;lt;u&amp;gt;[[GOUVÊA, HILÁRIO SOARES DE|Hilário Soares de Gouvêa]]&amp;lt;/u&amp;gt;, professor de oftalmologia e otorrinolaringologia da &amp;lt;u&amp;gt;[[FACULDADE DE MEDICINA DO RIO DE JANEIRO|Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro]]&amp;lt;/u&amp;gt;, que teria escrito “uma carta mostrando o talento, reputação, altruísmo e dedicação de Carlos Chagas à ciência, descrevendo resumidamente a seqüência de descobertas sobre o agente transmissor, o tripanossomo, o modo de transmissão e as repercussões clínicas e anátomo-patológicas graves da doença” (PITTELLA, 2009, p.70). Mas esta indicação também não recebeu a recomendação do Comitê Nobel. Importa registrar, que ao final, neste ano de 1921, não ocorreu efetivamente o Prêmio Nobel de Fisiologia ou Medicina (PITTELLA, 2009).  &amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
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&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Durante a realização da Exposição Nacional da Borracha, inaugurada no dia 12 de outubro de 1913 no Palácio Monroe, no centro da cidade do Rio de Janeiro, por iniciativa de Pedro de Toledo, Ministro da Agricultura, Indústria e Comércio, Carlos Chagas proferiu, no dia 24 de outubro, uma conferência sobre as condições médico-sanitárias na Amazônia, reproduzida nas páginas de &#039;&#039;O Paiz&#039;&#039;, um periódico de grande circulação (A CONFERENCIA, 1913), na qual reafirmou a importância das políticas públicas de saúde para a região:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“Na Amazonia, seja como forem as dificuldades actuaes, a aplicação das medidas medico-sanitarias contra a malária, importa em exigências de alta monta e será a base segura de todas as providencias tendentes a salvar em grande parte a riqueza nacional, representada pela indústria da borracha.Far-se-á um dia, estamos certos, esta campanha bemfazeja, que será demonstrativa da nossa cultura, dos nossos sentimentos de humanidade e da bôa orientação dos nossos governantes” (&#039;&#039;Apud.&#039;&#039; CHAGAS FILHO, 1993, p.104).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Alguns anos após sua descoberta, surgiram diversas polêmicas em relação à doença de Chagas, apresentadas inicialmente, em 1915, nos estudos feitos sob a liderança de Rudolf Kraus (1868-1932), um microbiologista austríaco e então diretor do Instituto Bacteriológico Argentino, que questionavam as formulações de Chagas, principalmente a etiologia parasitária do bócio endêmico. Na sessão de 29 de julho de 1919, da &amp;lt;u&amp;gt;[[SOCIEDADE DE MEDICINA E CIRURGIA DO RIO DE JANEIRO|Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro]]&amp;lt;/u&amp;gt;, o médico Henrique Beaurepaire Rohan Aragão, questionou alguns pontos da descoberta de Carlos Chagas, ao afirmar que sua hipótese sobre o bócio era insustentável, tendo em vista o número pequeno de casos comprovados parasitologicamente, e que o &#039;&#039;Trypanosoma cruzi&#039;&#039; poderia apresentar baixa patogenicidade para o organismo humano, fundamentando-se no estudo de Kraus. Aragão questionou, ainda, a autoria da descoberta do &#039;&#039;Trypanosoma cruzi&#039;&#039;, ao atribuí-la a Oswaldo Cruz (KROPF, 2009, p.224-226). As polêmicas prosseguiram, e tornaram-se mais intensas em 1922, por ocasião do discurso de &amp;lt;u&amp;gt;[[PEIXOTO, JÚLIO AFRÂNIO|Júlio Afrânio Peixoto]]&amp;lt;/u&amp;gt;, médico e professor da &amp;lt;u&amp;gt;[[FACULDADE DE MEDICINA DO RIO DE JANEIRO|Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro]]&amp;lt;/u&amp;gt;, professado em 30 de novembro daquele ano na &amp;lt;u&amp;gt;[[ACADEMIA NACIONAL DE MEDICINA|Academia Nacional de Medicina]]&amp;lt;/u&amp;gt;, ao recepcionar Henrique Figueiredo de Vasconcellos como membro honorário. Neste discurso ao referir-se aos serviços prestados pelo recepcionado, no então &amp;lt;u&amp;gt;[[INSTITUTO OSWALDO CRUZ|Instituto Oswaldo Cruz]]&amp;lt;/u&amp;gt;, acabou por questionar a existência e a importância da doença de Chagas. Carlos Chagas sentiu-se atingido por tais declarações e solicitou a Miguel de Oliveira Couto, então presidente da &amp;lt;u&amp;gt;[[ACADEMIA NACIONAL DE MEDICINA|Academia Nacional de Medicina]]&amp;lt;/u&amp;gt;, que fosse constituída uma comissão para avaliar seus estudos. Durante o ano de 1923, os estudos de Carlos Chagas, e a ideia, por ele defendida, de que esta doença era um problema de saúde pública importante, foram objeto de intensos debates naquela associação médica (KROPF (b), 2009). Em 23 de novembro de 1923 foi apresentado o parecer da referida comissão, no qual Carlos Chagas foi confirmado como autor da descoberta do &#039;&#039;T. cruzi.&#039;&#039; Carlos Chagas, em 6 de dezembro daquele ano, proferiu uma conferência na &amp;lt;u&amp;gt;[[ACADEMIA NACIONAL DE MEDICINA|Academia Nacional de Medicina]]&amp;lt;/u&amp;gt;, na qual  demonstrou sua mágoa com todo o ocorrido e afirmou que “não valera a todos a palavra de quem, para salvaguardar o patrimônio científico de uma escola, hoje se encontra na atitude de réu, autuado de improbidade e de demolidor das prerrogativas de robustez e resistência da nossa gente dos campos” (&#039;&#039;Apud.&#039;&#039; KROPF (a), 2009 p.247). Em 13 de dezembro de 1923, na &amp;lt;u&amp;gt;[[ACADEMIA NACIONAL DE MEDICINA|Academia Nacional de Medicina]]&amp;lt;/u&amp;gt;, Carlos Chagas apresentou informações sobre a moléstia que levava seu nome, em “uma sessão que ficará registrada como uma das mais memoráveis nos annaes” daquela associação, como foi destacado em matéria publicada na edição de 15 de dezembro da &#039;&#039;Revista da Semana&#039;&#039; (UMA, 1923).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;  &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Carlos Chagas realizou, em 1916, uma revisão em seus estudos sobre a doença, reforçando seus enunciados sobre a importância da forma crônica da doença (KROPF (a), 2009).  Neste mesmo ano, participou do 1º Congreso Medico Panamericano, realizado de 17 a 24 de setembro de 1916 na cidade de Buenos Aires, no qual apresentou o trabalho “Aspectos clínicos y anátomo patológicos de la tripanosomiasis americana”, que foi publicado no periódico &#039;&#039;La Prensa Médica Argentina,&#039;&#039; em 1916. Nesta ocasião, proferiu no dia 20 de setembro, uma conferência sobre a doença de Chagas, na Facultad de Medicina da Universidad de Buenos Aires, na qual “contestou, severamente, os argumentos de Kraus, que afirmava ter encontrado muitas regiões na Argentina onde existiam numerosos barbeiros infestados com tripanossomos, sem que a doença tivesse sido observada” (CHAGAS FILHO, 1993, p.105). De acordo com Carlos Chagas Filho, esta sua conferência foi bem recebida, e alguns anos depois, recebeu o reconhecimento dos médicos argentinos Salvador Mazza (1886-1947) e Cecilio Félix Romaña Berón de Astrada (1901-1997) para suas ideias, quando estes afirmaram, contestando Kraus, a existência de casos agudos da tripanossomíase americana na região do norte da Argentina (CHAGAS FILHO, 1993). Durante a estadia na Argentina, Chagas visitou o Instituto Bacteriológico Argentino, fundado em 10 de julho de 1916 na cidade de Buenos Aires, e então dirigido por Rudolf Kraus.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Com o falecimento de &amp;lt;u&amp;gt;[[CRUZ, OSWALDO GONÇALVES|Oswaldo Cruz]]&amp;lt;/u&amp;gt;, em 11 de fevereiro de 1917, havia a necessidade de substituí-lo, e segundo &amp;lt;u&amp;gt;[[ARAGÃO, HENRIQUE DE BEAUREPAIRE ROHAN|Henrique Beaurepaire Rohan Aragão]]&amp;lt;/u&amp;gt;, médico e que viria a ser diretor do &amp;lt;u&amp;gt;[[INSTITUTO OSWALDO CRUZ|Instituto Oswaldo Cruz]]&amp;lt;/u&amp;gt;, não havia dúvidas de que a sucessão caberia “a um dos discípulos mais antigos, da primeira hora para bem dizer, e assim, sucedeu, escolhendo o Governo a Carlos Chagas, discípulo dileto, que então ocupava o posto de Chefe do Serviço desde que Rocha Lima deixara o Instituto em 1910, para trabalhar em instituições científicas alemãs” (ARAGÃO, 1953, p.1).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Carlos Chagas foi nomeado, por decreto do Presidente da República, Wenceslau Braz, diretor do &amp;lt;u&amp;gt;[[INSTITUTO OSWALDO CRUZ|Instituto Oswaldo Cruz]]&amp;lt;/u&amp;gt;, em 14 de fevereiro de 1917, posto este no qual permaneceu até o final de sua vida, em 8 de novembro de 1934.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
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&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Logo após assumir a direção da instituição procurou atrair para a Manguinhos novos e experientes pesquisadores como o professor e clínico Eurico de Azevedo Villela, o químico e engenheiro de minas, metalurgia e civil José Carneiro Felippe, o fisiologista Miguel Ozorio de Almeida, e Leocádio Chaves, que havia participado das campanhas sanitárias com &amp;lt;u&amp;gt;[[CRUZ, OSWALDO GONÇALVES|Oswaldo Cruz]]&amp;lt;/u&amp;gt;.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
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&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Na gestão de Carlos Chagas à frente do &amp;lt;u&amp;gt;[[INSTITUTO OSWALDO CRUZ|Instituto Oswaldo Cruz]]&amp;lt;/u&amp;gt;, “o número de pesquisadores triplicou, havendo seis chefes de serviço, doze assistentes e nove adjuntos de assistente” (FONSECA FILHO, 1974, p.130). Ingressaram na instituição, até 1933, novos quadros de pesquisadores como Antônio Luiz de Barros Barreto, &amp;lt;u&amp;gt;[[FONSECA, OLYMPIO ARTHUR RIBEIRO DA|Olympio Oliveira Ribeiro da Fonseca]]&amp;lt;/u&amp;gt;, Oscar D´Utra e Silva, Carlos Burle de Figueiredo, Cássio Miranda, Antonio Eugênio de Arêa-Leão, Heraclides Cesar de Souza Araújo, Genésio Pacheco, César Pinto, Armínio Fraga, Hebster Pereira, Aroeira Neves, José Guilherme Lacorte, João Carlos Nogueira Penido, Thales  Martins, Bento Oswaldo Cruz, Gilberto Guimarães Villela, Emanuel Dias, Evandro Serafim Lobo Chagas, Archanjo Soares Penna de Azevedo, Walter Oswaldo Cruz e Oswaldo Cruz Filho, Carlos Chagas Filho e Gustavo de Oliveira Castro (ARAGÃO, 1953). Outros nomes importantes regressaram à instituição, como [[ALMEIDA, MIGUEL OZORIO DE|&amp;lt;u&amp;gt;Miguel Ozorio de Almeida&amp;lt;/u&amp;gt;]], contratado como assistente para a recém criada seção de fisiologia.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
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&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Carlos Chagas, logo que assumiu a direção de Manguinhos, destacou a importância da medicina científica naquela instituição:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“Nem será de outro modo, senão nos laboratórios e os institutos de pesquizas experimentaes. no manejo do methodo biológico e da technica physico-chimica moderna, que mais se esclareça a pathologia humana e melhor se iluminem os largos domínios da medicina scientifica”. (CHAGAS, Carlos. &#039;&#039;Apud.&#039;&#039; CHAGAS FILHO, 1993, p.115)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Neste sentido promoveu ampliação das coleções científicas e das diversas áreas de conhecimento no &amp;lt;u&amp;gt;[[INSTITUTO OSWALDO CRUZ|Instituto Oswaldo Cruz]]&amp;lt;/u&amp;gt;. Neste sentido, assumiram outro patamar as áreas de bacteriologia e imunologia, com os estudos de José da Costa Cruz, Genesio Pacheco, José Guilherme Lacorte e José de Castro Teixeira. Igualmente outras áreas cresceram, como a de zoologia médica, sob a liderança de Lauro Pereira Travassos, a de micologia, com &amp;lt;u&amp;gt;[[FONSECA, OLYMPIO ARTHUR RIBEIRO DA|Olympio Oliveira Ribeiro da Fonseca]]&amp;lt;/u&amp;gt; e Antonio Eugenio de Arêa-Leão, a de entomologia, com Adolpho Lutz, Ângelo Moreira da Costa Lima, César Pinto e &amp;lt;u&amp;gt;[[NEIVA, ARTHUR|Arthur Neiva]]&amp;lt;/u&amp;gt;, e a de protozoologia, com os estudos de Aristides Marques da Cunha. As pesquisas no campo da hanseníase também se destacaram com a liderança de Heráclides César de Souza-Araújo.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;  &lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;No ano seguinte a sua nomeação, em 1918, Carlos Chagas organizou o Serviço de Medicamentos Oficiais, criado por decreto federal n.13.000, de 1º de maio de 1918, com o objetivo de produzir e fornecer, gratuitamente ou a preços subsidiados, a quinina e outros medicamentos. De acordo com este decreto, a manipulação da quinina seria feita pelo &amp;lt;u&amp;gt;[[INSTITUTO OSWALDO CRUZ|Instituto Oswaldo Cruz]]&amp;lt;/u&amp;gt;, “incumbido disso mediante retribuição das despesas, e devendo ser transformada em comprimidos e soluções, para uso interno ou injecções hypodermicas” (BRASIL, 1918, p.1).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Neste mesmo ano inaugurou o Hospital Oswaldo Cruz, que começara a ser construído, no campus de Manguinhos, na gestão do antigo diretor, e que se destinava à internação de pacientes com doenças infectocontagiosas, como a moléstia de Chagas e a leishmaniose visceral. Sua construção foi viabilizada com o credito especial 300:000$ que havia sido estabelecido pelo decreto nº 9.346, de 24 de janeiro de 1912, para a construção de um hospital apropriado ao tratamento da moléstia de Carlos Chagas. Posteriormente, em 1940, este hospital passou a ser denominado Hospital Evandro Chagas, em homenagem ao filho de Carlos Chagas que havia falecido, e atualmente é o Instituto Nacional de Infectologia da &amp;lt;u&amp;gt;[[FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ|Fundação Oswaldo Cruz]]&amp;lt;/u&amp;gt;.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
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&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Carlos Chagas promoveu importantes mudanças no &amp;lt;u&amp;gt;[[INSTITUTO OSWALDO CRUZ|Instituto Oswaldo Cruz]]&amp;lt;/u&amp;gt;, como as alterações, feitas em 1919, ao regulamento de 1908, que possibilitaram a incorporação definitiva de inúmeros técnicos à instituição, passando o quadro funcional a constituir-se por um diretor, seis chefes de serviço, nove assistentes, sete sub assistentes, um secretário, e 64 servidores administrativos e auxiliares (ARAGÃO, 1953). Ainda durante sua gestão, em 1920, o controle de qualidade dos imunobiológicos fabricados e importados pelos laboratórios do país passou a ser atribuição do Instituto Oswaldo Cruz.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
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&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Na área do ensino, Carlos Chagas promoveu mudanças importantes na estrutura dos denominados Cursos de Aplicação no Instituto Oswaldo Cruz, criados em 1908 e voltados para a formação de pesquisadores em microbiologia e zoologia médica.  Com o regulamento de 1926, o programa do Curso de Aplicação foi ampliado e passou a contemplar as seguintes partes: 1) bacteriologia e imunidade; 2) micologia, protozoologia, helmintologia, entomologia e zoologia médica; 3) anatomia patológica. O curso seria prático e teria dez meses. Foi definido, igualmente, que os alunos teriam a possibilidade de se inscrever no curso completo, pelo qual receberiam um diploma, “no curso especial de higiene e saúde pública, ou em apenas uma de suas partes, obtendo, nesse caso, um certificado de frequência” (BENCHIMOL, 1990, p.64).  &amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
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&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Entre os anos de 1918 e 1930, Carlos Ribeiro Justiniano Chagas integrou, como membro, o Conselho Administrativo dos Patrimônios dos Estabelecimentos a cargo do Ministério da Justiça e Negócios Interiores (CONSELHO, 1918). Em reunião deste Conselho, realizada em 18 de setembro de 1918, na qual Carlos Chagas participou como membro, foi autorizada a construção de um pavilhão destinado aos alienados leprosos no &amp;lt;u&amp;gt;[[HOSPITAL NACIONAL DE ALIENADOS|Hospital Nacional de Alienados]]&amp;lt;/u&amp;gt; (CONSELHO ADMNISTRATIVO, 1918).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Foi importante a atuação do &amp;lt;u&amp;gt;[[INSTITUTO OSWALDO CRUZ|Instituto Oswaldo Cruz]]&amp;lt;/u&amp;gt;, então sob a direção de Carlos Chagas, especialmente em dois momentos graves para saúde pública do Rio de Janeiro, a epidemia de gripe espanhola, em 1918, e posteriormente a de febre amarela, em 1928. Na época da gripe espanhola, o então presidente da República, Wenceslau Braz, que havia demitido &amp;lt;u&amp;gt;[[SEIDL, CARLOS PINTO|Carlos Pinto Seidl]]&amp;lt;/u&amp;gt;, diretor Geral de Saúde Pública, convidou Carlos Chagas para assumir seu cargo, pedido este que inicialmente foi recusado por Chagas, que não desejava prejudicar sua relação com Seidl. O presidente da República não desistiu da contribuição de Chagas, e lhe solicitou que organizasse a criação de hospitais de emergência para cuidar da população carioca. A atuação de Carlos Chagas foi bastante evidenciada na imprensa carioca, como em matéria no periódico &#039;&#039;O Paiz,&#039;&#039; que se referiu especialmente aos hospitais instalados por sua iniciativa:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“O Dr. Carlos Chagas, a quem até agora se deve o mais relevante serviço, qual o da creação de hospitais provisórios, cuja instalação veiu em muito desafogar a população enferma, (......). Foram hontem instalados os hospitais provisórios, creados pelo Dr. Carlos Chagas, diretor do Instituto Oswaldo Cruz, na Escola Deodoro, no Centro Escolar da praça Onze de Junho, no Engenho de Dentro e em Ramos”. (A INFLUENZA, 1918, p.3).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Carlos Chagas solicitou, por meio de matéria na imprensa, a seus colegas, técnicos e médicos, e a estudantes de medicina, para que prestassem serviços nos 27 postos de consulta e nos 15 postos escolares, que estavam sendo instalados em toda a cidade (APPELLO, 1918).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Foi criada, em 11 de fevereiro de 1918, a Liga Pró-Saneamento do Brasil, por iniciativa de Belisário Penna, que congregava cientistas, intelectuais e políticos que buscavam lutar em prol do saneamento em todo o país, combater as endemias rurais, entre as quais a doença de Chagas. Na sessão de instalação da Liga, realizada na sede da Sociedade Nacional de Agricultura, Carlos Chagas foi escolhido como seu presidente (LIGA, 1918).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Neste ano de 1918 foram realizados, conjuntamente, na cidade do Rio de Janeiro, a 2ª Conferencia Sul-americana de Hygiene, Microbiologia e Pathologia, o 2º Congresso Sul-americano de Dermatologia e Syphilographia, o 8º Congresso Brasileiro de Medicina e o 1º Congresso de Trachoma. Os eventos, que foram iniciados no dia 13 de outubro, tiveram suas sessões ordinárias realizadas no novo edifício da &amp;lt;u&amp;gt;[[FACULDADE DE MEDICINA DO RIO DE JANEIRO|Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro]]&amp;lt;/u&amp;gt;, recém-inaugurado na Praia Vermelha, e o encerramento dos trabalhos no &amp;lt;u&amp;gt;[[INSTITUTO OSWALDO CRUZ|Instituto Oswaldo Cruz]]&amp;lt;/u&amp;gt;, após a inauguração do Hospital Oswaldo Cruz em suas dependências. Carlos Chagas apresentou nesse evento, no dia 19 de outubro, o trabalho intitulado “As fórmas nervosa e cardíaca da doença de Chagas” (CONGRESSO, 1918).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Carlos Chagas tornou-se, em 1918, sócio honorário do Centro Republicano Progresso D. Clara, associação que havia sido fundada em 17 de março de 1915, na Rua Dr. Frontin n.26, junto à Estação da Estrada de Ferro Central do Brasil D. Clara (atualmente bairro de Madureira), no Rio de Janeiro, com o objetivo de promover o progresso região. Esta instituição, então presidida pelo negociante José Ferreira Simões, foi visitada por Carlos Chagas em novembro de 1918, e na mesma época inaugurou um posto de socorros em suas dependências (EM D. Clara, 1918).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Assim como havia feito seu mestre &amp;lt;u&amp;gt;[[CRUZ, OSWALDO GONÇALVES|Oswaldo Cruz]]&amp;lt;/u&amp;gt;, Carlos Chagas acumulou a função de diretor do &amp;lt;u&amp;gt;[[INSTITUTO OSWALDO CRUZ|Instituto Oswaldo Cruz]]&amp;lt;/u&amp;gt;, com a de diretor da Diretoria Geral de Saúde Pública, para o qual foi nomeado em 1° de outubro de 1919.  Sua posse no cargo, em 4 de outubro de 1919, foi amplamente noticiada na imprensa, como a matéria publicada em &#039;&#039;O Paiz&#039;&#039; (A POSSE, 1919).  &amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em 2 de janeiro de 1920, pelo decreto 3.987, que reorganizou os serviços da saúde pública, foi criado o Departamento Nacional de Saúde Pública (DNSP), que substituiu e ampliou as atribuições da Diretoria Geral de Saúde Pública (DGSP), que fora criada em 1896. Entre as atribuições do DNSP estava a sua organização em três diretorias, a de Serviços Sanitários Terrestres na Capital Federal, a de Defesa Sanitária Marítima e Fluvial e a de Saneamento e Profilaxia Rural, assim como a elaboração de um código sanitário.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Desde o contexto da epidemia de gripe espanhola no Rio de Janeiro, a assistência hospitalar havia se tornado uma questão importante para a gestão de Carlos Chagas no Departamento Nacional de Saúde Pública. Foram, então, criados vários hospitais como o Hospital Pedro II, em 1920, o Hospital Gaffrée Guinle em 1924, e o Hospital Arthur Bernardes, em 1924. O Hospital Arthur Bernardes, criado por iniciativa do pediatra e chefe da Inspetoria de Higiene Infantil, Antonio Fernandes Figueira, era destinado ao atendimento de crianças e foi instalado nas dependências do Hotel Sete de Setembro, no Morro da Viúva (atual Av. Rui Barbosa), na cidade do Rio de Janeiro. Em 26 de abril de 1926 o estabelecimento passou a denominar-se Abrigo-Hospital Arthur Bernardes, e após várias transformações institucionais, transformou-se, em 1946, no atual Instituto Fernandes Figueira/Fiocruz.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;O diretor de Manguinhos, Carlos Chagas, destacou, no Relatório de Atividades do &amp;lt;u&amp;gt;[[INSTITUTO OSWALDO CRUZ|Instituto Oswaldo Cruz]]&amp;lt;/u&amp;gt; de 1921, a relevância da criação da seção de química aplicada, por tratar-se de um “ramo de conhecimento que assumiu importância preponderante e de que não pode mais prescindir uma instituição nos moldes da nossa” (&#039;&#039;Apud.&#039;&#039; BENCHIMOL, 1990, p.57). Esta seção, na qual eram técnicos José Carneiro Felippe, Gilberto Guimarães Vilela e Nicanor Botafogo-Gonçalves, tinha entre suas atribuições, desde 1920, a análise da qualidade e dos padrões dos soros, vacinas e outros produtos biológicos fabricados em laboratórios do país (BENCHIMOL, 1990).    &amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em 1921, Carlos Chagas viajou para os E.U.A., a convite do professor de medicina tropical da Harvard Scholl of Public Health, Richard Pearson Strong (1872-1948), para proferir um curso nessa instituição. Nesta ocasião, proferiu conferências na Harvard University, e recebeu, em 23 de junho de 1921, o título de &#039;&#039;Artium Magistrum,&#039;&#039; Honoris Causa, &#039;&#039;Honoris Causa,&#039;&#039; concedido por essa instituição&#039;&#039;.&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Ainda na década de 20, no contexto da gestão de Carlos Chagas no Departamento Nacional de Saúde Pública, foram criados um serviço de enfermeiras de saúde pública, o Hospital Geral de Assistência, atual Hospital Escola São Francisco de Assis da Universidade Federal do Rio de Janeiro, que se tornou um hospital padrão, apresentando serviços de qualidade com excelente corpo médico e estrutura, e a Escola de Enfermeiras. Estes órgãos de enfermagem eram subordinados à Superintendência do Serviço de Enfermeiras, vinculada diretamente ao Diretor-Geral do Departamento Nacional de Saúde Pública. A &amp;lt;u&amp;gt;[[ESCOLA DE ENFERMEIRAS DO DEPARTAMENTO NACIONAL DE SAÚDE PÚBLICA|Escola de Enfermeiras do Departamento Nacional de Saúde Pública]]&amp;lt;/u&amp;gt; (DNSP) foi instalada, em 1922, em terreno anexo ao Hospital Geral de Assistência do DNSP, na rua Afonso Cavalcanti, no centro do Rio de Janeiro. O serviço de enfermagem devia ficar a cargo das alunas da Escola, prevendo a substituição das enfermeiras práticas (sem formação) por alunas e enfermeiras diplomadas pela mesma instituição, à medida que seu número fosse aumentando. Foi inaugurado, em junho de 1925, um busto em homenagem a Carlos Chagas no hall de entrada do pavilhão de aulas da &amp;lt;u&amp;gt;[[ESCOLA DE ENFERMEIRAS DO DEPARTAMENTO NACIONAL DE SAÚDE PÚBLICA|Escola de Enfermeiras do Departamento Nacional de Saúde Pública]]&amp;lt;/u&amp;gt;. Posteriormente, em 1937, a instituição passou a denominar-se &amp;lt;u&amp;gt;[[ESCOLA DE ENFERMAGEM ANNA NERY DA UNIVERSIDADE DO BRASIL|Escola de Enfermagem Anna Nery da Universidade do Brasil]]&amp;lt;/u&amp;gt;.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Carlos Chagas foi nomeado membro da Comissão de Higiene da Société des Nations (Liga das Nações), entre 1922 e 1934, tendo sido eleito, em 1926, para ocupar a vice-presidência desta entidade.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Durante o período de Carlos Chagas na direção do Departamento Nacional de Saúde Pública, foi aprovado, pelo decreto nº16.300, de 31 de dezembro de 1923, um extenso regulamento que estabeleceu as competências do DNSP, normatizou o exercício profissional, o licenciamento de farmácias, a fiscalização de produtos farmacêuticos e biológicos, a inspeção de estabelecimentos e logradouros, e a defesa sanitária marítima e fluvial. Ainda sob sua gestão, foi criado o concurso para inspetor sanitário, concurso esse que desencadeou a nomeação de novos sanitaristas para o país.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Chefiou, em maio de 1923, a delegação brasileira que participou do Congrès International de Propagande d´Hygiene Sociale et d´Éducation Prophylactique Sanitaire et Morale (Sorbonne, Paris, 24-27/05/1923), e da Exposition Internationale du Centenaire de Pasteur. Hygiène Scientifique et Appliquée (Strasburgo, França, 1º/06-15/10/1923), eventos comemorativos do centenário de Pasteur. Integraram, também, a delegação, Gustavo Kohler Riedel, diretor da Colônia de Psychopatas, em Engenho de Dentro, Eduardo Rabello, inspetor da Prophylaxia da Syphilis, Eduardo Borges Ribeiro da Costa, diretor da &amp;lt;u&amp;gt;[[FACULDADE DE MEDICINA DE BELO HORIZONTE|Faculdade de Medicina de Belo Horizonte]]&amp;lt;/u&amp;gt;, Eurico de Azevedo Villela, do &amp;lt;u&amp;gt;[[INSTITUTO OSWALDO CRUZ|Instituto Oswaldo Cruz,]]&amp;lt;/u&amp;gt; e Gastão Cruls (NOTAS, 1923).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;No ato de inauguração do pavilhão brasileiro na Exposição Internacional Scientifica e Industrial de Hygiene, em 10 de junho de 1923 em Estrasburgo, Carlos Chagas proferiu um discurso no qual destacou a importância da obra de Pasteur para as ciências médicas e o bem-estar da humanidade (A SCIENCIA medica brasileira. &#039;&#039;Correio Paulistano,&#039;&#039; São Paulo, n.21.524, p.2, 11 de junho de 1923). Nesta ocasião, referiu-se à Comissão de Higiene da Société des Nations, que integrava desde o ano de 1922, como “uma organização de defesa sanitária, de incontestável utilidade, e que está destinada a prestar os maiores serviços à medicina social de todos os países”. E ressaltou que a Comissão deveria intensificar suas ações de defesa sanitária, e estreitar, neste campo, os laços entre a Europa e a América. Destacou, ainda, a importância do intercâmbio universitário, lembrando que muitos médicos brasileiros haviam realizado seus estudos em instituições francesas, e que a classe médica brasileira se inspirava nos métodos e obras francesas. Concluiu seu discurso que, seguindo a obra de Oswaldo Cruz, procurava organizar, no Brasil, a higiene preventiva e garantir a defesa sanitária marítima (EXPOSIÇÂO, 1923). &amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Ainda na França, proferiu na Université de Strasbourg, em junho de 1923, uma conferência sobre a moléstia de Chagas, utilizando projeções luminosas (FRANÇA,1923).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Carlos Chagas foi nomeado, por decreto presidencial, catedrático da cadeira de medicina tropical, criada na ocasião especialmente para ele e posteriormente denominada clínica de doenças tropicais e infectuosas, da &amp;lt;u&amp;gt;[[FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DO RIO DE JANEIRO|Faculdade de Medicina da Universidade do Rio de Janeiro]]&amp;lt;/u&amp;gt;, tendo tomado posse em 23 de maio de 1925 em sessão da Congregação da referida instituição. Na sessão de posse foi recepcionado pelos professores Miguel de Oliveira Couto, Oswaldo Coelho de Oliveira e &amp;lt;u&amp;gt;[[CASTRO, ALOYSIO DE|Aloysio de Castro]]&amp;lt;/u&amp;gt;, e teve seu termo de posse assinado por Juvenil da Rocha Vaz, então diretor da &amp;lt;u&amp;gt;[[FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DO RIO DE JANEIRO|Faculdade de Medicina da Universidade do Rio de Janeiro]]&amp;lt;/u&amp;gt; (A POSSE, 1927).  À época sua nomeação foi questionada no contexto das críticas à reforma educacional recém implementada, pelo fato do decreto que a havia instituído ter sido sancionado diretamente pelo presidente da República, sem ter sido submetido anteriormente ao Congresso Nacional (AZEVEDO; FERREIRA, 2012, p.585).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em 8 de maio de 1925, Carlos Chagas, ainda à frente do &amp;lt;u&amp;gt;[[INSTITUTO OSWALDO CRUZ|Instituto Oswaldo Cruz]]&amp;lt;/u&amp;gt;, recepcionou, juntamente com Leocádio Chaves, o físico Albert Einstein (1879-1955), de viagem pela América Latina, em sua visita à instituição, quando lhe foram apresentados vários preparados, como o &#039;&#039;Trypanosoma cruzi&#039;&#039;, da moléstia de Chagas (EINSTEIN, 1925). Nesta oportunidade, Einstein assinou um exemplar da revista &#039;&#039;Annalen der Physik,&#039;&#039; (4. Folge, Bd. 17, p.891-921. Leipzig: Johann Ambrosius Barth, 1905), na qual fora publicado seu artigo intitulado “Zur Elektrodynamik bewegter Körper”, descrevendo pela primeira vez a teoria da relatividade (VISITA, 2019).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;A partir de uma reforma regimental, a direção de Carlos Chagas estabeleceu, em 1926, seis seções científicas no &amp;lt;u&amp;gt;[[INSTITUTO OSWALDO CRUZ|Instituto Oswaldo Cruz]]&amp;lt;/u&amp;gt;, a de bacteriologia e Imunidade, a de zoologia médica, a de micologia e fitopatologia, a de anatomia patológica, a de hospitais, e a de química aplicada.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Na aula inaugural da cadeira de medicina tropical, em 14 de setembro de 1926, Carlos Chagas ressaltou a relevância daquela disciplina para o estudo dos problemas de saúde pública do país, especialmente as endemias rurais:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“Nos estudos que hoje iniciamos temos de lidar com os methodos da propedêutica physica, mas nelles haveremos de nos valer também de subsídios indispensáveis, lucrados principalmente da bacteriologia, da protozoologia, da helmintologia e da entomologia medica. Assim deve ser para que a aprendizagem das especiais nozologicas, peculiares a nosso paiz, se amplie e se complete em noções biológicas e epidemiológicas essenciaes e proveitosas ao medico e ao higienista”. (CHAGAS, 1926, p.19-20)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Foi responsável pela organização do Curso Especial de Higiene e Saúde Pública anexo à cadeira de higiene da &amp;lt;u&amp;gt;[[FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DO RIO DE JANEIRO|Faculdade de Medicina da Universidade do Rio de Janeiro]]&amp;lt;/u&amp;gt;, cuja criação foi efetivamente estabelecida no decreto nº19.852, de 11 de abril de 1931, que definiu a organização do ensino médico na Universidade do Rio de Janeiro (SANTOS; FARIA, 2006, p.301). A responsabilidade administrativa, técnica e didática pelo curso era do &amp;lt;u&amp;gt;[[INSTITUTO OSWALDO CRUZ|Instituto Oswaldo Cruz]]&amp;lt;/u&amp;gt;. O curso, cujas aulas se iniciaram em 26 de abril de 1926, era dividido em dois anos letivos, sendo o primeiro, realizado em Manguinhos, denominado “curso fundamental”, que constava os estudos de bacteriologia, imunologia, parasitologia e entomologia médica. O segundo ano era realizado nas dependências da faculdade, e compreendia o curso de saúde pública propriamente dito, obras de saneamento e profilaxia. Para Carlos Chagas a criação desta especialização decorria da complexidade dos problemas de higiene pública, o que exigia uma educação técnica ampla e profunda, que não era contemplada pelo curso médico. Entendia que tal curso traria resultados profícuos para a saúde pública no Brasil (O CURSO, 1926).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;O curso, que contava com o apoio de especialistas norte-americanos encaminhados e custeados pela Fundação Rockefeller, como o epidemiologista Allen W. Freeman (1881-1954) e o professor J. A. Doull, para lecionarem especialidades, era ministrado por docentes indicados por Carlos Chagas, e vinculados ao DNSP, ao &amp;lt;u&amp;gt;[[INSTITUTO OSWALDO CRUZ|Instituto Oswaldo Cruz]]&amp;lt;/u&amp;gt; ou à Escola Politécnica. Entre estes docentes estavam Tobias Moscoso, João de Barros Barreto, Antonio Fernandes Figueira, Eduardo Rabello, José Plácido Barbosa da Silva, e José Paranhos Fontenelle (SANTOS, 2006).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em 1926 foi criada a Assistência Hospitalar, órgão autônomo em relação ao DNSP, que tinha como atribuição a gestão dos hospitais São Francisco de Assis e Pedro II, e a fiscalização de outras instituições hospitalares no Rio de Janeiro (SANGLARD,2008). Este órgão tinha um Conselho Hospitalar, integrado por Carlos Chagas, Ataulpho Napoles de Paiva, Miguel de Carvalho, Guilherme Guinle, José Antonio de Abreu Fialho e Clementino Rocha Fraga.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Neste ano ocorreu uma epidemia de varíola, a qual, segundo Evandro Serafim Lobo Chagas, filho de Carlos Chagas, teria sido controlada pelas medidas profiláticas que haviam sido adotadas pela gestão de Chagas no DNSP, que se encerrou em novembro deste ano, quando o médico Clementino Rocha Fraga assumiu a direção do DNSP (CHAGAS, Evandro, 1935).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Carlos Chagas, em 1927, integrou a diretoria da Liga Brasileira contra a Tuberculose, que havia sido fundada pelo advogado Ataulpho Napoles de Paiva e um grupo de médicos, em 4 de agosto de 1900.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Foi o professor responsável pelas aulas da disciplina de clínica médica da &amp;lt;u&amp;gt;[[FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DO RIO DE JANEIRO|Faculdade de Medicina da Universidade do Rio de Janeiro]]&amp;lt;/u&amp;gt;, realizadas, em julho de 1927, no Hospital São Francisco de Assis, que havia sido inaugurado em 7 de novembro de 1922 na Rua Visconde de Itaúna nº 361, na cidade do Rio de Janeiro, e era então dirigido pelo médico José Thompson Motta (ACADEMIAS, 1927).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em 1928, quando a cidade do Rio de Janeiro enfrentou mais um surto de febre amarela, Carlos Chagas, diretor do &amp;lt;u&amp;gt;[[INSTITUTO OSWALDO CRUZ|Instituto Oswaldo Cruz]]&amp;lt;/u&amp;gt;, atuou de forma importante na produção de vacinas que foram distribuídas em larga escala. Além disso, pesquisadores e técnicos da instituição se debruçaram para investigar vários problemas científicos relativos à febre amarela, incluindo aspectos clínicos, patogênicos, anátomo e histopatológicos, químicos, imunológicos e terapêuticos. Esses estudos apresentaram importantes resultados e evidências como a presença do vírus em células hepáticas, a transmissão da moléstia para macacos brasileiros e estrangeiros, a presença do vírus no hemolinfa e nas vezes dos mosquitos, a infecção dos carrapatos com o vírus amarílico, o diagnóstico pela prova de proteção e outras descobertas (ARAGÃO, 1953, p. 8).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;A gestão de Carlos Chagas em Manguinhos ainda foi marcada por uma reforma, implantada durante o governo de Getúlio Vargas, em maio de 1931, que propunha que aquela instituição se tornasse Departamento de Medicina Experimental, subordinado ao recém-criado Ministério da Educação e Saúde. Porém, dois anos depois, o Governo Federal decidiu pelo cancelamento desta proposta, e o &amp;lt;u&amp;gt;[[INSTITUTO OSWALDO CRUZ|Instituto Oswaldo Cruz]]&amp;lt;/u&amp;gt; voltou a ser novamente uma repartição diretamente subordinada ao Ministério da Educação e Saúde. Ainda no contexto desta reforma de 1931, foi criada mais uma seção científica no &amp;lt;u&amp;gt;[[INSTITUTO OSWALDO CRUZ|Instituto Oswaldo Cruz]]&amp;lt;/u&amp;gt;, a seção de fisiologia, sob a direção de [[ALMEIDA, MIGUEL OZORIO DE|&amp;lt;u&amp;gt;Miguel Ozorio de Almeida&amp;lt;/u&amp;gt;]], e foram ampliadas as atribuições da filial de Belo Horizonte, então dirigida por Octávio Coelho de Magalhães (ARAGÃO, 1953).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Carlos Chagas presidiu, em 26 de setembro de 1933, a sessão da Conferência para a Uniformização da Campanha contra a Lepra, organizada pela Federação das Sociedades de Assistência aos Lázaros, e realizada entre 24 de setembro e 2 de outubro de 1933 no prédio do Syllogeu Brasileiro, na Rua Augusto Severo nº4, no centro do Rio de Janeiro, onde funcionava a &amp;lt;u&amp;gt;[[ACADEMIA NACIONAL DE MEDICINA|Academia Nacional de Medicina]]&amp;lt;/u&amp;gt;. Nesta Conferência, que reuniu técnicos para estabelecerem um plano de ação unificado para o combate à lepra, Carlos Chagas apresentou o projeto de criação do instituto de leprologia como centro de estudos e educação da lepra.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Na VII Conferência Internacional Americana, promovida pelo Conselho Diretor da União Panamericana, realizada na cidade de Montevidéu entre 3 e 26 de dezembro de 1933, Carlos Chagas, delegado neste evento, apresentou a exposição “Cooperação técnica internacional na luta contra a lepra”, que recomendava a criação de um Centro Internacional de Leprologia, no Rio de Janeiro (CHAGAS, 1933). Entre as resoluções da VII Conferência Internacional Americana estava a de que o Centro Internacional de Leprologia, instalado na cidade do Rio de janeiro, deveria ser aproveitado para a cooperação entre os países do continente americano no combate à lepra. Nesse mesmo evento Carlos Chagas propôs, em 12 de dezembro de 1933, na subcomissão da Commissão de Cooperação Intelectual, um projeto para ampliar a cooperação intelectual dos países da América, e intensificar o aproveitamento dos aperfeiçoamentos técnicos e científicos realizados no continente americano, mediante a criação de um instituto regional para esse fim.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Durante sua direção em Manguinhos, as seções de química, de fisiologia e de leprologia alcançaram importante desenvolvimento, e foi criado o Centro Internacional de Estudos sobre a Lepra, com o apoio da Liga das Nações e o auxílio financeiro do governo brasileiro e de Guilherme Guinle. O Centro Internacional de Estudos sobre a Lepra foi inaugurado em 20 de abril de 1934, em sessão solene no salão nobre da Biblioteca do Itamaraty. Presidido por Carlos Chagas, o Centro tinha sua sede no &amp;lt;u&amp;gt;[[INSTITUTO OSWALDO CRUZ|Instituto Oswaldo Cruz]]&amp;lt;/u&amp;gt;. O Centro Internacional de Leprologia tinha entre suas atribuições atividades de pesquisas de laboratório e de preparo de produtos anti-lepróticos. Para Carlos Chagas eram várias as razões para a iniciativa, como a “convicção absoluta de que é mister ampliar os elementos de acção da hygiene moderna na campanha contra esta doença, que levaram o Brasil  a organizar o Centro Internacional de Leprologia”, que “constituirá não só um centro de investigações scientificas quanto ainda um órgão de propaganda e orientação superior neste vasto domínio da medicina preventiva” (O CENTRO, 1934, p.3).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Carlos Chagas também ampliou outras áreas no &amp;lt;u&amp;gt;[[INSTITUTO OSWALDO CRUZ|Instituto Oswaldo Cruz]]&amp;lt;/u&amp;gt;, como os serviços de anatomia patológica, dirigido então por [[TORRES, CARLOS BASTOS MAGARINOS|&amp;lt;u&amp;gt;Carlos Bastos Magarinos Torres&amp;lt;/u&amp;gt;]] e no qual havia trabalhado o anátomo patologista norte-americano Bowman Crowell (1879-1951), o de protozoologia, o de entomologia, e o de bacteriologia (ARAGÃO, 1953).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em 1931 foi eleito membro do Conselho Técnico-Científico da &amp;lt;u&amp;gt;[[FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DO RIO DE JANEIRO|Faculdade de Medicina da Universidade do Rio de Janeiro]]&amp;lt;/u&amp;gt;, da qual era professor da clínica de doenças tropicais e infectuosas. No ano seguinte, em 1932, foi escolhido para ser paraninfo da turma de medicina.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Proferiu o Curso de Aperfeiçoamento sobre doença de Chagas e malária no Hospital São Francisco de Assis, que se iniciou em 8 de agosto de 1932, tendo tido aulas ao longo dos meses subsequentes, até o final desse ano.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Carlos Chagas foi sócio e/ou membro de inúmeras sociedades médicas brasileiras, como da Academia Nacional de Medicina (1910), da qual tornou-se o patrono da Cadeira nº 86, da &amp;lt;u&amp;gt;[[SOCIEDADE DE MEDICINA E CIRURGIA DO RIO DE JANEIRO|Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro]]&amp;lt;/u&amp;gt; (1909), da Sociedade de Medicina da Bahia (10/06/1909), da &amp;lt;u&amp;gt;[[SOCIEDADE DE MEDICINA E CIRURGIA DE SÃO PAULO|Sociedade de Medicina e Cirurgia de São Paulo]]&amp;lt;/u&amp;gt; (24/11/1910), da Sociedade Brasileira de Sciencias (25/08/1916), da Sociedade Brasileira de Higiene (1923), da Sociedade Brasileira de Biologia (1923), Associação Médico-Cirúrgica de Minas Gerais (1924), e da Sociedade Brasileira de Neurologia, Psychiatria e Medicina Legal, na qual integrou a Comissão de Assistência Prophylatica e Curativa das Neuro-Psychopatias (1926).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Foi o primeiro presidente da Sociedade Brasileira de Biologia, cuja reunião preparatória para sua fundação foi realizada, em 25 de junho de 1923, na sala de leitura da biblioteca do &amp;lt;u&amp;gt;[[INSTITUTO OSWALDO CRUZ|Instituto Oswaldo Cruz]]&amp;lt;/u&amp;gt;, em Manguinhos, na cidade do Rio de Janeiro. Nesta reunião preparatória, que contou com a presença de Adolpho Lutz, Aristides Marques da Cunha, Leocádio Chaves, &amp;lt;u&amp;gt;[[TORRES, CARLOS BASTOS MAGARINOS|Carlos Bastos Magarinos Torres]]&amp;lt;/u&amp;gt;, [[FONSECA, OLYMPIO ARTHUR RIBEIRO DA|&amp;lt;u&amp;gt;Olympio Oliveira Ribeiro da Fonseca&amp;lt;/u&amp;gt;]], entre outros, foi definido que provisoriamente a sede da sociedade seria no &amp;lt;u&amp;gt;[[INSTITUTO OSWALDO CRUZ|Instituto Oswaldo Cruz]]&amp;lt;/u&amp;gt;, foram aprovados seus estatutos, e eleita a diretoria (SOCIEDADE, 1923). Esta associação era filiada à Société de Biologie (Paris, França).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Carlos Chagas foi, igualmente, o primeiro presidente da Sociedade Brasileira de Hygiene, que foi fundada em 28 de setembro de 1922, em reunião instalada na sede da &amp;lt;u&amp;gt;[[SOCIEDADE DE MEDICINA E CIRURGIA DO RIO DE JANEIRO|Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro]]&amp;lt;/u&amp;gt;, no centro do Rio de Janeiro. A diretoria da associação tomou posse em 12 de outubro de 1922.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em 1934 era membro da Liga Brasileira de Hygiene Mental, que havia sido fundada em novembro de 1922 pelo médico Gustavo Kohler Riedel, e que tinha entre seus membros &amp;lt;u&amp;gt;[[MOREIRA, JULIANO|Juliano Moreira]]&amp;lt;/u&amp;gt;, &amp;lt;u&amp;gt;[[CASTRO, ALOYSIO DE|Aloysio de Castro]]&amp;lt;/u&amp;gt;, Henrique de Brito Belfort Roxo, Fernando Augusto Ribeiro de Magalhães e Miguel de Oliveira Couto. Integrou também a Liga Brasileira contra a Tuberculose, entidade filantrópica particular que foi fundada em 4 de agosto de 1900 e que teve como primeiro presidente o médico João Baptista dos Santos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Integrou, com Miguel de Oliveira Couto, Antônio Austregesilo Rodrigues Lima, Juvenil da Rocha Vaz, Clementino Rocha Fraga e Oswaldo Coelho de Oliveira, o Conselho Científico da revista &#039;&#039;Movimento Medico&#039;&#039;, dirigida pelo médico Irineu Malagueta de Pontes, cujo primeiro número foi lançado em setembro de 1930.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;É patrono da cadeira nº 46 da [[ACADEMIA DE MEDICINA DE SÃO PAULO|&amp;lt;u&amp;gt;Academia de Medicina de São Paulo&amp;lt;/u&amp;gt;]], sucessora da &amp;lt;u&amp;gt;[[SOCIEDADE DE MEDICINA E CIRURGIA DE SÃO PAULO|Sociedade de Medicina e Cirurgia de São Paulo]]&amp;lt;/u&amp;gt;.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;No cenário internacional Carlos Ribeiro Justiniano Chagas integrou diversas sociedades médicas, como a Sociedad Médica Argentina (26/09/1916), Société de Pathologie Exotique (10/12/1919), American Society of Tropical Medicine (1919), Physicans Club of Chicago (EUA,1921), Société Royale des Sciences Médicales y Naturalles de Bruxelles (3/07/1922), Academia Nacional de Medicina (Perú, 1922), Académie Royale de Médecine de Belgique  (1923), Sociedade de Medicina Montevideana (1923), Accademia Medica de Roma (1924), Artes Medicas in India Orientali Neerlandica (1924), Real Academia Nacional de Medicina (Espanha, 1925), New York Academy of Medicine  (18/11/1926), Kaiserlich Deutsche Akademie de Naturforscher zur Halle (Halle, 18/11/1926), Sociedad Médico-Quirúrgica del Guayas (Quayaquil, 30/04/1926),  Royal Society of Tropical Medicine and Hygiene (Londres, 30/05/1928), Académie Nationale de Médecine (Paris, 1930), Associação Médica Panamericana (Havana, 2/06/1932), Real Academia Nacional de Medicina de España, Sociedad Argentina de Biología.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Foi professor honorário da [[FACULDADE DE MEDICINA DA BAHIA|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina da Bahia&amp;lt;/u&amp;gt;]] (1918), lente honorário da Universidade de São Paulo (1912), e membro honorário da Facultad de Ciencias/Universidad Nacional del G.P. San Agustin de Arequipa (11/11/1929), e da Universidad Nacional de Buenos Aires. Recebeu os títulos de &#039;&#039;Artium Magistrum, Honoris Causa&#039;&#039; pela Harvard University (1921), de Doutor em Sciencias Agrarias de Buenos Aires (31/08/1922), Doutor &#039;&#039;Honoris Causa&#039;&#039; pela Université de Paris (6/11/1926), Doutor &#039;&#039;Honoris Causa&#039;&#039; pela Universidade de Lima (outubro 1929), e Doutor &#039;&#039;Honoris Causa&#039;&#039; pela Faculté de Médecine/Université Libre de Bruxelles (19/11/1934). Recebeu também honrarias da Medizinische Fakultät (Universität Hamburg, 1925), e da Deutsches Rotes Kreuz (1932). Recebeu o diploma da Deutschen Roten Kreuzes (Berlim, 15/10/1932)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Integrou, juntamente com Miguel de Oliveira Couto, &amp;lt;u&amp;gt;[[MOREIRA, JULIANO|Juliano Moreira]]&amp;lt;/u&amp;gt;, &amp;lt;u&amp;gt;[[CASTRO, ALOYSIO DE|Aloysio de Castro]]&amp;lt;/u&amp;gt;, Henrique de Brito Belfort Roxo, Clementino Rocha Fraga, Faustino Monteiro Esposel e Antônio Austregesilo Rodrigues Lima, a comissão brasileira no First International Neurological Congress, realizado em Berna (Suíça), entre 31 de agosto e 4 de setembro de 1931.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Carlos Chagas chefiou a comissão brasileira na Conferência Comemorativa sobre o Centenário de Louis Pasteur, quando recebeu o Prêmio &#039;&#039;Hors-Concours&#039;&#039; (Estrasburgo, França, 1923). No ano de 1912 recebeu, o prêmio &#039;&#039;Schaudinn Medaille&#039;&#039;, concedido pelo Institut für Schiffs-und Tropenkrankheiten, (Alemanha), a partir do parecer de uma comissão constituída por cientistas como o zoólogo Richard Wilhelm Karl Theodor Ritter von Hertwig (1850-1937),o médico Patrick Manson (1844-1922), o entomologista Raphaël Anatole Émile Blanchard (1857-1919), o médico Charles Louis Alphonse Laveran (1845-1922), o microbiologista Élie Metchnikoff (1845-1916),  o bacteriologista Pierre Paul Émile Roux (1853-1933), o patologista Camilo Golgi (1843-1926), o zoólogo Giovanni Battista Grassi (1854-1925), o bacteriologista Shibasaburo Kitasato (1852-1931), o médico militar Ayres Kopke (1866-1944), o protozoologista Wladimir Timofeevich  Shewiakoff (1859-1930), e o bacteriologista Frederick George Novy (1864-1957) (CHAGAS FILHO, 1993, p.98). Oswaldo Cruz, em ofício encaminhado em 27 de junho de 1912 ao Ministro da Justiça e Negócios Interiores, Rivadavia da Cunha Corrêa, no qual comunicava a concessão da Schaudinn Medaile a Carlos Chagas, destacou a origem e a relevância daquela premiação. Relatou que após o falecimento de Fritz Richard Schaudinn (1871-1906), fundador da moderna protozoologia, seus colegas no Institut für Schiffs-und Tropenkrankheiten (Instituto de Molestias Tropicais, Hamburgo, Alemanha) haviam decidido pela criação de uma medalha com seu nome, a ser conferida àqueles que “mais valiosas descobertas tivesse feito no departamento das sciencias em que se exercitava o malogrado professor de que a medalha tirou o nome” (&#039;&#039;Apud&#039;&#039; INSTITUTO, 1913, p.28). Em 1925 recebeu a medalha de ouro do Prêmio Kummel, da Universität Hamburg (Alemanha).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em 7 de julho de 1933 foi fundada a Escola de Enfermagem Carlos Chagas, na cidade de Belo Horizonte, originada de um acordo firmado entre a Diretoria de Saúde Pública do Estado de Minas Gerais e a &amp;lt;u&amp;gt;[[FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DE MINAS GERAIS|Faculdade de Medicina da Universidade de Minas Gerais]]&amp;lt;/u&amp;gt;, a qual chegou a ser visitada pelo próprio Carlos Chagas, em 1934.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Carlos Chagas proferiu, em 10 de outubro de 1934, a conferência “Novas diretrizes na defesa sanitária rural”, por ocasião da inauguração da Policlínica de Niterói, da Faculdade Fluminense de Medicina, que havia sido fundada em 25 de junho de 1925 e era então dirigida por Antônio de Barros Terra.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Com o falecimento de Carlos Chagas, por infarto do miocárdio, em 8 de novembro de 1934, [[FONTES, ANTÔNIO CARDOSO|&amp;lt;u&amp;gt;Antônio Cardoso Fontes&amp;lt;/u&amp;gt;]] assumiu a direção do &amp;lt;u&amp;gt;[[INSTITUTO OSWALDO CRUZ|Instituto Oswaldo Cruz]]&amp;lt;/u&amp;gt;.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Por ocasião do falecimento de Carlos Ribeiro Justiniano Chagas foram publicadas inúmeras e extensas matérias, em diversos jornais de grande circulação, como na &#039;&#039;Gazeta de Noticias&#039;&#039;, em sua primeira página da edição de 9 de novembro, que ressaltou que “a sciencia medica brasileira perde uma das suas maiores glorias. Falleceu o Prof. Carlos Chagas, o scientista de renome mundial” (A SCIENCIA, p.1). E no mesmo tom, o &#039;&#039;Correio da Manhã&#039;&#039; destacou que “com ele desaparece uma das figuras mais ilustres da medicina brasileira” (A SCIENCIA MEDICA, 1934, p.1), O &#039;&#039;Jornal do Brasil,&#039;&#039; em sua edição de 9 de novembro de 1934 afirmou que “O Brasil perdeu ontem esse grande sábio, uma das glorias legitimas da medicina nacional” (A MORTE, 1934, p.11).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;O médico Eurico de Azevedo Vilella, que fora assistente de Carlos Chagas na direção do Departamento Nacional de Saúde, em um texto em sua homenagem publicado, logo após seu falecimento, nas &#039;&#039;Memórias do Instituto Oswaldo Cruz,&#039;&#039; destacou sua trajetória e sua contribuição à ciência brasileira:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“Cabe-lhe o mérito de um descobrimento notável e impar nos domínios da medicina: o da Trypanosomiase Americana (Doença de Carlos Chagas); entidade mórbida de existência inteiramente desconhecida, e não suspeitada, antes que ele a revelasse ao mundo scientifico. (.....). Não desvendou apenas, ou isolou uma entidade clinica reunindo elementos esparsos, já conhecidos. Mas creou um capítulo inteiro da nosologia: etiologia, pathogenia, anatomia pathologica, symptomatologia com as respectivas fórmas clinicas, determinação do insecto transmissor, dos depositários do virus, do modo de disseminação e consequente prophylaxia. (....) O estudo que fez do agente causal da doença, o &#039;&#039;Trypanozoma cruzi&#039;&#039; (Chagas, 1909), é magistral. Tão completo e tão perfeito que mereceu o premio Schaudinn, como o melhor trabalho apparecido na época sobre microbiologia. (.....). Protozoologista, além de dois novos trypanozomas que descobriu (&#039;&#039;Tryp. Minasensis,&#039;&#039; Chagas, 1908; &#039;&#039;Tryp. Cruzi&#039;&#039;, Chagas, 1909), são para citar os seus estudos sobre flagelados, hemogregarinas, amebas, coccidios e sobre o cariozoma de ciliados parasitos. (....). Entomologista, enriqueceu de algumas especies novas os anophelineos, trazendo com isto esclarecimento á epidemiologia do impaludismo. Entre outras descreveu a nova espécie &#039;&#039;Celia brasiliensis&#039;&#039;, cujos hábitos diurnos foram pela primeira vez notados em um anophelineo. A clinica lhe deve além da descripção da &#039;&#039;Trypanosomiase americana,&#039;&#039; a orientação em diversos pontos obscuros de pathologia tropical, taes como o chamado acesso pernicioso do impaludismo, a descripção de uma fórma oedematosa da febre quartã, a identificação das ulceras do valle do Amazonas á leishmaniose, a identificação do sodoku e outros de menor monta.”  (VILELLA, 1934, p.III-XI)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;u&amp;gt;[[ALMEIDA, MIGUEL OZORIO DE|Miguel Ozorio de Almeida]]&amp;lt;/u&amp;gt;, chefe de divisão de fisiologia do &amp;lt;u&amp;gt;[[INSTITUTO OSWALDO CRUZ|Instituto Oswaldo Cruz]]&amp;lt;/u&amp;gt;, ressaltou, em matéria publicada em 1948 no Suplemento &#039;&#039;Ciencia para todos&#039;&#039; do periódico &#039;&#039;A Manhã&#039;&#039;, o papel de Carlos Ribeiro Justiniano Chagas na promoção da saúde pública do país:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“A dívida da Saúde Pública no Brasil para com Chagas é, pois, incalculável. Foi um homem de ação e de combate. Seus estudos científicos mantiveram sempre estreito contato com a realidade, que êle nunca perdia de vista. (.....). Carlos Chagas dedicou o melhor de seus esforços à saúde e higiene do interior. Muito jovem foi dirigir campanhas anti-maláricas em vários pontos do país. Fixou-se, por fim, em dada região do interior de Minas Gerais, onde diariamente estudava o estado sanitário e observava as doenças existentes. Foi aí que se produziu o acontecimento decisivo de sua vida: a descoberta de nova entidade mórbida, até então de todo desconhecida e que mais tarde recebeu o nome de doença de Chagas. (....). Pouco mais tarde partia êle para a Amazônia a fim de observar o clima, a vida e a patologia da região. De lá trouxe aquisições interessantes e preciosas sobre o paludismo e as diferentes endemias. Em seus discursos e conferências, até o fim, bateu-se Chagas pela grande causa. (....). A outra causa pela qual sempre se esforçou Chagas foi o desenvolvimento dos estudos de Medicina Experimental no Brasil. Nisso foi êle verdadeiro e digno continuador de Oswaldo Cruz. Como diretor do Instituto de Manguinhos teve êle as possibilidades de agir nesse sentido. Para Chagas, porém, tanto não bastava. Seria necessário que as outras instituições seguissem a mesma orientação e as novas gerações fossem instruídas das normas comprovadas e seguras. Por isso em suas alocuções o tema vem constantemente à baila. Ensina, insiste, repete, cita casos, multiplica os exemplos, nada esquece do que possa concorrer para impor a convicção e incrustar nos espíritos os princípios salutares.” (ALMEIDA, 1948, p.9)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;A classe médica, seus colegas no &amp;lt;u&amp;gt;[[INSTITUTO OSWALDO CRUZ|Instituto Oswaldo Cruz]]&amp;lt;/u&amp;gt; e na &amp;lt;u&amp;gt;[[FACULDADE DE MEDICINA DO RIO DE JANEIRO|Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro]]&amp;lt;/u&amp;gt; renderam a Carlos Ribeiro Justiniano Chagas diversas homenagens póstumas, tendo sido inaugurado, um busto seu, de autoria do escultor Annibal Monteiro, em 15 de abril de 1937, em Manguinhos (INAUGUROU-SE, 1937).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
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= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Produção intelectual&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Estudos hematológicos no impaludismo”. These apresentada á Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, em 26 de março de 1903. Rio de Janeiro: Typographia da Papelaria União, 1903.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Prophylaxia do impaludismo”. Rio de Janeiro: Typ. Besnard Frères, 1906.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Prophylaxia do impaludismo”. &#039;&#039;Brazil-Medico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XX, n.31, p. 315-317, 1906.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Prophylaxia do impaludismo”. &#039;&#039;Brazil-Medico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XX, n.33, p.337-340, 1906.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Prophylaxia do impaludismo”. &#039;&#039;Brazil-Medico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XX, n.41, p. 419-422, 1906.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Profilaxia do impaludismo”. (Trabalho do Instituto de Manguinhos)&#039;&#039;. Brazil-Medico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XXI, n.16, p.151-154, 22 de abril de 1907.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Novas especies de culicideos brazileiros”. (Trabalhos do Instituto de Manguinhos). Rio de Janeiro: Besnard Frères,1907.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “O novo gênero Myzorhynchella de Theobald. Duas novas anophelinas brazileiras pertencentes a este gênero”&#039;&#039;.&#039;&#039; (Trabalho do Instituto de Manguinhos). &#039;&#039;Brazil-Medico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XXI, n.30, p.291-293, 8 de agosto de 1907.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “O novo gênero Myzorhynchella de Theobald. Duas novas anophelinas brazileiras pertencentes a este gênero”. (Trabalho do Instituto de Manguinhos). &#039;&#039;Brazil-Medico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XXI, n.31, p.303-305, 15 de agosto de 1907.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Uma nova espécie de gênero &#039;&#039;Taeniorhynchus”&#039;&#039;. (Trabalho do Instituto de Manguinhos). &#039;&#039;Brazil-Medico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 1907, ano XXI, n. 214, p.313-314, 22 de agosto de 1907.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Tripanozoma Minasense”. (Trabalho do Instituto de Manguinhos). &#039;&#039;Brazil-Medico,&#039;&#039; Rio de Janeiro, ano XXII, n.48, p. 471, 22 de dezembro de 1908.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Beitrag zur MalariaProphylaxis”. &#039;&#039;Zeitschrift fuer Hygiene und Infektionskrankheiten&#039;&#039;, v.60, p. 321-334, 1908.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Prophylaxia do impaludismo: nota prévia sobre uma causa de erro nos exames de sangue para a pesquiza do hematozoario de Laveran”. &#039;&#039;Revista Médica de São Paulo: jornal prático de medicina, cirurgia e higiene&#039;&#039;, São Paulo, v.11, n.19, p.391-399, 1908.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Neue Trypanosomen”. &#039;&#039;Archiv für Schiffs-und Tropen-Hygiene&#039;&#039;, Leipzig, v.13, n.4, p.120, 1909.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Nova espécie mórbida do homem, produzida por um trypanosoma (&#039;&#039;Trypanosoma cruzi)&#039;&#039;”. Nota prévia. &#039;&#039;Brazil-Medico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XXIII, n.16, p.161, 22 de abril de 1909.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Nouvelle espèce de trypanosomiase humaine”. &#039;&#039;Bulletin de la Société de pathologie exotique&#039;&#039;, Paris, tome 2, n.6, p.304-307, 1909.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Bemerkung zu der Arbeit von R. Gonder und H. V. Berenberg-Gossler: malariaplasmodien der Affen”. &#039;&#039;Malaria&#039;&#039;, Leipzig, v.1, n.2, p.138, 1909.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Nova trypanozomiase humana: estudos sobre a morfolojia e o ciclo evolutivo do &#039;&#039;Schizotrypanum cruzi&#039;&#039; n. gen., n. sp., ajente etiolojico de nova entidade morbida do homem”. &#039;&#039;Memórias do Instituto Oswaldo Cruz&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v. 1, n. 2, p.159-218, ago. 1909.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Nova trypanosomiase humana”. &#039;&#039;Imprensa Medica&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.17, n.10, p.154-155, 1909.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Nova trypanosomiase humana (Nota apresentada à Academia Nacional de Medicina)”.&#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia, &#039;&#039;Salvador,&#039;&#039;v.XL, n.10, p.433-434, abr. 1909.&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- [sobre Trypanosoma cruzi].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Revista Syniatrica; medicina, farmácia, ciências naturais. &#039;&#039;Rio de Janeiro, v.2, 1909.&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Trabalho do Instituto de Manguinhos sobre uma nova trypanosomiase humana, pelo dr. Carlos Chagas, assistente do Instituto”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Annaes da Academia de Medicina, Rio de Janeiro, v.75, p.188-190, jan.-dez. 1909.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Uber eine neue trypanosomiasis des menschen”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Archiv fur Schiffs-und Tropen-Hygiene, &#039;&#039;Leipzig,&#039;&#039;v.13, p.351-353, 1909.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Relatorio aprezentado pelo chefe da comissão medica ao sub-diretor da 6ª divizão da E. F. Central do Brazil”. In: REIS, Aarão. &#039;&#039;&#039;Relatorio da Estrada de Ferro Central do Brazil referente ao ano de 1907 aprezentado ao Exmo. Sr. Dr. Miguel Calmon du Pin e Almeida, Ministro e Secretario d´Estado dos Negocios da Industria, Viação e Obras Publicas&#039;&#039;&#039;. Rio de Janeiro: Imp. Nacional, 1909. pp.168-174.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Sobre a etiologia do bócio endêmico no Estado de Minas Gerais”. Nota preliminar. &#039;&#039;Brazil-Medico,&#039;&#039; Rio de Janeiro, ano XXIV, n.17, p. 263, 1º de maio de 1910.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Estudos sobre flagelados (Flagelatten-Studien)”. (com Max Hartmann). &#039;&#039;Memorias do Instituto Oswaldo Cruz&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.2, n.1, p. 64-125, 1910.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Nova entidade morbida do homem. Conferência realizada pelo Dr. Carlos Chagas na Academia Nacional de Medicina a 26 de outubro de 1910”. &#039;&#039;Annaes da Academia de Medicina,&#039;&#039; Rio de Janeiro, v.76, p.45-84, jan.-dez.1913.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Aspecto clinico geral da nova entidade morbida produzida pelo Schizotrypanum cruzi: nota prévia”. &#039;&#039;Brazil-Medico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v. XXIV, n.27, p.263-265, jul.1910.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Nova entidade morbida do homem, Histórias e etiologia”. &#039;&#039;Brazil-Medico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XXIV, n.43 p. 423, 15 de novembro de 1910.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Vorläufige mitteilung über untersuchungen an schlangenhämogregarinen: nebst bemerkungen zu der vorstehenden arbeit von E. Reichenow über Haemogregarina stepanowi”. (com Max Hartmann). &#039;&#039;Archiv für Protislenkunde,&#039;&#039; Jena (Alemanha), v..20, n.3, p.351-360, 1910.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Sobre a divisão nuclear da Amoeba Hyalina Dang”. (com Max Hartmann). &#039;&#039;Memórias do Instituto Oswaldo Cruz&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v. 2, n.2, p.159-167, 1910.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Estudos de citolojia em nova especie de coccidio, “Adelea hartmanni”, do intestino de Dysdercus ruficollis L&#039;&#039;.”. Memórias do Instituto Oswaldo Cruz,&#039;&#039; Rio de Janeiro, v. 2, n.2, p.168-185, 1910.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Le cycle de “Schizotrypanum cruzi” chez l’homme et les animaux de laboratoire”. &#039;&#039;Bulletin de la Société de pathologie exotique,&#039;&#039; Paris, tome 4, n.7, p. 467-471, 1911.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Molestia de Carlos Chagas. (Assumptos de Actualidade). Conferencia realizada em 7 de agosto na Academia Nacional de Medicina”. &#039;&#039;Brazil-Medico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XXV, n.34 p. 340-343, 8 de setembro de 1911.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Molestia de Carlos Chagas. (Assumptos de Actualidade). Conferencia realizada em 7 de agosto na Academia Nacional de Medicina. (Continuação)”. &#039;&#039;Brazil-Medico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XXV, n.35 p. 353-355, 15 de setembro de 1911.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Molestia de Carlos Chagas. (Assumptos de Actualidade). Conferencia realizada em 7 de agosto na Academia Nacional de Medicina. (Continuação)”. &#039;&#039;Brazil-Medico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XXV, n.36 p. 361-364, 22 de setembro de 1911.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Molestia de Carlos Chagas. (Assumptos de Actualidade). Conferencia realizada em 7 de agosto na Academia Nacional de Medicina. (Conclusão)”. &#039;&#039;Brazil-Medico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XXV, n.37 p. 373-375, 1º de outubro de 1911.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Molestia de “Carlos Chagas” ou thyreoidite parasitaria. Conferência realizada perante a Associação Medico Cirúrgica de Minas Gerais na sessão solene de 30 de julho de 1911”. &#039;&#039;Revista Médica de São Paulo: jornal prático de medicina, cirurgia e higiene&#039;&#039;, São Paulo,&#039;&#039;ano 14, n.18, p. 337-356, 1911.&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Sobre as variações cíclicas do cariozoma em duas especies de ciliados parasitos: contribuição para o estudo do nucleo nos infuzorios”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Memórias do Instituto Oswaldo Cruz,&#039;&#039;Rio de Janeiro, v. 3, n.1, p. 136-144, 1911.&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Nova entidade morbida do homem: rezumo geral dos estudos etiologicos e clínicos”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Memórias do Instituto Oswaldo Cruz,&#039;&#039;Rio de Janeiro, v.3, n.2, p. 219-275, 1911.&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Molestia de Carlos Chagas ou thyreoidite parasitaria: nova doença humana transmitida pelo barbeiro (Conorhinus megistus). Conferência realizada na Sociedade de Medicina e Cirurgia de Minas Gerais na sessão solene de 30 de julho de 1911”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Revista Médica de São Paulo: jornal prático de medicina, cirurgia e higiene&#039;&#039;, São Paulo, ano 14, n.18, p.337-356, 1911.&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;- “O mal de Chagas; conferência realizada em São Paulo, a convite da Sociedade de Medicina e Cirurgia, sobre a tripanozomiase brasileira e de sua descoberta”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Archivos da Sociedade de Medicina e Cirurgia de São Paulo&#039;&#039;, São Paulo, v.3, ns.9/10, p.34-66, 1912.&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “A propósito de um caso de desynteria amoébica observado em Juiz de Fora”&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;. Revista Médica de Minas&#039;&#039;, Belo Horizonte, ano 4, n.3, p.79-85, mar. 1912.&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “A trypanosome of the armadillo, Tatusia novemcincta, its transmission by triatoma geniculata and the role tatusia as an out-of-door host of trypanosoma cruzi”. Rio de Janeiro: [Manguinhos], 1912.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Discurso pronunciado pelo Dr. Carlos Chagas na sessão solemne inaugural do VII Congresso Brasileiro de Medicina e Cirurgia, realizado em Bello Horizonte em 21 de abril de 1912”. Belo Horizonte: Imprensa Official,1912.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Conferencia realizada na sessão inaugural do VII Congresso Brasileiro de Medicina e Cirurgia, reunido em Bello Horizonte - 21 de abril de 1912”. In: CHAGAS, Carlos. &#039;&#039;&#039;Discursos e conferencias.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: A Noite, 1935. pp.81-103.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Sobre um trypanosomo do tatú,&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Tatusia novemcincta,&#039;&#039;transmitido pelo &#039;&#039;Triatoma geniculata &#039;&#039;Latr. 1811; possibilidade de ser o tatú um depositario do &#039;&#039;Trypanosoma cruzi&#039;&#039;no mundo exterior. (Nota prévia)”. &#039;&#039;Brazil-Medico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XXVI, n.30, p. 305-306, 8 de agosto de 1912.&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Thireoidite parasitaria: conferencia realizada em São Paulo pelo dr. Carlos Chagas, a convite da Sociedade de Medicina e Cirurgia, sobre a tripanozomíase brazileira, e de sua descoberta”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Revista Médica de São Paulo: jornal prático de medicina, cirurgia e higiene&#039;&#039;, São Paulo, ano 15, n.17, p.337-350, set. 1912.&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Les formes nerveuses d’une nouvelle Trypanosomiase (&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Trypanosoma Cruzi&#039;&#039;inoculé par &#039;&#039;Triatoma magista&#039;&#039;) (Maladie de Chagas)”. &#039;&#039;Nouvelle Iconographie de La Salpêtrière&#039;&#039;, Paris, tome XXVI, p.1-9, 1913.&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Nova entidade mórbida no homem”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Annaes da Academia de Medicina, &#039;&#039;Rio de Janeiro, tomo 76, p.45-84, 1913.&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Revisão do cyclo evolutivo do Trypanozoma Cruzi”. (Trabalhos do Instituto Oswaldo Cruz).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Brazil-Medico,&#039;&#039;Rio de Janeiro, ano XXVII, n.23, p. 225-227, 15 de junho de 1913.&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Notas sobre a epidemiologia do Amazonas pelo Dr. Carlos Chagas (Chefe de serviço no Instituto Oswaldo Cruz”. (Reimpresso do Brazil Medico n. 42 de 8 de Novembro de 1913. (Trabalho do Instituto Oswaldo Cruz). Rio de Janeiro, Manguinhos, 1913. In: CRUZ, Oswaldo. &#039;&#039;&#039;Relatorio sobre as condições medico-sanitarias do valle do Amazonas apresentado a S. Exª. o Snr. Dr. Pedro de Toledo, Ministro da Agricultura, Industria e Commercio&#039;&#039;&#039;. Rio de Janeiro: Typ. do Jornal do Commercio, 1913. pp.39-53.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Notas sobre a epidemiologia do Amazonas”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Brazil-Medico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XXVII, n.42, p. 450-456, 8 de novembro de 1913.&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Conferência realizada em 17 de outubro de 1913, sobre as condições medico-sanitarias do Rio Amazonas”. In: CHAGAS, Carlos. &#039;&#039;&#039;Discursos e conferencias.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: A Noite, 1935. pp.105-136.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Verificação no Rio de Janeiro da moléstia Sokodú (Rattembisskrankheit) devida a mordedura de rato. (Trabalhos do Instituto Oswaldo Cruz)”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Brazil-Medico,Rio de Janeiro, ano XXIX, n.28, p. 217-220, 22 de julho de 1915.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Fecundação n´um flagellado de vida livre “Prowazekia cruzi” (Hartmann &amp;amp; Chagas). (Nota prévia)”. (com Magarinos Torres&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;). Brazil-Medico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XXX, n.29, p. 225, 15 de julho de 1916.&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Oswaldo Cruz”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Memórias do Instituto Oswaldo Cruz, Rio de Janeiro, v.8, n.2, p. I-IX, 1916.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Processos patojenicos da “Trypanozomiase americana”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Memórias do Instituto Oswaldo Cruz,&#039;&#039;Rio de Janeiro, v. 8, n. 2, p.5-36, 1916.&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Trypanosomiase americana: forma aguda da moléstia”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Memórias do Instituto Oswaldo Cruz,&#039;&#039;Rio de Janeiro, v. 8, n 2, p. 37-60, 1916.&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Aspectos clínicos y anátomo patológicos de la tripanosomiasis americana”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;La Prensa Médica Argentina, &#039;&#039;Buenos Aires, v.3, p.125-127; 137-138; 153-158, 1916.&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- [Conferência sobre a doença de Chagas] na Facultad de Medicina da Universidad de Buenos Aires. Buenos Aires, setembro de 1916.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Agradecimento ao banquete offerecido por um grupo de collegas, amigos e admiradores, quando de seu regresso da Argentina, onde representou o Brasil no congresso medico, realizado em setembro de 1916, em Buenos Aires”. In: CHAGAS, Carlos. &#039;&#039;&#039;Discursos e conferencias&#039;&#039;&#039;. Rio de Janeiro: A Noite, 1935. pp.3-13.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Oswaldo Cruz no seu instituto”. &#039;&#039;Brazil-Medico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XXXI, n.7, p.53-54, fev. 1917.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “À delegação medica e aos estudantes argentinos, em visita ao Instituto de Manguinhos - julho de 1917”. In: CHAGAS, Carlos. &#039;&#039;&#039;Discursos e conferencias&#039;&#039;&#039;. Rio de Janeiro: A Noite, 1935. pp.15-23.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Epidemiologia da &#039;&#039;trypanozomiase americana.&#039;&#039; (Academia Nacional de Medicina. Sessão em 24 de maio de 1918)”. &#039;&#039;Brazil-Medico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XXXII, n.27, p. 213-214, 6 de julho de 1918.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “História da trypanozomiase americana. (Doença do barbeiro)”. &#039;&#039;Boletim da Academia Nacional de Medicina,&#039;&#039; Rio de Janeiro, ano 89, n.7, p.110-113, 1918.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Papel do tatú (Tatusia novemcincta) na transmissão do Trypanosoma cruzi”. &#039;&#039;Revista Medica. Cirurgica do Brasil&#039;&#039;, ano 26, n.5, p. 220-223, 1918. &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “O papel do tatú na transmissão do Trypanozoma cruzi (Communicação à Academia Nacional de Medicina)”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, Salvador, ano XLIX, n.12, p.536-542, jun. 1918.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Trypanosomiase americana; synonimia: doença do barbeiro”. &#039;&#039;Revista do Brazil,&#039;&#039; São Paulo, anno III, v.VIII, n.32, p. 362-386, ago. 1918.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Do tatú na trypanosomíase americana”. &#039;&#039;A Tribuna Medica&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.24, n.10, p.91-94, maio 1918.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Discurso do Dr. Carlos Chagas no banquete offerecido pela classe medica do Rio de Janeiro, no Edificio do Derby-Club, em homenagem aos medicos bahianos, em 9 de dezembro de 1918”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Rio de Janeiro: Jornal do Commercio, de Rodrigues, 1919.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Homenagem ao extincto Academico Professor Miguel Pereira - Discurso do Sr. Carlos Chagas: sessão de 31 de maio de 1919”. &#039;&#039;Boletim da Academia Nacional de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, p.114-118, 1919.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Cardiac form of American Trypanosomiasis”. &amp;lt;span lang=&amp;quot;ES&amp;quot; style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;[s.l.]: [s.n.], 1920.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “American trypanosomiasis. The acute form”. Rio de Janeiro: [Manguinhos], 1920.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Clinical and anatomo-pathological aspects of American trypanosomiasis”. &#039;&#039;New Orleans Medical and Surgical Journal, &#039;&#039;New Orleans, v.72, n.11, p. 630-660, 1920.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Résumé of the etiology and clinical aspects of American tripanosomiasis”. [s.l]; [s.n]; 1920.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “American Trypanosomiasis study of the parasite and of the transmitting insect”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Proceedings of the Institute of Medicine of Chicago&#039;&#039;, Chicago, v.3, n.4, p. 220-242, 1921.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “A nova orientação dos serviços sanitários no Brasil. Conferencia do Dr. Carlos Chagas”. &#039;&#039;Jornal do Commercio, &#039;&#039;anno 95, n. 36, p.3, 5 de fevereiro de 1921.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “A nova orientação do serviço sanitário no Brasil. Conferencia do Dr. Carlos Chagas”. &#039;&#039;Jornal do Commercio, &#039;&#039;anno 95, n. 41, p.4-5, 11 de fevereiro de 1921.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Forma cardíaca da Trypanosomiase americana”. (com Eurico Villela). &#039;&#039;Memórias do Instituto Oswaldo Cruz,&#039;&#039; Rio de Janeiro, v. 14, n.1, p.5-61, 1922.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Traços de Oswaldo Cruz”. &#039;&#039;Memórias do Instituto Oswaldo Cruz,&#039;&#039; Rio de Janeiro, v. 15, n.1, p.5-57, 1922.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Ezequiel Dias”. &#039;&#039;Memórias do Instituto Oswaldo Cruz,&#039;&#039; Rio de Janeiro, v.15, n.1, p. I-VIII, 1922.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Descoberta do Tripanosoma Cruzi e verificação da Tripanozomiase Americana: retrospecto histórico”&#039;&#039;. Memórias do Instituto Oswaldo Cruz,&#039;&#039; Rio de Janeiro, v.15, n.1, p. 67-76,1922.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Inauguração do Instituto de Radium em Bello Horizonte: discurso pronunciado pelo Dr. Carlos Chagas, Director do Departamento Nacional de Saúde Pública em 7 de setembro de 1922”. Rio de Janeiro: [s.n.t.], 1922.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Posse do Sr. Crowell - Discurso do Sr. Carlos Chagas: sessão de 8 de junho de 1922”. &#039;&#039;Boletim da Academia Nacional de Medicina, &#039;&#039;Rio de Janeiro, p.139-146, 1922.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Saudação ao Prof. Browmann C. Crowell ao ser recebido como membro honorário da Academia Nacional de Medicina. Sessão de 8 de junho de 1922”. In: CHAGAS, Carlos. &#039;&#039;&#039;Discursos e conferencias.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: A Noite, 1935. pp.25-33.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Forme cardiaque de la Trypanosomiase Américaine”. (com Eurico Vilella). Rio de Janeiro: [s.n.], 1923.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Conferencia do Sr. Carlos Chagas, sobre a trypanosomiase americana: sessão de 6 de dezembro de 1923”. &#039;&#039;Boletim da Academia Nacional de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, p.791-810, 1923.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Agradecimento ao banquete offerecido por collegas, amigos e admiradores, por occasião de seu regresso da Europa, onde presidiu a representação brasileira nas commemorações do centenario de Pasteur - setembro de 1923”. In: CHAGAS, Carlos. &#039;&#039;&#039;Discursos e conferencias&#039;&#039;&#039;. Rio de Janeiro: A Noite, 1935. pp.35-46.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Discurso pronunciado pelo Dr. Carlos Chagas (presidente da Sociedade) na sessão inaugural da Sociedade Brasileira de Hygiene”. Rio de Janeiro: [s.n.], 1923.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “A trypanosomiase americana pelo Dr. Carlos Chagas”. &#039;&#039;Folha Medica, &#039;&#039;Rio de Janeiro, v.5, n.1, p.5-8, 1924.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Sobre a verificação do Trypanosoma cruzi em macacos no Pará (Chrysothrix sciureus). Nota prévia.” &#039;&#039;Sciencia Medica&#039;&#039;, n.2, p.75-77, 1924.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Infection naturelle des singes du Para (Chrysothrix sciureus L), par Trypanosoma cruzi”. &#039;&#039;Comptes Rendus Hebdomadaires des Séances et Mémoires de la Société de Biologie et de ses Filiales,&#039;&#039; v.90, p.873-876, 1924.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Fécondation de la Prowazekia cruzi”. &#039;&#039;Comptes Rendus Hebdomadaires des Séances et Mémoires de la Société de Biologie et des ses Filiales,&#039;&#039; Paris, v. 91, p.988-990, 1924.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Discurso proferido na sessão inaugural do Segundo Congresso Brasileiro de Hygiene, no Theatro Municipal, Bello Horizonte, em 1º de dezembro de 1924”. In: Congresso Brasileiro de Hygiene.Annaes do Congresso Brasileiro de Hygiene, 2. Rio de Janeiro: Pimenta de Mello, 1928. pp.36-41.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Die Chagasche krankheit. Internationaber aerztlicher Sortbildungskursus mit besonderer Beruecksichtigung der balneologie und balneotherapie”. Karlsbader aerztliche Vortraege, Jena,v.6, p.127-140, 1924.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Amerikanische Trypanosomiasis (Chagas´sche krankheit): kurse ätiologische und klinische betrachtungen”. [s.l.]: [s.n.],1925.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Einige ausdrucksformen der amerikanischen trypanosomiasis (Chagas-Krankheit)”. [s.n.t.],1925.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Die amerikanische trypanosomiasis” In: BERGMANN, G; STAEHELIN, R. &#039;&#039;&#039;Handbuch der inneren medizin&#039;&#039;&#039;.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Berlin: Verlag von Julius Springer, 1925. pp.1367-1386.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- &#039;&#039;“Prophylaxie de la malaria: observations et recherches realisées au Brésil”.&#039;&#039; (s.n.t.). 1925.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Ueber die amerikanische Trypanosomiasis (Chagaskrankheit)”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Münchener medizinische Wochenschrift,Müchen, ano 72, n.47, p. 2039-2040, 1925.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Adolpho Lutz”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Memórias do Instituto Oswaldo Cruz, Rio de Janeiro, v.18, n.1, p. I-XXII, 1925.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Cadeira de Medicina Tropical. Aula inaugural do Professor Carlos Chagas, no Pavilhão Miguel Couto, a 14 de setembro de 1926”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Rio de Janeiro: Typ. do Instituto Oswaldo Cruz, 1926.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Quelques aspects de la Trypanosomiase americaine”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Revue d´ Hygiene&#039;&#039;,&#039;&#039; Paris, n. 48, p. 694-702, 1926.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “La pratique actuelle des désinfections finales”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Bulletin de l´Office International d´Hygiène Publique&#039;&#039;, Paris, v.18, n.5, p.484-520, 1926.&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “A forma cardíaca da trypanosomiase americana. Conferencia feita à Academia Nacional de Medicina”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Laboratorio Clinico: revista de medicina do laboratorio clinico Silva Araujo&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano 7, n.42, p. 286-290, 1927.&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “A fórma cardíaca da trypanosomiase americana. (Academia Nacional de Medicina. Sessão em 24 de novembro de 1927)”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Brasil-Medico, Rio de Janeiro, ano XLI, n.52, p.1386-1387, 24 de dezembro de 1927.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Quelques aspects evolutifs du Trypanozoma cruzi dans l’insect transmetteur”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Comptes Rendus Hebdomadaires des Séances et Mémoires de la Société de Biologie et de ses Filiales, Paris, v.92, n.25, p.829-832, 1927.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Lição de abertura dos cursos da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro. 1928”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;In: Chagas, Carlos. &#039;&#039;&#039;Discursos e conferencias.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: A Noite, 1935. pp.167-189.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Sur la récente irruption de la fièvre jaune a Rio de Janeiro”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Bulletin de L´Office International D´Hygiène Publique, Paris, v.20, n.10, p.1577-1583, 1928.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Sur les altérations du coeur dans la trypanosomiase américaine. (Maladie de Chagas)”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Archives des maladies du coeur des vaisseaux et du sang&#039;&#039;, Paris, année 21, n.10, p. 641-655, 1928.&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Sür la récent irruption de la flèvre jaune à Rio de Janeiro”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Bulletin de l´Office International d´Hygiène Publique&#039;&#039;, Paris, v.20, n.10, p. 1577, 1928.&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Trypanosomiasis americana”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Revista Española de Medicina y Cirugía, Madrid, n.11, p. 15-18, 1928.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Amerikanische Trypanosomen-Krankheit. Chagas Krankheit (com Eurico Villela e Henrique da Rocha Lima)”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;In: MENSE, Carl. &#039;&#039;&#039;Handbuch der Tropenkrankheiten.&#039;&#039;&#039; 3rd. edition, 5,(1). Teil. Leipzig,1929. pp.673-728&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “La flévre jaune. Recherches expérimentales effectuées à l’Institut Oswaldo Cruz”. Bulletin de la Société de pathologie exotique, Paris,tome 22, n.6, p.398-407, 12 jun. 1929.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Forma nervosa da tripanossomíase americana. (Conferência realizada na Salpétrière)”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Revista das Clínicas,&#039;&#039;Rio de Janeiro, ano 4, n.4, p.2-5, 1930.&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Oração de paranynpho aos doutorandos da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro - outubro de 1932”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;In: CHAGAS, Carlos. &#039;&#039;&#039;Discursos e conferencias.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: A Noite, 1935. pp.47-63&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Lucta contra a malária: conferência proferida no Nucleo Colonial S. Bento - abril 1933”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;In: CHAGAS, Carlos. &#039;&#039;&#039;Discursos e conferencias.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: A Noite, 1935. pp.191-231.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Luta contra a malária”. Conferencia realizada em abril de 1933 no Núcleo Colonial São Bento (Ministério do Trabalho, Industria e Comercio).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Rio de Janeiro: Departamento de Estatística e Publicidade, 1934.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Cooperação técnica internacional na luta contra a lepra”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Exposição apresentada na VII Conferência Internacional Americana. Montevidéu, de 3 a 26 de dezembro de 1933.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Conferencia realizada na Escola de Enfermeiras &amp;quot;Carlos Chagas&amp;quot;, de Bello Horizonte - fevereiro de 1934”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;In: CHAGAS, Carlos. &#039;&#039;&#039;Discursos e conferencias&#039;&#039;&#039;. Rio de Janeiro: A Noite, 1935. pp.233-239.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Estado actual da Trypanosomiase americana.”&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Revista de Biologia e Hygiene, São Paulo, ano 5, n. 2, p. 58-64, 1934.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Sessão dedicada á memoria de Miguel Couto - Discurso do Sr. Carlos Chagas: Sessão de 14 de junho de 1934”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Boletim da Academia Nacional de Medicina, &#039;&#039;Rio de Janeiro, p.839-842, 1934.&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Sessão em homenagem ao Prof. Aloysio de Castro, pelo seu jubileu professoral - Discurso do Sr. Carlos Chagas: Sessão em 11 de outubro de 1934”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Boletim da Academia Nacional de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, p.555-560, 1934.&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Novas diretrizes na defesa sanitaria rural”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Conferência realizada na Faculdade Fluminense de Medicina, Niterói, 10 de outubro de 1934. In: CHAGAS, Carlos. &#039;&#039;&#039;Discursos e conferencias&#039;&#039;&#039;. Rio de Janeiro: A Noite, 1935. pp.241-257.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “A obra da defesa sanitária.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Diario de Noticias, Rio de Janeiro, anno V, n.2.399, p.6, 12 de outubro de 1934.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Manual de doenças tropicais e infecciosas. v. 1. Parte geral: Doenças produzidas por protozoários, doenças produzidas por espirochetas e espirilos”. (com Evandro Chagas.). Rio de Janeiro: Almanack Laemmert, 1935.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Discursos e conferencias”. Rio de Janeiro: A Noite, 1935.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “American trypanosomiasis: study of the parasite and of the transmitting insect”. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;span lang=&amp;quot;FR&amp;quot; style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;[s.l]: [s.n], [s.d]. &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Resume de l&#039;etiologie e des aspects cliniques de la Trypanosomiase Américaine”.[s.l]: [s.n], [s.d].&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;ABREU, Alzira Alves de. &#039;&#039;&#039;Dicionário Histórico-Biográfico da Primeira República. 1889-1930&#039;&#039;&#039;. Rio de Janeiro: FGV, Editora CPDOC, 2015. Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://cpdoc.fgv.br/sites/default/files/verbetes/primeira-republica/CHAGAS,%20Carlos.pdf&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- ACADEMIA MINEIRA DE MEDICINA. &#039;&#039;&#039;Carlos Chagas: coletânea de textos publicados sobre sua vida e obra&#039;&#039;&#039;. Belo Horizonte: Academia Mineira de Medicina, 1999. ([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- ACADEMIA Nacional de Medicina. &#039;&#039;Jornal do Commercio&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno 84, n.299, p.3, 27 de outubro de 1910. In: FUNDAÇÂO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/364568_10/2808&amp;lt;/u&amp;gt; &amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- ACADEMIAS &amp;amp; Escolas. &#039;&#039;Correio da Manhã, &#039;&#039;Rio de Janeiro, anno XXVII, n.9.972, p.8, 20 de julho de 1927.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;In: FUNDAÇÂO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:   &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/089842_03/30895&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- A CONFERENCIA do Dr. Carlos Chagas na exposição de borracha. &#039;&#039;O Paiz&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XXIX, n.10.610, p.10, 25 de outubro de 1913. In: FUNDAÇÂO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira&#039;&#039;&#039;. Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/178691_04/19622&amp;lt;/u&amp;gt; &amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- A DOENÇA “Carlos Chagas”. &#039;&#039;O Malho&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno X, n.465, 12 de agosto de 1911. In: FUNDAÇÂO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/116300/19457&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A INFLUENZA Hespanhola. &#039;&#039;O Paiz,&#039;&#039; Rio de Janeiro, anno XXXV, n.12.431, p.3, 23 de outubro de 1918.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;In: FUNDAÇÂO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira&#039;&#039;&#039;. Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/178691_04/40741&amp;lt;/u&amp;gt;  &amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- ALMEIDA, Miguel Osorio de Carlos apreciado pelo professor. &#039;&#039;Ciência para todos.&#039;&#039; Suplemento de Divulgação Científica de “A Manhã”, Rio de Janeiro, ano 1, n.2, p.8-9, 25 de abril de 1948. &amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;In: FUNDAÇÂO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira&#039;&#039;&#039;. &amp;lt;/span&amp;gt;Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/085782/19&amp;lt;/u&amp;gt; &amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- A MORTE de Carlos Chagas. &#039;&#039;Jornal do Brasil&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XLIV, n.268, p.11, 9 de novembro de 1934. &amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;In: FUNDAÇÂO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; &amp;lt;/span&amp;gt;Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:  &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/030015_05/48377&amp;lt;/u&amp;gt;  &amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;-APPELLO aos médicos e estudantes. &#039;&#039;O Imparcial,&#039;&#039; Rio de Janeiro, anno VIII, n.1.117, p.3, 24 de outubro de 1918.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;In: FUNDAÇÂO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/107670_01/21700&amp;lt;/u&amp;gt; &amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- A POSSE do novo diretor de Saude Publica. &#039;&#039;O Paiz,&#039;&#039; Rio de Janeiro, anno XXXVI, n.12.775, p.4, 5 de outubro de 1919. &amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;In: FUNDAÇÂO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/178691_04/44482&amp;lt;/u&amp;gt;  &amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- A POSSE do Professor Carlos Chagas. &#039;&#039;Archivos Brasileiros de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XV, p.323, 1927.&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BMANG|&amp;lt;u&amp;gt;BMANG&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- &amp;lt;span style=&amp;quot;letter-spacing:-.3pt&amp;quot;&amp;gt;ARAGÃO, Henrique de Beaurepaire. Carlos Chagas, Diretor de Manguinhos. &#039;&#039;Memórias do Instituto Oswaldo Cruz,&#039;&#039; Rio de Janeiro, v.51, p.7-16, dez. 1953. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memorias-old.ioc.fiocruz.br/pdf/Tomo51/tomo51(f1)_7-16.pdf&amp;lt;/u&amp;gt;  &amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- A SCIENCIA medica brasileira. &#039;&#039;Correio Paulistano&#039;&#039;, São Paulo, n.21.524, p.2, 11 de junho de 1923.&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;In: FUNDAÇÂO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/090972_07/11988&amp;lt;/u&amp;gt; &amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- A SCIENCIA medica brasileira perde uma das suas maiores glorias. &#039;&#039;Gazeta de Noticias, &#039;&#039;Rio de Janeiro, anno 59, n.40, p.1, 9 de novembro de 1934. &amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;In: FUNDAÇÂO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; &amp;lt;/span&amp;gt;Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:  &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/103730_06/2706&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- A SCIENCIA MEDICA de luto. &#039;&#039;Correio da Manhã, &#039;&#039;Rio de Janeiro, anno XXXIV, n. 12.258, p.1, 9 de novembro de 1934. &#039;&#039;&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;In: FUNDAÇÂO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira&#039;&#039;&#039;. &amp;lt;/span&amp;gt;Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/089842_04/24814&amp;lt;/u&amp;gt; &amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- AZEVEDO, Nara; FERREIRA, Luiz Otávio. Os dilemas de uma tradição científica: ensino superior, ciência e saúde pública no Instituto Oswaldo Cruz, 1908-1953. &#039;&#039;História, Ciências, Saúde-Manguinhos&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.19, n.2, p.581-610, 2012. Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://www.scielo.br/pdf/hcsm/v19n2/13.pdf&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;- BEGLIOMINI, Helio. Cadeira nº 46 - Patrono. Carlos Chagas. In: ACADEMIA DE MEDICINA DE SÃO PAULO. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://www.academiamedicinasaopaulo.org.br/membros-academicos/carlos-chagas/&amp;lt;/u&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;-&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;BENCHIMOL, Jaime (Coord). &#039;&#039;Manguinhos do sonho à vida: a ciência na Belle Époque&#039;&#039;. Rio de Janeiro: Fiocruz /COC, 1990.&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;BIBLIOGRAPHIA. Estudos hematologicos no impaludismo. &#039;&#039;Brazil-Medico,&#039;&#039; Rio de Janeiro, anno XVIII, n.1, p.9-10, 1º jan. 1904. In: FIOCRUZ. Obras Raras Fiocruz. Acervo Digital de Obras raras e Especiaes. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://acervoobrasraras.icict.fiocruz.br/BrazilMedic/25784&amp;lt;/u&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;- BRASIL. Decreto nº 9.346, de 24 de janeiro de 1912. In: &#039;&#039;&#039;SENADO FEDERAL.&#039;&#039;&#039; Portal Legislação. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://legis.senado.leg.br/norma/424337/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;- BRASIL. Decreto nº13.000, de 1 de maio de 1918. In: &#039;&#039;&#039;SENADO FEDERAL&#039;&#039;&#039;. Portal Legislação. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://legis.senado.leg.br/norma/424337/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;- BRASIL. Decreto nº 3.987, de 2 de janeiro de 1920. In: &#039;&#039;&#039;SENADO FEDERAL.&#039;&#039;&#039; Portal Legislação. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://legis.senado.leg.br/norma/600906/publicacao?tipoDocumento=DPL-n&amp;amp;tipoTexto=PUB&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;- BRASIL. Decreto n° 19.852, de 11 de abril de 1931. In: &#039;&#039;&#039;SENADO FEDERAL.&#039;&#039;&#039; Portal Legislação. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://legis.senado.leg.br/norma/437840/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;- CARLOS Justiniano Ribeiro das Chagas. In: &#039;&#039;&#039;ACADEMIA NACIONAL DE MEDICINA.&#039;&#039;&#039; Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://www.anm.org.br/carlos-justiniano-ribeiro-das-chagas/&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;- CHAGAS, Carlos. These inaugural. Estudos hematológicos no impaludismo (Trabalho do Instituto de Manguinhos). Approvada com distincção. Rio de Janeiro: Typographia da Papelaria União, 1903. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://obrasraras.fiocruz.br/estudos-hematologicos-no-impaludismo&amp;lt;/u&amp;gt;  &amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;- CHAGAS, Carlos. Aula inaugural do Professor Carlos Chagas, no Pavilhão Miguel Couto, a 14 de setembro de 1926. Rio de Janeiro: Typ. do Instituto Oswaldo Cruz; 1926.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;- CHAGAS, Carlos. Cooperação técnica internacional na luta contra a lepra.]]In: Relatório dos Trabalhos da Delegação do Brasil à VII Conferência Internacional Americana. Montevidéu, de 3 a 26 de dezembro de 1933. pp.79-82. In: Relatório apresentado ao Chefe do Governo Provisório dos Estados Unidos do Brasil pelo Ministro de Estado das Relações Exteriores. Ano de 1933. Rio de janeiro: Imprensa Nacional, 1936. In&#039;&#039;&#039;: Relatórios Ministeriais (1821-1960). &#039;&#039;&#039;Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://digitalcollections.crl.edu/record/1776?ln=en&amp;amp;v=uv#?xywh=-376%2C-278%2C3115%2C2110&amp;amp;cv=1271&amp;lt;/u&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;- CHAGAS, Evandro. Chronica medica: A vida e a obra de Carlos Chagas. s.l; s.n; 1935. p.507-511.&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;- CHAGAS FILHO, Carlos. &#039;&#039;&#039;Carlos Chagas [1879-1934].&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Oficina Gráfica da Universidade do Brasil, 1959. ([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;-&amp;amp;nbsp; CHAGAS FILHO, Carlos. &#039;&#039;&#039;Meu Pai&#039;&#039;&#039;. Rio de Janeiro: Fundação Oswaldo Cruz, Casa de Oswaldo Cruz, 1993. &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;- CONGRESSO de Medicina&#039;&#039;. O Paiz, &#039;&#039;Rio de Janeiro, anno XXXV, n.12.418, p.5, 10 de outubro de 1918. In: FUNDAÇÂO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/178691_04/40623&amp;lt;/u&amp;gt;  &amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;- CONSELHO Administrativo dos Patrimônios dos Estabelecimentos a cargo do Ministério da Justiça e Negócios Interiores. &#039;&#039;Annuario Commercial, Industrial, Agricola, Profissional e Administrativo da Republica dos Estados Unidos do brasil para 1918-1919. Obra de Estatistica e de Consultas fundada em 1844 com o titulo Almanak Laemmert. &amp;amp;nbsp;&#039;&#039;Rio de Janeiro, 74º anno, p.840, 1918. In: FUNDAÇÂO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/docreader/313394/69616&amp;lt;/u&amp;gt;   &amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;- CONSELHO ADMINISTRATIVO dos Patrimonios. &#039;&#039;O Paiz&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XXXIV, n.12.397, p.5, 19 de setembro de 1918. In: FUNDAÇÂO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira&#039;&#039;&#039;. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/docreader/313394/69616&amp;lt;/u&amp;gt;  &amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;- COURA, J. Rodrigues. Carlos Chagas: uma visão científico-afetiva. &#039;&#039;Memórias do Instituto Oswaldo Cruz,&#039;&#039;Rio de Janeiro, v.75, ns.1-2, p.189-192, 1980. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://www.scielo.br/pdf/mioc/v75n1-2/vol75(f1-2)_180-183.pdf&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;- COUTINHO, Marilia; FREIRE JR., Olival Freire; DIAS, João Carlos Pinto. The Noble Enigma: Chagas´ Nominations for the Nobel Prize. &#039;&#039;Memórias do Instituto Oswaldo Cruz&#039;&#039;, Rio de Janeiro, vol. 94, Suppl. I, p.123-129, 1999. Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://www.scielo.br/pdf/mioc/v94s1/ultimo.pdf&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;- CUNHA, Vivian da Silva. &#039;&#039;&#039;Centro Internacional de Leprologia: ciência, saúde e cooperação internacional no Brasil do entre guerras (1923-1939). &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro, 2011. Tese (Doutorado em História das Ciências e da Saúde) - Fundação Oswaldo Cruz. Casa de Oswaldo Cruz, 2011. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://www.arca.fiocruz.br/handle/icict/16249&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;- DR. CARLOS Chagas. &#039;&#039;O Pharol, &#039;&#039;Juiz de Fora, anno LI, n.186, p.1, 6 de agosto de 1916. In: FUNDAÇÂO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira&#039;&#039;&#039;. &amp;amp;nbsp;Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/258822/34408&amp;lt;/u&amp;gt;  &amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;- EM D. Clara. &#039;&#039;Jornal do Brasil,&#039;&#039; Rio de Janeiro, anno XXVIII, n.309, p.4, 7 de novembro de 1918. In: FUNDAÇÂO BIBLIOTECA NACIONAL. Hemeroteca Digital Brasileira.&amp;amp;nbsp; Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/030015_03/43410&amp;lt;/u&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;- EINSTEIN no Rio. &#039;&#039;O Paiz,&#039;&#039; Rio de Janeiro, anno XLI, n.14.811, p.2, 9 de maio de 1925. In: FUNDAÇÂO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira&#039;&#039;&#039;. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/178691_05/21108&amp;lt;/u&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;- EXPOSIÇÂO de Hygiene de Strasburgo. &#039;&#039;Correio Paulistano&#039;&#039;, São Paulo, n.21.543, p.1, 30 de junho de 1923.&amp;amp;nbsp; In: FUNDAÇÂO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/090972_07/12140&amp;lt;/u&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;- FIOCRUZ. Fundação Oswaldo Cruz. Cinematógrafo Brasileiro em Dresden. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://basearch.coc.fiocruz.br/index.php/cinematografo-brasileiro-em-dresden&amp;lt;/u&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;- FONSECA filho, Olympio da. A Escola de Manguinhos: contribuição para o&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; estudo de desenvolvimento da medicina experimental no Brasil. In: &#039;&#039;Oswaldo Cruz Monumenta Histórica&#039;&#039;. tomo II. São Paulo: 1974. ([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;- FRANÇA. &#039;&#039;Correio Paulistano&#039;&#039;, São Paulo, n.21.539, p.2, 26 de junho de 1923.In: FUNDAÇÂO BIBLIOTECA NACIONAL. Hemeroteca Digital Brasileira. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:  &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/090972_07/12104&amp;lt;/u&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;- FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ. CASA DE OSWALDO CRUZ. DEPARTAMENTO DE ARQUIVO E DOCUMENTAÇÃO. &#039;&#039;&#039;Fundo Carlos Chagas: inventário.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Fiocruz, 2009. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://pesquisa.bvsalud.org/portal/resource/pt/lil-563898&amp;lt;/u&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;- INAUGUROU-SE hontem em Manguinhos o busto de Carlos Chagas. &#039;&#039;O Jornal&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XIX, n.5.471, p.8, 16 de abril de 1937. In: FUNDAÇÂO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira&#039;&#039;&#039;. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/110523_03/37238&amp;lt;/u&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;- INSTITUTO OSWALDO CRUZ. &#039;&#039;&#039;Carlos Chagas (1879-1934): bio-bibliografia.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Instituto Oswaldo Cruz, jul. 1959. &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;- INSTITUTO Oswaldo Cruz. In: Relatorio apresentado ao Presidente da Republica dos Estados Unidos do Brazil pelo Ministro de Estado da Justiça e negócios Interiores Dr. Rivadavia da Cunha Corrêa. Rio de Janeiro:&amp;amp;nbsp; Imprensa Nacional, 1913. p.26-32.&amp;amp;nbsp;In: &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960).&#039;&#039;&#039; Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://digitalcollections.crl.edu/record/2001?ln=en&amp;amp;v=uv#?xywh=-1502%2C0%2C4906%2C3323&amp;amp;cv=165&amp;lt;/u&amp;gt;  &amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;- KROPF, Simone Petraglia (a). &#039;&#039;&#039;Doença de Chagas, doença do Brasil: ciência, saúde e nação, 1909-1962&#039;&#039;&#039;. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2009.&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;- KROPF, Simone Petraglia (b) Carlos Chagas e os debates e controvérsias sobre a doença do Brasil (1909-1923). &#039;&#039;História, Ciências, Saúde-Manguinhos, &#039;&#039;Rio de Janeiro, v.16, suppl.1, p.205-227, 2009. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://www.scielo.br/pdf/hcsm/v16s1/10.pdf&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;- KROPF, Simone Petraglia; LACERDA, Aline Lopes de. &#039;&#039;&#039;Carlos Chagas, um cientista do Brasil.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2009.&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;- KROPF, Simone Petraglia; HOCHMAN, Gilberto. Carlos Ribeiro Justiniano Chagas. In: BYNUM, William F.; BYNUM, Helen (Org.).]]&#039;&#039;&#039;&amp;lt;span lang=&amp;quot;EN-US&amp;quot; style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Dictionary of medical biography&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;span lang=&amp;quot;EN-US&amp;quot; style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;. v.1. Connecticut: Greenwood, 2007. pp.320-325. (&amp;lt;u&amp;gt;[[Fontes de informação#BCOC|BCOC]]&amp;lt;/u&amp;gt;)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span lang=&amp;quot;EN-US&amp;quot; style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;- KROPF, Simone Petraglia; LACERDA, Aline Lopes de.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;]]&#039;&#039;&#039;Carlos Chagas, um cientista do Brasil.&#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2009.&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;- LACERDA, Aline Lopes de. Fotografia e valor documentário: o arquivo de Carlos Chagas. &#039;&#039;História, Ciências, Saúde-Manguinhos&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.16, supl.1, p.115-138, jul. 2009. Online. Capturado em 22 jul. 2026. Disponível na Internet:http://www.scielo.br/pdf/hcsm/v16s1/07.pdf&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;- LIGA Pró-Saneamento. &#039;&#039;O Paiz&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XXXIV, n.12.178, p.2, 12 de fevereiro de 1918. In: FUNDAÇÂO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/178691_04/37626&amp;lt;/u&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;- LIMA, Nísia Trindade. Uma brasiliana médica: o Brasil Central na expedição científica de Arthur Neiva e Belisário Penna e na viagem ao Tocantins de Julio Paternostro. &#039;&#039;História, Ciências, Saúde-Manguinhos, &#039;&#039;Rio de Janeiro, v.16, supl.1, p.229-248, 2009. Capturado em 22 jul. 2026.. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;u&amp;gt;http://www.scielo.br/pdf/hcsm/v16s1/11.pdf&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;- MOLESTIA “Carlos Chagas”. &#039;&#039;O Malho&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno X, n.465, 12 de agosto de 1911. In: FUNDAÇÂO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/116300/19457&amp;lt;/u&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;- MORAES, Alice Ferry de. O Cinematógrafo e os Filmes Brasileiros na Exposição Internacional de Higiene de Dresden, em 1911. &#039;&#039;Revista Livre de Cinema&#039;&#039;, v.2, n. 2, p.14-29, mai/ago, 2015. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://www.relici.org.br/index.php/relici/article/view/36/56&amp;lt;/u&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;- MUSEU DA VIDA. Acervo - Museológico - Busto paciente com bócio. apturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://www.museudavida.fiocruz.br/index.php/museologico/objeto-em-foco/acervo-museologico-busto-de-paciente-com-bocio&amp;lt;/u&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;- NOTAS. &#039;&#039;Correio Paulistano&#039;&#039;, São Paulo, n.21.462, p.1, 9 de abril de 1923. &amp;amp;nbsp;In: FUNDAÇÂO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira&#039;&#039;&#039;. apturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/090972_07/11505&amp;lt;/u&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;-O CENTRO Internacional de Leprologia. &#039;&#039;Correio da Manhã&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XXXIII, n.12.021, p.3, 4 fev. 1934. In: FUNDAÇÂO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira&#039;&#039;&#039;. CCapturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/089842_04/20490&amp;lt;/u&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;-O CURSO Especial de Hygiene e Saude Publica. &#039;&#039;O Jornal&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno VIII, n.2.205, p.2, 21 fev. 1926. In: FUNDAÇÂO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira&#039;&#039;&#039; Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/110523_02/24655&amp;lt;/u&amp;gt;  &amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;- O ENSINO do IOC entre 1900 e 1970. In: IOC. Instituto Oswaldo Cruz. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://www.ioc.fiocruz.br/o-ensino-do-ioc-entre-1900-e-1970&amp;lt;/u&amp;gt;  &amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;- PITTELLA, José Eymard Homem. O processo de avaliação em ciência e a indicação de Carlos &#039;&#039;Chagas ao prêmio Nobel de Fisiologia ou Medicina. Revista&#039;&#039; da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, v.42, n.1, p.67-72, 2009. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;u&amp;gt;http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S0037-86822009000100014&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;- REVISTA do Gremio dos Internos dos Hospitaes. &#039;&#039;Brazil-Medico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XVI, n.31, 15 agosto de 1902. In: FIOCRUZ. Obras Raras Fiocruz. Acervo Digital de Obras raras e Especiaes. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://acervoobrasraras.icict.fiocruz.br/BrazilMedic/5808&amp;lt;/u&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;- SANGLARD, Gisele. A Primeira República e a constituição de uma rede hospitalar no Distrito Federal. In: PORTO, Ângela; SANGLARD, Gisele; FONSECA, MªRachel Fróes da; COSTA, Renato da Gama-Rosa.&#039;&#039;História da Saúde no Rio de Janeiro: instituições e patrimônio arquitetônico (1808-1958).&#039;&#039; Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2008.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;-&#039;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;SANTOS, Luiz Antonio de Castro; FARIA, Lina. O ensino da saúde pública no Brasil: os primeiros tempos no Rio de Janeiro. &#039;&#039;Trabalho, Educação e Saúde&#039;&#039;, v. 4 n. 2, p. 291-324, 2006. Capturado em 1º out. 2020. Online. Disponível na Internet: http://www.scielo.br/pdf/tes/v4n2/05.pdf&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;- SCHWEICKARDT, Júlio César; LIMA, Nísia Trindade. Os cientistas brasileiros visitam a Amazônia: as viagens científicas de Oswaldo Cruz e Carlos Chagas (1910-1913). &#039;&#039;História, Ciências, Saúde-Manguinhos, &#039;&#039;Rio de Janeiro, v.14, suplemento, p.15-50, dez. 2007. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://www.scielo.br/pdf/hcsm/v14s0/02.pdf&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;-&#039;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;SOCIEDADE Brasileira de Biologia. &#039;&#039;Jornal do Commercio&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno 97, n.174, p.7, 26 de junho de 1923. In: FUNDAÇÂO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/364568_11/10156&amp;lt;/u&amp;gt;  &amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;-&#039;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;TRAJETÓRIA. In:&amp;amp;nbsp;COC/Fiocruz.&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Biblioteca Virtual Carlos Chagas. &#039;&#039;&#039;Capturado em 18 set. 2019. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;http://www.bvschagas.coc.fiocruz.br/php/trajetoria.php&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;- UM terrível flagelo que assola os sertões centraes do Brasil. Minas, Bahia, Goyaz, Mato-Grosso e parte de São Paulo presas do horrível morbus. Entrevista com o Dr. Carlos Chagas, o sábio descobridor do temível micróbio. &#039;&#039;A Imprensa&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno VIII, n.1.323, p.1, 6 de agosto de 1911. In: FUNDAÇÂO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/245038/12946&amp;lt;/u&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;- UMA nova moléstia na Academia Nacional de Medicina, &#039;&#039;Gazeta de Noticias, &#039;&#039;Rio de Janeiro, anno XXV, n.113, p.1, 23 de abril de 1909. In: FUNDAÇÂO BIBLIOTECA NACIONAL.&#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira. &#039;&#039;&#039;Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/103730_04/19745&amp;lt;/u&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;- UMA questão que empolga o mundo medico. &#039;&#039;Revista da Semana, &#039;&#039;Rio de Janeiro, anno XXIV, n.51, p.21,15 de dezembro de 1923. In: FUNDAÇÂO BIBLIOTECA NACIONAL.&#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira. &#039;&#039;&#039;Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/025909_02/6046&amp;lt;/u&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;- VILLELA, Eurico.&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Carlos Chagas&#039;&#039;&#039;.&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;Memórias do Instituto Oswaldo Cruz&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.29, n.1, p.I-XXIII, nov. 1934. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://www.scielo.br/pdf/mioc/v29n1/tomo29(f1)_I-XXIII.pdf&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;- Visita de Albert Einstein ao Instituto Oswaldo Cruz. In: CASA DE OSWALDO CRUZ. Base ARCH. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://basearch.coc.fiocruz.br//r/fundacao-oswaldo-cruz-casa-de-oswaldo-cruz/7/3/73532/02.10.20.20.006.V03.009.jpg&amp;lt;/u&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
=&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt;=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa - Bruna Cristina de Pinho da Silva,&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Redação - Maria Rachel Fróes da Fonseca, Bruna Cristina de Pinho da Silva.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Revisão - Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de&amp;amp;nbsp;Azevedo Guedes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Consultoria - Simone Petraglia Kropf&amp;lt;font color=&amp;quot;#0782c1&amp;quot;&amp;gt;.&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family: Arial, sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Colaboradores - Simone Petraglia Kropf.&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Forma de citação&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;{{SITENAME}}&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    [[Category:Verbetes]] [[Category:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ana.guedes</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=CASTRO,_ALOYSIO_DE&amp;diff=3875</id>
		<title>CASTRO, ALOYSIO DE</title>
