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	<title>Dicionário Histórico-Biográfico das Ciências da Saúde no Brasil (1832-1970) - Contribuições do usuário [pt-br]</title>
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	<subtitle>Contribuições do usuário</subtitle>
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		<title>Conferências da Glória</title>
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		<updated>2025-11-24T13:29:51Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Rachel.froes: &lt;/p&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;As &#039;Conferências Populares da Glória&#039;, assim denominadas por se realizarem em escolas públicas localizadas na então freguesia da Glória, na cidade do Rio de Janeiro, iniciaram-se em 23 de novembro de 1873 sob a coordenação de &amp;lt;u&amp;gt;[[CORREIA, MANOEL FRANCISCO|Manoel Francisco Correia]]&amp;lt;/u&amp;gt;, senador do Império. Para seu criador, as conferências teriam a função de se tornar um meio para despertar o espírito para os mais diversos assuntos, excetuando-se as chamadas paixões políticas, as crenças e os princípios, e assim pela divulgação da ciência e da cultura transformar o país. Os conferencistas, que eram intelectuais em evidência no cenário científico e cultural, proferiram palestras sobre diversas temáticas, incluindo literatura, teatro, história das civilizações, educação, matemática, biologia, medicina, botânica, ciências físicas, e outras. Foram realizadas 734 conferências, tendo sido a última proferida em 27 de agosto de 1905.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Os registros indicam que grande parte das conferências ocorreu em uma das escolas públicas na freguesia da Glória, especialmente no prédio no qual atualmente se encontra a Escola Amaro Cavalcanti (antiga Praça Duque de Caxias, atual Largo do Machado). Outras foram realizadas na Escola de S. José (antiga Rua da Ajuda), na Escola Senador Correia (antigo Largo de S. Salvador), e na Escola Barão do Rio Doce (Rua do Lavradio). Eram franqueadas ao público em geral, e ocorriam, inicialmente, nas manhãs de domingo, e depois foram estendidas para dois dias semanais. As conferências eram anunciadas, antecipadamente, por avisos publicados em jornais da época (&#039;&#039;Jornal do Commercio, Gazeta de Notícias, Diario do Rio de Janeiro, Diario de Noticias, Diario Fluminense, O Paiz, Jornal do Brasil&#039;&#039; e &#039;&#039;Correio da Tarde&#039;&#039;), os quais também publicavam resumos das conferências proferidas.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
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&#039;&#039;&#039;Observação:&#039;&#039;&#039; As Conferências Populares da Glória estão sendo inseridas paulatinamente no campo:  &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:90%;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&#039;&#039;[[:Categoria:Conferencias|Listagem das Conferências]]&#039;&#039;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;{{SITENAME}}&amp;lt;br /&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Rachel.froes</name></author>
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		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=IMPERIAL_ESCOLA_AGR%C3%8DCOLA_DA_BAHIA&amp;diff=1794</id>
		<title>IMPERIAL ESCOLA AGRÍCOLA DA BAHIA</title>
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		<updated>2024-01-17T14:11:13Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Rachel.froes: &lt;/p&gt;
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&lt;div&gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Denominações:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Imperial Escola Agrícola da Bahia (1875);[[INSTITUTO_AGRÍCOLA_DA_BAHIA|Instituto Agrícola da Bahia ]](1904); [[ESCOLA_MÉDIA-TEÓRICO-PRÁTICA_DE_AGRICULTURA_DA_BAHIA|Escola Média-Teórico-Prática de Agricultura da Bahia]] (1911); Escola Superior de Agricultura e Medicina Veterinária-BA (1916); [[ESCOLA_AGRÍCOLA_DA_BAHIA|Escola Agrícola da Bahia]] (1919); [[ESCOLA_DE_AGRONOMIA_DA_UNIVERSIDADE_FEDERAL_DA_BAHIA|Escola de Agronomia da Universidade Federal da Bahia]] (1967)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;A Imperial Escola Agrícola da Bahia foi criada por iniciativa do Imperial Instituto Bahiano de Agricultura, e inaugurada em fevereiro de 1877 na localidade de São Bento das Lages, no Estado da Bahia. Sob a jurisdição da União, foi transformada em Escola Média Teórico-Prática de Agricultura da Bahia, que em 1916, foi transferida para a localidade de Pinheiro, no interior do Estado do Rio de Janeiro, juntando-se à Escola Superior de Agricultura e Medicina Veterinária-RJ. Em 1920 voltou a ser gerida pelo Estado da Bahia, tornando-se mais tarde, como Escola de Agronomia, uma unidade da Universidade Federal da Bahia.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Histórico&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A Imperial Escola Agrícola da Bahia, criada por meio do decreto nº 5.957, de 23 de junho de 1875, foi consequência de uma política iniciada em 1859 pelo Imperador D. Pedro II que, em viagem ao nordeste do país, decidiu criar alguns Imperiais Institutos de Agricultura. D. Pedro II tinha o intuito de solucionar problemas de mão-de-obra, capital e atraso tecnológico no que se referia à produção agrícola brasileira, que se via em crise em virtude da retração do mercado internacional e da consequente diminuição do preço pago pelo açúcar nacional. &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Imperial Instituto Bahiano de Agricultura, instituição que precedeu e possibilitou o surgimento da Imperial Escola Agrícola da Bahia em 1875, foi criado em 1859 junto a outros Imperiais Institutos de Agricultura como o Instituto de Agricultura Sergipano (decreto nº 2.521 de 20/01/1860), o Instituto Pernambucano de Agricultura (decreto nº 2.516 de 22/12/1859), o Instituto Fluminense de Agricultura (decreto nº 2607 de 30/06/1860) e o Instituto Rio-Grandense de Agricultura (decreto nº 2816 de 14/08/1861), somando-se às diversas experiências modernizadoras realizadas no país.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O decreto 2.500-A, de 1º de novembro de 1859, criava o Imperial Instituto Bahiano de Agricultura com as seguintes palavras de D. Pedro II:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Desejando assinalar a época de Minha Visita a esta Província com uma nova demonstração de constante atenção, que presto à Agricultura, como a principal fonte de riqueza do Estado; Hei por bem criar uma Associação com o título de Imperial Instituto Bahiano de Agricultura, a qual se regulará por Estatutos organizados segundo as bases, que com este baixam, assinadas por João de Almeida Pereira Filho, do Meu Conselho, Ministro e Secretário de Estado dos Negócios do Império, que assim o tenha entendido e faça executar. Palácio na cidade de S. Salvador da Bahia de Todos os Santos, em o primeiro de novembro de mil oitocentos e cinqüenta e nove, trigésimo oitavo da Independência e do Império.” (BRASIL,1859)&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Os institutos criados à época pelo Imperador tinham entre suas incumbências fundar escolas agrícolas, introduzir máquinas e instrumentos agrícolas e estudar, através de comissões técnicas, as causas permanentes ou transitórias da decadência da agricultura, animando-as por meio de prêmios e facilitando o transporte e a venda dos produtos agrícolas. Fazer a propaganda do ensino agrícola era também uma importante atribuição (TORRES, 1926).&amp;lt;br/&amp;gt; A fundação de escolas agrícolas para o desenvolvimento do país era uma reivindicação de influentes personalidades da política nacional. Em discurso à Assembléia Legislativa da Paraíba do Norte, em 1858, o Marechal de Campo Henrique de Beaurepaire Rohan reclamava a necessidade da difusão do ensino prático, em especial o agrícola, que teria por fim “iniciar e acostumar os alunos ao trabalho produtivo”. Dizia ainda Rohan:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;“Em nosso país, quase que não consiste a instrução pública, senão no ensino puramente literário. Logo que alguma localidade manifesta alguns sinais de opulência, qualquer que seja aliás a indústria a que ela deva sua riqueza, trata-se de a dotar com uma cadeira de latim, a que ao depois se seguem a de retórica e filosofia. Considerada a questão pelo lado econômico, é esse, no meu modo de ver, um erro muito prejudicial. As vocações industriais são providencialmente mais numerosas do que as vocações literárias; (…) Entretanto, são essas escolas o único recurso, que tem atualmente à sua disposição o pai de família, que deseja ver bem educados seus filhos, e desta sorte, mal encaminhando o ensino, contrariam-se as vocações, arruínam-se as fortunas, e cria-se a classe importuna dos aspirantes a empregos públicos. (…) Assim pois, senhores, tendo nós de proceder a um pequeno ensaio, espero que a escola de agricultura, convenientemente organizada, algum serviço preste à nossa indústria. Ela vai, ao mesmo tempo, servir de asilo a muitas crianças que, privadas de família, ou tendo-as sem fortuna, serão educadas sob os auspícios da província em que nasceram.” (ROHAN, 1878, p.17)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Desde sua fundação, o Imperial Instituto Bahiano de Agricultura “compreendendo as vantagens da educação especial e da ilustração agronômica para iniciar com proveito uma reforma sensata nas condições do trabalho rural, a Directoria dessa patriótica Associação resolveo fundar uma Escola theorica e pratica, com todo o desenvolvimento de estudos indispensável em taes circunstancias” (SILVA, 1871, p.7).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 18 de novembro de 1859, através do decreto n.º 2.506-A, foram aprovados os estatutos do Imperial Instituto Bahiano de Agricultura e a criação da escola de agronomia era uma de suas determinações primeiras, com a finalidade de:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“ensinar os princípios, de se ensaiar os sistemas mais convenientes de cultura da terra e sua preparação, os métodos que possam melhor concorrer para aperfeiçoar o fabrico dos produtos agrícolas e de introduzir máquinas e instrumentos que facilitem o trabalho e melhorem os processos até agora empregados” (BRASIL,1859).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em nove de maio de 1860, o Barão de São Lourenço foi encarregado de escolher um local propício para a instalação da escola. O local selecionado “foi o da Fazenda de S. Bento das Lages, situada no rico e populoso município de S. Francisco” (SILVA, 1871, p.8). O local, denominado Engenho de Lages, era uma propriedade do Abade Geral da Congregação Beneditina, e foi arrendado em 1863, quando foram iniciadas as obras de reforma e construção dos prédios:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Esse projecto foi levado á efeito com alguma lentidão, por falecerem os recursos, mas sem nada sacrificar ao principio que presidira á sua elaboração. Desde o anno de 1864 que se deo começo aos trabalhos da construção do edifício destinado á Escola agrícola, cujo plano foi traçado pelo Sr. Dr. Dionisio Gonçalves Martins, distincto engenheiro e mui versado na sciencia agronômica. - Nomear o autor do plano é o mesmo que dizer que o edifício satisfaz plenamente não só ás condições hygienicas, como á todas as exigências do estudo”. (SILVA, 1871, p.7)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Entres os anos de 1859 e 1870, ocorreram diversos entraves à criação da escola. Em 1861, Manoel Felizardo de Souza e Mello, Secretário de Estado dos Negócios da Agricultura, Comércio e Obras Públicas, se recusou a aprovar os estatutos do Instituto Imperial por considerar excessiva a despesa e recear que as demais províncias viessem a pedir igual auxílio. Em virtude de tal recusa, a província da Bahia criou um imposto especial de cinco réis para cada arroba de açúcar e para outros gêneros exportados com o intuito de auxiliar na construção da escola.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Com a demora no arrendamento do terreno, as dificuldades para a contratação de professores estrangeiros, oriundos inicialmente de Munique (Alemanha) e posteriormente de Grignon (França), e a indefinição de um diretor para o Instituto Imperial, que veio a ser o naturalista Louis Jacques Brunet, fez com que a inauguração da Escola Agrícola da Bahia ocorresse dezessete anos após a primeira discussão sobre o tema (CAPDEVILLE,1991).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1868, a finalização das obras foi entregue a um contratante em virtude da morosidade do processo. Louis Jacques Brunet ficou então encarregado da aquisição, na Europa, de todo o material didático necessário, importado com total isenção de impostos e trazido ao Brasil em 1870.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi extinto, ainda em 1870, o imposto de cinco réis por arroba de gênero exportado para auxílio ao Imperial Instituto Bahiano de Agricultura, que passou a contar com uma subvenção estadual.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Os prédios da Imperial Escola Agrícola da Bahia só foram concluídos em 1870:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;“As construcções estão terminadas, e os últimos arranjos devem ficar concluídos por todo este anno, esperando-se inaugurar a Escola em fevereiro do anno próximo vindouro. Os estatutos que devem regel-a, o plano de estudos com a divisão dos cursos theoricos e práticos forão formulados igualmente pelo ilustrado Sr. Dr. Dionisio Martins, que se tem mostrado incansável na tarefa que abraçou e na qual tem sido eficazmente auxiliado por toda a Directoria, que n´elle deposita a mais inteira confiança, e á cuja testa se acha o honrado Sr. Barão (hoje Visconde) de Sergimerim, mui digno Presidente”. (SILVA, 1871, p.8)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Segundo Guy Capdeville (1991), os estatutos da Imperial Escola Agrícola da Bahia, também conhecida como Escola Agrícola de São Bento das Lages, ficaram prontos no dia 1º de outubro de 1874. Mas foi somente em 23 de junho de 1875 que o Imperador publicou o decreto nº 5.957, criando a escola, que só começou a funcionar, a título de experiência, em 16 de julho de 1876.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O decreto criava, sob a proteção de D. Pedro II, a Imperial Escola Agrícola da Bahia, no Engenho São Bento das Lages, e ordenou que das instalações da escola constassem um internato e um externato. Versava ainda o decreto sobre o caráter do ensino a ser ministrado na instituição, que deveria ser essencialmente prático, acompanhado de suficientes noções teóricas das ciências histórico-naturais, dos princípios gerais de cultura e de culturas especiais. O ensino superior habilitaria engenheiros agrônomos, silvicultores e veterinários. Segundo o decreto, o ensino constaria ainda de cursos de ciências preparatórias e técnicas e de exercícios práticos nos estabelecimentos anexos.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Desde sua inauguração, a Imperial Escola Agrícola da Bahia já contava com bem providos laboratórios de química e física, um museu destinado ao estudo de anatomia comparada e de veterinária e uma biblioteca com mais de 8000 volumes. O prédio tinha capacidade de comportar cem alunos. Sua inauguração solene só veio a acontecer em quinze de fevereiro de 1877, sob a direção do médico Artur Cezar Rios. Era a fundação da Imperial Escola Agrícola da Bahia, a primeira escola agrícola do Brasil.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No começo a escola contava com subvenção do Governo Imperial (81:000$000), do Governo Provincial (328:000$000), com doações feitas pelo Imperador e pelo Visconde de Passé (10:000$000), e com anuidades dos associados fazendeiros (77:000$000). O entusiasmo com o novo empreendimento foi arrefecendo por parte dos associados e, em pouco tempo, a tutela do Estado para a manutenção da instituição foi se tornando inevitável. Dos 122 sócios do Instituto em 1959, existiam 102 em 1865, 86 em 1869 e apenas 33 em 1889 (FIUZA,1934).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O ensino foi desde o início dividido entre a idéia de se dar ênfase ao conhecimento teórico e à pesquisa, de pretensão superior, que formaria engenheiros agrônomos e veterinários; e uma visão prática, de cunho elementar, que tinha como objetivo habilitar lavradores e regentes florestais. Ficou estabelecido o regime de internato para os alunos, que deveriam ter 16 anos ou mais. O curso de agronomia tinha a duração de quatro anos e o de veterinária três anos. Ao término dos estudos os alunos apresentariam e defenderiam, publicamente, uma tese sobre agricultura e ciências afins, recebendo o título de engenheiro agrônomo ou veterinário. Já o ensino ministrado no curso elementar consistia em leitura de vernáculo, escrita, noções de aritmética e, o principal, que eram os trabalhos práticos no campo.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A Imperial Escola Agrícola da Bahia ficou subordinada à direção do Imperial Instituto Bahiano de Agricultura de 1877 até 1904, quando passaram a chamar-se, ambas as instituições, Instituto Agrícola da Bahia, permanecendo com essa nomenclatura até 1911. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Desde a sua fundação, em 1877, até 1904, a Escola Agrícola da Bahia teve 380 alunos matriculados e diplomou 377.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1877 eram 57 os alunos matriculados, sendo 19 no curso superior de agronomia e 38 no elementar. No trabalho prático realizado no campo já dispunham os alunos de aperfeiçoados instrumentos agrários e de um sistema de trilhos rurais, portáteis e econômicos, que foram utilizados desde o início (RELATÓRIO, 1878).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Dos vinte alunos matriculados no curso superior de agronomia no ano da inauguração da escola, apenas dez se formaram no dia 23 de janeiro de 1881. Defenderam tese e receberam o título de engenheiros-agrônomos. Eram os primeiros agrônomos formados no Brasil.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No ano de 1882, 23 alunos freqüentaram o curso elementar, destinado a formar operários agrícolas, onde se estudava português, contabilidade, ensino religioso e se praticava exercícios rurais práticos. O curso superior de agronomia teve, neste mesmo ano, matrícula de 33 alunos, dos quais 23 eram pensionistas, dez tinham ensino gratuito, 32 eram internos e apenas um era externo (RELATÓRIO,1883).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1883 a matrícula aumentou para 24 alunos no curso elementar e 45 no superior de agronomia.&amp;lt;br/&amp;gt; Ainda em 1883 os alunos de agronomia produziram trabalhos de laboratório que tratavam de análises químicas da terra, das rochas, da cana de açúcar, féculas e outros vegetais. Foram realizados também trabalhos de campo em fazenda anexa à escola agrícola, onde foram preparadas diversas culturas, principalmente relativas às variedades de cana-de-açúcar. Tais variedades de cana-de-açúcar foram distribuídas a 232 plantadores da região. Eram mudas das seguintes variedades da cana: Kavangire, Louzier e Amarella de Java (RELATÓRIO, 1883).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No relatório apresentado pelo Ministro e Secretário de Estado dos Negócios da Agricultura, Comércio e Obras Públicas, Affonso Augusto Moreira Penna, à Assembléia Geral em 1883, havia ainda uma série de restrições aos terrenos do estabelecimento, que segundo o Ministro eram montanhosos, de sub-solo formado de lajes e cheio de formigas, o que tornava muito difícil a rotação das terras e impedia o desenvolvimento das culturas. A situação econômica da escola também foi alvo das críticas do Ministro, segundo o qual a receita oriunda das subvenções do Estado e da Província da Bahia, que totalizavam então 44:000$, chegavam apenas a pagar parcialmente as despesas, que totalizavam 49:318$000: diretoria, corpo docente e empregados - 31:666$000; alimentação e outras despesas com alunos do curso superior - 8:200$000; fornecimento de alimentação e roupa aos alunos do curso elementar - 5:952$000; e conservação do edifício, benfeitorias na fazenda, aquisição de sementes e objetos para a escola - 3:500$000. Nada sobrando, portanto, para a aquisição de utensílios e instrumentos de que careciam os trabalhos rurais (RELATÓRIO, 1883). &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foram 48 os alunos matriculados no ano de 1884, dos quais 35 eram pensionistas internos, onze pensionistas gratuitos e dois pensionistas externos, sendo um gratuito.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 31 de dezembro de 1885, Francisco dos Santos Silva, diretor da Imperial Escola Agrícola da Bahia, apresentou um relatório à Secretaria de Estado dos Negócios da Agricultura, Comércio e Obras Públicas. através de requerimento do Presidente da Província da Bahia Theodoro M.F. Pereira da Silva. No relatório o então diretor informava, dentre outras coisas, que o engenheiro Gustavo Rodrigues Pereira D´Utra, que seria em 1898 diretor do Instituto Agronômico do Estado de São Paulo, fora efetivado na cadeira de agricultura e economia rural, a qual já regia interinamente havia quatro anos. O professor engenheiro Horácio Moreira de Magalhães, que regia interinamente a cadeira de desenho passou à de engenharia e o engenheiro José Nuno de Barros Pereira assumiu a cadeira de desenho (SILVA, 1885).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O diretor Francisco dos Santos Silva disse ainda em seu relatório que o curso de agronomia vinha correndo com toda a regularidade, com 45 alunos matriculados, e que os trabalhos práticos, principalmente os de campo, haviam ganho novo alento com o terreno que ele próprio mandou cercar. O terreno, de 4 hectares com diversos graus de elevação e fertilidade, onde pretendia poder serem cultivadas várias plantas, inclusive o arroz de montanha e de brejo, foi cercado, arado e roçado na presença dos alunos de terceiro e quarto anos que iniciaram as lavouras definitivas para o plantio de cana-de-açúcar e milho, empregando o arado do paiz, o tourne-oreille, o arado cubano e a grade Howard (SILVA, 1885).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Sobre o curso elementar de agricultura o relatório dizia que apesar dos esforços em favor da conquista de um maior número de alunos, a freqüência mantinha-se entre vinte e cinco e trinta alunos. As razões da dificuldade foram descritas pelo diretor Francisco dos Santos Silva:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“É tal o atraso em que se acham os habitantes do campo, que não compreendem eles as vantagens, que se possam recolher d´uma educação regulada pelo trabalho racional de par com a instrução primária e o ensino religioso. Os pais, dificilmente querem renunciar ao trabalho de seus filhos, quando no vigor da idade, de sorte que ou apresentam à matrícula menores de dez anos, ou apressam-se em retirá-los, quando eles atingem a certa idade, na qual podem trabalhar com mais proveito.&amp;quot; (RELATÓRIO, 1886)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O relatório da Secretaria de Estado dos Negócios da Agricultura, Comércio e Obras Públicas, do ano de 1886, informava que o número de alunos matriculados era de 51, sendo 37 internos pensionistas, 13 internos gratuitos e um externo gratuito. A biblioteca aumentou o número de seus volumes de oito para dez mil.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1887 a escola abriu concurso para preencher a cadeira de engenharia rural, vaga pela morte do engenheiro Horácio Moreira de Magalhães, sendo escolhido o engenheiro Arlindo Coelho Fragozo.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O orçamento da escola permaneceu, apesar das insistentes reivindicações de aumento, no valor de 44:000$ em 1888, número que a cada ano se tornava menos suficiente para o pleno funcionamento a instituição. No primeiro semestre do ano houve matrícula de 49 alunos no curso de agronomia, número reduzido para 44 no segundo semestre. O curso de agricultura, de nível médio, teve matrícula de apenas dez alunos. (RELATÓRIO, 1889)&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O ano de 1889 foi um marco negativo para o funcionamento da Escola Agrícola da Bahia, pois com a proclamação da República e as transformações políticas subseqüentes, a Escola se viu esvaziada de recursos e alunos. Houve em 1889, 43 matrículas para o curso de agronomia, sendo 18 alunos admitidos gratuitamente após realização de concurso de habilitação. A redução de recursos, apesar dos apelos do Ministro da Agricultura, Comércio e Obras Públicas, Francisco Glicério Cerqueira Leite, para que se mantivesse a subvenção, refletiu na Escola, a qual chegou ao ponto de ter no ano seguinte (1890) apenas um aluno requerendo matrícula. Desde então até 1894, a Escola só abria nos fins de ano para exames ou para concessão de diplomas para alunos matriculados antes de 1890 (FIUZA, 1934). Nos relatórios enviados pelo Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas ao Presidente da República, no período de 1889 a 1894, as informações sobre a Escola eram superficiais e davam a impressão de falta de acompanhamento do trabalho, fruto da crise em que estava mergulhada a instituição. Durante os dez anos seguintes, até 1904, não houve uma matrícula sequer na Escola Agrícola da Bahia.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Existia no início da década de 1890 forte pressão política de fazendeiros na direção de ser a escola transferida para a capital do Estado da Bahia para ficar sob a responsabilidade do Governo Estadual. Mas o Instituto de Agricultura vinha mantendo o estabelecimento em São Bento das Lages até 1902, quando a diretoria resolveu fechar a Imperial Escola Agrícola da Bahia (TOURINHO,1982). &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A crise da economia açucareira acabou por fechar as portas tanto da Escola de São Bento das Lages como do Imperial Instituto Bahiano de Agricultura, apesar de a escola já ter formado até então duzentos e setenta e três engenheiros agrônomos. (ARAÚJO, 2002)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O fechamento da Imperial Escola Agrícola da Bahia gerou uma análise curiosa de Pedro Carlos da Silva Telles, autor de “História da Engenharia do Brasil”:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Essa notável instituição, da qual saíram muitas dezenas de engenheiros- alguns de destaque- foi extinta no final do século, pelo motivo alegado de que sendo o ensino muito bom, os seus alunos dedicavam-se a outras atividades, e não diretamente à agropecuária! De onde se conclui que se o ensino não fosse bom a escola teria sobrevivido! É inacreditável, mas foi verdade!” (TELLES, 1994)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1904, o Governador do Estado da Bahia, José Marcelino de Souza mandou mensagem à Assembléia Geral Legislativa, declarando que o governo estadual cogitava da avocação da instituição, passando para o domínio do Estado da Bahia todos os bens da Escola. A mensagem formulava ainda as bases da reforma que deveria ser adotada:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“a) criação de uma escola prática de agricultura e minas, tendo anexo um estábulo modelo, uma estação agronômica, a Escola Correcional, um observatório meteorológico e um gabinete de mineralogia; b) A Escola não expedirá diplomas, apenas dará atestados de bom ou mal aproveitamento dos alunos; c) a parte experimental e prática terá a maior amplitude, e o estudo teórico apenas constará do indispensável ao bom exercício daquela; d) o governo do Estado contratará no estrangeiro os profissionais que houver de mister para o serviço da Escola; e) no provimento dos cargos o governo utilizará todo o pessoal disponível nas repartições públicas e em estabelecimentos oficiais congêneres.” (FIUZA, 1934, p.21)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;De posse de todo o acervo do extinto Instituto Bahiano de Agricultura, o Governo do Estado da Bahia criou, ainda em 1904, o Instituto Agrícola da Bahia, que compreendia um curso para instrução de fazendeiros, agricultores e criadores, um curso para trabalhadores rurais, uma estação agronômica e um posto zootécnico.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Governador José Marcelino de Souza encarregou Miguel Calmon du Pin e Almeida da organização do Instituto Agrícola da Bahia. Este trouxe da Europa o naturalista suíço Léo Zehntner, que acabara de realizar um estudo sobre culturas tropicais em Java, na Indonésia, para dirigir o estabelecimento. Léo Zehntner tratou logo de adaptar a Escola Agrícola da Bahia, então sob a égide do Estado da Bahia, aos novos planos, instalando campos de cultura, já que somente existia um maltratado pomar em São Bento das Lages.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O diretor Zehntner apresentou em 1905 um relatório ao Governo do Estado da Bahia em que dizia que o terreno em São Bento das Lages era muito acidentado, e em grande parte impróprio para o cultivo, devido ao fato de que a rocha, em alguns lugares, estava à flor do solo, e também porque era em grande parte invadido pela água do mar, sendo inacreditável o fato de ter sido por 25 anos explorado por uma escola agrícola. Referia-se ainda o diretor ao abandono e à falta de conservação do monumental edifício da Escola e do museu, que acumulavam poeira, umidade e roedores.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 24 de fevereiro de 1907, Zehntner se dirigiu ao Governo do Estado da Bahia de forma determinante, exigindo que o Governo lhe garantisse a instalação do Instituto Agrícola da Bahia em prazo breve e, segundo seus desejos e condições, o que representaria um custo de 150:000$000 contos de réis por ano, ou então que fechasse as portas daquela instituição no menor tempo possível. Os poucos alunos matriculados no Instituto eram qualificados por um professor da época, João Silveira, como desinteressados e pouco preparados para o curso. Os alunos que freqüentaram o Instituto, entre 1904 e 1910, não chegaram a concluir o curso (FIUZA, 1934).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Alegando falta de recursos financeiros e contando com o apoio federal no financiamento da escola, o Estado da Bahia entregou o Instituto Agrícola e todos os seus bens imóveis e móveis ao Governo Federal, que, de acordo com o decreto nº 8.584, de 1º de março de 1911, criou em São Bento das Lages, a Escola Média ou Teórico-Prática de Agricultura, ou Escola Agrícola da Bahia, que teria por finalidade a educação profissional em nível médio, aplicada à agricultura, zootecnia, veterinária e às indústrias rurais. O curso da Escola Média Teórico-Prática de Agricultura da Bahia, como ficou conhecida, teria duração de três anos, divididos em semestres com um ano de estágio. O decreto previa ainda a gratuidade do ensino para alunos que atendessem às seguintes condições (art.106): 1a - ter sido aprovado plenamente no exame de admissão ou no curso ginasial; 2a - ser órfão de pai e mãe; 3a - ser órfão de pai; 4a - ser filho de agricultor, criador ou profissional de indústria rural. (RELATÓRIO, 1911) &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foram feitas instalações de água e gás para o melhor funcionamento dos laboratórios da Escola. Importou-se ainda da França e da Alemanha materiais para a montagem de gabinetes de física, zootecnia, veterinária e anatomia comparada e para os laboratórios de química orgânica e agrícola. Foi feita ainda uma oficina de taxidermia, vinculada a 2ª Cadeira (botânica, zoologia e moléstias das plantas), que foi fator primordial no enriquecimento das coleções zoológicas, cujos espécimes eram ali preparados com o intuito de fazer permutas com outros institutos no futuro. (RELATÓRIO, 1911)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1911 a Escola Média-Teórico-Prática de Agricultura da Bahia contava com apenas 24 alunos, dos quais apenas 16 foram aprovados em suas disciplinas. O acervo da biblioteca da Escola, que antes era de dez mil livros, passou em 1911 para 4.720 livros (RELATÓRIO,1912).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A ação do Governo Federal não surtiu o efeito desejado, e em 15 de abril de 1914 decretou o Governo a suspensão do curso de agronomia ali realizado, sendo os alunos todos transferidos para o Posto Zootécnico de Pinheiro, no Estado do Rio de Janeiro. A Escola Média-Teórico-Prática de Agricultura da Bahia suspendeu suas atividades, e pelo decreto nº 12.012, de 29 de março de 1916, foi anexada à Escola Superior de Agricultura e Medicina Veterinária, que funcionava no Rio de Janeiro. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em decorrência deste decreto, o Governo Federal tentou remover de São Bento das Lages todo o material por ele enviado anteriormente para aquela Escola, com o fim de transportá-lo para a capital da República. O governo baiano se opôs tenazmente a tal remoção, alegando o direito de reversão, que lhe assegurava uma das cláusulas do contrato de avocação, conseguindo assim a restituição ao Estado da Bahia de todo o material escolar e benfeitorias realizadas em São Bento das Lages. Joaquim Alves da Cruz Rios, bacharel em direito, ficou encarregado como depositário do material e benfeitorias, mantendo as instalações até a reabertura da Escola.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi uma demonstração do poder dos coronéis baianos sobre o Governo do Estado e suas instituições, principalmente em se tratando da escola de agronomia. Em seu livro “Cidadania no Brasil – O Longo Caminho”, José Murilo de Carvalho comenta a dimensão deste poder:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“No estado da Bahia eles (os coronéis) eram poderosos a ponto de fugirem ao controle do governo do estado. (...) Os coronéis baianos formavam pequenos estados dentro do estado. Em suas fazendas, e nas de seus iguais em outros estados, o braço do governo não entrava.” (CARVALHO, 2001, p.55) &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A lei nº 1.333, de 31 de julho de 1919, decretou a reabertura da instituição, agora denominada Escola Agrícola da Bahia. Cruz Rios, anteriormente depositário dos bens da instituição, foi nomeado diretor e tratou do início dos cursos. Além do cultivo de cana, cereais e mandioca, houve a tentativa de se introduzir o plantio da videira e do trigo, que não obteve um resultado satisfatório. Ainda no ano de 1919 a Escola promoveu a distribuição de 9 ½ toneladas de colmos de canas de diversas variedades, além de sementes de fumo, de forragem, de hortaliças e plantas de jardim para os lavradores dos arredores. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No começo de 1920, nos exames de admissão, perante uma banca examinadora nomeada pelo diretor Cruz Rios, 20 alunos foram aprovados e matricularam-se na Escola, optando, em sua maioria, pelo regime de internato, que foi posteriormente extinto por falta de recursos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 4 de setembro de 1923, pela lei nº 1.700, foram considerados funcionários públicos estaduais todos os professores da Escola Agrícola da Bahia. No início de 1924 faleceu o diretor Joaquim Alves da Cruz Rios, que foi substituído naquela função por João Ladislau de Cerqueira Bião. A Escola contava nessa ocasião com uma subvenção federal de 60:000$000, mais tarde elevada para 100:000$000, sendo que as subvenções do período entre 1926 e 1930 só foram pagas em 1932. Daí a dificuldade de funcionamento da Escola durante toda a década de 1920.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A Escola Agrícola da Bahia só adquiriu uma certa estabilidade e normalidade em seu funcionamento a partir da década de 1930. Em 1930 a Escola foi transferida para Salvador e em 1943 para a cidade de Cruz das Almas, onde funciona atualmente a Faculdade de Agronomia da Universidade Federal da Bahia.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Estrutura e funcionamento&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O decreto 5.957 de 23 de junho de 1875, que aprovou os estatutos da Imperial Escola Agrícola das Bahia, previa o seguinte grupo de cadeiras: 1ª - Princípios de Química, Física e Mineralogia; 2ª - Princípios de Geologia, Botânica e Zoologia; 3ª - Matemáticas Elementares; 4ª - Princípios de Agrologia, Culturas Arvenses, Arboricultura e Epifetias; Princípios Gerais de Silvicultura, Topografia Florestal e Artes Florestais; Engenharia Rural, compreendendo Mecânica, Topografia Agrícola e Princípios Gerais de Construção em sua primeira parte e Hidráulica Agrícola e Construções Rurais na segunda parte; Economia Agrícola e Florestal; Legislação Agrária e Florestal. 5ª - Anatomia Geral, Descritiva e Exterior de animais domésticos; Fisiologia e Farmacologia Veterinária; Patologia Veterinária Especial e Geral; Cirurgia Obstetrícia, Siderotecnia Veterinária e Clínica Cirúrgica; Clínica Médica Veterinária e Direito Veterinário; 6ª - Desenho.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Porém, em sua inauguração em 1876, o ensino superior na Imperial Escola Agrícola da Bahia constava na prática, das seguintes disciplinas, distribuídas pelos quatro anos do curso (CASTRO, 1979):&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; 1º Ano - Física e Química Mineral / Frederico Maurício Draenert, que identificou em 1869 a bacteriose da cana-de-açúcar, iniciando o estudo da fitopatologia no Brasil; Matemáticas Elementares e Trigonometria / Joaquim Leal Ferreira; Botânica e Zoologia / João Ladislau de Cerqueira Bião; Desenho linear, de aquarela, arquitetônico, de paisagens e flores / Horácio Moreira de Magalhães.&amp;lt;br/&amp;gt; 2º Ano- Mineralogia e Química Orgânica / Frederico Maurício Draenert; Zoologia e Geologia / João Ladislau de Cerqueira Bião; Matemáticas Superiores, Geometria Descritiva, Topografia e Desenho de Máquinas / Horácio Moreira de Magalhães.&amp;lt;br/&amp;gt; 3º Ano- Química Agrícola, Analítica e Indústrias Agrícolas – Engenharia / Frederico Maurício Draenert; Agricultura: Agronomia e Fitotecnia / Gustavo Rodrigues Pereira D´Utra; Topografia e Desenho de Construções Rurais / Horácio Moreira de Magalhães.&amp;lt;br/&amp;gt; 4º Ano- Agricultura: Economia Rural e Contabilidade Agrícola / Gustavo Rodrigues Pereira D´Utra; Anatomia Comparada, Zootecnia, Higiene e Veterinária / João Gonçalves Martins.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O quadro do pessoal da Escola, em 1907, era assim constituído: Léo Zehntner (diretor), João Ladislau de Cerqueira Bião (vice-diretor e professor), Victor Argollo Ferrão (professor do curso agronômico), João Silveiro Guimarães (professor do curso agronômico), João Silveira (professor do curso agronômico), Carlos Ernesto Julius Lohmann (químico), Edmundo Schubert (agrônomo e zelador zootécnico), José Joaquim de Aragão Bulcão (auxiliar agronômico), Christino Neves (da Colônia Agrícola Educadora).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1911, com a mudança de nome para Escola Média Teórico-Prática de Agricultura da Bahia, houve uma reforma curricular. O decreto nº 8.584, 1º de março de 1911, afirmava que o curso de agronomia ainda teria a duração de três anos, divididos em semestres, com mais um ano de estágio, e passaria a compreender sete cadeiras:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; 1a - Álgebra, Geometria, Trigonometria, noções de Mecânica Geral, Mecânica Agrícola, Construções Rurais e Hidráulica Agrícola;&amp;lt;br/&amp;gt; 2a - Física Agrícola, Química Geral e Inorgânica, noções de Mineralogia;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; 3a - Botânica e Zoologia Agrícola, Sistemática e Fitopatologia;&amp;lt;br/&amp;gt; 4a – Noções de Química Orgânica, Química Agrícola e Bromatologia, Tecnologia Industrial Agrícola, Fermentações Industriais;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; 5a - Agricultura Geral e Especial, Silvicultura, Economia Rural, Legislação Agrária e Florestal, Contabilidade Agrícola;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; 6a - Higiene e Alimentação dos animais domésticos, Zootecnia Geral e Especial;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; 7a - Noções de Anatomia e Fisiologia dos animais, Higiene, Medicina Veterinária.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Havia ainda aulas de desenho e topografia, e os alunos obtinham diploma de engenheiro agrônomo ao fim do curso. Eram professores da Escola, distribuídos entre as sete cadeiras referidas: José Geminiano Gomes Guimarães, Paulo Bigler, Philipp von Luetzelburg, Annibal Revault de Figueiredo, Romulo Monteiro Gonçalves, José Martins, Emygdio de Mattos, J.J. Vianna, José Joaquim Marques; e preparadores-repetidores, entre os quis Candido Augusto Ribeiro.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1913, sob a direção de Henrique Devoto, o quadro docente era o seguinte: &amp;amp;nbsp;Romulo Monteiro Gonçalves (professor de Desenho e Topografia), José Germiniano Gomes Guimarães (lente da 1ª Cadeira), José de Martina (interino, lente da 2a Cadeira), Annibal Revault de Figueiredo (lente da 3ª Cadeira), Marcel Ledent (contratado, lente da 2ª Cadeira). A Escola contava ainda com professores repetidores (Almanaque Laemmert,1913): Francisco Eloy de Almeida (1ª Cadeira), Durval Olivieri (2ª Cadeira), Francisco Pereira de Andrade Barreto (2ª Cadeira), e José Joaquim Ribeiro de Oliveira (3ª Cadeira).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Na reabertura da Escola, em 1919, foram convidados para constituir seu corpo docente: João Ladislau de Cerqueira Bião (botânica, zoologia e fitopatologia), Joaquim Mendes de Souza (matemáticas), Candido Augusto Ribeiro (química mineral e física experimental), e Elpidio Alves da Silva Paranhos (desenho). &amp;amp;nbsp;Em 1920 foi nomeado lente catedrático da 2ª cadeira (física experimental e química geral e inorgânica) Sabino Muniz Fiuza.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 19 de julho de 1921 foi decretado novo regulamento, pelo qual o curso da Escola Agrícola da Bahia passou a ter quatro anos, divididos em semestres de ensino teórico e prático, ao final dos quais seria conferido o diploma de engenheiro agrônomo. Os professores eram, desde então, contratados por concurso público, e o curso passou a constar de nove cadeiras assim distribuídas:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; 1ª - Matemáticas, compreendendo Álgebra, Geometria e Trigonometria; e Estradas de Ferro e de Rodagem;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; 2ª - Física Experimental, Química Geral e Inorgânica, Meteorologia, Climatologia, Geologia e Mineralogia agrícolas;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; 3ª - Botânica e Zoologia agrícolas, Fitopatologia;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; 4ª - Química Orgânica, Agrícola e Biológica. Tecnologia Agrícola e Industrial. Fermentações;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; 5ª - Mecânica Geral e Aplicada, Construções Rurais e Hidráulica;&amp;lt;br/&amp;gt; 6ª - Agricultura Geral, Direito, Contabilidade Agrícola;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; 7ª - Agricultura Especial;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; 8ª - Zootecnia Geral e Especial, Higiene e noções de Veterinária;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; 9ª - Desenho e Topografia.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1922 foram nomeados Edvaldo Pithon (5ª cadeira), Pedro Antônio da Costa (culturas do aprendizado) e Joaquim Alves da Cruz Rios (6ª e 7ª cadeiras). No ano seguinte foi preenchida a cadeira de zootecnica, higiene e veterinária com a nomeação do agrônomo João Pimenta Bastos.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Diretores: Arthur Cesar Rios (1875-1879); João Ladislau de Cerqueira Bião (1879-1880); Francisco dos Santos Silva (1880-1890); João Ladislau de Cerqueira Bião (1890 a 1894); Gustavo Rodrigues Pereira D´Utra (1894 a 1897); João Ladislau de Cerqueira Bião (1897-1904); Léo Zehntner (1905- 1911); Henrique Devoto (1911-1913); José Joaquim Marques (1911-1914); Joaquim Alves da Cruz Rios (1914-1917; 1919- &amp;amp;nbsp;1924); João Ladislau de Cerqueira Bião (1924-1925); Candido Augusto Ribeiro (1925-1931).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Publicações oficiais&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em outubro de 1911, os estudantes da Escola Agrícola da Bahia lançaram o periódico mensal &#039;&#039;O Agronomo&#039;&#039;. &#039;&#039;Orgam dos Estudantes da Escola Agricola de São Bento das Lages&#039;&#039;.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;O Agronomo&#039;&#039; era uma publicação mensal, tendo sido lançada sua primeira edição em outubro de 1912 (ARAÚJO, 2006). Aceitava artigos referentes a assuntos agrícolas, comerciais e industriais, e restringia a publicação de temas de crítica pessoal, assuntos políticos e religiosos. Seu regimento interno definiu, em seu art. 3º, a seguinte organização para a publicação:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;“a) uma seção agrícola, industrial e comercial de colaboração dos membros honorários do Centro (agrônomos e engenheiros agrônomos); &amp;amp;nbsp;b) uma seção idêntica à precedente de colaboração dos membros efetivos do Centro (estudantes); c) uma seção oficial do Centro em que serão publicadas as atas de suas sessões e mais assuntos concernentes a sua direção; d) uma seção bibliográfica (publicações recebidas); e) uma seção noticiosa (assuntos que não se afastam da índole da revista); f) uma seção literária.” (Apud. ARAÚJO, 2006, p.139)&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- ARAÚJO, Nilton de Almeida. &#039;&#039;&#039;A Escola Agrícola de São Bento das Lages: Atividades Científicas no Recôncavo Bahiano de 1877 a 1904.&#039;&#039;&#039; Bahia, Universidade Estadual de Feira de Santana, 2002. &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;br/&amp;gt; - __________________ . &#039;&#039;&#039;A Escola Agrícola de São Bento das Lajes e a institucionalização da agronomia no Brasil (1877-1930).&#039;&#039;&#039; Feira de Santana, Salvador, 2006. Dissertação (Mestrado em Ensino, Filosofia e História das Ciências), Universidade Federal da Bahia, Universidade Estadual de Feira de Santana, 2006. Capturado em 10 jul. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[https://ppgefhc.ufba.br/pt-br/escola-agricola-de-sao-bento-das-lages-e-institucionalizacao-da-agronomia-no-brasil-1877-1930 https://ppgefhc.ufba.br/pt-br/escola-agricola-de-sao-bento-das-lages-e-institucionalizacao-da-agronomia-no-brasil-1877-1930]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 2.500-A, de 1o de novembro de 1859. In: CÂMARA DOS DEPUTADOS. Legislação. Capturado em 08 jul. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [https://www2.camara.leg.br/legin/fed/decret/1824-1899/decreto-2500-a-1-novembro-1859-557790-publicacaooriginal-78455-pe.html https://www2.camara.leg.br/legin/fed/decret/1824-1899/decreto-2500-a-1-novembro-1859-557790-publicacaooriginal-78455-pe.html]&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 2.506-A, de 18 de novembro de 1859 In: SENADO. Legislação. Capturado em 08 jul. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/norma/397065/publicacao/15738522 http://legis.senado.leg.br/norma/397065/publicacao/15738522]&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto n] 2.516, de 22 de novembro de 1859. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 8 set. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/norma/397102/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/397102/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 2.521, de 20 de janeiro de 1860. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 8 set. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/norma/397121/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/397121/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - &amp;amp;nbsp;BRASIL. Decreto nº 2.607, de 30 de junho de 1860. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 8 set. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/norma/397462/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/397462/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 2.816, de 14 de agosto de 1861. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 8 set. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/norma/397462/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/397462/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 5.957, de 23 de junho de 1875. In: CÂMARA DOS DEPUTADOS. Legislação. Capturado em 08 jul. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [https://www2.camara.leg.br/legin/fed/decret/1824-1899/decreto-5957-23-junho-1875-550048-publicacaooriginal-65657-pe.html https://www2.camara.leg.br/legin/fed/decret/1824-1899/decreto-5957-23-junho-1875-550048-publicacaooriginal-65657-pe.html]&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 8.584, de 1º de março de 1911. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 8 set. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/norma/593358/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/593358/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 12.012, de 29 de março de 1916. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 8 set. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/norma/422435/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/422435/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - CAPDEVILLE, Guy. &#039;&#039;&#039;O Ensino Superior Agrícola no Brasil.&#039;&#039;&#039; Viçosa, MG: Imprensa Universitária, UFV, 1991. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BN|BN]])&amp;lt;br/&amp;gt; - CARVALHO, José Murilo de. &#039;&#039;&#039;Cidadania no Brasil – O Longo Caminho. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 2001. &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BFGV|BFGV]])&amp;lt;br/&amp;gt; - CASTRO, Francisco Alves de Andrade e. &#039;&#039;&#039;Ensino e desenvolvimento das ciências agrárias no Nordeste (Ceará), 1918-1978. &#039;&#039;&#039;Fortaleza, BNB, 1979. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BFGV|BFGV]])&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - DICCIONARIO Historico, Geographico e Ethnographico do Brasil (Comemorativo do Primeiro Centenário da Independência). Rio de Janeiro, Imp. Nacional. 1º v., 1922. &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#IHGB|IHGB]])&amp;lt;br/&amp;gt; - ESCOLA Agrícola da Bahia.&#039;&#039;Almanaque Laemmert&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 69º ano, 1º v., p. 676, 1913. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira. &#039;&#039;&#039;Capturado em 17 jul. 2020. Online. Disponível na Internet: Capturado em 08 jul. 2020. Online. Disponível na Internet: [http://memoria.bn.br/DocReader/313394/49346 http://memoria.bn.br/DocReader/313394/49346]&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - FIUZA, Sabino. &#039;&#039;&#039;Escola Agrícola da Bahia – 1934.&#039;&#039;&#039; Bahia: Typographia do Comércio, 1934. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#SNA|SNA]])&amp;lt;br/&amp;gt; - GOLDFARB, José Luiz e FERRAZ, Márcia H. M.(orgs.). &#039;&#039;&#039;Anais do VII Seminário Nacional de História da Ciência e da Tecnologia.&#039;&#039;&#039; São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo: Editora da UNESP: Imprensa Oficial do Estado: Sociedade Brasileira de História da Ciência, 2001.&amp;lt;br/&amp;gt; - MOREIRA, Pedro. &#039;&#039;&#039;Escholas Agrícolas da União.&#039;&#039;&#039; Belém: Imprensa Oficial, 1900. ([[Fontes_de_informação#BN|BN]])&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - RELATORIO apresentado à Assemblea Geral Legislativa na Primeira Sessão da Decima Setima Legislatura pelo Ministro e Secretario de Estado dos Negocios da Agricultura, Comnercio e Obras Publicas João Lins Vieira Cansansão de Sinimbú. Rio de Janeiro, Imprensa Industrial, De João Paulo Ferreira Dias, 1879. &#039;&#039;&#039;Mensagens dos Presidentes de Província (1830-1930).&#039;&#039;&#039; Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 08 jul. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;[http://ddsnext.crl.edu/titles/108#?c=0&amp;amp;m=20&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=1&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1133,-1,4184,2952 http://ddsnext.crl.edu/titles/108#?c=0&amp;amp;m=20&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=1&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1133%2C-1%2C4184%2C2952]&amp;lt;br/&amp;gt; - RELATORIO apresentado à Assemblea Geral Legislativa na Terceira Sessão da Decima Oitava Legislatura pelo Ministro e Secretario de Estado dos Negocios da Agricultura, Commercio e Obras Publicas Henrique d´Avila. Rio de Janeiro, Imprensa Nacional, 1883. &#039;&#039;&#039;Mensagens dos Presidentes de Província (1830-1930).&#039;&#039;&#039; Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 08 jul. 2020. Online. Disponível na Internet: [http://ddsnext.crl.edu/titles/108#?c=0&amp;amp;m=25&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=1&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1248,-1,4702,3317 http://ddsnext.crl.edu/titles/108#?c=0&amp;amp;m=25&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=1&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1248%2C-1%2C4702%2C3317]&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - RELATORIO apresentado à Assemblea Geral Legislativa na Segunda Sessão da Vigesima Legislatura pelo Ministro e Secretario de Estado dos Negocios da Agricultura, Commercio e Obras Públicas Rodrigo Augusto da Silva. Rio de Janeiro, Imprensa Nacional, 1887. &#039;&#039;&#039;Mensagens dos Presidentes de Província (1830-1930). &#039;&#039;&#039;Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 08 jul. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://ddsnext.crl.edu/titles/108#?c=0&amp;amp;m=29&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=1&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1461,0,4728,3335 http://ddsnext.crl.edu/titles/108#?c=0&amp;amp;m=29&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=1&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1461%2C0%2C4728%2C3335]&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - RELATORIO apresentado à Assemblea Geral Legislativa na Quarta Sessão da Vigesima Legislatura pelo Ministro e Secretario de Estado dos Negocios da Agricultura, Commercio e Obras Públicas Rodrigo Augusto da Silva. Rio de Janeiro, Imprensa Nacional, 1889. &#039;&#039;&#039;Mensagens dos Presidentes de Província (1830-1930). &#039;&#039;&#039;Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 08 jul. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://ddsnext.crl.edu/titles/108#?c=0&amp;amp;m=31&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=1&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1258,-1,4594,3241 http://ddsnext.crl.edu/titles/108#?c=0&amp;amp;m=31&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=1&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1258%2C-1%2C4594%2C3241]&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - RELATORIO apresentado ao Presidente da República dos Estados Unidos do Brazil pelo Ministro da Agricultura, Industria e Commercio Dr. Pedro de Toledo no anno de 1911. Volume I. Rio de Janeiro, Officinas da Directorai Geral de Estatistica,1911. &#039;&#039;&#039;Mensagens dos Presidentes de Província (1830-1930).&#039;&#039;&#039; Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 08 jul. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://ddsnext.crl.edu/titles/108#?c=0&amp;amp;m=58&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=2&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1182,0,4539,3201 http://ddsnext.crl.edu/titles/108#?c=0&amp;amp;m=58&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=2&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1182%2C0%2C4539%2C3201]&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - RELATORIO apresentado ao Presidente da República dos Estados Unidos do Brazil pelo Ministro de Estado da Agricultura, Industria e Commercio Pedro de Toledo no anno de 1912. Vol. I. Rio de Janeiro, Imprensa Nacional, 1912. &#039;&#039;&#039;Mensagens dos Presidentes de Província (1830-1930). &#039;&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 08 jul. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://ddsnext.crl.edu/titles/108#?c=0&amp;amp;m=59&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=1&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1325,0,4377,3087 http://ddsnext.crl.edu/titles/108#?c=0&amp;amp;m=59&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=1&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1325%2C0%2C4377%2C3087]&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - ROHAN, Henrique Beaurepaire. &#039;&#039;&#039;O Futuro da Grande Lavoura e da Grande Propriedade no Brasil: Apresentada ao Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas pelo Marechal de Campo. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Typographia Nacional, 1878. &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BMI|BMI]])&amp;lt;br/&amp;gt; - SILVA, Francisco dos Santos. Relatorio do diretor da Escola Agricola de S. Bento de Lages. 1885. In: Relatorio apresentado à Assemblea Geral Legislativa na Primeira Sessão da Vigesima Legislatura pelo Ministro e Secretario de Estado dos Negócios da Agricultura, Commercio e Obras Públicas Antonio da Silva Prado. Anexo ‘F’. Rio de Janeiro 1886. Mensagens dos Presidentes de Província (1830-1930). Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 08 jul. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://ddsnext.crl.edu/titles/108#?c=0&amp;amp;m=28&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=494&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-94,1121,2320,1636 http://ddsnext.crl.edu/titles/108#?c=0&amp;amp;m=28&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=494&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-94%2C1121%2C2320%2C1636]&amp;lt;br/&amp;gt; - SILVA, M. A. A Situação agrícola da Provincia da Bahia, em 1870. &#039;&#039;Revista Agricola do Imperial Instituto Fluminense de Agricultura. &#039;&#039;Rio de Janeiro, n. 8, p.7-24, junho de 1871. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira. &#039;&#039;&#039;Capturado em 17 jul. 2020. Online. Disponível na Internet: [http://memoria.bn.br/DocReader/188409/457 http://memoria.bn.br/DocReader/188409/457] &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - TELLES, Pedro Carlos da Silva. &#039;&#039;&#039;História da Engenharia no Brasil. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro, Clavero Edit. Ltda., 1994. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#bn|BN]])&amp;lt;br/&amp;gt; - TORRES, Arthur Eugenio Magarinos. &#039;&#039;&#039;O ensino agrícola no Brasil (seu estado atual e a necessidade de sua reforma). &#039;&#039;&#039;Rio Grande do Sul: Imprensa Nacional, 1926. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#bmf|BMF]])&amp;lt;br/&amp;gt; -TOURINHO, Maria Antonieta de Campos. &#039;&#039;&#039;O Imperial Instituto Bahiano de Agricultura – A Instrução Agrícola e a crise da economia açucareira na Segunda metade do séc. XIX.&#039;&#039;&#039; Bahia, Universidade Federal da Bahia, 1982. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#bcoc|BCOC]])&amp;lt;br/&amp;gt; - UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA. &#039;&#039;&#039;Universidade Federal da Bahia; histórico.&#039;&#039;&#039; Online. Capturado em 08 jul. 2020. Disponível na Internet: [https://www.ufba.br/historico https://www.ufba.br/historico]&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa - Breno Pimentel Câmara.&amp;lt;br/&amp;gt; Redação- Breno Pimentel Câmara.&amp;lt;br/&amp;gt; Revisão - Francisco José Chagas Madureira.&amp;lt;br/&amp;gt; Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Forma de citação&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;{{SITENAME}}&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    [[Category:Verbetes]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Instituições de Ensino]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Rachel.froes</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=WUCHERER,_OTTO_EDWARD_HENRY&amp;diff=1584</id>
		<title>WUCHERER, OTTO EDWARD HENRY</title>
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		<updated>2023-08-24T18:28:17Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Rachel.froes: /* Forma de citação */ alteração data rodapé&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Outros nomes e/ou títulos:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;[[WUCHERER,_OTTO|Wucherer, Otto]]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Otto Edward Henry Wucherer, nasceu na cidade do Porto (Portugal), em 7 de julho de 1820. Tinha descendência alemã, tendo doutorado-se em medicina na Universität Tübingen, no reino de Wurtemberg, Alemanha (1843). Estabeleceu-se na Bahia em 1843, onde foi médico da colônia alemã, um dos fundadores da &#039;&#039;Gazeta Médica da Bahia&#039;&#039; e integrou a Escola Tropicalista Baiana. Foi um pioneiro no estudo da filariose, ao descrever a filaria em pacientes com &amp;quot;hematuria intertropical&amp;quot;. Faleceu em 7 de maio de 1873, na cidade de Salvador.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Dados pessoais&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Otto Edward Henry Wucherer, nasceu na cidade do Porto (Portugal), em 7 de julho de 1820. Seu pai era natural de Wurtemberg (Alemanha) e sua mãe era holandesa. Casou-se e teve um filho, Carlos, que permaneceu residindo em Stuttgart, juntamente com a mãe.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Faleceu em 7 de maio de 1873, em Salvador, vítima de apoplexia cerebral.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Trajetória profissional&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Otto Edward Henry Wucherer durante sua infância passou um curto período na Bahia, dos seis aos sete anos de idade, onde era gerente de uma casa comercial. Retornou à Alemanha, para a cidade de Hamburgo, onde realizou seus primeiros estudos de humanidades em uma escola local até a idade dos 15 anos. Com o falecimento de seu pai, foi trabalhar como praticante em uma farmácia, e desta forma conseguiu juntar recursos para custear seus estudos universitários. Ingressou no curso de medicina na Universität Tübingen, no reino de Wurtemberg (Alemanha), onde obteve o grau de doutor em 14 de dezembro de 1843.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Depois de formado foi para Londres, onde trabalhou como assistente no St. Bartholomew’s Hospital. Em seguida foi para Lisboa (Portugal), onde sua família estava residindo desde o falecimento de seu pai, e nesta cidade exerceu a clínica.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1843 retornou, com sua família, para o Brasil, para a província da Bahia, onde prestou os exames para verificação de seu título médico obtido na Alemanha. Inicialmente se estabeleceu na cidade de Nazareth, e depois em Cachoeira, tendo clinicado em ambas as cidades. Em 1847 se fixou efetivamente na cidade de Salvador, onde residiu até o ano de 1871.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi médico da colônia alemã na cidade de Salvador. Instalou uma enfermaria em sua própria residência para atender os hamburgueses e os marinheiros alemães que se encontravam contaminados com a febre amarela. Foi condecorado pelos governos da Áustria e da Espanha por serviços prestados a cidadãos destes países embarcados em navios que haviam aportado na cidade de Salvador.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Otto Edward Henry Wucherer foi guia e intérprete do arquiduque da Áustria, Ferdinan Maximilian Joseph von Habsburg (1832-1867), que se encontrava em uma viagem de expedição pelo país (1859-1860), quando este visitou em janeiro de 1860 algumas cidades baianas como Salvador, Cachoeira e Ilhéus. Integravam a comitiva do arquiduque o pintor Joseph Selleny (1824-1875), o botânico Franz Maly (1823-1891), e os médicos Heinrich Wawra Ritter von Fernsee (1831-1887) e August von Jilek (1819-1898).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Além da atividade clínica, Wucherer também se dedicou, como ressaltou&amp;amp;nbsp;[[PEREIRA,_ANTONIO_PACÍFICO|&amp;lt;u&amp;gt;Antônio Pacífico Pereira&amp;lt;/u&amp;gt;]], à atividade de pesquisa:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Não obstante o excessivo trabalho d´uma extensa clinica, o Dr. Wucherer passava todos os dias algumas horas em seu gabinete, exclusivamente entregue ao estudo, procurando principalmente com o microscópio que elle manejava com pericia, resolver alguns dos problemas da nossa pathologia, sobre os quaes elle hia de dia em dia accumulando os factos que deviam servir de base a suas investigações.” &amp;amp;nbsp;(PEREIRA, 1873, p. 307)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em sua pesquisa destacou-se por elucidar a etiologia e patogênese de duas enfermidades tropicais, a hipoemia e a hematuria:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Quanto à primeira, o Dr. Wucherer, seguindo os passos de Grièsinger, foi o primeiro que descobriu no Brazil o anchylostomum duodenale, como um entozoario constantemente ligado ao cansaço, ou opilação, e a apontal-o à profissão como causa d´aquella singular e mortífera forma de anemia cachetica dos paizes quentes. Quanto à segunda d´estas affecções, o nosso colega deu umaface inteiramente nova ao seu estudo, aliás incompleto ainda, fazendo a interessantíssima descoberta de outro nematóide, microzoário, nunca d´antes encontrado por nenhum helmintologista, e inteiramente diverso do Distomum hoematobium, observado no Egypto e descripto por Bilharz, e de que falla tambem o Dr.Harley. (.....). “Pelo que respeita à historia natural devemos ainda ao Dr.Wucherer o ter feito conhecidas na Europa algumas novas espécies zoológicas brazileiras, e que forma por elle descriptas nos Proceedings of the Zoological Society, de Londres, em 1861 e 1863, particularmente algumas cobras, como a Elapomorphus scalaris, Geophis Güntheri, L. e. ahi se encontram também artigos importantes sobre os ophidios da província da Bahia, mórmente os da espécie Craspedocephalus. Além d´isso, a nossa Faculdade de Medicina deve-lhe uma bellissima coleção de cobras, perfeitamente conservadas, e devidamente classificadas...” (CHRONICA, 1871, p.88)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Otto Edward Henry Wucherer foi um estudioso das doenças parasitárias, considerado o fundador da helmintologia brasileira (PEARD, 1996). Foi um pioneiro no estudo de outra doença parasitária, a filariose, ao descrever a filaria em pacientes com “hematuria intertropical”. Em sua homenagem, essa filária foi definida como pertencente ao gênero &#039;&#039;Wuchereria&#039;&#039;, da espécie &#039;&#039;W. bancrofti&#039;&#039;.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;De acordo com Silva Lima (1906), o reconhecimento pela patogenia verminosa que Wucherer identificou foi alcançado com o abandono das antigas denominações, como a de &#039;&#039;hipoemia intertropical &#039;&#039;defendida por Jobim, e pela sua substituição por ankylostomiase, amplamente adotada à época. Silva Lima (1906) afirmou que teria havido uma forte rejeição da teoria parasitária apresentada por Wucherer, especialmente por parte da [[ACADEMIA_IMPERIAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Imperial de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]], o que tem sido contestado em trabalhos recentes de história da medicina no Brasil (EDLER, 2002).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi um dos criadores e importante colaborador da &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, criada em 1866, na qual foram publicados muitos trabalhos de Wucherer e dos demais integrantes da [[ESCOLA_TROPICALISTA_BAIANA|&amp;lt;u&amp;gt;Escola Tropicalista Baiana&amp;lt;/u&amp;gt;]]. &amp;amp;nbsp;Com [[PATERSON,_JOHN_LIGERTWOOD|&amp;lt;u&amp;gt;John Ligertwood Paterson&amp;lt;/u&amp;gt;e]] [[LIMA,_JOSÉ_FRANCISCO_DA_SILVA|&amp;lt;u&amp;gt;José Francisco da Silva Lima&amp;lt;/u&amp;gt;]], integrou a denominada Escola Tropicalista. Esta escola consistiu em um grupo de médicos, todos estabelecidos na Bahia, que se dedicaram, a partir da década de 1860, à pesquisa da etiologia das doenças tropicais que acometiam principalmente as populações pobres do país. Este movimento iniciou-se com a realização, em 1865, de palestras noturnas na residência de Paterson, duas vezes por mês, nas quais eram tratados assuntos diversos relativos à profissão médica, como casos clínicos ocorrentes, exames microscópicos ou oftalmoscópicos, inspeção de doentes, etc., e novidades científicas. Este foi um espaço importante para a introdução dos estudos sobre a medicina experimental no Brasil. Os fundadores da [[ESCOLA_TROPICALISTA_BAIANA|&amp;lt;u&amp;gt;Escola Tropicalista Baiana&amp;lt;/u&amp;gt;]] foram considerados predecessores da medicina experimental no país (CONI, 1952).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Destacou-se, também, pelo emprego do sulfato de quinina nas injeções hipodérmicas, e por seus estudos sobre o ofidismo, tendo descrito a sintomatologia apresentada pelas vítimas de envenenamento ofídico. Foram igualmente importantes seus estudos sobre a febre amarela e sobre a elefantíase.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Otto Edward Henry Wucherer não integrou o corpo docente da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DA_BAHIA|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina da Bahia&amp;lt;/u&amp;gt;]], e embora não figurasse entre os médicos oficiais da [[SANTA_CASA_DA_MISERICÓRDIA_DA_BAHIA|&amp;lt;u&amp;gt;Santa Casa da Misericórdia da Bahia&amp;lt;/u&amp;gt;]], desenvolveu alguns trabalhos nesta instituição, prestando assistência, por exemplo, aos marinheiros hamburgueses lá internados. Realizou estudos sobre a tuberculose na Bahia, publicados na &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039; (1868), para os quais utilizou os dados e a experiência do atendimento nas enfermarias da [[SANTA_CASA_DA_MISERICÓRDIA_DA_BAHIA|&amp;lt;u&amp;gt;Santa Casa da Misericórdia da Bahia&amp;lt;/u&amp;gt;]]. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Além dos estudos relacionados à medicina, Wucherer também se dedicou a temas das ciências naturais, legando importantes trabalhos como o estudo “Algumas observações sobre a Fauna Brasiliense”, publicado no periódico do Instituto Histórico da Bahia, em 1863.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Descreveu novas espécies zoológicas, colecionou e classificou cobras brasileiras, então não descritas, como a &#039;&#039;Elapomorphus scalaris&#039;&#039;, e a &#039;&#039;Geophis Güntheri&#039;&#039;, sobre as quais publicou trabalhos no periódico &#039;&#039;Proceedings of the Scientific Meetings of the Zoological Society of London&#039;&#039;, em 1861 e 1863. Ofereceu parte de sua coleção de cobras à Faculdade de Medicina da Bahia. &amp;amp;nbsp;Enviou espécimes de cobras para a coleção de ofídios do British Museum, e especialmente para os jardins da Zoological Society of London, conforme foi relatado por Albert Günter (1861). &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi membro correspondente da [[ACADEMIA_IMPERIAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Imperial de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]], e membro de outras sociedades como o Instituto Histórico da Bahia, o Royal College of Surgeons of England, a Royal Society of Medicine (Inglaterra).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 28 de outubro de 1871 retornou para a Europa, passando primeiramente pela cidade do Porto (Portugal), onde nascera, e seguindo depois para Stuttgart, onde residia sua mulher e filho, e para Tübingen, na Alemanha. Por ocasião de sua partida houve diversas manifestações de apreço e reconhecimento, tendo lhe sido oferecido um banquete pela classe médica baiana. Por motivos de ordem financeira, retornou à cidade de Salvador, em janeiro de 1873, com o objetivo de retomar sua atividade clínica, porém veio a falecer quatro meses depois nesta mesma cidade, vítima de apoplexia.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Produção intelectual&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Estudo do homem”. Mosaico da Bahia, v. 1, n. 3, setembro de 1845.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Einige Bemerkungen über Gelbfieber, besonders in Brasilien”. (Algumas observações sobre febre amarella especialmente no Brasil). &#039;&#039;Schmidit´s Jahrbücher der in-und ausländischen gesammten Medicin&#039;&#039;, Leipzig, 1857. v. 96; 1858. v. 99.&amp;lt;br/&amp;gt; - “On the ophidians of the Province of Bahia, Brazil. Part.I”. &amp;amp;nbsp;&#039;&#039;Proceedings of the Scientific Meetings of the Zoological Society of London&#039;&#039;, p.113, 1861.&amp;lt;br/&amp;gt; - “On the ophidians of the Province of Bahia, Brazil. Part.II”. &amp;amp;nbsp;&#039;&#039;Proceedings of the Scientific Meetings of the Zoological Society of London&#039;&#039;, p.322, 12 nov. 1861.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Description of a New Species of Elapomorphus from Brazil”. &#039;&#039;Proceedings of the Scientific Meetings of the Zoological Society of London&#039;&#039;, p.325, 12 nov. 1861.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A list of snakes from Bahia”. &#039;&#039;Proceedings of the Scientific Meetings of the Zoological Society of London&#039;&#039;, p.23, 1862.&amp;lt;br/&amp;gt; - “On the ophidians of the Province of Bahia, Brazil. Part.III”. &amp;amp;nbsp;&#039;&#039;Proceedings of the Scientific Meetings of the Zoological Society of London&#039;&#039;, p.55, 1863.&amp;lt;br/&amp;gt; - “On the species of Craspedocephalus which occur in the Province of Bahia, Brazil”. &#039;&#039;Proceedings of the Scientific Meetings of the Zoological Society of London&#039;&#039;, p.51, 1863.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Mittheilung an Prof.Virchow über den Aussatz in Bahia, Rio de Janeiro und Pernambuco”. (Communicação ao Prof.Virchow sobre a lepra na Bahia, Rio de Janeiro e Pernambuco). Virchow´s Archiv. Bd. 32. 1862; &#039;&#039;Constati´s Jahresbericht&#039;&#039;, Wurzburg, 1863.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Algumas observações sobre a Fauna Brasiliense pelo Dr. Otto Wucherer, membro do Instituto Histórico da Bahia”. &#039;&#039;Periodico do Instituto Histórico da Bahia&#039;&#039;, n.3, p.40-48, dezembro, 1863.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Registro clinico. Communicação entre a bexiga do fel e a bexiga urinaria com expulsão de cálculos pelas vias urinarias”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, Bahia, anno I, n. 1, p.5-8, 10 de julho de 1866.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Estudos sobre a hypoemia intertropical pelo Sr. Dr. Wucherer”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, Bahia, anno I, n.3, p.27, 10 de agosto de 1866.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Trabalho original. Sobre a moléstia vulgarmente denominada oppilação ou cançaço”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, Bahia, anno I, n.3, p.27-29, 10 de agosto de 1866; anno I, n. 4, p.39-41, 25 de agosto de 1866; anno I, n. 5, p.52-54, 10 de setembro de 1866; anno I, n. 6, p.63-64, 25 de setembro de 1866; v.XXXIX, n.1, p.1-13, julho, 1907; v.XXXIX, n.3, p.109-117, setembro, 1907; v.XXXIX, n.6, p.258-264, dezembro, 1907.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Bibliographia. A moléstia como uma parte do plano de creação”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, Bahia, anno I, n.11, p.128-131, 10 de dezembro de 1866.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A sífilis na Europa antes do Descobrimento da América”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia,&#039;&#039; Bahia, anno I, n. 12, p.144, 25 de dezembro de 1866.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Trabalho original. Sobre o modo de conhecer as cobras venenosas do Brasil”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, Bahia, anno I, n. 17, p.193-196, 10 de março de 1866; v.XXXVIII, n.1, p.29-37, julho, 1906.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Trabalho original. Sobre a mordedura das cobras venenosas e seu tratamento”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, Bahia, anno I, n. 20, p.229-231, 25 de abril de 1867; anno I, n. 21, p.241-243, 10 de maio de 1867; v.XXXVIII, n.1, p.37-51, julho, 1906.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Variedades. Espinhela cahida”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, Bahia, anno I, n. 23, p.274-275, 10 de junho de 1867.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Injeções Hipodérmicas de Sulfato de Quinina”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, Bahia, anno I, n. 21, p.247-248, 10 de maio de 1867.