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		<updated>2026-07-27T14:18:12Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ana.guedes: /* Fontes */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Outros nomes e/ou títulos:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;[[CASTRO,_ALOISIO_DE|Castro, Aloisio de]]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Aloysio de Castro nasceu na cidade do Rio de Janeiro em 14 de junho de 1881, e era filho do médico Francisco de Castro. Doutorou-se em medicina na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro em 1903. Foi professor e diretor da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, chefe do Serviço de Clínica Médica da Policlínica Geral do Rio de Janeiro, e assistente de clínica propedêutica na Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro. Faleceu em 7 de outubro de 1959.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Dados pessoais&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Aloysio de Castro nasceu na cidade do Rio de Janeiro, em 14 de junho de 1881, e era filho de Francisco de Castro e de Maria Joana Monteiro Pereira de Castro. Seu pai, referido como o “Divino Mestre” (GOMES, 2001), foi diretor do Instituto Sanitário Federal (1894-1897), professor de clínica propedêutica (1891), e diretor da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro (1901).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi agraciado, pelo Governo Brasileiro, com a Grã-Cruz do Mérito Médico.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Faleceu, na cidade do Rio de Janeiro, em 7 de outubro de 1959.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Trajetória profissional&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Aloysio de Castro fez seus estudos fundamentais na Escola Neutralidade – Instituto H. Köpke, dirigida por João Köpke, e localizada inicialmente na rua Voluntários da Pátria nº28, onde teve como mestres Rodrigo Octavio de Langgaard Menezes, José Júlio da Silva Ramos, Antonio Leitão, Nerval Gouveia, Antonio Sales, Virgílio Várzea, Mário Cochrane de Alencar e Luís Morton Barreto Murat. Nesta instituição graduou-se como bacharel em ciências e letras em 1897.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Passou sua infância e adolescência inicialmente na rua São José nº4, no centro da cidade do Rio de Janeiro, e posteriormente na rua Buarque de Macedo e na rua Marquês de Abrantes nº11, ambas no bairro do Flamengo desta cidade. Aprendeu, na companhia de Machado de Assis e Rui Barbosa, amigos de seu pai, a trovar com o jornalista e poeta Luís Morton Barreto Murat.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A escolha pela formação médica, segundo o próprio Aloysio de Castro, foi resultado do fato de ter “nascido e criado num meio em que se falava mais que tudo em medicina” (Apud PONTES, 1981, p.272). A convivência com os médicos que freqüentavam a casa de seu pai, [[CASTRO,_FRANCISCO_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Francisco de Castro&amp;lt;/u&amp;gt;]], como Francisco de Paula Fajardo Júnior, Antonio Augusto de Azevedo Sodré, João Paulo de Carvalho, Augusto Brant Paes Leme, Eduardo Chapot Prévost e &amp;lt;u&amp;gt;[[RODRIGUES, RAYMUNDO NINA|Raimundo Nina Rodrigues]]&amp;lt;/u&amp;gt;, entre outros, foi um imperativo na sua decisão pela medicina.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ingressou na [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]] em 1898, doutorando-se em 1903, com a tese “Das desordens da marcha e seu valor clínico”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O médico Pedro Nava assim referiu-se à tese de Aloysio de Castro:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Esta memória inaugural reparte-se em três capítulos: no primeiro estudam-se os vários métodos de exame aplicáveis à locomoção; no segundo, a sua fisiologia; e no terceiro, o diagnóstico clínico de suas pertubações. Tratando de assunto inédito em nosso meio e novo nos centros científicos internacionais, a tese de Aloysio de Castro não foi simples compilação, mas contribuição das mais valiosas, contendo pontos de vista originais, fruto de suas observações pessoais e de suas pesquisas diligentes. Pela bibliografia compulsada percebe se a orientação universalista do novo médico. Entre muitos outros, ali aparecem citados os trabalhos franceses de Claude Bernard, Mora e Imbert; de D´Arsonval, Chauveau e Marey; de Bariel, Duchenne e Babinsky; os alemães de Von Meyer, Weber e Merklen; de Nothnagel, Neugebauer e Kaplan; os italianos de Luciani. Morselli e Lui; de Fazizo, Sgobbo e Rivalta; os ingleses de Muybridge, Bradford e Hutchinson”. (NAVA, 2004, p.81-82)&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Na [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]] aprendeu histologia com Eduardo Chapot Prévost, clínica com Cypriano de Souza Freitas e cirurgia com Augusto Brant Paes Leme. Foi aluno também de Francisco de Paula Fajardo Júnior, Miguel da Silva Pereira e Antônio Dias de Barros. Nesta instituição foi interno de clínica propedêutica (1901-1903), assistente de Miguel de Oliveira Couto na cadeira de clínica propedêutica (1904), professor substituto de clínica propedêutica (1909), catedrático de patologia médica (1910) e de clínica médica (1915), tendo exercido esta última cátedra até 1940, quando se aposentou. &amp;amp;nbsp;Foi diretor da Faculdade de 1915 a 1925, e foi durante sua gestão que foi inaugurado o novo edifício na antiga Praia da Saudade (Avenida Pasteur), em 12/10/1918, e criado o Instituto de Radiologia. O novo Instituto de Radiologia foi inaugurado em 10 de abril de 1919, e instalado no Pavilhão “Francisco de Castro”, da [[SANTA_CASA_DA_MISERICÓRDIA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], na Praia de Santa Luzia, nº 7. Em 1925, a Congregação da &amp;lt;u&amp;gt;[[FACULDADE DE MEDICINA DO RIO DE JANEIRO|Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro]]&amp;lt;/u&amp;gt;, por proposta de Miguel de Oliveira Couto, Ernesto do Nascimento Silva e Fernando Augusto Ribeiro de Magalhães, decidiu prestar uma homenagem a Aloysio de Castro, colocando uma placa de bronze, no edifício da instituição, para destacar os 10 anos de sua administração à frente daquela instituição.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Desde a época em que Aloysio de Castro foi assistente de Miguel de Oliveira Couto, em clínica propedêutica na [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], estabeleceu-se entre eles uma relação de “mestre e discípulo”. Miguel de Oliveira Couto foi seu “segundo modelo de médico e professor” (PONTES, 1981, p.273).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1906 a Congregação da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]] conferiu-lhe um prêmio por ter sido o melhor aluno de sua turma, o qual lhe possibilitou uma viagem à Europa para aperfeiçoar-se em semiologia nervosa. O objetivo era realizar este aperfeiçoamento no Hôpital Bicêtre, na França, com o neuropatologista Pierre Marie (1853-1940), considerado à época a maior expressão da neurologia. Com uma carta de apresentação para Pierre Marie, elaborada por Miguel de Oliveira Couto, viajou para a França. Encontrou com Pierre Marie, freqüentou sua enfermaria e laboratório, tornou-se seu assistente assíduo, e assim “cresceu o entusiasmo do jovem brasileiro pelo mestre que o guiou nas sutilezas do exame neurológico” e “ensinou-lhe porém que nos sintomas e sinais está o melhor da representação clínica” (PONTES, 1981, p.273).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br /&amp;gt; Durante sua estadia na França freqüentou também o Hospice de la Salpêtrière, L´Hospice de La Charité, o Hôpital Necker, o Hôpital Beaujon, o Hôpital Saint-Louis, o Hôtel-Dieu e o Hôpital Val-de-Grâce.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ao retornar ao Brasil, em 1907, reassumiu seu posto, como assistente de clínica prodepêutica, na [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], e também na 7ª enfermaria da [[SANTA_CASA_DA_MISERICÓRDIA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], para o qual havia sido indicado, desde seu doutoramento, por Miguel de Oliveira Couto. Nesta ocasião foi homenageado pelos alunos da 3ª e 4ª séries da &amp;lt;u&amp;gt;[[ESCOLA ANATÔMICA, CIRÚRGICA E MÉDICA DO RIO DE JANEIRO|Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro]]&amp;lt;/u&amp;gt;. Aloysio de Castro já freqüentava o hospital da Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro desde a época que cursava a 3ª série na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro. Aloysio de Castro foi, juntamente com Antônio Austregesilo Rodrigues Lima, “um dos criadores da Escola Neurológica Brasileira, filha autêntica da Escola de Pierre-Marie, que ele ajudou a transplantar de Paris e da Salpêtrière, para a Quarta Enfermaria da Santa Casa da Misericórdia e para o Serviço de Clínica Médica da Policlínica Geral do Rio de Janeiro” (NAVA, 2004, p.96).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi sub-comissário de higiene e assistência pública do Rio de Janeiro (1906-1908).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Aloysio de Castro foi chefe do Serviço de Clínica Médica da &amp;lt;u&amp;gt;[[POLICLINICA GERAL DO RIO DE JANEIRO|Policlínica Geral do Rio de Janeiro]]&amp;lt;/u&amp;gt; (1909,1912), onde realizou a coleta do material clínico necessário à realização de sua semiologia nervosa, as seqüências cinesiográficas ilustrativas das alterações da marcha em diversas neuropatias. Este serviço de clínica médica contava “com a prerrogativa única, na história dos nossos serviços, de ter tido, em épocas diversas, como seus assistentes, os três nomes de cume da Medicina Brasileira: Miguel Couto, Oswaldo Cruz e Carlos Chagas” (NAVA, 2004, p.99). Foi responsável pelo reinício, em 1913, dos cursos na Policlínica, e pela instalação da sala dos cursos. Ministrou a partir de então o curso de patologia médica naquela instituição. Dirigiu e criou os &#039;&#039;Annaes da Policlínica Geral do Rio de Janeiro&#039;&#039;, cujo primeiro número foi lançado em maio de 1916, nos quais eram divulgados trimestralmente os trabalhos originais e experiências práticas realizadas nos diversos serviços clínicos da Policlínica. Trabalhou na Policlínica de 1907 a 1946.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Publicou, em 1914, a obra “Tratado de semiotica nervosa”, que provocou, segundo Pedro Nava, uma verdadeira revolução nos compêndios didáticos da época, pois “inaugura a iconografia médica nacional e pela primeira vez e em suas páginas usa-se sistematicamente a fotografia como peça de ensino” (NAVA, 2004, p.100). A edição ampliada desta obra foi publicada em 1935, com o título &amp;amp;nbsp;“Semiótica Nervosa”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Jorge Bandeira de Mello (1959), na sessão extraordinária realizada em homenagem a Aloysio de Castro, na [[ACADEMIA_NACIONAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Nacional de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]], destacou-o como um médico clínico no antigo estilo, para o qual a observação e a análise clínicas eram as grandes chaves para o diagnóstico. Nos próprios discursos de Aloysio de Castro podemos perceber esta compreensão sobre seu ofício:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Nada, em verdade, supera no médico a riqueza da observação, em que pese à moda atual, que tenta substituir o exame clínico direto pela medicina mecanizada, a que se quer contentar com o resultado das pesquisas de laboratório. (...). Permito-me neste propósito repetir o que certa vez já disse na cátedra: Os progressos obtidos nas pesquisas experimentais de nenhum modo dispensam o poder da análise clínica direta, (...). Não se suprime no clínico a personalidade. Com as suas faculdades próprias, cada um se orienta por seu modo no diagnóstico e na terapêutica”. (CASTRO, 1957, p.285-286) &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Aloysio de Castro abordou em suas publicações variados assuntos de clínica médica, e temas de cardiologia, patologia digestiva, endocrinologia, patologia infecciosa, más formações congênitas, doenças ósseas e metabólicas (PONTES, 1981). Mas foram os estudos de neurologia clínica que se destacaram, desde sua tese de doutoramento, em 1904, que trava das pertubações da macha. Foi autor de muitos artigos sobre coincidências patológicas raras como a associação de acromegalia e doença de Recklinghausen, e curiosidades como &#039;&#039;situs inversus visceralis totalis&#039;&#039; ou fenômenos para os quais chamou a atenção os movimentos associados na atetose (PONTES,1981). Lopes Pontes ainda destaca que sua descrição do ataque epiléptico “surge como uma fotografia cinematográfica que rivaliza com as páginas de Trousseau e Charcot” (PONTES, 1981, p.274). &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Seus trabalhos foram publicados em periódicos nacionais e internacionais de referência naquela época, como &#039;&#039;Brasil-Medico&#039;&#039;, &#039;&#039;Annaes Paulistas de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, &#039;&#039;Annaes da Policlínica Geral do Rio de Janeiro&#039;&#039;, &#039;&#039;Revista Brasileira de Medicina e Pharmacia&#039;&#039;, &#039;&#039;Jornal dos Clínicos&#039;&#039;, &#039;&#039;Folha Médica&#039;&#039;, &#039;&#039;A Patologia Geral&#039;&#039;, &#039;&#039;Revue Neurologique&#039;&#039;, &#039;&#039;Nouvelle Iconographie de la Salpetriére&#039;&#039;, &#039;&#039;Encephale&#039;&#039;, &#039;&#039;Presse Médicale&#039;&#039;, e &#039;&#039;Neurologische Zentralblatt&#039;&#039;.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi diretor geral do Departamento Nacional de Ensino (1927-1932).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Aloysio de Castro foi professor honorário das Faculdades de Medicina de Montevidéu e de Buenos Aires, e recebeu o título de Professor Emérito da Universidade do Brasil.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 3 de junho de 1904 foi eleito membro titular da &amp;lt;u&amp;gt;[[ACADEMIA_NACIONAL_DE_MEDICINA|Academia Nacional de Medicina]]&amp;lt;/u&amp;gt; , apresentando como memória para sua admissão o trabalho “Sobre o síndrome de Stokes-Adams”. E em 21 de julho daquele ano tomou posse, e nesta associação foi orador (1910-1911; 1911-1912; 1912-1913), vice-presidente (1914-1915; 1915-1916; 1916-1917; 1917-1918; 1918-1919; 1919-1920; 1920-1921; 1923-1924; 1924-1925), e presidente (1937-1938; 1938-1939; 1939-1940; 1941-1942; 1943-1944; e 1944-1945.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Participou também da Sociedade de Neurologia, Psiquiatria e Medicina Legal do Rio de Janeiro, da [[SOCIEDADE_DE_MEDICINA_E_CIRURGIA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], da [[SOCIEDADE_DE_MEDICINA_E_CIRURGIA_DE_SÃO_PAULO|&amp;lt;u&amp;gt;Sociedade de Medicina e Cirurgia de São Paulo&amp;lt;/u&amp;gt;]], da Sociedade de Medicina e Cirurgia de Campos, do Instituto Brasileiro da História da Medicina, do Conservatório Brasileiro de Música e do Instituto Ítalo-Brasileiro de Alta Cultura. Foi, também, membro de sociedades estrangeiras como a Academia Pontifícia de Ciências, a Academia de Medicina de Buenos Aires, a Academia de Medicina do Peru, a Academia de Medicina de Paris, a Sociedade de Neurologia de Paris, e a Academia de Ciências de Lisboa. Foi membro da Comissão de Cooperação Intelectual da Liga das Nações (1922-1930), diretor do Instituto Ítalo-Brasileiro de Alta Cultura, membro correspondente de inúmeras instituições médicas internacionais e membro efetivo da Academia Pontifícia das Ciências. Em 14 de novembro de 1917 foi eleito para a Cadeira nº 5 da Academia Brasileira de Letras, na sucessão de [[CRUZ, OSWALDO GONÇALVES|&amp;lt;u&amp;gt;Oswaldo Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]], tendo sido recebido por [[PEIXOTO,_JÚLIO_AFRÂNIO|&amp;lt;u&amp;gt;Júlio Afrânio Peixoto&amp;lt;/u&amp;gt;]] em 15 de abril de 1919. Nesta associação também foi segundo-secretário (1921-1922); secretário-geral (1926) e presidente (1930 e 1951).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi um dos presidentes de honra do 1º Congresso de Ginecologia e Obstetrícia, realizado em 1940, pela Sociedade Brasileira de Ginecologia.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Aposentou-se em 3 de dezembro de 1940, e recebeu o título de Professor Emérito, conferido pelo Conselho Universitário, e a Medalha de Ouro por indicação da classe médica, discípulos e amigos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt; Foi médico, poeta e musicista, e esta relação foi destacada por Pedro Nava:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Aloysio de Castro só foi o médico original e arguto e inventivo que era, porque foi também um grande artista. Nele, até a música servia à medicina. Falando de um sopro musical, logo o maestro é suscitado ao lado do médico e classifica o seu ritmo como de 72 do metrômono de Maelzel. Continuando, e para dar uma imagem comparativa daquele ruído, é ainda o virtuose que aparece ao lado do professor de clínica para esclarecer: ‘Ele produz o efeito de glissé num instrumento de corda, rangido por arco. A notação musical do sopro, em cada revolução cardíaca .... pode expressar-se ... na clave de fá, mi-2 até lá-1 (quinta inferior), muito fraca a última nota. ` (....).” (NAVA, 2004, p.90) &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Produção intelectual&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Das desordens da marcha e seu valor clínico”. Rio de Janeiro, 1903. Tese (Doutoramento) – Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Laemmert &amp;amp; Comp., 1904.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Discursos pronunciados na sessão de 21 de julho de 1904”. Rio de Janeiro: Academia Nacional de Medicina, 1904.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sobre o syndrome de Stokes-Adams”. Memória para admissão apresentada na Academia Nacional de Medicina. Rio de Janeiro, 1904.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Discurso pronunciado na sessão de 23 de julho de 1905”. Rio de Janeiro: Academia Nacional de Medicina, 1905.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Licção inaugural do curso do Prof. Dr. Aloysio de Castro, na Faculdade de Medicina, no presente anno lectivo”. &amp;amp;nbsp;&#039;&#039;Revista Syniatrica&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano III, n.8, agosto 1910.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Allocuções acadêmicas”. Rio de Janeiro: F. Briquiet &amp;amp; Cia., 1911.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Nova observação de espondylose rhizomelica”. &#039;&#039;Brasil-Medico,&#039;&#039; Rio de Janeiro, 1911.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Cancer de estomago”. &#039;&#039;Formulario do Brasil Medico&#039;&#039;, 1912.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sur la coexistence de la maladie de Recklinghausen avec l´acromégalie”. &#039;&#039;Nouvelle Iconographie de la Salptrière&#039;&#039;, 1912.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Le syndrome thyro-testiculo hypophysaire”. &#039;&#039;Encéphale&#039;&#039;, 1912.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sobre alguns sinais da paralysia agitante”. &#039;&#039;Brasil-Medico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 1912.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Note sur la démarche dans l´athétose etudiés d´après la cinématographie”. &#039;&#039;Nouvelle Iconographie de la Salptrière&#039;&#039;, 1912.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sur la coexistence de la maladie de Recklinghausen avec l´acromégalie”. &#039;&#039;Nouvelle Iconographie de la Salptrière&#039;&#039;, 1912.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Les mouvements associées dans l´athétose”. &#039;&#039;Revue Neurologique&#039;&#039;, 1912.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Signal de Brudzinski na meningite dos adultos”. &#039;&#039;Brasil-Medico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 1912.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sobre a choréa de Huntington”. &#039;&#039;Brasil-Medico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 1912.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Note sur la démarche laterale dans l´hemiplégie organique”. &#039;&#039;Nouvelle Iconographie de la Salptrière&#039;&#039;, 1913.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sur le phénomène de l´extension du gros orteil associée aux efforts musculaires”. (Em col. com Oscar de Souza). &#039;&#039;Encéphale&#039;&#039;, 1913.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Angeborene Fazialislahmung”. &#039;&#039;Neurologisches Centralblatt&#039;&#039;, 1913.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sur le signe de Negro dans la paralysie faciale périphérique”. &#039;&#039;Revue Neurologique&#039;&#039;, 1913.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sur lê phénomene de l´extension du Gros orteil associe aux efforts musculaires”. (Em col. Com Oscar de Souza). &#039;&#039;Encéphale&#039;&#039;, 1913.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Tratado de Semiotica Nervosa”. Rio de Janeiro: F. Briguiet &amp;amp; Comp., 1914.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Novas Allocuções Acadêmicas”. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1915.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Relatorios da Diretoria da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro”. 10 vols. Rio de Janeiro, 1915-1924.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Relatório do anno escolar de 1916 apresentado à Congregação da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro”. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1916.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Acromégalie et tabes”. &#039;&#039;Nouvelle Iconographie de la Salptrière&#039;&#039;, 1916.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Acromégalie et maladie de Recklinghausen”. &#039;&#039;Nouvelle Iconographie de la Salptrière&#039;&#039;, 1916.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Syndrome de Jackson”. (Em col. Com Dr. Meira Gama). &#039;&#039;Revue Neurologique&#039;&#039;, 1916.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Inversion viscérale”. Archive des maladies du coeur, 1916. &#039;&#039;Annaes Paulistas de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, 1916. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Syndroma de Millard-Gubler, de origem traumatica”. &#039;&#039;Annales de la Faculdad de Medicina de Montevidéo&#039;&#039;, 1917.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Oswaldo Cruz”. Montevidéu: [s.n.], 1917.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sur quelques cas d´heminélie”. &#039;&#039;Nouvelle Iconographie de la Salptrière&#039;&#039;, 1917.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Dystrophia genito-glandular”. (Em col. com Oscar de &amp;amp;nbsp;Souza). Rio de Janeiro: Jacinto dos Santos, 1917.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Últimas Allocuções Acadêmicas”. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1918.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Discurso de recepção de Aloysio de Castro na Academia Brasileira de Letras, em quinze de abril de mil novecentos e dezenove. Resposta de Afrânio Peixoto”. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1919.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O systema dos orgãos para-glandulares”. Conferência na Faculdad de Medicina de Montevidéu. 1918.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Nota sobre a hysteria na infancia”. (Em col. com Dr. Leonel Gonzaga). Comunicação ao 2º Congresso Americano da Criança, Montevidéu, 1919. Annaes da Policlínica Geral do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 1919.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Oswaldo Cruz”. &#039;&#039;Annales de la Faculdad de Medicina de Montevidéo&#039;&#039;, 1919.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Evolution et aspects cliniques de la diplêgie faciale”. &#039;&#039;Revue Neurologique&#039;&#039;, 1919.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O ensino clinico e sua organização”. Conferência na Faculdad de Medicina de Montevidéo. Anales de la Faculdad de Medicina de Montevidéo, 1919.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Pseudo-syndrome de Tapia”. &#039;&#039;Revue Neurologique&#039;&#039;, 1920.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Notas e Observações Clinicas”. Rio de Janeiro: F. Briguiet &amp;amp; Comp., 1920.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Os ensaios operatorios de rejuvenescimento organico e a terapheutica da dystrophia genito-glandular”. Conferência na Faculdad de Medicina de Montevidéo. Rio de Janeiro, 1921.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Palavras de um dia e de outro”. 1ª série. Rio de Janeiro, 1922.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Rapport d´ensemble sur les aspects principaux de la vie intelectuelle au Brésil”. (En col. avec A. Childe). Relatório à Comissão de Cooperação Intelectual da Sociedade das Nações. 1924.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Hemiedema na hemiplegia”. &#039;&#039;Revista Brasileira de Medicina e Pharmacia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 1925.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Os reflexos cutaneos do membro superior”. &#039;&#039;Jornal dos Clinicos&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 1925.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Rimário, sonetos”. [s.l.]:[s.n.], 1926.&amp;lt;br/&amp;gt; - “La réflexe cutané du meton”. &#039;&#039;Revue Neurologique&#039;&#039;, 1926.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Orações”. Rio de Janeiro: [s.n.], 1926.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Rimario – Poesias”. Rio de Janeiro: [s.n.]1926.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sobre a interpretação do signal de Babinski”. &amp;amp;nbsp;&#039;&#039;Brasil-Medico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 1927.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A expressão sentimental na música de Chopin”. Rio de Janeiro: [s.n.], 1927.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Oração ao Natal”. Rio de Janeiro: [s.n.], 1928.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Carmes”. Rio de Janeiro: [s.n.], 1928.&amp;lt;br/&amp;gt; - “L ápplication de la cinématographie à l´étude des maladies nerveuses”. &#039;&#039;Revue Internationale du Cinema Educateur&#039;&#039;, 1929.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “As sete dores e as sete alegrias da Virgem”. Rio de Janeiro: [s.n.], 1929.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Palavras de um dia e de outro”. 2ª série. Rio de Janeiro: [s.n.], 1929.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Excerptos”. Rio de Janeiro: [s.n.], 1930.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Carnes – Poesias”. 1930.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Notas sobre o reflexo cremasterico”. &#039;&#039;Brasil-Medico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 1930.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Canto ao Senhor”. Rio de Janeiro: [s.n.], 1930.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Cântico da Paschoa”. Rio de Janeiro: [s.n.], 1930.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Tendresse”. Poesia. (em francês). Rio de Janeiro: [s.n.], 1932.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Acromégalie et maladie de Recklinghausen”. &#039;&#039;Revue Neurologique&#039;&#039;, 1932.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sobre as modalidades clinicas da syndroma de Landry”. &#039;&#039;Brasil-Medico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 1933.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sobre a syndroma neuro-anemica”. &#039;&#039;Folha Medica&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 1933.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Palavras de um dia e de outro”. 3ª série. Rio de Janeiro: Renascença Editora, 1933.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Hymno a Roma, de G. Pascoali”. Tradução do italiano. Rio de Janeiro: [s.n.], 1933.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Augusto Murri e a medicina clínica (Preleção no curso da 4ª cadeira de clínica médica da Faculdade de Medicina em 1933)”. Rio de Janeiro: Guanabara, 1934.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Notas e Observações Clinicas”. 2ª série. Rio de Janeiro: Briguiet &amp;amp; Comp., 1934.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Oxycephalo-syndactylia”. &#039;&#039;Révue neurologique&#039;&#039;, 1934.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Semiótica Nervosa”. 2.ed. Rio de Janeiro: 1935.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Os amores de Horacio”. Rio de Janeiro: Liv. Briguiet, 1936.&amp;lt;br/&amp;gt; - “As sete palavras de Christo”. Rio de Janeiro: Liv. Briguiet, 1936.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Discursos médicos”. Rio de Janeiro: Vecchi, 1940.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Discursos, conferências, escritos vários”. 2.ed. Rio de Janeiro: Casa Ed. Vecchi Ltda., 1957. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sarcoma do systema nervoso central”. (Em col. com Dr. Roberto dos Santos). Annaes da Policlínica Geral do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, [s.d.].&amp;lt;br/&amp;gt; - “Syndroma de Brown-Séquard de causa syphilitica”. (Em col. com Valdemiro Pires). &#039;&#039;Brasil-Medico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, [s.d.].&amp;lt;br/&amp;gt; - “Impaludismo e Bibliografia”. Rio de Janeiro: [s.n.], [s.d.].&amp;lt;br/&amp;gt; - “Evolução e aspectos clinicos da diplegia facial”. &#039;&#039;Annaes da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, [s.d.].&amp;lt;br/&amp;gt; - “O systema dos orgãos para glandulares”.&#039;&#039;Annaes da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, [s.d.].&amp;lt;br/&amp;gt; - “Conversas sobre viagens e amores”. Rio de Janeiro: [s.n.], [s.d.].&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sete dôres de Nossa Senhora”. Rio de Janeiro: [s.n.], [s.d.].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- ALOISIO de Castro. Biografia. In: ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS. Capturado em 22 jul 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://www.academia.org.br/academicos/aloisio-de-castro/biografia&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - ALOYSIO de Castro. Arquivo pessoal da Academia Nacional de Medicina. [Rio de Janeiro]: [s.n.], [s.d.]. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#ANM|&amp;lt;u&amp;gt;ANM&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - ALOYSIO de Castro. In: ACADEMIA NACIONAL DE MEDICINA. Capturado em 22 jul 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://www.anm.org.br/aloysio-de-castro/&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - CASTRO, Aloysio de.&#039;&#039;&#039;Discursos, conferências, escritos vários&#039;&#039;&#039;. 2.ed. Rio de Janeiro: Casa Ed. Vecchi Ltda., 1957. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BN|&amp;lt;u&amp;gt;BN&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - GOMES, Marleide da Mota; VARGAS, Sylvia da Silveira Mello; VALLADARES, Almir Fraga. &#039;&#039;&#039;A Faculdade de Medicina Primaz do Rio de Janeiro em Dois dos Cincos Séculos de História do Brasil. &#039;&#039;&#039;São Paulo: Editora Atheneu, 2001. &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#CCS-UFRJ|&amp;lt;u&amp;gt;CCS-UFRJ&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - LOBO, Bruno Alípio. &#039;&#039;&#039;A Faculdade dos meus dias.&#039;&#039;&#039; &amp;amp;nbsp;Rio de Janeiro: ACCESS Editora, 1994. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - MAGALHÃES, Fernando. &#039;&#039;&#039;O Centenário da Faculdade de Medicina &#039;&#039;&#039;1832-1932. Rio de Janeiro: Tip. A. P. Barthel, 1932. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BMANG|&amp;lt;u&amp;gt;BMANG&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - MELLO, Jorge Bandeira de. Acadêmico Aloysio de Castro. Patrono da cadeira nº58. Datilografado. Arquivo pessoal da Academia Nacional de Medicina. [Rio de Janeiro]: [s.n.], 1959. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#ANM|&amp;lt;u&amp;gt;ANM&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - MOTTA FILHO, Candido. Discurso de Candido Motta Filho. &amp;amp;nbsp;Academia Nacional de Medicina. Rio de Janeiro: [s.n.], 1904. &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#ANM|&amp;lt;u&amp;gt;ANM&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - NAVA, Pedro. Aloysio de Castro, o Gentil-homem da Medicina Brasileira. &#039;&#039;Brazil-Médico&#039;&#039;, ns.45 a 52, p.551-560, nov./dez. 1959. &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BMANG|&amp;lt;u&amp;gt;BMANG&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - NAVA, Pedro. Aloysio de Castro, o Gentil-homem da Medicina Brasileira. In: ______________. &#039;&#039;&#039;A medicina de Os Lusíadas e outros textos&#039;&#039;&#039;. Cotia, São Paulo: Ateliê Editorial, 2004. p.73-101. &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - PEREIRA JÚNIOR, J.J. Vida e Obra do Professor Aloysio de Castro. &#039;&#039;Acta Médica Chirurgica Brasiliense&#039;&#039;, 5 (4), p.40-42, abr./jun. 1980. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#CCS-UFRJ|&amp;lt;u&amp;gt;CCS-UFRJ&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - PONTES, J.P. Lopes. Aloysio de Castro. &#039;&#039;Folha Médica&#039;&#039;, v.83, n.3, p.271-277, 1981.&amp;lt;br/&amp;gt; - RIBEIRO, Lourival. &#039;&#039;&#039;Figuras e Fatos da Medicina no Brasil.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: [Editora Sul Americana S.A.], 1964. &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - VELHO SOBRINHO, J. F. &#039;&#039;&#039;Dicionário Bio-bibliográfico Brasileiro. &amp;amp;nbsp;v.I.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Ponguetti, 1937-1940. &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BN|&amp;lt;u&amp;gt;BN&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa - Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; Redação – Lucilia Maria Esteves Santiso Dieguez e Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Revisão – Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Forma de citação&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;{{SITENAME}}&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    [[Category:Verbetes]] [[Category:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ana.guedes</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=BRAND%C3%83O,_JO%C3%83O_CARLOS_TEIXEIRA&amp;diff=3874</id>
		<title>BRANDÃO, JOÃO CARLOS TEIXEIRA</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=BRAND%C3%83O,_JO%C3%83O_CARLOS_TEIXEIRA&amp;diff=3874"/>
		<updated>2026-07-27T14:03:57Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ana.guedes: /* Trajetória profissional */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Outros nomes e/ou títulos:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;[[BRANDÃO,_TEIXEIRA|Brandão, Teixeira&amp;amp;nbsp;]]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;João Carlos Teixeira Brandão nasceu na freguesia do Arraial de São Sebastião, em São João Marcos, na então Província do Rio de Janeiro, em 28 de dezembro de 1854, e faleceu na cidade do Rio de Janeiro em 3 de setembro de 1921. Considerado o introdutor da disciplina de clínica psiquiátrica no Brasil, foi lente da cadeira de clínica psiquiátrica e de moléstias nervosas da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, diretor do serviço sanitário do Hospício de Pedro II, e autor de &amp;quot;Os alienados no Brazil&amp;quot; (1886).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Dados pessoais&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;João Carlos Teixeira Brandão nasceu na freguesia do Arraial de São Sebastião, em São João Marcos, na então Província do Rio de Janeiro, em 28 de dezembro de 1854. Era filho de Felicio Viriato Brandão e Maria Flora Teixeira Brandão. Entre seus filhos Luiz Manoel Teixeira Brandão, também médico e professor.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi agraciado com a patente de Coronel Honorário do Exército Brasileiro, concedida pelo Marechal Floriano Peixoto, então Presidente da República, por serviços prestados durante a revolta da Armada (Rio de Janeiro, 1893).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Faleceu na cidade do Rio de Janeiro em 3 de setembro de 1921.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Trajetória profissional&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;João Carlos Teixeira Brandão bacharelou-se em ciências e letras no Colégio Pedro II, e doutorou-se pela [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], em 1877, com a tese intitulada “Operações reclamadas pelos estreitamentos da urethra; Das quinas; Do melhor tratamento das feridas accidentaes e cirurgicas; Lesões organicas do coração”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Após doutorar-se começou a clinicar na cidade de Barra Mansa (província do Rio de Janeiro), onde exerceu a profissão de 1878 a 1880. Posteriormente, por sugestão de &amp;lt;u&amp;gt;[[HOMEM, JOAQUIM VICENTE TORRES|João Vicente Torres Homem]]&amp;lt;/u&amp;gt;, professor da 1ª cadeira de clínica médica de adultos da &amp;lt;u&amp;gt;[[FACULDADE DE MEDICINA DO RIO DE JANEIRO|Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro]]&amp;lt;/u&amp;gt;, e seu amigo, viajou para a Europa, mais especificamente para a França, Alemanha e Itália, para estudar psiquiatria (BRANDÃO, 1998).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi um dos fundadores da &amp;lt;u&amp;gt;[[POLICLINICA GERAL DO RIO DE JANEIRO|Policlínica Geral do Rio de Janeiro]]&amp;lt;/u&amp;gt;, fundada em 1881, e fez parte do primeiro corpo clínico desta instituição, como médico do serviço de moléstias do sistema nervoso.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Assumiu, em 1883, a direção da Casa de Saúde S. Sebastião, criada em 1875, na rua da Pedreira da Candelária, Chácara nº 104 (posteriormente rua Conselheiro Bento Lisboa, e atual rua Bento Lisboa), no bairro do Catete, na cidade do Rio de Janeiro. Nos serviços clínicos da casa de saúde atuavam Júlio Rodrigues de Moura, Lourenço de Assis Pereira da Cunha, e Henrique Cesídio Samico (medicina); Oscar Bulhões (cirurgia moléstias de pele); João Carlos Teixeira Brandão (moléstias mentais e nervosas); Júlio Rodrigues de Moura (partos e moléstias de mulheres); e Fernando Pires Ferreira (moléstias de olhos). &amp;amp;nbsp;Anexo à Casa de Saúde havia, desde sua fundação, o Hospício de Alienados que funcionava de forma independente, e onde destacava-se a adoção do sistema no-restraint, não existindo casa-fortes com grades de ferros e camisolas de força para os pacientes, que eram “meios violentos condenados pela psiquiatria moderna” (NOTABILIDADES, 1883, &amp;amp;nbsp;p.1843).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em abril de 1883, após concurso no qual obteve o primeiro lugar, foi nomeado lente da cadeira de clínica psiquiátrica e de moléstias nervosas da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], a qual havia sido introduzida nesta instituição naquele mesmo ano. Em decorrência desta nomeação, João Carlos Teixeira Brandão, ainda em 1883, transferiu para Júlio Rodrigues de Moura a direção administrativa da então denominada Casa de Saúde, de Convalescença e Hospício de Alienados de S. Sebastião, permanecendo somente como clínico do serviço de moléstias mentais e nervosas.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;João Carlos Teixeira Brandão foi um dos colaboradores do &#039;&#039;O Brazil-Medico&#039;&#039;, uma revista semanal de medicina e cirurgia, dirigida por Antônio Augusto de Azevedo Sodré, e lançada em 1887.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi nomeado, em 24 de outubro de 1884, facultativo clínico do [[HOSPÍCIO_DE_PEDRO_II|&amp;lt;u&amp;gt;Hospício de Pedro II&amp;lt;/u&amp;gt;]], e em 27 de fevereiro de 1887 tornou-se diretor do serviço sanitário deste estabelecimento, substituindo Agostinho José de Souza Lima. Em sua gestão, criticou as instalações luxuosas, inadequadas na sua visão para o tratamento de alienados, as deficiências na organização do hospício e a superlotação (CALMON, 1952). Advogava a adoção dos modernos processos clínicos, e reivindicava “reformas racionais”, como a criação de colônias rurais. Seu pedido foi atendido em 1889, quando Antonio Ferreira Viana, Ministro do Império, mandou fundar as colônias de São Bento e de Conde de Mesquita, na Ilha do Governador.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 18 de fevereiro de 1890 foi nomeado diretor geral da Assistência Médico Legal de Alienados, e em 27 de fevereiro de 1897 tornou-se inspetor geral de Assistência a Alienados, ocupando este cargo até 1899. &amp;amp;nbsp;No período em que dirigiu a Assistência Médico Legal de Alienados é que foram criados, por meio do decreto nº 508 de 21 de junho de 1890, as colônias (asilos) São Bento e Conde de Mesquita, ambas instaladas na Ilha do Governador (cidade do Rio de Janeiro). Também sob sua direção foi criada no Hospício de Pedro II, a [[ESCOLA_PROFISSIONAL_DE_ENFERMEIROS_E_ENFERMEIRAS|&amp;lt;u&amp;gt;Escola Profissional de Enfermeiros e Enfermeiras&amp;lt;/u&amp;gt;]] (decreto nº 791 de 27/09/1890), posteriormente reinaugurada em 16 de fevereiro de 1905. Até a criação desta escola, tendo em vista a falta de pessoal habilitado para o tratamento dos alienados naquela instituição, contratava-se pessoal na Europa, tendo sido contratadas, em 1891, enfermeiras diplomadas pela Escola Municipal de Paris, que tinham prática no serviço de asilos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Durante sua gestão à frente da Assistência Médico Legal de Alienados, diversas medidas foram adotadas em benefício do [[HOSPÍCIO_NACIONAL_DE_ALIENADOS|&amp;lt;u&amp;gt;Hospício Nacional de Alienados&amp;lt;/u&amp;gt;]]: concedida autonomia ao laboratório e ao museu anátomo-patológico; aprovado o regulamento da assistência médico-legal aos alienados; ampliado o número de médicos; criado o cargo de oftalmologista; e instituído o serviço de avaliação preliminar dos pacientes. João Carlos Teixeira Brandão também se dedicou à legislação sobre os alienados, tendo proposto medidas inspiradas nas leis francesa (1838), belga (1850) e inglesa (1897). Procurou, por meio da proposição de dispositivos legais, a distinção dos verdadeiros alienados em relação aos criminosos (TEIXEIRA, 2005).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1892 participou, como representante do Brasil, do 3º Congresso de Antropologia Criminal, realizado em Bruxelas. O governo brasileiro, aproveitando sua estadia na Europa, encarregou-o de visitar os estabelecimentos de alienados, incluindo as colônias agrícolas, na Bélgica, Áustria, Prússia, França, Suíça, Itália, Inglaterra e Estados Unidos da América. Ao final desta viagem João Carlos Teixeira Brandão apresentaria um relatório, indicando as modificações que deveriam ser adotadas no regime interno dos estabelecimentos, da cidade do Rio de Janeiro, e na construção de pavilhões de asilos para doentes que exigissem vigilância contínua. &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Apresentou-se em defesa ao governo de Floriano Peixoto, em 1893, durante a Revolta da Armada, e nesta ocasião recebeu a patente de coronel honorário do Exército (TEIXEIRA, 2005).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Publicou, em maio de 1896, um trabalho sobre a “Assistência aos Alienados”, no qual relatou as abordagens e as legislações européias relativas a esta temática (BRANDÃO, 1998).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Na [[ACADEMIA_IMPERIAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Imperial de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]] foi eleito membro titular em 31 de agosto de 1886, ocupou a cadeira nº 42, e integrou, a partir de 10 de outubro de 1918 a classe de membros eméritos desta associação. Foi fundador da Sociedade de Jurisprudência Médica e Antropológica (1897), e patrono da cadeira nº 36 da Academia Fluminense de Medicina. Participou de sociedades científicas estrangeiras, como a Société de Psychiatrie de Paris e a Société Médico-Psychologique de Paris, tendo apresentado nesta última, em 26 de novembro de 1883, a comunicação intitulada “Des établissements d´alienés au Brésil”. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt; Dedicou grande parte de sua trajetória à luta em prol dos alienados, especialmente a necessidade da criação de manicômios judiciários, o que acabaria ocorrendo somente em 1921. João Carlos Teixeira Brandão é considerado o iniciador da assistência aos alienados no Brasil, destacando-se seu empenho pela adoção de um sistema que abolisse as camisas de força e as grades dos quartos dos pacientes mais graves em sua clínica da &amp;lt;u&amp;gt;[[FACULDADE DE MEDICINA DO RIO DE JANEIRO|Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro]]&amp;lt;/u&amp;gt;, instalada no &amp;lt;u&amp;gt;[[HOSPÍCIO DE PEDRO II|Hospício de Pedro II]]&amp;lt;/u&amp;gt; (BRANDÃO, 1998).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A assistência dos alienados também foi objeto de sua trajetória política. Em 1903, eleito deputado federal, pelo Estado do Rio de Janeiro, empenhou-se pela aprovação da legislação que reorganizaria a assistência a alienados no país, concretizada pela promulgação do decreto nº 1.132, de 22 de dezembro de 1903, considerada a primeira lei geral sobre a jurisprudência e a assistência aos alienados no país (TEIXEIRA, 2005). Elegeu-se deputado por seu Estado ainda em outras legislaturas (1906, 1909, 1912, 1915 e 1918) e foi presidente da comissão de saúde da Câmara de Deputados (1919).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi eleito Presidente de Honra da Sociedade de Neurologia, Psiquiatria e Medicina Legal, criada em 1905.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Participou da comissão organizadora do IV Congresso Médico Latino Americano, que se realizou na cidade do Rio de Janeiro de 1º a 4 de agosto de 1909.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A autoria do projeto que deu origem ao decreto nº 3.987, de 2 janeiro de 1920, que reorganizou os serviços de saúde pública e criou o Departamento Nacional de Saúde Pública, é atribuída a João Carlos Teixeira Brandão (BRANDÃO, 1998).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;João Carlos Teixeira Brandão, considerado o introdutor da disciplina de clínica psiquiátrica no Brasil, iniciou um estudo científico da psiquiatria, fundamentado na anatomia e fisiologia do sistema nervoso (BRANDÃO, 1998).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Produção intelectual&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Operações reclamadas pelos estreitamentos da urethra; Das quinas; Do melhor tratamento das feridas accidentaes e cirurgicas; Lesões organicas do coração”. Rio de Janeiro, 1877. Tese (Doutoramento) – Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, 1877.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Des établissements d´alienés au Brésil”. 1884.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Os alienados no Brazil”. Rio de Janeiro: [s.n.], 1886.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Idéas fixas – Genese e classificação nosologica”. Memória apresentada na Academia Imperial de Medicina, em 31 de agosto de 1886.&amp;lt;br/&amp;gt; - “As paranoias (delirio systematizado – Verruckthist), suas formas, genese e evolução”. &#039;&#039;O Brasil Medico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, tomo I, págs. 18 e 36, 1887.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Pertubações psiquicas elementares – Instinto e vontade”. 1888.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sintomas intelectuais nas pertubações psiquicas elementares – Pertubação da memoria”. 1888.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Causas que concorrem para a pequena frequencia da paralisia geral no Brasil”. 1888.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Relatório da Assistencia Médico Legal de Alienados”. 1891.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Relatorio da Assistencia Médico Legal de Alienados apresentado a Sua Excelencia o Sr. Dr. Fernando Lobo Leite Pereira, Ministro de Estado dos Negócios do Interior pelo Dr. João Carlos Teixeira Brandão”. 1892. &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Relatório da Assistencia Médico-Legal de Alienados apresentado pelo diretor geral Dr. João Carlos Teixeira Brandão em março de 1894”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “A chamada loucura moral”. 1897.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Os alienados e a imprensa. Cérebro de um idiota microcéfalo”. 1897.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O cerebro de um idiota microcefalo”. 1897.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Pareceres medicos legais”. &amp;amp;nbsp;(Em colaboração com Marcio Nery). 1897.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Crise de debilidade mental com manifestações episodicas de delirio multiplo”. 1898.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Assistencia de alienados”. 1899.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Educação Nacional no Regime Republicano”. 1906.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Elementos de Psiquiatria Clínica e Forense.” 1918.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- ACADÊMICO João Carlos Teixeira Brandão. Patrono da Cadeira nº 42. Datilografado. Arquivo pessoal da Academia Nacional de Medicina. [Rio de Janeiro]: [s.n.], [s.d.]. ([[Fontes_de_informação#ANM|ANM]])&amp;lt;br/&amp;gt; - BRANDÃO, Luiz Manoel Teixeira. Prof. João Carlos Teixeira Brandão. Patrono da Cadeira nº 36. In: ACADEMIA FLUMINENSE DE MEDICINA. &#039;&#039;&#039;Anais da Academia Fluminense de Medicina 1974-1998.&#039;&#039;&#039; Niterói, Rio de Janeiro: Academia Fluminense de Medicina, 1998. &amp;amp;nbsp;p.448-455. &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#AFM|AFM]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;- BLAKE, Augusto Victorino Alves Sacramento. &#039;&#039;&#039;Diccionario Bibliographico Brazileiro.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1893.  v.3.  (BCOC)&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 508, de 21 de junho de 1890. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 12 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:  &amp;amp;nbsp;http://legis.senado.leg.br/norma/387994/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB&amp;lt;u&amp;gt;http://legis.senado.leg.br/norma/387994/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 791, de 27 de setembro de 1890. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:  &amp;lt;u&amp;gt;http://legis.senado.leg.br/norma/389434/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 1.132, de 22 de dezembro de 1903. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:  &amp;lt;u&amp;gt;http://legis.senado.leg.br/norma/595867/publicacao?tipoDocumento=DPL-n&amp;amp;tipoTexto=PUB&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 3.987, de 2 de janeiro de 1920. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:  &amp;lt;u&amp;gt;http://legis.senado.leg.br/norma/600906/publicacao?tipoDocumento=DPL-n&amp;amp;tipoTexto=PUB&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt; - CALMON, Pedro. &#039;&#039;&#039;O Palácio da Praia Vermelha: 1852-1952.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: [s.n.], 1952. &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#IHGB|&amp;lt;u&amp;gt;IHGB&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br /&amp;gt; - CRONOLOGIA: História da Psiquiatria e Saúde Mental no Brasil. Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;  &amp;lt;u&amp;gt;http://www.ccs.saude.gov.br/memoria%20da%20loucura/mostra/retratos06.html&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt; - JOÃO Carlos Teixeira Brandão. In: BLAKE, Augusto Victorino Alves Sacramento. &#039;&#039;&#039;Diccionario Bibliographico Brazileiro. Terceiro volume. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1893. p.393. In: Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin. Acervo Digital. &amp;amp;nbsp;Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/5433&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt; - JOÃO Carlos Teixeira Brandão. In: ACADEMIA NACIONAL DE MEDICINA. Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://www.anm.org.br/joao-carlos-teixeira-brandao/&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt; - MAGALHÃES, Fernando. &#039;&#039;&#039;O Centenário da Faculdade de Medicina 1832-1932.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Tip. A. P. Barthel, 1932. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;u&amp;gt;([[Fontes_de_informação#BMANG|BMANG]]&amp;lt;/u&amp;gt;)&amp;lt;br /&amp;gt; - NOTABILIDADES. Almanak Administrativo, Mercantil e Industrial do Imperio do Brazil para 1883. Rio de Janeiro: Casa dos Editores-Proprietarios H. Laemmert &amp;amp; C., 1883. &amp;amp;nbsp;p.1842-1843. &#039;&#039;&#039;Almanak Administrativo, Mercantil e Industrial do Rio de Janeiro (1844-1889). &#039;&#039;&#039;Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies - Global Resources Network.. Capturado em 27 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://digitalcollections.crl.edu/record/1361?ln=en&amp;amp;v=uv#?xywh=-181%2C318%2C2880%2C1950&amp;amp;cv=1451&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt; - RELATORIO apresentado ao vice-presidente da República dos Estados Unidos do Brasil pelo Dr. Fernando Lobo, Ministro de Estado da Justiça e Negócios Interiores em abril de 1893. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, [1893]. &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960).&#039;&#039;&#039; Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://digitalcollections.crl.edu/record/1991?ln=en&amp;amp;v=uv#?xywh=-175%2C-498%2C4477%2C3032&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt; - RELATORIO da Assistencia Médico Legal de Alienados. &amp;amp;nbsp;Anexo. Relatório apresentado ao Presidente da República dos Estados Unidos do Brazil pelo Dr. João Barbalho Uchôa Cavalcanti, Ministro de Estado dos Negócios do Interior em maio de 1891. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1891. Anexo. &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960).&#039;&#039;&#039; Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies - Global Resources Network. Capturado em 24 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://digitalcollections.crl.edu/record/1681?ln=en&amp;amp;v=uv#?xywh=-1006%2C0%2C3435%2C2327&amp;amp;cv=28&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- RELATORIO da Assistencia Médico Legal de Alienados apresentado a Sua Excelência o Sr. Dr. Fernando Lobo Leite Pereira, Ministro de Estado dos Negócios do Interior pelo Dr. João Carlos Teixeira Brandão. 1892. &amp;amp;nbsp;In: Relatório apresentado ao vice-presidente da República dos Estados Unidos do Brazil pelo Dr. Fernando Lobo Leite Pereira, Ministro de Estado dos Negócios do Interior em abril de 1892. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1892. Anexo. &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960).&#039;&#039;&#039; Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://digitalcollections.crl.edu/record/1682?ln=en&amp;amp;v=uv#?xywh=-983%2C-1%2C3437%2C2328&amp;amp;cv=110&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- RELATORIO da Assistencia Medico Legal de Alienados apresentado pelo diretor geral Dr. João Carlos Teixeira Brandão em março de 1894. In: RELATORIO apresentado ao vice-presidente pelo Dr. Alexandre Cassiano do Nascimento, Ministro de Estado da Justiça e Negócios Interiores em março de 1894. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1894. Anexo. &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960).&#039;&#039;&#039; Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://digitalcollections.crl.edu/record/1975?ln=en&amp;amp;v=uv#?xywh=-1494%2C0%2C4906%2C3323&amp;amp;cv=282&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt; - SANTOS FILHO, Lycurgo de Castro. &#039;&#039;&#039;História Geral da Medicina Brasileira.&#039;&#039;&#039; São Paulo: HUCITEC/EDUSP, 1991. v. 2. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCCBB|BCCBB]])&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br /&amp;gt; - TEIXEIRA, Manoel Olavo Loureiro. Teixeira Brandão: o Pinel brasileiro. In: DUARTE, Luiz Fernando Dias; RUSSO, Jane; VENANCIO, Ana Teresa &#039;&#039;&#039;A. Psicologização no Brasil: atores e autores.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Contra Capa Livraria, 2005. &amp;amp;nbsp;p.39-63. &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa – Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Redação – Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Revisão – Francisco José Chagas Madureira.&amp;lt;br/&amp;gt; Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Forma de citação&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;{{SITENAME}}&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    [[Category:Verbetes]] [[Category:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ana.guedes</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=BOTICA_REAL_MILITAR&amp;diff=3873</id>
		<title>BOTICA REAL MILITAR</title>
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		<updated>2026-07-27T13:26:32Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ana.guedes: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Denominações:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Botica Real Militar (1808); [[LABORATÓRIO_FARMACÊUTICO|&amp;lt;u&amp;gt;Laboratório Farmacêutico&amp;lt;/u&amp;gt;]] (1810); [[LABORATÓRIO_QUÍMICO_FARMACÊUTICO|&amp;lt;u&amp;gt;Laboratório Químico Farmacêutico&amp;lt;/u&amp;gt;]] (1877); [[LABORATÓRIO_QUÍMICO_FARMACÊUTICO_MILITAR|&amp;lt;u&amp;gt;Laboratório Químico Farmacêutico Militar&amp;lt;/u&amp;gt;]] (1887); [[LABORATÓRIO_QUÍMICO_FARMACÊUTICO_DO_EXÉRCITO|&amp;lt;u&amp;gt;Laboratório Químico Farmacêutico do Exército&amp;lt;/u&amp;gt;]] (1943)&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;A Botica Real Militar foi criada pelo decreto de 21 de maio de 1808, promulgado pelo Príncipe-Regente D. João, tendo sido instalada anexa ao Hospital Militar e da Marinha, no antigo Colégio dos Jesuítas, no morro do Castelo, na cidade do Rio de Janeiro. Pelo mesmo decreto Joaquim José Leite Carvalho foi nomeado boticário do estabelecimento que deveria manipular remédios para o tratamento dos enfermos do hospital. Em 1887, a instituição, sob a denominação de Laboratório Químico Farmacêutico Militar, tinha por objetivo preparar os compostos químicos e farmacêuticos necessários ao serviço de saúde do Exército. Em 1943 passou a denominar-se Laboratório Químico Farmacêutico do Exército, nome que mantém até hoje.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Histórico&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Já durante o século XVI, a Companhia de Jesus mantinha boticas em seus colégios e principais residências que funcionavam junto às enfermarias e que, em casos de epidemias, socorriam a população da colônia (LEITE &#039;&#039;Apud &#039;&#039;ARAÚJO, 1979). Nesse século, até finais do XVIII, as boticas dos religiosos e as dos hospitais militares, eram “as únicas existentes ou, pelo menos, as de melhor conceito” (ARAÚJO, 1979, p.27).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1807, diante dos conflitos que estavam ocorrendo na Europa com a invasão, inclusive, do Reino de Portugal por tropas francesas, a Corte portuguesa rumou para o Brasil, aqui chegando no ano seguinte. Instalando-se na cidade do Rio de Janeiro, os serviços de saúde da localidade tiveram de ser melhor organizados, de modo a assistir às tropas dos Reais Exércitos e Armada de Portugal. Nesse sentido, o Príncipe Regente D. João sancionou o decreto de 21 de maio de 1808, criando a Botica Real Militar, anexa ao [[HOSPITAL_REAL_MILITAR_E_ULTRAMAR|&amp;lt;u&amp;gt;Hospital Real Militar e Ultramar&amp;lt;/u&amp;gt;]], instalado no antigo Colégio dos Jesuítas, no morro do Castelo:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Atendendo à necessidade que há no Hospital Militar e da Marinha de se manipularem dentro dele os remédios de Botica para que a toda e qualquer hora se acuda aos enfermos com os específicos necessários: hei por bem nomear a Joaquim José Leite Carvalho para Boticário do dito Hospital..., com a obrigação de preparar à sua custa o casco da referida Botica. E outrossim, que nela haja mais um Oficial..., um aprendiz...e um servente”. (BRASIL...1808)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Dois anos mais tarde, pelo decreto régio de 22 de maio, o boticário mencionado acima passou a ficar subordinado ao médico da Real Câmara, José Maria Bomtempo, lente de uma das cadeiras que constituía a [[ESCOLA_ANATÔMICA,_CIRÚRGICA_E_MÉDICA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Escola Anatômica, Cirúrgica e Médica do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], a de matéria médica e farmácia, autorizada a ser ministrada naquele Hospital em 12 de abril de 1809. No texto desse decreto, a mesma Botica foi designada Laboratório Farmacêutico, onde seriam dadas as lições práticas da cadeira citada.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1832, pelo decreto régio de 17 de fevereiro os hospitais militares de toda a colônia foram extintos, sendo criados em substituição os hospitais regimentais. No Rio de Janeiro, foi criado um desses na Praça da Aclamação, depois Praça da República, outro na Praia Vermelha e também uma enfermaria militar na Fortaleza de São João. Entretanto, o decreto nº 397 de 25 de novembro de 1844, estabeleceu a reunião desses hospitais regimentais em um único, formando assim o [[HOSPITAL_MILITAR_DA_GUARNIÇÃO_DA_CORTE|&amp;lt;u&amp;gt;Hospital Militar da Guarnição da Corte&amp;lt;/u&amp;gt;]], destinado às forças da terra. Instalado novamente no antigo prédio do morro do Castelo, agora restaurado, dividia seu espaço com as atividades da Escola Anatômica, Cirúrgica e Médica do Rio de Janeiro. De acordo com o regulamento do Hospital, aprovado por esse decreto, havia um boticário responsável por tudo que dissesse respeito à Botica e seu Laboratório, devendo também responder pela arrecadação dos medicamentos e manipulação dos remédios necessários ao tratamento dos doentes. Para auxiliá-lo, foi designado um número de ajudantes e praticantes de acordo com o movimento do Hospital. Esses e o boticário deviam residir em quartos o mais próximo possível, ou dentro da própria Botica, instalada em local claro e arejado e com o espaço necessário para o funcionamento de todas as oficinas (arts.124º a 137º). A conta da receita e despesa da Botica, antes de ser remetida à contadoria da Guerra, devia ser mensalmente examinada e tomada pelo diretor, primeiro médico, primeiro cirurgião e almoxarife (art. 226). Em 1845, o segundo médico do Hospital, [[AMERICANO,_DOMINGOS_MARINHO_DE_AZEVEDO|&amp;lt;u&amp;gt;Domingos Marinho de Azevedo Americano&amp;lt;/u&amp;gt;]], em relatório no qual descrevia o estado da instituição, assinalou que a botica se encontrava fora do Hospital e os remédios vinham da rua de São Pedro da Cidade Nova, o que prejudicava o atendimento aos doentes. Durante o ano de 1846, segundo relatório apresentado por Francisco de Paula Vieira de Azevedo, o seu quadro de funcionários incluía um boticário, um praticante de botica e um ajudante de boticário (Apud SILVA, 1997).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Na Decisão de 12 de maio de 1873, que aprovou diversas providências para fiscalização dos fornecimentos feitos à farmácia do hospital, dispôs que, em atenção ao ofício nº 1.110, de 5 de abril de 1873, sobre os fornecimentos do então [[HOSPITAL_MILITAR_DA_GUARNIÇÃO_DA_CORTE|&amp;lt;u&amp;gt;Hospital Militar da Guarnição da Corte&amp;lt;/u&amp;gt;]], caberia ao 1º médico exercer a devida fiscalização sobre os preços e qualidades dos artigos fornecidos (BRASIL, Decisão, 1873).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 15 de dezembro de 1877, encontrando-se ainda na situação de órgão anexo ao então [[HOSPITAL_MILITAR_DA_GUARNIÇÃO_DA_CORTE|&amp;lt;u&amp;gt;Hospital Militar da Guarnição da Corte&amp;lt;/u&amp;gt;]], pela decisão nº 536, emitida pelo Ministro da Guerra, Luís Alves de Lima e Silva (Duque de Caxias), foi autorizada a transferência do Laboratório Farmacêutico para uma sede própria localizada à rua Evaristo da Veiga n° 29. A partir dessa data, passou a denominar-se Laboratório Químico Farmacêutico e sua mudança de sede só se efetivou no ano seguinte.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ainda em 1877, o alferes farmacêutico Augusto Cezar Diogo foi nomeado Encarregado do Laboratório Químico Farmacêutico, permanecendo no cargo até abril de 1901. Considerado o idealizador e organizador do Laboratório como verdadeiro órgão industrial, Augusto Cezar Diogo reivindicou mais recursos para a instituição. Em 1865, foi incumbido de uma comissão especial de viagem à Europa pelo Governo Imperial, quando traçou um plano para a modernização das instalações do Laboratório, incluindo a criação de um horto no seu terreno, para cultivo de plantas medicinais destinadas à utilização nas preparações. Diante dos apelos de Cezar Diogo, em dezembro de 1879 o Laboratório recebeu a visita do Imperador D. Pedro II e do Ministro da Guerra, Conselheiro João Lustosa da Cunha Paranaguá.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Com a ampliação dos serviços oferecidos pelo Laboratório Químico Farmacêutico, surgiu a ideia de se construir uma Farmácia Central, localizada em seu próprio edifício. O Aviso de 17 de janeiro de 1880 nomeou uma comissão para dar parecer sobre a criação dessa farmácia central e “hospitais-barracas”. A comissão era presidida pelo Ministro da Guerra, João Lustosa da Cunha Paranaguá, e constituída pelos conselheiros cirurgiões-mores chefes do Corpo de Saúde do Exército e da Armada e do Conselheiro Manoel Maria de Moraes Valle. Nesta farmácia central seriam preparados “os medicamentos com símplices de primeira qualidade obtidos diretamente nos mercados da Europa” e que deveriam ser fornecidos às colônias agrícolas, corpos policiais, casas de correção, hospitais dos ministérios da Marinha e do Império e corpo de bombeiros entre outros estabelecimentos. Quanto aos hospitais-barracas, deveriam ser inspirados nos adotados pelos Estados Unidos (Apud PILAR, 1958).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No dia 1°&amp;amp;nbsp;de março de 1880, o Governo Imperial, através do seu Ministro da Guerra, autorizou a construção de pavilhões e edifícios nos quais ficaram instaladas as várias divisões de serviços do Laboratório, no mesmo local onde funcionava, na rua Evaristo da Veiga, de acordo com o plano de Augusto Cezar Diogo. &amp;amp;nbsp;As obras foram concluídas no dia 8 de novembro do mesmo ano, já sob a administração de José Antônio Correia da Câmara Pelotas (Visconde de Pelotas), Ministro e Secretário de Estado dos Negócios da Guerra.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1887, de acordo com o decreto nº 9.717 de 5 de fevereiro, a instituição apresentava suas funções ampliadas, tendo por objetivo “preparar os compostos químicos e farmacêuticos necessários ao Serviço de Saúde do Exército e fornecer às farmácias militares, ambulâncias de forças expedicionárias, estabelecimentos militares em geral e a outros destinos que forem determinados pelo Ministério da Guerra” (art.1º). Face a todos esses encargos, o estabelecimento passou a denominar-se Laboratório Químico Farmacêutico Militar, tornando-se independente do [[HOSPITAL_MILITAR_DA_GUARNIÇÃO_DA_CORTE|&amp;lt;u&amp;gt;Hospital Militar da Guarnição da Corte&amp;lt;/u&amp;gt;]] e ficando sujeito à jurisdição do cirurgião-mor do Exército.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Com a instauração do regime republicano, o Exército foi reorganizado, os serviços do Laboratório continuaram sendo ampliados e, consequentemente seu quadro de funcionários, tendo sido aprovadas medidas neste sentido. A partir de 1909, pelo decreto nº 7.454 de 8 de julho, além daquelas funções já mencionadas, ficava estabelecido que o Laboratório Químico Farmacêutico Militar tinha por fim “proceder a todos os exames e análises de química geral ou aplicada à higiene militar” (art. 1°). Em 1910, o então Diretor Coronel Farmacêutico, Alfredo José Abrantes, referia-se à instituição como “um estabelecimento científico de primeira ordem, de que não existe similar em toda a América do Sul”, ressaltando suas inúmeras atividades. Entre essas, destacavam-se os diversos produtos farmacêuticos, incluindo os produtos soroterápicos; exame dos elementos que entravam na fabricação desses produtos e dos medicamentos que recebiam para uso em natureza ou fornecimento às farmácias, hospitais e enfermarias militares, entre outros estabelecimentos; exame bromatológico de substâncias alimentares que lhe eram requisitados por autoridades competentes; análises de águas para verificação da sua potabilidade ou virtudes terapêuticas; envio de agentes químicos e farmacoterápicos que produzia, além de instrumentos e aparelhos solicitados; e aviamento de receituário, predominantemente gratuito, “destinado à guarnição da capital federal (oficiais e praças e respectivas famílias) e, em menor proporção, indenizável, a que têm direito os oficiais e funcionários civis do Ministério da Guerra”. Durante a epidemia da gripe espanhola em 1918, que se abateu sobre a capital federal, os serviços do Laboratório foram requisitados e bem recebidos.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pelo decreto n°&amp;amp;nbsp;15.230 de 31 de dezembro de 1921, o Serviço de Saúde do Exército foi regulamentado e o Laboratório foi novamente reestruturado, tendo seus encargos ampliados, com o fim de adquirir, fabricar e fornecer compostos químicos e farmacêuticos aos serviços de saúde do Exército; desenvolver pesquisas químicas, especialmente bromatológicas e toxicológicas, do interesse do Exército, e fornecer material necessário para o estudo químico farmacêutico da [[ESCOLA_DE_APLICAÇÃO_DO_SERVIÇO_DE_SAÚDE_DO_EXÉRCITO|&amp;lt;u&amp;gt;Escola de Aplicação do Serviço de Saúde do Exército&amp;lt;/u&amp;gt;]], de modo a proporcionar aos farmacêuticos conhecimentos químicos de aplicação militar (art. 554). Este decreto admitia, em caso de necessidade, a instalação de outros laboratórios farmacêuticos similares ao localizado na capital da República.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1937, pelo decreto-lei nº 77 de 16 de dezembro, o Governo Federal autorizou a venda do velho edifício da rua Evaristo de Veiga, onde o Laboratório vinha funcionando desde 1878 e, no ano seguinte, abriu crédito para a construção de uma nova sede. Os argumentos apresentados para essa mudança mostravam que sua localização em zona urbana e residencial era imprópria para o funcionamento da instituição no que se referia à fabricação de produtos químicos. Além disso, a necessidade de instalações mais amplas e modernas se justificava por sua crescente produção para atender às necessidades do Exército. O novo prédio, localizado na rua Licínio Cardoso, no bairro de Triagem, foi concluído em junho de 1939, permanecendo neste local até hoje.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 20 de julho de 1943, seguindo as determinações do Aviso n°&amp;amp;nbsp;1.797, o estabelecimento mudou sua denominação para Laboratório Químico Farmacêutico do Exército, nome que se manteve.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Dirigentes:&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br/&amp;gt; Até 1887, quando o Laboratório foi desvinculado do [[HOSPITAL_MILITAR_DA_GUARNIÇÃO_DA_CORTE|&amp;lt;u&amp;gt;Hospital Militar da Guarnição da Corte&amp;lt;/u&amp;gt;]], o responsável por sua gestão era chamado de Encarregado. Naquele ano, então, passou a ser denominado chefe e, somente a partir de 1890, pelo decreto nº 922 de 24 de outubro, foi reconhecido como diretor.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;General Farmacêutico Augusto Cezar Diogo (1877-1901); Coronel Farmacêutico Norberto da Silva Ferraz (1901-1904); General Farmacêutico Alfredo José Abrantes (1904-1919); General Farmacêutico Bernardo Floriano Correia de Brito (1919-1922); Coronel Farmacêutico Alfredo Dias Ribeiro (1922-1924); General Farmacêutico Luiz Fernandes Ramôa (1924-1927); General Farmacêutico Arthur Rodrigues de Faria (1928); Coronel Farmacêutico Manoel Frazão Correia (1928- 1931).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Estrutura e funcionamento&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi no ano de 1877, que o estabelecimento recebeu as primeiras instruções para seu funcionamento fora das dependências do [[HOSPITAL_MILITAR_DA_GUARNIÇÃO_DA_CORTE|&amp;lt;u&amp;gt;Hospital Militar da Guarnição da Corte&amp;lt;/u&amp;gt;]]. Conforme a decisão n° 536 de 15 de dezembro desse ano, o Laboratório Químico Farmacêutico devia ficar sob a responsabilidade de um farmacêutico militar, mantendo-se subordinado, na parte administrativa e disciplinar, ao Diretor do Hospital Militar da Guarnição da Corte, e na parte técnica, ao chefe do Corpo de Saúde do Exército (art. 1º). O Laboratório compreendia um gabinete de análise e duas seções, o depósito e a oficina, sendo mantido seu quadro de pessoal constituído por um farmacêutico militar, dois ajudantes, cinco manipuladores e três serventes, dos quais um deles serviria de porteiro. Além desses, ainda poderiam ser admitidos praticantes gratuitos de farmácia (arts. 3º, 4º e 6º). Era exigida também a comprovação de droguistas ou farmacêuticos habilitados aos que concorriam a fornecedores do Laboratório (art.16).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ainda segundo as instruções de 1877, cabia ao Farmacêutico Encarregado “administrar e inspecionar todo o estabelecimento, como principal responsável por sua ordem e economia”. Devia ele executar as ordens recebidas do diretor do [[HOSPITAL_MILITAR_DA_GUARNIÇÃO_DA_CORTE|&amp;lt;u&amp;gt;Hospital Militar da Guarnição da Corte&amp;lt;/u&amp;gt;]] e remeter ao mesmo a relação de artigos necessários para o fornecimento semestral, a qual seria apresentada ao Ministro da Guerra para resolver. O encarregado era incumbido também de determinar os serviços das duas seções, de modo que o depósito se mantivesse suprido e os trabalhos da oficina não se retardassem devido à falta de fornecimento (art. 7°). Cabia ao ajudante em serviço no depósito organizar os artigos existentes, medicamentos, drogas, vasilhames e dirigir o encaixotamento dos objetos que deveriam ser fornecidos. Ele também devia informar ao encarregado do Laboratório os artigos que se fizessem necessários para o andamento do serviço (art.8º).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O ajudante que prestava serviço na oficina era incumbido de dirigir o trabalho realizado no fabrico, arranjo e conservação do material da oficina. Cabia-lhe efetuar ensaios das fórmulas novas, antes que estas fossem produzidas em larga escala. Devia apresentar ao encarregado, a relação dos artigos que fossem necessários para os serviços da oficina (art. 9º). Aos manipuladores, cabia-lhes executar as ordens recebidas do ajudante encarregado da oficina, informando-lhe sobre qualquer incidente ocorrido no trabalho; fazer a relação das substâncias recebidas, quantidades empregadas nas preparações e os resultados finais; e dirigir os serviços dos aprendizes gratuitos (art. 10).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O horário de funcionamento do Laboratório em todos os dias úteis ia das oito horas da manhã às quinze horas. Em ocasiões que exigissem maior serviço, o trabalho podia ser prolongado por uma ou duas horas (art. 16). &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O fornecimento de artigos destinados ao Laboratório devia seguir os termos do Aviso de 24 de agosto de 1874, ou os contratos semestrais, conforme era ordenado pelo Ministro da Guerra.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;As economias do Laboratório eram administradas pelo [[HOSPITAL_MILITAR_DA_GUARNIÇÃO_DA_CORTE|&amp;lt;u&amp;gt;Hospital Militar da Guarnição da Corte&amp;lt;/u&amp;gt;]], o que ficava demonstrado pelo Aviso de 4 de julho de 1879: “O almoxarife só entregará ao encarregado do laboratório a quantia designada (...) depois que ele tiver apresentado as contas documentadas das despesas a seu cargo e forem devidamente examinadas pelo respectivo diretor” (&#039;&#039;Apud &#039;&#039;PILAR, 1958, p.9).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Aviso de 24 de novembro de 1879 modificou algumas normas administrativas presentes nas Instruções de 15 de dezembro de 1877. Com isso, a fiscalização das despesas do Laboratório ficou sob a responsabilidade da Junta Militar de Saúde.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Nos primeiros anos da década de 1880, o seu quadro de funcionários estava assim constituído: os alferes farmacêuticos Henrique Joaquim D’Ávila e José Frederico da Costa (ajudantes); farmacêutico contratado José Gonçalves da Silva (coadjuvante); Pedro Watson de Sardenberg Souto (encarregado do expediente); Manuel Antônio Marquês Louzada (porteiro); Bernardo Eugênio de Oliveira Pinto, Severiano Antônio Castanheira, Carlos da Silva Gusmão, Adolpho Coriolano de Toledo, Antônio Augusto da Silva e Antônio Polycarpo do Nascimento (manipuladores contratados) (&#039;&#039;Almanak Laemmer&#039;&#039;t, 1882).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A instituição ganhou nova organização com o decreto nº 9.717 de 5 de fevereiro de 1887. Neste, foi prevista a ampliação do quadro de funcionários e a criação do gabinete de análises químicas, sendo mantidas as seções de depósito, de oficina e do receituário recém-criado. Naquele mesmo ano, a 20 de maio, foi nomeado o farmacêutico Oscar Pereira da Silva como preparador e encarregado responsável pelo material do gabinete de análises químicas.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O decreto nº 922 de 24 de outubro de 1890, modificou novamente a estrutura organizacional do Laboratório, ficando o seu quadro de pessoal formado por um diretor; um ajudante; três encarregados de seção; quatro coadjuvantes de seção; um escriturário; um agente e despachante; três escreventes de primeira classe; três &amp;amp;nbsp;ditos de segunda classe; um porteiro; um contínuo; cinco manipuladores de primeira classe; 5 ditos de segunda classe; cinco de terceira classe; quatro aprendizes de primeira classe; quatro ditos de segunda classe; seis ditos de terceira classe; três encaixotadores e 16 serventes braçais. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 23 de julho de 1894, segundo a Ordem do dia n 565, o diretor do Laboratório foi autorizado a admitir mais cinco manipuladores de primeira classe e dois escreventes de segunda classe. Diante de alguns excessos cometidos com relação ao serviço de receituário da farmácia, pelo Aviso Ministerial de 10 de janeiro de 1895 somente aos médicos efetivos, reformados ou adjuntos, era permitido passar receitas por aviamento gratuito. A partir da aprovação do regulamento da Direção Geral de Saúde, pelo decreto nº 3.220 de 7 de março de 1899, assinado pelo Ministro da Guerra, João Nepomuceno de Medeiros Mallet, cabia ao chefe da 3ª seção do órgão “examinar e fiscalizar a exatidão da escrituração dos mapas de carga e descarga das farmácias militares e do Laboratório Químico Farmacêutico; inspecionar e fiscalizar, sob a autoridade do diretor geral, a direção técnica do Laboratório Químico Farmacêutico Militar” (&#039;&#039;Apud &#039;&#039;PILAR, 1958, p.16).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Laboratório Químico Farmacêutico Militar ganhou nova organização com o decreto n 7.454, aprovado em 8 de julho de 1909. Seu quadro de funcionários passou a ser composto por um diretor, um ajudante, cinco chefes de seção, 12 coadjuvantes, um escriturário, cinco escreventes de primeira classe, cinco escreventes de segunda classe, um agente-despachante, um arquivista, um porteiro, um ajudante de porteiro, um contínuo, oito manipuladores de primeira classe, dez manipuladores de segunda classe, 12 manipuladores de terceira classe, oito aprendizes de primeira classe, oito aprendizes de segunda classe, dez aprendizes de terceira classe, quatro encaixotadores, dois carpinteiros, um maquinista, um foguista e 16 serventes. O serviço técnico do Laboratório ficou dividido em cinco seções: Reserva, Depósito, Oficina, Receituário e Gabinete de Química. O diretor distribuía o pessoal necessário a cada uma dessas seções. Cabia à secretaria, que também continha um arquivo, executar os serviços de expediente e contabilidade do Laboratório. A secretaria ficava a cargo do escriturário e também incluía o agente-despachante, o arquivista, o escrevente e o contínuo.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;À seção de Reserva, cabia a importação direta e aquisição de todos os artigos destinados às seções do Laboratório. Já o Depósito devia efetuar o aviamento das ordens de fornecimento e sua expedição para os locais de destino, de acordo com as instruções que recebesse. A Oficina tinha o encargo de manipular os artigos destinados ao suprimento do depósito. Ao Gabinete de Química, cabia o exame dos artigos enviados ao Serviço Técnico, dos produtos manipulados e de todas as substâncias que fossem remetidas ao Laboratório. Finalmente, o Receituário devia responsabilizar-se pelo aviamento de todas as prescrições médicas, pedidos destinados à assistência de oficiais e suas respectivas famílias, praças do Exército e funcionários civis do Ministério da Guerra.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ainda conforme o decreto nº 7.454 de 8 de julho de 1909, cabia ao diretor: administrar e inspecionar todo o Laboratório; fiscalizar a contabilidade do estabelecimento, executar ordens e instruções recebidas das autoridades competentes; manter correspondência com autoridades e com chefes de outras repartições; apresentar às autoridades a relação de artigos necessários ao Laboratório e quais destes deveriam ser adquiridos na Europa; enviar um relatório de seu serviço anualmente; rubricar livros e dar ordens de serviço; demitir empregados respeitando disposições legais; promover e transferir funcionários; e providenciar a execução dos pedidos de suprimento feitos pelos chefes de seção. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O ajudante era o fiscal do estabelecimento e substituto do diretor, sendo incumbido de executar as ordens do superior, fiscalizar o serviço interno, examinar e enviar para o diretor todos os pedidos que lhe fossem apresentados pelos chefes de seção; apresentar anualmente ao diretor relatórios das seções; indicar à direção os funcionários que merecessem promoção ou punição; promover o bom tratamento de animais; e solicitar ao diretor ordem para que se providenciassem análises de substâncias, cuja pureza tivesse sido questionada.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Os chefes de seção eram responsáveis pela conservação do material do seu respectivo departamento e incumbidos de detalhar e distribuir os serviços; de satisfazer as ordens que recebesse; de informar ao diretor a respeito dos serviços de sua seção e entregar relatórios anuais; e de entregar ao ajudante os artigos necessários à sua seção. Os farmacêuticos coadjuvantes eram designados pelo diretor para as seções. Tinham a seu cargo o auxílio ao que estava em exercício na seção, ministrar o serviço a qualquer empregado subalterno e ajudar na guarda e conservação dos objetos existentes nas seções.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Os manipuladores deviam executar as ordens recebidas dos chefes de seção e de seus coadjuvantes, além de guiar e instruir os aprendizes que lhes fossem confiados.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; Em 1910, o decreto nº 2.232 de 6 de janeiro, determinou que o Laboratório Químico Farmacêutico Militar, junto com o [[HOSPITAL_CENTRAL_DO_EXÉRCITO|&amp;lt;u&amp;gt;Hospital Central do Exército&amp;lt;/u&amp;gt;]] e o [[LABORATÓRIO_MILITAR_DE_BACTERIOLOGIA_E_MICROSCOPIA_CLÍNICA|&amp;lt;u&amp;gt;Laboratório Militar de Bacteriologia e Microscopia Clínica&amp;lt;/u&amp;gt;]], serviriam como locais onde deveria ser ministrado o curso da [[ESCOLA_DE_APLICAÇÃO_MÉDICO-MILITAR|&amp;lt;u&amp;gt;Escola de Aplicação Médico Militar&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O decreto nº 2.711 de 31 de dezembro de 1912, além de fixar os vencimentos dos funcionários, estabeleceu a maneira como deviam ser nomeados o diretor e demais empregados da instituição. O diretor devia ser nomeado por decreto do Presidente da República e os outros funcionários pelo Ministro da Guerra, mediante proposta do diretor, exceto os aprendizes e serventes, que eram nomeados pela direção. Em 1915, pelo Aviso Ministerial nº 160 de 29 de janeiro, ficava definida a competência exclusiva do Laboratório sobre as análises, propriamente químicas, não aplicáveis à clínica, sendo adotada a tabela de preços dos estabelecimentos congêneres pelos trabalhos realizados de saúde pública.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Naquele período, conforme noticiou o &#039;&#039;Almanak Laemmert&#039;&#039; de 1913, o quadro de funcionários do Laboratório apresentava-se da seguinte forma: Capitão Rozendo César Teixeira (ajudante); Capitão Oscar Augusto de França Ferreira (chefe da seção da oficina); Capitão Oscar Pereira da Silva (chefe do gabinete de química); Primeiro-Tenente Antônio Ferreira da Fonseca (chefe da seção do depósito); Primeiro-Tenente Luiz Fernandes Ramôa (chefe da seção do receituário); Primeiro-Tenente Manoel Frazão Correia (chefe da seção da reserva). O mesmo almanaque, referente ao ano de 1916, registrou algumas modificações no corpo de funcionários: Major Alfredo Dias Ribeiro (ajudante) e Primeiro-Tenente José Benevenuto de Lima (chefe do gabinete de química).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Com a regulamentação do Serviço de Saúde do Exército, pelo decreto nº 15.230 de 31 de dezembro de 1921, o Laboratório passou a ser constituído por uma Secretaria e cinco divisões: Receituário, Farmacotecnia, Química, Esterilizações e Objetos de Curativos e Depósitos e Fornecimentos. Cabia à Farmacotecnia a manipulação e fabricação de artigos destinados ao Receituário e ao Depósito e Fornecimentos (função similar à da Oficina, segundo o decreto de 1909). A seção de Química tinha como encargo investigações químicas aplicadas à higiene militar, pesquisas toxicológicas e exame de produtos destinados ao serviço do Laboratório. A seção também devia preparar soluções ou reagentes que eram fornecidos aos laboratórios das farmácias; estudar métodos a empregar na análise de água potável “em tempo de paz e principalmente em campanha”; estudar meios para a aplicação, em larga escala, dos processos de esterilização rápida e pesquisar meios de proteção contra gases de combate. A seção de Esterilização e Objetos e Curativos tinha a responsabilidade de esterilizar os produtos fabricados no estabelecimento e fabricar objetos curativos assépticos (gazes, ataduras e algodões entre outros).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A seção Depósito e Fornecimentos tinha a função de armazenamento de substâncias necessárias ao Laboratório e demais serviços de saúde, além do aviamento das ordens de fornecimento e sua expedição (art. 557).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O pessoal do Laboratório foi aumentado, ficando constituído por um diretor, um vice-diretor, cinco chefes de divisão, 13 adjuntos, um secretário, um almoxarife, dez auxiliares de escrita, sendo um arquivista, um porteiro, um ajudante de porteiro, um contínuo, oito manipuladores de primeira classe, dez manipuladores de segunda classe, 12 manipuladores de terceira classe, dez praticantes de primeira classe, dez praticantes de segunda classe, 12 praticantes de terceira classe, quatro encaixotadores, dois carpinteiros, um eletricista, um maquinista, um foguista, um carroceiro e 20 serventes (art. 558). O diretor, o vice-diretor, os chefes de divisão e os auxiliares eram nomeados pelo Ministro, por proposta do Diretor de Saúde da Guerra. Os manipuladores eram nomeados mediante concurso e os praticantes mediante exame prévio. O almoxarife, o secretário e os auxiliares de escrita eram nomeados pelas respectivas autoridades competentes (art. 581).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A partir dessas mudanças, o cargo de vice-diretor foi ocupado pelo Major Augusto Manoel de Aguiar Filho; o de chefe da 1ª divisão pelo Capitão Odorico Octávio Odilon Filho; o de chefe da 2ª divisão pelo Capitão Justiniano Moreira Pinto; o de chefe da 3ª divisão pelo Major Antônio Joaquim Damazio; o de chefe da 4ª divisão pelo Capitão Manoel Lopes Verçosa; e o de chefe da 5ª divisão pelo Major Gustavo Alberto de Camara Castro (&#039;&#039;Almanak Laemmert&#039;&#039;, 1928).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em setembro de 1924, foi criada uma Seção de Perfumaria, anexa à divisão de Farmacotecnia. Também nesse ano, foi instalada uma rede telefônica que possibilitou a comunicação entre os diversos setores da instituição e luz elétrica em todas as suas dependências. Em abril do ano seguinte, o Boletim interno n°&amp;amp;nbsp;68, noticiou a fabricação de Água de Vichy e do guaraná medicinal efervescente pelo Laboratório, e o de n°&amp;amp;nbsp;146, de agosto desse mesmo ano, relatou a confecção de comprimidos de Iodo, sem auxílio de qualquer outra substância.” (&#039;&#039;Apud &#039;&#039;PILAR, 1958).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ao longo da segunda metade da década de vinte, vários cursos e conferências foram realizadas no Laboratório, que se firmou como sede e campo de experimentação para os cursos ministrados pela Escola do Serviço de Saúde do Exército. Em 12 de junho de 1924, Jean Pepin Lehalleur (1885-1959), engenheiro químico-industrial da Missão Militar Francesa, fez a primeira de uma série de conferências que combinou realizar semanalmente. Visando estimular a pesquisa, a Diretoria do Laboratório promoveu outras conferências técnicas a partir de fevereiro de 1925, reiniciando com o diretor do estabelecimento General Farmacêutico Luiz Fernandes Ramôa. Entre outras palestras destacaram-se:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Zímases comercias, Zímases do organismo vivo. Demonstração comparativa e sua distinção sob o ponto de vista geral” - Primeiro-Tenente Farmacêutico Reynaldo de Souza Castro.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A quina e suas propriedades” - Émile Marchoux (1862-1943), do Institut Pasteur (Paris), que integrou a Missão Pasteur, que veio ao Brasil em 3 de novembro de 1901.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “A química, sua evolução através do tempo” - Primeiro-Tenente Virgílio Lucas.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Cloro” - Tenente Tito Portocarreiro.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Horto-botânico Militar” - Tenente Farmacêutico Eurico Brandão Gomes.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Breves palavras sobre a análise qualitativa em toxicologia” - Tenente Farmacêutico José Alves de Albuquerque.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1926, inaugurou-se o “pavilhão para confecção de empolas e líquidos injetáveis” e a “seção de saponificação”, que objetivava a produção em escala industrial de sabão em barra. &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Entre 1931 e 1932, durante o Governo Provisório de Getúlio Vargas, sucessivos decretos efetuaram cortes no pessoal do Laboratório, interferindo no seu funcionamento. A situação voltou a ser regularizada a partir de novembro de 1934, quando foram estabelecidas novas Instruções para a nomeação e promoção de manipuladores e praticantes. Em 1942, a sua divisão do Receituário, com a denominação de Farmácia Central do Exército, tornou-se um estabelecimento à parte, conquistando autonomia administrativa a partir de 22 de janeiro do ano seguinte, mas permanecendo subordinada a Diretoria de Saúde do Exército, como o Laboratório Químico Farmacêutico do Exército que seria seu principal fornecedor.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Prêmios recebidos em Exposições Nacionais e Internacionais&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br/&amp;gt; Entre o final do século XIX e início do século XX, foram realizadas diversas exposições pelo mundo, as denominadas “Exposições Universais”, com objetivos de exibir a “riqueza das nações”, traduzindo o progresso técnico-científico e as transformações sociais e urbanas por que passara o mundo ocidental durante o século XIX. O Brasil realizou exposições nacionais, e também participou das exposições universais, realizadas principalmente na Europa e Estados Unidos.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; O Laboratório Químico Farmacêutico se fez representar em várias dessas exposições, tendo sido condecorado pela exibição de seus produtos. Na Exposição Nacional de 1875, preparatória para a Exposição da Filadélfia (1876), realizada na cidade de Petrópolis, ganhou a “Medalha do Progresso” e o respectivo diploma. No ano seguinte, participou da International Exhibition of Arts, Manufactures and Products of the Soil and Mines (Filadélfia, U.S.A., 1876), obtendo Diploma de Honra. Em 1893, concorreu na World&#039;s Columbian Exposition (Ilinois, Chicago, U.S.A.), obtendo Medalha de Mérito especial e o respectivo diploma pela exibição de coleção de espécies medicinais da flora brasileira. Na Exposição Nacional de 1908, comemorativa do centenário da abertura dos portos e realizada na capital federal, conquistou a Medalha de Ouro e o Diploma Grande Prêmio. No ano seguinte, na Exposição de Higiene, realizada no IV Congresso Médico Latino-Americano, realizado no Rio de Janeiro, recebeu o Diploma Grande Prêmio. Na Exposición de Higiene, na Colômbia, ganhou medalha e diploma. No ano de 1911, concorreu na Esposicione Internazionale d´Igiene Sociale (Roma, 1911-1912), tendo sido agraciado com a Medalha de Prata e Diploma de Honra. Em 1922, compareceu à Exposição Internacional, comemorativa do Primeiro Centenário da Independência do Brasil, realizada no Rio de Janeiro, e obteve medalha e diploma.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Publicações oficiais&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1925, começou a circular o periódico &#039;&#039;Revista de Pharmacia e Chimica Militar&#039;&#039;, como órgão dos interesses farmacêuticos e com fins de divulgar os trabalhos científicos desenvolvidos no Laboratório.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- ABRANTES, Alfredo José. Laboratório Chimico Pharmaceutico Militar. &#039;&#039;Medicina Militar&#039;&#039;, Rio de Janeiro, p.32-40, mar.1910. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BMANG|BMANG]])&amp;lt;br/&amp;gt; - ARAÚJO, Carlos Benjamim da Silva.&#039;&#039;&#039;Fatos e personagens da história da medicina e da farmácia no Brasil. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Revista Continente Editorial Ltda., 1979. v.l. ([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decisão de 12 de maio de 1873. In: &#039;&#039;&#039;Collecção Decisões do Governo do Império do Brazil de 1873. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Typographia Nacional, 1874. p.147. In: CÂMARA DOS DEPUTADOS. Legislação. Capturado em 23 jul. 2020. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://www2.camara.leg.br/atividade-legislativa/legislacao/colecao-anual-de-leis/copy_of_colecao7.html&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decisão n° 536, de 15 de dezembro de 1877. In: &#039;&#039;&#039;Collecção Decisões do Governo do Império do Brazil de 1877.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Typographia Nacional, 1878. p.446. In: CÂMARA DOS DEPUTADOS. Legislação. Capturado em 23 jul. 2020. Online. Disponível na Internet: &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; [https://www2.camara.leg.br/atividade-legislativa/legislacao/colecao-anual-de-leis/copy_of_colecao7.html https://www2.camara.leg.br/atividade-legislativa/legislacao/colecao-anual-de-leis/copy_of_colecao7.html]&amp;lt;u&amp;gt;https://www2.camara.leg.br/atividade-legislativa/legislacao/colecao-anual-de-leis/copy_of_colecao7.html&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto de 21 de maio de 1808. In: PLANALTO. Legislação. &#039;&#039;&#039;Coleção das Leis do Império (1808-1889). &#039;&#039;&#039;Capturado em 12 jul. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;lt;u&amp;gt;http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/historicos/dim/DIM-21-5-1808.htm&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto de 22 de maio de 1810. In: &#039;&#039;&#039;Collecção das Leis do Brazil de 1810. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1891, p. 110. In: CÂMARA DOS DEPUTADOS. Biblioteca Digital. Capturado em 12 jul 2020. Online. Disponível na Internet em:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;u&amp;gt;http://bd.camara.gov.br/bd/bitstream/handle/bdcamara/18325/colleccao_leis_1810_parte1.pdf&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 397, de 25 de novembro de 1844. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 22 jul. 2020. Online. Disponível na Internet:  &amp;lt;u&amp;gt;http://legis.senado.leg.br/norma/387426/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 9.717, de 5 de fevereiro de 1887. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 22 jul. 2020. Online. Disponível na Internet:  &amp;lt;u&amp;gt;http://legis.senado.leg.br/norma/417180/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt; - BRASIL. Decreto n° 922, de 24 de outubro de 1890. In: CÂMARA DOS DEPUTADOS. Legislação. Capturado em 12 jul. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br /&amp;gt; &amp;lt;u&amp;gt;https://www2.camara.leg.br/legin/fed/decret/1824-1899/decreto-922-24-outubro-1890-530813-publicacaooriginal-1-pe.html&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 3.220, de 7 de março de 1899. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 22 jul. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/norma/399891/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/399891/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;u&amp;gt;http://legis.senado.leg.br/norma/399891/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto n° 7.454, de 8 de julho de 1909. In: &#039;&#039;&#039;Collecção das Leis da República dos Estados Unidos do Brazil de 1909. &#039;&#039;&#039;Parte 2. p.9. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1913. In: CÂMARA DOS DEPUTADOS. Biblioteca Digital. Capturado em 12 jul 2020. Online. Disponível na Internet em: &amp;lt;u&amp;gt;https://bd.camara.leg.br/bd/handle/bdcamara/18731&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 2.232, de 6 de janeiro de 1910. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 22 jul. 2020. Online. Disponível na Internet:  http://legis.senado.leg.br/norma/395972/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB&amp;lt;br /&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 2.711, de 31 de dezembro de 1912. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 22 jul. 2020. Online. Disponível na Internet:  &amp;lt;u&amp;gt;http://legis.senado.leg.br/norma/602008/publicacao?tipoDocumento=DPL-n&amp;amp;tipoTexto=PUB&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 15.230, de 31 de dezembro de 1921. In: CÂMARA DOS DEPUTADOS. Legislação. Capturado em 12 jul. 2020. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://www2.camara.leg.br/legin/fed/decret/1920-1929/decreto-15230-31-dezembro-1921-507657-publicacaooriginal-91218-pe.html&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt; - BRASIL. Decreto-Lei nº77, de 16 de dezembro de 1937. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 22 jul. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/norma/522794/publicacao?tipoDocumento=DEL&amp;amp;tipoTexto=PUB h&amp;lt;u&amp;gt;ttp://legis.senado.leg.br/norma/522794/publicacao?tipoDocumento=DEL&amp;amp;tipoTexto=PUB&amp;lt;/u&amp;gt;]&amp;lt;br/&amp;gt; - CARDOSO, Rachel Motta. &#039;&#039;&#039;A Hygiene Militar: um estudo comparado entre o Serviço de Saúde do Exército Brasileiro e o Cuerpo de Sanidad do Exército Argentino (1888-1930).&#039;&#039;&#039; Tese (Doutorado em História das Ciências e da Saúde), PPGHCS, Casa de Oswaldo Cruz, Fundação Oswaldo Cruz, 2013. Capturado em 24 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[https://www.arca.fiocruz.br/handle/icict/16142 https://www.arca.fiocruz.br/handle/icict/16142]&amp;lt;u&amp;gt;https://www.arca.fiocruz.br/handle/icict/16142&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - CARVALHO, Leovigildo Honório de. Memória sobre o Serviço de Saúde do Exército no Brasil. &#039;&#039;Medicina Militar&#039;&#039;, Rio de Janeiro, n.1, p. 579-587, mar. 1910. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BMANG|&amp;lt;u&amp;gt;BMANG&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - DA BOTICA Real Militar ao Laboratório Químico. Rio de Janeiro: LQFEX, 1988. ([[Fontes_de_informação#BNP|&amp;lt;u&amp;gt;BNP&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - LABORATORIO Chimico Pharmaceutico. &#039;&#039;Almanak Administrativo, Mercantil e Industrial do Imperio do Brazil para 1884. &#039;&#039;41º anno. Côrte. Rio de Janeiro: H. Laemmert, 1884. p.1.093. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.  &#039;&#039;&#039;Capturado em 22 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/docreader/313394x/57412&amp;lt;/u&amp;gt; &amp;lt;br/&amp;gt; - MITCHELL, Gilberto de Medeiros. &#039;&#039;&#039;História de Serviço de Saúde do Exército Brasileiro. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Escola de Saúde do Exército, v.1, 1963. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BN|&amp;lt;u&amp;gt;BN&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - PILAR, Olinto Luna Freire de. &#039;&#039;Histórico do Laboratório Químico Farmacêutico do Exército, 1808-1958. &#039;&#039;&amp;amp;nbsp;Rio de Janeiro, 1958. &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BN|&amp;lt;u&amp;gt;BN&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - ROMÃO, Tem. Ana. Botica Real Militar. Terça, 11 de Setembro de 2018. In: EXÉRCITO BRASILEIRO. Laboratório Químico Farmacêutico do Exército. Capturado em 23 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://www.lqfex.eb.mil.br/institucional/historico&amp;lt;/u&amp;gt; &amp;lt;br/&amp;gt; - SILVA, Alberto Martins da. Hospital Central do Exército. &#039;&#039;Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, a. 158, n. 397, p.977-1006, out./dez.1997. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;u&amp;gt;([[Fontes_de_informação#IHGB|IHGB]]&amp;lt;/u&amp;gt;)&amp;lt;br /&amp;gt; - SILVA, Artur Lobo da. &#039;&#039;&#039;O Serviço de Saúde do Exército Brasileiro. &#039;&#039;&#039;(História evolutiva desde os tempos primórdios até os tempos atuais). Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército, 1958. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BN|&amp;lt;u&amp;gt;BN&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa - João Âreas Braga.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; Redação - João Âreas Braga, Verônica Pimenta Velloso.&amp;lt;br/&amp;gt; Revisão- Francisco José Chagas Madureira.&amp;lt;br/&amp;gt; Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Forma de citação&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;{{SITENAME}}&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    [[Category:Verbetes]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Instituições Hospitalares e de Assistência Médica]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ana.guedes</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=BOMTEMPO,_JOS%C3%89_MARIA&amp;diff=3872</id>
		<title>BOMTEMPO, JOSÉ MARIA</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=BOMTEMPO,_JOS%C3%89_MARIA&amp;diff=3872"/>
		<updated>2026-07-27T13:17:16Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ana.guedes: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Outros nomes e/ou títulos:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;    &amp;lt;u&amp;gt;[[BOMTEMPO, JOSÉ MARIA|Bomtempo]]&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;José Maria Bomtempo nasceu em Lisboa, Portugal, em 15 de agosto de 1774. Doutorou-se em medicina na Universidade de Coimbra, em 1798. Foi físico-mor de Angola (1801-1808), juiz comissário da Real Junta do Protomedicato (1801-1808), fidalgo da Real Casa e médico da Real Câmara de Portugal. Mudou-se para o Brasil em 1809 e foi delegado do físico-mor (1808-1821) e formou um regulamento para a Fisicatura-Mor do Império do Brasil, escrito em 1824 e publicado em 1825. Foi professor da cadeira de medicina clínica teórica e prática e princípios elementares de matéria médica e farmacêutica da Escola Anatômica, Cirúrgica e Médica do Rio de Janeiro, tendo elaborado os “Compendios de materia medica” (1814). Faleceu no Rio de Janeiro em 2 de janeiro de 1842 [ou 1843].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Dados pessoais&amp;lt;/span&amp;gt;=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;José Maria Bomtempo nasceu em Lisboa, Portugal, em 15 de agosto de 1774. Era filho de Francesco Saverio Buontempo, italiano, natural de Foggia (Reino de Nápoles), que foi professor no Conservatório de Sant’Onofrio em Nápoles, e de Mariana da Silva, natural de Lisboa. Era irmão mais velho do professor, pianista e compositor português, João Domingos Bomtempo (1775-1842).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Casou-se com Rosa Maria da Silveira, e tiveram como filhos Jacintho Maria Bomtempo (1849-1919), Fernando Antonio da Silveira Bomtempo, que cursou a Academia Nacional e Imperial da Marinha e se formou Guarda-Marinha, Francisco Xavier Bomtempo (1800-1891) e Marianna Coutto (JACINTO, 2025; REQUERIMENTO, 1813; GENI, 2025).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pelo Alvará de 13 de agosto de 1818, foi nomeado fidalgo da Real Casa e médico da Real Câmara de Portugal. Foi também condecorado como Cavaleiro da Ordem de Cristo e como Comendador da Imperial Ordem da Rosa.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Faleceu no Rio de Janeiro em 2 de janeiro de 1842 (FEITAL, 1848; GENI, 2025), ou em 2 de janeiro de 1843 (LEMOS, 1899; BLAKE, 1899).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Trajetória profissional&amp;lt;/span&amp;gt;=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;José Maria Bomtempo formou-se em medicina e filosofia pela Universidade de Coimbra, no ano de 1798. Enquanto era estudante, estabeleceu amizade com os médicos Vicente Navarro de Andrade e Francisco Manoel de Paula, com os quais serviria, posteriormente, no Rio de Janeiro, junto no Paço Real. Depois de concluídos os estudos em Coimbra, regressou à Lisboa e foi nomeado físico-mor de Angola, em 1798, tendo permanecido por sete anos neste país (FEITAL, 1848).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A viagem de Bomtempo a Angola teria sido estimulada pela promessa de ordenado de 800.000 réis (ABREU, 2021). Ainda na África, exerceu o cargo de Juiz Comissário da Real Junta do ProtoMedicato, entre 1801 e 1808 (BOMTEMPO, 1825). Foi nomeado delegado do físico-mor, em 1808, tendo permanecido no cargo até 1821, período em que já se encontrava no Brasil.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Elaborou, em 1824, um regulamento para a Fisicatura-Mor do Império do Brasil, que foi publicado na obra “Trabalhos Medicos”, oferecida ao Imperador D. Pedro I, e impressa, em 1825, pela Typographia Nacional. A Fisicatura-Mor era a instituição responsável por regular e fiscalizar a prática da medicina e das artes de curar no Brasil da época. De acordo com este regulamento, o físico-mor do Império deveria ser um médico legalmente habilitado, escolhido entre os médicos da Câmara Imperial. Era função do físico-mor a inspeção das boticas, definir os requisitos para a prática dos boticários, observar a aplicação dos exames para aqueles que poderiam exercer a medicina (médicos, facultativos e cirurgiões), inspecionar as bebidas e licores para o consumo do público e organizar os preços dos remédios. Bomtempo baseou-se em sua extensa experiência para justificar a elaboração do regulamento:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Se o Estado cuida com esmero, e desvelo da instrucção de Médicos, e Cirurgiões; e sendo evidente que curas nada são sem o efficaz auxilio da Farmácia, manipulado por mãos hábeis, e intelligentes, parece que he hum dos objectos da Policia, não só attender á instrucção de homens tão precisos, como á escolha de suas qualidades, visto o exercício de huma tão nobre Profissão, a qual não versa em menos que na comfiança, que o Publico faz no restabelecimento de sua saúde, e vida, o qual se deve obter pelos preparados Farmacêuticos, e que nem os Médicos poderá n&#039;elles confiar, sem os preditos requisitos. (...). (...) vendo-me em circunstancias de poder dizer alguma coisa sobre este objecto pela pratica de muitos annos, e movido a este fim de utilidade publica, escrevi este Regimento de Policia Medica, que ora manifesto, simplesmente por julgar que n’isto faço serviço ao Estado, e ao Publico” (BOMTEMPO, 1825, p.21-22).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1809, José Maria Bomtempo mudou-se para o Brasil e instalou-se na cidade do Rio de Janeiro. Por decreto real de 12 de abril de 1809, foi nomeado professor da então [[ESCOLA ANATÔMICA, CIRÚRGICA E MÉDICA DO RIO DE JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Escola Anatômica, Cirúrgica e Médica do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], que funcionava no &amp;lt;u&amp;gt;[[HOSPITAL REAL MILITAR E ULTRAMAR|Hospital Real Militar e Ultramar]]&amp;lt;/u&amp;gt;, tendo assumido a cadeira de medicina clínica teórica e prática e princípios elementares de matéria médica e farmacêutica. Na ocasião da transformação da &amp;lt;u&amp;gt;[[ESCOLA ANATÔMICA, CIRÚRGICA E MÉDICA DO RIO DE JANEIRO|Escola Anatômica, Cirúrgica e Médica do Rio de Janeiro]]&amp;lt;/u&amp;gt; em &amp;lt;u&amp;gt;[[ACADEMIA MÉDICO-CIRÚRGICA DO RIO DE JANEIRO|Academia Médico-Cirúrgica do Rio de Janeiro]]&amp;lt;/u&amp;gt;, no ano de 1813, ainda atuava como lente de medicina prática e matéria médica. Presidiu a congregação desta instituição até fins de 1820, quando se jubilou.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Por ocasião da publicação do decreto de 1809, que havia nomeado José Maria Bomtempo como professor da &amp;lt;u&amp;gt;[[ESCOLA ANATÔMICA, CIRÚRGICA E MÉDICA DO RIO DE JANEIRO|Escola Anatômica, Cirúrgica e Médica do Rio de Janeiro]]&amp;lt;/u&amp;gt;, o Príncipe Regente D. João, determinou que José Maria Bomtempo elaborasse um resumo relativo ao assunto que pudesse servir como base para a explicação dos conhecimentos aos alunos matriculados no curso médico. Este trabalho resultou na obra “Compendios de Materia Medica”, publicada em 1814, pela Regia Officina Typographica, na qual o autor definiu a matéria médica como “aquella sciencia que em si contém os meios de contribuir para o restabelecimento, ou restauração da saúde” (BOMTEMPO, 1814: 1). Nesta obra, também trabalhou os conhecimentos que considerava essenciais para os alunos que, em suas palavras, “não possuião conhecimentos de Chimica, e Historia Natural” (BOMTEMPO, 1814, p.V).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Além dos “Compendios de Materia Medica”, Bomtempo também foi autor dos “Compendios de Medicina Pratica”, elaborados por ordem do Principe-Regente D. João, em 1815, e que tinha como finalidade ser um conjunto de obras de medicina que servissem aos ensinamentos dos alunos matriculados na &amp;lt;u&amp;gt;[[ESCOLA ANATÔMICA, CIRÚRGICA E MÉDICA DO RIO DE JANEIRO|Escola Anatômica, Cirúrgica e Médica do Rio de Janeiro]]&amp;lt;/u&amp;gt;. A medicina prática foi definida como a “sciencia que ensina a conhecer, distinguir, e curar as enfermidades que attacão a espécie humana” (BOMTEMPO, 1815, p.1). José Maria Bomtempo buscou utilizar-se de uma linguagem simples, adaptada ao nível dos alunos, tal como descreveu:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“como era possível preencher hum tal objecto sem livros elementares, e sem o conhecimento dos Alumnos nas lingoas vivas, e mais ainda pela impossibilidade de mandar conduzir aquelles, pelo estado da Europa tão incomunicável!!&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em hum estado tão critico, lembrei-me que o único expediente útil, seria reduzir á simplicidade, e precisão, qualquer obra elementar que houvesse das de melhor nota” (BOMTEMPO, 1815, p.VIII).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Estes dois compêndios, antes de serem publicados, foram entregues, em 1810, à Secretaria de Estado dos Negócios da Guerra, para servirem de amostra das teorias e terapias médicas em voga no período, e para refletirem a relevância do uso das plantas medicinais nos tratamentos médicos (SANTOS, 2008). A elaboração de ambos os compêndios seriam resumos simplificados da obra “Nosographie Philosophique”, publicada em 1797 pelo médico francês Philippe Pinel (1745-1826) (FERREIRA, 1994).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Elaborou, em 1813, novos estatutos para a então &amp;lt;u&amp;gt;[[ACADEMIA MÉDICO-CIRÚRGICA DO RIO DE JANEIRO|Academia Médico-Cirúrgica do Rio de Janeiro]]&amp;lt;/u&amp;gt;, que foram adotados em dezembro de 1820, quando a instituição era dirigida pelo próprio José Maria Bomtempo. Os estatutos modificaram a seriação de disciplinas, estabelecendo que a estrutura curricular, que deveria ser cumprida em cinco anos, seria dividida da seguinte forma: 1º ano - anatomia; 2º ano - fisiologia, patologia; 3º ano - matéria médica, higiene geral e particular, terapêutica geral; 4º ano - instituições cirúrgicas e medicina operatória; 5º ano - medicina clínica, nosografia médica. Os alunos também deveriam cursar as disciplinas de química e botânica, consideradas como requisitos para a prestação de exames do 5º ano (FERREIRA; FONSECA; EDLER, 2001). Além disso, o estatuto definia, também, as questões administrativas referentes às atribuições do diretor, às obrigações dos lentes, secretário, arquivo e demais funcionários, e os direitos e deveres dos alunos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;José Maria Bomtempo escreveu, em 1814, a “Memória sobre algumas enfermidades do Rio de Janeiro”, na qual defendeu a ideia de que a maior parte dos casos descritos como “febre maligna” seriam febres essenciais, descritas como variações inofensivas do fenômeno (BOMTEMPO, 1825, p.18).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Envolveu-se, em 1827, em uma polêmica com o médico [[SIGAUD, JOSÉ FRANCISCO XAVIER|&amp;lt;u&amp;gt;José Francisco Xavier Sigaud&amp;lt;/u&amp;gt;]], que foi noticiada em publicações da época, como em &#039;&#039;O Propagador das Sciencias Medicas&#039;&#039; (DA ENFERMIDADE, 1827; CARTA do Snr., 1827; RESPOSTA ao Snr., 1827), no &#039;&#039;Imperio do Brasil. Diario Fluminense&#039;&#039; (BOMTEMPO, 1827) e em um folheto publicado pela Imprensa Nacional e Imperial (EXPOSIÇÃO, 1827). José Maria Bomtempo e Sigaud haviam sido convocados para prestar assistência médica ao Brigadeiro Luiz da Nobrega de Souza Coutinho, ajudante general do Exército, que se encontrava enfermo. Os médicos discordaram quanto ao diagnóstico e ao tratamento a ser ministrado, pois enquanto Sigaud exigia a mudança de tratamento e a aplicação de sangrias, José Maria Bomtempo se opunha por acreditar que era uma terapia debilitante (FREITAS, 2018). Diante do impasse, foi formada uma comissão de médicos, com a finalidade de resolver a questão, que confirmou o diagnóstico e o tratamento proposto por Sigaud. Embora tenha sido tratado, o paciente piorou e faleceu em 24 de dezembro de 1826. Diante da situação, Bomtempo expressou sua opinião na imprensa e sua insatisfação com o tratamento que fora empregado:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“(...) saiba o Publico, para quem escrevo que, tendo-se determinado na conferencia (...), logo ao retirar-me se convocou uma nova conferencia, e de encontro ao que eu me havia oposto, enchem o doente de bixas, cáusticos, sinapismos, e com estes remédios, por mim refutados, acabou” (EXPOSIÇÃO, 1827, p.3).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Logo após a morte de Luiz da Nobrega de Souza Coutinho, outra comissão foi mobilizada para proceder à autópsia. Perante tal situação, a opinião de Sigaud mais uma vez foi confirmada e, nas páginas de &#039;&#039;O Propagador das Sciencias Medicas&#039;&#039;, &amp;lt;u&amp;gt;[[SIGAUD, JOSÉ FRANCISCO XAVIER|José Francisco Xavier Sigaud]]&amp;lt;/u&amp;gt; fez críticas à conduta clínica de José Maria Bomtempo (DA ENFERMIDADE, 1827).  A autópsia foi feita em 24 de dezembro de 1826, no próprio dia do falecimento do Brigadeiro, e foi conduzida pelo conselheiro Domingos Ribeiro dos Guimarães Peixoto, e contou com a presença dos médicos &amp;lt;u&amp;gt;[[SIGAUD, JOSÉ FRANCISCO XAVIER|José Francisco Xavier Sigaud]]&amp;lt;/u&amp;gt; e Antônio Francisco Leal, dos cirurgiões Hercules Octaviano Muzzi e Octaviano Maria da Rosa, além de dois alunos da &amp;lt;u&amp;gt;[[ACADEMIA MÉDICO-CIRÚRGICA DO RIO DE JANEIRO|Academia Médico-Cirúrgica do Rio de Janeiro]]&amp;lt;/u&amp;gt;.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Tendo em vista o fato de não ter sido chamado para acompanhar a autópsia, José Maria Bomtempo expressou sua insatisfação:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Tem já decorrido mais de oito dias, depois da Autopsia que se fez no cadáver do Excel. Sr. Brigadeiro Nobrega, Ajudante de Campo de S. M. I. sem que ainda conste o que se observou em semelhante acto, para o qual, em rigor, eu deveria ter sido chamado, não só para expor o juízo que formei da moléstia, á qual lhe assisti pelo espaço de sete dias; mas também para dizer, antes da abertura do corpo, o que eu julgava do estado das entranhas do mesmo cadáver: nada disto se fez, e por isso reclamo a publicação do exame que se praticou, e do estado que se observou, para depois francamente referir, não só o apropriado tratamento que lhe prestei, mais ao mesmo passo patentear toda extraordinária conducta, que houve com este (...) benemérito Brasileiro, a qual sem duvida acelerou o termo de sua existência” (BOMTEMPO, 1827, p.7-8).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;José Maria Bomtempo exigiu a publicação do relatório da autópsia, e buscou se defender publicamente (AVISOS, 1827). Publicou, ainda, a “Exposição ao respeitavel publico”, na qual rebateu as críticas feitas por Sigaud, além de expor sua própria versão dos fatos. &amp;lt;u&amp;gt;[[SIGAUD, JOSÉ FRANCISCO XAVIER|José Francisco Xavier Sigaud]]&amp;lt;/u&amp;gt;, em resposta às manifestações de José Maria Bomtempo, publicou, em &#039;&#039;O Spectador Brasileiro,&#039;&#039; em sua edição de 8 de janeiro de 1827, uma matéria, e declarou:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“ordem methodica indicada pelos principaes mestres da Arte, e não a ordem subversiva do Sr. Bomtempo, que reclama a publicação da autopsia, antes da publicação da historia da moléstia; e que quer ter noticia do verdadeiro estado das partes mortes antes de aventurar em publico o nome da moléstia” (&#039;&#039;Apud.&#039;&#039; FREITAS, 2018, p.28)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Hercules Octaviano Muzzi, médico que também havia participado da autópsia, se manifestou a respeito de toda a situação, em matéria publicada no periódico &#039;&#039;Astrea&#039;&#039; (MUZI, 1827).  Perante todas estas manifestações, José Maria Bomtempo levou a discussão para a esfera política, e acusou Sigaud de interferir nos assuntos político-administrativos do Império (FERREIRA, 2004).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Participou de diversas sociedades científicas, tendo sido eleito, em 3 de abril de 1830, membro da &amp;lt;u&amp;gt;[[SOCIEDADE DE MEDICINA DO RIO DE JANEIRO|Sociedade de Medicina do Rio de Janeiro]]&amp;lt;/u&amp;gt;. Foi, também, membro correspondente da Academia Medica da Bahia, sócio da Sociedade das Sciencias Medicas de Lisboa, que havia sido inaugurada em 1º de dezembro de 1822, e da Sociedad de Emulación Medica de Barcelona.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 3 de janeiro de 1843, o médico &amp;lt;u&amp;gt;[[SIMONI, LUÍS VICENTE DE|Luís Vicente de Simoni]]&amp;lt;/u&amp;gt;, um dos fundadores da &amp;lt;u&amp;gt;[[SOCIEDADE DE MEDICINA DO RIO DE JANEIRO|Sociedade de Medicina do Rio de Janeiro]]&amp;lt;/u&amp;gt;, em discurso recitado no ato de inumação dos restos mortais de José Maria Bomtempo, realizado no claustro sepulcral de São Francisco de Paula, ressaltou sua contribuição:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Mas esta cinza será a de um ancião respeitável, de um medico insigne na sua pratica, de um homem sábio e prudente, do mestre de muitos dos melhores médicos desta capital (....). Lembre-se qual era o estado das luzes medicas neste paiz quando Bomtempo compendiava e publicava em lingua nacional os princípios de Pinel, e dava noticia de nosographia philosophica desse homem ilustre, tão estimado e applaudido naquelle tempo, e das idéas de Darwin a respeito da classificação dos remédios. Mas não direi porque no meu conceito, quando outro não tivesse, bastaria só esta flor para enfeitar gloriosamente o seu tumulo, e distingui-lo das de outros que, em iguaes circunstancias como ele, e talvez com maiores meios, não fizeram nem isso que alguém talvez ache pouco.” (DISCURSO, 1842, p.3)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Produção intelectual&amp;lt;/span&amp;gt;=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Compendios de materia medica feitos por ordem de Sua Alteza Real e organizados por José Maria Bomtempo, medico de Sua Real Camara”. Rio de Janeiro: Na Regia Officina Typografica, 1814.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Compendios de medicina pratica feito por ordem de Sua Alteza Real, e organizados por José Maria Bomtempo, medico de Sua Real Camara.  Rio de Janeiro: Na Regia Officina Typografica, 1815.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Trabalhos medicos offerecidos à Majestade do Sr. D. Pedro I, Imperador do Brasil, invicto, augusto, exímio protector das Artes, Sciencias, e Commercio; Solicito e Incansavel na Harmonia, e Progresso Deste Vasto Imperio”. Rio de Janeiro: Na Typographia Nacional, 1825.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Memoria sobre algumas enfermidades do Rio de Janeiro e mui particularmente sobre o abuso geral, e pernicioso effeito da applicação da preciosa casca peruviana, ou quina. Escrita no anno de 1814 por José Maria Bomtempo. Rio de Janeiro: Na Typographia Nacional, 1825.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Plano ou regulamento interino para os exercícios da Academia Medico-Cirurgica do Rio de Janeiro, feito e dirigido á Secretaria d’Estado dos Negócios do Reino, por officio de 14 de agosto de 1820 por José Maria Bomtempo. Anno 1820”. Rio de Janeiro:  Na Typographia Nacional, 1825.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Esboço de hum systema de medicina pratica, pelo qual em qualquer parte do Globo se podem curar todas as moléstias irritativas, com hum só, e simples remédio; applicação, e formação d’este, e rasão de sua simplicidade; bem como o modo, pelo qual se podem conhecer taes enfermidades: neste systema se expõe o verdadeiro e imparcial juízo sobre o remédio de le Roy”. In: “Trabalhos médicos oferecidos à Majestade do Sr. D. Pedro I, Imperador do Brasil, invicto, augusto, exímio protector das Artes, Sciencias, e Commercio; Solicito e Incansavel na Harmonia, e Progresso Deste Vasto Imperio”. Rio de Janeiro: Na Typographia Nacional, 1825.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Regulamento Interino para a Fisicatura Mor do Imperio do Brasil feito por José Maria Bomtempo. Rio de Janeiro: Na Typographia Nacional, 1825.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Exposição ao respeitavel publico que faz Jose Maria Bomtempo das falsidades e contradicções contra ele publicadas no artigo correspondência do n.3 do &#039;&#039;Spectador Brasileiro&#039;&#039; deste anno (1827). assiqnado pelo Sr. Sigaud. Rio de Janeiro, na Typographia Imperial e Nacional, 1827.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Carta do Snr. José Maria Bomtempo”. &#039;&#039;O Propagador das Sciencias Medicas, ou Annaes de Medicina, Cirurgia, e Pharmacia; para o Imperio do Brasil,&#039;&#039; Rio de Janeiro, 1º anno, tomo primeiro, n.1, p.288-289, 1827.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Correspondencia”. &#039;&#039;Imperio do Brasil. Diario Fluminense&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.9, n.2, p.8-9, quarta-feira 3 jan.1827.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt;=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- ABREU, Laurinda. Formações e carreiras médicas em Portugal no tempo de José Pinto de Azeredo (1764-1810). &#039;&#039;História, Ciências, Saúde-Manguinhos&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.28, n.4, p.919-938, out.-dez. 2021. Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://doi.org/10.1590/S0104-59702021000400002&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- AVISOS. &#039;&#039;Imperio do Brasil. Diario Fluminense&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.9, n.8, p.32, quinta-feira 11 jan. 1827. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. Hemeroteca Digital Brasileira. Capturado em 5 ago. 2025. Online. Disponível na Internet:  &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/706744/2391&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- BOMTEMPO, José Maria. &#039;&#039;&#039;Compendios de materia medica feitos por ordem de Sua Alteza Real e organizados por José Maria Bomtempo, medico de Sua Real Camara&#039;&#039;&#039;. Rio de Janeiro: Na Regia Oficina Tipographica, 1814. In: BIBLIOTECA DIGITAL DE OBRAS RARAS, ESPECIAIS E DOCUMENTAÇÃO HISTÓRICA DA USP. Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://obrasraras.usp.br/xmlui/handle/123456789/1833?show=full&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- BOMTEMPO, José Maria. &#039;&#039;&#039;Compendios de medicina pratica feito por ordem de Sua Alteza Real, e organizados por José Maria Bomtempo, medico de Sua Real Camara&#039;&#039;&#039;.  Rio de Janeiro: Na Regia Officina Typografica, 1815. In: NATIONAL LIBRARY OF MEDICINE. DIGITAL COLLECTIONS. Capturado em 25 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://collections.nlm.nih.gov/bookviewer?PID=nlm:nlmuid-2543074R-bk&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- BOMTEMPO, José Maria. &#039;&#039;&#039;Compendios de materia medica feitos por ordem de Sua Alteza Real e organizados por José Maria Bomtempo, medico de Sua Real Camara.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Na Regia Officina Typografica, 1814.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- BOMTEMPO, José Maria. Memoria sobre algumas enfermidades do Rio de Janeiro e mui particularmente sobre o abuso geral, e pernicioso effeito da applicação da preciosa casca peruviana, ou quina. Escrita no anno de 1814 por José Maria Bomtempo. Rio de Janeiro: Na Typographia Nacional, 1825. In: &#039;&#039;&#039;Trabalhos medicos offerecidos à Majestade do Sr. D. Pedro I, Imperador do Brasil, invicto, augusto, exímio protector das Artes, Sciencias, e Commercio; Solicito e Incansavel na Harmonia, e Progresso Deste Vasto Imperio&#039;&#039;&#039;. Rio de Janeiro: Na Typographia Nacional, 1825. p.0-74. In: NATIONAL LIBRARY OF MEDICINE. DIFITAL COLLECTIONS. Capturado em 24 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://collections.nlm.nih.gov/bookviewer?PID=nlm:nlmuid-63320940R-bk&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- BOMTEMPO, José Maria. Regulamento Interino para a Fisicatura Mor do Imperio do Brasil feito por José Maria Bomtempo. Rio de Janeiro: Na Typographia Nacional, 1825. In: &#039;&#039;&#039;Trabalhos medicos offerecidos à Majestade do Sr. D. Pedro I, Imperador do Brasil, invicto, augusto, exímio protector das Artes, Sciencias, e Commercio; Solicito e Incansavel na Harmonia, e Progresso Deste Vasto Imperio&#039;&#039;&#039;. Rio de Janeiro: Na Typographia Nacional, 1825. p.19-41. In: NATIONAL LIBRARY OF MEDICINE. DIFITAL COLLECTIONS. Capturado em 24 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://collections.nlm.nih.gov/catalog/nlm:nlmuid-63320940R-bk&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- BOMTEMPO, José Maria. Correspondencia. &#039;&#039;Imperio do Brasil. Diario Fluminense&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.9, n.2, p.8-9, quarta-feira 3 jan. 1827. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 5 ago. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/706744/2366&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- BOMTEMPO, José Maria. Carta do Sr. José Maria Bomtempo. &#039;&#039;O Propagador das Sciencias Medicas, ou Annaes de Medicina, Cirurgia, e Pharmacia; para o Imperio do Brasil.&#039;&#039; Rio de Janeiro: na Typographia de P. Plancher-Seignot, tomo primeiro, p. 288-289, 1827. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira&#039;&#039;&#039;. Capturado em 5 ago. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/701262/290&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- BRASIL. Decreto de 12 de abril de 1809. In:  Presidência da República. Secretaria-Geral. Subchefia para Assuntos Jurídicos. Capturado em 7 ago. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Atos/dim/1809/DIM-12-4-1809.html&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- DISCURSO. &#039;&#039;Jornal do Commercio&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XVIII, n.8, p.3, 9 de janeiro de 1843. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira&#039;&#039;&#039;. Capturado em 13 ago. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/364568_03/4165&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- EXPOSIÇÃO ao respeitável publico que faz Jose Maria Bomtempo das falsidades e contradicções contra ele publicadas no artigo correspondência do n.3 do Spectador Brasileiro deste anno (1827) assinado pelo Sr. Sigaud. Rio de Janeiro, na Typographia Imperial e Nacional, 1827.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- FEITAL, J. M. de N. Elogio historico do Dr. Bomtempo lido na augusta presença de S. M. I., e na sessão annual da Academia Imperial de Medicina, pelo Dr; J. M. de N. Feital. &#039;&#039;Archivo Medico Brasileiro. Gazeta mensal de Medicina, Cirurgia, e Sciencias Acessórias&#039;&#039;, Rio de Janeiro, tomo IV, n. V, p.116-119, fev.1848. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira&#039;&#039;&#039;. Capturado em 21 jul. 2026. Online. Disponível na internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/700347/1037&amp;lt;/u&amp;gt;  &amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- FERREIRA, Luiz Otávio. Negócio, política, ciência e vice-versa: uma história institucional do jornalismo médico brasileiro entre 1827 e 1843. &#039;&#039;História, Ciências, Saúde-Manguinhos&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.11, supl.1, p.93-107, 2004. Capturado em 5 ago. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://www.scielo.br/j/hcsm/a/gTSrVs3mYXZdQMy3gQLzxxN/?format=pdf&amp;amp;lang=pt&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- FERREIRA, Luiz Otávio. João Vicente Torres Homem: Descrição da Carreira Médica no Século XIX. &#039;&#039;PHYSIS-Revista de Saúde Coletiva&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.4, n.1, p.57-77, 1994. Capturado em 14 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://www.scielo.br/j/physis/a/yyd546qDJh3vbBf8gcrxHFv/?format=pdf&amp;amp;lang=pt&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- FERREIRA, Luiz Otávio; FONSECA, Maria Rachel Fróes da; EDLER, Flávio. A Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro no século XIX: a organização institucional e os modelos de ensino. In: DANTES, Maria Amélia M. (Org.). &#039;&#039;&#039;Espaços da Ciência no Brasil: 1800-1930&#039;&#039;&#039;. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2001. pp.59-80.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- FREITAS, Ricardo Cabral de. Ardentes trópicos: febres e saúde pública no Brasil joanino. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Programa Nacional de Apoio à Pesquisa.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Fundação Biblioteca Nacional, 2018. pp.3-36. Capturado em 7 ago. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://www.gov.br/bn/pt-br/atuacao/pesquisa-e-editoracao/programa-nacional-de-apoio-a-pesquisa/pnap-2017/ricardo-freitas-artigo-final.pdf&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- JOSÉ Maria Bomtempo. In: BLAKE, Augusto Victorino Alves Sacramento. &#039;&#039;&#039;Diccionario Bibliographico Brazileiro&#039;&#039;&#039;. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1893. v.5. p.39. In: BIBLIOTECA DO SENADO FEDERAL. Capturado em 24 jul. 2025. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://www2.senado.leg.br/bdsf/item/id/221681&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- LEMOS, Maximiano. &#039;&#039;&#039;História da medicina em Portugal. Doutrinas e Instituições. v.II.&#039;&#039;&#039; Lisboa: Manoel Gomes Editor, 1899. In: INTERNET ARCHIVE. Capturado em 13 ago.2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://archive.org/details/b24873688_0002/page/n5/mode/2up?q=Bomtempo&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- MUZI, Hercules Octavianno. Correspondencia. &#039;&#039;Astrea,&#039;&#039; Rio de Janeiro, n.88, p.356, 23 de janeiro de 1827. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira&#039;&#039;&#039;. Capturado em 14 ago. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/749700/358&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- REQUERIMENTO encaminhado ao Ministério do Império, solicitando mercê. 1813. (&amp;lt;u&amp;gt;[[Fontes de informação#BN|BN]]&amp;lt;/u&amp;gt;)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- SANTOS, Laura Carvalho dos. &#039;&#039;&#039;Homens e Natureza: saberes e usos de plantas medicinais a partir dos relatos do viajante Antônio Moniz de Souza. Salvador (1808-1828)&#039;&#039;&#039;. Dissertação (Mestrado em História), Universidade Federal da Bahia, Salvador, 2008. Capturado em 24 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://repositorio.ufba.br/handle/ri/11379&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- SANTOS FILHO, Lycurgo de Castro. &#039;&#039;&#039;História Geral da Medicina Brasileira&#039;&#039;&#039;. São Paulo: HUCITEC/EDUSP, 1991. v. 2. (BCOC)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- SIGAUD, José Francisco Xavier. RESPOSTA ao Snr. J. M. Bomtempo.  &#039;&#039;O Propagador das Sciencias Medicas, ou Annaes de Medicina, Cirurgia, e Pharmacia; para o Imperio do Brasil.&#039;&#039; Rio de Janeiro, tomo primeiro, 1º anno, n.1, p.259-287, 1827. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira&#039;&#039;&#039;. Capturado em 6 ago. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/701262/261&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- SIGAUD, J. F. Da enfermidade do Illmo. Snr. Brigadeiro Luiz Pereira da Nobrega de Souza Coutinho, Presidente da Camara dos Deputados do Imperio do Brasil, Ajudante de Campo de S.M. o Imperador, etc. etc.; seguida da Refutação das Cartas do Doutor José Maria Bomtempo. &#039;&#039;O Propagador das Sciencias Medicas, ou Annaes de Medicina, Cirurgia, e Pharmacia; para o Imperio do Brasil.&#039;&#039; Rio de Janeiro, tomo primeiro, 1º anno, tomo primeiro, n.1, p.162-190, 1827. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira&#039;&#039;&#039;. Capturado em 5 ago. 2026. Online. Disponível na Internet:  &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/701262/164&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt;=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa - Aline de Souza Araújo França, Mª Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Redação - Aline de Souza Araújo França.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Forma de citação&amp;lt;/span&amp;gt;=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;{{SITENAME}}&amp;lt;br /&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Categoria:Verbetes]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ana.guedes</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=BOMTEMPO,_JOS%C3%89_MARIA&amp;diff=3871</id>
		<title>BOMTEMPO, JOSÉ MARIA</title>
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		<updated>2026-07-27T13:16:38Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ana.guedes: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Outros nomes e/ou títulos:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;    [[BOMTEMPO, JOSÉ MARIA|&amp;lt;u&amp;gt;Bomtempo&amp;lt;/u&amp;gt;]]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;José Maria Bomtempo nasceu em Lisboa, Portugal, em 15 de agosto de 1774. Doutorou-se em medicina na Universidade de Coimbra, em 1798. Foi físico-mor de Angola (1801-1808), juiz comissário da Real Junta do Protomedicato (1801-1808), fidalgo da Real Casa e médico da Real Câmara de Portugal. Mudou-se para o Brasil em 1809 e foi delegado do físico-mor (1808-1821) e formou um regulamento para a Fisicatura-Mor do Império do Brasil, escrito em 1824 e publicado em 1825. Foi professor da cadeira de medicina clínica teórica e prática e princípios elementares de matéria médica e farmacêutica da Escola Anatômica, Cirúrgica e Médica do Rio de Janeiro, tendo elaborado os “Compendios de materia medica” (1814). Faleceu no Rio de Janeiro em 2 de janeiro de 1842 [ou 1843].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Dados pessoais&amp;lt;/span&amp;gt;=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;José Maria Bomtempo nasceu em Lisboa, Portugal, em 15 de agosto de 1774. Era filho de Francesco Saverio Buontempo, italiano, natural de Foggia (Reino de Nápoles), que foi professor no Conservatório de Sant’Onofrio em Nápoles, e de Mariana da Silva, natural de Lisboa. Era irmão mais velho do professor, pianista e compositor português, João Domingos Bomtempo (1775-1842).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Casou-se com Rosa Maria da Silveira, e tiveram como filhos Jacintho Maria Bomtempo (1849-1919), Fernando Antonio da Silveira Bomtempo, que cursou a Academia Nacional e Imperial da Marinha e se formou Guarda-Marinha, Francisco Xavier Bomtempo (1800-1891) e Marianna Coutto (JACINTO, 2025; REQUERIMENTO, 1813; GENI, 2025).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pelo Alvará de 13 de agosto de 1818, foi nomeado fidalgo da Real Casa e médico da Real Câmara de Portugal. Foi também condecorado como Cavaleiro da Ordem de Cristo e como Comendador da Imperial Ordem da Rosa.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Faleceu no Rio de Janeiro em 2 de janeiro de 1842 (FEITAL, 1848; GENI, 2025), ou em 2 de janeiro de 1843 (LEMOS, 1899; BLAKE, 1899).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Trajetória profissional&amp;lt;/span&amp;gt;=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;José Maria Bomtempo formou-se em medicina e filosofia pela Universidade de Coimbra, no ano de 1798. Enquanto era estudante, estabeleceu amizade com os médicos Vicente Navarro de Andrade e Francisco Manoel de Paula, com os quais serviria, posteriormente, no Rio de Janeiro, junto no Paço Real. Depois de concluídos os estudos em Coimbra, regressou à Lisboa e foi nomeado físico-mor de Angola, em 1798, tendo permanecido por sete anos neste país (FEITAL, 1848).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A viagem de Bomtempo a Angola teria sido estimulada pela promessa de ordenado de 800.000 réis (ABREU, 2021). Ainda na África, exerceu o cargo de Juiz Comissário da Real Junta do ProtoMedicato, entre 1801 e 1808 (BOMTEMPO, 1825). Foi nomeado delegado do físico-mor, em 1808, tendo permanecido no cargo até 1821, período em que já se encontrava no Brasil.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Elaborou, em 1824, um regulamento para a Fisicatura-Mor do Império do Brasil, que foi publicado na obra “Trabalhos Medicos”, oferecida ao Imperador D. Pedro I, e impressa, em 1825, pela Typographia Nacional. A Fisicatura-Mor era a instituição responsável por regular e fiscalizar a prática da medicina e das artes de curar no Brasil da época. De acordo com este regulamento, o físico-mor do Império deveria ser um médico legalmente habilitado, escolhido entre os médicos da Câmara Imperial. Era função do físico-mor a inspeção das boticas, definir os requisitos para a prática dos boticários, observar a aplicação dos exames para aqueles que poderiam exercer a medicina (médicos, facultativos e cirurgiões), inspecionar as bebidas e licores para o consumo do público e organizar os preços dos remédios. Bomtempo baseou-se em sua extensa experiência para justificar a elaboração do regulamento:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Se o Estado cuida com esmero, e desvelo da instrucção de Médicos, e Cirurgiões; e sendo evidente que curas nada são sem o efficaz auxilio da Farmácia, manipulado por mãos hábeis, e intelligentes, parece que he hum dos objectos da Policia, não só attender á instrucção de homens tão precisos, como á escolha de suas qualidades, visto o exercício de huma tão nobre Profissão, a qual não versa em menos que na comfiança, que o Publico faz no restabelecimento de sua saúde, e vida, o qual se deve obter pelos preparados Farmacêuticos, e que nem os Médicos poderá n&#039;elles confiar, sem os preditos requisitos. (...). (...) vendo-me em circunstancias de poder dizer alguma coisa sobre este objecto pela pratica de muitos annos, e movido a este fim de utilidade publica, escrevi este Regimento de Policia Medica, que ora manifesto, simplesmente por julgar que n’isto faço serviço ao Estado, e ao Publico” (BOMTEMPO, 1825, p.21-22).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1809, José Maria Bomtempo mudou-se para o Brasil e instalou-se na cidade do Rio de Janeiro. Por decreto real de 12 de abril de 1809, foi nomeado professor da então [[ESCOLA ANATÔMICA, CIRÚRGICA E MÉDICA DO RIO DE JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Escola Anatômica, Cirúrgica e Médica do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], que funcionava no &amp;lt;u&amp;gt;[[HOSPITAL REAL MILITAR E ULTRAMAR|Hospital Real Militar e Ultramar]]&amp;lt;/u&amp;gt;, tendo assumido a cadeira de medicina clínica teórica e prática e princípios elementares de matéria médica e farmacêutica. Na ocasião da transformação da &amp;lt;u&amp;gt;[[ESCOLA ANATÔMICA, CIRÚRGICA E MÉDICA DO RIO DE JANEIRO|Escola Anatômica, Cirúrgica e Médica do Rio de Janeiro]]&amp;lt;/u&amp;gt; em &amp;lt;u&amp;gt;[[ACADEMIA MÉDICO-CIRÚRGICA DO RIO DE JANEIRO|Academia Médico-Cirúrgica do Rio de Janeiro]]&amp;lt;/u&amp;gt;, no ano de 1813, ainda atuava como lente de medicina prática e matéria médica. Presidiu a congregação desta instituição até fins de 1820, quando se jubilou.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Por ocasião da publicação do decreto de 1809, que havia nomeado José Maria Bomtempo como professor da &amp;lt;u&amp;gt;[[ESCOLA ANATÔMICA, CIRÚRGICA E MÉDICA DO RIO DE JANEIRO|Escola Anatômica, Cirúrgica e Médica do Rio de Janeiro]]&amp;lt;/u&amp;gt;, o Príncipe Regente D. João, determinou que José Maria Bomtempo elaborasse um resumo relativo ao assunto que pudesse servir como base para a explicação dos conhecimentos aos alunos matriculados no curso médico. Este trabalho resultou na obra “Compendios de Materia Medica”, publicada em 1814, pela Regia Officina Typographica, na qual o autor definiu a matéria médica como “aquella sciencia que em si contém os meios de contribuir para o restabelecimento, ou restauração da saúde” (BOMTEMPO, 1814: 1). Nesta obra, também trabalhou os conhecimentos que considerava essenciais para os alunos que, em suas palavras, “não possuião conhecimentos de Chimica, e Historia Natural” (BOMTEMPO, 1814, p.V).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Além dos “Compendios de Materia Medica”, Bomtempo também foi autor dos “Compendios de Medicina Pratica”, elaborados por ordem do Principe-Regente D. João, em 1815, e que tinha como finalidade ser um conjunto de obras de medicina que servissem aos ensinamentos dos alunos matriculados na &amp;lt;u&amp;gt;[[ESCOLA ANATÔMICA, CIRÚRGICA E MÉDICA DO RIO DE JANEIRO|Escola Anatômica, Cirúrgica e Médica do Rio de Janeiro]]&amp;lt;/u&amp;gt;. A medicina prática foi definida como a “sciencia que ensina a conhecer, distinguir, e curar as enfermidades que attacão a espécie humana” (BOMTEMPO, 1815, p.1). José Maria Bomtempo buscou utilizar-se de uma linguagem simples, adaptada ao nível dos alunos, tal como descreveu:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“como era possível preencher hum tal objecto sem livros elementares, e sem o conhecimento dos Alumnos nas lingoas vivas, e mais ainda pela impossibilidade de mandar conduzir aquelles, pelo estado da Europa tão incomunicável!!&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em hum estado tão critico, lembrei-me que o único expediente útil, seria reduzir á simplicidade, e precisão, qualquer obra elementar que houvesse das de melhor nota” (BOMTEMPO, 1815, p.VIII).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Estes dois compêndios, antes de serem publicados, foram entregues, em 1810, à Secretaria de Estado dos Negócios da Guerra, para servirem de amostra das teorias e terapias médicas em voga no período, e para refletirem a relevância do uso das plantas medicinais nos tratamentos médicos (SANTOS, 2008). A elaboração de ambos os compêndios seriam resumos simplificados da obra “Nosographie Philosophique”, publicada em 1797 pelo médico francês Philippe Pinel (1745-1826) (FERREIRA, 1994).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Elaborou, em 1813, novos estatutos para a então &amp;lt;u&amp;gt;[[ACADEMIA MÉDICO-CIRÚRGICA DO RIO DE JANEIRO|Academia Médico-Cirúrgica do Rio de Janeiro]]&amp;lt;/u&amp;gt;, que foram adotados em dezembro de 1820, quando a instituição era dirigida pelo próprio José Maria Bomtempo. Os estatutos modificaram a seriação de disciplinas, estabelecendo que a estrutura curricular, que deveria ser cumprida em cinco anos, seria dividida da seguinte forma: 1º ano - anatomia; 2º ano - fisiologia, patologia; 3º ano - matéria médica, higiene geral e particular, terapêutica geral; 4º ano - instituições cirúrgicas e medicina operatória; 5º ano - medicina clínica, nosografia médica. Os alunos também deveriam cursar as disciplinas de química e botânica, consideradas como requisitos para a prestação de exames do 5º ano (FERREIRA; FONSECA; EDLER, 2001). Além disso, o estatuto definia, também, as questões administrativas referentes às atribuições do diretor, às obrigações dos lentes, secretário, arquivo e demais funcionários, e os direitos e deveres dos alunos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;José Maria Bomtempo escreveu, em 1814, a “Memória sobre algumas enfermidades do Rio de Janeiro”, na qual defendeu a ideia de que a maior parte dos casos descritos como “febre maligna” seriam febres essenciais, descritas como variações inofensivas do fenômeno (BOMTEMPO, 1825, p.18).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Envolveu-se, em 1827, em uma polêmica com o médico [[SIGAUD, JOSÉ FRANCISCO XAVIER|&amp;lt;u&amp;gt;José Francisco Xavier Sigaud&amp;lt;/u&amp;gt;]], que foi noticiada em publicações da época, como em &#039;&#039;O Propagador das Sciencias Medicas&#039;&#039; (DA ENFERMIDADE, 1827; CARTA do Snr., 1827; RESPOSTA ao Snr., 1827), no &#039;&#039;Imperio do Brasil. Diario Fluminense&#039;&#039; (BOMTEMPO, 1827) e em um folheto publicado pela Imprensa Nacional e Imperial (EXPOSIÇÃO, 1827). José Maria Bomtempo e Sigaud haviam sido convocados para prestar assistência médica ao Brigadeiro Luiz da Nobrega de Souza Coutinho, ajudante general do Exército, que se encontrava enfermo. Os médicos discordaram quanto ao diagnóstico e ao tratamento a ser ministrado, pois enquanto Sigaud exigia a mudança de tratamento e a aplicação de sangrias, José Maria Bomtempo se opunha por acreditar que era uma terapia debilitante (FREITAS, 2018). Diante do impasse, foi formada uma comissão de médicos, com a finalidade de resolver a questão, que confirmou o diagnóstico e o tratamento proposto por Sigaud. Embora tenha sido tratado, o paciente piorou e faleceu em 24 de dezembro de 1826. Diante da situação, Bomtempo expressou sua opinião na imprensa e sua insatisfação com o tratamento que fora empregado:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“(...) saiba o Publico, para quem escrevo que, tendo-se determinado na conferencia (...), logo ao retirar-me se convocou uma nova conferencia, e de encontro ao que eu me havia oposto, enchem o doente de bixas, cáusticos, sinapismos, e com estes remédios, por mim refutados, acabou” (EXPOSIÇÃO, 1827, p.3).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Logo após a morte de Luiz da Nobrega de Souza Coutinho, outra comissão foi mobilizada para proceder à autópsia. Perante tal situação, a opinião de Sigaud mais uma vez foi confirmada e, nas páginas de &#039;&#039;O Propagador das Sciencias Medicas&#039;&#039;, &amp;lt;u&amp;gt;[[SIGAUD, JOSÉ FRANCISCO XAVIER|José Francisco Xavier Sigaud]]&amp;lt;/u&amp;gt; fez críticas à conduta clínica de José Maria Bomtempo (DA ENFERMIDADE, 1827).  A autópsia foi feita em 24 de dezembro de 1826, no próprio dia do falecimento do Brigadeiro, e foi conduzida pelo conselheiro Domingos Ribeiro dos Guimarães Peixoto, e contou com a presença dos médicos &amp;lt;u&amp;gt;[[SIGAUD, JOSÉ FRANCISCO XAVIER|José Francisco Xavier Sigaud]]&amp;lt;/u&amp;gt; e Antônio Francisco Leal, dos cirurgiões Hercules Octaviano Muzzi e Octaviano Maria da Rosa, além de dois alunos da &amp;lt;u&amp;gt;[[ACADEMIA MÉDICO-CIRÚRGICA DO RIO DE JANEIRO|Academia Médico-Cirúrgica do Rio de Janeiro]]&amp;lt;/u&amp;gt;.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Tendo em vista o fato de não ter sido chamado para acompanhar a autópsia, José Maria Bomtempo expressou sua insatisfação:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Tem já decorrido mais de oito dias, depois da Autopsia que se fez no cadáver do Excel. Sr. Brigadeiro Nobrega, Ajudante de Campo de S. M. I. sem que ainda conste o que se observou em semelhante acto, para o qual, em rigor, eu deveria ter sido chamado, não só para expor o juízo que formei da moléstia, á qual lhe assisti pelo espaço de sete dias; mas também para dizer, antes da abertura do corpo, o que eu julgava do estado das entranhas do mesmo cadáver: nada disto se fez, e por isso reclamo a publicação do exame que se praticou, e do estado que se observou, para depois francamente referir, não só o apropriado tratamento que lhe prestei, mais ao mesmo passo patentear toda extraordinária conducta, que houve com este (...) benemérito Brasileiro, a qual sem duvida acelerou o termo de sua existência” (BOMTEMPO, 1827, p.7-8).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;José Maria Bomtempo exigiu a publicação do relatório da autópsia, e buscou se defender publicamente (AVISOS, 1827). Publicou, ainda, a “Exposição ao respeitavel publico”, na qual rebateu as críticas feitas por Sigaud, além de expor sua própria versão dos fatos. &amp;lt;u&amp;gt;[[SIGAUD, JOSÉ FRANCISCO XAVIER|José Francisco Xavier Sigaud]]&amp;lt;/u&amp;gt;, em resposta às manifestações de José Maria Bomtempo, publicou, em &#039;&#039;O Spectador Brasileiro,&#039;&#039; em sua edição de 8 de janeiro de 1827, uma matéria, e declarou:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“ordem methodica indicada pelos principaes mestres da Arte, e não a ordem subversiva do Sr. Bomtempo, que reclama a publicação da autopsia, antes da publicação da historia da moléstia; e que quer ter noticia do verdadeiro estado das partes mortes antes de aventurar em publico o nome da moléstia” (&#039;&#039;Apud.&#039;&#039; FREITAS, 2018, p.28)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Hercules Octaviano Muzzi, médico que também havia participado da autópsia, se manifestou a respeito de toda a situação, em matéria publicada no periódico &#039;&#039;Astrea&#039;&#039; (MUZI, 1827).  Perante todas estas manifestações, José Maria Bomtempo levou a discussão para a esfera política, e acusou Sigaud de interferir nos assuntos político-administrativos do Império (FERREIRA, 2004).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Participou de diversas sociedades científicas, tendo sido eleito, em 3 de abril de 1830, membro da &amp;lt;u&amp;gt;[[SOCIEDADE DE MEDICINA DO RIO DE JANEIRO|Sociedade de Medicina do Rio de Janeiro]]&amp;lt;/u&amp;gt;. Foi, também, membro correspondente da Academia Medica da Bahia, sócio da Sociedade das Sciencias Medicas de Lisboa, que havia sido inaugurada em 1º de dezembro de 1822, e da Sociedad de Emulación Medica de Barcelona.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 3 de janeiro de 1843, o médico &amp;lt;u&amp;gt;[[SIMONI, LUÍS VICENTE DE|Luís Vicente de Simoni]]&amp;lt;/u&amp;gt;, um dos fundadores da &amp;lt;u&amp;gt;[[SOCIEDADE DE MEDICINA DO RIO DE JANEIRO|Sociedade de Medicina do Rio de Janeiro]]&amp;lt;/u&amp;gt;, em discurso recitado no ato de inumação dos restos mortais de José Maria Bomtempo, realizado no claustro sepulcral de São Francisco de Paula, ressaltou sua contribuição:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Mas esta cinza será a de um ancião respeitável, de um medico insigne na sua pratica, de um homem sábio e prudente, do mestre de muitos dos melhores médicos desta capital (....). Lembre-se qual era o estado das luzes medicas neste paiz quando Bomtempo compendiava e publicava em lingua nacional os princípios de Pinel, e dava noticia de nosographia philosophica desse homem ilustre, tão estimado e applaudido naquelle tempo, e das idéas de Darwin a respeito da classificação dos remédios. Mas não direi porque no meu conceito, quando outro não tivesse, bastaria só esta flor para enfeitar gloriosamente o seu tumulo, e distingui-lo das de outros que, em iguaes circunstancias como ele, e talvez com maiores meios, não fizeram nem isso que alguém talvez ache pouco.” (DISCURSO, 1842, p.3)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Produção intelectual&amp;lt;/span&amp;gt;=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Compendios de materia medica feitos por ordem de Sua Alteza Real e organizados por José Maria Bomtempo, medico de Sua Real Camara”. Rio de Janeiro: Na Regia Officina Typografica, 1814.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Compendios de medicina pratica feito por ordem de Sua Alteza Real, e organizados por José Maria Bomtempo, medico de Sua Real Camara.  Rio de Janeiro: Na Regia Officina Typografica, 1815.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Trabalhos medicos offerecidos à Majestade do Sr. D. Pedro I, Imperador do Brasil, invicto, augusto, exímio protector das Artes, Sciencias, e Commercio; Solicito e Incansavel na Harmonia, e Progresso Deste Vasto Imperio”. Rio de Janeiro: Na Typographia Nacional, 1825.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Memoria sobre algumas enfermidades do Rio de Janeiro e mui particularmente sobre o abuso geral, e pernicioso effeito da applicação da preciosa casca peruviana, ou quina. Escrita no anno de 1814 por José Maria Bomtempo. Rio de Janeiro: Na Typographia Nacional, 1825.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Plano ou regulamento interino para os exercícios da Academia Medico-Cirurgica do Rio de Janeiro, feito e dirigido á Secretaria d’Estado dos Negócios do Reino, por officio de 14 de agosto de 1820 por José Maria Bomtempo. Anno 1820”. Rio de Janeiro:  Na Typographia Nacional, 1825.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Esboço de hum systema de medicina pratica, pelo qual em qualquer parte do Globo se podem curar todas as moléstias irritativas, com hum só, e simples remédio; applicação, e formação d’este, e rasão de sua simplicidade; bem como o modo, pelo qual se podem conhecer taes enfermidades: neste systema se expõe o verdadeiro e imparcial juízo sobre o remédio de le Roy”. In: “Trabalhos médicos oferecidos à Majestade do Sr. D. Pedro I, Imperador do Brasil, invicto, augusto, exímio protector das Artes, Sciencias, e Commercio; Solicito e Incansavel na Harmonia, e Progresso Deste Vasto Imperio”. Rio de Janeiro: Na Typographia Nacional, 1825.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Regulamento Interino para a Fisicatura Mor do Imperio do Brasil feito por José Maria Bomtempo. Rio de Janeiro: Na Typographia Nacional, 1825.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Exposição ao respeitavel publico que faz Jose Maria Bomtempo das falsidades e contradicções contra ele publicadas no artigo correspondência do n.3 do &#039;&#039;Spectador Brasileiro&#039;&#039; deste anno (1827). assiqnado pelo Sr. Sigaud. Rio de Janeiro, na Typographia Imperial e Nacional, 1827.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Carta do Snr. José Maria Bomtempo”. &#039;&#039;O Propagador das Sciencias Medicas, ou Annaes de Medicina, Cirurgia, e Pharmacia; para o Imperio do Brasil,&#039;&#039; Rio de Janeiro, 1º anno, tomo primeiro, n.1, p.288-289, 1827.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Correspondencia”. &#039;&#039;Imperio do Brasil. Diario Fluminense&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.9, n.2, p.8-9, quarta-feira 3 jan.1827.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt;=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- ABREU, Laurinda. Formações e carreiras médicas em Portugal no tempo de José Pinto de Azeredo (1764-1810). &#039;&#039;História, Ciências, Saúde-Manguinhos&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.28, n.4, p.919-938, out.-dez. 2021. Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://doi.org/10.1590/S0104-59702021000400002&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- AVISOS. &#039;&#039;Imperio do Brasil. Diario Fluminense&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.9, n.8, p.32, quinta-feira 11 jan. 1827. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. Hemeroteca Digital Brasileira. Capturado em 5 ago. 2025. Online. Disponível na Internet:  &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/706744/2391&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- BOMTEMPO, José Maria. &#039;&#039;&#039;Compendios de materia medica feitos por ordem de Sua Alteza Real e organizados por José Maria Bomtempo, medico de Sua Real Camara&#039;&#039;&#039;. Rio de Janeiro: Na Regia Oficina Tipographica, 1814. In: BIBLIOTECA DIGITAL DE OBRAS RARAS, ESPECIAIS E DOCUMENTAÇÃO HISTÓRICA DA USP. Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://obrasraras.usp.br/xmlui/handle/123456789/1833?show=full&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- BOMTEMPO, José Maria. &#039;&#039;&#039;Compendios de medicina pratica feito por ordem de Sua Alteza Real, e organizados por José Maria Bomtempo, medico de Sua Real Camara&#039;&#039;&#039;.  Rio de Janeiro: Na Regia Officina Typografica, 1815. In: NATIONAL LIBRARY OF MEDICINE. DIGITAL COLLECTIONS. Capturado em 25 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://collections.nlm.nih.gov/bookviewer?PID=nlm:nlmuid-2543074R-bk&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- BOMTEMPO, José Maria. &#039;&#039;&#039;Compendios de materia medica feitos por ordem de Sua Alteza Real e organizados por José Maria Bomtempo, medico de Sua Real Camara.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Na Regia Officina Typografica, 1814.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- BOMTEMPO, José Maria. Memoria sobre algumas enfermidades do Rio de Janeiro e mui particularmente sobre o abuso geral, e pernicioso effeito da applicação da preciosa casca peruviana, ou quina. Escrita no anno de 1814 por José Maria Bomtempo. Rio de Janeiro: Na Typographia Nacional, 1825. In: &#039;&#039;&#039;Trabalhos medicos offerecidos à Majestade do Sr. D. Pedro I, Imperador do Brasil, invicto, augusto, exímio protector das Artes, Sciencias, e Commercio; Solicito e Incansavel na Harmonia, e Progresso Deste Vasto Imperio&#039;&#039;&#039;. Rio de Janeiro: Na Typographia Nacional, 1825. p.0-74. In: NATIONAL LIBRARY OF MEDICINE. DIFITAL COLLECTIONS. Capturado em 24 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://collections.nlm.nih.gov/bookviewer?PID=nlm:nlmuid-63320940R-bk&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- BOMTEMPO, José Maria. Regulamento Interino para a Fisicatura Mor do Imperio do Brasil feito por José Maria Bomtempo. Rio de Janeiro: Na Typographia Nacional, 1825. In: &#039;&#039;&#039;Trabalhos medicos offerecidos à Majestade do Sr. D. Pedro I, Imperador do Brasil, invicto, augusto, exímio protector das Artes, Sciencias, e Commercio; Solicito e Incansavel na Harmonia, e Progresso Deste Vasto Imperio&#039;&#039;&#039;. Rio de Janeiro: Na Typographia Nacional, 1825. p.19-41. In: NATIONAL LIBRARY OF MEDICINE. DIFITAL COLLECTIONS. Capturado em 24 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://collections.nlm.nih.gov/catalog/nlm:nlmuid-63320940R-bk&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- BOMTEMPO, José Maria. Correspondencia. &#039;&#039;Imperio do Brasil. Diario Fluminense&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.9, n.2, p.8-9, quarta-feira 3 jan. 1827. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 5 ago. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/706744/2366&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- BOMTEMPO, José Maria. Carta do Sr. José Maria Bomtempo. &#039;&#039;O Propagador das Sciencias Medicas, ou Annaes de Medicina, Cirurgia, e Pharmacia; para o Imperio do Brasil.&#039;&#039; Rio de Janeiro: na Typographia de P. Plancher-Seignot, tomo primeiro, p. 288-289, 1827. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira&#039;&#039;&#039;. Capturado em 5 ago. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/701262/290&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- BRASIL. Decreto de 12 de abril de 1809. In:  Presidência da República. Secretaria-Geral. Subchefia para Assuntos Jurídicos. Capturado em 7 ago. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Atos/dim/1809/DIM-12-4-1809.html&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- DISCURSO. &#039;&#039;Jornal do Commercio&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XVIII, n.8, p.3, 9 de janeiro de 1843. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira&#039;&#039;&#039;. Capturado em 13 ago. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/364568_03/4165&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- EXPOSIÇÃO ao respeitável publico que faz Jose Maria Bomtempo das falsidades e contradicções contra ele publicadas no artigo correspondência do n.3 do Spectador Brasileiro deste anno (1827) assinado pelo Sr. Sigaud. Rio de Janeiro, na Typographia Imperial e Nacional, 1827.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- FEITAL, J. M. de N. Elogio historico do Dr. Bomtempo lido na augusta presença de S. M. I., e na sessão annual da Academia Imperial de Medicina, pelo Dr; J. M. de N. Feital. &#039;&#039;Archivo Medico Brasileiro. Gazeta mensal de Medicina, Cirurgia, e Sciencias Acessórias&#039;&#039;, Rio de Janeiro, tomo IV, n. V, p.116-119, fev.1848. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira&#039;&#039;&#039;. Capturado em 21 jul. 2026. Online. Disponível na internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/700347/1037&amp;lt;/u&amp;gt;  &amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- FERREIRA, Luiz Otávio. Negócio, política, ciência e vice-versa: uma história institucional do jornalismo médico brasileiro entre 1827 e 1843. &#039;&#039;História, Ciências, Saúde-Manguinhos&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.11, supl.1, p.93-107, 2004. Capturado em 5 ago. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://www.scielo.br/j/hcsm/a/gTSrVs3mYXZdQMy3gQLzxxN/?format=pdf&amp;amp;lang=pt&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- FERREIRA, Luiz Otávio. João Vicente Torres Homem: Descrição da Carreira Médica no Século XIX. &#039;&#039;PHYSIS-Revista de Saúde Coletiva&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.4, n.1, p.57-77, 1994. Capturado em 14 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://www.scielo.br/j/physis/a/yyd546qDJh3vbBf8gcrxHFv/?format=pdf&amp;amp;lang=pt&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- FERREIRA, Luiz Otávio; FONSECA, Maria Rachel Fróes da; EDLER, Flávio. A Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro no século XIX: a organização institucional e os modelos de ensino. In: DANTES, Maria Amélia M. (Org.). &#039;&#039;&#039;Espaços da Ciência no Brasil: 1800-1930&#039;&#039;&#039;. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2001. pp.59-80.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- FREITAS, Ricardo Cabral de. Ardentes trópicos: febres e saúde pública no Brasil joanino. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Programa Nacional de Apoio à Pesquisa.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Fundação Biblioteca Nacional, 2018. pp.3-36. Capturado em 7 ago. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://www.gov.br/bn/pt-br/atuacao/pesquisa-e-editoracao/programa-nacional-de-apoio-a-pesquisa/pnap-2017/ricardo-freitas-artigo-final.pdf&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- JOSÉ Maria Bomtempo. In: BLAKE, Augusto Victorino Alves Sacramento. &#039;&#039;&#039;Diccionario Bibliographico Brazileiro&#039;&#039;&#039;. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1893. v.5. p.39. In: BIBLIOTECA DO SENADO FEDERAL. Capturado em 24 jul. 2025. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://www2.senado.leg.br/bdsf/item/id/221681&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- LEMOS, Maximiano. &#039;&#039;&#039;História da medicina em Portugal. Doutrinas e Instituições. v.II.&#039;&#039;&#039; Lisboa: Manoel Gomes Editor, 1899. In: INTERNET ARCHIVE. Capturado em 13 ago.2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://archive.org/details/b24873688_0002/page/n5/mode/2up?q=Bomtempo&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- MUZI, Hercules Octavianno. Correspondencia. &#039;&#039;Astrea,&#039;&#039; Rio de Janeiro, n.88, p.356, 23 de janeiro de 1827. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira&#039;&#039;&#039;. Capturado em 14 ago. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/749700/358&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- REQUERIMENTO encaminhado ao Ministério do Império, solicitando mercê. 1813. (&amp;lt;u&amp;gt;[[Fontes de informação#BN|BN]]&amp;lt;/u&amp;gt;)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- SANTOS, Laura Carvalho dos. &#039;&#039;&#039;Homens e Natureza: saberes e usos de plantas medicinais a partir dos relatos do viajante Antônio Moniz de Souza. Salvador (1808-1828)&#039;&#039;&#039;. Dissertação (Mestrado em História), Universidade Federal da Bahia, Salvador, 2008. Capturado em 24 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://repositorio.ufba.br/handle/ri/11379&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- SANTOS FILHO, Lycurgo de Castro. &#039;&#039;&#039;História Geral da Medicina Brasileira&#039;&#039;&#039;. São Paulo: HUCITEC/EDUSP, 1991. v. 2. (BCOC)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- SIGAUD, José Francisco Xavier. RESPOSTA ao Snr. J. M. Bomtempo.  &#039;&#039;O Propagador das Sciencias Medicas, ou Annaes de Medicina, Cirurgia, e Pharmacia; para o Imperio do Brasil.&#039;&#039; Rio de Janeiro, tomo primeiro, 1º anno, n.1, p.259-287, 1827. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira&#039;&#039;&#039;. Capturado em 6 ago. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/701262/261&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- SIGAUD, J. F. Da enfermidade do Illmo. Snr. Brigadeiro Luiz Pereira da Nobrega de Souza Coutinho, Presidente da Camara dos Deputados do Imperio do Brasil, Ajudante de Campo de S.M. o Imperador, etc. etc.; seguida da Refutação das Cartas do Doutor José Maria Bomtempo. &#039;&#039;O Propagador das Sciencias Medicas, ou Annaes de Medicina, Cirurgia, e Pharmacia; para o Imperio do Brasil.&#039;&#039; Rio de Janeiro, tomo primeiro, 1º anno, tomo primeiro, n.1, p.162-190, 1827. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira&#039;&#039;&#039;. Capturado em 5 ago. 2026. Online. Disponível na Internet:  &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/701262/164&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt;=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa - Aline de Souza Araújo França, Mª Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Redação - Aline de Souza Araújo França.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Forma de citação&amp;lt;/span&amp;gt;=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;{{SITENAME}}&amp;lt;br /&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Categoria:Verbetes]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ana.guedes</name></author>
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		<title>BAPTISTA, JOÃO BENJAMIN FERREIRA</title>
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		<updated>2026-07-27T13:11:40Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ana.guedes: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Outros nomes e/ou títulos:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;[[BAPTISTA,_BENJAMIN|&amp;lt;u&amp;gt;Baptista, Benjamin&amp;lt;/u&amp;gt;]]; [[BATISTA,_BENJAMIN|&amp;lt;u&amp;gt;Batista, Benjamin&amp;lt;/u&amp;gt;]]; [[BATISTA,_BENJAMIM|&amp;lt;u&amp;gt;Batista, Benjamim&amp;lt;/u&amp;gt;]]; [[BAPTISTA,_JOÃO_BENJAMIM_FERREIRA|&amp;lt;u&amp;gt;Baptista, João Benjamim Ferreira&amp;lt;/u&amp;gt;]]&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;João Benjamin Ferreira Baptista nasceu em Niterói, na então província do Rio de Janeiro, em 7 de julho de 1869. Formou-se em farmácia (1889) e em medicina (1895) na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, na qual foi catedrático de anatomia médico cirúrgica, operações e aparelhos. Foi residente, interno de primeira categoria, médico adjunto, e cirurgião-chefe no Hospital Geral da Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro, e criou um laboratório de cirurgia experimental na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro. Faleceu em 26 de novembro de 1934 na cidade do Rio de Janeiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Dados pessoais&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;João Benjamin Ferreira Baptista nasceu na cidade de Niterói, na então província do Rio de Janeiro, em 7 de julho de 1869. Era o único filho de Benjamin Rodrigo Baptista, Capitão do Exército, e de Anna Benedicta Ferreira Baptista. Seu pai foi combatente na Guerra do Paraguai (1864-1870), tendo sido ferido durante esse conflito e falecido em 1871, quando João Benjamin tinha apenas dois anos (ACADEMIA, 2020).&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Casou-se, em 1896, com Ida Vinelli Baptista, filha de João Baptista Kosuth Vinelli, catedrático de fisiologia da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], e de Maria Emília Leal Vinelli, com quem teve dois filhos, Marina Baptista Xavier, e Benjamin Vinelli Baptista, que também se dedicou à medicina, especialmente à anatomia e foi chefe de equipe no Hospital Souza Aguiar, no Rio de Janeiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;João Benjamin Ferreira Baptista residiu inicialmente na Rua Bispo, nº 28 (posteriormente Rua Rio Comprido), e depois na Praia de Botafogo, nº 518, ambas na cidade do Rio de Janeiro.&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Faleceu, subitamente, em 26 de novembro de 1934, em sua residência na praia de Botafogo nº 518, na cidade do Rio de Janeiro. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Trajetória profissional&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;João Benjamin Ferreira Baptista iniciou seus estudos no Collegio Briggs, em Niterói, pertencente à família de Guilherme Christiano Raoux Briggs (1854-1912), no qual também estudaram outros médicos, como Miguel de Oliveira Couto. Mais tarde, transferiu-se para o Colégio de São Bento, na cidade do Rio de Janeiro, onde concluiu o Curso de Humanidades.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Matriculou-se no Curso de Farmácia da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], tendo se titulado em 1888, e logo em seguida começou a trabalhar na Farmácia Meireles Coelho, localizada no bairro do Fonseca, na cidade de Niterói. Posteriormente retornou à Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro e doutorou-se em medicina em 7 de janeiro de 1895, com a tese &amp;quot;Cura radical da hernia inguinal&amp;quot;, a qual mereceu os seguintes comentários em &#039;&#039;O Brazil-Medico&#039;&#039;:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:.0001pt; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“O assumpto da these é a &#039;&#039;Cura radical da hérnia inguinal&#039;&#039;, questão que tem servido de thema a vários outros doutorandos nestes últimos anos, mas que foi tratada pelo Sr. Dr. Benjamin Baptista com um realce especial e novo. O distincto presidente honorário do Gremio dos Internos dos Hospitaes fala em sua these segundo a sua própria observação, fundamenta suas conclusões em dados clínicos por si mesmo colhidas nas enfermarias de cirurgia que frequentou ao lado de professores e cirurgiões provectos, como os Srs. Drs. Marcos Cavalcanti e Paes Leme”. (BOLETIM, 1895. p.215)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Ingressou, em 6 de dezembro de 1890, no internato do Hospital da [[SANTA_CASA_DA_MISERICÓRDIA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], onde foi promovido a interno de 2ª classe, em 17 de agosto de 1891, e a interno de 1ª classe residente em cirurgia, em 13 de fevereiro de 1892. Neste período, então, João Benjamin Ferreira Baptista pode abandonar o trabalho com a farmácia, e dedicar-se unicamente à cirurgia.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Ainda no Hospital da [[SANTA_CASA_DA_MISERICÓRDIA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]] trabalhou na 14&amp;lt;sup&amp;gt;a&amp;lt;/sup&amp;gt; enfermaria, cujo chefe era Marcos Bezerra Cavalcanti, que posteriormente seria seu padrinho de casamento, e o adjunto era o professor Augusto Brant Paes Leme. Foi presidente do Gremio de Internos do Hospital da Santa Casa.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em 1893, durante a Revolta da Armada, movimento liderado por algumas unidades da Marinha Brasileira contra o governo do Presidente da República Floriano Peixoto, auxiliou o médico Augusto Brant Paes Leme que então chefiava a 5ª enfermaria deste hospital dedicada ao tratamento de doentes militares, o que lhe rendeu a insígnia de 1º Tenente-médico Honorário do Exército.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;João Benjamin Ferreira Baptista foi depois nomeado cirurgião-chefe, e em 9 de março de 1895 tornou-se médico adjunto do Hospital da [[SANTA_CASA_DA_MISERICÓRDIA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], atuando na 3&amp;lt;sup&amp;gt;a &amp;lt;/sup&amp;gt;enfermaria sob a chefia do médicoJoaquim Pinto Portella. Posteriormente passou a trabalhar na 18&amp;lt;sup&amp;gt;a&amp;lt;/sup&amp;gt; enfermaria, dirigida por Augusto Brant Paes Leme&amp;lt;span style=&amp;quot;color:red&amp;quot;&amp;gt;,&amp;lt;/span&amp;gt; onde permaneceu até o ano de 1911. Ainda neste hospital, foi médico efetivo da 11&amp;lt;sup&amp;gt;a&amp;lt;/sup&amp;gt; enfermaria (Quartos Particulares), nomeado em 22 de abril de 1917, cargo este em que permaneceu até o final de sua vida, quando foi substituído por seu filho Benjamin Vinelli Baptista&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Depois de prestar provas de concurso foi nomeado, em 23 de abril de 1896, preparador da cadeira de anatomia descritiva na então &amp;lt;u&amp;gt;[[FACULDADE_DE_MEDICINA_E_FARMÁCIA_DO_RIO_DE_JANEIRO|Faculdade de Medicina e Farmácia do Rio de Janeiro]]&amp;lt;/u&amp;gt;, cujo catedrático era Ernesto de Freitas Crissiuma. Em 14 de abril de 1899 foi designado como preparador da cadeira de anatomia médica cirúrgica, então dirigida por Augusto Brant Paes Leme, e em 23 de abril deste mesmo ano passou a acumular esta função com a de preparador na cadeira de histologia. Foi nomeado, por Portaria 1º de agosto de 1900, substituto interino de anatomia descritiva para reger a 1&amp;lt;sup&amp;gt;a &amp;lt;/sup&amp;gt;parte desta cadeira.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em 28 de agosto de 1902, João Benjamin Ferreira Baptista passou a ser o responsável pelos cursos de anatomia descritiva e médico-cirúrgica e de histologia da boca&amp;lt;span style=&amp;quot;color:red&amp;quot;&amp;gt;, &amp;lt;/span&amp;gt;para o 1º ano de obstetrícia e o 2º ano de odontologia, respectivamente, na [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Foi convidado, em 26 de março de 1906, por Luiz da Cunha Feijó Filho, diretor da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], para, juntamente com os médicos Domingos de Góes e Vasconcellos e Eduardo Chapot Prévost, apresentar um regulamento para o Serviço de Distribuição de Cadáveres destinados ao trabalho de anatomia. Neste período, com autorização da Congregação da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, lecionava Cursos Livres de Anatomia, para o aperfeiçoamento de alunos de medicina e de médicos, que tinham grande freqüência.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em 1908 João Benjamin Ferreira Baptista foi vice-diretor da Escola Livre de Odontologia do Rio de Janeiro, que havia sido criada em 1902, e no ano seguinte passou a lecionar, na mesma instituição, o curso de histologia dentária. Já diplomado em odontologia, foi nomeado em 1910, professor de anatomia desta escola.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Foi nomeado, em 1911, professor extraordinário efetivo da cadeira de anatomia descritiva e geral da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em 18 de agosto de 1911 foi nomeado para integrar a comissão do Governo cuja atribuição era estudar a organização dos institutos de anatomia europeus. Embarcou para a Europa, tendo visitado vários centros científicos e trabalhado com Heinrich Gottfried Wilhelm von Waldeyer-Hartz (1836-1921), professor de anatomia e diretor do &#039;&#039;Anatomischen Instituts&#039;&#039;, em Berlim.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;Assumiu, em 24 de março de 1915, como substituto da 3ª seção da cadeira de anatomia descritiva e anatomia médico-cirúrgica, operações e aparelhos, na [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]]. E em 1º abril de 1915 foi indicado para lecionar a 2a parte da cadeira de anatomia descritiva, e encarregado dos cursos de odontologia e de obstetrícia, na mesma instituição. De 1916 a 1921 foi professor da 1ª&amp;amp;nbsp;parte da cadeira de anatomia e os cursos de obstetrícia e odontologia. Neste período foi responsável pela organização do Museu Anatômico da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], iniciativa considerada notável por colegas de profissão à época.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em 22 de abril de 1917 tornou-se médico efetivo do Hospital Geral da Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro, em 22 de abril de 1917, tendo exercido este cargo até seu falecimento, quando foi substituído por seu filho, Benjamin Vinelli Baptista (PINHEIRO, 2020).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Foi nomeado, em 29 de junho de 1921, professor catedrático de operações e aparelhos da então [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DA_UNIVERSIDADE_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina da Universidade do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]] , tendo tomado posse em 5 de julho do mesmo ano. Esta cadeira sob sua regência posteriormente foi denominada como anatomia médico-cirúrgica (1925) e depois, técnica operatória e cirurgia experimental (1931). João Benjamim Ferreira Baptista foi considerado o grande impulsionador do ensino de cirurgia experimental, tendo criado, em 1926, o Serviço Modelar de Cirurgia Experimental, considerado o primeiro laboratório de cirurgia experimental no Brasil (GOMES, 2001). Este laboratório tornou-se um verdadeiro centro de pesquisas, que posteriormente recebeu seu nome.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Recebeu, em 17 de junho de 1922, a carta patente de Tenente-Coronel de 2ª classe da Reserva da 1ª linha do Quadro Médico do Exército brasileiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Foi nomeado, em 8 de maio de 1925, diretor do Instituto de Anatomia da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DA_UNIVERSIDADE_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina da Universidade do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;João Benjamin Ferreira Baptista presidiu, em 1928, a inauguração do Instituto Anatômico Benjamin Baptista, anexo à [[ESCOLA_DE_MEDICINA_E_CIRURGIA_DO_INSTITUTO_HAHNEMANNIANO|&amp;lt;u&amp;gt;Escola de Medicina e Cirurgia do Instituto Hahnemanniano&amp;lt;/u&amp;gt;]], E em 5 de novembro deste ano a Congregação desta escola aprovou a indicação, encaminhada por professores e alunos, para que João Benjamin Ferreira Baptista fosse o patrono do Instituto Anatômico.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em 25 de janeiro de 1932, passou a ser o responsável pela cadeira de anatomia médico-cirúrgica da [[ESCOLA_DE_MEDICINA_E_CIRURGIA_DO_INSTITUTO_HAHNEMANNIANO|&amp;lt;u&amp;gt;Escola de Medicina e Cirurgia do Instituto Hahnemanniano&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em 1930 viajou, em comissão pelo Governo, para a Europa, juntamente com seu filho Benjamin Vinelli Baptista, tendo visitado diversos institutos científicos nas cidades de Paris, Varsóvia, Bruxelas, Berlin, Munique, Viena e Strasbourg.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Candidatou-se a membro titular da [[ACADEMIA_NACIONAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Nacional de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]] em 25 de agosto de 1897, apresentando a memória &amp;quot;Anatomia rara do nervo músculo cutâneo&amp;quot;. Foi eleito na sessão de 30 de setembro de 1897, e tomou posse como membro na seção de Cirurgia Geral no dia 14 de outubro do mesmo ano.&amp;amp;nbsp; No parecer sobre sua memória, Ernesto de Freitas Crissiuma elogiou seu trabalho, considerando-o como uma importante contribuição para a história das anomalias nervosas. João Benjamin Ferreira Baptista é o patrono da Cadeia nº 25 desta Academia.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Foi membro titular da seção de ciências biológicas da [[ACADEMIA_BRASILEIRA_DE_CIÊNCIAS|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Brasileira de Ciências&amp;lt;/u&amp;gt;]], e membro de outras sociedades científicas, como o Colégio Americano de Cirurgiões, a Sociedade Anatômica Luso-Hispano-Americana, e a Sociedade de Medicina e Cirurgia de Niterói, que havia sido fundada em 4 de julho de 1897 por iniciativa de Augusto Ferreira e Silva e de Francisco Portela, e que deu origem, em 1929, à atual Associação Médica Fluminense. Foi presidente na primeira diretoria da Sociedade Brasileira de Anatomia, &amp;amp;nbsp;instalada em 31 de maio de 1928, no Rio de Janeiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Participou do Comité International de Recherches sur les Parties Molles (C.I.R.P.), criado em 1927, com o objetivo de supervisionar a coleção de dados relativos à anatomia racial da humanidade, particularmente a anatomia de partes moles do corpo.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Por iniciativa dos doutorandos da turma de 1918 da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], foi inaugurado, em sua homenagem, um busto e um quadro de gratidão.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Segundo Eugênio Cavalcanti, João Benjamin Ferreira Baptista foi “o grande chefe da escola anatômica do Rio de Janeiro”, e teve como discípulos Álvaro Fróes da Fonseca, Alfredo Alberto Pereira Monteiro, Antônio Benevides Barbosa Vianna, Artur Figueiredo, José Bastos de Ávila, Francisco de Paula da Rocha Lagoa, e seu filho Benjamin Vinelli Baptista (CAVALCANTI, 1986).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em 19 de novembro de 1934 foi inaugurado, no pátio do Instituto Anatômico da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DA_UNIVERSIDADE_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina da Universidade do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]] um busto de João Benjamin Ferreira Baptista como homenagem à sua dedicação ao ensino da anatomia e da medicina operatória, com a seguinte placa: “Ao Professor Benjamin Baptista. Pelo magistério eficiente e cavalheirismo de conducta. Homenagem do Directorio Academico e dos Quartannistas de 1932 e 1933”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Por ocasião de seu falecimento, representantes da diretoria, do corpo docente e de alunos da [[ESCOLA_DE_MEDICINA_E_CIRURGIA_DO_INSTITUTO_HAHNEMANNIANO|&amp;lt;u&amp;gt;Escola de Medicina e Cirurgia do Instituto Hahnemanniano&amp;lt;/u&amp;gt;]], então dirigida por José Murtinho, compareceram ao seu sepultamento e lhe prestaram as últimas homenagens.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Foi realizada na [[ACADEMIA_NACIONAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Nacional de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]] , em 18 de maio de 1935, uma grande homenagem a João Benjamin Ferreira Baptista, na qual estiveram presentes representações de várias instituições, professores, médicos e estudantes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em 1936, foi inaugurada uma placa de bronze com sua efígie no Instituto Anatômico Benjamin Baptista, então dirigido por seu filho Benjamin Vinelli Baptista.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;É patrono da Sociedade Acadêmica de Recife, do Centro de Estudos Anatômicos, e do Colégio Anatômico da Escola de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro, o qual em 1962 recebeu seu nome, tornando-se Centro Acadêmico Benjamin Baptista. João Benjamin Ferreira Baptista também é patrono da Cadeira nº 11 da Academia Fluminense de Medicina, fundada em 8 de dezembro de 1974 e posteriormente denominada Academia de Medicina do Estado do Rio de Janeiro, cujo primeiro presidente foi o médico Carlos Tortelly Rodrigues Costa.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Produção intelectual&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- &amp;quot;Cura radical da hernia inguinal&amp;quot;. These de doutoramento sustentada perante a Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro. 1895.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- &amp;quot;Anatomia rara do nervo músculo cutâneo&amp;quot;. Memória apresentada na Academia Nacional de Medicina. &#039;&#039;Annaes da Academia Nacional de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, p. 294-302, 1898/99.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- &amp;quot;Anomalias Supra-Aórticas&amp;quot;. Trabalho apresentado na Tercer Congreso Científico Latinoamericano. (Rio de Janeiro, 06-16/08/1905). Rio de Janeiro, 1905.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- &amp;quot;Contribuição para o estudo Anátomo-Aplicado do Apêndice Ileo Cecal&amp;quot;. Trabalho apresentado no VI Congresso Brasileiro de Medicina e Cirurgia Congresso Médico (São Paulo, 5-15/09/1907). São Paulo, 1907.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- &amp;quot;Estudo da Topografia Cárdio-Toráxica&amp;quot;.&amp;amp;nbsp; Trabalho apresentado no VI Congresso Brasileiro de Medicina e Cirurgia Congresso Médico (São Paulo, 5-15/09/1907). São Paulo, 1907.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- &amp;quot;Contribuições ao estudo das Anomalias Renaes&amp;quot;. Trabalho apresentado no IV Congresso Medico Latino-Americano (Rio de Janeiro, 1º- 08/1909). Rio de Janeiro, 1909.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- &amp;quot;Das Anastomoses Normais dos Sistemas Venosos Porta e Cava&amp;quot;. Trabalho apresentado no 4&amp;lt;sup&amp;gt;o&amp;lt;/sup&amp;gt; Congresso Médico Latino-Americano (Rio de Janeiro, 1º- 08/1909). Rio de Janeiro, 1909.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- &amp;quot;Anatomia descritiva da cabeça&amp;quot;. Rio de Janeiro: B. de Aguia, 1910.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- &amp;quot;Contribuição ao estudo das anomalias dos ureteres&amp;quot;. &#039;&#039;Annaes da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 1917.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- &amp;quot;Da loja Renal no Ponto de Vista Anátomo-Aplicado”. Trabalho apresentado no VIII Congresso Brasileiro de Medicina e Cirurgia (13/10/1918). Rio de Janeiro, 1918.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- &amp;quot;Contribuição ao estudo da loja esplênica&amp;quot;.&#039;&#039;Annaes da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 1918.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- &amp;quot;Contribuição ao estudo do rim único&amp;quot;. &#039;&#039;Annaes da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 1919.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- &amp;quot;Manual da anatomia humana&amp;quot; Rio de Janeiro: Edição da grande livraria de Leite Ribeiro &amp;amp; Maurílio, 1920. &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;(com Alfredo Monteiro)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- &amp;quot;Persistência da veia cava superior esquerda. Duplicidade da veia cava inferior&amp;quot;. &#039;&#039;Annaes da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 1920.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- &amp;quot;Da anomalia de origem da artéria poplitea&amp;quot;. &#039;&#039;Annaes da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 1921.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- &amp;quot;Dos ossos inter-parietal e pactal&amp;quot;. &#039;&#039;Annaes da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 1922.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Nota anatômica, escripta para este trabalho, pelo Prof. Benjamin Baptista”. &#039;&#039;Brasil-Medico,&#039;&#039; Rio de Janeiro, anno XXXIX, v. II, n.22, p.317-318, 28 de novembro de 1925.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;[[|&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Estudo clinico-cirurgico do verumontano”. &#039;&#039;Brasil-Medico. Revista Semana de Medicina e Ciruiiga,&#039;&#039; Rio de Janeiro, anno XXXIX, v. II, n.20, p.277-282,14 de novembro de 1925.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;]]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Estudo clinico-cirurgico do verumontano”. &#039;&#039;Brasil-Medico. Revista Semana de Medicina e Ciruiiga,&#039;&#039; Rio de Janeiro, anno XXXIX, v. II, n.21, p.277-282, 21 de novembro de 1925.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Estudo clinico-cirurgico do verumontano”. &#039;&#039;Brasil-Medico. Revista Semana de Medicina e Ciruiiga,&#039;&#039; Rio de Janeiro, anno XXXIX, v. II, n.22, p.317-318, 28 de novembro de 1925.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- &amp;quot;Contribuition à l´anatomie comparée des races humaines. Dissecion d&#039;une indienne du Brésil, par Benjamin Baptista et E. Roquette-Pinto&amp;quot;. &#039;&#039;Arquivos do Museu Nacional, &#039;&#039;Rio de Janeiro, v. 26, p.7-25, 1926.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- BAPTISTA, Benjamin Vinelli. Acadêmico João Benjamin Ferreira Baptista. Datilografado. Arquivo pessoal da Academia Nacional de Medicina. Rio de Janeiro: [s.n.], [s.d.].&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#ANM|&amp;lt;u&amp;gt;ANM&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- BOLETIM Bibliographico. &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janerio, anno IX, n.25, p.215, 1º de julho 1895. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. Hemeroteca Digital Brasileira. Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/081272/3787&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:9.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- CAVALCANTI, Eugênio. A Anatomia no Rio de Janeiro. In: QUEIROZ, Júlio Sanderson de. &#039;&#039;&#039;Memória da Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro num Século de Vida.&#039;&#039;&#039; Vol.I. Rio de Janeiro: RIOARTE/ MEC, 1986. &amp;amp;nbsp;p.155-164.&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- CRISSIUMA, Ernesto de Freitas. Parecer sobre a memoria de João Benjamim Ferreira Baptista.&#039;&#039;Annaes da Academia Nacional de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, p.303-305, 1898/1899. ([[Fontes_de_informação#ANM|&amp;lt;u&amp;gt;ANM&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;tab-stops:405.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- GOMES, Marleide da Mota; VARGAS, Sylvia da Silveira Mello; VALLADARES, Almir Fraga (eds.). &#039;&#039;&#039;A Faculdade de Medicina Primaz do Rio de Janeiro: em dois dos cinco séculos de história do Brasil. &#039;&#039;&#039;São Paulo: Editora Atheneu, 2001.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- JOÃO Benjamin Ferreira Baptista. In: ACADEMIA NACIONAL DE MEDICINA. Capturado em 8 out. 2020. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://www.anm.org.br/joao-benjamin-ferreira-baptista/&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- LACAZ, Carlos da Silva. &#039;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Vultos da Medicina Brasileira.&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&#039; &amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;São Paulo: Helicon&amp;lt;/span&amp;gt;, 1963.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#ANM|&amp;lt;u&amp;gt;ANM&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- MAGALHÃES, Fernando.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;O Centenário da Faculdade de Medicina 1832-1932&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Rio de Janeiro: Typ. A. P. Barthel, 1932.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BMANG|&amp;lt;u&amp;gt;BMANG&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- MEMBRO Titular. &#039;&#039;João Benjamin Ferreira Baptista&#039;&#039;. Datilografado. Arquivo pessoal da Academia Nacional de Medicina. Rio de Janeiro: [s.n.], [s.d.].&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#ANM|&amp;lt;u&amp;gt;ANM&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- PINHEIRO, Luiz Augusto de Freitas. &#039;&#039;Cadeira nº11 – João Benjamin Ferreira Batista. &#039;&#039;Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://www.acamerj.org/academico/242/joao-benjamin-ferreira-baptista&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- PROFESSOR Benjamin Baptista.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Brasil-Medico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XLVIII, n.50, p.1052-1053, 15 de dezembro de 1934. &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira&#039;&#039;&#039;. Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/081272x/38974&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa - Alice Carvalho de Menezes, Bernardo da Veiga Ferreira.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Redação - Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Revisão - Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Forma de citação&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;{{SITENAME}}&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    [[Category:Verbetes]] [[Category:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ana.guedes</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=ASSOCIA%C3%87%C3%83O_PAULISTA_DE_FARM%C3%81CIA_E_QU%C3%8DMICA&amp;diff=3869</id>
		<title>ASSOCIAÇÃO PAULISTA DE FARMÁCIA E QUÍMICA</title>
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		<updated>2026-07-27T13:07:13Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ana.guedes: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Denominações:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Associação Paulista de Farmácia e Química (1923); [[SOCIEDADE_DE_FARMÁCIA_E_QUÍMICA_DE_SÃO_PAULO|&amp;lt;u&amp;gt;Sociedade de Farmácia e Química de São Paulo&amp;lt;/u&amp;gt;]] (1924)&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A Associação Paulista de Farmácia e Química, depois denominada Sociedade de Farmácia e Química de São Paulo, foi fundada em 12 de outubro de 1924, na cidade de São Paulo, com o objetivo de fomentar o desenvolvimento das ciências farmacêuticas, da química e da classe farmacêutica no Brasil. Entre seus idealizadores estavam Eduardo Aureo Vahia de Abreu, Octavio Eduardo de Britto Alvarenga, José Malhado Filho e Cândido Fontoura da Silveira.&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Histórico&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 17 de junho de 1894, em uma reunião de farmacêuticos realizada na rua São Caetano nº9, na cidade de São Paulo, foi proposta a criação de uma sociedade farmacêutica, tendo em vista o “estado de decadência da classe, devido à falta de garantias e ao indiferentismo dos poderes públicos para com ela” (MALHADO FILHO, 1953,&amp;amp;nbsp; p.38). Assim, em 15 de dezembro daquele ano foi instalada a Sociedade Farmacêutica Paulista, considerada a primeira agremiação da classe naquela província, cuja primeira diretoria era constituída por José Eduardo de Macedo Soares (presidente), Luiz Manuel Pinto de Queiroz (vice-presidente), Christovam Buarque de Holanda (secretário), José Frederico de Borba (vice-secretário), João Baptista da Rocha (tesoureiro), Cândido de Assis Ribeiro (arquivista). No seio desta sociedade foi proposta, em janeiro de 1897, a criação de uma escola livre de farmácia, que viria a concretizar-se somente com a fundação da [[ESCOLA_LIVRE_DE_FARMÁCIA_DE_SÃO_PAULO|&amp;lt;u&amp;gt;Escola Livre de Farmácia de São Paulo&amp;lt;/u&amp;gt;]], em 12 de outubro de 1898.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Desde a fundação da [[SOCIEDADE_DE_MEDICINA_E_CIRURGIA_DE_SÃO_PAULO|&amp;lt;u&amp;gt;Sociedade de Medicina e Cirurgia de São Paulo&amp;lt;/u&amp;gt;]], em 24 de fevereiro de 1895,&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;que tinha como objetivos zelar pelos interesses da classe médica,&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;a capital paulista viu o surgimento de várias instituições de ensino e associações profissionais no campo médico. No âmbito da farmácia, a União Farmacêutica de São Paulo, fundada em 1916, foi uma das mais destacadas.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Nas primeiras décadas do século XX surgiram no Brasil várias instituições de ensino direcionadas à formação de quadros no campo da farmácia, como a [[ESCOLA_DE_FARMÁCIA_DE_PERNAMBUCO|&amp;lt;u&amp;gt;Escola de Farmácia de Pernambuco&amp;lt;/u&amp;gt;]] (1903), a&amp;amp;nbsp; Escola de Farmácia do Maranhão (1922), a [[ESCOLA_DE_FARMÁCIA_DO_PARÁ|&amp;lt;u&amp;gt;Escola de Farmácia do Pará&amp;lt;/u&amp;gt;]] (1904),&amp;amp;nbsp;a Escola de Farmácia e Odontologia de Ribeirão Preto (1924) e a Escola de Farmácia e Odontologia do Instituto Granbery (1904). Também foram criadas entidades profissionais como a Associação dos Proprietários de Farmácia e Laboratórios (Rio de Janeiro, 1921), a Associação Mineira de Farmacêuticos (1922), a Associação Catarinense de Farmacêuticos, Proprietários de Farmácias e Laboratórios (1925) e a Sociedade de Farmácia da Bahia (1925), que buscavam promover&amp;amp;nbsp; uma maior unidade da classe farmacêutica e, assim, garantir a defesa de seus interesses.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em junho de 1923, a União Farmacêutica de São Paulo, então presidida por Cândido Fontoura da Silveira, foi cenário de um desentendimento sobre a decisão assumida pela [[ESCOLA_DE_FARMÁCIA_E_ODONTOLOGIA_DE_SÃO_PAULO|&amp;lt;u&amp;gt;Escola de Farmácia e Odontologia de São Paulo&amp;lt;/u&amp;gt;]], de desistir do reconhecimento federal e reger-se apenas pela legislação estadual, o que então era permitido. Pressionado pelos opositores, Cândido Fontoura da Silveira foi obrigado a convocar uma sessão extraordinária para o dia 12 de junho, mas não a comparecer a ela. Na sessão ordinária do dia 14, ele apresentou sua renúncia da presidência junto com o restante da mesa – o vice-presidente Venâncio de Malta Machado, o 1º secretário Paulino Vieira dos Santos e o 2º secretário José Luiz da Cunha Júnior.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Contudo, não foi apenas esse episódio que motivou a saída da diretoria, pois dizia o próprio termo da renúncia que não seriam sinceros se não revelassem à União Farmacêutica que o desejo de renunciar aos cargos na diretoria, não havia surgido naquele momento (FONTOURA, 1960). Havia um desânimo, sobretudo por parte de Cândido Fontoura da Silveira, em relação a alguns preceitos da União Farmacêutica de São Paulo, especialmente quanto ao número de membros:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“O nosso desânimo provém da convicção, em que estamos, de que uma sociedade com fim científico-profissional só poderá ter continuidade e vida próspera, se escolher os seus associados e limitar o número deles. É o que a prática e o exemplo de outras associações científicas nos têm demonstrado à evidência. (...) Na heterogeneidade de sócios, surgem aspirações diferentes, muitas vezes boas e justas, mas que não se podem enquadrar no programa dos trabalhos científico-profissionais.” (FONTOURA, 1960, p. 99)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;A renúncia solidária de seus companheiros de diretoria permitiu-lhe concretizar seu desejo de fundar uma sociedade estritamente científica, com um número limitado de membros, composta por farmacêuticos, químicos e biólogos. No dia 26 de junho de 1923, foi apresentado um termo de&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;layout-grid-mode:both&amp;quot;&amp;gt;compromisso&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;para a constituição de uma nova entidade, a Associação Paulista de Farmácia e Química. A redação deixava claras as suas finalidades:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“Os abaixo-assinados se comprometem, por este documento: 1. A organizar nesta Capital, com número limitado de cem (100) sócios e sob a denominação de ‘Associação Paulista de Farmácia e Química’ uma sociedade civil, cujo fim será cuidar exclusivamente do desenvolvimento das ciências farmacêuticas, da química e do levantamento intelectual e moral da classe farmacêutica no Brasil, afastados completa e absolutamente de quaisquer outros intuitos, notadamente os de origem mercantil de diversões de qualquer espécie, de homenagens a pessoas vivas, de religião, política ou partidarismo. (...)”. (LIBERALLI, 1959, p.145)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;O documento foi assinado naquela data por doze profissionais, entre farmacêuticos,&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;layout-grid-mode:both&amp;quot;&amp;gt;químicos&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;e professores da [[ESCOLA_DE_FARMÁCIA_E_ODONTOLOGIA_DE_SÃO_PAULO|&amp;lt;u&amp;gt;Escola de Farmácia e Odontologia de São Paulo&amp;lt;/u&amp;gt;]]. Eram eles: Eduardo Aureo Vahia de Abreu, Octavio Eduardo de Brito Alvarenga, José Frederico de Borba, Luiz Pereira Corsino, Venâncio de Malta Machado, José Malhado Filho, Linneu Prestes (professor da Escola de Farmácia e Odontologia de São Paulo), Luiz Manuel Pinto de Queiroz, Paulino Vieira dos Santos, Cândido Fontoura da Silveira, Annita Tibiriçá e Firmino Tamandaré de Toledo Júnior. Naquele mesmo dia, definiu-se que a primeira presidência da associação caberia a Cândido Fontoura. Foi constituída também uma comissão para a redação dos estatutos, composta por Linneu Prestes, José Luiz da Cunha Júnior e Venâncio de Malta Machado.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Participaram da história desta associação, destaca Helou (1986), três pioneiros no Brasil, Cândido Fontoura da Silveira na indústria farmacêutica, Luiz Manuel Pinto de Queiroz na indústria química, e José Malhado Filho nas análises clínicas.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Novas reuniões da associação só ocorreriam a partir de 17 de janeiro de 1924. A associação, então rebatizada como [[SOCIEDADE_DE_FARMÁCIA_E_QUÍMICA_DE_SÃO_PAULO|&amp;lt;u&amp;gt;Sociedade de Farmácia e Química de São Paulo&amp;lt;/u&amp;gt;]], e com 40 membros, passou a debater o projeto de estatuto e tratou de organizar sua instalação formal.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em 5 de junho de 1924, na Assembléia Geral da [[SOCIEDADE_DE_FARMÁCIA_E_QUÍMICA_DE_SÃO_PAULO|&amp;lt;u&amp;gt;Sociedade de Farmácia e Química de São Paulo&amp;lt;/u&amp;gt;]], foi confirmado Cândido Fontoura da Silveira na presidência, e o engenheiro agrônomo Lourenço Granato na vice-presidência. Ainda compunham o quadro diretivo da associação para o biênio 1924-1926: o farmacêutico Manoel Lopes de Oliveira Netto (1º secretário), o químico Mário Salles Penteado (2º secretário), e o farmacêutico Venâncio de Malta Machado (tesoureiro).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Na reunião preparatória de 18 de setembro de 1924 José Malhado Filho anunciou a publicação próxima de uma farmacopéia brasileira. Referia-se à “Farmacopéia dos Estados Unidos do Brasil”, de autoria do farmacêutico militar Rodolfo Albino Dias da Silva, que foi publicada em 1926, e tornou-se de uso obrigatório a partir de 15 de agosto de 1929.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Finalmente, em 12 de outubro de 1924, na sede da [[ESCOLA_DE_FARMÁCIA_E_ODONTOLOGIA_DE_SÃO_PAULO|&amp;lt;u&amp;gt;Escola de Farmácia e Odontologia de São Paulo&amp;lt;/u&amp;gt;]], que completava naquela data 26 anos de fundação, foi instalada a Sociedade de Farmácia e Química de São Paulo. Nesta ocasião foi apresentado por Luiz Manoel Pinto de Queiroz, “o primeiro trabalho apresentado à Sociedade, ´Do emprego da água destilada em Farmácia`, discutindo os critérios de uso da água destilada ou simplesmente potável, o que provocou amplo debate” (LIBERALLI, 1959, p.147).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;A notícia sobre a instalação da &amp;lt;u&amp;gt;[[SOCIEDADE_DE_FARMÁCIA_E_QUÍMICA_DE_SÃO_PAULO|Sociedade de Farmácia e Química de São Paulo]]&amp;lt;/u&amp;gt; mereceu destaque no &#039;&#039;Boletim da Associação Brasileira de Farmacêuticos&#039;&#039; (ano 5, v.5, set./out. 1929), que ressaltou a importância daquele fato para a farmácia no Brasil. Repercutiu positivamente, também, junto à União Farmacêutica de São Paulo, que havia sido o cenário da dissidência, em 1924, que acabara por ocasionar a criação da Associação Paulista de Farmácia e Química. O próprio presidente da União Farmacêutica de São Paulo, Antônio de Castro Pereira, compareceu à sessão solene de instalação da Sociedade, e a revista &#039;&#039;União Pharmaceutica&#039;&#039; publicou, em seu número de outubro de 1924, um grande editorial a respeito destacando a relevância daquela iniciativa e a complementariedade das ações de ambas associações:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“A proveta corporação que vem de se instalar, se fazia atualmente tão necessária ao meio intelectual, operoso e industrial das classes farmacêutica e de químicos, como, há 11 anos, a União Farmacêutica se tornara imprescindível para encaminhar e defender os interesses da classe. Sem haver, entretanto, a mínima afinidade na disposição dos seus programas, ambas, estamos certos, se completarão pelos benefícios que hão de prestar às referidas classes pela proficiência científica e prática de uma, e pelo esforço decisivo de outra, em prol do aperfeiçoamento moral e profissional das classes que representam”&amp;amp;nbsp; (ano IX, n.101, out. 1924. &#039;&#039;Apud &#039;&#039;LIBERALLI, 1959, p.147).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Dentre seus membros, nos primeiros anos de existência, destacaram-se, além dos fundadores, Bernardo Guertzenstein, João Baptista da Rocha, Francisco Mastrangioli, Lourenço Granato, Bruno Rangel Pestana, Pedro Baptista de Andrade, Alberto de Oliveira Santiago, Paulo Vilela de Andrade, Lacordaire Duarte, Alfredo Leal, Afrânio Pompilio Bransford do Amaral, Jacques Arié (professor de química, 1908, da&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;[[ESCOLA_AGRÍCOLA_PRÁTICA_“LUIZ_DE_QUEIROZ”|&amp;lt;u&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Escola Agrícola Prática Luiz de Queiroz&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/u&amp;gt;]]&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;, Antonio Valente do Couto, Vital Brazil Mineiro da Campanha (diretor do [[INSTITUTO_BUTANTAN|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Butantan&amp;lt;/u&amp;gt;]]), Olga Ferreira de Barros, e Oscar Filgueiras, e Álvaro Borges.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;No relatório anual de 1926, apresentado por Lourenço Granato, presidente em exercício, destacou-se o bom relacionamento da Sociedade de Farmácia e Química de São Paulo com outras sociedades, especialmente com a [[ASSOCIAÇÃO_BRASILEIRA_DE_FARMACÊUTICOS|&amp;lt;u&amp;gt;Associação Brasileira de Farmacêuticos&amp;lt;/u&amp;gt;]], com a Sociedade Brasileira de Química, e com a Associação Mineira de Farmacêuticos. Buscando divulgar a associação o secretário-geral enviou os Estatutos da Sociedade para associações congêneres estrangeiras, e o próprio Cândido Fontoura da Silveira visitou oficialmente a Société de Pharmacie de Paris.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Ainda imbuído do objetivo de difundir a Sociedade, o secretário-geral enviava notícias detalhadas sobre seus trabalhos à imprensa diária da capital paulista e ao periódico &#039;&#039;Diário de Medicina&#039;&#039;, do Rio de Janeiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;O relatório apresentou, também, a lista de jornais e revistas científicas recebidas pela associação, na qual encontravam-se as publicações nacionais &#039;&#039;Boletim da União Pharmaceutica, Revista de Chimica e Industria, Archivos de Biologia, Boletim da Novotherapia Italo-Brasileira S.A., Laboratório Clinico, Medicamenta, Revista de Medicina e Pharmacia, Boletim da Academia Nacional de Medicina, Boletim da Associação Brasileira de Pharmaceuticos, Revista de Chimica e Pharmacia Militar,&amp;amp;nbsp; O Pharmaceutico Brasileiro&#039;&#039;; e as estrangeiras&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;Cronica Medica Mexicana, El Noticero Farmaceutico, Répertoire de Pharmacie, Annales de Chimie Analytyque&#039;&#039; e &#039;&#039;Révue de Chimie Appliquée&#039;&#039; (GRANATO, 1925).&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Retratando a atuação da Sociedade, Lourenço Granato destacou o empenho da mesma pela moralização do ensino farmacêutico no Estado de São Paulo, colaborando com o deputado Gama Rodrigues na elaboração de um projeto substitutivo ao já apresentado à Câmara dos Deputados. Ainda na área do ensino, a &amp;lt;u&amp;gt;[[SOCIEDADE_DE_FARMÁCIA_E_QUÍMICA_DE_SÃO_PAULO|Sociedade de Farmácia e Química de São Paulo]]&amp;lt;/u&amp;gt; fez uma estudo sobre a necessidade de uma escola superior de química, naquele Estado, tendo apresentado um documento a respeito ao Governo do Estado de São Paulo e ao Congresso Legislativo. Outros temas também foram objetos de sua atuação, como a regulamentação do exercício da química, a fiscalização do comércio de tóxicos, e o Serviço Sanitário do Estado de São Paulo. Em relação a este protestou energicamente contra a reforma proposta, especialmente no que se referia às medidas vexatórias e prejudiciais às classes dos farmacêuticos e químicos, presentes na referida reforma. Constituiu uma comissão de membros correspondentes para pleitear junto às autoridades competentes as medidas necessárias à reciprocidade tributária entre especialidades farmacêuticas nacionais e estrangeiras. E neste sentido parabenizou a tese de Orlando da Fonseca Rangel, apresentada no 1º Congresso Brasileiro de Farmácia, no Rio de Janeiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;No período retratado pelo referido relatório, a &amp;lt;u&amp;gt;[[SOCIEDADE_DE_FARMÁCIA_E_QUÍMICA_DE_SÃO_PAULO|Sociedade de Farmácia e Química de São Paulo]]&amp;lt;/u&amp;gt; recebeu a visita de José de Carvalho Del Vecchio (professor de química da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DA_UNIVERSIDADE_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina da Universidade do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]]), Luiz Cerqueira (químico do Laboratório Bromatológico), [[ARAÚJO,_CARLOS_BENJAMIN_DA_SILVA|&amp;lt;u&amp;gt;Carlos Benjamin da Silva Araújo&amp;lt;/u&amp;gt;]] (industrial-farmacêutico da firma Carlos da Silva Araújo &amp;amp; Cia.), Raymundo Felippe de Souza (catedrático da Escola de Farmácia do Pará), Jean Pepin Lehalleur (1885-1959) (Missão Militar Francesa no Brasil), Pedro Dias da Silva (diretor da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DE_SÃO_PAULO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina de São Paulo&amp;lt;/u&amp;gt;]]), Clemente Miguel da Cunha Ferreira (diretor do Dispensário Clemente Ferreira), de autoridades do governo do Estado de São Paulo, e de representantes da [[ACADEMIA_NACIONAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Nacional de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]], da Sociedade de Biologia e Higiene, da União Farmacêutica de São Paulo, e da Sociedade de Química de São Paulo.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;No período de outubro de 1926 a 1928 a Sociedade apresentou a seguinte diretoria: João Baptista da Rocha (presidente), professor da [[ESCOLA_DE_FARMÁCIA_E_ODONTOLOGIA_DE_SÃO_PAULO|&amp;lt;u&amp;gt;Escola de Farmácia e Odontologia de São Paulo&amp;lt;/u&amp;gt;]], Francisco Mastrangioli (vice-presidente), Octavio Eduardo de Britto Alvarenga (secretário-geral), Antonio Valente do Couto (1º secretário), Manoel Octaviano Marcondes de Souza (2º secretário), proprietário da Pharmacia Cruzeiro, e Paulino Vieira dos Santos (tesoureiro).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoTitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoTitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Presidentes:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;As diretorias eram eleitas por dois anos, tomando posse sempre no dia 12 de outubro dos anos pares. Os primeiros presidentes foram: Cândido Fontoura da Silveira (junho 1924-maio 1926); Lourenço Granato (maio 1926-outubro 1926); João Baptista da Rocha (outubro 1926-1928); Octavio Eduardo de Brito Alvarenga (1928-1930).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Estrutura e funcionamento&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Nos primeiros anos de atividade, como Associação Paulista de Farmácia e Química, seus membros se reuniam em diversos locais, na falta de uma sede definitiva. Uma sala do Laboratório de Análises Malhado Filho, no segundo andar do nº 24 da rua São Bento, na cidade de São Paulo, abrigou as primeiras sessões, ainda em 1923. De janeiro de 1924 até a instalação, em 12 de outubro, as reuniões da então denominada Sociedade de Farmácia e Química de São Paulo ocorreram nas dependências do escritório da firma Fontoura, Serpe &amp;amp; Cia., de Cândido Fontoura da Silveira, na rua Wenceslau Braz, nº 16, com exceção de alguns encontros em uma sala alugada na rua Barão de Itapetininga, nº 5-A.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Para realizar as sessões após a rescisão do aluguel, a associação aceitou a oferta de utilizar a sala de reuniões do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo, na rua Benjamin Constant, nº 40, local que abrigaria suas sessões por vários anos. Sua secretaria mudou diversas vezes de endereço, tendo funcionado nas dependências da firma Fontoura, Serpe &amp;amp; Cia., e na rua Manoel Dutra, nº62, até seu estabelecimento definitivo na rua Brigadeiro Luiz Antônio, nº 393, 7º andar.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A Sociedade de Farmácia e Química de São Paulo foi organizada, na época de sua fundação, sobre quatro comissões técnicas, logo renomeadas como seções: farmacologia; química, bromatologia e toxicologia (depois seção de química); biologia, microscopia e medicamentos injetáveis (seção de biologia aplicada); e deontologia e interesses profissionais.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1926 a seção de farmacologia era presidida por Luiz Manuel Pinto de Queiroz, a de química por Alfred Cownley Slater (professor da Escola de Engenharia Mackenzie), a de biologia aplicada por Oscar D´Utra e Silva, a de ciências naturais por Firmino Tamandaré de Toledo Júnior (botânico), e a de deontologia e interesse profissionais por Cândido Fontoura da Silveira.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O relatório de 1926 (GRANATO, 1925) lista as comunicações e palestras apresentadas pelos associados na sede da Sociedade. Entre estas podemos citar:&amp;lt;br/&amp;gt; - Alfredo Leal: “Desestanhagem da folha de Flandres”, “Estado Colloidal da Materia”, “A catalyse na industria chimica”.&amp;lt;br/&amp;gt; - Luiz Manoel Pinto de Queiroz: “Dos vehiculos nos preparados officiaes”, “Do emprego da agua distillada em Pharmacia”, “Do oleo e adubo de peixes”, “Industrias chimicas a explorar no Brasil”.&amp;lt;br/&amp;gt; - Lourenço Granato: “A influencia do solo, da cultura e do clima na riqueza dos principios immediatos das plantas”, “D.Pedro II e a Agricultura no Brasil”.&amp;lt;br/&amp;gt; - José Malhado Filho: “Sobre um caso de deterioração de agua potavel”, “Notas praticas de urometria-azul de methyleno”, “Ureometro Malhado”.&amp;lt;br/&amp;gt; - Bernardo Guertzenstein: “Novo methodo volumetrico de dosagem de sulfatos”, “Processo de divisão do mercurio”, “Novo processo de preparação de pomada mercurial”.&amp;lt;br/&amp;gt; - Firmino Tamandaré de Toledo Júnior: “Uro-prognostico da Grippe”.&amp;lt;br/&amp;gt; - Alfred Cownley Slater: “O aproveitamento das rochas pyrobetuminosas no Brasil”, “Como ampliar a industria chimica no Brasil”.&amp;lt;br/&amp;gt; - Antenor Machado: “Preparação do Oleo de chenopodio por via Synthetica”.&amp;lt;br/&amp;gt; - Orlando da Fonseca Rangel: “Em torno da dosagem e do mechanismo de acção dos mercurias no trtamento da syphilis”.&amp;lt;br/&amp;gt; - Octavio Eduardo de Britto Alvarenga: “A reforma do ensino e a classe pharmaceutica”, “Considerações em torno de um novo processo de pesquiza toxicologia dos mercuriaes”, “Questões que poderão ser suscitadas em uma pericia toxicologica”.&amp;lt;br/&amp;gt; - João Vicente de Souza Martins: “As extremas sensibilidades na physica, na chimica e na biologia”.&amp;lt;br/&amp;gt; - Manoel Octaviano Marcondes de Souza: “Nova therapeutica da ulcera de Baurú”.&amp;lt;br/&amp;gt; - Mário Salles Penteado: “O coco de Babassú e a falsificação da manteiga”.&amp;lt;br/&amp;gt; - Martinho B. Frontini: “A situação da industria metallurgica no Brsil”.&amp;lt;br/&amp;gt; - Francisco Mastrangioli: “Considerações em torno da pesquiza da albumina nas urinas turvas”, “Considerações sobre o processo Botelho para o diagnostico do Cancer”.&amp;lt;br/&amp;gt; - Pedro Cariani:&amp;amp;nbsp; “ Da Industria textil às suas Materias primas – technica e dependencia”.&amp;lt;br/&amp;gt; - Antonio Valente do Couto: “Aproveitamento Industrial das aguas do rio Tieté”.&amp;lt;br/&amp;gt; - Arlindo de Araujo Vianna: “Estabilisação e conservação da agua oxygenada”.&amp;lt;br/&amp;gt; - Jean Pepin Lehalleur: “O problema do azoto no Brasil”.&amp;lt;br/&amp;gt; - Jacques Arié: “Factores physico-chimicos da impermeabilidade do solo”.&amp;lt;br/&amp;gt; - João Penna Malhado: “Dosagem Hemoglobina”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A Sociedade de Farmácia e Química de São Paulo instituiu o Prêmio Pedro Baptista de Andrade, que era conferido anualmente ao melhor trabalho apresentado pelos associados, com o objetivo de incentivar os estudos das ciências farmacêuticas, químicas, biológicas e afins.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Havia ainda uma Comissão Fiscal, responsável pelas finanças, e uma Comissão de Redação, que tratava da publicação dos Anais. Posteriormente, foi criada uma quinta seção, de ciências naturais.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;De acordo com o relatório da Sociedade de Farmácia e Química de São Paulo, para o ano de 1926, embora o art. 1º dos Estatutos da Sociedade de Farmácia e Química de São Paulo determinassem a criação de um laboratório para experiências e análises químicas, e identificação de drogas e produtos químicos, este ainda não havia sido instalado.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O número de sócios titulares era limitado a sessenta, apesar de em 1926 eles serem apenas 47. Havia ainda membros honorários – os dois primeiros foram o farmacêutico Orlando da Fonseca Rangel e a cientista polonesa Marie Sklodowska Curie (1867-1934) – e membros correspondentes, que moravam fora de São Paulo. Entre os membros correspondentes estavam profissionais reconhecidos no campo da farmácia como, Paulo Seabra, Júlio Eduardo da Silva Araújo (da Associação Brasileira de Farmacêuticos), Isaac Werneck da Silva Santos (da Associação Brasileira de Farmacêuticos), João Vicente de Souza Martins (da Associação Brasileira de Farmacêuticos), Jean Pepin Lehalleur, Luiz Fernandes Ramôa (presidente do Laboratório Químico Farmacêutico Militar) e Émile Kohn-Abrest (autor de estudos sobre toxicologia).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O art.1º dos Estatutos da Sociedade dispunha a instalação de uma biblioteca, determinação esta que demorou a ser atendida tendo em vista a inexistência de uma sede definitiva. Em 6 de julho de 1925 Eduardo Aureo Vahia de Abreu, membro titular, propôs que cada associado contribuísse com um volume para a formação de uma biblioteca, e neste sentido foram oferecidas as seguintes obras: “Memorandum de Pharmacologia e Therapeutica” (José Benevenuto de Lima), “Technica de Analyse de Urina” (José Benevenuto de Lima), “Systematisação de dosagem ponderal” (Fernando Gross), “Especificações Technicas para acquisição e escolha das materias graxas, oleos e productos graxos usados nas industrias militares” (Arlindo de Araújo Vianna), “Développements récents des Institutions de Recherches Scientifiques et Industrielles à l´étranger et en France” (Jean Pepin Lehalleur), “Étude phographique des Explosifs antigrisouteux” (Jean Pepin Lehalleur),, “Emploi des réactifs organiques en analyse” (Jean Pepin Lehalleur), “Da Pharmacia, origem e evolução” (José Coriolano de Carvalho), “Guia pratico de analyse qualitativa mineral” ( Militino Cesário Rosa), “Lições de Chimica Analytica (Antenor Machado), e “Noticia sobre as plantas estabilisadas e novas formas galenicas” ( Octavio Pereira dos Anjos).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 22 de fevereiro de 1927, o estatuto passou por sua primeira grande modificação. A seção de deontologia e interesses profissionais foi extinta e as demais, renomeadas: farmacologia; química pura e aplicada; química industrial; e biologia aplicada e ciências naturais. O número de máximo de membros passou de sessenta para cem. Criou-se ainda a figura do sócio benemérito, título dado a quem contribuísse com o valor de cem anuidades.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A Sociedade de Farmácia e Química de São Paulo, existente até os dias atuais, manteve-se ao longo dos anos funcionando sob parâmetros semelhantes aos definidos na época de sua fundação. No Estatuto, em vigor a partir de 23/06/1953, as principais finalidades da associação seriam:&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“a. cuidar do desenvolvimento das ciências farmacêuticas, químicas, biológicas e afins, ativando seu estudo por meio de comunicações, conferências, seminários e cursos sobre assuntos a elas referentes; b. propugnar pelo levantamento intelectual, profissional e social das classes nela integradas; c. promover a união e harmonia dos seus associados, de modo a constituir um núcleo forte para a defesa de seus interesses morais e materiais; d. responder às consultas que, sobre assuntos a ela pertinentes, lhe forem dirigidos pelos seus associados, pelas autoridades constituídas, por quaisquer associações civis ou por particulares; e. ter um órgão oficial, no qual serão publicados os trabalhos apresentados à S.F.Q.S.P. e quais quer outros que interessem aos fins sociais; (....)”. (ESTATUTO, 1953, p. 39)&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Publicações oficiais&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Os estatutos da então Sociedade de Farmácia e Química de São Paulo previam a publicação de uma revista, e assim José Malhado Filho, um dos participantes da fundação daquela associação, renunciou aos direitos de manter a publicação de sua &#039;&#039;Revista Pharmaceutica&#039;&#039;, que já existia desde 1895, em favor da entidade. A &#039;&#039;Revista de Pharmacia e Chimica&#039;&#039;, então novo nome da revista de José Malhado Filho, tornou-se a primeira publicação da Sociedade. O órgão chegou a dez números, publicados entre agosto de 1924 e julho de 1925, mas sua tiragem reduzida inviabilizava a produção. Um ano depois, passou-se a editar um boletim mimeografado, somente para distribuição aos membros e a sociedades, revistas e jornais científicos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1924, a Sociedade de Farmácia e Química de São Paulo começou a publicar os &#039;&#039;Annaes da Sociedade de Pharmacia e Chimica de São Paulo&#039;&#039;. Após os dois primeiros volumes (1924-26 e 1927-28) a publicação foi suspensa, sendo retomada apenas em janeiro de 1953, sob o título &#039;&#039;Anais de Farmácia e Química de São Paulo.&#039;&#039; As modificações estatutárias de 1958 simplificaram-lhe o nome para &#039;&#039;Anais de Farmácia e Química&#039;&#039;, nome que mantém até hoje. A periodicidade da publicação foi sendo paulatinamente reduzida e nos dias de hoje ela é anual.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;-&amp;amp;nbsp; CADASTRO Geral de Titulares da Sociedade de Farmácia e Química de São Paulo. &#039;&#039;Anais de Farmácia e Química de São Paulo&#039;&#039;, São Paulo, v.7, n.1, p.32-44, jan. 1955.([[Fontes_de_informação#CCS-UFRJ|&amp;lt;u&amp;gt;CCS-UFRJ&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- ESTATUTO da Sociedade de Farmácia e Química de São Paulo.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Anais de Farmácia e Química de São Paulo&#039;&#039;, São Paulo, v.6, n.6, p.39-47, jun. 1953.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#CCS-UFRJ|&amp;lt;u&amp;gt;CCS-UFRJ&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- FONTOURA, Cândido. O 35&amp;lt;sup&amp;gt;o&amp;lt;/sup&amp;gt; aniversário da Sociedade de Farmácia e Química de São Paulo.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Anais de Farmácia e Química de São Paulo&#039;&#039;,São Paulo, v.11, n. 5-6, p. 97-100, mai./jun. 1960. ([[Fontes_de_informação#CCS-UFRJ|&amp;lt;u&amp;gt;CCS-UFRJ&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- GRANATO, Lourenço. Relatório apresentado pelo titular Dr. Lourenço Granato, Presidente em exercício da Sociedade de Pharmacia e Chimica de São Paulo em Assembléa Geral Ordinária realizada em Setembro de 1926.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Annaes da Sociedade de Pharmacia e Chimica de São Paulo&#039;&#039;,v. 1, p. 5-22, 1924,1925.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#CCS-UFRJ|&amp;lt;u&amp;gt;CCS-UFRJ&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- HELOU, J. H. Nota Biográfica. Cândido Fontoura pioneiro da Indústria Farmacêutica no Brasil.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Anais de Farmácia e Química&#039;&#039;,São Paulo, v. 26-28, p. III-VI, 1986-1988.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BABF|&amp;lt;u&amp;gt;BABF&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- HELOU, J. H. Sociedade de Farmácia e Química de São Paulo.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Anais de Farmácia e Química de São Paulo&#039;&#039;, São Paulo, v.18, n.1, p.131-146, 1978.&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#CCS-UFRJ|&amp;lt;u&amp;gt;CCS-UFRJ&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- LIBERALLI, Carlos H. História da fundação da Sociedade de Farmácia e Química de São Paulo.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Anais de Farmácia e Química de São Paulo&#039;&#039;, São Paulo, v. 10, n. 9-10, p. 144-149, set./out. 1959. ([[Fontes_de_informação#CCS-UFRJ|&amp;lt;u&amp;gt;CCS-UFRJ&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- MALHADO FILHO, J. Farmacêuticos de outros tempos.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Anais de Farmácia e Química&#039;&#039;, São Paulo, v.6, n.4, p.36-42, abr. 1953.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#CCS-UFRJ|&amp;lt;u&amp;gt;CCS-UFRJ&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- MOVIMENTO Associativo.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Laboratório Clínico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano V, n. 27, abr./mai. 1925. ([[Fontes_de_informação#BN|&amp;lt;u&amp;gt;BN&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- OLIVEIRA, Abel de. Instituições pharmaceuticas de todos os tempos.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;O Pharmaceutico Brasileiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano V, n. 18, jun. 1930.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BMANG|&amp;lt;u&amp;gt;BMANG&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- SANTOS FILHO, Lycurgo de Castro. &#039;&#039;&#039;História Geral da Medicina no Brasil&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;. São Paulo: HUCITEC / Edusp, 1991.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- SANTOS Filho, Lycurgo de Castro. Imprensa médica e associações científicas paulistas.&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Imprensa médica.&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;Lisboa, ano 23, p. 1-17, janeiro de 1959 (separata). ([[Fontes_de_informação#BMANG|&amp;lt;u&amp;gt;BMANG&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- SOCIEDADE de Pharmacia e Chimica de São Paulo.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Laboratório Clínico,&#039;&#039; Rio de Janeiro, ano VI, n. 35, set./out. 1926.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BN|&amp;lt;u&amp;gt;BN&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- SOCIEDADE de Pharmacia e Chimica de São Paulo.&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;União Pharmaceutica&#039;&#039;, São Paulo, ano IX, n. 101, p.398-399, out. 1924.&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BMANG|&amp;lt;u&amp;gt;BMANG&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
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= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
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&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa - Fabiano Dauwe, Rodrigo Borges Monteiro&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Redação - Fabiano Dauwe, Maria Rachel Fróes da Fonseca&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Revisão -&amp;amp;nbsp;Francisco José Chagas Madureira.&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Atualização -&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Forma de citação&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;{{SITENAME}}&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    [[Category:Verbetes]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Associações Profissionais e Sociedades Médicas]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ana.guedes</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=ASSOCIA%C3%87%C3%83O_BRASILEIRA_DE_FARMAC%C3%8AUTICOS&amp;diff=3868</id>
		<title>ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE FARMACÊUTICOS</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=ASSOCIA%C3%87%C3%83O_BRASILEIRA_DE_FARMAC%C3%8AUTICOS&amp;diff=3868"/>
		<updated>2026-07-27T13:01:38Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ana.guedes: &lt;/p&gt;
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&lt;div&gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Denominações:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font style=&amp;quot;font-size: 10pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;Associação Brasileira de Farmacêuticos (1916)&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font style=&amp;quot;font-size: 10pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;A Associação Brasileira de Farmacêuticos foi fundada em 20 de janeiro de 1916, no salão de conferências do Círculo Católico, na cidade do Rio de Janeiro, tendo à frente o farmacêutico Luiz Oswaldo de Carvalho. O objetivo principal da Associação era a defesa dos interesses da classe farmacêutica, alertando o profissional farmacêutico para o fato de que a aplicação das ciências físico-químicas à arte de curar, nivelava-o ao trabalho realizado pelos médicos.&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Histórico&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font style=&amp;quot;font-size: 10pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;A Associação Brasileira de Farmacêuticos (ABF) foi fundada em 20 de janeiro de 1916, no salão de conferências do Círculo Católico, no Rio de Janeiro, tendo à frente o farmacêutico Luiz Oswaldo de Carvalho. Naquela ocasião, Carvalho em seu discurso, definiu como objetivos principais da Associação a defesa dos interesses da classe farmacêutica, alertando o profissional farmacêutico para o fato de que a aplicação das ciências físico-químicas à arte de curar, nivelava-o ao trabalho realizado pelos médicos. Nesse sentido, propunha a criação de uma escola superior de farmácia, como pioneira no ensino técnico das ciências naturais, físicas e químicas, onde seriam instalados consultórios para atendimento aos pobres, sendo as receitas aviadas pelos estudantes, orientados pelos professores, e as drogas vendidas a preço de custo. Considerando esse ensino “a pedra de toque que há de operar o milagre do ressurgimento da profissão farmacêutica no Brasil”, Carvalho (&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;apud&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt; &amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;COSTA, 1982b, p.6) assinalou ainda a necessidade da criação de uma biblioteca e de laboratórios, nos quais pudessem ser dados cursos práticos de disciplinas afins; da promoção de conferências científico-técnicas; da organização de congressos farmacêuticos; da instalação na sede da Associação de local para exposição permanente de produtos químicos e farmacêuticos, drogas, utensílios e aparelhos referentes à farmácia moderna; e da implantação do montepio farmacêutico. Como sócios, incluiria os da classe de farmacêuticos, além das classes dos aspirantes a sócios, constituída pelos estudantes de farmácia, pelos práticos de farmácia, donos ou não de estabelecimentos farmacêuticos e por pessoas que fizessem parte de firmas de estabelecimentos farmacêuticos.&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font style=&amp;quot;font-size: 10pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;A elaboração de seus estatutos ficou a cargo da diretoria e de uma comissão formada por dez farmacêuticos: Luiz Oswaldo de Carvalho, José Benevenuto de Lima, Alfredo da Silva Moreira, José Coriolano de Carvalho, Virgílio Lucas, Francisco de Albuquerque, Octávio Alves Barroso, Manoel Gonçalves Paes Sobrinho, Reynaldo de Aragão e Álvaro Pinto de Souza Varges. De acordo com os estatutos aprovados na assembléia de 20 de fevereiro de 1916, a Associação seria ministrada pela Diretoria e Conselho Administrativo.&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font style=&amp;quot;font-size: 10pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;A sociedade foi inscrita no Registro Civil de Pessoas Jurídicas em 16 de novembro de 1916, e pelo decreto federal nº 4.704, de 21 de junho de 1923, foi declarada de utilidade pública.&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font style=&amp;quot;font-size: 10pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;Ainda durante o século XIX, foram criadas três associações da classe farmacêutica com objetivos semelhantes, ou seja, de regular o exercício da profissão, melhorar o ensino e promover a elaboração de um código farmacêutico brasileiro, até então inexistente. Foram elas a &amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;[[SOCIEDADE_FARMACÊUTICA_BRASILEIRA|&amp;lt;u&amp;gt;Sociedade Farmacêutica Brasileira&amp;lt;/u&amp;gt;]]&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;(1851), o &amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;[[INSTITUTO_FARMACÊUTICO_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Farmacêutico do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]]&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;(1858) e o Centro Farmacêutico Brasileiro (1893). Todas essas associações tiveram curta duração não conseguindo alcançar grande parte de seus objetivos.&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font style=&amp;quot;font-size: 10pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;Entre finais do século XIX e início do século XX, a profissão farmacêutica brasileira, sem uma agremiação que a representasse efetivamente, passava por uma crise agravada pela reforma do ensino superior, implantada pelo decreto n° 3.890 de 1º de janeiro de 1901, que reduzira o curso farmacêutico para dois anos, suprimindo algumas disciplinas do seu currículo. Foi nesse contexto que foi fundada a Associação Brasileira de Farmacêuticos, na cidade do Rio de Janeiro. Segundo Araújo (1979, p. 254), essa entidade teria surgido num momento de dispersão da classe farmacêutica, em que se sentiu a necessidade de harmonizar os seus “variados interesses: profissionais, científicos, culturais, deontológicos e pecuniários”.&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font style=&amp;quot;font-size: 10pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;Inicialmente, a Associação ficou instalada em caráter provisório na rua São José, nº120, transferindo-se para a rua da Quitanda, nº14, em abril de 1916. Em 1929, a secretaria e a biblioteca da Associação funcionavam em um andar alugado do prédio n° 187, na rua do Ouvidor, no centro da cidade. No entanto, desde 1923, já havia manifestações por parte de seus membros a favor de uma sede própria para a agremiação. Em 1926, a Diretoria da entidade encaminhou uma petição ao Conselho Municipal solicitando um terreno para construção de sua sede própria. Pelo decreto estadual nº 3.161, de 30 de outubro de 1926, o Prefeito Alaor Prata aprovou o projeto de lei que propunha a doação de uma área municipal de mil metros quadrados à Associação. A cessão desse terreno só foi concedida em 1930, na gestão do Prefeito Antônio Prado Júnior. No entanto, com a Revolução de 1930 os planos da agremiação não se concretizaram. Somente em 13 de janeiro de 1951 foi inaugurada a Casa da Farmácia do Brasil, na rua dos Andradas, nº 96, que, além de sede própria da Associação, tornou-se também sede das entidades farmacêuticas do então Distrito Federal: Federação das Associações de Farmacêuticos do Brasil, Academia Nacional de Farmácia, Associação dos Professores de Farmácia do Brasil e Sindicato dos Farmacêuticos do Rio de Janeiro. Representativa das principais entidades da classe farmacêutica do país, a Casa contava com salão de assembléias, sala da diretoria, secretaria, sala de estar, biblioteca e um museu de farmácia, considerado o primeiro da América do Sul (COSTA, 1982a).&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font style=&amp;quot;font-size: 10pt&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Diretorias:&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font style=&amp;quot;font-size: 10pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;1916-1919: Luiz Oswaldo de Carvalho (presidente) e Alfredo da Silva Moreira (vice-presidente).&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;3&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font style=&amp;quot;font-size: 13pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font style=&amp;quot;font-size: 10pt&amp;quot;&amp;gt;1920: Rodolpho Albino Dias da Silva (presidente) e Oscar Pereira França (vice-presidente). Conselho Científico de Farmácia (Alfredo da Silva Moreira, Alberto Francisco Giffoni e Oscar Filgueiras); de História Natural (Rodolpho Albino Dias da Silva, Júlio César Diogo e João Vicente de Souza Martins); de Física e Química (Luiz Oswaldo de Carvalho, Paulo Seabra e Francisco de Albuquerque), e de Biologia (Epitácio Timbauba da Silva; Affonso Gomes, substituído por Lauro Garcindo, e Francisco do Espírito Santo Paulo).&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font style=&amp;quot;font-size: 10pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;1921: Rodolpho Albino Dias da Silva (presidente) e Paulo Seabra (vice-presidente); Conselho Científico reeleito. 2ª Diretoria: Rodolpho Albino Dias da Silva (presidente) e Isaac Werneck dos Santos (vice-presidente). 3ª Diretoria: Júlio Eduardo da Silva Araújo (presidente) e Herculano Calmon de Siqueira (vice-presidente).&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font style=&amp;quot;font-size: 10pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;1922: Júlio Eduardo da Silva Araújo (presidente) e Herculano Calmon de Siqueira (vice-presidente).&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font style=&amp;quot;font-size: 10pt&amp;quot;&amp;gt;1923-1924: Júlio Eduardo da Silva Araújo (presidente) e Álvaro Pinto de Souza Varges (vice-presidente).&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;3&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font style=&amp;quot;font-size: 13pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font style=&amp;quot;font-size: 10pt&amp;quot;&amp;gt;1925-1926: João Vicente de Souza Martins (presidente) e José Coriolano de Carvalho e Silva (vice-presidente).&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;3&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font style=&amp;quot;font-size: 13pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font style=&amp;quot;font-size: 10pt&amp;quot;&amp;gt;1927-1928: Rodolpho Albino Dias da Silva (presidente) e Octávio Alves Barroso (vice-presidente).&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font style=&amp;quot;font-size: 10pt&amp;quot;&amp;gt;1929-1930: Paulo Seabra (presidente) e Virgílio Lucas (vice-presidente).&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;3&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font style=&amp;quot;font-size: 13pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font style=&amp;quot;font-size: 10pt&amp;quot;&amp;gt;1931-1932: &amp;lt;u&amp;gt;[[ARAÚJO, CARLOS BENJAMIN DA SILVA|Carlos Benjamin da Silva Araújo]]&amp;lt;/u&amp;gt; (presidente) e Álvaro Pinto de Souza Varges (vice-presidente). 2ª Diretoria: Álvaro Pinto de Souza Varges (presidente) e Oswaldo de Almeida Costa (vice-presidente).&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font style=&amp;quot;font-size: 10pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;Presidentes de honra: General Augusto César Diogo (1916-1922), Orlando da Fonseca Rangel (1922-1934).&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Estrutura e funcionamento&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;3&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font style=&amp;quot;font-size: 13pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font style=&amp;quot;font-size: 10pt&amp;quot;&amp;gt;De acordo com o artigo 40 dos seus estatutos, que estabelecia a realização de sessões científicas, no dia 29 de agosto de 1916 foi proferida a primeira palestra por Alfredo da Silva Moreira, intitulada “Excipientes pilulares”. Outras comunicações se seguiram a essa, como a de José Benevenuto de Lima, “Conta-gotas em Farmácia”, e a de Paulo Seabra, sobre os “Colóides”. Em Relatório datado de 27 de fevereiro de 1918, o presidente da Associação, Luiz Oswaldo de Carvalho, enfatizou a importância da freqüência dessas sessões científicas como incentivo aos estudos, o que arrancaria o “farmacêutico da rotina ancestral da manipulação cotidiana” (COSTA, 1966b, p.11). Propõe assim, a revisão dos estatutos aprovados em fevereiro de 1916, a partir da criação de quatro seções (farmácia, ciências físico-químicas, ciências biológicas e ciências histórico-naturais) “visando a distribuição dos trabalhos, de estímulo e de orientação recíprocas, como fórmula do mais eficiente método” (&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font style=&amp;quot;font-size: 10pt&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Id&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font style=&amp;quot;font-size: 10pt&amp;quot;&amp;gt;., p.12).&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font style=&amp;quot;font-size: 10pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;Ainda em 1916, durante o mês de outubro, a Associação resolveu publicar uma carta no jornal &amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;A Noite&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;, esclarecendo o fato de sua não adesão ao Congresso Médico Paulista a ser realizado em dezembro daquele ano. O motivo apresentado para sua não participação encontrava-se num dos objetivos daquele Congresso, relacionado à confecção de uma Farmacopéia Paulista, indo contra a proposta da agremiação de criar um código farmacêutico nacional e não regional.&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font style=&amp;quot;font-size: 10pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;Em 1925, almejando promover uma maior união entre os farmacêuticos de todo o país e contando com o auxílio do conjunto de profissionais, a Associação resolveu organizar o recenseamento farmacêutico em todo o território nacional. Esperava assim obter também o fortalecimento e a respeitabilidade de seus diplomas. (&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;O Pharmaceutico Brasileiro&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;, 1926)&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font style=&amp;quot;font-size: 10pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;Mais tarde, na tentativa de ampliar o seu quadro de sócios, a diretoria da entidade enviou a todos os farmacêuticos uma carta datada de 20 de fevereiro de 1929, e publicada no mês de abril pelo periódico &amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;O Pharmaceutico Brasileiro&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;, na qual eram enfatizadas as conquistas da classe até então&amp;amp;nbsp;alcançadas por seu intermédio. Dentre estas, destacavam-se a participação na elaboração de artigos do regulamento do Departamento Nacional de Saúde Pública que beneficiaram a profissão farmacêutica; a intervenção para a manutenção do quadro de farmacêuticos da Armada Nacional, que estivera ameaçado de extinção pela Missão Norte-Americana; a realização de sessões científicas com exposições de trabalhos que eram publicados em seu &#039;&#039;Boletim&#039;&#039;, e, principalmente, a oficialização do primeiro código farmacêutico brasileiro pelo decreto n° 17.509, de 4 de novembro de 1926, intitulado “Farmacopéia dos Estados Unidos do Brasil”, de autoria do farmacêutico militar Rodolpho Albino Dias da Silva. Além disso, a carta anunciava os serviços oferecidos aos sócios como biblioteca, onde podiam ser encontradas revistas profissionais nacionais e estrangeiras; e também a orientação aos sócios residentes no interior, fornecendo informações sobre fórmulas e demais assuntos científicos ou de interesse profissional. Apresentava as propostas de efetivação do aperfeiçoamento do ensino farmacêutico estabelecido pela reforma Rocha Vaz (aprovada pelo decreto n° 16.782-A , de 13/01/1925); a criação de uma legislação que uniformizasse o exercício farmacêutico e o aprimorasse; e a construção da Casa da Farmácia para sediar a entidade e servir como espaço para a realização de estudos especializados, constando de documentação e laboratório.&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font style=&amp;quot;font-size: 10pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;As principais realizações da Associação Brasileira de Farmacêuticos foram o patrocínio da primeira edição da “Farmacopéia Brasileira”, organizada por Rodolpho Albino Dias da Silva; a realização dos congressos brasileiros de Farmácia, realizados em setembro de 1922, no Rio de Janeiro, e em 1928, em São Paulo; a iniciativa para a criação do Conselho Federal e Regional de Farmácia, a partir de ideia inicial da Ordem dos Farmacêuticos; a colaboração com as autoridades sanitárias para a primeira legislação farmacêutica, com o decreto nº 20.377 de 8 de setembro de 1931; e a promoção de cursos, conferências e simpósios abertos a todos os farmacêuticos (associados ou não). Durante a gestão de Virgílio Lucas (1937-1938) foi criada a Academia Nacional de Farmácia, idealizada anteriormente por João Vicente de Souza Martins.&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Publicações oficiais&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font style=&amp;quot;font-size: 10pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;Inicialmente, o órgão da Associação ficou sendo a &amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Revista de Chimica e Physica&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;, que já circulava antes de sua criação, veiculando trabalhos sobre as ciências aplicadas a medicina, engenharia, agronomia, artes e indústria. Desde 1920, a Associação deu início à edição da &amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Revista Brasileira de Farmácia&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;, órgão científico da classe. O &amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Boletim da Associação&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt; &amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Brasileira de Farmacêuticos&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;, instituído durante a primeira gestão de Rodolpho Albino Dias da Silva (1920-1921), que foi o seu primeiro redator-chefe,tinha por fim reproduzir os trabalhos apresentados nas sessões quinzenais e publicar os títulos dos assuntos tratados nas revistas recebidas pela biblioteca.&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
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&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font style=&amp;quot;font-size: 10pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;- ARAÚJO, Carlos Benjamin da Silva. Orlando Rangel e a Associação Brasileira de Farmacêuticos. In: &amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Fatos e Personagens da História da Medicina e da Farmácia no Brasil&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;. Rio de Janeiro: Revista Continente Editorial Ltda., v.2, 1979, p. 253-259. (&amp;lt;/font&amp;gt;[[Fontes_de_informação#BN|&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;u&amp;gt;BN&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;]]&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;)&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&lt;br /&gt;
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= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
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= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Forma de citação&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
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&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;{{SITENAME}}&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    [[Category:Verbetes]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Associações Profissionais e Sociedades Médicas]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ana.guedes</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=SOCIEDADE_BRASILEIRA_DE_CI%C3%8ANCIAS&amp;diff=3867</id>
		<title>SOCIEDADE BRASILEIRA DE CIÊNCIAS</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=SOCIEDADE_BRASILEIRA_DE_CI%C3%8ANCIAS&amp;diff=3867"/>
		<updated>2026-07-27T12:47:04Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ana.guedes: /* Histórico */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