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Posição Invertida do Fígado, do Baço e do Coração”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, Bahia, anno I, n. 23, p.275, 10 de junho, 1867.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Bibliographia. Moléstia syphilitica no fígado, nos pulmões, nas glândulas bronchicas, na dura mater e no craneo, pelo Dr. Herrmann Weber, medico do hospital dos allemães em Londres”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, Bahia, anno II, n. 26, p.18-19, 31 de julho de 1867.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Bibliographia. A chamada Geophagia ou chlorose tropical, ou antes chlorose (oriunda) de malaria, considerada como moléstia de todos os climas; por C.F. Heusinger. Cassel 1852”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, Bahia, anno II, n. 27, p.30-33, 15 de agosto de 1867; anno II, n. 28, p.40-43, 31 de agosto de 1867.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Correspondência científica. Ancilóstomos duodenais”.&#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, Bahia, anno II, n. 37, p.150-151, 15 de janeiro de 1868.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Bibliografia. Fractura não consolidada tratada com bom resultado; reflexões sobre a operação”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, Bahia, anno II, n. 40, p.190-191, 15 de janeiro de 1868.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Ancilóstomos duodenais encontrados em cadáveres de hipoemicos na Ilha Maiotti, uma das Comoras”. &amp;amp;nbsp;&#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, Bahia, anno II, n. 44, p.229-230, 30 de abril de 1868.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Ueber die zunehmende Haufigkeit der Sckwindsucht in Brasilien und besonders in der Stadt Bahia”. (Sobre a frequencia crescente da phthisica no Brasil e especialmente na Bahia). &#039;&#039;Jahresbericht über die leistungen und fortschritte in d.g.Medicin.&#039;&#039; Berlin, 1868. Arch.F.Klin, Medicin. Bd.11; &#039;&#039;Boston Medical and Surgical Journal&#039;&#039;, nov. 1868; Archives de Médecine Navale, août 1868. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Trabalho original. Sobre as causas da crescida frequencia da phthisica no Brazil, e especialmente na Bahia”. &#039;&#039;Gazeta Médica da Bahia&#039;&#039;, Bahia, anno II, n. 47, p.265-268, 15 de junho de 1868, anno III, n. 49, p.25, 15 de agosto de 1868; anno III, n. 51, p.28-29, 15 de setembro de 1868. Também publicada nos &#039;&#039;Archives de Medicine Navale&#039;&#039;, v. 10; e na &#039;&#039;Gazette Médicale de Paris&#039;&#039;, Paris, 40º anné, 3ª série, t. 24, p.104, 1869.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Trabalho original. Notícia preliminar sobre vermes de uma espécie ainda não descrita, encontrados na urina de doentes de hematuria intertropical no Brazil”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, Bahia, anno III, n. 57, p.97-99, 15 de dezembro de 1868; v.XXXVIII, n.1, p.51-56, julho, 1906.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Medicina. Exercício obrigatório no tratamento da febre amarella.” &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, Bahia, anno III, n. 58, p.109, 31 de dezembro de 1868.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Medicina. Sobre o anchylostomum duodenale ou strongylus duodenales Dubini”.&#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia,&#039;&#039; Bahia, anno III, n. 63, p.170-172, 15 de março de 1869; anno III, n. 64, p.183-184, 31 de março de 1869; anno III, n. 65, p.198-200, 15 de abril de 1869.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Medicina. Sobre a hematuria no Brazil”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, Bahia, anno IV, n.76, p.39-40, 30 de setembro de 1869; anno IV, n. 77, p.49-50, 15 de outubro de 1869; anno IV, n. 78, p.61-62, 31 de outubro de 1869; anno IV, n. 79, p.73-74, 15 de novembro de 1869; anno IV, n. 80, p.85-86, 30 de novembro de 1869.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Ueber Haematuria brasiliensis. Nach einer Uebersetzung von Ullersperger. Zeitschrift für Parasitenkunde. &amp;amp;nbsp;(Sobre a hematuria no Brasil. Traducção de Ullersperger). &#039;&#039;Jahresbericht über die leistungen und fortschritte in d. g. Medicin&#039;&#039;. Berlin, 1. Bd. 1871.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sobre a chlorose das mulheres”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, Bahia, anno VI, n. 129 e 130, p.137-141, 15 e 31 de dezembro de 1872.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Ueber die Austilgung des Gelbfieber”. (Sobre a exterminação da febre amarella). &#039;&#039;Wurtemb. Med. Correspondenzhlatt. &#039;&#039;n.17 e n.32. 1872.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Einige Bernerkungen über das Gelbfieber und seine Verbreitungs”. (Algumas observações sobre a febre amarella e seu modo de propagação). &#039;&#039;Archiv. f. klin. Med.&#039;&#039;n.12, pág.391. 1872. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Ueber Ainhum, eine der afrikanischen Raçe engenthümliche Krankheitsform”. (Sobre o ainhum, uma moléstia especial da raça africana). &#039;&#039;Virchows Archiv&#039;&#039;, v.56, n.3, p.374-383, 1872.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Ueber die Ankylostomenkuankheit, tropische Chlorose oder tropische Hypodemie”. (Sobre a ankylostomiase, chlorose tropical ou hypoemia tropical). &#039;&#039;Deutsch Archiv, f.klin.Med&#039;&#039;. pag.379, 1872.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Elementos de Thermometria” (Grundzüge der allgemeinen clinischen Thermometrie und der Thermosemiologie und Thermacologie). De Pedro Francisco da Costa Alvarenga. Tradução de Dr. O. Wucherer. Stutgart, 1872.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- BARRETO, Maria Renilda; ARAS, Lina Maria Brandão de. Salvador, cidade do mundo: da Alemanha para a Bahia. &#039;&#039;História, Ciência, Saúde-Manguinhos&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.10, n. 1, p. 151-172, jan/abr. 2003. Capturado em 09 jun. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[https://www.scielo.br/pdf/hcsm/v10n1/17834.pdf https://www.scielo.br/pdf/hcsm/v10n1/17834.pdf]&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - BASTIANELLI, Luciana (org.). &#039;&#039;&#039;Gazeta Médica da Bahia 1866 – 1934 / 1966 - 1976.&#039;&#039;&#039; Bahia: Editora Contexto, 2002. &amp;amp;nbsp;CD-Rom. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;br/&amp;gt; - CONI, Antonio Caldas. &#039;&#039;&#039;A Escola Tropicalista Baiana.&#039;&#039;&#039; Bahia: Livraria Progresso Editora, 1952. ([[Fontes_de_informação#IHGB|IHGB]])&amp;lt;br/&amp;gt; - CHRONICA. O Dr. Wucherer. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, Bahia, anno V, n.102, p.87-88, 31 de outubro de 1871. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 17 jun. 2020. Online. Disponível na Internet: [http://memoria.bn.br/DocReader/165646/1188 http://memoria.bn.br/DocReader/165646/1188]&amp;lt;br/&amp;gt; - EDLER, Flavio Coelho. A Escola Tropicalista Baiana: um mito de origem da medicina tropical no Brasil.&#039;&#039;História, Ciências, Saúde-Manguinhos&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.9, n.2, p.357-385, mai./ago.2002. Online. Capturado em 09 jun. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://www.scielo.br/pdf/hcsm/v9n2/a07v9n2.pdf http://www.scielo.br/pdf/hcsm/v9n2/a07v9n2.pdf]&amp;lt;br/&amp;gt; - EDLER, Flavio Coelho. Opilação, hipoemia ou ancilostomíase? A sociologia de uma descoberta científica. &#039;&#039;Varia Historia&#039;&#039;, Belo Horizonte, n.32, p.48-74, jul. 2004. Capturado em 09 jun. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[https://static1.squarespace.com/static/561937b1e4b0ae8c3b97a702/t/572cad7620c647e2e6e347c6/1462545790394/03_Edler,+Flavio+Coelho.pdf https://static1.squarespace.com/static/561937b1e4b0ae8c3b97a702/t/572cad7620c647e2e6e347c6/1462545790394/03_Edler%2C+Flavio+Coelho.pdf]&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - FALCÃO, Edgard de Cerqueira. &#039;&#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;&#039;. v.9, t.1; v.9, t.2; v.9, t.3. São Paulo: [s.n.], 1975. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - Gazeta Medica da Bahia. &#039;&#039;&#039;Gazeta Médica da Bahia&#039;&#039;&#039;. Capturado em 14 abr. 2011. On-line. Disponível na Internet: [http://www.gmbahia.ufba.br/ http://www.gmbahia.ufba.br/]&amp;lt;br/&amp;gt; - GÜNTER, Albert. Account of the reptiles sent by Dr.Wucherer from Bahia. &#039;&#039;Annals and Magazine of Natural History&#039;&#039;, v.VII, third series, p.412-417, jan.8, 1861. In: BHL. Biodiversity Heritage Library. Capturado em 17 jun. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[https://www.biodiversitylibrary.org/item/54557#page/428/mode/1up https://www.biodiversitylibrary.org/item/54557#page/428/mode/1up]&amp;lt;br/&amp;gt; - LIMA, Silva. Traços biographicos do Dr.Otho Wucherer. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, Bahia, v.XXXVIII, n. 1, p. 3-26, julho 1906. Capturado em 10 jun. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://www.gmbahia.ufba.br/index.php/gmbahia/article/viewFile/766/749 http://www.gmbahia.ufba.br/index.php/gmbahia/article/viewFile/766/749]&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - OTTO Edward Heinrich Wucherer. In: BRAZIL, T.K. (organizadora), Soeiro, M. S., Lira-da-Silva, R. M. &#039;&#039;&#039;Projeto Heróis da Saúde na Bahia. &#039;&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;Capturado em 09 jun. 2020. Online. Disponível na Internet: [http://www.bahiana.edu.br/herois/heroi.aspx?id=MQ== http://www.bahiana.edu.br/herois/heroi.aspx?id=MQ==]&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - OTTO E. U. Wucherer. In: BLAKE, Augusto Victorino Alves Sacramento. &#039;&#039;&#039;Diccionario Bibliographico Brazileiro. Sexto volume. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1900. p.346. Capturado em 17 jun. 2020. Online. Disponível na Internet: [https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/5451 https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/5451]&amp;lt;br/&amp;gt; - PEARD, Julyan. Medicina Tropical en el Brasil del siglo XIX: La “Escuela Tropicalista Baiana” In: CUETO, Marcos (org.). &#039;&#039;&#039;Salud e sociedad en America latina: nuevas perspectivas históricas. &#039;&#039;&#039;Lima: IEP/Organización Panamericana de la Salud, 1996. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;br/&amp;gt; - PEREIRA, A. Pacífico. Esboço biographico do Dr. Otto Wucherer. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, Bahia, anno VI, n. 140, p.305-309, 31 de maio de 1873. Capturado em 17 jun. 2020. Online. Disponível na Internet: [http://www.gmbahia.ufba.br/index.php/gmbahia/article/viewFile/130/122 http://www.gmbahia.ufba.br/index.php/gmbahia/article/viewFile/130/122]&amp;lt;br/&amp;gt; - SANTOS FILHO, Lycurgo de Castro. &#039;&#039;&#039;História Geral da Medicina Brasileira.&#039;&#039;&#039; São Paulo: Hucitec/Edusp, 1991 v. 2. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCCBB|BCCBB]])&amp;lt;br/&amp;gt; - SILVA, Rajâne Maria Lira da. Editorial. O médico e naturalista luso-Germânico Otto Wucherer e sua contribuição para a história natural no Brasil. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, Bahia, 79 (Supl.1), p.3-6, 2009. Capturado em 09 jun. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://www.gmbahia.ufba.br/index.php/gmbahia/article/viewFile/989/966 http://www.gmbahia.ufba.br/index.php/gmbahia/article/viewFile/989/966]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa – Carolina Maíra Gomes Morais, Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Redação – Carolina Maíra Gomes Morais, Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; Revisão - Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Forma de citação&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Dicionário Histórico-Biográfico das Ciências da Saúde no Brasil (1832-1970)&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    [[Category:Verbetes]] [[Category:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Rachel.froes</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=HOMEM,_JO%C3%83O_VICENTE_TORRES&amp;diff=1583</id>
		<title>HOMEM, JOÃO VICENTE TORRES</title>
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		<updated>2023-08-24T18:27:39Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Rachel.froes: /* Forma de citação */ alteração data rodapé&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Outros nomes e/ou títulos:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;[[TORRES_HOMEM,_BARÃO_DE|Torres Homem, Barão de]]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;João Vicente Torres Homem nasceu na cidade do Rio de Janeiro em 23 de novembro de 1837 e era filho de Joaquim Vicente Torres Homem, professor da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro. Doutorou-se em medicina pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro em 1858 e, na mesma foi opositor de clínica médica em 1860, e lente de clínica interna em 1866, cargo que exerceu até a data de sua morte. Foi autor de &amp;quot;Lições de Clínica Médica&amp;quot; (1882). Faleceu em 4 de novembro de 1887.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Dados pessoais&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;João Vicente Torres Homem nasceu na cidade do Rio de Janeiro em 23 de novembro de 1837, e era um dos setes filhos do médico e professor da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], [[HOMEM,_JOAQUIM_VICENTE_TORRES|&amp;lt;u&amp;gt;Joaquim Vicente Torres Homem&amp;lt;/u&amp;gt;]], e de Bernarda Angélica dos Santos Torres. Era neto por parte paterna de Vicente de Torres Homem e de Francisca Gomes Moreira, e por parte materna de João Lopes dos Santos e Angélica Teodora dos Santos, e sobrinho de Francisco de Salles Torres Homem (Visconde de Inhomirim), figura destacada no cenário da política no Império brasileiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi agraciado com os títulos de Dignatário da Ordem da Rosa, e de Barão de Torres Homem, este por carta-de-mercê de 14 de julho de 1887. Foi membro do Conselho do Imperador e Grande do Império.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;Faleceu no Rio de Janeiro em 4 de novembro de 1887.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Trajetória profissional&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;João Vicente Torres Homem terminou seus estudos secundários em 1852, e matriculou-se, logo em 1853, na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, onde foi aluno de seu pai, [[HOMEM,_JOAQUIM_VICENTE_TORRES|&amp;lt;u&amp;gt;Joaquim Vicente Torres Homem&amp;lt;/u&amp;gt;]], então professor da cadeira de química mineral e mineralogia. Doutorou-se em medicina em 25 de novembro de 1858, pouco antes do falecimento de seu pai, apresentando nesta ocasião a tese intitulada “Água, quaes os corpos que a tornam impura e a maneira de reconhecer estes corpos; Dos signaes racionaes da prenhez e seu valor relativo; Hemoptisis, suas causas, signaes, diagnóstico, prognóstico e tratamento; Raiva ou hydrophobia”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Logo após sua formatura, João Vicente Torres Homem iniciou-se na prática da medicina, clinicando no consultório que seu pai lhe deixara, na rua do Rosário nº 47 / 2º andar, e que era um dos mais prestigiados na cidade.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; Foi discípulo de Manoel de Valladão Pimentel (Barão de Petrópolis), amigo de seu pai e professor de clínica médica na [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], e “deve datar do seu quinto ano médico, cursado em 1857, o início de suas relações com Valladão, com quem vamos encontrá-lo trabalhando em 1858 na Enfermaria de Nossa Senhora da Conceição, então a cargo do eminente professor” (NAVA, 2003, p.72). &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1858 foi praticante de cirurgia no [[HOSPITAL_MILITAR_DA_GUARNIÇÃO_DA_CORTE|&amp;lt;u&amp;gt;Hospital Militar da Guarnição da Corte&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No ano de 1860 concorreu ao lugar de opositor da seção de ciências médicas na [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], sendo aprovado com a apresentação da “Dissertação sobre a Coqueluche”, e nomeado em 4 de julho daquele ano.&amp;lt;br/&amp;gt; Em 1865 se inscreveu para novo concurso para o lugar de lente da cadeira de higiene e história da medicina, apresentando a tese intitulada “Do aclimatamento”, porém o primeiro lugar foi conferido a Antonio Correia de Souza Costa.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi médico adjunto no Hospital Geral da [[SANTA_CASA_DA_MISERICÓRDIA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], de 1860 até 1877, quando passou a ser facultativo clínico da seção médica daquele hospital, função esta exercida até seu falecimento em 1887. Em 1861 recebeu a primeira comissão como médico adjunto, a de chefe da clínica interna, e em 1864 foi novamente chefe de clínica.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1866, candidatou-se à cadeira de clínica interna, da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], em cujo concurso também participaram Luiz Pientzenauer e José Joaquim da Silva. João Vicente Torres Homem apresentou a dissertação intitulada “Das sangrias em geral e em particular na pneumonia e na apoplexia cerebral; e tres proposições sobre cada materia do curso medico”, e foi nomeado catedrático daquela disciplina, conforme relatou Francisco Gabriel da Rocha Freire:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Concluído o processo do concurso segundo as formulas legais, inscreveu-se na lista de apresentação ao Governo Imperial em primeiro lugar o nome do Sr. Dr. Silva, em segundo o do Sr. Dr. Torres Homem, menos o do Sr. &amp;amp;nbsp;Pientzenauer. Por Decreto de 17 de agosto houve por bem o Governo Imperial prover o Sr. Torres Homem na cadeira de Clínica médica, da qual foi solenemente empossado em 30 do mesmo mês.” &amp;amp;nbsp;(FREIRE, 1866, p. 7) &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;João Vicente Torres Homem assim relatou, para a Memória Histórica da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro de 1866, o desenvolvimento do curso sob sua responsabilidade:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Comecei o curso fazendo algumas lições preliminares, que versaram sobre as qualidades indispensáveis àqueles que se propõem a praticar a medicina, o processo mais metódico e proveitoso a seguir-se na observação dos doentes a maneira de interrogá-los e de examiná-los, os estudos necessários para se poder acompanhar com vantagem o ensino clínico, a influência que nestes últimos anos tem exercido os progressos de algumas ciências no aperfeiçoamento de diagnóstico das moléstias, os meios de que dispõe o médico para chegar ao conhecimento das individualidades mórbidas contra as quais tem de dirigir os agentes terapêuticos, a apreciação em relação à prática dos numerosos meios de exploração hoje conhecidos, dentre os quais alguns nos foram legados pelos antigos, outros porém são brilhantes conquistas da ciência moderna.” (Apud FREIRE, 1866, p.14-15) &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Referiu-se, ainda, aos fundamentos teóricos de seu curso:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“As doutrinas das escolas inglesa e alemã muitas vezes serviam de base às explicações que eu dava dos fenômenos mórbidos; em alguns casos porém abandonei-as para seguir a escola francesa, que, apesar da guerra que atualmente tem sofrido, ainda presta importantes serviços ao médico prático. A Química orgânica, a Fisiologia experimental, a Micrografia, e a Anatomia patológica, tais foram as principais fontes a que recorri sempre que tinha de teorizar sobre os fatos. Cláudio Bernard, Brown-Sequard, Carpenter, Vogel, Virchow, Robin, Golding-Bird e Lebert, foram os mestres que me emprestaram as luzes que me dirigiram; assim como Trousseau, Andral, Chomel, Rostan, Bouillaud, Bennet, Wattron, Marchinson, Copland, Graves, Niemeyer e Barão de Petrópolis, foram os práticos a que me socorri para apoiar muitas das opiniões que sustentei em relação ao diagnóstico e tratamento de moléstias.” (Apud FREIRE, 1866, p.16) &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi lente de clínica interna, posteriormente denominada clínica médica de adultos, na [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], até a data de sua morte, sendo substituído, em 1888, por Nuno Ferreira de Andrade, então lente de higiene pública e história da medicina da mesma instituição. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;João Vicente de Torres Homem clinicou, desde 1863 até seu falecimento, na Casa de Saúde de Nossa Senhora da Ajuda, uma das mais conhecidas do Rio de Janeiro no período imperial, localizada na Rua da Ajuda, nº 66 e 68, fundada em 1863 por Manoel Joaquim Fernandes Eiras. Nesta casa de saúde foram seus colegas no exercício da medicina Manoel de Valladão Pimentel, &amp;amp;nbsp;José Manoel da Silveira, José Antônio de Souza Gomes, José Mariano da Silva e Luiz da Silva Brandão (médicos consultantes), Francisco de Paula Costa e Manoel Joaquim Fernandes Eiras (médicos efetivos), Francisco Praxedes de Andrade Pertence (cirurgião efetivo) e José Ribeiro de Sousa Fontes, José Maria Chaves, Albino Moreira da Costa Lima, Lucas Antônio de Oliveira Catta Preta, [[ANDRADE,_MATHEUS_ALVES_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Matheus Alves de Andrade&amp;lt;/u&amp;gt;]] e Luiz Pientzenauer (cirurgiões consultantes). &amp;amp;nbsp; Esta casa de saúde passou, no ano de 1877, a ser propriedade de José Lourenço de Magalhães e Domingos de Almeida Martins Costa.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Clinicou ainda na Casa de Saúde de São Sebastião, dirigida por Mário Carneiro Leão e Antônio Felício dos Santos, localizada no Campo da Aclamação, esquina com rua do Hospício e na rua da Pedreira da Candelária nº 82, Chácara, Catete. Nesta casa de saúde João Vicente Torres Homem trabalhou na parte de serviços clínicos como efetivo em medicina. Atuavam, então, também nesta casa de saúde outros importantes nomes da medicina da época como Pedro Affonso de Carvalho Franco (Barão de Pedro Affonso), Francisco Praxedes de Andrade Pertence, José Lourenço de Magalhães e Henrique Cesídio Samico.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi também médico consultante, ao lado de [[REGO,_JOSÉ_PEREIRA|&amp;lt;u&amp;gt;José Pereira Rego&amp;lt;/u&amp;gt;]]&amp;amp;nbsp;(Barão do Lavradio), Pedro Affonso de Carvalho Franco, [[ABREU,_FRANCISCO_BONIFÁCIO_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Francisco Bonifácio de Abreu&amp;lt;/u&amp;gt;]] (Barão de Vila da Barra), entre outros, da Casa de Saúde de Santa Teresa, localizada à rua do Riachuelo, nº 98 e de propriedade de Glycerio Thaumaturgo da Silva. Teve como discípulos, seus alunos na [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], [[CASTRO,_FRANCISCO_DE|Francisco de Castro]], Francisco de Paula Fajardo Júnior, [[BRANDÃO,_JOÃO_CARLOS_TEIXEIRA|&amp;lt;u&amp;gt;João Carlos Teixeira Brandão&amp;lt;/u&amp;gt;]] e Miguel de Oliveira Couto.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 21 de dezembro de 1863 foi eleito membro titular da Academia Imperial de Medicina , com a apresentação da memória intitulada “Que papel representa o baço na economia animal?”, tendo sido recebido solenemente nesta instituição por [[SABÓIA,_VICENTE_CÂNDIDO_FIGUEIRA_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Vicente Cândido Figueira de Sabóia&amp;lt;/u&amp;gt;]] e Nicolau Joaquim Moreira. Participou ainda de outras importantes sociedades científicas, nacionais e estrangeiras, como a Real Academia das Ciências de Lisboa e a Sociedade de Higiene de Paris, entre outras.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;João Vicente Torres Homem foi um dos fundadores da &#039;&#039;Gazeta Medica do Rio de Janeiro&#039;&#039;, em 1862, juntamente com Matheus Alves de Andrade, Antonio Correia de Souza Costa e Francisco Pinheiro Guimarães em 1862. Este periódico é considerado o primeiro periódico médico não oficial, ou seja, não vinculado à [[ACADEMIA_IMPERIAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Imperial de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]], que conseguiu manter-se de forma regular por um bom período (FERREIRA, 1994). Foi redator e colaborador do periódico, tendo apresentado como artigo de estréia um texto no qual avaliava criticamente os primeiros relatórios do Gabinete Estatístico do Hospital Geral da Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ainda escreveu numerosos artigos em vários outros periódicos médicos da época como a &#039;&#039;Revista Medica Fluminense&#039;&#039;, &#039;&#039;Annaes Brasilienses de Medicina&#039;&#039;, &#039;&#039;Revista do Ateneu Academico&#039;&#039;, &#039;&#039;Archivo de Medicina Brasileira&#039;&#039;, &#039;&#039;Progresso Medico&#039;&#039;, &#039;&#039;Gazeta dos Hospitais&#039;&#039;, &#039;&#039;União Academica&#039;&#039;, &#039;&#039;Revista dos Cursos Praticos e Theoricos da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&#039;&#039; e &#039;&#039;O Brazil-Medico,&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039; (OLINTO, [s./d.]). João Vicente Torres Homem foi um dos fundadores, diretor e colaborador de &#039;&#039;O Brazil-Medico&#039;&#039;.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Durante sua carreira se destacou também na área de higiene pública, sendo inclusive reconhecido como higienista, tendo estudado as febres endêmicas e epidêmicas que assolavam todo o Império, assinalando a existência da esteatose do fígado na febre amarela, a vigência clínica do reumatismo sob a forma visceral e o enfarte do miocárdio, tratando ainda da morte súbita (LACAZ, 1977).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 23 de junho de 1876, por ordem do Governo Imperial, foi nomeado para a comissão encarregada de estudar especialmente as causas da alta incidência da febre amarela naquele período, e indicar os meios mais eficazes para erradicá-la. Esta comissão foi presidida por [[REGO,_JOSÉ_PEREIRA|&amp;lt;u&amp;gt;José Pereira Rego&amp;lt;/u&amp;gt;]] (Barão do Lavradio), presidente da Junta Central de Higiene Pública, e foi constituída por outros importantes nomes da área médica na época como, Antonio Correia de Souza Costa, [[SABÓIA,_VICENTE_CÂNDIDO_FIGUEIRA_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Vicente Cândido Figueira de Sabóia&amp;lt;/u&amp;gt;]], [[GOUVÊA,_HILÁRIO_SOARES_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Hilário Soares de Gouvêa&amp;lt;/u&amp;gt;]] e João Baptista dos Santos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;João Vicente Torres Homem publicou, em 1877, a obra “Estudo clínico sobre as febres do Rio de Janeiro”, na qual considerava “a multiplicidade dessas febres, voltando-se principalmente para o estudo de seus sintomas e a relação delas com o clima; a seu ver, o clima, por seus excessos, causava a grande incidência desses estados mórbidos e a modificação de suas características originais” (TEIXEIRA, 2004, p.41). &amp;amp;nbsp;Nesta obra, que foi amplamente adotada na época, apresentou de forma discriminada e individualizada a febre tifóide e a febre amarela, e “sem se declarar abertamente unicista, Torres Homem o era, conforme se entrevê da leitura atenta dos seus capítulos, onde as discussões nosográficas são contornadas habilmente, mas onde o fundo da opinião do mestre brasileiro transparece muito claramente” (NAVA, 2003, p.120).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Presidiu, no ano de 1881, uma comissão instituída pela [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]] para a avaliação do requerimento encaminhado pelo [[INSTITUTO_HAHNEMANIANO_FLUMINENSE|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Hahnemaniano Fluminense&amp;lt;/u&amp;gt;]] ao Governo Imperial, no qual este solicitava àquela Faculdade a criação de duas cadeiras, clínica e matéria médica homeopáticas. Esta comissão acabou por emitir um parecer desfavorável à criação das cadeiras, por entender que a homeopatia não era um sistema médico científico.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;João Vicente Torres Homem destacou a patologia celular, fundamentando-se nas bases científicas da obra de Rudolf Ludwig Karl Virchow (1821-1902). Para ele, “com a descoberta da anatomia patológica, a ciência do diagnóstico, com passos de gigantes, fez progressos incalculáveis” (Apud OLINTO, [s.d.], p.7). &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Décio Olinto ([s.d.]) destaca que a cultura médica de João Vicente Torres Homem “provinha do estudo constante e sempre atualizado, da observação meticulosa dos enfermos e da prática habitual da autópsia, a qual, dizia, era o ´juiz supremo que confirma, modifica ou reforma nossas sentenças`” (OLINTO, [s.d.], p.8).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Publicou, em 1882, o primeiro volume das “Lições de Clínica Médica”, no qual descreveu minuciosamente as afecções do aparelho respiratório, tais como pneumonia, asma, enfisema pulmonar, pleuris, gangrena do pulmão e tuberculose. No segundo volume desta obra, publicado em 1883, apresentou preleções referentes ao aparelho circulatório, às doenças orgânicas do coração (pericardite, sínfise do pericárdio, lesões aórticas, nevrose cardíaca e angina do peito), e também assuntos variados de medicina interna. Neste 2º volume apresentou dois capítulos dedicados aos reumatismos, “Rheumatismo articular” e “Rheumatismo visceral” onde descreveu de forma pormenorizada as formas de reumatismo, sua sintomatologia e terapêuticas. &amp;amp;nbsp;Demonstrou, também neste volume, seu interesse pelo comprometimento musculoesquelético em outras patologias (SEDA, 2004). &amp;amp;nbsp;A publicação do terceiro volume deu-se após seu falecimento, e por empenho de seu discípulo e assistente [[CASTRO,_FRANCISCO_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Francisco de Castro&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Realizou, também, estudos sobre as doenças do sistema nervoso, tendo publicado, em 1878, as “Lições sobre as moléstias do systema nervoso, feitas na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro”.&amp;lt;br/&amp;gt; Pedro Nava assim caracterizou a trajetória de João Vicente Torres Homem:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Torres Homem é o tipo representativo, o índice, a súmula, o resultado do que foi a influência da Medicina Francesa sobre a evolução da clínica indígena. Ao ciclo da influência francesa devemos – e Torres Homem na sua personalidade de médico e professor é o símbolo disso – a manutenção de nossa internística como um todo de atividade não fragmentada pela especialização e que resultou no aparecimento dos nossos maiores clínicos, todos acentuemos bem, clínicos gerais e nenhum deles clínico de um único departamento da economia. É o caso de Francisco de castro, de Martins Costa, de Miguel Couto, de Miguel Pereira, de Azevedo Sodré, de Almeida Magalhães, de Rocha Faria, de Nuno de Andrade, de Cícero Ferreira, de Barbosa Romeu e de Eduardo de Menezes.” (NAVA, 2003, 74-75). &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;João Vicente Torres Homem foi o paraninfo dos doutorandos da turma de 1885 da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], da qual fazia parte, entre outros, Miguel de Oliveira Couto.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Integrou, em 1885, juntamente com [[ABREU,_JOSÉ_BENÍCIO_DE|&amp;lt;u&amp;gt;José Benício de Abreu&amp;lt;/u&amp;gt;]] e Cypriano de Souza Freitas, a Comissão nomeada pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro para emitir um parecer sobre a obra de Domingos de Almeida Martins Costa, intitulada “A malaria e suas diversas modalidades”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;João Vicente Torres Homem apresentou, ao longo de sua vida, os sintomas característicos “de miotonia congênita, afecção também conhecida por doença ou mal de Thomsen” (OLINTO, [s.d.], p.5). Era uma enfermidade do sistema muscular, que provocava um espasmo tônico prolongado e a incapacidade de descontrair voluntariamente os músculos. Assim foi “notável o sucesso profissional atingido por esse homem em luta permanente contra o infortúnio da doença, que tanto o estorvava” (OLINTO, [s.d.], p.7).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Teve o seu necrológio escrito por Antônio Augusto de Azevedo Sodré, publicado no periódico &#039;&#039;O Brazil-Médico&#039;&#039;. &#039;&#039;Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, no qual foi referido como “o espirito clinico mais apto, mais atilado e mais bem preparado entre os que exerciam a profissão de curar no Brazil” (SODRÉ, 1887, p.142).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Por ocasião da fundação da Academia Brasileira de Reumatologia, em 15 de outubro de 1981, seus fundadores, Caio Villela Nunes, Waldemar Bianchi e Jacques Houli, conferiram o título de patrono maior a João Vicente Torres Homem, e colocaram sua efígie no brasão e na medalha da associação. É também considerado o patrono da Sociedade Brasileira de Reumatologia, e a “Oração Torres Homem” foi lida em sessões solenes de alguns de seus eventos (SEDA, 2004).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Produção intelectual&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Água, quaes os corpos que a tornam impura e a maneira de reconhecer estes corpos; Dos signaes racionaes da prenhez e seu valor relativo; Hemoptisis, suas causas, signaes, diagnóstico, prognóstico e tratamento; Raiva ou hydrophobia”. These apresentada á Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro e sustentada pelo Dr. João Vicente Torres Homem. Rio de Janeiro: Typ. Universal de Laemmert, 1858.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Dissertação sobre a coqueluche”. Rio de Janeiro, 1860. These apresentada para o concurso para o lugar de lente oppositor da seção de clínica médica. Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Typ. de Thevenet, 1860.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “O relatório do gabinete estatistico medico cirurgico do hospital geral da Santa Casa da Misericordia e das enfermarias publicas”. &amp;amp;nbsp;&#039;&#039;Gazeta Medica do Rio de Janeiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, n. 3, p. 27-28, 1º de julho, 1862.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Do valerianato de atropina na epilepsia”. &#039;&#039;Gazeta Medica do Rio de Janeiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, n. 7, p.75, 1º de setembro, 1862.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A pneumonia traumática do Sr. Dr. Noronha Feital”. &#039;&#039;Gazeta Medica do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro&#039;&#039;, n. 11, p.123, 1º de novembro, 1862.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A Academia Imperial de Medicina e a cholera-morbus”. &#039;&#039;Gazeta Medica do Rio de Janeiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, n. 13, p.147, 1º de dezembro, 1862&amp;lt;br/&amp;gt; - “Observação de um caso de ulcerações syphiliticas das amygdalas; destruição completa de um d´estes orgãos; dores osteocopas muito intensas. Caquexia. Cura em 60 dias. Tratamento anti-syphilitico e tonico”. &#039;&#039;Gazeta Medica do Rio de Janeiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, n. 14, p.162-165, 15 de dezembro, 1862.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O abuso do tabaco como causa da angina do peito. A «aribina», nova base organica”. &#039;&#039;Gazeta Medica do Rio de Janeiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, n.2, p.15, 15 de janeiro de 1863.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Um caso de tétano espontâneo curado com sulphato de morphina e inhalações de ether sulfurico”. &#039;&#039;Gazeta Medica do Rio de Janeiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, n.4, p.44-45, 15 de fevereiro, 1863.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O Ensaio medico-legal sobre ferimentos e outras offensas physicas, com applicação à legislação criminal pátria, seguido de algumas considerações sobre o infanticídio. Obra especialmente destinada às autoridades criminaes pelo do Sr. Dr. José Soriano de Souza”. &amp;amp;nbsp;&#039;&#039;Gazeta Medica do Rio de Janeiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, n.7, p.75, 1º de abril, 1863.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O Ensaio medico-legal sobre ferimentos e outras offensas physicas, com applicação à legislação criminal pátria, seguido de algumas considerações sobre o infanticídio. Obra especialmente destinada às autoridades criminaes pelo do Sr. Dr. José Soriano de Souza. (continuação)”. &#039;&#039;Gazeta Medica do Rio de Janeiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, n.8, p.87-89, 15 de abril, 1863.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O antagonismo reciproco entre o opio e a belladona”. &#039;&#039;Gazeta Medica do Rio de Janeiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, n.10, p.111-112, 15 de maio, 1863.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O medico nunca revelará os segredos de que for depositario”. &#039;&#039;Gazeta Medica do Rio de Janeiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, n.13, p.151, 1º de julho, 1863.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A sessão solemne anniversaria da Academia Imperial de Medicina”. &#039;&#039;Gazeta Medica do Rio de Janeiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, n.14, p.163-164, 15 de julho, 1863.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A sessão de 21 de Setembro da Academia Imperial de Medicina”. &#039;&#039;Gazeta Medica do Rio de Janeiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, n.19, p.223-224, 1º de outubro, 1863.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O regulamento da Junta Central de Hygiene Publica”. &#039;&#039;Gazeta Medica do Rio de Janeiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, n.23, p.271-272, 1º de dezembro, 1863.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Que papel representa o baço na economia animal? Memória apresentada à Academia Imperial de Medicina pelo Dr. João Vicente Torres Homem”. &#039;&#039;Gazeta Medica do Rio de Janeiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, n. 2, p.15, 15 de janeiro de1864.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Que papel representa o baço na economia animal? Memória apresentada à Academia Imperial de Medicina pelo Dr. João Vicente Torres Homem. (Continuação)”. Gazeta Medica do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, n. 3, p.27-29, 1º de fevereiro,1864.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Vantagens do emprego do calomelanos no tratamento de certas molestias – acção therapeutica d´este medicamento”. &#039;&#039;Gazeta Medica do Rio de Janeiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, n. 4, p.39-42, 15 de fevereiro,1864.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Que papel representa o baço na economia animal? Memoria apresentada a Academia Imperial de Medicina pelo Dr. João Vicente Torres Homem. (Conclusão)”. &#039;&#039;Gazeta Medica do Rio de Janeiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, n. 4, p.42, 15 de fevereiro,1864.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “A operação cezarianna praticada pelo Sr. Dr. Feijó em uma mulher rachitica”. &#039;&#039;Gazeta Medica do Rio de Janeiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, n. 5, p.51-53, 1º de março,1864.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “A epidemia dysenterica reinante – A aphasia, moléstia nova admittida pelo professor Trousseau”. &#039;&#039;Gazeta Medica do Rio de Janeiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, n.6, p.63-65, 15 de março, 1864.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sessão da Academia Imperial de Medicina – Opinião do Sr. Conselheiro Jobim a respeito dos tuberculosos mesentericos no Rio de Janeiro – Faculdade de Medicina – Jubilação do Sr. Conselheiro Felix Martins”.&#039;&#039;Gazeta Medica do Rio de Janeiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, n.7, p.73-75, 1º de abril, 1864.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O regulamento de vaccina apresentado ao corpo de saude do exercito”. &#039;&#039;Gazeta Medica do Rio de Janeiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, n.8, p.85, 15 de abril, 1864.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Parecer a respeito da memória do Sr. Theodoro Peckolt, intitulada – Do Prunus Braziliensis, apresentada à Academia Imperial de Medicina”.&#039;&#039;Gazeta Medica do Rio de Janeiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, n.8, p.88-89, 15 de abril, 1864.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “A reclamação do Sr. Conselheiro Jobim feita na Academia Imperial de Medicina”. &#039;&#039;Gazeta Medica do Rio de Janeiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, n.9, p.97, 1º de maio, 1864.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “O conselheiro Dr. Francisco de Paula Candido”.&#039;&#039;Gazeta Medica do Rio de Janeiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, n.10, p.109-111, 15 de maio, 1864.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Memória do Sr. Dr. Jules Boyer, intitulada – Cura da Phtisica Pulmonar e da Bronchite chronica por meio de um tratamento novo”.&#039;&#039;Gazeta Medica do Rio de Janeiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ns.11 e 12, p.121-125, 1º e 15 de junho, 1864.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Observação de um caso de metro-peritonite aguda traumática em uma mulher peijada de 3 mezes. Tratamento antiphlogistico enérgico; mercuriaes interna e externamente; cura completa em 19 dias, sem que o aborto tivesse tido lugar”. &#039;&#039;&#039;Gazeta Medica do Rio de Janeiro&#039;&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ns.11 e 12, p.132-134, 1º e 15 de junho, 1864.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Parecer a respeito da memoria do Sr. Theodoro Peckolt, intitulada - Do Prunus Braziliensis, apresentada à Academia Imperial de Medicina”.&#039;&#039;Annaes Brasilienses de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, XVI ano, v.XVI, n.2, p.28-30, julho de 1864.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Estudo physiologico e therapeutico sobre a lobelia inflata, pelo Dr. Torres Homem”. &#039;&#039;Annaes Brasilienses de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, XVI ano, v.XVII, n.4, p.53-64, 29 de agosto de 1864.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Do aclimatamento”. These apresentada á Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro e sustentada pelo dr. João Vicente Torres Homem, para concurso do lugar de lente de hygiene. Rio de Janeiro: Typ. de Thevenet, 1865.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Parecer sobre a pretenção de Francisco Gonçalves Ramos, que se propõe a tornar potavel a agua do mar, pelo Dr. Torres Homem”.&#039;&#039;Annaes Brasilienses de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, XVIII ano, v.XXI, n.8, p.122-128, janeiro de 1865.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Relatorio e parecer sobre a primeira memória do Sr. Dr. Silva Pontes - intitulada – Da Natureza e tratamento da coqueluche”. &#039;&#039;Annaes Brasilienses de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, XVIII ano, v.XXII, n.9, p.122-128, fevereiro de 1865.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Memoria apresentada à Academia Imperial de Medicina, afim de obter o lugar de membro titular pelo Dr. João Vicente Torres Homem”. &#039;&#039;Annaes Brasilienses de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, XVI ano, v.XVI, n.10, p.143-155, março de 1865.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Parecer sobre a memoria do Sr. Dr. Antonio Corrêa de Souza Costa – intitulada – Breves considerações sobre a Febre biliosa dos paises quentes, apresentada à Academia Imperial de Medicina”. &#039;&#039;&amp;amp;nbsp;Annaes Brasilienses de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, XVI ano, v.XVIII, n.12, p.187-190, maio de 1865.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Das Sangrias em Geral e em Particular na Pneumonia e na Apoplexia Cerebral”. Rio de Janeiro, 1866. These para concurso cadeira de clinica interna. Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Typ. de Thevenet, 1866.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Clinica medica. Febre perniciosa de fórma ataxica. Lição oral feita pelo sr. Dr. Torres Homem no dia 6 de julho, e tomada pelo interno da Faculdade C. barata Ribeiro”. &#039;&#039;Revista do Athenêo Medico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, n.1, p.2-25, julho de 1867.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Memoria historica da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro sobre os acontecimentos mais notáveis ocorridos em 1867, apresentada à respectiva congregação pelo Dr. João Vicente Torres Homem lente de clinica interna”. Rio de Janeiro: [s.n.], 1868.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Duas lições de clinica medica, feitas no hospital da Santa Casa da Misericordia nos dias 7 e 11 de maio de 1868, sobre um doente de insufficiencia das válvulas aorticas, acompanhada de hypertrophia e dilatação do coração”. Rio de Janeiro: [s.n.], 1868.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Annuario de observações colhidas nas enfermarias de clinica medica da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, em 1868, comentadas por João Vicente Torres Homem”. Rio de Janeiro: Nic. A. Alves, 1869.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Observação clinica do Sr. Dr. João Vicente Torres Homem acerca de um caso mui grave de hydrotjhorax complicado com hepatite e felizmente curado pela paracenthese thoracica, e outros meios.&#039;&#039;Annaes Brasilienses de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, tomo XXII, n.11, p.370-381, abril de 1870. &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Elementos de clinica medica, seguidos das mais notáveis observações, colhidas nas enfermarias de clinica medica em 1869”. Rio de Janeiro: Nicolao A. Alves, 1870.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Relatorio e parecer do Sr. Dr. João Vicente Torres Homem sobre a Memoria enviada para o concurso aos prêmios do anno de 1870 em solução á questão proposta pela Academia no seu programma de 1869 – Da uremia e seu tratamento lido e aprovado em 20 de Junho de 1870. &#039;&#039;Annaes Brasilienses de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, tomo XXII, n.4, p.120-134, setembro de 1870.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Observação de um caso de insufficiencia aortica subitamente produzida por uma lesão traumática”. Rio de Janeiro: Typographia do Diario do Rio de Janeiro, 1872.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Lições de abertura do curso de clínica médica em 1872”. Rio de Janeiro: [s.n.], 1872.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Licções de clinica sobre a febre amarella, feitas na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro”. Rio de Janeiro: Typ. de Quirino F. do Espírito Santo, 1873.&amp;lt;br/&amp;gt; - ““Da peritonite (lições de clinica interna pelo Sr. Dr. J. V. Torres Homem). Notas stenographicas do estudante M. Azevedo. &#039;&#039;Revista Medica&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno I, n.6, p.82-83, 25 de agosto de 1873.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Da peritonite. Lições de clinica interna pelo professor da cadeira Dr. J. V. Torres Homem. Notas stenographicas do estudante M. Azevedo. &#039;&#039;Revista Medica&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno I, n.7, p.97-101, 10 de setembro de 1873.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Da peritonite. Lições de clinica interna pelo professor da cadeira Dr. J. V. Torres Homem. Notas stenographicas do estudante M. Azevedo. &#039;&#039;Revista Medica&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno I, n.8, p.116-119, 25 de setembro de 1873.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Discurso de introdução à aula de clinica interna da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, pronunciado em 13 de abril de 1874”. Rio de Janeiro: [s.n.], 1874.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Relatorios das cinco enfermarias creadas pelo governo imperial a cargo da Santa Casa da Misericórdia para tratamento dos doentes de febre amarella em 1874”. Rio de Janeiro: [s.n.], 1876.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Do valor therapeutico da hyosciamina pelo dr. Torres Homem”. &#039;&#039;Progresso Medico&#039;&#039;, v.I, p.29-35, 1876-1877.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Estudo clínico sobre as febres do Rio de Janeiro”. Rio de Janeiro: Livraria Classica de Nicolao Alves, Editor Lisboa; Imprensa Nacional, 1877.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Licções de clinica medica sobre nevroses cardiacas. Amollecimento medullar”. &#039;&#039;Revista Medica&#039;&#039;, Rio de Janeiro, p.123, 1877.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Licções sobre as molestias do systema nervoso, feitas na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro”. Rio de Janeiro: Typographia Academica, 1878.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Será sempre incurável a hipertorfia do coração? – Parecer dado pela Commissão da Academia Imperial de Medicina, na sessão de 18 de novembro de 1878, sobre a tese acima”. &#039;&#039;Annaes Brasilienses de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, tomo XXX, n.5, 6 e 7, p.248-260, outubro, novembro e dezembro de 1878.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Tratamento das febres paludosas: Conferencias feitas na aula de clinica medica da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro em 1879 pelo professor, etc..., colhidas pelo sr. dr. Israel da Rocha e revistas pelo professor”. União Médica, Rio de Janeiro, 1879.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Cancer do fígado. Apontamentos de uma lição de clinica medica, professada pelo dr. J. V. Torres Homem na Fac. de medicina do Rio de Janeiro, em 18 de maio de 1880. União Medica, Rio de Janeiro, n.6, 1880.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Tractamento das febres paludosas. Conferencias feitas na aula de clinica medica, da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, em 1879, pelo sr. Professor Torres Homem. Colhidas pelo Sr. Dr. Ismael da Rocha e revistas pelo professor. 1ª”. União Medica, Rio de Janeiro, n.3, p.118-128, março 1881.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Tractamento das febres paludosas. Conferencias feitas na aula de clinica medica, da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, em 1879, pelo sr. Professor Torres Homem. Colhidas pelo Sr. Dr. Ismael da Rocha e revistas pelo professor. 2ª”. União Medica, Rio de Janeiro, n.4, p.163-173, abril 1881.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Tractamento das febres paludosas. Conferencias feitas na aula de clinica medica, da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, em 1879, pelo sr. Professor Torres Homem. Colhidas pelo Sr. Dr. Ismael da Rocha e revistas pelo professor. 3ª”. União Medica, Rio de Janeiro, n.6, p.352-364, junho 1881.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Breve noticia sobre a acção therapeutica da aconitina crystallisada. &#039;&#039;Gazeta Medica brasileira&#039;&#039;, Rio de Janeiro, tomo I, anno I, n.1, p.28-31, 15 de março de 1882.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Polysteatose visceral”. &#039;&#039;Gazeta Medica Brazileira&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno I, n.9, p.327-330, 15 de julho de 1882.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Polysteatose visceral. (Continuação)”.&#039;&#039;Gazeta Medica Brazileira&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno I, n.11, p.418-420, 15 de agosto de 1882.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Licções de clinica medica, feitas na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro (1867-1881)”. Rio de Janeiro: Lopes de Couto, 1882-1890.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Licções de clinica medica, feitas na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro (1867-1881)”. 2º volume. Rio de Janeiro: [s.n.], 1884.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Tratamento do cholera-morbus: Relatorio da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro”. Rio de Janeiro: [s.n.], 1884.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Parecer da Commissão nomeada pela Faculdade de medicina para emittir o seu juizo sobre a obra recentemente publicada pelo Sr. Professor Dr. Domingos de Almeida Martins Costa, a qual tem por titulo – A malária e suas diversas modalidades”. Com José Benicio de Abreu e Cypriano de Freitas. Revista dos Cursos Praticos e Theoricos da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2º anno, 2º numero, p.119-132, dezembro 1885.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Discurso pronunciado na collação do grão dos doutorandos de 1885”. Rio de Janeiro: [s.n.], 1886.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Licções de clinica medica, feitas na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro; collecionadas e revistas pelo Dr. Francisco de Castro (1867-1887)”. 3º volume. Rio de Janeiro: [s.n.], 1890.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- ALMANAK Administrativo, Mercantil e Industrial da Côrte e Província do Rio de Janeiro para o anno de 1860 fundado por Eduardo von Laemmert. Rio de Janeiro: Em Casa dos Editores-Proprietarios Eduardo &amp;amp; Henrique Laemmert, 1860.&#039;&#039;&#039;Almanak Laemmert (1844-1889). &#039;&#039;&#039;Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 22 abr. 2020. Online. Disponível na Internet:  [http://ddsnext.crl.edu/titles/88#?c=0&amp;amp;m=16&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=509&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1287,0,4748,3349 http://ddsnext.crl.edu/titles/88#?c=0&amp;amp;m=16&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=509&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1287%2C0%2C4748%2C3349]&amp;lt;br /&amp;gt; - FERREIRA, Luiz Otávio. João Vicente Torres Homem: descrição da carreira médica no século XIX. &#039;&#039;Physis: Revista de Saúde Coletiva&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.4, n.1, p.57-77, 1994. Capturado em 22 abr. 2020. Online. Disponível na Internet: https://www.scielo.br/pdf/physis/v4n1/04.pdf&amp;lt;br /&amp;gt; - FREIRE, Francisco Gabriel da Rocha. Memória histórica relativa aos factos mais notáveis occorridos na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro durante o anno de 1866 pelo Dr. Francisco Gabriel da Rocha Freire lente de botânica e princípios elementares de zoologia com applicação à medicina. In: Relatório apresentado a Assembléa Geral da Primeira Sessão da Décima Terceira Legislatura pelo Ministro e Secretario D´Estado dos Negocios do Imperio José Joaquim Fernandes Torres. Rio de Janeiro: Typographia Nacional, 1867. Anexo B2-1. &#039;&#039;&#039;Ministerial Reports, 1821-1960.&#039;&#039;&#039; &amp;amp;nbsp;Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 22 abr. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://ddsnext.crl.edu/titles/100#?c=0&amp;amp;m=36&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=57&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1087,-1,4317,3046 http://ddsnext.crl.edu/titles/100#?c=0&amp;amp;m=36&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=57&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1087%2C-1%2C4317%2C3046]&amp;lt;br/&amp;gt; - JOÃO Vicente Torres Homem. In: BLAKE, Augusto Victorino Alves Sacramento. &#039;&#039;&#039;Diccionario Bibliographico Brazileiro. Quarto volume&#039;&#039;&#039;. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1893. &amp;amp;nbsp;pp.63-65. In: Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin. Acervo Digital. &amp;amp;nbsp;Capturado em 10 jun. 2020. Online. Disponível na Internet: [https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/5444 https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/5444]&amp;lt;br/&amp;gt; - JOÃO Vicente Torres Homem. In: ACADEMIA NACIONAL DE MEDICINA. Capturado em 8 out. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [https://www.anm.org.br/joao-vicente-torres-homem-barao-de-torres-homem/ https://www.anm.org.br/joao-vicente-torres-homem-barao-de-torres-homem/]&amp;lt;br/&amp;gt; - LACAZ, Carlos da Silva. &#039;&#039;&#039;Vultos da Medicina Brasileira. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Pfizer, vol. 1, 1977. &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;br/&amp;gt; - MAGALHÃES, Fernando. &#039;&#039;&#039;Centenário da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Typ. A. P. Barthel, 1932. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BN|BN]])&amp;lt;br/&amp;gt; - NAVA, Pedro. &#039;&#039;&#039;Capítulos da história da medicina no Brasil.&#039;&#039;&#039; Cotia, SP: Ateliê Editorial; Londrina, PR: Eduel; São Paulo: Oficina do Livro Rubens Borba de Moraes, 2003. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;br/&amp;gt; - OLINTO, Décio. J&#039;&#039;&#039;oão Vicente de Torres Homem. &#039;&#039;&#039;Datilografado. Arquivo pessoal da Academia Nacional de Medicina. [Rio de Janeiro]: [s.n.], [s.d.]. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#ANM|ANM]])&amp;lt;br/&amp;gt; - RIBEIRO, Lourival. &#039;&#039;&#039;O Barão de Lavradio e a higiene no Rio de Janeiro Imperial.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Editora Itatiaia Limitada, 1992. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BN|BN]])&amp;lt;br/&amp;gt; - SANTOS FILHO, Lycurgo de Castro. &#039;&#039;&#039;História Geral da Medicina Brasileira.&#039;&#039;&#039; São Paulo: HUCITEC/EDUSP, 1991. v. 2. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCCBB|BCCBB]])&amp;lt;br/&amp;gt; - SEDA, Hilton. Torres Homem, patrono da reumatologia brasileira. &#039;&#039;Boletim da Sociedade de Reumatologia do Rio de Janeiro&#039;&#039;, v.32, n.114, p.4-6, out./dez. 2004. Capturado em 14 abr. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[https://www.yumpu.com/pt/document/read/12868474/boletim-da-sociedade-de-reumatologia-do-rio-de-janeiro https://www.yumpu.com/pt/document/read/12868474/boletim-da-sociedade-de-reumatologia-do-rio-de-janeiro]&amp;lt;br/&amp;gt; - SODRÉ, Azevedo. O Barão de Torres Homem. &#039;&#039;O Brazil-Médico. &#039;&#039;Revista Semanal de Medicina e Cirurgia, Rio de Janeiro, anno I, v.II, p.142, 2º semestre 1887. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 18 ago. 2020. Online. Disponível na Internet: [http://memoria.bn.br/DocReader/081272x/464 http://memoria.bn.br/DocReader/081272x/464]&amp;lt;br/&amp;gt; - TEIXEIRA, Luiz Antonio. Febres paulistas e a Sociedade de Medicina e Cirurgia de São Paulo: uma controvérsia entre porta-vozes de diferentes saberes. &#039;&#039;História, Ciências, Saúde-Manguinhos&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v. 11, supl.1, p.41-66, 2004. &amp;amp;nbsp;Capturado em 14 abr. 2020. Online. Disponível na Internet: [https://www.scielo.br/pdf/hcsm/v11s1/02.pdf https://www.scielo.br/pdf/hcsm/v11s1/02.pdf]&amp;lt;br/&amp;gt; - VASCONCELOS, Vasco Joaquim Smith de. &#039;&#039;&#039;Médicos e cirurgiões da Imperial Câmara. Reinados de D. Pedro I e D. Pedro II.&#039;&#039;&#039; Campinas, São Paulo: [Academia Campinense de Letras], 1964. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BN|BN]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa – Rodrigo Borges Monteiro, Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Redação – Rodrigo Borges Monteiro.&amp;lt;br/&amp;gt; Revisão – Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Forma de citação&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Dicionário Histórico-Biográfico das Ciências da Saúde no Brasil (1832-1970)&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    [[Category:Verbetes]] [[Category:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Rachel.froes</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=MARTINS,_ANT%C3%94NIO_FELIX&amp;diff=1582</id>
		<title>MARTINS, ANTÔNIO FELIX</title>
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		<updated>2023-08-24T18:26:49Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Rachel.froes: /* Forma de citação */ alteração data rodapé&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Outros nomes e/ou títulos:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;[[SÃO_FELIX,_BARÃO_DE|São Felix, Barão de]]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Antônio Felix Martins nasceu no Rio de Janeiro em 20 de novembro de 1812 e faleceu na mesma cidade em 16 de fevereiro de 1892. Doutorou-se em medicina pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro em 1832, onde foi substituto de ciências médicas (1834) e lente de patologia geral (1855). Atuou em vários serviços de higiene pública na cidade do Rio de Janeiro, como a Comissão Central de Saúde Pública e a Junta Central de Higiene Pública.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Dados pessoais&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Antônio Felix Martins nasceu na freguesia de Inhaúma, na então província do Rio de Janeiro, em 20 de novembro de 1812. Era filho do cirurgião-mór José Antonio Martins, natural de Portugal, que veio para o Brasil com o Regimento de Bragança, e de Rita Angélica de Jesus, natural do Rio de Janeiro. Casou-se em 1834 com Ana Carolina Pinto, que veio a falecer em 27 de novembro de 1870.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi agraciado com o título de Barão de São Felix, por carta-mercê, em 11 de dezembro de 1875, e recebeu os títulos de Comendador da Ordem da Rosa, de Cavaleiro da Ordem de Cristo e de Grão-mestre do Grande Oriente Unido do Brasil. Pelo decreto nº1165, de 31/10/1917, a Rua Princesa dos Cajueiros, onde residiu no nº10, no centro da cidade do Rio, passou a ser chamada Rua Barão de São Félix.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Faleceu na cidade do Rio de Janeiro em 18 de fevereiro de 1892.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Trajetória profissional&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Antônio Felix Martins doutorou-se em medicina pela [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]] no ano de 1832. Nesta mesma instituição foi lente substituto da seção de ciências médicas (1834) e de patologia geral (1855), e obteve a jubilação em 1864.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi provedor da Inspeção de Saúde do Porto, nomeado pelo decreto nº 268 de 29 de janeiro de 1843, sendo exonerado deste cargo em 2 de setembro de 1859, quando foi substituído por [[ABREU,_FRANCISCO_BONIFÁCIO_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Francisco Bonifácio de Abreu&amp;lt;/u&amp;gt;]] ([[VILA_DA_BARRA,_BARÃO_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Barão de Vila da Barra&amp;lt;/u&amp;gt;]]). Neste cargo teve atuação decisiva nas epidemias de cólera morbus e febre amarela que assolaram o Rio de Janeiro na segunda metade do século XIX.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em sua longa e importante participação nos serviços de higiene pública na cidade do Rio de Janeiro fez parte da Comissão Central de Saúde Pública, foi um dos primeiros membros da Junta Central de Higiene Pública (de 1850 a 1859), presidente (1859) da comissão administrativa do Hospital Marítimo de Santa Isabel (Jurujuba, Niterói). Foi inspetor deste hospital e um dos grandes responsáveis pela ampliação de suas instalações com a construção dos dois lances laterais.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Antônio Felix Martins foi membro do Conselho Diretor da Inspetoria Geral da Instrução Pública Primária e Secundária da Corte (1862 a 1865; 1873 a 1882), servindo interinamente no cargo de Inspetor Geral da mesma instituição em 1877.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi médico efetivo (1873) da Imperial Câmara, e cirurgião da Guarda Nacional.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Na esfera política foi membro do Conselho do Imperador Pedro II, vereador (1844), suplente (1847-1848) e suplente juramentado (1851-1852) da Câmara Municipal do Rio de Janeiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi agraciado como Cavaleiro da Ordem de Cristo por serviços prestados na Exposição Nacional, realizada, em 1866, no prédio da Academia Imperial de Belas Artes, posteriormente sede da Casa da Moeda. Foi membro da Caixa Municipal de Beneficência do Município da Corte (1865) e do Montepio Geral de Economia dos Servidores do Estado (1868-1870).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Antônio Felix Martins foi nomeado membro titular da [[ACADEMIA_IMPERIAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Imperial de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]] em 15 de outubro de 1835 e eleito presidente desta em 18 de maio de 1861, permanecendo neste cargo até 1864. Em 1866 passou para a classe dos membros honorários, e foi patrono da cadeira nº 32. Também foi membro do [[INSTITUTO_FARMACÊUTICO_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Farmacêutico do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], no qual presidiu a comissão de matéria médica e terapêutica (1874). Foi sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, do Conservatório Dramático Brasileiro, criado em 4 de janeiro de 1871, da Sociedade Propagadora das Belas Artes e sócio correspondente da Sociedade de Medicina de Liège.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em sessão da [[ACADEMIA_IMPERIAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Imperial de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]], realizada em 9 de maio de 1864, Antônio Felix Martins apresentou o necrológio do médico [[CÂNDIDO,_FRANCISCO_DE_PAULA|Francisco de Paula Cândido]].&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Após seu falecimento, foi publicada, em sua homenagem, uma matéria na edição de 19 de fevereiro de 1892 do &#039;&#039;Jornal do Brasil&#039;&#039;, na qual assim foi apresentado Antônio Felix Martins:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Estylista de verdadeiro mérito, poeta fácil e de imaginativa e fecunda creação, manuseador de clássicos, com os quaes convivia, recebendo-lhes as lições, mestre nas sciencias, que seguia, escreveu diversas obras scientificas e literárias, das quaes algumas impressas ornão as nossas bibliothecas” (NOTICIAS, 1892, p.1). &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Produção intelectual&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Elogio ao illustre brazileiro Evaristo Ferreira da Veiga”. Rio de Janeiro: [s.n.], 1837.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Discurso que por occasião da solemnisação do primeiro anniversario da fundação da Aug. L. Maç. Fez e recitou-a”. Rio de Janeiro: [s.n.], 1837.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Irritabilidade e principio activo dos nervos”. Tese (Concurso para a cadeira de fisiologia) – Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, 1843.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Nota de Antônio Félix Martins a Cândido José de Araújo, sobre a pretensão de sardinhas”. [Manuscrito]. Rio de Janeiro, 4 nov. 1848.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Memoria historica dos acontecimentos notáveis da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, durante o anno de 1857, pelo Dr. Antônio Felix Martins. Rio de Janeiro: Tip. Laemmert, 1858.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Breve noticia biographica dos treze membros da Academia Imperial de Medicina, que falleceram no periodo de 1850 a 1857, lida na sessão annual de 1858 em presença de Sua Majestade Imperial”. Rio de Janeiro: Tip. de F. de Paula Britto, 1858. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Memoria historica dos primeiros acontecimentos da Faculdade de medicina do Rio de Janeiro durante o anno de 1858, apresentada à respectiva Congregação em cumprimento do artigo 179 do Estatuto, pelo Conselheiro Dr. Antônio Felix Martins”. Rio de Janeiro: Tip. Laemmert, 1859.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Biographia dos fallecidos doutores Luiz Francisco Ferreira e João Mauricio Faivre, recitadas em presença de Sua Majestade Imperial na sessão publica aniversaria da Academia Imperial de Medicina, a 30 de junho de 1859”. Rio de Janeiro: [s.n.], 1859. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Discurso sobre a caridade. Sessão solemne da installação da caixa municipal de beneficencia do municipio da Corte a 29 de julho de 1860”. Rio de Janeiro: [s.n.], 1860.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Discurso recitado na segunda sessão geral anniversaria da veneravel congregação de Santa Thereza de Jesus”. Rio de Janeiro: [s.n.], 1864.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Honras funebres em memória do Visconde de Inhauma”. Rio de Janeiro: Typ. Perseverança, 1869.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Carta a Professora da 1ª Escola Pública da Freguesia de Engenho-Novo, remetendo 10 coleçoes do Metodo Brasileiro, para serem distribuidos pelos alunos pobres”. [Manuscrito]. Rio de Janeiro, 22/04/1880.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Compendio de pathologia geral”.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Decorophobia: poema heroe-comico-satyrico”. Rio de Janeiro: [s.n.], 1880.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A inauguração da estatua equestre do senhor D. Pedro I, soneto [Livro]. Rio de Janeiro: Typ. de Paula Brito, [s.d.]. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Convite a professora Maria Gomes Santarém, para Conferências que se realizará nas salas do Externato do Imperial Colégio de Pedro 2º, assinada por Antônio Felix Martins, barão de S. Felix”. [Manuscrito]. Rio de Janeiro: [s.n.], [s.d.]. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Dissertação sobre a irritabilidade, o principio activo dos nervos”. Rio de Janeiro: Typ. Austral, [s.d.]. &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- ACADÊMICO Antonio Felix Martins. Patrono da Cadeira nº 32. Datilografado. Arquivo pessoal da Academia Nacional de Medicina. [Rio de Janeiro]: [s.n.], [s.d.]. &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#ANM|ANM]])&amp;lt;br/&amp;gt; - ANTONIO Felix Martins (Barão de São Felix). In: ACADEMIA NACIONAL DE MEDICINA. Capturado em 8 out. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [https://www.anm.org.br/antonio-felix-martins-barao-de-sao-felix/ https://www.anm.org.br/antonio-felix-martins-barao-de-sao-felix/]&amp;lt;br/&amp;gt; - ANTONIO Felix Martins. In: BLAKE, Augusto Victorino Alves Sacramento. &#039;&#039;&#039;Diccionario Bibliographico Brazileiro. Primeiro volume.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Typographia Nacional, 1883. &amp;amp;nbsp;pp.157-158. In: Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin. Acervo Digital. &amp;amp;nbsp;Online. Capturado em 10 jun. 2020. Capturado em 20 mai. 2020. Online. Disponível na Internet:  [https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/5411 https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/5411]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº268, de 29 de janeiro de 1843. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 19 ago. 2020. Online. Disponível na Internet:  [http://legis.senado.leg.br/norma/386772/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/386772/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - ENSINO Médico no Brasil (1808-1907): um repertório de fontes arquivísticas e bibliográficas. Rio de Janeiro: Casa de Oswaldo Cruz, 1999. CD-ROM. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;br/&amp;gt; - FERREIRA, Clemente da Cunha. &#039;&#039;&#039;Discurso do Acadêmico na sessão Magna Aniversária da Academia. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro, 30 de junho de 1892. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#ANM|ANM]])&amp;lt;br/&amp;gt; - J.R.M. Biographia. Dr. Antonio Felix Martins. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, anno XXIV, n.7, p.316-325, janeiro, 1893. Capturado em 20 mai. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://www.gmbahia.ufba.br/index.php/gmbahia/article/viewFile/586/571 http://www.gmbahia.ufba.br/index.php/gmbahia/article/viewFile/586/571]&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - MAGALHÃES, Fernando. &#039;&#039;&#039;Centenário da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Typ. A. P. Barthel, 1932. &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BN|BN]])&amp;lt;br/&amp;gt; - NOTICIAS diversas. Antonio Felix Martins. &#039;&#039;Jornal do Brasil&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno II, n.50, p.1, 19 de fevereiro de 1892. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira&#039;&#039;&#039;. Capturado em 19 ago. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;[http://memoria.bn.br/DocReader/030015_01/1446 http://memoria.bn.br/DocReader/030015_01/1446]&amp;lt;br/&amp;gt; - SANTOS FILHO, Lycurgo de Castro. &#039;&#039;&#039;História Geral da Medicina Brasileira.&#039;&#039;&#039; São Paulo: HUCITEC/EDUSP, 1991. v. 2. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCCBB|BCCBB]])&amp;lt;br/&amp;gt; - VASCONCELOS, Vasco Joaquim Smith de. &#039;&#039;&#039;Médicos e cirurgiões da Imperial Câmara. Reinados de D.Pedro I e D. Pedro II. &#039;&#039;&#039;Campinas, São Paulo: [Academia Campinense de Letras], 1964. &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BN|BN]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Rodrigo Borges Monteiro.&amp;lt;br/&amp;gt; Redação – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Rodrigo Borges Monteiro.&amp;lt;br/&amp;gt; Revisão - Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Forma de citação&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Dicionário Histórico-Biográfico das Ciências da Saúde no Brasil (1832-1970)&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    [[Category:Verbetes]] [[Category:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Rachel.froes</name></author>
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		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=SOCIEDADE_FARMAC%C3%8AUTICA_BRASILEIRA&amp;diff=1581</id>
		<title>SOCIEDADE FARMACÊUTICA BRASILEIRA</title>