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&#039;&#039;&#039;Denominações:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;Sociedade Brasileira de Ciências (1916); [[ACADEMIA_BRASILEIRA_DE_CIÊNCIAS|Academia Brasileira de Ciências]] (1921)&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Resumo:&#039;&#039;&#039; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A Sociedade Brasileira de Ciências foi fundada em 3 de maio de 1916, passando a ter a denominação de Academia Brasileira de Ciências à partir de 1921. Foi criada por professores da Escola Politécnica do Rio de Janeiro, sendo essa a sua primeira sede, situada no Largo de São Francisco de Paula. Professores e pesquisadores de diversas instituições lá se reuniam visando o desenvolvimento e a divulgação das atividades científicas em um ambiente de renovação das ciências no Brasil. Seu primeiro presidente foi Henrique Charles Morize (1860-1930).&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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= Histórico =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A cerimônia de fundação da Sociedade Brasileira de Ciências&amp;amp;nbsp;deu-se no dia 3 de maio de 1916, no salão nobre da Escola Politécnica do Rio de Janeiro, no Largo de São Francisco de Paula. A iniciativa de sua criação teria partido de alguns dos professores dessa Escola, onde ficou inicialmente instalada. Neste local, reuniam-se periodicamente esses professores, assim como pesquisadores do Observatório Nacional, do [[MUSEU_NACIONAL|&amp;lt;u&amp;gt;Museu Nacional&amp;lt;/u&amp;gt;]] e do [[INSTITUTO_OSWALDO_CRUZ|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Oswaldo Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]], recebendo adesão também do Serviço Geológico e Mineralógico do Brasil.&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Segundo relato de Arthur Alexandre Moses (Apud ACADEMIA, 1966), a origem da associação deu-se  em 1916, quando numa banca de exames da cadeira de mineralogia da Escola Politécnica do Rio de Janeiro, os professores Henrique Charles Morize, Antônio Ennes de Souza e Everardo Adolpho Backheuser apresentaram a idéia da  constituição de uma entidade, que promovesse o debate sobre temas científicos.&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A história da fundação da Sociedade não é muito clara quanto à definição de seus fundadores. Embora apenas 15 nomes tenham assinado a ata de fundação e 25 cientistas tenham formado o seu núcleo inicial, existem referências que apontam 38 participantes. A maioria deles eram médicos ou engenheiros: Adalberto Menezes de Oliveira, Alberto Betim Paes Leme, Alberto Childe, Alfredo Lisboa, Alix Corrêa de Lemos, Allypio de Miranda Ribeiro, Allyrio Hugueney de Mattos, André Gustavo Paulo de Frontin, Ângelo Moreira da Costa Lima, Antônio Ennes de Souza, Arthur Alexandre Moses, Bruno Alvares da Silva Lobo, Carlos Ernesto Julius Lohmann, Daniel Henninger, Domingos Fernandes da Costa, Edgard Roquette-Pinto, Euzébio Paulo de Oliveira, Everardo Adolpho Backheuser, Francisco Xavier de Oliveira Menezes, Guilherme Florence, Henrique Beaurepaire Rohan Aragão, Henrique Charles Morize, Ignacio Manoel Azevedo do Amaral, Johan Albert Constantin Löfgren, Joaquim Cândido da Costa Senna, John Casper Branner, Juliano Moreira, Júlio Cezar Diogo, Lélio Itapuambyra Gama, Licínio Athanásio Cardoso, Luiz de Carvalho e Mello, Luiz Gonzaga de Campos, Manoel Bonfim, Manuel Amoroso Costa, Mario Rodrigues de Souza, Oswaldo Gonçalves Cruz, Sebastião Sodré da Gama, e Theophilus Henry Lee.&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Segundo Jerônimo Alves (2001), a Sociedade havia sido criada num ambiente de renovação no campo das ciências no mundo europeu, principalmente na França, quando circulavam a “teoria da relatividade” e a “filosofia de Poincaré”, em detrimento da física de Newton e do positivismo de Auguste Comte. A Sociedade, então, surgiu em meio a uma discussão entre a chamada “ciência pura”, da qual ela tomou parte, e a “ciência utilitária”, esta muito criticada por ela e sofrendo, inicialmente, até mesmo restrições em seu estatuto. Antes da existência da Sociedade Brasileira de Ciências aqueles defensores da “ciência pela ciência”, ou seja, da ciência desinteressada, encontravam-se dispersos nas escolas profissionais. A  sua criação possibilitou a reunião dos que reivindicavam melhores condições para o exercício da ciência pura, revitalizando a atividade científica no Brasil, a partir do incentivo a trabalhos científicos originais, baseados na dedução lógica à partir da experimentação e observação empírica. Apresentava-se, assim, como um espaço receptivo àquelas novas teorias que surgiam Tais objetivos e procedimentos apareciam em seus estatutos publicados em 1917: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Segundo relato de Arthur Alexandre Moses (Apud ACADEMIA, 1966), a origem da associação deu-se  em 1916, quando numa banca de exames da cadeira de mineralogia da Escola Politécnica do Rio de Janeiro, os professores Henrique Charles Morize, Antônio Ennes de Souza e Everardo Adolpho Backheuser apresentaram a idéia da  constituição de uma entidade, que promovesse o debate sobre temas científicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A história da fundação da Sociedade não é muito clara quanto à definição de seus fundadores. Embora apenas 15 nomes tenham assinado a ata de fundação e 25 cientistas tenham formado o seu núcleo inicial, existem referências que apontam 38 participantes. A maioria deles eram médicos ou engenheiros: Adalberto Menezes de Oliveira, Alberto Betim Paes Leme, Alberto Childe, Alfredo Lisboa, Alix Corrêa de Lemos, Allypio de Miranda Ribeiro, Allyrio Hugueney de Mattos, André Gustavo Paulo de Frontin, Ângelo Moreira da Costa Lima, Antônio Ennes de Souza, Arthur Alexandre Moses, Bruno Alvares da Silva Lobo, Carlos Ernesto Julius Lohmann, Daniel Henninger, Domingos Fernandes da Costa, Edgard Roquette-Pinto, Euzébio Paulo de Oliveira, Everardo Adolpho Backheuser, Francisco Xavier de Oliveira Menezes, Guilherme Florence, Henrique Beaurepaire Rohan Aragão, Henrique Charles Morize, Ignacio Manoel Azevedo do Amaral, Johan Albert Constantin Löfgren, Joaquim Cândido da Costa Senna, John Casper Branner, Juliano Moreira, Júlio Cezar Diogo, Lélio Itapuambyra Gama, Licínio Athanásio Cardoso, Luiz de Carvalho e Mello, Luiz Gonzaga de Campos, Manoel Bonfim, Manuel Amoroso Costa, Mario Rodrigues de Souza, Oswaldo Gonçalves Cruz, Sebastião Sodré da Gama, e Theophilus Henry Lee.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Segundo Jerônimo Alves (2001), a Sociedade havia sido criada num ambiente de renovação no campo das ciências no mundo europeu, principalmente na França, quando circulavam a “teoria da relatividade” e a “filosofia de Poincaré”, em detrimento da física de Newton e do positivismo de Auguste Comte. A Sociedade, então, surgiu em meio a uma discussão entre a chamada “ciência pura”, da qual ela tomou parte, e a “ciência utilitária”, esta muito criticada por ela e sofrendo, inicialmente, até mesmo restrições em seu estatuto. Antes da existência da Sociedade Brasileira de Ciências aqueles defensores da “ciência pela ciência”, ou seja, da ciência desinteressada, encontravam-se dispersos nas escolas profissionais. A  sua criação possibilitou a reunião dos que reivindicavam melhores condições para o exercício da ciência pura, revitalizando a atividade científica no Brasil, a partir do incentivo a trabalhos científicos originais, baseados na dedução lógica à partir da experimentação e observação empírica. Apresentava-se, assim, como um espaço receptivo àquelas novas teorias que surgiam Tais objetivos e procedimentos apareciam em seus estatutos publicados em 1917:&lt;br /&gt;
“A Sociedade Brasileira de Ciências, fundada no Rio de Janeiro aos 3 de maio de 1916, tem por fim concorrer para o desenvolvimento das ciências e suas aplicações que não tiverem caráter industrial ou comercial” (art.1º). &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“A Sociedade Brasileira de Ciências, fundada no Rio de Janeiro aos 3 de maio de 1916, tem por fim concorrer para o desenvolvimento das ciências e suas aplicações que não tiverem caráter industrial ou comercial” (art.1º).&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O objetivo de promover a “ciência pura e desinteressada” foi uma característica marcante em toda a primeira fase da Sociedade. Ao mesmo tempo em que vinculavam sua prática científica a um ideal que diziam ser maior que o simples utilitarismo, os associados consideravam que os fins utilitários promovidos pela ciência é que mobilizavam a sociedade em geral a valorizar a atividade científica. Neste sentido, eram expressivos os discursos proferidos pelo seu primeiro presidente, o astrônomo formado pela Escola Politécnica do Rio de Janeiro, Henrique Charles Morize. Ressaltava que a demanda material e a prestação de serviços não eram desconsideradas, embora não devessem determinar toda a atividade científica. Ao mesmo tempo, enfatizava que grandes conquistas da humanidade só teriam sido possíveis com a concorrência da chamada “ciência pura”, embora suas aplicações, em geral, não tivessem sido imediatas nem previsíveis (ALVES, 2001).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Assim, pode-se dizer que foi veiculada a idéia entre os seus associados, que não havia nem deveria haver distinção clara entre as duas formas de ciência, pura e aplicada, sendo ambas contempladas entre suas atividades. Isso ficava demonstrado pelos temas dos seus trabalhos publicados, como por exemplo, sobre a existência de petróleo, com relevância econômica bem explícita, ou sobre dermatologia clínica, bem alusivo a uma prestação de serviços.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;De um modo geral, os seus associados eram críticos das ciências naturais e de seus métodos, e propunham uma ciência mais experimental e inovadora. A associação apresentava-se assim, como um espaço receptivo às novas teorias que surgiam, como a teoria da relatividade de Albert Einstein e a fisiologia experimental, que geralmente encontravam resistência por parte das instituições afins existentes há mais tempo (ALVES, 2001). Inclusive, um fato marcante do início de sua história, foi a visita do autor da teoria da relatividade, Albert Einstein, em 1925, que teve grande repercussão, não só entre a comunidade científica, mas em toda a sociedade brasileira. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No campo da fisiologia experimental, destacaram-se as atividades dos irmãos &amp;lt;u&amp;gt;[[ALMEIDA, ÁLVARO OZORIO DE|Álvaro Ozorio de Almeida]]&amp;lt;/u&amp;gt; e &amp;lt;u&amp;gt;[[ALMEIDA, MIGUEL OZORIO DE|Miguel Ozorio de Almeida]]&amp;lt;/u&amp;gt;, professores da &amp;lt;u&amp;gt;[[FACULDADE DE MEDICINA DO RIO DE JANEIRO|Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro]]&amp;lt;/u&amp;gt; e da &amp;lt;u&amp;gt;[[ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA E VETERINÁRIA|Escola Superior de Agricultura e Medicina Veterinária (RJ)]]&amp;lt;/u&amp;gt;, respectivamente. Álvaro Ozorio chegou a montar em sua residência um laboratório de fisiologia, onde desenvolviam seus estudos, que funcionou até o ano de 1927, quando foi instalado no &amp;lt;u&amp;gt;[[INSTITUTO OSWALDO CRUZ|Instituto Oswaldo Cruz]]&amp;lt;/u&amp;gt; um laboratório no ramo, sendo dirigido pelo seu irmão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Paulinyi (1981) dividiu a história da associação em 3 períodos: o primeiro, de 1916 a 1929, como um período de intensa atividade visando o desenvolvimento da ciência no Brasil; o segundo, de 1929 a 1965, como um período de consolidação da associação, quando ela buscou sua viabilidade financeira, renovação, o crescimento controlado de seu quadro, a aquisição de sede própria; e, o terceiro, de 1965 até 1981, marcado por uma busca de redefinição e diversificação de suas funções.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em sessão de 16 de dezembro 1921, por sugestão de seu sócio &amp;lt;u&amp;gt;[[PEIXOTO, JÚLIO AFRÂNIO|Júlio Afrânio Peixoto]]&amp;lt;/u&amp;gt;, a Sociedade Brasileira de Ciências passou a denominar-se Academia Brasileira de Ciências. Para vencer a resistência dos tradicionalistas da associação, Peixoto argumentava que, se o nome não fosse trocado, surgiria outro grupo de cientistas com a denominação de Academia e a Sociedade ficaria marginalizada.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1922, com o encerramento da Exposição do Centenário da Independência do Brasil, a Academia recebe o terreno e o prédio utilizado como pavilhão da Tchecoslováquia na Exposição, onde foi estabelecida a sede da Sociedade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Alguns anos depois, em 1928, em função de projeto de reurbanização da cidade, o prédio foi demolido, sem qualquer compensação financeira à Academia e, apesar de repetidas promessas, nenhuma instalação correspondente foi obtida. Ficando sem sede própria, os Acadêmicos passaram a reunir-se em diferentes locais, como o Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, o Ministério do Trabalho (durante o Estado Novo), a Fundação Getúlio Vargas, o prédio de propriedade do Estado de São Paulo, cedido pelo governo Jânio Quadros (1955-1959), e, finalmente, no Laboratório de Análises Clínicas do Acadêmico Artur Moses.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Estrutura e funcionamento=&lt;br /&gt;
De acordo com seus estatutos publicados em 1917, a Sociedade inspirava-se no modelo da Academia Francesa. Inicialmente a associação ficou constituída por três &lt;br /&gt;
[[Category:Verbetes]]&lt;br /&gt;
s&lt;br /&gt;
[[Category:Biografias]]&lt;br /&gt;
eções: Ciências Matemáticas, Ciências Físico-Químicas e Ciências Biológicas, sendo que cada uma delas deveria ter entre 20 e 40 membros, de modo que seu número total de membros efetivos ficasse restrito a 100. A Seção de Ciências Biológicas era a mais numerosa, pois contava com 39 sócios, enquanto a de Ciências Físico-Químicas contava com 24, e a de Ciências Matemáticas com 15. Mesmo em 1930, a diferença ainda era observada, com a seção de Ciências Biológicas possuindo 39 membros, a de Ciências Físico-Químicas, 30, e a de Ciências Matemáticas, 17, em um total de 86 membros titulares. Cada uma dessas seções tinha um presidente e um secretário que nos seus primeiros anos de funcionamento eram respectivamente: Licínio Athanásio Cardoso e Manuel Amoroso Costa para a Seção de Ciências Matemáticas; Antônio Ennes de Souza e Mário Saraiva, para a Seção de Ciências Físico-Químicas; Allypio de Miranda Ribeiro e Henrique Beaurepaire Rohan Aragão, para a Seção de Ciências Biológicas.&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ainda de acordo com os primeiros estatutos da Sociedade, para cumprir suas finalidades, deveria realizar sessões plenárias, ordinárias, duas vezes por mês, ocupando-se da matéria que estava na ordem do dia; auxiliar as investigações científicas a que se dedicavam seus membros; promover a organização de cursos e conferências com fins de divulgação científica ou de especialização; publicar uma revista com os trabalhos, cuja seleção fosse determinada em sessão plena, e com os resumos das atas aprovadas; criar prêmios para recompensar os trabalhos científicos. Além disso, qualquer sócio poderia pedir a inclusão de um assunto científico na ordem do dia da seção a que pertencia, só podendo ser levados à sessão plena aqueles cuja apresentação fosse aprovada nas respectivas seções (art.36).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A Sociedade teria 3 categorias de sócios: sócios beneméritos, sócios honorários e sócios efetivos. Os sócios beneméritos seriam aqueles que tivessem prestado à Sociedade serviços relevantes; os sócios honorários os estrangeiros de notável merecimento, que não tivessem residência no país; e os sócios efetivos os que assinaram este estatuto e os eleitos (art.14).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Além dessas categorias, haveria também a de associados, que eram classificados de assistentes, no caso de residirem no Rio de Janeiro, ou de correspondentes, em caso contrário (art.31). Em 1930, a Academia constava de 19 associados correspondentes, distribuídos pelos seguintes países: França (11); Alemanha (4); Inglaterra (1); Tchecoslováquia (1); Argentina (1), e Chile (1). Entre esses associados, destacaram-se: George Dumas, Robert Ross, Henri Abraham, Carlos Porter, Albert Einstein, Paul Janet, Émile Marchoux. Nesse mesmo ano, possuía um único sócio benemérito, André Gustavo Paulo de Frontin, que foi a primeira pessoa que colaborou com os seus fundadores, para que ela pudesse realizar suas reuniões, já que ele era o diretor da Escola Politécnica do Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Por reunir os cientistas de gabarito do país, os fundadores da associação pensaram que se poderia fixar, devido ao prestígio de que os membros desfrutavam, uma anuidade elevada, impossibilitando o seu pagamento. Mesmo depois de terem baixado a contribuição, a arrecadação das anuidades não era satisfatória. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Nesta época inicial, as diversas seções da Sociedade reuniam-se em sessões separadas. Na realidade, só os biólogos se reuniam com regularidade para apresentar seus trabalhos. Como nas sessões nunca havia quórum, resolveu-se, então, que as reuniões seriam plenárias. Esta medida permitiu maior entendimento entre os diversos especialistas. Nesta ocasião, o professor Adolpho Lutz era um dos maiores incentivadores das reuniões.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Até 1930, a instituição desempenhou papel importante, relacionado às influências exercidas na fundação de outras associações, tais como a Sociedade Brasileira de Química, que teve origem a partir do I Congresso de Química, realizado com seu apoio em 1922; e a Associação Brasileira de Educação – ABE, cuja iniciativa partiu de vários de seus membros  em 1924. Posteriormente, também teve participação na criação da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência – SBPC, em 1948, e no Conselho Nacional de Pesquisas – CNPq, atual Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq, em 1951. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Sedes da associação&#039;&#039;&#039;:    &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Quanto à sua sede, a história da Academia no início é marcada por inúmeras transferências de lugar. Após a Exposição Comemorativa do Centenário da Independência em 1922, os governos do Brasil e da então Tchecoslováquia doaram à Academia Brasileira de Ciências o terreno e o pavilhão construído para sediar este último país na Exposição, localizado na Avenida das Nações, na região do centro da cidade, conhecida como Castelo. Sendo assim, a Academia passava a ter sua primeira sede própria, em 1923, tendo funcionado até esta data no Largo de São Francisco de Paula.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A Academia permaneceu na Avenida das Nações por algum tempo, até que a Prefeitura visando urbanizar aquela área do Castelo, desapropriou e demoliu o prédio sem qualquer indenização para a instituição. Arthur Moses conta que houve um período em que os acadêmicos se reuniam no Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro e que durante o Estado Novo (1937-1945) conseguiram, com o então Ministro do Trabalho Carneiro Filipe, algumas salas no prédio novo de seu Ministério. Mas, logo implicaram com o fato de uma entidade particular funcionar em um prédio do Governo, sendo logo em seguida despejados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em outra oportunidade, a Academia esteve alojada na rua 13 de Maio, nas dependências da Fundação Getúlio Vargas. Durante três anos, a Academia também se reuniu em um prédio de propriedade do Estado de São Paulo, cedido pelo seu governador Jânio Quadros (1955-1959).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Entretanto, nos 45 anos que a entidade “não tinha pouso”, havia, informalmente, um local certo para a reunião de seus membros: o laboratório de análises clínicas de Arthur Alexandre Moses.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Este foi considerado, pelos próprios acadêmicos, o ponto de referência da Academia durante aqueles 45 anos, pois, segundo as palavras do próprio Moses (1966), “era ali que se recebiam os amigos da Academia, que se discutiam os problemas e muitas reuniões científicas eram realizadas”. E neste período que a Academia não tinha sede fixa, a biblioteca, com milhares de volumes, esteve por muito tempo localizada em um quarto da Rua Marquês de Abrantes, sob os cuidados do professor Matias Roxo.      &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Somente em 1959, durante a gestão de Arthur Alexandre Moses, foram conseguidos os recursos através de doações da União, do Conselho Nacional de Pesquisa- CNPq e da Comissão Nacional de Energia Nuclear, para a compra de um andar inteiro de um prédio localizado na Esplanada do Castelo, à rua Araújo Porto Alegre. A partir de 1960, a Academia ficou instalada neste local, onde permaneceu até os dias de hoje. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Publicações oficiais=&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Durante boa parte da história da associação, o grande problema foi a publicação de seu periódico, pois não havia recursos para a sua impressão. Contudo, segundo Arthur Alexandre Moses, a revista foi o elemento aglutinador que manteve a vida da sociedade nos períodos de crise. Desde os primeiros tempos, era reclamada a falta de regularidade da publicação. Os poucos recursos fizeram com que numerosos associados preferissem não levar à Sociedade os resultados de seus trabalhos e a publicá-los em revistas já credenciadas.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;Enquanto ainda era Sociedade, foram publicados três números da &amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Revista da Sociedade Brasileira de Sciencias&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;em 1917, 1918 e 1919. O objetivo deste periódico era divulgar a noção da importância da ciência como fator da prosperidade nacional, e para isto a revista iria servir não só como fonte de divulgação dos trabalhos da Sociedade, como também das pessoas estranhas à associação, desde que fossem discutidos em sessão. O sumário referente a cada seção subdividia-se em: conferências e discursos; trabalhos; resumo das Atas das Sessões Ordinárias; notas e informações. Nos primeiros anos, a Seção de Ciências Biológicas ocupou um espaço maior na revista, apresentando um número maior de trabalhos. Estes números tiveram financiamento por parte dos Ministérios, até que esta colaboração governamental cessou, levando a revista a desaparecer.&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;Nos anos seguintes, um entendimento entre Henrique Charles Morize e a livraria Briguiet, permitiu sua reedição, sob o nome de &amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Revista de Sciencias&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;, que circulou de 1920 a 1922. Nesta ocasião, um grupo mais novo da associação, não concordando com o título da revista, fez com que mais uma vez entrasse em colapso a sua publicação. O motivo da discórdia talvez fosse devido à forma de apresentação dos trabalhos dos seus associados ao lado de outros assinados por “arrivistas das ciências”.&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;Entre 1923 e 1925, a publicação do periódico da Academia ficou suspensa, retornando em 1926 com o nome de &amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Ciências&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;. O número 2, que circulou com a data de janeiro de 1928, continha apenas o resumo das atas das sessões realizadas em 1926, verificando-se nova interrupção até 1929. Foi então que um grupo de acadêmicos se reuniu no laboratório de Arthur Alexandre Moses, e decidiu manter viva a Academia, recuperando a revista, publicando-a regularmente, de forma trimestral, com o nome de &amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Anais da Academia Brasileira de Ciências&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;, que passou a circular a partir de março de 1929.&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;Estendendo a novas associações científicas o serviço de permuta, em 1930 os &amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Anais&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt; &amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;da Academia Brasileira de Ciências&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;passaram a ser remetidos às instituições, bibliotecas e associações científicas nacionais (43); instituições e bibliotecas dos Estados Unidos (30), e dos demais países do continente americano (29); instituições científicas européias (82); instituições científicas da Ásia (8); da África (3); e da Oceania (1). Além disso, os &amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Anais&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;eram remetidos a todos os membros titulares e correspondentes.&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Fontes=&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- ACADEMIA BRASILEIRA DE CIÊNCIAS. &amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;In: UNESCO. &amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Instituciones científicas y científicos latinoamericanos&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;. Brasil-Montevideo: Centro de Cooperación para América Latina: OEA, 1963. v.1 (instituciones) p.1-2. (&amp;lt;/font&amp;gt;[[Fontes_de_informação#ABC|&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;u&amp;gt;ABC&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;]]&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;)&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- ACADEMIA Brasileira de Ciências: Catálogo dos Acadêmicos. Rio de Janeiro: 1994. ([[Fontes_de_informação#ABC|&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;u&amp;gt;ABC&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;]]&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;)&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- ACADEMIA Brasileira de Ciências: do sonho à realidade em 50 anos. &amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;O Médico Moderno&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;. Rio de Janeiro, julho de 1966. (&amp;lt;/font&amp;gt;[[Fontes_de_informação#ABC|&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;u&amp;gt;ABC&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;]]&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;)&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- ACADEMIA BRASILEIRA DE CIÊNCIAS. &amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;História&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;. Capturado em 1º abr. 2020. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000ff&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;u&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;http://www.abc.org.br/a-instituicao/memoria/historia/&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- ACADEMIA Brasileira de Ciências: origem e perspectivas. Rio de Janeiro: ABC, 2001. ([[Fontes_de_informação#ABC|&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;u&amp;gt;ABC&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;]]&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;)&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- ALVES, Jeronimo O Movimento pela Ciência Pura e a Academia Brasileira de Ciências. &amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Quipu: Revista Latinoamericana de Historia de las Ciencias y la Tecnología&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;, México, v.8, n.1. 1991. Capturado em 1º abr. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:100%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000ff&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;u&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;http://www.revistaquipu.com/Sub1/D3A8TIA/28201315/8-1-8006m.pdf&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- ALVES, José Jerônimo de Alencar. As Ciências na Academia e as Expectativas de Progresso e Modernização: Brasil 1916-1929. In: DANTES, Maria Amélia M. (Org.). &amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Espaços da Ciência no Brasil: 1800-1930&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2001. p.185-202. (&amp;lt;/font&amp;gt;[[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;]]&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;)&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- DISCURSO proferido pelo Presidente H. Morize, na Sessão Plena de 15 de junho de 1917. &amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Revista da Sociedade Brasileira de Sciencias,&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;Rio de Janeiro, n.1, p.3-10, 1917. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;Capturado em 5 ago. 2020. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000ff&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;u&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;http://memoria.bn.br/docreader/372986/5&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- ESTATUTOS da Sociedade Brasileira de Ciências. Sede Social: Edifício da Escola Politécnica do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Typ. Lith. Pimenta de Mello e Cia, 1917 ([[Fontes_de_informação#IHGB|&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;u&amp;gt;IHGB&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;]]&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;)&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
- PAIM, Antônio. &#039;&#039;&#039;Por uma universidade no Rio de Janeiro.&#039;&#039;&#039; In: SCHWARTZNAN, Simon. Universidades e Instituições Científicas no Rio de Janeiro. Brasília: CNPq, 1928, p. 17-95. (&amp;lt;u&amp;gt;[[Fontes de informação#BCOC|BCOC]]&amp;lt;/u&amp;gt;)&lt;br /&gt;
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&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
- PAULINYI, Erno J. &#039;&#039;&#039;Esboço Histórico da Academia Brasileira de Ciências&#039;&#039;&#039;. Brasília: CNPq, 1981. (&amp;lt;u&amp;gt;[[Fontes de informação#BN|BN]]&amp;lt;/u&amp;gt;)&lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- SÁ, Dominichi Miranda de. &amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;A ciência como profissão: médicos, bacharéis e cientistas no Brasil (1895-1935).&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;Rio de Janeiro: Editora FIOCRUZ, 2006. pp. 143-181. Capturado em 4 ago. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;/font&amp;gt; &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000ff&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;u&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;http://books.scielo.org/id/v93yh&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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=Ficha técnica=&lt;br /&gt;
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&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa - Luis Eduardo Lethier de Mello.&amp;lt;/font&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;Redação - Luis Eduardo Lethier de Mello; Verônica Pimenta Velloso.&amp;lt;/font&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font color=&amp;quot;#000000&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Forma de citação&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;{{SITENAME}}&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    [[Category:Verbetes]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Associações Profissionais e Sociedades Médicas]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ana.guedes</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=ALMEIDA,_ANT%C3%94NIO_CAETANO_DE&amp;diff=3866</id>
		<title>ALMEIDA, ANTÔNIO CAETANO DE</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=ALMEIDA,_ANT%C3%94NIO_CAETANO_DE&amp;diff=3866"/>
		<updated>2026-07-27T12:41:19Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ana.guedes: /* Fontes */&lt;/p&gt;
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&lt;div&gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Antônio Caetano de Almeida nasceu, em 1842, na cidade do Rio de Janeiro e faleceu em março de 1889 na mesma cidade. Foi opositor de ciências cirúrgicas em 1872, e lente catedrático de histologia, em 1886, da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Dados pessoais&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Antônio Caetano de Almeida nasceu, em 1842, na cidade do Rio de Janeiro, e era filho de José Antonio de Almeida e de Izabel Maria de Almeida.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Faleceu em março de 1889, na cidade do Rio de Janeiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Trajetória profissional&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Antônio Caetano de Almeida formou-se como bacharel em letras, no Imperial Collegio de Pedro II, no Rio de Janeiro, e doutorou-se em medicina pela [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]] (1866), apresentando a dissertação intitulada “Tenotomia”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Na [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]] prestou concurso para os dois lugares vagos de opositor da seção de ciências cirúrgicas, no qual apresentou o estudo “Da amputação em geral”. Foi aprovado, e nomeado opositor por decreto de 29 de maio de 1872. &amp;amp;nbsp;Nesta sua tese de concurso, Antônio Caetano de Almeida tratou da amputação em geral a partir de sua experiência e prática diária como 1º cirurgião no Hospital Militar Provisório de Andaraí, considerando:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“A gravidade que resulta das grandes operações cirúrgicas, as críticas circunstanciais em que ficam colocados os doentes que têm sofrido amputações de membros, já em conseqüência da violência da própria operação e dos sérios acidentes que lhes podem sobrevir; já em relação à sensível perda de um órgão que muitas vezes lhes garantia os meios de subsistência, devem atuar poderosamente no espírito do cirurgião, quando na prática houver de decidir-se por tão grave iniciativa (....)”. (ALMEIDA, 1872. Apud GOMES, 2006, p.319) &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1878 assumiu como lente substituto a cadeira de patologia cirúrgica, tendo em vista o afastamento, por licença de saúde, de Antônio Ferreira França. Em março de 1879 integrou a comissão das teses do ano, juntamente com Cláudio Velho da Motta Maia e João Baptista Kossuth Vinelli. No ano de 1882 foi professor da cadeira de anatomia topográfica, medicina operatória, aparelhos e pequena cirurgia, e em 1886, foi nomeado pelo decreto de 31 de julho, lente catedrático de histologia teórica e prática da mesma instituição.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Na “Memoria Historica dos Acontecimentos notaveis no anno lectivo de 1875”, redigida por Ezequiel Corrêa dos Santos Filho, médico e professor da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], foi reproduzido um relato de Antonio Caetano de Almeida sobre o ensino na cadeira de anatomia descritiva, sob sua responsabilidade, naquele ano:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Tendo a honra de reger, durante o anno lectivo de 1875, a cadeira de anatomia descriptiva nos frequentes e repetidos impedimentos do ilustrado e provecto professor cathedratico, hoje jubilado, procurei cingir-me restrictamente ao methodo e programma por ele adoptados, envidando todos os esforços para imital-o também em sua linguagem, tão scientifica e minuciosamente descriptiva: assim, iniciando o cruso pelas generalidades e prolegômenos da sciencia, ocupei-me sucessivamente de osteologia, arthrologia, aponevrologia, myologia, spianchnologia; fiz o estudo descriptivo dos órgãos dos sentidos e deveria passar ao importantíssimo de angiologia e nevrologia, quando fui sorprendido pelo termo final do anno lectivo. Ficou pois o curso deficiente, como se vê, apezar dos veementes e sinceros esforços que fiz para terminar ou antes completar toda a matéria affecta a esta cadeira. Não sendo possível neste ramo de sciencia, como em outros se consegue, prescindir-se de alguns assumptos menos importantes, sem grande prejuízo futuro para os alunos, sendo a cadeira extremamente elementar e incontestavelmente a base de todos os estudos de cirurgia, tive praticamente oportunidade de reconhecer, de acordo com a sensata e sabia opinião do distincto professor, a quem tive a honra de substituir, a necessidade de dividir-se o estudo desta matéria em duas cadeiras, visto como o professor, devendo começar sempre pelos preliminares da sciencia para iniciar os alunos do primeiro anno, prejudica, a seu pezar, aos alunos do segundo anno, obrigando-os a ouvir matéria já estudada (....).” (SANTOS, 1875, p.11-12)&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1872, prestava atendimento médico, juntamente com Luiz Fortunato da Costa, no “Laboratorio Pharmaceutico de Tinoco &amp;amp; Regadas”, na rua Bella de São João, no bairro de São Cristóvão, que era um consultório médico cirúrgico e vacínico. (LABORATORIO, 1872).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Como segundo cirurgião do Corpo de Saúde do Exército, realizou inúmeras cirurgias, no &amp;lt;u&amp;gt;[[HOSPITAL_MILITAR_DA_GUARNIÇÃO_DA_CORTE|Hospital Militar da Guarnição da Corte]] &amp;lt;/u&amp;gt;(HISTÓRICO, 2003), no Morro do Castelo, onde exerceu a medicina de 1877 a 1889. Pela portaria de 23 de janeiro de 1871 foi nomeado 1º cirurgião do Hospital Militar Provisório de Andaraí, na rua do Andaraí Grande, considerado como hospital de convalescentes, e anexo ao Hospital Militar da Guarnição da Corte.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1878 era cirurgião interno do [[HOSPITAL_MILITAR_DA_GUARNIÇÃO_DA_CORTE|&amp;lt;u&amp;gt;Hospital Militar da Guarnição da Corte&amp;lt;/u&amp;gt;]], então dirigido por Antonio Joaquim de Magalhães Castro, e em 26 de agosto de 1880 foi nomeado 2º cirurgião neste estabelecimento hospitalar.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi também facultativo clínico do hospital geral da [[SANTA_CASA_DA_MISERICÓRDIA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No relatório sobre os trabalhos acadêmicos, observações e comunicações dos membros da &amp;lt;u&amp;gt;[[ACADEMIA_IMPERIAL_DE_MEDICINA|Academia Imperial de Medicina]]&amp;lt;/u&amp;gt;, realizados entre 30 de junho de 1880 e 30 de junho de 1881, foi apresentada algumas considerações sobre o trabalho médico do cirurgião Antônio Caetano de Almeida:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Trata-se de um aneurysma da carótida primitiva direita em que foi praticada com feliz sucesso e restabelecimento do doente pelo inteligente Dr. Antonio Caetano de Almeida a ligadura logo abaixo da espécie de fundo de sacco antes da bifurcação, pelo methodo do Annel, processo de Legouest, (.........................................................).&amp;amp;nbsp;O que lhe colheu a sciencia do conhecimento desse facto, dirá bem alto a consciência daqueles que consultarem as sensatas e eruditas reflexões traçadas pelo interprete feliz que teve este triumpho glorioso do audaz, mas muito consciencioso cirurgião Dr. Antonio Caetano de Almeira.” &amp;amp;nbsp;(OBSERVAÇÕES, 1881, p.24)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Produção intelectual&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Tenotomia”. Proposições: Sciencias medicas – Nephritis albuminosa; sciencias cirúrgicas – Feridas dos Intestinos; Sciencias acessórias – Estudo chimico e farmacológico do opio. Rio de Janeiro, 1866. These apresentada á Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Typ. Universal de Laemmert, 1866.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Da amputação em geral”. Rio de Janeiro, 1872. These de Concurso para o Oppositorado da Secção de Sciencias Cirurgicas. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Typographia Perseverança, 1872.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- ANTONIO Caetano de Almeida. In: BLAKE, Augusto Victorino Alves Sacramento. &#039;&#039;&#039;Diccionario Bibliographico Brazileiro. Primeiro volume.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Typographia Nacional, 1893. p.120. In: Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin. Acervo Digital. &amp;amp;nbsp;Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;&amp;amp;nbsp;https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/5411&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - GOMES, Marcelo Augusto Moraes. &#039;&#039;&#039;“A Espuma das Províncias”. Um estudo sobre os Inválidos da Pátria e o Asilo dos Inválidos da Pátria, na Corte (1864-1930).&#039;&#039;&#039; Tese (Doutorado em História Social), Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, USP, 2006. Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:  &amp;lt;u&amp;gt;https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8138/tde-05072007-144427/publico/TESE_Gomes_Marcelo_Augusto_Moraes_V1.pdf&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - HISTÓRICO do HCE. In: MINISTÉRIO DA DEFESA. Hospital Central do Exército. Capturado em 20 jul. 2026.. Online. Disponível na Internet: &amp;amp;nbsp;  [http://www.hce.eb.mil.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=154&amp;amp;Itemid=299 http://www.hce.eb.mil.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=154&amp;amp;Itemid=299]&amp;lt;u&amp;gt;http://www.hce.eb.mil.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=154&amp;amp;Itemid=299&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - LABORATORIO Pharmaceutico de Tinoco &amp;amp; Regadas. &#039;&#039;Correio do Brazil. Jornal do Commercio, Lavoura e Industria, &#039;&#039;Rio de Janeiro, anno I, n.31, p.4, 1º de fevereiro de 1872. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira. &#039;&#039;&#039;Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/239100/164&amp;lt;/u&amp;gt; &amp;lt;br/&amp;gt; - MAGALHÃES, Fernando. &#039;&#039;&#039;O Centenário da Faculdade de Medicina 1832-1932.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Tip. A. P. Barthel, 1932. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BMANG|&amp;lt;u&amp;gt;BMANG&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - OBSERVAÇÕES, comunicações e consultas. Annaes Brasilienses de Medicina, Rio de Janeiro, tomo XXXII, n.4, p.24, abr.-mai.-jun.1881. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira. &#039;&#039;&#039;Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://memoria.bn.gov.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=062014&amp;amp;id=4075706467959&amp;amp;pagfis=10854&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - SANTOS, Ezequiel Corrêa dos. Memoria Historica dos Acontecimentos notaveis no anno lectivo de 1875 redigida pelo Dr. Ezequiel Corrêa dos Santos. Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro. p.12-13. In: Relatorio apresentado á Assembléa Geral Legislativa na Primeira Sessão da Decima Sexta Legislatura pelo Ministro e Secretario e Estado dos Negocios do Imperio Conselheiro Dr. José Bento da Cunha e Figueiredo. Rio de Janeiro: Typographia Nacional ,1877. In: &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960). &#039;&#039;&#039;Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 30 jul. 2020. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://digitalcollections.crl.edu/record/1670?ln=en&amp;amp;v=uv#?xywh=-114%2C203%2C2596%2C1758&amp;amp;cv=270&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa – Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Redação - Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Revisão – Francisco José Chagas Madureira.&amp;lt;br/&amp;gt; Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Forma de citação&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;{{SITENAME}}&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    [[Category:Verbetes]] [[Category:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ana.guedes</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=BRAND%C3%83O,_JO%C3%83O_CARLOS_TEIXEIRA&amp;diff=3864</id>
		<title>BRANDÃO, JOÃO CARLOS TEIXEIRA</title>
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		<updated>2026-07-20T18:48:34Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ana.guedes: /* Fontes */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Outros nomes e/ou títulos:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;[[BRANDÃO,_TEIXEIRA|Brandão, Teixeira&amp;amp;nbsp;]]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;João Carlos Teixeira Brandão nasceu na freguesia do Arraial de São Sebastião, em São João Marcos, na então Província do Rio de Janeiro, em 28 de dezembro de 1854, e faleceu na cidade do Rio de Janeiro em 3 de setembro de 1921. Considerado o introdutor da disciplina de clínica psiquiátrica no Brasil, foi lente da cadeira de clínica psiquiátrica e de moléstias nervosas da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, diretor do serviço sanitário do Hospício de Pedro II, e autor de &amp;quot;Os alienados no Brazil&amp;quot; (1886).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Dados pessoais&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;João Carlos Teixeira Brandão nasceu na freguesia do Arraial de São Sebastião, em São João Marcos, na então Província do Rio de Janeiro, em 28 de dezembro de 1854. Era filho de Felicio Viriato Brandão e Maria Flora Teixeira Brandão. Entre seus filhos Luiz Manoel Teixeira Brandão, também médico e professor.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi agraciado com a patente de Coronel Honorário do Exército Brasileiro, concedida pelo Marechal Floriano Peixoto, então Presidente da República, por serviços prestados durante a revolta da Armada (Rio de Janeiro, 1893).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Faleceu na cidade do Rio de Janeiro em 3 de setembro de 1921.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Trajetória profissional&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;João Carlos Teixeira Brandão bacharelou-se em ciências e letras no Colégio Pedro II, e doutorou-se pela [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], em 1877, com a tese intitulada “Operações reclamadas pelos estreitamentos da urethra; Das quinas; Do melhor tratamento das feridas accidentaes e cirurgicas; Lesões organicas do coração”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Após doutorar-se começou a clinicar na cidade de Barra Mansa (província do Rio de Janeiro), onde exerceu a profissão de 1878 a 1880. Posteriormente, por sugestão de &amp;lt;u&amp;gt;[[HOMEM, JOAQUIM VICENTE TORRES|João Vicente Torres Homem]]&amp;lt;/u&amp;gt;, professor da 1ª cadeira de clínica médica de adultos da &amp;lt;u&amp;gt;[[FACULDADE DE MEDICINA DO RIO DE JANEIRO|Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro]]&amp;lt;/u&amp;gt;, e seu amigo, viajou para a Europa, mais especificamente para a França, Alemanha e Itália, para estudar psiquiatria (BRANDÃO, 1998).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi um dos fundadores da &amp;lt;u&amp;gt;[[POLICLINICA GERAL DO RIO DE JANEIRO|Policlínica Geral do Rio de Janeiro]]&amp;lt;/u&amp;gt;, fundada em 1881, e fez parte do primeiro corpo clínico desta instituição, como médico do serviço de moléstias do sistema nervoso.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Assumiu, em 1883, a direção da Casa de Saúde S. Sebastião, criada em 1875, na rua da Pedreira da Candelária, Chácara nº 104 (posteriormente rua Conselheiro Bento Lisboa, e atual rua Bento Lisboa), no bairro do Catete, na cidade do Rio de Janeiro. Nos serviços clínicos da casa de saúde atuavam Júlio Rodrigues de Moura, Lourenço de Assis Pereira da Cunha, e Henrique Cesídio Samico (medicina); Oscar Bulhões (cirurgia moléstias de pele); João Carlos Teixeira Brandão (moléstias mentais e nervosas); Júlio Rodrigues de Moura (partos e moléstias de mulheres); e Fernando Pires Ferreira (moléstias de olhos). &amp;amp;nbsp;Anexo à Casa de Saúde havia, desde sua fundação, o Hospício de Alienados que funcionava de forma independente, e onde destacava-se a adoção do sistema no-restraint, não existindo casa-fortes com grades de ferros e camisolas de força para os pacientes, que eram “meios violentos condenados pela psiquiatria moderna” (NOTABILIDADES, 1883, &amp;amp;nbsp;p.1843).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em abril de 1883, após concurso no qual obteve o primeiro lugar, foi nomeado lente da cadeira de clínica psiquiátrica e de moléstias nervosas da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], a qual havia sido introduzida nesta instituição naquele mesmo ano. Em decorrência desta nomeação, João Carlos Teixeira Brandão, ainda em 1883, transferiu para Júlio Rodrigues de Moura a direção administrativa da então denominada Casa de Saúde, de Convalescença e Hospício de Alienados de S. Sebastião, permanecendo somente como clínico do serviço de moléstias mentais e nervosas.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;João Carlos Teixeira Brandão foi um dos colaboradores do &#039;&#039;O Brazil-Medico&#039;&#039;, uma revista semanal de medicina e cirurgia, dirigida por Antônio Augusto de Azevedo Sodré, e lançada em 1887.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi nomeado, em 24 de outubro de 1884, facultativo clínico do [[HOSPÍCIO_DE_PEDRO_II|&amp;lt;u&amp;gt;Hospício de Pedro II&amp;lt;/u&amp;gt;]], e em 27 de fevereiro de 1887 tornou-se diretor do serviço sanitário deste estabelecimento, substituindo Agostinho José de Souza Lima. Em sua gestão, criticou as instalações luxuosas, inadequadas na sua visão para o tratamento de alienados, as deficiências na organização do hospício e a superlotação (CALMON, 1952). Advogava a adoção dos modernos processos clínicos, e reivindicava “reformas racionais”, como a criação de colônias rurais. Seu pedido foi atendido em 1889, quando Antonio Ferreira Viana, Ministro do Império, mandou fundar as colônias de São Bento e de Conde de Mesquita, na Ilha do Governador.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 18 de fevereiro de 1890 foi nomeado diretor geral da Assistência Médico Legal de Alienados, e em 27 de fevereiro de 1897 tornou-se inspetor geral de Assistência a Alienados, ocupando este cargo até 1899. &amp;amp;nbsp;No período em que dirigiu a Assistência Médico Legal de Alienados é que foram criados, por meio do decreto nº 508 de 21 de junho de 1890, as colônias (asilos) São Bento e Conde de Mesquita, ambas instaladas na Ilha do Governador (cidade do Rio de Janeiro). Também sob sua direção foi criada no Hospício de Pedro II, a [[ESCOLA_PROFISSIONAL_DE_ENFERMEIROS_E_ENFERMEIRAS|&amp;lt;u&amp;gt;Escola Profissional de Enfermeiros e Enfermeiras&amp;lt;/u&amp;gt;]] (decreto nº 791 de 27/09/1890), posteriormente reinaugurada em 16 de fevereiro de 1905. Até a criação desta escola, tendo em vista a falta de pessoal habilitado para o tratamento dos alienados naquela instituição, contratava-se pessoal na Europa, tendo sido contratadas, em 1891, enfermeiras diplomadas pela Escola Municipal de Paris, que tinham prática no serviço de asilos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Durante sua gestão à frente da Assistência Médico Legal de Alienados, diversas medidas foram adotadas em benefício do [[HOSPÍCIO_NACIONAL_DE_ALIENADOS|&amp;lt;u&amp;gt;Hospício Nacional de Alienados&amp;lt;/u&amp;gt;]]: concedida autonomia ao laboratório e ao museu anátomo-patológico; aprovado o regulamento da assistência médico-legal aos alienados; ampliado o número de médicos; criado o cargo de oftalmologista; e instituído o serviço de avaliação preliminar dos pacientes. João Carlos Teixeira Brandão também se dedicou à legislação sobre os alienados, tendo proposto medidas inspiradas nas leis francesa (1838), belga (1850) e inglesa (1897). Procurou, por meio da proposição de dispositivos legais, a distinção dos verdadeiros alienados em relação aos criminosos (TEIXEIRA, 2005).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1892 participou, como representante do Brasil, do 3º Congresso de Antropologia Criminal, realizado em Bruxelas. O governo brasileiro, aproveitando sua estadia na Europa, encarregou-o de visitar os estabelecimentos de alienados, incluindo as colônias agrícolas, na Bélgica, Áustria, Prússia, França, Suíça, Itália, Inglaterra e Estados Unidos da América. Ao final desta viagem João Carlos Teixeira Brandão apresentaria um relatório, indicando as modificações que deveriam ser adotadas no regime interno dos estabelecimentos, da cidade do Rio de Janeiro, e na construção de pavilhões de asilos para doentes que exigissem vigilância contínua. &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Apresentou-se em defesa ao governo de Floriano Peixoto, em 1893, durante a Revolta da Armada, e nesta ocasião recebeu a patente de coronel honorário do Exército (TEIXEIRA, 2005).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Publicou, em maio de 1896, um trabalho sobre a “Assistência aos Alienados”, no qual relatou as abordagens e as legislações européias relativas a esta temática (BRANDÃO, 1998).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Na [[ACADEMIA_IMPERIAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Imperial de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]] foi eleito membro titular em 31 de agosto de 1886, ocupou a cadeira nº 42, e integrou, a partir de 10 de outubro de 1918 a classe de membros eméritos desta associação. Foi fundador da Sociedade de Jurisprudência Médica e Antropológica (1897), e patrono da cadeira nº 36 da Academia Fluminense de Medicina. Participou de sociedades científicas estrangeiras, como a Société de Psychiatrie de Paris e a Société Médico-Psychologique de Paris, tendo apresentado nesta última, em 26 de novembro de 1883, a comunicação intitulada “Des établissements d´alienés au Brésil”. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt; Dedicou grande parte de sua trajetória à luta em prol dos alienados, especialmente a necessidade da criação de manicômios judiciários, o que acabaria ocorrendo somente em 1921. João Carlos Teixeira Brandão é considerado o iniciador da assistência aos alienados no Brasil, destacando-se seu empenho pela adoção de um sistema que abolisse as camisas de força e as grades dos quartos dos pacientes mais graves em sua clínica da &amp;lt;u&amp;gt;[[FACULDADE DE MEDICINA DO RIO DE JANEIRO|Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro]]&amp;lt;/u&amp;gt;, instalada no &amp;lt;u&amp;gt;[[HOSPÍCIO DE PEDRO II|Hospício de Pedro II]]&amp;lt;/u&amp;gt; (BRANDÃO, 1998).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A assistência dos alienados também foi objeto de sua trajetória política. Em 1903, eleito deputado federal, pelo Estado do Rio de Janeiro, empenhou-se pela aprovação da legislação que reorganizaria a assistência a alienados no país, concretizada pela promulgação do decreto nº 1.132, de 22 de dezembro de 1903, considerada a primeira lei geral sobre a jurisprudência e a assistência aos alienados no país (TEIXEIRA, 2005). Elegeu-se deputado por seu Estado ainda em outras legislaturas (1906, 1909, 1912, 1915 e 1918) e foi presidente da comissão de saúde da Câmara de Deputados (1919).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi eleito Presidente de Honra da Sociedade de Neurologia, Psiquiatria e Medicina Legal, criada em 1905.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Participou da comissão organizadora do IV Congresso Médico Latino Americano, que se realizou na cidade do Rio de Janeiro de 1º a 4 de agosto de 1909.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A autoria do projeto que deu origem ao decreto nº 3.987, de 2 janeiro de 1920, que reorganizou os serviços de saúde pública e criou o Departamento Nacional de Saúde Pública, é atribuída a João Carlos Teixeira Brandão (BRANDÃO, 1998).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;João Carlos Teixeira Brandão, considerado o introdutor da disciplina de clínica psiquiátrica no Brasil, iniciou um estudo científico da psiquiatria, fundamentado na anatomia e fisiologia do sistema nervoso (BRANDÃO, 1998).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Produção intelectual&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Operações reclamadas pelos estreitamentos da urethra; Das quinas; Do melhor tratamento das feridas accidentaes e cirurgicas; Lesões organicas do coração”. Rio de Janeiro, 1877. Tese (Doutoramento) – Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, 1877.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Des établissements d´alienés au Brésil”. 1884.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Os alienados no Brazil”. Rio de Janeiro: [s.n.], 1886.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Idéas fixas – Genese e classificação nosologica”. Memória apresentada na Academia Imperial de Medicina, em 31 de agosto de 1886.&amp;lt;br/&amp;gt; - “As paranoias (delirio systematizado – Verruckthist), suas formas, genese e evolução”. &#039;&#039;O Brasil Medico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, tomo I, págs. 18 e 36, 1887.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Pertubações psiquicas elementares – Instinto e vontade”. 1888.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sintomas intelectuais nas pertubações psiquicas elementares – Pertubação da memoria”. 1888.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Causas que concorrem para a pequena frequencia da paralisia geral no Brasil”. 1888.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Relatório da Assistencia Médico Legal de Alienados”. 1891.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Relatorio da Assistencia Médico Legal de Alienados apresentado a Sua Excelencia o Sr. Dr. Fernando Lobo Leite Pereira, Ministro de Estado dos Negócios do Interior pelo Dr. João Carlos Teixeira Brandão”. 1892. &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Relatório da Assistencia Médico-Legal de Alienados apresentado pelo diretor geral Dr. João Carlos Teixeira Brandão em março de 1894”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “A chamada loucura moral”. 1897.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Os alienados e a imprensa. Cérebro de um idiota microcéfalo”. 1897.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O cerebro de um idiota microcefalo”. 1897.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Pareceres medicos legais”. &amp;amp;nbsp;(Em colaboração com Marcio Nery). 1897.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Crise de debilidade mental com manifestações episodicas de delirio multiplo”. 1898.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Assistencia de alienados”. 1899.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Educação Nacional no Regime Republicano”. 1906.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Elementos de Psiquiatria Clínica e Forense.” 1918.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- ACADÊMICO João Carlos Teixeira Brandão. Patrono da Cadeira nº 42. Datilografado. Arquivo pessoal da Academia Nacional de Medicina. [Rio de Janeiro]: [s.n.], [s.d.]. ([[Fontes_de_informação#ANM|ANM]])&amp;lt;br/&amp;gt; - BRANDÃO, Luiz Manoel Teixeira. Prof. João Carlos Teixeira Brandão. Patrono da Cadeira nº 36. In: ACADEMIA FLUMINENSE DE MEDICINA. &#039;&#039;&#039;Anais da Academia Fluminense de Medicina 1974-1998.&#039;&#039;&#039; Niterói, Rio de Janeiro: Academia Fluminense de Medicina, 1998. &amp;amp;nbsp;p.448-455. &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#AFM|AFM]])&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 508, de 21 de junho de 1890. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 12 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:  &amp;amp;nbsp;[http://legis.senado.leg.br/norma/387994/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/387994/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;u&amp;gt;http://legis.senado.leg.br/norma/387994/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 791, de 27 de setembro de 1890. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:  &amp;lt;u&amp;gt;http://legis.senado.leg.br/norma/389434/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 1.132, de 22 de dezembro de 1903. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:  &amp;lt;u&amp;gt;http://legis.senado.leg.br/norma/595867/publicacao?tipoDocumento=DPL-n&amp;amp;tipoTexto=PUB&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 3.987, de 2 de janeiro de 1920. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:  &amp;lt;u&amp;gt;http://legis.senado.leg.br/norma/600906/publicacao?tipoDocumento=DPL-n&amp;amp;tipoTexto=PUB&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - CALMON, Pedro. &#039;&#039;&#039;O Palácio da Praia Vermelha: 1852-1952.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: [s.n.], 1952. &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#IHGB|&amp;lt;u&amp;gt;IHGB&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - CRONOLOGIA: História da Psiquiatria e Saúde Mental no Brasil. Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;  &amp;lt;u&amp;gt;http://www.ccs.saude.gov.br/memoria%20da%20loucura/mostra/retratos06.html&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - JOÃO Carlos Teixeira Brandão. In: BLAKE, Augusto Victorino Alves Sacramento. &#039;&#039;&#039;Diccionario Bibliographico Brazileiro. Terceiro volume. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1893. p.393. In: Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin. Acervo Digital. &amp;amp;nbsp;Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/5433&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - JOÃO Carlos Teixeira Brandão. In: ACADEMIA NACIONAL DE MEDICINA. Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://www.anm.org.br/joao-carlos-teixeira-brandao/&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - MAGALHÃES, Fernando. &#039;&#039;&#039;O Centenário da Faculdade de Medicina 1832-1932.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Tip. A. P. Barthel, 1932. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;u&amp;gt;([[Fontes_de_informação#BMANG|BMANG]]&amp;lt;/u&amp;gt;)&amp;lt;br /&amp;gt; - NOTABILIDADES. Almanak Administrativo, Mercantil e Industrial do Imperio do Brazil para 1883. Rio de Janeiro: Casa dos Editores-Proprietarios H. Laemmert &amp;amp; C., 1883. &amp;amp;nbsp;p.1842-1843. &#039;&#039;&#039;Almanak Administrativo, Mercantil e Industrial do Rio de Janeiro (1844-1889). &#039;&#039;&#039;Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies - Global Resources Network.. Capturado em 22 abr. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br /&amp;gt; [http://ddsnext.crl.edu/titles/88#?c=0&amp;amp;m=39&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=1452&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1270,-1,4682,3303 http://ddsnext.crl.edu/titles/88#?c=0&amp;amp;m=39&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=1452&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1270%2C-1%2C4682%2C3303]&amp;lt;br /&amp;gt; - RELATORIO apresentado ao vice-presidente da República dos Estados Unidos do Brasil pelo Dr. Fernando Lobo, Ministro de Estado da Justiça e Negócios Interiores em abril de 1893. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, [1893]. &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960).&#039;&#039;&#039; Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 14 abr. 2020. Online. Disponível na Internet: [http://ddsnext.crl.edu/titles/107?terms=Fernando%20Lobo&amp;amp;item_id=2006#?h=Fernando%20Lobo&amp;amp;c=0&amp;amp;m=65&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=1&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1404,-1,4615,3256 http://ddsnext.crl.edu/titles/107?terms=Fernando%20Lobo&amp;amp;item_id=2006#?h=Fernando%20Lobo&amp;amp;c=0&amp;amp;m=65&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=1&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1404%2C-1%2C4615%2C3256]&amp;lt;br /&amp;gt; - RELATORIO da Assistencia Médico Legal de Alienados. &amp;amp;nbsp;Anexo. Relatório apresentado ao Presidente da República dos Estados Unidos do Brazil pelo Dr. João Barbalho Uchôa Cavalcanti, Ministro de Estado dos Negócios do Interior em maio de 1891. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1891. Anexo. &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960).&#039;&#039;&#039; Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies - Global Resources Network. Capturado em 22 abr. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br /&amp;gt; [http://ddsnext.crl.edu/titles/103#?c=0&amp;amp;m=0&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=146&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-970,0,3298,2327 http://ddsnext.crl.edu/titles/103#?c=0&amp;amp;m=0&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=146&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-970%2C0%2C3298%2C2327]&amp;lt;br /&amp;gt; - RELATORIO da Assistencia Médico Legal de Alienados apresentado a Sua Excelência o Sr. Dr. Fernando Lobo Leite Pereira, Ministro de Estado dos Negócios do Interior pelo Dr. João Carlos Teixeira Brandão. 1892. &amp;amp;nbsp;In: Relatório apresentado ao vice-presidente da República dos Estados Unidos do Brazil pelo Dr. Fernando Lobo Leite Pereira, Ministro de Estado dos Negócios do Interior em abril de 1892. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1892. Anexo. &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960).&#039;&#039;&#039; Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 22 abr. 2020. Online. Disponível na Internet: &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br /&amp;gt; [http://ddsnext.crl.edu/titles/103#?c=0&amp;amp;m=1&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=291&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-960,0,3295,2324 http://ddsnext.crl.edu/titles/103#?c=0&amp;amp;m=1&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=291&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-960%2C0%2C3295%2C2324]&amp;lt;br /&amp;gt; - RELATORIO da Assistencia Medico Legal de Alienados apresentado pelo diretor geral Dr. João Carlos Teixeira Brandão em março de 1894. In: RELATORIO apresentado ao vice-presidente pelo Dr. Alexandre Cassiano do Nascimento, Ministro de Estado da Justiça e Negócios Interiores em março de 1894. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1894. Anexo. &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960).&#039;&#039;&#039; Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 22 abr. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp; [http://ddsnext.crl.edu/titles/107#?c=0&amp;amp;m=66&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=839&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1395,-1,4581,3232 http://ddsnext.crl.edu/titles/107#?c=0&amp;amp;m=66&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=839&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1395%2C-1%2C4581%2C3232]&amp;lt;br /&amp;gt; - SANTOS FILHO, Lycurgo de Castro. &#039;&#039;&#039;História Geral da Medicina Brasileira.&#039;&#039;&#039; São Paulo: HUCITEC/EDUSP, 1991. v. 2. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCCBB|BCCBB]])&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - TEIXEIRA, Manoel Olavo Loureiro. Teixeira Brandão: o Pinel brasileiro. In: DUARTE, Luiz Fernando Dias; RUSSO, Jane; VENANCIO, Ana Teresa &#039;&#039;&#039;A. Psicologização no Brasil: atores e autores.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Contra Capa Livraria, 2005. &amp;amp;nbsp;p.39-63. &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa – Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Redação – Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Revisão – Francisco José Chagas Madureira.&amp;lt;br/&amp;gt; Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Forma de citação&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;{{SITENAME}}&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    [[Category:Verbetes]] [[Category:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ana.guedes</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=BOMTEMPO,_JOS%C3%89_MARIA&amp;diff=3863</id>
		<title>BOMTEMPO, JOSÉ MARIA</title>
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		<updated>2026-07-20T18:12:32Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ana.guedes: /* Fontes */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Outros nomes e/ou títulos:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;    [[BOMTEMPO, JOSÉ MARIA|&amp;lt;u&amp;gt;Bomtempo&amp;lt;/u&amp;gt;]]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;José Maria Bomtempo nasceu em Lisboa, Portugal, em 15 de agosto de 1774. Doutorou-se em medicina na Universidade de Coimbra, em 1798. Foi físico-mor de Angola (1801-1808), juiz comissário da Real Junta do Protomedicato (1801-1808), fidalgo da Real Casa e médico da Real Câmara de Portugal. Mudou-se para o Brasil em 1809 e foi delegado do físico-mor (1808-1821) e formou um regulamento para a Fisicatura-Mor do Império do Brasil, escrito em 1824 e publicado em 1825. Foi professor da cadeira de medicina clínica teórica e prática e princípios elementares de matéria médica e farmacêutica da Escola Anatômica, Cirúrgica e Médica do Rio de Janeiro, tendo elaborado os “Compendios de materia medica” (1814). Faleceu no Rio de Janeiro em 2 de janeiro de 1842 [ou 1843].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Dados pessoais&amp;lt;/span&amp;gt;=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;José Maria Bomtempo nasceu em Lisboa, Portugal, em 15 de agosto de 1774. Era filho de Francesco Saverio Buontempo, italiano, natural de Foggia (Reino de Nápoles), que foi professor no Conservatório de Sant’Onofrio em Nápoles, e de Mariana da Silva, natural de Lisboa. Era irmão mais velho do professor, pianista e compositor português, João Domingos Bomtempo (1775-1842).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Casou-se com Rosa Maria da Silveira, e tiveram como filhos Jacintho Maria Bomtempo (1849-1919), Fernando Antonio da Silveira Bomtempo, que cursou a Academia Nacional e Imperial da Marinha e se formou Guarda-Marinha, Francisco Xavier Bomtempo (1800-1891) e Marianna Coutto (JACINTO, 2025; REQUERIMENTO, 1813; GENI, 2025).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pelo Alvará de 13 de agosto de 1818, foi nomeado fidalgo da Real Casa e médico da Real Câmara de Portugal. Foi também condecorado como Cavaleiro da Ordem de Cristo e como Comendador da Imperial Ordem da Rosa.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Faleceu no Rio de Janeiro em 2 de janeiro de 1842 (FEITAL, 1848; GENI, 2025), ou em 2 de janeiro de 1843 (LEMOS, 1899; BLAKE, 1899).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Trajetória profissional&amp;lt;/span&amp;gt;=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;José Maria Bomtempo formou-se em medicina e filosofia pela Universidade de Coimbra, no ano de 1798. Enquanto era estudante, estabeleceu amizade com os médicos Vicente Navarro de Andrade e Francisco Manoel de Paula, com os quais serviria, posteriormente, no Rio de Janeiro, junto no Paço Real. Depois de concluídos os estudos em Coimbra, regressou à Lisboa e foi nomeado físico-mor de Angola, em 1798, tendo permanecido por sete anos neste país (FEITAL, 1848).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A viagem de Bomtempo a Angola teria sido estimulada pela promessa de ordenado de 800.000 réis (ABREU, 2021). Ainda na África, exerceu o cargo de Juiz Comissário da Real Junta do ProtoMedicato, entre 1801 e 1808 (BOMTEMPO, 1825). Foi nomeado delegado do físico-mor, em 1808, tendo permanecido no cargo até 1821, período em que já se encontrava no Brasil.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Elaborou, em 1824, um regulamento para a Fisicatura-Mor do Império do Brasil, que foi publicado na obra “Trabalhos Medicos”, oferecida ao Imperador D. Pedro I, e impressa, em 1825, pela Typographia Nacional. A Fisicatura-Mor era a instituição responsável por regular e fiscalizar a prática da medicina e das artes de curar no Brasil da época. De acordo com este regulamento, o físico-mor do Império deveria ser um médico legalmente habilitado, escolhido entre os médicos da Câmara Imperial. Era função do físico-mor a inspeção das boticas, definir os requisitos para a prática dos boticários, observar a aplicação dos exames para aqueles que poderiam exercer a medicina (médicos, facultativos e cirurgiões), inspecionar as bebidas e licores para o consumo do público e organizar os preços dos remédios. Bomtempo baseou-se em sua extensa experiência para justificar a elaboração do regulamento:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Se o Estado cuida com esmero, e desvelo da instrucção de Médicos, e Cirurgiões; e sendo evidente que curas nada são sem o efficaz auxilio da Farmácia, manipulado por mãos hábeis, e intelligentes, parece que he hum dos objectos da Policia, não só attender á instrucção de homens tão precisos, como á escolha de suas qualidades, visto o exercício de huma tão nobre Profissão, a qual não versa em menos que na comfiança, que o Publico faz no restabelecimento de sua saúde, e vida, o qual se deve obter pelos preparados Farmacêuticos, e que nem os Médicos poderá n&#039;elles confiar, sem os preditos requisitos. (...). (...) vendo-me em circunstancias de poder dizer alguma coisa sobre este objecto pela pratica de muitos annos, e movido a este fim de utilidade publica, escrevi este Regimento de Policia Medica, que ora manifesto, simplesmente por julgar que n’isto faço serviço ao Estado, e ao Publico” (BOMTEMPO, 1825, p.21-22).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1809, José Maria Bomtempo mudou-se para o Brasil e instalou-se na cidade do Rio de Janeiro. Por decreto real de 12 de abril de 1809, foi nomeado professor da então [[ESCOLA ANATÔMICA, CIRÚRGICA E MÉDICA DO RIO DE JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Escola Anatômica, Cirúrgica e Médica do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], que funcionava no &amp;lt;u&amp;gt;[[HOSPITAL REAL MILITAR E ULTRAMAR|Hospital Real Militar e Ultramar]]&amp;lt;/u&amp;gt;, tendo assumido a cadeira de medicina clínica teórica e prática e princípios elementares de matéria médica e farmacêutica. Na ocasião da transformação da &amp;lt;u&amp;gt;[[ESCOLA ANATÔMICA, CIRÚRGICA E MÉDICA DO RIO DE JANEIRO|Escola Anatômica, Cirúrgica e Médica do Rio de Janeiro]]&amp;lt;/u&amp;gt; em &amp;lt;u&amp;gt;[[ACADEMIA MÉDICO-CIRÚRGICA DO RIO DE JANEIRO|Academia Médico-Cirúrgica do Rio de Janeiro]]&amp;lt;/u&amp;gt;, no ano de 1813, ainda atuava como lente de medicina prática e matéria médica. Presidiu a congregação desta instituição até fins de 1820, quando se jubilou.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Por ocasião da publicação do decreto de 1809, que havia nomeado José Maria Bomtempo como professor da &amp;lt;u&amp;gt;[[ESCOLA ANATÔMICA, CIRÚRGICA E MÉDICA DO RIO DE JANEIRO|Escola Anatômica, Cirúrgica e Médica do Rio de Janeiro]]&amp;lt;/u&amp;gt;, o Príncipe Regente D. João, determinou que José Maria Bomtempo elaborasse um resumo relativo ao assunto que pudesse servir como base para a explicação dos conhecimentos aos alunos matriculados no curso médico. Este trabalho resultou na obra “Compendios de Materia Medica”, publicada em 1814, pela Regia Officina Typographica, na qual o autor definiu a matéria médica como “aquella sciencia que em si contém os meios de contribuir para o restabelecimento, ou restauração da saúde” (BOMTEMPO, 1814: 1). Nesta obra, também trabalhou os conhecimentos que considerava essenciais para os alunos que, em suas palavras, “não possuião conhecimentos de Chimica, e Historia Natural” (BOMTEMPO, 1814, p.V).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Além dos “Compendios de Materia Medica”, Bomtempo também foi autor dos “Compendios de Medicina Pratica”, elaborados por ordem do Principe-Regente D. João, em 1815, e que tinha como finalidade ser um conjunto de obras de medicina que servissem aos ensinamentos dos alunos matriculados na &amp;lt;u&amp;gt;[[ESCOLA ANATÔMICA, CIRÚRGICA E MÉDICA DO RIO DE JANEIRO|Escola Anatômica, Cirúrgica e Médica do Rio de Janeiro]]&amp;lt;/u&amp;gt;. A medicina prática foi definida como a “sciencia que ensina a conhecer, distinguir, e curar as enfermidades que attacão a espécie humana” (BOMTEMPO, 1815, p.1). José Maria Bomtempo buscou utilizar-se de uma linguagem simples, adaptada ao nível dos alunos, tal como descreveu:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“como era possível preencher hum tal objecto sem livros elementares, e sem o conhecimento dos Alumnos nas lingoas vivas, e mais ainda pela impossibilidade de mandar conduzir aquelles, pelo estado da Europa tão incomunicável!!&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em hum estado tão critico, lembrei-me que o único expediente útil, seria reduzir á simplicidade, e precisão, qualquer obra elementar que houvesse das de melhor nota” (BOMTEMPO, 1815, p.VIII).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Estes dois compêndios, antes de serem publicados, foram entregues, em 1810, à Secretaria de Estado dos Negócios da Guerra, para servirem de amostra das teorias e terapias médicas em voga no período, e para refletirem a relevância do uso das plantas medicinais nos tratamentos médicos (SANTOS, 2008). A elaboração de ambos os compêndios seriam resumos simplificados da obra “Nosographie Philosophique”, publicada em 1797 pelo médico francês Philippe Pinel (1745-1826) (FERREIRA, 1994).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Elaborou, em 1813, novos estatutos para a então &amp;lt;u&amp;gt;[[ACADEMIA MÉDICO-CIRÚRGICA DO RIO DE JANEIRO|Academia Médico-Cirúrgica do Rio de Janeiro]]&amp;lt;/u&amp;gt;, que foram adotados em dezembro de 1820, quando a instituição era dirigida pelo próprio José Maria Bomtempo. Os estatutos modificaram a seriação de disciplinas, estabelecendo que a estrutura curricular, que deveria ser cumprida em cinco anos, seria dividida da seguinte forma: 1º ano - anatomia; 2º ano - fisiologia, patologia; 3º ano - matéria médica, higiene geral e particular, terapêutica geral; 4º ano - instituições cirúrgicas e medicina operatória; 5º ano - medicina clínica, nosografia médica. Os alunos também deveriam cursar as disciplinas de química e botânica, consideradas como requisitos para a prestação de exames do 5º ano (FERREIRA; FONSECA; EDLER, 2001). Além disso, o estatuto definia, também, as questões administrativas referentes às atribuições do diretor, às obrigações dos lentes, secretário, arquivo e demais funcionários, e os direitos e deveres dos alunos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;José Maria Bomtempo escreveu, em 1814, a “Memória sobre algumas enfermidades do Rio de Janeiro”, na qual defendeu a ideia de que a maior parte dos casos descritos como “febre maligna” seriam febres essenciais, descritas como variações inofensivas do fenômeno (BOMTEMPO, 1825, p.18).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Envolveu-se, em 1827, em uma polêmica com o médico [[SIGAUD, JOSÉ FRANCISCO XAVIER|&amp;lt;u&amp;gt;José Francisco Xavier Sigaud&amp;lt;/u&amp;gt;]], que foi noticiada em publicações da época, como em &#039;&#039;O Propagador das Sciencias Medicas&#039;&#039; (DA ENFERMIDADE, 1827; CARTA do Snr., 1827; RESPOSTA ao Snr., 1827), no &#039;&#039;Imperio do Brasil. Diario Fluminense&#039;&#039; (BOMTEMPO, 1827) e em um folheto publicado pela Imprensa Nacional e Imperial (EXPOSIÇÃO, 1827). José Maria Bomtempo e Sigaud haviam sido convocados para prestar assistência médica ao Brigadeiro Luiz da Nobrega de Souza Coutinho, ajudante general do Exército, que se encontrava enfermo. Os médicos discordaram quanto ao diagnóstico e ao tratamento a ser ministrado, pois enquanto Sigaud exigia a mudança de tratamento e a aplicação de sangrias, José Maria Bomtempo se opunha por acreditar que era uma terapia debilitante (FREITAS, 2018). Diante do impasse, foi formada uma comissão de médicos, com a finalidade de resolver a questão, que confirmou o diagnóstico e o tratamento proposto por Sigaud. Embora tenha sido tratado, o paciente piorou e faleceu em 24 de dezembro de 1826. Diante da situação, Bomtempo expressou sua opinião na imprensa e sua insatisfação com o tratamento que fora empregado:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“(...) saiba o Publico, para quem escrevo que, tendo-se determinado na conferencia (...), logo ao retirar-me se convocou uma nova conferencia, e de encontro ao que eu me havia oposto, enchem o doente de bixas, cáusticos, sinapismos, e com estes remédios, por mim refutados, acabou” (EXPOSIÇÃO, 1827, p.3).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Logo após a morte de Luiz da Nobrega de Souza Coutinho, outra comissão foi mobilizada para proceder à autópsia. Perante tal situação, a opinião de Sigaud mais uma vez foi confirmada e, nas páginas de &#039;&#039;O Propagador das Sciencias Medicas&#039;&#039;, &amp;lt;u&amp;gt;[[SIGAUD, JOSÉ FRANCISCO XAVIER|José Francisco Xavier Sigaud]]&amp;lt;/u&amp;gt; fez críticas à conduta clínica de José Maria Bomtempo (DA ENFERMIDADE, 1827).  A autópsia foi feita em 24 de dezembro de 1826, no próprio dia do falecimento do Brigadeiro, e foi conduzida pelo conselheiro Domingos Ribeiro dos Guimarães Peixoto, e contou com a presença dos médicos &amp;lt;u&amp;gt;[[SIGAUD, JOSÉ FRANCISCO XAVIER|José Francisco Xavier Sigaud]]&amp;lt;/u&amp;gt; e Antônio Francisco Leal, dos cirurgiões Hercules Octaviano Muzzi e Octaviano Maria da Rosa, além de dois alunos da &amp;lt;u&amp;gt;[[ACADEMIA MÉDICO-CIRÚRGICA DO RIO DE JANEIRO|Academia Médico-Cirúrgica do Rio de Janeiro]]&amp;lt;/u&amp;gt;.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Tendo em vista o fato de não ter sido chamado para acompanhar a autópsia, José Maria Bomtempo expressou sua insatisfação:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Tem já decorrido mais de oito dias, depois da Autopsia que se fez no cadáver do Excel. Sr. Brigadeiro Nobrega, Ajudante de Campo de S. M. I. sem que ainda conste o que se observou em semelhante acto, para o qual, em rigor, eu deveria ter sido chamado, não só para expor o juízo que formei da moléstia, á qual lhe assisti pelo espaço de sete dias; mas também para dizer, antes da abertura do corpo, o que eu julgava do estado das entranhas do mesmo cadáver: nada disto se fez, e por isso reclamo a publicação do exame que se praticou, e do estado que se observou, para depois francamente referir, não só o apropriado tratamento que lhe prestei, mais ao mesmo passo patentear toda extraordinária conducta, que houve com este (...) benemérito Brasileiro, a qual sem duvida acelerou o termo de sua existência” (BOMTEMPO, 1827, p.7-8).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;José Maria Bomtempo exigiu a publicação do relatório da autópsia, e buscou se defender publicamente (AVISOS, 1827). Publicou, ainda, a “Exposição ao respeitavel publico”, na qual rebateu as críticas feitas por Sigaud, além de expor sua própria versão dos fatos. &amp;lt;u&amp;gt;[[SIGAUD, JOSÉ FRANCISCO XAVIER|José Francisco Xavier Sigaud]]&amp;lt;/u&amp;gt;, em resposta às manifestações de José Maria Bomtempo, publicou, em &#039;&#039;O Spectador Brasileiro,&#039;&#039; em sua edição de 8 de janeiro de 1827, uma matéria, e declarou:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“ordem methodica indicada pelos principaes mestres da Arte, e não a ordem subversiva do Sr. Bomtempo, que reclama a publicação da autopsia, antes da publicação da historia da moléstia; e que quer ter noticia do verdadeiro estado das partes mortes antes de aventurar em publico o nome da moléstia” (&#039;&#039;Apud.&#039;&#039; FREITAS, 2018, p.28)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Hercules Octaviano Muzzi, médico que também havia participado da autópsia, se manifestou a respeito de toda a situação, em matéria publicada no periódico &#039;&#039;Astrea&#039;&#039; (MUZI, 1827).  Perante todas estas manifestações, José Maria Bomtempo levou a discussão para a esfera política, e acusou Sigaud de interferir nos assuntos político-administrativos do Império (FERREIRA, 2004).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Participou de diversas sociedades científicas, tendo sido eleito, em 3 de abril de 1830, membro da &amp;lt;u&amp;gt;[[SOCIEDADE DE MEDICINA DO RIO DE JANEIRO|Sociedade de Medicina do Rio de Janeiro]]&amp;lt;/u&amp;gt;. Foi, também, membro correspondente da Academia Medica da Bahia, sócio da Sociedade das Sciencias Medicas de Lisboa, que havia sido inaugurada em 1º de dezembro de 1822, e da Sociedad de Emulación Medica de Barcelona.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 3 de janeiro de 1843, o médico &amp;lt;u&amp;gt;[[SIMONI, LUÍS VICENTE DE|Luís Vicente de Simoni]]&amp;lt;/u&amp;gt;, um dos fundadores da &amp;lt;u&amp;gt;[[SOCIEDADE DE MEDICINA DO RIO DE JANEIRO|Sociedade de Medicina do Rio de Janeiro]]&amp;lt;/u&amp;gt;, em discurso recitado no ato de inumação dos restos mortais de José Maria Bomtempo, realizado no claustro sepulcral de São Francisco de Paula, ressaltou sua contribuição:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Mas esta cinza será a de um ancião respeitável, de um medico insigne na sua pratica, de um homem sábio e prudente, do mestre de muitos dos melhores médicos desta capital (....). Lembre-se qual era o estado das luzes medicas neste paiz quando Bomtempo compendiava e publicava em lingua nacional os princípios de Pinel, e dava noticia de nosographia philosophica desse homem ilustre, tão estimado e applaudido naquelle tempo, e das idéas de Darwin a respeito da classificação dos remédios. Mas não direi porque no meu conceito, quando outro não tivesse, bastaria só esta flor para enfeitar gloriosamente o seu tumulo, e distingui-lo das de outros que, em iguaes circunstancias como ele, e talvez com maiores meios, não fizeram nem isso que alguém talvez ache pouco.” (DISCURSO, 1842, p.3)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Produção intelectual&amp;lt;/span&amp;gt;=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Compendios de materia medica feitos por ordem de Sua Alteza Real e organizados por José Maria Bomtempo, medico de Sua Real Camara”. Rio de Janeiro: Na Regia Officina Typografica, 1814.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Compendios de medicina pratica feito por ordem de Sua Alteza Real, e organizados por José Maria Bomtempo, medico de Sua Real Camara.  Rio de Janeiro: Na Regia Officina Typografica, 1815.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Trabalhos medicos offerecidos à Majestade do Sr. D. Pedro I, Imperador do Brasil, invicto, augusto, exímio protector das Artes, Sciencias, e Commercio; Solicito e Incansavel na Harmonia, e Progresso Deste Vasto Imperio”. Rio de Janeiro: Na Typographia Nacional, 1825.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Memoria sobre algumas enfermidades do Rio de Janeiro e mui particularmente sobre o abuso geral, e pernicioso effeito da applicação da preciosa casca peruviana, ou quina. Escrita no anno de 1814 por José Maria Bomtempo. Rio de Janeiro: Na Typographia Nacional, 1825.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Plano ou regulamento interino para os exercícios da Academia Medico-Cirurgica do Rio de Janeiro, feito e dirigido á Secretaria d’Estado dos Negócios do Reino, por officio de 14 de agosto de 1820 por José Maria Bomtempo. Anno 1820”. Rio de Janeiro:  Na Typographia Nacional, 1825.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Esboço de hum systema de medicina pratica, pelo qual em qualquer parte do Globo se podem curar todas as moléstias irritativas, com hum só, e simples remédio; applicação, e formação d’este, e rasão de sua simplicidade; bem como o modo, pelo qual se podem conhecer taes enfermidades: neste systema se expõe o verdadeiro e imparcial juízo sobre o remédio de le Roy”. In: “Trabalhos médicos oferecidos à Majestade do Sr. D. Pedro I, Imperador do Brasil, invicto, augusto, exímio protector das Artes, Sciencias, e Commercio; Solicito e Incansavel na Harmonia, e Progresso Deste Vasto Imperio”. Rio de Janeiro: Na Typographia Nacional, 1825.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Regulamento Interino para a Fisicatura Mor do Imperio do Brasil feito por José Maria Bomtempo. Rio de Janeiro: Na Typographia Nacional, 1825.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Exposição ao respeitavel publico que faz Jose Maria Bomtempo das falsidades e contradicções contra ele publicadas no artigo correspondência do n.3 do &#039;&#039;Spectador Brasileiro&#039;&#039; deste anno (1827). assiqnado pelo Sr. Sigaud. Rio de Janeiro, na Typographia Imperial e Nacional, 1827.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Carta do Snr. José Maria Bomtempo”. &#039;&#039;O Propagador das Sciencias Medicas, ou Annaes de Medicina, Cirurgia, e Pharmacia; para o Imperio do Brasil,&#039;&#039; Rio de Janeiro, 1º anno, tomo primeiro, n.1, p.288-289, 1827.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Correspondencia”. &#039;&#039;Imperio do Brasil. Diario Fluminense&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.9, n.2, p.8-9, quarta-feira 3 jan.1827.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt;=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- ABREU, Laurinda. Formações e carreiras médicas em Portugal no tempo de José Pinto de Azeredo (1764-1810). &#039;&#039;História, Ciências, Saúde-Manguinhos&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.28, n.4, p.919-938, out.-dez. 2021. Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; https://doi.org/10.1590/S0104-59702021000400002&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;t&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- AVISOS. &#039;&#039;Imperio do Brasil. Diario Fluminense&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.9, n.8, p.32, quinta-feira 11 jan. 1827. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. Hemeroteca Digital Brasileira. Capturado em 5 ago. 2025. Online. Disponível na Internet:  &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/706744/2391&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- BOMTEMPO, José Maria. &#039;&#039;&#039;Compendios de materia medica feitos por ordem de Sua Alteza Real e organizados por José Maria Bomtempo, medico de Sua Real Camara&#039;&#039;&#039;. Rio de Janeiro: Na Regia Oficina Tipographica, 1814. In: BIBLIOTECA DIGITAL DE OBRAS RARAS, ESPECIAIS E DOCUMENTAÇÃO HISTÓRICA DA USP. Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://obrasraras.usp.br/xmlui/handle/123456789/1833?show=full&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- BOMTEMPO, José Maria. &#039;&#039;&#039;Compendios de medicina pratica feito por ordem de Sua Alteza Real, e organizados por José Maria Bomtempo, medico de Sua Real Camara&#039;&#039;&#039;.  Rio de Janeiro: Na Regia Officina Typografica, 1815. In: NATIONAL LIBRARY OF MEDICINE. DIGITAL COLLECTIONS. Capturado em 25 jul. 2025. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://collections.nlm.nih.gov/bookviewer?PID=nlm:nlmuid-2543074R-bk&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- BOMTEMPO, José Maria. &#039;&#039;&#039;Compendios de materia medica feitos por ordem de Sua Alteza Real e organizados por José Maria Bomtempo, medico de Sua Real Camara.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Na Regia Officina Typografica, 1814.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- BOMTEMPO, José Maria. Memoria sobre algumas enfermidades do Rio de Janeiro e mui particularmente sobre o abuso geral, e pernicioso effeito da applicação da preciosa casca peruviana, ou quina. Escrita no anno de 1814 por José Maria Bomtempo. Rio de Janeiro: Na Typographia Nacional, 1825. In: &#039;&#039;&#039;Trabalhos medicos offerecidos à Majestade do Sr. D. Pedro I, Imperador do Brasil, invicto, augusto, exímio protector das Artes, Sciencias, e Commercio; Solicito e Incansavel na Harmonia, e Progresso Deste Vasto Imperio&#039;&#039;&#039;. Rio de Janeiro: Na Typographia Nacional, 1825. p.0-74. In: NATIONAL LIBRARY OF MEDICINE. DIFITAL COLLECTIONS. Capturado em 24 jul. 2025. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://collections.nlm.nih.gov/bookviewer?PID=nlm:nlmuid-63320940R-bk&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- BOMTEMPO, José Maria. Regulamento Interino para a Fisicatura Mor do Imperio do Brasil feito por José Maria Bomtempo. Rio de Janeiro: Na Typographia Nacional, 1825. In: &#039;&#039;&#039;Trabalhos medicos offerecidos à Majestade do Sr. D. Pedro I, Imperador do Brasil, invicto, augusto, exímio protector das Artes, Sciencias, e Commercio; Solicito e Incansavel na Harmonia, e Progresso Deste Vasto Imperio&#039;&#039;&#039;. Rio de Janeiro: Na Typographia Nacional, 1825. p.19-41. In: NATIONAL LIBRARY OF MEDICINE. DIFITAL COLLECTIONS. Capturado em 24 jul. 2025. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://collections.nlm.nih.gov/catalog/nlm:nlmuid-63320940R-bk&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- BOMTEMPO, José Maria. Correspondencia. &#039;&#039;Imperio do Brasil. Diario Fluminense&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.9, n.2, p.8-9, quarta-feira 3 jan. 1827. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 5 ago. 2025. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/706744/2366&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- BOMTEMPO, José Maria. Carta do Sr. José Maria Bomtempo. &#039;&#039;O Propagador das Sciencias Medicas, ou Annaes de Medicina, Cirurgia, e Pharmacia; para o Imperio do Brasil.&#039;&#039; Rio de Janeiro: na Typographia de P. Plancher-Seignot, tomo primeiro, p. 288-289, 1827. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira&#039;&#039;&#039;. Capturado em 5 ago. 2025. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/701262/290&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- BRASIL. Decreto de 12 de abril de 1809. In:  Presidência da República. Secretaria-Geral. Subchefia para Assuntos Jurídicos. Capturado em 7 ago. 2025. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Atos/dim/1809/DIM-12-4-1809.html&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- DISCURSO. &#039;&#039;Jornal do Commercio&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XVIII, n.8, p.3, 9 de janeiro de 1843. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira&#039;&#039;&#039;. Capturado em 13 ago. 2025. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/364568_03/4165&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- EXPOSIÇÃO ao respeitável publico que faz Jose Maria Bomtempo das falsidades e contradicções contra ele publicadas no artigo correspondência do n.3 do Spectador Brasileiro deste anno (1827) assinado pelo Sr. Sigaud. Rio de Janeiro, na Typographia Imperial e Nacional, 1827.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- FEITAL, J. M. de N. Elogio historico do Dr. Bomtempo lido na augusta presença de S. M. I., e na sessão annual da Academia Imperial de Medicina, pelo Dr; J. M. de N. Feital. &#039;&#039;Archivo Medico Brasileiro. Gazeta mensal de Medicina, Cirurgia, e Sciencias Acessórias&#039;&#039;, Rio de Janeiro, tomo IV, n. V, p.116-119, fev.1848. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira&#039;&#039;&#039;. Capturado em 21 jul. 2025. Online. Disponível na internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/700347/1037&amp;lt;/u&amp;gt;  &amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- FERREIRA, Luiz Otávio. Negócio, política, ciência e vice-versa: uma história institucional do jornalismo médico brasileiro entre 1827 e 1843. &#039;&#039;História, Ciências, Saúde-Manguinhos&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.11, supl.1, p.93-107, 2004. Capturado em 5 ago. 2025. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://www.scielo.br/j/hcsm/a/gTSrVs3mYXZdQMy3gQLzxxN/?format=pdf&amp;amp;lang=pt&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- FERREIRA, Luiz Otávio. João Vicente Torres Homem: Descrição da Carreira Médica no Século XIX. &#039;&#039;PHYSIS-Revista de Saúde Coletiva&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.4, n.1, p.57-77, 1994. Capturado em 14 jul. 2025. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://www.scielo.br/j/physis/a/yyd546qDJh3vbBf8gcrxHFv/?format=pdf&amp;amp;lang=pt&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- FERREIRA, Luiz Otávio; FONSECA, Maria Rachel Fróes da; EDLER, Flávio. A Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro no século XIX: a organização institucional e os modelos de ensino. In: DANTES, Maria Amélia M. (Org.). &#039;&#039;&#039;Espaços da Ciência no Brasil: 1800-1930&#039;&#039;&#039;. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2001. pp.59-80.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- FREITAS, Ricardo Cabral de. Ardentes trópicos: febres e saúde pública no Brasil joanino. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Programa Nacional de Apoio à Pesquisa.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Fundação Biblioteca Nacional, 2018. pp.3-36. Capturado em 7 ago. 2025. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://www.gov.br/bn/pt-br/atuacao/pesquisa-e-editoracao/programa-nacional-de-apoio-a-pesquisa/pnap-2017/ricardo-freitas-artigo-final.pdf&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- JOSÉ Maria Bomtempo. In: GENI. Capturado em 14 ago. 2025. Online. Disponível na Internet:  &amp;lt;u&amp;gt;https://www.geni.com/people/Jos%C3%A9-Maria-Bomtempo/6000000179728131832&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- JOSÉ Maria Bomtempo. In: BLAKE, Augusto Victorino Alves Sacramento. &#039;&#039;&#039;Diccionario Bibliographico Brazileiro&#039;&#039;&#039;. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1893. v.5. p.39. In: BIBLIOTECA DO SENADO FEDERAL. Capturado em 24 jul. 2025. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://www2.senado.leg.br/bdsf/item/id/221681&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- LEMOS, Maximiano. &#039;&#039;&#039;História da medicina em Portugal. Doutrinas e Instituições. v.II.&#039;&#039;&#039; Lisboa: Manoel Gomes Editor, 1899. In: INTERNET ARCHIVE. Capturado em 13 ago.2025. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://archive.org/details/b24873688_0002/page/n5/mode/2up?q=Bomtempo&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- MUZI, Hercules Octavianno. Correspondencia. &#039;&#039;Astrea,&#039;&#039; Rio de Janeiro, n.88, p.356, 23 de janeiro de 1827. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira&#039;&#039;&#039;. Capturado em 14 ago. 2025. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/749700/358&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- REQUERIMENTO encaminhado ao Ministério do Império, solicitando mercê. 1813. (&amp;lt;u&amp;gt;[[Fontes de informação#BN|BN]]&amp;lt;/u&amp;gt;)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- SANTOS, Laura Carvalho dos. &#039;&#039;&#039;Homens e Natureza: saberes e usos de plantas medicinais a partir dos relatos do viajante Antônio Moniz de Souza. Salvador (1808-1828)&#039;&#039;&#039;. Dissertação (Mestrado em História), Universidade Federal da Bahia, Salvador, 2008. Capturado em 24 jul. 2025. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://repositorio.ufba.br/handle/ri/11379&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- SANTOS FILHO, Lycurgo de Castro. &#039;&#039;&#039;História Geral da Medicina Brasileira&#039;&#039;&#039;. São Paulo: HUCITEC/EDUSP, 1991. v. 2. (BCOC)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- SIGAUD, José Francisco Xavier. RESPOSTA ao Snr. J. M. Bomtempo.  &#039;&#039;O Propagador das Sciencias Medicas, ou Annaes de Medicina, Cirurgia, e Pharmacia; para o Imperio do Brasil.&#039;&#039; Rio de Janeiro, tomo primeiro, 1º anno, n.1, p.259-287, 1827. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira&#039;&#039;&#039;. Capturado em 6 ago. 2025. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/701262/261&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- SIGAUD, J. F. Da enfermidade do Illmo. Snr. Brigadeiro Luiz Pereira da Nobrega de Souza Coutinho, Presidente da Camara dos Deputados do Imperio do Brasil, Ajudante de Campo de S.M. o Imperador, etc. etc.; seguida da Refutação das Cartas do Doutor José Maria Bomtempo. &#039;&#039;O Propagador das Sciencias Medicas, ou Annaes de Medicina, Cirurgia, e Pharmacia; para o Imperio do Brasil.&#039;&#039; Rio de Janeiro, tomo primeiro, 1º anno, tomo primeiro, n.1, p.162-190, 1827. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira&#039;&#039;&#039;. Capturado em 5 ago. 2025. Online. Disponível na Internet:  &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/701262/164&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt;=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa - Aline de Souza Araújo França, Mª Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Redação - Aline de Souza Araújo França.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Forma de citação&amp;lt;/span&amp;gt;=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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----&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;{{SITENAME}}&amp;lt;br /&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Categoria:Verbetes]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ana.guedes</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=BAPTISTA,_JO%C3%83O_BENJAMIN_FERREIRA&amp;diff=3862</id>
		<title>BAPTISTA, JOÃO BENJAMIN FERREIRA</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=BAPTISTA,_JO%C3%83O_BENJAMIN_FERREIRA&amp;diff=3862"/>
		<updated>2026-07-20T17:30:30Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ana.guedes: /* Fontes */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Outros nomes e/ou títulos:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;[[BAPTISTA,_BENJAMIN|Baptista, Benjamin]]; [[BATISTA,_BENJAMIN|Batista, Benjamin]]; [[BATISTA,_BENJAMIM|Batista, Benjamim]]; [[BAPTISTA,_JOÃO_BENJAMIM_FERREIRA|Baptista, João Benjamim Ferreira]]&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;João Benjamin Ferreira Baptista nasceu em Niterói, na então província do Rio de Janeiro, em 7 de julho de 1869. Formou-se em farmácia (1889) e em medicina (1895) na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, na qual foi catedrático de anatomia médico cirúrgica, operações e aparelhos. Foi residente, interno de primeira categoria, médico adjunto, e cirurgião-chefe no Hospital Geral da Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro, e criou um laboratório de cirurgia experimental na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro. Faleceu em 26 de novembro de 1934 na cidade do Rio de Janeiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Dados pessoais&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;João Benjamin Ferreira Baptista nasceu na cidade de Niterói, na então província do Rio de Janeiro, em 7 de julho de 1869. Era o único filho de Benjamin Rodrigo Baptista, Capitão do Exército, e de Anna Benedicta Ferreira Baptista. Seu pai foi combatente na Guerra do Paraguai (1864-1870), tendo sido ferido durante esse conflito e falecido em 1871, quando João Benjamin tinha apenas dois anos (ACADEMIA, 2020).&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Casou-se, em 1896, com Ida Vinelli Baptista, filha de João Baptista Kosuth Vinelli, catedrático de fisiologia da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], e de Maria Emília Leal Vinelli, com quem teve dois filhos, Marina Baptista Xavier, e Benjamin Vinelli Baptista, que também se dedicou à medicina, especialmente à anatomia e foi chefe de equipe no Hospital Souza Aguiar, no Rio de Janeiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;João Benjamin Ferreira Baptista residiu inicialmente na Rua Bispo, nº 28 (posteriormente Rua Rio Comprido), e depois na Praia de Botafogo, nº 518, ambas na cidade do Rio de Janeiro.&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Faleceu, subitamente, em 26 de novembro de 1934, em sua residência na praia de Botafogo nº 518, na cidade do Rio de Janeiro. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Trajetória profissional&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;João Benjamin Ferreira Baptista iniciou seus estudos no Collegio Briggs, em Niterói, pertencente à família de Guilherme Christiano Raoux Briggs (1854-1912), no qual também estudaram outros médicos, como Miguel de Oliveira Couto. Mais tarde, transferiu-se para o Colégio de São Bento, na cidade do Rio de Janeiro, onde concluiu o Curso de Humanidades.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Matriculou-se no Curso de Farmácia da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], tendo se titulado em 1888, e logo em seguida começou a trabalhar na Farmácia Meireles Coelho, localizada no bairro do Fonseca, na cidade de Niterói. Posteriormente retornou à Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro e doutorou-se em medicina em 7 de janeiro de 1895, com a tese &amp;quot;Cura radical da hernia inguinal&amp;quot;, a qual mereceu os seguintes comentários em &#039;&#039;O Brazil-Medico&#039;&#039;:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:.0001pt; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“O assumpto da these é a &#039;&#039;Cura radical da hérnia inguinal&#039;&#039;, questão que tem servido de thema a vários outros doutorandos nestes últimos anos, mas que foi tratada pelo Sr. Dr. Benjamin Baptista com um realce especial e novo. O distincto presidente honorário do Gremio dos Internos dos Hospitaes fala em sua these segundo a sua própria observação, fundamenta suas conclusões em dados clínicos por si mesmo colhidas nas enfermarias de cirurgia que frequentou ao lado de professores e cirurgiões provectos, como os Srs. Drs. Marcos Cavalcanti e Paes Leme”. (BOLETIM, 1895. p.215)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Ingressou, em 6 de dezembro de 1890, no internato do Hospital da [[SANTA_CASA_DA_MISERICÓRDIA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], onde foi promovido a interno de 2ª classe, em 17 de agosto de 1891, e a interno de 1ª classe residente em cirurgia, em 13 de fevereiro de 1892. Neste período, então, João Benjamin Ferreira Baptista pode abandonar o trabalho com a farmácia, e dedicar-se unicamente à cirurgia.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Ainda no Hospital da [[SANTA_CASA_DA_MISERICÓRDIA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]] trabalhou na 14&amp;lt;sup&amp;gt;a&amp;lt;/sup&amp;gt; enfermaria, cujo chefe era Marcos Bezerra Cavalcanti, que posteriormente seria seu padrinho de casamento, e o adjunto era o professor Augusto Brant Paes Leme. Foi presidente do Gremio de Internos do Hospital da Santa Casa.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em 1893, durante a Revolta da Armada, movimento liderado por algumas unidades da Marinha Brasileira contra o governo do Presidente da República Floriano Peixoto, auxiliou o médico Augusto Brant Paes Leme que então chefiava a 5ª enfermaria deste hospital dedicada ao tratamento de doentes militares, o que lhe rendeu a insígnia de 1º Tenente-médico Honorário do Exército.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;João Benjamin Ferreira Baptista foi depois nomeado cirurgião-chefe, e em 9 de março de 1895 tornou-se médico adjunto do Hospital da [[SANTA_CASA_DA_MISERICÓRDIA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], atuando na 3&amp;lt;sup&amp;gt;a &amp;lt;/sup&amp;gt;enfermaria sob a chefia do médicoJoaquim Pinto Portella. Posteriormente passou a trabalhar na 18&amp;lt;sup&amp;gt;a&amp;lt;/sup&amp;gt; enfermaria, dirigida por Augusto Brant Paes Leme&amp;lt;span style=&amp;quot;color:red&amp;quot;&amp;gt;,&amp;lt;/span&amp;gt; onde permaneceu até o ano de 1911. Ainda neste hospital, foi médico efetivo da 11&amp;lt;sup&amp;gt;a&amp;lt;/sup&amp;gt; enfermaria (Quartos Particulares), nomeado em 22 de abril de 1917, cargo este em que permaneceu até o final de sua vida, quando foi substituído por seu filho Benjamin Vinelli Baptista&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Depois de prestar provas de concurso foi nomeado, em 23 de abril de 1896, preparador da cadeira de anatomia descritiva na então &amp;lt;u&amp;gt;[[FACULDADE_DE_MEDICINA_E_FARMÁCIA_DO_RIO_DE_JANEIRO|Faculdade de Medicina e Farmácia do Rio de Janeiro]]&amp;lt;/u&amp;gt;, cujo catedrático era Ernesto de Freitas Crissiuma. Em 14 de abril de 1899 foi designado como preparador da cadeira de anatomia médica cirúrgica, então dirigida por Augusto Brant Paes Leme, e em 23 de abril deste mesmo ano passou a acumular esta função com a de preparador na cadeira de histologia. Foi nomeado, por Portaria 1º de agosto de 1900, substituto interino de anatomia descritiva para reger a 1&amp;lt;sup&amp;gt;a &amp;lt;/sup&amp;gt;parte desta cadeira.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em 28 de agosto de 1902, João Benjamin Ferreira Baptista passou a ser o responsável pelos cursos de anatomia descritiva e médico-cirúrgica e de histologia da boca&amp;lt;span style=&amp;quot;color:red&amp;quot;&amp;gt;, &amp;lt;/span&amp;gt;para o 1º ano de obstetrícia e o 2º ano de odontologia, respectivamente, na [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Foi convidado, em 26 de março de 1906, por Luiz da Cunha Feijó Filho, diretor da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], para, juntamente com os médicos Domingos de Góes e Vasconcellos e Eduardo Chapot Prévost, apresentar um regulamento para o Serviço de Distribuição de Cadáveres destinados ao trabalho de anatomia. Neste período, com autorização da Congregação da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, lecionava Cursos Livres de Anatomia, para o aperfeiçoamento de alunos de medicina e de médicos, que tinham grande freqüência.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em 1908 João Benjamin Ferreira Baptista foi vice-diretor da Escola Livre de Odontologia do Rio de Janeiro, que havia sido criada em 1902, e no ano seguinte passou a lecionar, na mesma instituição, o curso de histologia dentária. Já diplomado em odontologia, foi nomeado em 1910, professor de anatomia desta escola.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Foi nomeado, em 1911, professor extraordinário efetivo da cadeira de anatomia descritiva e geral da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em 18 de agosto de 1911 foi nomeado para integrar a comissão do Governo cuja atribuição era estudar a organização dos institutos de anatomia europeus. Embarcou para a Europa, tendo visitado vários centros científicos e trabalhado com Heinrich Gottfried Wilhelm von Waldeyer-Hartz (1836-1921), professor de anatomia e diretor do &#039;&#039;Anatomischen Instituts&#039;&#039;, em Berlim.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;Assumiu, em 24 de março de 1915, como substituto da 3ª seção da cadeira de anatomia descritiva e anatomia médico-cirúrgica, operações e aparelhos, na [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]]. E em 1º abril de 1915 foi indicado para lecionar a 2a parte da cadeira de anatomia descritiva, e encarregado dos cursos de odontologia e de obstetrícia, na mesma instituição. De 1916 a 1921 foi professor da 1ª&amp;amp;nbsp;parte da cadeira de anatomia e os cursos de obstetrícia e odontologia. Neste período foi responsável pela organização do Museu Anatômico da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], iniciativa considerada notável por colegas de profissão à época.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em 22 de abril de 1917 tornou-se médico efetivo do Hospital Geral da Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro, em 22 de abril de 1917, tendo exercido este cargo até seu falecimento, quando foi substituído por seu filho, Benjamin Vinelli Baptista (PINHEIRO, 2020).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Foi nomeado, em 29 de junho de 1921, professor catedrático de operações e aparelhos da então [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DA_UNIVERSIDADE_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina da Universidade do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]] , tendo tomado posse em 5 de julho do mesmo ano. Esta cadeira sob sua regência posteriormente foi denominada como anatomia médico-cirúrgica (1925) e depois, técnica operatória e cirurgia experimental (1931). João Benjamim Ferreira Baptista foi considerado o grande impulsionador do ensino de cirurgia experimental, tendo criado, em 1926, o Serviço Modelar de Cirurgia Experimental, considerado o primeiro laboratório de cirurgia experimental no Brasil (GOMES, 2001). Este laboratório tornou-se um verdadeiro centro de pesquisas, que posteriormente recebeu seu nome.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Recebeu, em 17 de junho de 1922, a carta patente de Tenente-Coronel de 2ª classe da Reserva da 1ª linha do Quadro Médico do Exército brasileiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Foi nomeado, em 8 de maio de 1925, diretor do Instituto de Anatomia da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DA_UNIVERSIDADE_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina da Universidade do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;João Benjamin Ferreira Baptista presidiu, em 1928, a inauguração do Instituto Anatômico Benjamin Baptista, anexo à [[ESCOLA_DE_MEDICINA_E_CIRURGIA_DO_INSTITUTO_HAHNEMANNIANO|&amp;lt;u&amp;gt;Escola de Medicina e Cirurgia do Instituto Hahnemanniano&amp;lt;/u&amp;gt;]], E em 5 de novembro deste ano a Congregação desta escola aprovou a indicação, encaminhada por professores e alunos, para que João Benjamin Ferreira Baptista fosse o patrono do Instituto Anatômico.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em 25 de janeiro de 1932, passou a ser o responsável pela cadeira de anatomia médico-cirúrgica da [[ESCOLA_DE_MEDICINA_E_CIRURGIA_DO_INSTITUTO_HAHNEMANNIANO|&amp;lt;u&amp;gt;Escola de Medicina e Cirurgia do Instituto Hahnemanniano&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em 1930 viajou, em comissão pelo Governo, para a Europa, juntamente com seu filho Benjamin Vinelli Baptista, tendo visitado diversos institutos científicos nas cidades de Paris, Varsóvia, Bruxelas, Berlin, Munique, Viena e Strasbourg.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Candidatou-se a membro titular da [[ACADEMIA_NACIONAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Nacional de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]] em 25 de agosto de 1897, apresentando a memória &amp;quot;Anatomia rara do nervo músculo cutâneo&amp;quot;. Foi eleito na sessão de 30 de setembro de 1897, e tomou posse como membro na seção de Cirurgia Geral no dia 14 de outubro do mesmo ano.&amp;amp;nbsp; No parecer sobre sua memória, Ernesto de Freitas Crissiuma elogiou seu trabalho, considerando-o como uma importante contribuição para a história das anomalias nervosas. João Benjamin Ferreira Baptista é o patrono da Cadeia nº 25 desta Academia.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Foi membro titular da seção de ciências biológicas da [[ACADEMIA_BRASILEIRA_DE_CIÊNCIAS|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Brasileira de Ciências&amp;lt;/u&amp;gt;]], e membro de outras sociedades científicas, como o Colégio Americano de Cirurgiões, a Sociedade Anatômica Luso-Hispano-Americana, e a Sociedade de Medicina e Cirurgia de Niterói, que havia sido fundada em 4 de julho de 1897 por iniciativa de Augusto Ferreira e Silva e de Francisco Portela, e que deu origem, em 1929, à atual Associação Médica Fluminense. Foi presidente na primeira diretoria da Sociedade Brasileira de Anatomia, &amp;amp;nbsp;instalada em 31 de maio de 1928, no Rio de Janeiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Participou do Comité International de Recherches sur les Parties Molles (C.I.R.P.), criado em 1927, com o objetivo de supervisionar a coleção de dados relativos à anatomia racial da humanidade, particularmente a anatomia de partes moles do corpo.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Por iniciativa dos doutorandos da turma de 1918 da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], foi inaugurado, em sua homenagem, um busto e um quadro de gratidão.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Segundo Eugênio Cavalcanti, João Benjamin Ferreira Baptista foi “o grande chefe da escola anatômica do Rio de Janeiro”, e teve como discípulos Álvaro Fróes da Fonseca, Alfredo Alberto Pereira Monteiro, Antônio Benevides Barbosa Vianna, Artur Figueiredo, José Bastos de Ávila, Francisco de Paula da Rocha Lagoa, e seu filho Benjamin Vinelli Baptista (CAVALCANTI, 1986).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em 19 de novembro de 1934 foi inaugurado, no pátio do Instituto Anatômico da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DA_UNIVERSIDADE_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina da Universidade do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]] um busto de João Benjamin Ferreira Baptista como homenagem à sua dedicação ao ensino da anatomia e da medicina operatória, com a seguinte placa: “Ao Professor Benjamin Baptista. Pelo magistério eficiente e cavalheirismo de conducta. Homenagem do Directorio Academico e dos Quartannistas de 1932 e 1933”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Por ocasião de seu falecimento, representantes da diretoria, do corpo docente e de alunos da [[ESCOLA_DE_MEDICINA_E_CIRURGIA_DO_INSTITUTO_HAHNEMANNIANO|&amp;lt;u&amp;gt;Escola de Medicina e Cirurgia do Instituto Hahnemanniano&amp;lt;/u&amp;gt;]], então dirigida por José Murtinho, compareceram ao seu sepultamento e lhe prestaram as últimas homenagens.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Foi realizada na [[ACADEMIA_NACIONAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Nacional de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]] , em 18 de maio de 1935, uma grande homenagem a João Benjamin Ferreira Baptista, na qual estiveram presentes representações de várias instituições, professores, médicos e estudantes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em 1936, foi inaugurada uma placa de bronze com sua efígie no Instituto Anatômico Benjamin Baptista, então dirigido por seu filho Benjamin Vinelli Baptista.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;É patrono da Sociedade Acadêmica de Recife, do Centro de Estudos Anatômicos, e do Colégio Anatômico da Escola de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro, o qual em 1962 recebeu seu nome, tornando-se Centro Acadêmico Benjamin Baptista. João Benjamin Ferreira Baptista também é patrono da Cadeira nº 11 da Academia Fluminense de Medicina, fundada em 8 de dezembro de 1974 e posteriormente denominada Academia de Medicina do Estado do Rio de Janeiro, cujo primeiro presidente foi o médico Carlos Tortelly Rodrigues Costa.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Produção intelectual&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- &amp;quot;Cura radical da hernia inguinal&amp;quot;. These de doutoramento sustentada perante a Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro. 1895.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- &amp;quot;Anatomia rara do nervo músculo cutâneo&amp;quot;. Memória apresentada na Academia Nacional de Medicina. &#039;&#039;Annaes da Academia Nacional de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, p. 294-302, 1898/99.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- &amp;quot;Anomalias Supra-Aórticas&amp;quot;. Trabalho apresentado na Tercer Congreso Científico Latinoamericano. (Rio de Janeiro, 06-16/08/1905). Rio de Janeiro, 1905.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- &amp;quot;Contribuição para o estudo Anátomo-Aplicado do Apêndice Ileo Cecal&amp;quot;. Trabalho apresentado no VI Congresso Brasileiro de Medicina e Cirurgia Congresso Médico (São Paulo, 5-15/09/1907). São Paulo, 1907.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- &amp;quot;Estudo da Topografia Cárdio-Toráxica&amp;quot;.&amp;amp;nbsp; Trabalho apresentado no VI Congresso Brasileiro de Medicina e Cirurgia Congresso Médico (São Paulo, 5-15/09/1907). São Paulo, 1907.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- &amp;quot;Contribuições ao estudo das Anomalias Renaes&amp;quot;. Trabalho apresentado no IV Congresso Medico Latino-Americano (Rio de Janeiro, 1º- 08/1909). Rio de Janeiro, 1909.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- &amp;quot;Das Anastomoses Normais dos Sistemas Venosos Porta e Cava&amp;quot;. Trabalho apresentado no 4&amp;lt;sup&amp;gt;o&amp;lt;/sup&amp;gt; Congresso Médico Latino-Americano (Rio de Janeiro, 1º- 08/1909). Rio de Janeiro, 1909.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- &amp;quot;Anatomia descritiva da cabeça&amp;quot;. Rio de Janeiro: B. de Aguia, 1910.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- &amp;quot;Contribuição ao estudo das anomalias dos ureteres&amp;quot;. &#039;&#039;Annaes da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 1917.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- &amp;quot;Da loja Renal no Ponto de Vista Anátomo-Aplicado”. Trabalho apresentado no VIII Congresso Brasileiro de Medicina e Cirurgia (13/10/1918). Rio de Janeiro, 1918.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- &amp;quot;Contribuição ao estudo da loja esplênica&amp;quot;.&#039;&#039;Annaes da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 1918.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- &amp;quot;Contribuição ao estudo do rim único&amp;quot;. &#039;&#039;Annaes da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 1919.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- &amp;quot;Manual da anatomia humana&amp;quot; Rio de Janeiro: Edição da grande livraria de Leite Ribeiro &amp;amp; Maurílio, 1920. &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;(com Alfredo Monteiro)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- &amp;quot;Persistência da veia cava superior esquerda. Duplicidade da veia cava inferior&amp;quot;. &#039;&#039;Annaes da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 1920.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- &amp;quot;Da anomalia de origem da artéria poplitea&amp;quot;. &#039;&#039;Annaes da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 1921.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- &amp;quot;Dos ossos inter-parietal e pactal&amp;quot;. &#039;&#039;Annaes da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 1922.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Nota anatômica, escripta para este trabalho, pelo Prof. Benjamin Baptista”. &#039;&#039;Brasil-Medico,&#039;&#039; Rio de Janeiro, anno XXXIX, v. II, n.22, p.317-318, 28 de novembro de 1925.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;[[|&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Estudo clinico-cirurgico do verumontano”. &#039;&#039;Brasil-Medico. Revista Semana de Medicina e Ciruiiga,&#039;&#039; Rio de Janeiro, anno XXXIX, v. II, n.20, p.277-282,14 de novembro de 1925.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;]]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Estudo clinico-cirurgico do verumontano”. &#039;&#039;Brasil-Medico. Revista Semana de Medicina e Ciruiiga,&#039;&#039; Rio de Janeiro, anno XXXIX, v. II, n.21, p.277-282, 21 de novembro de 1925.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Estudo clinico-cirurgico do verumontano”. &#039;&#039;Brasil-Medico. Revista Semana de Medicina e Ciruiiga,&#039;&#039; Rio de Janeiro, anno XXXIX, v. II, n.22, p.317-318, 28 de novembro de 1925.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- &amp;quot;Contribuition à l´anatomie comparée des races humaines. Dissecion d&#039;une indienne du Brésil, par Benjamin Baptista et E. Roquette-Pinto&amp;quot;. &#039;&#039;Arquivos do Museu Nacional, &#039;&#039;Rio de Janeiro, v. 26, p.7-25, 1926.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- BAPTISTA, Benjamin Vinelli. Acadêmico João Benjamin Ferreira Baptista. Datilografado. Arquivo pessoal da Academia Nacional de Medicina. Rio de Janeiro: [s.n.], [s.d.].&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#ANM|&amp;lt;u&amp;gt;ANM&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- BOLETIM Bibliographico. &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janerio, anno IX, n.25, p.215, 1º de julho 1895. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. Hemeroteca Digital Brasileira. Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/081272/3787&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:9.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- CAVALCANTI, Eugênio. A Anatomia no Rio de Janeiro. In: QUEIROZ, Júlio Sanderson de. &#039;&#039;&#039;Memória da Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro num Século de Vida.&#039;&#039;&#039; Vol.I. Rio de Janeiro: RIOARTE/ MEC, 1986. &amp;amp;nbsp;p.155-164.&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- CRISSIUMA, Ernesto de Freitas. Parecer sobre a memoria de João Benjamim Ferreira Baptista.&#039;&#039;Annaes da Academia Nacional de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, p.303-305, 1898/1899. ([[Fontes_de_informação#ANM|&amp;lt;u&amp;gt;ANM&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;tab-stops:405.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- GOMES, Marleide da Mota; VARGAS, Sylvia da Silveira Mello; VALLADARES, Almir Fraga (eds.). &#039;&#039;&#039;A Faculdade de Medicina Primaz do Rio de Janeiro: em dois dos cinco séculos de história do Brasil. &#039;&#039;&#039;São Paulo: Editora Atheneu, 2001.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- JOÃO Benjamin Ferreira Baptista. In: ACADEMIA NACIONAL DE MEDICINA. Capturado em 8 out. 2020. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://www.anm.org.br/joao-benjamin-ferreira-baptista/&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- LACAZ, Carlos da Silva. &#039;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Vultos da Medicina Brasileira.&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&#039; &amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;São Paulo: Helicon&amp;lt;/span&amp;gt;, 1963.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#ANM|&amp;lt;u&amp;gt;ANM&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- MAGALHÃES, Fernando.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;O Centenário da Faculdade de Medicina 1832-1932&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Rio de Janeiro: Typ. A. P. Barthel, 1932.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BMANG|&amp;lt;u&amp;gt;BMANG&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- MEMBRO Titular. &#039;&#039;João Benjamin Ferreira Baptista&#039;&#039;. Datilografado. Arquivo pessoal da Academia Nacional de Medicina. Rio de Janeiro: [s.n.], [s.d.].&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#ANM|&amp;lt;u&amp;gt;ANM&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- PINHEIRO, Luiz Augusto de Freitas. &#039;&#039;Cadeira nº11 – João Benjamin Ferreira Batista. &#039;&#039;Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://www.acamerj.org/academico/242/joao-benjamin-ferreira-baptista&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- PROFESSOR Benjamin Baptista.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Brasil-Medico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XLVIII, n.50, p.1052-1053, 15 de dezembro de 1934. &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira&#039;&#039;&#039;. Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/081272x/38974&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa - Alice Carvalho de Menezes, Bernardo da Veiga Ferreira.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Redação - Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Revisão - Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Forma de citação&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;{{SITENAME}}&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    [[Category:Verbetes]] [[Category:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ana.guedes</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=BALENA,_ALFREDO&amp;diff=3861</id>
		<title>BALENA, ALFREDO</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=BALENA,_ALFREDO&amp;diff=3861"/>