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		<updated>2023-08-24T18:25:31Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Rachel.froes: /* Forma de citação */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&#039;&#039;&#039; A Sociedade Farmacêutica Brasileira, considerada a primeira sociedade da classe farmacêutica no Brasil durante o século XIX, foi inaugurada no dia 30 de março de 1851, na sede da Sociedade Filarmônica, localizada na cidade do Rio de Janeiro, tendo como principal fundador e presidente, o boticário Ezequiel Corrêa dos Santos. Tinha por finalidade regularizar e garantir o exercício da farmácia, reivindicando melhorias no ensino e a elaboração de um código farmacêutico brasileiro.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Histórico&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;A Sociedade Farmacêutica Brasileira foi fundada em 1851 com fins de regularizar e garantir o exercício da farmácia no Brasil.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;Em 1835, no entanto, havia sido criada uma seção de Farmácia na [[ACADEMIA_IMPERIAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Imperial de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]], inspirada na Academia Real de Medicina de Paris, que reunia a farmácia à medicina e à cirurgia. No Rio de Janeiro, então capital do Império, esta seção inicialmente ficou constituída por alguns boticários diplomados ou apenas licenciados, tendo como primeiro presidente o farmacêutico francês Jean Marie Soullié (1836), e como segundo o boticário brasileiro licenciado Ezequiel Corrêa dos Santos (1837). Desde a sua criação, essa seção passou a pleitear a melhoria do ensino farmacêutico no Império e a elaboração de um código farmacêutico brasileiro. Em 1836, apresentou à Academia um plano de reorganização do curso de farmácia da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]] e da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DA_BAHIA|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina da Bahia&amp;lt;/u&amp;gt;]], propondo também a criação de escolas de farmácia nas capitais das províncias de Pernambuco, Minas Gerais, São Paulo, Maranhão, Ceará e São Pedro do Sul, atual Rio Grande do Sul, que deveriam ficar subordinadas àquelas do Rio de Janeiro ou da Bahia, conforme a sua localização geográfica. A Academia, na qual estava inserida aquela seção, tinha como principais objetivos a reformulação do ensino médico e farmacêutico, da legislação sanitária e o combate às endemias e epidemias. Naquela época, só a Província de Minas Gerais conseguiu criar a [[ESCOLA_DE_FARMÁCIA_DE_OURO_PRETO|&amp;lt;u&amp;gt;Escola de Farmácia de Ouro Preto&amp;lt;/u&amp;gt;]], em 1839, desvinculada das faculdades de medicina.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Com o surto da febre amarela que acometeu a capital e outras cidades do Império a partir de 1849, foi concedida uma verba extra ao Ministério do Império para que iniciasse trabalhos voltados para a melhoria do estado sanitário nesses lugares (decreto nº 598 de 14/09/1850), quando então foi criada a Junta de Higiene Pública. Essa funcionaria como um órgão consultor do Governo Imperial em matéria de política de saúde pública, assim como divulgador das decisões do Governo nesse assunto. Pelo decreto nº 828 de 29 de setembro de 1851 foi aprovado seu regulamento, que estabeleceu mais exigências aos serviços oferecidos pelas farmácias, como um número mínimo de sais e drogas de uso comum, livros para cópia das receitas, formulários e vasilhames adequados. Na falta de um código farmacêutico nacional oficial, todas as farmácias, segundo Lycurgo de Castro Santos Filho (1991), deviam possuir os volumes: “Codex medicamentarius gallicus”(de origem francesa e em uso no Brasil desde 1837);&#039;&#039;“Pharmacopéia geral para o Reino e Domínios de Portugal” (1794, reimpressa em 1824); “Pharmacopée universelle” (Paris, 1828, reeditado em 1840, do médico francês Antoine Jacques Louis Jourdan); “Nouveau formulaire magistral” (Paris, 1840, do farmacêutico e químico francês Apollinaire Bouchardat); “Traité de Matière médicale et de Therapeutique” (Paris, 1843, do farmacêutico e médico francês François Foy; e o “Código Pharmacêutico Lusitano”,&#039;&#039;(Coimbra, 1835, com edições posteriores, do médico e político português Agostinho Albano da Silveira Pinto). Além disso, o registro dos diplomas de médicos e farmacêuticos era obrigatório.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Dentro deste quadro, surgiu a Sociedade Farmacêutica Brasileira como a primeira sociedade da classe farmacêutica do Brasil no século XIX. Inaugurada no dia 30 de março de 1851, na sede da Sociedade Filarmônica, localizada na capital do Império, compareceram à solenidade além de farmacêuticos e médicos, o presidente do Conselho de Ministros do Império, Visconde de Monte Alegre (José da Costa Carvalho), e o presidente da [[ACADEMIA_IMPERIAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Imperial de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]], [[JOBIM,_JOSÉ_MARTINS_DA_CRUZ|&amp;lt;u&amp;gt;José Martins da Cruz Jobim&amp;lt;/u&amp;gt;]]. Nesta ocasião, seu principal fundador e presidente, o farmacêutico Ezequiel Corrêa dos Santos, proferiu discurso enaltecendo o espírito de associação e a esperança dos farmacêuticos:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“(...) esperançados no governo ilustrado e patriótico do país, que mais de uma prova tem dado de querer salvar o exercício da medicina da relaxação em que existia abismado, já reformando os corpos de saúde do exército e da armada, já reclamando do corpo legislativo uma junta de higiene que salve o país da cratera do vulcão vomitado pela garganta imunda e sedenta do charlatanismo, já finalmente por outras medidas que reclama em benefício da saúde dos brasileiros, renasceu nos farmacêuticos a esperança e ei-los que se apressam reunidos em associação a entrarem em seu contingente, para a nobre tarefa da reforma dos abusos, com o fim de igualar os foros da farmácia brasileira aos foros que lhes são conferidos em todas as nações ilustradas (...) luta de onde esperam sair triunfantes e vitoriosos, porque contam com a vossa proteção e com a proteção do governo do estado.” (&#039;&#039;Apud &#039;&#039;CARMO, 1984, p. 358).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Com o apoio do Imperador Pedro II e contando com aproximadamente setenta sócios, os membros da Sociedade costumavam se reunir na sala da [[ACADEMIA_IMPERIAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Imperial de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]], sediada naquela época nas dependências da Igreja do Rosário, situada na travessa de mesmo nome. Entre os seus sócios que podiam ser de três categorias: contribuintes, correspondentes e honorários, encontravam-se farmacêuticos proprietários de boticas; boticários que trabalhavam nos hospitais da Marinha, do Exército ou no Hospital da Misericórdia, além de médicos, botânicos, professores da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]] e até mesmo personagens que ocupavam cargos políticos no Império, como sócios honorários.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Os objetivos da Sociedade voltavam-se principalmente para o melhoramento, a reforma e o progresso da farmácia no Brasil, estando implícita aí a regularização e garantia do seu exercício. Além disso, a Sociedade recém-criada previa a criação de um montepio que assegurasse a sorte futura de seus sócios contribuintes e familiares que caíssem em indigência.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Diretorias:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Inicialmente, ficou assim constituída:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Ezequiel Corrêa dos Santos (presidente); Jean Marie Soullié (vice-presidente); José Caetano da Silva Costa (1°secretário); João Corrêa Dutra (2º secretário); Balthazar de Andrade Monteiro (tesoureiro); Manoel Hilário Pires Ferrão (bibliotecário arquivista); e Ezequiel Corrêa dos Santos Filho (redator da &#039;&#039;Revista Farmacêutica&#039;&#039;).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Ezequiel Corrêa dos Santos permaneceu no cargo de presidente desde sua fundação até o ano de 1864, quando faleceu. O cargo foi ocupado em seguida por Ignácio José Malta (1865-1868). Durante o período referente aos anos de 1869 a 1878, a composição da diretoria foi anunciada no &#039;&#039;Almanak Laemmert&#039;&#039; como sendo a mesma: Antônio Fernandes Pereira Portugal (presidente); Joaquim Marcos de Almeida Rego (vice-presidente); Simão Marcolino Fragoso (1º secretário); Antônio Fernandes da Costa (2º secretário) e João Luiz da Silva (tesoureiro).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Alguns de seus membros, como Manoel Hilário Pires Ferrão e Ezequiel Corrêa dos Santos Filho atuaram mais tarde, em 1874, no [[INSTITUTO_FARMACÊUTICO_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Farmacêutico do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], criado em 1858, como presidentes honorários das Comissões de Melhoramentos das leis e usos que regem o exercício da farmácia; e de Física e Mineralogia, respectivamente.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Estrutura e funcionamento&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
 &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em novembro de 1851, o médico e presidente da Junta de Higiene Pública, [[CÂNDIDO,_FRANCISCO_DE_PAULA|Francisco de Paula Cândido]], solicitou à Sociedade a sua colaboração na organização das tabelas dos materiais que devia conter uma botica, de acordo com o regulamento daquela Junta aprovado pelo decreto nº 828 de 29/09/1851. A partir de então, a abertura de boticas na Corte e capitais das províncias ficaria condicionada à fiscalização dessas autoridades sanitárias. Essa fiscalização era feita com relação ao sortimento de remédios, vasilhames, instrumentos e livros utilizados, estabelecidos por uma tabela que era estipulada pela Junta. Ezequiel Corrêa dos Santos fora nomeado para o cargo de adjunto naquele órgão em 7 de julho de 1852, passando a visitar as farmácias e procurando facilitar o papel fiscalizador da autoridade sanitária.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Contudo, com o tempo, a Sociedade passou a criticar a Junta com relação às tabelas de drogas e às autoridades sanitárias, que eram em grande parte formada por médicos, não possuindo assim conhecimentos farmacêuticos. Com isso, a Junta acabou por dispensar a colaboração dos farmacêuticos (CARVALHO, 1929). Ainda no ano de 1851, formou-se na província gaúcha a Associação Médico Farmacêutica, de Porto Alegre, que se filiou no ano seguinte à Sociedade Farmacêutica Brasileira.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Durante a sua existência, a Sociedade reivindicou a elaboração de um código farmacêutico próprio, a seriedade na fiscalização das oficinas ou farmácias, o aumento dos cursos preparatórios para a admissão nas faculdades de medicina do Império e a criação do bacharelado no curso farmacêutico.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em março de 1854, a agremiação solicitou ao Governo Imperial, através de uma representação, a reforma do curso farmacêutico oferecido pelas faculdades de medicina do Rio de Janeiro e da Bahia. Propunha a criação de uma cadeira de farmácia prática dirigida por farmacêuticos e a melhor organização da parte teórica. Alegando que a saúde do doente não dependia somente dos conhecimentos médicos, mas também dos medicamentos e de sua preparação adequada, chamavam a atenção para a necessidade da melhoria e da regularização da instrução farmacêutica. Quanto à parte teórica, sugeria a inclusão das matérias de mineralogia, zoologia e toxicologia; e o título de bacharel em ciências naturais aos estudantes de farmácia que completassem e fossem aprovados nos cursos teórico e prático, e em todos os preparatórios exigidos para o curso médico. Além disso, reivindicavam o direito de farmacêuticos viajarem pela Europa para estudos, à custa do Estado, já que os médicos tinham este direito desde a reforma de ensino médico aprovada por lei em 03/10/1832 (CARVALHO, 1929).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Com a reforma do ensino instituída pelo Barão de Bom Retiro (Luiz Pedreira do Couto Ferraz) através do decreto nº 1.387 de 28/04/1854, algumas destas reivindicações foram incorporadas ao curso farmacêutico, como a inclusão do estudo de mineralogia, que passou a ser ministrado junto com o de química durante o primeiro ano; e a previsão da instalação de oficinas farmacêuticas no prédio de cada faculdade, com fins de exercitar a prática. Enquanto não houvesse estas oficinas, a Congregação determinava o lugar onde se daria a prática, gratificando o diretor que cedesse seu estabelecimento para tal fim.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em 1861, o presidente Ezequiel Corrêa dos Santos cedia o laboratório de produtos químicos e farmacêuticos, situado à rua do Areal, de sua propriedade e de seu filho homônimo e de Ernesto Frederico dos Santos, para aprendizagem dos estudantes da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], onde Ezequiel Corrêa dos Santos Filho era lente efetivo de farmácia desde 1859. Em contrapartida, o pai foi nomeado auxiliar do ensino de farmácia daquela instituição. Nesse mesmo ano de 1861, a Sociedade passou a reunir-se em uma das salas do estabelecimento à rua do Areal, de propriedade de seu presidente e filhos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Entre 1857 e 1861, a Sociedade continuou funcionando, embora a circulação de seu periódico tivesse sido interrompida em 1857, quando foi publicado o número referente ao mês de fevereiro de 1856. Neste período, chegou a ser posta em discussão nas sessões da agremiação, a sua dissolução. No entanto, ainda em 1861, foi aprovado pelo Governo Imperial o decreto nº 2.850 de 23 de novembro, que concedia autorização para a continuidade de seu funcionamento e aprovava seus estatutos e o regulamento do seu montepio. Segundo o artigo 1º de seus estatutos, a Sociedade tinha por fim:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“o estudo e o progresso das ciências naturais, da farmacologia, da matéria médica brasileira, do livre exercício da profissão farmacêutica, e de tudo quanto interessar à saúde pública; garantir o futuro de seus membros ou de suas famílias por meio de um montepio”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Os estatutos previam também a montagem de uma biblioteca que reunisse as revistas farmacêuticas estrangeiras e obras sobre farmácia, matéria médica e ciências naturais (art. 5º); de um laboratório de química prática para uso e estudo de seus membros (art. 7º); e estabeleciam ainda a criação de uma revista farmacêutica de publicação mensal para divulgação dos trabalhos da Sociedade (art. 6º). Em 1862 é retomada a circulação de sua revista, com o nome modificado para &#039;&#039;A Abelha&#039;&#039;, &#039;&#039;periódico da Sociedade Pharmacêutica Brasileira, &#039;&#039;sendo seu primeiro número publicado em julho desse ano.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Mais tarde, pelo decreto nº4.454, de 12/01/1870, o Governo Imperial autorizava à Sociedade dissolver o seu montepio, ficando garantidas as pensões existentes, e aprovava novos estatutos para a associação. No entanto, fora a retirada do montepio, os seus estatutos mantiveram-se praticamente os mesmos em relação aos aprovados em 1861.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Quanto ao código farmacêutico brasileiro, previsto nestes dois últimos estatutos, este só se concretizou em 1926, com a publicação da “Farmacopéia dos Estados Unidos do Brasil”&#039;&#039;, &#039;&#039;de autoria do farmacêutico militar Rodolfo Albino Dias da Silva, tornando-se de uso obrigatório a partir de 15 de agosto de 1929.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Quanto à data do término da associação, não se sabe ao certo, sendo que até o ano de 1878 apareceu nas páginas do &#039;&#039;Almanak Laemmert&#039;&#039;, nas quais eram anunciados a composição de sua diretoria e os seus objetivos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Publicações oficiais&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;text-justify:inter-ideograph&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em julho de 1851, a Sociedade lançou a &#039;&#039;Revista Pharmacêutica&#039;&#039;, &#039;&#039;jornal da Sociedade Pharmacêutica Brasileira,&#039;&#039; seu órgão de propaganda mensal. Seu primeiro tomo, de julho de 1851 a junho de 1852, teve como redator-chefe o farmacêutico e doutor Ezequiel Corrêa dos Santos Filho; o segundo, de julho de 1852 a junho de 1853, ficou sob a direção do médico clínico Francisco Lopes de Oliveira Araújo; o terceiro, julho de 1854 a junho de 1855, foi redigido pelo farmacêutico Manoel Hilário Pires Ferrão; e o quarto, de julho de 1855 a fevereiro de 1856 foi escrito novamente por Ezequiel Corrêa dos Santos Filho. Tendo sido interrompida a sua publicação em 1857, o novo periódico &#039;&#039;A Abelha&#039;&#039;, circulou de julho de 1862 a janeiro de 1864, tendo como redator o farmacêutico Ignácio José Malta.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- Almanak Laemmert, Rio de Janeiro, 1852-1878.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BN|&amp;lt;u&amp;gt;BN&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- ARAÚJO, Carlos Benjamin da Silva.&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;Fatos e personagens da história da medicina e farmácia no Brasil&#039;&#039;&#039;&#039;&#039;.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: R. Continental Editorial, 1979, v.1-2.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BN|&amp;lt;u&amp;gt;BN&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- BRASIL. Decreto nº 828, de 29 de setembro de 1851. In: &#039;&#039;&#039;SENADO FEDERAL.&#039;&#039;&#039; Portal Legislação. Capturado em 1º abr. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;http://legis.senado.leg.br/norma/389622/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- BRASIL. Decreto nº2.850, de 23 de novembro de 1861. In: &#039;&#039;&#039;SENADO FEDERAL.&#039;&#039;&#039; Portal Legislação. Capturado em 1º abr. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;http://legis.senado.leg.br/norma/398430/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- BRASIL. Decreto nº4.454, de 12/01/1870. In: &#039;&#039;&#039;SENADO FEDERAL.&#039;&#039;&#039; Portal Legislação. Capturado em 1º abr. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;http://legis.senado.leg.br/norma/404847/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- CARMO, José Messias do (Org.). Evolução da Farmácia no Segundo Reinado. Anais do Congresso de História do Segundo Reinado. Comissão de História Científica.&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.2, 1984.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#IHGB|&amp;lt;u&amp;gt;IHGB&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;-CARVALHO, José Coriolano de.&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;O centenário da imprensa farmacêutica no Brasil. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: s.n.,1952.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BN|&amp;lt;u&amp;gt;BN&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- ________________________.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;b&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A pharmácia no Rio de Janeiro: segunda contribuição ao estudo da pharmácia no Brasil.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/b&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Memória apresentada ao Segundo Congresso Brasileiro de Pharmácia realizado em São Paulo em 1928, Rio de Janeiro: Typog. do Jornal do Commercio Rodrigues &amp;amp; C., 1929.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BABF|&amp;lt;u&amp;gt;BABF&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- EZEQUIEL Corrêa dos Santos. In:&amp;amp;nbsp;BLAKE,Augusto Victorino Alves Sacramento.&#039;&amp;lt;nowiki/&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&#039;&#039;Diccionario Bibliographico Brazileiro. Segundo volume.&#039;&#039;&#039; &#039;&#039;pp.315-316.&#039;&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Typographia Nacional, 1893.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; In:&#039;&#039;Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin. &#039;&#039;Acervo Digital.&amp;amp;nbsp; Capturado em 8 jul. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/5422&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;-&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;SANTOS FILHO, Lycurgo de Castro. &#039;&#039;&#039;História geral da medicina brasileira&#039;&#039;&#039;. São Paulo: Hucitec / Edusp, 1991, v. 2.&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCCBB|&amp;lt;u&amp;gt;BCCBB&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- VELLOSO, Verônica Pimenta. &#039;&#039;&#039;Farmácia na Corte Imperial (1851-1887).&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro, 2007. Tese (Doutorado em História das Ciências da Saúde), Programa de Pós-Graduação em História das Ciências e da Saúde, Casa de Oswaldo Cruz, Fiocruz, 2007. Capturado em 8 jul. 2020. Online. Disponível na Internet: http://ppghcs.coc.fiocruz.br/images/teses/farmacianacorteimperial.pdf&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa -Verônica Pimenta Velloso.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Redação - Verônica Pimenta Velloso.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Revisão – Francisco José Chagas Madureira.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de&amp;amp;nbsp;Azevedo Guedes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Dicionário Histórico-Biográfico das Ciências da Saúde no Brasil (1832-1970)&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    [[Category:Verbetes]] [[Category:Associações Profissionais e Sociedades Médicas]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Rachel.froes</name></author>
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		<title>SOCIEDADE DE MEDICINA E CIRURGIA DO RIO DE JANEIRO</title>
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		<updated>2023-08-24T18:24:56Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Rachel.froes: /* Forma de citação */ alteração data rodapé&lt;/p&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Denominações:&#039;&#039;&#039; Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro (1886)&#039;&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&#039;&#039;&#039; A Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro, inaugurada em 14 de fevereiro de 1886, tinha como objetivo promover debates científicos e sua divulgação, buscando defender os interesses da classe médica. A sua atuação voltou-se para a organização de congressos a nível nacional, realizando estudos distribuídos pelas comissões de medicina, cirurgia, farmácia e polícia. Inicialmente, ficou instalada no Liceu de Artes e Ofícios, ganhando sede própria em 1918, na Avenida Mem de Sá, na cidade do Rio de Janeiro, onde permanece até hoje.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Histórico&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Dentre as agremiações médicas do século XIX, destacaram-se, no Rio de Janeiro, a [[SOCIEDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Sociedade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], criada em 1829, e a Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro, fundada em 1886. A primeira sofreu alterações sucessivas dando origem à [[ACADEMIA_IMPERIAL_DE_MEDICINA|Academia Imperial de Medicina,]] em 1835, e à Academia Nacional de Medicina, em 1889, existente até hoje. Já a segunda apresenta atualmente a mesma denominação, apesar das mudanças em seus estatutos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Embora essas instituições tenham expressado o mesmo objetivo principal – organizar a categoria médica em torno das discussões específicas da saúde e em relação a seu papel político -, a Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro mostrou uma particularidade em sua organização. Diferentemente da primeira Sociedade, que exigia de seus membros uma referência institucional importante e uma atuação pública reconhecida como condições para ingressar no quadro de associados, a Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro buscou ampliar a participação dos médicos na entidade, expandindo a idéia de associação para além do universo acadêmico, ou ainda, estimulando uma interação mais efetiva da academia médica com as questões sociais da saúde naquele momento. A instituição, inaugurada em 14 de fevereiro de 1886, no prédio nº 77 da rua do Ouvidor, pretendia ter o maior número possível de médicos associados. Inicialmente instalada no Liceu de Artes e Ofícios, foi criada pelos médicos Lucas Antônio de Oliveira Catta Preta, [[GOUVÊA,_HILÁRIO_SOARES_DE|Hilário Soares de Gouvêa]], Henrique Alexandre Monat e Marcos Bezerra Cavalcanti, com o intuito de democratizar a comunidade médica. Com essa nova ênfase, a entidade foi considerada uma Sociedade da República, abolindo os critérios elitistas de integração dos médicos. Esse estímulo crescente às agremiações relacionava-se também ao momento político republicano e abolicionista que vivia o Brasil.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyTextIndent3&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Pouco antes de sua criação, através do edital de convocação dos médicos, publicado nos jornais da Corte em 9 de fevereiro de 1886, pode-se identificar a preocupação principal da Sociedade que perpassou todos os anos de sua existência, no qual é afirmada a sua intenção de se “ocupar da divulgação científica e também da defesa profissional da classe” (QUEIROZ, 1986, p.17).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyTextIndent3&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Mais detalhadamente, segundo seus estatutos, estava em pauta:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;BodyTextIndent2&amp;quot; style=&amp;quot;margin: 0cm 1cm 0.0001pt; text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“estudar e discutir, em sessões hebdomadárias, assuntos de medicina e cirurgia e suas ciências auxiliares, de preferência casos clínicos, com ou sem apresentação dos respectivos doentes; defender os interesses da classe médica e promover a união de seus membros; dar parecer sobre questões profissionais e de interesse moral da classe, quando consultada; manter correspondência com as associações congêneres, nacionais e estrangeiras” (&#039;&#039;Apud &#039;&#039;QUEIROZ, 1986, p.17)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyTextIndent3&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;A associação foi criada num momento em que algumas das reivindicações dos profissionais médicos, que vinham sendo feitas desde os anos de 1860, foram encaminhadas a partir das reformas do ensino médico, propostas entre 1879 (decreto nº 7.247 de 19 de abril) e 1884 (decreto nº 9.311 de 25 de outubro), quando foram dados os primeiros passos na direção da institucionalização de uma medicina experimental, considerada a medicina científica. Nesse sentido, a Sociedade, constituída em grande parte por professores da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], ao promover a divulgação e o debate científico através da realização de congressos, viria colaborar com o processo de institucionalização da medicina local.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyTextIndent3&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Os médicos que participaram da elaboração das primeiras reformas dos estatutos da Sociedade, em 1887 - Oscar Adolpho de Bulhões Ribeiro, Antônio Augusto de Azevedo Sodré, [[GOUVÊA,_HILÁRIO_SOARES_DE|Hilário Soares de Gouvêa]], Henrique Guedes de Mello, Júlio Rodrigues de Moura e João Carlos Teixeira Brandão -, aprovaram a realização de congressos de medicina e cirurgia a nível nacional, prevendo para o ano seguinte o primeiro deles. Os responsáveis pelo projeto do regulamento que viabilizou a execução do 1º Congresso foram Oscar Adolpho de Bulhões Ribeiro e Antônio Augusto de Azevedo Sodré. A Sociedade, então, realizou o primeiro Congresso de uma série que deveria ter periodicidade anual. Mas o terceiro deles, instalado na Bahia, em 1890, sob a presidência de José Francisco de Silva Lima, foi o último a ocorrer em anos subseqüentes. O quarto Congresso, que deveria ser realizado em São Paulo no ano de 1897, foi transferido para o Rio de Janeiro, em 1900, devido à comemoração do quarto centenário do descobrimento do Brasil (LIMA, 1900).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;BodyTextIndent2&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;No ano de 1889, quando da instauração da República, a Sociedade já era reconhecida e apresentava como grande preocupação o tratamento da febre amarela, que dizimava a população do Rio de Janeiro. A busca de soluções para a epidemia mobilizou os médicos em torno da Sociedade, que se destacou como um espaço para o debate da questão. Naquele mesmo ano, às vésperas da implantação do regime republicano, foi realizado o 2º Congresso organizado pela agremiação.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;A partir de 1912, tem-se notícia das comissões de medicina, constituídas inicialmente pelos médicos Oswaldo de Oliveira, Fernando Terra e Paulo Figueiredo Parreiras Horta, e de cirurgia, formada por Daniel de Almeida, Ernesto Crissiuma Filho e Leão de Aquino (DIRETORIA...&#039;&#039;,&#039;&#039;1911, p.600). De 1913 em diante, além dessas comissões, há referências em periódico sobre as comissões de farmácia e de polícia, sendo que a primeira, inicialmente, ficou constituída pelos farmacêuticos Isaac Werneck da Silva Santos, José de Carvalho Del Vecchio e Alvino de Aguiar, enquanto a segunda por Manoel Cardoso Fontes, Daniel de Almeida e Azevedo Júnior (DIRETORIA..., 1913, p. 1.056).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em 1918, a Sociedade de Medicina e Cirurgia passou a ter sede própria, situada na avenida Mem de Sá, em terreno doado pelo Governo Federal.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText2&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Diretoria:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Presidentes- Lucas Antônio de Oliveira Catta Preta (1886, 1887, 1892 e 1895); [[GOUVÊA,_HILÁRIO_SOARES_DE|Hilário Soares de Gouvêa]] (1888, 1889 e 1893); Marcos Bezerra Cavalcanti (1894); José Benício de Abreu (1890 e 1898); Henrique Guedes de Mello (1896, 1897, 1905 e 1906); José Pereira Guimarães (1899); Francisco Campello (1900); Francisco Simões Correia (1901); Daniel de Almeida (1902); Manoel Cardoso Fontes (1903, 1915 e 1916); Antônio Dias de Barros (1907); Aureliano Werneck Machado (1908, 1909 e 1914); Azevedo Júnior (1910); Luiz do Nascimento Gurgel (1911); Alberto Ribeiro de Oliveira Motta (1912 e 1913); Oswaldo de Oliveira (1917 e 1918); Fernando Augusto Ribeiro de Magalhães (1919 e 1920); Plínio Marques (1921); [[ALMEIDA,_MIGUEL_OZORIO_DE|Miguel Ozorio de Almeida]] (1924 e 1925); Antônio Cardoso Fontes (1928 e 1929);&amp;amp;nbsp; Antônio Austregesilo Rodrigues Lima (1930 e 1931).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Vice-presidentes – Visconde de Alvarenga (Albino Rodrigues de Alvarenga) (1892 e 1893); Júlio Monteiro (1912, 1913, 1916, 1919 e 1920); Júlio Eduardo da Silva Araújo (1921); [[ALMEIDA,_MIGUEL_OZORIO_DE|Miguel Ozorio de Almeida]] (1923); Leonel Gonzaga (1924); João Marinho de Azevedo (1926 e 1927); Jorge Sant´ Anna (1928); Arnaldo de Moraes (1929); Leonel Gonzaga (1930).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Estrutura e funcionamento&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Desde o início, a participação de estrangeiros na Sociedade era estimulada e o número de seus associados era ilimitado, sendo organizados por categorias de fundadores, efetivos, correspondentes, honorários ou beneméritos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyTextIndent2&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;As primeiras reformas nos estatutos ocorreram um ano após sua criação, em 1887. Estiveram envolvidos nesta iniciativa os médicos [[GOUVÊA,_HILÁRIO_SOARES_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Hilário Soares de Gouvêa&amp;lt;/u&amp;gt;]], Júlio Rodrigues de Moura, João Carlos Teixeira Brandão, Henrique Guedes de Mello, Antônio Augusto de Azevedo Sodré e Oscar Adolpho de Bulhões Ribeiro. Os dois últimos apresentaram relatório sobre a realização do primeiro Congresso, em 1888, que teve seu conteúdo publicado em 1889 nos Anais do Congresso, sendo que os custos com sua impressão foram arcados pelo Imperador Pedro II (RIBEIRO, 1984).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyTextIndent2&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em termos de atuação da Sociedade, além da realização de estudos distribuídos pelas comissões de medicina, cirurgia, farmácia e polícia, ela acabou por priorizar a organização de congressos. O primeiro Congresso Brasileiro de Medicina e Cirurgia, realizado em 1888, ratificava a importância da união da classe médica, criando condições para se avançar no debate entre nacionais e estrangeiros, visando “promover o progresso e o adiantamento das ciências médico-cirúrgicas” (&#039;&#039;Apud &#039;&#039;QUEIROZ, 1986, p.20). Sua abertura se deu no dia 11 de setembro, no Salão do Museu Escolar no Edifício da Imprensa Nacional, contando com a presença do Conde d´Eu (Luís Filipe Maria Fernando Gastão d´Orleans).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Esse Congresso representou a primeira realização de um debate mais amplo sobre as questões da saúde no Brasil e, portanto, legitimou uma instituição médica e científica independente do Estado. Segundo Ferreira (1997, p.488), a iniciativa marcava a “capacidade da medicina de se posicionar na vida pública por intermédio de atividades de valor acadêmico”. A relação dos temas discutidos e apresentados no evento, entre os dias 11 e 18 de setembro, demonstravam uma preocupação com a busca de medidas terapêuticas e profiláticas para as doenças que grassavam na época, destacando-se os seguintes títulos: “maturação artificial das cataratas” ([[GOUVÊA,_HILÁRIO_SOARES_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Hilário Soares de Gouvêa&amp;lt;/u&amp;gt;]]), “tratamento profilático de oftalmia dos recém-nascidos” (João José de Sant´Ana), “freqüência&amp;amp;nbsp; dos cálculos vesicais no Brasil, resultados operatórios” (Henrique Alexandre Monat e Oscar Adolpho de Bulhões Ribeiro), “ação terapêutica da lobelina” (Silva Nunes), “ação fisiológica da lobelina” (Antônio Augusto de Azevedo Sodré), “epidemia de dengue em Valença (Alfredo Carneiro Ribeiro da Luz), “o iodo na malária” (Alfredo Piragibe), “vacina profilática da febre amarela” (Domingos José Freire Júnior), “febre amarela e seu tratamento” (Álvaro Alberto), “freqüência da paralisia geral dos alienados no Brasil” (João Carlos Teixeira Brandão e Carlos Fernandes Eiras), “a quilúria, a hidrocele e a elefância no Brasil” (Antônio Felício dos Santos), “memória sobre hospitais marítimos para crianças escrofulosas e raquíticas” (Carlos Antônio de Paula Costa), “qual o melhor tratamento das bronquites agudas das crianças” (Tibério Lopes de Almeida) (&#039;&#039;Apud &#039;&#039;QUEIROZ, 1986, p.20, RIBEIRO, 1984, p.308-311).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;A mesa diretora do Congresso ficou constituída por Lucas Antônio de Oliveira Catta Preta (Presidente); [[GOUVÊA,_HILÁRIO_SOARES_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Hilário Soares de Gouvêa&amp;lt;/u&amp;gt;]] (1.º Vice-Presidente); Hugo Eiras Furquim Werneck (2.º Vice-Presidente); Oscar Adolpho de Bulhões Ribeiro (3.º Vice-Presidente); Antônio Augusto de Azevedo Sodré (Secretário Geral); Malaquias Antônio Gonçalves, José Eduardo Teixeira de Souza e Henrique Guedes de Mello (secretários adjuntos).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;BodyTextIndent2&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Entre os dias 16 e 26 de setembro de 1889, foi realizado o 2º Congresso Brasileiro de Medicina e Cirurgia, também instalado no Salão do Museu Escolar do Edifício da Imprensa Nacional. O evento foi dividido pelas seguintes seções: medicina interna; cirurgia geral; oftalmologia, dermatologia, laringologia e otologia; obstetrícia, ginecologia e pediatria; e história natural e farmácia. Na abertura do referido Congresso, presidido por [[GOUVÊA,_HILÁRIO_SOARES_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Hilário Soares de Gouvêa&amp;lt;/u&amp;gt;]], este proferiu discurso fazendo críticas ao Estado Imperial na condução da política sanitária e na política de formação de profissionais de medicina, considerando que pouco havia sido feito em relação à higiene pública. Estando presentes à cerimônia o Imperador Pedro II e membros do Ministério e do Corpo Diplomático, ao final do discurso Hilário Gouvêa considerou o Imperador “amigo constante da ciência” (&#039;&#039;Apud &#039;&#039;RIBEIRO, 1984, p.312), suplicando-lhe sua interferência na luta pela autonomia da ciência em relação à política partidária.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;BodyTextIndent2&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Os trabalhos apresentados e o debate foram norteados pelo tema central: “Quais os meios mais vantajosos para prevenir o aparecimento ou atenuar a intensidade&amp;amp;nbsp; das epidemias, que durante a estação calmosa se desenvolveram no Rio de Janeiro e em outros pontos do Brasil?”, de autoria de Benjamin Antônio da Rocha Faria, diretor do [[INSTITUTO_DE_HIGIENE_DA_FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto de Higiene da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]] (RIBEIRO, 1984, p.311). Esse trabalho, apresentado por Rocha Faria, definia como objetivo final da higiene:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;BodyTextIndent2&amp;quot; style=&amp;quot;margin: 0cm 1cm 0.0001pt; text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“impedir o aparecimento das moléstias ou atenuar-lhes as manifestações; e neste cometimento generoso, que a glorifica, agride ou defende, luta ou corrige; na realização, portanto, dos preceitos profiláticos não há como fugir desse duplo objetivo, a que convergem todos os recursos empregados. É sob essa indicação que urge encarar o problema complexo do saneamento da nossa Capital, inadiável como dever de humanidade, como garantia da prosperidade nacional e como critério da nossa civilização” (RIBEIRO, 1984, p.313)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;BodyTextIndent2&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Sobre este tema foi apresentado ainda o projeto de organização sanitária de autoria de Aureliano Gonçalves de Souza Portugal. Após a exposição dos trabalhos, foi designada uma comissão para elaborar um plano a ser apresentado na última sessão do Congresso. Essa ficou constituída por Benjamin Antônio da Rocha Faria, Aureliano Portugal, Antônio Augusto de Azevedo Sodré, Domingos de Almeida Martins Costa, [[ABREU,_JOSÉ_BENÍCIO_DE|&amp;lt;u&amp;gt;José Benício de Abreu&amp;lt;/u&amp;gt;]], [[ANDRADE,_NUNO_FERREIRA_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Nuno Ferreira de Andrade&amp;lt;/u&amp;gt;]], Manuel Victorino Pereira, Domingos José Freire Júnior e João Baptista de Lacerda. Ao final, a comissão apresentou um parecer que não chegou a ser divulgado, pois o Congresso terminou no dia 26 de setembro de 1889, às vésperas da mudança do regime imperial para o republicano. No entanto, nos anos seguintes, os trabalhos daquele Congresso foram publicados em três fascículos: 1º) Medidas de saneamento para o Rio de Janeiro e outras cidades do Brasil (1890); 2º) Seção Cirúrgica (1891); 3º) Seção de Medicina, história natural e farmácia (1892).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;BodyTextIndent2&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Entre 15 e 25 de outubro de 1890, em Salvador, foi realizado o 3º Congresso de Medicina e Cirurgia, também organizado pela Sociedade, sob a presidência de José Francisco da Silva Lima, e tendo como orador oficial [[PEREIRA,_ANTONIO_PACÍFICO|&amp;lt;u&amp;gt;Antônio Pacífico Pereira&amp;lt;/u&amp;gt;]], integrantes do grupo que ficou conhecido pelo nome de [[ESCOLA_TROPICALISTA_BAIANA|&amp;lt;u&amp;gt;Escola Tropicalista Baiana&amp;lt;/u&amp;gt;]]. Silva Lima destacou-se por seus estudos sobre as doenças tropicais beribéri e ainhum. Pacífico Pereira também foi professor da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DA_BAHIA|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina da Bahia&amp;lt;/u&amp;gt;]]. Entre os temas tratados, encontramos: “de algumas dificuldades no diagnóstico do beribéri e das nefrites; contribuição ao estudo da hipocondria; contribuição para o estudo da astasia e abasia no Estado da Bahia; analogias e diferenças entre o beribéri e as diversas polinefrites periféricas, especialmente as tóxicas infectuosas; a abasia coreiforme epidêmica no norte do Brasil; tuberculose óssea; da intervenção cirúrgica nas afecções do rim e suas vizinhanças; freqüência relativa das endometrites, suas causas, tratamento curativo e profilático; emprego do gerânio na coqueluche; os índios camacãs; a lepra na Bahia, a propósito da distribuição geográfica da moléstia no norte do Brasil; qual o melhor sistema de esgotos aplicável à topografia desta cidade, em harmonia com as condições e recursos&amp;amp;nbsp; acessórios que ela pode oferecer para sua realização; patologia histórica geográfica e nosologia das boubas, do máculo e dracontíase no Brasil, causas da sua atual raridade ou extinção; epidemia da influenza na Bahia em 1890” (LIMA, 1900, p. 89-90).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;BodyTextIndent2&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;O Congresso seguinte organizado pela Sociedade, em 1900, acabou mais uma vez acontecendo na então capital da República, depois da possibilidade de ficar sediado na cidade de São Paulo. Em 1907, entre os dias 5 e 15 de setembro, o 6° Congresso Brasileiro de Medicina e Cirurgia foi realizado em São Paulo, presidido por Alfredo de Britto e secretariado por Victor Godinho. Entre os sócios do evento havia médicos, farmacêuticos e cirurgiões-dentistas, além das associações&amp;amp;nbsp; [[ACADEMIA_NACIONAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Nacional de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]], Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro, [[SOCIEDADE_DE_MEDICINA_E_CIRURGIA_DE_SÃO_PAULO|&amp;lt;u&amp;gt;Sociedade de Medicina e Cirurgia de São Paulo&amp;lt;/u&amp;gt;]], Sociedade de Medicina e Cirurgia de Juiz de Fora, Sociedade de Medicina e Cirurgia de Pernambuco, Sociedade Brasileira de Profilaxia Moral e Sanitária do Rio de Janeiro e Sociedade Odontológica Paulista.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Por ocasião da comemoração do centenário da Independência do Brasil, em 1922, a Sociedade organizou na cidade do Rio de Janeiro o 1°Congresso Nacional dos Práticos, tendo como componentes da comissão organizadora o presidente da entidade Fernando Augusto Ribeiro de Magalhães e os secretários Arnaldo de Moraes e Theóphilo de Almeida. Em contrapartida, o que foi considerado na época o 1°Congresso Brasileiro de Farmácia, teve na sua comissão organizadora vários membros da Sociedade que participavam da comissão de farmácia, como Júlio Eduardo da Silva Araújo (Presidente) e Isaac Werneck da Silva Santos (vice-presidente), além de outros que se integrariam mais tarde à agremiação, como Paulo Seabra que participou dos estudos da denominada comissão de polícia.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Dentre a atuação da associação, destacou-se ainda sua participação na campanha contra a febre amarela (1903-1907), coordenada por Oswaldo Gonçalves Cruz, então Diretor do [[INSTITUTO_OSWALDO_CRUZ|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Oswaldo Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]], e no combate à gripe espanhola (1918), realizando atividades voltadas para saneamento, pesquisa e tratamento (QUEIROZ, 1986). Em 1909, Carlos Ribeiro Justiniano Chagas, responsável pela descoberta do &#039;&#039;trypanosoma cruzi&#039;&#039;, parasita transmitido pelo barbeiro e causador da doença que ficou conhecida pelo nome de seu descobridor, também ingressou na Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Durante o ano de 1924, a agremiação promoveu debates em suas sessões que tiveram como tema a aplicação de aparelhos elétricos de uso terapêutico para diversas doenças, alertando para o perigo do uso indiscriminado de aparelhos como os de raios ultravioleta e os de raios X.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Publicações oficiais&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyTextIndent2&amp;quot; style=&amp;quot;margin-left: 0cm; text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Inicialmente, as discussões surgidas nas sessões da Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro foram publicadas em periódicos da área médica, como &#039;&#039;O Brazil Médico&#039;&#039;, revista semanal de Medicina e Cirurgia e, mais tarde, organizadas pela própria associação na forma de atas, boletins e revistas. &#039;&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;As primeiras publicações tinham como objetivo divulgar o conteúdo das sessões realizadas mensalmente entre seus sócios. Os&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;Boletins da Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;foram editados anualmente entre 1889 e 1896, contendo as mesmas informações das atas daquelas reuniões, expressando o prestígio da Sociedade na vida pública.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Os Boletins apresentavam os programas de higiene e saúde pública, a divulgação realizada na imprensa médica estrangeira e, em geral, temas relacionados às epidemias da época. Em 1890, sob a direção de Manoel Cardoso Fontes, os Boletins passaram a denominar-se&amp;amp;nbsp;Boletins e Memórias da Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro, mantendo o formato inicial e incluindo as memórias de membros da Sociedade.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;A segunda publicação,&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;Revista da Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro&#039;&#039;, foi editada a partir de 1896, tendo-se notícia de que ela circulou até o seu 14º ano (1910). O conteúdo da Revista reproduzia também as atas das sessões e acrescentava os trabalhos científicos de seus membros. Os redatores-chefes apresentavam as condições de elaboração do volume, suas características e objetivos. Em 1907, Jaime Silvado, então diretor da Revista, afirmou:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:.0001pt; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“...tendo caído ultimamente em apatia a Sociedade, fatalmente a Revista devia ter sofrido, e sofreu, o contra-choque. Atrasada, quase suspensa, essa publicação, dela apenas possuo atas, desde novembro de 1905 e nada mais. E notem os meus colegas – essas mesmas atas imperfeitas e incompletas. (...)A revista será bi-mensal e publicará as seguintes seções: artigos originais; comunicações escritas, lidas em sessão; atas da sociedade de medicina e cirurgia; revista de revistas; crônica e noticiário; bibliografia.” (p.1)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em 1909, o redator-chefe passou a ser Júlio Monteiro, que iniciou a apresentação comemorando o 13º ano da Revista, defendendo a continuação dos propósitos da publicação:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:.0001pt; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;“reproduzir com máxima fidelidade todos os atos das sessões ordinárias e extraordinárias da Sociedade; publicará todos os trabalhos originais dos sócios e dará parecer sobre todos os trabalhos estranhos à Sociedade que lhe forem remetidos; manterá uma seção onde os leitores devem encontrar noticias sobre o estado sanitário desta Capital, informando resumidamente qual o movimento dos nossos Hospitais de Isolamento, e, finalmente um capítulo onde dará breves noticias sobre tudo que se publicar e que ocorrer entre nós ou no estrangeiro, relativamente às ciências médico-cirúrgicas”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Com base na documentação da Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro, a publicação de maior duração foi&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;Annaes da Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro&#039;&#039;. Publicada inicialmente em 1915, trazia o conteúdo das atas das sessões, além dos trabalhos originais, relatórios e discursos dos médicos integrantes da associação, e permaneceu como publicação anual até 1930. A partir daí, teve sua denominação mudada para &#039;&#039;Annaes Brasileiros de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, apresentando novo formato; passou a ser mensal, porém editada apenas uma vez por ano num volume que integrava todos os fascículos. O conteúdo era dividido em trabalhos de temas médicos, atas das sessões, atos dos diretores eleitos e os termos de posse dos mesmos. O primeiro número foi publicado em julho de 1930 e seu diretor era Antônio Austregésilo Rodrigues Lima, que desejava uma divulgação mais ampla e mais rápida. No entanto, havia problemas materiais e a publicação voltou a ser anual.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em 1932, novas alterações ocorreram. Atualizou-se a ortografia para&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;Anais Brasileiros de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;; a direção ficou sob a responsabilidade de Leonel Gonzaga, defensor de uma publicação “renovada no aspecto e nas intenções”; Waldemar Paixão assumiu a redação; e a periodicidade passou a ser trimestral.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;A publicação dos &#039;&#039;Anais do Primeiro Congresso de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro&#039;&#039; foi efetuada pela Imprensa Nacional, em 1889, depois de um impasse entre a Sociedade e o Governo Imperial, pois a entidade solicitou ao governo o custeio daquela publicação, usando como argumento os recursos disponíveis, mas não utilizados desde setembro de 1888, para outra publicação da área que era a&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Revista dos Cursos Práticos e Theoricos da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&#039;&#039;. Assim, o Imperador resolveu assumir as despesas pessoalmente e retirou o problema do âmbito do Estado.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Atualmente, a Sociedade busca reativar seu jornal&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Edição Médica&#039;&#039;, cujo último exemplar, número 114, foi publicado no bimestre de julho e agosto de 2000.&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- ANNAES DO SEXTO CONGRESSO BRASILEIRO DE MEDICINA E CIRURGIA reunido em São Paulo de 5 a 15 de setembro de 1907, 2° vol. São Paulo: Typographia do Estado de São Paulo, 1908.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- BRASIL. Decreto nº 7.247, de 19 de abril de 1879. In:&#039;&#039;&#039;SENADO FEDERAL. Portal Legislação&#039;&#039;&#039;.&amp;amp;nbsp; Capturado em 5 ago. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;http://legis.senado.leg.br/norma/580064/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- BRASIL. Decreto nº 9.311, de 25 de outubro de 1884. In:&#039;&#039;&#039;SENADO FEDERAL. Portal Legislação.&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Capturado em 5 ago. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;http://legis.senado.leg.br/norma/415973/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- DIRETORIA da Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro. &#039;&#039;&#039;Archivos Brasileiros de Medicina&#039;&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano I, p.600, 1911.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BMANG|&amp;lt;u&amp;gt;BMANG&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- DIRETORIA da Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro.&#039;&#039;&#039;Archivos Brasileiros de Medicina&#039;&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 2º sem., ano III, p.1056, 1913.&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BMANG|&amp;lt;u&amp;gt;BMANG&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- DIRETORIA da Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro. &#039;&#039;&#039;Archivos Brasileiros de Medicina&#039;&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano VI, p.87, 1916.&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BMANG|&amp;lt;u&amp;gt;BMANG&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;-&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;DIRETORIA da Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro.&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Archivos Brasileiros de Medicina&#039;&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano X, 1918.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BMANG|&amp;lt;u&amp;gt;BMANG&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- DIRETORIA da Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro.&#039;&#039;&#039;Archivos Brasileiros de Medicina&#039;&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano IX, p.121, 1919.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BMANG|&amp;lt;u&amp;gt;BMANG&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- DIRETORIA da Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro.&#039;&#039;&#039;Archivos Brasileiros de Medicina&#039;&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano X, p.35, 1920.&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BMANG|&amp;lt;u&amp;gt;BMANG&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- DIRETORIA da Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro. &#039;&#039;&#039;Archivos Brasileiros de Medicina&#039;&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XI, p.190, 1921.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BMANG|&amp;lt;u&amp;gt;BMANG&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- DIRETORIA da Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro.&#039;&#039;&#039;Archivos Brasileiros de Medicina&#039;&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XIII, p. 146, 1923.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BMANG|&amp;lt;u&amp;gt;BMANG&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- DIRETORIA da Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro.&#039;&#039;&#039;Archivos Brasileiros de Medicina&#039;&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XIV, p.175, 1924.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BMANG|&amp;lt;u&amp;gt;BMANG&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- DIRETORIA da Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro. &#039;&#039;&#039;Archivos Brasileiros de Medicina&#039;&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XVII, p.1104-1105, 1927.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BMANG|&amp;lt;u&amp;gt;BMANG&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- DIRETORIA da Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro.&#039;&#039;&#039;Archivos Brasileiros de Medicina&#039;&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XIX, p.57-58, 1929.&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BMANG|&amp;lt;u&amp;gt;BMANG&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- DIRETORIA da Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro.&#039;&#039;&#039;Archivos Brasileiros de Medicina&#039;&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XX, p.312, 1930.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BMANG|&amp;lt;u&amp;gt;BMANG&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- FERREIRA, Luiz Otávio; MAIO, Marcos Chor; AZEVEDO, Nara. A Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro: a gênese de uma rede institucional alternativa.In:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;História, Ciências, Saúde – Manguinhos&#039;&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v. IV, n.3, p.475-491, nov. 1997/ fev.1998. Capturado em 8 jul. 2020. Online. Disponível na Internet: https://www.scielo.br/pdf/hcsm/v4n3/v4n3a04.pdf&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;-&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;HENRIQUE Alexandre Monat. In:&amp;amp;nbsp;BLAKE,&amp;amp;nbsp;Augusto Victorino Alves Sacramento.&#039;&amp;lt;nowiki/&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&#039;&#039;Diccionario Bibliographico Brazileiro. Terceiro volume&#039;&#039;&#039;. &#039;&#039;pp.208-209.&#039;&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Typographia Nacional, 1895.&amp;amp;nbsp; In: Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin. Acervo Digital.&amp;amp;nbsp; Capturado em 10 jun. 2020. Online. Disponível na Internet: https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/5433&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- HILARIO Soares de Gouvêa. In:&#039;&#039;&#039;BLAKE,&#039;&#039;&#039;Augusto Victorino Alves Sacramento. &#039;&#039;&#039;Diccionario Bibliographico Brazileiro. Terceiro volume. &#039;&#039;&#039;pp.244-245.&amp;amp;nbsp;Rio de Janeiro: Typographia Nacional, 1895.&amp;amp;nbsp; In: Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin. Acervo Digital.&amp;amp;nbsp; Capturado em 10 jun. 2020. Online. Disponível na Internet: https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/5433&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- LIMA, Agostinho José de Souza, SOUZA, José Eduardo Teixeira de.&#039;&#039;&#039;“As ciências médico-farmacêuticas”&#039;&#039;&#039;In:Livro do centenário (1500-1900).Rio de Janeiro, 1901.&#039;&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; &#039;&#039;&#039;([[Fontes_de_informação#IHGB|&amp;lt;u&amp;gt;IHGB&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- LUCAS Antonio de Oliveira Catta Preta. In:&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;BLAKE,&#039;&#039;&#039;Augusto Victorino Alves Sacramento. &#039;&#039;&#039;Diccionario Bibliographico Brazileiro. Quinto volume. &#039;&#039;&#039;p.329.&#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Typographia Nacional, 1899.&amp;amp;nbsp; In: Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin. Acervo Digital.&amp;amp;nbsp; Capturado em 10 jun. 2020. Online. Disponível na Internet: https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/5450&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText2&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- QUEIROZ, Júlio Sanderson de. &#039;&#039;&#039;Memória da Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro num Século de Vida.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: RIOARTE/ MEC, 1986. 2v.&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText2&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- RIBEIRO, Lourival. Congressos Médicos no 2° Reinado. In: CONGRESSO DE HISTÓRIA DO 2º REINADO, nov., 1975, Rio de Janeiro. &#039;&#039;&#039;Anais do Congresso de História do 2° Reinado.&#039;&#039;&#039; Comissão de História Científica, 2° vol., Brasília/ Rio de Janeiro: Revista do Instituto Histórico e Geográfico, 1984, p. 307-315.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- SOCIEDADE DE MEDICINA E CIRURGIA DO RIO DE JANEIRO. A SMCRJ faz história. Capturado em 5 ago. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;http://www.smcrj.org.br/institucional/historico&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
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= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
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&amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyTextIndent2&amp;quot; style=&amp;quot;margin-left: 0cm; text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa – &amp;lt;span style=&amp;quot;letter-spacing:-.3pt&amp;quot;&amp;gt;Alex Varela; Leandro de Aquino Soares; Andréa Lemos Xavier; Verônica Pimenta Velloso.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyTextIndent2&amp;quot; style=&amp;quot;margin-left: 0cm; text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Redação - Andréa Lemos Xavier; Verônica Pimenta Velloso.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyTextIndent2&amp;quot; style=&amp;quot;margin-left: 0cm; text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Revisão – Francisco José Chagas Madureira.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyTextIndent2&amp;quot; style=&amp;quot;margin-left: 0cm; text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Consultoria - Luiz Otávio Ferreira.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyTextIndent2&amp;quot; style=&amp;quot;margin-left: 0cm; text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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= Forma de citação =&lt;br /&gt;
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&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Dicionário Histórico-Biográfico das Ciências da Saúde no Brasil (1832-1970)&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    [[Category:Verbetes]] [[Category:Associações Profissionais e Sociedades Médicas]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Rachel.froes</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=SOCIEDADE_DE_MEDICINA_E_CIRURGIA_DE_CAMPINAS&amp;diff=1579</id>
		<title>SOCIEDADE DE MEDICINA E CIRURGIA DE CAMPINAS</title>
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		<updated>2023-08-24T18:24:12Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Rachel.froes: /* Forma de citação */ alteração data rodapé&lt;/p&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Denominações:&#039;&#039;&#039; Sociedade de Medicina e Cirurgia de Campinas (1925)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&#039;&#039;&#039; A Sociedade de Medicina e Cirurgia de Campinas foi fundada no dia 1 de dezembro de 1925, na cidade de Campinas, Estado de São Paulo, com o objetivo de congregar a classe médica local e promover um maior aprimoramento técnico e profissional de seus membros. Entre seus fundadores estavam Alexandre Laroca, Azel Lobo, Guilherme Bolliger, Clemente de Tóffoli, Francisco Araújo Mascarenhas, e João Penido Burnier. Funciona atualmente em sua sede à Rua Delfino Cintra, 63, no centro da cidade de Campinas.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Histórico&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyTextIndent&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;A Sociedade de Medicina e Cirurgia de Campinas foi criada a partir da reunião de um grupo de 30 médicos, realizada em 19 de novembro de 1925 no salão nobre do Centro de Ciências, Letras e Artes, na rua Conceição nº 26, na cidade de Campinas (Estado de São Paulo). A escolha da cidade de Campinas para sede desta nova associação deveu-se ao fato que aquela cidade era “um dos melhores centros médicos de São Paulo, já carecia sem dúvida de uma instituição deste gênero, onde sua muito adentada classe médica pudesse debater, discutir, estudar e comentar os casos clínicos que observava e, a um tempo, prestar aos poderes públicos como à sociedade as luzes dos seus conhecimentos e dos seus conselhos” (SOCIEDADE, 1926).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyTextIndent&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Faltava uma sociedade que congregasse a classe médica local e que lhe permitisse, pela troca de experiências, um maior aprimoramento técnico e profissional, pois a [[SOCIEDADE_DE_MEDICINA_E_CIRURGIA_DE_SÃO_PAULO|&amp;lt;u&amp;gt;Sociedade de Medicina e Cirurgia de São Paulo&amp;lt;/u&amp;gt;]], criada em 1895 na cidade de São Paulo, atendia, primordialmente, os associados médicos da capital (SANTOS FILHO, 1996). Os trabalhos preliminares de organização da entidade foram realizados por Miguel de Barros Penteado (prefeito municipal de Campinas), assistido por Francisco Betim Paes Leme e João Penido Burnier (fundador do Instituto Penido Burnier). A Sociedade foi efetivamente fundada em 1º de dezembro daquele ano, com a eleição e posse da primeira diretoria, e em 10 de abril de 1926 adquiriu personalidade jurídica.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyTextIndent&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Entre seus fundadores estavam Alexandre Laroca, Azael Alvares Lobo, Celso da Silveira Rezende, Guilherme Bolliger (chefe da clínica da Santa Casa da Misericórdia de Campinas), José Pagano Brundo, Manoel A.M. Machado, Olympio Silva Miranda, Arlindo de Lemos Júnior, Francisco Araújo Mascarenhas, Carlos Penteado Stevenson, Armando da Rocha Brito, Renato Henry, Mário Gatti (do hospital do Circolo Italiani Uniti), Benedicto da Cunha Campos, Clemente De Tóffoli (do hospital do Circolo Italiani Uniti), Hermas de Carvalho Braga, José Proença Pinto de Moura, João Penido Burnier, Júlio Soares Arruda e Olympio Dias Porto.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyTextIndent&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;A sua primeira diretoria, eleita em 1º de dezembro de 1925, foi formada somente em 31 de novembro de 1926, sendo composta por Francisco Betim Paes Leme (presidente), João Penido Burnier (vice-presidente), Azael Alvares Lobo (1º secretário), Clóvis Monteiro Peixoto (2º secretário), Francisco de Arruda Roso (tesoureiro), e Vicente Baptista (bibliotecário). Os mandatos se iniciavam no dia 1º de dezembro de cada ano.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyTextIndent&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Nos quadros da Sociedade de Medicina e Cirurgia de Campinas, até o ano de 1930, estavam Alfredo Gomes Julio, Antonio Azevedo, Arlindo de Lemos Júnior, Armando da Rocha Brito, Azael Alvares Lobo, Carlos Penteado Stevenson, Clóvis Monteiro Peixoto, Benedicto da Cunha Campos, Francisco Betim Paes Leme, Francisco de Arruda Roso, Guilherme Bolliger, Hermas de Carvalho Braga, Januário de Pardo Mêo, Luiz de Tella, Paulo Mangabeira Albernaz, Nestor de Barros Oliveira, João Penido Burnier, Renato Henry, Vicente Baptista e Xavier Graziani.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyTextIndent&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Entre seus associados encontravam-se os fundadores do Sindicato Médico da Cidade de Campinas, criado em 25 de novembro de 1929 na cidade de Campinas, como Alexandre Laroca, Antonio Azevedo, Arlindo de Lemos Júnior, Armando da Rocha Brito, Azael Alvares Lobo, Clóvis Monteiro Peixoto, Francisco Araújo Mascarenhas, Xavier Graziani e Paulo Mangabeira Albernaz.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;A Sociedade de Medicina e Cirurgia de Campinas funciona ainda nos dias atuais, mantendo seus objetivos iniciais, promovendo sessões científicas, estudando e discutindo temas relativos à medicina e ciências afins, e promovendo a união da classe médica de Campinas. Contempla, atualmente, as seguintes especialidades: Acupuntura, Alergologia e Imunologia, Anatomia Clínica e Patológica, Anestesiologia, Cardiologia, Ciências Neurológicas, Cirurgia de Cabeça e Pescoço, Cirurgia do Trauma, Cirurgia Geral, Cirurgia Plástica, Cirurgia Torácia, Cirurgia Vascular, Cirurgia Videolaparoscópica, Coloproctologia, Dermatologia, Endoscopia Digestiva, Fisiatria, Gastroenterologia, Geriatria e Gerontologia, Ginecologia e Obstetrícia, Hematologia e Hemoterapia, Homeopatia, Medicina Intensiva, Medicina Interna, Medicina do Trabalho, Oftalmologia, Oncologia, Ortopedia e Traumatologia, Otorrinolaringologia, Pediatria, Pneumologia, Psiquiatria, Radiologia, Reumatologia, Saúde Escolar, Sexualidade Humana, Terapia Intensiva Pediátrica, e Urologia.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Presidentes (até 1931)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Francisco Betim Paes Leme (1º/12/1925-1º/12/1926), Hermas de Carvalho Braga (1º/12/1926-1º/12/1927), Azael Alvares Lobo (1º/12/1927-1º/12/1928), Arlindo de Lemos Júnior (1º/12/1928-1º/12/1929), Paulo Mangabeira Albernaz (1º/12/1929-1º/12/1930), Armando da Rocha Brito (1º/12/1930-1º/12/1931).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Estrutura e funcionamento&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Desde a sua fundação, a Sociedade de Medicina e Cirurgia de Campinas mudou diversas vezes de sede. Inicialmente, foi instalada em uma das salas da Delegacia Regional de Saúde de Campinas, na rua Francisco Glicério nº 986, onde ficou por cerca de oito anos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Posteriormente, em parceria com o Sindicato Médico da Cidade de Campinas e a Associação de Engenheiros e Arquitetos de Campinas, mudaram-se, essas entidades, agora chamadas de “Sociedades Reunidas” para a rua Barão de Jaguará nº 1433, onde permaneceram por quatro anos. Posteriormente, transferiram-se para o Palacete Sant’Ana, no nº 1.136 da mesma rua, e lá permaneceram por dez anos. Estas tiveram, por mais duas vezes, a sede transferida; primeiro, para a rua Dr. Quirino, nº 1.352 (no mesmo prédio da Caixa Econômica Estadual) e, depois, em 1964, para a rua General Osório, nº 883. Finalmente, em 20 de agosto de 1971, a Sociedade de Medicina e Cirurgia de Campinas inaugurou sua sede própria e atual, à rua Delfino Cintra nº 63, no centro da cidade de Campinas.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Nas sessões da Sociedade de Medicina e Cirurgia de Campinas eram apresentados, por seus membros, trabalhos versando sobre uma ampla gama de temas médicos. No período da primeira administração, 1925-1926, foram apresentados os seguintes trabalhos:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- Affonso Ferreira: “Abertura do seio esfenoidal por via endo-septal. Processo de Hirech-Segura”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- Clóvis Monteiro Peixoto: “Cura de um caso grave de intoxicação oxicarbonada aguda pela trasnfusão de sangue”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- Benedicto da Cunha Campos: “Um caso de lipoma sub-mucoso do cecum”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- Fabio Belfort de Mattos: “Sobre anafilaxia”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- Francisco Betim Paes Leme: “Tratamento do impaludismo pelo 606”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- Hermas de Carvalho Braga: “Sobre um caso de lepra”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- J. Augusto Bastos: “A febre tifóide em Campinas e os fatores de sua disseminação”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- João Lech Junior: “Nota previa sobre tatutagem da cornea pelo cloreto de ouro”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- Marcos Lindenberg: “Vacinoterapia curativa geral”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- Nestor de Barros Oliveira: “Sobre um caso de invaginação intestinal”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- João Penido Burnier: “Valor clínico da estase pupilar-Observação concludente”; “Exoftalmo pulsatil”; “Um caso de queratite flictenular ou fascicular, evoluindo sobre uma antiga xerosis epitelial”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- José Proença Pinto de Moura: “Novo tratamento da tuberculose e minha contribuição pessoal”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- Rollemberg Sampaio: “Tratamento do tracoma rebelde-Metodo de Abadie”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- Vicente Baptista: “Considerações sobre alguns casos de diarréa transitoria dos recem-nascidos com amamentação natural”; “Nota previa sobre um novo alimento na dietetica infantil”; “Sobre um caso de mixedema”; “Um caso de emprego do tubo de Schik”; “Considerações sobre alguns casos de invaginação intestinal”; “Queratomalacia em lactente com piloro-espasmo”; “Sobre queratomalacia infantil”; “Eritrodermia descamativa”; “Eritema infeccioso”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- W. Belfort de Mattos: “Novo processo de plastica da orbita”; “Plastica orbitaria”; “Sobre um caso de cisticerco livre no vitreo do olho direito”; “Visão dos condutores de veículos, especialmente dos chauffeurs e dos maquinistas”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Trabalhos apresentados no período 1926-1927:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- Guilherme Bolliger: “Cisto dermoide sub-lingual”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- Hermas de Carvalho Braga: “A respeito dos monstros unitarios”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- Arlindo de Lemos Júnior: “Um caso de cesareana”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- Paulo Mangabeira Albernaz: “Sobre um caso de sindromo de Schmidt”; “Estudo do sindromo de Menière”; “Sindromo de Gradenigo”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- Marcos Lindeberg: “Em torno do estudo hematológico de um caso de leucemia mieloide cronica”; “Relações entre o laboratório e a clínica”; “Nota previa acerca de modificação pessoal na tecnica da reação do benjoim coloidal”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- Armando da Rocha Brito: “Sobre a cesareana”; “Colecistectomias”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- Vicente Baptista: “Irisdiagnose”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Trabalhos apresentados no período 1927-1928:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- Antonio Azevedo: “Propidon nas supurações cronicas”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- Azael Alvares Lobo: “Hemorragia intensa por torsão de um fibroma pediculado do fundo do utero com fibroma uterino”; “Dois casos de mal-de-engasgo”; “Acidose”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- Carlos Penteado Stevenson: “Impregnação da cornea pelo acetato de chumbo”; “Quisto dermoide da cornea”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- Celso da Silveira Rezende: “Nós do cordão umbilical”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- Benedicto da Cunha Campos: “Um caso de pneumo-peritoneo expontaneo”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- Cyro Natalino: “Um caso de paralisia do 3º nervo craniano”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- Francisco Betim Paes Leme: “Eclampsia puerperal – Tratamento de cinco casos pela administração sub-cutanea de éter-sulfurico”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- Alfredo Gomes Julio: “Um caso de paralisia traumatica do nervo radial”; “Suturas por crina dos fragmentos osseos nas fraturas da clavicula”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- Hermas de Carvalho Braga: “Sobre hipotensão e hipertensão arteriais”; “Um caso de hidroneforse”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- Paulo Mangabeira Albernaz: “Estudo acerca do polipo da leishmaniose”; “Um rarissimo caso de Gundú”; “Considerações sobre tres casos de coleções purulentas da fossa temporal”; “Abcesso do espaço hio-epiglotico”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- Armando da Rocha Brito: “Um caso de torsão de uma trompa gravida”; “Diverticulite de Meckel aguda”; “Um caso de ferimento intestinal por bala, com resecção da alça lesada”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Trabalhos apresentados no período 1928-1929:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- Carlos Penteado Stevenson: “Dois doentes apresentando uma irritação simpatica remota por ossificação do vitreo”; “Descolamento da retina”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- Clóvis Monteiro Peixoto: “Hemoglobinuria paroxistica”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- Hermas de Carvalho Braga: “Quatro casos de fratura do corpo do femur”; “Torsão do grande epiploon”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- Paulo Mangabeira Albernaz: “Evolução visiosa do dente do siso”; “Abcesso odontogenico do septo nasal”; “Relações entre seio maxilar e tracoma”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- Nestor de Barros Oliveira: “Hidroneforse”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- Januário de Pardo Mêo (convidado): “Pneumotorax artificial”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- Armando da Rocha Brito: “Inundação peritoneal por hemorragia ovariana”; “Um caso de perfuração do cecum, de origem amebiana, num doente com apendicite”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Trabalhos apresentados no período 1929-1930:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- Azael Alvares Lobo: “Metroragia”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- Bernardes de Oliveira: “Um caso de mega-colon”&amp;amp;nbsp;; “Atelectasia pulmonar post-operatoria”; “Calculose ureteral”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- Carlos Penteado Stevenson: “Etiologia do tracoma”; “Extração de corpos extranhos intra-oculares, não magneticos”; “Queimadura grave nos olhos por projeção de cal”&amp;amp;nbsp;; “Glaucoma”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- Alfredo Gomes Julio: “Fratura cominutiva da rotula”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- Hermas de Carvalho Braga: “Fratura atipica da omoplata”; “Corpo extranho intra-articular do joelho”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- Paulo Mangabeira Albernaz: “Tumor da hipofise curado pela radioterapia – Dois casos de observação”; “Tecnica pessoal para localização de corpos estranhos intra-oculares, pelos Raios X”; “Anomalias do aparelho hióideo e sua importancia em oto-rino-laringologia”; “Sindromo otolitico”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- Armando da Rocha Brito: “Hidro-apendice”; “Um interessante caso cirurgico”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Trabalhos apresentados no período 1930-1931:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- Azael Alvares Lobo: “Um caso de bócio”; “Ptose uterina e ausencia congenita dos anéxos esquerdos”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- Bernardes de Oliveira: “Metabolismo basal”; “Cisto-hidatico do figado”; “Motricidade do apendice humano, estudada in vitro”; “Sobre a teoria de Dufour a respeito da patogenia dos calculos biliares multiplos facetados”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- Campos Pagliucchi: “Indicações da radioterapia”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- Carlos Penteado Stevenson: “Ainda sobre o glaucoma”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- Alfredo Gomes Julio: “Um caso de tumor volumoso dafaca”; “Dois casos de ectopia testicular abdominal, com localização irregular”&amp;amp;nbsp;; “Posição rara do apendice”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- Guilherme Bolliger: “Tres casos de molestia de Recklinghausen”; “Um caso de peritonite supurada tendo por origem apendicite gangrenada e fistula ureteral produzida por cálculo”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- Hermas de Carvalho Braga: “Um caso de apendicite aguda, complicando a gravidez”; “Operação de Jacobeus (primeira no Brasil – em colaboração com Januário de Pardo Mêo)”; “Abcésso amebiano do figado”; “Um caso de mesenterite supurada”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- Paulo Mangabeira Albernaz: “Paracentése do timpano com lesão do golfo da jugular”; “Um caso de corpo extranho do esofago”; “Mastoidite posterior e perfuração do ocipital”; “Um caso de nistagmo da cabeça”; “Um caso de dentadura encravada no esofago”; “Tres casos de tentativa de degolamento”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- Olavo Rocha Filho: “Indicações terapeuticas nas úlceras gastro-duodenaes”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- Januário de Pardo Mêo: “Operação de Jacobeus (primeira no Brasil – em colaboração com Hermas de Carvalho Braga)”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- Armando da Rocha Brito: “Uso do sôro de Normet após as grandes hemorragias”&amp;amp;nbsp;; “Dois casos de rupturas intestinaes por contusão abdominal”&amp;amp;nbsp;; “Adeno-sarcoma embrionario do rim, em creança de quatro anos”&amp;amp;nbsp;; “Dois caos de móla-hidatiforme, com degeneração cistica dos ovarios”;&amp;amp;nbsp; “Um caso de vesicula bi-locular infetada”&amp;amp;nbsp;; “Dois caos cirurgicos”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Publicações oficiais&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Sociedade de Medicina e Cirurgia de Campinas lançou em junho de 1940 o primeiro número de seu &#039;&#039;Boletim da Sociedade de Medicina e Cirurgia de Campinas, &#039;&#039;e neste exemplar publicou uma relação das diretorias e dos trabalhos de seus associados até aquela data.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- NOSSA História. In: SMCC. Sociedade de Medicina e Cirurgia de Campinas. Capturado em 7 out. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;[https://site.smcc.com.br/institucional/nossa-historia/29 https://site.smcc.com.br/institucional/nossa-historia/29]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- NOTÍCIA sobre a Sociedade de Medicina e Cirurgia de Campinas. &#039;&#039;Boletim da Sociedade de Medicina e Cirurgia de Campinas.&#039;&#039; Campinas, v. 1, n. 1, p. 32-39, jun. 1940.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BMANG|&amp;lt;u&amp;gt;BMANG&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- SANTOS FILHO, Lycurgo de Castro; NOVAES, José Nogueira. &#039;&#039;&#039;A febre amarela em Campinas 1889-1900.&#039;&#039;&#039; Campinas, Área de Publicações CMU/UNICAMP, 1996.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; (&amp;lt;u&amp;gt;[[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- 75 anos de história. In: SOCIEDADE DE MEDICINA E CIRURGIA DE CAMPINAS. Capturado em 1º abr. 2020. Online. Disponível em: [http://www.smcc.com.br/historia/ http://www.smcc.com.br/historia/]&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- SOCIEDADE de Medicina e Cirurgia de Campinas. &#039;&#039;Laboratório Clínico, &#039;&#039;Rio de Janeiro, ano VI, n. 31, jan./fev. 1926.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BN|&amp;lt;u&amp;gt;BN&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- SOCIEDADE de Medicina e Cirurgia de Campinas. &#039;&#039;Laboratório Clínico, &#039;&#039;Rio de Janeiro, ano VI, n. 34, jul./ago. 1926.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BN|&amp;lt;u&amp;gt;BN&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- SOCIEDADE de Medicina e Cirurgia de Campinas. &#039;&#039;Laboratório Clínico, &#039;&#039;Rio de Janeiro, ano VI, n. 36, nov./dez. 1926.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BN|&amp;lt;u&amp;gt;BN&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa - Fabiano Dauwe; Brian Kigler.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Redação - Fabiano Dauwe; Brian Kigler; Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Revisão - Francisco José Chagas Madureira.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Forma de citação =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Dicionário Histórico-Biográfico das Ciências da Saúde no Brasil (1832-1970)&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    [[Category:Verbetes]] [[Category:Associações Profissionais e Sociedades Médicas]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Rachel.froes</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=SIMONI,_LU%C3%8DS_VICENTE_DE&amp;diff=1578</id>
		<title>SIMONI, LUÍS VICENTE DE</title>
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		<updated>2023-08-24T18:22:49Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Rachel.froes: /* Fontes */ alteração data rodapé&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Outros nomes e/ou títulos:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;[[SIMONI,_LUIGI_VICENZO_DE|Simoni,&amp;amp;nbsp;Luigi Vincenzo De]]; [[SIMONI,_LUIZ_VICENTE_DE|Simoni, Luiz Vicente De]]&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&#039;&#039;&#039; Luís Vicente de Simoni nasceu em Novi, no ducado de Gênova (Itália), em 24 de fevereiro de 1792. Veio para o Brasil em 1817, e foi médico-ajudante e diretor do serviço sanitário da Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro. Em 1819 foi enviado para Moçambique, como físico-mor, e lá trabalhou no Real Hospital Militar. Foi um dos fundadores da Sociedade de Medicina do Rio de Janeiro, criada em 30 de junho de 1829. Foi autor de trabalhos de medicina, como o “Tratado Medico sobre Clima e Enfermidades de Moçambique” (1821), e de inúmeras poesias, textos dramáticos, e traduções de obras clássicas para o vernáculo. Faleceu no Rio de Janeiro em 10 de setembro de 1881.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Dados pessoais&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Luís Vicente de Simoni nasceu em Novi, no ducado de Gênova (Itália), em 24 de fevereiro de 1792. &amp;amp;nbsp;Era filho de Giovan Battista De Simoni, natural de Gênova e farmacêutico, e de Maria Cherubina De Gaspari. Seus irmãos eram Andre Miguel Ângelo De Simoni e Clemente Patricio De Simoni. Casou-se, em 1833, com Maria Ursolina de Araújo Azambuja. Registra-se que teria tido ao todo 14 filhos, entre estes Higina Henirato Benedita de Simoni, Theresa Cherubina, Paulina Adelaide, Luiz Ignácio, Maria Luiza e Placídia Clementina (FIALHO, 1977).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:#231f20&amp;quot;&amp;gt;Foi condecorado como Cavaleiro da Ordem de Cristo, Cavaleiro da Ordem de S. Bento de Aviz, Oficial da Imperial Ordem da Rosa, e Ordem do Cruzeiro (2 de dezembro de 1844).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Naturalizou-se como cidadão brasileiro (1855).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Faleceu a 10 de setembro de 1881, em sua residência na Travessa Marquês do Paraná nº10, no bairro de Botafogo, na cidade do Rio de Janeiro. &amp;amp;nbsp;Seu atestado de óbito foi assinado por José Pereira Rego, então presidente da Academia Imperial de Medicina, e registrava como causa da morte pneumonia concorrendo com cistite crônica (FIALHO, 1977).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Trajetória profissional&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Luís Vicente de Simoni f&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;ormou-se em medicina na Università di Genova, e aperfeiçoou seus estudos na Università de Pavia, em 1817. &amp;amp;nbsp;Veio para o Brasil neste mesmo ano, desembarcando no Rio de Janeiro em 14 de julho de 1817. Acredita-se que sua vinda tenha sido em decorrência de sua insatisfação com clima político sob o Império napoleônico (HEISE, 2007).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em 18 de janeiro de 1818 foi nomeado ajudante médico do hospital da &amp;lt;u&amp;gt;[[SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DO RIO DE JANEIRO|Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro]]&amp;lt;/u&amp;gt;, função esta mantida até 1819, quando foi enviado como físico-mor para Moçambique. Em 27 de março de 1826, reassumiu suas funções neste hospital, então como médico interino substituindo a Amaro Baptista Pereira. Foi nomeado médico efetivo em 14 de fevereiro de 1827, assumiu a direção de uma das enfermarias de clínica médica, e tornou-se médico facultativo em 1849. Atuou como médico facultativo nesta instituição até 1852, quando passou a assumir, juntamente com José Theodoro da Silva Azambuja, a direção do serviço sanitário da Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro, e encerrou suas atividades no hospital da Santa Casa da Misericórdia em 1860 (FIALHO, 1977). No período em que atuou no hospital da Santa Casa, também eram médicos e facultativos desta instituição [[JOBIM,_JOSÉ_MARTINS_DA_CRUZ|&amp;lt;u&amp;gt;José Martins da Cruz Jobim&amp;lt;/u&amp;gt;]], Francisco Praxedes de Andrade Pertence, Manoel Feliciano Pereira de Carvalho, e Luigi Bompani, lente da Università di Modena (Itália).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em 30 de junho de 1819 foi enviado para Moçambique, então sob colonização portuguesa, como físico-mor, e lá trabalhou no Real Hospital Militar desde 15 de setembro deste ano até 10 de julho de 1821 (RODRIGUES, 2005). Sua saída de Moçambique deveu-se à conjuntura política decorrente da revolução liberal ocorrida em 1821, e dadas suas relações próximas com o governador-geral deposto. Regressou, então, ao Brasil, em 3 de agosto de 1821.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;No período em que&amp;amp;nbsp;se encontrava em Moçambique elaborou o “Tratado Medico sobre Clima e Enfermidades de Moçambique” a partir de sua experiência como físico-mor:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:.0001pt; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;text-autospace:none&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:#231f20&amp;quot;&amp;gt;“Durante o tempo em que exerceu medicina em Moçambique, Simoni foi registando minuciosamente os aspectos relacionados com as moléstias dos seus doentes. Partindo do princípio de que as doenças variavam consoante o meio (fls. 169v-170v), o médico pretendia contribuir para o conhecimento das enfermidades moçambicanas e facultar, assim, aos futuros clínicos informações para uma prática médica adequada às condições do país. Com efeito, ele estava convicto da possibilidade de reverter a imagem de Moçambique como um cemitério de europeus, alicerçada na ideia de que para os reinóis, na colónia, «seis anos passa por uma longa vida» (Tratado Medico sobre Clima e Enfermidades de Moçambique.fl. 42-42v). Ademais pretendia demonstrar que não era apenas a malignidade do clima a provocar a alta mortalidade europeia, argumentando que “o metodo adoptado para povoar essas terras, e o sistema politico com que forão governadas, e sobretudo a negligencia, e o descuido na boa policia medica tem augmentado e talvez triplicado a força ou influencia do clima, e causado maiores estragos” (Tratado Medico sobre Clima e Enfermidades de Moçambique,fl. 43-43v).” (RODRIGUES, 2005, p.619)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:.0001pt; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:.0001pt; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;text-autospace:none&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:#231f20&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;“Luís Vicente de Simoni empenhou-se na investigação das doenças da colónia, ocupando-se da sua tipificação e descrição. (....). Longe de se circunscrever ao estudo das doenças, o médico interessou-se pela «inquirição das causas que as produzião, e a consideração da influencia que as circunstancias do clima, e dos costumes devião ter no seu desenvolvimento [...] afim de tornar não so mais facil o curativo, mas de poder preveni llas, e evita llas em muitos cazos» (Tratado Medico sobre Clima e Enfermidades de Moçambique, fl. 11).” (RODRIGUES, 2005, p.620-621)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;text-autospace:none&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Luís Vicente de Simoni f&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:#231f20&amp;quot;&amp;gt;oi um dos fundadores, juntamente com&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;[[SIGAUD,_JOSÉ_FRANCISCO_XAVIER|&amp;lt;u&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;José Francisco Xavier Sigaud&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/u&amp;gt;]]&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;, [[JOBIM,_JOSÉ_MARTINS_DA_CRUZ|&amp;lt;u&amp;gt;José Martins da Cruz Jobim&amp;lt;/u&amp;gt;]], João Maurício Faivre&amp;amp;nbsp;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:#231f20&amp;quot;&amp;gt;e &amp;lt;/span&amp;gt;[[MEIRELLES,_JOAQUIM_CÂNDIDO_SOARES_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Joaquim Cândido Soares de Meirelles&amp;lt;/u&amp;gt;]],&amp;amp;nbsp;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:#231f20&amp;quot;&amp;gt;da [[SOCIEDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Sociedade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], criada em 30 de junho de 1829 com o objetivo de viabilizar o crescimento das diversas áreas da medicina e ampliar a participação desses profissionais junto ao Governo Imperial em questões referentes à higiene e políticas de saúde pública.&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;amp;nbsp;A Ata da sessão de inauguração da [[SOCIEDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|Sociedade de Medicina do Rio de Janeiro]], em 24 de abril de 1830, foi redigida por Luís Vicente de Simoni. Em 1830 foi autor de um programa, para a realização de concurso de memórias que tratassem de qualquer objeto de estudos médicos, principalmente sobre os meios de melhorar a saúde pública no Rio de Janeiro, cujos prêmios eram oferecidos em medalha de ouro. Foi Secretário da [[SOCIEDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|Sociedade de Medicina do Rio de Janeiro]] desde a primeira sessão preparatória em 28 de maio de 1829, e ocupou este cargo até o ano de 1872. Em 28 de abril de 1832, por proposta de Octaviano Maria da Rosa, foi aclamado como Secretário Perpétuo, título este confirmado, por portaria governamental assinada por José Lino Coutinho, então Ministro do Império, em 21 de maio de 1832. Por sua atuação como Secretário, registrando e historiando tudo o que se passava naquela Sociedade, foi considerado o “Cronista da Academia”, nas palavras de Alfredo Nascimento, em 1929, na publicação comemorativa do centenário daquela instituição. Além de Secretário também foi Orador daquela associação, tendo sido encarregado de fazer o necrológio dos sócios falecidos nas ocasiões comemorativas da Sociedade. &amp;lt;span style=&amp;quot;color:#231f20&amp;quot;&amp;gt;Posteriormente, em 1849, foi redator dos &#039;&#039;Annaes Brasilienses de Medicina, &#039;&#039;publicação da então [[ACADEMIA_IMPERIAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Imperial de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em 1839 publicou na &#039;&#039;Revista Médica Fluminense&#039;&#039; o artigo intitulado “Importância e necessidade da criação de um manicômio ou estabelecimento especial para o tratamento dos alienados”, no qual defendia a necessidade de construção de um hospital destinado especialmente para os alienados, os quais até então se encontravam recolhidos em condições inadequadas no hospital da Santa Casa da Misericórdia.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;De acordo com o &#039;&#039;Almanak Laemmert&#039;&#039;, desde o ano de 1844 registra-se Luís Vicente de Simoni como médico do hospital das Ordens Terceiras de São Francisco da Penitência e de São Francisco de Paula&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;, na cidade do Rio de Janeiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;No “Relatório sobre duas memórias do Sr. Dr. João Mauricio Faivre: uma acerca das águas thermaes de Caldas Novas na província de Goyaz, e outra acerca da morphéa; lido em sessão publica na Academia Imperial de Medicina”, publicado em 1845, Luís Vicente De Simoni apresentou sua posição com referência à etiologia da morféia, conforme destacou Dilma Fátima Avellar Cabral da Costa (2007):&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:.0001pt; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;“Segundo De Simoni, a hipótese preponderante entre os médicos no Rio de Janeiro era de considerar a morféia uma afecção das capilaridades do sistema vascular sanguíneo da pele, mas, haveria ainda aqueles que consideravam-na uma afecção das capilaridades linfáticas. O próprio De Simoni não concordava com tal hipótese, para quem a elefantíase jamais fora apenas uma «simples inflamação da pele» [p.386]”. (COSTA, 2007, p.93-94)&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;De acordo com um requerimento de sua autoria, datado de 1846 e apresentado à Provedoria do hospital da Santa Casa da Misericórdia, Simoni era co-proprietário da fazenda de Sernambetiba, localizada na Freguesia de Guapy, na então província do Rio de Janeiro (FIALHO, 1977).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Na Casa de Saúde de Saco de Alferes, inaugurada em 1849 na rua do Saco do Alferes nº 253 (posteriormente rua de Santo Cristo dos Milagres) no centro do Rio de Janeiro, cujo serviço de medicina era dirigido por [[SIGAUD,_JOSÉ_FRANCISCO_XAVIER|&amp;lt;u&amp;gt;José Francisco Xavier Sigaud&amp;lt;/u&amp;gt;]], Luís Vicente de Simoni foi professor consultador, juntamente com [[JOBIM,_JOSÉ_MARTINS_DA_CRUZ|&amp;lt;u&amp;gt;José Martins da Cruz Jobim&amp;lt;/u&amp;gt;]] e [[MEIRELLES,_JOAQUIM_CÂNDIDO_SOARES_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Joaquim Cândido Soares de Meirelles&amp;lt;/u&amp;gt;]],&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;text-autospace:none&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:#231f20&amp;quot;&amp;gt;Exerceu a clínica particular em um consultório instalado na Rua do Ouvidor nº 167, o qual foi transferido posteriormente, em 1855, para a Rua da Carioca nº 1-A. Instalou-se, em 1860, na Rua dos Barbonos (atual Rua Evaristo da Veiga), e em 1863 mudou-se para a Rua da Princesa nº 102. Manteve seu consultório até o ano de 1879, conforme registraram os anúncios, embora já não mais clinicasse (FIALHO, 1977).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;text-autospace:none&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:#231f20&amp;quot;&amp;gt;Integrou a Comissão Central de Saúde Pública, nomeada pelo Ministro do Império José da Costa Carvalho (Marquês de Monte Alegre), em 1850, para planejar as medidas sanitárias contra a epidemia de febre amarela que avançava sobre a cidade, juntamente com [[REGO,_JOSÉ_PEREIRA|&amp;lt;u&amp;gt;José Pereira Rego&amp;lt;/u&amp;gt;]], [[MONTEIRO,_CÂNDIDO_BORGES|&amp;lt;u&amp;gt;Cândido Borges Monteiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], Manoel de Valladão Pimentel, José Maria de Noronha Feital, [[MARTINS,_ANTÔNIO_FELIX|&amp;lt;u&amp;gt;Antônio Felix Martins&amp;lt;/u&amp;gt;]], Roberto Jorge Haddock Lobo, José Bento da Rosa, [[SIGAUD,_JOSÉ_FRANCISCO_XAVIER|&amp;lt;u&amp;gt;José Francisco Xavier Sigaud&amp;lt;/u&amp;gt;]] e Joaquim José da Silva.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;text-autospace:none&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:#231f20&amp;quot;&amp;gt;Luís Vicente De Simoni foi conselheiro (1844-1864), vice-presidente (1857; 1865-1877), e vice-presidente e presidente honorário (1879-1880) da Imperial&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Sociedade Amante da Instrução, fundada em 5 de outubro de 1829, na cidade do Rio de Janeiro, com a denominação Sociedade Jovial e Instructiva, e destinada a promover e proteger a instrução de crianças pobres e órfãs.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;text-autospace:none&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Foi nomeado pelo Imperador D. Pedro II, em 1855, professor de língua e literatura italianas do Imperial Colégio Pedro II, na cidade do Rio de Janeiro, do qual integrava desde 1837 sua Congregação de fundação. Lecionou também a cadeira de língua latina, e foi por alguns anos professor das princesas Izabel e Leopoldina Thereza (NECROLOGIA, 1882).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;text-autospace:none&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Foi membro &amp;lt;span style=&amp;quot;color:#231f20&amp;quot;&amp;gt;correspondente de diversas sociedades médicas estrangeiras, como a Sociedade das Sciencias Medicas de Lisboa, a Boston Medical Society e a Société Médicale de Louvain, a Accademia dei Concordi (Rovigo, Itália) e sócio e secretário da Academia Litteraria dos Concordes (Gênova, Itália), com o nome arcádico de Dermino Lubéo.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em 1829 foi colaborador do periódico &#039;&#039;Astréa,&#039;&#039; lançado no Rio de Janeiro em 1826. Defensor de idéias liberais manifestou admiração por Evaristo Ferreira da Veiga, político e editor do &#039;&#039;Aurora Fluminense&#039;&#039;, especialmente no texto “Honras e saudades à memória de Evaristo Ferreira da Veiga”, recitado em 12 de agosto de 1837 na Sociedade Amante da Instrução. Colaborou com o periódico &#039;&#039;L ´Iride Italiana&#039;&#039;, fundado em 1854 pelo professor e poeta A. Galleano Ravara, considerado uma das primeiras publicações periódicas em língua italiana no Brasil.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Luís Vicente De Simoni foi autor, além dos trabalhos sobre medicina, de diversas traduções de libretos de ópera e de obras clássicas para o vernáculo. Sua paixão pelo belo canto e pela música lírica se destacaram nos libretos, como o do drama lírico “Marília de Itamaracá, ou a donzella da mangueira”, musicado por Adolpho Maersch, e publicado em 1854:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“&#039;&#039;Marília de Itamaracá&#039;&#039; não foi seu primeiro texto dramático, musicado no Brasil. Escreveu o d´&#039;&#039;O Califa de Bagdá&#039;&#039;, ópera musicada pelo tenor espanhol Paulo Rosquellas, e encenada no Real Teatro de São João (existente onde hoje se ergue o Teatro João Caetano), em 1820, ao tempo em que se encontrava em Moçambique, ainda, portanto, no reinado de D.João VI, e o poema lírico, a cantata &#039;&#039;Harmonia Celeste no Brasil&#039;&#039;, posta em música pelo maestro Gioacchino Giannini, e representada em 2 de dezembro de 1851, no Teatro São Januário, na praia de D. Manuel (depois rua desse nome). (......). Ao lançar-se ao imenso trabalho de escrever &#039;&#039;Marília de Itamaracá&#039;&#039;, toda em versos rimados, com variável número de sílabas De Simoni não era mais jejuno no assunto, o que de certo modo fala em favor de Maersch, cuja capacidade devia conhecer e reconhecer. (....) De Simoni escolheu para tema deste libreto um episódio que se teria iniciado durante o domínio espanhol, ao tempo da ocupação holandesa da costa da Capitania de Pernambuco, mais exatamente de 1632 até 1655.” &amp;amp;nbsp;(WEHRS, 1993, p.113)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Luís Vicente De Simoni integrou, no século XIX, o movimento pela criação do teatro nacional de música, para o qual recebeu o apoio de D. Pedro II e de Miguel Calmon Du Pin e Almeida, Marquês de Abrantes, tendo culminado com a fundação da Imperial Academia de Música e Ópera Nacional em 25 de março de 1857.&amp;amp;nbsp; Em 12 de maio de 1860 esta Academia foi extinta e transformada na Ópera Lírica Nacional, na qual foram apresentadas óperas italianas traduzidas por Simoni.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Traduziu obras de Vittorio Alfieri (1749-1803), Ippolito Pindemonte (1753-1828), Giacomo Leopardi (1798-1837), Vincenzo Monti (1754-1828), e Giovanni Torti (1774-1852), e foi considerado o primeiro tradutor de Dante Alighieri em língua portuguesa, tendo traduzido diversos cantos da “Divina Comédia” que foram publicados no “Ramalhete poético do Parnaso Italiano” publicado em 1843 (HEISE, 2007). Sua residência se tornou um importante veículo de difusão do romantismo italiano na Corte do Rio de Janeiro, um local de reuniões culturais e de discussão política, nas quais habitualmente estavam presentes, entre outros, o ator e estudioso de teatro João Caetano dos Santos, o escritor e jornalista Francisco de Paula Brito, os escritores José de Alencar e Salvador de Menezes Drummond Furtado de Mendonça, o compositor Carlos Gomes, e o médico dinamarquês Theodor Langaard (1813-1883) (MOTTI,1999).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Produção intelectual&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Da necessidade da eloqüência. Seção do Cavalheiro Vicente Monti, pronunciada em 29 de novembro de 1803, na occasião da abertura do curso de eloqüência, da Universidade de Pávia. Versão de Luís Vicente De Simoni”. [Rio de Janeiro]: [s.n.], 1803.&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Poesias dedicadas a Lasagna; [Zenoizoi]; Vitorio Montanelli; M. Barthélemy; Sociedade Amante da Instrução”. Manuscrito.&amp;amp;nbsp; [s.l.], 1810 - 1879.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Poesias epistolares ao padre José de Santa Maria Amaral; epístola em terceto ao barão de São Félix; epístolas a Georgio Furtado Mendonça; epístola literária ao Antônio José de Sousa; epístola ao Sr. Francisco Bisio; epístolas comunicativas a Carolo Kornis; poesias didascalicas ao padre José de Santa Maria; logografia explicativa das sílabas do latim; alfabeto húngaro; charadas latinas; Hino Nacional da Sociedade Phil-Euterpe; manuscritos com o título &amp;quot;Carmen&amp;quot;; epístola Carminativa e Ode Sáfica e carta enviada a Carolo Kornis; contando que escreveu Ode Sáfica em prosa”. Manuscrito. [s.l.]. 1814 - 1869.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Requerimento encaminhado ao Ministerio do Imperio, solicitando licença para prestar exame para poder continuar a exercer sua profissão”. Manuscrito. [s.l.], 1819.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “A gamboada - poema heróico-cômico”. Manuscrito. [Moçambique], 1819 - 1876.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “O Grande Califa de Bagdad, drama joco-serio por Dermino Lubeo, acadêmico concorde, para se representar no Real Theatro de S. João, do Rio de Janeiro. Com musica de Paulo Rosquellas”. Rio de Janeiro: Impressão Regia, 15 de setembro de 1819.&amp;amp;nbsp; Obs.: o libreto é de Luis Vicente De Simoni, que o publicou com o seu nome arcade. Composto originalmente em italiano; representado no Theatro de S. João, no Rio de Janeiro e em Buenos Aires e Montevidéu.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Requerimentos encaminhados ao Ministerio do Imperio, solicitando ser reconduzido a seu cargo, ja que considera ter sido demitido injustamente. Solicita tambem pagamento de salario atrasado e licença para apanhar alguns livros que lhe pertencem e que estao no Hospital de Moçambique, de onde e ex-administrador da Botica Real”. Manuscrito. [s.l.], 1820-1822.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Tratado Medico sobre Clima e Enfermidades de Moçambique”. 1821.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “A Clemência - poema dedicado a Sua Magde. Impel. O Senhor Dom Pedro Primeiro Imperador do Brasil”.&amp;amp;nbsp; Manuscrito. 1823.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Requerimento encaminhado ao Ministerio do Imperio, solicitando o lugar de fisico-mor da provincia do Maranhao”. Manuscrito. 1826.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;- “Poesias jocosas dirigidas ao Luiz Raphael Soyé, sobre sua hipocondria”. [s.l.], 1828.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Ode Seraphica em latim e vulgar, na solemne installação da Sociedade de Medicina do Rio de Janeiro”. Rio de Janeiro: Typ. d´Astréa, [1830].&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; Publicada também nos: &#039;&#039;Annaes Brasilienses de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, tomo II, p.19, 1846.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Relatório sobre a memória intitulada ´Estreitamento da uretra` com a qual Torres Homem candidatou-se a membro titular da Sociedade de Medicina do Rio de Janeiro, em julho de 1830.”&amp;amp;nbsp; Rio de Janeiro: [s.n.], 1830.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Comunicação à sociedade de uma afecção comatosa com paralisia da pálpebra e do olho direito&amp;amp;nbsp; hemiplegia do mesmo lado (com os resultados da necrotomia), na sessão de 30/12/1830”. Rio de Janeiro: [s.n.], 1830.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Sobre a febre epidemica que em 1828 e 1829 grassava nas villas de Magé e Macacú e n´outras localidades da provincia do Rio de Janeiro. Parecer apresentado à Sociedade de Medicina do Rio de Janeiro.” Rio de Janeiro: Typ. Nacional, 1831.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Relatório dos trabalhos da Sociedade de Medicina do Rio de Janeiro, desde a sua fundação em 30 de junho de 1829, até o fim de março de 1831, para ser lido na sessão publica de 24 d´abril do mesmo anno; primeiro anno da solemne installação, pelo dr. Luiz Vicente De-Simoni”. Rio de Janeiro: na Typ. Imperial de E. Seignot-Plancher, 1831.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Discurso sobre as matriculas dos estudantes das Escholas-medicas, lido na Sociedade de Medicina do Rio de Janeiro, na sessão de 29 de novembro de 1830. Rio de Janeiro: Typ. Imp. de E. Seignot-Plancher, 1831.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Noticia sobre o caracter da epidemia de cholera-morbus, que grassou na ilha de Bourbon em 1821 e 1822, lida na Sociedade de Medicina do Rio de Janeiro em 12 de setembro de 1831”.&amp;amp;nbsp; Rio de Janeiro, 1831.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- CARTA de Luís Vicente De Simoni, Secretário da Sociedade de Medicina do Rio de Janeiro ao Ministro dos Negócios do Império, sugerindo medidas práticas para o combate às febres que grassavam em Cachoeira de Macacu [Rio de Janeiro] 8 jun. 1831. Autógrafo.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- CARTA de Luís Vicente De Simoni ao Ministro dos Negócios do Império, enviando juntamente o Semanário n&amp;quot; 25 de Saúde Pública, pela Soc. de Medicina do Rio de Janeiro (18/6/1851) e o parecer da Comissão de Salubridade Geral, sôbre a carta do Sr. Manoel de Valladão Pimentel, relativa às febres da Vila de Macacu [Rio de Janeiro] 13 de jul. 1831. Autógrafo.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- CARTA de Luís Vicente De Simoni, Secretário da Sociedade de Medicina do Rio de Janeiro, ao Ministro dos Negócios do Império, transcrevendo as impressões do cirurgião Felicíssimo Neto de Sousa, estabelecido em Macacu sobre o flagelo das febres que têm desolado aquele local. O cirurgião aponta várias causas e sugere medidas para o combate às febres [Rio de Janeiro] 3 jul. 1832. Autógrafo.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Aos annos do Illmo. Snr. João Alvares Carneiro, bemfeitor da pobreza... em 18 de outubro de 1832. Soneto”. [Rio de Janeiro]: Typ.Imp. e Const. de Seignot-Plancher, [1832?].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “O cholera-morbus: pequeno poema de M.Barthelemy, traduzido e dedicado à Sociedade de Medicina do Rio de janeiro”. Rio de Janeiro: Typ. Imperial e Constitucional de E. Seignot-Plancher, 1832.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Relatorio dos trabalhos da Sociedade de Medicina do Rio de Janeiro: desde 24 de abril de 1831 até 30 de junho de 1832: lido na sessão publica de 30 de junho de 1832, anniversario da Sociedade; pelo Dr. Luiz Vicente De-Simoni”. Rio de Janeiro:Na Typog. Imp. e Const. de Seignot-Plancher et ce, 1832.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Discurso sobre a estatística da sociedade medica do Brazil, lido na Sociedade de Medicina do Rio de Janeiro na sessão publica de 30 de junho de 1832; traduzido”. Rio de Janeiro, 1832.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Parecer sobre as medidas de hygiene publica e privada contra o cholera-morbus epidêmico, novamente reformado segundo os últimos conhecimentos da arte acerca desta enfermidade em conseqüência de nova solicitação, feita pelo Governo a este respeito; pela Sociedade de Medicina do Rio de Janeiro”. Rio de Janeiro, 1833.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;- “Hospital da Misericordia. Febre typhoide. Dia 5 de Julho de 1836”. &#039;&#039;Jornal do Commercio&#039;&#039;, Rio de Janeiro,anno X, n.144, p.2, 1836.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Caderno de várias poesias originais e de algumas traduzidas do italiano, tendo estas últimas dedicadas para o Ramalhete poético do Parnaso italiano que deve ser oferecido”. Manuscrito. [s.l.], 01/02/1836 - 11/08/1842.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Honras e saudades à memória de Evaristo Ferreira da Veiga, tributadas pela Sociedade Amante da Instrucção em 12 de agosto de 1837. Rio de Janeiro: Typ. Imperial e Constitucional de J. Villeneuve &amp;amp; Cª., 1837.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Relatório dos trabalhos d´Academia Imperial de Medicina desde 30 de junho de 1836 até 30 de junho de 1837, lido em sessão publica annual [pelo Dr. Luiz Vicente De-Simoni]”. Rio de Janeiro: Typographia Imparcial de F. de P. Brito, 1837. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Relatório dos trabalhos e estado d´Academia Imperial de Medicina, lido na sessão pública de 30 de junho de 1838 / [pelo Dr. Luiz Vicente De-Simoni]”. Rio de Janeiro: Typographia Imparcial de F. de p. Brito, 1838. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Importância e necessidade da criação de um manicômio ou estabelecimento especial para o tratamento dos alienados”. &#039;&#039;Revista Médica Fluminense&#039;&#039;, ano V, n.6, p.241-262, setembro de 1839.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Histórias clínicas”. Manuscrito. [s.l.], 1839-1841.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Relatório da commissão especial, encarregada de examinar a água anti-febril do Dr. Ezequiel Correia dos Santos, e verificar suas propriedades medicas; lido e approvado na sessão geral de 17 de setembro de 1840”. &#039;&#039;Revista de Medicina &#039;&#039;Militar, Rio de Janeiro, p.20, 1841/1842.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Canto dos alumnos da Sociedade Amante da Instrucção, recitado na sessão solemne de 30 de julho de 1841. Rio de Janeiro: Typ. Imperial e Constitucional de J. Villeneuve &amp;amp; Cª., 1841.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Gemidos poeticos sobre os túmulos, ou, Carmes epistolares de Hugo Foscolo: Hyppolito Pindemonte e João Torti sobre os sepulchros, traduzidos do italiano; com outros do traductor sobre a religião dos túmulos, e sobre os tumulos do Rio de Janeiro”. Rio de Janeiro: Typ. Imperial e Constitucional de J.de Villeneuve &amp;amp; Cª., 1842.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Francisca de Rimini: tragédia em cinco actos, de Silvio Pellico: traduzida (em verso)”. Rio de Janeiro: Typ. Imperial e Constitcuional de J. de Villeneuve &amp;amp; Cª., 1842.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Versão homeométrica da balata em diálogo do Sr. Carlos Augusto Taunay”. [1843]. &#039;&#039;Revista Trimensal do Instituto Histórico e Geographico Brazileiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, tomo LXI, parte II (3º e 4º trimestres), p.492-496, 1898.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Cómala; A morte de Cucullim; Bérato; Oitona; Colanto e Cutona; Calto e Cólama; Temora e Fingal: versões de poesias e traduções do abade Melchiorre Cesarotti”. De James Macpherson. Tradução de Luís Vicente De Simoni. Manuscrito. [s.l.], 1842 - 17/05/1866.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Ramalhete poético do Parnaso Italiano, offerecido a SS. MM. Il. o Senhor D.Pedro Segundo, Imperador do Brazil, e a Senhora D. Thereza Christina Maria, Imperatriz, Sua Augusta Esposa, na occasião do seu faustissimo consorcio; pelo Dr. Luiz Vicente De Simoni, e pelos Subscriptores que concorrerão para se dar à luz esta pequena collecção de Trechos de alguns dos melhores Poetas Italianos, homeometricamente vertidos”. As primeiras três pag. são preenchidas com quatro poesias originais do traductor, relativas ao consorcio imperial, precedidas de um soneto dedicatorio; a que se segue uma prefação em prosa, e depois 815 pag. que compreendem trechos escolhidos de 25 poetas italianos, vertidos homeometricamente com os originaes. Entre estes os “Episódios” da Divina Comedia, de Dante. Rio de Janeiro: Typ. Imperial e Constitucional de J.C. de Villeneuve &amp;amp; Cª., 1843.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- Tradução de episódios de “Orlando Furioso” de Ludovico Ariosto. 1843.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- Tradução de “Sobre a morte de Mmª Laura” de Petrarca. 1843.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Poesias líricas em português e italiano relativas a família imperial do Brasil e das famílias dos reinos de Portugal e Itália”. Manuscrito. [s.l.]. 04/09/1843 - 09/02/1878.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “A rosa da Italia. Lyra extrahida do Ramalhete poético offerecido A SS. MM. II. pelo dr. L. V. de Simoni, posta em musica por . . .” |1843|.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Ao felicissimo dia Natalicio de S.M. a Imperatriz Thereza Chrisitina Maria nascida das duas Secilias. /offerecido pela direção do Theatro Soneto”. [Rio de Janeiro]: F. de P. Brito, 1844.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Norma: tragédia lyrica em dous actos, de Felix Romano, posta em musica por Bellini, traduzida litteralmente para facilitar a comprehensão do canto”. Rio de Janeiro: Typ. Imp. e Const. de J. de Villeneuve &amp;amp; Cª., 1844.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Belisario: tragédia lyrica em três partes, por Salvador Cammarano, musica de Caetano Donizetti. Traduzido litteralmente”. Rio de Janeiro: Typ. Imp. e Const. de J. de Villeneuve &amp;amp; Cª., 1844.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “O Elixir d´Amor: melodrama jocoso de Felix Romano, musica de Donizetti. Traduzido litteralmente”. Rio de Janeiro: Typ. Imp. e Const. de J. de Villeneuve &amp;amp; Cª., 1844.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Poesias em louvor de cantores e cantoras insignes e notáveis”. Manuscrito. 1844-1877.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Relatório sobre duas memórias do Sr. Dr. João Mauricio Faivre: uma acerca das águas thermaes de Caldas Novas na província de Goyaz, e outra acerca da morphéa; lido em sessão publica na Academia Imperial de Medicina”. Rio de Janeiro, 1845.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Climatologia e termometrologia”. &#039;&#039;Annaes Brasilienses de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 1845.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Sonetos dedicados ao violinista Agostino Robbio”. Manuscrito. [s.l.], 25/08/1845.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Hymno cantado pelas alumnas da Sociedade Amante da Instrução no dia 30 de julho de 1845...”. Rio de Janeiro: Typ. Imp. de Paula Brito, 1845.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Opiniões dos médicos do Rio de Janeiro acerca da elephantíase-dos-gregos, vulgarmente denominada morphéa, expendidas e conhecidas antes das memórias do Sr. Faivre sobre esta moléstia”. &#039;&#039;Annaes Brasilienses de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 1845-1846.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Observações sobre a memoria do Dr. Paula Candido relativamente à communicação entre o ar atmospherico e o systema arterial”. &#039;&#039;Annaes Brazileinses de Medicina,&#039;&#039; Rio de Janeiro, p.11, 30, 53, 1847-1848.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Soneto [a D. Thereza Mafalda Lopes Dias, falecida a 26 de outubro de 1848]”. [s.n.t.].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Discurso lido na sessão da imperial Sociedade Amante da Instrucção em 24 de julho de 1848 para solemnisar o feliz nascimento de Sua Alteza o Príncipe Imperial”. &#039;&#039;Folhinha de saúde&#039;&#039;, Rio de Janeiro, E.H.Laemmert, p.86, 106, [1848].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Versos ao meu compadre e amigo o cirurgião Dr. Antônio Martins Pinheiro Júnior e pessoas de sua família em dias de festividades caseiras; versos ao meu compadre o comendador José Maria do Amaral e pessoas de sua família em dias de festas caseiras; sonetos ao meu amigo e colega o sr. Dr. Antônio Felix Martins hoje barão de S. Félix e sonetos e poemas dedicados a pessoas de seu convívio”. Manuscrito. 20/12/1848 - 29/09/1880.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Noticia acerca dos vulcões de lama””.&amp;amp;nbsp; Manuscrito. 22 de dezembro de 1849.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Os Salteadores: melodrama em quatro partes, por André Maffei, musica de Jose Verdi”. Rio de Janeiro: Typ. Dous de Dezembro, 1849.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “A Vestal: tragédia lyrica em três actos, por Salvador Cammarano, musica de Mercadante”. Rio de Janeiro: Typ. Dous de Dezembro, 1849.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Observações sobre a opinião do Sr. Dr. Firmino Coelho do Amaral acerca da origem espontânea e não importada da epidemia da febre amarella que grassou na Bahia em 1849 e 1850”. &#039;&#039;Gazeta dos Hospitaes&#039;&#039;, tomo 2º, [1850].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Descripção da febre amarella que tem reinado epidemicamente no Rio de Janeiro nos primeiros mezes do corrente anno”. Rio de Janeiro, 1850.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “La Fidanzata&amp;amp;nbsp;corsa, ou a noiva promettida da Córsega: melodrama trágico em tres actos, por Salvador Cammarano, musica de Pacini”. Rio de Janeiro: Typ. Dous de Dezembro, 1850.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Discurso lido na sessão da Imperial Sociedade Amante da Instrucção em 26 de julho de 1848, para solemnisar o feliz nascimento de Sua Alteza, o Príncipe Imperial. &#039;&#039;Folhinha&#039;&#039; de saude para o anno de 1850”. Rio de Janeiro: E. &amp;amp; H. Laemmert, [s.d.].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Poesias sacras dedicadas aos alunos e alunas da Sociedade Amante da Instrução, a Nossa Senhora das Dores, Nossa Senhora da Penha, Nossa Senhora da Conceição, Santa Verônica Giuliani, poesias traduzidas do italiano e orações”. Manuscrito. [s.l.], [26] /08/1850.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Estará a Academia realmente moribunda?”. &#039;&#039;Annaes Brazileinses de Medicina,&#039;&#039; Rio de Janeiro, nov. 1850.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Factos relativos ao contagio da febre amarella e às medidas sanitárias contra ella, extrahidos do relatório de uma commissão medica, ultimamente publicado em Genova, communicados em breves observações”. &#039;&#039;Annaes Brazileinses de Medicina,&#039;&#039; Rio de Janeiro, tomo 6º, p.45, 1850-1851.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Relatorio da commissão encarrregada pela Academia Imperial de Medicina do exame das causas e origem das enfermidades dos aprendizes menores do arsenal de guerra da corte, apresentado em 3 de junho de 1851”. Rio de Janeiro, 1851.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Maria de Rudenz: drama trágico em tres actos, de Cammarano; musica de Donizetti”. Rio de Janeiro: Typ. Dous de Dezembro, 1851.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Anna La Prie: tragédia lyrica em tres actos, por Nicolau Leon Cavallo, musica de Vicente Baptista”. Rio de Janeiro: Typ. Dous de Dezembro, 1851.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “L´Armonia celeste nel Bresile. Cantata, posta em musica pelo professor Gianini, para festejar o anniversario do Sr. D. Pedro II em 2 de dezembro de 1851, e representada no theatro provisório da praia de D. Manuel. Impresso junto com o libreto de opera Maria de Rudens”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “A harmonia celestial no Brasil: representação theatral lyrica e allegorica em um só acto; para festejar o faustissimo dia 2 de dezembro do anno de 1851 feliz anniversario do nascimento de S. M. I. o Senhor D. Pedro Segundo Imperador do Brasil; para ser posta em scena no Theatro de S. Januario do Rio de Janeiro, com musica do sr. maestro Joaguim Giannini”. Rio de Janeiro, Typ. de F. de Paula Brito, 1851.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Composição apresentada à censura para ser cantada no Teatro: Le mie Salxixe”. Manuscrito. Rio de Janeiro, 05/08/1851.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Os Puritanos e os Cavalheiros: drama lyrico serio em tres actos, pelo Conde Pepoli, posto em musica pelo maestro Vicente Bellini para ser representado no Theatro provisório”. Rio de Janeiro: Typ. Dous de&amp;amp;nbsp; Dezembro de P. Brito, 1852.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “A Rainha de Chypre: drama lyrico em quatro actos de F. Guidi, posto em musica por João Pacini, traduzido em metro similhante ao do original, para ser representado no theatro provisório”. Rio de Janeiro: Typ. Dous de Dezembro de P. Brito, 1852.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “A Favorita; drama serio em quatro actos, musica de Donizetti, para ser representado no theatro provisório”. Rio de Janeiro: Typ. Dous de Dezembro de P. Brito, 1852.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Merope: tragédia lyrica em três actos, por Salvador Cammarano posta em musica por Pacini, e que vai ser representada no theatro provisório”. Rio de Janeiro: Typ. Dous de Dezembro de P. Brito, 1852.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “O Trovador; drama trágico em quatro actos, por Slavador Cammarano, posto em musica por José Verdi, que vai ser representado no theatro lyrico fluminense. Versão pelo Dr.L.V.D.S.”. Rio de Janeiro: Typ. Dous de Dezembro de P. Brito, 1852.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “MacBeth: melodrama em quatro partes, posto em musica por Verdi”. Rio de Janeiro: Typ. Dous de Dezembro, 1852.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Hymo Exultatorio ao feliz anniversario da fundação da Sociedade Phil&#039;- Euterpe. Composto, em nome dos sócios, em lingua Italiana e Nacional pelo socio honorario o Dr. Luiz Vicente De Simoni, e posto em musica pelo socio honorario o Dr. Adolfo Maersch, para ser cantado na reunião solene do dito dia”. [s.l.]: [s.n.], 1852.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Semiramis: melodrama trágico em dous actos de L. V. De Simoni, musica de Joaquim Rossini”.&amp;amp;nbsp; Rio de Janeiro: Emp.Typ.Dous de Dezembro, 1852.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Descripção da circulação do sangue, em versos latinos e portuguezes”. Inserta nos &#039;&#039;Annaes Brasilienses de Medicina&#039;&#039;, vol. VIII, p.90, 1852-1853.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Poliuto, ou os martyres: tragédia lyrica em quatro actos de Salvador Cammarano, para ser representada com a musica de Donizetti no theatro provisório”. Rio de Janeiro: Typ. Dous de Dezembro de P. Brito, 1853.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “O Bravo de Veneza: melodrama em quatro actos, posto em musica por Xavier Mercadante, para representar-se no theatro provisório”. Rio de Janeiro: Typ. Dous de Dezembro de P. Brito, 1853.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “D. Paschoal: drama jocoso em três actos, posto em musica por Donizetti, para ser representado no theatro provisório”. Rio de Janeiro: Typ. Dous de Dezembro de P. Brito, 1853.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Leonor: melodrama em quatro actos, por Marcos d´Arienzo, posto em musica por Mercadante, que vai ser representado no theatro provisório”. Rio de Janeiro: Typ. Dous de Dezembro de P. Brito, 1853.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Attila: drama lyrico em um prólogo e três actos, poesia de Themistocles Solera, musica de José Verdi, que vai ser representado no theatro provisório”. Rio de Janeiro: Typ. Dous de Dezembro de P. Brito, 1853.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Luisa Miller: melodrama em quatro partes, posto em musica por Verdi”. Rio de Janeiro: Typ. Dous de Dezembro, 1853.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Roberto o Diabo: drama em cinco actos por Scribe e Delavigne, tirado do francez em italiano por Calixto Bassi, e do italiano vertido pelo Dr. L.V.D.S.”. Rio de Janeiro: Typ. Dous de Dezembro de P. Brito, 1854.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Marília de Itamaracá ou A donzella da Mangueira. Drama lyrico em 4 actos pelo dr. Luiz Vicente De-Simoni, posto em musica pelo snr. Adolpho Maersch, para ser representado no Theatro Provisorio do Rio de Janeiro. Com Aditamento de um acto intermedio, por ora, só destinado para ser lido”. Rio de Janeiro, Emp. typ. Dous de dezembro, 1854.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Discurso recitado no acto da inhumação dos restos mortaes do conselheiro d´Estado, senador do império, etc., José Clemente Pereira, no cemitério de S. Francisco Xavier no dia 12 de março de 1854”. Rio de Janeiro: Typ. Dous de Dezembro, 1854.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Le Favole di Fedro - tradução”.&amp;amp;nbsp; Manuscrito. Rio de Janeiro, 1854.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Poesias líricas em francês; poesias eróticas feitas na juventude e mais tarde vistas e revisadas”. 02/12/1854 - 1870.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Nenia, em italiano, composta e mandada distribuir pelo auctor no collegio de Pedro II, por occasião de substituir na cadeira da aula da referida língua o finado professor Galeano Ravara”. Rio de Janeiro: Typ. Dous de Dezembro, 1855.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Agli alunni della Scuola di lingua italiana dell´Imperial Collegio di Pietro Secondo in Rio de Janeiro...”. [Rio de Janeiro]: Emp. Typ. Dous de Dezembro, 1855.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Poesias dedicadas as sociedades literárias, científicas e caridosas”. Manuscrito. Rio de Janeiro, 11/10/1857 - 11/05/1879.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “A Volta de Columella dos estudos de Padua; ou O novo concerto da razão e dos amores desconcentrados”. De Carlos Cambiaggio. Rio de Janeiro: Typ. de Paula Brito, 1857.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Cantata sacra italiana offerecida a Suas Magestades Imperiais pelo maestro João Pacini, reduzida em língua nacional pelo dr. L. V. De-Simoni”. [Rio de Janeiro]: Emp. typ. Dous de dezembro, 1857.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Ao Illmo. Sr. Commendador João Caetano dos Santos, na occasião da segunda restauração do Theatro S. Pedro d´Alcantara. Canto das orphãs e alumnas da Imperial Sociedade Amante da Instrução”. [Rio de Janeiro]: Typ. dp Theatro S. Pedro d´Alcantara de M.G.S. Rego, [1857].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Allo spirito liberale e generoso del publico brasiliano in occasione della serata a benefizio della Societá di Beneficenza Italiana di Rio de Janeiro nel Teatro Lirico Fluminense, 1o. d Ottobre 1857&amp;quot; . Rio de Janeiro]: Typ. de Paula Brito, [1857].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Moysés no Egypto. Novo drama lyrico tragico-sacro em 4 actos de xxx Posto em musica pelo grande maestro Joaquim Rossini. Versão homeometrica pelo dr. Luiz Vicente De-Simoni, para uso do Theatro Lyrico Fluminense”. Rio de Janeiro, Typ. de F. de Paula Brito, 1858.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Requerimento a Antonio Luis Fernandes da Cunha, solicitando exame censório para a ópera: Os expostos”. Manuscrito. Rio de Janeiro, 21/02/1858.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Soneto [Na occasição da representação em beneficio da Sociedade de Beneficencia Italiana no Theatro Lyrico Fluminense em 4 de Dezembro de 1858&amp;quot;. Rio de Janeiro: Typ. de Paula Brito, [1858].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Joanna d&#039;Arco: drama lírico em um prólogo e tres atos”. De T. Solera. Posto em música por José Verdi, versão em prosa pelo dr. Luiz Vicente de Simoni para uso do teatro Lirico Fluminense. Manuscrito. [s.l.], 1858.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Os Lombardos na primeira cruzada: drama lyrico em quatro actos de Themistocles Solera, posto em musica por José Verdi, trad. Traduzido pelo Dr. L. V. De Simoni, e representado no Theatro Lyrico Fluminense”. Rio de Janeiro: Typ. de F. de Paula Brito, 1859.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Discurso recitado pelo Dr. Luiz Vicente de Simoni em 21 de novembro de 1859, no Cemitério de São Francisco de Paula, na ocasião do sepultamento do Dr Emílio Joaquim da Silva Maia”. &#039;&#039;Annaes Brasilienses de Medicina, &#039;&#039;13º ano, v.13, p.208-210, 10 de dezembro de 1859.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Discurso recitado no dia 1º de junho na igreja dos Terceiros de N.S. do Carmo no fim da missa do sétimo dia do passamento do brigadeiro Miguel de Frias Vasconcellos”. Rio de Janeiro, 1859.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Ao faustissimo consorcio da Illma. Sra.D.Rosa d´Oliveira Amaral... com o Illmo. Snr. Pedro Rodrigues Fernandes Chaves... nas Laranjeiras em 20 de Setembro de 1860&amp;quot;. Rio de Janeiro: Paula Brito, 1860.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Marco Visconti: melodrama trágico em tres actos por Domingos Bolgnese, posto em musica por Henrique Petrella”. Rio de Janeiro: Typ. de F. de P. Brito, 1860.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Dom Chico esfomeado, ou o devedor guloso em anciãs: drama jocoso, posto em musica pelo maestro Nicolau de Giosa, e livremente reduzido em língua nacional, para ser cantado pela Companhia Lyrica Nacional”. Rio de Janeiro; Typ. Popular, [1860].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “À sua magestade imperial o senhor D. Pedro Segundo...Ode saphica”. Rio de Janeiro: Typ. de Paula brito, 1860.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Soneto. In occasione della serata a Beneficio della Societá Italiana di Beneficenza nel Teatro Lirico Fluminense li 18 luglio 1860. / Offerto all´esimia artista Giuseppina Medori”. Rio de Janeiro: Typ. de Paula Brito, 1860.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Carron Du Villards. Discurso de adus em nome dos amigos e da Academia ao ensejo do seu sepultamento no Cemitério de São João Batista, em 1860.”&amp;amp;nbsp; Rio de Janeiro, 1860.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Canto lyrico à inauguração da estatua equestre em bronze do Imperador D. Pedro I fundador do Imperio do Brazil”.&amp;amp;nbsp; De João Batista Calógeras. Tradução de Luiz Vicente De Simoni. Rio de Janeiro: Typographia de Paula Brito, 1862.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “À inauguração da estatua em bronze do Imperador D. Pedro Primeiro no lugar em que está colocada. / Soneto”. Rio de Janeiro: Typographia de Paula Brito, 1862.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “À l´inauguration de la statue equestre en bronze de l´Empereur D. Pierre Prémier, fondateur de l´empire du Brésil. / [Poesia]”. [Rio de Janeiro]: Typographia de Paula Brito, 1862.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “All´inaugurazione della statua equestre in bronzo dell´Imperatore D. Pietro Primo fondatore dell´impero brasiliano. / Soneto”. [Rio de Janeiro]: Typographia de Paula Brito, 1862.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Per l´inaugurazion da statua equestre en bronze de l´Imperatô Don Péo Primmo, fondatô de l´Impero de Brasî. / Soneto”. &amp;amp;nbsp;[Rio de Janeiro]: Typographia de Paula Brito, 1862.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Ad aeneam equestrem statum Petri Primi brasiliensis imperii fundatoris novissime erectam. / Epigramma”. [Rio de Janeiro]: Typographia de Paula Brito, 1862.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “A poesia augmenta, diffunde e torna mais entendida a eloquencia dos monumentos, soneto”. [Rio de Janeiro] Typ. de Paula Brito, 1862.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Aos faustissimos annos do meu amigo e compadre o Ilm. Sr. Commendador José Maria do Amaral em 29 de setembro de 1862. Brinde”. [s.n.t.].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “À inauguração do retrato do Dr. Antonio da Costa na sala das sessões da Academia Imperial de Medicina”. Rio de Janeiro, 1862-1863.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “O vagabundo ou A infidelidade, seducção e vaidade punidas. Melodrama semiserio em 1 prologo e 3 actos. Composto originariamente em italiano pelo Sr. Francisco Gumirato e por elle offerecido ao Sr. D. José Amat; livremente reduzido em lingua nacional pelo Dr. L. V. De-Simoni e posto em musica pelo Sr. Henrique Alves de Mesquita”. Rio de Janeiro, Typ. do commercio de Pereira Braga, 1863.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Ode saphica ao faustissimo consorcio de Sua Alteza Imperial a senhora D. Isabel Christina princeza imperial do Brasil com Sua Alteza Real o senhor D. Luiz Filippe Castão d&amp;quot;Orleans conde d&amp;quot;Eu em 15 de outubro de 1864”. Rio de Janeiro, Typ. de F. A. de Almeida, 1864.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Epitalamio a Sua Altezza Imperiale la signora principessa D. Isabella Cristina e a Sua Altezza Reale il signor conte d&#039;Eu, Luigi Filippo d&#039;Orleans, nell&#039;occasione del lore feudalismo consorzie ai 15 di ottobre del 1864”. Rio de Janeiro, Typ. di F. A. d&#039;Almeida, 1864.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Versos epithalamos em italiano, latim e portuguez à S. A. a sereníssima princeza D. Leopoldina Thereza e à S. A. o Sr. D. Augusto Luiz Maria Eudes Cobourg Gotha, Duque de Saxônia, por occasião de seu faustissimo natalício em 15 de dezembro de 1864”. Rio de Janeiro, 1865.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Exultação da população fluminense pela feliz e mui desejada volta de S. M. o Imperador D. Pedro II da campanha do sul depois da rendição d&#039;Uruguayana. Cantata do dr. L. V. De-Simoni, para ser exhibida no Theatro Lyrico, com musica do maestro Archangelo Fiorito para festejar-se a dita volta. Rio de Janeiro, Typ. de Quirino &amp;amp; irmão, 1865.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Joaquim Cândido Soares de Meirelles. Discurso proferido na missa do sétimo dia do seu falecimento, rezada na Igreja do Carmo a 20 de julho de 1868”. Rio de Janeiro, 1868.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Poesias líricas e sonetos dedicados as iluminações e festividades ocorridas no Rio de Janeiro”. Manuscrito. Rio de Janeiro, 1868 - 1870.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Medêa; tragédia em tres actos e em versos de Ernesto Legouvé verida em italiano... / pelo Dr. Luiz Vicente de Simoni”. Rio de Janeiro: Typ. Americana, 1869.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “All´Esimia ed incomparabile Regina della scena tragica e drammatica &amp;lt;st1:personname productid=&amp;quot;la Signora Adelaide&amp;quot; w:st=&amp;quot;on&amp;quot;&amp;gt;la Signora Adelaide&amp;lt;/st1:personname&amp;gt; Ristori...nel Teatro Lirico Fluminense li 10 d´Agosto del &amp;lt;st1:metricconverter productid=&amp;quot;1869”&amp;quot; w:st=&amp;quot;on&amp;quot;&amp;gt;1869”&amp;lt;/st1:metricconverter&amp;gt;. [s.n.t.].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Aos faustos e apreciados annos do Illm. Sr. Comendador José Maria do Amaral... no dia 29 de Setembro de 1869. Lyra”. [s.l.]: [s.n.], 1869.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Poesias líricas em português, italiano e latim relativas aos notáveis artistas: Marquesa Adelaide Ristori del Grillo, Ernesto Rossi, Thomas Salvini, Celestina de Paladini, Agostinho Robbio e Adelaide Tessero”. Manuscrito. [s.l.],23/11/1869 - 31/08/1879.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Alla molto insigne cantatrice la signora Carlotte Patti nella serata del 3 d´Agosto 1870, a benefizio delle due Societá Italiane Filantropiche nel Teatro Lirico di Rio de Janeiro”. [s.n.t.].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Lições de literatura latina, literatura italiana, língua latina e língua italiana, contendo perguntas, respostas e explicações sobre: a origem, o aperfeiçoamento e a decadência da língua latina; informações sobre a vida pessoal e política dos poetas latinos (Juvenal, Plauto, Sêneca, Horácio, Livio Andronico, Gneo Nevio, Auto Persio Flaceo, Ovidio e Virgílio); origem da linguagem; cronologia do latim romano; exercícios de leitura e pronúncia da língua italiana; explicações sobre diferentes linhas, ângulos e círculos, gramática da língua portuguesa”. Manuscrito. 1870 - 1875.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “All´Exm.Signora D. Zélia: 12 sonetos em italiano no livro ´O adolescente educado na bondade, sciencia e industria` por C. Cantú, traduzido por uma menina brazileira”. Rio de Janeiro, 1871.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Cândido Borges Monteiro, Visconde de Itaúna. Discurso à beira do seu túmulo, no cemitério da Venerável Ordem Terceira da Penitência, no dia 25 de agosto de 1872 (publicado noa &#039;&#039;Annaes Brasilienses de Medicina&#039;&#039;)”. Rio de Janeiro, 1872.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Poesias líricas dedicadas a atriz dramática Celestina Paladini”. Manuscrito. [s.l.], 08/08/1873.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “À Illustrissima Senhora Corinha de Vivaldi... / Soneto”. Rio de Janeiro: [s.n.], 1874.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Poesias sobre a ereção da estátua de bronze do imperador D. Pedro I no Largo do Roscio, hoje Praça da Constituição”. Manuscrito. 23/03/1874.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Sonetos dedicados ao retorno da marquesa Adelaide Ristori ao Rio de Janeiro”. Manuscrito. Rio de Janeiro, 24/02/1874.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Sonetos dedicados a 2ª Companhia Lírica do Sr. Ferrari”. Manuscrito. [1877] - [1879].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “O Guarany. Opera-baile em quatro actos. Posta em musica pelo maestro brasileiro o cavalheiro Antonio Carlos Gomes e homeometricamente vertida pelo dr. L. V. de Simoni”. Rio de Janeiro, Liv. de Cruz Coutinho, 1877.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Carta a Benjamin Franklin Ramiz Galvão tratando de algumas publicações da Academia Imperial de Medicina da Corte”. Manuscrito. Rio de Janeiro, 18/03/1877.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “A necessidade e utilidade da instrucção nas mulheres: versos lidos na sessão anniversaria da fundação da imperial Sociedade Amante da Instrucção no dia 5 de setembro deste anno”. Rio de Janeiro, [1878].&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Brindisi - poesia lírica”. Manuscrito. Rio de Janeiro, 12/06/1879.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “A aranha e a mosca - fábula”. Manuscrito. [s.l.], 07/10/1879.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Poesia e sonetos dedicados ao Tricentenário de Camões”. Manuscrito. Rio de Janeiro, 10/06/1880.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Nenia (canto fúnebre) em memória da Rainha de Portugal D. Estefânia; discurso proferido em memória de João Martins de Garcia Jobin; sonetos em memória de José Bonifácio de Andrada, do Sr. Bulhões, do filho do reitor do Colégio Pedro II, Manoel Pacheco da Silva, de Emílio Adet (seu amigo pessoal) e de Duque de Caxias e nenia recitada pelos alunos e alunas da Sociedade dos Amantes da Instituição em memória de João da Silva”. Manuscrito. [s.l.], 1880.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Memória sobre o fim a que serve a aderência do pericardio ao diafragma”. Manuscrito. 22 págs. [s.d.].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Novas observações sobre a pretendida indispensabilidade do vácuo do pericárdio para a circulação venosa”. Manuscrito. 20 págs. [s.d.].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Observações sobre o ponto geométrico real que o coração ocupa no sistema circulatório e sobre a parte que este órgão tem na função da circulação”.&amp;amp;nbsp; Manuscrito. 36 págs. [s.d.].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Observações sobre a circulação sanguínea e o ponto geométrico real”. Manuscrito. 54 págs. [s.d.].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Hymno patriótico brasileiro, em versos senarios, posto em musica por Paulo Rosquellas, e contado no theatro de S. João na época da independência”. Imprimido em folha avulsa.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Hymno ao faustissimo nascimento de Sua Alteza o principe imperial para ser cantado por meninas... da Imperail Sociedade Amante da Instrução em 26 de Julho...”. Rio de Janeiro: Typ. da M.A. da Silva Lima, [s.d.].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Al felice arrivo al porto délia cita del Rio de Janeiro delia celebre e somma cantatrice, la signora Carlotta Patti. Soneto”. [s. n. t.].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Lições de historia do Brasil, em oitavas rythmadas, escriptas para uso das escholas”. Publicadas nas &#039;&#039;Folhinhas&#039;&#039; de Seignot-Plancher. Rio de Janeiro, [s.d.].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Lições de gramática da Língua italiana”. Manuscrito. [s.l.], [s.d.].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Relatório sore uma relação da moléstia escorbutica, observada a bordo da fragata sarda Eurídice, pelo Sr.Dr.Nicolao Franchelli, cirurgião da dita fragata”. &#039;&#039;Revista Medica &#039;&#039;Fluminense, Rio de Janeiro, tomo 4º, p.316, [s.d.].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Soneto [Representação na augusta presença de SS.MM. Imperiaes, no theatro de S. Januario, o &amp;amp;nbsp;drama intitulado A Graça de Deos, em beneficio dos alumnos pobres da Sociedade Amante da Instrucção. / pela companhia de João Caetano dos Santos”. Rio de Janeiro: Typ. Imp. de Paula Brito, [s.d.].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Aida: texto em 4 atos”. &amp;amp;nbsp;Versão de Luiz Vicente de Simoni. Manuscrito. [s.l.], [s.d.].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “À morte da rainha de Portugal, a Sra. D. Estephania”. [s.l.], [s.d.].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Hino composto para celebrar o dia dos estudiosos do Colégio Pedro II”. Manuscrito. [s.l.], 12/08/[18__].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Hino para o dia da instituição de um estabelecimento de Artes Belas e Ciências”. Manuscrito. [18 &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Prosas de Luís Vicente de Simoni”. Manuscrito. [18 &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Poesias diversas”. Manuscrito. [18 &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Poesias escritas nos primeiros anos de sua juventude; Volume&amp;amp;nbsp; 2.” [s.l.], [s.d.].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Poesias, hinos, árias, coros e lundus”. Manuscrito. Manuscrito. [s.l], &amp;amp;nbsp;[18&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Poesia lírica ao insigne trágico italiano Tommaso Salvini”. Manuscrito. [18 &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Poesias líricas, sonetos, odes e árias”. &amp;amp;nbsp;Manuscrito. [18 &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Poesias líricas, sonetos, canto lírico livre e poema”. Manuscrito. [18&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Poesias líricas sobre a minha vida e modo de pensar e viver a respeito da morte”. Manuscrito. [18 &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Poesias relativas a questão tratual da cantora Carolina Merea”.&amp;amp;nbsp; Manuscrito. [s.l.], [s.d.].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Poesias satíricas jocosas - novelinhas”. Manuscrito. [s.l], [18&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Sonetos satíricos e prosas”. Manuscrito. [s.l], [18&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Sonetos acerca de um Dr. Pretencioso Improvisado cuja alma está falando de si mesma”. Manuscrito. [s.l], [18&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Manuscritos sobre as poesias de Melchiorre Cesarotti”. Manuscrito. [18 &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Caderno contendo poesia, fábula, anedota e sonetos”. Manuscrito. [s.l], &amp;amp;nbsp;[18&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Poema lírico ou Canto da Rosa dedicado a S. Magestade Imperial o senhor D. Pedro II”. Manuscrito. [s.l], [18&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Fábulas latinas”. Manuscrito. [s.l], [18&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Fábulas em português e latim”. Manuscrito. [s.l], &amp;amp;nbsp;[18&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Novelas e anedotas em versos”. Manuscrito. [s.l], [18&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “A Quem Toca: Sarabanda infernal - canção”. Manuscrito. [s.l], [18&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Os paozinhos incendiários do Dr. Gama Castro - poesia”. Manuscrito. [s.l], [18&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “O pateo dos bichos - fábula”. Manuscrito. [s.l], [18&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “D. Paspalhão Panturra ou A origem dos crachás - novela”. Manuscrito. [s.l], [18&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “As novas Reformas - poesia”. Manuscrito. [s.l], &amp;amp;nbsp;[18&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Carta em sonetos seguidos um estilo familiar ao ilustrado sr. dr. Alfredo Alves de Azevedo Macedo”. Manuscrito. [18 &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “A Caridade - canto livre”. Manuscrito. [18&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “CARME Latino sobre a chegada do Cabo Submarino transatlântico ao Rio de Janeiro”. Manuscrito. [s.l], [18&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Branca Maria: drama lírico”. Manuscrito. [s.l], [18&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Hino de Jubilo para o fim da guerra”. Manuscrito. [18&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “A viagem de S. M. J. Imperatriz do Brasil D. Teresa Cristina Maria ao parto do Rio de Janeiro - poema lírico”. Manuscrito. [18 &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Os papaltrampas; Os judeus; Os capinistas - novelas”. Manuscrito. [s.l], &amp;amp;nbsp;[18&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Prefação - A história antiga de dous médicos embalsamadores - composição em versos”. Manuscrito. [s.l], [18&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- &#039;&#039;O Simplício poeta&#039;&#039; (jornal jocoso, de que sahiram nove números, e que provocou o apparecimento da Mulher do Simplício, de que foi redactor o Sr. Paula Brito). Rio de Janeiro: Typ. de Seignot-Plancher, 1831.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- &#039;&#039;O Simplício da roça:&#039;&#039; jornal jocoso dos Domingos. Rio de Janeiro: Typ. de Seignot-Plancher, 1831.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- &#039;&#039;A Mulher do Diabo:&#039;&#039; jornal jocoso. Rio de Janeiro: Seignot-Plancher, [s.d.].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- &#039;&#039;O Simplício endiabrado&#039;&#039; (jornal critico e jocoso). Rio de Janeiro: Typ. Imparcial de Francisco de Paula Brito, [1839].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- COLEÇÔES de manuscritos literários no acervo da Biblioteca Nacional. &#039;&#039;Anais da Biblioteca Nacional&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.122 - 2002, p.59-290, 2007. In: FUNDAÇÂO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital. &#039;&#039;&#039;Capturado em 9 jul. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;[http://memoria.bn.br/pdf/402630/per402630_2002_00122.pdf http://memoria.bn.br/pdf/402630/per402630_2002_00122.pdf]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- COSTA, Dilma Fátima Avellar Cabral da. &#039;&#039;&#039;Entre idéias e ações: medicina, lepra e políticas públicas de saúde no Brasil (1894-1934)&#039;&#039;&#039;. Niterói, 2007. Tese (Doutorado em História) – Departamento de História, ICHF/UFF, 2007. Capturado em 09 jun. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;http://www.historia.uff.br/stricto/teses/Tese-2007_COSTA_Dilma_Fatima_Avellar_Cabral_da-S.pdf &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- &amp;lt;span style=&amp;quot;letter-spacing:-.3pt&amp;quot;&amp;gt;EXPOSIÇÃO Comemorativa do Primeiro Decênio da Seção de Música e Arquivo Sonoro. &#039;&#039;&#039;Música no Rio de Janeiro Imperial 1822-1870. &#039;&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;Rio de Janeiro: Biblioteca Nacional, Ministério de Educação e Cultura, [1962]. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. Biblioteca Digital. Capturado em 09 jun. 2020. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;/span&amp;gt;[http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_iconografia/icon1285826.pdf http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_iconografia/icon1285826.pdf]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- FIALHO, Sylvio Abreu. Memórias Históricas da Academia Nacional de Medicina. De Simoni – o Secretário Perfeito. Rio de Janeiro: [s.n.], fevereiro 1977.&amp;amp;nbsp; Datilografado. (&amp;lt;u&amp;gt;[[Fontes de informação#ANM|ANM]]&amp;lt;/u&amp;gt;)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- HEISE, Pedro Falleiros.&#039;&#039;&#039;A introdução de Dante no Brasil: o Ramalhete poético do parnaso italiano de Luiz Vicente de Simoni. &#039;&#039;&#039;São Paulo, 2007. Dissertação (Mestrado) – Departamento de Letras Modernas, Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humana/USP, 2007. In: Biblioteca Digital USP. Capturado em 09 jun. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;[http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8148/tde-02012008-111131/pt-br.php http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8148/tde-02012008-111131/pt-br.php]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;text-autospace:none&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- LUIS Vicente de Simoni. In: SILVA, Innocencio Francisco da; ARANHA, Pedro V. de Britto. &#039;&#039;&#039;Diccionario bibliographico portuguez: Estudos applicaveis a Portugal e ao Brasil&#039;&#039;&#039;. &#039;&#039;&#039;Tomo Quinto.&#039;&#039;&#039; Lisboa: Na Imprensa Nacional, 1860. pp.334-339. In: SENADO FEDERAL. Institucional. Biblioteca Digital. Capturado em 17 jun. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;text-autospace:none&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;[http://www2.senado.leg.br/bdsf/handle/id/242735 http://www2.senado.leg.br/bdsf/handle/id/242735]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- LUIZ Vicente de Simoni.&amp;amp;nbsp; In: BLAKE, Augusto Victorino Alves Sacramento. &#039;&#039;&#039;Diccionario Bibliographico Brazileiro.&#039;&#039;&#039; &#039;&#039;&#039;Quinto volume&#039;&#039;&#039;. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1899. p.473-481. Capturado em 17 jun. 2020. Online. Disponível na Internet: [https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/5450 https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/5450]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- LUIZ Vicente de Simoni. In: ACADEMIA NACIONAL DE MEDICINA. Capturado em 8 out. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[https://www.anm.org.br/luiz-vicente-de-simoni/ https://www.anm.org.br/luiz-vicente-de-simoni/]&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;text-autospace:none&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span lang=&amp;quot;ES&amp;quot; style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- MOTTIN, Antonio J.S.; CASOLINO, Enzo.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Luigi Vincenzo de Simoni, naturalista, médico e humanista. In: ________________________________. &#039;&#039;&#039;Italianos no Brasil. Contribuições na literatura e nas ciências.&#039;&#039;&#039; Porto Alegre: EDIPUCRS, 1999. pp.187-208.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;text-autospace:none&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- &amp;lt;span style=&amp;quot;letter-spacing:-.2pt&amp;quot;&amp;gt;NECROLOGIA da Nobreza e dos Varões Illustres Brazileiros. In: &#039;&#039;&#039;Almanak Administrativo, Mercantil e Industrial da Corte e Província do Rio de Janeiro e do município de Santos na Província de São Paulo para 1882&#039;&#039;&#039;. p.61. Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 09 jun. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;text-autospace:none&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;[http://ddsnext.crl.edu/titles/88#?c=0&amp;amp;m=38&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=142&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1455,-1,5148,3632 http://ddsnext.crl.edu/titles/88#?c=0&amp;amp;m=38&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=142&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1455%2C-1%2C5148%2C3632]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;text-autospace:none&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- ORDEM Terceira de S. Francisco de Paula. In: &#039;&#039;&#039;Almanak Administrativo, Mercantil e Industrial do Rio de Janeiro para o anno bissexto de 1844&#039;&#039;&#039;. Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 09 jun. 2020. Online. Disponível na Internet: [http://ddsnext.crl.edu/titles/88#?c=0&amp;amp;m=0&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=141&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1304,0,4846,3418 http://ddsnext.crl.edu/titles/88#?c=0&amp;amp;m=0&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=141&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1304%2C0%2C4846%2C3418]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;text-autospace:none&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- RODRIGUES, Eugénia. &amp;lt;span style=&amp;quot;color:#231f20&amp;quot;&amp;gt;Alimentação, Saúde e Império. O físico-mor Luís Vicente de Simoni e a nutrição dos moçambicanos.&#039;&#039;&#039;Arquipélago. História, Açores, Portugal,2ª Série, v.IX-X, p.617-656,&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:#231f20&amp;quot;&amp;gt;2005. Capturado em 09 jun. 2020.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Online.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Disponível na Internet: [https://core.ac.uk/download/pdf/61434212.pdf https://core.ac.uk/download/pdf/61434212.pdf]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;text-autospace:none&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- SANTOS FILHO, Lycurgo de Castro. &#039;&#039;&#039;História Geral da Medicina Brasileira.&#039;&#039;&#039; São Paulo: HUCITEC/EDUSP, 1991. v. 2. &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCCBB|&amp;lt;u&amp;gt;BCCBB&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;text-autospace:none&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;-&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;text-autospace:none&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;SIMONI, Luiz Vicente de. Arquivo pessoal da Academia Nacional de Medicina. [Rio de Janeiro]: [s.n.], [s.d.].&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#ANM|&amp;lt;u&amp;gt;ANM&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;text-autospace:none&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- WEHRS, Carlos. Neukomm e A. Maersch, músicos, e De Simoni, libretista, precursores do nacionalismo musical brasileiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, Rio de Janeiro, v.154, n.380, p.104-117, jul./set. 1993. Capturado em 09 jun. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;span style=&amp;quot;text-autospace:none&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;[https://drive.google.com/file/d/0B_G9pg7CxKSsUzh4TnhWMlFJUnM/view https://drive.google.com/file/d/0B_G9pg7CxKSsUzh4TnhWMlFJUnM/view]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa - Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Redação - Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Revisão – Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Atualização - Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Forma de citação&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Dicionário Histórico-Biográfico das Ciências da Saúde no Brasil (1832-1970)&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    [[Category:Verbetes]] [[Category:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Rachel.froes</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=SEIDL,_CARLOS_PINTO&amp;diff=1577</id>