		<updated>2026-07-20T17:21:45Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ana.guedes: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Alfredo Balena nasceu em 1882, e faleceu em 23 de dezembro de 1949. Em 1911 foi um dos médicos fundadores da Faculdade de Medicina de Belo Horizonte, e nesta instituição foi professor da cadeira de clínica médica, catedrático de clínica médica, e diretor.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Dados pessoais&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Alfredo Balena nasceu em Campania (Nápoles, Itália) em 17 de novembro de 1881, e faleceu em 23 de dezembro de 1949 (FILGUEIRAS, 2011).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Trajetória profissional&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Alfredo Balena veio para o Brasil, ainda pequeno, chegando em 18 de outubro de 1884. Em 1893 estudou humanidades no Gymnasio Mineiro, fundado em 1890, com um internato em Barbacena e o externato em Ouro Preto. Prestou exames preparatórios, em 1899, na Escola de Farmácia de Ouro Preto, tendo concluído o curso em julho de 1901.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi para o Rio de Janeiro, onde ingressou, em 1903. na [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], tendo concluído o curso médico, em 8 de maio 1907, com a tese intitulada “Preservação da infancia, contra a tuberculose” (FILGUEIRAS, 2011).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1908 foi para a cidade de Belo Horizonte, onde passou a clinicar em um consultório próprio. Inaugurou, em abril de 1915, o curso de patologia geral na Santa Casa da Misericórdia de Belo Horizonte. Em 1916 tornou-se o primeiro chefe do Pavilhão Miguel Couto, construído pela Faculdade de Medicina de Belo Horizonte, em terreno da Santa Casa da Misericórdia de Belo Horizonte. Foi membro do Conselho Médico Consultivo da direção desta mesma santa casa.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Participou, em 1908, como representante do Instituto de Protecção e Assistencia à Infancia de Belo Horizonte, no 1º Congresso Nacional de Assistência Pública e Privada, realizado no Pavilhão do Distrito Federal, em 23 de setembro de 1908, por ocasião da Exposição Nacional de 1908.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi diretor clínico do Instituto de Protecção e Assistencia a Infância de Belo Horizonte, em 1920.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Alfredo Balena foi um dos médicos fundadores da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DE_BELO_HORIZONTE|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina de Belo Horizonte&amp;lt;/u&amp;gt;]], criada em 05 de março de 1911, e inicialmente instalada no palacete Thibau, na esquina da Avenida Afonso Penna com a Rua Espírito Santo, na cidade de Belo Horizonte (Minas Gerais). Além de Alfredo Balena, assinavam ata de criação desta instituição: Cornélio Vaz de Mello, Zoroastro Rodrigues de Alvarenga, Cícero Ribeiro Ferreira Rodrigues, Otávio Machado, Eduardo Borges Ribeiro da Costa, Hugo Eiras Furquim Werneck, Samuel Libânio, Antônio Aleixo, Ezequiel Caetano Dias, Honorato Alves, e Olyntho Deodato dos Reis Meirelles.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Na [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DE_BELO_HORIZONTE|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina de Belo Horizonte&amp;lt;/u&amp;gt;]] foi professor da cadeira de clínica médica (1911), e catedrático de clínica médica/1ª cadeira (1918). Foi diretor da instituição, tendo sido eleito em 31 de dezembro de 1927, ocupando este posto de 1928 a 1933 e de 1935 a 1949. Sua presença na direção desta instituição sofreu uma “interrupção forçada de dois anos (março de 1933 a junho de 1935), pois fora obrigado a deixar o cargo, italiano que era de origem, sob a alegação de não ser permitido o exercício de cargos de direção pública a não-brasileiros natos” (HISTORIA, 2003). Foi reconduzido ao cargo posteriormente, e durante seu novo mandato é que ocorreu a federalização da instituição. A lei nº 976, de 17 de dezembro de 1949, estabeleceu a federalização da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DE_BELO_HORIZONTE|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina de Belo Horizonte&amp;lt;/u&amp;gt;]], ficando esta subordinada ao Ministério da Educação e Saúde, Diretoria do Ensino Superior (art. 2º), criando no quadro permanente do referido Ministério 34 cargos de professores catedráticos para o curso médico da Faculdade (art. 5º).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A promulgação da lei estadual nº 956, de 07 de setembro de 1927, que criou a Universidade de Minas Gerais, integrando a Faculdade de Medicina, a Escola de Odontologia e Farmácia, a Escola de Engenharia e a Faculdade de Direito, foi retratada no quadro a óleo de Gentil Garcez, em exposição no saguão da entrada da Biblioteca Universitária/UFMG (Campus da Pampulha), no qual aparece Alfredo Balena, então professor da Faculdade de Medicina (UFMG, 2003).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi colaborador de &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista Mensal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, de 1920 a 1933.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em junho de 1938, Alfredo Balena integrou o grupo de professores que viajou para Alemanha, a convite da Academia Medica Germano-Ibero-Americana, para uma visita de 3 semanas, e realização de cursos especiais de medicina. Participaram deste grupo professores de outras localidades do país, como os médicos do Rio de Janeiro, Antônio Austregesilo Rodrigues Lima, José Antonio de Abreu Fialho e Álvaro Ozorio de Almeida (ACADEMIA, 1938). &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Presidiu a Associação Medico Cirurgica de Bello Horizonte em 1916 e, posteriormente de 1921 a 1927, de 1935 a 1936.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi membro da [[SOCIEDADE_DE_MEDICINA_E_CIRURGIA_DE_SÃO_PAULO|&amp;lt;u&amp;gt;Sociedade de Medicina e Cirurgia de São Paulo&amp;lt;/u&amp;gt;]], da Sociedade de Medicina e Cirurgia de Minas Gerais, da qual foi presidente em 1921, da Sociedade Brasileira de Neuriatria, Psychiatria e Medicina Legal, fundada no Rio de Janeiro, em 1905, por [[MOREIRA,_JULIANO|&amp;lt;u&amp;gt;Juliano Moreira&amp;lt;/u&amp;gt;]], da Academia Paulista de Medicina, do Instituto Histórico e Geográfico de Ouro Preto, e da Academia de Ciências Psico-químicas (Palermo, Itália). Foi sócio da Seção Mineira da Academia Brasileira de Sciencias Economicas, Politicas e Sociaes, instalada em 26 de janeiro de 1926.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No III Congresso Brasileiro de Neurologia, Psychiatria e Medicina Legal, realizado no Rio de Janeiro em julho de 1929, foi vice-presidente da Seção de Terapeutica Aplicada.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Proferiu a conferência “Localizações visceraes de lepra” no evento “Mez da Lepra”, realizado, em agosto de 1930, na sede da Associação Universitária Mineira, em Belo Horizonte.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;É patrono da Cadeira nº 57 da Academia Mineira de Medicina.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O médico Eutychio Leal ao apresentar suas impressões sobre Belo Horizonte, em matéria no &#039;&#039;Brasil-Medico&#039;&#039;, em 1943, destacou sua influência no meio médico:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Nos círculos acadêmicos de Belo Horizonte é Alfredo Balena, figura central. Ele polariza todas as idéias e aspirações de sua classe. Exerce no momento atual influência culminante, só igual à que, a seu tempo tiveram Alfredo Brito, na bahia, Miguel Couto, no Rio, e Arnaldo de Carvalho, em São Paulo. Igual em tudo áqueles saudosos mestres possúe Alfredo Balena o mesmo gênio no ensino, a mesma proficiência na clinica e, na sociedade, o mesmo extraordinário prestigio”. (LEAL, 1943, p.408)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Após seu falecimento, entre as homenagens prestadas, foi conferido ao órgão de representação dos alunos da então Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais o nome de Diretório Acadêmico Alfredo Balena. Em 1950 a antiga Av. Mantiqueira, na cidade de Belo Horizonte, recebeu, em sua homenagem, a denominação de Avenida Professor Alfredo Balena.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Produção intelectual&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Preservação da Infancia contra a Tuberculose”. &amp;amp;nbsp;These apresentada à Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro. 1907.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Diagnóstico precoce da tuberculose pulmonar”. Memória apresentada no VI Congresso de Medicina e Cirurgia. 1911.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - &amp;quot;Bradicardias gripais&amp;quot;. Memória apresentada ao VIII Congresso Brasileiro de Medicina e Cirurgia”.1918.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Syndrome de Adams-Stokes post-grippal”. 1919.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Cystircecose”. &amp;amp;nbsp;Archivos Mineiros de Dermatologia, Shyphiligraphia e Sciencias Afins, anno I, n.3, setembro 1919.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Cystircecose”. &amp;amp;nbsp;Paraná Médico, 1920.&amp;lt;br/&amp;gt; - &amp;quot;Tratamento da choréa por injecções intra-racheanas de electrargol&amp;quot;. Memória apresentada na Associação Medico-Cirurgica de Minas Gerais. 9 de maio de 1920.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Novo processo therapeutico da Choréa de Sydenham”. Rio de Janeiro: Leuzinger,1926.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - &amp;quot;Epilepsia Endocrina&amp;quot;. 1924&amp;lt;br/&amp;gt; - &amp;quot;Desequilibrio Endócrino e Intellectualidade Superior&amp;quot;. &#039;&#039;Brasil-Medico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XLI, n.43, p.115-1126, 22 de outubro de 1927.&amp;lt;br/&amp;gt; - &amp;quot;Desordens do rythmo cardíaco na ancylostomiose&amp;quot;, Memória apresentada no X Congresso Brasileiro de Medicina e Cirurgia. 1929.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Desordens reflexas do rythmo cardiaco na Uncinariose”. Annaes da Faculdade de Medicina da Universidade de Minas Gerais, 1930.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Derrames pleurais nos cardíacos”. 1930.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Localizações visceraes de lepra”. Conferência no evento “Mez da Lepra”. Belo Horizonte, agosto de 1930.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Choréa aguda de Sydenham”. &#039;&#039;Brasil-Medico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XLVI, n.14, p.314-317, 2 de abril de 1932.&amp;lt;br/&amp;gt; - &amp;quot;Giardiose Biliar&amp;quot;. &amp;amp;nbsp;&#039;&#039;Brasil-Medico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XLIX, n.3, p.47-56, 19 de janeiro de 1935.&amp;lt;br/&amp;gt; - &amp;quot;Estudo Clinico da Giardiose Humana&amp;quot;. &#039;&#039;Brasil-Medico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XLIX, n.34, p.757-762, 24 de agosto de 1935.&amp;lt;br/&amp;gt; - &amp;quot;Estudo Clinico da Giardiose Humana. (Conclusão)&amp;quot;. &#039;&#039;Brasil-Medico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XLIX, n.35, p.779-786, 31 de agosto de 1935.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Esplenomegalia esquistossomótica”. 1935.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Insuficiência cardíaca incipiente”.1935.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Notas e Informações. Azevedo Sodré.” &#039;&#039;Brasil-Medico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno LII, n.26, p.VII, 25 de junho de 1938.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A giardiose e sua therapeutica”. &#039;&#039;Brasil-Medico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno LIII, n.5, p.113-119, janeiro de 1939.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Vitamina A e a Resistência a Tuberculose Pulmonar&amp;quot;. &#039;&#039;Brasil-Medico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno LIV, n.11, p.163-168, 16 de março de 1940.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Da síndrome gastro-cardíaca de Roemheld&amp;quot;. &#039;&#039;Brasil-Medico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno LX, ns.16 e 17, p.115-120, 20 e 27 de abril de 1946.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- ACADEMIA Medica Germano-Ibero-Americana. &#039;&#039;Brasil-Medico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno LII, n.22, p.VII, 28 de maio de 1938. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/081272x/43384&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - ALFREDO BALENA. In: WIKIPÉDIA. Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp; [https://pt.wikipedia.org/wiki/Alfredo_Balena https://pt.wikipedia.org/wiki/Alfredo_Balena]&amp;lt;u&amp;gt;https://pt.wikipedia.org/wiki/Alfredo_Balena&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - ALMEIDA, Christobaldo Motta de. Alfredo Balena. In: ACADEMIA MINEIRA DE MEDICINA. Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:  &amp;lt;u&amp;gt;https://acadmedmg.org.br/ocupante/alfredo-balena/&amp;lt;/u&amp;gt; &amp;lt;br/&amp;gt; - CORRÊA, Edison José; GUSMÃO, Sebastião Natanael Silva (orgs.). &#039;&#039;&#039;85 anos da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais.&#039;&#039;&#039; Minas Gerais: Cooperativa Médica, 1997. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - FILGUEIRAS, Zuleide Ferreira. A presença italiana em nomes de ruas de Belo Horizonte: passado e presente. Belo Horizonte, 2011. Dissertação (Mestrado em Linguística), Programa de Pós-Graduação em Estudos Linguísticos, UFMG, 2011. In: UFMG. Repositório. Capturado em 7 ago. 2020. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://repositorio.ufmg.br/handle/1843/DAJR-8H5TJ4&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - LEAL, Eutychio. Impressões de Belo Horizonte. &#039;&#039;Brazil-Medico&#039;&#039;. Revista Mensal de Medicina e Cirurgia, Rio de Janeiro, anno LVII, ns.40-41, p.408-409, 02 e 09 de outubro de 1943. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/081272x/50360&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - Lei nº 956, de 7 de setembro de 1927. In: ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE MINAS GERAIS. Legislação Mineira. Capturado em 20 jul. 2026. Disponível na Internet:  &amp;lt;u&amp;gt;https://www.almg.gov.br/consulte/legislacao/completa/completa.html?tipo=LEI&amp;amp;num=956&amp;amp;comp=&amp;amp;ano=1927&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - LINHA do tempo UFMG. In: UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS. Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://www.ufmg.br/a-universidade/apresentacao/linha-do-tempo/&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa – Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Redação – Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Revisão – Francisco José Chagas Madureira.&amp;lt;br/&amp;gt; Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Forma de citação&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;{{SITENAME}}&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    [[Category:Verbetes]] [[Category:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ana.guedes</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=CAMINHO%C3%81,_JOAQUIM_MONTEIRO&amp;diff=3860</id>
		<title>CAMINHOÁ, JOAQUIM MONTEIRO</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=CAMINHO%C3%81,_JOAQUIM_MONTEIRO&amp;diff=3860"/>
		<updated>2026-07-20T17:06:14Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ana.guedes: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Joaquim Monteiro Caminhoá nasceu na cidade de Salvador, província da Bahia, em 21 de dezembro de 1836, e faleceu, no Rio de Janeiro, em 28 de novembro de 1896. Foi membro do Corpo de Saúde da Armada, opositor de ciências acessórias e lente de botânica e zoologia da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro. Autor de &amp;quot;Elementos de Botânica Geral e Médica&amp;quot;, considerada uma referência da botânica no Brasil.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Dados pessoais&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Joaquim Monteiro Caminhoá nasceu na cidade de Salvador, então província da Bahia, em 21 de dezembro de 1836. Era filho de Manuel José Caminhoá, um “soldado da Independência”, e Luiza Monteiro Caminhoá. Teve dois irmãos, Luiz Monteiro Caminhoá, engenheiro agrônomo, e Francisco Monteiro Caminhoá, também engenheiro (BARROSO, 1951, p.722).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Casou-se, em 1860, com Delmira Monteiro, sua prima-irmã, com quem teve três filhos: Joaquim Monteiro Caminhoá Filho, nascido em 1860 e também médico formado pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro; Laura Monteiro Caminhoá, que se casou com o médico Eduardo Chapot Prévost; e Delmira Monteiro Caminhoá, viúva de Inácio Avelar Werneck.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi membro do Conselho do Imperador D. Pedro II, Comendador da Ordem da Rosa e da Imperial Ordem Austríaca de Francisco José, Cavaleiro da Ordem de São Bento de Aviz e Cavaleiro da Ordem de Cristo.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Grande parte de sua vida, até seu falecimento, Caminhoá viveu em uma casa que construiu na Rua Alice nº 41, no bairro de Laranjeiras, no Rio de Janeiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Joaquim Monteiro de Caminhoá tinha vários problemas de saúde, como beri-beri, adquirida durante os serviços de guerra, e diabetes. Esses problemas tornaram-se mais agudos, e veio a falecer (BARROSO, 1951).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Faleceu, no Rio de Janeiro, em 28 de novembro de 1896.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Trajetória profissional&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Joaquim Monteiro Caminhoá iniciou seus estudos realizando curso de humanidades em Salvador (Bahia), tendo posteriormente ingressado, em 1854, na Faculdade de Medicina da Bahia. Doutorou-se nesta instituição, em 1858, com a tese “A febre amarela e o colera morbus serão provenientes de um envennenamento miasmático? Da medicação hydrotherápica; Exame e solução das principaes questões sobre a anesthesia e na therapêutica cirúrgica; Ozona, sua natureza, propriedades e preparação”. Nesta instituição criou um herbário, o qual encontra-se, atualmente, sob a guarda do Herbário Alexandre Leal Costa, do Departamento de Botânica do Instituto de Biologia/Universidade Federal da Bahia.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ingressou, em 1859, no Corpo de Saúde da Armada, prestando serviços como segundo cirurgião 2º tenente, e posteriormente como cirurgião de divisão graduado, e primeiro cirurgião 1º tenente, em hospitais e navios juntamente com outros opositores e lentes da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Participou da Guerra do Uruguai (1864-1865), integrando a esquadra em operações na região, tendo depois dirigido enfermarias de oficiais, em hospital brasileiro, em Buenos Aires. Em seguida, na Guerra do Paraguai (1864-1868), Caminhoá trabalhou em hospitais de sangue na campanha de Passo de los Libres (APONTAMENTOS, s.d.). &amp;amp;nbsp;Prestou serviço nos vapores argentinos “Padon” e “Corrientes, auxiliando cirurgiões. Em outubro de 1865, em uma das viagens de retorno ao campo de batalha, levou seus filhos e sua esposa Delmira, a qual trabalhou como enfermeira nos hospitais de sangue, especialmente no de Corrientes (BARROSO, p.714).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Após o término do confronto, Caminhoá reformou-se com o posto de primeiro cirurgião 1º tenente médico, tendo sido agraciado com as medalhas comemorativas da Campanha Oriental de Paissandu, da rendição das forças paraguaias em Uruguaiana, e da Campanha do Paraguai.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Sua importância para a medicina naval foi destacada por Geraldo Barroso, ao afirmar que:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“O jovem médico, investido de suas prerrogativas militares, não agiu somente como um batalhador, como um heróico marinheiro, nessa campanha de honra. Nos intervalos dos combates, nos momentos fortuitos de repouso e durante as longas vigílias nas enfermarias e hospitais, preparava suas notas, coligia suas observações e classificava plantas raras, de cujos resultados iria, mais tarde, brindar a ciência brasileira com as publicações sobre: os tétanos em nosso Exército e Armada – Considerações sobre os casos de cólera-morbus – Acêrca da grangrena por congelação, bem como os relatórios minuciosos sobre casos cirúrgicos e demais problemas afetos à sua responsabilidade, tanto nos hospitais como nos diversos combates, em «Passo de los Libres», «Corrientes», etc. (................................................................................................................).&amp;lt;br/&amp;gt; Foi um trabalho ciclópico e está maravilhosamente descrito no relatório que o Dr. Caminhoá apresentou ao Chefe de Saúde da Esquadra. (.....). É uma verdadeira monografia sobre cirurgia de guerra, na qual ao lado do brilhante estilo e da descrição minuciosa dos ferimentos, alia sempre as suas considerações pessoais sobre patologia, etiologia e terapêutica. Estuda com especial carinho a gangrena por congelação, (....). Faz minucioso estudo sobre as complicações dos ferimentos e dedica uma grande parte de seu estudo às considerações sobre o tétano”. &amp;amp;nbsp;(BARROSO, 1951, p.710; p.712)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Concorreu, em 1861, à vaga de opositor da sessão de ciências acessórias da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], apresentando o estudo “Da vegetação nos diversos períodos da formação do nosso planeta e das modificações que ella experimenta em differentes latitudes pela influência dos agentes”, tendo obtido êxito e ter sido nomeado para o cargo.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1871, também obteve sucesso no concurso para lente de botânica e zoologia, na mesma instituição, com a tese “Das plantas tóxicas do Brasil”. Segundo Araújo ([s.d.]), por sua iniciativa e com seus recursos foram criados o gabinete e o ervário da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]]. Após obter a cátedra, regeu-a até 1881, quando se jubilou da instituição.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Apresentou na [[ACADEMIA_IMPERIAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Imperial de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]], em 1864, a pesquisa e respectiva experiência “Dos aparelhos anestésicos em geral, e particularmente do inalador adjuvante, para os casos em que o cirurgião da armada não tiver auxiliar profissional”. O então presidente da Academia, [[MARTINS,_ANTÔNIO_FELIX|&amp;lt;u&amp;gt;Antônio Felix Martins&amp;lt;/u&amp;gt;]], elogiou a apresentação e o aparelho, e convidou Caminhoá a ingressar naquela associação.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Então cursando o 3º ano do curso de medicina, Joaquim Monteiro Caminhoá prestou serviços por ocasião da epidemia de cólera morbus, provavelmente a segunda grande epidemia de 1867, especialmente na região de Cachoeira e de Iguape, no Recôncavo Baiano. Em seguida, a pedido do presidente da província de Alagoas, prestou atendimento aos coléricos em Alagoas e em Sergipe (APONTAMENTOS, s.d.).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1873, em viagem pela Europa, visitou vários jardins e hortos científicos, cujas observações resultaram num trabalho intitulado “Relatório sobre os jardins botânicos”, que foi apresentado à Secretaria de Estado dos Negócios da Agricultura, Comércio e Obras Públicas.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Concorreu, em 1879, à cátedra de história natural no Internato do Imperial Colégio de Pedro II, na cidade do Rio de Janeiro, com a tese intitulada “Familia das Euphorbiaceas”. Foi bem sucedido no concurso, passando a reger a cátedra em 1880, e permanecendo nessa até 1889. Em sua homenagem foi dado seu nome a uma das salas da instituição.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Joaquim Monteiro Caminhoá candidatou-se à [[ACADEMIA_IMPERIAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Imperial de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]] em 11 de abril de 1864, submetendo para sua admissão a memória intitulada “Sobre aparelhos anestésicos e, particularmente, sobre um inalador adjuvante para os casos operatórios em que não houver cirurgião ajudante”. Esta foi julgada pelos acadêmicos Manoel Feliciano Pereira de Carvalho e José Ribeiro de Sousa Fontes, cujo parecer afirmava:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Pela memória, apresentada reconhece-se que seu autor, o Sr. Dr. Caminhoá, ama a ciência, é investigador, e por suas habilitações está muito no caso de ser recebido membro da Academia Imperial de Medicina. Rio de Janeiro, 3 de maio de 1869. Dr. Souza Fontes”. (Apud ARAÚJO, [s.d.])&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A aprovação imperial a sua admissão ocorreu em 5 de julho de 1869, e em 2 de agosto tomou posse com membro. Na [[ACADEMIA_IMPERIAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Imperial de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]] foi um participante ativo, discorrendo sobre vários temas, como os vinhos naturais sob o ponto de vista higiênico e terapêutico. Apresentou também uma comunicação sobre a floresta de quinas verdadeiras da Barreira do Soberbo (Teresópolis, Rio de Janeiro), na qual destacou sua relação com a matéria médica, relatando o quanto insuficiente era a produção dessa rubiácea tendo em vista o número de doentes de impaludismo, como também tratou das vantagens daquela floresta para a silvicultura.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Na sessão da sociedade, em 8 de maio de 1890, apresentou um trabalho sobre as águas minerais de Araxá (Minas Gerais), suas características, seu potencial de cura da tuberculose pulmonar e seu uso industrial.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Na [[ACADEMIA_IMPERIAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Imperial de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]], Joaquim Monteiro Caminhoá foi importante apoiador do médico &amp;lt;u&amp;gt;[[FREIRE JUNIOR, DOMINGOS JOSÉ|Domingos José Freire Junior]]&amp;lt;/u&amp;gt;, que havia desenvolvido, em 1883, uma vacina contra a febre amarela, e afirmava ter conseguido êxito em seus experimentos. Esta vacina foi primeiramente bem recebida, mas ao longo do tempo foi posta em xeque, e foram surgindo fortes opositores. Jaime Benchimol destaca que embora Freire tivesse conquistado apoiadores no âmbito daquela associação, “só tinha um aliado incondicional, o conselheiro Joaquim Monteiro Caminhoá, que arcou com o ônus – pesado ônus! – de falar em seu nome e sustentar polêmica contra os acadêmicos que o atacavam” (BENCHIMOL, 1999, p.95).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Participou da discussão sobre a regulamentação sanitária da prostituição, que era travada pela Academia desde 1883, juntamente com os acadêmicos &amp;lt;u&amp;gt;[[AZEVEDO, CARLOS FREDERICO DOS SANTOS XAVIER DE|Carlos Frederico dos Santos Xavier de Azevedo]]&amp;lt;/u&amp;gt;, Fernando Francisco da Costa Ferraz, Erico Marinho da Gama Coelho, José Cardoso de Moura Brazil, Joaquim Pinto Portella, [[REGO,_JOSÉ_PEREIRA|&amp;lt;u&amp;gt;José Pereira Rego&amp;lt;/u&amp;gt;]], Carlos Arthur Moncorvo de Figueiredo, e Antônio José Pereira da Silva Araújo.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Joaquim Monteiro de Caminhoá foi um dos fundadores da Associação Brasileira de Aclimação, criada em 7 de maio de 1872, da qual foi também membro da seção de botânica (1872), secretário (1875), diretor (1876) da seção de botânica, e redator em chefe da Revista trimensal da &#039;&#039;Associação Brazileira de Acclimação&#039;&#039;, publicada por esta associação. Patrono da cadeira nº 57, destinada à cirurgia naval, da Academia Brasileira de Medicina Militar, foi também membro de associações científicas estrangeiras, como a Sociedade de Botânica da França e da Sociedade de Ciências Naturais de Edimburgo.&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; Participou da comissão, organizada em 1873 pela [[SOCIEDADE_VELOSIANA_DE_CIÊNCIAS_NATURAIS|&amp;lt;u&amp;gt;Sociedade Velosiana de Ciências Naturais&amp;lt;/u&amp;gt;]], para a revisão do “Diccionario de Botanica Brasileira”, baseado nos manuscritos deixados pelo médico e botânico Manoel Arruda da Câmara e preparados pelo farmacêutico pernambucano Joaquim de Almeida Pinto (SANTOS FILHO, 1991).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi membro adjunto da comissão brasileira na Exposição Universal de Viena, realizada de maio a novembro de 1873, onde apresentou estudos sobre botânica médica, e foi também membro do júri do 4º grupo do evento, o de substâncias alimentícias e de consumo como produtos de indústria. &amp;amp;nbsp;Neste mesmo ano participou do Congrés Médical Internationale de Vienne, como delegado do Governo do Brasil e vice-presidente da Seção de Quarentenas, quando apresentou uma memória sobre as quarentenas.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi membro da Société Botanique de France, da Société Impériale des Sciences Naturelles de Cherbourg (França), da Sociedade Abolicionista da Escravatura, e um dos fundadores da Associação Beneficente da Corporação Docente do Rio de Janeiro (BARROSO, 1951).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Participou da fundação da Associação Internacional Anti-Epidemica, criada em 22 de agosto de 1886, e no ato de fundação, realizado em uma das salas da Imprensa Nacional, Caminhoá proferiu uma conferência apresentando a necessidade dessa associação:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“No domingo, 22 do corrente, (....), na augusta presença de Suas Magestades e Altezas, dos membros do corpo diplomático e consular e suas famílias, dos representantes da imprensa nacional e estrangeira, &amp;amp;nbsp;o professor Caminhoá levará a efeito seu desideratum de fundar uma associação internacional anti-epidemica destinadas a concorrer por todos os modos para atenuar os males que nos trazem ao progresso e á immigração as graves moléstias epidemicas e endemicas, principalmente a febre amarela no Rio de Janeiro e o beri-beri no norte do império. (....). A fundação da dita associação será precedida de uma conferencia pelo referido conselheiro sobre sociedades filantrópicas; os engeitados, os meninos desvalidos, os surdo-mudos, cegos, lázaros, marinheiros e náufragos, soldados, feridos nos campos de batalha e os imigrantes e outras victimas das epidemias, serão o thema em quese baseará para justificar a necessidade de fundar a associação internacional anti-epidemica”. (CAMARA, 1886, p.2)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A Associação Internacional Anti-Epidemica, nas palavras de seu fundador, seria constituída por pessoal nacional e estrangeiro, de ambos os sexos, interessados em aderir à ideia de acabar com aquelas epidemias e endemias. A associação teria duas seções, a filantrópica, encarregada em obter os meios materiais para a realização dos objetivos da associação, e a científica, constituída por especialistas e sumidades científicas residentes no Rio de Janeiro (ASSOCIAÇÃO, 1886-1887).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Joaquim Monteiro Caminhoá deixou alguns trabalhos inéditos, como o “Diccionario de botanica”, o qual, segundo Geraldo Barroso (1951), por ocasião de seu falecimento, encontrava-se praticamente concluído, tendo terminado a letra “Z” e estar preparando a adenda e corrigenda. Ainda segundo o mesmo autor, alguns anos após sua morte, esses manuscritos teriam sido adquiridos pelo Museu Nacional, durante o governo de Epitácio Pessoa.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Sua obra “Elementos de Botânica Geral e Médica”, cuja primeiro volume foi publicado em 1877, trazia 1500 estampas intercaladas no texto e três mapas de geografia botânica, com uma iconografia de autoria de artistas nacionais e estrangeiros, e apresentava dedicatória ao naturalista Adolphe Bregniart (1801-1876), ao Conde de Jaubert, e aos botânicos Pierre Étienne Simon Duchartre (1811-1894), Henri Baillon (1827-1895) e Ernest Germain de Saint Pierre (1815-1882). A obra foi premiada pelo Governo Imperial, e considerada por Arthur Neiva “o melhor trabalho sobre botânica escrito em vernáculo” (Apud. ARAÚJO, [s.d.], p.4). &amp;amp;nbsp;Em sua apresentação Joaquim Monteiro Caminhoá afirmava que o livro, resultado de quase 16 anos de estudos, era o resumo de 59 compêndios e obras de importantes autores norte-americanos e europeus, incluindo os de Alfonso Wood (1810-1881), Bellinck, Pierre Étienne Simon Duchartre, Henri Baillon e de Karl Friedrich Philipp von Martius (1794-1868).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O professor e botânico J. Peterson Davis, de Boston (EUA), em uma correspondência, elogiou a obra de Caminhoá e solicitou licença para traduzi-la para o inglês:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Eu vos felicito e ainda ao vosso Govêrno, ao Sábio Soberano que tanto protege as ciências, letras e artes, e enfim ao Brasil. Ninguém d´ora em diante poderá escrever sobre qualquer dos ramos da botânica, sem que o nome do Prof. Caminhoá figure na vanguarda. Peço licença para traduzir para o inglês a vossa referida obra, sob as vistas de algum dos nossos sábios botânicos, por exemplo dos Profs. Wood ou Asa-Grey [Gray]”. (Apud BARROSO, 1951, p.718).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Caminhoá publicou, em 1888, o artigo “Utilidade das sciencias naturaes” no periódico Barão de Macahubas. &#039;&#039;Periódico Scientifico, Litterario e Noticioso&#039;&#039;, em sua edição de 9 de setembro de 1888, no qual, destaca Alex Gonçalves Varela, defendeu a utilidade do estudo das ciências naturais, e lamentou o fato dos homens de Estado desconhecerem as riquezas naturais do país, as quais poderiam promover a agricultura e indústria (VARELA, 2019, p.342).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Produção intelectual&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “A febre amarela e o colera morbus serão provenientes de um envennenamento miasmático? Da medicação hydrotherápica; Exame e solução das principaes questões sobre a anesthesia e a therapêutica cirúrgica; Ozona, sua natureza, propriedades e preparação”. These apresentada para ser publicamente sustentada perante à Faculdade de Medicina da Bahia em dezembro de 1858.Bahia: Typographia de Carlos Pongetti, 1858.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Da vegetação nos diversos períodos da formação do nosso planeta e das modificações que ella experimenta em differentes latitudes pela influência dos agentes”. Rio de Janeiro, 1861. These apresentada à Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro afim de obter um logar de opositor na Sessão de sciencias acessórias da mesma faculdade. Rio de Janeiro: Typographia Universal de Laemmert, 1861.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Estudo epidemiologico sobre a febre amarela e colera morbus”. Annaes da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, 1861.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Ataque da ilha do Carvalho e derrota dos Paraguayos no dia 10 de Abril de 1866”. Segundo desenho do Dr. Caminhoá [Joaquim Monteiro]. Lith. Por Anon. da Off. de Fleiuss. 1866.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Estudos sobre a intoxicação paludica no Exercito do Brasil (terra e mar)”. 1870.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Das plantas tóxicas do Brazil”. These de Concurso para a cadeira de Botanica Medica da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro. &amp;amp;nbsp;Rio de Janeiro: Typographia Perseverança, 1871.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Do vegetal considerado sob o ponto de vista de sua duração, pátria, logar de nascimento, estações, cultura e usos; ponto tirado a sorte e escripto de improviso como prova de concurso para a cadeira de botânica e zoologia”. Publicado pela redaçã da Gazeta Medica. &amp;amp;nbsp;Rio de Janeiro, 1871.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Memoria sobre o modo de conservar as plantas com suas formas e cores, ou dos herbários em geral e particularmente em líquidos. Lida perante a Sociedade Vellosiana”. Rio de Janeiro: Typ. Acadêmica, 1873.&amp;lt;br/&amp;gt; - &amp;quot;Congrès de Vienne. Les quarentaines et la prophilaxie”. Gazette Hebdomadaire de Medicine et de Cirurgie, pgs.775, 791, 821,1873.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Relatório acerca dos jardins botanicos”. Rio de Janeiro: Typographia Nacional, 1874.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Des quarentaines: questions discutées au Congrés Médical Internationale de Vienne par le Dr. Joaquim Monteiro Caminhoá”. Deuxième édition. Paris: G. Masson, Éditeur, Librairie de L´Academia de Médicine. Place de l´École-de-Médicine, 1874.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Memoria histórica dos acontecimentos notaveis do ano lectivo de 1874 redigida pelo Dr. Joaquim Monteiro Caminhoá, lente de botânica e zoologia médica”. In: Relatorio apresentado á Assembléa Geral Legislativa na Quarta Sessão da Decima Quinta Legislatura pelo Ministro e Secretario D´Estado dos negócios do Imperio Dr. João Alfredo Corrêa de Oliveira. Rio de Janeiro: Typographia Nacional, 1875.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Conferência acerca da sociedade de socorros aos feridos, e do papel que representa a mulher nas guerras modernas”. 65ª Conferência Popular da Glória, realizada em 26/07/1874.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Jaborandi. Ensaio acerca da Botanica e Materia Medica Brasileira”. Revista Medica. Jornal de Sciencias Medicas e Cirurgicas, Rio de Janeiro, anno II, n.12, p.180-183, 30 de julho de 1875.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Jaborandi. Ensaio acerca da Botanica e Materia Medica Brasileira”. Revista Medica. Jornal de Sciencias Medicas e Cirurgicas, Rio de Janeiro, anno II, n.13, p.205-206, 16 de agosto de 1875.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Jaborandi. Ensaio acerca da Botanica e Materia Medica Brasileira”. (Continuação). Revista Medica. Jornal de Sciencias Medicas e Cirurgicas, Rio de Janeiro, anno II, n.15, 232-233, 15 de setembro de 1875.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Jaborandi. Ensaio acerca da Botanica e Materia Medica Brasileira”. (Continuação). &amp;amp;nbsp;Revista Medica. Jornal de Sciencias Medicas e Cirurgicas, Rio de Janeiro, anno II, n.16, p.249-251, 30 de setembro de 1875.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Jaborandi. Ensaio acerca da Botanica e Materia Medica Brasileira”. (Continuação). Revista Medica. Jornal de Sciencias Medicas e Cirurgicas, Rio de Janeiro, anno II, n.17, p.265-267, 16 de outubro de 1875.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Jaborandi. Ensaio acerca da Botanica e Materia Medica Brasileira”. Revista Medica. Jornal de Sciencias Medicas e Cirurgicas, Rio de Janeiro, anno II, n.19, p.292-293, 15 de novembro de 1875.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Ensaios para o estudo da flora dos pantanos do Brasil. &amp;amp;nbsp;Rio de Janeiro: [s.l.], 1876.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Curso de Botânica Popular”. 189ª Conferência Popular da Glória, realizada em 10/08/1876. In: Separata das Conferências Populares, n. 8, 08/1876. Rio de Janeiro: [s.n.], 1876.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Curso de Botânica Popular II”. 194ª Conferência Popular da Glória, realizada em 02/09/1876. In: Separata das Conferências Populares, n.9, 09/1876. Rio de Janeiro: [s.n.], 1876.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sociedade de socorros aos feridos e doentes militares”. Conferência Popular da Glória, realizada em 26/07/1875. In: Separata das Conferências Populares, n.10, 10/1876. Rio de Janeiro: [s.n.], 1876.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Curso de Botânica Popular III”. 196ª Conferência Popular da Glória, realizada em 08/09/1876.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Curso de Botânica Popular IV”. 198ª Conferência Popular da Glória, realizada em 14/09/1876.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Curso de Botânica Popular V”. 200ª Conferência Popular da Glória, realizada em 21/09/1876.&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp;- “Raiz e Caule”. 202ª Conferência Popular da Glória, realizada em 28/09/1876.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Curso de Botânica Popular VII”. 204ª Conferência Popular da Glória, realizada em 04/10/1876.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Curso de Botânica Popular VIII”. 206ª Conferência Popular da Glória, realizada em 14/10/1876.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Curso de Botânica Popular IX”. 208ª Conferência Popular da Glória, realizada em 19/10/1876.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Curso de Botânica Popular X”. 210ª Conferência Popular da Glória, realizada em 26/10/1876.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Ligeiros ensaios de physiologia experimental”. Annaes Brazilienses de Medicina, Rio de Janeiro, tomo XXVIII, ns. 3 e 4, p.141-144, setembro e outubro de 1876.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Elementos de botanica geral e medica com 1.500 estampas, intercalladas no texto. Obra premiada pelo Governo Imperial”. Rio de Janeiro: Typographia Nacional, 1877.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Família das Euphorbiaceas”. Rio de Janeiro, 1879. These para o Concurso à cadeira de história natural do Colégio D. Pedro II. Rio de Janeiro: Imp. Industrial – Rua da Ajuda, n.75, 1879.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Botanica medica geral. Obra premiada pelo Governo Imperial”. Rio de Janeiro, 1879-1884. &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Catalogue des plantes toxiques du Brésil par le docteur J.M. Caminhoá”. Traduit du portugais par le docteur H. Rey avec une preface para M. Bavary. Paris: G.Masson, 1880.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Meios práticos e econômicos para a reforma do ensino médico”. 335ª Conferência Popular da Glória, realizada em 05/09/1880.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Compêndio de botânica. Terceira parte – Botânica sintética”. Rio de Janeiro: Tip. Nacional, 1884.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Juizos criticos, indice alphabetico, addenda e corrigenda do compendio de botanica Geral e medica do cons. Caminhoá”. Rio de Janeiro: Typ. Nacional, 1884.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Considerações botanico-medicas sobre a herva dicta homeriana. Memoria apresentada à Academia pelo conselheiro Joaquim Monteiro Caminhoá”. Rio de Janeiro: Typographia de Fernando Ribeiro, 1885.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Utilidade das sciencias naturaes”. Barão de Macahubas. Periódico Scientifico, Litterario e Noticioso, Bahia, anno 3, n.32, p.2, 9 de setembro de 1888.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Mucunan ou Mucuna; comunicação feita pelo conselheiro Caminhoá à Academia Imperial de Medicina em sessão de 29 de novembro de 1888”. [s.l.]: [s.n.], [s.d.].&amp;lt;br/&amp;gt; - “Do emprego da electricidade na desinfecção dos esgotos”. Trabalho apresentado no 2º Congresso brasileiro de medicina e Cirurgia. Rio de Janeiro, 16 a 26 de setembro de 1889.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Estudo das Águas Mineraes do Araxá comparadas com as congeneres de outras procedencias. Curabilidade da tuberculose pulmonar pelas ditas águas. Usos industriaes das mesmas pelo Prof.Conselheiro Joaquim Monteiro Caminhoá. Memória lida perante a Academia Nacional de Medicina do Rio de Janeiro em sessão de 8 de maio de 1890”. Rio de Janeiro: Typographia Laemmert, 1890.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Memoria sobre a prophylaxia da sifilis no Rio de Janeiro”. Annaes da Academia Nacional de Medicina, v. LV, p.405, 1890.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Cactaceas brasileiras medicinaes e particularmente o cactos triangulari”. &amp;amp;nbsp;Memoria apresentada na Academia Nacional de Medicina. 1890.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Industrias extractivas”. &amp;amp;nbsp;Revista Brazileira, Rio de Janeiro, Segundo Anno, Tomo Quinto, p.365-374, 1896.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Industrias extractivas”. &amp;amp;nbsp;Revista Brazileira, Rio de Janeiro, Segundo Anno, Tomo Sexto, p.16-26, 1896.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Industrias extractivas”. &amp;amp;nbsp;Revista Brazileira, Rio de Janeiro, Segundo Anno, Tomo Setimo, p.51-54, 1896.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Ensaios acerca da botânica e matéria médica”. [s.l.]: [s.n.], [s.d.].&amp;lt;br/&amp;gt; - “Anatomia, Organographia, Morphologia e Physiologia dos Orgãos de Reprodução” . [s.l.]: [s.n.], [s.d.].&amp;lt;br/&amp;gt; - “Ensaios de uma analyse qualificativa das águas do Uruguay e Paraguay para esclarecimento da questão relativa às dysenterias das tripulações dos navios da esquadra brazileira na guerra com o Estado Oriental do Uruguai”. [s.l.]: [s.n.], [s.d.].&amp;lt;br/&amp;gt; - “Estudos clinicos sobre os tetanos em o nosso exército e armada durante as campanhas do Uruguai e Paraguai”. [s.l.]: [s.n.], [s.d.].&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sobre apparelhos anesthesicos e, particularmente sobre o inalador adjuvante do Doutor J. Monteiro Caminhoá”. [s.l.]: [s.n.], [s.d.].&amp;lt;br/&amp;gt; - “Do inhalador adjuvante para bordo dos navios e lugares onde não houver cirurgião ajudante”. [s.l.]: [s.n.], [s.d.].&amp;lt;br/&amp;gt; - “Relatorio acerca da gangrena por congelação, havida nas praças do exército brazileiro durante a primeira phase da campanha do Paraguay”. [s.l.]: [s.n.], [s.d.].&amp;lt;br/&amp;gt; - “Relatorio medico-cirurgico da ambulancia do Passo de Los Libres sob a direção do autor”. [s.l.]: [s.n.], [s.d.].&amp;lt;br/&amp;gt; - “Relatorio medico-cirurgico sobre os casos de cholera-morbus no serviço de enfermarias de marinha a cargo do autor”. [s.l.]: [s.n.], [s.d.].&amp;lt;br/&amp;gt; - “Relatorio sobre os serviços da vanguarda e hospitais de sangue. [s.l.]: [s.n.], [s.d.].&amp;lt;br/&amp;gt; - “Relatorio sobre o Buranhen ou Guaranhen, apresentado ao Governo Imperial”. [s.l.]: [s.n.], [s.d.].&amp;lt;br/&amp;gt; - “Estudos comparativos osonometricos e em relação ao colera-morbus em Corrientes”. [s.l.]: [s.n.], [s.d.].&amp;lt;br/&amp;gt; - “Estudos osonometricos a borda da corveta Bahiana em cruzeiro ao sul do Brasil”. [s.l.]: [s.n.], [s.d.].&amp;lt;br/&amp;gt; - “O Beriberi. Estudo comparativo no Brazil e na Índia”. [s.l.]: [s.n.], [s.d.].&amp;lt;br/&amp;gt; - “Memoria sobre o chá e sua cultura no Japão e em outros países”. [s.l.]: [s.n.], [s.d.].&amp;lt;br/&amp;gt; - “Memoria sobre o trigo e sua cultura no Brazil”. [s.l.]: [s.n.], [s.d.].&amp;lt;br/&amp;gt; - “Memoria sobre o mucugê (couma rígida), árvore fructifera do Brazil. [s.l.]: [s.n.], [s.d.].&amp;lt;br/&amp;gt; - “Memoria sobre as plantas brazileiras que dão borracha”. [s.l.]: [s.n.], [s.d.].&amp;lt;br/&amp;gt; - “Plantas amargas e febrífugas brazileiras”. [s.l.]: [s.n.], [s.d.].&amp;lt;br/&amp;gt; - “Do sumaré, seus usos medicinaes e industriaes”. [s.l.]: [s.n.], [s.d.].&amp;lt;br/&amp;gt; - “Do mamoeiro, seus usos e produtos”. [s.l.]: [s.n.], [s.d.].&amp;lt;br/&amp;gt; - “Do leite de mangabeira sob o ponto de vista therapeutico”. [s.l.]: [s.n.], [s.d.].&amp;lt;br/&amp;gt; - “Do café amarelo”. [s.l.]: [s.n.], [s.d.].&amp;lt;br/&amp;gt; - “Ensaio de estudo sobre o berne”. [s.l.]: [s.n.], [s.d.].&amp;lt;br/&amp;gt; - “Conferência sobre a botanica applicada à agricultura e à indústria”. [s.l.]: [s.n.], [s.d.].&amp;lt;br/&amp;gt; - “Fragmentos de litteratura botanica”. [s.l.]: [s.n.], [s.d.].&amp;lt;br/&amp;gt; - “Considerações sobre a matéria médica brazileira”. [s.l.]: [s.n.], [s.d.].&amp;lt;br/&amp;gt; - “Ensaios de physiologia comparada: resistência vital das cobras”. [s.l.]: [s.n.], [s.d.].&amp;lt;br/&amp;gt; - “Notas sobre alguns casos de loucura, tratados pelo sulfato de quinino em altíssimas doses”. [s.l.]: [s.n.], [s.d.].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- &amp;amp;nbsp;APONTAMENTOS biográficos sobre o Conselheiro Doutor Joaquim Monteiro Caminhoá. [s.l.], [s.d.]. (Coleção Cláudio Ganns). Loc.: Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB), 24,4,14. &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#IHGB|&amp;lt;u&amp;gt;IHGB&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - ARAÚJO, Carlos da Silva. Joaquim Monteiro Caminhoá. Patrono da Cadeira nº 95. Datilografado. Arquivo pessoal da Academia Nacional de Medicina. [Rio de Janeiro]: [s.n.], [s.d.]. ([[Fontes_de_informação#ANM|&amp;lt;u&amp;gt;ANM&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - ASSOCIAÇÃO Internacional Anti-Epidemica. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, Salvador, v.18, Serie III, v. IV, p.88-91, jul.1886-jun.1887. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/docreader/165646/7594&amp;lt;/u&amp;gt;  &amp;lt;br/&amp;gt; - BARROSO, Geraldo. Estudo Bio-Bibliographico e Elogio Histórico do Conselheiro Professor Doutor Joaquim Monteiro Caminhoá. &#039;&#039;Revista Marítma Brasileira&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano LXX, ns.10, 11 e 12, p.705-727, abr. - mai.- jun. 1951. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/008567/80123&amp;lt;/u&amp;gt; &amp;lt;br/&amp;gt; - BENCHIMOL, Jaime Larry. &#039;&#039;&#039;Dos micróbios aos mosquitos: febre amarela e a revolução pasteuriana no Brasil. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 1999. Capturado em 12 ago. 2020. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://books.scielo.org/id/6p4jp&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - CAMARA Municipal. &#039;&#039;O Paiz&#039;&#039;, anno III, n.230, p.2, 20 de agosto de 1886. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/178691_01/2844&amp;lt;/u&amp;gt; &amp;lt;br/&amp;gt; - JOAQUIM Monteiro Caminhoá. (Cadeira nº95). In: ACADEMIA NACIONAL DE MEDICINA. Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://www.anm.org.br/joaquim-monteiro-caminhoa/&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - JOAQUIM Monteiro Caminhoá. In: BLAKE, Sacramento. Diccionario Bibliographico Brazileiro. Quarto volume. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1898. pp.207-211. &amp;amp;nbsp;In: Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin. Acervo Digital. &amp;amp;nbsp;Capturado em 12 ago. 2020. Online. Disponível na Internet:  &amp;lt;u&amp;gt;https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/5444&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - JOAQUIM Monteiro Caminhoá. In: ACADEMIA NACIONAL DE MEDICINA. Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: [https://www.anm.org.br/joaquim-monteiro-caminhoa/ &amp;lt;u&amp;gt;https://www.anm.org.br/joaquim-monteiro-caminhoa&amp;lt;/u&amp;gt;/]&amp;lt;br/&amp;gt; - LACAZ, Carlos da Silva. &#039;&#039;&#039;Vultos da Medicina Brasileira.&#039;&#039;&#039; São Paulo: Laboratório Pfizer do Brasil, 1971. &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - MAGALHÃES, Fernando. &#039;&#039;&#039;Centenário da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Typ. A.Barthel, 1932. &amp;amp;nbsp; ([[Fontes de informação#BMANG|&amp;lt;u&amp;gt;BMANG&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br /&amp;gt; - NECROLOGIA. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, Salvador, anno XXIV, n.8, p.382-383, fevereiro de 1892. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/165646/10855&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt; - SANTOS FILHO, Lycurgo de Castro. &#039;&#039;&#039;História Geral da Medicina Brasileira.&#039;&#039;&#039; vol.2. São Paulo: Editora Hucitec, Editora da Universidade de São Paulo, 1991. &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCCBB|&amp;lt;u&amp;gt;BCCBB&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - VARELA, Alex Gonçalves. Joaquim Monteiro Caminhoá: um médico ilustrado do Império do Brasil, 1858-1896. &#039;&#039;História, Ciências, Saúde-Manguinhos&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.26, n.1, p.335-345, jan.-mar. 2019. Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:  &amp;lt;u&amp;gt;https://www.scielo.br/pdf/hcsm/v26n1/0104-5970-hcsm-26-01-0335.pdf&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - VARELA, Alex Gonçalves. Um estudo biográfico não publicado sobre o médico-botânico Joaquim Monteiro Caminhoá. &#039;&#039;Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, a. 180, v.479, p.217-235, jan./abr. 2019. Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;  &amp;lt;u&amp;gt;https://doi.org/10.23927/issn.2526-1347.RIHGB.2019(479):217-235&amp;lt;/u&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa – Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Redação – Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Revisão – Francisco José Chagas Madureira.&amp;lt;br/&amp;gt; Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Forma de citação&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;{{SITENAME}}&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Categoria:Biografias]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Verbetes]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ana.guedes</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=AZEVEDO,_CARLOS_FREDERICO_DOS_SANTOS_XAVIER_DE&amp;diff=3859</id>
		<title>AZEVEDO, CARLOS FREDERICO DOS SANTOS XAVIER DE</title>
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		<updated>2026-07-20T15:32:13Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ana.guedes: /* Fontes */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Outros nomes e/ou títulos:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039; &amp;lt;u&amp;gt;[[AZEVEDO, CARLOS FREDERICO DOS SANTOS XAVIER|Azevedo, Carlos Frederico dos Santos Xavier]]&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039; Carlos Frederico dos Santos Xavier de Azevedo nasceu em 2 de novembro de 1825, na cidade de Montevidéu. Doutorou-se, em 1847, pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro. Ingressou na Armada Imperial, como praça, em 1848, tendo sido nomeado posteriormente a 2° Cirurgião de Comissão, 1° Cirurgião de Comissão, Cirurgião de Divisão no Corpo de Saúde da Armada, Cirurgião de Esquadra. Participou das Campanha do Uruguai (1851-1852), e da Guerra do Paraguai (1864-1869), como chefe de saúde da Esquadra e, em 1864, foi nomeado Chefe de Saúde da Estação Naval do Rio da Prata, em Montevidéu. Publicou, em 1870, a obra “Historia medico-cirurgica da esquadra brasileira nas campanhas do Uruguay, e Paraguay de 1864 a 1869”, na qual detalhou suas observações médicas, sobre as condições locais, as diversas operações realizadas, a estrutura dos hospitais, e sobre as enfermidades. Faleceu na cidade do Rio de Janeiro em 29 de julho de 1893.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Dados pessoais&amp;lt;/span&amp;gt;=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Carlos Frederico dos Santos Xavier de Azevedo era filho de João Francisco Xavier de Azevedo, tenente de 1ª linha do Exército, e de Margarida Maria Flores Xavier de Azevedo. Nasceu em 2 de novembro de 1825, na cidade de Montevidéu, que naquela época integrava o Império brasileiro. Era afilhado de Carlos Frederico Lecor (Visconde de Laguna), marechal do Exército, português de nascimento e naturalizado brasileiro, e militar atuante no processo de independência do Brasil, de quem herdou o nome. Casou-se com Marianna Carolina Lopes de Azevedo, e teve dois filhos, que também seguiram nas carreiras médicas, tendo Frederico Augusto dos Santos Xavier se formado em medicina, e Francisco Orozimbo Xavier de Azevedo em farmácia.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Carlos Frederico dos Santos Xavier de Azevedo foi agraciado com a Ordem da Rosa, e recebeu os títulos de Oficial do Cruzeiro, de Cavaleiro da Ordem de São Bento de Aviz, e de Conselheiro do Imperador D. Pedro II (1879). Foi condecorado com a medalha concedida à Esquadra em operações no Rio da Prata, em 1851 e 1852, a medalha na campanha do Uruguai, de 1864, e a medalha referente à rendição de Uruguaiana e da Guerra do Paraguai, em 1865.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Faleceu na cidade do Rio de Janeiro em 29 de julho de 1893.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Trajetória profissional&amp;lt;/span&amp;gt;=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Carlos Frederico dos Santos Xavier de Azevedo doutorou-se em medicina, em 1847, pela &amp;lt;u&amp;gt;[[FACULDADE DE MEDICINA DO RIO DE JANEIRO|Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro]]&amp;lt;/u&amp;gt;, com a tese intitulada “Considerações geraes sobre certas difficuldades, que o medico parteiro, pouco experiente, encontra no exercício de seu ministério”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Após a conclusão do curso médico, ingressou na Armada Imperial tornando-se primeiro praça em 31 de abril de 1848. Foi promovido, em 30 de outubro de 1848, ao cargo de 2° Cirurgião de Comissão, e em 31 de julho de 1851, a 1° Cirurgião de Comissão. Em 2 de dezembro de 1857, então capitão-tenente, tornou-se Cirurgião de Divisão no Corpo de Saúde da Armada. Como capitão de fragata, tornou-se, em 28 de junho de 1864, Cirurgião de Esquadra. Ainda neste ano, em novembro de 1864, foi nomeado Chefe de Saúde da Estação Naval do Rio da Prata, em Montevidéu.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Participou das Campanha do Uruguai (1851-1852), e da Guerra do Paraguai (1864-1869), como chefe de saúde da Esquadra, tendo estado, em 1866, nos combates de Itairú na Batalha do Paso de Pátria, nas margens do Rio Paraná, e nas batalhas de Curuzu e de Curupaiti. Logo após a campanha do Uruguai, foi para Buenos Aires onde dirigiu os hospitais da Marinha, em Corrientes, cidade que foi um dos principais pontos de apoio das forças aliadas na Guerra do Paraguai.  Retornou ao Brasil, em 1869, e por meio de decreto, promulgado em 12 de março deste ano, alcançou o posto de cirurgião-mor do Corpo de Saúde da Armada.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A partir de sua experiência e de suas observações médicas em campo de batalha, Xavier de Azevedo publicou, em 1870, a obra “Historia medico-cirurgica da esquadra brasileira nas campanhas do Uruguay, e Paraguay de 1864 a 1869”&#039;&#039;.&#039;&#039; Nesta obra, de 523 páginas, detalhou suas observações médicas, e as de outros médicos, sobre as condições locais, as diversas operações realizadas, a estrutura dos hospitais, e as enfermidades (SILVA, 2012). Aquele confronto foi um grande laboratório para os médicos da Marinha e do Exército. Foi nas condições dificultosas daqueles conflitos, na necessidade de tratar dos doentes e salvar vidas, que os médicos puderam aprofundar seus conhecimentos no campo da higiene e da cirurgia, e testaram medicamentos, ferramentas cirúrgicas e métodos operatórios.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Xavier de Azevedo indicou como sendo as referências teóricas de seu livro, os estudos dos cirurgiões militares franceses Dominique Jean Larrey (Barão de Larrey) (1766-1842), Jean Charles Chenu (1808-1879), Jean Christian Marc Boudin (1806-1867), e Guillaume Dupuytren (1777-1835) (AZEVEDO, 1870). Logo no início de sua obra, referiu-se ao que o teria motivado a escrever:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;quot;A guerra em todos os tempos preoccupou o espirito do escriptor sob o ponto de vista administrativo, politico, militar e medico. Ao encetar-se a campanha do Uruguay, e Paraguay, tivemos sempre em vista apresentar ao Governo do nosso paiz um trabalho mais extenso, e minucioso, do que o exigido pelos regulamentos aos Chefes de Saude das Esquadras em operações de guerra&amp;quot; (AZEVEDO, 1870, p.1)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Na obra “História médico-cirúrgica da esquadra brasileira”, o autor apresentou como sendo as principais causas de infecções e mortes nos soldados e oficiais dos conflitos, as desinterias, escorbuto, falta de latrinas ou pouca delas, infecções gastrointestinais, sarna, feridas na pele, fome, cadáveres insepultos, águas contaminadas, cólera, varíola, pouca adaptação ao clima, tifo, febre perniciosa, má conservação dos alimentos, gangrenas, tétanos e amputações. Suas páginas também forneceram informações sobre o corpo médico atuante nos confrontos: Carlos Frederico dos Santos Xavier de Azevedo (Cirurgião de Esquadra, Chefe de Saúde da Esquadra); Cirurgiões de Divisão: Claudio José Pereira da Silva, João Ribeiro de Almeida, José do Nascimento Garcia de Mendonça, Propicio Pedroso Barreto de Albuquerque e João José Damazio; Primeiro Cirurgião: Antonio Pancracio de Lima Vasconcellos, Pedro Manoel Alvares Moreira Villaboim, Joaquim Marcelino de Brito, José Marcellino de Mesquita, Tristão Arthur de Campos Pio, Pamphilo Manoel Freire de Carvalho, Domingos Soares Pinto, Tristão Henriques Costa, Symphronio Olimpio Alvares Coelho, &amp;lt;u&amp;gt;[[CAMINHOÁ, JOAQUIM MONTEIRO|Joaquim Monteiro Caminhoá]]&amp;lt;/u&amp;gt;, José Caetano da Silva Costa, Manoel Baptista Valladão, João Adrião Chaves, Antonio d’Alba Corrrêa de Carvalho, Luiz Carneiro da Rocha, Joaquim Carlos da Rosa, Pedro Autran de Matta Albuquerque; Segundo Cirurgião: Antonio Augusto Barbosa de Oliveira, Luiz Eduardo Neuman, Frederico Schultz, Rozendo Muniz Barreto; Primeiro Cirurgião: Luiz Pientzenauer, Antenor Augusto Ribeiro Guimarães, Antonio Caetano de Campos, João Numa Guerin e José Theotonio Martins.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Esta sua obra foi comentada pelo médico da marinha francesa, Paul Marie Victor Bourel-Roncière, em artigo intitulado “Histoire Médico-Chirurgicale de L’Escadre Brésilienne dans les campagnes de L’Uruguay et du Paraguay (1864-1869)”, publicado, em 1875, nos &#039;&#039;Archives de Médecine Navale&#039;&#039; (B. R., 1875)&#039;&#039;.&#039;&#039; Bourel-Roncière foi cirurgião-chefe da Estação Naval do Brasil e da Prata, tendo observado e analisado as condições de higiene na região do Rio da Prata, em viagem a bordo da fragata “La Circé”, entre 1868 e 1870.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A publicação francesa destacou que sua obra reunia os fatos médicos das duas campanhas da esquadra brasileira, e que também era uma homenagem à atuação e abnegação do Corpo de Saúde, vivenciadas nas condições difíceis daquela guerra entre o Brasil e as repúblicas de sua fronteira meridional. Ressaltou, ainda, as numerosas observações feitas pelo autor sobre os acidentes e ferimentos pelas armas de fogo, as infecções purulentas, as gangrenas, as amputações praticadas, os diversos procedimentos operatórios, e sobre as principais questões de higiene vivenciadas nas embarcações, como a insuficiência de iluminação natural, as altas temperaturas pelos incêndios, a umidade interior proveniente da má qualidade das madeiras, o tamanho do espaço e a concentração de um pessoal muito numeroso. O articulista francês ressaltou, ainda, as considerações de Xavier de Azevedo sobre a climatologia daquelas regiões onde as influências patogênicas eram então pouco conhecidas, e suas indicações precisas sobre as exigências de uma higiene náutica (CASA DE OSWALDO CRUZ, 2009).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Antes do término da Guerra do Paraguai, Carlos Frederico dos Santos Xavier de Azevedo retornou ao Brasil, em 1869, quando foi nomeado para integrar, como presidente, a comissão responsável pela avaliação e pareceres sobre as condições higiênicas da Fazenda de São Sebastião, na Ilha do Governador, para que pudesse servir de asilo de inválidos da Marinha.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Prestou serviços médicos para a Caixa de Socorros de D. Pedro V, instituição fundada em 1863, que tinha como fim socorrer portugueses pobres. Esta instituição estabeleceu, em 1871, um consultório médico cirúrgico, no qual Xavier de Azevedo realizava atendimentos gratuitos no horário das 10:00hs às 13:00hs.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 10 de maio de 1879, Carlos Frederico dos Santos Xavier de Azevedo tornou-se chefe de Divisão do Corpo de Saúde da Armada, atuando em dependências do &amp;lt;u&amp;gt;[[HOSPITAL DA MARINHA DA CORTE|Hospital da Marinha da Corte]]&amp;lt;/u&amp;gt; (Rua dos Arcos nº20), cargo este que ocupou até 28 de abril de 1890, quando foi reformado compulsoriamente. Entre os anos de 1880 e 1889, foi cirurgião-mor e chefe de Divisão Graduado, do &amp;lt;u&amp;gt;[[HOSPITAL DA MARINHA DA CORTE|Hospital da Marinha da Corte]]&amp;lt;/u&amp;gt;, na Rua dos Inválidos nº 70. Por decreto de 26 de abril de 1890, saiu reformado como Vice-Almirante.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Xavier de Azevedo realizou uma viagem à Europa, em 1880, tendo visitado diversas instituições de saúde em Paris e Lisboa, cujas observações foram relatadas numa publicação, em 1881, intitulada “Estudo sobre hospitaes, reforma destes estabelecimentos: Hospitaes de Paris e Lisboa”. O júri da Exposição da Indústria Nacional, realizada em 1881 na cidade do Rio de Janeiro, concedeu a Xavier Azevedo um diploma de honra pela publicação pela da “Historia medico-cirurgica da esquadra brasileira nas campanhas do Uruguay, e Paraguay de 1864 a 1869” e da obra sobre os hospitais da França e de Portugal.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi constituída, pelo Governo Imperial, em 1882, uma Comissão para inspecionar o serviço médico e a escrituração das boticas nos hospitais, divisões navais e demais estabelecimentos da Marinha nas províncias do norte. Essa comissão, presidida por Carlos Frederico dos Santos Xavier de Azevedo, e integrada por Affonso da Rocha, 2º cirurgião do Corpo de Saúde da Armada, e Henrique Mendes da Costa do 3º escriturário da Contadoria da Marinha, saiu do Rio de Janeiro em 6 de janeiro de 1882, e percorreu as províncias da Bahia, Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Ceará, Pará, Amazonas, Maranhão, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe e Espírito Santo (SILVA, 2005).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 24 de agosto de 1883, Xavier de Azevedo foi nomeado membro de uma comissão, da qual também faziam parte Antonio Correia de Souza Costa (presidente da Junta Central de Higiene Pública), &amp;lt;u&amp;gt;[[ANDRADE, NUNO FERREIRA DE|Nuno Ferreira de Andrade]]&amp;lt;/u&amp;gt; (Inspetor de Saúde do Porto) e José Ribeiro de Souza Fontes, responsável por verificar e investigar, mediante experiências realizadas na &amp;lt;u&amp;gt;[[FACULDADE DE MEDICINA DO RIO DE JANEIRO|Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro]]&amp;lt;/u&amp;gt;, a aplicação, por meio do método endêmico, de sangue de indivíduos falecidos em decorrência da febre amarela, com a finalidade de obter a prevenção da moléstia.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Como diretor do &amp;lt;u&amp;gt;[[HOSPITAL DA MARINHA DA CORTE|Hospital da Marinha da Corte,]]&amp;lt;/u&amp;gt; foi responsável pela construção da primeira Enfermaria-Barraca pelo systema Le Fort no Rio de Janeiro, que foi instalada em 20 de fevereiro de 1884, junto a este hospital na Fortaleza de São José da Ilha das Cobras, localizada na Baía de Guanabara, em frente ao antigo Morro da Prainha, atual Morro de São Bento, no Rio de Janeiro. Clément Léon Lefort (1829-1893) foi um cirurgião francês que preconizou a proposta da enfermaria-barraca.  Na ocasião da inauguração Carlos Frederico dos Santos Xavier Azevedo, cirurgião-mor da Armada, apresentou a tese “Supressão dos actuaes hospitais militares, substituição pelos hospitais-barracas de madeira” (NOTICIAS, 1884).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Participou da discussão sobre o projeto de regulamentação sanitária da prostituição, que era travada pela &amp;lt;u&amp;gt;[[ACADEMIA IMPERIAL DE MEDICINA|Academia Imperial de Medicina]]&amp;lt;/u&amp;gt; desde 1883, juntamente com os acadêmicos Fernando Francisco da Costa Ferraz, Erico Marinho da Gama Coelho, José Cardoso de Moura Brazil, Joaquim Pinto Portella, &amp;lt;u&amp;gt;[[REGO, JOSÉ PEREIRA|José Pereira Rego]]&amp;lt;/u&amp;gt;, [[FIGUEIREDO, CARLOS ARTHUR MONCORVO DE|&amp;lt;u&amp;gt;Carlos Arthur Moncorvo de Figueiredo&amp;lt;/u&amp;gt;]], e Antônio José Pereira da Silva Araújo. Em 1890 a discussão deste projeto foi retomada, na sessão de 17 de abril de 1890 da Academia Nacional de Medicina, por Carlos Frederico dos Santos Xavier de Azevedo, que apresentou as conclusões da referida comissão:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“A Academia pede a attenção dos poderes publicos para o desenvolvimento que a prostituição vai tendo entre nós, e contra elle reclama medidas enérgicas. Acha de vantagem a inscripção e o exame sanitário das prostitutas (...).” (ACADEMIA, 1890)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1891, era membro do Conselho Fiscal da Companhia Hygiene Predial, no Rio de Janeiro, dedicada ao fabrico e colocação de aparelhos de renovação do ar.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Carlos Frederico dos Santos Xavier Azevedo, foi nomeado, em 1871, juntamente com a parteira Marie Josephine Mathilde Durocher, membro adjunto da Academia Imperial de Medicina. Em 1884 foi eleito membro titular dessa instituição, e publicou diversos pareceres de membros eleitos nos &#039;&#039;Annaes Brasilienses de Medicina&#039;&#039;, periódico da Academia Imperial de Medicina. Em 1881 foi nomeado membro da Sociedade das Sciencias Medicas de Lisboa, e em 1889 tornou-se sócio honorário da Associação Medico Pharmaceutica Pernambucana, que havia sido fundada em Recife em 1887.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Participou de congressos brasileiros e estrangeiros, tendo sido delegado brasileiro no Troisième Congrès International d´Hygiène, realizado em Turim (Itália), em 1880. Foi nomeado, em 1892, responsável pela seção de medicina e cirurgia militar, do Congresso Médico Pan Americano, realizado nos dias 5, 6 e 7 de setembro de 1893, em Washington (E.U.A.). Neste congresso, foram, também, nomeados Antônio Augusto de Azevedo Sodré (seção de medicina geral), Lucas Antônio de Oliveira  Catta Preta (seção de cirurgia),  Luiz da Cunha Feijó Filho (seção de ginecologia e cirurgia abdominal), Álvaro Alberto da Motta e Silva (terapêutica), Ernesto de Freitas Crissiúma (seção de anatomia), João Paulo de Carvalho (seção de fisiologia), &amp;lt;u&amp;gt;[[FIGUEIREDO, CARLOS ARTHUR MONCORVO DE|Carlos Arthur Moncorvo de Figueiredo]]&amp;lt;/u&amp;gt; (moléstias das crianças), &amp;lt;u&amp;gt;[[GOUVÊA, HILÁRIO SOARES DE|Hilário Soares de Gouvêa]]&amp;lt;/u&amp;gt; (oftalmologia), Henrique Guedes de Mello (laringologia e rinologia), Theodor Peckolt (otologia), João Pizarro Gabizo (dermatologia e sifiligrafia), José Lourenço de Magalhães (higiene e demografia), Joaquim Pinto Portella (ortopedia), Carlos Fernandes Eiras (moléstias do cérebro e sistema nervoso), Aristides Benicio de Sá (cirurgia dentária), e Agostinho José de Souza Lima (pedagogia médica). O médico Carlos Antônio de Paula Costa foi o responsável pela Seção Executiva Internacional para o Brasil.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Seu trabalho &amp;quot;Studies about hospitals; reformation of these establishments” foi apresentado na World´s Columbian Exposition, realizada em Chicago, entre 1º/05/1893 e 3/10/1893, em comemoração do 4º centenário de descobrimento da América (SECTION, 1893). &amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Carlos Frederico dos Santos Xavier Azevedo faleceu, em 1893, como cirurgião reformado do Corpo de Saúde da Armada. É patrono da Cadeira de nº 11, cuja seção é “Medicina”, da Academia Brasileira de Medicina Militar, instituição fundada em 8 de dezembro de 1941, cujo primeiro presidente foi Florêncio Carlos de Abreu Pereira.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi homenageado, igualmente, tendo sido conferido seu nome às embarcações Lancha Hospital Doutor Carlos Frederico, construída por Forrest &amp;amp; Cia., de Wiwenhow, em 1907, com capacidade para 12 leitos, e à Lancha Ambulância Xavier de Azevedo, primeira lancha para o pronto socorro no mar, construída pelo Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro, em 1937.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1º de junho de 1940 foi erguido um pavilhão, anexo ao então denominado Instituto Naval de Biologia (atual Hospital Naval Marcílio Dias), que havia sido criado em 8 de fevereiro de 1934 na cidade do Rio de Janeiro, que foi batizado como “Pavilhão Carlos Frederico”, dotado de 120 leitos para o tratamento de pacientes acometidos por tuberculose.&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Produção intelectual&amp;lt;/span&amp;gt;=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Considerações geraes sobre certas difficuldades, que o medico parteiro, pouco experiente, encontra no exercicio de seu ministério. These apresentada e sustentada perante a Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro no dia 10 de dezembro de 1847”. Rio de Janeiro: Typ. do Ostentoso Brasileiro de J. J. Moreira, 1847.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Breve analyse sobre o hospital de marinha da província da Bahia”. &#039;&#039;Gazeta dos Hospitaes. Repertorio medico brazileiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 1850.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Analyse sobre o hospital de marinha da provincia de Pernambuco”. &#039;&#039;Gazeta dos Hospitaes.&#039;&#039; &#039;&#039;Repertorio medico brazileiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, tomo 1º, p.112-119, 1850-1851.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Historia medico-cirurgica da esquadra brasileira nas campanhas do Uruguay, e Paraguay de 1864 a 1869”. Rio de Janeiro: Typ. Nacional, 1870.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Parecer apresentado á Academia Imperial de Medicina pelo Dr. Carlos Frederico a respeito da Memória do Dr. H. Rey sobre a demografia brasileira”. &#039;&#039;Annaes Brasilienses de Medicina&#039;&#039;, Rio de janeiro, tomo XXIX, n. 1, p.6-17, jun. 1877.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Formulario para uso dos hospitaes e enfermarias de Marinha, confeccionado por uma commissão composta dos doutores Carlos Frederico dos Santos Xavier de Azevedo, Bento de Carvalho e Souza e João Ribeiro de Almeida”. Rio de Janeiro: Typographia Nacional, 1878.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Parecer da Academia Imperial de Medicina do Rio de Janeiro sobre as experiências feitas com o curare pelo Sr. João Barbosa Rodrigues”. Com Fernando Francisco da Costa Ferraz e Augusto Cesar Diogo. &#039;&#039;O Progresso Médico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v. III, p.97-100, 1878.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Parecer sobre a memória do Sr. Dr. Phylogonio Lopes Utinguasse”. Apresentado na sessão de 22 de julho de 1878 da Imperial Academia de Medicina”. &#039;&#039;Annaes Brazilienses de Medicina,&#039;&#039; Rio de Janeiro&#039;&#039;,&#039;&#039; tomo XXX, n. 5, 6 e 7, p.261-268, out.-nov.-dez. 1878.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Parecer da Academia Imperial de Medicina do Rio de Janeiro sobre as experiencias feitas com o curare pelo Sr. João Barbosa Rodrigues”. Com Francisco da Costa Ferraz e Augusto Cesar Diogo. &#039;&#039;Annaes Brazilienses de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, tomo XXX, n. 5, 6 e 7, p.268-272, out.-nov.-dez.1878.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Parecer. Breves considerações sobre os anesthesicos”. &#039;&#039;Annaes da Academia Imperial de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, tomo XXXII, n. 1, jul., p.111-116, ago.-set. 1879.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Estudo sobre hospitaes, reforma destes estabelecimentos: Hospitaes de Paris e Lisboa”. Rio de Janeiro: Typographia Nacional, 1881.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Resposta ao juízo critico do Sr. Dr. Manoel José de Oliveira sobre o opúsculo “Estudo de hospitais, reforma destes estabelecimentos, hospitais de Pariz e Lisboa”. &#039;&#039;Annaes Brazilienses de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, tomo XXXIII, n. 2, p.129-133, out.-nov.-dez.1881.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Parecer sobre o relatório de Sr. Dr. José Maria Teixeira”. Com José Pereira Rego Filho e Agostinho J. de Souza Lima. &#039;&#039;Annaes Brazilienses de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, tomo XXXIII, n. 2, p.169-170, out.-nov.-dez.1881.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Parecer sobre um trabalho do Dr. Bertherand pelo Conselheiro Dr. Carlos Frederico”. &#039;&#039;Annaes Brazilienses de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, tomo XXXIV, n. 2, p. 283-303, jan.-jun. 1883.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Tratamento do cholera-morbus: relatorio da Academia Imperial de Medicina”. Rio de Janeiro, 1884.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Inauguração da enfermaria-barraca. Discurso proferido pelo Conselheiro Dr. Carlos Frederico dos Santos Xavier Azevedo, cirurgião-mor da Armada”. &#039;&#039;Annaes Brazilienses de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, tomo XXXV, n. 4, p. 361-381, abr.-jun. 1884.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Instrucções sanitárias a respeito do cholera-morbus”. Com Nuno de Andrade, Luiz Alves de Souza Lobo, Fernando Francisco da Costa Ferraz, e Alfredo Piragibe. &#039;&#039;Annaes Brazilienses de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, tomo XXXVI, n. 2, p.212-218, out.-dez.1884.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Parecer sobre a memória do Dr. José Alexandre Gurgel de Amaral”. &#039;&#039;Annaes da Academia de Medicina do Rio de Janeiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, série VI, tomo I, n. 4, p.409-416, abr.-jun. 1886.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Parecer sobre o projecto de saneamento das habitações para operários, proletários e empregados subalternos que na cidade do Rio de Janeiro pretende edificar o Sr. Arthur Sauer”. Com Gauarany Soeiro e Fernando Francisco da Costa Ferraz. &#039;&#039;Annaes da Academia de Medicina do Rio de Janeiro&#039;&#039;, serie VI, tomo III, p.91-126, 1887.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt;=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- ACADEMIA Nacional de Medicina. Sessão em 17 de abril de 1890. &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno IV, n.16, p.128, 1º de maio de 1890. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/081272/1559&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- ASSOCIAÇÕES. Associação Médico Pharmaceutica Pernambucana. &#039;&#039;Diario de Pernambuco&#039;&#039;, anno LXV, n. 136, 18 jun. 1889, p. 2. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/029033_06/22682&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- AYRES NETTO, José. Carlos Frederico. Cirurgião-Mór da Armada - 1825-1893. &#039;&#039;Separata. Revista de Medicina e Cirurgia de São Paulo&#039;&#039;, vol. VIII, n. 10, p. 38-52, 1948.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- AZEVEDO, Carlos Frederico dos Santos Xavier. &#039;&#039;&#039;Considerações geraes sobre certas difficuldades, que o medico parteiro, pouco experiente, encontra no exercicio de seu ministério. These apresentada e sustentada perante a Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro no dia 10 de dezembro de 1847&#039;&#039;&#039;. Rio de Janeiro: Typ. do Ostentoso Brasileiro de J. J. Moreira, 1847. In: UFRJ. Biblioteca Central do Centro de Ciências da Saúde-CCS/BT. Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://bdor.sibi.ufrj.br/handle/doc/847&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- AZEVEDO, Carlos Frederico dos Santos Xavier. &#039;&#039;&#039;Historia medico-cirurgica da esquadra brasileira nas campanhas do Uruguay, e Paraguay de 1864 a 1869&#039;&#039;&#039;. Rio de Janeiro: Typographia Nacional, 1870. In: SENADO FEDERAL. Biblioteca Digital. Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://www2.senado.leg.br/bdsf/handle/id/220528&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- AZEVEDO, Carlos Frederico dos Santos Xavier. Inauguração da Enfermaria-Barraca. Discurso proferido pelo Conselheiro Dr. Carlos Frederico dos Santos Xavier Azevedo, cirurgião-mor da Armada. &#039;&#039;Annaes Brazilienses de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, tomo XXXV, n. 4, p. 361-381, abr.-jun. 1884. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/062014/12346&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- B. R. Histoire Médico-Chirurgicale de L’Escadre Brésilienne dans les campagnes de L’Uruguay et du Paraguay (1864-1869). &#039;&#039;Archives de Médecine Navale,&#039;&#039; Paris, tomo 23, p.175-197, 1875. Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://numerabilis.u-paris.fr/medica/bibliotheque-numerique/resultats/index.php?do=page&amp;amp;cote=90156x1875x23&amp;amp;p=175&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- CAIXA de socorros D. Pedro V. &#039;&#039;Almanak Administrativo, Mercantil e Industrial da Corte e Província do Rio de Janeiro, inclusive a cidade de Santos, da província de S. Paulo para o anno de 1879&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XXXVI, p.520-521, 1879. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/313394x/46150&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- CARLOS Frederico dos Santos Xavier de Azevedo. In: BLAKE, Augusto Victorino Alves Sacramento. &#039;&#039;&#039;Diccionario Bibliographico Brazileiro&#039;&#039;&#039;. Segundo volume. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1893. p.69-71. In: BIBLIOTECA BRASILIANA GUITA E JOSÉ MINDLIN. Acervo Digital.  Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/5422&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- CASA DE OSWALDO CRUZ &#039;&#039;&#039;Acervo precioso da Biblioteca da Casa de Oswaldo Cruz: digitalização e restauração.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2009. DVD. Rio de Janeiro: Casa de Oswaldo Cruz, 2009.  (&amp;lt;u&amp;gt;[[Fontes de informação#BCOC|BCOC]]&amp;lt;/u&amp;gt;)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- FERRAZ, Fernando Francisco da Costa. O Sr. Dr. Carlos Frederico dos Santos Xavier, cirurgião-mor da Armada Brazileira e a parteira Mme. Durocher. &#039;&#039;Annaes Brasilienses de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, tomo XXII, n.3, p.65-67, ago.1870. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 25 set. 2024. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/062014/5506&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- GOMES, Marcelo Augusto Moraes. &#039;&#039;&#039;“A espuma das Províncias”. Um estudo sobre os inválidos da Pátria e o Asilo dos Inválidos da Pátria, na Corte (1864-1930)&#039;&#039;&#039;. Tese (Doutorado em História Social), USP, Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, São Paulo, 2006. In: USP. Biblioteca Digital. Capturado em 25 set. 2024. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8138/tde-05072007-144427/pt-br.php&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- MINISTERIO da Marinha. &#039;&#039;Diario de Pernambuco&#039;&#039;, Pernambuco, anno LV, n. 116, p.1, 21 de maio de 1879. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 25 set. 2024. Online. Disponível na Internet:  &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/029033_05/22401&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- MINISTERIO da Marinha. &#039;&#039;Correio Mercantil&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno VI, n. 116, p.1, 29 de abril de 1849. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 25 set. 2024. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/217280/1922&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- MINISTERIO da Marinha. &#039;&#039;Jornal do Recife&#039;&#039;, Pernambuco, anno XI, n. 72, p.1, 31 de março de 1869. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 25 set. 2024. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/705110/4106&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- MINISTERIO da Marinha. &#039;&#039;Jornal do Recife&#039;&#039;, Pernambuco, anno XXXIII, n. 101, p.1, 4 de maio de 1890. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 25 set. 2024. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/705110/28277&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- MINISTERIO do Império. &#039;&#039;A Constituinte. Orgam Liberal&#039;&#039;, São Paulo, anno I, n. 108, p.1, 25 de dezembro de 1879. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 25 set. 2024. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/709646/429&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- MOITREL, Mônica Hartz Oliveira. &#039;&#039;&#039;A logística naval na Marinha Imperial durante a Guerra da Tríplice Aliança contra o governo do Paraguai&#039;&#039;&#039;. Dissertação (Mestrado em História), Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2010.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- MONTEIRO, Alexandre Borella. A guerra do Paraguai: teriam as condições sanitárias matado mais do que as armas? &#039;&#039;Revista Outras Fronteiras&#039;&#039;, Cuiabá, MT, v. 9, n.1, p.173-198, jan.-jul. 2021.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- NECROLOGIA. &#039;&#039;Almanak Laemmert&#039;&#039;, Rio de janeiro, p.99-100, 1894. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Capturado em 20 jul. 2026&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/313394/7180&amp;lt;/u&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- NOTICIARIO. Chegada. &#039;&#039;Cearense. Órgão Liberal&#039;&#039;, Fortaleza, anno XXXVI, n.59, p.1, 16 de março de 1882. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:  &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/709506/13457&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- NOTICIARIO. Commissão medica. &#039;&#039;Cearense. Órgão Liberal&#039;&#039;, Fortaleza, anno XXXVI, n.111, p.1, 24 de maio de 1882. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 20 jul. 2026. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 25 set. 2024. Online. Disponível na Internet:  &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/709506/13665&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- NOTICIARIO. Exposição Industrial do Rio de Janeiro. &#039;&#039;União&#039;&#039; Medica, Rio de Janeiro, n.3, p.137, mar. 1882. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:  &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/337333/746&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- NOTICIARIO. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, Salvador, série III, vol. I, p.149,1884. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:  &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/165646/5885&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- NOTICIARIO. Noticias da Corte. &#039;&#039;Monitor Campista&#039;&#039;, Campos, n.42, n. 294, p.1, 27 e 28 de dezembro de 1879. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:  &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/030740/4837&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- NOTICIAS commerciaes. &#039;&#039;A Folha Nova,&#039;&#039; Rio de Janeiro, anno III, n.452, p.3, 19 de fevereiro de 1884. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/363723/1799&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- NOTICIAS das províncias. Amazonas. &#039;&#039;Cearense. Órgão Liberal&#039;&#039;, Fortaleza, anno XXXVI, n.105, p.2, 16 de maio de 1882. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:  &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/709506/13642&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- PIMENTEL, Antonio. Assumptos de hygiene publica. Estado hygienico actual do Rio de Janeiro pelo Dr. Antonio Pimentel. &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista Semanal de Cirurgia e Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano III, n.32, p.249-251, 1 de setembro de 1889. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:   &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/docreader/081272/1252&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- PROMOÇÕES. &#039;&#039;Correio Mercantil&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XIV, n.330, p.1, 3 de dezembro de 1857.  In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 25 set. 2024. Online. Disponível na Internet:  &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/217280/14090&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- QUEIROZ, Vanessa de Jesus. Do ambiente teórico ao laboratório prático do caos: profissão médica e Guerra do Paraguai (1850 e 1860). &#039;&#039;Revista Tempos Históricos&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v. 25, n. 2, p.262-299, 2021. Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://e-revista.unioeste.br/index.php/temposhistoricos/article/view/26288/20061&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- SANTOS, Domingos Pedro dos. O Corpo de Saúde Naval Brasileiro pelo Dr. Domingos Pedro dos Santos. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, Salvador, ano XXXI, n.1, p.376-378, jul.1889.  In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:  &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/165646/15375&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- SECTION Liberal Arts. Exhibit n.110. Carlos Frederico dos Santos Xavier de Azevedo. &amp;quot;Studies about hospitals; reformation of these establishments”. In: &#039;&#039;&#039;Catalogue of the Brazilian Section at the World´s Columbian Exposition. Chicago, 1893. Published by the Brazilian Commission.&#039;&#039;&#039; Chicago: E. J. Campbell, Printer, 1893. p.118. Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://livinghistoryofillinois.com/pdf_files/Catalogue%20of%20the%20Brazilian%20Section%20at%20the%20Worlds%20Columbian%20Exposition.pdf&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- SILVA, Carlos Leonardo Bahiense da. &#039;&#039;&#039;Doutores e canhões: o Corpo de Saúde do Exército Brasileiro na Guerra do Paraguai (1864-1870).&#039;&#039;&#039; Tese (Doutorado em História das Ciências e da Saúde), Fundação Oswaldo Cruz, Casa de Oswaldo Cruz, Rio de Janeiro, 2012. Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://www.arca.fiocruz.br/handle/icict/17803&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- SILVA, Rozenilda Maria de Castro.  &#039;&#039;&#039;Companhia de aprendizes marinheiros do Piauí (1874 a 1915): história de uma instituição educativa.&#039;&#039;&#039; Dissertação (mestrado) – Universidade Federal do Piauí, UFPI, Teresina, 2005. Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;u&amp;gt;https://ufpi.br/arquivos_download/arquivos/ppged/arquivos/files/DISSERTA%20ROZENILDA%20CASTRO%202005.pdf&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt;=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa - Aline de Souza Araújo França, Mª Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Redação - Aline de Souza Araújo França, Mª Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Forma de citação&amp;lt;/span&amp;gt;=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
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----&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;{{SITENAME}}&amp;lt;br /&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    &lt;br /&gt;
[[Category:Verbetes]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ana.guedes</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=ARA%C3%9AJO,_CARLOS_BENJAMIN_DA_SILVA&amp;diff=3858</id>
		<title>ARAÚJO, CARLOS BENJAMIN DA SILVA</title>
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		<updated>2026-07-20T15:15:24Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ana.guedes: /* Fontes */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Outros nomes e/ou títulos:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;[[ARAÚJO,_CARLOS_DA_SILVA|Araújo, Carlos da Silva]]&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Carlos Benjamin da Silva Araújo nasceu em Niterói, então capital do Estado do Rio de janeiro, em 11 de junho de 1894, e faleceu na cidade do Rio de Janeiro, em 28 de maio de 1976. Formoou-se em farmácia na Escola de Farmácia e Odontologia do Instituto Granberey (1913) e em medicina na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro (1919). Seu pai, seus tios Francisco Manoel e Caetano Joquim da Silva Araújo, e cinco de seus oito irmãos dedicaram-se à farmácia e à medicina. Em 1918 assumiu a direção do Laboratório Clínico Silva Araújo.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Dados pessoais&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Carlos Benjamin da Silva Araújo nasceu em Niterói, na então capital do Estado do Rio de Janeiro, em 11 de junho de 1894. Era filho de Luiz Eduardo da Silva Araújo e Julie Palmer da Silva Araújo. Casou-se em 11 de maio de 1922 com Rebeca Rosita da Silva Araújo, e não teve filhos. Seu pai, Luiz Eduardo da Silva Araújo, foi fundador e proprietário da Pharmacia Silva Araújo, criada em 1871 e estabelecida na rua Direita nº 5 (atual Rua 1º de março), na cidade do Rio de Janeiro. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Era sobrinho de Caetano Joaquim da Silva Araújo, doutor em medicina que clinicou no bairro de Santa Teresa na cidade carioca, e de Francisco Manoel da Silva Araújo, diplomado em farmácia na [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], na qual fora monitor da cadeira de farmacologia. Francisco Manoel instalou inicialmente sua farmácia em Barra do Piraí (RJ), e associou-se posteriormente a Luiz Eduardo da Silva Araújo, os quais juntos, em 1891, criaram o “Laboratório a vapor” na rua D. Anna Nery nº158, na Estação suburbana do Rocha, no Rio de Janeiro. Este laboratório foi responsável pela fabricação de produtos oficiais e estratos fluídos e por obras como o “Catálogo dos Extratos Fluídos da Casa Silva Araújo”, que teve várias edições. Com o falecimento do tio Francisco Manoel em 1905, que também fundara o periódico &#039;&#039;Boletim Pharmaceutico Silva Araújo, &#039;&#039;o seu irmão, o farmacêutico Júlio Eduardo da Silva Araújo assumiu a direção. Enquanto o seu outro irmão, Paulo da Silva Araújo, doutor em medicina pela [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]] em 1906, fundou em 1910 o Laboratório Clínico Silva Araújo, dedicado à fabricação de vacinas e produtos biológicos. Além destes, Carlos Benjamin teve mais três irmãos que desenvolveram atividades relacionadas à farmácia e à medicina, Luiz Eduardo da Silva Araújo Junior, Guilherme e Franklin, sendo os dois primeiros farmacêuticos e o último médico.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Recebeu várias condecorações: medalha de prata pela Unione Regionale del Triveneto, Ordini Farmacisti (U.R.T.O.F), em 1958; “flâmula do mérito”&amp;amp;nbsp; do Instituto Paranaense de Botânica (1959); medalha de ouro, pelo Rotary Club do Méier, no Dia do Farmacêutico (22/01/1962); Ordem Nacional do Mérito Médico na classe Comendador, concedida pelo Presidente da República Marechal Humberto de Alencar Castelo Branco (03/09/1965).&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Faleceu na cidade do Rio de Janeiro, em 28 de maio de 1976.&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Trajetória profissional&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Carlos Benjamin da Silva Araújo realizou os seus estudos secundários na cidade do Rio de Janeiro, inicialmente no Externato Ruch e depois no então Gymnasio Nacional (Collegio Pedro II), onde ingressou em 1907 e diplomou-se como bacharel em 1911. Embora tenha iniciado o curso de farmácia na [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], em 1911, não o concluiu nesta instituição, e de fato se diplomou em farmácia, em 1913, na Escola de Farmácia e Odontologia do Instituto Granbery, em Juiz de Fora (Minas Gerais), onde foi monitor da cadeira de química.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1919 formou-se em medicina na [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], e de acordo com o farmacêutico Carlos Henrique Robertson Liberalli, Carlos Benjamin da Silva Araújo teria cursado medicina com o objetivo de ampliar no setor biológico sua formação farmacêutica e enriquecê-la com perspectivas teleológicas (LIBERALLI, 1963).&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi auxiliar, em 1916, no Serviço de Doenças do Coração e Pulmões, da Policlínica Geral do Rio de Janeiro, dirigido por Oscar Frederico de Souza.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Assumiu, em 1918, a direção do Laboratório Clínico Silva Araújo, fundado em 1910 para a realização de pesquisas clínicas de elucidação de diagnósticos e até então dirigido por seu irmão Paulo da Silva Araújo, que falecera neste ano em decorrência da gripe espanhola. No Laboratório Clínico Silva Araújo realizava-se a “fabricação de vacinas de Wright, quer autógenas, quer de stock, bem como de vários produtos biológicos: opoterápicos, soros, tuberculinas, fermentos, alguns produtos de veterinária” (O FARMACÊUTICO, 1957). A criação de um laboratório na Pharmacia Silva Araújo foi matéria da &#039;&#039;Revista da Associação Commercial do Rio de Janeiro, &#039;&#039;que ressaltou sua importância:&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“O Rio de Janeiro, desde muito, ressentia-se da falta de um laboratorio modelo, montado rigorosamente de accôrdo com os progressos scientificos e apto para prestar à classe medica todos os subsidios que ella lhe fosse reclamar. E foi essa lacuna a que, em boa hora, preencheram o illustre Dr. Silva Araujo e o abalizado chimico Sr. John Taves, com a inauguração, na acreditada pharmacia Silva Araujo, à rua Primeiro de Março n.11, de um laboratorio clinico magnificamente installado, obedecendo aos moldes dos mais completos que existem no Velho Mundo. O novo laboratorio executa desde a simples analyse de urina até os mais complexos e difficeis exames chimicos e bacteriologicos usuaes do sangue, escarros, fêzes, pús, exsudatos, etc. O Sr. John Taves que no Saint Mary´s Hospital, de Londres, estudou meticulosa e longamente a pesquiza do &#039;&#039;indice opsonico, &#039;&#039;processo recentissimo do eminente professor Wright, além do profundo conhecimento que tem a esse respeito, junta o de escrupuloso preparo das &#039;&#039;vaccinas, &#039;&#039;quer se trate das de &#039;&#039;stock, &#039;&#039;quer relativamente àas &#039;&#039;autogenas, &#039;&#039;que são, como sabemos, preparadas com os proprios germens do enfermo, elaborados convenientemente. (....). Graças ao novo laboratorio clinico, o &#039;&#039;methodo da vaccinotherapia de Wright&#039;&#039; pôde ser, parallelamente&#039;&#039;à relevantissima verificação do&#039;&#039;indice opsonico&#039;&#039;, praticado hoje no Brasil, de maneira perfeitamente igual à que opêra em Londres, Paris, Berlim e Nova York.”&amp;amp;nbsp; (OS PROGRESSOS, 1911, p.5-6) &amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Carlos Benjamin da Silva Araújo, juntamente com Batista Giolito, organizou, em 1919, a firma Silva Araújo &amp;amp; Batista, a qual, em 1922, com o falecimento de Giolito, tornou-se a Carlos da Silva Araujo &amp;amp; Cia., que transformaria o laboratório em verdadeiramente industrial. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Entre 1918 e 1920, foi interno da 2ª enfermaria da [[SANTA_CASA_DA_MISERICÓRDIA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], serviço sob a coordenação do professor Benjamin Antonio da Rocha Faria.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi fundador, em 1920, da revista &#039;&#039;Laboratorio Clínico&#039;&#039;,&amp;amp;nbsp; e seu diretor até o ano de 1964.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Organizou, em 1921, a firma Carlos da Silva Araújo &amp;amp; Cia., sendo seu sócio titular e seu diretor-proprietário (1938 a 1966). A fábrica foi construída, em 1922, em edifícios próprios e especiais na então denominada Rua Dr. Paulo Araujo (antiga Rua Zeferina) em homenagem ao seu fundador, entre as estações de trem de Todos os Santos e Engenho de Dentro, e dedicava-se ao fabrico industrial dos produtos farmacêuticos mais variados como comprimidos medicinais, líquidos injetáveis, soros artificiais, produtos oficiais e industriais, eextratos fluidos e tinturas. A direção geral&amp;amp;nbsp; da fábrica foi, desde 1918, de Carlos Benjamin da Silva Araújo, e integrava em seu quadro técnico Antônio de Barros Terra, Sebastião Barros, Jorge Bandeira de Mello, Annibal Pereira, Malta da Costa, Joaquim Silva Araújo e José Vidal. A firma tinha então sua sede principal instalada à rua 1º de Março nº15, na cidade carioca, onde ficavam instaladas as Seções de Escritório, Propaganda, Depósito e Varejo de seus produtos. O Laboratório Silva Araújo tinha duas seções, uma dedicada à análises situada num sobrado à rua 1º de Março nº13, e a outra fabril, situada entre as estações suburbanas de Todos os Santos e Engenho de Dentro. Em 1929, o periódico &#039;&#039;Archivos Rio Grandenses de Medicina &#039;&#039;noticiava sobre a existência de uma filial de sua firma na cidade de São Paulo e de depósitos revendedores de seus produtos, instalados nas cidades de Porto Alegre, Belo Horizonte e Salvador. A publicidade de suas atividades era veiculada pelo periódico &#039;&#039;Laboratório Clínico&#039;&#039;, do qual Carlos Benjamin da Silva Araújo foi fundador e diretor desde a sua criação em 1920 até 1964, e do &#039;&#039;Boletim Quinzenal de Therapeutica&#039;&#039;.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Representou a farmácia em várias associações médicas e farmacêuticas e eventos, ocupando cargos de relevância. Na [[SOCIEDADE_DE_MEDICINA_E_CIRURGIA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], a qual filiou-se em 1921, foi diretor de sua Seção de Farmácia entre 1922 e 1945, representando-a no 9º Congresso Médico Brasileiro, realizado em Porto Alegre (1926) e no Congrès International de la Lithiase Bilaire, em Vichy (1932).&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Por ocasião das comemorações do 1º centenário da Independência do Brasil (1922), presidiu a Seção de Biofarmácia do que foi chamado 1º Congresso Brasileiro de Farmácia, realizado na cidade do Rio de Janeiro. Participou igualmente do 2º Congresso Brasileiros de Farmácia (São Paulo, 1928), e do 3º Congresso Brasileiros de Farmácia (Belo Horizonte, 1939), no qual &amp;amp;nbsp;presidiu a Seção de Farmacologia.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi sócio benemérito (1929) e presidente (1931) da [[ASSOCIAÇÃO_BRASILEIRA_DE_FARMACÊUTICOS|&amp;lt;u&amp;gt;Associação Brasileira de Farmacêuticos&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Eleito membro titular da [[ACADEMIA_NACIONAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Nacional de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]] em 24 de novembro de 1932, tendo tomado posse em 11 de maio de 1933, na Seção de Farmácia em substituição a Antônio Maria Teixeira (1853-1932), farmacêutico e médico que se dedicou ao exercício e ensino da farmácia, ocupando a cadeira nº 95, cujo patrono era [[CAMINHOÁ,_JOAQUIM_MONTEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Joaquim Monteiro Caminhoá&amp;lt;/u&amp;gt;]], médico que se dedicou a estudos de botânica. Apresentou memória intitulada “Sobre a novocaína e à propósito da esterelização dos seus solutos”. Nesta instituição, presidiu a Seção de Farmácia entre os anos de 1937 e 1938; foi diretor-tesoureiro durante o biênio 1942-1946, tendo sido reeleito para o biênio 1969-1971, quando se licenciou do cargo por motivo de viagens; tornou-se seu membro emérito em 14 de novembro de 1963. Foi considerado o historiógrafo da Academia, por indicação do presidente Jorge de Rezende em 1966 (PEDROSA, 1976).&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Participou das Comemorações do 1º Centenário do Ensino Farmacêutico no Brasil, realizadas por iniciativa da União Farmacêutica, em São Paulo, 1933.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1940 tornou-se membro titular da Academia Nacional de Farmácia, fundada em 1937, &amp;amp;nbsp;ocupando a cadeira de nº8 cujo patrono era seu tio o farmacêutico Francisco Manoel da Silva Araújo&amp;lt;span style=&amp;quot;color:red&amp;quot;&amp;gt;.&amp;lt;/span&amp;gt; Foi orador oficial da associação entre os anos de 1941 e 1943, e seu presidente de 13 de agosto de 1943 a 1945. É o patrono da Cadeira nº 63 desta instituição.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Como industrial farmacêutico, integrou várias comissões técnicas da Coordenação da Mobilização Econômica (1943) tais como a encarregada de determinar os produtos farmacêuticos de maior consumo e necessidades nacionais; a Comissão Paritária Executiva do Convênio Farmacêutico, Comissão especial do Controle da Indústria e Comércio de Produtos Farmacêuticos e suas Matérias Primas. Carlos Benjamin da Silva Araújo foi membro e secretário-técnico da Comissão de Bio-farmácia do Serviço Nacional de Fiscalização da Medicina, do Departamento Nacional de Saúde como técnico da indústria farmacêutica (1942).&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi diretor do Centro dos Droguistas e Industriais de Drogas da Capital Federal (1929-1930).&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Na década de 1940, foi eleito por duas vezes consecutivas, membro diretor do Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos do Rio de Janeiro (1941-1943; 1943-1945).&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O farmacêutico Carlos Henrique Robertson Liberalli destacou a participação de Carlos Benjamin da Silva Araújo em inúmeras agremiações e instituições acadêmicas:&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“(...), a Academia Nacional de medicina, a qual ele pertence há mais de 30 anos e cujas Diretorias tem integrado; a Academia nacional de farmácia, de que foi fundador, orador e presidente; a Academia Brasileira de Medicina Militar, de que é mebro honorário, e a Académie Internacionale d´Histoire de la Pharmacie, para onde o conduziram méritos de padrão internacional. Mas há outras mais, de cunho acadêmico, que se honraram de elegê-lo; a Academia Carioca de Letras, a Academia Brasileira de História das Ciências, o Instituto Brasileiro de História da Medicina, a Sociedade brasileira de História da farmácia, o Pen-Club do Brasil, para não falar de dezenas de instituições outras, menos fechadas, e as do estrangeiro, de que é sócio efetivo, correspondente ou honorário. Em todas, não se tem limitado a uma filiação nominal. Não existe uma só a que não tenha apresentado colaborações valiosas, consciente do papel que essas entidades desempenham no incentivo e apoio ao trabalho de pesquisa e divulgação da Ciência e da Cultura.” (LIBERALLI, 1963, p.165)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Integrou as seguintes associações nacionais e estrangeiras:&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- Como membro honorário: Sociedad Nacional de Farmacia (Buenos Aires, 1929),&amp;amp;nbsp; Sociedade de Biologia do Rio de Janeiro (1938), Sociedade Farmacêutica da Bahia (1942), Associação de Farmacêuticos do Estado do Rio de Janeiro (1945), Academia Brasileira de Medicina Militar (1946), Associação Paranaense de Farmacêuticos (1950), Sociedade de Farmácia e Química de São Paulo (sócio correspondente, 1922; sócio honorário,1954), Sociedade Fluminense de Medicina e Cirurgia de Campos (1963).&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- Como membro correspondente: União Farmacêutica de São Paulo (1928), Sociedade Paulista de História da Medicina (1940), Centro de Letras do Paraná (1945), Academia de Letras José Alencar (Curitiba, 1950), Colegio de Farmacétucios de La Habana (Cuba, 1951), Instituto Histórico e Geográfico de Minas Gerais (1954), Associação Médica de Minas Gerais (Seção Regional de Poços de Caldas, 1954), Société d’Histoire de la Pharmacie (Paris, 1956), Institut za Provijets Farmacije u Zagreb/Instituto de História da Farmácia em Zagreb (Iugoslávia,1960), Real Academia de Farmacia (Espanha, Madrid, 18/12/1969).&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- Como membro efetivo: Associação Médico-Cirúrgica do Rio de Janeiro (1916), Instituto de Estudos Brasileiros (Rio de Janeiro, 1941), Sociedade Brasileira de Antropologia e Etnologia (Rio de Janeiro, 1941), Instituto Brasileiro de História da Arte (RJ, 1941), Academia Carioca de Letras (1944), Pen-Club do Brasil (1946), Société d´Histoire de la Pharmacie (1950); Associação Paranaense de Farmacêuticos (1950), Société Internacionale d´Histoire de la Médicine (1958), Académie Internationale d´Histoire de la Pharmacie (Haia, 1963); Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (15/12/1975), &amp;amp;nbsp;Rotary Club do Rio de Janeiro, Instituto de Literatura Ibero-Americana (Califórnia).&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O médico e farmacêutico José Messias do Carmo em seu discurso em homenagem ao octogésimo aniversário de Carlos Benjamin da Silva Araújo, ao referir-se a sua trajetória e obra a caracterizou como sendo de um artista, historiador e homem de ciência (CARMO, 1974). Por conta de sua produção literária, que se reportou principalmente à história da farmácia e da medicina, em 19 de agosto de 1944, Silva Araújo tomou posse da cadeira nº23 da Academia Carioca de Letras em substituição ao jornalista Manoel Nogueira da Silva, cujo patrono era o doutor em medicina e historiador José Vieira Fazenda (1847-1917), autor de “Antiqualhas e Memórias do Rio de Janeiro”. No ano seguinte à sua posse, tornou-se vice-presidente da Academia.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Associou-se ao Instituto Brasileiro de História da Arte, em 1941, e tornou-se seu vice-presidente em 1945.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi membro do Conselho Geral da Associação dos Artistas Brasileiros (23/11/1948), da Associação Comercial do Rio de Janeiro (1928), do Centro Industrial do Rio de Janeiro (1929), do Conselho Diretor (1935) e do Conselho Fiscal (1942) da Liga da Defesa Nacional. Ainda na esfera comercial, foi Delegado da Associação Comercial e Industrial de Joinville (Santa Catarina) junto à Federação das Associações Comerciais da Capital Federal (1929/1930).&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Carlos Benjamin da Silva Araújo foi sócio benemérito (nº 1) da Caixa Beneficente da [[ASSOCIAÇÃO_BRASILEIRA_DE_FARMACÊUTICOS|&amp;lt;u&amp;gt;Associação Brasileira de Farmacêuticos&amp;lt;/u&amp;gt;]] (1945), e 1º vice-presidente &amp;amp;nbsp;(1932-1933) e presidente (1933-1934) do Rotary Club do Rio de Janeiro.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Carlos Benjamin da Silva Araújo apresentou seus estudos em inúmeros eventos científicos, realizados no país e no exterior: &amp;lt;/span&amp;gt;1º Congresso Brasileiro de Farmácia - presidente da seção de bio-farmácia (Rio de Janeiro, 1922); IX Congresso Brasileiro de Medicina (Porto Algre, 1926), 2º Congresso Brasileiro de Farmácia (São Paulo, 1928); &amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;3º Congresso Sul-Americano de Química - membro da Comissão Executiva (Rio de Janeiro, 1937); &amp;lt;/span&amp;gt;3º Congresso Brasileiro de Farmácia (Belo Horizonte, 1939); 4ª Semana da Farmácia - presidente honorário (Curitiba, 1945); &amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;1º Congresso Brasileiro de História da Medicina (Rio de Janeiro, julho de 1951; International Congress for the History of Pharmacy (Vienna, 25-29/09/1962); 1º Congresso Brasileiro de Assistência Médico-Social nas Forças Armadas e Auxiliares (Rio de Janeiro, 8/12/1964); III Congresso Brasileiro de Escritores Médicos (São Paulo, 20-21/02/1970); 9º Congresso Brasileiro de Farmácia e Bioquímica (Curitiba, 25-30/04/1970); Session Internationale d´Histoire de la Pharmacie / Académie International d´Histoire de la Pharmacie (Genève, 31/08- 3/09/1970); 5º Congresso Brasileiro de História da Medicina (Rio de Janeiro, 30/11- 5/12/1970); International Congress on the History of Pharmacy (Praga, 20-25/09/1971).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi eleito, em 1942, membro de honra, do I Congresso dos Proprietários de Farmácia do Rio Grande do Sul, realizado em Porto Alegre pelo Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos do Estado. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi delegado de instituições brasileiras em vários eventos internacionais, como: International Labour Conference - Fourteenth session (Geneva, 1930); Congrès International de la Lithiase Bilaire (Vichy, 19-22/09/1932); Centenial Meeting of the Bristish Medical Association (London, 1932); 21st International Congress of P.E.N. International (Venice, 1949); 23rd International Congress of P.E.N. International (Lausanne, 1951); 24th International Congress of P.E.N. International (Nice, 1952); II Congresso Luso-Espanhol de Farmácia (Porto, 11-17/05/1952); 11ª Semana Internacional de Arte Belga (Bélgica, 1952); 25th International Congress of P.E.N. International (Dublin, 1953); III Congreso Hispano-Portugués de Farmacia (Santiago de Compostela, 23-29/08/1954); 27th International Congress of P.E.N. International (Vienna, 1955); 28th International Congress of P.E.N. International (London, 1956); XVI International Congress of the History of Medicine (Montpellier, 22-28/09/1958); II Congresso Internazionale di Storia della Farmacia (Venezia, 7-8/10/1958); I Congresso Pan-Americano de História da Medicina (Rio de Janeiro, 12-20/04/1958); 1st Bristish Congress on the History of Medicine (London, 29-30/09/1960); XVII International Congress of the History of Medicine (Atenas, 4-14/09/1960); XVIII International Congress of the History of Medicine (Cracóvia, 17-24/09/1962); Congresso Internacional de História da Farmácia (Rotterdam, 1963); XXI International Congress of the History of Medicine (Siena, 22-28/09/1968); XIVemes Journées Pharmaceutiques Françaises (Paris, 1963).&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Carlos Benjamin da Silva Araújo foi paraninfo da turma de formandos de 1952 da [[ESCOLA_DE_FARMÁCIA_DE_OURO_PRETO|&amp;lt;u&amp;gt;Escola de Farmácia de Ouro Preto&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Eugène-Humbert Guitard fez uma pequena resenha da obra de Silva Araújo, e a publicou na &#039;&#039;Revue d´histoire de la pharmacie&#039;&#039;, em 1952:&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Voici un bouquet bien fourni de notes, de conférences, d´études générales et de monographies, signées de M. Da Silva Araujo, sur l´évolution de la pharmacie en général, et plus particulièrement sur le passé de la pharmacie brésilienne. Nous y apprenons, par exemple, comment l´homéopathie fut introduite au Brésil en 1842 par un médecin français, bento Mure, - comment docteurs et pharmaciens de Rio participèrent à la lutte antivénérienn, - et dans un autre ordre d´idées, en quels termes chaleureux et convaincants, M. Carlos da Silva Araujo sut engager ses citoyens, en mars 1944, à étudier la c´reation d´une société dite ´Istituto Brasileiro de Historia da farmacia`”. (GUITARD, 1952, p.305)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 17/12/1970 integrou, como representante da [[ACADEMIA_NACIONAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Nacional de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]], o grupo de intelectuais que foi à cidade baiana de Lençóis para a instalação da Casa Afrânio Peixoto.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Em 13 de dezembro de 1963 foi prestada homenagem a Carlos da Silva Araújo, na Casa da farmácia, por ocasião de seu jubileu profissioal. O periódico &#039;&#039;Revue d´histoire de la pharmacie&#039;&#039; noticiou tal homenagem, e destacou a relevância de sua trajetória:&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Toutes les académies et associations médicales et pharmaceutiquexeistsan t dans la capitale du Brésil, représentées par leurs membres les plus éminents, participaient dernièrement à la séance solennelle organisée à la Casa da Farmacia pour célébrer le jubileu de ouro de notre collègue et ami Carlos da Silva Araujo, pharmaciene 1t docteur en médecine, propriétaire et administrateur general des laboratoires qui portent son nom, directeur de la Société de médecine et de chirurgie de Rio-de- Janeiro, membre de nombreuses académies, sociétés et associations médicales, pharmaceutiques et littéraires, tant brésiliennes qu&#039;étrangères, et président d&#039;un grand nombre de commissions. Le bénéficiaire de cette émouvante manifestation de sympathie est le fondateur et le responsable de plusieurs périodiques estimés,&amp;amp;nbsp;dont Laboratorio clinico, qui tire à 26 000 exemplaires. On lui doit, outre maintes publications dans différents domaines des sciences et de la littérature, de savants travaux historiques, qui lui ont valu d&#039;être choisi par notre compagnie pour la représenter au Brésil et de devenir, l&#039;an passé, membre agrégé de l&#039;Académie internationale d&#039;histoire de la pharmacie”. GUITARD, 1964, p.178)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Produção intelectual&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Carlos Benjamin da Silva Araújo teve uma produção extensa e diversificada, destacando-se as que se reportam à farmácia e à medicina, e à história destas áreas do conhecimento. Muitos destes trabalhos referentes à história da farmácia e da medicina encontram-se reunidos na publicação de dois volumes intitulada “Fatos e personagens da História da Medicina e da Farmácia no Brasil” (1979), e na obra “Carlos Benjamin da Silva Araújo In Memoriam”, obras editadas após o seu falecimento por iniciativa dos acadêmicos Othon Costa e Oswaldo de Almeida Costa.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Entre as demais obras publicadas, destacam-se:&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Por que castor-oil?”.&#039;&#039;A Medicina Contemporânea&#039;&#039;, Lisboa, jan. 1961; &#039;&#039;Boletim Pharmaceutico&#039;&#039;, 1912.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O Deus de um Biologista. Crônica”.&#039;&#039;A Patria&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 7 jun. 1921.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Imunização contra as febres tíficas”. &amp;amp;nbsp;1924.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O Metacal”. Com Pinto de Moura. &#039;&#039;Laboratório Clínico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, set. 1924.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Resultados da vacinoterapia de Wright em O.R.L., nas meningites e nas doenças do aparelho respiratório. Conclusões da observação de um decênio”. Trabalho apresentado ao IX Congresso Brasileiro de Medicina (Porto Alegre, outubro,1926).&amp;lt;br/&amp;gt; - “Os Silva Araújo a serviços da profissão; Memórias pessoais de Paul Harris, fundador do Rotarismo; O Farmacêutico, um rotariano”. Discurso no Rotary Club do Meyer (Guanabara). Gral, periódico farmacêutico, ano V, n.10, abril 1926.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Política Aduaneira e indústria farmacêutica no Brasil”. Com o Dr. Franklin da Silva Araújo. Trabalho apresentado no 2º Congresso Brasileiro de Farmácia (São Paulo,1928).&amp;lt;br/&amp;gt; - “Os modernos conhecimentos sobre os hormônios do ovário e do lóbulo anterior da hipófise”. &#039;&#039;Laboratório Clínico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, n.54-55, dez.1929, jan.-fev.1930. Publicado também em folheto (1929).&amp;lt;br/&amp;gt; - “Cordialidade farmacêutica sul-americana”. &amp;amp;nbsp;Relatório apresentado à Associação Brasileira de Farmacêuticos em 24 de maio de 1929.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Aspectos da vida farmacêutica em alguns países sul-americanos”. Conferência na Sociedade de Farmácia e Química de São Paulo, em 22 de outubro de 1929.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A Varredura das Ruas. Palestra no Rotary Club do Rio de Janeiro”. 7 dez. 1929.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Os modernos conhecimentos sobre os hormônios do ovário e do lóbulo anterior da hipófise”. &#039;&#039;Laboratório Clínico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, nov./dez. 1929; jan./fev. 1930.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Entrevista concedida em Genebra ao Sr. O. Ruffier em questionário proposto pela Agência Havas de notícias, sobre o interesse que os resultados da 14ª Conferência Internacional do Trabalho então encerrada poderia ter para as nações latino-americanas, em particular para o Brasil”. (resumo em: Jornal do Commercio, Rio de Janeiro, anno 103, n.155, 30 de junho e 1º de julho de1930). 1930.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Acerca da avaliação dos preparados de tireóide (Munich, Alemanha, jul.1930)”. &#039;&#039;Laboratório Clínico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano X, n.64, p.419-422, out.1930.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Hamburgo. O Porto. A cidade. O seu Instituto de Doenças Tropicais&amp;quot;. &#039;&#039;Laboratório Clínico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XI, n.67/68, p.33-37, jan./fev. 1931.&amp;lt;br/&amp;gt; - “B.C.G. – Resultados e Inocuidade”. &#039;&#039;Laboratório Clínico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XI, n.89, 1931.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A Pharmacia e a Economia Nacional”. &#039;&#039;Diario de Noticias&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno II, n. 207, p.2, 2 de janeiro de 1931.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sobre a novocaína e a propósito da esterilização dos seus solutos”. 1932.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Entrevista com a Agência Havas em Londres sobre as comemorações do centenário da Bristish Medical Association”. (resumo em: Jornal do Commercio, Rio de Janeiro, 4 de agosto de 1932). 1932.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Entrevista com O Globo, impressões do Congresso Internacional da Litíase Biliar, em Vichy e do grande Congresso do Centenário da Bristish Medical Association, na Inglaterra e do movimento rotário na Europa”. Rio de Janeiro, 24 de outubro de 1932.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Entrevista para a Folha da Noite, de São Paulo, sobre “O primeiro centenário do Ensino Farmacêutico em nosso país. As brilhantes comemorações em S. Paulo”. São Paulo, julho 1932.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Recalcificação e opotherapia paratyreoidéa”. Palestra na 1ª Feira Sul-Americana de Amostras Pharmaceuticas. São Paulo, 18 de dezembro de 1932.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Discurso de posse na Academia Nacional de medicina, em 11 de maio de 1933”. Rio de Janeiro, 1933.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Instalação do Rotary Club de Curitiba”. Discurso. Boletim Semanal Rotary Club do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, n.X, 48, 3 jun. 1933.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Humberto de Campos (necrológio)”. &#039;&#039;Laboratório clínico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XIV, p.351, 1934.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Rotary”. Discurso comemorativo do 30º aniversário do Rotary e do 12º aniversário da filiação do Rotary Club do Rio de Janeiro ao Rotary Internacional. Rio de Janeiro, 1935.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A evolução da farmácia em geral, e no Brasil em particular”. 1939.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Momento de dietética e terapêutica”. Rio de Janeiro: Carlos Silva Araújo S.A., 1940.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O suicídio do neuro-cirurgião parisiense De Martel (membro correspondente)”.&#039;&#039;Brasil-Medico&#039;&#039;, ano LIV, n.30, p.512-513, 27 jul. 1940.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Vitaminas”. &amp;amp;nbsp;(Colaborador). &#039;&#039;Revista Médica Brasileira&#039;&#039;, Edição consagrada a Casimir Funk, maio de 1940.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Von Martius e o Cristo que ofertou ao Brasil”. Rio de Janeiro:&#039;&#039;Jornal do Commercio&#039;&#039;, 1941.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Fisiopatologia da hipófise; o papel de seus hormônios”. 1941.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Discurso do acadêmico Dr. Carlos da Silva Araújo, orador oficial ora empossado, Academia Nacional de Farmácia, 13 de agosto de 1941”. &amp;amp;nbsp;13 ago. 1941.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Interdependência médico-farmacêutica e alguns males que afligem ambas as classes”. Conferência na Sociedade de Medicina, Sociedade de Higiene e Saúde Pública e Sociedade de Farmácia e Química de Porto Alegre, 9 de janeiro de 1942.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Paulo Silva Araújo: industrial farmacêutico”. Palestra realizada na Associação Brasileira de Farmacêuticos, na data do 25º aniversário de seu falecimento. 22 out. 1942.