		<title>SEIDL, CARLOS PINTO</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=SEIDL,_CARLOS_PINTO&amp;diff=1577"/>
		<updated>2023-08-24T18:21:39Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Rachel.froes: /* Fontes */ alteração data rodapé&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Outros nomes e/ou títulos:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;[[SEIDL,_CARLOS|Seidl, Carlos]]&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Carlos Pinto Seidl nasceu na cidade de Belém, na então Província do Grão Pará, em 24 de novembro de 1867. Doutorou-se, em 1892, na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro com a tese intitulada “Da etiologia perante o diagnostico, a therapeutica e a hygiene”. Dirigiu o Hospital de São Sebastião, por 37 anos, desde 1892, e foi professor catedrático da cadeira de medicina pública na Faculdade Livre de Direito do Rio de Janeiro. Foi presidente (1911-1912; 1912-1913) da Academia Nacional de Medicina, 1º vice-presidente (1891) do Gremio dos Internos dos Hospitaes do Rio de Janeiro, um dos fundadores do Club Medico (1905), da Sociedade Brasileira de Neurologia, Psychiatria e Medicina Legal, e primeiro presidente (1928), do Syndicato Medico Brasileiro. Faleceu no Rio de Janeiro em 19 de outubro de 1929.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Dados pessoais&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Carlos Pinto Seidl nasceu na cidade de Belém, na então Província do Grão Pará, em 24 de novembro de 1867. Era filho de Carlos Seidl, natural de Viena (Áustria), e Raymunda Pinto Seidl, natural de Caxias, na então província do Maranhão. Seu pai foi professor de humanidades, livreiro e editor, e após o falecimento de sua esposa, em 6 de agosto de 1877, ordenou-se como sacerdote, tendo sido pároco na diocese do Pará, reitor do Seminário Menor de Nossa Senhora do Carmo, administrador da Cúria Episcopal, e um dos fundadores da Associação Philantrópica de Emancipação de Escravos instalada em 7 de agosto de 1869. Seu pai faleceu em 16 de março de 1893. Seus avós eram Franz Seidl e Barbara Seidl e residiam na Áustria. Sua mãe era filha do médico e cirurgião-mor portugues José Antonio Teixeira Pinto. Carlos Pinto Seidl teve dois irmãos, o engenheiro militar e coronel do Exército Raymundo Pinto Seidl (1869-1928), e o Major Francisco Pinto Seidl (1875-1928), os quais eram carinhosamente chamados como “Mundico” e “Chiquinho”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Casou-se com Julia Freire, em 1891, e teve cinco filhos, Carlos Seidl Filho (nascido em 19/12/1892), que formou-se em medicina, Aloísa Seidl (nascida em 1º/08/1894), Roberto Seidl (nascido em 30/10/1895), Laura Seidl (nascida em 10/11/1897) e Beatriz Seidl (nascida em 5/02/1899).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi agraciado, pelo governo francês, com a Commende de Officier de la Légion d´Honneur (23/07/1925), e com o título de Officier de l´Instruction Publique, e recebeu a Comenda da Ordine della Corona d´Italia (1917).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Faleceu na cidade do Rio de Janeiro em 19 de outubro de 1929.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Trajetória profissional&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Carlos Pinto Seidl iniciou seus primeiros estudos humanidades no Seminário Menor de Nossa Senhora do Carmo&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;em sua cidade natal, no qual seu pai era reitor. Ainda na cidade de Belém do Pará foi nomeado, em 1º de fevereiro de 1879, “menino do coro” da Catedral, tendo sido promovido a “sub-chantre” em 30 de maio de 1881.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Aos 14 anos, em 1882, Carlos Pinto Seidl partiu para a Europa, para estudar numa escola religiosa, o Séminaire Saint Sulpice, em Paris, onde permaneceu até 1885, chegando a receber um dos primeiros graus clericais, a Tonsura, em 18 de maio de 1883. Nesta época, Carlos Pinto Seidl foi à Viena para conhecer seu avô, Franz Seidl, e sua tia, Leopoldine Tanterl, em atenção à sugestão feita por seu pai. Em 1885 desistiu da formação sacerdotal e retornou à cidade de Belém do Pará, onde concluiu os estudos preparatórios.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em 26 de janeiro de 1886 partiu para a cidade do Rio de Janeiro, para matricular-se na Escola Naval. Chegou ao Rio de Janeiro em 10 de fevereiro de 1886, mas não efetivou sua matrícula na Escola Naval por ter mais idade do que a exigida pelo regulamento da instituição.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Matriculou-se na [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]] em 12 de março de 1886, e durante o curso nesta instituição foi ajudante de preparador de toxicologia, por concurso em 26 de maio de 1888. Em 1889 interrompeu o curso médico para viajar à Europa, acompanhando seu pai que se encontrava gravemente doente, e neste período visitou Roma, Paris, Viena e Berlim.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em 1888 retomou seu curso médico, tendo sido ajudante de preparador das cadeiras de higiene e medicina legal, entre 20/05/1888 e 13/01/1891, sob a supervisão respectivamente de Benjamin Antônio da Rocha Faria e de Agostinho José de Souza Lima. Foram seus colegas no curso médico: Vital Brazil Mineiro de Campanha, que criaria em 1910 o [[INSTITUTO_SERUMTERÁPICO_DO_ESTADO_DE_SÃO_PAULO|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Serumterápico do Estado de São Paulo&amp;lt;/u&amp;gt;]], Honorato Alves, posteriormente professor de oftalmologia da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DE_BELO_HORIZONTE|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina de Belo Horizonte&amp;lt;/u&amp;gt;]], Oscar Frederico de Souza, catedrático de fisiologia &amp;amp;nbsp;da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], Olyntho Deodato dos Reis Meirelles, futuro diretor da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DA_UNIVERSIDADE_DE_MINAS_GERAIS|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina da Universidade de Minas Gerais&amp;lt;/u&amp;gt;]], e Herculano Velloso Ferreira Penna, colaborador do periódico&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;O Brazil-Medico.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;letter-spacing:-.3pt&amp;quot;&amp;gt;Foi escolhido em 2 de agosto de 1890 para ser o orador do Club Republicano da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, então presidido por Domingos Mascarenhas, médico e deputado gaúcho.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;letter-spacing:-.3pt&amp;quot;&amp;gt;Carlos Pinto Seidl doutorou-se, em 1892, na [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]] com a tese intitulada “Da etiologia perante o diagnostico, a therapeutica e a hygiene”. O médico Miguel de Oliveira Couto destacou as características de sua Tese no &#039;&#039;Annuario Medico Brazileiro&#039;&#039; de 1891:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:0cm; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“Escolhendo voluntariamente para a sua dissertação um assumpto de synthese, não foi o autor senão um escravo das tendencias philosophicas do seu espirito, que é uma das cousas menos livres que se conhece é precisamente o livre arbítrio. E, no desenvolvimento d´essa these transcendente e vasta, só abarcável por grandes envergaduras, deixou confirmados os foraes da sua superioridade intelectual, nos primores do estylo, na elevação das idéas, e no retrospecto exhibido de suas acquisições scientificas. O seu trabalho, pela própria natureza do assumpto, como pela orientação que recebeu, não é susceptível de resumo. Que o não deixe de ler, porém, quem se presar de conhecer o pouco que de bom se escreve nesta grande capital da Indolencia”. (COUTO, 1891, p. 24-25)&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Sua colação de grau foi em 1891, e a solenidade de formatura em 16 de janeiro de 1892, quando em discurso como orador oficial da turma, Carlos Pinto Seidl abordou vários assuntos médicos e deontológicos, e ressaltou a importância de mestres como, Manoel de Valladão Pimentel, [[CYSNEIROS,_FRANCISCO_FREIRE_ALLEMÃO_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Francisco Freire Allemão de Cysneiros&amp;lt;/u&amp;gt;]], [[ABREU,_FRANCISCO_FERREIRA_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Francisco Ferreira de Abreu&amp;lt;/u&amp;gt;]], [[HOMEM,_JOÃO_VICENTE_TORRES|&amp;lt;u&amp;gt;João Vicente Torres Homem&amp;lt;/u&amp;gt;]], e Domingos de Almeida Martins Costa. Concorreu, em 1898, à vaga de preparador da cadeira de medicina legal, da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], mas não alcançou o primeiro lugar, tendo sido vencedor neste concurso [[ABREU,_HENRIQUE_TANNER_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Henrique Tanner de Abreu&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Foi nomeado, em 17 de fevereiro de 1888, interno no Hospital da [[SANTA_CASA_DA_MISERICÓRDIA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], e nesta instituição hospitalar trabalhou na seção cirúrgica com Pedro Affonso de Carvalho Franco (Barão de Pedro Affonso), na clínica de crianças com [[REGO,_JOSÉ_PEREIRA|&amp;lt;u&amp;gt;José Pereira Rego&amp;lt;/u&amp;gt;]] (Barão do Lavradio), e no gabinete eletroterápico dirigido por Francisco Ribeiro de Mendonça.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Nas vésperas da Proclamação da República, ainda estudante do curso médico, Carlos Pinto Seidl participou da passeata organizada em 25 julho de 1889, por estudantes da &amp;lt;u&amp;gt;[[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|Faculdade de Medicina do&amp;amp;nbsp;Rio de Janeiro]],&amp;lt;/u&amp;gt; que se dirigiu do Largo da Misericórdia ao centro do Rio de Janeiro, em represália à proibição decretada pelo subdelegado da Freguesia de São José, para que a “Sabina das laranjas” vendesse suas laranjas na porta da faculdade. A Sabina era uma vendedora de laranjas, que ficava na porta do prédio da faculdade na Rua Santa Luzia, pela qual os estudantes tinham, segundo os relatos de época, muito apreço. &amp;amp;nbsp;A proibição decretada pelo subdelegado teria decorrido de fatos ocorridos em 16 de julho daquele ano, quando um estudante havia arremessado laranjas na direção da carruagem que transportava a Princesa Isabel, então por passagem naquela rua. A notícia deste incidente teria se espalhado, fazendo com que o subdelegado decidisse pela proibição da “Sabina das Laranjas” naquele local.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Por Portaria de 17 de junho de 1890, de Benjamin Constant, Ministro de Estado dos Negócios da Instrução Pública, Correios e Telégrafos, Carlos Pinto Seidl foi nomeado amanuense da Inspetoria Geral de Instrução Primária e Secundária da Capital Federal.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Foi designado como auxiliar do serviço vacínico municipal por ocasião da epidemia de varíola, em 1891, na cidade do Rio de Janeiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;De 23 de agosto de 1890 a 28 de março de 1892 serviu como praça no Batalhão Acadêmico, que era um batalhão de Infantaria composto de alunos das escolas superiores civis da República criado em 4 de março de 1890.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Innocencio Serzedello Corrêa, a quem Carlos Pinto Seidl posteriormente dedicaria seu estudo “O Isolamento Nosocomial. Contribuição para o estudo da prophylaxia defensiva no Rio de Janeiro” (1897), era interino na pasta do Ministério da Justiça e Negócios Interiores e indicou o nome de Carlos Pinto Seidl para a direção do [[HOSPITAL_DE_SÃO_SEBASTIÃO|&amp;lt;u&amp;gt;Hospital de São Sebastião&amp;lt;/u&amp;gt;]], que se encontrava vaga após o falecimento de Francisco de Paula Tavares em março de 1892. Carlos Pinto Seidl foi nomeado em 31 de março de 1892 diretor do [[HOSPITAL_DE_SÃO_SEBASTIÃO|&amp;lt;u&amp;gt;Hospital de São Sebastião&amp;lt;/u&amp;gt;]], e o dirigiu por 37 anos. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Na direção do [[HOSPITAL_DE_SÃO_SEBASTIÃO|&amp;lt;u&amp;gt;Hospital de São Sebastião&amp;lt;/u&amp;gt;]] procurou promover melhorias e dotar a instituição de um melhor aparelhamento. Sua gestão é considerada uma das mais importantes administrações deste hospital, pois além de ter promovido diversos melhoramentos na instituição, recebeu a visita de médicos, como a do bacteriologista italiano Giuseppe Sanarelli (1864-1940) no ano de 1896, e de missões estrangeiras, como a Missão Pasteur, em 3 de novembro de 1901, integrada por Émile Marchoux (1862-1943), Alexandre Taurelli Salimbeni (1867-1942), Paul-Louis Simond (1858-1947), que instalou seu laboratório num chalet nas dependências do hospital.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em 1900 publicou o artigo “O tratamento da febre amarella no Hospital de S. Sebastião”, no periódico &#039;&#039;O Brazil-Medico&#039;&#039;,&amp;amp;nbsp;detalhando os processos terapêuticos e dietéticos utilizados no tratamento da febre amarela naquele hospital. Neste estudo afirma que corrobora a afirmação do cirurgião e diretor do Serviço de Saúde da Marinha francesa, Laurent Jean Baptiste Béranger-Féraud (1832-1900) de que “o tratamento da febre amarella não existe ainda verdadeiramente” (SEIDL, 1900, p.3).&amp;amp;nbsp;Béranger-Féraud, em seu livro “Traité théorique et clinique de la fièvre jaune”, afirmara que “malgré luxe apparent de méthodes curatives, le traitement de la fièvre jaune n&#039;existe pas encore, en realité” (Béranger-Féraud, 1890. p.872).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Miguel de Oliveira Couto, então presidente da [[ACADEMIA_NACIONAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Nacional de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]], em seu discurso em homenagem à memória de Carlos Pinto Seidl, em 24 de outubro de 1929, destacou as mudanças produzidas por sua direção à frente do [[HOSPITAL_DE_SÃO_SEBASTIÃO|&amp;lt;u&amp;gt;Hospital de São Sebastião&amp;lt;/u&amp;gt;]]:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:0cm; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“Meus senhores, passou-se o que se chama, em linguagem teatral, uma mutação em scena aberta: a ante-camara da morte passou a ser um formidável centro de trabalho e de irradiação scientifica. Para ali, sob a direção do mais moço de todos, correram Chapot Prevost, Fajardo, Ismael da Rocha, Sodré e outros e outros; e dentro de pouco tempo, eram Marchoux, Simond, Sanarelli e, aquelle fóco pestilento se tornou, repito, um fóco de irradiação scientifica.Esse milagre se operou, graças a Carlos Seidl.” (COUTO, 1929, p.67)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Carlos Pinto Seidl foi nomeado, em 7 de setembro de 1893, capitão e membro da Junta Médica do Comando Superior da Guarda Nacional, função esta que ainda exercia em 1899.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em maio de 1894 foi indicado para integrar a comissão de reforma dos estatutos da Sociedade de Hygiene do Brasil, que havia sido criada em 23 de junho de 1892, na cidade do Rio de Janeiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Ainda em 1894 foi indicado para integrar o conselho do Centro Republicano de São Cristóvão, delegacia do Club Nacional 23 de Novembro, presidido pelo Coronel Dr. Augusto Goldschmidt.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em dezembro de 1894 Carlos Pinto Seidl foi convidado a integrar a comissão de médicos, dirigida por Antônio Augusto de Azevedo Sodré e constituída para propor medidas para debelar os casos de &#039;&#039;cólera morbus&#039;&#039;, em caráter epidêmico no Vale do Paraíba, especialmente na região de Resende, no Estado do Rio de Janeiro. Participaram também da comissão os médicos Antônio Luiz da Silva Santos Pedro de Almeida Magalhães, Herculano Velloso Ferreira Penna, Godofredo Saturnino Teixeira de Mello, Leonel Justiniano da Rocha e Álvaro Freire de Villalba Alvim, e como auxiliares os então estudantes de medicina José Plácido Barbosa da Silva, Miguel da Silva Pereira, Alvaro Porfirio de Andrade Ramos, Augusto Torreão Roxo, José Saturnino do Lago e Heitor Adams. Na região da estação ferroviária de Belém (atualmente região de Japeri), Carlos Pinto Seidl dirigiu o serviço de desinfecção de passageiros e bagagens e o lazareto de isolamento de coléricos e indivíduos suspeitos de terem sido acometidos pela enfermidade, tendo sido auxiliado pelos médicos Francisco da Costa Barros Pereira das Neves e José Gomes Pereira. Regressou em 24 de janeiro de 1895 (EPIDEMIA, 1894).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em 1897 foi fundador e redator, juntamente com José Luiz Sayão de Bulhões Carvalho, Henrique Guedes de Mello, Carlos Fernandes Eiras, Mário Carvalho Mourão e Souza Gomes, dos&amp;amp;nbsp;Archivos de Jurisprudencia Medica e Anthropologia, órgão da Sociedade de Jurisprudencia Médica e Antropologia.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Foi colaborador científico e literário de jornais de grande circulação e de revistas, como&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;O Figaro&#039;&#039;,&#039;&#039;O Paiz&#039;&#039;, &#039;&#039;A Tribuna&#039;&#039;, &#039;&#039;Jornal do Commercio&#039;&#039;, &#039;&#039;A Universal, Kosmos, Renascença&#039;&#039; e da revista literária &#039;&#039;A Semana&#039;&#039;, fundada em 1885 por Antônio Valentim da Costa Magalhães. Na &#039;&#039;Revista Brazileira. Jornal de Sciencias, Lettras e Artes&#039;&#039;, publicou artigos originais e críticas de livros científicos e conviveu com expressões da literatura como Tristão de Alencar Araripe Júnior, José Veríssimo Dias de Mattos, Olavo Bilac, Lucio Eugênio de Menezes e Vasconcelos Drummond Furtado de Mendonça, e Machado de Assis. Foi colaborador, a partir de 1892, do &#039;&#039;Annuario Medico Brazileiro&#039;&#039;, fundado e dirigido por Carlos Costa.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Carlos Pinto Seidl publicou, em 1895, na&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;Revista Brazileira&#039;&#039;, o artigo “O Quarto centenario da febre amarela”, no qual apresentou um retrospecto histórico dos quatrocentos anos do aparecimento da febre amarela, que teria surgido entre os europeus em 24 de março de 1495. Refere-se, neste estudo, às pesquisas sobre febre amarela realizadas por estrangeiros e brasileiros, como as de Domingos José Freire Junior e João Baptista de Lacerda, e destaca a importância dos progressos da medicina e o papel do cientista:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“Medico brasileiro e pertencendo a phalange dos que prestam culto sincero aos progressos da medicina moderna e nelles acreditam, trago para as paginas da Revista Brazileira algumas despretenciosas ponderações, sobre a moléstia que maiores damnos tem causado ao nosso paiz, já roubando-lhe milhares de vidas, preciosíssimas algumas, já entorpecendo o seu progresso pelo descredito que sóe provocar, descredito e males que os inimigos e rivaes do nosso Brazil se encarregam de hypertrophiar quanto podem.&amp;amp;nbsp; (.......). Entretanto apezar de uma tal riqueza e abundancia de documentos de toda espécie, limitadíssimos pontos de sua nosographia acham-se solidamente firmados. (.....). Apenas pode-se affirmar hoje, graças a alguns pesquizadores conscenciosos e aos modernos processos de experimentação scientífica, que a parte etiológica começa a ser desvendada, resultando dos estudos até hoje feitos a convicção fundada e logica de que da febre amarella é causa productora de um desses seres infinitamente pequenos, vegetal ou animal, que vivem a atormentar a soffredora humanidade, causando- lhe desastres infinitamente grandes.”&amp;amp;nbsp; (SEIDL, 1895, p. 102)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;No periódico&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;O Brazil Medico&#039;&#039;, dirigido por Antônio Augusto de Azevedo Sodré, foi redator-secretário (janeiro/fevereiro 1897), colaborador efetivo, a partir de fevereiro de 1897, e publicou muitos de seus estudos.&amp;amp;nbsp; Em 1897, além de Seidl, compunham o quadro de colaboradores efetivos de &#039;&#039;O Brazil Medico&#039;&#039;, os professores da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], Pedro de Almeida Magalhães, Miguel de Oliveira Couto, Antonio Fernandes Figueira, Miguel da Silva Pereira, Marcio Nery; da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DA_BAHIA|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina da Bahia&amp;lt;/u&amp;gt;]], Raymundo Nina Rodrigues; e Henrique Guedes de Mello, oftalmologista do [[HOSPÍCIO_NACIONAL_DE_ALIENADOS|&amp;lt;u&amp;gt;Hospício Nacional de Alienados&amp;lt;/u&amp;gt;]], Ismael da Rocha, diretor do [[LABORATÓRIO_MILITAR_DE_BACTERIOLOGIA_E_MICROSCOPIA_CLÍNICA|&amp;lt;u&amp;gt;Laboratório Militar de Bacteriologia e Microscopia Clínica&amp;lt;/u&amp;gt;]], e [[CRUZ,_OSWALDO_GONÇALVES|&amp;lt;u&amp;gt;Oswaldo Gonçalves Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]], chefe do Gabinete de Bacteriologia da Policlínica Geral do Rio de Janeiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Carlos Pinto Seidl, juntamente com outros representantes da classe médica brasileira, como João Baptista de Lacerda, [[PEIXOTO,_JÚLIO_AFRÂNIO|&amp;lt;u&amp;gt;Júlio Afrânio Peixoto&amp;lt;/u&amp;gt;]], Rodolpho Galvão, Antônio Augusto de Azevedo Sodré, Miguel de Oliveira Couto e [[CRUZ,_OSWALDO_GONÇALVES|&amp;lt;u&amp;gt;Oswaldo Gonçalves Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]], participou do 2º Congreso Médico Latinoamericano, realizado na cidade de Buenos Aires, de 3 a 10 de abril de 1904.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;No Tercer Congreso Científico Latinoamericano, realizado na cidade do Rio de Janeiro, de 6 a 16 de agosto de 1905, Carlos Pinto Seidl integrou a comissão diretora e foi secretário da sub-comissão de medicina pública.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em 1907 viajou à Europa para conhecer e estudar os melhoramentos nos hospitais de isolamento das principais capitais europeias, tendo visitado especialmente os nosocômios da França, Inglaterra e Alemanha.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Por ocasião da comemoração do ensino médico no país, em 1908, Carlos Pinto Seidl foi convidado para ser o responsável pelo capítulo sobre febre amarela, publicado na obra comemorativa intitulada “Em commemoração do centenário do ensino medico” (1908).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Foi secretário da 4ª seção, intitulada “Higiene, climatologia, demografia e assistência pública”, presidida por [[CRUZ,_OSWALDO_GONÇALVES|Oswaldo Gonçalves Cruz]], no 4º Congresso Médico Latino-Americano, realizado na cidade do Rio de Janeiro entre 1º e 8 de agosto de 1909.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Carlos Pinto Seidl foi um dos premiados, assim como Adolpho Lutz e [[CRUZ,_OSWALDO|&amp;lt;u&amp;gt;Oswaldo Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]], então diretor do [[INSTITUTO_OSWALDO_CRUZ|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Oswaldo Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]], na Esposicione Internazionale d´Igiene Sociale (Roma, 1911-1912).&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Com a exoneração a pedido de Antônio Pacheco Leão, em janeiro de 1912, a direção da Diretoria Geral de Saúde Pública ficou vaga, e o Ministro da Justiça e Negócios Interiores, Rivadávia da Cunha Corrêa, propôs ao Presidente da República, Hermes da Fonseca, o nome de Carlos Pinto Seidl para aquele posto. Carlos Pinto Seidl assumiu a Diretoria Geral de Saúde Pública em 15 de janeiro de 1912, e permaneceu neste cargo até 17 de outubro de 1918, quando solicitou sua exoneração. Para substituí-lo foi indicado Theophilo de Almeida Torres, mas quem assumiu efetivamente o cargo máximo na Diretoria Geral de Saúde Pública foi [[CHAGAS,_CARLOS_RIBEIRO_JUSTINIANO|Carlos Ribeiro Justiniano Chagas]], que foi nomeado oficialmente em 22 de outubro de 1918.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Por iniciativa de Carlos Pinto Seidl, então diretor geral de saúde pública, foi inaugurado, em 21 de setembro de 1912, o Museu de Hygiene, instalado em três grandes salas do edifício da Profilaxia da Febre Amarela, na Praça da República, na cidade do Rio de Janeiro, como noticiou na ocasião o jornal&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;A Noite&#039;&#039;:&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:0cm; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“Na sala A vimos: marcha da febre amarella no Rio de Janeiro de 1870 a 1911, figurada por sólidos em forma de espheras, representando cada esphera um coeffíciente de um triênio; mortalidade da peste nesta capital de 1900, época em que ella invadiu esta cidade, a 1909, coefficientes annuaes em cem mil habitantes, representada por cones de madeira envernisada. (....).&amp;amp;nbsp; Nas paredes vêem-se cartogrammas ou mappas muraes com indicação de todos os casos de peste e febre amarella occorridos no Rio de Janeiro, a primeira de 1903 a 1911 e a segunda de 1900 a 1909, representadas por um pontilhado preto ou vermelho, conforme a moléstia, preto para a febre amarella e vermelho para a peste. Uma mesa representando um corte de rua com as respectivas canalisações sofrendo o expurgo por meio do gaz Clayton produzido por um minúsculo apparelho que se encontra sobre a rua, também se acha exposta nesta sala. (....). Na sala B está exposta em uma prancha suspensa por dous cavalletes uma série de pyramides triangulares demonstrando o coefficiente da febre typhoide no Rio comparado com o de outras cidades do estrangeiro como sejam Londres, Paris, Bruxellas, Haya, S. Petersburgo, Berlim, New York, Buenos Aires, Vienna, Roma, etc. (....). Na ultima sala, a sala C, onde também se acham em exposição sólidos representativos da marcha da mortalidade da tuberculose no Rio assim como outros em que figuram o coefficiente da coqueluche, da escarlatina, do sarampo, da diphteria, comparado com o da maioria das cidades estrangeiras. Em um quadro vêm-se photographias de casas beneficiadas por intimação da 3ª delegacia de Saude, a cargo do Sr. Dr. Placido Barbosa, velhos pardieiros, hoje substituídos por magníficas habitações com todos os preceitos da hygiene. Um viveiro de mosquitos, um tambor de isolamento, amostras de mosquitos, de larvas e de nymphas, um modelo de um novo ralo que impede por completo a passagem de mosquitos para as canalisações de aguas pluviais; grande numero de apparelhos, usados pelo serviço de desinfecção e isolamento, peças anato-pathologicas do museu do Hospital de S. Sebastião, a cargo do Dr. Antonino Ferrari e preparados pelos facultativos desse hospital. O Laboratorio Bacteriológico Federal sob a direcção do Dr. Emílio Gomes, também expõe culturas, reacções de Wassermann, etc.”&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; (VAE, 1912, p.1)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Alberto da Cunha, diretor do Serviço de Profilaxia da Febre Amarela, e José Florindo de Sampaio Vianna, chefe do Serviço Demográfico de Saúde Pública, foram os responsáveis pela organização do museu, que reunia o material enviado ás exposições estrangeiras e nacional de 1908. Theophilo Torres, então Delegado de Saúde, destacou a importância da criação deste museu:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“La création de ce musée est venue certainement compléter l´organisation des services de la Santé Publique; c´est une démonstration pratique, une espèce d´index qui la rend accessible à tout le monde et qui, par l´exposé de ce qui a été fait, montera ce qui nous reste à faire. (....). Le Musée servira à renseigner les autorités d´hygiene des Etats, qui voudront savoir dans quelles zones règnent ces maladies; il sera em même temps une école de démonstration des remèdes à apporter.”(TORRES, 1913, p.112)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Foi delegado no 7º Congresso Brasileiro de Medicina e Cirurgia, realizado em Belo Horizonte em 21 de abril de 1912.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Chefiou a delegação brasileira no “Office International d´Hygiene Publique”, realizado em Paris em 1914, e nesta ocasião se comprometeu a empenhar-se para que o governo brasileiro implantasse uma campanha contra as doenças venéreas. Neste sentido, lutou por dois anos, 1915 e 1916, mas somente em 1917 percebeu alguma sinalização neste sentido, quando recebeu um Aviso do Ministro por meio do qual lhe era enviado texto do jornal&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Diario del Plata&#039;&#039;, de Montevidéu, sobre um projeto de profilaxia da sífilis que havia sido apresentado ao Conselho de Higiene daquela cidade. Em 8 de outubro do mesmo ano, enviou um ofício ao ministro informando sobre os estudos feitos e propondo a constituição de uma comissão para regulamentação da matéria. Entretanto, 11 dias após o envio de seu ofício, recebeu uma resposta negativa por parte do Ministro da Justiça e Negócios Interiores, Carlos Maximiliano.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Foi nomeado delegado e comissário geral na Exposition Internationale Urbaine, realizada de 1º de maio a 1º de novembro de 1914, em Lyon (França).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Foi presidente da sessão da Comissão de Profilaxia da Lepra, realizada em 22 de julho de 1915. A ideia desta comissão foi da Associação Médico-Cirurgica do Rio de Janeiro, por iniciativa de Belmiro de Lima Valverde e [[MOREIRA,_JULIANO|Juliano Moreira]]. Além de seus idealizadores, integraram, também, esta comissão Adolpho Lutz, Fernando Terra, Paulo da Silva Araujo, Henrique Guedes de Mello, Henrique Beaurepaire Rohan Aragão, Silva Araújo Filho, Alfredo da Graça Couto, José Florindo de Sampaio Vianna, Eduardo Rabello, Aureliano Werneck Machado, Henrique Autran da Matta e Albuquerque, Emilio Emiliano Gomes e Oscar D´Utra e Silva. De acordo com Souza-Araújo (1956), os trabalhos da Comissão de Profilaxia da Lepra se realizaram até 1919.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Integrou o Conselho Deliberativo da Liga Brasileira contra o Analfabetismo, criada em 21 de abril de 1915, no Rio de Janeiro, com o objetivo de lutar pelo fim do analfabetismo no país. Nesta&amp;amp;nbsp;última instituição seu irmão, Raymundo Pinto Seidl, foi secretário-geral (1915-1922), e Francisco Pinto Seidl, seu outro irmão, foi 2° secretário.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Participou, juntamente com Cypriano de Souza Freitas, Ismael da Rocha, Henrique Guedes Mello e José Jeronymo de Azevedo Lima, da comissão de médicos que propôs a fundação da Liga Brasileira contra a Tuberculose, criada em 4 de agosto de 1900 na cidade do Rio de Janeiro. Além de ter sido um dos fundadores da Liga, Carlos Pinto Seidl foi colaborador no conselho consultivo e presidente (maio 1915-1918).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;Em 9 de fevereiro de 1916 recepcionou, no Rio de Janeiro, os médicos Richard Mills Pearce (1874-1930), John Atkinson Ferrell (1880-1965) e Bailey Kelly Ashford (1873-1934), que integravam a Rockefeller International Health Commission, comissão científica da Rockefeller Foundation constituída para estudar as moléstias tropicais no Braasil e aqui recolheu informações sobre endemias, sobre o combate à febre amarela, à malária, à ancilostomíase, e sobre a organização da assistência médica no país.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;A Academia Nacional de Medicina nomeou em dezembro de 1916 uma comissão para propor as medidas médicas e higiênicas para o saneamento do país, composta pelo próprio Carlos Pinto Seidl, Miguel de Oliveira Couto, Miguel da Silva Pereira, [[PEIXOTO,_JÚLIO_AFRÂNIO|&amp;lt;u&amp;gt;Júlio Afrânio Peixoto&amp;lt;/u&amp;gt;]], [[CHAGAS,_CARLOS_RIBEIRO_JUSTINIANO|&amp;lt;u&amp;gt;Carlos Ribeiro Justiniano Chagas&amp;lt;/u&amp;gt;]] e Aloysio de Castro. A comissão se reuniu pela primeira vez em 12 de janeiro de 1917, sob a presidência de [[CRUZ,_OSWALDO_GONÇALVES|&amp;lt;u&amp;gt;Oswaldo Gonçalves Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;page-break-after:avoid&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;text-autospace:none&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Participou, também, da comissão constituída, em 1917, para homenagear [[CRUZ,_OSWALDO_GONÇALVES|Oswaldo Gonçalves Cruz]] com a construção de um monumento, da qual igualmente faziam parte Miguel de Oliveira Couto, então presidente da [[ACADEMIA_NACIONAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Nacional de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]], Luiz do Nascimento Gurgel, Miguel da Silva Pereira, [[CHAGAS,_CARLOS_RIBEIRO_JUSTINIANO|&amp;lt;u&amp;gt;Carlos Ribeiro Justiniano Chagas&amp;lt;/u&amp;gt;]], Egydio Salles Guerra, entre outros. Esta Comissão iniciou suas atividades em 1917, angariando recursos, por meio da distribuição de listas de subscrição nacional, para a construção do monumento, e foi reorganizada em 1927, já com personalidade jurídica. Seidl, em seu discurso por ocasião da Missão Médica Argentina ao [[INSTITUTO_OSWALDO_CRUZ|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Oswaldo Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]], em 4 de julho de 1917, referiu-se a [[CRUZ,_OSWALDO_GONÇALVES|&amp;lt;u&amp;gt;Oswaldo Gonçalves Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]] como o “o símbolo sobretudo do prestígio e do valor social do médico” (Seidl, 1917, p.322.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;Apud. BRITTO, 1995, p.37).&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em 1918, no início da epidemia de gripe no país, alguns médicos, como o próprio Carlos Pinto Seidl, entenderam que a gripe, denominada influenza espanhola, que ocorria na Europa e na África era uma enfermidade diferente daquela que estava acometendo a população brasileira. Para Seidl a enfermidade era contagiosa, mas inacessível às ações profiláticas gerais, como o isolamento, e que somente seria eficiente a adoção de ações de profilaxia individual, como a ingestão de sais de quinino e a rigorosa antissepsia da boca e nariz. Alguns médicos, igualmente membros da [[ACADEMIA_NACIONAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Nacional de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]], concordaram com Seidl, como Garfield Augusto Perry de Almeida, mas outros tanto discordaram, como o Almirante João Francisco Lopes Rodrigues, chefe do Serviço Sanitário da Armada.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Nas primeiras semanas de outubro de 1918 foram noticiados pela imprensa casos de gripe em locais como quartéis, repartições públicas e escolas.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;O número de pessoas acometidas foi crescendo rapidamente,tendo sido computados, somente&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;no dia 22 de outubro de 1918, 930 óbitos de gripe, de um total de 1.073 óbitos na cidade do Rio de Janeiro.&amp;amp;nbsp; A velocidade de contágio era impressionante, e o período de incubação era curto, ocasionando um número bastante elevado de pessoas vitimadas pela gripe e de óbitos. Segundo Adriana da Costa Goulart (2005), a gripe espanhola causou o óbito de cerca de 15 mil pessoas no Rio de Janeiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em 30 de setembro de 1918, já o Rio de Janeiro apresentando um estado pandêmico, e tendo em vista a deficiência dos transportes, Carlos Pinto Seidl estabeleceu um serviço de assistência domiciliar e de socorros públicos. E em 3 de outubro do mesmo ano, alertou os portos e determinou a adoção de uma profilaxia indeterminada, como denominara dado o desconhecimento da natureza da enfermidade que grassava pela cidade.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Carlos Pinto Seidl sofreu severas críticas da própria classe médica e na imprensa, com charges e matérias, nas quais era ferozmente acusado por seu fraco empenho no combate à epidemia. Fez sua defesa por meio de suas colunas na &#039;&#039;Revista Medico-Cirurgica do Brazil&#039;&#039;, e no livro “A proposito da pandemia da grippe em 1918. Factos e argumentos irrespondiveis”, publicado em 1919, no qual apresentou a descrição da pandemia de gripe e sua repercussão no país, os debates sobre a epidemia, suas considerações e medidas adotadas para combater a epidemia, as críticas sofridas e as defesas de sua atuação à frente da Diretoria Geral de Saúde Pública. Para Seidl o aparecimento da “inevitável pandemia de gripe, que nunca esforço humano conseguiu deter, foi pretexto para uma campanha de imprensa contra minha pessoa” (SEIDL, 1919, 3). As acusações, destacou Seidl, eram por ter deixado entrar a gripe epidêmica na cidade e por ter sido moroso na adoção de medidas para combatê-la. Para todos aqueles que o criticaram, por ele referidos como os mal intencionados e os mal informados, dirigiu as seguintes palavras:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:0cm; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“Preliminarmente declaro, que cheguei ao posto de chefe da Repartição Sanitaria Federal, que desempenhei durante seis anos e nove mezes, depois de vinte anos de exercício no cargo de diretor do principal hospital de moléstias infecto-contagiosas d´esta capital. Não sou, portanto, um neófito na administração sanitária, cujos assumptos sempre constituíram objeto de meus estudos e cogitações”. (SEIDL, 1919, p.3)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em 10 de outubro de 1918, Carlos Pinto Seidl havia apresentado suas considerações sobre a epidemiologia da gripe, numa sessão na [[ACADEMIA_NACIONAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Nacional de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]], e declarado que:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:0cm; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“Tentar impedir a invasão pela grippe ou influenza de uma região ou de uma cidade é procurar resolver um problema insolúvel; é um sonho, uma utopia scientifica. Em sua marcha caprichosa e vagabunda, a influenza ou gripe tem, até agora, em todos os paizes, menosprezado todos os elementos de defesa, todas as medidas administrativas e todas as quarentenas. O mais a que póde o hygienista aspirar é preservar limitados agrupamentos humanos, como enfermarias, prisões, collegios etc. O isolamento, tão eficaz, em geral, em todas as doenças contagiosas, é irrelalisavel na gripe epidêmica, a menos que se interrompam por tempo longo todas as relações sociaes e todos os contactos dahi oriundos. A gripe, ou influenza epidêmica, é, portanto, doença ubiquitaria, inaccessível às medidas de prophilaxia internacional” (SEIDL, 1919, p.4)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em relação à acusação de morosidade de suas ações, Carlos Pinto Seidl destacou que o próprio desconhecimento oficial da natureza da moléstia dificultou a adoção de providências para impedir a propagação da epidemia:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:0cm; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“Antes de 26 de setembro o proprio Ministro do Interior, de quem solicitei insistentes informações, não sabia dizer-me qual a natureza da epidemia. Fallava-se em cholera e peste pneumonica. A minha convicção intima era de que se tratava effectivamente de gripe pandêmica; entretanto, na falta de documentação tomei a deliberação de recommendar aqui e nos portos uma prophilaxia que denominei&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;indeterminada, isto é, visando tudo quanto pudesse ser motivo de transmissão morbida” (SEIDL, 1919, p.15)&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Carlos Pinto Seidl destacou, ainda, neste seu estudo, que não lhe competia a totalidade das providências necessárias para evitar os problemas decorrentes da eclosão da epidemia, e que havia procurado não ser moroso na adoção das providências de sua esfera de ação pública (SEIDL, 1919).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;O periódico&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Brazil-Medico&#039;&#039; publicou, em seu “Boletim da Semana” em 12 de novembro de 1918, matéria lamentando a exoneração de Carlos Pinto Seidl:&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:0cm; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“Carlos Seidl, recentemente exonerado da Directoria Geral de Saúde Pública, não encontrará os seus velhos amigos e companheiros do&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;Brazil-Medico a coparticiparem, de qualquer jeito. No movimento condemnatorio, que se procurou formar em torno de seu nome. Era humanamente impossível, com os recursos actuaes da sciencia, impedir a irrupção do morbo reinante em nosso meio, e providencias de assistência publica, mal teve ele tempo de lhes imprimir organização, renunciando, como renunciou, o cargo, num gesto digno, diante do córo de maldições que o visava converter em “bode expiatório” da premente situação.” (SEIDL, 1919, p.22-23)&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Para Adriana da Costa Goulart (2003), Carlos Pinto Seidl foi transformado em “bode expiatório”, pois sua exoneração teria sido resultado de fortes pressões da Presidência da República, Wenceslau Braz, que buscou contornar as perdas políticas decorrentes da falência das instituições e das ações em saúde pública, culpando Seidl pela morosidade na organização dos socorros públicos e pela consequente expansão da epidemia.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Integrou, juntamente com Ernesto do Nascimento Silva, [[PEIXOTO,_JÚLIO_AFRÂNIO|&amp;lt;u&amp;gt;Júlio Afrânio Peixoto&amp;lt;/u&amp;gt;]], Fernando Augusto Ribeiro de Magalhães e Olympio Arthur Ribeiro da Fonseca, a comissão constituída em 1918 pela &amp;lt;u&amp;gt;[[ACADEMIA_NACIONAL_DE_MEDICINA|Academia Nacional de Medicina]] &amp;lt;/u&amp;gt;para tratar do tema do aborto criminoso, cuja questão polêmica era a notificação compulsória dos abortos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Carlos Pinto Seidl participou também da Liga Pro-Saneamento, um movimento de caráter nacionalista criado em fevereiro de 1918 e liderado por Belisário Augusto de Oliveira Penna, que tinha como proposta central o saneamento rural.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em 1920 integrou a comissão médica em visita à Casa de Correção do Distrito Federal, juntamente com [[MOREIRA,_JULIANO|&amp;lt;u&amp;gt;Juliano Moreira&amp;lt;/u&amp;gt;]], então diretor do [[HOSPITAL_NACIONAL_DE_ALIENADOS|&amp;lt;u&amp;gt;Hospital Nacional de Alienados&amp;lt;/u&amp;gt;]], Zepherino de Faria, mordomo do hospital da [[SANTA_CASA_DA_MISERICÓRDIA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], Luiz Raphael Vieira Souto, Luiz do Nascimento Gurgel e outros.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Foi acionista, presidente (1911) e médico (6/06/1922) da sociedade anônima “Companhia Edificadora”, localizada na Ponta do Caju, onde prestou atendimento médico à classe operária.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Foi professor da Escola de Intendência do Ministério da Guerra, criada em 27 de maio de 1922.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em 14 de novembro de 1895 candidatou-se a vaga de membro titular da [[ACADEMIA_NACIONAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Nacional de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]], tendo sido eleito em 28 de novembro com a apresentação do trabalho “Isolamento nosocomial”, e empossado em 5 de dezembro deste mesmo ano. Nesta associação foi 2º secretário (1896-1897), redator dos &#039;&#039;Annaes da Academia Nacional de Medicina&#039;&#039; e dos &#039;&#039;Boletins da Academia Nacional de Medicina &#039;&#039;(1897-1899), vice-presidente (1910-1911), presidente (1911-1912; 1912-1913), e presidente da seção de medicina especializada (1916/1917; 1917/1918; 1918/1919; 1919/1920; 1922/1923;1923/1924; 1924/1925; 1925/1926; 1926/1927; 1927/1928; 1929/1930). Tornou-se membro titular honorário, em 1º de setembro de 1927, e patrono da cadeira nº 17 da Academia Nacional de Medicina.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;letter-spacing:-.2pt&amp;quot;&amp;gt;Foi 1º secretário (1889/1890) e 1º vice-presidente (1891) do Gremio dos Internos dos Hospitaes do Rio de Janeiro, sediado na Praia de Santa Luzia, no centro da cidade do Rio de Janeiro, e presidido por Luiz Pedro Barbosa. Em 1893 era editor, juntamente com Francisco Modesto Guimarães e Adolpho Possolo, da&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;Revista do Gremio dos Internos dos Hospitaes do Rio de Janeiro.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;letter-spacing:-.2pt&amp;quot;&amp;gt;Foi orador oficial e membro da comissão executiva do 5º Congresso de Medicina e Cirurgia, realizado em 1903 na cidade do Rio de Janeiro, e organizador e membro da comissão executiva do 3º Congresso Scientifico Latino-americano (Rio de Janeiro, 6-16 de agosto de 1905).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Carlos Pinto Seidl foi um dos fundadores e secretário do Club Medico, criado no Rio de Janeiro, em setembro de 1905, por um grupo de médicos com o objetivo de ser uma associação beneficente e recreativa formada exclusivamente por diplomados em ciências médico-cirúrgicas. A assembleia geral do Club Medico foi realizada na [[ACADEMIA_NACIONAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Nacional de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]], em 15 de setembro de 1905, presidida por Agostinho José de Souza Lima, e a primeira diretoria do Club Medico foi constituída por Francisco de Paula Fajardo Júnior (presidente), Ernesto do Nascimento Silva (1º vice-presidente), [[BAPTISTA,_JOÃO_BENJAMIN_FERREIRA|João Benjamin Ferreira Baptista]] (2º vice-presidente), Carlos Pinto Seidl (1º secretário), Theophilo de Almeida Torres (2º secretário), Alfredo da Graça Couto (tesoureiro), e Fernando Augusto Ribeiro Magalhães (orador). Integraram o conselho administrativo da associação José Antonio de Abreu Fialho, Alfredo Nascimento, Álvaro Alberto da Motta e Silva, Antônio Augusto de Azevedo Sodré, Eduardo Chapot Prévost, [[CRUZ,_OSWALDO_GONÇALVES|&amp;lt;u&amp;gt;Oswaldo Gonçalves Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]], Henrique Guedes de Mello, Miguel da Silva Pereira, [[ANDRADE,_NUNO_FERREIRA_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Nuno Ferreira de Andrade&amp;lt;/u&amp;gt;]] e outros. O presidente Francisco de Paula Fajardo Júnior assim referiu-se à criação do Club Medico:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“É uma idéa feliz a creação do&amp;amp;nbsp;Club medico.&amp;amp;nbsp;Talvez consiga este centro de diversão estabelecer uma corrente de sympatia entre os membros da classe medica, o que não tem obtido as nossas associações scientificas, por via de regra recinto de discussões apaixonadas e por vezes pessoaes. É nosso desejo que o mesmo não suceda no Club medico, onde todos devem procurar divertir-se sem molestar a ninguém, de modo a tornar o meio agradável aos que o frequentarem. O Brazil medicose empenhará para que esse desideratumseja uma realidade” (CLUB, 1905, p. 391)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Foi, também, um dos fundadores, juntamente com Miguel de Oliveira Couto, [[MOREIRA,_JULIANO|&amp;lt;u&amp;gt;Juliano Moreira&amp;lt;/u&amp;gt;]], Antonio Fernandes Figueira, Carlos Fernandes Eiras, [[PEIXOTO,_JÚLIO_AFRÂNIO|&amp;lt;u&amp;gt;Júlio Afrânio Peixoto&amp;lt;/u&amp;gt;]], Miguel da Silva Pereira, Ulysses Machado Pereira Vianna Filho, Antônio Austregesilo Rodrigues Lima, da Sociedade Brasileira de Neurologia, Psychiatria e Medicina Legal, criada em 17 de novembro de 1907. Nesta sociedade integrou posteriormente a Comissão de Medicina Legal.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Integrou diversas sociedades científicas estrangeiras como a Société d´Hygiène de Paris, Circulo Medico Argentino (Buenos Aires, Argentina), Sociedade de Sciencias Medicas de Lisboa, Sociedad Argentina de Higiene Publica y Ingeniería Sanitaria (Buenos Aires, Argentina), Real Academia Hispano-Americana de Ciencias e Artes (Cadiz, Espanha), e a International Anti-Tuberculosis Association.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;No Gremio Paraense, associação criada em 1897, com sede social na Travessa de São Francisco de Paula nº 1, na cidade do Rio de Janeiro, com o objetivo de tornar o Estado do Pará mais conhecido no país e no exterior, e era então presidida por Lauro Sodré, Carlos Pinto Seidl foi tesoureiro (1899) e 1º vice-presidente (15 de agosto de 1916).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Carlos Pinto Seidl foi um dos fundadores e o primeiro presidente (1928), do Syndicato Medico Brasileiro, fundado em 25 de novembro de 1927, na Rua da Carioca nº 10, no centro da cidade do Rio de Janeiro. Carlos Pinto Seidl, juntamente com Alfredo Nascimento e Júlio Pires Porto Carrero, também integrou a comissão de organização de um código de deontologia médica e ética profissional, criada em janeiro de 1928 no Syndicato Medico Brasileiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Foi sócio, membro do conselho técnico e presidente (1928) da seção de medicina do Club dos Bandeirantes do Brasil, criado em 24 de agosto de 1926 em São Paulo, cujo objetivo era a defesa de valores e interesses nacionais, como a valorização do homem brasileiro. Em 21 de abril de 1927 foi inaugurada a sede do Clube na cidade do Rio de Janeiro, no Edifício Odeon, na Praça Marechal Floriano, e seu primeiro presidente foi o engenheiro-geógrafo Adelstano Soares de Mattos Porto d´Ave, autor de vários projetos arquitetônico de hospitais, como o Hospital Gaffrée e Guinle, na cidade do Rio de Janeiro. Entre os sócios do Clube dos Bandeirantes do Brasil estavam médicos, como Evandro Serafim Lobo Chagas, Leonídio Ribeiro, Belisário Augusto de Oliveira Penna, Antônio Cardoso Fontes, políticos como Getúlio Vargas, Graça Aranha e Júlio Prestes, e intelectuais e educadores como Monteiro Lobato, Vicente Licínio Cardoso e Gustavo Barroso, Adolfo Luiz Guilhemer Dodt.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Possuía vasto conhecimento sobre as denominadas ciências ocultas, tendo participado da fundação da loja Perseverança Sociedade Theosophica (1910), colaborado na revista O Theosophista (1911), e na organização da Ordem da Estrella do Oriente, uma organização para-maçônica.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;A população do bairro de São Cristóvão, na cidade do Rio de Janeiro, prestou, em 1910, uma homenagem a Carlos Pinto Seidl, como noticiou a matéria publicada em 24 de novembro deste ano no jornal &#039;&#039;Correio da Manhã&#039;&#039;: &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:0cm; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“A população de S. Christovão, representada por todos os seus elementos sociaes, desde o modesto operário ao rico capitalista, vae hoje prestar uma homenagem ao ilustrado e devotado medico, o dr. Carlos Seidl, seguindo em romaria até a sua residência, cobrindo-o ali de flores, victoriando-lhe, exaltando-lhe o nome. É que, à sua fé de serviços officiaes, que é grande, o dr. Carlos Seidl junta os seus serviços desinteressados a quantos sofrem, ricos ou pobres, sem outro intuito além de pôr ao serviço dos enfermos a sua reconhecida sciencia, o amor com que abraçou a nobre profissão que exerce. Será a manifestação de hoje um raro exemplo de gratidão popular. O dr. Carlos Seidl é o diretor do Hospital de S. Sebastião, onde introduziu todos os melhoramentos e atendeu a todas as necessidades de um edifício exclusivamente destinado ao tratamento de moléstias contagiosas. Fóra, porém, desse serviço, outros, e brilhantíssimos, tem prestado o ilustre clinico, em comissões da sua especialidade, no combate a epidemias, que lhe tem merecido os mais legítimos louvores. A manifestação de que hoje será alvo tem como pretexto o anniversario natalício do caridoso medico, o homem mais popular e querido do bairro de S. Christovão”. (DR. CARLOS, 1910, p.4)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;O decreto nº 3.148, de 22 de outubro de 1929, promulgado pela Prefeitura Municipal do Distrito Federal, determinou que a então Praça do Retiro Saudoso, em São Cristóvão, passa-se a denominar-se Rua Carlos Seidl.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Carlos Pinto Seidl é o patrono da cadeira nº 12 da Academia Brasileira de Medicina Militar, fundada em 8 de dezembro de 1941.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em 19 de novembro de 1929, um mês após o falecimento de Carlos Pinto Seidl, foi realizada, na [[ACADEMIA_NACIONAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Nacional de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]], uma sessão conjunta dos institutos científicos em homenagem à sua memória. Na Mesa diretora de abertura da sessão estavam: Raul Pacheco (presidente do Syndicato Medico Brasileiro), Mario Lisboa (representante do Ministério da Justiça e Negócios Interiores), Antônio Cardoso Fontes (presidente da [[SOCIEDADE_DE_MEDICINA_E_CIRURGIA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]]), Odilon Barroso (presidente da Sociedade Medica do Hospital São Francisco de Assis), José Maria da Cruz Campista (2º secretário do Syndicato), [[MOREIRA,_JULIANO|&amp;lt;u&amp;gt;Juliano Moreira&amp;lt;/u&amp;gt;]] (presidente da Sociedade de Neurologia, Psychiatria e Medicina Legal), Octavio Murgel de Rezende (representante do Instituto dos Advogados), Joaquim Moreira da Fonseca (presidente da Sociedade Médica de São Lucas), Paulo Seabra (presidente da Associação Brasileira de Pharmaceuticos), Antonino Augusto Ferrari (diretor do [[HOSPITAL_DE_SÃO_SEBASTIÃO|&amp;lt;u&amp;gt;Hospital de São Sebastião&amp;lt;/u&amp;gt;]]), e Arnaldo Cavalcanti (1º secretário do Syndicato). Ocuparam a tribuna com&amp;amp;nbsp; discursos: Julio Monteiro (Syndicato Medico Brasileiro, Hospital D. Pedro II), Alfredo Nascimento ([[ACADEMIA_NACIONAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Nacional de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]], Liga Brasileira contra a Tuberculose), Clementino Rocha Fraga (Departamento Nacional de Saúde Pública), Rolando Monteiro (Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro), Júlio Pires Porto Carrero (Faculdade de Direito, Sociedade Brasileira de Neurologia, Psychiatria e Medicina Legal), João Pecegueiro (Sociedade Medica&amp;amp;nbsp; do Hospital São Francisco de Assis), &amp;amp;nbsp;Drault Ernanny de Mello e Silva ([[HOSPITAL_DE_SÃO_SEBASTIÃO|&amp;lt;u&amp;gt;Hospital de São Sebastião&amp;lt;/u&amp;gt;]]), [[ABREU,_HENRIQUE_TANNER_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Henrique Tanner de Abreu&amp;lt;/u&amp;gt;]] (Sociedade Medica São Lucas), Egydio Salles Guerra ([[FUNDAÇÃO_OSWALDO_CRUZ|&amp;lt;u&amp;gt;Fundação Oswaldo Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]]), Eduardo Rabello (Sociedade Brasileira de Dermatologia e Syphiligraphia), Octavio Rezende (Instituto dos Advogados), e Chryso Fontes (Instituto Brasileiro de Estomatologia) (NASCIMENTO, 1929).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Antonino Augusto Ferrari, então diretor do Hospital de São Sebastião, em sessão em memória a Carlos Pinto Seidl, na [[ACADEMIA_NACIONAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Nacional de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]], em 24 de outubro de 1929, procurou apresentar uma síntese de sua trajetória, destacando três etapas de sua vida social e científica:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:0cm; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“A primeira etapa foi (.....) a etapa polymorpha do moço cheio de esperanças, cheio de anhelos, do patriota ardoroso, do scientista que revelava os dotes peregrinos da sua inteligência, na remodelação que imprimia no Hospital (....). A segunda etapa, que eu acompanhei pari passu, foi aquella em que o Dr. Carlos Seidl se revelou um homem de profunda sciencia, um notável orientador scientifico. Começou essa etapa com a remodelação da ´Revista Medico-Cirurgica do Brasil`, a que deu nova feição, procurando congraçar em torno de si todos os valores possíveis. Esse jornal despertou uma emulação extraordinária em todos os meios, actuando especialmente nos meios hospitalares. (....). Transpondo as fronteiras do Brasil, a imprensa medica européa muitas vezes transcreveu artigos seus. (....). Culminou sua atuação, (....), naquela phase em que, na Escola de Direito da Universidade do Rio de Janeiro, professou a cadeira de medicina legal, onde cumpriu fielmente com todos os deveres do bom professor, inclusive escrevendo um livro, até hoje adoptado e por todos considerado como a melhor publicação feita no brasil. A terceira etapa foi a remodelação do Hospital de São Sebastião. (....). Mas extensa era já a mésse de medidas por ele adoptadas e muitos eram já os melhoramentos introduzidos com muita efficiencia no interior das enfermarias e no próprio corpo clinico, de tal modo que todos se sentiam animados de novo conforto e essas medidas já tinham dado uma demonstração de um novo esforço, de uma nova efficiencia, e já se dizia mesmo que o Hospital de São Sebastião já era um sanatório e não somente um hospital. Alli já se conseguia o restabelecimento, não só das moléstias agudas, mas até das moléstias chronicas, as mais ingratas como a tuberculose.” (NASCIMENTO, 1929, p.69-70)&lt;br /&gt;
&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Produção intelectual&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Os dados sobre a produção intelectual de Carlos Pinto Seidl foram em grande parte elaborados a partir das informações do livro “Carlos Seidl. In memoriam” (1929).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “As propinas e a gente acadêmica”. &#039;&#039;Revista do Gremio dos Internos dos Hospitaes do Rio de Janeiro,&#039;&#039; Rio de Janeiro, n.1, 1º jul. 1890.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Da intervenção cirurgica no tratamento do abcesso do fígado (estudo critico)”. &#039;&#039;Revista do Gremio dos Internos dos Hospitaes do Rio de Janeiro,&#039;&#039; Rio de Janeiro, setembro de 1890.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;page-break-after:avoid&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;text-autospace:none&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A etiologia perante o diagnostico, a therapeutica e a hygiene. These de Dr. Carlos Pinto Seidl”. Rio de Janeiro, Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, 1891.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Koch e a tuberculose”. &#039;&#039;Revista do Gremio dos Internos dos Hospitaes do Rio de Janeiro,&#039;&#039; Rio de Janeiro, anno II, p.10, jan. 1891.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “As injecções de Brown Séquard”. &#039;&#039;O Figaro&#039;&#039;, 19 jan. 1891.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Do emprego do cantharidato de potassio no tratamento da tuberculose”. Comunicação apresentada no Gremio dos Internos dos Hospitaes do Rio de Janeiro, 1891.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Das propriedades antisepticas do polo positivo”. Comunicação na 26ª sessão do Gremio dos Internos dos Hospitaes do Rio de Janeiro, 6 set.1891.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Discurso proferido no acto solemne da collação de gráo aos doutorandos de 1891, na qualidade de orador oficial dos mesmos”. Rio de Janeiro: Typographia Carioca, 1892.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Ensaios clínicos das injecções de Brown Sequard (estudo critico da these inaugural do Dr. Herculano Penna)”. &#039;&#039;O Figaro&#039;&#039;, 19 fev. 1892.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A mulher doutor (a proposito da these inaugural do Dr. Luiz P. Barboza)”. &#039;&#039;O Figaro,&#039;&#039; ns.3, 4 e 6 de março de 1892.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A febre amarella no Brazil e os Européos”. &#039;&#039;O Figaro, &#039;&#039;abril de 1892.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Das gelbe fieber in Brasilien und die europäer”. &#039;&#039;Germania, &#039;&#039;São Paulo, ns. de 28 de junho e 4 de julho, 1892.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O Lazareto da Ilha Grande”. &#039;&#039;O Figaro, &#039;&#039;14 ago. 1892.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A anthropologia criminal no Congresso de Bruxellas”. &#039;&#039;O Figaro, &#039;&#039;25 ago. 1892&#039;&#039;; Revista Moderna, &#039;&#039;set. 1892.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A quarentena moderna”. &#039;&#039;O Figaro, &#039;&#039;30 out. 1892.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Ensaios de Anthropometria Clinica. These inaugural do Dr. Sylvio Muniz de Souza. Rio de Janeiro. 1892”. &#039;&#039;Annuario Medico Brazileiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, sétimo anno, p.46-49, 1892.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Monographia sobre a febre amarela epidêmica que grassou em Santos (S. Paulo) no verão de 1891 para 1892 e seu tratamento. Pelo Dr. Helvecio de Andrade (abril de 1892), Santos, Empreza Typographica Santista”. &#039;&#039;Annuario Medico Brazileiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, sétimo anno, p.50-54, 1892.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Da Coxotuberculose (Estudo clinico). These inaugural do Dr. João da Silva Xavier. Rio de Janeiro, 1892”. &#039;&#039;Annuario Medico Brazileiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, sétimo anno, p.75-76, 1892.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Contribuição para o estudo do tratamento da febre amarella”. &#039;&#039;Boletim da Sociedade da Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro, &#039;&#039;Rio de Janeiro, jun. 1893.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Contribuição para o estudo do tratamento da febre amarella (1)”. &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno VII, n.31, p.257-258, 15 ago. 1893.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Boletim bibliographico. Tratado da Medicina Legal, Primeira parte, pelo Professor Agostinho J. de Souza Lima. Rio de janeiro, 1894”. &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno VIII, n.41, p.327-328, 1º nov. 1894.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Novo systema de ventilação de enfermarias, adoptado no hospital de S. Sebastião”. &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno VIII, n.44, p.345-346, 22 nov.1894.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Boletim bibliográfico. O Clima de Juiz de Fóra, pelo Dr. Eduardo de Menezes”. &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno VIII, n.45, p.359, 1º dez.1894.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O Cholera. [Carta de Carlos Seidl]”. &#039;&#039;O Paiz&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XI, n.3740, p.1-2, 27 dez. 1894.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Gravissimo. Provas e documentos. [Carta de Carlos Seidl]”. &#039;&#039;O Paiz&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XI, n.3762, p.2, 19 jan. 1895.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Boletim bibliográfico. &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno IX, n.8, p.64, 22 fev. 1895.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O Quarto centenario da febre amarella”. &#039;&#039;Revista Brazileira. Jornal de Sciencias, Lettras e Artes&#039;&#039;, Rio de Janeiro, Primeiro anno, tomo segundo, p.101-113, 15 abr. 1895.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Bibliographia”. &#039;&#039;Revista Brazileira. Jornal de Sciencias, Lettras e Artes&#039;&#039;, Rio de Janeiro, Primeiro anno, tomo segundo, p.125-127, 1895.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Bibliographia. Terceiro Congresso Brasileiro de Medicina e Cirurgia, celebrado na Capital do Estado da Bahia, em outubro de 1890”.&#039;&#039;Revista Brazileira. Jornal de Sciencias, Lettras e Artes&#039;&#039;, Rio de Janeiro, Primeiro anno, tomo segundo, p.187-188, 1895.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O quarto centenário da febre amarela”. &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno IX, n.18, p.137-139, 8 mai.1895.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Boletim bibliográfico. Caxambú, do Dr. Mont”.&#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno IX, n.16, p.125-127, 22 abr.1895.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O quarto centenário da febre amarela. Conclusão”. &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno IX, n.19, p.145-148, 15 mai.1895.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A bancarrota da sciencia”. &#039;&#039;O Paiz&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 6 jun.1895.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Relatorios do Hospital de S. Sebastião apresentados pelo Director Dr. Carlos Seidl em fevereiro de 1895”. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1895.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O Brazil-Medico”. &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno X, n.1, p.1-2, 1º jan. 1896.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Honora medicum”. &#039;&#039;O Paiz,&#039;&#039; Rio de Janeiro, 27 set. 1896.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Saneamento do Rio de Janeiro. Estudos de Hygiene. A Cidade do Rio de Janeiro por Torquato Tapajoz”. &#039;&#039;Revista Brasileira.&#039;&#039; &#039;&#039;Jornal de Sciencias, Lettras e Artes&#039;&#039;, Rio de Janeiro, segundo anno, tomo sétimo, fasc. 39, p.174-181, 1º ago. 1896.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Estudos de hygiene”. &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XI, n.2, p.11-14, 8 jan. 1897.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A peste bubônica”. &#039;&#039;O Paiz&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 16 jan. 1897.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Assumptos da actualidade. A moção da Academia”. &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XI, n.3, p.25-26, 15 jan. 1897.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Os semeadores da peste”. &#039;&#039;Revista Brazileira. Jornal de Sciencias, Lettras e Artes, Rio de Janeiro&#039;&#039;, Terceiro anno, tomo decimo, fasc. 56, p.70-79, 15 abr. 1897.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A Lepra no Brazil”. &#039;&#039;Revista Brazileira. Jornal de Sciencias, Lettras e Artes&#039;&#039;, Rio de Janeiro, tomo decimo segundo, p.219-226, 1897.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A proposito da serumtherapia da febre amarella segundo o methodo do Dr. Caldas (do Rio Grande), pelo Dr. Carlos Seidl”. Memoria lida na sessão de 6 de maio de 1897 da Academia Nacional de Medicina.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A proposito da serumtherapia da febre amarella segundo o methodo do Dr. Caldas (do Rio Grande), pelo Dr. Carlos Seidl”. &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XI, n.21, p.182-183, 1º jun. 1897.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Correspondencia. Carta sobre uma conferencia do Dr. Domingos Freire, pelo Dr. Carlos Seidl”. &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XI, n.34, p.303-304, 8 set. 1897.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A proposito da serumtherapia na febre amarela, segundo o methodo do Dr. Ph. Caldas (do Rio Grande), pelo Dr. Carlos Seidl. Sessão de 6 de maio de 1897 na Academia Nacional de Medicina”. Rio de Janeiro, 1897.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O isolamento nosocomial: contribuição para o estudo da prophilaxia defensiva no Rio de Janeiro”. Rio de Janeiro: Typographia Besnard Frères, 1897.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O isolamento nosocomial; memoria apresentada à Academia Nacional de Medicina como título de admissão”. Rio de Janeiro: Besnard Frères, 1897.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O anno acadêmico, discurso proferido na Academia Nacional de Medicina na qualidade de 1º secretario, na sessão solemne anniversaria de 30 de junho de 1897”. Rio de Janeiro: Besnard Frères, 1898.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Correspondencia. A minha defesa”. &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XII, n.2, p.16-17, 8 jan. 1898.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Assumptos da actualidade. O anno medico de 1897”. &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XII, n.10, p.86-87, 8 mar. 1898.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Assumptos da actualidade. O anno medico de 1897. (Continuação)”. &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XII, n.11, p.96-97, 15 mar. 1898.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Assumptos da actualidade. O anno medico de 1897. (Continuação)”. &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XII, n.12, p.103-105, 22 mar. 1898.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Assumptos da actualidade. O anno medico de 1897. (Conclusão)”. &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XII, n.14, p.121-123, 8 abr. 1898.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Correspondencia. Serumtherapia da febre amarela”. &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XII, n.21, p.187-188, 1º jun. 1898.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Boletim da Semana. Interesses profissionais. O caso do Hospital dos Lazaros”. &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XII, n.36, p.322-323, 22 set.1898.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O acetyleno perante a hygiene”. &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XII, n.38, p.335-337, 8 out.1898.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Relatorio dos trabalhos da Academia Nacional de Medicina no anno 1896-1897”. Rio de Janeiro: Typ. Besnard Frères, 1898.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “[Bibliographia]. Orthopedia vertebral. Do endireitamento forçado dos cyphoticos, pelo Dr. C. Barata Ribeiro”. &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XIII, n.10, p.95-96, 8 mar.1899.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Boletim da Semana. Cousas da vida do medico. O Dr. Anastacio Bomsuccesso”.&amp;amp;nbsp; &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XIII, n.12, p.114-115, 22 mar.1899.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Discussão sobre a Assistencia de Alienados pelos Drs. Souza Lima, Teixeira brandão, Costa Ferraz e Carlos Seidl”. &#039;&#039;Annaes da Academia Nacional de Medicina&#039;&#039;, tomo 65, 1º trim. 1899.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A Amamentação das crianças”. &#039;&#039;O Paiz&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XV, n.5320, p.1, 30 abr. 1899.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Pelas crianças. Os preconceitos”. &#039;&#039;O Paiz&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XV, n.5327, p.1, 7 mai. 1899.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Pelas crianças. Mortalidade infantil”. &#039;&#039;O Paiz&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XV, n.5373, p.1, 22 jun. 1899.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Pelas crianças. A Natalidade”. &#039;&#039;O Paiz&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XV, n.5378, p.1, 27 jun. 1899.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Prophylaxia Internacional; Argentina e Brasil”. &#039;&#039;O Paiz,&#039;&#039; Rio de Janeiro, 11 ago. 1899.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “À classe medica e ao publico. A coerência do charlatão”. &#039;&#039;O Paiz&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XV, n.5426, p.3, 14 ago. 1899.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Ainda o charlatão Abel”. &#039;&#039;O Paiz&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XV, n.5437, p.3, 25 ago. 1899.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O Estado em suas relações jurídicas com a religião e a escola”. Palestra na 6ª sessão extraordinária do Gremio dos Estudantes da faculdade Livre de Direito, 16 de setembro de 1899.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Discurso pronunciado no banquete offerecido pela classe medica ao Exmo. Dr. Hilario de Gouveia, na noite de 7 de Outubro de 1899”. Rio de Janeiro: Typ. Besnard Frères, 1899.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “[Discurso do Dr. Carlos Seidl]. Banquete oferecido ao Dr. Hilario de Gouveia pela classe medica do Rio de Janeiro. 7 de outubro de 1899”.&amp;amp;nbsp; &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XIII, n.37, p.394-395, 1º out.1899.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Correspondencia. &#039;&#039;La febre gialla a bordo del Lombardia nella Baia de Rio de Janeiro per Dott. Abele Parente. &#039;&#039;[apreciação] do Dr. Carlos Seidl”.&#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XIII, n.41, p.401-404, 1º nov.1899.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Boletim da Semana. Exercicio ilegal da medicina”. &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XIII, n.47, p.463-464, 15 dez.1899.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Lição inaugural de medicina publica”. &#039;&#039;Revista da Faculdade Livre de Direito da Cidade do Rio de Janeiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno I, v.1, 1899.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A lepra no Brasil”. &#039;&#039;O Paiz, &#039;&#039;Rio de Janeiro, 16 fev. 1900.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Os protestos contra a defesa sanitária do Brazil”. &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XIV, n.14, p.121-123, 8 abr. 1900.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O Professor Camillo Terni”. &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XIV, n.17, p.152-153, 1º mai.1900.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Evolução da medicina no Brasil”. &#039;&#039;O Paiz&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 6 mai. 1900.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O ensino da pathologia intertropical no Brazil”. &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XIV, n.20, p.173-174, 22 mai.1900.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Dados estatisticos applicaveis ao estudo etiologico da febre amarella”. &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XIV, n.21, p.181-183, 1º jun. 1900.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O tratamento da febre amarella no Hospital de S. Sebastião pelo Dr. Carlos Seidl”. &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XIV, n.33, p.289-293, 1º set.1900.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Alcoolismo, exageros da propaganda antialcoólica”. &#039;&#039;O Paiz, &#039;&#039;Rio de Janeiro, 7 set. 1900.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Vaccinação de peste bubonica. Communicação no 4º Congresso Brasileiro de Medicina e Cirurgia, 17 a 30 de junho de 1900”.&amp;amp;nbsp; Rio de Janeiro, 1900.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Correspondencia. Viagem ao Prata (Notas e impressões de um medico brasileiro)”. &#039;&#039;&amp;amp;nbsp;Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XV, n.2, p.17-19, 8 jan. 1901.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Correspondencia. Viagem ao Prata (Notas e impressões de um medico brasileiro) (continuação)”. &#039;&#039;Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XV, n.3, p.27-29, 15 jan. 1901.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Correspondencia. Viagem ao Prata (Notas e impressões de um medico brasileiro) (continuação)”. &#039;&#039;Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XV, n.4, p.36-38, 22 jan. 1901.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Correspondencia. Viagem ao Prata (Notas e impressões de um medico brasileiro) (continuação)”. &#039;&#039;Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XV, n.5, p.46-48, 1º fev. 1901.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Formulario Practico. Tratamento das hemorrahagias gastro-intestinaes na febre amarella”. &#039;&#039;&amp;amp;nbsp;Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XV, n.5, p.48, 1º fev.1901.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Formulario Practico. Tratamento da intolerância gástrica, dos vômitos da epigastralgia na febre amarella”. &#039;&#039;Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XV, n.5, p.49, 1º fev.1901.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Correspondencia. Viagem ao Prata (Notas e impressões de um medico brasileiro) (continuação)”. &#039;&#039;Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XV, n.8, p.76-79, 22 fev. 1901.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Correspondencia. Viagem ao Prata (Notas e impressões de um medico brasileiro) (continuação)”. &#039;&#039;Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XV, n.10, p.94-98, 8 mar. 1901.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Discurso proferido na Academia Nacional de Medicina na qualidade de 1º secretario, na sessão solemne anniversaria de 30 de junho, 1901”. &#039;&#039;Jornal do Commercio,&#039;&#039; Rio de Janeiro, jun. 1901.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Boletim da Semana. Um caso medico-legal”. &#039;&#039;Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia, &#039;&#039;Rio de Janeiro, anno XV, n.15, p.145-147,15 abr. 1901.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Correspondencia. Viagem ao Prata (Notas e impressões de um medico brasileiro) (continuação)”. &#039;&#039;Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XV, n.16, p.154-156, 22 abr. 1901.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Correspondencia. Viagem ao Prata (Notas e impressões de um medico brasileiro) (continuação)”. &#039;&#039;Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XV, n.21, p.217-218, 1º jun. 1901.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Correspondencia. Viagem ao Prata (Notas e impressões de um medico brasileiro) (continuação)”. &#039;&#039;Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XV, n.25, p.247-249, 1º jul. 1901.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Correspondencia. Viagem ao Prata (Notas e impressões de um medico brasileiro) (continuação)”. &#039;&#039;Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XV, n.27, p.267-269, 15 jul. 1901.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Correspondencia. Viagem ao Prata (Notas e impressões de um medico brasileiro) (continuação)”. &#039;&#039;Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XV, n.29, p.288-289, 1º ago. 1901.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Correspondencia. Viagem ao Prata (Notas e impressões de um medico brasileiro) (continuação)”. &#039;&#039;Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XV, n.30, p.298-299, 8 ago. 1901.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Boletim da Semana. Um caso medico-legal (continuação)”. &#039;&#039;Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia, &#039;&#039;Rio de Janeiro, anno XV, n.31, p. 306, 15 ago. 1901&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Correspondencia. Viagem ao Prata (Notas e impressões de um medico brasileiro) (continuação)”. &#039;&#039;Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XV, n.35, p.349-350, 15 set. 1901.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “[Dr. Francisco de Castro]”. &#039;&#039;Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XV, n.40, p.395-396, 22 out. 1901.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Correspondencia. Viagem ao Prata (Notas e impressões de um medico brasileiro) (conclusão)”. &#039;&#039;Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XV, n.42, p.418-420, 8 nov. 1901.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Viagem ao Prata pelo Dr. Carlos Seidl”. Rio de Janeiro: [s.n.], 1901.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span lang=&amp;quot;FR&amp;quot; style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Bibliographia. Recherches sur la cause et la prophylaxie de la fièvre jaune, faites au laboratoire de biologie du Musée National de Rio de Janeiro, par le Dr. J. B. de Lacerda”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;, Rio de Janeiro, anno XVII, n.18, p.175-177, 8 mai. 1903.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Correspondencia. A proposito da febre amarela (Resposta à carta do Dr. Lacerda)”. &#039;&#039;Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XVII, n.21, p.208-209, 1º jun. 1903.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Quinto Congresso Brazileiro de Medicina e Cirurgia (Sessão inaugural em 16 de junho de 1903). Discurso do orador oficial Dr. Carlos Seidl”. &#039;&#039;Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XVII, n.25, p.244-246, 1º jul. 1903.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Quinto Congresso Brazileiro de Medicina e Cirurgia (Sessão inaugural em 16 de junho de 1903). Discurso do orador oficial Dr. Carlos Seidl (Conclusão)”. &#039;&#039;Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XVII, n.27, p.261-263, 15 jul. 1903.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Discurso do orador official na sessão solemne inaugural em 16 de Junho de 1903”. Rio de Janeiro: Typ. Besnard Frères, 1903.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “[Elogio fúnebre a João Pizarro Gabizo]”. 30 de junho de 1904. &#039;&#039;Annaes da Academia Nacional de Medicina, &#039;&#039;tomo 70, p.27-42, 1904.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Academia Nacional de Medicina. Sessão solemne em 30 de junho de 1904. Discurso do orador oficial Dr. Carlos Seidl”. &#039;&#039;Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XVIII, n.26, p.266-267, 8 jul. 1904.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Academia Nacional de Medicina. Sessão solemne em 30 de junho de 1904. Discurso do orador oficial Dr. Carlos Seidl (Conclusão)”. &#039;&#039;Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XVIII, n.27, p.275-279, 15 jul.1904.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Boletim da Semana. A obrigatoriedade da vacina”.&amp;amp;nbsp; &#039;&#039;Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XVIII, n.28, p.288, 22 jul. 1904.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Commentarios ao relatório da comissão allemã para o estudo da febre amarela, constituída pelos profs. Otto e Neuman”. &#039;&#039;A Tribuna&#039;&#039;, nov. e dez. 1904.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A questão da vacina contra a varíola”.&amp;amp;nbsp; &#039;&#039;Revista Medico-Cirurgica do Brazil&#039;&#039;, 1904.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Discurso pronunciado na sessão solemne da Academia Nacional de Medicina do Rio de Janeiro, em 30 de junho de 1904”. Rio de Janeiro: Typ. Besnard Frères, 1904.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A epidemia de peste bubônica no Rio de Janeiro”. &#039;&#039;Revista Medico-Cirurgica do Brazil&#039;&#039;, 1905.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “As epidemias de meningite cérebro-espinhal na Europa e na America”. &#039;&#039;Revista Medico-Cirurgica do Brazil&#039;&#039;, 1905.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O micróbio da syphilis”. &#039;&#039;Revista Medico-Cirurgica do Brazil&#039;&#039;, 1905.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A propaganda anti-tuberculosa no Brasil e seus resultados”. &#039;&#039;Revista Medico-Cirurgica do Brazil&#039;&#039;, 1905.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O Congresso Internacional de Tuberculose em Paris e o estado actual dos nossos conhecimentos sobre o assumpto”. &#039;&#039;Revista Medico-Cirurgica do Brazil&#039;&#039;, 1905.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A missão Pasteur”. &#039;&#039;Renascença&#039;&#039;, Rio de Janeiro, n.14, p.166-172, abr. 1905.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Discurso proferido na Academia Nacional de Medicina na qualidade de 1º secretario, na sessão anniversaria de 30 de junho 1905”. Rio de Janeiro: Besnard Frères, 1905.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Relatorio do anno acadêmico de 1º de Julho de 1905 a 30 de Junho de 1906”. Rio de Janeiro: Typographia Besnard Frères, 1906.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O Instituto de Manguinhos”. 1907.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “XIV Congresso Internacional de Hygiene e Demographia em Dresden”. &#039;&#039;Jornal do Commercio,&#039;&#039; Rio de janeiro, 1907.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Impressões de uma viagem à Europa”. &#039;&#039;Revista Medico-Cirurgica do Brazil,&#039;&#039; 1907.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Discurso proferido por ocasião do 8º anniversario da fundação da Liga contra a Tuberculose”. &#039;&#039;Revista Medico-Cirurgica do Brasil, &#039;&#039;1908.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Formulario Practico. Appendicite”. &#039;&#039;Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro 1908.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Um caso de varíola hemorrágica seguido de cura”. &#039;&#039;Revista Medico-Cirurgica do Brazil,&#039;&#039; 1908.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A evolução da medicina no Brasil (1808 a 1908)”. &#039;&#039;&amp;amp;nbsp;Revista Medico-Cirurgica do Brazil, &#039;&#039;1908.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Variola. Notas epidemiológicas”. &#039;&#039;Revista Medico-Cirurgica do Brazil,&#039;&#039; 1908.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Febre amarella”. In: ACADEMIA NACIONAL DE MEDICINA. &#039;&#039;&#039;Em commemoração ao centenario do ensino medico&#039;&#039;&#039;. Rio de Janeiro: Typ. do Jornal do Commercio, 1908.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Dr. Carlos Carneiro de Mendonça (necrológio)”. &#039;&#039;Revista Medico-Cirurgica do Brazil,&#039;&#039; 1909.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Prophylaxia da tuberculose”. &#039;&#039;Revista Medico-Cirurgica do Brazil,&#039;&#039; 1909.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Parecer sobre a memoria ´Da insolação domiciliar` do Dr. Sá Pereira”.&amp;amp;nbsp; &#039;&#039;Revista Medico-Cirurgica do Brazil,&#039;&#039; 1909.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O Hospital S. Sebastião no XX anniversario de sua fundação, 9-11-89 9-11-09”. Rio de Janeiro: Besnard Frères, 1910.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Dezoito anos de jornalismo medico”.&amp;amp;nbsp; &#039;&#039;Revista Medico-Cirurgica do Brazil,&#039;&#039; 1910.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O Dr. Bulhões Carvalho”.&#039;&#039;Revista Medico-Cirurgica do Brazil,&#039;&#039; 1910.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O Dr. Fernandes Figueira”. &#039;&#039;Revista Medico-Cirurgica do Brazil,&#039;&#039; 1910.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O Dr. Lacerda Coutinho”. &#039;&#039;Revista Medico-Cirurgica do Brazil,&#039;&#039; 1910.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Discurso de recepção ao acadêmico João Pedro Leão de Aquino na Academia Nacional de Medicina em 29 de setembro de 1910”.&amp;amp;nbsp; &#039;&#039;Correio da Manhã&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno X, n.3.361, p.2, 30 set. 1910.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Discurso de recepção ao Dr. Leão de Aquino na Academia Nacional de Medicina”. &#039;&#039;Revista Medico-Cirurgica do Brasil,&#039;&#039; 1911.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O anno medico de 1910”. &#039;&#039;Revista Medico-Cirurgica do Brazil,&#039;&#039; 1911.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Discurso na qualidade de Presidente da Academia Nacional de Medicina, na sessão solemne de 30 de junho 1911”. &#039;&#039;Jornal do Commercio,&#039;&#039; Rio de Janeiro, 1º jul. 1911.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Discurso sobre o &#039;&#039;cólera morbus&#039;&#039; na Academia Nacional de Medicina em 27 de julho de 1911”. &#039;&#039;Correio da Manhã&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XI, n.3.662, p.6, 28 jul. 1911.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Discurso por ocasião da conferencia do Dr. Carlos Chagas sobre a moléstia de Chagas, na Academia Nacional de Medicina”. &#039;&#039;Jornal do Commercio, &#039;&#039;Rio de Janeiro, 8 ago. 1911.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Insectos como factores de epidemia”.&amp;amp;nbsp; &#039;&#039;Jornal do Commercio, &#039;&#039;Rio de Janeiro, 22 ago. 1911.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O papel representado pela sciencia brasileira na Exposição de Hygiene de Dresden”. Academia Nacional de Medicina, 24 de agosto de 1911.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Discurso de acolhida aos profs. Fernand Widal, professor de clínica médica da Faculdade de Paris, e Octave Laurent, professor de clínica cirúrgica da Universidade de Bruxelas, na Academia Nacional de Medicina”. &#039;&#039;Correio da Manhã,&#039;&#039; Rio de Janeiro, anno XI, n. 3.729, p.4, 3 out. 1911.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Discurso de Carlos Seidl na Academia Nacional de Medicina em 30 de junho de 1911. &#039;&#039;Correio da Manhã&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XI, n.3.898, p.1, 21 mar. 1912.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Discurso de acolhida ao Prof. Poszzi na Academia Nacional de Medicina”. &#039;&#039;Revista Medico-Cirurgica do Brazil,&#039;&#039; 1912.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “[O Correio da Manhã ouve os drs. Carlos Seidl e Alberto da Cunha. Entrevista com Carlos Seidl sobre a febre amarela]”. &#039;&#039;Correio da Manhã&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XI, n. 3.884, p.3, 7 mar. 1912.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Discurso na Academia Nacional de Medicina em 30 de junho de 1912 [pelo] Dr. Carlos Pinto Seidl. Sessão solemne comemorativa do 83º anniversario da fundação da Academia de Medicina”. Rio de Janeiro: Typ. Besnard Frères, 1912.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A esterilização da agua potável pelos raios ultra-violeta”. &#039;&#039;Revista Medico-Cirurgica do Brazil,&#039;&#039; 1912.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A disseminação da cholera pelas moscas”. &#039;&#039;Revista Medico-Cirurgica do Brazil,&#039;&#039; 1912.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span lang=&amp;quot;PT&amp;quot; style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Muzeu de Hygiene: inaugurado a 21 de Setembro de 1912 com a presença dos Exmos. Snrs. Marechal Hermes da Fonseca, Presidente da Republica e Dr. Rivadavia Corrêa, Ministro do Interior”. (com Alfredo de Sá Pereira). Rio de Janeiro: Typ. Besnard Fréres, 1913.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A saude publica em 1912”. Rio de Janeiro: Besnard Frères, 1913.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Discurso proferido em nome da classe medica no banquete offerecido ao Dr. Adolpho Lutz, em maio de 1913”. &#039;&#039;Revista Medico-Cirurgica do Brazil,&#039;&#039; 1913.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Discurso na qualidade de Presidente da Academia Nacional de Medicina, na sessão solemne anniversaria a 7 julho 1913”. &#039;&#039;Jornal do Commercio,&#039;&#039; Rio de Janeiro, jul. 1913.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Prophylaxia da Tuberculose, conferencia realizada na Liga Brasileira contra a Tuberculose em 18 outubro 1913”. &#039;&#039;Revista Medico-Cirurgica do Brazil,&#039;&#039; 1913.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Funcção governamental em materia de hygiene publica: conferencia lida na Biblioteca Nacional em 28 de novembro de 1913”. Rio de Janeiro: Typ. Besnard Frères, 1914.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Funcção governamental em materia de hygiene publica. Conferencia realizada a 28 de novembro de 1913 pelo Dr. Carlos Seidl”. &#039;&#039;Annaes da Bibliotheca Nacional,&#039;&#039; Rio de Janeiro, v.35, p.175-190, 1916.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Relatorio apresentado ao Exmo. Sr. Dr. Rivadavia da Cunha Corrêa Ministro de Estado da Justiça e Negocios Interiores pelo Dr. Carlos Pinto Seidl diretor geral de saúde publica. Anno de 1911”. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1913.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O ano medico de 1910: retrospecto pelo Dr. Carlos Seidl”. &#039;&#039;Revista Medico-Cirurgica do Brazil, &#039;&#039;Rio de Janeiro, v.21, p.51-81, 1913.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Discurso proferido por ocasião da inauguração do novo edifício da Directoria Geral de Saude Publica, em março de 1914”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span lang=&amp;quot;FR&amp;quot; style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “La Santé Publique à Rio de Janeiro en 1912 et 1913”. [Paris: s.n., 1914].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span lang=&amp;quot;FR&amp;quot; style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Remarques sur la distribution géographique de la fièvre ondulante. Contribution à la prophylaxie de la syphilis. Exposé du fontionnement des services d´hygiene au Brésil e spécialement à Rio de Janeiro. Remarques sur la régementation de la prostitution. Communication sur la lèpre au Brésil. Communication sur la dératisation réglémentée au Brésil”. Office Internationale d´Hygiene Publique, Séance ext. d´avril 1914, Procès verbaux des séances, 1914.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span lang=&amp;quot;FR&amp;quot; style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “République des États-Unis du Brésil à l´Exposition Internationale Urbaine de Lyon 1914”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Lyon: Impr. P. legendre et C., 1914.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;- &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“Relatorio apresentado ao Exmo. Sr. Dr. Rivadavia da Cunha Corrêa Ministro de Estado da Justiça e Negocios Interiores pelo Dr. Carlos Pinto Seidl diretor geral de Saude Publica em 24 de março de 1913. Anno de 1912”. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1914.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Relatorio apresentado ao Exm.Sr.Dr. Herculano de Freitas, Ministro de Estado da Justiça e Negocios Interiores: anno de 1913”. Rio de Janeiro: Imprensa nacional, 1914.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Funcção governamental em matéria de hygiene”. Rio de Janeiro: Typ. Besnard Fréres, 1914.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Discurso de agradecimento ao banquete que lhe foi offerecido por vários amigos e colegas a 20 dezembro 1914”. &#039;&#039;Jornal do Commercio, &#039;&#039;Rio de Janeiro, 2 jan. 1915.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A campanha contra o charlatanismo”. &#039;&#039;Revista Medico-Cirurgica do Brazil, &#039;&#039;Rio de Janeiro, 1915.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Relatorio da Liga Brasileira contra a Tuberculose: sobre a gerencia de 1915 pela directoria”. Rio de Janeiro: Pap. e Typ. Villas Boas, 1916.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O Dr. Seidl dá explicações”. &#039;&#039;Correio da Manhã&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XV, n.6.171, p.1, 17 jan. 1916.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Phenomenos demográficos que podem interessar o capitulo do casamento em medicina legal. Communicação no Primeiro Congresso Brasileiro de Neurologia, Psychiatria e Medicina Legal”. Rio de Janeiro, 23 a 26 de agosto de 1916.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Verificação de óbitos. Justificação da moção apresentada ao Primeiro Congresso Brasileiro de Neurologia, Psychiatria e Medicina Legal”. Rio de Janeiro, 23 a 26 de agosto de 1916.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Discurso do Dr. Carlos Seidl no banquete ao Dr. Arthur Neiva”. In:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;Discursos pronunciados no banquete oferecido a 18 de novembro de 1916 ao Doutor Artur Neiva no Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Typographia Besnard Frères, 1917.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Discurso proferido: por occasião da visita da Missão Medica Argentina ao Instituto Oswaldo Cruz, em 4 de Julho de 1917”. Rio de Janeiro: Typ. Besnard Frères, 1917.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Relatório apresentado ao Exmo. Sr. Dr. Carlos Maximiliano Pereira dos Santos (em fevereiro de 1916)”. Rio de Janeiro: Diretoria Geral de Saúde Pública, 1917.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Discursos por ocasião da inauguração do Movimento Nacional à memoria de Oswaldo Cruz”. et al. &#039;&#039;Revista Medico-Cirurgica do Brazil&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 1917.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A festa da bandeira na Saude Publica, em 19 de novembro de 1917. Allocução do Dr. Carlos Pinto Seidl”. Rio de Janeiro:&amp;amp;nbsp; Gomes Pereira, 1917.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span lang=&amp;quot;PT&amp;quot; style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;O monumento a Oswaldo Cruz na Directoria Geral de Saude Publica: sua inauguração em 8 de Junho de 1918”. (Com Gomes Pereira).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Rio de Janeiro: Gomes Pereira, 1918.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “1ª Communicação sobre a epidemia de gripe feita pelo Dr. Carlos Seidl. Em sessão da Academia de Medicina de 10 de outubro de 1918”. 10 out. 1918.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Carta do Dr. Carlos Seidl à redação da ´A Noite`. A defesa contra o cholera. O que era sugerido pelo ex-director deSaude Publica”. &#039;&#039;A Noite&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 10 nov. 1918.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Carta do Dr. Carlos Seidl à Academia de Medicina datada de 24 de outubro e lida em sessão de 21 de novembro”. 24 out. 1918.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Prophylaxia das doenças venereas”. &#039;&#039;Revista Medico-Cirurgica do Brazil, &#039;&#039;Rio de Janeiro, 1918.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Prophylaxia da varíola”. &#039;&#039;Boletim da Academia Nacional de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, p.301, 1918.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Aborto criminoso”. &#039;&#039;Boletim da Academia Nacional de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, p.326, 1918.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A Euthanasia, justificação de um ponto do programma da cadeira de medicina publica”. &#039;&#039;Revista da Faculdade Livre de Direito da Cidade do Rio de Janeiro&#039;&#039;, v.XIV, p.9-18, 1918.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Da Agonia”. &#039;&#039;Revista da Faculdade Livre de Direito da Cidade do Rio de Janeiro&#039;&#039;, v.XIV, p.105-126, 1918.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A influenza hespanhola”. &#039;&#039;Jornal do Commercio&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 22 set. 1918.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Relatorio da Liga Brazileira contra a Tuberculose: sobre a gerencia de 1917”. Rio de Janeiro: Typografia America, 1918.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Georges Clemenceau”. &#039;&#039;Revista Medico-Cirurgica do Brazil, &#039;&#039;Rio de Janeiro, 1918.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Discurso proferido por ocasião da posse de lente cathedratico de medicina publica”. &#039;&#039;Revista da Faculdade de Direito&#039;&#039;, v.XV, anno 1919.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A morte real e a morte aparente em Medicina Legal”.&#039;&#039;Revista da Faculdade Livre de Direito da Cidade do Rio de Janeiro&#039;&#039;, v. XV, p.91-105, 1919.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A proposito da pandemia da grippe em 1918. Factos e argumentos irrespondiveis”. Rio de Janeiro: Typ. Besnard Frères, 1919.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Paulo do Rio Branco”. &#039;&#039;Revista Medico-Cirurgica do Brazil, &#039;&#039;Rio de Janeiro, 1919.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O problema dos casamentos consaguineos”. &#039;&#039;Revista Medico-Cirurgica do Brazil, &#039;&#039;Rio de Janeiro, 1919.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A morte real e a morte aparente em medicina legal”.&amp;amp;nbsp; &#039;&#039;Revista Medico-Cirurgica do Brazil, &#039;&#039;Rio de Janeiro, 1919.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Relatorio apresentado ao Exm. Sr. Dr. Director Geral de Saude Publica: anno de 1919”. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1920.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;letter-spacing:-.4pt&amp;quot;&amp;gt;- “Systemas de identificação no Brasil”. &#039;&#039;Revista Medico-Cirurgica do Brazil, &#039;&#039;Rio de Janeiro, 1920.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Do erro essencial de pessoa, estudado à luz da Medicina legal e do código civil”. &#039;&#039;Revista Medico-Cirurgica do Brazil, &#039;&#039;Rio de Janeiro, 1920.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Meningite cérebro espinhal epidêmica no Rio de Janeiro”. &#039;&#039;Revista Medico-Cirurgica do Brazil, &#039;&#039;Rio de Janeiro, 1920.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Obstetricia forense. Definição e motivos de sua importância em jurisprudência medica”. &#039;&#039;Revista Medico-Cirurgica do Brazil, &#039;&#039;Rio de Janeiro, 1920.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Superjetação e superfecundação. Aspectos medico-legaes, desses problemas”. &#039;&#039;Revista Medico-Cirurgica do Brazil, &#039;&#039;Rio de Janeiro, 1920.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Commentarios à entrevista do Prof. F. Krause”. &#039;&#039;Revista Medico-Cirurgica do Brazil, &#039;&#039;Rio de Janeiro, 1920.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O problema do aborto criminoso”. Communicação à Academia Nacional de Medicina, 1920.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O problema da eutanásia”. &#039;&#039;Revista Medico-Cirurgica do Brazil, &#039;&#039;Rio de Janeiro, 1920.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O problema da eutanásia”. &#039;&#039;Gazeta Clinica,&#039;&#039; v.18, p.93-95, 1920.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A respeito do General Gorgas”. &#039;&#039;Revista Medico-Cirurgica do Brazil, &#039;&#039;Rio de Janeiro, 1920.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Estudo medico-legal do aborto”. &#039;&#039;Revista Medico-Cirurgica do Brazil, &#039;&#039;Rio de Janeiro, 1920.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Pericias medico-legaes relativas à figura jurídica do infanticídio”. &#039;&#039;Revista Medico-Cirurgica do Brazil, &#039;&#039;Rio de Janeiro, 1920.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Prelecções de Medicina Publica, 1º tomo, 36 prelecções de medicina legal na Faculdade de Direito do Rio de Janeiro, com prefacio do Prof. Souza Lima”. Rio de Janeiro: Besnard Frères, 1920.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Molestia de Weichselbaum”. &#039;&#039;Boletim da Academia Nacional de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, p.574, 1920.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Arnaldo Quintella (necrológio)”.&amp;amp;nbsp; &#039;&#039;Revista Medico-Cirurgica do Brazil, &#039;&#039;Rio de Janeiro, 1920.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Os patronos das cadeiras da Academia”. &#039;&#039;Boletim da Academia Nacional de Medicina,&#039;&#039; Rio de Janeiro, p.122, 1921.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “As chinesas mystificadoras (inquérito medico legal)”. &#039;&#039;Revista Medico-Cirurgica do Brazil, &#039;&#039;Rio de Janeiro, 1922.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A proposito do assassinato de Arnaldo Quintella”. &#039;&#039;Revista Medico-Cirurgica do Brazil, &#039;&#039;Rio de Janeiro, 1922.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Um tratamento moderno das queimaduras já preconisado em 1837”. &#039;&#039;Revista Medico-Cirurgica do Brazil, &#039;&#039;Rio de Janeiro, 1922.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A medicina brasileira no 1º centenário da nossa independência. A sua evolução”. &#039;&#039;Revista Medico-Cirurgica do Brazil, &#039;&#039;Rio de Janeiro, 1922.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O emblema da profissão medica. Serpente de Epidauro e não caduceo. Erro da American Medical Association”. &#039;&#039;Revista Medico-Cirurgica do Brazil, &#039;&#039;Rio de Janeiro, 1922.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Pasteur no I Centenario do seu nascimento”. &#039;&#039;Revista Medico-Cirurgica do Brazil, &#039;&#039;Rio de Janeiro, 1922.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A acção benemérita da comissão Rockefeller durante 6 annos no Brasil”. &#039;&#039;Revista Medico-Cirurgica do Brazil, &#039;&#039;Rio de Janeiro, 1923.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O Dr. Garfield de Almeida”. &#039;&#039;Revista Medico-Cirurgica do Brazil, &#039;&#039;Rio de Janeiro, 1923.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A proposito da gripe”. &#039;&#039;Revista Medico-Cirurgica do Brazil, &#039;&#039;Rio de Janeiro, 1923.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O emblema da profissão medica. Resposta a American Medical Association”. &#039;&#039;Revista Medico-Cirurgica do Brazil, &#039;&#039;Rio de Janeiro, 1923.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Os hospitais para creanças”. &#039;&#039;Boletim da Academia Nacional de Medicina,&#039;&#039; Rio de Janeiro, p.404, 1923.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A nossa assistência hospitalar”. &#039;&#039;Boletim da Academia Nacional de Medicina,&#039;&#039; Rio de Janeiro, p.540, 1923.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O professor Eduardo Rabello e sua actuação publica no Brasil e no extrangeiro”. &#039;&#039;Boletim da Academia Nacional de Medicina,&#039;&#039; Rio de Janeiro, 1923.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O 25 anniversario de professorado de Miguel Couto”. &#039;&#039;Boletim da Academia Nacional de Medicina,&#039;&#039; Rio de Janeiro, 1923.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A insulina (synthese de leitura de vários autores)”.&amp;amp;nbsp; &#039;&#039;Boletim da Academia Nacional de Medicina,&#039;&#039; Rio de Janeiro, 1924.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Ismael da Rocha (necrologia)”.&amp;amp;nbsp; &#039;&#039;Boletim da Academia Nacional de Medicina,&#039;&#039; Rio de Janeiro, 1924.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Os serviços do Hospital S. Sebastião em 1923”. &#039;&#039;Boletim da Academia Nacional de Medicina,&#039;&#039; Rio de Janeiro, 1924.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Homenagem ao Dr. Paulo do Rio branco e a sua esposa, medica pela Faculdade de Medicina de Paris”. &#039;&#039;Boletim da Academia Nacional de Medicina,&#039;&#039; Rio de Janeiro, 1924.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O Instituto Oswaldo Cruz através o tempo. Sua notável efficiencia”. &#039;&#039;Boletim da Academia Nacional de Medicina,&#039;&#039; Rio de Janeiro, 1924.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O exercício da medicina no Brasil e os diplomados estrangeiros”.&amp;amp;nbsp; &#039;&#039;Boletim da Academia Nacional de Medicina,&#039;&#039; Rio de Janeiro, p.260, 1924.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Resposta a uma consulta medico-legal relativa à validez para testar”. &#039;&#039;Boletim da Academia Nacional de Medicina,&#039;&#039; Rio de Janeiro, 1924.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Duas palavras aos actuaes internos do Hospital S. Sebastião”.&amp;amp;nbsp; &#039;&#039;Boletim da Academia Nacional de Medicina,&#039;&#039; Rio de Janeiro, 1924.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Medicina publica: o problema da lepra entre nós”. &#039;&#039;Revista Medico-Cirurgica do Brazil, &#039;&#039;Rio de Janeiro, v.XXXII, p.337-338, 1924.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A genial descoberta de Juan Vacetich”. &#039;&#039;Boletim da Academia Nacional de Medicina,&#039;&#039; Rio de Janeiro, 1925.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O problema do câncer”. &#039;&#039;Boletim da Academia Nacional de Medicina,&#039;&#039; Rio de Janeiro, 1925.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A aposentadoria do Dr. Tavares de Macedo diretor de Hospital Paula Candido”. &#039;&#039;Boletim da Academia Nacional de Medicina,&#039;&#039; Rio de Janeiro, 1925.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A arte dentaria ao serviço da Justiça”.&amp;amp;nbsp; &#039;&#039;Boletim da Academia Nacional de Medicina,&#039;&#039; Rio de Janeiro, 1925.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Charcot intimo”.&#039;&#039;Boletim da Academia Nacional de Medicina,&#039;&#039; Rio de Janeiro, 1925.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O novo tratamento da tuberculose, segundo o methodo do Dr. Holger Mollgard”. &#039;&#039;Boletim da Academia Nacional de Medicina,&#039;&#039; Rio de Janeiro, 1925.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O fumo é verdadeiramente um veneno do cerebro”. &#039;&#039;Boletim da Academia Nacional de Medicina,&#039;&#039; Rio de Janeiro, 1925.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;letter-spacing:-.4pt&amp;quot;&amp;gt;- “O professor Emile Marchoux”. &#039;&#039;Boletim da Academia Nacional de Medicina,&#039;&#039; Rio de Janeiro, 1925.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Discurso ao receber a comenda do official da Légion d´Honeur, francesa em 23 de julho de 1925”.&amp;amp;nbsp; &#039;&#039;Boletim da Academia Nacional de Medicina,&#039;&#039; Rio de Janeiro, 1925.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Allocução ao Dr. Antonio Pires Salgado, no almoço de 18 de dezembro de 1925”. &#039;&#039;Boletim da Academia Nacional de Medicina,&#039;&#039; Rio de Janeiro, 1926.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O Professor Emile Marchoux, eleito membro da Academia de Medicina de Paris”.&#039;&#039;Boletim da Academia Nacional de Medicina,&#039;&#039; Rio de Janeiro, 1926.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A questão das vitaminas”. &#039;&#039;Boletim da Academia Nacional de Medicina,&#039;&#039; Rio de Janeiro, 1926.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O Novo tratado do Paludismo do Prof. Emile Marchoux”. &#039;&#039;Boletim da Academia Nacional de Medicina,&#039;&#039; Rio de Janeiro, 1926.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Discurso na inauguração do Pav. Zeferino Meirelles no Hospital S. Sebastião”. &#039;&#039;Boletim da Academia Nacional de Medicina,&#039;&#039; Rio de Janeiro, 1926.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “[Lazaropolis do Prata]”. &#039;&#039;Revista Medico-Cirurgica do Brazil, &#039;&#039;Rio de Janeiro, v. XXXIV, p.442-445, 1926.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Necrologio do Dr. Paulo do Rio Branco”. &#039;&#039;Boletim da Academia Nacional de Medicina,&#039;&#039; Rio de Janeiro, 1927.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Discurso de recepção do Prof. Emile Marchoux na Associação Brasileira de Hygiene”. &#039;&#039;Boletim da Academia Nacional de Medicina,&#039;&#039; Rio de Janeiro, 1927.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Pareceres sobre as candidaturas dos Drs. Miguel Osorio de Almeida e Faustino Espozel para membros titulares da Academia Nacional de Medicina”. &#039;&#039;Boletim da Academia Nacional de Medicina,&#039;&#039; Rio de Janeiro, 1927.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Luiz Tavares de Macedo (necrologio)”. &#039;&#039;Boletim da Academia Nacional de Medicina,&#039;&#039; Rio de Janeiro, 1928.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Fernandes Figueira (necrologio) n.4”. &#039;&#039;Boletim da Academia Nacional de Medicina,&#039;&#039; Rio de Janeiro, 1928.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;letter-spacing:-.3pt&amp;quot;&amp;gt;- “Theophilo Torres (necrologio)”. &#039;&#039;Boletim da Academia Nacional de Medicina,&#039;&#039; Rio de Janeiro, 1928.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O que os outros teem e nós não temos (conferencia na Semana Hospitalar em 29 de março de 1928)”. &#039;&#039;Boletim da Academia Nacional de Medicina,&#039;&#039; Rio de Janeiro, 1928.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Parecer sobre a candidatura do Dr. Olympio da Fonseca, filho, a membro titular da Academia Nacional de Medicina”. &#039;&#039;Boletim da Academia Nacional de Medicina,&#039;&#039; Rio de Janeiro, 1928.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O surto da Febre Amarella no Rio de Janeiro”. &#039;&#039;Boletim da Academia Nacional de Medicina,&#039;&#039; Rio de Janeiro, 1928.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Discurso de recepção ao Dr. Olympio da Fonseca, filho, na Academia Nacional de Medicina em 21 de junho de 1928”. &#039;&#039;Boletim da Academia Nacional de Medicina,&#039;&#039; Rio de Janeiro, 1928.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Discurso de recepção ao Dr. Miguel Ozorio de Almeida na Academia Nacional de Medicina em 16 de agosto de 1928”. &#039;&#039;Boletim da Academia Nacional de Medicina,&#039;&#039; Rio de Janeiro, 1928.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “&amp;lt;span style=&amp;quot;letter-spacing:-.3pt&amp;quot;&amp;gt;Pareceres sobre as candidaturas dos Drs. Joaquim Motta e Arminio Fraga, a membros da Academia Nacional de Medicina”. &#039;&#039;Boletim da Academia Nacional de Medicina,&#039;&#039; Rio de Janeiro, 1928.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Algumas notas acerca do problema hospitalar no Rio de Janeiro”. &#039;&#039;Boletim da Academia Nacional de Medicina,&#039;&#039; Rio de Janeiro, 1928.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A. A. de Azevedo Sodré (necrologio)”.&#039;&#039;Boletim da Academia Nacional de Medicina,&#039;&#039; Rio de Janeiro, 1928.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O Professor Ricardo Jorge (sua visita ao Rio de Janeiro)”. &#039;&#039;Boletim da Academia Nacional de Medicina,&#039;&#039; Rio de Janeiro, 1929.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Parecer sobre as candidaturas dos Drs. Aristides Marques da Cunha e Gilberto Moura Costa, a membros da Academia Nacional de Medicina”. &#039;&#039;Boletim da Academia Nacional de Medicina,&#039;&#039; Rio de Janeiro, 1929.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Prof. Dias de Barros (necrologio)”. &#039;&#039;Boletim da Academia Nacional de Medicina,&#039;&#039; Rio de Janeiro, 1929.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O Movimento Nacional à memoria de Oswaldo Cruz”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Revista Medico-Cirurgica do Brazil&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;, Rio de Janeiro, v.37, n.7, p.286-306, 1929.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- ACADÊMICO Carlos Pinto Seidl. Patrono da Cadeira nº 17. Datilografado. Arquivo pessoal da Academia Nacional de Medicina. [Rio de Janeiro]: [s.n.], [s.d.]. &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#ANM|&amp;lt;u&amp;gt;ANM&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- AS FESTAS em homenagem ao Presidente da Republica do Brazil em Buenos Aires. &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XIV, n.40, p.358, 22 out. 1900. In: FIOCRUZ. Obras Raras Fiocruz. Acervo Digital de Obras raras e Especiaes. Capturado em 1º out. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;[https://www.obrasraras.fiocruz.br/gallery.php?mode=gallery&amp;amp;id=18&amp;amp;page=1 &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;https://www.obrasraras.fiocruz.br/gallery.php?mode=gallery&amp;amp;id=18&amp;amp;page=1&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- BENCHIMOL, Jaime; SÁ, Magali Romero. &#039;&#039;&#039;Adolpho Lutz – Hanseníase. &#039;&#039;&#039;v.1, Livro 2. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2004.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- BENCHIMOL, Jaime Larry. Adolpho Lutz: um esboço biográfico.&#039;&#039;História, Ciências, Saúde-Manguinhos,&#039;&#039; Rio de Janeiro, v.10, n.1, p.13-83, jan./abr. 2003. Capturado em 1º out. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; [https://www.scielo.br/pdf/hcsm/v10n1/17831.pdf &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;https://www.scielo.br/pdf/hcsm/v10n1/17831.pdf&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- BÉRANGER-FÉRAUD, L. J. B.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span lang=&amp;quot;FR&amp;quot; style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Traité théorique et clinique de la fièvre jaune.&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Paris: Octave Doin Éditeur, 1890.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- BRASIL. Decreto nº 16.782-A, de 13 de janeiro de 1925. In: &#039;&#039;&#039;Collecção das Leis da República do Brasil de 1925&#039;&#039;&#039;, v.2. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1926. Capturado em 28 mai. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;[http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/1910-1929/D16782aimpressao.htm &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/1910-1929/D16782aimpressao.htm&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;]&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- BRITTO, Nara. &#039;&#039;&#039;Oswaldo Cruz: a construção de um mito na ciência brasileira&#039;&#039;&#039;. Rio de Janeiro: Editora FIOCRUZ, 1995.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- CARLOS Pinto Seidl. In: ACADEMIA NACIONAL DE MEDICINA. Capturado em 8 out. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;[https://www.anm.org.br/carlos-pinto-seidl/ &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;https://www.anm.org.br/carlos-pinto-seidl/&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- CARLOS Seidl e sua época (1867-1929). Pioneiro da infectologia no Brasil (versão III). Capturado em 13 fev. 2015. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;[http://www.brasilinter.com.br/guerraproscrita/carlosseidl.htm &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;http://www.brasilinter.com.br/guerraproscrita/carlosseidl.htm&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- CARRETA, Jorge Augusto.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“O micróbio é o inimigo”: debates sobre a microbiologia no Brasil (1885-1904). Campinas, 2006. &amp;lt;span style=&amp;quot;letter-spacing:-.3pt&amp;quot;&amp;gt;Tese (Doutorado em Política Científica e Tecnológica), Pós-Graduação em Política Científica e Tecnológica, Instituto de Geociências/UNICAMP, 2006. In: UNICAMP. Repositório da Produção Intelectual e Científica da Unicamp. Capturado em 1] out. 2020.Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;[http://repositorio.unicamp.br/handle/REPOSIP/287015 &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;http://repositorio.unicamp.br/handle/REPOSIP/287015&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- CLUB Medico. &#039;&#039;Annaes de Medicina Homoeopathica. Orgão do Instituto Hahnemanniano do Brazil&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno VII, n.10, p.390-391, out. 1905. In: INTERNET ARCHIVE. Capturado em 1º out. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;[https://archive.org/details/annaesdemedicin00unkngoog &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;https://archive.org/details/annaesdemedicin00unkngoog&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- COUTO, Miguel. [Secção de Sciencias Medicas]. A etiologia perante o diagnostico, a therapeutica e a hygiene. These de Dr. Carlos Pinto Seidl. Rio de Janeiro, 1891. &#039;&#039;Anuuario Medico Brazileiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, Sexto Anno, p.24-25, 1891. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 1º out. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;[http://memoria.bn.br/DocReader/706418/1123 &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;http://memoria.bn.br/DocReader/706418/1123&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- COUTO, Miguel. Na Academia Nacional de Medicina. Sessão em 24 de outubro de 1929. In: NASCIMENTO, Alfredo; FERRARI, Antonino; FONTES, Antonio; PRADO JUNIOR, Antonio; SEIDL FILHO, Carlos; FRAGA, Clementino et al. &#039;&#039;&#039;Carlos Seidl. “In memoriam”. &#039;&#039;&#039;Reimpresso da “Revista Medico-Cirurgica do Brasil”, nº 11, novembro de 1929, anno XXXVII.&amp;amp;nbsp; Rio de Janeiro: [s.n.], 1929. pp.65-73.&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- DR. CARLOS Seidl. &#039;&#039;Correio da Manhã,&#039;&#039; Rio de Janeiro, anno X, n.3.416, p.4, 24 nov. 1910. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira&#039;&#039;&#039;. Capturado em 1º out. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; [http://memoria.bn.br/DocReader/089842_02/3122 &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;http://memoria.bn.br/DocReader/089842_02/3122&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- EPIDEMIA choleriforme. &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno VIII, n.45, p.360, 1º dez.1894. In: FIOCRUZ. Obras Raras Fiocruz. Acervo Digital de Obras raras e Especiaes. Capturado em 1º out. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;[https://www.obrasraras.fiocruz.br/gallery.php?mode=gallery&amp;amp;id=26&amp;amp;page=1 &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;https://www.obrasraras.fiocruz.br/gallery.php?mode=gallery&amp;amp;id=26&amp;amp;page=1&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- FALLECIMENTO. Prof. Carlos Pinto Seidl. &#039;&#039;Gazeta Medica da &#039;&#039;Bahia, Salvador, v.60, n.7, p.329-330, jan. 1930. Capturado em 12 fev. 2015. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;[http://www.gmbahia.ufba.br/index.php/gmbahia/article/view/555/540 &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;http://www.gmbahia.ufba.br/index.php/gmbahia/article/view/555/540&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- FONSECA FILHO, Olympio da. O Professor Carlos Pinto Seidl e a Revista Medico-Cirurgica do Brasil. In: NASCIMENTO, Alfredo; FERRARI, Antonino; FONTES, Antonio; PRADO JUNIOR, Antonio; SEIDL FILHO, Carlos; FRAGA, Clementino et al. &#039;&#039;&#039;Carlos Seidl. “In memoriam”. &#039;&#039;&#039;Reimpresso da “Revista Medico-Cirurgica do Brasil”, nº 11, novembro de 1929, anno XXXVII.&amp;amp;nbsp; Rio de Janeiro: [s.n.], 1929. pp.35-47.&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- &amp;lt;span style=&amp;quot;letter-spacing:-.4pt&amp;quot;&amp;gt;GOULART, Adriana da Costa. Um cenário mefistofélico: gripe espanhola no Rio de Janeiro. Dissertação (Mestrado em História), UFF, 2003. Capturado em 9 mar. 2015. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;[http://www.historia.uff.br/stricto/teses/Dissert-2003_GOULART_Adriana_da_Costa-S.pdf &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;http://www.historia.uff.br/stricto/teses/Dissert-2003_GOULART_Adriana_da_Costa-S.pdf&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- GOULART, Adriana da Costa. Revisitando a espanhola: a gripe pandêmica de 1918 no Rio de Janeiro.&#039;&#039;História, Ciências, Saúde-Manguinhos, &#039;&#039;Rio de Janeiro, v.12, n.1, p. 101-142, 2005.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Capturado em 1º out. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;[https://www.scielo.br/pdf/hcsm/v12n1/06.pdf &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;https://www.scielo.br/pdf/hcsm/v12n1/06.pdf&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- KLAJMAN, Charles. &#039;&#039;&#039;O conhecimento divulgado pelos soldados de farda branca, através do periódico Medicina Militar (1910-1923).&#039;&#039;&#039; Dissertação (Mestrado em História das Ciências e da Saúde), Casa de Oswaldo Cruz, Fiocruz, 2011. In: ARCA. Repositório Institucional da Fiocruz. Capturaod em 1º out. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;[https://www.arca.fiocruz.br/bitstream/icict/6102/2/31.pdf &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;https://www.arca.fiocruz.br/bitstream/icict/6102/2/31.pdf&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- NASCIMENTO, Alfredo; FERRARI, Antonino; FONTES, Antonio; PRADO JUNIOR, Antonio; SEIDL FILHO, Carlos; FRAGA, Clementino et al. &#039;&#039;&#039;Carlos Seidl. “In memoriam”. &#039;&#039;&#039;Reimpresso da “Revista Medico-Cirurgica do Brasil”, nº 11, novembro de 1929, anno XXXVII.&amp;amp;nbsp; Rio de Janeiro: [s.n.], 1929.&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- NUESTROS huéspedes. &#039;&#039;Caras y Caretas&#039;&#039;, Buenos Aires, n.108, 27 de octubre de 1900. Hemerotega Digital. Biblioteca Nacional de España. Capturado em 26 fev. 2015. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;amp;nbsp;[http://www.bne.es/es/Catalogos/HemerotecaDigital/ &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;http://www.bne.es/es/Catalogos/HemerotecaDigital/&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- O Exterior. Argentina. &#039;&#039;Diario Official&#039;&#039;, p.4915, 10 nov. 1900. Capturado em 26 fev. 2015. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;[https://www.jusbrasil.com.br/diarios/1686384/pg-7-secao-1-diario-oficial-da-uniao-dou-de-10-11-1900 &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;https://www.jusbrasil.com.br/diarios/1686384/pg-7-secao-1-diario-oficial-da-uniao-dou-de-10-11-1900&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- SANGLARD, Gisele; COSTA, Renato da Gama-Rosa. &#039;&#039;&#039;Porto d´Ave projetos para a saúde 1920-1940.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz, [2007].&#039;&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- &amp;lt;span style=&amp;quot;letter-spacing:-.2pt&amp;quot;&amp;gt;SEIDL, Carlos. O Quarto centenario da febre amarela (bosquejos de hygiene social). &#039;&#039;Revista Brazileira&#039;&#039;, Rio de Janeiro, Primeiro anno, Tomo Segundo, p.101-113, 15 abr. 1895. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. Hemeroteca Digital Brasileira. Capturado em 6 out. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;[http://memoria.bn.br/DocReader/139955/7443 &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;http://memoria.bn.br/DocReader/139955/7443&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- SEIDL, Carlos. (a). &#039;&#039;&#039;O isolamento nosocomial. Contribuição para o estudo da prophylaxia defensiva no Rio de Janeiro pelo Dr. Carlos Seidl. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Typographia Besnard Fréres, 1897.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- SEIDL, Carlos.(b). &#039;&#039;&#039;A proposto da Serumtherapia da Febre Amarella segundo o methodo do Dr.Ph. Caldas (do Rio Grande) pelo Dr. Carlos Seidl.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Typographia Besnard Fréres, 1897.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- SEIDL, Carlos. &#039;&#039;&#039;O tratamento da febre amarella no Hospital de S. Sebastião pelo Dr. Carlos Seidl.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro, Typographia Besnard Frères, 1900. (&amp;lt;u&amp;gt;[[Fontes de informação#BCOC|BCOC]]&amp;lt;/u&amp;gt;)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- SEIDL, Carlos. &#039;&#039;&#039;A proposito da pandemia da grippe em 1918. Factos e argumentos irrespondiveis&#039;&#039;&#039;. Rio de Janeiro: Typ. Besnard Frères, 1919. &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;(&amp;lt;u&amp;gt;[[Fontes de informação#BCOC|BCOC]]&amp;lt;/u&amp;gt;)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- SEIDL FIHO, Carlos; SEIDL, Roberto. Carlos Seidl. In: NASCIMENTO, Alfredo; FERRARI, Antonino; FONTES, Antonio; PRADO JUNIOR, Antonio; SEIDL FILHO, Carlos; FRAGA, Clementino et al. &#039;&#039;&#039;Carlos Seidl. “In memoriam”. &#039;&#039;&#039;Reimpresso da “Revista Medico-Cirurgica do Brasil”, nº 11, novembro de 1929, anno XXXVII.&amp;amp;nbsp; Rio de Janeiro: [s.n.], 1929. pp.7-34.&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- SOUZA, Luiz de Castro. Carlos Seidl e a Saúde Pública Nacional. &#039;&#039;Revista Brasileira de Medicina&#039;&#039;, v.25, n.1, p.73-74, jan. 1968.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- SOUZA, Luiz de Castro. Carlos Seidl. Uma figura humana. &#039;&#039;Revista Brasileira de Medicina&#039;&#039;, v.25, n.8, ago. 1968.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- &amp;lt;span style=&amp;quot;letter-spacing:-.5pt&amp;quot;&amp;gt;SOUZA, Luiz de Castro. &#039;&#039;&#039;Carlos Seidl e a saúde pública nacional&#039;&#039;&#039;. Rio de Janeiro: [s.n.], 1968.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- SOUZA-ARAÚJO, Heraclides Cesar de. &#039;&#039;&#039;História da Lepra no Brasil: período republicano (1890-1952)&#039;&#039;&#039;. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1956&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;-TORRES, Theophilo.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span lang=&amp;quot;FR&amp;quot; style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;La Campagne Sanitaire au Brésil.&#039;&#039;&#039; Faits et Documents par le Dr. Theophilo Torres, Délégué Sanitaire, Vice-Président de l´Academie nationale de Médecine.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;Paris: Société Génerale d&#039;Impression, 1913. In: WELLCOME COLLECTION. Capturado em 1°out 2020. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;[https://dlcs.io/pdf/wellcome/pdf-item/b21352100/0 &amp;lt;span lang=&amp;quot;FR&amp;quot; style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;https://dlcs.io/pdf/wellcome/pdf-item/b21352100/0&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-bottom:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- VAE inaugurar-se no Rio o Museu de Hygiene. “A Noite” visita o Museu. &#039;&#039;A Noite&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno II, n.349, p.1, 27 de agosto de 1912. &amp;amp;nbsp;BIBLIOTECA NACIONAL. Digital. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital.&#039;&#039;&#039; Capturado em 11 abr. 2016. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;[http://memoria.bn.br/DocReader/348970_01/1553 &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;http://memoria.bn.br/DocReader/348970_01/1553&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:107%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa - Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:107%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Redação - Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:107%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Revisão - Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:107%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Forma de citação&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Dicionário Histórico-Biográfico das Ciências da Saúde no Brasil (1832-1970)&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    [[Category:Verbetes]] [[Category:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Rachel.froes</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=SANTA_CASA_DA_MISERIC%C3%93RDIA_DO_RIO_DE_JANEIRO&amp;diff=1576</id>
		<title>SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DO RIO DE JANEIRO</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=SANTA_CASA_DA_MISERIC%C3%93RDIA_DO_RIO_DE_JANEIRO&amp;diff=1576"/>
		<updated>2023-08-24T18:20:32Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Rachel.froes: /* Fontes */ alteração data rodapé&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Denominações:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro (1582); [[SANTA_CASA_DE_MISERICÓRDIA_DO_RIO_DE_JANEIRO|Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro]]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;A Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro foi fundada em meados do século XVI, em data incerta, na praia de Santa Luzia, atual rua de Santa Luzia, na cidade do Rio de Janeiro. Além de seus objetivos assistencialistas, firmou-se também ao longo dos séculos como espaço de exercício e ensino da medicina. A partir de 1813, a instituição passou a ceder parte de suas dependências para o funcionamento da Academia Médico-Cirúrgica do Rio de Janeiro, depois Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro. Mesmo depois de 1918, quando a Faculdade ganhou sede própria, a Santa Casa continuaria acomodando seu instituto anatômico, biblioteca e diretório acadêmico até os anos de 1940.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Histórico&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O nome Misericórdia era uma das antigas invocações da Virgem Maria, que foi utilizado entre 1240 e 1350 para nomear uma irmandade em Florença - Nossa Senhora da Misericórdia. Segundo alguns estudiosos, esse fato teria influenciado Portugal ao criar uma irmandade de mesmo nome. A bandeira de todas as Misericórdias, através de sua pintura, representava a igualdade com que a Mãe de Deus favorecia e recolhia todos debaixo do seu manto.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Formada por uma irmandade leiga, a Santa Casa da Misericórdia teve origem em Portugal no final do século XV. Sua fundação na historiografia existente costuma ser atribuída ao Frei Miguel de Contreras. Nascido na Espanha, o Frei radicou-se em Lisboa, onde teve o apoio da rainha Dona Leonor, viúva de Dom João II, rei de Portugal falecido em 1495. De origem nobre, Miguel de Contreras exerceu professorado em teologia e foi pregador, visitando frequentemente os palácios reais. Frei Miguel de Contreras organizou assim, seu primeiro hospital às portas de Santo Antônio da Sé, num casarão em ruínas, mantido graças às esmolas que levantava junto aos seus devotos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 15 de agosto de 1498, foi fundada, então, a confraria da Misericórdia, sob a real proteção de Dona Leonor, que mandou edificar o hospital de Caldas da Rainha e com a colaboração de seu irmão Dom Manuel I, então rei de Portugal, deu prosseguimento às obras de instalação do Hospital Real de Todos os Santos, iniciado por Dom João II em 1492, bem antes da confirmação legal da Irmandade da Misericórdia de Lisboa em 29 de setembro de 1498. Somente em 1502, foi instalado então o Hospital Real de Todos os Santos, que tinha por fim concentrar todos os hospitais e hospícios da capital portuguesa em um só. Finalizado em 27 de junho de 1564, foi entregue à Misericórdia pelo cardeal Dom Henrique, então regente do trono português.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O mais antigo “Compromisso” da Misericórdia de Lisboa data, portanto, de 29 de setembro de 1498 (data da aprovação do alvará). A partir da 3ª ou 4ª reforma, foram acrescentadas apenas as matérias acerca do dote das órfãs e da doação do Hospital Real de Todos os Santos (1618).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A necessidade de internação de pacientes destituídos de recursos ou recém-chegados ao Brasil, sem família e moradia, acarretou logo no século XVI, a criação das Santas Casas da Misericórdia, segundo os moldes da estabelecida em Lisboa.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1532, a expedição de Martim Afonso de Souza deu origem ao primeiro núcleo colonial - a vila de São Vicente, no atual litoral do estado de São Paulo. Este núcleo se estendeu mais tarde até o interior, originando o povoado de Santos, fundado por Brás Cubas, onde, segundo alguns historiadores, teria sido organizada, em 1543, a primeira Santa Casa no Brasil (CAMPOS, 1943). O surgimento das Santas Casas coincidiu com uma nova política de ocupação de terras inaugurada pela Coroa portuguesa, promovendo a intervenção direta dos empreendedores europeus na esfera da produção, conforme a legislação das sesmarias e o estabelecimento de capitães donatários, todos fidalgos da pequena nobreza, segundo a prática feudal lusa.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1548, a Coroa portuguesa resolveu intervir mais diretamente na questão do povoamento do território brasileiro, nomeando como primeiro governador-geral, Tomé de Souza, fidalgo e rico aventureiro da carreira das Índias. O governo de Tomé de Sousa (1549-1553) foi sucedido por outros quatro governadores-gerais até a União Ibérica em 1580, quando o reino de Portugal se uniu ao de Espanha. A crise do Império do Oriente, onde os portugueses estavam sendo gradativamente substituídos por outras nações; as pressões da burguesia mercantil lusitana para ter cada vez mais acesso ao mercado espanhol na América; a profunda crise nacional que Portugal atravessava com a morte do rei Dom Sebastião, que foi substituído por seu tio, o cardeal Dom Henrique; e profundas ligações entre as duas nobrezas, concretizadas nos laços matrimoniais, foram elementos determinantes para a aceitação de Felipe II da Espanha como rei também de Portugal.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O domínio espanhol sobre o Brasil foi importante na formação de várias das nossas instituições, entre elas a Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro e outras que se disseminaram ao longo dos séculos pelas principais cidades e vilas.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro foi fundada em meados do século XVI, em data incerta, na praia de Santa Luzia no 2, atual rua de Santa Luzia no 206, onde permanece até hoje. A sua criação costuma ser atribuída por vários estudiosos ao padre José Anchieta, da Companhia de Jesus, que chegara ao Brasil na esquadra do segundo governador-geral, Duarte da Costa, em 1553. Em março de 1582, Anchieta teria acudido a esquadra espanhola comandada pelo almirante Diogo Flores Valdez com destino ao Estreito de Magalhães, que aportara no Rio de Janeiro devido a enfermidades que acometeram sua tripulação. Providenciando agasalhos e remédios, o jesuíta, para abrigar os enfermos, mandara construir um barracão de palma coberto de sapé na orla marítima do morro do Castelo, que teria dado origem à Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro e, possivelmente, ao primeiro hospital da cidade.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Houve outros estudos, contudo, que consideraram a data de fundação da Santa Casa anterior a 1582. Segundo o historiador Félix Ferreira (1899), a instituição teria sido criada em 1545 ou 1547, antes da fundação da cidade do Rio de Janeiro (1565), coincidindo com os primeiros núcleos de povoamento das margens da Baía de Guanabara. No período da União Ibérica (1580-1640), em alvará datado de 6 de outubro de 1605, o rei Dom Felipe II de Espanha e I de Portugal concedia à entidade os mesmos benefícios desfrutados pela Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, em vista do que alegavam &amp;amp;nbsp;seu provedor e irmãos de que já havia sessenta anos que “existia casa com hospital para enfermos, sacristia, parlatório e é uma das boas da costa, e a algumas faz vantagem notável com sempre ter sua irmandade guardado o Compromisso, fazendo muitas esmolas, casando órfãs e dando ordinárias todos os sábados, conforme a possibilidade da terra”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Já para Gabriel Soares de Sousa no “Tratado descritivo do Brasil”, em 1587, o hospital junto ao morro do Castelo teria sido iniciativa do terceiro governador-geral, Mem de Sá, com o apoio do padre da Companhia de Jesus, Manuel da Nóbrega. Em 1567, Mem de Sá em curta visita e permanência no Rio de Janeiro, depois da expulsão dos franceses, tratou não só do povoamento da cidade instalada por seu sobrinho, Estácio de Sá, em 1565, como promoveu importantes melhoramentos, entre os quais a construção de algumas igrejas com a sua Santa Casa da Misericórdia e hospital.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ainda sobre a data de criação da Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro, José Vieira Fazenda (1902) procurou conciliar as opiniões divergentes, admitindo que os primeiros povoadores tenham sido os fundadores da Misericórdia e que os irmãos desta, animados e auxiliados pelo jesuíta José de Anchieta, tenham edificado o hospital em 1582, com o propósito de nele abrigar os doentes da armada espanhola. De uma forma ou de outra, todos os que discorreram sobre o tema, concordaram que a Santa Casa surgiu ou foi ampliada nesta data, por influência de José de Anchieta.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Depois da expulsão dos franceses do Rio de Janeiro pelo governador geral Mem de Sá, a cidade devido aos seus recursos econômicos naturais, à sua importância estratégica e ao prestígio de seu governante Cristóvão de Barros (1573-1575) perante o rei, tornou-se um centro direto de ação da metrópole, que nesta época dividiu a colônia em dois governos distintos: o das colônias do Sul, cuja sede era o próprio Rio de Janeiro, e o das colônias do Norte, com sede na Bahia. Embora tal divisão tenha sido abolida poucos anos depois (1577), o Rio de Janeiro continuou a ser a metrópole do Sul, centro de resistência contra agressões externas e ponto de irradiação da colonização no território fluminense. A cidade na época somava uma população de 3.850 habitantes, a maior parte índios, e somente 750 portugueses e 100 africanos. A vida econômica da cidade ao longo do século XVI baseava-se primordialmente nos engenhos de açúcar, que inicialmente contaram com a mão-de-obra escrava indígena e, mais tarde, com os negros africanos de Angola. Por outro lado, a falta de políticas de higiene pública e saneamento propiciaram freqüentes epidemias de cólera, febre amarela e varíola, entre outras doenças que atingiam sua população.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro, regida pela de Lisboa e com os mesmos propósitos desta, foi criada visando acolher os presos, alimentar os pobres, curar os doentes, asilar os órfãos, sustentar as viúvas, enfim, para ser a casa a serviço dos mais carentes, desassistidos e abandonados. Quanto ao tratamento dos doentes em seus dois primeiros séculos de existência, contou apenas com um físico e um cirurgião efetivos, além dos que se ofereciam para auxiliá-los em troca do internamento de doentes particulares e uso das instalações, entre outros interesses. A instituição foi regida pelo “Compromisso” da Misericórdia de Lisboa, do ano de 1618, confirmado pelo alvará de 18/10/1806, alterado pela deliberação da Mesa de 13/05/1838 e reformado em 30 de maio de 1907. A Irmandade da Misericórdia de Lisboa, por sua vez, teve seu primeiro “Compromisso” impresso em 1516, provavelmente já reformado do original de 1499. Este “Compromisso”, que se perdeu com a destruição dos arquivos em conseqüência do terremoto de 1755, dividia-se em 19 capítulos e referia-se inicialmente às 14 obras de misericórdia, sendo sete espirituais: “ensinar os ignorantes, dar bom conselho, punir os transgressores com compreensão, consolar os infelizes, perdoar as injúrias recebidas, suportar as deficiências do próximo, orar a Deus pelos vivos e pelos mortos”; e sete corporais: “resgatar cativos e visitar prisioneiros, tratar os doentes, vestir os nus, alimentar os famintos, dar de beber aos sedentos, abrigar os viajantes e os pobres e sepultar os mortos” (Apud ACADEMIA ..., 1994). Essas obras, a hierarquia entre os irmãos, o modo de enterrar os irmãos, além de outras incumbências, deviam ser cumpridas por seus membros. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Somente em 1618, o “Compromisso” da Misericórdia de Lisboa passou por sua primeira reforma substancial, assumindo um formato que se manteve praticamente inalterado até o século XIX. Esse “Compromisso” de 1618 ganhou mais 22 capítulos, trazendo uma descrição detalhada de como deveriam ser as eleições, das funções e habilidades específicas exigidas a cada um dos integrantes da mesa, além de aumentar a quantidade de irmãos da confraria. As rígidas exigências para a admissão na instituição foram mantidas:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“1 - ser puro de sangue há pelo menos duas gerações, o que equivale dizer: não ter sangue de negro, mouro ou judeu. Tal exigência também recaía sobre a mulher do candidato [esta regra foi abolida no século XIX]; 2 - ser livre de toda infâmia de fato e de direito; 3 - ter idade conveniente: pelo menos 25 anos no caso de ser solteiro; 4 - não servir à casa por salário; 5 - ser isento de trabalhar com suas próprias mãos: em caso de ser oficial mecânico&#039;, ser dono de sua tenda; 6 - ser de bom entendimento e saber: que saiba ler e escrever; 7 - ter tenda suficiente para acudir ao serviço da irmandade quando necessário e para não ser suspeito de aproveitar do dinheiro da instituição em benefício próprio.” (Apud MELO, 1997)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O ingresso na Irmandade da Misericórdia significava, assim, o reconhecimento social das posses e a possibilidade de ampliá-las, já que os créditos bancários e comerciais abriam-se para o associado (COIMBRA, 1986).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Provedores da Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br/&amp;gt; O “Compromisso” da Misericórdia estabelecia que os Provedores fossem:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“homens de autoridade, prudência, virtude, reputação e idade, de maneira que os outros irmãos possam reconhecer como cabeça e lhes obedeçam com mais facilidade; e ainda que por todas as sobreditas partes o mereça, não poderá ser eleito de menos idade de quarenta anos” (ZARUR, 1985, p. 34).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O cargo de provedor era assim geralmente ocupado por políticos influentes, nobres titulares ou ricos comerciantes. De 1582 até 1671 pouco se sabe sobre a instituição, pois um de seus provedores, Thomé Corrêa de Alvarenga, ordenou que fossem inutilizados todos os documentos e livros relativos à Santa Casa, que se encontravam estragados pelos cupins e pela umidade. Sendo assim, durante esses 89 anos a Irmandade da Misericórdia teve 30 provedores, tais como os governadores da capitania e capitães-generais Martim de Sá, em 1605, e seu filho Salvador Corrêa de Sá e Benevides, que ocuparia o cargo por quatro vezes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Com a criação do vice-reinado no Brasil e a transferência da sede da capital da colônia de Salvador para a cidade do Rio de Janeiro, em 1763, a provedoria passou a ser ocupada por vice-reis, tais como o Marquês de Lavradio (Luiz de Almeida Portugal Soares Alarcão Eça Mello Silva Mascarenhas) que, a partir de &amp;amp;nbsp;1774, adotou medidas econômicas severas para recuperar a saúde financeira da Irmandade; e o Conde de Resende (José Luiz de Castro 1793-1802), quando a assistência à população do Rio de Janeiro foi prejudicada devido à medida do Marquês de Pombal (Sebastião José de Carvalho Melo) que, através do alvará de 1796, colocou à venda todos os bens da Irmandade.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Segundo nos relatou Dahas Chade Zarur (1985), até o fim do século XVIII a Santa Casa permaneceu sem grandes chances de recuperação econômica devido principalmente às manobras de alguns vice-reis, como o Conde de Resende, que prejudicaram a instituição deixando de prestar-lhe socorro. Ainda conforme Zarur, “a presença da família real não foi das mais úteis à Irmandade”, e durante todo o reinado de Pedro I, a Casa sempre esteve em conflito com o Imperador, por recusar-se a ser mera tutelada de seu Ministério. D. Pedro I usou de sua influência para a nomeação de vários provedores que passaram pela Misericórdia.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Na ocasião em que a família real voltou para Lisboa e D. João VI passou o governo ao Príncipe-Regente, em 1821, o provedor da Santa Casa foi o Coronel Comendador Custódio Moreira Lírio, responsável pela implantação da primeira loteria, com a renda destinada inicialmente para o Recolhimento de Órfãs, tendo também algumas cotas voltadas para a Casa dos Expostos e para os Seminários de São José e São Joaquim, todos órgãos da Santa Casa.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1828, ocupava a Provedoria Joaquim Antônio Ferreira, futuro Visconde de Guaratiba, cuja maior preocupação foi manter os enfermos da Santa Casa longe da epidemia de varíola. Ele indicou para irmão da confraria seu amigo, o português José Clemente Pereira, que combateu as tropas invasoras de Napoleão Bonaparte em Portugal e que, mais tarde, tornou-se provedor-mor da Misericórdia.