&amp;lt;br/&amp;gt; - “I.O farmacêutico civil e sua indústria a serviço da guerra: II. Imunização contra as febres tíficas”. Rio de Janeiro: Graphica Metropole, 1942.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Paulo Silva Araújo. Industrial farmacêutico”. Palestra realizada na Associação Brasileira de Farmacêuticos. Rio de Janeiro, 22 de outubro de 1942.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Dupla personalidade de um botânico ilustre: Regnell e o Dr. André”. Conferência no Silogeu, em 3 de julho de 1942. &amp;amp;nbsp;Rio de Janeiro, 1942.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O heroísmo anônimo da mulher brasileira”. Out. 1942.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Paulo Araújo – poeta simbolista”. Conferência pronunciada na Academia Carioca de Letras. Rio de Janeiro, 3 de junho de 1943.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Discurso do Dr. Carlos da Silva Araújo ao assumir a presidência da Academia Nacional de Farmácia a 13 de agosto de 1943”. &amp;amp;nbsp;13 ago. 1943.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A Farmácia no Distrito Federal” (Conferência pronunciada a convite na Academia Carioca de Letras em 29 de março de 1944). Rio de Janeiro: Jornal do Commercio/ Rodrigues &amp;amp; Cia., 1944.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A Farmácia no Distrito Federal”. Conferência na Academia Carioca de Letras (Série Distrito Federal), em 29 mar. 1944.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Prece a Miguel Couto. Lida na sessão de 13 de agosto, na Academia Carioca de Letras”. &#039;&#039;Laboratório Clínico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, p.223, jul./ago. 1944.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Discurso de posse de Carlos da Silva Araújo na cadeira nº23, em 19 de agosto de 1944, na Academia Carioca de Letras”. 19 ago.1944.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Manoel Nogueira da Silva. Jornalista. Crítico de arte. Bibliógrafo”. &#039;&#039;Jornal do Commercio&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 5 nov. 1944.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Dois retratos na minha galeria”. Academia Carioca de Letras. Rio de janeiro, 18 nov. 1944.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Um especialista de há cem anos. (O Dr. Antônio José Peixoto “O Peixotinho”)”. &#039;&#039;Laboratório clínico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, n.186, p.41, jan./fev. 1944. (assinado pseudônimo Cássio).&amp;lt;br/&amp;gt; - “Paulo Silva Araújo, poeta, médico. Esboços biográficos”. Rio de Janeiro: C. Da Silva Araújo, 1944.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Do Instituto Brasileiro de História da Farmácia”. Relatório. 1945.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Evocações do meu passaporte”. Rio de Janeiro: Companhia Brasileira de Artes Gráficas, 1945.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Uma receita do Dr. Semmedo”. &#039;&#039;Laboratório clínico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, p.35, jan./fev. 1945. (assinado pseudônimo Cássio).&amp;lt;br/&amp;gt; - “Hospital Nacional de Alienados. (Notas Históricas)”. &#039;&#039;Laboratório clínico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, p.163-164, mai./jun.1945.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Whistler. Reflexões á margem de sua obra. Interpenetração das artes no impressionismo”. Conferência no Instituto Brasileiro de História da Arte. 22 nov. 1945.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Discurso pronunciado na sessão solene comemorativa do 8º aniversário da fundação da Academia Nacional de farmácia”. 13 ago. 1945.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Discurso pronunciado como presidente de honra na sessão solene de abertura da 4ª Convenção nacional de Farmacêuticos (Curitiba, 13 de setembro)”. 13 set. 1945.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Laboratório clínico”. Rio de Janeiro: Gráfica mauá, 1945.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Elogio do Prático de Farmácia (em oração como paraninfo da turma de 1945 da Escola Profisisonal de Práticos de Farmácia)”. &#039;&#039;Laboratório clínico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, p.47-49, jan./fev. 1946.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Dois pesquisadores ingleses. (Wright e Flemming)”.&#039;&#039;Laboratório clínico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, p.261-264, 1946.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Ângelo Agostini e o Salão de 1884”. &amp;amp;nbsp;&#039;&#039;Boletim de Bellas Artes&#039;&#039;, &amp;amp;nbsp;n.23, 1946.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Carlos Rubens, historiador da pintura brasileira”. 1946.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O Historiador de bronze: A. Girardet”. 1947.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Contos do Rio Verde”. Rio de Janeiro: A Noite, 1947.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Vieira Fazenda”. Conferência realizada em sessão especial da Academia Carioca de Letras. Jornal Brasileiro de Medicina, Rio de Janeiro,v.1968, n.18, p.77-93, 1947.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Wright. (Sir Almroth E. &amp;amp;nbsp;necrológio)”. &#039;&#039;Laboratório clínico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, p.187, jul./ago. 1947.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Afrânio”. &#039;&#039;Laboratório clínico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, p.7-8, jan./fev. 1947.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Entrevista concedida ao vespertino o Globo sobre o Primeiro Congresso Pan-Americano de Farmácia, a se realizar em havana de 3 a 8 de dezembro de 1948”. 1947.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Anatomia do Coração”. &#039;&#039;Laboratório clínico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, p.337-339, nov./dez. 1947. (assin. João de Erato).&amp;lt;br/&amp;gt; - “Farmácia e Medicina Cariocas doutora – Luiz Eduardo da Silva Araújo”. &#039;&#039;Laboratório clínico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, p.29-30, 1º sem.1948. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; (assinado pseudônimo Cássio).&amp;lt;br/&amp;gt; - “In Medio Virtus (dois profissionais para a Farmácia). &#039;&#039;Laboratório clínico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, p.83-87, 3º trim. 1948.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Exercício e Ensino da Profissão Farmacêutica. Carta Aberta”. &#039;&#039;Laboratório clínico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, p.246-247, 4º trim., 20 set.1948.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Banhos de cachoeira. O rocio. Comedimento de aluguéis e dos preços nas casas de saúde, dos honorários médicos. Rio da Cidade. O dicionário de Medicina Doméstica do Dr. Langgard. O Dr. Ildefonso Gomes, “doutor água fria”. Torres Homem e as Mudanças de ares”. &#039;&#039;&amp;amp;nbsp;Laboratório clínico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, p.47-49, 4º trim. 1948.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O retrato de Ezequiel e o amor á farmácia”. &#039;&#039;Laboratório clínico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, p.151, 3º trim. 1948.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Discurso de posse como membro honorário da Academia Brsileira de Medicina Militar. 13 de setembro de 1948”. &amp;amp;nbsp;13 set. 1948.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Entrevistas concedidas aos jornais suecos Upsala e Upsala Nya Tidning. Estudos”. 1949.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O Padre Correa de Almeida. Poeta satírico”. Conferência realizada na federação das Academias de Letras do Brasil. 23 de abril de 1949.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Subsídios esparsos para a História da Farmácia Carioca” (continuação ao 1º. Congresso Panamericano de Farmácia, reunido em Havana, Cuba, em dez. 1948). Rio de Janeiro: Of. Gráficas A Noite, 1949.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Farmacêutico Joaquim Correia de Melo, um sábio botãnico campineiro esquecido”. &#039;&#039;Laboratório Clínico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XXIX, p.63, 1º trim.1949.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Os progressos científicos em 1949”. &#039;&#039;Laboratório clínico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 2º trim. 1950.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Na casa e no horto de Carlos Linné”. 1950.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Suécia. Aspectos e impressões de uma visita”. Palestra realizada em sessão conjunta do Centro de Letras do Paraná e Academia de Letras José Bonifácio (Curitiba). &amp;amp;nbsp;19 de janeiro de 1950.&amp;lt;br/&amp;gt; -“Suécia, aspectos socialistas”. Conferência a convite em sessão do Centro Cultural Brasil-Suécia, em São Paulo. (resumo em: &#039;&#039;A Gazeta da Farmacia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XVIII, n.214, p.21, fevereiro de 1950). 1950.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Febre amarela, enterros e cemitérios. Notas históricas sobre o Rio de Janeiro”. &#039;&#039;Revista Sul América&#039;&#039;, n.121, p.16-18, jul.-set. 1950.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Comemoração secular (centenário da febre amarela no Rio de Janeiro)”. &#039;&#039;Laboratório Clínico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, n.218/220, 2º, 3º e 4º trim. 1950.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O trágico, o pitoresco e o útil no drama da febre amarela”. Conferência no Instituto brasileiro de História da Medicina. &amp;amp;nbsp;4 de Agosto de 1950.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Febre amarela, enterrros e cemitérios. Notas hist. s/ o Rio de Janeiro”. &#039;&#039;Revista Sul América&#039;&#039;, n.121, Separata, jul./set. 1950.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A mulher de Balzac”. &#039;&#039;Revista Investigações&#039;&#039;, São Paulo, ano III, n.26, fev. 1951.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A iluminação a gás no Rio de janeiro e o Barão de Teresópolis, Dr. Francisco Ferreira de Abreu”. &#039;&#039;Revista Sul América&#039;&#039;, ano XXXII, n.123, jan./mar.1951.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Os Pombos de São Marcos”. &#039;&#039;Revista Sul América&#039;&#039;, ano XXXII, n.124, abr./mai.-jun. 1951.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O Boticário Corte Real e a dissolução da primeira Constituição Brasileira”. &#039;&#039;Revista Sul América&#039;&#039;, ano XXXII, n.125, p.6-10, 1951.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Escândalos maiores ou menores em torno de grandes nomes da literatura francesa”. &#039;&#039;Revista Investigações&#039;&#039;, São Paulo, ano III, n.32, Separata, ago. 1952.&amp;lt;br/&amp;gt; -“Europa 1949 – Europa 1951”. Rio de Janeiro: Editora A Noite, 1952.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A heterofecundação artificial humana e os múltiplos problemas sociais que ela suscita”. &amp;amp;nbsp;Rio de Janeiro: Editora A Noite, 1952.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Discurso de paraninfo dos Farmacolandos da Escola de Farmácia e Odontologia de Ouro Preto”. 11 de dezembro de 1952.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Matéria médica no Brasil do século XVIII”. Rio de Janeiro: Editora A Noite, 1952.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Anchieta, o Santo Hispano-Luso-brasileiro”. Voto lido no 2º Congresso Luso-Espanhol de Farmácia (Porto, maio 1952). &#039;&#039;A Manhã&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 25 de junho de 1952.&amp;lt;br/&amp;gt; - “L´Empereur du Brésil Dom Pedro II a Aix-les-bains en 1888”. Aix-les-bains: Société Anonyeme des Imprimeries de L´Avenir, 1952.&amp;lt;br/&amp;gt; - “El-Rei Marinhista”. 1952.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Matisse e a Capela do Rosário”. 1952.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Romaria da saudade. Recordando a figura de João Luso”.&#039;&#039;A Noite&#039;&#039;, Rio de janeiro, p.5, 30 jun. 1952.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A Nova Geração e a Literatura”. &#039;&#039;Diario do Norte&#039;&#039;, Porto, Portugal, 6 jul. 1952.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Pintura belga contemporãnea”. Conferência na Assoicação de Artistas Brasileiros, 1952.&amp;lt;br/&amp;gt; - “História Médica no Brasil do Século XVIII”. 1952.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sangrias e sangradores”. &#039;&#039;Revista Brasileira de História da Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.II,n.3, Separata, p.179-183, 1953.&amp;lt;br/&amp;gt; - “La Facultad Nacional de Farmacia de la Universidad de Brasil”. &#039;&#039;Farmacia Nueva&#039;&#039;, Madrid, ano XVIII, n.196, p.258-260, mayo 1953.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Centenário de nascimento do professor Benjamin Antônio da Rocha Faria”. Conferência pronunciada no Instituto Brasileiro de História da Medicina. 1953.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Achegas para um estudo biográfico de um evadido da medicina: Maciel Monteiro, o homem do soneto”. Rio de Janeiro: Editora A Noite, 1953.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sangrias e sangradores”. &#039;&#039;Revista Brasileira de História da Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.II, n.3, Separata, p.179-183, 1953.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Figuras e factos na história da farmácia no Brasil Português”. Lisboa: Editorial Império, 1954.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Centenário da Farmácia no Brasil português”. Lisboa, 1954.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “A Farmácia Brasileira sob D.Pedro I (1822-1831)”. &#039;&#039;Imprensa Médica&#039;&#039;, Lisboa, XIX, out. 1955.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A Farmácia Brasileira no Primeiro Reinado”. &amp;amp;nbsp;&#039;&#039;Laboratório Clínico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 3º trim. 1955.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A quem dói o dente, vá ao barbeiro”. &#039;&#039;Revista Portuguesa de Medicina&#039;&#039;, Lisboa, out. 1955.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Dom Pedro II e II Cinque Maggio de Manzoni”.&#039;&#039;Jornal do Commercio&#039;&#039;, Rio de Janeiro, p.4-5, 20 nov. 1955.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A cultura no Brasil colonial: vista através de sua literatura, esboço de sua evolução posterior”. Rio de Janeiro: São José, 1955.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Dois centenários Adolfo Lutz e o Barão de Studart”.&#039;&#039;Laboratório clínico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XXXVI, n.241, 1º trim., p.5-6, 1956.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Vittel e suas curas. Reflexões à margem”. &amp;amp;nbsp;&#039;&#039;Laboratório clínico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 4º trim. 1956.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Europa, 1955. Uma vintena de crônicas e algo mais”. &amp;amp;nbsp;Rio de Janeiro: São José, 1956.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Dois centenários Adolfo Lutz e o barão de Studart”. &#039;&#039;Laboratório clínico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XXXVI, n.241, p.5-6, 1º trim. 1956.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Frei Leandro do Sacramento”.&#039;&#039;Laboratório clínico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XXXVI, n.241, p.56-57, 1º trim. 1956.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Balanço Médico do Café”.&#039;&#039;Laboratório clínico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 1957.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Câncer e Cigarros”. &#039;&#039;Laboratório clínico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 1957.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A razão de ser deste periódico”. &#039;&#039;Gral, periódico farmacêutico&#039;&#039;, ano I, nov. 1957.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Cândido Soares Meirelles e o cirurgião Antônio da Costa (1816-1860).&#039;&#039;Laboratório clínico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 1957.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Centenário da Farmácia Stelfeld”. Curitiba, PR, 1957.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “O doutor Mirandella e suas obras. Madeyra Ilustrado, Methodo para conhecer e curar o “Morbo gallico”, p. Doutor Duarte Madeyra Arraez, physico mor del rey dom Joam IV. Reform ao sentir dos modernos, etc., p. Dr. Francisco da Fonseca henriques, natural de Mirandella, médico do sereníssimo rey de Portugal Dom João V”. &#039;&#039;Gral, periódico farmacêutico&#039;&#039;, ano I, n.1, nov. 1957.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O doutor Mirandella e suas obras. O Aguilegio medicinal”. &#039;&#039;Revista Portuguesa de Medicina e Cirurgia Practicas&#039;&#039;, Lisboa, março 1957.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Basiléa, Paracelso, Dürer, Nassau”. Conferência no P.E.N. Club do Brasil, 26 nov. 1957.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O doutor Mirandella e suas obras. Âncora Medicinal, para conservar a vida com saúde”. &#039;&#039;Gral, periódico farmacêutico&#039;&#039;, ano I, n.2, abr.1958.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Tripa de gato... e de outros bichos”. &#039;&#039;Laboratório clínico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XXXVIII, n.249, Separata, p.33-35, 1º trim.1958.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Síntese histórica da Farmácia Brasileira. II Congresso Internacional de História da Farmácia (Veneza, Itália)”. &#039;&#039;A Medicina Contemporâne&#039;&#039;a, Lisboa, dez. 1958.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Preito à cultura médica. (Novos selos postais franceses: Pinel, Widal, CH, Nicolle, Leriche”.&#039;&#039;Laboratório Clínico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XXXVIII, n.249, p.77-79, 1958.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O primeiro médico que anunciou em jornal no Rio de Janeiro”. &#039;&#039;Laboratório clínico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XXXVIII, p.182, &amp;amp;nbsp;3º trim.1958. (assinado pseudônimo Cássio).&amp;lt;br/&amp;gt; - “Paracelso”.&#039;&#039;Laboratório Clínico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 2º trim. 1958.&amp;lt;br/&amp;gt; - “D. João VI e a cultura no Rio de Janeiro”. Conferência no Salão Nobre da Câmara do Distrito Federal. Rio de Janeiro, 19 jun. 1958.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O Jardim des Plantes, o Instituto Botânico e o ensino da Botânica em Montpellier. Alguns brasileiros que por lá passaram”. &#039;&#039;Jornal do Brasil&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 3º Caderno, p.2, 11 jan. 1959.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Leite de gameleira (ficus doliaria, Mart.)”. &#039;&#039;Revista Brasileira de Medicina&#039;&#039;, p. 596, ago.1959.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O doutor Mirandella e suas obras. A Medicina Lusitana, ou Socorro Delphico (1710)”. &#039;&#039;Gral, periódico farmacêutico&#039;&#039;, ano II, n.4, jan. 1959.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O doutor Mirandella e suas obras. Produtos alimentícios da Flora e Fauna do Brasil”.&#039;&#039;Gral, periódico farmacêutico&#039;&#039;, ano II, n.5 e 6, abr. e ago.1959.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O bimilenário de uma cidade: Brasiléia. Durer. Nassau”. Conferência, P.E.N. Club do Brasil, 26 de novembro de 1959.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Lágrimas de crocodilo ... e outras lágrimas”. 1959.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Reflexos da Escola de Montpellier no Brasil. Trabalho apresentado no XVI Congresso Internacional de História da Medicina (Montpellier, 22-28 set.)”. Laboratório Clínico, Rio de Janeiro, ano XXXIX, 1º trim.1959.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Um banquete de farmacêuticos em 1881”.&#039;&#039;A Gazeta da Farmácia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, p.8, mar. 1959.&amp;lt;br/&amp;gt; - “120º aniversário da Escola de Farmácia de Ouro Preto”. &#039;&#039;Gral, periódico farmacêutico&#039;&#039;, p.2-3, abr.1959.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Vauqueline (ou voquelina) nome dado p. Pelletier e Caventou à estricnina em 1918”. &#039;&#039;Gral, periódico farmacêutico&#039;&#039;, p.9, abr.1959.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O Boletim Farmacêutico”. &#039;&#039;Gral, periódico farmacêutico&#039;&#039;, p.2, ago.1959.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Dois valorosos farmacêuticos e cidadãos (Francisco Albuquqerque e Militino Rosa)”. &#039;&#039;Laboratório Clínico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XXXIX, n.256, p. 143-144,1959.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Trabalhos de Maurice Bouvet”. &#039;&#039;Laboratório clínico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XXXIX, n.256, p. 174-175,1959.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Aloysio de Castro, espírito harmonioso”.&#039;&#039;Laboratório clínico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 4º trim. 1959.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Catálogo de Incunábulos da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro. Ministério da Educação e Cultura, 1956”. &#039;&#039;Laboratório Clínico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 1º trim. 1959.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Farmacêuticos e Política”. &#039;&#039;A Gazeta da Farmácia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 1960.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O doutor Mirandella e suas obras. Tentativa de Identificação dos pordutos da flora e fauna do Brasil referidos na “âncora Medicinal”. &#039;&#039;Gral, periódico farmacêutico&#039;&#039;, ano III, n.1, ago.1960.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Est-ce que la Médicine Grecque-Hippocratique, Alexandrine ou Bizantine a eu une assez importante influence sur la Culture medicale Brèsilienne?”. Cos, &amp;amp;nbsp;1960.&amp;lt;br/&amp;gt; - “As fundações tecnico-científicas do Imperio Joanino”. &#039;&#039;Imprensa Médica&#039;&#039;, Lisboa, XXIV, out. 1960.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Síntese Histórica da Farmácia brasileira”. “A Medicina Contemporânea”. Rio de janeiro, LXXVII, dez. 1960.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O requintado e virtuoso café.” &#039;&#039;Diario de Notícias&#039;&#039;, Lisboa, 1961.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O anatomista e o cirurgião J. A. Fort no Rio de Janeiro”. &#039;&#039;Jornal do Commercio&#039;&#039;, 23 jul.1961.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O plátano hipocrático”. 1961.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O Doutor Canudo João Fernandes Tavares, visconde de Ponte Ferreira, médico de Pedro I”. 1961.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Médicos brasileiros graduados em Montpellier e os movimentos políticos da Independência Nacional”. &#039;&#039;Revista do Instituto Histórico e Geográfico de Minas Gerais&#039;&#039;, Belo Horizonte, v.VIII, 1961.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Vinhos medicinais, uma página do passado”. 1961.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Pílulas históricas cariocas”. &#039;&#039;Laboratório Clínico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, p. 27-29, 1º trim. 1961.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Alguns farmacêuticos cujos nomes se pronunciam frequentemente (Dourvault, Carracido, Cabanès, Ibsen, João Grave, José Patrocínio)”. &#039;&#039;Gral, periódico farmacêutico&#039;&#039;, &amp;amp;nbsp;dez. 1961.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Alguns farmacêuticos cujos nomes se pronunciam frequentemente (Fehling, Labarraque, Scheele, Glauber, Baumé)”. &#039;&#039;Gral, periódico farmacêutico&#039;&#039;, &amp;amp;nbsp;abr.1961.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A Árvore de Hipócrates no Brasil. Oração proferida no Jardim Botãnico do Rio de Janeiro”. &#039;&#039;Revista brasileira de História da Medicina&#039;&#039;, ano XIII, n.1, jan./fev. 1962; &#039;&#039;Laboratório Clínico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XLI, p. 115-116, 3º e 4º trim. 1961.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Le docteur Czerniewicz (Chernovicz0, ses livres et son influence sur la Pharmacie et la Pratique Médicale au Brésil. XVIII Congresso de História da Medicina, Varsóvia, sept. 1962”. 1962.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Parmentier, Quinquet, Dragendorff, Ezequiel Correia dos Santos”. &#039;&#039;Gral, periódico farmacêutico&#039;&#039;, nov. 1962.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A Universidade de Pádua e seu Horto Botânico”. &#039;&#039;Gral, periódico farmacêutico&#039;&#039;, p.1-3, nov.1962.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Why castor-oil?”. 1963.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Retratos do doutor Chernoviz e de sua Consorte pintados no Rio de Janeiro”. 1963.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O doutor Chernoviz”. Seus livros e seu papel na Farmácia e na Prática Médica no Brasil. Anais de Farmácia e Química de São Paulo, v.14, n.7-8, jul.-ago.1963.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Exame de boticários”. 1963.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Alvaro Alvim. Discurso na sessão solene de 30 de maio na Academia Nacional de medicina”. &#039;&#039;Boletim&#039;&#039;, mai.1963.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sesquicentenário do acadêmico Chernoviz. Seu papel na prática da medicina e da farmácia no Brasil”. Sessão solene de 13 de junho de 1963 na Academia Nacional de Medicina. 1963.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Acadêmico Joaquim Monteiro Caminhoá. Patrono da cadeira nº95 da Academia Nacional de Medicina (Seção de Farmácia). Elogio biográfico pelo acadêmico Carlos da Silva Araújo, membro emérito, antigo ocupante da mesma cadeira”. &#039;&#039;Gral, periódico farmacêutico&#039;&#039;, ano VII, n.13, p.1-4, jul. 1964.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Assistência médica pelo farmacêutico no Brasil”. 1º Congresso Brasileiro de Assistência Médico-Social nas Forças Armadas e Auxiliares. Rio de Janeiro, 1-8 dez. 1964.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Confrontos entre Goethe e Roquette Pinto. Palestra na Rádio Roquette Pinto – MEC – Semana da História da Medicina”. Rio de Janeiro, dez. 1964.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Raízes lusíadas do formulário brasileiro”. &#039;&#039;Eco Farmacêutico&#039;&#039;, Lisboa, ano XXVI, n.286, p.19-21, dez. 1965.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “O Dr. Chernoviz e seus laureados serviços médico-militares”. &#039;&#039;Boletim informativo da Academia Brasileira de Medicina Militar&#039;&#039;, v. II, n.1, 1965.&amp;lt;br/&amp;gt; - “La Pharmacie, des origines à la fin du XIXe. Siècle á travers les documents montpellierains”. Paris, 1965.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Três bustos, três obras de arte, três homens, três presidentes da Academia, três épocas da medicina e da escultura no Rio de Janeiro. Discurso à solene inauguração do salão da Biblioteca da Academia Nacional de medicina em 30 de julho de 1965, dos bustos de três de seus antigos presidentes: J. Pereira Rego, barão do Lavradio (1853-1855 e 1864-1883); J.C. de Moura Brasil (1889-1891) e R. David de Sanson (1947-1949)”. 1965.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Maria Stella de Novais. Medicina e Remédios no Espírito Santo. Victória, 1964”. 1965.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Os cognominados da Academia Imperial de Medicina (1830-1889)”. (Com Orchidea Cavallero). Apresentado no III Congresso Pan-americano e no IV Congresso brasileiro de História da Medicina. Rio de janeiro, 30 nov.-5 dez. 1965.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O sábio Agassiz e o Brasil”. &#039;&#039;Jornal do Commercio&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 2º Caderno, p.5, 4 de abril de 1965.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Goethe. Poesia e verdade. Conferência no P.E.N. Club do Brasil em 9 de dezembro de 1964”. &#039;&#039;Jornal do Commercio&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 17 jan. 1965.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Raízes Lusíadas do Formulário Brasileiro”. “&#039;&#039;Gazeta da Farmácia&#039;&#039;”. Rio de Janeiro, set. 1965. p.5.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O brasileiro que fundou as Régias Escolas de Cirurgia de Lisboa e do Porto, Theodoro Ferreira de Aguiar”. Conferência no Colégio brasileiro de Cirurgiões, 30 de julho de 1966.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Atividade médico-odontológica do Tiradentes (apud Augusto de Lima Júnior) e exercício da arte de curar nas Gerais”. Palestra na Academia Nacional de Farmácia, 1966.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Discurso. Necrológio dos acadêmicos falecidos entre julho de 1965 e junho de 1966, pronunciado na sessão solene de 30 de junho de 1966. Comemorativa do 137º aniversário da Academia Nacional de medicina”. 1966.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Discurso na Academia nacional de Medicina a propósito da passagem do centenário do nascimento de Maria Sklodowska Curie”. Nov. 1967.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Caminha a Farmácia De Oficina para seu desaparecimento; Zurique, junho de 1967”. &#039;&#039;A Gazeta da Farmácia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, julho de 1967.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Em busca de uma hegemonia perdida; Paris, julho de 1967”. &#039;&#039;A Gazeta da Farmácia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, agosto de 1967.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Pequeno flash atual da Farmácia Britãnica; Londres, setembro de 1967”. 1967.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Na tese de doutoramento de Vieira Fazenda nasceu o grande historiador da Guanabara”. &#039;&#039;Jornal Brasileiro de Medicina&#039;&#039;, v.14, n.2, p.125-128, fev. 1968. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Orlando Rangel e a Associação Brasileira de Farmacêuticos”. Discurso pronunciado em sessão conjunta da Academia Nacional de medicina, Associação Brasileira de Farmácia e Academia Nacional de Farmácia. Fev. 1968.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Un pionnier de l&#039;industrie pharmaceutique brésilienne honoré par un timbre-poste”. &#039;&#039;Revue d&#039;histoire de la pharmacie&#039;&#039;, 56e année, n. 197-198, p.105-107,1968.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Grave doença do imperador do Brasil em Milão, em 1888. Médicos italianos que o trataram. Trabalho apresentado ao XXI Congresso Internacional de História da Medicina, reunido em Siena (Itália), de 22 a 28 de setembro de 1968”. Rio de Janeiro: Carlos Silva Araújo, 1968.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Um romance de amor no Paço de São Cristóvão (Os Príncipes de Joinville)”. Conferência no II Congresso Brasileiro de Escritores Médicos. Curitiba, 19 mar. 1968.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Ciencia e Poesia”. Londres, 1968.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Paulo Silva Araújo e a Escola Wright no Brasil”. Conferência no Instituto Brasileiro de História da Medicina. 30 de novembro de 1968.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Carlos Seidl. Visão retrospectiva. Oração em sessão conjunta da Academia Brasileira de Medicina Militar e do Instituto dos Centenários”. 1968.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Orlando Rangel e a Associação Brasileira de farmacêuticos: Discurso em sessão solene na Academia Nacional de Medicina”. 29 fev. 1968.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A Academia Nacional de Medicina, instituição pioneira da Cultura Brasileira”. &#039;&#039;Jornal do Commercio&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 1969.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A vigorosa personalidade de Joaquim Cândido Soares de Meirelles”. In: A.B.M.M. Quatro figuras marcantes da Medicina Militar do Brasil. [Rio de Janeiro]: ABMM, 1969.&amp;lt;br/&amp;gt; - “José Lino dos Santos Coutinho e a Academia Imperial de Medicina e o ensino da medicina no Brasil”. 1969.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Centenário do nascimento do acadêmico Francisco Antônio Giffoni”. Discurso na Academia Nacional de Medicina. 1969.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Un timbre brésilien honore le peintre J. B. Debret”. &#039;&#039;Revue d´histoire de la pharmacie&#039;&#039;, Paris, v.57, n.200, p.263-264, 1969.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Boticas e boticários no Brasil colonial”. &#039;&#039;Anales de la Real Academia de Farmacia&#039;&#039;, Madrid, v.XXXVI, n.2, 1970.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Boticários cariocas das primeiras décadas do século XIX”. Trabalho apresentado nos III Congresso Brasileiro de Escritores Médicos (São Paulo, 20-21/02/1970) e 9º Congresso Brasileiro de Farmácia e Bioquímica FAFBB (Curitiba, 25-30/04/1970). Rio de Janeiro: [s.n.], abr. 1970.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Emenda substitutiva apresentada ao Conselho Deliberativo da Academia Internacional de História da Farmácia na discussão de seus novos estatutos criando a categoria de membros emértios”. Genève (Suíça), 3 set. 1970.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O doutor Silveira Lopes, a febre amarela em Campinas e a Academia”. Conferência feita na Academia Nacional de Medicina em 16 de julho de 1970.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Necrológio de Carlos Stelfeld e pesar por outras grandes perdas em nosso cenário farmacêutico: Richard Wasicky, Carlos Henrique Liberalli, José Coriolano de Carvalho e Oswaldo Lazzarini Peckolt. V Congresso brasileiro de História da Medicina”. 2 dez. 1970.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A fidelidade de Joaquim Moreira da Fonseca. Oração na Academia Nacional de Medicina em nome da Academia Brasileira de Mmedicina Militar”. &#039;&#039;Boletim Informativo da Academia Brasileira de Medicina Militar&#039;&#039;, v. VIII, n.10, out. 1970.&amp;lt;br/&amp;gt; - Necrológio de Bruno Valentim, professor e academico honorário. Academia Nacional de Medicina”. Rio de Janeiro, 30 abr. 1970.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Le Brésil inscrit un nouveau pharmacien au Panthéon philatélique”. &#039;&#039;Revue d´histoire de la pharmacie&#039;&#039;, Paris, v.58, n.205, p.114-115, 1970.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Breve roteiro das atividades literárias dos membros da Academia Nacional de Medicina. Conferência Inaugural do III Congresso Brasileiro de Escritores Médicos (São Paulo, 20 de fevereiro de 1970)”. 20 fev. 1970.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Discurso de agradecimento ao receber de D.Emílio Pan de Soraluce, na Embaixada de Espanha no Rio de Janeiro, o diploma de membro correspondente da Real Academia de Portugal (Madrid). 10 de agosto de 1970”. 10 ago. 1970.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Vinos medicinales: una pagina del pasado&amp;quot;. &#039;&#039;Manual farmacêutico&#039;&#039;, Buenos Aires, XI, n.131, p.26-32, ago. 1971.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A vaca imortalizada&amp;amp;nbsp;: A vacina antivarióloca e as vacinas de Wright no Brasil. Trabalho apresentado ao XXIII Congresso Internacional de História da Medicina (Londres, 2 a 9 de setembro de 1972)”. Rio de Janeiro: Gráfica Olímpica, 1972.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “La vaccination antivariolique et les vaccins de Wright au Brésil, avec une biobibliographie de C. da Silva Araujo: Carlos da Silva Araujo, The immortalized cow: smallpox vaccine and Wrighfs vaccines in Brazil. A study presented to the XXIII International Congress on the History of Medicine, London, september 2-9, 1972.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Fernandes Tavares- médico de D. Pedro I e chefe do Serviço de Saúde do Exército Libertador”. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE HISTÓRIA DA MEDICINA MILITAR. Anais do I Congresso Brasileiro de História da Medicina Militar. Rio de Janeiro: Departamento de Documentação e História da medicina Militar da ABMM, 1972. pp.8-11.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Dos sábios y hombres de Estado: Fourcroy y José Bonifacio de Andrada e Silva&amp;quot;. &#039;&#039;Manual farmaceutico&#039;&#039;, Buenos Aires, XIII, n.145, p.21-27, sept. 1972.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A propos des origines de la presse pharmaceutique portugaise”.&#039;&#039;Revue d´histoire de la pharmacie&#039;&#039;, Paris, 61e année, v.62, n.219, p.599, 1973.&amp;lt;br/&amp;gt; - “L’Influence française sur la culture brésilienne: sur la pharmacie et la médicine, en particulier”. Rio de Janeiro: Gráfica Olímpica Editora Ltda., 1973.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Juliano Moreira”. Palestra comemorativa do centenário de seu nascimento, na Academia Carioca de Letras em 21 de novembro de 1973.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “L’Influence française sur la culture brésilienne: sur la pharmacie et la médicine, en particulier”. Trabalho apresentado no Congresso Internacional de História da Farmácia (Paris, 24-29 set. 1974). 1974.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Atividade Médico-odontológica de Tiradentes, e o exercício da arte de curar nas Minas Gerais”.&#039;&#039;Revista do Instituto Histórico e Geográfico de Minas Gerais&#039;&#039;, Belo Horizonte, v.XV, p.209-213, 1974.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Discurso do academico Carlos da Silva Araújo por ocasião da homenagem que lhe foi prestada por ocasião da passagem do seu 80º aniversário, em sessão de 6-6-1974, na Academia Nacional de Medicina”. 6 jun. 1974.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O Ministro Ferreira Vianna e os Problemas de Saúde e Assistência”. Trabalho apresentado no Congresso de História do II Reinado. Rio de Janeiro, 1975.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Doenças, convaslescenças e viagens do Imperador D. Pedro II de 1887 a 1888. Curas hidroterápicas na Europa. Regresso. Congresso de História do II Reinado”. Rio de Janeiro, 1º nov. 1975.&amp;lt;br/&amp;gt; - “D.Pedro II e a Academia”. Conferência no Simpóso sobre vida e morte de D. Pedro II na Academia Nacional de Medicina em sessão solene. Rio de Janeiro, 1º dez.1975.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Vida de Oswaldo Cruz”. Rio de Janeiro: &#039;&#039;Laboratório Clínico,&#039;&#039; Silva Araújo, [19 &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;].&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- ARAÚJO, Carlos B. da Silva. &#039;&#039;&#039;Fatos e personagens da história da medicina e da farmácia no Brasil&#039;&#039;&#039;, 1° e 2° vols. Rio de Janeiro: Revista Continente Editorial Ltda., 1979. ([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- CARLOS Benjamin da Silva Araujo.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;In: ACADEMIA NACIONAL DE MEDICINA. Capturado em 8 out. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;u&amp;gt;https://www.anm.org.br/carlos-benjamin-da-silva-araujo/&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- CARLOS Benjamin da Silva Araújo. In: INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO BRASILEIRO. Capturado em 6 out. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;u&amp;gt;https://ihgb.org.br/perfil/userprofile/cbsaraujo.html&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- CARMO, J. Messias do. A propósito do octogésimo aniversário do Acad. Carlos da Silva Araújo pelo Acad. J. Messias do Carmo. Sessão de 23-5-74 (A.N.M.). In: COSTA, Oswaldo de Almeida; COSTA, Othon. &#039;&#039;&#039;Carlos Benjamin da Silva Araújo In Memoriam&#039;&#039;&#039;. Rio de Janeiro: [Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro], 1977. pp.169-178.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- COSTA, Oswaldo de Almeida; COSTA, Othon. &#039;&#039;&#039;Carlos Benjamin da Silva Araújo In Memoriam&#039;&#039;&#039;. Rio de Janeiro: [Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro], 1977.&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;-&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Curriculum Vitae - Silva Araújo, Carlos Benjamin. &#039;&#039;Laboratório Clínico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, p.2-7,1º trimestre de 1964.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- GUITARD, Eugène-Humbert. Le jubilé du Dr Carlos da Silva Araujo. &#039;&#039;Revue d&#039;histoire de la pharmacie, &#039;&#039;52e année, n.183, p.178-179, 1964. In: PERSÉE. Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;u&amp;gt;http://www.persee.fr/web/revues/home/prescript/article/pharm_0035-2349_1964_num_52_183_9022&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- GUITARD, Eugène-Humbert. Farmacia Carioca: Carlos da Silva-Araujo, Subsidios esparsos para a historia da Farmacia.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span lang=&amp;quot;ES&amp;quot; style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Revue d&#039;histoire de la pharmacie&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span lang=&amp;quot;ES&amp;quot; style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;, v. 40, n.132, p. 305 – 305, 1952. In: PERSÉE.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;u&amp;gt;https://www.persee.fr/doc/pharm_0035-2349_1952_num_40_132_8621_t1_0305_0000_2&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- LIBERALLI, Carlos Henrique. Discurso do Prof. Carlos Henrique Liberalli na homenagem prestada ao Dr. Carlos da Silva Araújo, na Casa da Farmácia por ocasião de seu jubileu profissional em 13 de dezembro de 1963. In: COSTA, Oswaldo de Almeida; COSTA, Othon. &#039;&#039;&#039;Carlos Benjamin da Silva Araújo In Memoriam&#039;&#039;&#039;. Rio de Janeiro: [Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro], 1977. pp.157-168.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- O FARMACÊUTICO do mês. Carlos da Silva Araujo. &#039;&#039;A Gazeta da Farmácia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XXVI, n.311, p.2, março de 1958. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 6 out. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.br/DocReader/029548/5177&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- O Laboratório Clínico Silva Araújo. &#039;&#039;Arquivos Rio Grandenses de Medicina&#039;&#039;, Porto Alegre, ano 8, n.1, p.17-22, jan.1929. Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;u&amp;gt;https://seer.ufrgs.br/riograndemed/article/view/28985/17718&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- OS PROGRESSOS da medicina no Brasil. &#039;&#039;Revista da Associação Commercial do Rio de Janeiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno VIII, n.7, p.5-6, 1 mar. 1911. Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;u&amp;gt;http://docvirt.com/docreader.net/DocReader.aspx?bib=acrjrevistas&amp;amp;pagfis=42443&amp;amp;pesq=&amp;amp;esrc=s&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- PEDROSA, Manuel Xavier de Vasconcellos. Sócios falecidos. Carlos Benjamin da Silva Araújo. &#039;&#039;Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.312, p.357-359, jul./set. 1976.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa - Verônica Pimenta Velloso, Maria Rachel Fróes da Fonseca&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Redação - Maria Rachel Fróes da Fonseca, Verônica Pimenta Velloso&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Revisão - Maria Rachel Fróes da Fonseca&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Atualização - Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Forma de citação&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;{{SITENAME}}&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    [[Category:Verbetes]] [[Category:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ana.guedes</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=AQUINO,_AGOSTINHO_THOMAZ_DE&amp;diff=3857</id>
		<title>AQUINO, AGOSTINHO THOMAZ DE</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=AQUINO,_AGOSTINHO_THOMAZ_DE&amp;diff=3857"/>
		<updated>2026-07-20T14:34:13Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ana.guedes: /* Fontes */&lt;/p&gt;
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&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Agostinho Thomaz de Aquino nasceu no Rio de Janeiro em 1812, e faleceu na mesma cidade em 1844. Formou-se em medicina na Academia Médico-Cirúrgica do Rio de Janeiro, e em 1830 foi eleito membro da Sociedade de Medicina do Rio de Janeiro. Nesta Sociedade, participou de sua comissão de salubridade geral, e em 1843 integrava sua seção cirúrgica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Dados pessoais&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
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&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Agostinho Thomaz de Aquino nasceu na cidade do Rio de Janeiro em 1812. Faleceu na mesma cidade no ano de 1844.&lt;br /&gt;
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= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Trajetória profissional&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Agostinho Thomaz de Aquino formou-se em medicina na então [[ACADEMIA_MÉDICO-CIRÚRGICA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Médico-Cirúrgica do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi eleito e empossado membro titular da [[SOCIEDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Sociedade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]] em 4 de agosto de 1830, com a apresentação do trabalho intitulado “Memoria sobre o Tetano Traumatico”. Em 1832 era membro da seção de ciências médicas, e posteriormente, em 1844, transferiu-se para a seção cirúrgica desta associação.&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No Boletim do &#039;&#039;Semanario de Saude Publica,&#039;&#039; em sua edição de 7 de maio de 1831, foi publicada uma matéria&amp;amp;nbsp; sobre o tétano intitulada “Tetano traumático, com feridas combustas, complicado com tumor rachitico”, apresentando considerações a partir das observações feitas por Agostinho Thomaz de Aquino, em sua memória apresentada &amp;amp;nbsp;à Sociedade de Medicina do Rio de Janeiro, para ser admitido membro titular (TETANO, 1831).&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Participou neste mesmo ano, juntamente com [[JOBIM,_JOSÉ_MARTINS_DA_CRUZ|&amp;lt;u&amp;gt;José Martins da Cruz Jobim&amp;lt;/u&amp;gt;]], Cláudio Luiz da Costa, Antônio Martins Pinheiro, Octaviano Maria da Rosa e [[SIMONI,_LUÍS_VICENTE_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Luís Vicente De Simoni&amp;lt;/u&amp;gt;]], da comissão de salubridade geral da [[SOCIEDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Sociedade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], designada, em 1831, para examinar a situação das prisões, hospitais, casa de expostos e hospícios, protestando contra as péssimas condições e a forma desumana de tratamento a que eram submetidos os alienados no Rio de Janeiro. Desta foi redigido o “Relatório da commissão de salubridade geral da sociedade de medicina do Rio de Janeiro sobre as causas da infecção da atmosphera desta cidade”, lido e aprovado na sessão de 17 de dezembro de 1831.&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Esta mesma comissão, da qual participou, havia publicado em 1831, no &#039;&#039;Semanario de Saude Publica,&#039;&#039; publicação da [[SOCIEDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Sociedade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], um parecer sobre as febres da região de Macacú (província do Rio de Janeiro).&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1834 foi nomeado lente substituto para a seção de ciências acessórias da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], juntamente com José Bento da Rosa.&amp;amp;nbsp; Pelo decreto de 13 de março de 1843, foi aprovada a aposentadoria de Agostinho Thomaz de Aquino de seu posto como lente substituto da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi sócio efetivo da Sociedade Auxiliadora da Industria Nacional, a partir de 1836.&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Integra, em 1843, a seção cirúrgica da então [[ACADEMIA_IMPERIAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Imperial de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]], juntamente com [[MONTEIRO,_CÂNDIDO_BORGES|&amp;lt;u&amp;gt;Cândido Borges Monteiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], [[CYSNEIROS,_FRANCISCO_FREIRE_ALLEMÃO_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Antônio Freire Allemão de Cysneiros&amp;lt;/u&amp;gt;]], [[REIS,_JACINTHO_RODRIGUES_PEREIRA|&amp;lt;u&amp;gt;Jacintho Rodrigues Pereira Reis&amp;lt;/u&amp;gt;]] e [[MEIRELLES,_JOAQUIM_CÂNDIDO_SOARES_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Joaquim Cândido Soares de Meirelles&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
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= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Produção intelectual&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Memoria sobre o Tetano Traumatico”. Memória apresentada à Sociedade de medicina do Rio de Janeiro. 1831.&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- &amp;quot;Parecer da Commissão da salubridade geral, sobre a carta do Sr. Manoel de Valadão Pimentel, relativa as febres da Macacú, remetido ao Governo em 13 do corrente&amp;quot;. Co-autoria com Cláudio Luís da Costa, Antônio Martins Pinheiro, José Martins da Cruz Jobim, Octaviano Maria da Rosa, e Luís Vicente de Simoni. &#039;&#039;Semanario de Saude Publica&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno de 1831, n.29, p.152-154, 16 jul. 1831.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Relatório da commissão de salubridade geral da sociedade de medicina do Rio de Janeiro sobre as causas da infecção da atmosphera desta cidade”. &#039;&#039;Semanario de Saude Publica&#039;&#039;, Rio de Janeiro, tomo 2º, p.284-306, 1832.&lt;br /&gt;
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= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- AGOSTINHO Thomaz de Aquino. In: BLAKE, Augusto Victorino Alves Sacramento. &#039;&#039;&#039;Diccionario Bibliographico Brazileiro. Primeiro volume. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1883. p.20. In: Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin. Acervo Digital.&amp;amp;nbsp; Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;/span&amp;gt;[https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/5411 &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;u&amp;gt;https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/5411&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;]&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- AGOSTINHO Thomaz de Aquino. In: ACADEMIA NACIONAL DE MEDICINA. Capturado em 8 out. 2020. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;/span&amp;gt;[https://www.anm.org.br/agostinho-thomaz-de-aquino/ &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;u&amp;gt;https://www.anm.org.br/agostinho-thomaz-de-aquino/&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;]&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- MAGALHÃES, Fernando. &#039;&#039;&#039;Centenário da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&#039;&#039;&#039;. Rio de Janeiro: Typ. A. P. Barthel, 1932.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BN|&amp;lt;u&amp;gt;BN&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- SANTOS FILHO, Lycurgo de Castro. &#039;&#039;&#039;História Geral da Medicina Brasileira.&#039;&#039;&#039; São Paulo: HUCITEC/EDUSP, 1991. v. 2.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCCBB|&amp;lt;u&amp;gt;BCCBB&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- TETANO traumático, com feridas combustas, complicado com tumor rachitico: Observação do Sr. Agostinho Thomaz de Aquino, extrahida da sua memoria sobre o Tetano Traumatico, apresentada á Sociedade de Medicina do Rio de Janeiro, para ser admitido Membro titular”. &#039;&#039;Semanario de Saude Publica&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno de 1831, n.19, p.99-100, 7 de maio de 1831. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/702560/99&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa – Rodrigo Borges Monteiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Redação – Rodrigo Borges Monteiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Revisão – Francisco José Chagas Madureira.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
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		<author><name>Ana.guedes</name></author>
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		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=ANDRADE,_NUNO_FERREIRA_DE&amp;diff=3856</id>
		<title>ANDRADE, NUNO FERREIRA DE</title>
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		<updated>2026-07-20T14:31:13Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ana.guedes: /* Fontes */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Outros nomes e/ou títulos:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;[[ANDRADE,_NUNO_DE|Andrade, Nuno de&amp;amp;nbsp;]]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Nuno Ferreira de Andrade nasceu em 27 de julho de 1851, na cidade do Rio de Janeiro, e faleceu na mesma cidade em 17 de dezembro de 1922. Na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro doutorou-se em medicina em 1875, foi substituto de ciências médicas, lente de higiene, e lente da cadeira de clínica médica. Foi diretor do serviço sanitário do Hospício de Pedro II (1882), Inspetor Geral de Saúde dos Portos, e diretor da Diretoria Geral de Saúde Pública entre 1897-1903.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Dados pessoais&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Nuno Ferreira de Andrade nasceu em 27 de julho de 1851, na cidade do Rio de Janeiro, e era filho de Camillo Ferreira de Andrade. Sua filha casou-se com Fernando Augusto Ribeiro de Magalhães, professor e diretor (1930-1931) da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi conselheiro do Imperador Pedro II (1886), e recebeu o título de Comendador da Ordem de Cristo (1886).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Faleceu na cidade do Rio de Janeiro em 17 de dezembro de 1922.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Trajetória profissional&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Nuno Ferreira de Andrade, aos 17 anos de idade, venceu um concurso para professor de filosofia, o que lhe possibilitou lecionar em colégios de nível secundário, na cidade do Rio de Janeiro, chegando a substituir o teólogo frei Saturnino de Santa Cruz Abreu (FERREIRA, 1965).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Doutorou-se em medicina, em 1875, na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, com a tese intitulada “Do diagnostico e tratamento das nevroses em geral; Chloral; Polypos naso-pharingeanos; Ataxia muscular progressiva”. Nesta instituição foi substituto de ciências médicas (1877), lente de higiene (1884-1888), e lente da 1ª cadeira de clínica médica (1888), jubilando-se em 1908. No concurso para a cátedra de clínica médica, em 1877, no qual obteve o primeiro lugar com a tese “Physiologia dos epithelios”, concorreu com Júlio Rodrigues de Moura, Candido Barata Ribeiro, [[ABREU,_JOSÉ_BENÍCIO_DE|&amp;lt;u&amp;gt;José Benício de Abreu&amp;lt;/u&amp;gt;]], e João Baptista de Lacerda, expressões da medicina no Brasil.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi autor da Memória Histórica da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], de 1879, um relato sobre os principais fatos ocorridos naquele estabelecimento de ensino, o qual permaneceu manuscrito e restrito ao âmbito da Congregação, sem ser divulgado através do Relatório do Ministro do Império, conforme preconizavam os Estatutos de 1854 daquela instituição. Segundo consta ao final no texto da referida Memória, essa fora aprovada somente quanto à veracidade dos fatos, e não quanto às apreciações de seu relator. Nuno Ferreira de Andrade ressaltou, em seu relato, a ineficácia das medidas tomadas pelo Governo Imperial em relação ao ensino médico, após o decreto nº 7.247, de 19 de abril de 1879 (Reforma Leôncio de Carvalho), e deste fato provavelmente decorreu a sua não publicação. Apresentava as seguintes diretrizes para uma reforma de ensino:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“O aperfeiçoamento do ensino é, pois, a condição fundamental do aperfeiçoamento do estudo: ambos, vinculados, presos em harmonia perene, dão a resultante progresso. (...) Precisamos, era crença nossa, de elevar o nível do ensino para realçar o plaino da instrução; aguilhoar as vontades com o estímulo da glória científica, suscitar as dedicações ao estudo, coroar os esforços inteligentes, fazer da medicina entre nós uma ciência prática; precisamos diluir na alma dos alunos de hoje o gérmen dos professores de amanhã, abrir amplos horizontes às ambições generosas, dar mais alento ao trabalho, mais ciência aos espíritos e mais esperanças aos corações. (...) Convinha dissipá-las e o decreto de 19 de abril foi o colírio. A intensidade do mal, porém, avocava a energia do remédio e um descuido na dosagem converteu o nevrostenico em irritante. (...) Então, adiado o plano de organização do ensino, esquecida multiplicação dos laboratórios, descurado o incitamento aos cursos livres, conservado o velho e trôpego sistema, quando todos vacilavam, uns por temor outros por incredulidade, ouviu-se a voz solene do Governo e o Aviso de 21 de maio ecoou com o estrepito das trombetas fatídicas de Jericó”. &amp;amp;nbsp;(ANDRADE, 1879, p.17-19) &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Nuno Ferreira de Andrade ocupou a direção do serviço sanitário do &amp;lt;u&amp;gt;[[HOSPÍCIO DE PEDRO II|Hospício de Pedro II]]&amp;lt;/u&amp;gt;, em 1882.&amp;lt;br/&amp;gt; Foi nomeado Inspetor Geral de Saúde dos Portos, pelo decreto de 19 de fevereiro de 1881, e ocupou este cargo até 1889 (&#039;&#039;Almanak Laemmert&#039;&#039;, 1889). Durante sua atuação na Inspetoria Geral de Saúde dos Portos, foi criado, em 1886, o Lazareto da Ilha Grande, instalado na enseada do Abrahão (Ilha Grande, Rio de Janeiro), para executar o regime quarentenário vigente na época, face à epidemia de cólera que grassava em várias cidades da Europa e da Ásia. Para dirigir os serviços deste estabelecimento foi nomeado Luis Manoel Pinto Neto, substituído em seguida por Joaquim José da Silva Sardinha (ARAÚJO, 1982).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Posicionou-se contrário à introdução de cadeiras destinadas ao ensino da homeopatia na [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], proposta esta apresentada em 1889 por Joaquim Duarte Murtinho ao Governo, manifestando-se enfaticamente perante à Congregação daquela instituição:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Os lentes da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, tendo notícia de que talvez seja criada nesta Faculdade uma Cadeira de Medicina homeopática com caráter oficial, deploraram semelhante instituição subversiva da Medicina tradicional; e Considerando que oficialmente ficam despojados do prestígio docente necessário a quem transmite aos seus discípulos a doutrina que aprendem dos seus mestres resolvem: Com o maior sentimento, se realizar a hipótese supra, considerar o ato oficial como significativo da exoneração coletiva dos mesmos lentes, que se demitirão”. (Apud LOBO, 1968, p.84)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Assinaram, também, este documento [[GOUVÊA,_HILÁRIO_SOARES_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Hilário Soares de Gouvêa&amp;lt;/u&amp;gt;]], Pedro Affonso de Carvalho Franco, e Erico Marinho da Gama Coelho, então diretor da &amp;lt;u&amp;gt;[[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|Faculdade de Medicina do Rio de Janeir]]o&amp;lt;/u&amp;gt;.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Entre 1900 e 1901 estabeleceu, também, uma polêmica com o médico homeopata Francisco de Menezes Dias da Cruz (filho), um dos fundadores da &amp;lt;u&amp;gt;[[FACULDADE HAHNEMANNIANA|Faculdade Hahnemanniana]]&amp;lt;/u&amp;gt; e presidente do [[INSTITUTO_HAHNEMANNIANO_FLUMINENSE|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Hahnemanniano Fluminense&amp;lt;/u&amp;gt;]] (1926-1930). Nuno Ferreira de Andrade conquistou admiradores e desafetos, sendo chamado por um deputado de “sabiá xarope”, porque falava bem e com facilidade de expressão (FERREIRA, 1965).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ainda no campo da saúde pública, Nuno Ferreira de Andrade foi o primeiro diretor geral da Diretoria Geral de Saúde Pública, estabelecida a partir da fusão das atribuições do &amp;lt;u&amp;gt;[[INSTITUTO SANITÁRIO FEDERAL|Instituto Sanitário Federal]]&amp;lt;/u&amp;gt; e da Inspetoria Geral de Saúde dos Portos, ocupando este cargo de 11 de fevereiro de 1897 até 23 de março de 1903. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Após a instauração do governo republicano no Brasil, transferiu-se para a Europa, onde dedicou-se ao estudo da economia política, na Sorbonne (Paris), mas sem abandonar a medicina, pois durante sua estadia na França manteve contato com o fisiologista Charles Robert Richet (1850-1935), com Leroy-Beaulieu e com o neurologista Jean Martin Charcot (1825-1893).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Nuno Ferreira de Andrade foi presidente da&amp;amp;nbsp;[[ACADEMIA_IMPERIAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Imperial de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]] (1900-1901;1901-1903). Integrou a comissão, criada no 2º Congresso Brasileiro de Medicina e Cirurgia (Rio de Janeiro, 16-26/09/1889), promovido pela [[SOCIEDADE_DE_MEDICINA_E_CIRURGIA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], para elaborar um plano para a organização sanitária no país, da qual também participavam Benjamin Antônio da Rocha Faria, Aureliano Gonçalves de Souza Portugal, Antônio Augusto de Azevedo Sodré, Domingos de Almeida Martins Costa, [[ABREU,_JOSÉ_BENÍCIO_DE|José Benício de Abreu]], Manuel Victorino Pereira, &amp;lt;u&amp;gt;[[FREIRE JUNIOR, DOMINGOS JOSÉ|Domingos José Freire Júnior]]&amp;lt;/u&amp;gt; e [[LACERDA FILHO, JOÃO BAPTISTA DE|&amp;lt;u&amp;gt;João Baptista de Lacerda.&amp;lt;/u&amp;gt;]]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Atuou também em outros setores da administração pública, tendo sido diretor (1912) da Caixa de Conversão, subordinada ao Ministério da Fazenda.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi redator-chefe do periódico Imprensa Acadêmica, periódico de estudantes de medicina. Após 1905 dedicou-se mais à carreira jornalística, atuando como redator dos jornais &#039;&#039;A Ordem&#039;&#039; e de &#039;&#039;O Paiz&#039;&#039;, sendo que neste assinava crônicas com o pseudônimo Felicio Terra. No Jornal do Brasil foi redator-chefe sendo substituído, quando de seu falecimento, por Alexandre José Barbosa Lima Sobrinho. No Boletim da Associação Comercial foi redator, orientando um amplo debate sobre o café.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Nuno Ferreira de Andrade participou, como conferencista, da tribuna das Conferências Populares da Glória, quando um grupo de professores, e de alunos, da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], liderados por Francisco Praxedes de Andrade Pertence, ocupou, entre agosto e dezembro de 1880, este espaço para expor a precariedade do ensino médico praticado no país. As Conferências Populares da Glória, que eram assim denominadas por se realizarem em escolas públicas na Freguesia da Glória, no Município da Corte, iniciaram-se em 23/11/1873 sob a coordenação de Manuel Francisco Correia, senador do Império, e tinham como principal objetivo a instrução do povo.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Carlos Lacaz (1971) destacou, na trajetória de Nuno Ferreira de Andrade, seus trabalhos sobre a fisiologia dos epitélios (tese de concurso para substituto da seção médica), as condições patogênicas da anúria, a natureza e o diagnóstico da alienação mental, o aneurisma parcial do miocárdio, a estenose mitral, a peste bubônica em Santos, os bacilos pseudo-tuberculosos, a profilaxia da febre amarela, e a artério-esclerose, além de seus escritos políticos e econômicos (1905-1922).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Produção intelectual&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Do diagnostico e tratamento das nevroses em geral; Chloral; Polypos naso-pharingeanos; Ataxia muscular progressiva”. &amp;amp;nbsp;Rio de Janeiro, 1875. Tese (Doutoramento) – Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Typ. Universal, 1875.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Injeções hipodérmicas de quinino”. [s.l.]: [s.n.], 1875.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Filosofismo Médico”. Conferência nº 138, em 19/08.1875. &#039;&#039;Diario Oficial do Império&#039;&#039;, n.193, ano XV, págs. 2 e 4, 21/08/1875.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Aclimatamento dos europeus nos países quentes”. Conferência Popular da Glória nº 170, em 02/04/1876. In: CONFERÊNCIAS Populares. Rio de Janeiro, n.3, março 1876.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Dos banhos em geral”. Conferência Popular da Glória nº 174, em 30/04/1876. In: CONFERÊNCIAS Populares. Rio de Janeiro, n.4, abril 1876.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Physiologia dos epithelios”. Rio de Janeiro, 1877. Tese (concurso para o lugar de substituto da seção médica) – Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Typ. de G. Leuzinger, 1877.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “A tisana de Zitmann”. [s.l.]: [s.n.], 1877.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Das condições pathologicas da anuria e do valor de seus symptomas na prognose das febres graves”. &#039;&#039;Revista Medica&#039;&#039;, Rio de Janeiro, págs.17, 33, 49, 72, e 81, 1877.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Das allucinações”. &#039;&#039;Revista Medica&#039;&#039;, Rio de Janeiro, págs. 59, 67, 89 e 103, 1877.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Periencefalites difusas”. [s.l.]: [s.n.], 1877.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Memoria historica dos acontecimentos mais notaveis, occorridos na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro em 1879”. (não foi publicada).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Da natureza e do diagnostico da alienação mental”. &#039;&#039;Annaes Brasiliensis de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, tomo 31, págs.136,311 e 488, 1879-1880; tomo 32, págs.18, 141 e 255, 1880-1881.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro: Sessão solemne de 30 de novembro de 1881. Discurso proferido em nome da congregação na augusta presença de S. M. o Imperador”. Rio de Janeiro: Typ. Nacional, 1882.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O hospital de Jurujuba”. [s.l.]: [s.n.], 1888.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Observação de aneurisma parcial do miocardio, simulando insuficiência tricuspide”. Relatório do 1º Congresso Brasileiro de Medicina e Cirurgia. Rio de Janeiro: [s.n.], 1888.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Águas pluviais”. [s.l.]: [s.n.], 1888.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Da estenose mitral”. &#039;&#039;Revista dos Cursos Práticos e Teóricos da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&#039;&#039; [s.l.]: [s.n.], 1888.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Saneamento do Rio de Janeiro”. [s.l.]: [s.n.], 1896.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Contribuição ao estudo da mortalidade no Rio de Janeiro”. [s.l.]: [s.n.], 1898.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A peste bubonica em Santos”. [s.l.]: [s.n.], 1899.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Hemi-espasmo glosso-labial”. [s.l.]: [s.n.], 1899.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Convenio sanitario”. [s.l.]: [s.n.], 1900.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A peste bubonicca”. [s.l.]: [s.n.], 1901.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Bacilos pseudo-tuberculosos”. [s.l.]: [s.n.], 1901.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O microbio da tisica”. [s.l.]: [s.n.], 1901.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A evolução da patogenia”. [s.l.]: [s.n.], 1902.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Profilaxia da febre amarela”. [s.l.]: [s.n.], 1902.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Germes invisiveis”. [s.l.]: [s.n.], 1902.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Febre amarela e mosquito”. Rio de Janeiro: Tip. do Jornal do Commercio, 1903.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Arterio-esclerose”. [s.l.]: [s.n.], 1905.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Escritos politicos e economicos”. [s.l.]: [s.n.], 1905-1922.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Contos e cronicas” (com o pseudônimo Felicio Terra). [s.l.]: [s.n.], [s.d.].&amp;lt;br/&amp;gt; - “Imagens” (com o pseudônimo Felicio Terra). [s.l.]: [s.n.], [s.d.].&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- ANDRADE, Nuno de. &#039;&#039;&#039;Memoria historica dos acontecimentos mais notaveis, occorridos na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro em 1879. &#039;&#039;&#039;Manuscrita. 1879. ([[Fontes_de_informação#CCS-UFRJ|&amp;lt;u&amp;gt;CCS-UFRJ&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - ARAÚJO, Achilles Ribeiro de. &#039;&#039;&#039;A Assistência Médica Hospitalar no Rio de Janeiro no século XIX.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Ministério da Educação e Cultura; Conselho Federal de Cultura, 1982. &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº7.247, de 19 de abril de 1879. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:  &amp;lt;u&amp;gt;http://legis.senado.leg.br/norma/580064/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - NUNO Ferreira de Andrade In: BLAKE, Augusto Victorino Alves Sacramento. &#039;&#039;&#039;Diccionario Bibliographico Brazileiro. Sexto volume.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1900. p.319. In: Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin. Acervo Digital. &amp;amp;nbsp;Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/5451&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - ENSINO Médico no Brasil (1808-1907): um repertório de fontes arquivísticas e bibliográficas. Rio de Janeiro: Casa de Oswaldo Cruz, 1999. CD-ROM. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - LACAZ, Carlos da Silva. &#039;&#039;&#039;Vultos da Medicina Brasileira.&#039;&#039;&#039; São Paulo: Laboratório Pfizer do Brasil, 1971. &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - LOBO, Francisco Bruno. &#039;&#039;&#039;O ensino da medicina no Rio de Janeiro. v. III. &#039;&#039;&#039;Homeopatia. Rio de Janeiro: [Oficina Gráfica da Universidade Federal do Rio de Janeiro], 1968. &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - MAGALHÃES, Fernando. &#039;&#039;&#039;O Centenário da Faculdade de Medicina 1832-1932.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Tip. A. P. Barthel, 1932. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BMANG|&amp;lt;u&amp;gt;BMANG&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - NUNO Ferreira de Andrade. In: ACADEMIA NACIONAL DE MEDICINA. Capturado em 8 out. 2020. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://www.anm.org.br/nuno-ferreira-de-andrade/&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - FERREIRA, José Carvalho. &#039;&#039;&#039;Nuno Ferreira de Andrade, Patrono da Cadeira nº 60. &#039;&#039;&#039;Revista da Academia Nacional de Medicina, Rio de Janeiro, n.1, p. 129-132, jan./fev./mar. 1965. &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#ANM|&amp;lt;u&amp;gt;ANM&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - SANTOS FILHO, Lycurgo de Castro. &#039;&#039;&#039;História Geral da Medicina Brasileira&#039;&#039;&#039;. São Paulo: HUCITEC/EDUSP, 1991. v. 2. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCCBB|&amp;lt;u&amp;gt;BCCBB&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa - Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Redação - Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Revisão - Francisco José Chagas Madureira.&amp;lt;br/&amp;gt; Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Forma de citação&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;{{SITENAME}}&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    [[Category:Verbetes]] [[Category:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ana.guedes</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=ANDRADE,_MATHEUS_ALVES_DE&amp;diff=3855</id>
		<title>ANDRADE, MATHEUS ALVES DE</title>
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		<updated>2026-07-20T14:29:28Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ana.guedes: /* Fontes */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Matheus Alves de Andrade nasceu na cidade do Rio de Janeiro, em 27 de julho de 1832. Doutorou-se em medicina pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, e nesta mesma instituição foi opositor da seção cirúrgica em 1861. Faleceu na sua cidade natal, em 3 de julho de 1871.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Dados pessoais&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Matheus Alves de Andrade nasceu na cidade do Rio de Janeiro, em 27 de julho de 1832. Era filho de Francisco Alves de Andrade e de Joanna Maria de Andrade.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Faleceu na sua cidade natal, em 3 de julho de 1871. Segundo Blake (1893), Matheus Alves de Andrade suicidou-se perfurando sua artéria carótida com um instrumento de sua profissão, por sentir atacada sua reputação científica, por ocasião do concurso para a cadeira de clínica cirúrgica da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]]:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Alguém tinha o máximo interesse de colocar na cadeira de clínica cirúrgica o competidor deste para arredá-lo de outra que ia a concurso e devia ser dada como herança; mas sua alta influência era impotente para isso, porque Matheus de Andrade, além de ser uma notabilidade, tinha serviços de campanha. Então procura-o, e por todos os modos o persuade a não se ocupar com o concurso e principalmente com a tese. Bastava-lhe ler e escrever o que sobre o assunto acabava de ser escrito por autor estrangeiro; fornece-lhe o escrito e também ao competidor que, como se devia esperar, denunciou um plagio da parte de quem – sabem-no todos – poderia escrever, não somente tese, mas tratados sobre ciências cirúrgicas”. (MATHEUS, 1900, p.254) &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Trajetória profissional&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Matheus Alves de Andrade doutorou-se em medicina pela [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], em 1854, com a tese intitulada “Dos caracteres physicos e chimicos das principaes preparações de ferro, empregadas na medicina; Das membranas; Da acupunctura e seus effeitos”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Doutorou-se em cirurgia pela Faculté de Médecine de Paris, em 18 de agosto de 1860, com o “Essai sur le traitement des fistules vesico-vaginales par le procedé americain, modifié par M. Bozeman” (CATALOGO, 1884, p.553). Retornou ao Brasil em setembro de 1860.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;De acordo com notícia publicada em o Correio Mercantil, em 23 de setembro de 1860, Matheus Alves de Andrade teria retornado de sua estadia na França, onde teria permanecido por cinco anos aplicando-se no estudo da cirurgia.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em agosto de 1861 foi nomeado opositor da seção de ciências cirúrgicas da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]]. Prestou concurso para uma das vagas da cadeira de ciências acessórias na mesma instituição, tendo sido aprovado, nomeado em 3 de agosto de 1862, e tomado posse em 15 de agosto de 1862. No ano seguinte, passou a ser responsável pela cadeira de clínica externa e tornou-se facultativo clínico da divisão de cirurgia.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Manteve um consultório na Ru Direita nº 72, no centro da cidade do Rio de Janeiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi nomeado médico adjunto, em outubro de 1860, do Gabinete Estatístico Médico-Cirúrgico do hospital geral da &amp;lt;u&amp;gt;[[SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DO RIO DE JANEIRO|Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro]]&amp;lt;/u&amp;gt;. E em 1867 era facultativo clínico da 1ª enfermaria de cirurgia do hospital geral.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Entre 1864 e 1870 foi consultante substituto gratuito no Hospital da Ordem Terceira de N. Senhora do Monte do Carmo, na Rua dos Ourives, no centro do Rio de Janeiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Integrou o quadro de diretores do Club de Botafogo, no Rio de Janeiro, em 1861-8162.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Entre 1862 e1864, Matheus Alves e Andrade integrou o quadro de redatores da &#039;&#039;Gazeta Medica do Rio de Janeiro&#039;&#039;, juntamente com os médicos Francisco Pinheiro Guimarães, Antonio Correia de Souza Costa e João Vicente Torres Homem.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi cirurgião-mór de brigada da comissão, no acampamento da Concordia, na Campanha contra o Paraguai (1865-1870).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Matheus Alves de Andrade foi cirurgião efetivo (1864-1870) da Casa de Saúde Nossa Senhora da Ajuda, fundada em 1863 pelo médico Manoel Joaquim Fernandes Eiras, e situada na Rua da Ajuda (atual Rua Chile) nº 66-68, na cidade do Rio de Janeiro. Segundo Santos Filho (1991), Matheus Alves de Andrade teria suicidado-se, em 1871, em uma das magníficas banheiras desta casa de saúde.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Produção intelectual&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Dos caracteres physicos e chimicos das principaes preparações de ferro, empregadas na medicina; Das membranas; Da acupunctura e seus effeitos terapeuticos: these apresentada à faculdde de medicina do Rio de Janeiro”. Rio de Janeiro, 1854. These apresentada à&amp;amp;nbsp;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro e sustentada em 12 de Dezembro de 1854, pelo dr. Matheus Alves de Andrade. Rio de Janeiro: Imp. Typ. Dous de Dezembro de Paula Brito, 1854.&amp;lt;br/&amp;gt; - Thèse pour le doctorat en chirurgie presentée et soutenue le 18 Aôut 1860 par Matheus Alves d´Andrade, nè a Rio de Janeiro (Brésil) docteur em médecine de la Fac. De Rio de Janeiro. Essai sur le traitement des fistules vesico-vaginales par le procedé americain, modifié par M. Bozeman. Paris: Rignoux, 1860.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Essai sur le traitement des fistules vesico-vaginales par le procedé americaine, modifié par M. Bozeman: these pour le doctorat em chirurgie”. Paris: L. Leclerc Libr. Edit., 1860.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - These apresentada á Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro e sustentada em junho de 1861 para o concurso a um logar de opositor da secção cirúrgica. Rio de Janeiro: Typ. Francisco de Paula Brito, 1861. Ponto: Dos polypos naso-pharyngianos.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Observação de um caso de nevralgia facial datando de seis mezes e curada em poucos dias pelo iodureto de potássio”. &#039;&#039;Gazeta Medica do Rio de Janeiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, n.1, p.5-6, 1º de junho, 1862.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Revista dos Jornaes”. &#039;&#039;Gazeta Medica do Rio de Janeiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, n.1, p.9-10, 1º de junho, 1862.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Algumas palavras sobre a cura das fistulas vesico-vaginaes pela operação americana, seguidas de uma observação (pelo Dr. Matheus de Andrade)”. &#039;&#039;Gazeta Medica do Rio de Janeiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, n.3, p.44-45, 1º de julho, 1862.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Das hernias estranguladas”. Rio de Janeiro, 1871.These apresentada á Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro e sustentada para o concurso á cadeira de clinica cirurgica. Rio de Janeiro: Typ. Do Imperial Instituto Artistico, 1871.&amp;lt;br/&amp;gt; - Estellionato scientifico apresentado como prova de concurso á cadeira de clinica cirúrgica da Faculdade demedicina do Rio de Janeiro pelo sr. Matheus Alves de Andrade. Rio de Janeiro: Typ. Laemmert, 1871.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- CATALOGO da Exposição medica brasileira: realizada pela biblioteca da Faculdade de medicina do Rio de Janeiro a 2 de Dezembro de 1884. Rio de Janeiro: Typ. Nacional, 1884. In: INTERNET ARCHIVE. Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:  &amp;lt;u&amp;gt;https://archive.org/details/b24750451/page/n7/mode/2up?q=Matheus&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - MAGALHÃES, Fernando. &#039;&#039;&#039;O Centenário da Faculdade de Medicina 1832-1932. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Tip. A. P. Barthel, 1932. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BMANG|BMANG]])&amp;lt;br/&amp;gt; - MATHEUS Alves de Andrade. In: BLAKE, Augusto Victorino Alves Sacramento. &#039;&#039;&#039;Diccionario Bibliographico Brazileiro. Sexto volume.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1900. pp.253-254. In: Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin. Acervo Digital. &amp;amp;nbsp;Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/5451&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - MATHEUS Alves de Andrade. In: SILVA, Innocencio&amp;amp;nbsp;Francisco da. &#039;&#039;&#039;Diccionario Bibliographico Portuguez. Estudos de Innocencio Francisco da Silva aplicáveis a Portugual e ao Brazil continuados e ampliados por Brito Aranha em virtude de contrato celebrado com o governo portuguez. Tomo XVII (10º do suplemento). &#039;&#039;&#039;Lisboa: Imprensa Nacional, 1900. p.9. In: Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin. Acervo Digital. &amp;amp;nbsp;Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/5417&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - NOTICIAS diversas. &#039;&#039;Correio Mercantil, e Instructivo, Político, Universal&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XVII, n.264, p.1, 23 de setembro de 1860. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/217280/18115&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - SANTOS FILHO, Lycurgo de Castro. &#039;&#039;&#039;História Geral da Medicina Brasileira.&#039;&#039;&#039; São Paulo: HUCITEC/EDUSP, 1991. v. 2. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCCBB|&amp;lt;u&amp;gt;BCCBB&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa – Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Redação – Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Revisão – Francisco José Chagas Madureira.&amp;lt;br/&amp;gt; Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Forma de citação&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;{{SITENAME}}&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    [[Category:Verbetes]] [[Category:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ana.guedes</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=ANDRADE,_ALFREDO_ANT%C3%94NIO_DE&amp;diff=3854</id>
		<title>ANDRADE, ALFREDO ANTÔNIO DE</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=ANDRADE,_ALFREDO_ANT%C3%94NIO_DE&amp;diff=3854"/>
		<updated>2026-07-20T14:25:37Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ana.guedes: /* Fontes */&lt;/p&gt;
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&lt;div&gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Alfredo Antônio de Andrade nasceu na Bahia, em 20 de janeiro de 1869, e faleceu na cidade do Rio de Janeiro em 10 de julho de 1928. Doutorou-se em medicina pela Faculdade de Medicina da Bahia, e nesta mesma instituição foi livre-docente, professor extraordinário de química analítica, e professor catedrático de química analítica.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Dados pessoais&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Alfredo Antônio de Andrade nasceu na Bahia, em 20 de janeiro de 1869, e faleceu na cidade do Rio de Janeiro em 10 de julho de 1928.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Trajetória profissional&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Alfredo Antônio de Andrade doutorou-se, em 1889, em medicina na [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DA_BAHIA|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina da Bahia&amp;lt;/u&amp;gt;]], e nesta mesma instituição foi preparador de química orgânica e biologia, em 1900, preparador de histologia, em 1901, substituto da 4ª Seção, em 1906, livre-docente em 1911, professor extraordinário de química analítica, em 1912, e professor catedrático de química analítica em 1919.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi diretor, a partir de 1905, do Laboratório de Analyses, na cidade de Salvador.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1906 foi substituto interino, de Edgard Roquete-Pinto, na 3ª Seção de Mineralogia, Geologia e Paleontologia do [[MUSEU_NACIONAL|&amp;lt;u&amp;gt;Museu Nacional&amp;lt;/u&amp;gt;]]. Em 1910 era químico ajudante desta seção.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Era médico, em 1908, do Serviço Médico-Legal da Chefia de Polícia do Distrito Federal, então dirigido por [[PEIXOTO,_JÚLIO_AFRÂNIO|&amp;lt;u&amp;gt;Júlio Afrânio Peixoto&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi nomeado preparador da cadeira de bacteriologia da&amp;amp;nbsp;[[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], tendo sido exonerado, a pedido, em 1910.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Alfredo Antônio de Andrade foi nomeado, em 1916, chefe dos laboratórios de química do [[MUSEU_NACIONAL|&amp;lt;u&amp;gt;Museu Nacional&amp;lt;/u&amp;gt;]], na gestão de Bruno Alvares da Silva Lobo (1915-1923). Em função da Lei Orçamentária de 14 de janeiro de 1916, pelo decreto nº 11.896, de janeiro daquele ano, os dois laboratórios, o “Laboratório de Química Analítica” e o “Laboratório de Química Vegetal”, haviam sido fundidos no “Laboratório de Química”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi nomeado, em 1º de dezembro de 1919, professor catedrático de química analítica do Curso de Farmácia da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, tendo permanecido como professor até 1924. Sua nomeação foi noticiada, de forma elogiosa, no Jornal do Commercio. Edição da Tarde:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Por decreto de hontem da pasta da Justiça foi considerado lente cathedratico de Chimica Analytica do Curso de Pharmacia da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro o Professor Alfredo Antonio de Andrade. Essa noticia foi recebida nos meios scientificos com satisfação, pois o Professor Alfredo de Andrade iniciou o curso de Chimica Analytica na Faculdade de Medicina desta Capital há sete anos, introduzindo no ensino as mais modernas conquistas dessa matéria, concorrendo, desse modo, para a formação de aproveitáveis núcleos de chimicos analyticos.” (O NOVO, 1919, p.1)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Alfredo Antônio de Andrade foi autor, em 1922, do trabalho intitulado “O museu Nacional e a diffusão da chimica”, apresentado no 1º Congresso Brasileiro de Química, em setembro de 1922, no qual realizou um histórico das atividades e dos estudos de química no [[MUSEU_NACIONAL|&amp;lt;u&amp;gt;Museu Nacional&amp;lt;/u&amp;gt;]]:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Em torno dessa modesta instalação, girou delongadamente a Química no Brasil, servindo ela eficazmente ao ensino desta ciência e por igual ao da Física. A coleção mineralógica inicial concorrera à instrução dos alunos da Academia Militar, de que foram lentes seus quatro primeiros diretores. Os aparelhos e utensílios do Laboratório estiveram a serviço das lições da Faculdade de Medicina, para aquelas duas disciplinas, por ordem das Regências em 1833 e 1836 e em conseqüência de solicitações de seu Diretor, sempre alegando não achar-se o estabelecimento provido de instrumentos indispensáveis ao bom desempenho do ensino” (ANDRADE, 1922, p. 6. Apud SANTOS; SANTOS, 2010, p.3) &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Entre os anos de 1922 e 1927, foi Chefe do Laboratório de Química Geral do [[MUSEU_NACIONAL|&amp;lt;u&amp;gt;Museu Nacional&amp;lt;/u&amp;gt;]]. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1920 foi o 1º diretor do então denominado Laboratório Bromatológico do Rio de Janeiro, estabelecido na rua Camerino nº27, na cidade do Rio de Janeiro, e que integrava a Inspetoria de Fiscalização de Gêneros Alimentícios do Departamento Nacional de Saúde Pública.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Produção intelectual&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Estudo das causas que fazem variar a composição química do leite”. [s.l.]: [s.n.], 1903.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Dosagem dos cloretos no sangue do coração para diagnóstico da orte por asfixia por submersão”.1909.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Regulamentação da venda do leite destinado ao consumo”. [s.l.]: [s.n.], 1912.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A substituição da gazolina pelo alcool”. [s.l.]: [s.n.], 1916.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Os sub-produtos do algodão, suas relações nas plantas brasileiras”. [s.l.]: [s.n.], 1916.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O sal industrialmente puro”. [s.l.]: [s.n.], 1918.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O arroz indígena brasileiro”. [s.l.]: [s.n.], 1919.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Valor nutritivo dos alimentos brasileiros”. [s.l.]: [s.n.], [s.d.].&amp;lt;br/&amp;gt; - “O museu Nacional e a diffusão da chimica”. Rio de Janeiro: Typographia do Museu Nacional, 1922.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Valor dos produtos das diversas industrias agrícolas na alimentação do gado”. [s.l.]: [s.n.], 1924.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Forragens agrestes do Estado do Matto Grosso”.&#039;&#039;Separata do Boletim do Museu Nacional&#039;&#039;, Rio de Janeiro, n. 6, p. [413] - 424, 1925.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “As Leguminosas e suas farinhas alimentares”. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1926.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “O óleo de algodoeiro, sua refinação química. Refinaria de óleo tendo em vista o fabrico de produtos alimentares”. [s.l.]: [s.n.], 1926.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Estudo das matérias corantes de origem vegetal em uso entre os índios do Brasil”. [s.l.]: [s.n.], 1926.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O café alimento, e na alimentação”. [s.l.]: [s.n.], 1927.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Origem e dispersão do café – Os constituintes do café - O café alimento”. [s.l.]: [s.n.], 1927.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- ANDRADE, Alfredo de. História do Laboratório Químico do Museu. &amp;amp;nbsp;Revista da Sociedade Brasileira de Química, Rio de Janeiro, v.XVIII, ns.1-4, jan./dez. 1949. &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BN|&amp;lt;u&amp;gt;BN&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 11.896, de 14 de janeiro de 1916. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:  [http://legis.senado.leg.br/norma/422224/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/422224/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - MAGALHÃES, Fernando. &#039;&#039;&#039;O Centenário da Faculdade de Medicina 1832-1932.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Tip. A. P. Barthel, 1932. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BMANG|&amp;lt;u&amp;gt;BMANG&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - O NOVO lente da Faculdade de Medicina. &#039;&#039;Jornal do Commercio.&#039;&#039; Edição da Tarde, Rio de Janeiro, anno XI, n.274, p.1, 2 de dezembro de 1919. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira&#039;&#039;&#039;. Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/364568_10/48487&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - SANTOS, Araci Alves; SANTOS, Nadja Paraense dos. O Museu Nacional e a diffusão da chimica- a importância do Museu Nacional na história da ciência do país. In: PROGRAMA PÓS-GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA DAS CIÊNCIAS E DAS TÉCNICAS E EPISTEMOLOGIA-UFRJ. &#039;&#039;&#039;Congresso Scientiarum Historia III: 13 a 15 de outubro de 2010&#039;&#039;&#039;, Rio de Janeiro, Brasil – 2010. pp.63-68. Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://www.hcte.ufrj.br/downloads/sh/sh3/trabalhos/araci%20e%20Nadja.pdf http://www.hcte.ufrj.br/downloads/sh/sh3/trabalhos/araci%20e%20Nadja.pdf]&amp;lt;u&amp;gt;http://www.hcte.ufrj.br/downloads/sh/sh3/trabalhos/araci%20e%20Nadja.pdf&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa – Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Redação - Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Revisão – Francisco José Chagas Madureira.&amp;lt;br/&amp;gt; Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;{{SITENAME}}&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    [[Category:Verbetes]] [[Category:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ana.guedes</name></author>
	</entry>
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		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=AMERICANO,_DOMINGOS_MARINHO_DE_AZEVEDO&amp;diff=3853</id>
		<title>AMERICANO, DOMINGOS MARINHO DE AZEVEDO</title>
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		<updated>2026-07-20T14:20:02Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ana.guedes: /* Fontes */&lt;/p&gt;
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= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Dados pessoais&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Domingos Marinho de Azevedo Americano nasceu em 12 de fevereiro de 1813, em Paraupeba, na então província de Minas Gerais. Era filho de José Marinho de Azevedo e de Anna Rosa da Cunha Azevedo. Casou-se, em 1845, com Maria Benedicta da Silva Porto, filha do negociante João Alves da Silva Porto e de Jacintha Benedicta de Almeida da Silva Porto, e teve três filhos.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi agraciado como Cavaleiro da Ordem de Cristo.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Faleceu, em São Caetano do Paraopeba (Minas Gerais), em 9 de junho de 1851, devido a tubérculos mesentéricos (MORTE, 1851).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Trajetória profissional&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Domingos Marinho de Azevedo Americano fez seus primeiros estudos no Seminário de Congonhas e no Colégio Caraça (Minas Gerais). Doutorou-se em Medicina pela [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], em 15 de dezembro de 1838, com a tese intitulada “Dissertação sobre a phrenologia”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Na [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]] foi nomeado, em 29 de maio de 1839, lente substituto da seção cirúrgica, e em 31 de dezembro de 1850 lente catedrático de partos, moléstias de mulheres pejadas e paridas e de meninos recém-nascidos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1840 foi enviado, por esta instituição, em viagem de estudos à Europa, da qual retornou, em 28 de junho de 1844, na companhia do frei beneditino Camilo de Montserrat, filólogo e futuro diretor da Biblioteca Nacional, e do editor B.L. Garnier, a bordo da galera “Le Stanilas”. Ao retornar desta viagem publicou a “Memória sobre o estado actual das instituições médicas em França, na Prussia e na Grã- Bretanha”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Após retornar de sua viagem científica, Domingos Marinho de Azevedo Americano proferiu o “Curso de Escutação aplicada ás moléstias do peito”, em 6 de setembro de 1844. Neste mesmo ano foi responsável, na [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], por um curso especial sobre doenças do pulmão, cujas lições foram publicadas, em 1846, no periódico &#039;&#039;Archivo Medico Brazileiro&#039;&#039;. [[SIMONI,_LUIZ_VICENTE_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Luís Vicente De Simoni&amp;lt;/u&amp;gt;]], médico e um dos fundadores da [[SOCIEDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Sociedade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], apresentou, em relação a essas lições, “judiciosas observações com aplicação às linhas isotermas, aos termômetros e aos meios de medir o calor além do grau de congelação do mercúrio” (DOMINGOS, [s.d.] ) , e as publicou nos &#039;&#039;Annaes Brasilienses de Medicina&#039;&#039;. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Domingos Marinho de Azevedo Americano realizou estudos sobre a hipertrofia do coração com dilatação levada ao ponto do punho do observador caber no ventrículo esquerdo, sobre o aneurisma da aorta torácica, e sobre a anestesia produzida pela eterização praticada por ele no [[HOSPITAL_MILITAR_DA_GUARNIÇÃO_DA_CORTE|&amp;lt;u&amp;gt;Hospital Militar da Guarnição da Corte&amp;lt;/u&amp;gt;]], na cidade do Rio de Janeiro, onde foi major médico (2º médico) de 1846 a 1851.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Dirigiu, juntamente com [[CÂNDIDO,_FRANCISCO_DE_PAULA|&amp;lt;u&amp;gt;Francisco de Paula Cândido&amp;lt;/u&amp;gt;]], a Nova Casa de Saúde, localizada na Rua da Pedreira da Candelária (atual Rua Bento Lisboa), na cidade do Rio de Janeiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Domingos Marinho de Azevedo Americano foi membro de várias associações científicas, como a [[ACADEMIA_IMPERIAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Imperial de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]], a Imperial Sociedade Amante da Instrucção, o Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, a Sociedade Auxiliadora da Industria Nacional, a Sociedade medica de Paris, e a Sociedade Real de Medicina de Edimburgo.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 28 de maio de 1846, apresentou à [[ACADEMIA_IMPERIAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Imperial de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]] sua memória “Exposição e observações sobre o estado actual do hospital militar, suas precisões e população em 1845”. E na sessão de 4 de junho de 1846 sua candidatura foi aprovada e foi admitido como membro titular. Foi um dos redatores dos &#039;&#039;Annaes de Medicina Brasiliense&#039;&#039;, periódico da [[ACADEMIA_IMPERIAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Imperial de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]], publicados sob esta denominação em 1845.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi colaborador do periódico &#039;&#039;Archivo Medico Brazileiro&#039;&#039;. &#039;&#039;Gazeta Mensal de Medicina, Cirurgia, e Sciencias Accessorias&#039;&#039;.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A publicação de sua “Memoria sobre o estado actual das instituições médicas em França, na Prussia e na Gram Bretanha” foi noticiada e amplamente comentada na seção “Bibliographia” da edição de abril de 1846 dos &#039;&#039;Annaes de Medicina Brasiliense&#039;&#039;:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Por nossa parte diremos que a memoria do Sr. Dr. Marinho sobre ser de grande importância pelo valor e clareza da doutrina que encerra, tem de mais a mais o mérito da fidelidade da narração. (....). Divide-se a memoria em 4 partes distinctas a saber: - 1ª Trata da organização do ensino medico em França e administração dos hospitais de Paris. – 2ª Trata dos mesmos objetos na Gram-Bretanha, e mais de um appendice sobre o estado da medicina na Prussia. – 3ª Trata das sociedades medicas de um e outro paiz. - 4ª Trata do paralelo entre a França e a Inglaterra, debaixo do mesmo ponto de vista, e bem assim de observações sobre as nossas instituições medicas e suas precisões actuaes.” (LOBO, 1846, p.437-438)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Produção intelectual&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Dissertação sobre a phrenologia: these apresentada e sustentada perante a faculdade de medicina do Rio de Janeiro a 15 de dezembro de 1838”. Rio de Janeiro, 1838. Tese (Doutoramento) – Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, 1838.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Dissertação inaugural sobre a lithotricia”. Rio de Janeiro, 1839. Tese (Concurso ao lugar de lente substituto da seção cirúrgica) – Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, 1839.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Lição oral sobre a historia da escutação, feita a 15 de setembro na Escola de Medicina pelo Sr. Dr. Domingos Marinho”. &#039;&#039;Archivo Medico Brazileiro. Gazeta Mensal de Medicina, Cirurgia, e Sciencias Accessorias&#039;&#039;, Rio de Janeiro, tomo I, n.4, p. 77-84, novembro 1844.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Memoria sobre o estado actual das instituições médicas em França, na Prussia e na Gram Bretanha”. Rio de Janeiro: Typographia Nacional, 1845.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Lições geographo-meteorologicas feitas pelo Sr. Dr. Marinho em seu curso particular de molestias do peito”. &#039;&#039;Archivo Medico Brazileiro. Gazeta Mensal de Medicina, Cirurgia, e Sciencias Accessorias&#039;&#039;, Rio de Janeiro, tomo II, n.2, p.37-40, outubro 1845.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Lições geographo-meteorologicas feitas pelo Sr. Dr. Marinho em seu curso particular de molestias do peito”.&#039;&#039;Archivo Medico Brazileiro. Gazeta Mensal de Medicina, Cirurgia, e Sciencias Accessorias&#039;&#039;, Rio de Janeiro, tomo II, n.3, p.63-68, novembro 1845.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Lições geographo-meteorologicas feitas pelo Sr. Dr. Marinho em seu curso particular de molestias do peito”. &#039;&#039;Archivo Medico Brazileiro. Gazeta Mensal de Medicina, Cirurgia, e Sciencias Accessorias&#039;&#039;, Rio de Janeiro, tomo II, n.5, p.105-109, janeiro 1846.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Lições geographo-meteorologicas feitas pelo Sr. Dr. Marinho em seu curso particular de molestias do peito”. &#039;&#039;Archivo Medico Brazileiro. Gazeta Mensal de Medicina, Cirurgia, e Sciencias Accessorias&#039;&#039;, Rio de Janeiro, tomo III, p.14-17, setembro 1846.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Exposição e observações sobre o estado actual do hospital militar, suas precisões e população em 1845”. Rio de Janeiro: Paula Brito,1846.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Observação de uma hypertrophia com dilatação do coração – dificuldade de diagnostico.” &#039;&#039;Annaes de Medicina Brasiliense&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 3º anno, v.3º, n.5, novembro 1847.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Academia Imperial de Medicina. Discurso recitado na sessão solemne de 6 de novembro de 1848”. Rio de Janeiro: Tip. do Brasil, de J. J. da Rocha, 1848.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Observação de um abscesso de fígado que se rompeo na cavidade thoracida direita; colhida no Hospital Militar pelo Sr. Dr. Domingos Marinho D´Azevedo Americano, medico do mesmo hospital”. &#039;&#039;Annaes de Medicina Brasiliense&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 3º anno, v.3º, n.9,p.213-215, &amp;amp;nbsp;março 1848.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Discurso do Sr. Dr. Domingos Marinho de Azevedo Americano, recitado na sessão solemne de 6 de novembro de 1848”. &#039;&#039;Annaes de Medicina Brasiliense&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 4º anno, v.4º, n.6, p,131-141, dezembro 1848.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Relatorio annual dos doentes tratados durante o anno de 1848, pelo Dr. Domingos Marinho de Azevedo Americano”. Rio de Janeiro: Tip. do Brasil, de J. J. da Rocha, 1849.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- BREVE noticia biográfica dos treze membros da Academia Imperial de Medicina, que faleceram no período de 1850 a 1857, lida na sessão anual de 1858, em presença de S. M. Imperial, pelo Sr. Dr. Antonio Felix Martins, membro effectivo da dita academia, etc., etc.&#039;&#039;Annaes Brasilienses de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 12º anno, v.12º, n.7, p.207-223, setembro 1858. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira&#039;&#039;&#039;. Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/062014/1519&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - DOMINGOS Marinho de Azevedo Americano. Arquivo pessoal da Academia Nacional de Medicina. [Rio de Janeiro]: [s.n.], [s.d.]. ([[Fontes_de_informação#ANM|&amp;lt;u&amp;gt;ANM&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - DOMINGOS Marinho de Azevedo Americano. In: BLAKE, Augusto Victorino Alves Sacramento. &#039;&#039;&#039;Diccionario Bibliographico Brazileiro. Segundo volume.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1893. pp.224-225. In: Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin. Acervo Digital. &amp;amp;nbsp;Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/5422&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - LOBO, Dr. R. J. H. &#039;&#039;Bibliographia. Annaes de Medicina Brasiliense&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.I, n.11, p.435-440, abril 1846. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira. &#039;&#039;&#039;Capturado em 20 jul.2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/442500/448&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - MAGALHÃES, Fernando. &#039;&#039;&#039;O Centenário da Faculdade de Medicina 1832-1932. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Tip. A. P. Barthel, 1932. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BMANG|&amp;lt;u&amp;gt;BMANG&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - MORTE do Dr. Domingos Marinho de Azevedo Americano, lente da Faculdade de medicina do Rio de Janeiro. &#039;&#039;Annaes de Medicina Brasiliense&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 6º anno, v.6º, n.9, p.216, junho 1851. &amp;amp;nbsp;In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/442500/1891&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - SANTOS FILHO, Lycurgo de Castro. &#039;&#039;&#039;História Geral da Medicina Brasileira.&#039;&#039;&#039; São Paulo: HUCITEC/EDUSP, 1991. v. 2. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;u&amp;gt;([[Fontes_de_informação#BCCBB|BCCBB]]&amp;lt;/u&amp;gt;)&amp;lt;br/&amp;gt; - VELHO SOBRINHO, J.F.&#039;&#039;&#039;Diccionario Bio-Bibliográfico Brasileiro.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: [s.n.], 1937. ([[Fontes_de_informação#BN|&amp;lt;u&amp;gt;BN&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa – Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Redação – Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Revisão – Francisco José Chagas Madureira.&amp;lt;br/&amp;gt; Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Forma de citação&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;{{SITENAME}}&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    [[Category:Verbetes]] [[Category:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ana.guedes</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=AMARAL,_TIBURCIO_VALERIANO_PECEGUEIRO_DO&amp;diff=3852</id>
		<title>AMARAL, TIBURCIO VALERIANO PECEGUEIRO DO</title>
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		<updated>2026-07-20T13:58:14Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ana.guedes: /* Fontes */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Tibúrcio Valeriano Pecegueiro do Amaral nasceu, em 14 de abril de 1864, na cidade do Rio de Janeiro. Na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro foi ajudante de preparador da cadeira de química mineral, preparador da cadeira de química inorgânica, lente substituto da primeira seção, e lente catedrático de química orgânica e biologia. Faleceu em 3 de dezembro de 1944.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Dados pessoais&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Tibúrcio Valeriano Pecegueiro do Amaral nasceu, em 14 de abril de 1864, na cidade do Rio de Janeiro. Era filho de Henrique do Amaral e Silva.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Faleceu, no Rio de janeiro, em 3 de dezembro de 1944.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Trajetória profissional&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Tibúrcio Valeriano Pecegueiro do Amaral prestou os exames preparatórios em agosto de 1881. Ingressou na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, doutorando-se em 1888 com a tese “Do mercurio e seus compostos”. Doutoraram-se, neste ano, junto com Pecegueiro do Amaral, os médicos José Luiz Sayão de Bulhões Carvalho, Fernando Terra, e Sebastião Barroso,&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Na [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]] foi ajudante de preparador, por concurso, da cadeira de botânica e zoologia (1883), ajudante de preparador de química mineral e mineralogia (1884), preparador da cadeira de química inorgânica por concurso (28/10/1892-26/05/1893), preparador de medicina legal (nomeado 27/05/1894), lente substituto da 1ª seção por concurso (1896), e lente catedrático de química orgânica e biológica (1899-1903). Em decorrência da reforma de 1901, as cadeiras de química foram reunidas numa só, a cadeira de química médica, e Tibúrcio Valeriano Pecegueiro do Amaral foi nomeado catedrático desta disciplina em 9 de novembro de 1903. Requereu disponibilidade em 1925.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1891 era médico adjunto no [[HOSPITAL_CENTRAL_DO_EXÉRCITO|&amp;lt;u&amp;gt;Hospital Central do Exército&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1901, com o decreto nº761, de 25 de maio, determinou a abertura de um crédito de 4:1000$ para pagamento do prêmio conferido a Tibúrcio Valeriano Pecegueiro do Amaral por sua obra “Noções elementares de chimica organica&amp;quot; (BRASIL, 1901).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pelo decreto nº7.458, de 15 de julho de 1909, o Ministério da Justiça e Negócios Interiores concedeu o credito da quantia de 5:860 para Tiburcio Valeriano Pecegueiro do Amaral, lente da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, autor da obra “Elementos de Chimica Inorganica”, referente às despesas despendidas com a respectiva publicação.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi professor de física e química em vários institutos de instrução secundária no município da Corte, tendo sido, a partir de março de 1922, docente efetivo de química na Escola Normal, instalada na Rua S. Cristóvão nº18.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 5 de agosto de 1932 foi nomeado professor em comissão do Ensino Profissional do Distrito Federal.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Aposentou-se em agosto de 1934.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Produção intelectual&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Do mercurio e seus compostos”. These apresentada à Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro em 25 de agosto de 1887. Rio de Janeiro: Typ. Carioca, 1887.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Estudos chimicos dos chloruretos metalicos: these de concurso ao logar de lente substituto da primeira seção da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, 1896.” Rio de Janeiro, 1896.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Lições de Química Inorgânica Médica”. Rio de Janeiro, 1904.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Elementos de Química Inorgânica Médica”. Rio de Janeiro: Imprensa Gutemberg, 1907.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Noções elementares de chimica organica”. Porto: Imprensa Portuguesa, 1908.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Preleções de Química Biologica”. 1918.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- BRASIL. Decreto nº761, de 25 de maio de 1901. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:  &amp;lt;u&amp;gt;http://legis.senado.leg.br/norma/596027/publicacao?tipoDocumento=DPL-n&amp;amp;tipoTexto=PUB&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 7.458, de 15 de julho de 1909. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:  &amp;lt;u&amp;gt;http://legis.senado.leg.br/norma/592755/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - ENSINO Médico no Brasil (1808-1907): um repertório de fontes arquivísticas e bibliográficas. Rio de Janeiro: Casa de Oswaldo Cruz, 1999. CD-ROM. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - MAGALHÃES, Fernando.&#039;&#039;&#039;O Centenário da Faculdade de Medicina 1832-1932.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Tip. A. P. Barthel, 1932. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BMANG|&amp;lt;u&amp;gt;BMANG&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - MORI, Rafael Cava; DAGUANO, Fernanda Kelly Macário de Faria; CURVELO, Antonio Aprigio da Silva. Impactos das reformas educacionais da Primeira República sobre o ensino de química na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, narrados por Tiburcio Valeriano Pecegueiro do Amaral. &#039;&#039;História da Ciência e Ensino&#039;&#039;, v.14, p.69-87, 2016. Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://revistas.pucsp.br/hcensino/article/view/26364/20824&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - TIBURCIO Valeriano Pecegueiro do Amaral. In: BLAKE, Augusto Victorino Alves Sacramento. &#039;&#039;&#039;Diccionario Bibliographico Brazileiro. Setimo volume.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1902. p.303. In: Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin. Acervo Digital. &amp;amp;nbsp;Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/5452&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa – Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Redação – Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Revisão - Francisco José Chagas Madureira.&amp;lt;br/&amp;gt; Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Forma de citação&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;{{SITENAME}}&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    [[Category:Verbetes]] [[Category:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ana.guedes</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=ALVARENGA,_ALBINO_RODRIGUES_DE&amp;diff=3851</id>
		<title>ALVARENGA, ALBINO RODRIGUES DE</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=ALVARENGA,_ALBINO_RODRIGUES_DE&amp;diff=3851"/>
		<updated>2026-07-20T13:56:12Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ana.guedes: /* Fontes */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Outros nomes e/ou títulos:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;[[SÃO_SALVADOR_DE_CAMPOS,_BARÃO_DE|São Salvador de Campos, Barão de]]; [[ALVARENGA,_VISCONDE_DE|Alvarenga, Visconde de]].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Albino Rodrigues de Alvarenga nasceu em 10 de março de 1823, na cidade de Campos, na então província do Rio de Janeiro, e faleceu na cidade do Rio de Janeiro em 26 de agosto de 1901. Foi chefe da clínica médica, opositor de ciência médica, lente catedrático de terapêutica e matéria médica, vice-diretor, e diretor, entre 1892 e 1901, da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Dados pessoais&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Albino Rodrigues de Alvarenga nasceu em 10 de março de 1823 (ou 10 de maio de 1833), na cidade de Campos dos Goytacazes, na então província do Rio de Janeiro. Era filho de Manoel Rodrigues de Alvarenga e casou-se com Elisa Augusta Pereira de Alvarenga.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1882 foi agraciado com o Hábito de Cristo por serviços prestados à Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro. Recebeu o título de Barão de São Salvador de Campos em 20 de junho de 1887, foi elevado a visconde por decreto de 2 de maio de 1889, com o título de Visconde de Alvarenga. Foi Conselheiro de Sua Majestade e Cavaleiro da Imperial Ordem da Rosa e Grande do Império.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Faleceu no Rio de Janeiro em 26 de agosto de 1901.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Trajetória profissional&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Albino Rodrigues de Alvarenga doutorou-se em medicina pela&amp;amp;nbsp;[[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], em 1856, com a tese: “1- Ciências acessórias. Química: Arsênio e seus compostos; 2- Ciências médicas. Química interna: Diagnóstico diferencial ou comparativo do tifo e da febre amarela; 3- Ciências cirúrgicas. Patologia externa: Comoção cerebral; 4 – Ciências médicas: Elefantíases dos Gregos, suas causas e seu tratamento”. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, foi chefe da clínica médica (1868-1870), opositor de ciências médicas (nomeado em fevereiro de 1872), opositor da cadeira de patologia médica (1872 a 1874), lente catedrático de matéria médica e terapêutica (nomeado em setembro de 1875), vice-diretor (1884-1890) e diretor (1892-1901) da mesma faculdade, tendo sido jubilado em 1901.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi médico adjunto da Santa Casa da Misericórdia de Campos, desde 1861, e atuou como clínico na cidade de Campos até o ano de 1867.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Atuou, a partir de 1872, como médico adjunto da [[SANTA_CASA_DA_MISERICÓRDIA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]]. Em 1879 prestou atendimento médico na Caixa de Soccorros D. Pedro V, criada em 1863 na cidade do Rio de Janeiro e destinada ao socorro de portugueses pobres.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi nomeado médico da Imperial Câmara em 1880 e da Casa de Saúde Nossa Senhora da Ajuda (1870-1873), fundada em 1863 pelo médico Manoel Joaquim Fernandes Eiras, e situada na Rua da Ajuda (atual Rua Chile), nº 66-68, na cidade do Rio de Janeiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1894 recebeu as honras de coronel honorário do Exército.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi tesoureiro da Associação Litteraria Fluminense, em 1853, sócio efetivo da Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional em 1868, e vice-presidente da [[SOCIEDADE_DE_MEDICINA_E_CIRURGIA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]] no período 1892-1893.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Produção intelectual&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “1- Ciências acessórias. Química: Arsênio e seus compostos; 2- Ciências médicas. Química interna: Diagnóstico diferencial ou comparativo do tifo e da febre amarela; 3- Ciências cirúrgicas. Patologia externa: Comoção cerebral; 4 – Ciências médicas: Elefantíases dos Gregos, suas causas e seu tratamento”. Rio de Janeiro, 1856.Tese (Doutoramento) – Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, 1857.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Diabetis”. &amp;amp;nbsp;Rio de Janeiro, 1870. Tese (Concurso ao lugar de opositor da seção médica) – Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, 1870.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Da acção physiologica e therapeutica do óleo de fígado de bacalhao”. &amp;amp;nbsp;Rio de Janeiro, 1875. Tese (Concurso da cadeira de matéria médica e terapêutica) – Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, 1875.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Memória Histórica dos acontecimentos notáveis da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro durante o ano escolar de 1886 pelo lente Dr. Albino Rodrigues de Alvarenga”. Rio de Janeiro: Imp. Nacional, 1887.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Relatório do Diretor da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, Albino Rodrigues de Alvarenga”. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1892.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- ALBINO Rodrigues de Alvarenga. In: BLAKE, Augusto Victorino Alves Sacramento. &#039;&#039;&#039;Diccionario Bibliographico Brazileiro. Primeiro volume.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1883. pp.24-25. In: Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin. Acervo Digital. &amp;amp;nbsp;Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/5411&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - ENSINO Médico no Brasil (1808-1907): um repertório de fontes arquivísticas e bibliográficas. Rio de Janeiro: Casa de Oswaldo Cruz, 1999. CD-ROM. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - MAGALHÃES, Fernando. &#039;&#039;&#039;O Centenário da Faculdade de Medicina 1832-1932.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Tip. A. P. Barthel, 1932. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BMANG|&amp;lt;u&amp;gt;BMANG&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - VASCONCELOS, Vasco Joaquim Smith de. &#039;&#039;&#039;Médicos e cirurgiões da Imperial Câmara.&#039;&#039;&#039; Reinados de D. Pedro I e D. Pedro II. Campinas, São Paulo: [Academia Campinense de Letras], 1964. &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BN|&amp;lt;u&amp;gt;BN&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - VISCONDE de Alvarenga.&#039;&#039;&#039;Almanak Administrativo, Mercantil e Industrial do Rio de Janeiro e Indicador para 1902&#039;&#039;.&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;&#039;&#039;59º anno. Rio de Janeiro: Editora e Proprietaria Companhia Typographia do Brazil, &#039;&#039;1902. In:&#039;&#039; FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/313394/21376&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa – Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Redação – Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; Revisão – Francisco José Chagas Madureira.&amp;lt;br/&amp;gt; Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Forma de citação&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;{{SITENAME}}&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    [[Category:Verbetes]] [[Category:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ana.guedes</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=ALMEIDA,_MIGUEL_OZORIO_DE&amp;diff=3850</id>
		<title>ALMEIDA, MIGUEL OZORIO DE</title>