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;José Clemente Pereira (1838-1854):&#039;&#039;&#039; Essa provedoria destacou-se das demais pelo fato de o provedor ter ocupado o cargo por longo período, e por ter promovido ampliações nos serviços prestados pela Santa Casa. &amp;amp;nbsp;José Clemente Pereira tomou posse em 25 de julho de 1838 e permaneceu na Provedoria até 10 de março de 1854, quando faleceu. Foi Membro do Conselho de Estado dos dois únicos imperadores do Brasil, ocupando vários outros cargos políticos importantes, como os de Ministro da Fazenda, da Guerra e da Justiça, e Presidente do Tribunal do Comércio. Participou ativamente das campanhas do Partido Conservador, do qual era líder consagrado, atuando como Presidente do Senado e da Câmara, e foi um dos responsáveis pelo episódio do &amp;quot;Fico&amp;quot; de Dom Pedro I, por ocasião da independência do Brasil do Reino de Portugal. Desde 1822, quando Clemente Pereira começou a exercer influência sobre a família imperial, os conflitos com Pedro I foram amenizados. Na época em que assumiu a função de provedor, o Rio de Janeiro pouco diferia dos primeiros tempos da colônia no que diz respeito ao aspecto sanitário, de higiene e ao progresso material de uma maneira geral. No segundo quartel do século XIX, a Corte contava com mais de 200 mil habitantes. A mortalidade alcançava cifras elevadas devido à precariedade da assistência prestada à população e à ausência de medidas preventivas para conter diversas moléstias graves. O único nosocômio para os pobres era o da Santa Casa, que se encontrava desaparelhado. O patrimônio da Irmandade da Misericórdia naquele tempo era de 187 prédios, foro de 38 terrenos e 151 de outros tantos valores. O Hospital Geral da Santa Casa do Rio de Janeiro, situado no Largo da Misericórdia, era pequeno e inadequado, tornando-se insuficiente para atender a população da cidade que crescia. Nos primeiros anos de sua existência, a situação de algumas enfermarias que se encontravam abaixo do nível do solo, praticamente sem luz, era agravada pelo fato de o hospital não possuir esgoto nem água para o serviço interno, além de ficar junto a um cemitério que recebia três mil corpos todo ano. Para reverter tal quadro, José Clemente Pereira decidiu construir um outro edifício, propondo em Mesa Conjunta de 30/07/1838, que se fizesse a planta do novo hospital, que ficaria a cargo da [[ACADEMIA_IMPERIAL_DE_MEDICINA|Academia Imperial de Medicina]]. Atendendo a uma antiga reivindicação dos médicos da instituição, promoveu em julho de 1839 a transferência do cemitério localizado no interior do Hospital, e da Igreja da Santa Casa, para outro lugar mais afastado do centro da cidade. Desde a lei municipal de 04/10/1830, haviam sido proibidos os sepultamentos nas igrejas, sacristias e conventos. Desse modo, foi instalado o Campo Santo da Misericórdia na Ponta do Caju. Nos anos de 1850, disputando com a Ordem de São Francisco de Paulo, Clemente Pereira obteve a concessão dos serviços funerários pelo Governo Imperial. Dessa forma, a Irmandade adquiriu vários terrenos, ampliando o Campo Santo da Ponta do Caju que passou a se chamar Cemitério de São Francisco Xavier e criando, em Botafogo, o Cemitério de São João Batista. Em 2 de julho de 1840 foi lançada a pedra fundamental do edifício, onde seria instalado o citado Hospital, na rua Santa Luzia. A solenidade contou com a presença do Imperador Pedro II, ainda menor de idade, das Princesas e do Regente do Império, Pedro de Araújo Lima. Inaugurado em 27 de julho de 1852, sua planta original, de autoria do engenheiro Domingos Monteiro, foi modificada em alguns pontos por José Maria Jacinto Rebelo, discípulo do artista francês Grandjean de Montigny, que adotou um estilo neoclássico. Com fins de fornecer acomodações mais apropriadas para os doentes mentais que se encontravam em precárias condições na enfermaria daquele Hospital, Clemente Pereira durante sua gestão promoveu também a construção de um hospício para acolhê-los, situado na Praia Vermelha. Em 1842, foi iniciada a construção do prédio, inaugurado em novembro de 1852 com o nome de Hospício de Pedro II, onde funcionam hoje algumas dependências da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Honório Hermeto Carneiro Leão (Visconde e Marquês do Paraná) (1854-1856): &#039;&#039;&#039;Deputado e Ministro da Justiça, ajudou a fundar o Partido Conservador, foi Ministro no Prata (Montevidéu, 1851) e promoveu a criação das províncias do Amazonas e do Paraná. Encontrando a confraria em déficit, não obstante sua breve passagem pela Provedoria, envidou esforços para combater a terrível epidemia de cólera que assolava a Corte e melhorou a sorte das órfãs, dos expostos e enfermos, mantendo-os afastados dos doentes contaminados. Durante a sua administração a Enfermaria da Gamboa passou a ser o Hospício de Nossa Senhora da Saúde. Faleceu no dia 3 de setembro de 1856, provavelmente por ter contraído cólera dos doentes da Santa Casa, aos quais devotou sua atenção.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Miguel Calmon du Pin Almeida (Visconde e Marquês de Abrantes) (1857-1865): &#039;&#039;&#039;Conselheiro, Ministro, Senador e Deputado, chegou a ser Mordomo (administrador, importante cargo na Irmandade da Misericórdia) do Recolhimento das Orfãs e das Desvalidas antes de ser eleito provedor da Santa Casa e tomar posse em 5 de julho de 1857. Realizou diversos melhoramentos e acréscimos à construção do novo Hospital Geral, iniciada por José Clemente Pereira. Obteve do Governo Imperial auxílios e concessões que foram muito úteis às obras assistenciais da confraria. Em sua gestão, também reformou os Estatutos da instituição e montou um consultório oftamológico no próprio hospital da Santa Casa. Foi reeleito duas vezes para a função de provedor, porém não concluiu o último período, falecendo a 5 de outubro de 1865.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Zacharias de Góes e Vasconcellos (1866-1877): &#039;&#039;&#039;Conselheiro, Ministro, Governador, Chefe de Gabinete, Senador e Deputado, teve seu mandato iniciado em 28 de julho de 1866. Assinalou uma das fases mais promissoras da Misericórdia com o término das obras do hospital. Faleceu no exercício do cargo em 1877, encerrando sua gestão com saldo em seus cofres, um fato inédito.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;José Ildefonso de Souza Ramos (Barão de Três Barras, e Visconde de Jaguari) (1879-1883): &#039;&#039;&#039;Durante sua gestão foram instalados os serviços de tratamento através da hidroterapia e eletricidade, e foi inaugurada uma clínica para alienados no Hospício de Dom Pedro II. Cedeu ao Governo amplas salas no Recolhimento das Órfãs para novas aulas e gabinetes da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro. Além dessas medidas, autorizou o tratamento homeopático, com a inauguração de um consultório em 1880 e, posteriormente, com a criação da sexta enfermaria, sob a direção do Conselheiro Saturnino Soares de Meirelles, presidente do Instituto Hahnemanniano do Brasil.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;João Maurício Wanderley (Barão de Cotegipe) (1883-1889): &#039;&#039;&#039;Último provedor do Império, era banqueiro e renomado financista. Foi ministro várias vezes e presidente do Banco do Brasil. Obteve doações de amigos para saldar dívidas, entre eles o Barão de Ardora e Conde de Mesquita. Restaurou a capela, realizou obras em todo o sistema hospitalar e educacional, e fundou o Hospital Nossa Senhora das Dores, no bairro de Cascadura, inaugurado em 8 de dezembro de 1884, e destinado ao tratamento de tuberculosos. Dois anos mais tarde, enviou à Europa o médico Augusto Ferreira dos Santos, a fim de que este conhecesse a vacina contra a raiva descoberta por Louis Pasteur. A 25 de fevereiro de 1888 inaugurou mais um órgão da Santa Casa, o Instituto Pasteur do Rio de Janeiro, o primeiro da América do Sul, localizado na rua das Laranjeiras, em prédio de propriedade da Viscondessa de Araújo. Em seu primeiro ano de funcionamento socorrera cerca de 226 pessoas. Ainda durante sua administração instalou o Asilo Santa Maria, na rua da Passagem, numa dependência de outro estabelecimento da confraria. Faleceu em fevereiro de 1889, sendo substituído pelo Conselheiro Manoel de Oliveira Fausto, que permaneceu por dez dias no cargo.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Jerônimo José Teixeira Júnior (Visconde de Cruzeiro) (mar./dez.1889): &#039;&#039;&#039;Com seus esforços conseguiu angariar doações para a criação do Asilo da Misericórdia, destinado a receber as meninas que viviam no hospício da Misericórdia.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Paulino José Soares de Souza (1890-1901): &#039;&#039;&#039;Assumiu a Provedoria da Misericórdia já sob o regime republicano, que trouxe de volta os conflitos entre o governo e a Irmandade, deflagrados por conta do decreto de 11/01/1890, que desanexou o Hospício de Pedro II da Santa Casa. As dificuldades também se deveram aos constantes aumentos de impostos que recaíram sobre a instituição, sobretudo na fase do Encilhamento, o que provocou violenta especulação e quase levou o país à falência, sob a presidência do Marechal Deodoro da Fonseca, cujo Ministro da Fazenda era Rui Barbosa. Sob a gestão de Soares, os leitos do Hospital Geral da Santa Casa acolheram parte dos feridos que participaram da revolta da Armada contra o segundo presidente republicano Floriano Peixoto. Ainda na sua administração foi fundado o Asilo de São Cornélio, mais um estabelecimento de amparo à infância e à juventude, instalado na antiga residência do empresário fluminense Joaquim Cornélio dos Santos, na rua do Catete. Deixou o cargo sem completar o mandato, por ocasião do seu falecimento em 1901, quando então assumiu a Provedoria o Escrivão da Irmandade Francisco do Rego Barros Barreto, o segundo cargo mais importante na estrutura hierárquica da instituição que, conforme determinava o “Compromisso”, deveria assumir a gestão da Casa até a eleição do novo provedor.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Miguel Joaquim Ribeiro de Carvalho (1902-1938): &#039;&#039;&#039;Senador, exerceu o maior período da Provedoria. Atraiu à Irmandade figuras importantes da vida nacional como Prudente de Morais Filho, Conde Cândido Mendes, Conde Afonso Celso, Rui Barbosa, Guilherme Guinle e Lineu de Paula Machado, entre tantos outros. Com a demolição do Morro do Castelo, transferiu o hospital de crianças São Zacharias para a entrada do Túnel Novo, modernizando sua aparelhagem e atendendo a demanda por assistência à infância pobre que havia na Zona Sul. Durante sua gestão, com a epidemia de gripe espanhola que chegara ao Brasil em 1918, ao final da Primeira Guerra Mundial, os gastos no tratamento dos enfermos com a nova doença deixaram a Santa Casa mais uma vez em déficit. Foi responsável pelo reaparelhamento da oficina gráfica da Casa dos Expostos que, a partir do final do primeiro quartel do século XX, passou a imprimir o Relatório Anual, tarefa até então realizada pelo &#039;&#039;Jornal do Commercio&#039;&#039;. Deixou a Provedoria após 36 anos de gestão.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Estrutura e funcionamento&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A assistência pública no Brasil não recebia subvenções e era administrada por particulares. As associações que se incumbiam da assistência dividiam-se em duas categorias: as que distribuíam auxílio a todos os necessitados em geral tendo como modelo a Santa Casa da Misericórdia, e as que se ocuparam dos próprios sócios, tais como as Irmandades Religiosas, as Ordens Terceiras e as Associações de Beneficência, de socorro mútuo, representadas estas últimas, pelas Beneficências Portuguesas, com seus hospitais, havendo ainda associações beneficentes inglesas, francesas e italianas.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Antes da construção das Santas Casas, os soldados e marinheiros eram medicados nas residências dos povoadores. Depois de instaladas as Santas Casas, os militares passaram a ser internados nelas, sendo ali assistidos pelos cirurgiões e físicos. Até 1770, era destinado um conto de réis por ano à Misericórdia do Rio de Janeiro pelo El-Rei, a fim de cobrir os gastos da Santa Casa com a assistência hospitalar aos soldados da guarnição de terra, aos marinheiros e aos galés da capitania. As Irmandades da Misericórdia eram as únicas em condições de prestarem assistência aos soldados enfermos e feridos até o século XVIII, quando foram criados os hospitais militares por iniciativa do Marquês de Pombal, Sebastião José de Carvalho e Melo, chefe do governo metropolitano.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ao longo do século XIX e nas primeiras décadas do seguinte, a assistência hospitalar continuou a ser realizada em grande parte pelas Santas Casas, fundadas e mantidas pelas Irmandades da Misericórdia. Sem contar com o auxílio governamental, as Santas Casas viviam da caridade pública, muito incentivada na época do reinado de Dom Pedro II (1840-1889) pelos títulos nobiliárquicos e as comendas que o Imperador concedia aos homens e mulheres que faziam generosos donativos às Irmandades da Misericórdia. A Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro teve vários benfeitores que ajudaram a mantê-la através de donativos, entre os quais Inácio da Silva Medela, Padre Marcos Gomes Ribeiro, José de Sousa Barros, Capitão Manuel Mendes Salgado Guimarães, Tenente José Dias da Cruz, Antônio Rodrigues de Miranda, Dona Luísa Rosa Avondano Pereira, Thomé Ribeiro de Faria, Barão de Guapimirim.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Os governos Imperial e Provincial, embora não subvencionassem as Misericórdias, concediam-lhes vantagens e benefícios como a isenção de impostos, taxas, selos e o privilégio da organização de loterias, cuja renda proveniente da venda de bilhetes era aplicada no custeio das Santas Casas.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A Santa Casa do Rio de Janeiro e a da Bahia destacaram-se das demais em relação ao seu patrimônio, resultante de doações e legados além de bens imóveis e apólices da dívida pública. Sendo assim, nestas instituições alguns profissionais recebiam modestos vencimentos a partir do século XX. Todavia, o mais comum era que todos os médicos das localidades das diversas Santas Casas se revezassem no atendimento aos pacientes sem receber qualquer remuneração. A prestação de assistência médico-cirúrgica era gratuita.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O setor médico cirúrgico ficava a cargo dos médicos, enquanto a administração era da responsabilidade de leigos, ou seja, dos diretores da Irmandade da Misericórdia, provedores e mordomos. Estes contratavam Irmãs de Caridade, religiosas católicas das Ordens de São José e de São Vicente de Paulo, que se incumbiam da direção e dos serviços de todas as instituições mantidas pela Irmandade da Misericórdia. As irmãs eram responsáveis pela assistência imediata aos doentes e só não desempenhavam as funções de quarteiras e serventes, entregues a escravos e, depois, assalariados. Data de setembro de 1852, a vinda das Irmãs de Caridade da Associação de São Vicente de Paulo para assumirem trabalhos de enfermagem, serviço administrativo, assistencial e religioso na Santa Casa do Rio, ficando subordinadas diretamente ao Provedor (PADILHA, 1998).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A Santa Casa administrou e manteve várias instituições de caridade e/ou saúde na Corte como o Hospital Geral, o [[HOSPÍCIO_DE_PEDRO_II|&amp;lt;u&amp;gt;Hospício de Pedro II&amp;lt;/u&amp;gt;]], o Recolhimento de Órfãs, a Roda dos Expostos, a enfermaria de Nossa Senhora da Saúde, no Morro da Gamboa, e quatro consultórios gratuitos, todos, de certa forma, um prolongamento da sua obra social, além do serviço de enterros, cuja exclusividade existe até hoje junto com o controle de 13 cemitérios no Rio de Janeiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Recolhimento das Órfãs era destinado a abrigar meninas órfãs, filhas legítimas, cristãs velhas, donzelas desamparadas, com idade entre 9 e 11 anos. E a Roda dos Expostos tinha a função de acolher as crianças abandonadas, e que não tivesse sua filiação reconhecida (GANDELMAN, 2001).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A Irmandade da Misericórdia entre os séculos XVIII e XIX foi também mantenedora dos lazaretos instalados no país, que eram hospitais de quarentena nos quais se recolhiam os leprosos. A assistência médica era prestada por facultativos contratados pela Câmara Municipal ou pelo Governo da Província. Estes lazaretos foram extintos somente no século XX, quando os governos dos Estados criaram os hospitais-colônias, onde os doentes de hanseníase passaram a ser obrigatoriamente confinados.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A partir da metade do século XIX os alienados foram considerados doentes mentais e passaram a contar com hospitais especiais para seu acolhimento no Brasil. O Hospício de Pedro II foi o primeiro a propiciar um tratamento mais humano a esses doentes, à base de sedativos e de métodos terapêuticos preconizados pelo médico francês Philippe Pinel, que substituíram os métodos corretivos e de coerção. A Santa Casa do Rio de Janeiro foi, assim, pioneira na aplicação desses métodos de tratamento dos alienados, considerados mais modernos na época. Em 1844, durante a gestão de Clemente Pereira, foi enviado à Europa o médico Antônio José Pereira das Neves para visitar os manicômios e estudar os novos processos terapêuticos de Philippe Pinel. Com a República, o Hospício foi desvinculado da Santa Casa, passando à administração federal, quando seu nome foi mudado para Hospital Nacional dos Alienados.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro além de seus objetivos assistencialistas, firmou-se também ao longo dos séculos como espaço de exercício e ensino da medicina. Por ocasião da primeira reforma do ensino médico, em 1813, a [[ESCOLA_ANATÔMICA,_CIRÚRGICA_E_MÉDICA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Escola Anatômica, Cirúrgica e Médica do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], então denominada Academia Médico-Cirúrgica, se transferiu do Hospital Militar para as dependências da Santa Casa, ocupando duas salas de seu hospital. Desde então até o ano de 1918, quando foi finalizada a construção do prédio para acomodá-la, a [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]] ficou instalada nas dependências da Santa Casa. Entre 1856 e 1918, ocupou o imóvel vizinho ao Hospital Geral, onde funcionara anteriormente o Recolhimento das Órfãs. Este prédio, mesmo depois da transferência da Faculdade de Medicina para a Praia Vermelha, continuou acomodando o instituto anatômico, a biblioteca e o diretório acadêmico até os anos de 1940. Por outro lado, o terreno onde foi construído o prédio da Faculdade, na Praia Vermelha, pertenceu originalmente à Santa Casa, tendo sido adquirido no tempo da provedoria de José Clemente Pereira.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Desta forma, os doentes e cadáveres da Santa Casa foram utilizados para o ensino prático de anatomia e outras disciplinas do currículo da Faculdade. Os desentendimentos entre a Provedoria da Irmandade e a Congregação da &amp;lt;u&amp;gt;[[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro]]&amp;lt;/u&amp;gt; eram constantes e quase sempre diziam respeito ao controle das enfermarias ou ao espaço utilizado por professores e alunos. Os profissionais de medicina exigiam, em vão, a direção dos serviços de enfermagem e de farmácia, de economia doméstica e da própria chefia do hospital.&amp;lt;br/&amp;gt; Curar enfermos era apenas uma das sete “obras corporais” propostas pela Irmandade da Misericórdia em seu “Compromisso”. Na verdade, todos os piedosos benefícios e obras de caridade feitas pelos católicos que ajudavam a Santa Casa encontravam-se nos evangelhos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Hospital Geral da Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br/&amp;gt; A Santa Casa tinha a grande responsabilidade de manter o maior hospital do Rio de Janeiro até o final do século XVIII, que oferecia assistência à população pobre da cidade e seus arredores, sem distinção de raça ou nacionalidade. A maior causa dos constantes desentendimentos entre a Irmandade e as autoridades da província do Rio de Janeiro, ao longo os séculos XVII e XVIII, estava relacionada aos serviços prestados pelo hospital aos militares adoentados e feridos, pois vários governantes se recusavam a cumprir as determinações régias que estipulavam um pagamento anual à instituição religiosa, a fim de cobrir os gastos das tropas militares que sempre foram acolhidas pela Misericórdia, mesmo depois do estabelecimento do hospital militar.&amp;lt;br/&amp;gt; A Misericórdia não se preocupava apenas em garantir cuidados médicos a seus enfermos, mas também tratava de oferecer a todos os internos conforto espiritual, contando com a ajuda de um sacerdote, o “capelão da agonia”, que celebrava missas no hospital e ministrava os sacramentos da comunhão, confissão e extrema-unção, ratificando assim a proposta contida em seu regulamento, que procurava o bem-estar do corpo e da alma dos que se encaminhavam à Santa Casa.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;As despesas de grande parte dos seus enfermos eram de sua responsabilidade, fornecendo-lhes toda a assistência médica e espiritual, além do sustento durante a internação. Entretanto, alguns doentes arcavam com os custos de sua estadia e dos remédios e cuidados necessários à cura, pagando ao nosocômio da Irmandade uma diária. Entre julho de 1809 e junho de &amp;amp;nbsp;1810, &amp;amp;nbsp;o hospital recebeu cerca de 1.545 enfermos pobres, dos quais 293, aproximadamente, tiveram condições de pagar suas despesas.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No caso de internação de escravos, cobrava-se uma diária ao seu respectivo senhor, mais os custos com os medicamentos fabricados na botica do hospital e, se fosse preciso, as despesas com o funeral do paciente. Na verdade, o socorro prestado pelo hospital aos escravos quase nunca era pago pelos seus donos que, em última instância, acabavam doando o cativo à Irmandade.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Os recursos da Santa Casa para manter o Hospital Geral provinham em parte destes pagamentos, além de certos privilégios concedidos pela realeza, como o monopólio do aluguel de esquifes e, principalmente, dos legados e doações feitas por particulares, que deixavam imóveis e dinheiro para a Irmandade em troca da celebração de missas pela sua alma, ou mesmo doações de pessoas que, tendo usufruído do atendimento do hospital e sem condições de pagar o próprio tratamento, deixavam os poucos bens que possuíam para tentar ressarcir a instituição de alguma forma. Contudo, essas doações e legados eram consideradas insuficientes para manter as contas da Santa Casa estáveis, o que dificultava a administração do hospital e das outras instituições mantidas pela confraria.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Segundo o autor Luiz Octávio Coimbra (1986), seus administradores sempre alegavam dificuldades financeiras como estratégia para justificar a concessão de novos privilégios, visto que nem sempre as dívidas apresentadas eram, de fato, reais. Através de consulta à receita da Irmandade ao longo dos anos, Coimbra concluiu que a maior parte dos legados e doações recebidos não eram aplicados na filantropia, sendo desviados para a conservação e ampliação do patrimônio financeiro e imobiliário da confraria. Neste sentido, tornou-se expressiva a declaração do provedor Miguel de Carvalho com relação ao período de 1902 a 1906: “quase duplicamos o patrimônio constituído de títulos; restauramos e melhoramos sensivelmente parte do patrimônio predial, elevando de modo apreciável a sua renda” (Apud COIMBRA, 1986, p. 44). Os serviços hospitalares ficaram então prejudicados, não conseguindo responder às necessidades da população carente que se diversificava e crescia nos primeiros anos do século XX. A forma adotada para minimizar esse problema foi a cobrança na prestação de serviços médicos e hospitalares, evitando-se internamentos gratuitos. A partir de 1917, a Irmandade passou a exigir a apresentação de atestado de pobreza para que o enfermo tivesse atendimento gratuito, tornando-se igual o número de enfermos contribuintes e internos gratuitos. Além disso, os enfermos que pagavam pelos serviços começaram a ter atendimento diferenciado, diminuindo as taxas de mortalidade nos hospitais.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Assistência aos Presos&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br/&amp;gt; A assistência aos presos era uma das principais obras do “Compromisso” da Misericórdia, que lhes fornecia roupas e alimentos, além de auxílio médico e jurídico, conforto espiritual e sepultamento dos que eram condenados à morte.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Os Mordomos dos presos eram os irmãos da Misericórdia responsáveis pela seleção dos prisioneiros que poderiam ser socorridos pela instituição. Eles deveriam confirmar o estado de pobreza e desamparo em que se encontrava o preso e julgar o requerimento daqueles que se dirigiam à Mesa da Santa Casa em busca de ajuda. O requerente deveria se encontrar há mais de um mês na cadeia e a sua acusação não poderia ser por dívidas.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Os recursos destinados aos presos vinham sobretudo de concessões feitas pelos monarcas diretamente à Misericórdia, que sempre recorria aos privilégios régios à medida que o número de presos crescia na capital do Império.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em relação aos escravos presos, a Santa Casa costumava cobrar de seus senhores as despesas relativas à proteção do respectivo cativo encarcerado, porém era bastante comum não receber um só centavo pela caridade prestada.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Outra prática da Santa Casa em benefício dos necessitados em questão foi a de apresentar, em datas comemorativas, uma lista com o nome de vários presos a Dom João VI, implorando o perdão dos condenados ao degredo em Angola ou em outras partes do império luso e mesmo daqueles que ainda não tinham uma sentença definida.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Havia um acordo entre o Governo e a Misericórdia, nem sempre cumprido pela primeira parte, de que se a corda presa ao pescoço do condenado à forca arrebentasse no momento em que o carrasco a soltasse, a confraria jogaria seu manto sagrado por cima do condenado, que não mais deveria ser submetido à pena, por vontade de Deus. Na época do julgamento de Tiradentes (Joaquim José da Silva Xavier), considerado líder do movimento pela emancipação do Brasil do Reino de Portugal, em 1792, a Santa Casa chegou a contratar um advogado para defendê-lo. Além desse apoio material, deu-lhe conforto espiritual, acompanhando-o a caminho do cadafalso e em seu cortejo fúnebre, assim como fazia com todos os condenados à forca.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Sepultamentos&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br/&amp;gt; O estatuto da Misericórdia com relação aos rituais fúnebres definia o número de missas a serem celebradas pela alma do irmão falecido. Quando algum membro da Irmandade falecia, todos os irmãos eram convocados a comparecer à Igreja da Misericórdia e obrigados a rezar 14 Padre-Nossos e 14 Ave-Marias.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A Santa Casa não só se preocupava com o enterro dos membros da sua Irmandade e seus familiares, mas determinava que esta era uma das principais obras constantes em seu “Compromisso”, sendo a única que tinha o monopólio dos serviços funerários em Portugal e em suas colônias, o que lhe garantia sua maior fonte de renda. &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Conforme a lei, aquele que desobedecesse ao privilégio da Misericórdia deveria ser excomungado, e ainda pagaria uma multa. Isto não garantiu, porém, a ausência de acirrados conflitos entre a Misericórdia e outras irmandades na disputa do “monopólio da morte” que, de qualquer maneira, receberam autorização da Misericórdia para realizar rituais fúnebres por preços mais baixos.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Na capital do Império, o monopólio dos serviços funerários foi concedido pelo Estado à Santa Casa por meio da lei nº 583 de 5 de fevereiro de 1850. Em troca, a Irmandade ficou responsável pela construção e administração da Enfermaria de Nossa Senhora da Saúde, mais tarde (1856) Hospício de Nossa Senhora da Saúde, na Gamboa; da Enfermaria de São João Baptista da Lagoa, reinaugurada em 1855 com o nome de Hospício de São João Baptista da Lagoa, em Botafogo; e da Enfermaria São Francisco Xavier, transferida em 1872 para a Praia de São Cristóvão com o nome de Hospício de Nossa Senhora do Socorro. Esses estabelecimentos tinham a finalidade de combater as epidemias que acometeram a cidade do Rio de Janeiro durante o século XIX, através da assistência às populações pobres atingidas. Embora tenham funcionado precariamente, a Irmandade carioca teve o monopólio dos serviços funerários garantido. Esta prática foi adotada tanto pela Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro como pela da Bahia. As outras irmandades que conseguiam obter autorização para enterrar seus mortos geralmente eram constituídas por negros e mulatos, a maioria escravos. No Rio de Janeiro, no final do século XVIII, a única irmandade branca que obteve licença da Misericórdia para enterrar seus irmãos foi a da Santa Cruz dos Militares, que ao invés de pagar por sepultamento como as outras, pagava um valor anual.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O “Compromisso” garantia as despesas com a encomendação dos corpos, o sepultamento e a celebração de uma missa para os pobres e necessitados que não tinham condições de pagar por um ritual fúnebre mínimo. A Santa Casa também arcava com todas as despesas de enterro de alguns soldados e dos escravos, cujos senhores quase nunca se lembravam de restituir à Irmandade os custos necessários.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Esmolas&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br/&amp;gt; A distribuição de esmolas a pessoas pobres ou que, em algum momento, se encontrassem em dificuldades econômicas, foi uma das formas mais diretas de auxílio prestado pela Santa Casa. Os necessitados que desejassem obter a ajuda da Irmandade, deviam encaminhar uma petição à Mesa, que passava a averiguar a respeito do solicitante com padres de suas paróquias, a fim de confirmar o estado de desamparo em que se achavam e a honestidade em que viviam, condições essenciais para que pudessem receber as esmolas oferecidas pela instituição, que poderiam ser em dinheiro, roupa ou até mesmo abrigo.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Publicações oficiais&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Relatórios dos Serviços&#039;&#039;, publicados anualmente, e a &#039;&#039;Revista da Santa Casa&#039;&#039;.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- ACADEMIA NACIONAL DE MEDICINA. &#039;&#039;&#039;Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro. Posse do Professor Dahas Chade Zarur.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro, 7 de abril de 1994.&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#ANM|ANM]])&amp;lt;br/&amp;gt; - AZEVEDO, Manuel Duarte Moreira de. &#039;&#039;&#039;O Rio de Janeiro: suas histórias, monumentos, homens notáveis, usos e curiosidades. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Livraria Brasiliana Editora,1969. v. 1. &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCCBB|BCCBB]])&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Lei nº 583, de 5 de fevereiro de 1850. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 4 set. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://legis.senado.leg.br/norma/597583/publicacao?tipoDocumento=DPL-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/597583/publicacao?tipoDocumento=DPL-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - CAMPOS, Ernesto de Souza. &#039;&#039;&#039;Santa Casa de Misericórdia de Santos: primeiro hospital fundado no Brasil; sua origem e evolução 1543-1943. &#039;&#039;&#039;São Paulo: [Elvino Pocai], 1943. &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BN|BN]])&amp;lt;br/&amp;gt; - COIMBRA, Luiz Octávio. Filantropia e racionalidade empresarial (a Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro de 1850 a 1920). &#039;&#039;Revista do Rio de Janeiro&#039;&#039;, Niterói, 1, n.3, p. 41-51, mai./ago.1986. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]]) &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - COMPROMISSO da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa. Lisboa Ocidental: Oficina de Manoel Fernandes da Costa (impressor do Santo Ofício), MDCCXIX. (Rio de Janeiro: reimpresso na Tipografia do Apóstolo, 17/2/1739). &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BN|BN]])&amp;lt;br/&amp;gt; - COSTA, Nelson. Santa Casa da Misericórdia. In: &#039;&#039;&#039;Rio de ontem e de hoje. &#039;&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;Rio de Janeiro: &amp;amp;nbsp;Leo Editores, 1958. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BN|BN]])&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp;- DELGADO DE CARVALHO, Carlos Miguel. &#039;&#039;&#039;História da cidade do Rio de Janeiro. &amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Secretaria Municipal de Cultura, Departamento Geral de Documentação e InformaçãoCultural,1988. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#AGRJ|AGRJ]])&amp;lt;br/&amp;gt; - FAZENDA, José Vieira. A Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro. &#039;&#039;Revista do Instituto Histórico e Geographico Brazileiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, Imprensa Nacional, tomo LXIX, parte I, p.5-51, 1908. In: INTERNET ARCHIVE. Capturado em 21 jul. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[https://archive.org/details/revistadoinstit43brasgoog/page/n12/mode/2up https://archive.org/details/revistadoinstit43brasgoog/page/n12/mode/2up]&amp;lt;br/&amp;gt; - ____________. &#039;&#039;&#039;Os provedores da Santa Casa de Misericórdia da cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Typographia do Jornal do Commércio, 1912. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BN|BN]])&amp;lt;br/&amp;gt; - FERREIRA, Félix. &#039;&#039;&#039;A Santa Casa da Misericórdia Fluminense, fundada no século XVI: &#039;&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;notícia histórica (1894-1898) desde o começo do século XVII, sendo provedor o governador Martin de Sá, até o fim do século XIX, sob a provedoria do Exmo. Sr. Conselheiro Paulino Soares de Sousa. Rio de Janeiro: s.n., 1899. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BN|BN]])&amp;lt;br/&amp;gt; - FUNDAÇÃO da Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro (por Francisco de Sá, chefe da secretaria da Santa Casa, em artigo de 1880 publicado no Jornal do Comércio). Rio de Janeiro: Tipografia Imperial e Constitucional de J.Villeneuve &amp;amp; Companhia, 1880. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BN|BN]])&amp;lt;br/&amp;gt; - GANDELMAN, Luciana Mendes. A Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro nos séculos XVI a XIX. &#039;&#039;História, Ciências, Saúde-Manguinhos&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.8, n.3, p.613-630, 2001. Capturado em 21 jul. 2020. Online. Disponível na Internet: [https://www.scielo.br/pdf/hcsm/v8n3/7647.pdf https://www.scielo.br/pdf/hcsm/v8n3/7647.pdf]&amp;lt;br/&amp;gt; - LEGISLAÇÃO sobre a empresa funerária e os cemitérios da cidade do Rio de Janeiro, compilados por ordem do provedor da Santa Casa, Conselheiro Zacarias de Góis e Vasconcelos. Rio de Janeiro: Typographia da Escola de Serafim José Alves, 1879. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BN|BN]])&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - LINHARES, Maria Yedda L. (Org.). &#039;&#039;&#039;História geral do Brasil (da colonização portuguesa à modernização autoritária). &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Campus, 1990. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCCBB|BCCBB]])&amp;lt;br/&amp;gt; - MAIA, George Doyle. Antecedentes: A medicina no Brasil antes da chegada de Dom João VI. In: &#039;&#039;&#039;Biografia de uma faculdade. História e estórias da Faculdade de Medicina da Praia Vermelha&#039;&#039;&#039;. São Paulo: Atheneu, 1996. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#ANM|ANM]])&amp;lt;br/&amp;gt; - MELO, Mariana Ferreira de. &amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Santa &amp;amp;nbsp; Casa &amp;amp;nbsp; da &amp;amp;nbsp; Misericórdia &amp;amp;nbsp; do &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;Rio &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;de &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;Janeiro: &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; assistencialismo, solidariedade e poder. Rio de Janeiro, 1997. &#039;&#039;&#039;162 p. Dissertação (Mestrado em História) – Departamento de História, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, 1997. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;br/&amp;gt; - MODO de proceder-se à eleição e nomeação dos irmãos que têm de servir na Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro (13/5/1838). Rio de Janeiro: Typographia Imperial e Constitucional de J.Villeneuve &amp;amp; Companhia, 1838. ([[Fontes_de_informação#BN|BN]]) &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - NOTÍCIAS dos diversos estabelecimentos mantidos pela Santa Casa da Misericórdia da cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro, organizada pelo provedor dr. Miguel Joaquim Ribeiro de Carvalho. Rio de Janeiro: Typographia do Jornal do Commercio, 1908. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BN|BN]])&amp;lt;br/&amp;gt; - PADILHA, Maria Itayra Coelho de Souza. &#039;&#039;&#039;A mística do silêncio: a enfermagem na Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro no século XIX. &#039;&#039;&#039;Pelotas (RS): UFPEL, Ed. Universitária, 1998. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BN|BN]])&amp;lt;br/&amp;gt; - PASSOS, Alexandre.&#039;&#039;&#039;O Rio no tempo do Onça: século XVI ao XVIII. 2ª ed. aumentada e acrescida de novos capítulos.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro (Guanabara): Secretaria de Educação e Cultura, 1961. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BN|BN]])&amp;lt;br/&amp;gt; - PIMENTA, Tânia Salgado. Hospital da Santa Casa da Misericórdia: assistência à saúde no Rio de Janeiro dos Oitocentos. In: XXVI Seminário Nacional de História. ANPUH 50 anos. São Paulo, USP – Campus Butantã, 17 a 23 de julho de 2011. Capturado em 4 set. 2020. Online. Disponível na Internet:  [http://www.snh2011.anpuh.org/resources/anais/14/1300881656_ARQUIVO_TaniaPimentatexto.pdf http://www.snh2011.anpuh.org/resources/anais/14/1300881656_ARQUIVO_TaniaPimentatexto.pdf]&amp;lt;br/&amp;gt; - PIMENTA, Tânia Salgado. &#039;&#039;&#039;O exercício das artes de curar no Rio de Janeiro (1828 a 1855). &#039;&#039;&#039;Campinas, 2003. Tese (Doutorado em História), Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, UNICAMP, 2003. In: UNICAMP. Repositório da produção científica e intelectual da Unicamp. Capturado em 3 set. 2020. Online. Disponível na Internet:  [http://repositorio.unicamp.br/jspui/handle/REPOSIP/280982 http://repositorio.unicamp.br/jspui/handle/REPOSIP/280982]&amp;lt;br/&amp;gt; - REGIMENTO do Hospital Geral da Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Tipografia Nacional, 1858. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BN|BN]])&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - REGULAMENTO para os médicos adjuntos do Hospital da Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro (26/6/1889). Rio de Janeiro: Tipografia Pena de Ouro, 1889. &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BN|BN]])&amp;lt;br/&amp;gt; - RIBEIRO, Lourival. &#039;&#039;&#039;Medicina no Brasil colonial. &amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: &amp;amp;nbsp;s.n., 1971. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;br/&amp;gt; - SALLES, Pedro. &#039;&#039;&#039;História da Medicina no Brasil. &#039;&#039;&#039;Belo Horizonte: Holman, 1971. ([[Fontes_de_informação#IHGB|IHGB]])&amp;lt;br/&amp;gt; - SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE SÃO SEBASTIÃO DO RIO DE JANEIRO. Compromisso da Irmandade da Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro (de 30/5/1907). 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Capturado em 21 jul. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/me003015.pdf http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/me003015.pdf]&amp;lt;br/&amp;gt; - TRATADO entre a Santa Casa da Misericórdia da Corte e as irmãs de caridade (21/9/1852). Rio de Janeiro: Tipografia de Oliveira &amp;amp; Companhia, 1881. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BN|BN]])&amp;lt;br/&amp;gt; - UM século no roteiro da caridade; o Hospital da Misericórdia 1852-1952. Subsídios históricos. Rio de Janeiro: [s.n], 1952. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BN|BN]])&amp;lt;br/&amp;gt; - ZARUR, Dahas Chade. &#039;&#039;&#039;História da Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Gráfica Itambé, 1979. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BN|BN]])&amp;lt;br/&amp;gt; - ___________. &amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Histórico dos cemitérios da Santa Casa. &#039;&#039;&#039;[s.l.]; [s.n.], 1978. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#IHGB|IHGB]])&amp;lt;br/&amp;gt; - __________. &#039;&#039;&#039;Um santo fundou a Santa Casa. &#039;&#039;&#039;2ª ed. Rio de Janeiro: [s.n], 1988. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#IHGB|IHGB]])&amp;lt;br/&amp;gt; - __________. &#039;&#039;&#039;Uma velha e nova história da Santa Casa. &#039;&#039;&#039;2ª ed. Rio de Janeiro: s.n., 1985. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BN|BN]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
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= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa - Jacqueline Cabral.&amp;lt;br/&amp;gt; Redação - Jacqueline Cabral e Verônica Pimenta Velloso.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; Revisão - Francisco José Chagas Madureira.&amp;lt;br/&amp;gt; Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Forma de citação =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Dicionário Histórico-Biográfico das Ciências da Saúde no Brasil (1832-1970)&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    [[Category:Verbetes]] [[Category:Instituições de Ensino]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Rachel.froes</name></author>
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	<entry>
		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=SANTA_CASA_DA_MISERIC%C3%93RDIA_DA_BAHIA&amp;diff=1575</id>
		<title>SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DA BAHIA</title>
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		<updated>2023-08-24T18:19:39Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Rachel.froes: /* Forma de citação */ alteração data rodapé&lt;/p&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Denominações:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Santa Casa da Misericórdia da Bahia (1549); [[SANTA_CASA_DE_MISERICÓRDIA_DA_BAHIA|Santa Casa de Misericórdia da Bahia]]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;A Santa Casa da Misericórdia da Bahia, segundo o historiador Russell Wood, teria sido fundada entre abril de 1549 e agosto de 1552, na cidade de Salvador, na Bahia. A partir de 1816, a Santa Casa passou a ceder parte de suas dependências para o funcionamento da então Academia Médico-Cirúrgica da Bahia; em 1833, as suas enfermarias foram ocupadas para as lições de clínica da então Faculdade de Medicina da Bahia. Além de seus objetivos assistencialistas, firmou-se também ao longo dos séculos como espaço de exercício e ensino da medicina.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Histórico&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O nome de Nossa Senhora da Misericórdia era uma das antigas invocações da Virgem Maria, que foi utilizado entre 1240 e 1350 para nomear uma irmandade em Florença. Segundo alguns estudiosos, esse fato teria influenciado Portugal ao criar irmandade de mesmo nome. A bandeira de todas as Misericórdias, através de sua pintura, representava a igualdade com que a Mãe de Deus favorecia e recolhia a todos debaixo do seu manto.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Formada por uma irmandade leiga, a Santa Casa da Misericórdia teve origem em Portugal no final do século XV, por iniciativa do Frei Miguel de Contreiras. Nascido na Espanha em 29 de setembro de 1431, o frei radicou-se em Lisboa, onde teve o apoio da rainha Dona Leonor, viúva de Dom João II, rei de Portugal falecido em 1495. De origem nobre, Miguel de Contreiras exerceu professorado em teologia e foi pregador, o que logo facilitou suas constantes visitas aos palácios reais. Contreiras organizou assim seu primeiro hospital às portas de Santo Antônio da Sé, num casarão em ruínas, mantido graças às esmolas que levantava junto aos seus devotos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 15 de agosto de 1498, foi fundada, então, a confraria da Misericórdia, sob a real proteção de Dona Leonor, que mandou edificar o hospital de Caldas da Rainha, e com a colaboração de seu irmão, o rei de Portugal D. Manuel I, que deu prosseguimento às obras de instalação do Hospital de Todos os Santos, iniciado por Dom João II em 1492. Isto bem antes da confirmação legal da instituição da Misericórdia de Lisboa em 29 de setembro de 1498. Somente em 1502, foi instalado o Hospital Real de Todos os Santos, visando a concentração de todos os hospitais e hospícios da capital portuguesa em um só. Finalizado em 27 de junho de 1564, foi entregue à Misericórdia pelo cardeal Dom Henrique, então regente do trono português.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No Brasil, a necessidade de internação de pacientes destituídos de recursos ou recém-chegados, sem família e sem moradia, acarretou logo no século XVI a criação das santas casas da Misericórdia, segundo os moldes da estabelecida em Lisboa. O surgimento dessas coincidiu com uma nova política de ocupação de terras inaugurada pela Coroa portuguesa, promovendo a intervenção direta dos empreendedores europeus na esfera da produção, conforme a legislação das sesmarias e o estabelecimento de capitães-donatários, todos fidalgos da pequena nobreza, segundo a prática feudal lusa. Em 1548, a Coroa portuguesa resolveu intervir mais diretamente na questão do povoamento do território brasileiro, nomeando como primeiro governador-geral, Tomé de Souza, fidalgo e rico aventureiro da carreira das Índias. Esse estabeleceu-se na Bahia, fundando a cidade de São Salvador, capital do Brasil colonial até 1763. O governo de Tomé de Sousa (1549-1553) foi sucedido por outras quatro administrações gerais até a União Ibérica, em 1580, quando o reino de Portugal se uniu ao de Espanha. A crise do Império do Oriente, onde os portugueses estavam sendo gradativamente substituídos por outras nações, as pressões da burguesia mercantil lusitana para ter cada vez mais acesso ao mercado espanhol na América, a profunda crise nacional que Portugal atravessava com a morte do rei Dom Sebastião, além das profundas ligações entre as duas nobrezas, concretizadas nos laços matrimoniais, foram elementos determinantes para a aceitação de Felipe II da Espanha como rei também de Portugal.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O domínio espanhol sobre o Brasil foi importante na formação de várias das nossas instituições, entre elas as santas casas, que se disseminaram ao longo dos séculos pelas principais cidades e vilas, com fins de dotar a colônia de estabelecimentos para a assistência hospitalar. Ou seja, visando entre outras obras piedosas e de caridade, “curar os enfermos”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O historiador Russell-Wood (1981), em estudo relativo à Santa Casa da Misericórdia da Bahia, observou sobre a dificuldade de precisar a data de sua fundação, devido a falta de documentação suficiente. Segundo Antônio Joaquim Damazio, que no século XIX reconstituiu a história da Misericórdia na Bahia, a fundação da instituição teria ocorrido entre a chegada do primeiro governador-geral Tomé de Souza, em 1549, e a morte do terceiro, Mem de Sá, em 1572. A partir do descobrimento de documentos antigos, os historiadores do século XX acabaram por reduzir esse período, apoiando-se em registros datados de 1549 que já faziam referência a um hospital. Russell-Wood questionou essa identificação entre hospital e Misericórdia, que foi utilizada por Pedro Calmon, Carlos Ott, Ernesto de Souza Campos, entre outros autores. Considerou que, embora houvesse indícios da existência da Irmandade da Misericórdia já em 1549, o Hospital pertencente à Misericórdia da Bahia, surgiria possivelmente anos mais tarde, durante o governo de Mem de Sá (1558-1572), um de seus provedores e benfeitores. Portanto, o registro mais antigo que se tem da instituição é de agosto de 1552, quando o jesuíta Manoel da Nóbrega, que viera com Tomé de Sousa, referiu-se à dificuldade de se manter um orfanato, “ ... da casa, a qual eu dava à Misericórdia desta cidade, e que cuidassem dos meninos, o que nem eles, nem ninguém quiseram aceitar” (Apud RUSSELL-WOOD, 1981, p. 63).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Desde 1572, a metrópole portuguesa resolvera dividir a colônia em dois governos distintos: o do Norte, com sede na Bahia, e o do Sul, com sede no Rio de Janeiro. Embora tal divisão tenha sido abolida poucos anos depois (1577), a capital Salvador desde aí passou a dividir com o Rio de Janeiro a importância como centro político e econômico da colônia (CARVALHO, 1988).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A história inicial da Santa Casa da Misericórdia da Bahia é de difícil reconstituição. As referências sobre a primeira década de seu funcionamento são bastante esparsas. Somente na década seguinte é que a confraria adquiriu importância social na Bahia, tendo o governador Mem de Sá, como seu provedor e benfeitor, promovido melhoramentos significativos no hospital que esta época já pertencia à Misericórdia, e construindo a primeira igreja da Misericórdia.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Durante o período da União Ibérica (1580-1640), o rei Felipe III de Espanha e II de Portugal, através de decreto real datado de 23 de setembro de 1622, concedera à Misericórdia da Bahia os mesmos privilégios da sua congênere de Lisboa. A confirmação desses privilégios, entre os quais a isenção de impostos, a utilização gratuita de selos e a não obrigação de prestação de serviços, passou por um longo processo judiciário, concretizando-se apenas em 16 de fevereiro de 1755. Ainda no período da União Ibérica, por ocasião da ocupação holandesa na Bahia (1624-1625), as instalações da Irmandade foram usadas como depósitos de pólvora e oficinas, e seu hospital foi ocupado&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;por físicos, cirurgiões e boticários batavos que ali internaram os soldados feridos. Derrotados, os holandeses queimaram o arquivo da Irmandade, dificultando o levantamento histórico sobre a instituição.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Após a restauração, o Provedor da Misericórdia, Francisco de Moura Rolim, estimulou as admissões de irmãos e logo em 1629 a instituição teve de dispensar candidatos em potencial por não haver mais vagas em seus quadros. Não obstante os registros de suas propriedades terem sido perdidos durante a ocupação, o escrivão Gonçalo Pinto de Freitas, em 1652, tomou testemunho com os escrivães anteriores e levantou o seu patrimônio que consistia em 26 propriedades nos arredores da Misericórdia, cinco oficinas e um açougue. Além disso, havia um grupo de lojas e casas alugadas.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Durante período que sucedeu a invasão holandesa, a Irmandade da Misericórdia baiana recebeu vultosas doações dos seus próprios irmãos com o objetivo principal de renovar o hospital e construir uma nova igreja. Essas reformas tinham como objetivo “demonstrar à população baiana o duplo propósito da Misericórdia, como expoente de filantropia social e como congregação de fiéis” (RUSSELL-WOOD, 1981, p. 74).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Entre 1690 e 1750, a Santa Casa da Misericórdia da Bahia, assim como todas as Misericórdias do Império português, atravessaram uma crise que, segundo Russell-Wood (1981), era explicada pela ameaça que o Império luso vinha sofrendo na Ásia através de ataques holandeses desde 1600. Em 1755, a Santa Casa baiana ainda se encontrava em precárias condições devido à sua má administração e, não raro, solicitava intervenção real através do Conselho Ultramarino, evitando contrair dívidas, fazer despesas e empenhando-se em cobrar dívidas pendentes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A importância da Misericórdia da Bahia, entre as outras filiais brasileiras da Irmandade, era notória até pelo menos 1763, quando Salvador deixou de ser a capital da colônia com a transferência da sede do governo para a cidade do Rio de Janeiro. Mesmo depois desta data, junto com a [[SANTA_CASA_DA_MISERICÓRDIA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], permaneceu como uma exceção entre suas congêneres, pois não chegou a fechar em nenhuma ocasião dada a grande quantidade de legados que recebeu.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Todas as Santas Casas eram regidas pela de Lisboa e com os mesmos propósitos desta. A Irmandade da Misericórdia de Lisboa, por sua vez, teve seu primeiro Compromisso impresso em 1516, provavelmente já reformado do original de 29 de setembro de 1498 (data da aprovação do alvará). Este “Compromisso”, dividia-se em 19 capítulos e referia-se inicialmente às 14 obras de misericórdia, sendo sete espirituais: “ensinar os ignorantes, dar bom conselho, punir os transgressores com compreensão, consolar os infelizes, perdoar as injúrias recebidas, suportar as deficiências do próximo, orar a Deus pelos vivos e pelos mortos”; e sete corporais: “resgatar cativos e visitar prisioneiros, tratar os doentes, vestir os nus, alimentar os famintos, dar de beber aos sedentos, abrigar os viajantes e os pobres e sepultar os mortos” (&#039;&#039;Apud &#039;&#039;ACADEMIA..., 1994, p. 45-46). Essas obras, a hierarquia entre os irmãos, o modo de enterrar os irmãos, além de outras incumbências, deveriam ser cumpridas por seus membros. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Somente em 1618 o “Compromisso” da Misericórdia de Lisboa passou por sua primeira reforma substancial, assumindo um formato que se manteve praticamente inalterado até o século XIX. Esse “Compromisso” de 1618 ganhou mais 22 capítulos, trazendo uma descrição detalhada de como deveriam ser as eleições, as funções e habilidades específicas exigidas a cada um dos integrantes da mesa, além de aumentar a quantidade de irmãos da confraria. As rígidas exigências para a admissão na instituição foram mantidas:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“1 - ser puro de sangue a pelo menos duas gerações, o que equivale dizer: não ter sangue de negro, mouro ou judeu. Tal exigência também recaía sobre a mulher do candidato [esta regra foi abolida no século XIX]; 2 - ser livre de toda infâmia de fato e de direito; 3 - ter idade conveniente: pelo menos 25 anos no caso de ser solteiro; 4 - não servir a casa por salário; 5 - ser isento&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; de trabalhar com suas próprias mãos: em caso de ser ‘oficial mecânico&#039; ser dono de sua tenda; 6 - ser de bom entendimento e saber: que saiba ler e escrever; 7 - ter tenda suficiente para acudir ao serviço da irmandade quando necessário e para não ser suspeito de aproveitar do dinheiro da instituição em benefício próprio”. (Apud MELO, 1997)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No dia 31 de maio de 1896, a Mesa e a Junta da Santa Casa da Misericórdia da Bahia aprovaram um novo “Compromisso” no lugar do que fora estabelecido em 1618, simplificando seus capítulos, que de 40 passaram a 11. O novo documento estabeleceu algumas modificações na própria eleição da Mesa e da Junta, que passaram a ter mandato de dois anos; vigilância mais rigorosa das finanças, formando-se uma comissão de três irmãos responsáveis pela contabilidade da confraria; e criação de novas funções para os cargos de mordomia - “mordomo das locações” que cuidava dos bens imóveis, e “mordomo das obras” que ficaria responsável pela inspeção, conservação e construção de imóveis de propriedade da Irmandade.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Provedores e Benfeitores&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br/&amp;gt; O Compromisso da Misericórdia estabelecia que os provedores fossem “homens de autoridade, prudência, virtude, reputação e idade”, não podendo ter menos de quarenta anos.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;O cargo de provedor era, em geral, ocupado por políticos influentes, nobres titulares ou ricos comerciantes, tradição que se manteve ao longo dos séculos. Sendo assim, era comum no seu início os governadores-gerais acumularem este cargo com o de provedores. Exemplares neste sentido foram as gestões de Mem de Sá, de Luís de Sousa (1617-1621), de Diogo Luís de Oliveira (1632-1635), e de João Rodrigues de Vasconcellos e Sousa (Conde de Castelo Melhor – 1650-1651). Segundo Lycurgo de Castro Santos Filho (1991), somente a partir do século XIX, em situações excepcionais, alguns médicos e/ou cirurgiões assumiram os cargos de provedor e mordomo das Santas Casas. No caso da Bahia, o cirurgião José Soares de Castro chegou a ser eleito provedor.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Por outro lado, os irmãos aceitos nos quadros da Santa Casa, segundo previa seu “Compromisso”, deviam ser pessoas de classe social elevada. Nos tempos coloniais eram escolhidos dentre os membros da aristocracia rural de forte influência na política local e nacional; e depois, entre membros da alta burguesia formada por profissionais liberais, funcionários públicos, eclesiásticos, inquisidores, oficiais militares e diplomados em universidades. Havia também uma outra categoria de irmãos ainda “menor”, a dos profissionais que exerciam artes mecânicas (ourives e artesãos em geral).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Grande parte da renda da Misericórdia provinha de legados diretos ou na forma de propriedades. Entre os anos de 1600 e 1750, estes donativos tiveram como destino o hospital, os enjeitados, os presos, a Casa de Retiro, dotes ou almas. Dentre os seus fundadores e benfeitores destacaram-se Mem de Sá que deixou-lhe um terço de seus pertences; Gabriel Soares de Sousa, autor da famosa obra “Tratado descritivo do Brasil em 1587”, também deixou-lhe elevada quantia; e João de Mattos Aguiar, outro de seus provedores, que doou toda a sua fortuna em 1700, o que possibilitou a inauguração do Recolhimento do Santo Nome de Jesus em 1716.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Os problemas decorrentes das enormes dívidas feitas pelos irmãos quase levaram a Santa Casa da Bahia à falência na primeira metade do século XVIII. Como não era permitido ao provedor da instituição estar endividado, muitos irmãos chegaram até mesmo a contrair pequenas dívidas para não serem eleitos para o cargo, isentando-se da responsabilidade de reerguer a Irmandade.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Aspectos Sanitários da Bahia Colonial&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br/&amp;gt; Durante o período colonial, a Bahia foi acometida por várias doenças típicas do clima tropical como lepra, malária e febre amarela. Esta última ficou conhecida através da epidemia de 1686, que veio de Pernambuco. Outras doenças “climáticas” chegaram a se transformar em surtos epidêmicos em razão da enorme variação de intensidade e frequência das chuvas entre o inverno e o verão, aliadas à falta de higiene e saneamento da cidade. As chuvas fortes de verão eram bastante propícias à disseminação de infecções nos pulmões e demais órgãos do aparelho respiratório, que, mal tratados, acabavam se transformando em tuberculoses, febres reumáticas e sezões.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Tais doenças se proliferavam com maior facilidade e rapidez entre as classes mais pobres e mal nutridas, todavia os hábitos alimentares de maneira geral na Bahia colonial eram bastantes inadequados. Os proprietários de fazendas sofriam constantemente de doenças do aparelho digestivo devido aos fortes temperos como azeite de dendê e pimenta, e à falta de ingestão de alimentos frescos.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Além dessas doenças, havia outras que eram trazidas pelos escravos, marinheiros e colonizadores em geral, como a varíola, a sífilis e o escorbuto. Russell-Wood (1981) sinalizou dentre os fatores que colaboraram para a degradação das já precárias condições de saúde de Salvador, para a questão das três raças, que vindas de três continentes diferentes, participaram da miscigenação do povo brasileiro. Isto tornava a Bahia um terreno fértil para o surgimento de várias doenças porque cada região e cada continente possuíam uma gama própria de doenças que, no contato entre os indivíduos, foram fatais para aqueles povos, pelo menos até que se descobrisse a cura dos males. Diante de tal situação, a população indígena foi prejudicada e reduzida significativamente pelo contato com as doenças trazidas pelos colonos brancos (tuberculose, varíola etc.), enquanto o europeu sofreu com doenças tipicamente tropicais (malária, mal de Chagas, febre amarela). O africano teria sido o menos afetado por já ter tido contato com as doenças transmitidas pelos europeus, através de suas expedições pela costa ocidental da África. Na verdade, as condições sociais em que viviam os africanos escravizados eram o principal fator da sua alta taxa de mortalidade.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Outra questão levantada por Russell-Wood (1981), foi a dos problemas de saneamento nos trópicos. Apesar da região da Bahia ser bastante saudável, em virtude do clima sempre estável e homogêneo, o descaso do Conselho Municipal e da Coroa portuguesa acabou tornando impróprias suas condições sanitárias:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“A Bahia não era apenas o porto terminal do tráfico de escravos, mas também um ponto de escala dos navios de guerra que iam para a Índia. Os decretos reais relativos à higiene e à dieta nos navios negreiros e nos barcos de guerra não eram implementados. A Bahia era invadida por escravos, soldados e marinheiros doentes cada vez que um desses navios chegava ao porto.” (p. 207).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Hospital da Misericórdia, devido à precariedade de suas instalações e falta de profissionais, não conseguia suprir as necessidades de seus doentes. Os medicamentos dados aos pacientes para cuidar dessas diversas enfermidades eram os mais elementares, sendo os purgativos campeões em pedidos recebidos pela farmácia da Misericórdia - purgas de baratas, purgas de antimônio, conservas purgativas e pílulas purgativas.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O sistema escravista que sustentou o Brasil ao longo dos períodos colonial e imperial também atingiria a Misericórdia da Bahia, que participava como compradora e proprietária de escravos sem, no entanto, desfrutar dos lucros do tráfico, como foi bastante comum na filial angolana da Irmandade. A Santa Casa tinha direito a 500 “cabeças” por ano e utilizava a sua força de trabalho nos serviços prestados à comunidade. Sua relação com os escravos era idêntica à de qualquer outro senhor: comprava-os, trocava-os, castigava-os, vendia-os em leilões públicos e recebia-os como herança.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Estrutura e funcionamento&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ao longo do século XIX e nas primeiras décadas do seguinte, a assistência hospitalar continuou a ser realizada em grande parte pelas Santas Casas, fundadas e mantidas pelas Irmandades da Misericórdia. Sem contar com o auxílio governamental, as Santas Casas viviam da caridade pública, muito incentivada na época do reinado de Dom Pedro II (1840-1889), pelos títulos nobiliárquicos e as comendas que o Imperador concedia aos homens e mulheres que faziam generosos donativos às Irmandades da Misericórdia.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Os governos Imperial e Provincial, embora não subvencionassem as Misericórdias, concediam-lhes vantagens e benefícios como a isenção de impostos, taxas, selos e o privilégio da organização de loterias, cuja renda proveniente da venda de bilhetes era aplicada no custeio das Santas Casas.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A Santa Casa da Misericórdia da Bahia e a [[SANTA_CASA_DA_MISERICÓRDIA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]] destacaram-se das demais em relação ao seu patrimônio, resultante de doações e legados, além de bens imóveis e apólices da dívida pública. Sendo assim, nestas instituições alguns profissionais recebiam modestos vencimentos a partir do século XX. Todavia, o mais comum era que todos os médicos das localidades das diversas Casas se revezassem no atendimento aos pacientes sem receber qualquer remuneração. A prestação de assistência médico-cirúrgica, no entanto, era gratuita.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O setor médico cirúrgico ficava a cargo dos médicos, enquanto a administração era da responsabilidade de leigos, ou seja, dos diretores da Irmandade da Misericórdia, provedores e mordomos. Estes contratavam as Irmãs de caridade, religiosas católicas das Ordens de São José e de São Vicente de Paula, que se incumbiam da direção e dos serviços de todas as instituições mantidas pela Irmandade. As irmãs eram responsáveis pela assistência imediata aos doentes e só não desempenhavam as funções de quarteiras e serventes, entregues a escravos e depois assalariados.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A filantropia na Misericórdia da Bahia era feita na forma da reabilitação social ou ajuda imediata e direta em espécie. A filial baiana da Irmandade não teve rivais nesse sentido durante o período colonial, mantendo um hospital para enfermos, um recolhimento para mulheres e uma casa de expostos. Ademais, os irmãos visitavam periodicamente as prisões fornecendo ajuda aos condenados, conforme as condições financeiras da confraria, distribuindo esmolas aos necessitados e dotes às moças para assegurar-lhes a honra e casamento digno. Segundo Russell-Wood (1981), a Misericórdia da Bahia teria desempenhado valioso papel na promoção da política nacional de casamentos através da concessão de dotes, prática comum ao longo dos primeiros anos da expansão ultramarina portuguesa. O incentivo à instituição do casamento justificava-se pelo fato da Metrópole não contar com população suficiente para manter o poderio militar das regiões conquistadas.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pela posição privilegiada que a Misericórdia ocupou, em relação a outras irmandades no Império português, foi a confraria que mais tomou para si a responsabilidade dos serviços médicos e hospitalares, destacando-se na manutenção de hospitais públicos nas cidades e vilas do Brasil.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A partir de 1822, com a independência do Brasil do Reino de Portugal, a Misericórdia da Bahia passou a ter outras responsabilidades e serviços sociais que mantinha com seus próprios recursos, administrando instituições como o Hospício de São João de Deus (para doentes mentais), um cemitério, um hospital para leprosos e um asilo de mendigos no lugar da câmara municipal ou do governo provincial.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O estabelecimento de um asilo de loucos foi aprovado pela Assembléia Provincial em 1864, tendo sido inaugurado dez anos mais tarde no solar Boa Vista com o nome de Hospício de São João de Deus. O Cemitério e o Hospital de Lázaros foram inaugurados em 1787 pelo governador Rodrigo José de Menezes. Em 1850, o cemitério foi oficialmente declarado público e em 1895 a administração do hospital de doentes mentais passou à Misericórdia.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Além de seus objetivos assistencialistas, a Santa Casa da Bahia como a maioria das Santas Casas no Brasil, firmou-se também ao longo dos séculos como espaço de exercício e ensino da medicina. Por ocasião da primeira reforma do ensino médico baiano, em 1816, a Santa Casa, cujo provedor era o Tenente-coronel Antônio da Silva Paranhos, passou a ceder parte de suas dependências para o funcionamento da então [[ACADEMIA_MÉDICO-CIRÚRGICA_DA_BAHIA|Academia Médico-Cirúrgica da Bahia]], posteriormente [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DA_BAHIA|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina da Bahia&amp;lt;/u&amp;gt;]]. Nesta época, o cirurgião-examinado pelo Hospital Real de São José, de Lisboa, e lente de anatomia e operações cirúrgicas da referida Academia, José Soares de Castro, tornou-se cirurgião-chefe da Santa Casa (SANTOS FILHO, 1991). A partir de 1833, suas enfermarias foram ocupadas para as lições de clínica da faculdade. Com a falta de hospitais próprios, a reforma de 1854, aprovada pelo decreto nº 1.387 de 28/04/1854, estabelecia que as diretorias das instituições de ensino entrassem em entendimento com as Santas Casas com vistas à utilização de suas enfermarias e outras dependências para trabalhos de dissecação e autópsias.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Hospital da Santa Casa da Misericórdia da Bahia&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br/&amp;gt; A construção do Hospital foi iniciada possivelmente por Tomé de Souza, que em 1549 veio para a Bahia como 1° Governador-geral e fundou a cidade de Salvador, primeira capital do Brasil (OTT, 1960; RUSSELL-WOOD, 1981). Nos tempos coloniais foi o único nosocômio geral da Bahia e até o século XVI era conhecido como Hospital de Nossa Senhora das Candeias ou Hospital da Cidade de Salvador. Entre 1690 e 1691, foi demolido e construído outro em seu lugar, que recebeu o nome de Hospital São Cristóvão ou da Caridade. Naquela época, era composto de duas enfermarias: a das chagas e a das febres. Nos primeiros anos do século XVIII suas dependências foram ampliadas, ganhando uma cisterna e um novo claustro (1702); uma grande farmácia que reunia todas as pequenas farmácias de cada enfermaria (1704); um asilo de loucos; e uma enfermaria feminina (1706). A atuação de sua farmácia sobressaía, pois, além de atender aos pacientes internos, era um dos poucos estabelecimentos na Bahia colonial que vendia remédios à população em geral.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O novo hospital ficava situado num terreno estreito entre a Rua Direita e a beira de um barranco, numa posição desprotegida, sendo pequeno, pouco arejado e faltando material básico para o atendimento aos doentes, como roupas de cama, colchões, etc. &amp;amp;nbsp;A única vantagem que a sua localização apresentava era a proximidade com a sede administrativa da Irmandade.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Atendia a uma população urbana que aumentou de 1.000 colonos, em 1549, para 130 mil residentes em 1755. Nesta época, a prioridade da Irmandade era manter a sua igreja e num segundo lugar bem distante, o hospital. Segundo Russell-Wood:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;“um funeral bem organizado, ou uma missa brilhante traziam mais irmãos novos e mais legados à irmandade do que poderiam fazer o tratamento médico de todos os mendigos esfarrapados e escravos famintos do Recôncavo inteiro. A Misericórdia agradava à sociedade de seu tempo.” (1981, p. 214)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A Misericórdia, como administradora do único hospital da Bahia, mantinha-o com recursos próprios. Os empregados do nosocômio eram nomeados pelo corpo de guardiães e as diversas Mesas se revezavam na vaidade de preservar tal monopólio, apesar da insuficiência de recursos. Assim, a Irmandade se colocou contrária às tentativas de fundação de novos hospitais pelas ordens rivais. Os principais casos em que reinou a obstinada negativa da Misericórdia foram: em 1720, quando o frade Bernardo da Conceição teve a sua petição para a construção de um nosocômio negada por influência da irmandade; em 1736, quando a confraria do Corpo Santo tentou fazer um acordo com a Misericórdia no intuito de estabelecer um hospital, mas também não obteve sucesso; e em 1750, quando o vice-rei Conde de Atouguia (D. Luís Pedro Peregrino de Carvalho Meneses de Ataíde, 10º Conde de Atouguia, 1749-1755, &amp;amp;nbsp;6º vice-rei do Brasil) recomendou em vão ao rei o estabelecimento de um hospital militar, devido às altas taxas cobradas pela Irmandade pelo precário tratamento dispensado aos soldados a serviço da Coroa. Em contrapartida, a Misericórdia não se opôs à construção de hospitais de outras ordens religiosas como a dos jesuítas e a dos franciscanos, desde que esses estabelecimentos funcionassem exclusivamente para o atendimento dos irmãos das respectivas confrarias.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Como na Irmandade carioca, a Misericórdia da Bahia estava a serviço da Coroa e, portanto, recebia militares enfermos e feridos em seu hospital em troca de favores régios. Somente em 1751, a Irmandade baiana solicitou ao rei o pagamento de uma diária para cada soldado que fosse tratado nas dependências de seu hospital, imitando o gesto da Misericórdia do Rio de Janeiro. Todavia, as dificuldades continuaram mesmo depois da criação do hospital militar, em 1776, pois a Misericórdia, tornando-se responsável por sua administração, continuou lidando com os atrasos no pagamento ou o não pagamento. Em 1783, a entidade abriu mão desta gerência.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Os pacientes tratados no hospital da Misericórdia, a julgar pelo seu “Compromisso” e pelo fato de que qualquer cidadão que pudesse pagar um médico recebia os cuidados em sua própria residência, eram geralmente provenientes dos setores mais pobres pertencentes a quatro grupos: os negros e os brancos pobres; os estrangeiros; os soldados da guarnição; e os soldados e marinheiros dos navios de guerra e outros barcos da Coroa. Ao contrário dos soldados que trabalhavam na própria praça, os militares e marinheiros em trânsito recebiam todos os cuidados possíveis da equipe do hospital, pois a confraria recebia o pagamento por sua estadia de acordo com o efetivo de cada navio que aportava na cidade, independentemente da quantidade de doentes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em relação à equipe médica remunerada que trabalhava no hospital da Misericórdia, até o final do século XVII um físico e um cirurgião foram suficientes para atender aos pacientes, mas a partir do século seguinte a equipe foi ampliada com mais um médico e um cirurgião que deviam estar sempre à disposição do hospital da Irmandade. Mais tarde, contudo, foi preciso abrir mão de pelo menos um cirurgião em razão dos desacordos entre a equipe quanto aos diagnósticos e deveres de cada um, o que acabava por prejudicar os enfermos. Quanto à formação e experiência desses médicos e cirurgiões, geralmente os que tivessem estudado na Universidade de Coimbra e fossem cristãos-velhos, tinham preferência da Irmandade na acirrada disputa para o cargo.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O resto da equipe era formado por barbeiros e parteiras. No caso da enfermagem, havia um enfermeiro-mor, dois enfermeiros e uma enfermeira. Esses, geralmente recrutados entre os carregadores de essas (estrado que se erguia numa igreja para nele se colocar o defunto enquanto se efetuavam as cerimônias fúnebres), eram na maioria analfabetos e por isso cometiam erros na medicação ministrada aos pacientes. Ademais, o hospital também mantinha um padre a serviço dos enfermos em tempo integral, o “padre da agonia”, que rezava missas nas enfermarias, ouvia confissões e ministrava os sacramentos aos moribundos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Era difícil para a Irmandade manter funcionando seu hospital, não obstante as taxas diárias cobradas aos pacientes que podiam contribuir com seu próprio tratamento, mas que não teriam condições de pagar um médico em sua casa. O mesmo valor era cobrado aos senhores pelo tratamento de seus escravos, porém a dívida muitas vezes não era quitada. Outra importante fonte de renda da Misericórdia era a farmácia. Contudo, na segunda metade do século XVIII, devido ao grande número de farmacêuticos na Bahia, o mercado da Misericórdia neste ramo se enfraqueceu.