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		<updated>2026-07-20T13:51:06Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ana.guedes: /* Fontes */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Miguel Ozorio de Almeida nasceu em 1 de agosto de 1890, na cidade do Rio de Janeiro, e faleceu em 2 de dezembro de 1953, na mesma cidade. Doutorou-se em 1911, na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, e nesta instituição foi interno de clínica médica, preparador interino de fisiologia, livre-docente de fisiologia, livre-docente de higiene e livre-docente de física-biológica. No então Instituto Oswaldo Cruz foi assistente e diretor do laboratório de fisiologia, entre os anos de 1927 e 1942, e chefe de divisão de fisiologia de 1942 a 1953.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Dados pessoais&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Miguel Ozorio de Almeida nasceu em 1º de agosto de 1890, na cidade do Rio de Janeiro. Era filho de Gabriel Ozorio de Almeida e de Carlota Ozorio de Almeida. Seu pai era engenheiro, e foi professor da Escola Politécnica do Rio de Janeiro, diretor honorário da Rádio Sociedade (1923), diretor da Companhia Docas de Santos (1907), diretor da Estrada de Ferro Central do Brasil (1903-1906) e presidente do Clube de Engenharia (1900-1902). &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi agraciado com as comendas da Cruz Vermelha Alemã e da Legião de Honra.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Faleceu em 2 de dezembro de 1953, na cidade do Rio de Janeiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Trajetória profissional&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Miguel Ozorio de Almeida realizou seus primeiros estudos no Colégio Köpke e no Colégio Alfredo Gomes, na cidade do Rio de Janeiro. Iniciou sua formação na área de engenharia, freqüentando o curso preparatório para a Escola Politécnica do Rio de Janeiro, e foi nesta época que decidiu redirecionar sua formação e estudar medicina (PAULINO NETTO, 2003).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Doutorou-se em 1911, na [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], com a tese intitulada “São os reflexos tendinosos de origem cerebro-espinhal?”. Nesta Faculdade foi interno de clínica médica (1911), preparador interino de fisiologia (1911-1912), livre-docente de fisiologia (1912), livre-docente de higiene (1915) e livre-docente de física-biológica (1916).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Entre os anos de 1915 e 1917 foi sub-comissário de Higiene e Assistência Pública, no Rio de Janeiro (MIGUEL, [s.d.]).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi lente de fisiologia dos animais domésticos, membro da comissão de redação do periódico Archivos da Escola Superior de Agricultura e Medicina Veterinária (1919), professor catedrático de fisiologia (1917-1934) e diretor interino (1924) da [[ESCOLA_SUPERIOR_DE_AGRICULTURA_E_MEDICINA_VETERINÁRIA|&amp;lt;u&amp;gt;Escola Superior de Agricultura e Medicina Veterinária&amp;lt;/u&amp;gt;]]. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Miguel Ozorio de Almeida inicialmente realizou suas pesquisas, juntamente com seu irmão [[ALMEIDA,_ÁLVARO_OZORIO_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Álvaro Ozorio de Almeida&amp;lt;/u&amp;gt;]], em um laboratório instalado no porão da residência de seus pais, à rua Almirante Tamandaré, no bairro Flamengo, cidade do Rio de Janeiro. Seu interesse pela fisiologia, demonstrado por sua freqüência ao laboratório, causou grande satisfação em Álvaro, seu irmão:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“[...] o grande acontecimento dessa época, o melhor de todos, foi o interesse de meu irmão Miguel pela Fisiologia e pelo laboratório onde começou a trabalhar; tinha eu um companheiro, dobrara o número de pesquisadores do laboratório, com a vantagem de não haverem dobrado as despesas e os ordenados”. (ALMEIDA, Álvaro Ozorio de. Valor da ciência – dificuldades e lutas de minha carreira científica. Apud MASSARANI, 1998, p.67)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O laboratório era financiado, em parte, por Cândido Gaffrée, sócio de Eduardo Palassin Guinle. Em 1915, a residência da família Ozorio de Almeida foi transferida, e o laboratório também, para a rua Machado de Assis nº 45, no mesmo bairro. Neste novo endereço, o laboratório ficou melhor instalado, com duas salas, câmara escura, canalização de gás, água sob pressão comum e sob alta pressão, eletricidade e um biotério (MASSARANI, 1998). Segundo Thales Martins (2003), sua irmã, Branca de Almeida Fialho, também participava das experiências, os auxiliando, como a especialista das dosagens no aparelho de Haldane. E cabiam ao José, antigo empregado da casa, as funções de técnico do laboratório, almoxarife e servente.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em pouco tempo, aquele laboratório transformou-se em um local de reuniões, consultas e estudos para pesquisadores, sendo visitado por brasileiros, como [[PEIXOTO,_JÚLIO_AFRÂNIO|Júlio Afrânio Peixoto]], Agenor Guimarães Porto, Pedro Augusto Pinto, e Dionysio Bentes, e estrangeiros como Eugène Gley (1857-1930), Louis Lapicque (1866-1952), Henri Piéron (1881-1964), Henri Laugier (1888-1971), Hadamard, Paul Langevin (1872-1946), Marie Sklodowska Curie (1867-1934), Irène Curie (1897-1956), e Albert Einstein (1879-1955).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Haity Moussatché, freqüentador do laboratório dos irmãos Ozorio quando era estudante, assim descreveu seus primeiros contactos com Miguel Ozorio de Almeida:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Tinha terminado o curso médico e estava decidido a realizar o que de há muito resolvera – dedicar-me à pesquisa científica. Lembro-me bem deste período inicial, dos primeiros contactos, um tanto diversos dos que conhecia antes, em seus cursos ou nas rápidas palestras que tivemos em ocasionais encontros no laboratório de Machado de Assis que eu freqüentava acidentalmente em tempo de estudante quando monitor de Dr. Álvaro. Tinha Miguel, nesta ocasião, 43 anos. De minha parte, sabia de seu brilhante concurso para a cadeira de Fisiologia da Faculdade de Medicina, realizado em 1916, e do qual ainda se ouvia eco; de seus estudos sobre excitação elétrica dos tecidos, assunto que exigia especial preparo em matemática, ciência que conhecia bem e trabalhava com desembaraço, afora a jornada já bastante conhecida, que com seus irmãos Álvaro e Branca, iniciara em laboratório instalado na residência dos pais. (....) Os primeiros tempos de convívio só vieram contribuir para acentuar admiração e respeito e descobrir-lhe qualidades ignoradas que o convívio fez crescer”. &amp;amp;nbsp;(MOUSSATCHÉ, 1954, p.29)&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Enquanto destacava-se em Miguel Ozorio de Almeida seu interesse pela matemática e pela física, uma herança de seu tempo na Escola Politécnica do Rio de Janeiro, seu irmão, [[ALMEIDA,_ÁLVARO_OZORIO_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Álvaro Ozorio de Almeida&amp;lt;/u&amp;gt;]], direcionava seus estudos para a química (SILVA, 1939, p. XXXIII). Também interessava-se pela música, e sendo um exímio pianista, sempre dedicava, após o almoço, meia hora a Beethoven ou Chopin, antes de descer para o laboratório (LACAZ, 1971).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Naquela época não eram desenvolvidas atividades em fisiologia no [[INSTITUTO_OSWALDO_CRUZ|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Oswaldo Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]], pois somente em 1919, sob a direção de [[CHAGAS,_CARLOS_RIBEIRO_JUSTINIANO|&amp;lt;u&amp;gt;Carlos Ribeiro Justiniano Chagas&amp;lt;/u&amp;gt;]], é que foi criada a seção de fisiologia, para a qual Miguel Ozorio de Almeida foi contratado como assistente (1919-1921). Naquela instituição foi diretor do laboratório de fisiologia (1927-1942), chefe de serviço (1938-1942), e chefe de divisão (1942-1953), tendo afastado-se no período 1921-1927, quando foi substituído por Thales Martins. O laboratório de fisiologia do [[INSTITUTO_OSWALDO_CRUZ|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Oswaldo Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]] deu origem à seção de fisiologia, a qual depois, juntamente com a seção de farmacologia, constituiu a Divisão de Fisiologia e Farmacodinâmica, na qual atuaram os pesquisadores Thales Martins, Mário Ulysses Vianna Dias, Haity Moussatché, Tito Arcoverde de Albuquerque Cavalcanti, Antônio Augusto Xavier e Fernando Braga Ubatuba (FONSECA Filho, 1974).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Para Haity Moussatché, chefe (1958-1964) da seção de fisiologia do&amp;amp;nbsp;[[INSTITUTO_OSWALDO_CRUZ|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Oswaldo Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]], destacava-se a capacidade de liderança e orientação do cientista Miguel Ozorio de Almeida, especialmente vivenciadas ao longo dos anos de sua atuação no laboratório de fisiologia daquela instituição:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Todas as suas opiniões sempre foram livremente discutidas, sua atitude a de um colaborador mais velho e experimentado que colocava à disposição de todos um passado vivido na pesquisa científica, na procura da verdade, mais adestrado no método experimental; &amp;amp;nbsp;(...); por isso mesmo e sem que ele o quisesse e talvez soubesse, todos nós do laboratório o considerávamos o chefe natural. Logo que ingressamos no laboratório perguntou-nos se trazíamos um problema próprio de trabalho e, informado que não o tínhamos, indagou se nos agradaria trabalhar em excitabilidade. Por essa ocasião [Mário Ulysses],Vianna Dias, que nos antecedera de alguns meses, trabalhava sob sua orientação em crioepilepsia da rã, fenômeno que Miguel Ozorio descobrira no ano anterior e que viria a ser o centro de interesse do laboratório por vários anos, enquanto que, individualmente, trabalhava ele em sua teoria da excitação, problema que vinha estudando intensamente desde 1925, inspirado em idéias que lhe surgiram quando assistia as conferências de Lapicque na Sorbonne, durante a semana da cronaxia. (...). Um pouco mais tarde os problemas de excitação dos nervos e músculos viriam, por certo tempo, fazer parte apenas de suas cogitações teóricas, o que explica que poucas semanas depois nos proponha iniciarmos pesquisas em tonus muscular, particularmente em alguns aspectos farmacológicos, e com técnicas que desenvolvera anteriormente.(...) Tratava-se, pois, de pôr o principiante em contacto com os problemas em investigação no laboratório e a respectiva técnica de exploração”. (MOUSSATCHÉ, 1954, p .29-30) &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1927 foi enviado, pela então Universidade do Rio de Janeiro, para proferir cursos de fisiologia na Faculté des Sciences de Paris (França). &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ocupou o cargo de diretor (1933-1934) do Instituto de Biologia Animal, subordinado ao Ministério da Agricultura, e de diretor geral (1934-1935) da Diretoria Nacional de Saúde e Assistência Médico-Social.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Recebeu o título de &#039;&#039;Doutor Honoris Causa&#039;&#039; de diversas instituições universitárias estrangeiras, da Universidade de Paris (1934), da Universidade de Lyon, da Universidade de Argel (1945) e da Universidade de Montevidéu.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A convite do Governo Federal, aceitou, em 1935, o cargo de vice-reitor da Universidade do Distrito Federal, com as funções de reitor em exercício, e nesta instituição também lecionou a cadeira de filosofia das ciências.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Miguel Ozorio de Almeida participou de diversas associações profissionais e sociedades científicas, especialmente da [[ACADEMIA_BRASILEIRA_DE_CIÊNCIAS|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Brasileira de Ciências&amp;lt;/u&amp;gt;]], onde ingressou como sócio efetivo em 01/05/1917, foi membro da sub-comissão de física (1918), 1º secretário (interino, 1920-1923), secretário-geral (1923-1926), vice-presidente (1926-1929) e presidente (1929-1931). Na Academia Brasileira de Letras, ocupou a Cadeira nº 22, em 5 de setembro de 1935, sucedendo a Maurício de Campos de Medeiros e Albuquerque, e foi 1º secretário (1936), secretário-geral (1937-1945) e presidente (1949).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi presidente (1924-1925) e vice-presidente (1923) da [[SOCIEDADE_DE_MEDICINA_E_CIRURGIA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], fundador e um dos presidentes da Sociedade de Biologia do Rio de Janeiro (1923) e da Sociedade de Biologia do Brasil (1941).&amp;lt;br/&amp;gt; Em 1º de setembro de 1927 apresentou sua candidatura para a [[ACADEMIA_NACIONAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Nacional de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]], como membro titular da seção de medicina especializada, na vaga aberta por [[SEIDL,_CARLOS_PINTO|&amp;lt;u&amp;gt;Carlos Pinto Seidl&amp;lt;/u&amp;gt;]], que fora transferido para a classe de membros honorários. Sua eleição foi em 10 de novembro daquele ano, e a cerimônia de posse em 16 de agosto de 1928, sob a presidência de Miguel de Oliveira Couto.&amp;lt;br/&amp;gt; Foi membro da Sociedade Brasileira de Química, da Sociedade Brasileira de Neurologia, Psiquiatria e Medicina Legal, da [[SOCIEDADE_DE_MEDICINA_E_CIRURGIA_DE_SÃO_PAULO|&amp;lt;u&amp;gt;Sociedade de Medicina e Cirurgia de São Paulo&amp;lt;/u&amp;gt;]], e da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Atuou em várias sociedades científicas estrangeiras como a Sociedade Argentina de Biologia, a Academia Nacional de Medicina de Buenos Aires, a Sociedade de Biologia de Montevidéu, a Société de Biologie de Paris, a Société de Psychologie de Paris, a Société Philomatique de Paris, a American Association for the Advancement of Sciences, a Academia de Ciências de Lisboa, e a Société des Physiologistes de Langue Française. Foi membro do Comitê de Redação das Tables Annuelles Internationales de Constantes et Données Numériques.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No campo da educação Miguel Ozorio de Almeida participou do grupo de intelectuais que fundou, em 1924, a Associação Brasileira de Educação (ABE). Nesta associação integrava a seção de ensino superior, da qual também participavam seus irmãos [[ALMEIDA,_ÁLVARO_OZORIO_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Álvaro Ozorio de Almeida&amp;lt;/u&amp;gt;]] e Branca de Almeida Fialho, Amoroso Costa, e outros. Nos ciclos de conferências, promovidos pela Associação Brasileira de Educação em maio de 1925, coube a ele a abertura do evento com a palestra intitulada &amp;quot;A Alta Cultura e sua organização.&amp;quot; Yolanda Lima Lobo, ao comentar sobre a contribuição de Miguel Ozorio à educação, destacou “seu empenho centrado na institucionalização da pesquisa na universidade, como também na divulgação do conhecimento cientifico, com destaque para a elaboração de livros didáticos nesse campo e, particularmente, para a formação de professores destinados ao ensino de ciências&amp;quot; (LOBO, 2002, p. 837).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Conquistou posição de destaque nos meios intelectuais internacionais, presidiu o Comitê Brasileiro de Cooperação Intelectual, foi membro da Comissão Internacional de Cooperação Intelectual da Sociedade das Nações (Genebra), e Representante do Brasil e membro do Conselho Executivo da UNESCO. Na UNESCO dirigiu o projeto “História da Ciência e da Civilização”, criado em 1948, por ocasião da Conferência Geral de Beirute, com o objetivo central de elaboração de um livro condensado sobre o assunto. Inúmeros intelectuais, como o bioquímico Joseph Needham (1900-1995), o historiador Lucien Febvre (1878-1956), o biólogo Julien Huxley (1887-1975), e o etnólogo Paul Rivet (1876-1958) participaram do projeto. Miguel Ozorio de Almeida apresentou em Paris, em 23 de agosto de 1949, o “Rapport sur l´Histoire Scientifique et Culturelle de l´Humanité”, no qual afirmava que:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“[...] não se tardará em colocar em evidência a influência considerável que o desenvolvimento da ciência teve na história da humanidade propriamente dita, sobre a mentalidade geral, sobre as concepções filosóficas e [...] sobre a evolução das artes”. (ALMEIDA, 1949, p. 28).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Deste projeto originou-se a obra “Histoire du développement culturel et scientifique de l&#039;Humanité. De la préhistoire au XXe siècle”, em 9 volumes, cujos volumes I a VI foram publicados pela Editions Robert Laffont e UNESCO em 1967-1969.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Miguel Ozorio de Almeida recebeu o Prêmio Einstein, da [[ACADEMIA_BRASILEIRA_DE_CIÊNCIAS|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Brasileira de Ciências&amp;lt;/u&amp;gt;]], em dezembro de 1933, e o Prêmios Sicard, da Faculté de Medicine de Paris, em 1936.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Carlos da Silva Lacaz (1971) destacou da obra de Miguel Ozorio de Almeida seus trabalhos sobre o tônus nervoso, a série de experiências completada pela teoria da excitação nervosa, e as pesquisas sobre epilepsia experimental e a fisiologia do labirinto. Ressaltou também que seus trabalhos sobre excitação nervosa o conduziram a formular uma teoria de excitação muito complexa no seu instrumental matemático.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Segundo &amp;lt;u&amp;gt;Carlos Chagas Filho&amp;lt;/u&amp;gt; (Apud LACAZ, 1971) aos fisiologistas [[ALMEIDA,_ÁLVARO_OZORIO_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Álvaro Ozorio de Almeida&amp;lt;/u&amp;gt;]] e Miguel Ozorio de Almeida nunca escapou a percepção da complexidade biológica, deste predicado irredutível que acompanhou sempre a própria estrutura celular, e ambos teriam formado um pensamento biológico próprio, um método fisiológico cheio de inovações experimentais, sólido nos seus processos particulares de análise e de síntese. Seus estudos sobre cronaxia e epilepsia, entre outros, lhe renderam renome internacional.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Produção intelectual&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Contribuição ao estudo da pathogenia do signal de Babinski (phenomeno do pedarticulo)”. &#039;&#039;Brasil Médico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 25, p. 386-387, 15 out. 1910.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “São os reflexos tendinosos de origem cerebro-espinhal? Rio de Janeiro, 1911. Tese (Doutoramento) – Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, 1912.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Estudos sobre o schock. A parada da nutrição e o schock. Acapnéa e shock. A respiração artificial como processo de resfriamento interno”. Rio de Janeiro. Tese (Concurso de livre-docência, cátedra de fisiologia) – Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, 1912.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sur le mécanisme du phénomène du retrait du membre inférieur provoqué par la flexion plantaire des orteils”. (Em coll. com F. Esposel). &#039;&#039;Revue Neurologique&#039;&#039;, 24, p. 432-434, 30 out. 1912.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sobre a excitação dupla dos nervos”. &#039;&#039;Archivos Brasileiros de Medicina&#039;&#039;, 3, p. 313-316, 1913.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Véritable cause du coma produit par la respiration artificielle excessive et prolonguée”. (Em coll. com Álvaro Ozorio de Almeida). &#039;&#039;Journal de Physiologie et de Pathologie Générale&#039;&#039;, 15, p. 493-498, 1913.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sobre a technica para o estudo da apnéa”. &#039;&#039;Brasil Médico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 28, p. 203-204, 1º jun. 1914.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sobre a regulação da respiração”. &#039;&#039;Archivos Brasileiros de Psychiatria, Neurologia e Medicina Legal, Rio de Janeiro&#039;&#039;, 10, n.3 e n.4, p.261-263, 1914.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Theorias sobre o funccionamento elementar do systema nervoso”. &#039;&#039;Archivos Brasileiros de Psychiatria, Neurologia e Medicina Legal&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 10, n.3 e n.4, p.143-189, 1914.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Bases experimentaes para a determinação dos vestuarios nos climas quentes”. Rio de Janeiro, 1915. Tese (Concurso de livre-docência de higiene) – Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, 1915.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sur le rôle des pneumogastriques dans la production de l´apnée”. &#039;&#039;Folia Neuro-Biologica&#039;&#039;, Harlen, 9, p. 749-755, 1915.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sobre a regulação da ventilação pulmonar”. &#039;&#039;Brasil Medico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 30, p.60-62, 19 fev. 1916.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sobre a regulação da fórma dos movimentos respiratorios”. &#039;&#039;Brasil Médico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 30, p.69-70, 26 fev. 1916.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sobre os principios para um novo methodo de determinação da tensão de CO2 no ar alveolar”. &#039;&#039;Brasil Médico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 30, p.203-204, 24 jun. 1916.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Action de l´anémie expérimentale produite par la bande d´Esmarch sur les réflexes”. (Em coll. com F. Esposel). &#039;&#039;Revue Neurologique&#039;&#039;, 30, p.169-173, aout-septembre, 1916.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A Lei da conservação da energia e a theoria energetica do trabalho muscular”. Rio de Janeiro, 1916. Tese (Concurso de física médica) – Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, 1916.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Exposição dos Trabalhos Scientificos”. Rio de Janeiro, 1916.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sobre a questão do automatismo dos centros respiratorios”. &#039;&#039;Archivos da Escola Superior de Agricultura e Medicina Veterinária&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 1, p.169-181, 1917.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Estudos sobre o papel dos pneumogastricos na regulação da fórma dos movimentos respiratorios” &#039;&#039;Archivos da Escola Superior de Agricultura e Medicina Veterinária&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 1, p. 21-34, 1917.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sobre a lei que rege as relações de CO2 no ar inspirado e no ar expirado”. &#039;&#039;Revista da Sociedade Brasileira de Sciencias&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 2, p.115-116, 1918.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Ainda sobre a lei que rege as relações de CO2 no ar inspirado e no ar expirado”. &#039;&#039;Revista da Sociedade Brasileira de Sciencias&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 2, p.117-120, 1918.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Recherches sur la régulation de la ventilation pulmonaire”. &#039;&#039;Journal de Physiologie et de Pathologie Générale&#039;&#039;, 17, p.590-604, 1918.&amp;lt;br/&amp;gt; - “The nature of surgical schock and Henderson´s theory of acapnia”. (Em coll. com Álvaro Ozorio de Almeida). &#039;&#039;Journal of the American Association&#039;&#039;, 71, (2), p.1710-1711, 1918.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sobre a apnéa produzida pela injecção intravenosa de nicotina”. &#039;&#039;Revista da Sociedade Brasileira de Sciencias&#039;&#039;, 3, p.221-222, 1919.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Estudos sobre a apnéa nicotinica”.&#039;&#039;Revista da Sociedade Brasileira de Sciencias&#039;&#039;, 3, p.223-225, 1919.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Comparação das condições de ventilação pulmonar antes e depois da vagotomia dupla”. &#039;&#039;Revista da Sociedade Brasileira de Sciencias&#039;&#039;, 3, p.219-220, 1919.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Apnéa nicotinica e capsulas suprarenaes”. &#039;&#039;Brasil Medico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 33, p.101, 1919.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Algumas observações sobre a apnéa adrenalinica”. &#039;&#039;Archivos da Escola Superior de Agricultura e Medicina Veterinária&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 3, p.65-72, 1919.&amp;lt;br/&amp;gt; - “L ´apnée nicotinique”. &#039;&#039;Journal de Physiologie et de Pathologie Générale&#039;&#039;, 18, p.744-752, 1919.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sobre a morte da cobaya consecutiva à dupla vagotomia.&#039;&#039;Memorias do Instituto Oswaldo Cruz&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 12, p.5-19, 1920.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sobre os effeitos da secção physiológica dos pneumogastricos no cão.&#039;&#039;Brasil Medico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 33, p.393, 13 de dezembro de 1919.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sobre o papel da paralysia do larynge no mecanismo da morte das cobayas vagotomisadas”.&#039;&#039;Brasil Medico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 33, p.411-412, 27 de dezembro de 1919.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sobre as curvas ergographicas de fadiga successivas, obtidas com os musculos anemiados por uma fita de Esmarch”. &#039;&#039;Brasil Medico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 34, p.190-191, 20 de março de 1920.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Acção da ventilação”. &#039;&#039;Brasil Medico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 34, p.157-157, 6 de março de 1920.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sobre um ponto interessante da theoria mathematica do trabalho muscular”. &#039;&#039;Brasil Medico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 34, p.339-340, 20 de maio de 1920.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Reflexo plantar e innervação reciproca”. &#039;&#039;Archivos Brasileiros de Neuriatria e Psychiatria&#039;&#039;, 2, p.213-219, 1921.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Polypnéa thermica e reflexos de Hering e Breuer”. &#039;&#039;Brasil Medico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 34, &amp;amp;nbsp;p.546-546, 21 de agosto de 1920.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Acção da temperatura sobre a velocidade de formação dos edemas experimentaes”. &#039;&#039;Brasil Medico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 34, p.789-790, 27 de novembro de 1920.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A noção do metabolismo basico e suas relações com algumas noções physiologicas”. &#039;&#039;Folha Medica&#039;&#039;, p.155-158, 1º de dezembro de 1920.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Os reflexos musculares”. &#039;&#039;Brasil Medico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 35 (1), p.343-344, 2 de julho de 1921.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Les réflexes musculaires”. &#039;&#039;Archivos da Escola Superior de Agricultura e Medicina Veterinária&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 5, p.127-141, 1921.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sobre o periodo latente dos movimentos associados”. &#039;&#039;Brasil Medico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 35 (2), p.25-26, 30 de julho de 1921.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sur la période latente des mouvements associés”. &#039;&#039;Revue Neurologique&#039;&#039;, 28, p.1193-1199, 1921.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sobre as modificações dos valores dos coefficientes da lei de ventilação pulmonar sob a influencia da variação do volume do espaço morto”. &#039;&#039;Brasil Medico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 35 (2), p.118-119, 10 de setembro de 1921.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sobre a vagotomia bilateral das cobayas”. &#039;&#039;Brasil Medico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 36 (1), p.105-109, 4 de março de 1922.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sur la vagotomie bilatérale chez le cobaye”. &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 86, p.571-572, 1922.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sur la section physiologique des nerfs par la novocaine”. &#039;&#039;Archives Internationales de Pharmacodynamie&#039;&#039;, 26, p.329-340, 1922.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Recherches sur la régulation de la ventilation pulmonaire”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Les lois expérimentales de la régulation par l´anhydride carbonique”. &#039;&#039;Journal de Physiologie et de Pathologie Générale&#039;&#039;, 21, p.304-319, 1923.&amp;lt;br/&amp;gt; - “La théorie de la régulation par l´anhydride carbonique”.&#039;&#039;Journal de Physiologie et de Pathologie Générale&#039;&#039;, 21, p.445-460, 1923.&amp;lt;br/&amp;gt; - “La question de l´air alvéolaire et de l´espace mort”. &#039;&#039;Journal de Physiologie et de Pathologie Générale&#039;&#039;, 21, p.466-481, 1923.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Acerca do methodo de Peabody para a determinação da excitabilidade do apparelho respiratorio ao CO2 nos individuos normaes e nos doentes”. &#039;&#039;Brasil Medico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 37 (1), p.277-278, 19 de maio de 1923.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sobre a regulação da ventilação pulmonar (1ª nota)”.&#039;&#039;Revista de Sciencias (Orgão da Academia Brasileira de Sciencias)&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 6, p.82-84, 1922.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sobre a regulação da ventilação pulmonar (2ª nota)”.&#039;&#039;Revista de Sciencias (Orgão da Academia Brasileira de Sciencias)&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 6, p.85-87, 1922.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sur la séparation des ondes artérielle et veineuse dans l´appareil circulatoire de la Grenouille”. &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 89, p.1019-1021, 1923.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Action comparative de l´adrénaline et des excitations du nerf splanchnique sur les mouvements respiratoires”. (Em coll. com E. Gley). &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 89, p.917-919, 1923.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Le problème de la nature de la contraction induite”. &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 89, p.976-978, 1923.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Le tétanos secondaire”. &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 89, p.978-980, 1923.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sur un réflexe d´inhibition cardiaque à point de départ pulmonaire chez la Grenouille”. &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 89, p.926-927, 1923.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sur l´anesthésie des Grenouilles”. (Em coll. com Branca de A. Fialho). &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 89, p.1258-1259, 1923.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sur les effets de l´extirpation de la peau chez la Grenouille”. (Em coll. com H. Piéron). &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 90, p.420-422, 1924.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Action de la peau sur l´état général du système nerveux chez la Grenouille”. (Em coll. com H. Piéron). &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 90, p.422-425, 1924.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sur le rôle de la peau dans le maintien du tonus musculaire chez la Mammifères”. (Em coll. com H. Piéron). &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 90, p.478-481, 1924.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sur le rôle de la peau dans le maintien du tonus musculaire chez la Mammifères”. (Em coll. com H. Piéron). &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 90, p.1402-1404, 1924.&amp;lt;br/&amp;gt; - Sur les effets des ablations partielles et totales de la peau chez les Serpents”. (Em coll. com Branca de A. Fialho). &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 91, p.880-882, 1924.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Action du sucre sur la ventilation pulmonaire”. &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 91, p.1122-1124, 1924.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sur le coefficient de régulation de la ventilation pulmonaire”. &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 91, p.1119-1122, 1924.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sur le rôle de la peau dans la coordination des mouvements et dans le sens des attitudes”. &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 91, p.878-880, 1924.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Action comparée de la nicotine et de l´adrénaline sur la polypnée thermique”. &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 92, p.79-81, 1925.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Ueber die Rolle der Haut zur Beibehaltung des Muskeltonus”. (Em coll. com H. Piéron). &#039;&#039;Pfluger´s Archiv fur die gesammte Physiologie&#039;&#039;, 207, p.691-693, 1925.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sur un réflexe tonique d´origine cutanée chez la Grenouilee”. &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 92, p.688-690, 1925.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Homens e coisas de ciência”. São Paulo: Editora Monteiro Lobato, 1925.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sur le rôle des excitations d´origine cutanée dans le maintien de l´activité du système nerveux”. &#039;&#039;Journal de Psychologie&#039;&#039;, 23, p759-771, 1926.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Tecnique pour l´étude des excitations rythmées des pneumogastriques”. (Em coll. com Couto e Silva). &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 94, p.513-515, 1926.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Effets respiratoires des excitations rythmées des pneumogastriques”. (Em coll. com Couto e Silva). &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 94, p.515-517, 1926.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Action respiratoire comparée des excitations rythmées du pneumogastrique et du sciatique”. (Em coll. com Couto e Silva). &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 94, p.554-556, 1926.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sur les effets de la déshydratation des Batraciens produite par la ventilation”.&#039;&#039;Journal de Physiologie et de Pathologie Générale&#039;&#039;, 24, p.243-249, 1926.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sur la théorie de l´excitation élextrique des nerfs et des muscles”. &#039;&#039;Annales de Physiologie et de Physicochimie Biologique&#039;&#039;, 3, p.129-279, 1927.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sur les excitations par les courants progressifs dans lesquels on introduit des lacunes”. (Em coll. com com A. et B. Chauchard). &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 96, p.1265-1268, 1927.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Agitation de l´arbre bronchique par le coeur”. (Em coll. com G. Stodel). &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 96, p.1375-1376, 1927.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sur la rigidité des muscles au repos soumis à l´action de l´acide monobromoacétique et privés d´oxygène”. (Em coll. com Thales Martins). &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 97, p.1782-1783, 1927.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Action du refroidissement sur la rigidité produite par l´acide monobromoacétique”. (Em coll. com Thales Martins). &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 97, p.1799-1800, 1927.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Mécanisme de la rigidité produite par l´acide monobromoacétique”. (Em coll. com Thales Martins). &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 98, p.629-630, 1928.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Action du saccharose sur l´apparition de la rigidité par l´acide monobromoacétique”. (Em coll. com Thales Martins). &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 98, p.634-636, 1928.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Effets de l´ablation de la peau sur les mouvements respiratoires chez la Grenouille”. &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 98, p.641-642, 1928.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sur la régulation nerveuse de la respiration chez le Paresseux. (Bradypus tridactykus)”. &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 98, p.1573-1574, 1928.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sur la régulation chimique de la respiration chez le Paresseux (Bradypus tridactylus)”. &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 98, p.1576-1578, 1928.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sur une pause respiratoire produite par la distension brusque des poumons, sans augmentation de pression de l´air intrapulmonaire” . (Em coll. com A. A. Xavier). &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 99, p.1281-1283, 1928.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Influence du travail musculaire sur l´apparition de la rigidité par l´acide monobromoacétique”. (Em coll. com Thales Martins). &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 99, p.1346-1347, 1928.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Méthode pour la détermination de la compsition de l´air alvéolaire chez le Chien”. Em coll. com A. Rocha e Silva. &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 99, p.1658-1660, 1928.&amp;lt;br/&amp;gt; - “L´air alvéolaire et l´espace mort chez le Chien, avant et après la section des nerfs pneumogastriques”. (Em coll. com A. Rocha e Silva). &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 100, p.954-956, 1929.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Variations de l´air alvéolaire et du volume de léspace mort chez le Chien qui respire des athmosphères contenant des taux variables de CO2 “. (Em coll. com A. Rocha e Silva). &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 100, p.960-961, 1929.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Chronaxie et lois d´excitation du pneumogastrique dans son action inhibitrice sur la respiration”. (Em coll. com A. e B. Chauchard). &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 100, p.793-795, 1929.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sur les effets de la déshydratation et le rôle dela peau dans la régulation nerveuse chez les Batraciens”. &#039;&#039;Bulletin de la Société Philomatique de Paris&#039;&#039;, Serie X, 18, p.10-21, 1929.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Invariabilité de la chronaxie des nerfs soumis à des excitations sous liminaires directes ou réflexes”. &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 102, p.56-58, 1929.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Contribuição ao estudo experimental da physiologia pathologica do mal do engasgo”. &#039;&#039;Boletim do Instituto Oswaldo Cruz&#039;&#039;, Rio de Janeiro, p.146-151, 31 de julho de 1929.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Effets de l´ablation de la peau sur la rigidité de décérébration”. &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 102, p.471-474, 1929.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sur le rôle mécanique de soutien exercé par la peau sur les membres de la Grenoiulle”. &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 102, p.608-610, 1929.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sur la dilatation chronique de l´oesophage produite expérimentalement chez le Chien par section partielle des pneumogastriques”. &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 100, p.407-409, 1929.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Contribución al estudio experimental de la fisiologia patologica del mal de los atorados”.&#039;&#039;Sociedad Argentina de Patología Regional del Norte&#039;&#039;, p.26-32, 1930.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Uma nova prova da natureza reflexa dos phenomenos tendinosos”. &#039;&#039;Annaes da Academia Brasileira de Sciencias&#039;&#039;, Rio de Janeiro, p.135-137, 1929.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sur un réflexe d´arrêt respiratoire du Tatou”. &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 103, p.1344-1345, 1929.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Influence de la vagotomie double sur l´excitabilité du pneumogastrique dans son action inhibitrice sur la respiration”. (Em coll. com A. e B. Charchard). &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 102, p.659-661, 1929.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Le rôle de la peau et des excitations cutanées dans le maintien du tonus musculaire”. &#039;&#039;Journal de Physiologie et de Pathologie Génerale&#039;&#039;, p.17-30, 1930.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Absence de polypnée thermique chez les animaux décérébrés”. &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 104, p.677-679, 1930.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Indépendence de la rigidité produit par l´acide monobromoacétique et des excitations transmises par les nerfs”. (Em coll. com Thales Martins). &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 104, p.682-683, 1930.&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp;- “Respiration des muscles en état de rigidité produite par l´acide monobromoacétique comparée à celle des muscles normaux”. (Em coll. com Thales Martins). &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 104, p.684-686, 1930.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Recherches sur la rigidité musculaire produite par l´acide monobromoacétique”. (Em coll. com Thales Martins). &#039;&#039;Archives Internationales de Pharmacodynamie et de Thérapie&#039;&#039;, 38, p.543-558, 1930.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sur le mécanisme de production des réflexes de Hering et Breuer”. (Em coll. com A. A. Xavier). &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 104, p.1109- 1112, 1930.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Influence du tonus musculaire sur le temps d´installation et l´intensité de la contracture thermique”. &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 105, p.97-99, 1930.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O papel da pelle e das excitações cutaneas nas funcções de regulação nervosa”. &#039;&#039;Archivos de la Soc. de Biol. de Montevidéo&#039;&#039;, 2, p.187-198, 1930.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Contraction de la peau de Grenouille produite par l´imbibition”.&#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 105, p.725-727, 1930.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sobre o mecanismo da morte dos coelhos collocados em posição vertical”. &#039;&#039;Arch. Bras. de Medicina&#039;&#039;, p.115-123, 1930.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sur le mécanisme de la mort du Lapin placé verticalement”. &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 105, p.786-789, 1930.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A determinação do ar alveolar no cão e seus resultados”. (Em coll. com A. Rocha e Silva). &amp;amp;nbsp;(Congresso Internacional de Biologia de Montevidéo, 1930). &#039;&#039;Archivos de la Sociedad de Biologia de Montevidéo&#039;&#039;. Supplemento, fasc. 3, p. 517-518, 1931.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Determinação da excitabilidade do apparelho respiratorio”. (Congresso Internacional de Biologia de Montevidéo, 1930). &#039;&#039;Archivos de la Sociedad de Biologia de Montevidéo&#039;&#039;, Supplemento, fascículo 3, p. 491-516, 1931.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Nouvelles recherches sur la théorie de l´excitation electrique”.&#039;&#039;Annales de Physiologie et Physicochimie Biologiques&#039;&#039;, 7, p.109-151, 1931.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sobre a theoria da excitação electrica dos tecidos”. &#039;&#039;Annaes da Academia Brasileira de Sciencias&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 3, p.1-11, 1931.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Variations de la rhéobase et de la chronaxie en foction de la distance des électrodes”. &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 108, p.1090-1091, 1931.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sur l´excitation transversale des nerfs”. &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 108, p.1092-1094, 1931.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sur la marge d´excitation du nerf excité transversalement”. &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 108, p.1095-1096, 1931.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sobre o limiar para o qual tende a energia limiar necessaria à excitação dos tecidos quando a capacidade dos condensadores tende para zero”. &#039;&#039;Annaes da Academia Brasileira de Sciencias&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 3, p.109-111, 1931.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “A vulgarização do saber”. Rio de Janeiro: Ariel Editora Ltda., 1931.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sur la composition de l´air de la poche mammaire du Gambá (Didelphus)”. (Em coll. com A. Rocha e Silva). &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 109, p.131, 1932.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Observations et expériences sur le refléxe patellaire chez le Lapin”. &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 109, p.128-131, 1932.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sur la variabilité des hauteurs des contractions produites par des excitations d´ouverture de courants dont les caractéristiques sont constantes”. (Em coll. com R. Bonnardel). &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 109, p.1231-1232, 1932.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Principes pour une méthode de mesure de la fatigue dans le travail”. &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 109, p.1164-1166, 1932.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Expériences sur l´éxécution etla coordination des mouvements dans les refléxes cutanés de la grenouille”. &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 109, p.452-454, 1932.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sur le mécanisme de la mort des Lapins placés verticalement”. &#039;&#039;Bulletin de la Société Philomatique de Paris&#039;&#039;, 116, p.67-76, 1933.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Chronaxie des nerfs lombaires de la Grenouille déterminée pendant le repos et la contraction du gastrocnémien”. &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 112, p.1469-1471, 1933.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sur le rôle des excitations internes de l´appareil digestif dans le maintien du tonus nerveux général”. &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 113, p.211-213, 1933.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Action de l´anémie cérébrale sur la chronaxie et les caractères de l éxcitabilité du pneumogastrique respiratoire”. (Em coll. com A. e B. Chauchard). &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 113, p.593-595, 1933.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Alcune observazioni sul comportamento della cronassia dei centri sigmoidei nell´epilessia sperimentale del cane”. (Em coll. com G. Martino). &#039;&#039;Archivio di Fisiologia&#039;&#039;, 32, p.593-606, 1933.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sobre as equações reduzidas dos phenomenos de excitabilidade”. &#039;&#039;Annaes da Academia Brasileira de Sciencias&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 5, p.43-45, 1933.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sobre as equações reduzidas da theoria da excitação para o caso de condensadores”. &#039;&#039;Annaes da Academia Brasileira de Sciencias&#039;&#039;, 5, p.47-49, 1933.&amp;lt;br/&amp;gt; - ““Sobre as equações reduzidas da theoria da excitação. III. A excitação de abertura e o caso das correntes progressivas”. &#039;&#039;Annaes da Academia Brasileira de Sciencias&#039;&#039;, 5, p.141-143, 1933.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Action du sulfate de magnésium sur la contracture en flexion du Lapin spinal”. &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 114, p.843-837, 1933.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sur l´action curarisante de l´acide monobromoacétique”. &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 114, p.1197-1200, 1933.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Almas sem abrigo”. Rio de Janeiro: &amp;amp;nbsp;Ariel, 1933.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Absence d´intervention d´une diffusion du courant excitant, dans la production du phénomène de Sherrington”. &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 115, p.81-83, 1934.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sur une attaque épileptifornme produite par le refroidissement brusque de la moelle de la Grenouille”. &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 115, p.78-80, 1934.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A propos de la nouvelle théorie de l´excitation electrique des tissus de A. M. Monnier”.&#039;&#039;Annaes da Academia Brasileira de Sciencias&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 6, p.91-104, 1934.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Observations et expériences sur láttaque épileptiforme produite par le refroidissement de la moelle chez la Grenouille”. (Em coll. com M. Vianna Dias). &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 116, p.1150-1152, 1934.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Action de la cafeíne et de la strychinine sur l´attaque épileptiforme médullaire produite par le refroidissement brusque”. (Em coll. com M. Vianna Dias). &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 117, p.206-208, 1934.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Action de quelques narcotiques et anesthésiques sur l´accés épileptiforme produit par le refroidissement de la moelle”. (Em coll. com M. Vianna Dias). &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 117, p.387-389, 1934.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Ensaio de interpretação dos phenomenos anomalos da conductibilidade electrica dos zeolithos”. &#039;&#039;Annaes da Academia Brasileira de Sciencias&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 6, p.161-166, 1934.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Action du curare sur les contractures”. (Em coll. com H. Moussatché). &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 117, p.499-501, 1934.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Action de la novocaine sur le tonus musculaire et les contractures”. (Em coll. com H. Moussatché). &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 117, p.383-386, 1934.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Observations sur l´excitation mécanique ou électrique de l´écorce cérébrale à travers la peau”. Volume jubilar do Prof. B. A. Houssay. (Publicação da Sociedade Argentina de Biologia). V.10, suplem., p.420-428, 1935.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sur une préparation contenant le système nerveux central isolé de Grenouille”. &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 118, p.716-718, 1935.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sur quelques effets d´excitation et d´inhibition de la rigidité de décérébration dus à des excitations mécaniques d`apronévroses musculaires et du tendon d´Archille”. (Em coll. com H. Moussatché). &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 119, p.883-885, 1935.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Recherches pharmacologiques sur l´attaque épileptiforme produite chez la Grenouille par le refroidissement brusque de la moelle isolée”. (Em coll. com M. Vianna Dias). &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 121, p.771-773, 1936.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Étude graphique de l´accés épileptiforme produit chez la grenouille par le refrodissement brusque de la moelle et du système nerveux intégral”. (Em coll. com H. Moussatché). &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 121, p.586-589, 1936.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sur les caractéristiques de l´ataque épileptiforme produit par le refroidissement brusque du système nerveux isolé chez les Grenouilles soumises à la déshydration”. (Em coll. com H. Moussatché). &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 121, p.583-585, 1936.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Influence de la section des racines postérieures sur l´épilepsie spinale de la Grenouille”. (Em coll. com H. Moussatché). &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 121, p.783-784, 1936.&amp;lt;br/&amp;gt; - “L´excitation électrique directe de la moelle épinière chez la Grenouille, ne produit pas des attaques épilptiformes”. (Em coll. com H. Moussatché). &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 121, p.774-776, 1936.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Breve noticia sobre os trabalhos científicos do Prof. M. Ozorio de Almeida”. Rio de Janeiro: [s.n.], 1936.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Contribuição ao estudo da pharmacologia do tonus muscular”.&#039;&#039;A Folha Medica&#039;&#039;, 17, p.328-331, 25 de julho de 1937.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sobre a theoria do porometro de diffusão de Gregory e Armstrong”. &#039;&#039;Annaes da Academia Brasileira de Sciencias&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 9, p.27-31, 1937.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Cineradiotherapy. A matematical study”. &#039;&#039;Archivos da Fundação Gaffrée e Guinle&#039;&#039;, p.89-147; 149-211, junho de 1937.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Tratado Elementar de Physiologia. Tomo I”. Rio de Janeiro: Briguiet Editores, 1937.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Action de l´anhydride carbonique sur l´attaque épileptiforme produite par le refroidissement brusque de la moelle chez la Grenouille”. &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 125, p.167-169, 1937.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sur la variabilité de hauteur des contractions produites par des courants à caractéristiques constantes”. (Em coll. com H. Moussatché). &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 125, p.172-174, 1937.&amp;lt;br/&amp;gt; - ‘Sur la hauteur des contractions maximales en fonction de la durée du courant excitant”. (Em coll. com H. Moussatché). &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 125, p.176-178, 1937.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Descartes Physiologiste. Travaux du Ixe. Congrès International de Philosophie. (Congrès Descartes)”. Paris: Hermann Editeur, 2, p.54-59, 1937.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Action du refroidissement brusque de la moelle isolée chez la Grenouille européenne”. &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 126, p.196-198, 1937.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Action du refroidissement de la moelle épinière sur les réflexes de la Grenouille sud-américaine (Leptodactylus ocellatus)”. (Em coll. com H. Moussatché e M. Vianna Dias). &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 127, p.707-710, 1938.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Influence des excitations réflexes sur l´attaque épileptiforme de la Grenouille sud-américaine due au refroidissement brusque de la moelle épinière”. (Em coll. com H. Moussatché e M. Vianna Dias). &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 127, p.710-712, 1938.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Action des quelques anesthésiques sur l´attaque épileptiforme par refroidissement brusque de la moelle chez la Grenouille sud-américaine”. (Em coll. com H. Moussatché e M. Vianna Dias). &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 127, p.720-722, 1938.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sur la période latente de l´attaque épileptiforme produite par le refroidissement brusque de la moelle épinière de la Grenouille sud-américaine (Leptodactylus ocellatus)”. (Em coll. com H. Moussatché e M. Vianna Dias). &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 127, p.723-725, 1938.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sur quelques causes d´erreur dans l´étude du tonus musculaire chez la Grenouille”. (Em coll. com H. Moussatché e M. Vianna Dias). &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 127, p.717-720, 1938.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Quelques preparations de système nerveux isolé employées en Physiologie et Pharmacodynamie”. (Em coll. com H. Moussatché e M. Vianna Dias). Livro jubilar do Prof. Lauro Travassos. 1938. &amp;amp;nbsp;p.359-365.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Inhibition et Dynamogenie in H. Roger et L. Binet. Traité de Physiologie Normale et Pathologique”. Paris: Masson Ed., tome XIII (Suplement).&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sur le refroidissement brusque de la moelle épinière par l´action du chlorure d´éthyle et son utilisation comme technique de l´étude de l´attaque épileptiforme”. (Em coll. com H. Moussatché e M. Vianna Dias). &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 127, p.707-710, 1938. Comptes Rendus de la Société de Biologie, 128, p.217-220, 1938.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sur la production de l´attaque épileptiforme par refrodissement brusque de la moelle chez des espèces autres que la Grenouille sud-américaine”. (Em coll. com H. Moussatché e M. Vianna Dias). &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 128, p.213-216, 1938.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sur les caractères d´adaptation au but du réflexe acide de la Grenouille”. (Em coll. com H. Moussatché e M. Vianna Dias).&#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 128, p.923-925, 1938.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sur quelques condictions d´action des solutions concentrées de chlorure de sodium sur les nerfs”. (Em coll. com H. Moussatché e M. Vianna Dias). &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 129, p.422-424, 1938.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sur l émploi des solutions concentrées de NaC1 dans les recherches sur l´attaque épileptiforme par refroidissement brusque de la moelle”. (Em coll. com H. Moussatché e M. Vianna Dias). &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 129, p.424-426, 1938.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Recherches sur l´inhibition de Ch. Richet”. (Em coll. com H. Moussatché e M. Vianna Dias). &#039;&#039;Arch. Int. Physiol&#039;&#039;., 47, p.277-288, 1938.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sobre o problema da adaptação dos reflexos a um fim útil ao organismo”. &#039;&#039;Neurobiologia&#039;&#039;, Recife, 1, p.183-193, 1938.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Ensaios, Críticas e Perfis”. Rio de Janeiro: &amp;amp;nbsp;Briguet Editora, 1938.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Variations des caractères de l´attaque épileptiforme par refroidissement brusque chez le Leptodactylus ocellatus produites par les conditions ambientes”. &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 130, p.1485-1488, 1939.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sur le réflexe du saut chez la Grenouille”. (Em coll. com H. Moussatché e M. Vianna Dias). &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;. [1939].&amp;lt;br/&amp;gt; - “Quelques aspects du problème de l´adaptation des réflexes. Vol. Commemorativo do centenario de Th. Ribot e jubileu de P. Janet”. [1939].&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sobre o methodo de estudo dos reflexos labyrinthicos na rã”. (Em coll. com H. Moussatché e M. Vianna Dias). &#039;&#039;Brasil Medico&#039;&#039;, ano 53, p.643-646, 1939.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sobre os movimentos reflexos dos membros posteriores da rã produzidos pelas excitações dos canes semi-circulares devidos a movimentos de rotação”. (Em coll. com H. Moussatché e M. Vianna Dias). &#039;&#039;Brasil Medico&#039;&#039;, ano 53, p.725-727, 1939.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sur l´attaque épileptiforme produite par le refrodissement brusque de la moelle épinière chez la Grenouille européenne”. &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 132, p.233-235, 1939.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Ambiente de Guerra na Europa”. Rio de Janeiro: &amp;amp;nbsp;Atlântica Editora, 1943.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “L’inhibition et la facilitation dans le système nerveux central et péripherique”. &amp;amp;nbsp;Rio de Janeiro: [s.n.], [s.d.].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Miguel Ozorio de Almeida publicou, segundo Thales Martins (1940), cerca de 174 memórias e notas em importantes revistas nacionais e estrangeiras de ciências e de fisiologia, entre 1910 e 1938, &amp;amp;nbsp;como o &#039;&#039;Brasil Médico&#039;&#039;, &#039;&#039;Annaes da Academia Brasileira de Sciencias&#039;&#039;, &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, &#039;&#039;Journal de Physiologie et de Pathologie Générale&#039;&#039;, &#039;&#039;Archives Internationales de Physiologie&#039;&#039;, &#039;&#039;Archives Internationales de Pharmacodynamies&#039;&#039;, &#039;&#039;Annales de Physiologie et de Physico-Chimie Biologique&#039;&#039;, e &#039;&#039;Revue Neurologique&#039;&#039;.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- ALMEIDA, Miguel Ozorio de. &#039;&#039;&#039;Rapport sur l’histoire scientifique et culturelle de l’Humanité&#039;&#039;&#039;. 1949. Datilografado. &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#ABL-_Arq.|&amp;lt;u&amp;gt;ABL- Arq.&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - CAVALCANTI, Tito. Miguel Ozorio de Almeida 1890-1953. &#039;&#039;Revista Brasileira de Biologia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.14, n.1, p.1-24, abr. 1954. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BMANG|&amp;lt;u&amp;gt;BMANG&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - &#039;&#039;&#039;Ex-Presidentes&#039;&#039;&#039;. Capturado em 7 abr. 2020. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://www.abc.org.br/membro/miguel-ozorio-de-almeida/&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - FONSECA, Mª Rachel Fróes da; MAIO, Marcos Chor. Miguel Ozório de Almeida e o projeto de uma história científica e cultural da humanidade. &#039;&#039;História, Ciências, Saúde-Manguinhos&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.11, n.2, p.459-468, mai./ago.2004. &amp;amp;nbsp;Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://www.scielo.br/pdf/hcsm/v11n2/16.pdf&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - FONSECA FILHO, Olympio da. A Escola de Manguinhos: contribuição para o &amp;amp;nbsp; estudo de desenvolvimento da medicina experimental no Brasil. In: &#039;&#039;&#039;Oswaldo Cruz Monumenta Histórica. tomo II.&#039;&#039;&#039; São Paulo: [Revista dos Trinunais], 1974. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - FUNDO Instituto Oswaldo Cruz. Série Documentos Reunidos por Miguel Ozorio de Almeida. Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;&amp;amp;nbsp;http://basearch.coc.fiocruz.br/index.php/miguel-ozorio-de-almeida&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - FUNDO Instituto Oswaldo Cruz. Série Divisão de Fisiologia e Farmacodinâmica. Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://basearch.coc.fiocruz.br/index.php/instituto-oswaldo-cruz-7&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - LACAZ, Carlos da Silva.&#039;&#039;&#039;Vultos da Medicina Brasileira&#039;&#039;&#039;. São Paulo: Laboratório Pfizer do Brasil, 1971. &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - LIVRO de Homenagem aos Professores Alvaro e Miguel Ozorio de Almeida. Editado por collegas, amigos, assistentes e discipulos em honra às suas actividades scientificas. Rio de Janeiro: [s.n.], 1939. &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BMANG|&amp;lt;u&amp;gt;BMANG&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - LOBO, Yolanda Lima. Miguel Ozório de Almeida. In: FAVERO, Maria de Lourdes; BRITTO, Jader de Medeiros. &#039;&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;Dicionário de educadores no Brasil: da Colônia aos dias atuais.&#039;&#039;&#039; &amp;amp;nbsp;Rio de Janeiro: &amp;amp;nbsp;Ed. UFRJ/MEC-INEP, 2002. &amp;amp;nbsp;p. 833-837. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BPUC|&amp;lt;u&amp;gt;BPUC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - MASSARANI, Luisa. &#039;&#039;&#039;A divulgação científica no Rio de janeiro: Algumas reflexões sobre a década de 20.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro, 1998. Dissertação (Mestrado em Ciência da Informação) – Instituto Brasileiro de Informação em C&amp;amp;T, Escola de Comunicação, UFRJ, 1998. Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;  &amp;lt;u&amp;gt;http://www.fiocruz.br/brasiliana/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=462&amp;amp;sid=27&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - MARTINS, Thales. Os Irmãos Osorio e a Evolução da Fisiologia no Brasil. In: RIBEIRO, Leonídio. &#039;&#039;&#039;Medicina no Brasil.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1940. p. 323-331. &amp;amp;nbsp;(&amp;lt;u&amp;gt;[[Fontes de informação#BN|BN]]&amp;lt;/u&amp;gt;)&amp;lt;br /&amp;gt; - MARTINS, Thales. Os irmãos Ozório de Almeida e a evolução da Physiologia no Brasil. In: &#039;&#039;&#039;LIVRO de Homenagem aos Professores Alvaro e Miguel Ozorio de Almeida. &#039;&#039;&#039;Editado por collegas, amigos, assistentes e discipulos em honra às suas actividades scientificas. Rio de Janeiro: [s.n.], 1939. p.XXI-XXV. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BMANG|&amp;lt;u&amp;gt;BMANG&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - MIGUEL Ozorio de Almeida. Datilografado. &#039;&#039;&#039;Arquivo pessoal da Academia Nacional de Medicina.&#039;&#039;&#039; [Rio de Janeiro]: [s.n.], [s.d.]. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#ANM|&amp;lt;u&amp;gt;ANM&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - MIGUEL Ozorio de Almeida. In: ACADEMIA NACIONAL DE MEDICINA. Capturado em 20 jul.2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://www.anm.org.br/miguel-ozorio-de-almeida/&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;- MIGUEL Ozorio de Almeida. In: INSTITUTO OSWALDO CRUZ. Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://www.ioc.fiocruz.br/pages/personalidades/MiguelOzorioDeAlmeida.htm &amp;lt;u&amp;gt;http://www.ioc.fiocruz.br/pages/personalidades/MiguelOzorioDeAlmeida.htm&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/u&amp;gt;]&amp;lt;br/&amp;gt; - MOUSSATCHÉ, H. Miguel Ozorio de Almeida – Traços Biográficos. &#039;&#039;Ciência e Cultura&#039;&#039;, São Paulo, v.6, n.1, p.27-34, 1954. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL.&#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: [http://memoria.bn.gov.br/DocReader/003069/1608&amp;amp;#x20;&amp;amp;nbsp; &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/003069/1608  &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/u&amp;gt;]&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - PAULINO NETTO, &#039;&#039;&#039;Augusto. Miguel Ozório de Almeida – Médico, Escritor e Pesquisador.&#039;&#039;&#039; Trabalho apresentado na Academia Brasileira de Letras em 18 de setembro de 2003. Arquivo pessoal da Academia Nacional de Medicina. Rio de Janeiro, 2003. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#ANM|ANM]])&amp;lt;br/&amp;gt; - PUMAR, Letícia. “Almas sem Abrigo”: o laboratório de fisiologia dos irmãos Ozório e os debates sobre ciência e educação na Primeira República. &#039;&#039;Política &amp;amp; Sociedade&#039;&#039;, Florianópolis, v.17, n.38, jan.-abr. de 2018, pp.304-339. Disponível em:&amp;amp;nbsp;[https://periodicos.ufsc.br/index.php/politica/article/view/2175-7984.2018v17n38p304/36872 https://periodicos.ufsc.br/index.php/politica/article/view/2175-7984.2018v17n38p304/36872]&amp;lt;u&amp;gt;https://periodicos.ufsc.br/index.php/politica/article/view/2175-7984.2018v17n38p304/36872&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - SILVA, O. B. de Couto e. O Laboratorio dos irmãos Ozorio. In: LIVRO de Homenagem aos Professores Alvaro e Miguel Ozorio de Almeida. Editado por collegas, amigos, assistentes e discipulos em honra às suas actividades scientificas. Rio de Janeiro: [s.n.], 1939. &amp;amp;nbsp;p.XXVII-XXXV. ([[Fontes_de_informação#BMANG|BMANG]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa - Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; Redação - Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Revisão – Francisco José Chagas Madureira.&amp;lt;br/&amp;gt; Consultoria – Gisele Sanglard.&amp;lt;br/&amp;gt; Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Forma de citação&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;{{SITENAME}}&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    [[Category:Verbetes]] [[Category:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ana.guedes</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=ALMEIDA,_FRANCISCO_FURQUIM_WERNECK_DE&amp;diff=3849</id>
		<title>ALMEIDA, FRANCISCO FURQUIM WERNECK DE</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=ALMEIDA,_FRANCISCO_FURQUIM_WERNECK_DE&amp;diff=3849"/>
		<updated>2026-07-20T13:42:59Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ana.guedes: /* Fontes */&lt;/p&gt;
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&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Outros nomes e/ou títulos:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Almeida, Francisco Furquim Werneck de&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Francisco Furquim Werneck de Almeida nasceu em 29 de setembro de 1846, na cidade de Vassouras, na então província do Rio de Janeiro. Formou-se pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, e especializou-se em ginecologia e cirurgia. Foi membro da Academia Nacional de Medicina. Faleceu em 18 de fevereiro de 1908.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Dados pessoais&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Francisco Furquim Werneck de Almeida nasceu em 29 de setembro de 1846, na cidade de Vassouras, na então província do Rio de Janeiro, e era filho do doutor Francisco de Assis Furquim de Almeida e de Marianna Isabel de Lacerda Werneck. Casou-se, em 6 de outubro de 1875, com Hortense Josefina Teixeira de Almeida (1856-1918), filha de José Caetano Furquim de Almeida e Francisca Gabriela Teixeira e Sousa. Teve oito filhos: Laura Furquim Werneck, Oscar Furquim Werneck de Almeida, Hugo Furquim Werneck de Almeida, Arthur Furquim Werneck de Almeida, Julieta Furquim Werneck de Almeida, Julio Furquim Werneck, Sylvia Furquim Werneck de Almeida, e Gilda Furquim Werneck de Almeida (DR. FRANCISCO, 2020).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi condecorado, em julho de 1877, com o grau de Oficial da Ordem da Rosa.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Faleceu em 18 de fevereiro de 1908, na cidade de Petrópolis (Estado do Rio de Janeiro), localidade onde estava residindo.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Trajetória profissional&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Francisco Furquim Werneck de Almeida ingressou com 10 anos no Imperial Collegio de Pedro II, obtendo, ao final, o diploma de bacharel em letras.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ingressou em 1865 na [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], onde se doutorou em medicina em 1869, com a apresentação da dissertação intitulada “Do uso do Tabaco e de sua influencia sobre o organismo”, na qual apresentou a seguinte conclusão:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Em conclusão portanto diremos, que o uso do tabaco não satisfaz a necessidade natural alguma, que é um habito em geral inútil, e muitas vezes prejudicial, o que está perfeitamente de acordo com as propriedades altamente toxicas das plantas”. (ANDRADE, 1869, p.53)&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No período em que cursava a [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]] serviu no corpo médico do Exército, como 2º cirurgião nos hospitais militares por ocasião da Guerra do Paraguai (1864-1870),&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Após doutorar-se viajou para a Europa, onde conheceu as principais clínicas obstétricas e cirúrgicas. Em Paris freqüentou os cursos de Payot, de Jean Anne-Henri Depaul (1811-1883), de Leon Clément Voillemier (1809-1878), de Charles Robert Richet (1850-1935), e de Aristide Verneuil (1823-1895). Da França seguiu para a cidade de Viena (Áustria), onde permaneceu por três semestres, freqüentando as lições de Carl Ritter von Fernwald Braun (1822-1891), Joseph Späth (1823-1896), Christian Albert Theodor Billroth (1829-1894), Leopold Dittel (1861-1940), e concluiu seus estudos e obtendo o diploma de Magester Obstetritia. Em Berlim freqüentou os cursos de operações e as clínicas cirúrgicas dos professores Bernhard Rudolf Konrad Langenbeck (1810-1887) e Heinrich Adolf von Bardeleben (1819-1895), que iniciava o uso do método de Joseph Lister (1827-1912). Acompanhou os trabalhos de William Fergusson (1808-1877), professor de cirurgia no King´s College, em Londres, e do cirurgião Thomas Spencer Wells (1818-1897), que já realizava ovariotomia (extração de ovários) no Samaritan Free Hospital for Women. &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ao retornar da Europa, no final do ano de 1872, Francisco Furquim Werneck de Almeida começou a exercer a clínica obstétrica e ginecológica, e introduziu os processos mais novos da obstetrícia e da cirurgia inglesa e alemã, então pouco conhecidos no Brasil. Fez uso da anestesia obstétrica, que encontrava resistências no meio médico brasileiro, e foi responsável pela introdução da anestesia pelo bicloreto de metileno, preconizada por Thomas Spencer Wells. Tornou conhecida a operação osteoplástica de Nickolay Ivanovich Pirogoff (1810-1881), ao relatar, no periódico &#039;&#039;Revista Medica&#039;&#039; (n.8, 30 set. 1874), o primeiro caso operado segundo este método, que havia sido realizado em 15 de setembro de 1873 pelo médico brasileiro Lucas Antônio de Oliveira Catta Preta (1829-1920). Em sua carta de apresentação à [[ACADEMIA_NACIONAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Nacional de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]], datada de 3 de novembro de 1900, afirmou ter sido o primeiro a empregar o método de desinfecção de Lister.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Manteve, desde 1879, um consultório na Rua de Theofilo Ottoni nº 80, no centro do Rio de Janeiro, para atendimento de moléstias de mulheres, útero e operações.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Era sócio, juntamente com João Marinho de Azevedo e Lucas Antônio de Oliveira Catta Preta, da “Casa de Saude dos Drs. Catta-Preta, Marinho e Werneck”, fundada em 1874, na rua Fresca do Cais Pharoux, na cidade do Rio de Janeiro.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Francisco Furquim Werneck de Almeida manifestou seus interesses político por ocasião da agitação republicana, ainda em 1888, quando abraçou esta causa, como noticiou o &#039;&#039;Jornal Illustrado&#039;&#039; em 1895:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Foi nas barcas de Petropolis qiue encetou a campanha contra o antigo regimen; (....). Appresentando-se ás urnas em 1889, apezar da forte perseguição aos republicanos e da enorme corrupção eleitoral, desenvolvida então pelo governo, ainda assim obteve grande votação na maioria espontânea. Proclamada a republica em Novembro do mesmo anno, apresentou-se de novo ás urnas, sahindo eleito para o Congresso Constituinte, ao qual coube a gloria de votar a libérrima constituição, que nos rege” (O DR., 1895, p.1) &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Desta forma, foi eleito, em setembro de 1890, deputado pelo 1º distrito da Capital Federal, Rio de Janeiro, tendo tomado posse em 15 de novembro, participado da elaboração da Constituição de 24 de fevereiro de 1891, e exercido este mandato até 31 de dezembro de 1893 (WERNECK, 2020). &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em suas comunicações em diferentes congressos médicos Francisco Furquim Werneck de Almeida relatou os resultados de suas realizações, como as ovariotomias, as operações plásticas, as operações reparadoras do aparelho sexual da mulher. Realizou, com resultados, operações de Emmet (Thomas Addis Emmet 1828-1919) e Schroeder (Carl Ludwig Ernst Schroeder 1838-1887), e diferentes colpo-perineoraffias. Assinalou, também em sua apresentação à [[ACADEMIA_NACIONAL_DE_MEDICINA|Academia Nacional de Medicina]], os excepcionais resultados obtidos em operações de fístula vésico-vaginais, nas quais utilizou os preceitos dos cirurgiões americanos Nathan Bozeman (1825-1905), J. Marion Sims (1813-1884) e Emmet. Foi um dos primeiros a empregar o tratamento de Hildebrandt nos fibromas uterinos, e o tratamento pela eletricidade nos fibromas e nas afecções uterinas com os métodos de Aimé Martin e de Georges Apostoli (1847-1900).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Francisco Furquim Werneck de Almeida integrou, como membro da segunda seção, de higiene privada, do conselho, constituído em julho de 1892, da Sociedade de Hygiene do Brasil, que havia sido criada em 23 de junho de 1892 na cidade do Rio de Janeiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em outra viagem à Europa, em 1893, conheceu os aperfeiçoamentos introduzidos na técnica cirúrgica, especialmente as modificações trazidas pelo cirurgião francês Eugène-Louis Doyen (1859-1916) para o processo preparatório das histerectomias abdominais e vaginais. Divulgou no Brasil vários processos e técnicas, como o uso da posição de Trendelenburgh (Friedrich Trendelenburg 1844-1929), que conhecera de perto nas clínicas de Louis Felix Terrier (1837-1908) e de Doyen.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Francisco Furquim Werneck de Almeida, em seu documento à [[ACADEMIA_NACIONAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Nacional de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]], se identificou como adepto da escola conservadora em cirurgia:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Adepto da escola conservadora em cirurgia, combati sempre os excessos dos intervencionistas exagerados, sustentando sempre pela palavra e pelo exemplo que o cirurgião não tem o direito de sacrificar um órgão ou uma função orgânica importante sem indicações categóricas e positivas e sem necessidade imprescindível”. (FRANCISCO, [s.d.])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No hospital da [[SANTA_CASA_DA_MISERICÓRDIA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], tornou-se “pensionista de número” por meio de concurso no qual classificou-se em 1º lugar, nos anos de 1867 e 1868.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1885 era sócio efetivo da Sociedade de Geographia do Rio de Janeiro, que fora criada em 25 de fevereiro de 1883, tendo como presidente em sua primeira diretoria o conselheiro Manoel Francisco Correia.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No campo político, também foi prefeito do então Distrito Federal (Rio de Janeiro), tendo sido nomeado por decreto em 28 de dezembro de 1894, e assumido em 1º de janeiro de 1895. Seu mandato como prefeito do Distrito Federal foi até 16 de novembro de 1897.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Nesta época, Francisco Furquim Werneck de Almeida residia na Ilha de Paquetá, onde existe um marco, um bloco de gnaisse com o nome “Rua Furquim Werneck” em letras em baixo relevo pintadas de preto, feito pelo artista Pedro Bruno em 1940.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi membro do Conselho Geral de Agricultura, em agosto de 1898.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Francisco Furquim Werneck de Almeida integrou a comissão, juntamente com Antônio Austregesilo Rodrigues Lima, Luiz Honorio Vieira Souto, Francisco Gonçalves Penna e Manoel Francisco de Azevedo Junior, constituída em 12 de março de 1901 para organizar o plano que serviria de base para a criação de um serviço regular de maternidade na Capital da República. Do trabalho e proposta desta comissão, originou-se a Maternidade Escola do Rio de Janeiro, que seria fundada em 18 de janeiro de 1904, e inaugurada em 20 de setembro de 1904, e na qual ocupou o cargo de vice-diretor.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Integrou o grupo fundador da Policlínica de Botafogo, criada em 10 de junho de 1900, na qual, em 1901, era o chefe do serviço de clínica obstétrica e ginecológica, para o qual contribuiu com o fornecimento de diversos equipamentos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1901, candidatou-se a membro titular da seção de cirurgia da [[ACADEMIA_NACIONAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Nacional de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]], então presidida por [[ANDRADE,_NUNO_FERREIRA_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Nuno Ferreira de Andrade&amp;lt;/u&amp;gt;]]. Para tal candidatura apresentou títulos e trabalhos, sobre os quais foi elaborado um parecer que foi submetido à consideração do plenário. Foi eleito em 30 de maio de 1901, e empossado em 7 de junho daquele ano. &amp;amp;nbsp;Em sua cerimônia de posse a saudação acadêmica foi proferida pelo orador oficial, Theóphilo de Almeida Torres. Ocupou a presidência da seção de ginecologia nos períodos 1901-1902 e 1902-1903.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Entre os anos de 1904 e 1906 foi presidente do Club de Petrópolis, na cidade de Petrópolis, região serrana do Rio de Janeiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A atual Rua Xavier da Silveira, no Bairro de Copacabana, na cidade do Rio de Janeiro, foi primeiramente denominada Rua Dr. Furquim Werneck, em sua homenagem.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Produção intelectual&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Do uso do Tabaco e de sua influencia sobre o organismo.” Secção de Sciencias Medicas. Cadeira de Hygiene. These apresentada á Faculdade de medicina do Rio de Janeiro em 3 de setembro de 1869 e perante ella sustentada no dia 9 de dezembro do mesmo anno. Rio de Janeiro: Typ. do Apostolo, 1869.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Questão médico-legal. Defloramento; documentos oficiais e sua análise”. Rio de Janeiro, 1878.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- DR. FRANCISCO Furquim Werneck de Almeida. 29 September 1846–18 February 1908. In: FAMILY SEARCH. Capturado em 31 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:  &amp;lt;u&amp;gt;https://ancestors.familysearch.org/en/2WVG-GPG/dr.-francisco-furquim-werneck-de-almeida-1846-1908&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - FRANCISCO Furquim Werneck de Almeida. Datilografado. Arquivo pessoal da Academia Nacional de Medicina. [Rio de Janeiro]: [s.n.], [s.d.]. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#ANM|&amp;lt;u&amp;gt;ANM&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - FRANCISCO Furquim Werneck de Almeida. Manuscrito. Arquivo pessoal da Academia Nacional de Medicina. [Rio de Janeiro]: [s.n.], [s.d.]. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#ANM|&amp;lt;u&amp;gt;ANM&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - FRANCISCO Furquim Werneck de Almeida. In: BLAKE, Augusto Victorino Alves Sacramento. &#039;&#039;&#039;Diccionario Bibliographico Brazileiro. Segundo volume.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1893. p.451. In: Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin. Acervo Digital. &amp;amp;nbsp;Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/5422&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - FRANCISCO Furquim Werneck de Almeida. In: ACADEMIA NACIONAL DE MEDICINA. Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;  [https://www.anm.org.br/francisco-furquim-werneck-de-almeida/ https://www.anm.org.br/francisco-furquim-werneck-de-almeida/]&amp;lt;u&amp;gt;https://www.anm.org.br/francisco-furquim-werneck-de-almeida/&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - Genealogia Paulistana. Luiz Gonzaga da Silva Leme (1852-1919). vol. VI, pg. 237-296. Tit. Furquins. &amp;amp;nbsp;Online. &amp;amp;nbsp;Capturado em 20 jul. 2026. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://archive.org/details/genealogia-paulistana-vi&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - GUIA de Ruas. Rua Xavier da Silveira. Online. Capturado em 20 jul. 2026. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://copacabana.com/rua-xavier-da-silveira&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - O DR. Furquim Werneck. &#039;&#039;Jornal Illustrado&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno I, n.2, p.1-2, 16 de maio de 1895. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/748870/9&amp;lt;/u&amp;gt; &amp;lt;br/&amp;gt;  - WERNECK, Furquim. In: CPDOC. FGV. &#039;&#039;&#039;Dicionário Histórico-Biográfico.&#039;&#039;&#039; Capturado em 31 jul. 2020. Online. Disponível na Internet:  [http://cpdoc.fgv.br/sites/default/files/verbetes/primeira-republica/WERNECK,%20Furquim.pdf http://cpdoc.fgv.br/sites/default/files/verbetes/primeira-republica/WERNECK,%20Furquim.pdf]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa – Lucilia Maria Esteves Santiso Dieguez&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; Redação - Lucilia Maria Esteves Santiso Dieguez, Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Revisão - Francisco José Chagas Madureira.&amp;lt;br/&amp;gt; Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Forma de citação&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;{{SITENAME}}&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    [[Category:Verbetes]] [[Category:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ana.guedes</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=ALMEIDA,_%C3%81LVARO_OZORIO_DE&amp;diff=3848</id>
		<title>ALMEIDA, ÁLVARO OZORIO DE</title>
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		<updated>2026-07-20T13:33:13Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ana.guedes: /* Fontes */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Álvaro Ozorio de Almeida nasceu em Porto Alegre, província do Rio Grande do Sul, em 6 de novembro de 1882, e faleceu em 6 de maio de 1952. Doutorou-se em medicina, em 1905, e foi catedrático de fisiologia na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro. Iniciou seus trabalhos em um laboratório, instalado no porão da residência de seus pais, juntamente com seu irmão, Miguel Ozorio de Almeida. Dirigiu a Inspetoria Geral de Higiene e Saúde Pública, do Estado do Rio de Janeiro, e em seus estudos destacaram-se as pesquisas sobre as determinações do metabolismo basal, especialmente no homem dos trópicos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Dados pessoais&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Álvaro Ozorio de Almeida nasceu em Porto Alegre, província do Rio Grande do Sul, em 6 de novembro de 1882, e era filho de Gabriel Ozorio de Almeida e de Carlota Ozorio de Almeida. Seu pai era engenheiro e foi professor da Escola Politécnica do Rio de Janeiro, diretor honorário da Rádio Sociedade (1923), diretor da Companhia Docas de Santos (de 1907 até seu falecimento), diretor da Estrada de Ferro Central do Brasil (1903-1906) e presidente do Clube de Engenharia (1900-1902). &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Faleceu em 6 de maio de 1952.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Trajetória profissional&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Álvaro Ozorio de Almeida doutorou-se em medicina pela [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]] em 1905, com a tese intitulada “Soro Lipase”. Nesta mesma instituição foi interno de clínica propedêutica (1905).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi em 1905 interno da 7ª enfermaria, chefiada por Miguel de Oliveira Couto na &amp;lt;u&amp;gt;[[SANTA_CASA_DA_MISERICÓRDIA_DO_RIO_DE_JANEIRO|Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro]].&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1906, segundo Paulo de Góes Filho (1997), foi à Europa com o objetivo para preparar-se para o concurso de professor substituto da cadeira de fisiologia e terapêutica da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro. Naquela ocasião trabalhou no Instituto Pasteur, em Paris, com Camille Delezenne (1868-1932), chefe do Serviço do Laboratório de Fisiologia deste instituto, e Edouard Poserski de Pomiane (1875-1964), assistente do mesmo laboratório. Em seguida, acompanhou o curso de Charles-Emile François Franck (1849-1921), no College de France, e o auxiliou como preparador voluntário. Segundo O.B. de Couto e Silva, durante sua estadia na Europa, Álvaro Ozorio de Almeida aproximou-se do zoólogo e biólogo Élie Metchnikoff (1845-1916), de Charles Jules Henri Nicolle (1866-1936), e do médico e biólogo Pierre Paul Émile Roux (1853-1933).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Viajou para a Alemanha, em 1909, mas lá não realizou estágios como os anteriores em&amp;amp;nbsp;Paris. Na ocasião, ainda mantinha o propósito de concorrer à vaga na cadeira de fisiologia da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, o que só se realizou em 1911.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ao retornar ao Brasil, Álvaro Ozorio de Almeida tentou criar uma seção de fisiologia no [[INSTITUTO_OSWALDO_CRUZ|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Oswaldo Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]], mas não obteve êxito (MASSARANI, 1998). Iniciou, então, seus trabalhos em um laboratório, instalado no porão da residência de seus pais, à rua Almirante Tamandaré, no bairro do Flamengo, na cidade do Rio de Janeiro. Seu irmão, [[ALMEIDA,_MIGUEL_OZORIO_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Miguel Ozorio de Almeida&amp;lt;/u&amp;gt;]], que inicialmente direcionara-se para a carreira de engenheiro, passou também a freqüentar o laboratório e a se interessar pela fisiologia, o que lhe causou grande satisfação:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“[...] o grande acontecimento dessa época, o melhor de todos, foi o interesse de meu irmão Miguel pela Fisiologia e pelo laboratório onde começou a trabalhar; tinha eu um companheiro, dobrara o número de pesquisadores do laboratório, com a vantagem de não haverem dobrado as despesas e os ordenados. (ALMEIDA, Álvaro Ozorio de. &#039;&#039;&#039;Valor da ciência – dificuldades e lutas de minha carreira científica&#039;&#039;&#039;”. Apud MASSARANI, 1998, p.67)&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1911, foi nomeado professor extraordinário de fisiologia da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], mas não permaneceu neste cargo em decorrência das condições de trabalho na instituição (GÓES FILHO, 1997).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ao assumir a direção da Inspetoria Geral de Higiene e Saúde Pública, do Estado do Rio de Janeiro, em 1911, ele instituiu o serviço de combate sistemático à ancilostomíase, novo no Brasil (MENSAGEM, 1913, p.23). Para tal serviço era manipulado, na própria repartição, um medicamento sob a forma de comprimidos, cuja fórmula, de neftol-beta associado a fenolftaleína, era de sua autoria (PENNA, 1918). Foram instalados almofarizes, balanças e máquinas para a produção dos comprimidos, os quais já continham a fenolftaleína (MARTINS, 2003). Os comprimidos eram distribuídos gratuitamente á população.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Álvaro Ozorio de Almeida representou o Estado do Rio de Janeiro no 7º Congresso Brasileiro de Medicina e Cirurgia, realizado em Belo Horizonte, em 1912, no qual apresentou uma memória descritiva do serviço de combate à ancilostomíase por ele implantado. Naquele Congresso foi apresentada, por [[CHAGAS,_CARLOS_RIBEIRO_JUSTINIANO|&amp;lt;u&amp;gt;Carlos Ribeiro Justiniano Chagas&amp;lt;/u&amp;gt;]], uma moção parabenizando seu trabalho, a qual destacava o apoio prestado pelo Presidente do Estado do Rio de Janeiro, Francisco Chaves de Oliveira Botelho, àquela iniciativa de Álvaro Ozorio de Almeida, e salientava a importância de tal ação para a prosperidade econômica da região, tendo em vista o fato de que a ancilostomíase era na época uma das grandes endemias tropicais que mais obstáculos apresentava ao progresso agrícola, à economia e à fixação dos imigrantes (MENSAGEM, 1912, p.26-28).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Álvaro Ozorio de Almeida prosseguiu com seus estudos em seu laboratório, que era financiado, em parte, por Cândido Gaffrée, sócio de Eduardo Palassin Guinle. Em 1915, a residência da família Ozorio de Almeida e o laboratório foram transferidas para a rua Machado de Assis nº 45, no mesmo bairro. Neste novo local, o laboratório ficou melhor instalado, com duas salas, câmara escura, canalização de gás, água sob pressão comum e sob alta pressão, eletricidade e um biotério (MASSARANI, 1998). Segundo Thales Martins (2003), sua irmã, Branca de Almeida Fialho, também participava das experiências, auxiliando-os, como a especialista das dosagens no Haldane. Um antigo empregado da casa, José, exercia as funções de técnico do laboratório, almoxarife e servente. Em pouco tempo, o laboratório transformou-se em um local de reuniões, consultas e estudos para pesquisadores, sendo visitado por brasileiros, como [[PEIXOTO,_JÚLIO_AFRÂNIO|&amp;lt;u&amp;gt;Júlio Afrânio Peixoto&amp;lt;/u&amp;gt;]], Agenor Guimarães Porto, Pedro Augusto Pinto, Dionysio Bentes, e estrangeiros como Eugène Gley (1857-1930), Louis Lapicque (1866-1952), Henry Piéron, H. Laugier, Hadamard, Langevin, Marie Sklodowska Curie (1867-1934), Irène Curie (1897-1956) e Albert Einstein (1879-1955).&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; Naquela época não eram desenvolvidas atividades na área da fisiologia no Instituto Oswaldo Cruz, e somente em 1919, sob a direção de [[CHAGAS,_CARLOS_RIBEIRO_JUSTINIANO|&amp;lt;u&amp;gt;Carlos Ribeiro Justiniano Chagas&amp;lt;/u&amp;gt;]], é que foi criada a seção de fisiologia, para a qual foi contratado [[ALMEIDA,_MIGUEL_OZORIO_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Miguel Ozorio de Almeida&amp;lt;/u&amp;gt;]], seu irmão.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Álvaro Ozorio de Almeida foi, em 1918, chefe do serviço de instrução técnica e profissional do Lloyd Brasileiro.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi catedrático de fisiologia (1925), e de fisiologia teórica e experimental (1940) na [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], e na [[FACULDADE_DE_FARMÁCIA_E_ODONTOLOGIA_DO_ESTADO_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Farmácia e Odontologia do Estado do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O “laboratório dos Ozórios” (MARTINS, 2003) passou a contar, a partir de 1926, também com a produção de novos pesquisadores, como Paulo Enéas Galvão, O. B. de Couto e Silva e Thales Martins. Em 1932, Álvaro Ozorio de Almeida compreendeu que aquele laboratório havia realizado o seu ciclo, e assim o fechou (LACAZ, 1971) . Depois disso passou a trabalhar no Hospital Gaffrée e Guinle, na cidade do Rio de janeiro, mas desvinculado da Fundação Gaffré-Guinle, dedicando-se ao estudo do câncer.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ainda em 1932, implantou a primeira câmara hiperbárica da América Latina, no mesmo hospital, obtendo bons resultados no tratamento contra a lepra lepromatose. Dois anos após divulgou seus trabalhos sobre os efeitos tóxicos do oxigênio hiperbárico, suas pesquisas no tratamento de câncer com a O2HB e também sobre a radioterapia (EM HOMENAGEM, 2003). Em 25 de novembro de 1937, em uma comunicação apresentada na [[ACADEMIA_NACIONAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Nacional de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]], e na Sociedade Brasileira de Dermatologia no mesmo ano, Álvaro Ozorio de Almeida descreveu a melhora clínica de seus pacientes com hanseníase submetidos à oxigenioterapia hiperbárica no serviço instalado no Hospital Gaffrée-Guinle (EM HOMENAGEM, 2003). &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Álvaro Ozorio de Almeida exerceu grande influência na educação científica de seu irmão, Miguel, também fisiologista, que lhe dedicou sua coletânea de trabalhos científicos, publicada em 1916 (LACAZ, 1971). Thales Martins, fisiologista e professor da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], em uma homenagem aos dois professores, qualificou-os como os responsáveis pelo nascimento da fisiologia no Brasil (Apud LACAZ, 1971).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em seus estudos destacaram-se as pesquisas sobre as determinações do metabolismo basal, especialmente no homem dos trópicos, o papel do anidro carbônico sobre as oxidações orgânicas, o metabolismo basal no diagnóstico dos estados tireoidianos, e outros temas do campo da fisiologia. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi presidente da seção de biologia da [[ACADEMIA_BRASILEIRA_DE_CIÊNCIAS|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Brasileira de Ciências&amp;lt;/u&amp;gt;]], e membro da [[SOCIEDADE_DE_MEDICINA_E_CIRURGIA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], do Instituto Brasileiro de Ciências, da [[SOCIEDADE_DE_MEDICINA_E_CIRURGIA_DE_SÃO_PAULO|&amp;lt;u&amp;gt;Sociedade de Medicina e Cirurgia de São Paulo&amp;lt;/u&amp;gt;]], da Sociedade de Neurologia, Psiquiatria e Medicina Legal, da Sociedade de Química, da Sociedade de Biologia de São Paulo e da Sociedade Nacional de Agricultura.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Candidatou-se em 8 de outubro de 1927 à vaga na seção de medicina geral da [[ACADEMIA_NACIONAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Nacional de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]], que se encontrava aberta em decorrência da transferência do acadêmico Miguel de Oliveira Couto para a classe de membros titulares honorários. Sua eleição pelo plenário daquela associação foi realizada em 10 de novembro de 1927, e a sessão de sua posse foi presidida pelo próprio Miguel de Oliveira Couto.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Atuou também como membro correspondente da Société de Biologie de Paris, da Sociedade Argentina de Biologia, da American Association for the Advencement of Sciences e da Société Philomatique de Paris.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Thales Martins (2003) apresenta um esboço das pesquisas originais de Álvaro Ozorio de Almeida, e afirma que, entre 1912 e 1926, destacou-se seu interesse pelos problemas de metabolismo e calorimetria, sendo considerado um dos precursores da microcalorimetria, que aplicou ao estudo&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;in vitro &#039;&#039;do cérebro e do fígado. Ressalta também que ele dedicou seus estudos a algumas questões controversas na época, como as trocas respiratórias, e as oxidações intensas no cérebro. Thales Martins destaca, ainda como contribuição de maior importância em 1919, sua pesquisa sobre o metabolismo basal mais baixo, no homem e animais dos trópicos.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; Álvaro Ozorio de Almeida publicou vários estudos sobre a uremia e a pretensa secreção antitóxica do rim, o débito urinário, o timbó, a ancilostomose, o sal industrial, o papel do urucú na proteção da pele contra os raios solares, e o café. Estudou, também, a influência do oxigênio sob pressão nos mamíferos, a faixa de tolerância nos pequenos animais, e a influência do regime alimentar na resistência.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A partir de 1932, o câncer tornou-se o objeto central de seus trabalhos. Em função destes estudos, também se preocupou com a roentgenterapia, apresentou a idéia da cineradioterapia, e da ampola de RX não fixa (MARTINS, 2003).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Produção intelectual&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Soro Lipase”. Rio de Janeiro, 1905. Tese (Doutoramento) – Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro. Rio de janeiro: José Aires &amp;amp; C., 1905.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Estudos sobre o timbó”. &#039;&#039;Brasil Médico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 22, p.277-279, 1908.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Do duodeno no diabetes”. &#039;&#039;Brasil Médico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 23, p.81-82, 1909.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Campanha contra a ankylostomiase no Estado do Rio de Janeiro”. &#039;&#039;&#039;Annaes do VII Congresso Brasileiro de Medicina e Cirurgia.&#039;&#039;&#039; Belo Horizonte, 2(1), p.3-13, 1912.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A campanha contra a ankylostomiase e as verminoses intestinaes no Estado do Rio de Janeiro. Relatorio apresentado ao Governo do Estado do Rio de Janeiro em 1912 como Inspetor Geral de Hygiene e Saude Publica do Estado”.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Calorimetria elementar directa. Desenvolvimento de calor no cerebro&amp;quot;. &#039;&#039;Archivos Brasileiros de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 3, p.307-312, 1913.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Véritable cause du coma produit par la respiration artificielle excessive et prolongée”. (Em coll. com Miguel Ozorio de Almeida). &#039;&#039;Journal de Physiologie et Pathologie Générale&#039;&#039;, 15, p.493-498, 1913.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Researches on the exchange of energy in lived animal tissues. I. Microcalorimetry applied to animal tissues. II. Study on the liver”. &#039;&#039;American Journal of Physiology&#039;&#039;, june, 1915.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Researches on the exchange of energy in lived animal tissues. I. Microcalorimetry applied to animal tissues. II. Study on the liver”.&#039;&#039;American Journal of Physiology&#039;&#039;, 42, p.359-372, feb.1917.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “O sal nacional e a preparação do charque”.&#039;&#039;A Lavoura&#039;&#039;, 1917.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O calor e a respiração das sementes”. Trabalho apresentado à Sociedade Nacional de Agricultura. &#039;&#039;Boletim da Sociedade Nacional de Agricultura&#039;&#039;, 1917.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O problema da conservação dos cereaes”. &#039;&#039;A Lavoura&#039;&#039;, 22, p.35, 1918.&amp;lt;br/&amp;gt; - “The nature of surgical shock and Henderson´s theory of acapnia”. (Em coll. com Miguel Ozorio de Almeida). &#039;&#039;Journal of the American Medical Association&#039;&#039;, 71 (2), p.1710-1711, 1918.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Le métabolisme minimum et le métabolisme basal de l´homme tropical de race blanche. Contribution à l´étude de l´acclimatation et de la loi des surfaces de Rubner-Richet”. &#039;&#039;Journal de Physiologie et Pathologie Générale&#039;&#039;, 18, p.713-730, 1919.&amp;lt;br/&amp;gt; - “L´émission de chaleur. Le métabolisme basal et métabolisme minimum de l`homme noir tropical”. &#039;&#039;Journal de Physiologie et Pathologie&amp;amp;nbsp;Générale&#039;&#039;, 18, p.958-964, 1919.&amp;lt;br/&amp;gt; -“Production de chaleur et échanges respiratoires du système nerveux.” &#039;&#039;Journal de Physiologie et Pathologie&amp;amp;nbsp;Générale&#039;&#039;, 19, p.289-304, 1921.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Do emprego do metabolismo basal no diagnóstico dos estados thyroideos”. &#039;&#039;Jornal dos Clinicos&#039;&#039;, 3, p.323-326, 15 de novembro de 1922.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sur un nouveau procédé de destruction totale, rapide, et sans hémorragie, du système nerveux cérébro-spinal”.&#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 89, p.921-925, 1923.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Quelques donnés anatomo-physiologiques sur le pancréas, les surrénales et la thyroide de plusieurs Rongeurs et d´un Marsupial du Brésil “. (Em coll. com E. Gley). &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 89, p.1136-1141, 1923.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Le métabolisme basal de l`homme tropical”. &#039;&#039;Journal de Physiologie et Pathologie&amp;amp;nbsp;Générale&#039;&#039;, 22, p.12-18, 1924.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Température et surface cutanée du Gambá (Didelphis didelphii) Echanges respiratoires des Gambás normaux et éthyroidés”. (Em coll. com E. Gley). &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 90, p.467-470, 1924.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Température et métabolisme du tatou (Tatusia novemcincta)”. (Em coll. com Branca de A. Fialho). &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 90, p.734-735, 1924.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Métabolisme, température et quelques autres déterminations physiologiques faites sur le Paresseux (Bradypus tridactylus)”. (Em coll. com Branca de A. Fialho). &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 91, p.1124-1125, 1924.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Température et métabolisme du Ouriço (Coendou villosus)”. (Em coll. com P. Galvão). &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 91, p.1126, 1924.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Action du système nerveux sur le métabolisme minimum de l´organisme”. (Em coll. com Branca de A. Fialho). &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 92, p.230-231, 1925.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Recherches sur l´action de l´anhydride carbonique sur les oxydations organiques”.&#039;&#039;Journal de Physiologie et Pathologie&amp;amp;nbsp;Générale&#039;&#039;, 23, p.525-531, 1925.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Contribution à l´étude des relations entre l´intensité du métabolisme et la capacité fonctionnelle du système nerveux. Action de la thyroide, de la strychnine et coefficient de température du métabolisme nerveux”. &#039;&#039;Journal de Physiologie et Pathologie&amp;amp;nbsp;Générale&#039;&#039;, 23, p.737-743, 1925.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Action du système nerveux central sur le métabolisme des animaux curarisés”. &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 94, p.1232-1233, 1926.&amp;lt;br/&amp;gt; - “L ´action du système nerveux central sur le métabolisme de repos est en partie réflexe à point de départ cutané”. (Em coll. com Branca de A. Fialho e O. B. Couto e Silva). &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 94, p.1233-1235, 1926. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sur le métabolisme de la chauve–souris”. (Em coll. com Branca de A. Fialho e O. B. Couto e Silva). &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 95, p.956-958, 1926. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Le métabolisme de la chauve–souris et la loi des surfaces de Rubner-Richet”. (Em coll. com Branca A. Fialho e O. B. Couto e Silva). &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 95, p.1016-1018, 1926.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sobre o aproveitamento da energia thermica dos raios solares”. &#039;&#039;Revista Brasileira de Engenharia&#039;&#039;, 13, p.143-146, 1927.&amp;lt;br/&amp;gt; - “L´anastomose urétero-veineuse. Nouvelle technique pour l´étude de certaines fonctions du rein”. &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 96, p.383-384, 1927.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Survie, débit urinaire et pression d´excrétion de l´urine chez le chien porteur d´une anastomose urétero-veineuse”. &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 96, p.385-386, 1927.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sobre a concentração da Uréa”. &#039;&#039;Boletim do Museu Nacional&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 3(2), p.23-24, 1927.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O problema physiológico do uso do café”. &#039;&#039;Boletim do Museu Nacional&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 3(4), p.267-278, 1927.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Um novo processo para captação e armazenamento da energia solar”. Conferência feita na Academia de Ciências em março de 1927.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Recherche de la véritable cause de l´urémie”. Comptes Rendus de la Société de Biologie, 98, p.510-511, 1928.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Uma nova technica para o estudo do equilibrio entre a agua, os saes e as substancias organicas nos animaes”. &#039;&#039;Boletim do Museu Nacional&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 4, p.33-34, 1928.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Existe uma secreção interna antitoxica do rim?”. &#039;&#039;Brasil Medico&#039;&#039;, 42(1), p.510-515, 1928.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Bufo crucifer (Wied) comme matérial physiologique pour l´Amérique du Sud”. (Em coll. com L. E M. Lapicque). &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 98, p.666-667, 1928.&amp;lt;br/&amp;gt; - “L´excitation des nerfs sciatiques produit une augmentation du métabolisme chez des animaux curarisés”. (Em coll. com Branca A. &amp;amp;nbsp;Fialho). &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 99, p.146-148, 1928.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Nota sobre a acção protetora do urucú, substancia corante usada para pintura da pelle pelos indios da América Tropical. &#039;&#039;Archivos de Sociedad de Biologia de Montevidéo&#039;&#039;. Suplemento. (Actas Congr. Intern. Biol. Mont.), fasc. 3, p.602—606, 1931. &#039;&#039;Boletim do Museu Nacional&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 7, p.3-8, 1931.&amp;lt;br/&amp;gt; - Recherches sur l´action toxique des hautes pressions d´oxygène”. &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 116, p.1225-1227, 1934.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Traitement et guérison, par l´oxygène, du cancer expérimental des Rats”. &#039;&#039;Comptes Rendus de la Société de Biologie&#039;&#039;, 116, p.1228-1230, 1934.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Do emprego do oxygenio em alta pressão no tratamento do cancer experimental do rato e no cancer do homem”. &#039;&#039;Ann. Acad. Bras. Sci.&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 6, p.109-114, 1934. &#039;&#039;&amp;amp;nbsp;Archivos da Fundação Gaffrée e Guinle&#039;&#039;, p.323-326, 1934.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Essais du traitement du cancer humain par l´oxygène sous pressions”. &#039;&#039;Annaes da Academia Brasileira de Sciencias&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 7, p.191-194, 1935. &#039;&#039;Archivos da Fundação Gaffrée e Guinle&#039;&#039;, &amp;amp;nbsp;p.23-28, 1934.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Research on the Treatment of Experimental and Human Cancer by Oxygen under Pressure”. &#039;&#039;Archivos da Fundação Gaffrée e Guinle&#039;&#039;, p.29-36, 1934-1935.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A Cineradiotherapia. Cineradiotherapy”. &#039;&#039;Archivos da Fundação Gaffrée e Guinle&#039;&#039;, p.3-22, 23-44, 1937.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sobre uma nova technica de applicação dos raios X em therapeutica”. &#039;&#039;Boletim da Academia Nacional de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 108º anno, p.1188-1201, 1937.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Ensaio de tratamento da lepra pelo oxygenio sob pressão”. (Em coll. com Eduardo Rabello). Comm. &amp;amp;nbsp;à Acad. Nac. de Med., em 26 de novembro de 1937. &amp;amp;nbsp;&#039;&#039;Jornal do Commercio&#039;&#039; Rio de Janeiro, 27-XI-1937.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Essai du traitement de la lèpre par l´oxygène sous pression”. (Em coll. com Eduardo Rabello). &#039;&#039;International Journal of Leprosy&#039;&#039;, 6, p.455-456, 1938.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Treatment of leprosy by oxygen under pressure associated with methylene blue”. (Em coll. com H. Moura Costa). &#039;&#039;International Journal of Leprosy&#039;&#039;, 6, p.456, 1938.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Essai de traitement de la lèpre par l´oxygène sous pressions”. (Em coll. com Eduardo Rabello). &#039;&#039;Bulletin de la Société Française de Dermatologie et Syphiligraphie&#039;&#039;, 45, p.810-823, 1938.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Traitement de la lèpre par les hautes pressions d´oxygène associées au bleu de méthylène”. (Em coll. com H. Moura Costa). &#039;&#039;Bulletin de Pathologie Exotique&#039;&#039;, 31, p.346-351, 1938.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Retrogravura de lite”. [s.l.]: Tip. Guanabara, [s.d.].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- ÁLVARO Ozorio de Almeida. &#039;&#039;&#039;Arquivo pessoal da Academia Nacional de Medicina&#039;&#039;&#039;. [Rio de Janeiro]: [s.n.], [s.d.]. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#ANM|&amp;lt;u&amp;gt;ANM&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - ÁLVARO Ozório de Almeida. In: ACADEMIA NACIONAL DE MEDICINA. Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://www.anm.org.br/alvaro-ozorio-de-almeida/&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - EM HOMENAGEM ao Prof. Dr. Álvaro Ozorio de Almeida (1882-1952). Capturado em 20 jul. 2026.Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://loxhiperbarica.com.br/alvaro-ozorio-oxigenoterapia-hiperbarica-pesquisas-hanseniase.html&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- FUNDO Instituto Oswaldo Cruz. Capturado em 20 jul. 2026.Online. Disponível na Internet: [https://basearch.coc.fiocruz.br/index.php/instituto-oswaldo-cruz &amp;lt;u&amp;gt;https://basearch.coc.fiocruz.br/index.php/instituto-oswaldo-cruz&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/u&amp;gt;]&amp;lt;br /&amp;gt; - GÓES FILHO, Paulo de. &#039;&#039;&#039;O Brasil no Biotério. O Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho e um jeito brasileiro de fazer ciência. Apêndice (Resumos Biográficos).&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro, 1997. Dissertação (Mestrado) – Programa de Pós-graduação em Antropologia Social, UFRJ, 1997. Capturado em 14 jul. 2020. Online. Disponível na Internet:  &amp;lt;u&amp;gt;https://www.researchgate.net/publication/35198882_O_Brasil_no_bioterio_o_Instituto_de_Biofisica_Carlos_Chagas_Filho_e_um_jeito_brasileiro_de_fazer_ciencia&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt; - LACAZ, Carlos da Silva. &#039;&#039;&#039;Vultos da Medicina Brasileira.&#039;&#039;&#039; São Paulo: Laboratório Pfizer do Brasil, 1971. &amp;amp;nbsp; &amp;lt;u&amp;gt;([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]]&amp;lt;/u&amp;gt;)&amp;lt;br /&amp;gt; - LIVRO de Homenagem aos Professores Alvaro e Miguel Ozorio de Almeida. Editado por collegas, amigos, assistentes e discipulos em honra às suas actividades scientificas. Rio de Janeiro: [s.n.], 1939. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BMANG|&amp;lt;u&amp;gt;BMANG&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br /&amp;gt; - MAGALHÃES, Fernando. &#039;&#039;&#039;O Centenário da Faculdade de Medicina 1832-1932. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Tip. A. P. Barthel, 1932. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BMANG|&amp;lt;u&amp;gt;BMANG&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br /&amp;gt; - MASSARANI, Luisa. &#039;&#039;&#039;A divulgação científica no Rio de janeiro: Algumas reflexões sobre a década de 20.&#039;&#039;&#039; Rio de janeiro, 1998. Dissertação (Mestrado em Ciência da Informação) – Instituto Brasileiro de Informação em C&amp;amp;T, Escola de Comunicação, UFRJ, 1998. Capturado em 4 abr. 2020. Online. Disponível na Internet:  &amp;lt;u&amp;gt;http://www.fiocruz.br/brasiliana/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=462&amp;amp;sid=27&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt; - MENSAGEM apresentada à Assembléa Legislativa em 1 de agosto de 1912 pelo Presidente do Estado Dr. Francisco Chaves de Oliveira Botelho. Rio de Janeiro, 1912. In: &#039;&#039;&#039;Mensagens dos Presidentes de Província (1830-1930). &#039;&#039;&#039;Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;[https://digitalcollections.crl.edu/record/4690?ln=en&amp;amp;v=uv#?xywh=-1095%2C0%2C4204%2C3131&amp;amp;cv=1 https://digitalcollections.crl.edu/record/4690?ln=en&amp;amp;v=uv#?xywh=-1095%2C0%2C4204%2C3131&amp;amp;cv=1&amp;lt;br /&amp;gt;]&amp;lt;/u&amp;gt; - MENSAGEM apresentada à Assembléa Legislativa em 1 de agosto de 1913 pelo Presidente do Estado Dr. Francisco Chaves de Oliveira Botelho. Rio de Janeiro, 1912. In: &#039;&#039;&#039;Mensagens dos Presidentes de Província (1830-1930).&#039;&#039;&#039; Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://digitalcollections.crl.edu/record/4690?ln=en&amp;amp;v=uv#?xywh=-1095%2C0%2C4204%2C3131&amp;amp;cv=1&amp;lt;/u&amp;gt; &amp;lt;br /&amp;gt; - PENNA, Belisário. &#039;&#039;&#039;Saneamento do Brasil: sanear e povoal-o; e enriquecel-o; e moralisal-o. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Revista dos Tribunais, 1918. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa - Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Redação – Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Revisão – Francisco José Chagas Madureira.&amp;lt;br/&amp;gt; Consultoria – Gisele Sanglard.&amp;lt;br/&amp;gt; Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Forma de citação&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;{{SITENAME}}&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    [[Category:Verbetes]] [[Category:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ana.guedes</name></author>
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		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=AIROSA,_LEOPOLDO_NOBREGA&amp;diff=3847</id>
		<title>AIROSA, LEOPOLDO NOBREGA</title>
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		<updated>2026-07-20T13:11:20Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ana.guedes: /* Fontes */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Outros nomes e/ou títulos:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;[[NOBREGA,_LEOPOLDO_DA|Nobrega, Leopoldo da]]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Leopoldo Nobrega Airosa nasceu na, então, Província de Minas Gerais, em 1831, e faleceu na cidade do Rio de Janeiro em 1869. Doutorou-se em medicina, em 1852, pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Dados pessoais&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Leopoldo Nobrega Airosa nasceu na, então, província de Minas Gerais, em 1831. Faleceu na cidade do Rio de Janeiro em 1869.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Trajetória profissional&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Leopoldo Nobrega Airosa doutorou-se em medicina pela [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], em 1852, com a tese intitulada “Da catarata; seus meios curativos em geral e em particular d´aquele que offerece mais vantagem. – Aguas mineraes acidulas, seus effeitos physiologicos e therapeuticos. – Que movimentos podem ter lugar nos ovulos antes, e com o fim de serem fecundados? E por que mudanças eles podem passar desde de fecundados até constituírem semente perfeita?”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Nesta mesma instituição foi lente substituto (1854) da seção cirúrgica, tendo solicitado sua exoneração em 9 de janeiro de 1857, quando retirou-se para a província de Minas Gerais, como relatou a Memoria Histórica da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]] referente a 1857:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“ O primeiro acontecimento notável do anno que temos de historiar foi a demissão concedida por decreto de 9 de Janeiro ao Sr. Dr. Leopoldo da Nobrega, o qual, havendo sido nomeado lente substituto da secção cirúrgica por ocasião da reforma desta faculdade, não quis continuar no serviço, retirou-se para a sua província 9ª província de Minas). A este facto, que nos deixou vivas saudades pela ausência de um colega tão estimável por suas qualidades Moraes, como respeitável pela cultura que procura dar a seu imenso e brilhantíssimo talento (....).” (MARTINS, 1858, Annexo D)&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Produção intelectual&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Da catarata; seus meios curativos em geral e em particular d´aquele que offerece mais vantagem. - Agoas mineraes acidulas, seus effeitos physiologicos e therapeuticos. - Que movimentos podem ter lugar nos ovulos antes, e com o fim de serem fecundados? E por que mudanças elles podem passar desde de fecundados até constituirem semente perfeita?”. Rio de Janeiro, 1852. Tese (Doutoramento) – Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, [s.n.], 1852.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- ENSINO Médico no Brasil (1808-1907): um repertório de fontes arquivísticas e bibliográficas. Rio de Janeiro: Casa de Oswaldo Cruz, 1999. CD-ROM. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - MAGALHÃES, Fernando Augusto Ribeiro de. &#039;&#039;&#039;O Centenário da Faculdade de Medicina 1832-1932.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Typ. A. P. Barthel, 1932. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BMANG|&amp;lt;u&amp;gt;BMANG&amp;lt;/u&amp;gt;]]) &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#ANM|&amp;lt;u&amp;gt;ANM&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - MARTINS, Antonio Felix. Memoria Historica dos acontecimentos notáveis da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro durante o anno de 1857 apresentada á respectiva congregação, em cumprimento do artigo 179 dos estatutos, pelo Dr. Antonio Felix Martins. In: Relatorio apresentado à&amp;amp;nbsp;Assembléa Geral Legislativa na Segunda Sessão da Decima Legislatura pelo Ministro e Secretario D´Estado dos Negocios do Imperio Marquez de Olinda. Rio de Janeiro, Typographia Universal de Laemmert, 1858. Annexo D. In: &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960). &#039;&#039;&#039;Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 13 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;u&amp;gt;https://digitalcollections.crl.edu/record/1661?ln=en&amp;amp;v=uv#?xywh=-67%2C747%2C2361%2C1758&amp;amp;cv=113&amp;lt;/u&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa - Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Redação - Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Revisão – Francisco José Chagas Madureira.&amp;lt;br/&amp;gt; Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Forma de citação&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;{{SITENAME}}&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    [[Category:Verbetes]] [[Category:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ana.guedes</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=ACADEMIA_M%C3%89DICO-HOMEOP%C3%81TICA_DO_BRASIL&amp;diff=3846</id>
		<title>ACADEMIA MÉDICO-HOMEOPÁTICA DO BRASIL</title>
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		<updated>2026-07-20T12:59:57Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ana.guedes: /* Fontes */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Denominações:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font style=&amp;quot;font-size: 10pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;Academia Médico-Homeopática do Brasil&amp;amp;nbsp;(1847)&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:100%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font style=&amp;quot;font-size: 10pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;A Academia Médico-Homeopática do Brasil foi fundada em 4 de outubro de 1847, na cidade do Rio de Janeiro, por Domingos de Azevedo Coutinho Duque-Estrada, Antonio Ildefonso Gomes, Vicente José Lisboa, Thomaz Cochrane e Maximiano Marques de Carvalho. Tinha por fim, principalmente, o desenvolvimento e a propagação do sistema médico de Hahnemann em toda a sua pureza.&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
= Histórico =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A Academia Médico-Homeopática do Brasil nasceu de uma dissidência dos homeopatas que admitia certos princípios e práticas da alopatia, e que por isso julgava primordiais os diplomas de médico ou de farmacêutico conferidos pelas instituições de ensino oficiais alopatas, para o exercício da medicina e farmácia homeopáticas. Denominados “evolucionistas”, opunham-se aos chamados “puristas” reunidos em torno do homeopata francês Benoit Jules Mure, conhecido como Bento Mure. Os “puristas” defendiam a liberdade de profissão, entendendo que a homeopatia podia ser praticada por quem desejasse, após receber noções na&amp;amp;nbsp;[[ESCOLA_HOMEOPÁTICA_DO_BRASIL|&amp;lt;u&amp;gt;Escola Homeopática do Brasil&amp;lt;/u&amp;gt;]](1845), ou por meio de livros para os que residissem fora da capital do Império. Consideravam ainda que a alopatia, diversa da homeopatia, não podia habilitar ninguém a exercer a doutrina de Samuel Christian Friedrich Hahnemann (1755-1843), autor da obra e princípio da homeopatia &#039;&#039;Organon da arte de curar &#039;&#039;(Dresden, 1810). &amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Sendo assim, Domingos de Azevedo Coutinho Duque-Estrada, representante da corrente “evolucionista”, juntou-se a Antonio Ildefonso Gomes, Vicente José Lisboa, Thomaz Cochrane e Maximiano Marques de Carvalho, entre outros, separaram-se do [[INSTITUTO_HOMEOPÁTICO_DO_BRASIL|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Homeopático do Brasil&amp;lt;/u&amp;gt;]] (1843) e de sua Escola, criados por Benoit Jules Mure e João Vicente Martins, e fundaram em 04 de outubro de 1847, na capital do Império, a Academia Médico-Homeopática do Brasil.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em sua ata de fundação definia como objetivo da associação a propagação e o desenvolvimento das doutrinas de Hahnemann por diversos meios, incluindo um jornal homeopático e um hospital para enfermos pobres. Por meio desta iniciativa os pobres não mais necessitariam “mendigar inultimente os socorros da medicina, e levantando-se uma barreira aos abusos que têm aparecido no salutar benefício da medicina homeopática, ganhando com isto a ciência e a humanidade.” (Apud. GALHARDO, 1928, p.425). Assinaram esta ata: Domingos de Azevedo Coutinho Duque-Estrada, Antonio Ildefonso Gomes, Bento José Martins, Maximiano Antonio de Lemos, Vicente José Lisboa, Joaquim Alves Pinto Guedes, Cesario Augusto Eugenio de Araújo, Francisco Amado Aguiar, Thomaz Cochrane, e Maximiano Marques de Carvalho. Duque-Estrada ocupou então o cargo de presidente e Bento José Martins o de secretário.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;As polêmicas entre os homeopatas da Academia Médico-Homeopática do Brasil e os do [[INSTITUTO_HOMEOPÁTICO_DO_BRASIL|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Homeopático do Brasil&amp;lt;/u&amp;gt;]] eram freqüentes. Recusando-se a admitir Benoit Jules Mure na Academia, seus integrantes alegaram como motivo para essa atitude o fato de ele não ser médico homeopata nem alopata. Segundo Maximiano Marques, em artigo publicado no &#039;&#039;Jornal do Commercio&#039;&#039; de 24/01/1848, Mure teria sido um comerciante que se entusiasmou com a homeopatia, comprando um diploma em Montpellier e sendo apontado como um dos introdutores daquela doutrina na Sicília, em torno de 1835. Dois dias depois no mesmo jornal, José Henriques de Proença, professor de homeopatia diplomado pela [[ESCOLA_HOMEOPÁTICA_DO_BRASIL|&amp;lt;u&amp;gt;Escola Homeopática do Brasil&amp;lt;/u&amp;gt;]], respondendo à acusação em defesa de Mure reproduziu trechos de artigos de um periódico da Sicília, na Itália e de outras publicações francesas, nas quais eram feitos elogios ao mesmo como propagador da homeopatia e de seus tratamentos (GALHARDO, 1928).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Estrutura e funcionamento&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p class=&amp;quot;western&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font style=&amp;quot;font-size: 10pt&amp;quot;&amp;gt;Segundo o artigo 1º dos seus estatutos, a Academia Médico-Homeopática do Brasil era:&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;western&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:100%&amp;quot;&amp;gt;“ &amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font style=&amp;quot;font-size: 10pt&amp;quot;&amp;gt;uma congregação de médicos, e de algumas pessoas distinctas de todas as outras classes da sociedade, nacionaes ou estrangeiros, que tem por fim: 1º, o desenvolvimento e a propagação do systema medico de Hahnemann, em toda a sua pureza; 2º, o curativo gratuito dos pobres, tanto nos consultorios como nos proprios domicilios; 3º, o estabelecimento de um hospital de caridade para receber os enfermos indigentes, que serão tratados á custa da mesma associação, e das doações que lhe fizerem as pessoas bemfazejas”. (ESTATUTOS, 1848)&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;western&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font style=&amp;quot;font-size: 10pt&amp;quot;&amp;gt;Ainda de acordo com esses estatutos, a Academia era constituída por quatro classes, os sócios efetivos, os sócios benfeitores, os sócios honorários e os sócios correspondentes. Pertenciam à primeira classe, de sócios efetivos, somente os médicos e os farmacêuticos homeopatas que apresentassem diploma conferido ou legalizado por algumas das escolas oficiais do Império, ou seja, pela&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font style=&amp;quot;font-size: 10pt&amp;quot;&amp;gt;[[FACULDADE_DE_MEDICINA_DA_BAHIA|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina da Bahia&amp;lt;/u&amp;gt;]]&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font style=&amp;quot;font-size: 10pt&amp;quot;&amp;gt;ou pela&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;[[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font style=&amp;quot;font-size: 10pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;]]&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font style=&amp;quot;font-size: 10pt&amp;quot;&amp;gt;, ou ainda pelas autoridades competentes que as precederam. Além disso, era obrigatória a apresentação de trabalho que aplicasse a doutrina homeopática, sendo submetido a julgamento pelo corpo da Academia.&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;western&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font style=&amp;quot;font-size: 10pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;O tratamento gratuito aos pobres e a doação de medicamentos eram realizadas nos próprios consultórios de cada médico designado para este fim, até que se estabelecesse um consultório e uma farmácia geral.&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;western&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font style=&amp;quot;font-size: 10pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;No dia 2 de dezembro de 1847, data do aniversário do imperador Pedro II, foi instalado, em sua homenagem, o Hospital Homeopático, pela Academia, situado na ladeira Santa Teresa, nº 11, sob a presidência de Domingos de Azevedo Coutinho Duque-Estrada. No entanto, em janeiro do ano seguinte o Hospital ainda não havia entrado em funcionamento devido à concessão de uma licença pela Câmara Municipal, que havia sido requerida desde novembro e ainda não fora expedida. Nesta época, foi criada uma congregação de caridade de senhoras com fins de auxiliar a Academia na manutenção do respectivo Hospital.&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;western&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font style=&amp;quot;font-size: 10pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;No dia 5 de junho de 1848, a Academia encaminhou ao Senado um requerimento solicitando a criação legal de uma escola homeopática, já que consideravam a &amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;[[ESCOLA_HOMEOPÁTICA_DO_BRASIL|&amp;lt;u&amp;gt;Escola Homeopática do Brasil&amp;lt;/u&amp;gt;]]&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;ilegal, pois a lei que assegurava o ensino da medicina não lhe permitia o exercício da clínica. Apresentaram então um projeto com a relação das matérias consideradas indispensáveis para a formação de médicos, devendo a nova escola ser constituída pelos cursos médico-homeopático (quatro anos) e farmacêutico (dois anos) (GALHARDO, 1928):&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;western&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font style=&amp;quot;font-size: 10pt&amp;quot;&amp;gt;1º ano: química médica e botânica médica; anatomia descritiva;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;western&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font style=&amp;quot;font-size: 10pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;2º ano: fisiologia; patogenesia e farmacologia; clínica médica homeopática;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;western&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font style=&amp;quot;font-size: 10pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;3º ano: patologia médico-homeopática; patologia cirúrgica; repetição de clínica;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;western&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font style=&amp;quot;font-size: 10pt&amp;quot;&amp;gt;4º ano: arte de operar; higiene e história da medicina; arte de partos; repetição de clínica.&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;western&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;western&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font style=&amp;quot;font-size: 10pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;Ficavam encarregados do ensino dez lentes e cinco substitutos, sendo todos nomeados pelo Governo. A organização dos estatutos cabia à Congregação da Escola. Para o ingresso na instituição, os candidatos deviam submeter-se a exames públicos das matérias de francês, latim, filosofia, aritmética e geometria. No caso de conclusão do curso completo, o aluno obtinha o título de doutor em medicina, e aquele que cursasse apenas química botânica, patogenesia e farmacologia saía diplomado farmacêutico.&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;western&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font style=&amp;quot;font-size: 10pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;Para o corpo administrativo foram propostos os nomes de Domingos de Azevedo Coutinho Duque-Estrada para presidente, Maximiano Marques de Carvalho para primeiro secretário, e Maximiano Antonio de Lemos para segundo secretário.&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;western&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font style=&amp;quot;font-size: 10pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;Esta escola não chegou a existir. Antes da data do requerimento encaminhado ao Senado pela Academia, em março de 1848 se teve notícia sobre alguns de seus membros que passaram a integrar o corpo da &amp;lt;/font&amp;gt;[[ESCOLA_HOMEOPÁTICA_DO_BRASIL|&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;u&amp;gt;Escola Homeopática do Brasil&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;]]&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;, como Maximiano Marques de Carvalho e Manoel Duarte Moreira, que lá ocupou o cargo de diretor naquele ano.&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;western&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font style=&amp;quot;font-size: 10pt&amp;quot;&amp;gt;Por ocasião da epidemia da febre amarela, em fevereiro de 1850, a Academia tentou atuar no atendimento à população se dirigindo ao provedor da&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font style=&amp;quot;font-size: 10pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;u&amp;gt;[[SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DO RIO DE JANEIRO|Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro]]&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font style=&amp;quot;font-size: 10pt&amp;quot;&amp;gt;, José Clemente Pereira, e propondo a criação de uma enfermaria homeopática nas suas dependências para tratamento dos doentes, o que lhe foi negado. Clemente Pereira justificou-se afirmando que os meios empregados pelo sistema médico da Santa Casa, contrários ao sistema médico de Hahnemann, vinham dando resultados.&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;western&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font style=&amp;quot;font-size: 10pt&amp;quot;&amp;gt;Em março de 1851, alguns membros da Academia como Bento José Martins, vice-presidente, e Maximiano Marques de Carvalho, primeiro secretário, pediram demissão dos seus cargos. Isto ocorreu por discordarem do projeto de autoria dos doutores Domingos de Azevedo Coutinho Duque-Estrada, Antonio Candido Nascentes de Azambuja e Paula Menezes, aprovado pela instituição, que estabelecia a separação da prática médico-homeopática da parte farmacêutica, ficando proibido aos médicos ou cirurgiões membros da Academia preparar e fornecer medicamentos aos seus pacientes. Neste mesmo mês, no dia 28, esses dissidentes fundaram outra associação médica denominando-a Academia Homeopática do Rio de Janeiro. Foram eleitos Bento José Martins para presidente, Manoel Duarte Moreira para vice-presidente, Maximiano Marques de Carvalho para primeiro secretário e Joaquim José da Silva Pinto para 2º secretário. Esta nova instituição tinha por fim congregar todos os médicos homeopatas, propagar a homeopatia pura seguindo os preceitos de Hahnemann e promover a fundação de farmácias homeopáticas que inspirassem confiança aos profissionais. Seus membros realizaram alguns estudos sobre plantas medicinais, algumas delas remetidas de São Paulo pelo sócio correspondente Antonio de Oliveira.&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;western&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font style=&amp;quot;font-size: 10pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;letter-spacing:-0.2pt&amp;quot;&amp;gt;Em 1855, durante a epidemia do cólera, a Academia Médico-Homeopática do Brasil também se pronunciou através de Domingos de Azevedo Coutinho Duque- Estrada e José Henrique de Medeiros em artigo publicado no&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;letter-spacing:-0.2pt&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Jornal do Commercio&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;letter-spacing:-0.2pt&amp;quot;&amp;gt;, propondo o tratamento homeopático e explicitando-o.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Publicações oficiais&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font style=&amp;quot;font-size: 10pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;O &amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Jornal da Academia Medico-Homoeopathica do Brasil,&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;órgão da instituição e redigido por Maximiano Marques de Carvalho, começou a circular em janeiro de 1848. A publicação admitiria em suas colunas artigos, originais e traduções, sobre o desenvolvimento e propagação do sistema médico de Hahnemann.&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:100%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font style=&amp;quot;font-size: 10pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;- ACADEMIA Medico-Homoeopathica do Brasil. &amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Jornal da Academia Medico-Homoeopathica do Brasil&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;, Rio de Janeiro, 1º numero, janeiro de 1848. &amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039;Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/748455/1&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:100%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font style=&amp;quot;font-size: 10pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;- ANTONIO Ildefonso Gomes. In: BLAKE, Augusto Victorino Alves Sacramento. &amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Diccionario Bibliographico Brazileiro. Primeiro volume.&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;p.191. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1893. In: Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin. Acervo Digital. Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0563c1&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;u&amp;gt;[https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/5411 &amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/5411&amp;lt;/font&amp;gt;]&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:100%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font style=&amp;quot;font-size: 10pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;- ESTATUTOS da Academia Medico-Homoeopathica do Brasil. &amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Jornal da Academia Medico-Homoeopathica do Brasil&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;, Rio de Janeiro, 1º numero, janeiro de 1848. &amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt; &amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;Capturado em 5 ago. 2020. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0563c1&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;u&amp;gt;[http://memoria.bn.br/DocReader/748455/3 &amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;http://memoria.bn.br/DocReader/748455/3&amp;lt;/font&amp;gt;]&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:100%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font style=&amp;quot;font-size: 10pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;- FARIA, Fernando Antonio. &amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Querelas brasileiras: homeopatia e política imperial.&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt; &amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;Rio de Janeiro: Notrya, 1994. (&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;u&amp;gt;[[Fontes de informação#BN|BN]]&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;)&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:100%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font style=&amp;quot;font-size: 10pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;- GALHARDO, José Emygdio Rodrigues. História da homeopatia no Brasil.&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;In: &amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Livro do 1&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Times New Roman, serif&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;°&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Congresso Brasileiro de Homeopatia.&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039; &amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;Rio de Janeiro, 1928. pp.271-1016. &#039;&#039;(&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;u&amp;gt;[[Fontes de informação#BN|BN]]&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;)&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:100%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font style=&amp;quot;font-size: 10pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;-&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Jornal da Academia Medico-Homoeopathica do Brasil.&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/748455/1&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:100%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font style=&amp;quot;font-size: 10pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;- LOBO, Francisco Bruno. &amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;O ensino da medicina no Rio de Janeiro: homeopatia.&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt; &amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;Rio de Janeiro: s.n.,1968. v.3. (&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;u&amp;gt;[[Fontes de informação#BCOC|BCOC]]&amp;lt;/u&amp;gt;)&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:100%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font style=&amp;quot;font-size: 10pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;- SANTOS FILHO, Lycurgo de Castro. &amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;História Geral da Medicina Brasileira.&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt; &amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;São Paulo: Hucitec/Edusp, 1991. v.2. (&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;u&amp;gt;[[Fontes de informação#BCCBB|BCCBB]]&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;)&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:100%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font style=&amp;quot;font-size: 10pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;- PORTO, Angela de Araújo. &amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;As artimanhas de esculápio: crença ou ciência no saber médico&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;. Niterói, Rio de Janeiro, 1985. Dissertação (Mestrado em História) - Instituto de Ciências Humanas e Filosofia, Universidade Federal Fluminense, 1985. (&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;u&amp;gt;[[Fontes de informação#BCOC|BCOC]]&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;)&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
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= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Forma de citação&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;{{SITENAME}}&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    [[Category:Verbetes]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Instituições de Ensino]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ana.guedes</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=ABREU,_MANOEL_DIAS_DE&amp;diff=3845</id>
		<title>ABREU, MANOEL DIAS DE</title>
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		<updated>2026-07-20T12:47:06Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ana.guedes: /* Fontes */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Outros nomes e/ou títulos:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;[[ABREU,_MANOEL_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Abreu, Manoel de&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/u&amp;gt;]]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Manoel Dias de Abreu nasceu, na cidade de São Paulo, em 4 de janeiro de 1892. Formou-se, em 1913, na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, e desenvolveu posteriormente vários estudos sobre a formação da imagem, que resultaram na radiogeometria. Destacou-se na luta contra a tuberculose, e revolucionou os métodos da pesquisa radiológica, com a fotografia do écran fluoroscópio - hoje conhecida como abreugrafia. Faleceu na cidade do Rio de Janeiro, em 30 de abril de 1962.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Dados pessoais&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Manoel Dias de Abreu nasceu na cidade de São Paulo em 4 de janeiro de 1892 (segundo Carlos da Silva Lacaz o ano seria 1894). Era o terceiro filho do casal Júlio Antunes de Abreu, português da província do Minho, e Mercedes da Rocha Dias, natural de Sorocaba (Estado de São Paulo). Até o ano de 1908, viveu entre o Brasil e Portugal. Casou-se, em São Paulo, em 7 de setembro de 1929, com Dulcie Evers. &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Faleceu em decorrência de um câncer de pulmão, na Casa de Saúde São Sebastião, na cidade do Rio de Janeiro, em 30 de abril de 1962 (30 de janeiro segundo Carlos da Silva Lacaz), tendo sido enterrado na cidade de São Paulo.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Trajetória profissional&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Manoel Dias de Abreu realizou seus primeiros estudos na American School, fundada em 1870, e no Hydecroft College (depois denominado Gymnasio Hydecroft), criado em 1897, ambas instituições na capital paulista, e os preparatórios na Faculdade de Direito de São Paulo. Matriculou-se com apenas 15 anos na [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], onde diplomou-se em 23 de dezembro de 1913 com a tese intitulada &amp;quot;Natureza Pobre&amp;quot;, que tratava da influência do clima tropical sobre a civilização. O jornal &#039;&#039;Correio Paulistano&#039;&#039;, em sua edição de 13 de julho de 1914 comentou sobre a tese recém defendida:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“O trabalho, que é um bello e minucioso estudo sobre hygiene social, foi aprovado com distincção, honra essa que dispensa qualquer elogio. Inspirou a presente these o Brasil do norte, tão devastado pela penúria e tão afogado e immovel no seu letargo, como uma múmia nas suas faixas seculares. E o clima, a temperatura tórrida e extenuante que rebenta essas selvas, essas perspectivas barbaras e augustas, é a soberana responsavel por esse estado angustioso da parte septentrional do paiz. Assim acredita o autor do trabalho, que produziu um estudo social e medico. Faz sociologia observando sempre a vida, preso à physiologia. Não se embrenha em divagações estereis. É como medico que estuda a hygiene social – a maior força de aperfeiçoamento humano. Principia por dissertar aobre a natureza tropical, em cujo brilhante capitulo se aliam aos grandes conhecimentos históricos a elegância da forma e o ouro de lei da sua sciencia; passa depois aos factores sociaes, aos climas do Brasil em geral. &amp;amp;nbsp;Estuda ainda proficientemente o mestiço, os Estados do sul e os do norte, sempre tirando concussões de méritos reaes. A these do dr. Manuel Dias de Abreu, em cujo texto avultam as citações escolhidas que a documentam, tem um cunho muito próprio original. É vazada numa forma clara e precisa que muito a recomenda: uma obra scientifica, em summa, trabalhada em prosa literária.” (LETRAS, 1914, p.3)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Logo em seguida, partiu para a Europa para aperfeiçoar seus estudos, acompanhado dos pais, do irmão Júlio Antunes de Abreu Júnior e da irmã Mercedes Dias de Abreu. Com a 1ª Guerra Mundial, teve de ficar em Lisboa até mudar-se, em 1915, para Paris, onde permaneceu por 8 anos. Durante seu período na capital francesa freqüentou o serviço de Anatole Marie Émile Chauffard (1855-1932) no Hôpital Saint Antoine, e trabalhou no Nouvel Hôpital de la Pitié, com Gaston Lion (1861-1942), sendo encarregado de fotografar peças cirúrgicas, e foi nesta ocasião que desenvolveu um dispositivo para fotografar a mucosa gástrica.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Segundo Rubens Bedrikow (2003) foi em 1916, quando freqüentou o serviço chefiado por Nicolas Augustin Gilbert (1858-1927) no Hôtel-Dieu, em Paris, que Manoel Dias de Abreu despertou para a emergente especialidade, criada em 1895, pelo cientista alemão Wilhelm Conrad Röentgen (1845-1923). Bedrikow ainda reproduz em seu artigo trechos do livro “Vida e Obra de Manoel de Abreu, o criador da abreugrafia”, de Itazílio dos Santos, nos quais é narrada a experiência de Manoel Dias de Abreu com o diagnóstico radiológico de tuberculose em um paciente, cujo exame propedêutico clínico, realizado por Nicolas Augustin Gilbert, não havia revelado nada de anormal:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“[...] Depois de examiná-lo, exaustivamente, conforme as normas de propedêutica clínica, através da percussão e da auscultação, disse, descansando sobre a mesa o estetoscópio, em tom categórico: - Não há nada de anormal no tórax. Não se trata, certamente, de uma afecção pulmonar, ou pleural. Mas...Você, de Abreu, vai levá-lo ao laboratório de Radiologia....A chapa confirmará o exame clínico....Feita a chapa, Abreu levou-a ainda molhada e presa aos grampos com os quais deveria voltar à solução fixadora, a seu mestre....Tomando a chapa nas mãos, Gilbert suspendeu-a em face da janela, para examiná-la por transparência...Não pôde esconder mais do que a sua surpresa, o seu espanto, ante o quadro que se lhe deparava aos olhos, de uma tuberculose avançada, complicada de piopneumotórax....aquela contradição entre o achado clínico e o achado radiológico era resultante da transição que experimentavam os conhecimentos médicos na ocasião...a radiologia ensaiava seus primeiros passos...para ele, Abreu, aquela contradição chocante, entre a estetacústica e a radiologia, teve uma grande significação”. (Apud BEDRIKOW, 2003)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Manoel Dias de Abreu assumiu, a convite de Nicolas Augustin Gilbert, a chefia do Laboratório Central de Radiologia do Hôtel-Dieu, substituindo Hyacinthe Guilleminot (1869-1922), que se afastara para servir na 1ª Guerra Mundial. Dedicou-se, então, integralmente ao estudo e à prática da especialidade, apresentando pouco tempo depois uma comunicação na Academie de Medicine de Paris, e na Société de Radiologie, intitulada “La densimetrie pulmonair”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ainda em Paris foi assistente (1917-1918) do professor Gérard Maingot, chefe de radiologia do Hôpital Laennec, quando aperfeiçoou-se na radiologia pulmonar e desenvolveu a densimetria (mensuração das diferentes densidades). Neste mesmo hospital visualizou, pela primeira vez, na fotografia do écran fluorescente, o meio de realizar o exame do tórax, em larga escala e a baixo custo, para detectar a tuberculose pulmonar. Rubens Bedrikow (2003) afirma que, em decorrência de obstáculos técnicos, Manoel Dias de Abreu não pode desenvolver a abreugrafia já no ano de 1919.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Na década de 1920, Manoel Dias de Abreu desenvolveu estudos sobre a formação da imagem, que resultaram na radiogeometria. Ao retornar ao Brasil, em 1922, deparou-se com uma epidemia de tuberculose no Rio de Janeiro e, em 1924 realizou uma segunda tentativa de obter a fotografia do écran, mas sem sucesso. Prosseguiu na luta contra a tuberculose e por sua influência e de José Plácido Barbosa da Silva (RIBEIRO, 1986), chefe da Inspetoria de Profilaxia contra a Tuberculose, criada em 1º de janeiro de 1921, foi instalado neste estabelecimento o primeiro Serviço de Radiologia na cidade do Rio de Janeiro, com um dispensário destinado ao diagnóstico daquela doença.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em novembro de 1922, foi nomeado médico do Serviço de Pronto Socorro, no município do Rio de Janeiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ao assumir a chefia do Serviço de Radiologia do Hospital Jesus, a pedido do médico e prefeito da cidade do Rio de Janeiro, Pedro Ernesto do Rego Batista (1931-1934; 1935-1936), buscou novamente criar a fluorografia, em função da incidência de inúmeros casos de tuberculose entre as crianças radiografadas.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1936, Manoel Dias de Abreu conseguiu obter a radiofotografia do écran fluroscópico, o que representou, segundo Lourival Ribeiro, o surgimento da “radiologia social; o diagnóstico precoce das moléstias torácicas longamente sonhado” (RIBEIRO, 1964). No mesmo ano foi construído, pelos técnicos da Casa Lohner S.A., o primeiro aparelho para a realização de exames em série na população, o qual foi instalado no Hospital Alemão, no Rio de Janeiro, em maio daquele ano. Em março de 1937 foi instalado na Rua do Rezende, nº 128, um equipamento mais aperfeiçoado, e implantado o primeiro Serviço de Cadastro Torácico na cidade do Rio de Janeiro. Ali foram examinadas, de 8 a 21 de julho daquele ano, 758 pessoas aparentemente sãs, das quais 44 apresentavam lesões pulmonares detectadas pela fluorografia. Assim afirmava-se a utilidade da nova técnica, o que resultou na criação de outros Serviços de Recenseamento Torácico, como os do Instituto Clemente Ferreira, do Hospital Municipal e do Instituto de Higiene, todos em São Paulo. A fluorografia foi também adotada como recurso na luta contra a tuberculose em outras cidades do Brasil, da América do Sul, dos Estados Unidos e da Europa. Este novo método foi recebendo outras denominações como fluorografia, fotofluorografia, radiofotografia e Roentgenfotografia. Manoel Dias de Abreu adotou esta última denominação na apresentação de sua Nota Prévia sobre “Um novo método de exame – a radiofotografia”, em julho de 1936, na [[SOCIEDADE_DE_MEDICINA_E_CIRURGIA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi proposto em maio de 1939, por Ary Miranda, presidente do 1º Congresso Nacional de Tuberculose, a utilização do nome Abreugrafia para identificar o método criado por Manoel Dias de Abreu. Posteriormente, em 1958, Ademar de Barros, então prefeito de São Paulo, determinou que as repartições públicas da Prefeitura adotassem o termo Abreugrafia e instituiu o dia 4 de janeiro, data de nascimento de Manoel de Abreu, como o Dia da Abreugrafia.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Rubens Bedrikow (2003) reproduz trechos de correspondências de Manoel Dias de Abreu, apresentados na obra de Itazílio dos Santos, que refletem a indignação da comunidade científica brasileira e dos vizinhos sul-americanos em relação à publicação do trabalho de Friedrich Berner, no qual o aparelho fluorográfico da Casa Siemens-Reiniger-Werke apareceu citado como &amp;quot;roentgenreihenbildner” (seriógrafo). Theodor Sehmer (1885-1979), diretor da empresa Siemens-Reiniger-Werke A. G., em Berlim, assim se pronunciou em uma carta a Manoel Dias de Abreu:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“[...] Segundo as notícias que recebemos, estes fatos produziram descontentamento não só a V. Exa., mas também à totalidade do mundo médico do Brasil, porque dos citados fatos foi concluído que a indústria e o mundo médico da Alemanha tinham a intenção de suprimir sistematicamente os grandes méritos de V. Exa., o que foi considerado uma ofensa à ciência brasileira. Pelas notícias recebidas, estamos extremamente consternados e na minha qualidade de gerente da Casa Siemens-Reiniger-Werke sinto-me obrigado a dar-lhe esclarecimentos detalhados....Nós denominamos oficialmente o nosso aparelho de &amp;quot;Schirmbildgerat Siemens&amp;quot; (Aparelho fluorográfico Siemens) ou &amp;quot;Schirmbildgerat” (Aparelho fluorográfico Siemens) segundo Abreu, com melhoramento segundo indicações do Prof. Holfelder.....É verdade que o Sr. Dr. Berner citou unicamente o senhor Prof. Holfelder. Naquele trabalho ele não citou V. Exa. Nem outros investigadores notáveis. Em parte pode isso explicar-se pelo fato do Sr. Dr. Berner ser o primeiro assistente do Sr. Prof. Holfelder e que neste caso especial o Sr. Dr. Berner aproveitava a ocasião para exprimir a sua veneração pessoal ao seu mestre....Permita-me, excelentíssimo senhor Professor, aproveitar esta ocasião para chamar a sua atenção para o fato que mesmo o descobridor dos Raios X, o Professor Röentgen, sofreu maior injustiça do que sofre neste momento V. Exa. Sabemos que os cientistas ingleses e franceses opuseram-se por longo tempo à denominação Raios Röentgen, mas sim X-Rays, Rayons X e Raios X. Repetidas vezes rogaram os alemães que mencionassem o nome do descobridor, porém em vão. Unicamente com respeito à unidade da dosagem dos Raios X a Sociedade Radiológica Internacional acabou por reconhecer a denominação Röentgen, porém se diz 1 R, em vez de 1 Röentgen, ao passo que conseguiram introduzir na Alemanha os nomes do italiano Volta e do francês Ampére.” (Apud BEDRIKOW, 2003)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Objetivando uma melhor avaliação de imagens suspeitas obtidas com a abreugrafia, Manoel Dias de Abreu propôs a utilização da tomografia e, para eliminar os inconvenientes da demora e do alto custo do estudo tomográfico corte a corte de uma área do tórax, criou a técnica das tomografias simultâneas (realização de vários cortes simultâneos em uma só exposição, por meio do emprego de vários filmes superpostos). Ainda buscando diminuir o número de casos sem diagnóstico baciloscópico, apresentou a pesquisa do bacilo de Koch no lavado pulmonar ou lavado traqueobroncoalveolar, sendo o primeiro lavado realizado em 17 de agosto de 1944, no Hospital de São Sebastião, no Rio de Janeiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em matéria publicada em o &#039;&#039;Correio da Manhã&#039;&#039;, de 22 de maio de 1949, sobre os aparelhos médicos da Siemens-Reiniger-Werke A. G., e a presença de Theodor Sehmer no país, comentou que:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Finalizando, o Dr. Sehmer expressou admiração pelo progresso do Brasil nestes dez anos, patenteado pelas criações da energia e idealização brasileiras. Verificou em visitas a médicos brasileiros famosos que alguns deles, como, por exemplo, o prof. Manuel De Abreu e o Dr. Alberto de Oliveira, do Serviço Médico do Banco do Brasil, criaram no setor físico-técnico, inivações únicas no mundo”. (INDÍCIO, 1949, p.3)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Manoel Dias de Abreu foi o primeiro presidente (1930) da Sociedade Brasileira de Radiologia e Eletrologia, tendo ocupado este cargo também em outras ocasiões (1932,1944), entidade que fora fundada no seio da [[SOCIEDADE_DE_MEDICINA_E_CIRURGIA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], em 12 de dezembro de 1929, por um grupo de radiologistas. Ocupou, ainda, a presidência (1940-1941) da [[SOCIEDADE_DE_MEDICINA_E_CIRURGIA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], e da Sociedade Brasileira de Tuberculose. Em 16 de abril de 1964 foi eleito Patrono da Cadeira nº 84 da&amp;amp;nbsp;[[ACADEMIA_NACIONAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Nacional de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Realizou inúmeras conferências médicas no Brasil, Argentina, Uruguai, Estados Unidos, França, Alemanha, Itália e Suécia, e foi membro de mais de 43 associações médicas e acadêmicas, brasileiras e estrangeiras (OSBORNE, 1965). Foi agraciado com várias medalhas, como a medalha Cardoso Fontes (da Sociedade Brasileira de Tuberculose), a do American College of Chest Physicians, a de Honra ao Mérito Médico, a da Asociación Argentina de Radiología, a Clemente Ferreira, a Grão-Cruz da Ordem do Mérito Médico no Brasil, a do Colegio Interamericano de Radiología (Peru) e a do Valor Cívico do Governo do Estado de São Paulo.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;É o patrono da Cadeira nº37 da [[ACADEMIA_DE_MEDICINA_DE_SÃO_PAULO|&amp;lt;u&amp;gt;Academia de Medicina de São Paulo&amp;lt;/u&amp;gt;]], anteriormente denominada [[SOCIEDADE_DE_MEDICINA_E_CIRURGIA_DE_SÃO_PAULO|&amp;lt;u&amp;gt;Sociedade de Medicina e Cirurgia de São Paulo&amp;lt;/u&amp;gt;]], da Cadeira nº 2 da Academia de Medicina do Estado do Rio de Janeiro, criada em 1874, tendo como primeiro presidente Carlos Tortelly Rodrigues Costa, e da Cadeira nº5 da Academia de Medicina de Brasília.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Rubens Bedrikow (2003) considera que a obra de Manoel Dias de Abreu inspirou a criação da Sociedade Brasileira de Abreugrafia (1957), e a publicação da &#039;&#039;Revista Brasileira de Abreugrafia&#039;&#039;.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Bedrikow, em outro artigo, relata sobre a questão da confusão dos nomes, dada sua semelhança, entre o de Manoel Dias de Abreu (São Paulo, 1892-1962), responsável pelo método radiológico para diagnóstico da tuberculose, e o de Manoel de Abreu Campanario (Pirapetinga, 1906-1994) autor de “A medicina no interior”:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Tal engano fez com que Manoel Dias de Abreu encaminhasse uma declaração-consulta à Sociedade de Medicina e Cirurgia, que prontamente criou uma comissão encarregada de examinar o caso. A solução veio com a carta esclarecedora de Campanario. Em 25 de maio de 1957, Manoel de Abreu Campanario entregou para publicação o manuscrito que três dias antes apresentara no Departamento de Radiologia e Eletricidade Médica da Associação Paulista de Medicina, intitulado “Acerca do relatório radiológico”. (....). Em O Jornal, de 17 de junho de 1937, a Sociedade de Medicina e Cirurgia torna público o parecer da comissão. Os subtítulos da coluna foram: “Solucionado o caso dos homônimos Manoel de Abreu – Parecer da comissão – Carta esclarecedora – As comunicações.” (Bedrikow, 2015, p.1007; 1015)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Manoel Dias de Abreu destacou-se por sua valiosa contribuição à profilaxia da tuberculose, revolucionou os métodos da pesquisa radiológica (fotografia do écran fluoroscópio, hoje conhecido como abreugrafia), criou e aperfeiçoou vários aparelhos e métodos de exames (o meroscópio, a tomografia simultânea, a tomografia vibratória), e traçou novos caminhos para a radiografia pulmonar (princípios da radiogeometria, a quimografia), do coração e do mediastino.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Produção intelectual&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Natureza Pobre”. These apresentada à Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro. 1913.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - &amp;quot;Le Radiodiagnostic dans la tuberculose pleuropulmonaire&amp;quot;. Prefácio de Edouard Rist. Paris: Masson et Cie., Libr. Éditeurs, 1921.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Ideas geraes sobre o radiodiagnostico na tuberculose pleuro-pulmonar, pelo docteur Manoel de Abreu, ex-chefe do laboratorio de radiologia do hospital franco-brasileiro”. Chartres: Impr. Durand, rue Fulbert, 1922.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Essai sur une nouvelle radiologie vasculaire”. Paris: Masson et cie, 1926.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Manoel de Abreu, de l&#039;Institut brésilien des sciences. Le Méroscope pour auscultation partielle de la région cardiaque”. Paris: L. Maretheux, impr., I, rue Cassette, Masson et Cie, éditeurs, 120, boulevard Saint-Germain, 1927.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Radiographie néphro-cholécystique”. Paris: Masson, 1930.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Études radiologiques sur le Poumon et le Médiastin. Radiologie vasculaire-Aorte”. Paris: Masson et Cie. Éditeurs, 1930.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Diametros do coração visto de face”. 1931.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Radioquimografia cardiovascular”. 1935.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Avaliação quimográficado trabalho cardíaco”. 1938.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Recenseamento toracico pela roentgenfotografia” .1938. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Bases de l´interprétation radiologique – radiogeometrie”. Paris: Masson et Cie. Editeurs, 1954.&amp;lt;br/&amp;gt; - “La densimetrie pulmonair”. [s.l.]: [s.n.], [s.d.].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Manoel Dias de Abreu publicou, ainda, trabalhos em diversos periódicos científicos estrangeiros, como Fortschritte Auf Dem Gebiete Der Rontgenstrahlen, e o Journal de Radiologie et Electrologie.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi escritor, poeta, e autor de vários ensaios filosóficos: “Não ser” (1924); “Substância” (1928); “Meditações” (1936); “Mensagem etérea” (1945); “Poemas sem realidade”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- BEDRIKOW, Rubens. Manoel de Abreu. &#039;&#039;Revista de Pneumologia&#039;&#039;, v.27, n.1, jan./fev. 2001. Capturado em 15 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;[http://www.imaginologia.com.br/extra/upload%20historia/Manuel-de-Abreu.pdf http://www.imaginologia.com.br/extra/upload%20historia/Manuel-de-Abreu.pdf]&amp;lt;u&amp;gt;http://www.imaginologia.com.br/extra/upload%20historia/Manuel-de-Abreu.pdf&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;u&amp;gt;http://www.imaginologia.com.br/extra/upload%20historia/Manuel-de-Abreu.pdf&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - BEDRIKOW, Rubens. Esclarecendo o caso dos homônimos Manoel de Abreu. &#039;&#039;História, Ciências, Saúde-Manguinhos&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.22, n.3, p.1007-1018, jul.-set. 2015. Capturado em 15 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://www.scielo.br/pdf/hcsm/v22n3/0104-5970-hcsm-22-3-1007.pdf&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;- CADEIRA nº 02 – Manoel Dias de Abreu. In: ACADEMIA DE MEDICINA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO. Capturado em 15 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:  &amp;lt;u&amp;gt;http://acamerj.org/index.php?caminho=academico.php&amp;amp;id=128&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;- CADEIRA nº 37 – Patrono. In: ACADEMIA DE MEDICINA DE SÃO PAULO. Capturado em 14 jul. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[https://www.academiamedicinasaopaulo.org.br/biografias/89/BIOGRAFIA-MANOEL-DIAS-DE-ABREU.pdf https://www.academiamedicinasaopaulo.org.br/biografias/89/BIOGRAFIA-MANOEL-DIAS-DE-ABREU.pdf]&amp;lt;u&amp;gt;https://www.academiamedicinasaopaulo.org.br/biografias/89/BIOGRAFIA-MANOEL-DIAS-DE-ABREU.pdf&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - INDÍCIO promissor da recuperação alemã. &#039;&#039;Correio da Manhã&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XLVIII, n.17.231, p.3, 22 de maio de 1949. &amp;amp;nbsp;In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://memoria.bn.br/DocReader/089842_05/47347 &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/089842_05/47347&amp;lt;/u&amp;gt;] &amp;lt;br/&amp;gt; - LACAZ, Carlos da Silva. &#039;&#039;&#039;Vultos da Medicina Brasileira.&#039;&#039;&#039; São Paulo: Laboratório Pfizer do Brasil, 1971. &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - LETRAS &amp;amp; Letras. Natureza Pobre pelo Dr. Manuel Dias de Abreu. &#039;&#039;Correio Paulistano&#039;&#039;, São Paulo, n.18.313, p.3, 13 de julho de 1914. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:  &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/090972_06/33284&amp;lt;/u&amp;gt;  &amp;lt;br/&amp;gt; - MANOEL de Abreu. In: ACADEMIA NACIONAL DE MEDICINA. Capturado em 20 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://www.anm.org.br/manoel-de-abreu/&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - MANUEL de Abreu. In: ENCICLOPÉDIA Mirador Internacional. São Paulo: Rio de Janeiro: Encyclopaedia Britannica do Brasil Publicações Ltda., 1995. &amp;amp;nbsp;p.12. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - &amp;amp;nbsp;OSBORNE, Carlos. Manoel de Abreu, Patrono da Cadeira nº 84. &amp;amp;nbsp;Revista da Academia Nacional de Medicina, Rio de Janeiro, n.1, p.126-128, jan./fev./mar. 1965. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#ANM|&amp;lt;u&amp;gt;ANM&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - PAULA, Aloysio de. Abreugrafia. In: QUEIROZ, Júlio Sanderson de. &#039;&#039;&#039;Memória da Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro num Século de Vida. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: RIOARTE/ MEC, 1986. v.2. &amp;amp;nbsp;p. 479-481. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - RIBEIRO, Gil. Manoel de Abreu. In: QUEIROZ, Júlio Sanderson de. &#039;&#039;&#039;Memória da Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro num Século de Vida.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: RIOARTE/ MEC, 1986. v.2. &amp;amp;nbsp;p. 741-743. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - RIBEIRO, Lourival. &#039;&#039;&#039;Figuras e Fatos da Medicina no Brasil.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: [Editora Sul Americana S.A.], 1964. &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
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= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa - Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Redação - Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Revisão – Francisco José Chagas Madureira.&amp;lt;br/&amp;gt; Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Forma de citação&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;{{SITENAME}}&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    [[Category:Verbetes]] [[Category:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ana.guedes</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=ABREU,_MANOEL_DIAS_DE&amp;diff=3842</id>
		<title>ABREU, MANOEL DIAS DE</title>
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		<updated>2026-07-15T14:00:32Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ana.guedes: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Outros nomes e/ou títulos:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;[[ABREU,_MANOEL_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Abreu, Manoel de&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/u&amp;gt;]]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Manoel Dias de Abreu nasceu, na cidade de São Paulo, em 4 de janeiro de 1892. Formou-se, em 1913, na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, e desenvolveu posteriormente vários estudos sobre a formação da imagem, que resultaram na radiogeometria. Destacou-se na luta contra a tuberculose, e revolucionou os métodos da pesquisa radiológica, com a fotografia do écran fluoroscópio - hoje conhecida como abreugrafia. Faleceu na cidade do Rio de Janeiro, em 30 de abril de 1962.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Dados pessoais&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Manoel Dias de Abreu nasceu na cidade de São Paulo em 4 de janeiro de 1892 (segundo Carlos da Silva Lacaz o ano seria 1894). Era o terceiro filho do casal Júlio Antunes de Abreu, português da província do Minho, e Mercedes da Rocha Dias, natural de Sorocaba (Estado de São Paulo). Até o ano de 1908, viveu entre o Brasil e Portugal. Casou-se, em São Paulo, em 7 de setembro de 1929, com Dulcie Evers. &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Faleceu em decorrência de um câncer de pulmão, na Casa de Saúde São Sebastião, na cidade do Rio de Janeiro, em 30 de abril de 1962 (30 de janeiro segundo Carlos da Silva Lacaz), tendo sido enterrado na cidade de São Paulo.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Trajetória profissional&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Manoel Dias de Abreu realizou seus primeiros estudos na American School, fundada em 1870, e no Hydecroft College (depois denominado Gymnasio Hydecroft), criado em 1897, ambas instituições na capital paulista, e os preparatórios na Faculdade de Direito de São Paulo. Matriculou-se com apenas 15 anos na [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], onde diplomou-se em 23 de dezembro de 1913 com a tese intitulada &amp;quot;Natureza Pobre&amp;quot;, que tratava da influência do clima tropical sobre a civilização. O jornal &#039;&#039;Correio Paulistano&#039;&#039;, em sua edição de 13 de julho de 1914 comentou sobre a tese recém defendida:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“O trabalho, que é um bello e minucioso estudo sobre hygiene social, foi aprovado com distincção, honra essa que dispensa qualquer elogio. Inspirou a presente these o Brasil do norte, tão devastado pela penúria e tão afogado e immovel no seu letargo, como uma múmia nas suas faixas seculares. E o clima, a temperatura tórrida e extenuante que rebenta essas selvas, essas perspectivas barbaras e augustas, é a soberana responsavel por esse estado angustioso da parte septentrional do paiz. Assim acredita o autor do trabalho, que produziu um estudo social e medico. Faz sociologia observando sempre a vida, preso à physiologia. Não se embrenha em divagações estereis. É como medico que estuda a hygiene social – a maior força de aperfeiçoamento humano. Principia por dissertar aobre a natureza tropical, em cujo brilhante capitulo se aliam aos grandes conhecimentos históricos a elegância da forma e o ouro de lei da sua sciencia; passa depois aos factores sociaes, aos climas do Brasil em geral. &amp;amp;nbsp;Estuda ainda proficientemente o mestiço, os Estados do sul e os do norte, sempre tirando concussões de méritos reaes. A these do dr. Manuel Dias de Abreu, em cujo texto avultam as citações escolhidas que a documentam, tem um cunho muito próprio original. É vazada numa forma clara e precisa que muito a recomenda: uma obra scientifica, em summa, trabalhada em prosa literária.” (LETRAS, 1914, p.3)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Logo em seguida, partiu para a Europa para aperfeiçoar seus estudos, acompanhado dos pais, do irmão Júlio Antunes de Abreu Júnior e da irmã Mercedes Dias de Abreu. Com a 1ª Guerra Mundial, teve de ficar em Lisboa até mudar-se, em 1915, para Paris, onde permaneceu por 8 anos. Durante seu período na capital francesa freqüentou o serviço de Anatole Marie Émile Chauffard (1855-1932) no Hôpital Saint Antoine, e trabalhou no Nouvel Hôpital de la Pitié, com Gaston Lion (1861-1942), sendo encarregado de fotografar peças cirúrgicas, e foi nesta ocasião que desenvolveu um dispositivo para fotografar a mucosa gástrica.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Segundo Rubens Bedrikow (2003) foi em 1916, quando freqüentou o serviço chefiado por Nicolas Augustin Gilbert (1858-1927) no Hôtel-Dieu, em Paris, que Manoel Dias de Abreu despertou para a emergente especialidade, criada em 1895, pelo cientista alemão Wilhelm Conrad Röentgen (1845-1923). Bedrikow ainda reproduz em seu artigo trechos do livro “Vida e Obra de Manoel de Abreu, o criador da abreugrafia”, de Itazílio dos Santos, nos quais é narrada a experiência de Manoel Dias de Abreu com o diagnóstico radiológico de tuberculose em um paciente, cujo exame propedêutico clínico, realizado por Nicolas Augustin Gilbert, não havia revelado nada de anormal:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“[...] Depois de examiná-lo, exaustivamente, conforme as normas de propedêutica clínica, através da percussão e da auscultação, disse, descansando sobre a mesa o estetoscópio, em tom categórico: - Não há nada de anormal no tórax. Não se trata, certamente, de uma afecção pulmonar, ou pleural. Mas...Você, de Abreu, vai levá-lo ao laboratório de Radiologia....A chapa confirmará o exame clínico....Feita a chapa, Abreu levou-a ainda molhada e presa aos grampos com os quais deveria voltar à solução fixadora, a seu mestre....Tomando a chapa nas mãos, Gilbert suspendeu-a em face da janela, para examiná-la por transparência...Não pôde esconder mais do que a sua surpresa, o seu espanto, ante o quadro que se lhe deparava aos olhos, de uma tuberculose avançada, complicada de piopneumotórax....aquela contradição entre o achado clínico e o achado radiológico era resultante da transição que experimentavam os conhecimentos médicos na ocasião...a radiologia ensaiava seus primeiros passos...para ele, Abreu, aquela contradição chocante, entre a estetacústica e a radiologia, teve uma grande significação”. (Apud BEDRIKOW, 2003)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Manoel Dias de Abreu assumiu, a convite de Nicolas Augustin Gilbert, a chefia do Laboratório Central de Radiologia do Hôtel-Dieu, substituindo Hyacinthe Guilleminot (1869-1922), que se afastara para servir na 1ª Guerra Mundial. Dedicou-se, então, integralmente ao estudo e à prática da especialidade, apresentando pouco tempo depois uma comunicação na Academie de Medicine de Paris, e na Société de Radiologie, intitulada “La densimetrie pulmonair”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ainda em Paris foi assistente (1917-1918) do professor Gérard Maingot, chefe de radiologia do Hôpital Laennec, quando aperfeiçoou-se na radiologia pulmonar e desenvolveu a densimetria (mensuração das diferentes densidades). Neste mesmo hospital visualizou, pela primeira vez, na fotografia do écran fluorescente, o meio de realizar o exame do tórax, em larga escala e a baixo custo, para detectar a tuberculose pulmonar. Rubens Bedrikow (2003) afirma que, em decorrência de obstáculos técnicos, Manoel Dias de Abreu não pode desenvolver a abreugrafia já no ano de 1919.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Na década de 1920, Manoel Dias de Abreu desenvolveu estudos sobre a formação da imagem, que resultaram na radiogeometria. Ao retornar ao Brasil, em 1922, deparou-se com uma epidemia de tuberculose no Rio de Janeiro e, em 1924 realizou uma segunda tentativa de obter a fotografia do écran, mas sem sucesso. Prosseguiu na luta contra a tuberculose e por sua influência e de José Plácido Barbosa da Silva (RIBEIRO, 1986), chefe da Inspetoria de Profilaxia contra a Tuberculose, criada em 1º de janeiro de 1921, foi instalado neste estabelecimento o primeiro Serviço de Radiologia na cidade do Rio de Janeiro, com um dispensário destinado ao diagnóstico daquela doença.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em novembro de 1922, foi nomeado médico do Serviço de Pronto Socorro, no município do Rio de Janeiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ao assumir a chefia do Serviço de Radiologia do Hospital Jesus, a pedido do médico e prefeito da cidade do Rio de Janeiro, Pedro Ernesto do Rego Batista (1931-1934; 1935-1936), buscou novamente criar a fluorografia, em função da incidência de inúmeros casos de tuberculose entre as crianças radiografadas.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1936, Manoel Dias de Abreu conseguiu obter a radiofotografia do écran fluroscópico, o que representou, segundo Lourival Ribeiro, o surgimento da “radiologia social; o diagnóstico precoce das moléstias torácicas longamente sonhado” (RIBEIRO, 1964). No mesmo ano foi construído, pelos técnicos da Casa Lohner S.A., o primeiro aparelho para a realização de exames em série na população, o qual foi instalado no Hospital Alemão, no Rio de Janeiro, em maio daquele ano. Em março de 1937 foi instalado na Rua do Rezende, nº 128, um equipamento mais aperfeiçoado, e implantado o primeiro Serviço de Cadastro Torácico na cidade do Rio de Janeiro. Ali foram examinadas, de 8 a 21 de julho daquele ano, 758 pessoas aparentemente sãs, das quais 44 apresentavam lesões pulmonares detectadas pela fluorografia. Assim afirmava-se a utilidade da nova técnica, o que resultou na criação de outros Serviços de Recenseamento Torácico, como os do Instituto Clemente Ferreira, do Hospital Municipal e do Instituto de Higiene, todos em São Paulo. A fluorografia foi também adotada como recurso na luta contra a tuberculose em outras cidades do Brasil, da América do Sul, dos Estados Unidos e da Europa. Este novo método foi recebendo outras denominações como fluorografia, fotofluorografia, radiofotografia e Roentgenfotografia. Manoel Dias de Abreu adotou esta última denominação na apresentação de sua Nota Prévia sobre “Um novo método de exame – a radiofotografia”, em julho de 1936, na [[SOCIEDADE_DE_MEDICINA_E_CIRURGIA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi proposto em maio de 1939, por Ary Miranda, presidente do 1º Congresso Nacional de Tuberculose, a utilização do nome Abreugrafia para identificar o método criado por Manoel Dias de Abreu. Posteriormente, em 1958, Ademar de Barros, então prefeito de São Paulo, determinou que as repartições públicas da Prefeitura adotassem o termo Abreugrafia e instituiu o dia 4 de janeiro, data de nascimento de Manoel de Abreu, como o Dia da Abreugrafia.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Rubens Bedrikow (2003) reproduz trechos de correspondências de Manoel Dias de Abreu, apresentados na obra de Itazílio dos Santos, que refletem a indignação da comunidade científica brasileira e dos vizinhos sul-americanos em relação à publicação do trabalho de Friedrich Berner, no qual o aparelho fluorográfico da Casa Siemens-Reiniger-Werke apareceu citado como &amp;quot;roentgenreihenbildner” (seriógrafo). Theodor Sehmer (1885-1979), diretor da empresa Siemens-Reiniger-Werke A. G., em Berlim, assim se pronunciou em uma carta a Manoel Dias de Abreu:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“[...] Segundo as notícias que recebemos, estes fatos produziram descontentamento não só a V. Exa., mas também à totalidade do mundo médico do Brasil, porque dos citados fatos foi concluído que a indústria e o mundo médico da Alemanha tinham a intenção de suprimir sistematicamente os grandes méritos de V. Exa., o que foi considerado uma ofensa à ciência brasileira. Pelas notícias recebidas, estamos extremamente consternados e na minha qualidade de gerente da Casa Siemens-Reiniger-Werke sinto-me obrigado a dar-lhe esclarecimentos detalhados....Nós denominamos oficialmente o nosso aparelho de &amp;quot;Schirmbildgerat Siemens&amp;quot; (Aparelho fluorográfico Siemens) ou &amp;quot;Schirmbildgerat” (Aparelho fluorográfico Siemens) segundo Abreu, com melhoramento segundo indicações do Prof. Holfelder.....É verdade que o Sr. Dr. Berner citou unicamente o senhor Prof. Holfelder. Naquele trabalho ele não citou V. Exa. Nem outros investigadores notáveis. Em parte pode isso explicar-se pelo fato do Sr. Dr. Berner ser o primeiro assistente do Sr. Prof. Holfelder e que neste caso especial o Sr. Dr. Berner aproveitava a ocasião para exprimir a sua veneração pessoal ao seu mestre....Permita-me, excelentíssimo senhor Professor, aproveitar esta ocasião para chamar a sua atenção para o fato que mesmo o descobridor dos Raios X, o Professor Röentgen, sofreu maior injustiça do que sofre neste momento V. Exa. Sabemos que os cientistas ingleses e franceses opuseram-se por longo tempo à denominação Raios Röentgen, mas sim X-Rays, Rayons X e Raios X. Repetidas vezes rogaram os alemães que mencionassem o nome do descobridor, porém em vão. Unicamente com respeito à unidade da dosagem dos Raios X a Sociedade Radiológica Internacional acabou por reconhecer a denominação Röentgen, porém se diz 1 R, em vez de 1 Röentgen, ao passo que conseguiram introduzir na Alemanha os nomes do italiano Volta e do francês Ampére.” (Apud BEDRIKOW, 2003)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Objetivando uma melhor avaliação de imagens suspeitas obtidas com a abreugrafia, Manoel Dias de Abreu propôs a utilização da tomografia e, para eliminar os inconvenientes da demora e do alto custo do estudo tomográfico corte a corte de uma área do tórax, criou a técnica das tomografias simultâneas (realização de vários cortes simultâneos em uma só exposição, por meio do emprego de vários filmes superpostos). Ainda buscando diminuir o número de casos sem diagnóstico baciloscópico, apresentou a pesquisa do bacilo de Koch no lavado pulmonar ou lavado traqueobroncoalveolar, sendo o primeiro lavado realizado em 17 de agosto de 1944, no Hospital de São Sebastião, no Rio de Janeiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em matéria publicada em o &#039;&#039;Correio da Manhã&#039;&#039;, de 22 de maio de 1949, sobre os aparelhos médicos da Siemens-Reiniger-Werke A. G., e a presença de Theodor Sehmer no país, comentou que:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Finalizando, o Dr. Sehmer expressou admiração pelo progresso do Brasil nestes dez anos, patenteado pelas criações da energia e idealização brasileiras. Verificou em visitas a médicos brasileiros famosos que alguns deles, como, por exemplo, o prof. Manuel De Abreu e o Dr. Alberto de Oliveira, do Serviço Médico do Banco do Brasil, criaram no setor físico-técnico, inivações únicas no mundo”. (INDÍCIO, 1949, p.3)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Manoel Dias de Abreu foi o primeiro presidente (1930) da Sociedade Brasileira de Radiologia e Eletrologia, tendo ocupado este cargo também em outras ocasiões (1932,1944), entidade que fora fundada no seio da [[SOCIEDADE_DE_MEDICINA_E_CIRURGIA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], em 12 de dezembro de 1929, por um grupo de radiologistas. Ocupou, ainda, a presidência (1940-1941) da [[SOCIEDADE_DE_MEDICINA_E_CIRURGIA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], e da Sociedade Brasileira de Tuberculose. Em 16 de abril de 1964 foi eleito Patrono da Cadeira nº 84 da&amp;amp;nbsp;[[ACADEMIA_NACIONAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Nacional de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Realizou inúmeras conferências médicas no Brasil, Argentina, Uruguai, Estados Unidos, França, Alemanha, Itália e Suécia, e foi membro de mais de 43 associações médicas e acadêmicas, brasileiras e estrangeiras (OSBORNE, 1965). Foi agraciado com várias medalhas, como a medalha Cardoso Fontes (da Sociedade Brasileira de Tuberculose), a do American College of Chest Physicians, a de Honra ao Mérito Médico, a da Asociación Argentina de Radiología, a Clemente Ferreira, a Grão-Cruz da Ordem do Mérito Médico no Brasil, a do Colegio Interamericano de Radiología (Peru) e a do Valor Cívico do Governo do Estado de São Paulo.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;É o patrono da Cadeira nº37 da [[ACADEMIA_DE_MEDICINA_DE_SÃO_PAULO|&amp;lt;u&amp;gt;Academia de Medicina de São Paulo&amp;lt;/u&amp;gt;]], anteriormente denominada [[SOCIEDADE_DE_MEDICINA_E_CIRURGIA_DE_SÃO_PAULO|&amp;lt;u&amp;gt;Sociedade de Medicina e Cirurgia de São Paulo&amp;lt;/u&amp;gt;]], da Cadeira nº 2 da Academia de Medicina do Estado do Rio de Janeiro, criada em 1874, tendo como primeiro presidente Carlos Tortelly Rodrigues Costa, e da Cadeira nº5 da Academia de Medicina de Brasília.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Rubens Bedrikow (2003) considera que a obra de Manoel Dias de Abreu inspirou a criação da Sociedade Brasileira de Abreugrafia (1957), e a publicação da &#039;&#039;Revista Brasileira de Abreugrafia&#039;&#039;.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Bedrikow, em outro artigo, relata sobre a questão da confusão dos nomes, dada sua semelhança, entre o de Manoel Dias de Abreu (São Paulo, 1892-1962), responsável pelo método radiológico para diagnóstico da tuberculose, e o de Manoel de Abreu Campanario (Pirapetinga, 1906-1994) autor de “A medicina no interior”:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Tal engano fez com que Manoel Dias de Abreu encaminhasse uma declaração-consulta à Sociedade de Medicina e Cirurgia, que prontamente criou uma comissão encarregada de examinar o caso. A solução veio com a carta esclarecedora de Campanario. Em 25 de maio de 1957, Manoel de Abreu Campanario entregou para publicação o manuscrito que três dias antes apresentara no Departamento de Radiologia e Eletricidade Médica da Associação Paulista de Medicina, intitulado “Acerca do relatório radiológico”. (....). Em O Jornal, de 17 de junho de 1937, a Sociedade de Medicina e Cirurgia torna público o parecer da comissão. Os subtítulos da coluna foram: “Solucionado o caso dos homônimos Manoel de Abreu – Parecer da comissão – Carta esclarecedora – As comunicações.” (Bedrikow, 2015, p.1007; 1015)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Manoel Dias de Abreu destacou-se por sua valiosa contribuição à profilaxia da tuberculose, revolucionou os métodos da pesquisa radiológica (fotografia do écran fluoroscópio, hoje conhecido como abreugrafia), criou e aperfeiçoou vários aparelhos e métodos de exames (o meroscópio, a tomografia simultânea, a tomografia vibratória), e traçou novos caminhos para a radiografia pulmonar (princípios da radiogeometria, a quimografia), do coração e do mediastino.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Produção intelectual&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Natureza Pobre”. These apresentada à Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro. 1913.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - &amp;quot;Le Radiodiagnostic dans la tuberculose pleuropulmonaire&amp;quot;. Prefácio de Edouard Rist. Paris: Masson et Cie., Libr. Éditeurs, 1921.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Ideas geraes sobre o radiodiagnostico na tuberculose pleuro-pulmonar, pelo docteur Manoel de Abreu, ex-chefe do laboratorio de radiologia do hospital franco-brasileiro”. Chartres: Impr. Durand, rue Fulbert, 1922.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Essai sur une nouvelle radiologie vasculaire”. Paris: Masson et cie, 1926.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Manoel de Abreu, de l&#039;Institut brésilien des sciences. Le Méroscope pour auscultation partielle de la région cardiaque”. Paris: L. Maretheux, impr., I, rue Cassette, Masson et Cie, éditeurs, 120, boulevard Saint-Germain, 1927.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Radiographie néphro-cholécystique”. Paris: Masson, 1930.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Études radiologiques sur le Poumon et le Médiastin. Radiologie vasculaire-Aorte”. Paris: Masson et Cie. Éditeurs, 1930.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Diametros do coração visto de face”. 1931.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Radioquimografia cardiovascular”. 1935.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Avaliação quimográficado trabalho cardíaco”. 1938.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Recenseamento toracico pela roentgenfotografia” .1938. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Bases de l´interprétation radiologique – radiogeometrie”. Paris: Masson et Cie. Editeurs, 1954.&amp;lt;br/&amp;gt; - “La densimetrie pulmonair”. [s.l.]: [s.n.], [s.d.].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Manoel Dias de Abreu publicou, ainda, trabalhos em diversos periódicos científicos estrangeiros, como Fortschritte Auf Dem Gebiete Der Rontgenstrahlen, e o Journal de Radiologie et Electrologie.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi escritor, poeta, e autor de vários ensaios filosóficos: “Não ser” (1924); “Substância” (1928); “Meditações” (1936); “Mensagem etérea” (1945); “Poemas sem realidade”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- BEDRIKOW, Rubens. Manoel de Abreu. &#039;&#039;Revista de Pneumologia&#039;&#039;, v.27, n.1, jan./fev. 2001. Capturado em 15 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;[http://www.imaginologia.com.br/extra/upload%20historia/Manuel-de-Abreu.pdf http://www.imaginologia.com.br/extra/upload%20historia/Manuel-de-Abreu.pdf]&amp;lt;u&amp;gt;http://www.imaginologia.com.br/extra/upload%20historia/Manuel-de-Abreu.pdf&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - BEDRIKOW, Rubens. Esclarecendo o caso dos homônimos Manoel de Abreu. &#039;&#039;História, Ciências, Saúde-Manguinhos&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.22, n.3, p.1007-1018, jul.-set. 2015. Capturado em 15 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://www.scielo.br/pdf/hcsm/v22n3/0104-5970-hcsm-22-3-1007.pdf&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;- CADEIRA nº 02 – Manoel Dias de Abreu. In: ACADEMIA DE MEDICINA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO. Capturado em 15 jul. 2026. Online. Disponível na Internet:  &amp;lt;u&amp;gt;http://acamerj.org/index.php?caminho=academico.php&amp;amp;id=128&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;- CADEIRA nº 37 – Patrono. In: ACADEMIA DE MEDICINA DE SÃO PAULO. Capturado em 14 jul. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[https://www.academiamedicinasaopaulo.org.br/biografias/89/BIOGRAFIA-MANOEL-DIAS-DE-ABREU.pdf https://www.academiamedicinasaopaulo.org.br/biografias/89/BIOGRAFIA-MANOEL-DIAS-DE-ABREU.pdf]&amp;lt;br/&amp;gt; - INDÍCIO promissor da recuperação alemã. Correio da Manhã, Rio de Janeiro, ano XLVIII, n.17.231, p.3, 22 de maio de 1949. &amp;amp;nbsp;In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 11 ago. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://memoria.bn.br/DocReader/089842_05/47347 http://memoria.bn.br/DocReader/089842_05/47347]&amp;lt;br/&amp;gt; - LACAZ, Carlos da Silva. &#039;&#039;&#039;Vultos da Medicina Brasileira.&#039;&#039;&#039; São Paulo: Laboratório Pfizer do Brasil, 1971. &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;br/&amp;gt; - LETRAS &amp;amp; Letras. Natureza Pobre pelo Dr. Manuel Dias de Abreu. &#039;&#039;Correio Paulistano&#039;&#039;, São Paulo, n.18.313, p.3, 13 de julho de 1914. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 17 jul. 2020. Online. Disponível na Internet: &amp;amp;nbsp;[http://memoria.bn.br/DocReader/090972_06/33284 http://memoria.bn.br/DocReader/090972_06/33284]&amp;lt;br/&amp;gt; - MANOEL de Abreu. In: ACADEMIA NACIONAL DE MEDICINA. Capturado em 8 out.2020. Online. Disponível na Internet: [https://www.anm.org.br/manoel-de-abreu/ https://www.anm.org.br/manoel-de-abreu/]&amp;lt;br/&amp;gt; - MANUEL de Abreu. In: ENCICLOPÉDIA Mirador Internacional. São Paulo: Rio de Janeiro: Encyclopaedia Britannica do Brasil Publicações Ltda., 1995. &amp;amp;nbsp;p.12. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;br/&amp;gt; - &amp;amp;nbsp;OSBORNE, Carlos. Manoel de Abreu, Patrono da Cadeira nº 84. &amp;amp;nbsp;Revista da Academia Nacional de Medicina, Rio de Janeiro, n.1, p.126-128, jan./fev./mar. 1965. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#ANM|ANM]])&amp;lt;br/&amp;gt; - PAULA, Aloysio de. Abreugrafia. In: QUEIROZ, Júlio Sanderson de. &#039;&#039;&#039;Memória da Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro num Século de Vida. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: RIOARTE/ MEC, 1986. v.2. &amp;amp;nbsp;p. 479-481. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;br/&amp;gt; - RIBEIRO, Gil. Manoel de Abreu. In: QUEIROZ, Júlio Sanderson de. &#039;&#039;&#039;Memória da Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro num Século de Vida.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: RIOARTE/ MEC, 1986. v.2. &amp;amp;nbsp;p. 741-743. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;br/&amp;gt; - RIBEIRO, Lourival. &#039;&#039;&#039;Figuras e Fatos da Medicina no Brasil.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: [Editora Sul Americana S.A.], 1964. &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa - Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Redação - Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Revisão – Francisco José Chagas Madureira.&amp;lt;br/&amp;gt; Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Forma de citação&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;{{SITENAME}}&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    [[Category:Verbetes]] [[Category:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ana.guedes</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=ABREU,_JOS%C3%89_BEN%C3%8DCIO_DE&amp;diff=3841</id>
		<title>ABREU, JOSÉ BENÍCIO DE</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=ABREU,_JOS%C3%89_BEN%C3%8DCIO_DE&amp;diff=3841"/>
		<updated>2026-07-15T13:46:55Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ana.guedes: /* Fontes */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;José Benício de Abreu nasceu na então província da Bahia em 25 de agosto de 1848. Foi substituto de ciências médicas, lente de patologia geral, e lente de clínica médica, em 1891, na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro. Faleceu em 1906, no Rio de Janeiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Dados pessoais&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;José Benício de Abreu nasceu em 25 de agosto de 1848, na cidade de Lençóis, na então província da Bahia. Era filho de Francisco Bonifácio de Abreu, Barão da Vila da Barra e professor da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Faleceu no Rio de Janeiro em 1º de outubro de 1906.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Trajetória profissional&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;José Benício de Abreu iniciou seus estudos no Gimnasio Baiano, fundado em 1858 na cidade de Salvador por Abilio Cezar Borges, e depois estudou no Rio de Janeiro, no Collegio Abílio, na&amp;amp;nbsp;rua do Ypiranga nº4, dirigido também por Abilio Cezar Borges.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Doutorou-se em medicina, em 1873, na [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], com a tese “Das indicações e contra-indicações do bromureto de potassio no tratamento das molestias nervosas; Da associação da quina aos preparados de ferro; Vantagens da compressão na therapeutica cirurgia; Do aleitamento natural, artificial e mixto em geral, e particularmente do mercenario em relação as condições em que elle se acha na cidade do Rio de Janeiro”. Foi substituto de ciências médicas (1879), lente de patologia geral (1887), e lente clínica médica (1891) nesta mesma instituição.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi membro da &amp;lt;u&amp;gt;[[JUNTA CENTRAL DE HYGIENE PUBLICA|Junta Central de Higiene Pública]]&amp;lt;/u&amp;gt;, e facultativo clínico da 2ª cadeira de clínica médica do hospital da &amp;lt;u&amp;gt;[[SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DO RIO DE JANEIRO|Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro]]&amp;lt;/u&amp;gt;.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Participou de várias associações profissionais e sociedades médicas, tendo sido presidente da [[SOCIEDADE_DE_MEDICINA_E_CIRURGIA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], entre 1890 e 1898. Foi membro titular, eleito em 1897, e presidente da secção de medicina, de 1901 a 1903, da [[ACADEMIA_NACIONAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Nacional de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi redator da Revista Medica do Rio de Janeiro, um jornal dedicado às ciências médicas e cirúrgicas, ao lado de outras expressões no campo médico como Augusto Cesar de Miranda de Azevedo, Antônio Felício dos Santos, [[LACERDA FILHO, JOÃO BAPTISTA DE|&amp;lt;u&amp;gt;João Baptista de Lacerda&amp;lt;/u&amp;gt;]], Júlio Rodrigues de Moura, José Pereira Guimarães, João Baptista Kossuth Vinelli, &amp;lt;u&amp;gt;[[FREIRE JUNIOR, DOMINGOS JOSÉ|Domingos José Freire Junior]]&amp;lt;/u&amp;gt;, e [[ANDRADE,_NUNO_FERREIRA_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Nuno Ferreira de Andrade&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;José Benício de Abreu foi colaborador, entre 1887 e 1890, de &#039;&#039;O Brazil-Medico&#039;&#039;. &#039;&#039;Revista semanal de medicina e cirurgia&#039;&#039;, dirigida por Antônio Augusto de Azevedo Sodré.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Produção intelectual&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Das indicações e contra-indicações do bromureto de potassio no tratamento das molestias nervosas; Da associação da quina aos preparados de ferro; Vantagens da compressão na therapeutica cirurgia; Do aleitamento natural, artificial e mixto em geral, e particularmente do mercenario em relação as condições em que elle se acha na cidade do Rio de Janeiro: these apresentada à Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro”. Rio de Janeiro, 1873. Tese (Doutoramento) – Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, [s.n.], 1873.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Quaes as condições hygienicas mais favoraveis ao tratamento da tuberculose pulmonar: these apresentada à Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro para um logar de substituto da secção de sciencias medicas”. Rio de Janeiro, 1877. Tese (Concurso de substituto de ciências médicas) – Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, [s.n.], 1877.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Das epidemias: these apresentada à Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro para o concurso ao logar de substituto da secção de sciencias medicas”. Rio de Janeiro, 1879. Tese (Concurso substituto de ciências médicas) – Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, [s.n.], 1879.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Resumo das lições feitas pelo Sr. Dr. Benicio de Abreu sobre a circulação em geral (por J.B. da Fonseca Jardim)”. Revista Academica, Rio de Janeiro, n.1, p.18, 1880.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Mematimetria normal do europeu nos paizes quentes, pelo Dr. Marestang”. Tradução de José Benicio de Abreu. &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista semanal de medicina e cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno IV, n.1, p.387-388, 8 de janeiro de 1890.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Mematimetria normal do europeu nos paizes quentes, pelo Dr. Marestang”. Tradução de José Benicio de Abreu. (continuação). &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista semanal de medicina e cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno IV, n.2, p.14-15, 15 de janeiro de 1890.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Mematimetria normal do europeu nos paizes quentes, pelo Dr. Marestang”. Tradução de José Benicio de Abreu. (continuação). &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista semanal de medicina e cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno IV, n.3, p.20-22, 22 de janeiro de 1890.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Mematimetria normal do europeu nos paizes quentes, pelo Dr. Marestang”. Tradução de José Benicio de Abreu. (continuação). &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista semanal de medicina e cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno IV, n.4, p.28-29, 1º de fevereiro de 1890.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Mematimetria normal do europeu nos paizes quentes, pelo Dr. Marestang”. Tradução de José Benicio de Abreu. (continuação). &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista semanal de medicina e cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno IV, n.6, p.43-44, 15 de fevereiro de 1890.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Mematimetria normal do europeu nos paizes quentes, pelo Dr. Marestang”. Tradução de José Benicio de Abreu. &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista semanal de medicina e cirurgia, Rio de Janeiro&#039;&#039;, anno IV, n.10, p.78-80, 15 de março de 1890.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Da cachexia palustre; diagnostico differencial”. &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista semanal de medicina e cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno IV, n.19, p.149, 22 de maio de 1890.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Da cachexia palustre; diagnostico diferencial. (Continuação)”. &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista semanal de medicina e cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno IV, n.20, p.157-159, 1º de junho de 1890.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Da cachexia palustre; diagnostico diferencial. (Continuação)”. &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista semanal de medicina e cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno IV, n.23, p.181-184, 22 de junho de 1890.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Da cachexia palustre; diagnostico diferencial.”. &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista semanal de medicina e cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno IV, n.26, p.205-208, 15 de julho de 1890.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Natureza e tratamento das diarrhéas”. &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista semanal de medicina e cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno IV, n.29, p. 230-231, 8 de agosto de 1890.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Natureza e tratamento das diarrhéas (continuação)”. &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista semanal de medicina e cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno IV, n.30, p. 235-236, 15 de agosto de 1890.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Natureza e tratamento das diarrhéas. (continuação)”. &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista semanal de medicina e cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno IV, n.31, p. 245-247, 22 de agosto de 1890.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Natureza e tratamento das diarrhéas (continuação)”. &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista semanal de medicina e cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno IV, n.34, p. 269-271,15 de setembro de de 1890.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Natureza e tratamento das diarrhéas (continuação)”. &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista semanal de medicina e cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno IV, n.37, p. 294-295, 8 de outubro de 1890.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Natureza e tratamento das diarrhéas”. &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista semanal de medicina e cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno IV, n.39, p. 309-310, 22 de outubro de 1890.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Indicações e contra-indicações dos bromuretos na therapeutica infantil”. &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista semanal de medicina e cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno IV, n. 47, p.373-375, 22 de dezembro de 1890.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Indicações e contra-indicações dos bromuretos na therapeutica infantil. (continuação)”. &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista semanal de medicina e cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno IV, n. 48, p.381-383, 1º de janeiro de 1891.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- JOSÉ Benicio de Abreu. In: BLAKE, Augusto Victorino Alves Sacramento. &#039;&#039;&#039;Diccionario Bibliographico Brazileiro. Quarto volume. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1898. pp.334-335. In: Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin. Acervo Digital. &amp;amp;nbsp;Capturado em 15 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/5444&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - JOSÉ Benício de Abreu. In: ACADEMIA NACIONAL DE MEDICINA. Capturado em 15 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://www.anm.org.br/jose-benicio-de-abreu/&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - MAGALHÃES, Fernando. &#039;&#039;&#039;O Centenário da Faculdade de Medicina 1832-1932. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Tip. A. P. Barthel, 1932. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BMANG|&amp;lt;u&amp;gt;BMANG&amp;lt;/u&amp;gt;]]) &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - SANTOS FILHO, Lycurgo de Castro. &#039;&#039;&#039;História Geral da Medicina Brasileira. &#039;&#039;&#039;São Paulo: HUCITEC/EDUSP, 1991. v. 2. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCCBB|&amp;lt;u&amp;gt;BCCBB&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa - Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Redação - Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Revisão – Francisco José Chagas Madureira.&amp;lt;br/&amp;gt; Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Forma de citação&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;{{SITENAME}}&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    [[Category:Verbetes]] [[Category:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ana.guedes</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=ABREU,_JOS%C3%89_BEN%C3%8DCIO_DE&amp;diff=3840</id>
		<title>ABREU, JOSÉ BENÍCIO DE</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=ABREU,_JOS%C3%89_BEN%C3%8DCIO_DE&amp;diff=3840"/>
		<updated>2026-07-15T13:46:10Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ana.guedes: /* Fontes */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;José Benício de Abreu nasceu na então província da Bahia em 25 de agosto de 1848. Foi substituto de ciências médicas, lente de patologia geral, e lente de clínica médica, em 1891, na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro. Faleceu em 1906, no Rio de Janeiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Dados pessoais&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;José Benício de Abreu nasceu em 25 de agosto de 1848, na cidade de Lençóis, na então província da Bahia. Era filho de Francisco Bonifácio de Abreu, Barão da Vila da Barra e professor da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Faleceu no Rio de Janeiro em 1º de outubro de 1906.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Trajetória profissional&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;José Benício de Abreu iniciou seus estudos no Gimnasio Baiano, fundado em 1858 na cidade de Salvador por Abilio Cezar Borges, e depois estudou no Rio de Janeiro, no Collegio Abílio, na&amp;amp;nbsp;rua do Ypiranga nº4, dirigido também por Abilio Cezar Borges.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Doutorou-se em medicina, em 1873, na [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], com a tese “Das indicações e contra-indicações do bromureto de potassio no tratamento das molestias nervosas; Da associação da quina aos preparados de ferro; Vantagens da compressão na therapeutica cirurgia; Do aleitamento natural, artificial e mixto em geral, e particularmente do mercenario em relação as condições em que elle se acha na cidade do Rio de Janeiro”. Foi substituto de ciências médicas (1879), lente de patologia geral (1887), e lente clínica médica (1891) nesta mesma instituição.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi membro da &amp;lt;u&amp;gt;[[JUNTA CENTRAL DE HYGIENE PUBLICA|Junta Central de Higiene Pública]]&amp;lt;/u&amp;gt;, e facultativo clínico da 2ª cadeira de clínica médica do hospital da &amp;lt;u&amp;gt;[[SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DO RIO DE JANEIRO|Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro]]&amp;lt;/u&amp;gt;.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Participou de várias associações profissionais e sociedades médicas, tendo sido presidente da [[SOCIEDADE_DE_MEDICINA_E_CIRURGIA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], entre 1890 e 1898. Foi membro titular, eleito em 1897, e presidente da secção de medicina, de 1901 a 1903, da [[ACADEMIA_NACIONAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Nacional de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi redator da Revista Medica do Rio de Janeiro, um jornal dedicado às ciências médicas e cirúrgicas, ao lado de outras expressões no campo médico como Augusto Cesar de Miranda de Azevedo, Antônio Felício dos Santos, [[LACERDA FILHO, JOÃO BAPTISTA DE|&amp;lt;u&amp;gt;João Baptista de Lacerda&amp;lt;/u&amp;gt;]], Júlio Rodrigues de Moura, José Pereira Guimarães, João Baptista Kossuth Vinelli, &amp;lt;u&amp;gt;[[FREIRE JUNIOR, DOMINGOS JOSÉ|Domingos José Freire Junior]]&amp;lt;/u&amp;gt;, e [[ANDRADE,_NUNO_FERREIRA_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Nuno Ferreira de Andrade&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;José Benício de Abreu foi colaborador, entre 1887 e 1890, de &#039;&#039;O Brazil-Medico&#039;&#039;. &#039;&#039;Revista semanal de medicina e cirurgia&#039;&#039;, dirigida por Antônio Augusto de Azevedo Sodré.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Produção intelectual&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Das indicações e contra-indicações do bromureto de potassio no tratamento das molestias nervosas; Da associação da quina aos preparados de ferro; Vantagens da compressão na therapeutica cirurgia; Do aleitamento natural, artificial e mixto em geral, e particularmente do mercenario em relação as condições em que elle se acha na cidade do Rio de Janeiro: these apresentada à Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro”. Rio de Janeiro, 1873. Tese (Doutoramento) – Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, [s.n.], 1873.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Quaes as condições hygienicas mais favoraveis ao tratamento da tuberculose pulmonar: these apresentada à Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro para um logar de substituto da secção de sciencias medicas”. Rio de Janeiro, 1877. Tese (Concurso de substituto de ciências médicas) – Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, [s.n.], 1877.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Das epidemias: these apresentada à Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro para o concurso ao logar de substituto da secção de sciencias medicas”. Rio de Janeiro, 1879. Tese (Concurso substituto de ciências médicas) – Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, [s.n.], 1879.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Resumo das lições feitas pelo Sr. Dr. Benicio de Abreu sobre a circulação em geral (por J.B. da Fonseca Jardim)”. Revista Academica, Rio de Janeiro, n.1, p.18, 1880.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Mematimetria normal do europeu nos paizes quentes, pelo Dr. Marestang”. Tradução de José Benicio de Abreu. &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista semanal de medicina e cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno IV, n.1, p.387-388, 8 de janeiro de 1890.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Mematimetria normal do europeu nos paizes quentes, pelo Dr. Marestang”. Tradução de José Benicio de Abreu. (continuação). &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista semanal de medicina e cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno IV, n.2, p.14-15, 15 de janeiro de 1890.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Mematimetria normal do europeu nos paizes quentes, pelo Dr. Marestang”. Tradução de José Benicio de Abreu. (continuação). &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista semanal de medicina e cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno IV, n.3, p.20-22, 22 de janeiro de 1890.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Mematimetria normal do europeu nos paizes quentes, pelo Dr. Marestang”. Tradução de José Benicio de Abreu. (continuação). &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista semanal de medicina e cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno IV, n.4, p.28-29, 1º de fevereiro de 1890.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Mematimetria normal do europeu nos paizes quentes, pelo Dr. Marestang”. Tradução de José Benicio de Abreu. (continuação). &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista semanal de medicina e cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno IV, n.6, p.43-44, 15 de fevereiro de 1890.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Mematimetria normal do europeu nos paizes quentes, pelo Dr. Marestang”. Tradução de José Benicio de Abreu. &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista semanal de medicina e cirurgia, Rio de Janeiro&#039;&#039;, anno IV, n.10, p.78-80, 15 de março de 1890.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Da cachexia palustre; diagnostico differencial”. &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista semanal de medicina e cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno IV, n.19, p.149, 22 de maio de 1890.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Da cachexia palustre; diagnostico diferencial. (Continuação)”. &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista semanal de medicina e cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno IV, n.20, p.157-159, 1º de junho de 1890.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Da cachexia palustre; diagnostico diferencial. (Continuação)”. &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista semanal de medicina e cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno IV, n.23, p.181-184, 22 de junho de 1890.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Da cachexia palustre; diagnostico diferencial.”. &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista semanal de medicina e cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno IV, n.26, p.205-208, 15 de julho de 1890.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Natureza e tratamento das diarrhéas”. &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista semanal de medicina e cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno IV, n.29, p. 230-231, 8 de agosto de 1890.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Natureza e tratamento das diarrhéas (continuação)”. &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista semanal de medicina e cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno IV, n.30, p. 235-236, 15 de agosto de 1890.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Natureza e tratamento das diarrhéas. (continuação)”. &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista semanal de medicina e cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno IV, n.31, p. 245-247, 22 de agosto de 1890.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Natureza e tratamento das diarrhéas (continuação)”. &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista semanal de medicina e cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno IV, n.34, p. 269-271,15 de setembro de de 1890.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Natureza e tratamento das diarrhéas (continuação)”. &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista semanal de medicina e cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno IV, n.37, p. 294-295, 8 de outubro de 1890.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Natureza e tratamento das diarrhéas”. &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista semanal de medicina e cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno IV, n.39, p. 309-310, 22 de outubro de 1890.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Indicações e contra-indicações dos bromuretos na therapeutica infantil”. &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista semanal de medicina e cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno IV, n. 47, p.373-375, 22 de dezembro de 1890.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Indicações e contra-indicações dos bromuretos na therapeutica infantil. (continuação)”. &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista semanal de medicina e cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno IV, n. 48, p.381-383, 1º de janeiro de 1891.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
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= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- JOSÉ Benicio de Abreu. In: BLAKE, Augusto Victorino Alves Sacramento. &#039;&#039;&#039;Diccionario Bibliographico Brazileiro. Quarto volume. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1898. pp.334-335. In: Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin. Acervo Digital. &amp;amp;nbsp;Capturado em 10 jun. 2020. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/5444&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - JOSÉ Benício de Abreu. In: ACADEMIA NACIONAL DE MEDICINA. Capturado em 11 ago. 2020. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;https://www.anm.org.br/jose-benicio-de-abreu/&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; - MAGALHÃES, Fernando. &#039;&#039;&#039;O Centenário da Faculdade de Medicina 1832-1932. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Tip. A. P. Barthel, 1932. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BMANG|&amp;lt;u&amp;gt;BMANG&amp;lt;/u&amp;gt;]]) &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - SANTOS FILHO, Lycurgo de Castro. &#039;&#039;&#039;História Geral da Medicina Brasileira. &#039;&#039;&#039;São Paulo: HUCITEC/EDUSP, 1991. v. 2. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCCBB|&amp;lt;u&amp;gt;BCCBB&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
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= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa - Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Redação - Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Revisão – Francisco José Chagas Madureira.&amp;lt;br/&amp;gt; Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Forma de citação&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
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		<author><name>Ana.guedes</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=ABREU,_HENRIQUE_TANNER_DE&amp;diff=3839</id>
		<title>ABREU, HENRIQUE TANNER DE</title>
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		<updated>2026-07-15T13:44:54Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ana.guedes: /* Fontes */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Henrique Tanner de Abreu nasceu em 12 de outubro de 1870, na cidade de Jaguarão, na província de São Pedro do Rio Grande do Sul, atual Estado do Rio Grande do Sul. Os dados de seu falecimento são desconhecidos. Foi preparador de medicina legal, substituto de higiene e medicina legal, e catedrático de medicina legal, em 1925, da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Dados pessoais&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Henrique Tanner de Abreu nasceu em 12 de outubro de 1870, na cidade de Jaguarão, na província de São Pedro do Rio Grande do Sul (atual Estado do Rio Grande do Sul). Era filho do médico Serafim Luis de Abreu e de Emília Tanner de Abreu (FALECE, 1964).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Faleceu em 17 de janeiro de 1964, no então Estado da Guanabara (atual Rio de Janeiro).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Trajetória profissional&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Henrique Tanner de Abreu doutorou-se em medicina pela [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], em junho de 1894. Nesta instituição foi interno da 1ª cadeira de clínica médica (26/12/1893), preparador de medicina legal (nomeado em 13/11/1896), substituto de higiene e medicina legal (concurso, 1917) e catedrático de medicina legal (1925).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Integrou, em 1910, o quadro de diretores do Asylo de S. Luiz para a Velhice Desamparada.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Por consideração a sua nomeação como professor substituto de higiene e medicina legal, lhe foi oferecido, em 3 de maio de 1917, um banquete no Restaurante Assyrio, do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, por iniciativa de professores e amigos, como Ernesto do Nascimento Silva, Orlando da Fonseca Rangel, Henrique de Brito Belfort Roxo, e Paulo Figueiredo Parreiras Horta, entre outros (BANQUETES, 1917).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi jubilado da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro em 19 de junho de 1938.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi nomeado em maio de 1890, juntamente com [[CRUZ,_OSWALDO_GONÇALVES|&amp;lt;u&amp;gt;Oswaldo Gonçalves Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]], auxiliar no [[INSTITUTO_NACIONAL_DE_HIGIENE|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Nacional de Higiene&amp;lt;/u&amp;gt;]], na gestão de Benjamin Antônio da Rocha Faria.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Integrou, em dezembro de 1894, a comissão de higiene extranumerária. Neste mesmo ano, ainda estudante do 6º ano da &amp;lt;u&amp;gt;[[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro]],&amp;lt;/u&amp;gt; Henrique Tanner de Abreu foi nomeado para atuar como médico no [[HOSPITAL_DE_SÃO_SEBASTIÃO|&amp;lt;u&amp;gt;Hospital de São Sebastião&amp;lt;/u&amp;gt;]], enquanto durasse a epidemia de febre amarela.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1914 mantinha um consultório na Rua da Assembleia nº 98, no centro da cidade do Rio de Janeiro, conforme anúncio veiculado no &#039;&#039;Annuario Administrativo, Profissional, Mercantil e Industrial da Republica dos Estados Unidos do Brasil para 1914&#039;&#039; (ANNUARIO, 1914, p.1121).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Desde 1915, Henrique Tanner de Abreu integrava o quadro de médicos do Hospital de São Francisco da Penitência, localizado na Rua Conde de Bonfim nº 1.033, no centro do Rio de Janeiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi presidente da Comissão de Medicina Legal da Sociedade Brasileira de Neurologia, Psychiatria e Medicina Legal, que havia sido fundada em 1907.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Era sócio efetivo do Circulo Catholico do Rio de Janeiro, em 1917.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi empossado como acadêmico honorário da [[ACADEMIA_NACIONAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Nacional de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]] em 28 de junho de 1928.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Entre os anos de 1937 e 1957 [?], Henrique Tanner de Abreu foi presidente da Sociedade Medica de São Lucas, fundada em 1922, cujas sessões foram realizadas, em grande parte, no Círculo Catolico, na rua Rodrigo Silva nº3, e posteriormente na Policlínica Geral, no Rio de Janeiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em matéria sobre o lançamento do livro “Estudos de hygiene et coetera”, de Henrique Tanner de Abreu, publicada em 1929 no &#039;&#039;Brasil-Medico&#039;&#039;, destacou-se o “homem de sciencia” e sua obra:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“O ilustre Prof. Tanner é uma dessa individualidades verdadeiramente atraentes, á primeira abordada, reunindo prendas de saber, inteligência, caracter, coração em gráo de equilíbrio tal que dificilmente se poderá dizer qual a mais predominante; nelle o homem de sciencia e o homem intimo impressionam por igual, (.....), clinico de notória proficiência, (...). E isto se refleta na obra, ora editada, em que a par de substanciaes monografias, - «Estudo hygienico do sólo; definição», «Cemiterio e crematorio», «Assistencia ao pauperismo profissional», «Hygiene e odontologia», «O exame medico pre-nupcial», «Purificação da vacina anti-variolica», «O problema da variola», etc, sobreexcedem encantadores traços de sua orientação philosophica de pensador toda ella ungida da Fé consoladora a empolgal-o por inteiro (...)”. (ESTUDOS, 1929, p.813)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Produção intelectual&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Contribuição ao estudo clinico das funcções hepaticas”. Rio de Janeiro, 1894. Tese (Doutoramento), Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, [s.n.], 1893.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Uma consulta médico legal”. 1911.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Das manchas de sangue. Apreciação das reações corantes”. 1911.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Reações micro-cristalograficas do sangue, cristais de hemina”. 1912.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Reações micro-cristalograficas do sangue, cristais de hemocromogenio”. 1913.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Espectroscopia do sangue”. 1915&amp;lt;br/&amp;gt; - “Da albumino precipitação”. Rio de Janeiro, 1917. Tese (Concurso) – Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro: [s.n.], 1917.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Hematologia Forense”. 1917.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Manual de necropsia forense”. 1917.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Diagnose da simulação de loucura. Resumo de uma prova oral de concurso”. Revista Simiatrica, Rio de Janeiro, 1917.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Acidente do Trabalho. Lesões corporais em virtude de explosão numa pedreira. Lição de clínica médico forense”. &amp;amp;nbsp;A Patologia Geral,1919.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Diagnostico generico e específico de mancha de sangue humano, antiga de 82 anos”. Gazeta de S. Paulo, São Paulo, 1920.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Caracterização das manchas nervosas, nomeadamente da massa cerebral”. 1928&amp;lt;br/&amp;gt; - “Parecer em caso da aplicação do conceito de deformidade”. Arquivos da Sociedade de Medicina Legal e Criminologia de S. Paulo, São Paulo, 1928.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Estudo Médico Legal da capacidade civil”. Mundo Medico; Gazeta Clínica, São Paulo, 1928.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Medicina Legal aplicada à Arte Dentária”. 1929.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Estudos de hygiene et coetera”. Rio de Janeiro: Livraria Quaresma, 1929.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Estudo histológico das manchas de massa cerebral e de placenta”. 1930.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Loucos de todo o gênero”. 1930.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Aplicações da fotometria de Nutting aos livores cadavéricos”. 1930.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Manual de Necroscopia Forense”. 1930.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Dr. Manoel Clemente do Rego Barros”. (Necrologia). Brasil-Medico, Rio de Janeiro, anno XLIV, n.33, p.916-917, 16 de agosto de 1930.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Embalsamamento”. Brasil-Medico, Rio de Janeiro, anno XLIV, n.47, p.1312-1314, 22 de novembro de 1930.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Do crime e do criminoso”. 1932.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O Segredo Medico. Brasil-Medico, Rio de Janeiro, anno LII, n.8, p.207-212, 19 de fevereiro de 1938.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O Segredo Medico. (Conclusão)”. Brasil-Medico, Rio de Janeiro, anno LII, n.10, p.255-259, 5 de março de 1938.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Jurisprudencia Medica”. Rio de Janeiro: Typ. Americana, 1938.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Haverá em casos muito especiais meio moralmente licito de evitar a gravidez?”. Palestra na Sociedade medica de São Lucas, em 30 de novembro de 1944.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Eugenia pre-matrimonial”. &amp;amp;nbsp;Trabalho apresentado no IV Congresso Internacional de Medicos Catolicos. Junho-julho de 1950.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A filosofia das ciências biológicas”. Brasil-Medico, Rio de Janeiro, ano 69, ns.27-31, p.376-382, 2 a 30 de julho de 1955.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Kant e a existência de Deus”. Palestra na Sociedade medica de São Lucas, em 27 de junho de 1956.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Moral e Situação”. Palestra na Sociedade medica de São Lucas, em 29 de agosto de 1956.&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp;“Aproxima-se o centenário de Lourdes miraculosa”. Palestra na Sociedade medica de São Lucas, em 26 de junho de 1957.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Vantagem do silencio”. Palestra na Sociedade medica de São Lucas, em 27 de novembro de 1957.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A reanimação e o aspecto moral”. Palestra na Sociedade medica de São Lucas, em 28 de maio de 1958.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Deus e o indivíduo; Deus e a sociedade”. Palestra na Sociedade medica de São Lucas, em 27 de maio de 1959.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- BANQUETES. &#039;&#039;O Paiz&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XXXIII, n.11.895, p.3, 3 de maio de 1917. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 15 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/178691_04/34876&amp;lt;/u&amp;gt; &amp;lt;br/&amp;gt; - ESTUDOS de hygiene et coetera. &#039;&#039;Brasil-Medico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XLIII, n. 28, p.813-814, 13 de julho de 1929. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 15 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/081272x/30272&amp;lt;/u&amp;gt;  &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - FALECE o decano dos médicos. &#039;&#039;Jornal do Brasil&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano LXXIII, n.15, 1º Caderno, p.12, 18 de janeiro de 1964. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 15 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/030015_08/48860&amp;lt;/u&amp;gt; &amp;lt;br/&amp;gt; - LOBO, Bruno Alípio. &#039;&#039;&#039;A Faculdade dos meus dias.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Access Editora, 1994. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;br/&amp;gt; - MAGALHÃES, Fernando. &#039;&#039;&#039;O Centenário da Faculdade de Medicina 1832-1932.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Tip. A. P. Barthel, 1932. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BMANG|&amp;lt;u&amp;gt;BMANG&amp;lt;/u&amp;gt;]]) &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - PRINCIPAES médicos do Rio de Janeiro. &#039;&#039;Annuario Administrativo, Profissional, Mercantil e Industrial da Republica dos Estados Unidos do Brasil para 1914. &#039;&#039;Almanalk Laemmert. 70º anno. 1º volume. Districto Federal. &amp;amp;nbsp;Rio de Janeiro: Officinas typographicas do Almanak Laemmert, 1914. p.1121. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 15 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/docreader/313394/54596&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa - Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Redação - Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Revisão – Francisco José Chagas Madureira.&amp;lt;br/&amp;gt; Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Forma de citação&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;{{SITENAME}}&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    [[Category:Verbetes]] [[Category:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ana.guedes</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=ABREU,_HENRIQUE_TANNER_DE&amp;diff=3838</id>
		<title>ABREU, HENRIQUE TANNER DE</title>
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		<updated>2026-07-15T13:44:36Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ana.guedes: /* Fontes */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Henrique Tanner de Abreu nasceu em 12 de outubro de 1870, na cidade de Jaguarão, na província de São Pedro do Rio Grande do Sul, atual Estado do Rio Grande do Sul. Os dados de seu falecimento são desconhecidos. Foi preparador de medicina legal, substituto de higiene e medicina legal, e catedrático de medicina legal, em 1925, da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Dados pessoais&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Henrique Tanner de Abreu nasceu em 12 de outubro de 1870, na cidade de Jaguarão, na província de São Pedro do Rio Grande do Sul (atual Estado do Rio Grande do Sul). Era filho do médico Serafim Luis de Abreu e de Emília Tanner de Abreu (FALECE, 1964).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Faleceu em 17 de janeiro de 1964, no então Estado da Guanabara (atual Rio de Janeiro).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Trajetória profissional&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Henrique Tanner de Abreu doutorou-se em medicina pela [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], em junho de 1894. Nesta instituição foi interno da 1ª cadeira de clínica médica (26/12/1893), preparador de medicina legal (nomeado em 13/11/1896), substituto de higiene e medicina legal (concurso, 1917) e catedrático de medicina legal (1925).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Integrou, em 1910, o quadro de diretores do Asylo de S. Luiz para a Velhice Desamparada.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Por consideração a sua nomeação como professor substituto de higiene e medicina legal, lhe foi oferecido, em 3 de maio de 1917, um banquete no Restaurante Assyrio, do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, por iniciativa de professores e amigos, como Ernesto do Nascimento Silva, Orlando da Fonseca Rangel, Henrique de Brito Belfort Roxo, e Paulo Figueiredo Parreiras Horta, entre outros (BANQUETES, 1917).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi jubilado da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro em 19 de junho de 1938.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi nomeado em maio de 1890, juntamente com [[CRUZ,_OSWALDO_GONÇALVES|&amp;lt;u&amp;gt;Oswaldo Gonçalves Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]], auxiliar no [[INSTITUTO_NACIONAL_DE_HIGIENE|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Nacional de Higiene&amp;lt;/u&amp;gt;]], na gestão de Benjamin Antônio da Rocha Faria.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Integrou, em dezembro de 1894, a comissão de higiene extranumerária. Neste mesmo ano, ainda estudante do 6º ano da &amp;lt;u&amp;gt;[[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro]],&amp;lt;/u&amp;gt; Henrique Tanner de Abreu foi nomeado para atuar como médico no [[HOSPITAL_DE_SÃO_SEBASTIÃO|&amp;lt;u&amp;gt;Hospital de São Sebastião&amp;lt;/u&amp;gt;]], enquanto durasse a epidemia de febre amarela.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1914 mantinha um consultório na Rua da Assembleia nº 98, no centro da cidade do Rio de Janeiro, conforme anúncio veiculado no &#039;&#039;Annuario Administrativo, Profissional, Mercantil e Industrial da Republica dos Estados Unidos do Brasil para 1914&#039;&#039; (ANNUARIO, 1914, p.1121).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Desde 1915, Henrique Tanner de Abreu integrava o quadro de médicos do Hospital de São Francisco da Penitência, localizado na Rua Conde de Bonfim nº 1.033, no centro do Rio de Janeiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi presidente da Comissão de Medicina Legal da Sociedade Brasileira de Neurologia, Psychiatria e Medicina Legal, que havia sido fundada em 1907.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Era sócio efetivo do Circulo Catholico do Rio de Janeiro, em 1917.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi empossado como acadêmico honorário da [[ACADEMIA_NACIONAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Nacional de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]] em 28 de junho de 1928.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Entre os anos de 1937 e 1957 [?], Henrique Tanner de Abreu foi presidente da Sociedade Medica de São Lucas, fundada em 1922, cujas sessões foram realizadas, em grande parte, no Círculo Catolico, na rua Rodrigo Silva nº3, e posteriormente na Policlínica Geral, no Rio de Janeiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em matéria sobre o lançamento do livro “Estudos de hygiene et coetera”, de Henrique Tanner de Abreu, publicada em 1929 no &#039;&#039;Brasil-Medico&#039;&#039;, destacou-se o “homem de sciencia” e sua obra:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“O ilustre Prof. Tanner é uma dessa individualidades verdadeiramente atraentes, á primeira abordada, reunindo prendas de saber, inteligência, caracter, coração em gráo de equilíbrio tal que dificilmente se poderá dizer qual a mais predominante; nelle o homem de sciencia e o homem intimo impressionam por igual, (.....), clinico de notória proficiência, (...). E isto se refleta na obra, ora editada, em que a par de substanciaes monografias, - «Estudo hygienico do sólo; definição», «Cemiterio e crematorio», «Assistencia ao pauperismo profissional», «Hygiene e odontologia», «O exame medico pre-nupcial», «Purificação da vacina anti-variolica», «O problema da variola», etc, sobreexcedem encantadores traços de sua orientação philosophica de pensador toda ella ungida da Fé consoladora a empolgal-o por inteiro (...)”. (ESTUDOS, 1929, p.813)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Produção intelectual&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Contribuição ao estudo clinico das funcções hepaticas”. Rio de Janeiro, 1894. Tese (Doutoramento), Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, [s.n.], 1893.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Uma consulta médico legal”. 1911.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Das manchas de sangue. Apreciação das reações corantes”. 1911.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Reações micro-cristalograficas do sangue, cristais de hemina”. 1912.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Reações micro-cristalograficas do sangue, cristais de hemocromogenio”. 1913.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Espectroscopia do sangue”. 1915&amp;lt;br/&amp;gt; - “Da albumino precipitação”. Rio de Janeiro, 1917. Tese (Concurso) – Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro: [s.n.], 1917.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Hematologia Forense”. 1917.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Manual de necropsia forense”. 1917.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Diagnose da simulação de loucura. Resumo de uma prova oral de concurso”. Revista Simiatrica, Rio de Janeiro, 1917.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Acidente do Trabalho. Lesões corporais em virtude de explosão numa pedreira. Lição de clínica médico forense”. &amp;amp;nbsp;A Patologia Geral,1919.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Diagnostico generico e específico de mancha de sangue humano, antiga de 82 anos”. Gazeta de S. Paulo, São Paulo, 1920.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Caracterização das manchas nervosas, nomeadamente da massa cerebral”. 1928&amp;lt;br/&amp;gt; - “Parecer em caso da aplicação do conceito de deformidade”. Arquivos da Sociedade de Medicina Legal e Criminologia de S. Paulo, São Paulo, 1928.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Estudo Médico Legal da capacidade civil”. Mundo Medico; Gazeta Clínica, São Paulo, 1928.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Medicina Legal aplicada à Arte Dentária”. 1929.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Estudos de hygiene et coetera”. Rio de Janeiro: Livraria Quaresma, 1929.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Estudo histológico das manchas de massa cerebral e de placenta”. 1930.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Loucos de todo o gênero”. 1930.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Aplicações da fotometria de Nutting aos livores cadavéricos”. 1930.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Manual de Necroscopia Forense”. 1930.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Dr. Manoel Clemente do Rego Barros”. (Necrologia). Brasil-Medico, Rio de Janeiro, anno XLIV, n.33, p.916-917, 16 de agosto de 1930.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Embalsamamento”. Brasil-Medico, Rio de Janeiro, anno XLIV, n.47, p.1312-1314, 22 de novembro de 1930.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Do crime e do criminoso”. 1932.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O Segredo Medico. Brasil-Medico, Rio de Janeiro, anno LII, n.8, p.207-212, 19 de fevereiro de 1938.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O Segredo Medico. (Conclusão)”. Brasil-Medico, Rio de Janeiro, anno LII, n.10, p.255-259, 5 de março de 1938.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Jurisprudencia Medica”. Rio de Janeiro: Typ. Americana, 1938.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Haverá em casos muito especiais meio moralmente licito de evitar a gravidez?”. Palestra na Sociedade medica de São Lucas, em 30 de novembro de 1944.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Eugenia pre-matrimonial”. &amp;amp;nbsp;Trabalho apresentado no IV Congresso Internacional de Medicos Catolicos. Junho-julho de 1950.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A filosofia das ciências biológicas”. Brasil-Medico, Rio de Janeiro, ano 69, ns.27-31, p.376-382, 2 a 30 de julho de 1955.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Kant e a existência de Deus”. Palestra na Sociedade medica de São Lucas, em 27 de junho de 1956.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Moral e Situação”. Palestra na Sociedade medica de São Lucas, em 29 de agosto de 1956.&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp;“Aproxima-se o centenário de Lourdes miraculosa”. Palestra na Sociedade medica de São Lucas, em 26 de junho de 1957.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Vantagem do silencio”. Palestra na Sociedade medica de São Lucas, em 27 de novembro de 1957.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A reanimação e o aspecto moral”. Palestra na Sociedade medica de São Lucas, em 28 de maio de 1958.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Deus e o indivíduo; Deus e a sociedade”. Palestra na Sociedade medica de São Lucas, em 27 de maio de 1959.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- BANQUETES. &#039;&#039;O Paiz&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XXXIII, n.11.895, p.3, 3 de maio de 1917. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 15 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/178691_04/34876&amp;lt;/u&amp;gt; &amp;lt;br/&amp;gt; - ESTUDOS de hygiene et coetera. &#039;&#039;Brasil-Medico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XLIII, n. 28, p.813-814, 13 de julho de 1929. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 15 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/081272x/30272&amp;lt;/u&amp;gt;  &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - FALECE o decano dos médicos. &#039;&#039;Jornal do Brasil&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano LXXIII, n.15, 1º Caderno, p.12, 18 de janeiro de 1964. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 15 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/DocReader/030015_08/48860&amp;lt;/u&amp;gt; &amp;lt;br/&amp;gt; - LOBO, Bruno Alípio. &#039;&#039;&#039;A Faculdade dos meus dias.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Access Editora, 1994. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;br/&amp;gt; - MAGALHÃES, Fernando. &#039;&#039;&#039;O Centenário da Faculdade de Medicina 1832-1932.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Tip. A. P. Barthel, 1932. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BMANG|BMANG]]) &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - PRINCIPAES médicos do Rio de Janeiro. &#039;&#039;Annuario Administrativo, Profissional, Mercantil e Industrial da Republica dos Estados Unidos do Brasil para 1914. &#039;&#039;Almanalk Laemmert. 70º anno. 1º volume. Districto Federal. &amp;amp;nbsp;Rio de Janeiro: Officinas typographicas do Almanak Laemmert, 1914. p.1121. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 15 jul. 2026. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;u&amp;gt;http://memoria.bn.gov.br/docreader/313394/54596&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa - Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Redação - Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Revisão – Francisco José Chagas Madureira.&amp;lt;br/&amp;gt; Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Forma de citação&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;{{SITENAME}}&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    [[Category:Verbetes]] [[Category:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ana.guedes</name></author>
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