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Conforme Russell-Wood (1981), a Misericórdia desempenhou um papel semiburocrático na vida pública ao ser a mantenedora do único hospital na Bahia colonial, já que esta função normalmente deveria caber à Coroa em Lisboa e à municipalidade baiana que não assumiram esta responsabilidade no período. Desta forma, a Coroa e as autoridades municipais reconheciam a importância da Misericórdia como prestadora de assistência social às comunidades. A Coroa acabaria por fornecer privilégios e verbas à Irmandade pelos cuidados que prestava aos “homens a serviço do rei”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No século XIX a entidade passou por severas reformas em todas as suas obras de caridade. Rapidamente o hospital tornou-se insuficiente para atender minimamente seus enfermos, não só pela péssima localização, como pela falta de leitos, situação que acabou se agravando com o empréstimo de alguns cômodos para o ensino prático dos alunos da [[ACADEMIA_MÉDICO-CIRÚRGICA_DA_BAHIA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Médico-Cirúrgica da Bahia&amp;lt;/u&amp;gt;]], a partir de 1816. Por duas vezes a Mesa tentou transferir o hospital sem sucesso: a primeira, em 1814, para Tororó e a segunda, em 1827, para Nazaré. A urgência das circunstâncias fez com que, em 1833, os doentes da Misericórdia da Bahia fossem levados temporariamente para o antigo Colégio dos Jesuítas, onde funcionou um hospital militar desde a expulsão da Ordem, em 1760, até 1832. O novo Hospital de Santa Isabel, localizado no Largo de Nazaré, só ficaria pronto em 1893, com recursos provenientes de heranças e da concessão para manter loterias.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Segundo Joaquim dos Remedios Monteiro (1879), médico clínico em Salvador, eram médicos em exercício ou efetivos no Hospital da Santa Casa da Misericórdia em 1879: José Francisco da Silva Lima, José Luiz de Almeida Couto, Manuel Maria Pires Caldas, Antônio Januário de Faria, Augusto Freire Maia Bittencourt, José Affonso Paraíso de Moura, Antonio Monteiro de Carvalho e Luís Adriano Alves de Lima Gordilho (Barão de Itapoan). Havia uma enfermaria destinada à clínica cirúrgica e outra à clínica médica da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DA_BAHIA|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina da Bahia&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; &#039;&#039;&#039;Presos&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br/&amp;gt; A Misericórdia baiana também recebeu privilégios para a assistência social aos presos por decreto real em 1622. Na Bahia colonial ocorriam os mais diversos tipos de crimes: assaltos a mão armada, roubos a igrejas e assassinatos entre bêbados. As penalidades eram duras, variando entre multas em dinheiro, marcação, amputação de uma das orelhas, chicote, prisão e, em último caso, exílio ou condenação à morte. A aplicação das penas também variava conforme a classe social e a raça: pessoas de posição social mais alta tinham o “privilégio” de serem decapitadas, enquanto os mais pobres eram enforcados; brancos nunca eram chicoteados, ao contrário dos negros cativos ou livres. Os mais ricos eram beneficiados nos tribunais – as famílias baianas mais tradicionais, não raro, tinham parentes no judiciário – e os mais pobres quase não tinham direito de defesa.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O papel da Misericórdia na assistência aos presos na Bahia foi de suma importância, pois uma vez enviados à prisão os criminosos não mais existiam aos olhos do governo. As condições da cadeia na Bahia eram tão precárias que o simples fato de ter que ir para lá equivalia a uma sentença de morte.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Apesar de não receber qualquer ajuda financeira ou material das fontes oficiais, a Misericórdia ocupava-se do bem-estar dos presos, contando apenas com a caridade. Uma das maiores doações feitas particularmente para esse fim foi a deixada por João Alves Fontes em 1702. Como não era possível auxiliar todos os presos, a Irmandade estipulava algumas regras para a escolha dos presidiários que deveriam receber ajuda. Estes deviam ser indigentes, não terem sido condenados por dívidas, quebra de promessa ou estarem esperando deportação, além de estarem presos ao menos por 30 dias.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A assistência material aos presos chegava também através da solidariedade de cidadãos baianos abastados que ofereciam refeições para os prisioneiros por ocasião de determinados dias santificados. A Misericórdia proporcionava ainda assistência médica e jurídica aos criminosos, além do alívio espiritual aos condenados à morte, enviando um padre para que o preso confessasse seus pecados e realizando uma missa na própria prisão. No dia da execução, a Irmandade fornecia um manto branco ao prisioneiro e anunciava o enforcamento para toda a cidade, acompanhando seus últimos passos até o cadafalso, ao mesmo tempo em que entoava preces. Havia uma tradição nessas ocasiões, de que se a corda utilizada para o enforcamento arrebentasse, a Misericórdia cobria o condenado com sua bandeira e suplicava ao rei que a pena fosse retirada, o que nem sempre era cumprido, tanto do lado régio, quanto da Irmandade, que, às vezes, providenciava para que a corda fosse previamente desfiada.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Enterros&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br/&amp;gt; Uma das tradições mais fortes da Misericórdia foi a dos sepultamentos, que era sua grande fonte de rendas. Em 1790, recebia 800 mil réis anuais pelo esquife dos pobres e o mesmo valor pelos escravos, nem sempre pagos pelo seu respectivo senhor. Os brancos de melhor condição eram enterrados nas igrejas.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O seu estatuto com relação aos rituais fúnebres definia o número de missas a serem celebradas pela alma do irmão falecido. Quando algum membro da Irmandade falecia, todos os irmãos eram convocados a comparecer à Igreja da Misericórdia e obrigados a rezar 14 Padre-Nossos e 14 Ave-Marias.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A Santa Casa da Misericórdia da Bahia não só se preocupava com o enterro dos membros da sua irmandade e seus familiares, mas determinava que esta fosse uma das principais obras constantes em seu Compromisso, sendo a única que tinha o monopólio dos serviços funerários em Portugal e em suas colônias, o que lhe garantia sua maior fonte de renda. Conforme a lei, aquele que desobedecesse ao privilégio da Misericórdia deveria ser excomungado e ainda pagaria uma multa. Isto não garantiu, porém, a ausência de acirrados conflitos entre a Misericórdia e outras irmandades na disputa do “monopólio da morte” que, de qualquer maneira, receberam autorização da Misericórdia para realizar rituais fúnebres por preços mais baixos.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Esta prática foi adotada tanto pela Santa Casa da Misericórdia da Bahia, como pela do Rio de Janeiro, e o máximo que as outras irmandades poderiam esperar da Mesa da Misericórdia era uma autorização para que pudessem utilizar “essas” (estrado onde se colocava o defunto enquanto se efetuavam as cerimônias fúnebres). No caso da Bahia, as únicas que foram contempladas com a autorização no período colonial foram a Irmandade de São Pedro dos Clérigos, a Irmandade de Santa Cruz e a Irmandade de Nossa Senhora do Rosário, as duas primeiras de brancos e a última de negros.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Tanto a Misericórdia quanto outras irmandades, como as Ordens Terceiras, cobravam uma quantia anual para cobrir as despesas com os enterros, mas obrigavam-se a realizá-lo mesmo no caso de empobrecimento de um irmão que não mais pudesse arcar com as anuidades. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O prestígio social ligado à realização dos funerais era muito apreciado pelas irmandades baianas. As mais importantes na sociedade colonial dos séculos XVII e XVIII eram a Misericórdia e as Ordens Terceiras, as quais freqüentemente possuíam membros em comum, e era quando um desses falecia que ocorriam os desentendimentos entre elas, principalmente com a Ordem Terceira de São Francisco. Não obstante os irmãos destas duas irmandades constantemente entrarem em conflito, o privilégio fora concedido à Misericórdia em 30 de junho de 1593 pelo Cardeal Arquiduque Alberto da Áustria – governador da Metrópole portuguesa durante o reinado de Felipe II de Espanha e II de Portugal – e dificilmente seria retirado.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A Santa Casa da Misericórdia era a única instituição da Bahia que oferecia serviços fúnebres às pessoas que não pertenciam a nenhuma irmandade e procurava cumprir esta função da maneira mais detalhista possível. Desde o mais rico proprietário rural até o escravo, havia determinações especiais e caixões diferenciados conforme a posição social. Os registros de sepultamentos realizados pela Misericórdia, entre 1690 e 1752, indicam um total de 7.865 brancos enterrados (não há dados referentes à população negra).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Como no Rio de Janeiro, na Bahia do século XIX houve uma forte campanha para que os sepultamentos deixassem de ser feitos nos arredores das igrejas e, em 1805, a Irmandade passou a utilizar como cemitério o Campo da Pólvora, originalmente destinado aos escravos.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Após duas décadas o cemitério não tinha a menor condição para receber novos cadáveres e a Assembléia Provincial outorgou o monopólio da construção de cemitérios a uma empreiteira privada por 30 anos. Em 23 de outubro de 1836, o novo cemitério em Campo Santo ficou pronto, porém as Ordens Terceiras e as outras irmandades que cobravam taxas pelos enterros se sentiram intimidadas e iniciaram uma violenta campanha contra a decisão das autoridades, incentivando a população a destruir o cemitério. A companhia exigiu indenização total pelas perdas sofridas e a Assembléia Provincial entregou a administração do Campo Santo à Misericórdia, que concordou em transferir os restos mortais das pessoas enterradas no Campo da Pólvora para o Campo Santo.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- ACADEMIA NACIONAL DE MEDICINA. Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro. Posse do Professor Dahas Chade Zarur. Rio de Janeiro, 7 de abril de 1994. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#ANM|ANM]])&amp;lt;br/&amp;gt; - BARRETO, Maria Renilda Nery. &#039;&#039;&#039;A medicina luso-brasileira: instituições, médicos e populações enfermas em Salvador e Lisboa (1808-1851).&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro, 2005. Tese (Doutorado em História das Ciências da Saúde), Casa de Oswaldo Cruz, Fiocruz, 2005. Capturado em 3 set. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://www.ppghcs.coc.fiocruz.br/images/teses/barretomrn.pdf http://www.ppghcs.coc.fiocruz.br/images/teses/barretomrn.pdf]&amp;lt;br/&amp;gt; - BARRETO, Maria Renilda Nery; SOUZA, Christiane Maria Cruz. (Org.). &#039;&#039;&#039;História da Saúde na Bahia: Instituições e patrimônio arquitetônico (1808-1958).&#039;&#039;&#039; São Paulo: Manole, 2011. ([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;br/&amp;gt; - CAMPOS, Ernesto de Souza. Santa Casa de Misericórdia da Bahia; origem e aspectos de seu funcionamento. &#039;&#039;Revista do Instituto Histórico e Geográfico da Bahia&#039;&#039;, nº 69, 1943, p. 213-252. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#IHGB|IHGB]])&amp;lt;br/&amp;gt; -____________. &#039;&#039;&#039;Santa Casa de Misericórdia de Santos: primeiro hospital fundado no Brasil; sua origem e evolução 1543-1943.&#039;&#039;&#039; São Paulo: [Elvino Pocai], 1943. &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BN|BN]])&amp;lt;br/&amp;gt; - COMPROMISSO da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa. Lisboa Ocidental: Oficina de Manoel Fernandes da Costa (impressor do Santo Ofício), MDCCXIX. (Rio de Janeiro: reimpresso na Tipografia do Apóstolo, 17/2/1739). &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BN|BN]])&amp;lt;br/&amp;gt; - DELGADO DE CARVALHO, Carlos Miguel. &#039;&#039;&#039;História da cidade do Rio de Janeiro. &#039;&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;Rio de Janeiro: Secretaria Municipal de Cultura, Departamento Geral de Documentação e Informação Cultural, 1988, (Biblioteca Carioca, v. 6). &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#AGRJ|AGRJ]])&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp;- DINIZ, Jaime C. &#039;&#039;&#039;Mestres de Capela da Misericórdia da Bahia, 1647-1810.&#039;&#039;&#039; Salvador: Centro Editorial e Didático da Universidade Federal da Bahia, 1993. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BN|BN]])&amp;lt;br/&amp;gt; - LINHARES, Maria Yedda L. (Org.).&#039;&#039;&#039;História geral do Brasil (da colonização portuguesa à modernização autoritária).&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Campus, 1990. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCCBB|BCCBB]])&amp;lt;br/&amp;gt; - MELO, Mariana Ferreira de. &#039;&#039;&#039;Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro: assistencialismo, solidariedade e poder. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro, 1997, 162 p. Dissertação (Mestrado em História) – Departamento de História, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - MONTEIRO, J. dos Remedios. A Santa Casa de Misericordia. Gazeta Medica da Bahia, Salvador, ano XI, n.10, outubro de 1879. In: BASTIANELLI, Luciana (compl.). &#039;&#039;&#039;Gazeta Médica da Bahia 1866-1934/1966/1976, por uma Associação de Facultativos. &#039;&#039;&#039;Salvador: Edições Contexto, 2002. p.104-106. &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;br/&amp;gt; - OTT, Carlos.&#039;&#039;&#039;A Santa Casa da Misericórdia da cidade do Salvador. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Publicações da Diretoria do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional/ Ministério da Educação e Cultura, n° 21, 1960. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#RGPL|RGPL]])&amp;lt;br/&amp;gt; - RUSSEL-WOOD, A.J.R. &#039;&#039;&#039;Fidalgos and Philanthropists, the Santa Casa da Misericórdia of Bahia, 1550-1755.&#039;&#039;&#039; Londres: Macmillan, 1968. In: Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin. Acervo Digital. Capturado em 10 jun. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/963 https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/963]&amp;lt;br/&amp;gt; - RUSSEL-WOOD, A.J.R. &#039;&#039;&#039;Fidalgos e filantropos: a Santa Casa da Misericórdia da Bahia, 1550-1755. &#039;&#039;&#039;Brasília: UnB, 1981. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BN|BN]])&amp;lt;br/&amp;gt; - SÁ, Isabel dos Guimarães. &#039;&#039;&#039;Quando o rico se faz pobre: Misericórdias, caridade e poder no Império português, 1500-1800. &#039;&#039;&#039;Lisboa: Comissão Nacional para as Comemorações dos Descobrimentos Portugueses, 1997. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#RGPL|RGPL]])&amp;lt;br/&amp;gt; - SALVADOR. Santa Casa da Misericórdia da Bahia e Igreja. In: IPATRIMONIO. Patrimônio Cultural brasileiro. Capturado em 21 jul. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; [http://www.ipatrimonio.org/salvador-santa-casa-da-misericordia-da-bahia-e-igreja/ http://www.ipatrimonio.org/salvador-santa-casa-da-misericordia-da-bahia-e-igreja/]&amp;lt;br/&amp;gt; -&amp;amp;nbsp; SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DA BAHIA. Museu da Misericórdia. Capturado em 21 jul. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[https://www.museudamisericordia.org.br/index.html https://www.museudamisericordia.org.br/index.html]&amp;lt;br/&amp;gt; - SANTOS FILHO, Lycurgo de Castro. &#039;&#039;&#039;História geral da medicina brasileira. &#039;&#039;&#039;São Paulo: Hucitec/ Edusp, 1991, v. 1. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa - Jacqueline Ribeiro Cabral.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; Redação - Jacqueline Ribeiro Cabral; Verônica Pimenta Velloso.&amp;lt;br/&amp;gt; Revisão – Francisco José Chagas Madureira.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Forma de citação =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Dicionário Histórico-Biográfico das Ciências da Saúde no Brasil (1832-1970)&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    [[Category:Verbetes]] [[Category:Instituições de Ensino]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Rachel.froes</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=REIS,_JACINTHO_RODRIGUES_PEREIRA&amp;diff=1574</id>
		<title>REIS, JACINTHO RODRIGUES PEREIRA</title>
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		<updated>2023-08-24T18:18:18Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Rachel.froes: /* Fontes */ alteração data rodapé&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Outros nomes e/ou títulos:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;[[REIS,_JACINTO_RODRIGUES_PEREIRA|Reis, Jacinto Rodrigues Pereira]]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Jacintho Rodrigues Pereira Reis nasceu em Minas Gerais no ano de 1768 e faleceu na cidade do Rio de Janeiro em 13 de março de 1872. Filho e neto de cirurgiões, formou-se pela Academia Médico-Cirúrgica do Rio de Janeiro. Foi um dos membros fundadores e presidente da Sociedade de Medicina do Rio de Janeiro, teve participação importante na Junta Central de Higiene Pública, e foi o primeiro Inspetor Geral do Instituto Vacínico do Império.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Dados pessoais&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Jacintho Rodrigues Pereira Reis nasceu em 1768, na capitania de Minas Gerais (hoje Estado de Minas Gerais). Era filho e neto de cirurgiões, sendo seu pai José Rodrigues Pereira, casado com Joaquina Inácia da Rosa, e seu avô, também médico, Bartolomeu Pereira. Sua irmã Rita Soares de Meirelles era casada com o médico [[MEIRELLES,_JOAQUIM_CÂNDIDO_SOARES_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Joaquim Cândido Soares de Meirelles&amp;lt;/u&amp;gt;]], e sua filha Carolina Leopoldina Reis Soares de Meirelles era esposa de Saturnino Soares de Meirelles, seu sobrinho.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi agraciado como Cavaleiro da Imperial Ordem da Rosa, Comendador da Imperial Ordem de Cristo, e Dignatário da Grã Cruz. Faleceu na cidade do Rio de Janeiro, já em idade avançada, com 104 anos, em 13 de março de 1872.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Trajetória profissional&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Jacintho Rodrigues Pereira Reis, ao término de seus estudos preliminares, partiu para a cidade do Rio de Janeiro, onde se formou em cirurgia na [[ACADEMIA_MÉDICO-CIRÚRGICA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Médico-Cirúrgica do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]] no ano de 1831. Após sua formatura, partiu para Lisboa com o intuito de aperfeiçoar seus conhecimentos, voltando a se estabelecer no retorno, na capital do Império.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Participou da fundação da Sociedade de Medicina do Rio de Janeiro, criada em 1829 na cidade do Rio de Janeiro, juntamente com [[MEIRELLES,_JOAQUIM_CÂNDIDO_SOARES_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Joaquim Cândido Soares de Meirelles&amp;lt;/u&amp;gt;]], [[SIMONI,_LUÍS_VICENTE_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Luís Vicente De Simoni&amp;lt;/u&amp;gt;]], [[SIGAUD,_JOSÉ_FRANCISCO_XAVIER|&amp;lt;u&amp;gt;José Francisco Xavier Sigaud&amp;lt;/u&amp;gt;]], [[JOBIM,_JOSÉ_MARTINS_DA_CRUZ|&amp;lt;u&amp;gt;José Martins da Cruz Jobim&amp;lt;/u&amp;gt;]], João Maurício Faivre, Antônio Américo D’Urzedo, Octaviano Maria da Rosa, Cristóvão José dos Santos, Antônio Martins Pinheiro, Antônio Joaquim da Costa Sampaio, José Maria Cambuci do Valle, José Augusto Cezar de Menezes, João Alves Carneiro, Fidélis Martins Bastos, Joaquim José da Silva e José Mariano da Silva. Foi membro titular da seção cirúrgica e presidente desta sociedade no 4º trimestre do ano de 1831.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Jacintho Rodrigues Pereira Reis, juntamente com [[CÂNDIDO,_FRANCISCO_DE_PAULA|&amp;lt;u&amp;gt;Francisco de Paula Cândido&amp;lt;/u&amp;gt;]], [[MEIRELLES,_JOAQUIM_CÂNDIDO_SOARES_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Joaquim Cândido Soares de Meirelles&amp;lt;/u&amp;gt;]], Manuel Valladão Pimentel, [[JOBIM,_JOSÉ_MARTINS_DA_CRUZ|&amp;lt;u&amp;gt;José Martins da Cruz Jobim&amp;lt;/u&amp;gt;]] e [[SIGAUD,_JOSÉ_FRANCISCO_XAVIER|&amp;lt;u&amp;gt;José Francisco Xavier Sigaud&amp;lt;/u&amp;gt;]], participou de sessões especiais, realizadas na então Sociedade de Medicina do Rio de Janeiro em 1835, para discussão e estudo de uma afecção caracterizada pela existência de sangue na urina e então denominada de hematúria do Brasil (SANTOS FILHO, 1991).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Jacintho Rodrigues Pereira Reis foi cirurgião honorário da Imperial Câmara dos dois imperadores do Brasil, D. Pedro I e D. Pedro II (1848).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi o primeiro inspetor geral do [[INSTITUTO_VACÍNICO_DO_IMPÉRIO|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Vacínico do Império&amp;lt;/u&amp;gt;]], tendo sido nomeado para tal cargo no ano de 1846, e permanecido até 1872, quando foi substituto por João Francisco de Sousa. &amp;amp;nbsp;Em 1850, quando ainda era inspetor do Instituto Vacínico do Império, foi chamado para integrar a Junta Central de Higiene Pública, então criada com o objetivo de indicar medidas para o combate à epidemia de febre amarela que assolava o país naquele ano.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Jacintho Rodrigues Pereira Reis foi um dos fundadores e 1º presidente do Instituto Hahnemanniano do Brasil, instalado na cidade do Rio de Janeiro em 06 de junho de 1859, do qual também participaram Joaquim José da Silva Pinto (vice-presidente), Saturnino Soares de Meirelles (1º secretário e redator da &#039;&#039;Gazeta do Instituto Hahnemanniano do Brasil&#039;&#039;), José Henriques de Proença (2º secretário) e André Braz Chalreo (tesoureiro). &amp;amp;nbsp;Na solenidade de instalação do Instituto, em 2 de julho de 1859, Jacintho Rodrigues Pereira Reis pronunciou um discurso no qual homenageou os fundadores da homeopatia no Brasil, defendeu a necessidade de reformas das escolas médicas, censurou os inimigos da homeopatia e exaltou os amigos da ciência (GALHARDO, 1928).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Esta associação, criada com o objetivo de propagar a homeopatia teve curta duração devido à dissidência do grupo de homeopatas reunidos em torno de Domingos de Azevedo Coutinho Duque-Estrada, partidários da idéia de que era necessário para o exercício da homeopatia o diploma de medicina emitido pelas faculdades oficiais do Império. Nesta ocasião, este grupo fundou, em oposição ao Instituto, no mesmo mês e ano, a Congregação Médico-Homeopática Fluminense. Mas, em 1880 a denominação de Instituto Hahnemanniano do Brasil acabaria sendo adotada novamente em substituição a de [[INSTITUTO_HAHNEMANIANO_FLUMINENSE|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Hahnemaniano Fluminense&amp;lt;/u&amp;gt;]], criado em 1979.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Participou da Sociedade Defensora da Liberdade e da Independência Nacional, criada no Rio de Janeiro em 19 de maio de 1831, que foi uma sociedade de caráter político e de cunho nativista e libertário, e da qual participavam deputados, advogados, médicos, militares, comerciantes e funcionários públicos, como Evaristo Ferreira da Veiga. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Teve atuação importante na vida política brasileira, tendo participado de movimentos liberais e separatistas em Minas Gerais, como a Sedição de Ouro Preto, em 1833. Em relação a sua participação como sedicioso em Ouro Preto registra a &#039;&#039;Revista do Arquivo Público Mineiro&#039;&#039;:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“... fatos numerosos ali praticados por Jacinto Rodrigues Pereira Reis, e o Coronel José de Sá Bitencourt com seus irmãos, procedendo logo a captura do dito Jacinto Rodrigues Pereira por ser furioso agente da revolta de Ouro Preto. (.....) Levo ao conhecimento de V. Ex. que se acham processados os Cabeças da sedição que teve lugar nesta Vila por ocasião das eleições primárias, e revolta de Ouro Preto, os quais são Jacinto Rodrigues Pereira Reis, José de Sá Bitencourt e Câmara e Guilherme Frederico de Sá ... Frederico Carlos de Sá Bitencourt, Egídio Luiz de Sá, Cristiano Manoel de Sá...”. &amp;amp;nbsp;(A SEDIÇÃO, 1902, p.177; 187, 1902. Apud. GONÇALVES, 2006)&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi suplente (1844) e vereador (1845-1848) da Câmara Municipal do Rio de Janeiro. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi Juiz de Paz, diretor adjunto e Conselheiro do Monte Pio Geral d´Economia dos Servidores do Estado, criado em 1835. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1832 foi redator do periódico &#039;&#039;O Homem e a America: Jornal da Sociedade Defensora da Liberdade e Independencia Nacional do Rio de Janeiro&#039;&#039;, juntamente com Francisco de Salles Torres Homem, [[JOBIM,_JOSÉ_MARTINS_DA_CRUZ|&amp;lt;u&amp;gt;José Martins da Cruz Jobim&amp;lt;/u&amp;gt;]], [[CYSNEIROS,_FRANCISCO_FREIRE_ALLEMÃO_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Francisco Freire Allemão de Cysneiros&amp;lt;/u&amp;gt;]], Januario da Cunha Barboza e Saturnino de Souza e Oliveira. &amp;amp;nbsp;Foi também redator do &#039;&#039;Despertador Mineiro&#039;&#039;, entre os anos de 1833 e 1840.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No ano de 1857 e 1864 Jacintho Rodrigues Pereira Reis mantinha seu consultório particular, com especialidade em homeopatia, na Rua São José nº 58, no centro da cidade do Rio de Janeiro juntamente com Saturnino Soares de Meirelles, filho do médico [[MEIRELLES,_JOAQUIM_CÂNDIDO_SOARES_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Joaquim Cândido Soares de Meirelles&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Produção intelectual&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “O amigo da razão, ou carta aos redactores do Reverbero, em que se mostram os Direitos, que tem o Brasil a formar a sua Camara especial de Cortes no próprio território, conservando a união com Portugal, em Ordem a salvar-se dos Horrores da Anarquia; e as pertenções das Cortes de Portugal contrarias aos seus interesses”. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1822.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Reflexões às calumnias tecidas pelo cirurgião formado Joaquim José da Silva”. Rio de Janeiro: Typographia Nacional, 1831.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Requerimento encaminhado ao Ministério do Império, solicitando nomeação como inspetor da Junta Vacinica do Rio de Janeiro”. &amp;amp;nbsp;Manuscrito. [s.l.], 1841.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Estado da vaccina no Brazil”. &#039;&#039;Annaes Brazilienses de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, tomo 7º, 1851-1852.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Relatorio do Estado da Vaccinação, apresentado ao Ministerio do Imperio pelo Inspetor Geral do Instituto Vaccinico Jacintho Rodrigues Pereira Reis”. Rio de Janeiro: [s.n.], 1852.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Requerimento encaminhado ao Ministério do Império, solicitando que seja abonado seu ordenado, como inspetor geral do Instituto Vacinico, desde o dia em que deixou de receber ate o dia de sua apresentaçao.” Manuscrito. [s.l.], 1853.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Medidas contra o cholera-morbus”. &#039;&#039;Annaes Brazilienses de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, tomo 10º, 1856.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Memória sobre o tétano”. Apresentado à Academia Imperial de Medicina. Rio de Janeiro: [s.d.].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- A SEDIÇÃO militar de Ouro Preto em 1833. &#039;&#039;Revista do Arquivo Público Mineiro&#039;&#039;, Belo Horizonte, v.7, fasc. 1, p.67-250, jan./jun. 1902. Capturado em 16 jun. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://www.siaapm.cultura.mg.gov.br/acervo/rapm_pdf/1638.pdf http://www.siaapm.cultura.mg.gov.br/acervo/rapm_pdf/1638.pdf]&amp;lt;br/&amp;gt; - GALHARDO, José Emygdio Rodrigues. História da homeopatia no Brasil. In: &#039;&#039;&#039;Livro do 1° Congresso Brasileiro de Homeopatia. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro, 1928. p.271-1016. &amp;amp;nbsp; ([[Fontes de informação#BN|BN]])&amp;lt;br/&amp;gt; - GONÇALVES, Andréa Lisly. “A Oligarquia Tenebrosa: um perfil sócio-econômico dos caramurus mineiros (1831-1838)”. In: &#039;&#039;&#039;XII Seminário sobre a Economia Mineira.&#039;&#039;&#039; Economia, História, Demografia e Políticas Públicas. Diamantina, MG. 29 de agosto a 1º de setembro de 2006. Capturado em 09 jun. 2020. Online. Disponível na Internet: &amp;amp;nbsp;  [http://www.cedeplar.ufmg.br/seminarios/seminario_diamantina/2006/D06A047.pdf http://www.cedeplar.ufmg.br/seminarios/seminario_diamantina/2006/D06A047.pdf]&amp;lt;br/&amp;gt; - JACINTHO Rodrigues Pereira Reis. Dados biográficos apresentados à Academia Nacional de Medicina. Datilografado. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#ANM|ANM]])&amp;lt;br/&amp;gt; - JACINTHO Rodrigues Pereira Reis. In: ACADEMIA NACIONAL DE MEDICINA. Capturado em 8 out. 2020. Online. Disponível na Internet: [https://www.anm.org.br/jacintho-rodrigues-pereira-reis/ https://www.anm.org.br/jacintho-rodrigues-pereira-reis/]&amp;lt;br/&amp;gt; - JACINTHO Rodrigues Pereira Reis. In: BLAKE, Augusto Victorino Alves Sacramento. &#039;&#039;&#039;Diccionario Bibliographico Brazileiro. Terceiro volume&#039;&#039;&#039;. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1895. p.291. Capturado em 16 jun. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/5433 https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/5433]&amp;lt;br/&amp;gt; - MÉDICOS e Cirurgiões. In: &#039;&#039;&#039;Almanak Lamert de 1864. Almanak Administração, Mercantil e Industrial do Rio de Janeiro (1844-1889).&#039;&#039;&#039; Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 09 jun. 2020. Online. Disponível na Internet:  &amp;amp;nbsp;[http://ddsnext.crl.edu/titles/88#?c=0&amp;amp;m=20&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=0&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=0,-511,4159,2934 http://ddsnext.crl.edu/titles/88#?c=0&amp;amp;m=20&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=0&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=0%2C-511%2C4159%2C2934]&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - SANTOS FILHO, Lycurgo de Castro. &#039;&#039;&#039;História Geral da Medicina Brasileira.&#039;&#039;&#039; São Paulo: HUCITEC/EDUSP, 1991. v. 2. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCCBB|BCCBB]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa – Rodrigo Borges Monteiro.&amp;lt;br/&amp;gt; Redação – Verônica Pimenta Velloso, Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Revisão – Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Forma de citação&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Dicionário Histórico-Biográfico das Ciências da Saúde no Brasil (1832-1970)&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    [[Category:Verbetes]] [[Category:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Rachel.froes</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=PEREIRA,_ANTONIO_PAC%C3%8DFICO&amp;diff=1573</id>
		<title>PEREIRA, ANTONIO PACÍFICO</title>
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		<updated>2023-08-24T18:17:25Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Rachel.froes: /* Forma de citação */ alteração data rodapé&lt;/p&gt;
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&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Outros nomes e/ou títulos:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;[[PEREIRA,_PACÍFICO|Pereira, Pacífico]]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Antonio Pacífico Pereira nasceu em 5 de junho de 1846 na cidade de Salvador, então capital da província da Bahia. Doutorou-se em 1867, na Faculdade de Medicina da Bahia, onde foi opositor da seção cirúrgica (1871-1876), lente substituto de ciências cirúrgicas (1876), lente catedrático de anatomia geral e patológica (1882), interino da 2ª cadeira de clínica cirúrgica (1882), lente de histologia teórica e prática (1883), diretor interino (1883) e diretor (1895-dezembro de 1897). Foi Inspetor Geral de Higiene da Bahia (1901) e um dos fundadores e diretor da Gazeta Médica da Bahia (1868-1870; 1876-1921). Faleceu, em 1922, em Salvador (Bahia).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Dados pessoais&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Antonio Pacífico Pereira nasceu em 5 de junho de 1846 na cidade de Salvador, então capital da província da Bahia, e era filho de Victorino José Pereira, industrial, e de Carolina Maria Franco Pereira. Era irmão do monsenhor Basílio Pereira, do coronel e deputado Victorino José Pereira, de Manuel Victorino Pereira (1853-1902) e de Francisco Bráulio Pereira (1858-1917). Estes dois últimos foram professores da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DA_BAHIA|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina da Bahia&amp;lt;/u&amp;gt;]], tendo sido Manuel Victorino Pereira primeiro de lente de clínica cirúrgica de adultos, e Francisco Bráulio Pereira catedrático da 2ª cadeira de clínica médica (1895). Manuel Victorino Pereira foi também governador do Estado da Bahia (23/11/1889-26/4/1890), e ocupou a presidência da República do Brasil no período de 11/11/1896 a 04/03/1897.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Antonio Pacífico Pereira casou-se com Ermelinda Dias Lima Pereira, e teve seis filhos, Maria José de Lima Pereira, José de Lima Pereira, o engenheiro Luiz Pereira, que se casou com Dulce Corrêa Pereira, Maria Luiza de Lima Pereira, Maria Thereza Pereira Corrêa, que casou-se com o industrial Mario Corrêa, e Maria Laura Pereira Pinto. Era tio de Victorino Arthur Pereira, Dyonisio Pereira, Álvaro Pereira, Procurador Criminal da República, Mario Pereira, Manoel Pereira, Edgard Pereira, Fernando Reis, José Reis e do engenheiro Carlos Pereira. Teve cinco netos, Eduardo, Geraldo, Jorge, Maria de Lourdes e Margarida Maria (PROF.PACIFICO PEREIRA, 1922).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No ano de sua morte, no Congresso Nacional dos Práticos (Rio de Janeiro, 30/09-7/10/1922), por proposta do médico Luiz Felício Torres, lhe foi conferido em 7 de outubro de 1922 o título de “Preoceptor Brasiliae”. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Faleceu, em 19 de novembro de 1922, em Salvador (Bahia).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Trajetória profissional&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Antonio Pacífico Pereira ingressou em março de 1862 na [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DA_BAHIA|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina da Bahia&amp;lt;/u&amp;gt;]], doutorando-se em novembro de 1867com a tese intitulada “Dignostico differencial e tratamento das paralysias: dissertação inaugural, seguida de proposições sobre os pontos seguintes: Funcções da medulla. Tratamento das feridas por armas de fogo. Por uma rigorasa applicação das leis physicas se poderá explicar os phenomenos, que se manfestam nos individuos atacados de cholera?”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Na [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DA_BAHIA|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina da Bahia&amp;lt;/u&amp;gt;]] foi opositor, por concurso, da seção cirúrgica (1871-1876), lente substituto de ciências cirúrgicas (1876), lente catedrático de anatomia geral e patológica (1882), interino da 2ª cadeira de clínica cirúrgica (1882), lente de histologia teórica e prática (1883), diretor interino (1883) e diretor (1895-dezembro de 1897). &amp;amp;nbsp;Sua tese para o concurso de opositor da seção de cirúrgica foi “Eclampsia durante o parto e seu tratamento”, apresentada em 1871. Aposentou-se das atividades na Faculdade de Medicina da Bahia, em 17 de abril de 1912.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Considerado, como ressaltou Lycurgo de Castro Santos Filho (1991), o iniciador do ensino da histologia naquela faculdade, Antonio Pacífico Pereira realizou cerca de 400 preparações de histologia normal e patológica, e as ofertou à Faculdade de Medicina da Bahia.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi diretor da &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, de janeiro de 1868 a julho de 1870, e de janeiro de 1876 a junho de 1921. A Gazeta, publicada por uma associação de facultativos, teve seu primeiro número lançado em 10 de julho de 1866, e em suas páginas foram divulgados principalmente os estudos realizados pelos integrantes da [[ESCOLA_TROPICALISTA_BAIANA|&amp;lt;u&amp;gt;Escola Tropicalista Baiana&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Antonio Pacífico Pereira, seu irmão Manuel Victorino Pereira e Raymundo Nina Rodrigues, quando ainda estudantes da Faculdade de Medicina da Bahia, participaram da Escola Tropicalista Baiana, que consistia em um grupo de médicos, todos estabelecidos na Bahia, que a partir da década de 1860 dedicou-se ao estudo e pesquisa da etiologia das doenças tropicais que acometiam as populações pobres do país. Neste grupo destacaram-se [[WUCHERER,_OTTO_EDWARD_HENRY|&amp;lt;u&amp;gt;Otto Edward Henry Wucherer&amp;lt;/u&amp;gt;]], [[PATERSON,_JOHN_LIGERTWOOD|&amp;lt;u&amp;gt;John Ligertwood Paterson&amp;lt;/u&amp;gt;]] e [[LIMA,_JOSÉ_FRANCISCO_DA_SILVA|&amp;lt;u&amp;gt;José Francisco da Silva Lima&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Considerado por Armando Sampaio Tavares o grande responsável pela introdução do ensino prático na Faculdade de Medicina da Bahia:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Comprehendendo quanto instável é o conhecimento que se não esteia na documentação material viu que já não era possível ensinar e aprender disciplinas descriptivas sem a demonstração immediata da exposição feita. Foi essa a origem dos laboratórios que elle creou na Faculdade, para lá transportando a orientação de sua mocidade, quando, com Silva Lima, Paterson, Wucherer e os mais da plêiade dos tempos heróicos da sciencia experimental brasileira, procurava prestar o seu subsidio ao estudo da filariose entre nós”. (TAVARES, 1922, p.231-232)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Realizou viagens à Europa para aperfeiçoamento de 1871 a 1872, de 1879 a 1880 e em 1889, durante as quais visitou universidades e faculdades de medicina nas cidades de Viena, Munique, Berlim, Paris, Londres e Edimburgo. Nestas viagens, segundo suas próprias palavras, estudava “a organização do ensino nas Faculdades dos paizes mais adiantados, justamente na epoca em que a evolução das sciencias medicas sob o influxo do methodo experimental progredia de modo rapido e prodigioso, trazia funda e dolorosa impressão do nosso atrazo ante a admiração e verdadeiro assombro que em mim produzira a vasta e imponente installação dos institutos e laboratórios em que se ministrava o ensino pratico e experimental nas universidades allemans e austríacas” (PEREIRA, 1923, p.47-48).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Diante das deficiências do ensino médico nas faculdades de medicina no país, Antonio Pacífico Pereira escreveu uma série de artigos na &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, em 1877, direcionados aos “Médicos Deputados”, nos quais propunha uma reforma geral em todos os níveis do ensino.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em sua obra “Memória sobre a Medicina na Bahia”, publicada em 1923, discorreu também sobre os principais problemas vivenciados pelas instituições de ensino médico no país. Preocupava-o a instrução pública em geral, mas especialmente as condições do ensino médico no país:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;“A organização deficiente, o desenvolvimento incompleto dos cursos medicos e cirúrgicos durante todo este periodo, além de falsearem os destinos de taes instituições, prejudicando profundamente os mais vitaes interesses da população, trazem a decadência progressiva e inevitável ruiva d´estas escolas, centros de instrucção profissional, que foram reputados necessários ao bem publico desde os tempos coloniaes, e creados então com toda a parcimonia que se devia esperar do zelo centralizador da metrópole, mas certamente com um caracter eminentemente pratico e utilitário, que não souberam desenvolver convenientemente as ulteriores reformas. Parecendo desconhecer o caracter profissional do ensino ministrado n´estas instituições, os governos que se sucederam n´estes 50 annos olvidaram a instrucção pratica, e escasseando até os recursos votados por leis, e faltando às promessas de seus decretos, tiraram-lhes os melhores elementos de ensino, deixando-as cahirem no descrédito, e contra o qual luta há tantos annos seu professorado, protesta e reclama incessantemente nas memórias históricas das Faculdades.”(PEREIRA, 1923, p.51) &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Antonio Pacífico Pereira destacou a importância das propostas do decreto de 19 de abril de 1879, da denominada Reforma Leôncio de Carvalho, promulgado após “25 annos de constantes reclamações das Faculdades em suas memórias históricas, de repetidas instancias da imprensa profissional e de luminosos relatorios de professores commissionados para estudarem a marcha e desenvolvimento do ensino medico nos paizes mais adiantados” (PEREIRA, 1923, p.63-64). Entretanto lamentou o insucesso desta Reforma, tendo em vista a sua não implementação:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“A fundação dos institutos práticos com os seus laboratórios, a creação dos logares de preparadores, a duplicação das clinicas geraes e a creação de clinicas especiaes, a instituição de uma revista dos cursos, a jubilação dos lentes obrigatória aos 30 annos, as commisões scientificas, os exames por matérias, e outras muitas disposições, vinham consignadas na reforma de 1879, porém não foram executadas, especialmente directamente à regorganização do ensino pratico, e ficaram esquecidas em lettra morta, comquanto a razão indicasse que a esse Decreto, que firmava a liberdade do ensino superior, devia succeder-se necessariamente uma reforma completa, que habilitasse o Estado a sustentar uma concurrencia seria e digna, offerecendo em seu ensino o modelo mais perfeito, que atrahisse a mocidade pela variedade e profundeza do ensino, pela actividade e elevação do professorado, pela ampliação e abundancia das installações, pela organização scientifica, providente e animadora de todos os meios de esutdo e de trbalho”. (PEREIRA, 1923, p.81)&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1876 atuou como cirurgião adjunto do Hospital da Caridade, hospital da [[SANTA_CASA_DA_MISERICÓRDIA_DA_BAHIA|&amp;lt;u&amp;gt;Santa Casa da Misericórdia da Bahia&amp;lt;/u&amp;gt;]], o qual nesta época funcionava no prédio do antigo Colégio dos Jesuítas, no Terreiro de Jesus, em Salvador.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Na Santa Casa de Misericórdia da Bahia Antonio Pacífico Pereira foi admitido como irmão, em 20 de junho de 1868, tornou-se Consultar da Mesa em 16 de julho de 1892, e foi Definidor de 1911 a 1912, tendo sido incumbido da reforma do regimento do hospital, e participado da reforma do Asilo dos Expostos e da construção do Asilo de Beneficência. Foi mordomo do Hospital Santa Izabel, da Santa Casa da Misericórdia da Bahia, de 1892 a 1895, e de 1913 a 1914.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Prosseguindo em seu empenho pela melhoria do ensino médico, foi autor da Representação enviada à Câmara dos Deputados, em outubro de 1880, na qual apontava as deficiências do ensino médico e pontos fundamentais para sua reforma (PEREIRA, 1923).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Integrou juntamente com José Luiz de Almeida Couto, Ramiro Affonso Monteiro, Demetrio Cyriaco Tourinho, [[LIMA,_JOSÉ_FRANCISCO_DA_SILVA|&amp;lt;u&amp;gt;José Francisco da Silva Lima&amp;lt;/u&amp;gt;]] e [[PATERSON,_JOHN_LIGERTWOOD|&amp;lt;u&amp;gt;John Ligertwood Paterson&amp;lt;/u&amp;gt;]], a Comissão na Bahia, determinada pelo Governo Imperial (Aviso de 21 de novembro de 1880), encarregada para estudar a natureza do beribéri, suas causas e tratamento.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No ano de 1881 participou do Conselho de Ensino Provincial, na Bahia.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi membro da comissão paroquial de Victoria (província da Bahia) para o serviço de vacinação e revacinação (1883).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi orador oficial do 3º Congresso de Medicina e Cirurgia (Salvador, 15-25/10/1890), promovido pela [[SOCIEDADE_DE_MEDICINA_E_CIRURGIA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Antonio Pacífico Pereira participou, em 1892, do Conselho Superior de Higiene Pública da Bahia, que era presidido por José Francisco da Silva Lima, e que tinha também entre seus integrantes Raymundo Nina Rodrigues. Em 1907, Pacífico Pereira passou a presidir este Conselho.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Presidente do Conselho Municipal, em Salvador (1893).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Membro horário da [[ACADEMIA_NACIONAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Nacional de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]], e fundador da Cadeira de nº 35 da Academia de Letras da Bahia.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 30 de julho de 1898, em uma sessão solene Antonio Pacifico Pereira, ex-diretor da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DA_BAHIA|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina da Bahia&amp;lt;/u&amp;gt;]], foi homenageado com um quadro retratando-o, pintado por Manoel Lopes Rodrigues, instalado na sala das congregações da Faculdade de Medicina da Bahia, por proposta de José Olympio de Azevedo, então diretor daquela instituição, em reconhecimento de seu mérito e dos serviços prestados durante a campanha de Canudos. Nesta ocasião solene discursaram José Olympio de Azevedo, Luiz Anselmo da Fonseca, pela congregação daquela faculdade, e o aluno Oscar Freire de Carvalho, representando os alunos da 2ª série médica.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 23 de novembro de 1901, foi nomeado Inspetor Geral de Higiene da Bahia.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Elaborou o Regulamento do Serviço Sanitário do Estado da Bahia (1901).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Integrou a comissão para construção de um novo hospital para os alienados, na Bahia, juntamente com Raymundo Nina Rodrigues (1904).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi relator do Congresso Nacional dos Práticos, promovido pela [[SOCIEDADE_DE_MEDICINA_E_CIRURGIA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]] na cidade do Rio de Janeiro de 30/09 a 7/10/1922, no qual discorreu sobre a criação do Departamento Nacional de Instrução.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039; de novembro de 1922 foi integralmente dedicada a Antonio Pacífico Pereira, publicando artigos e homenagens de médicos como Clementino Rocha Fraga, Aristides Novis, Gonçalo Muniz Sodré de Aragão, Joaquim Martagão Gesteira, Antonio do Prado Valladares, e Armando Sampaio Tavares.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Produção intelectual&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Anesthesia local”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, anno I, n.8, p.86-88, 25 de outubro de 1866.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Dignostico differencial e tratamento das paralysias: dissertação inaugural, seguida de proposições sobre os pontos seguintes: Funcções da medulla. Tratamento das feridas por armas de fogo. Por uma rigorosa applicação das leis physicas se poderá explicar os phenomenos, que se manfestam nos individuos atacados de cholera?” &amp;amp;nbsp;Bahia, 1867.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Esboço biographuico do Dr. Antonio José Alves, Professor de Clínica Externa da Faculdade de Medicina da Bahia, Cavalheiro da Imperial Ordem da Rosa e da de Christo, etc.”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, anno I, n.14, p.163-166, 25 de janeiro de 1867.&amp;lt;br/&amp;gt; - [Editorial]. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, anno II, n.37, p.145, 15 de janeiro de 1868.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O Beribéri”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, anno II, n.38, p.157, 31 de janeiro de 1868.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A propósito das memórias históricas das faculdades de medicina do Império em 1866”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, anno II, n.39, p.169-172, 15 de fevereiro de 1868.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A possibilidade de reunir-se um congresso medico no Brasil”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, anno II, n.41, p.193-194, 15 de março de 1868.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Museu Abbott”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, anno II, n.42, p.205, 31 de março de 1868.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O Conselho de Saúde Pública de Portugal e os remédios secretos do Sr.A.H.Porciuncula”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, anno II, n.43, p.217-221, 15 de abril de 1868.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Desacato à memória de um collega illustre”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, anno II, n.47, p.265, 15 de junho de 1868.&amp;lt;br/&amp;gt; - [Editorial]. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, anno III, n.49, p.1-2, 15 de agosto de 1868.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Caso de febre perniciosa comatosa, curado pela applicação hypodermica de sulfato de quinina”. &#039;&#039;Gazeta Médica da Bahia&#039;&#039;, anno III, n.55, p.73-76, 15 de novembro de 1868.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Breve estudo sobre algumas obras do Dr.Lucien Papillaud. Pelo Dr. A. Pacifico Pereira”. &#039;&#039;Gazeta Médica da Bahia&#039;&#039;, anno III, n.57, p.103-105, 15 de dezembro de 1868; anno III, n.58, p.114-116, 31 de dezembro de 1868.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Bibliographia. Des injections forcées dans l´occlusion intestinale par le Dr.Charles Isnard, de Marseille”. &#039;&#039;Gazeta Médica da Bahia&#039;&#039;, anno III, n.62, p.162-165, 28 de fevereiro de 1869; anno III, n.64, p.187-189, 31 de março de 1869.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Eclampsia durante o parto e seu tratamento”. Bahia, 1871. Tese (Concurso de opositor da seção cirúrgica) – Faculdade de Medicina da Bahia, 1871.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Esboço biographico do Dr. Otto Wucherer”. &#039;&#039;Gazeta Médica da Bahia&#039;&#039;, anno VI, n. 140, p.305-309, 31 de maio de 1873.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Placenta previa. Applicação do colpeurynter de Braun&amp;quot;. &#039;&#039;Revista Medica&#039;&#039;, Rio de Janeiro, Typ.Academic, 1874. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Tetanos traumatico tratado pelo emprego combinado de hydrato de chroral e injecções hypodermicas de morphina”. &#039;&#039;Gazeta Médica da Bahia&#039;&#039;, anno VIII, n.3, p.112-118, março de 1876.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Aos médicos deputados. Reformas necessarias à legislação sanitária, e ao ensino medico”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, anno IX, n.1, p.1-6, janeiro de 1877; anno IX, n.3, p.97-105, março de 1877; anno IX, n.4, p.145-151, abril de 1877; anno IX, n.5, p.193-199, maio de 1877; anno IX, n.8, p.337-346, agosto de 1877; anno IX, n.10, p.433-443, outubro de 1877.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Obstetrícia. Alguns casos d´eclampsia tratados pelo bromureto de potássio e hydrato de chroral”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, anno XI, n.2, p.53-59, fevereiro, 1879; anno XI, n.4, p. 153-162, abril, 1879.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Medicina legal. Caso de defloração post-nupcial negada pelo marido; contestação extra-judiciaria do exame medico-legal; protesto e replica dos peritos”. Barão d ‘Itapoan, Dr.José Francisco da Silva Lima, Dr.Francisco José Teixeira, Dr.Domingos Carlos da Silva, Dr. Antonio Pacifico Pereira. &#039;&#039;Gazeta Médica da Bahia&#039;&#039;, anno XI, n.1, p.8-48, janeiro, 1879.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Medicina legal. Ainda o caso de defloração post-nupcial negada pelo marido; resposta dos peritos aos Snrs.Drs.Souza Lima e Feijó Filho”. Barão d ‘Itapoan, Dr.José Francisco da Silva Lima, Dr.Francisco José Teixeira, Dr. Antonio Pacifico Pereira. &#039;&#039;Gazeta Médica da Bahia&#039;&#039;, anno XI, n.3, p.107-149, março, 1879.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Medicina legal. Ainda uma vez o caso de defloração post-nupcial negada pelo marido; exame de pareceres de Coimbra e Paris”. &amp;amp;nbsp;Barão d ‘Itapoan, Dr.José Francisco da Silva Lima, Dr.Francisco José Teixeira, Dr. Antonio Pacifico Pereira. &#039;&#039;Gazeta Médica da Bahia&#039;&#039;, anno XI, n.4, p.164-191, abril, 1879.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Gynecologia. Rupturas do períneo e perineorraphia”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, anno XII, n.1, p. 16-22, julho, 1880.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Pathologia intertropical. Estudo sobre a etiologia e natureza do beriberi”. &#039;&#039;Gazeta Médica da Bahia&#039;&#039;, anno XIII, n.10, p. 454-462, abril, 1881; anno XIII, n.12, p.533-543, junho, 1881.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Estudos sobre a etiologia e natureza do beribéri”. &#039;&#039;União Medica&#039;&#039;, Rio de Janeiro, tomo 1º, 1881, p.405-425, 446-456, 485-497, 533, 581-591, 631-639; tomo 2º, 1882, p.53-60, 97-106, 305-315, 353-358.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Memória Histórica do anno de 1882 apresentada à respectiva congregação no dia 1º de março de 1883 pelo lente de anatomia geral e pathologica Dr. Antonio Pacifico Pereira”. 1882.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Discurso, que por occasião de prestar juramento e tomar posse da cadeira de anatomia geral e pathologica da faculdade da Bahia, a 15 de julho, proferiu”. Bahia, 1882.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Anatomia. Conservação dos cadaveres”. &#039;&#039;Gazeta Médica da Bahia&#039;&#039;, anno XIV, n.2, p.54-60, agosto, 1882.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Dystocia por occlusão da parte superior da vagina. Incisão do septo, versão, extracção do feto vivo”. &amp;amp;nbsp;&#039;&#039;Gazeta Médica da Bahia&#039;&#039;, anno XIV, n.5, p.195-198, novembro, 1882. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Medicina. Beribéri na esquadrilha de evoluções”. &#039;&#039;Gazeta Médica da Bahia&#039;&#039;, anno XV, n.1, p.1-8, julho, 1883.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O novo regulamento para os estudos práticos nos laboratórios das faculdades de medicina DO Imperio”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, anno XV, n.3, p.105-111, setembro, 1883.&amp;lt;br/&amp;gt; - “As reformas do ensino medico no Brazil”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, anno XV, n.12, p.545-550, junho, 1884.&amp;lt;br/&amp;gt; - “As investigações sobre o beriberi pelo Dr.J. Baptista de Lacerda”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, anno XV, n.10, p.449-466, abril, 1884.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Excerptos do Relatório apresentado ao Ministro do Império pelo director interino da Faculdade da Bahia, Dr. Antonio Pacifico Pereira”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, anno XVII, n.5, p.198-207, novembro, 1885.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Discurso proferido pelo Dr. Pacifico Pereira no acto da inauguração do monumento Paterson”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, anno XVIII, n.6, p.253-258, dezembro, 1886.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Freqüência das endometrites; suas causas e seu tratamento curativo e prophylatico”.&#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, anno XXII, n.7, p.289-297, janeiro, 1891.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A Sociedade Medica da Bahia e a pretensa descoberta do Dr. Abel Parente”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, anno XXIV, n.8, p.335-341, fevereiro, 1893.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A propósito do cholera”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, ano XXV, n.2, p.49-54, agosto, 1893.&amp;lt;br/&amp;gt; - “As investigações bacteriológicas no diagnostico do cholera-morbus”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, anno XXV, n.6, p.241-244, dezembro, 1893.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Apontamentos para a historia da organização do ensino medico na Bahia”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, anno XXIXI, n.12, p.552-560, junho 1898; anno XXX, n.1, p.22-26, julho 1898; anno XXX, n.2, p.68-76, agosto 1898.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Hygiene publica. A hygiene na Bahia”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, anno XXX, n.10, p.435-438, abril 1899.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Prophylaxia da peste bubônica. Exterminação dos ratos pelo Dr.A. Pacifico Pereira. Inspector Geral de Higiene do Estado da Bahia”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, v.XXXIV, n.9, p.406-413, março, 1903; v.XXXIV, n.10, p.438-447, abril, 1903; v.XXXIV, n.11, p.481-488, maio, 1903; v.XXXIV, n.12, p.546-552, junho, 1903; v.XXXV, n.1, p.12-18, julho, 1903; v.XXXV, n.3, p.111-121, setembro, 1903.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Prophylaxia da febre amarella pelo Dr. Pacifico Pereira (Professor da Faculdade de Medicina da Bahia) (Conclusão). &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, v.XXXV, n.7, p.289-299, janeiro, 1904; v.XXXV, n.8, p.349-356, fevereiro, 1904; v. XXXV, n.9, p.402-413, março, 1904; v.XXXV, n.10, p.440-449, abril, 1904.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A tuberculose na Bahia. Prophylaxia e estatística pelo Prof. A. Pacifico Pereira”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, v.XXXVI, n.2, p.49-60, agosto, 1904; n.3, p.97-103, setembro, 1904.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Projecto d´esgotos na Bahia. Conclusão”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, v. XXXVI, n.5, p.193-220, novembro, 1904; v. XXXVI, n.6, p.257-272, dezembro, 1904; v.XXXVI, n.7, p.301-311, janeiro, 1905.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Hygiene publica. Inccineração do lixo na Bahia. Parecer apresentado ao Conselho Geral Sanitário. Relator: Dr. Pacifico Pereira”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, v. XXXVI, n.9, p.395-407, março, 1905; v. XXXVI, n.10, p.465-474, abril, 1905; v.XXXVI, n.11, p.493-504, maio, 1905.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Hygiene publica. Installação de novos cemitérios, prohibição de enterramentos nas egrejas e conventos”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, v. XXXVIII, n.7, p.345-359, janeiro, 1906.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Bases para um convenio de prophylaxia sanitária nos paizes de America do Sul (1) pelo Dr. Pacifico Pereira”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, v. XXXVII, n.10, p.433-443, abril ,1906; v. XXXVII, n.11, p.503-512, maio, 1906; v.XXXVII, n.12, p.552-566, junho, 1906.&amp;lt;br/&amp;gt; - “À memória de Wucherer”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, v. XXXVIII, n.1, p.1-2, julho 1906.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Os esgotos da Bahia. Parecer do Conselho Sanitário Estadual. Relator: Dr. Pacifico Pereira”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, v. XXXVIII, n.3, p.105-114, setembro, 1906; v.XXXVIII, n.4, p.166-184, outubro, 1906.&amp;lt;br/&amp;gt; - “As moléstias infectuosas na Bahia e sua prophylaxia official”. [Salvador]: Typ. Bahiana, 1906.&amp;lt;br/&amp;gt; - “As moléstias infectuosas na Bahia pelo Dr.A. Pacifico Pereira”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, v.XXXIX, n.5, p.193-208, novembro, 1907; v.XXXIX, n.6, p.241-249, dezembro, 1907; v.XXXIX, n.9, p.400-407, março, 1908; v.XXXIX, n.11, p.497-503, maio, 1908; v.XXXIX, n.12, p.547-554, junho, 1908; v.XL, n.1, p.9-16, julho 1908; v.XL, n.2, p.37-54, agosto, 1908.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Discurso pronunciado pelo Dr. Antonio Pacifico Pereira, lente cathedratico da Faculdade de Medicina da Bahia no acto da collação do grau aos doutoandos de 1907, dos quais foi paranympho”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, v.XXXIX, n.7, p.289-311, janeiro, 1908.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sobre um caso de berne. Comunicação apresentada à Sociedade de Medicina da Bahia pelo Dr. Pacifico Pereira”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, v.XL, n.3, p.87-92, setembro, 1908.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Discurso do Dr. Antonio Pacifico Pereira orador official na sessão de 3 de outubro”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, v.XL, ns.4 e 5, p.152-189, outubro-novembro, 1908.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Da freqüência das endometrites, suas causas e tratamento curativo e prophylatico”. 3º Congresso Brasileiro de Medicina e Cirurgia, Bahia, 1920.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Memória sobre a Medicina na Bahia”. Elaborada para o Centenário da Independência da Bahia 1823-1923. Bahia: Imprensa Official do Estado, 1923.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O regimem universitário do ensino médico”. In: &#039;&#039;&#039;Primeiro Congresso Nacional dos Práticos, Actas e Trabalhos.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Publicações Científicas, 1923. p.521-532.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- [Antonio Pacífico Pereira]. Coletânea de biografias. p.18. Lata 560. Pasta 20. &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#IHGB|IHGB]])&amp;lt;br/&amp;gt; - ANTONIO Pacifico Pereira. In: BLAKE, Augusto Victorino Alves Sacramento. &#039;&#039;&#039;Diccionario Bibliographico Brazileiro. Primeiro volume. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Typographia Nacional, 1883. pp.273-274. &amp;amp;nbsp; Capturado em 05 jun. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/5411 https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/5411]&amp;lt;br/&amp;gt; - BOAVENTURA, Edivaldo M. Anísio Teixeira e a autonomia da educação baiana. In: IBICT. &#039;&#039;&#039;Biblioteca Virtual Anísio Teixeira. &amp;amp;nbsp;Produção Científica sobre o Educador. &#039;&#039;&#039;Capturado em 16 jun. 2020. Online. Disponível na Internet: [http://www.bvanisioteixeira.ufba.br/produsobre.htm http://www.bvanisioteixeira.ufba.br/produsobre.htm]&amp;lt;br/&amp;gt; - DR. PACIFICO Pereira. &#039;&#039;Gazeta Médica da Bahia&#039;&#039;, anno XXX, n.2, p.54-62, agosto 1898. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira. &#039;&#039;&#039;Capturado em 16 jun. 2020. Online. Disponível na Internet: [http://memoria.bn.br/DocReader/165646/14568 http://memoria.bn.br/DocReader/165646/14568]&amp;lt;br/&amp;gt; - ENSINO Médico no Brasil (1808-1907): um repertório de fontes arquivísticas e bibliográficas. Rio de Janeiro: Casa de Oswaldo Cruz, 1999. CD-Rom. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;br/&amp;gt; - FALCÃO, Edgard de Cerqueira. &#039;&#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia.&#039;&#039;&#039; v.9, t.1; v.9, t.2; v.9, t.3. São Paulo: [s.n.], 1975. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - FRAGA, Clementino. Dr. Pacifico Pereira. Discurso pronunciado na Camara Federal pelo Deputado Dr. Clementino Fraga. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, v.53, n.5, p.206-210, novembro 1922. Capturado em 16 jun.2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://www.gmbahia.ufba.br/index.php/gmbahia/article/viewFile/938/920 http://www.gmbahia.ufba.br/index.php/gmbahia/article/viewFile/938/920]&amp;lt;br/&amp;gt; - Gazeta Médica da Bahia. Capturado em 05 jun. 2020. Online. Disponível na Internet em: [http://www.gmbahia.ufba.br/ http://www.gmbahia.ufba.br/]&amp;lt;br/&amp;gt; - JACOBINA, Ronaldo Ribeiro; CHAVES, Leandra; BARROS, Rodolfo. A “Escola Tropicalista” e a Faculdade de Medicina da Bahia. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, n.2 (142), p.86-93, jul.-dez. 2008. Capturado em 16 jun. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://www.gmbahia.ufba.br/index.php/gmbahia/article/viewFile/971/950 http://www.gmbahia.ufba.br/index.php/gmbahia/article/viewFile/971/950]&amp;lt;br/&amp;gt; - MEMÓRIA Histórica do anno de 1882 apresentada à respectiva congregação no dia 1º de março de 1883 pelo lente de anatomia geral e pathologica Dr. Antonio Pacifico Pereira. In: Relatório apresentado à Assembléa Geral Legislativa na Terceira Sessão da Decima Oitava Legislatura pelo Ministro e Secretario de Estado dos Negócios do Império Pedro Leão Velloso. Rio de Janeiro: Typographia Nacional,1883. &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais. &#039;&#039;&#039;Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 26 mai. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://ddsnext.crl.edu/titles/100?terms=Antonio%20Pacifico%20Pereira&amp;amp;item_id=1709#?h=Antonio%20Pacifico%20Pereira&amp;amp;c=4&amp;amp;m=53&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=179&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1092,0,4054,2859 http://ddsnext.crl.edu/titles/100?terms=Antonio%20Pacifico%20Pereira&amp;amp;item_id=1709#?h=Antonio%20Pacifico%20Pereira&amp;amp;c=4&amp;amp;m=53&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=179&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1092%2C0%2C4054%2C2859]&amp;lt;br/&amp;gt; - PEREIRA, Antonio Pacifico. &#039;&#039;&#039;Memória sobre a Medicina na Bahia. Elaborada para o Centenário da Independência da Bahia 1823-1923. &#039;&#039;&#039;Bahia: Imprensa Official do Estado, 1923.  &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;br/&amp;gt; - PROF.PACIFICO PEREIRA. Notas biographicas. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, v.53, n.5, p.195-198, novembro 1922. Capturado em 16 jun.2020. Online. Disponível na Internet:  [http://www.gmbahia.ufba.br/index.php/gmbahia/article/viewFile/938/920 http://www.gmbahia.ufba.br/index.php/gmbahia/article/viewFile/938/920]&amp;lt;br/&amp;gt; - SANTOS FILHO, Lycurgo de Castro. &#039;&#039;&#039;História Geral da Medicina Brasileira&#039;&#039;&#039;. São Paulo: HUCITEC/EDUSP, 1991. v. 2. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCCBB|BCCBB]])&amp;lt;br/&amp;gt;- TAVARES, Sampaio. A. Pacifico Pereira - o iniciador do ensino pratico na Faculdade da Bahia pelo Dr. Sampaio Tavares. &amp;amp;nbsp;&#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, v.53, n.5, p.231-232, novembro 1922. Capturado em 16 jun.2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://www.gmbahia.ufba.br/index.php/gmbahia/article/viewFile/938/920 http://www.gmbahia.ufba.br/index.php/gmbahia/article/viewFile/938/920]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa - Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Redação - Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Revisão - Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Forma de citação&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Dicionário Histórico-Biográfico das Ciências da Saúde no Brasil (1832-1970)&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    [[Category:Verbetes]] [[Category:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Rachel.froes</name></author>
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		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=PEIXOTO,_J%C3%9ALIO_AFR%C3%82NIO&amp;diff=1572</id>
		<title>PEIXOTO, JÚLIO AFRÂNIO</title>
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		<updated>2023-08-24T18:16:44Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Rachel.froes: /* Forma de citação */&lt;/p&gt;
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&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Outros nomes e/ou títulos:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;[[PEIXOTO,_AFRÂNIO|&amp;lt;span style=&amp;quot;font-weight:normal&amp;quot;&amp;gt;Peixoto, Afrânio&amp;lt;/span&amp;gt;]]&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo: J&#039;&#039;&#039;úlio Afrânio Peixoto nasceu em 17 de dezembro de 1876, na cidade de Lençóis, na então província da Bahia. Doutorou-se em medicina na Faculdade de Medicina da Bahia (1897), foi médico alienista, diretor interino do Hospício Nacional de Alienados (1904), e diretor do Serviço Médico-Legal do Distrito Federal (1907). Lecionou na Faculdade de Medicina da Bahia, na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, e na Faculdade de Direito do Rio de Janeiro. Foi diretor da Escola Normal (Rio de Janeiro), membro da Associação Brasileira de Educação, e primeiro reitor da Universidade do Distrito Federal (1935). Foi membro e presidente (1923) da Academia Brasileira de Letras. Faleceu em 12 de janeiro de 1947.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Dados pessoais&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Júlio Afrânio Peixoto nasceu em 17 de dezembro de 1876, na cidade de Lençóis, na então província da Bahia. Era filho do Capitão Francisco Afrânio Peixoto, comerciante de diamantes, e de Virgínia de Moraes Peixoto, e neto de Alexandre Mascarenhas Peixoto, nascido na cidade de São Félix (Bahia) e Maria Constança Peixoto, que haviam vindo de São Pedro de Azurém (Guimarães, Portugal). Teve como irmãos Estefânia de Moraes Peixoto, que se tornou religiosa da Congregação das Irmãs Dorotéias, Filogônio de Souza Peixoto, farmacêutico, dentista e fazendeiro de cacau na província do Espírito Santo, Maria Constança de Moraes Peixoto, e Júlia de Moraes Peixoto, as quais se dedicaram à assistência à pobreza na cidade de Salvador.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em 1885, com a crise na exploração de diamantes, o casal deixou a cidade de Lençóis, e foi residir no povoado do Salobro, município de Canavieiras, na mesma província, onde seu pai, Francisco Afrânio Peixoto tornou-se agricultor de cacau. Nesta localidade nasceram os outros irmãos de Júlio Afrânio Peixoto: Álvaro (o primeiro, falecido com um ano de idade), Álvaro Afrânio Peixoto, farmacêutico, Mário Afrânio Peixoto, cirurgião-dentista, Arthur Afrânio Peixoto, padre, Helena de Moraes Peixoto e Jovita de Moraes Peixoto, igualmente dedicadas à vida religiosa como irmãs Dorotéias. Júlio Afrânio Peixoto passou sua infância e adolescência na Fazenda da Boa Vista, às margens do Rio Pardo, na região diamantífera de Canavieiras, na província da Bahia.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Casou-se em 8 de janeiro de 1912 com Francisca de Faria, filha de Alberto de Faria, advogado, empresário, escritor, e posteriormente membro da Academia Brasileira de Letras. Teve um único filho, José Júlio (Juca), que faleceu, aos 18 anos, em 1942. Foi cunhado de Otávio de Faria, também acadêmico, e concunhado de Alceu de Amoroso Lima (Tristão de Atahyde), que se casou com Maria Teresa de Faria, irmã de sua esposa.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Recebeu várias condecorações como a Grã Cruz da Ordem de Sant´Iago da Espada (Portugal), a comenda da Légion d´Honneur (França), da&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span lang=&amp;quot;PT&amp;quot; style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Ordine dei Santi Maurizio e Lazzaro&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;(Itália), e da Ordre de Léopold II (Bélgica).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Faleceu em 12 de janeiro de 1947, em local na Rua Paissandu nº 149, na cidade do Rio de Janeiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Trajetória profissional&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Júlio Afrânio Peixoto recebeu muitos conhecimentos de seu pai, Francisco Afrânio Peixoto, homem culto á época. Freqüentou, em Lençóis, sua cidade natal, a escola da professora Maria da Purificação, e depois as aulas de Antonio da Silva Lobo. Quando se mudou para a Fazenda de Jacarandá, em Canavieiras, teve como professor o engenheiro agrônomo Glicério Lino de Sant´Anna, que o introduziu no estudo das humanidades. Posteriormente se transferiu para a cidade de Salvador, onde, com o apoio de seu tio Filogônio de Souza Peixoto, chamado por ele de “Papai-Filó”, iniciou em 1888 os cursos preparatórios no Colégio Florêncio, de propriedade de Manuel Florêncio do Espírito Santo e instalado no alto da&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Ladeira da Gameleira, no local em que anteriormente funcionara o Colégio Sebrão (VENANCIO FILHO, 1937). &amp;amp;nbsp;Neste Colégio foi aluno de Pedro da Luz Carrascosa, de José Porfírio de Sá, ambos professores de ciências físicas e naturais, e de Odorico Octavio de Odilon, professor de geografia, história e história do Brasil.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Nos cursos preparatórios, na [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DA_BAHIA|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina da Bahia&amp;lt;/u&amp;gt;]], foi colega Egas Moniz Barreto de Aragão, que depois foi professor de patologia geral e história da medicina nesta mesma instituição, que se tornou seu grande amigo (“Memórias”. &#039;&#039;Apud. &#039;&#039;RIBEIRO, 1950).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Matriculou-se na Faculdade de Medicina da Bahia, em 1892, e durante seu curso foram seus colegas Antônio do Amaral Ferrão Muniz, Augusto Couto Maia, Menandro dos Reis Meireles Filho e Luiz Pinto de Carvalho. Ao concluir o 3º ano, foi nomeado interno da cadeira de clínica médica do professor Frederico de Castro Rebello, e foi aluno e assistente de Raymundo Nina Rodrigues na cadeira de medicina legal. Foi, também, interno na cadeira de psiquiatria e moléstias nervosas com o professor [[MOREIRA,_JULIANO|&amp;lt;u&amp;gt;Juliano Moreira&amp;lt;/u&amp;gt;]] (SALES, 1988).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;D&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;outorou-se em medicina em 1897, com a tese “Epilepsia e Crime”, a qual, segundo Leonídio Ribeiro, que foi seu aluno e biógrafo, recebeu elogios de professores e médicos brasileiros e estrangeiros, como Francisco Franco da Rocha, fundador do&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span lang=&amp;quot;PT&amp;quot; style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Asilo de Alienados do Juqueri&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span lang=&amp;quot;PT&amp;quot; style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;, (São Paulo),&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Clovis Beviláqua, jurista, Miguel Augusto Bombardia (1851-1910), diretor do Manicómio de Rilhafoles (Lisboa, Portugal), Enrico Morselli (1852-1929), professor de clínica psiquiátrica na Università di Genova, Charles Féré (1852-1907), do laboratório do Hôpital de Bicêtre (Paris, França), Alexandre Lacassagne (1843-1924), professor de medicina legal da Faculte de Lyon, Jean-Gabriel De Tarde (1843-1904), criminologista, Jules Christian (1840-1907), do Montevergnes Asylum (Valcluse, França), Philippe Chaslin (1857-1923), do Hôpital de Salpêtrière (Paris, França), Edouard Toulouse (1865-1947), do Asylum de Villejuif (Paris, França), e Enrico Ferri (1856-1929), criminologista italiano. &amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;Sua tese foi reeditada em 1898 com uma tiragem de 1.000 exemplares, e prefaciada por Nina Rodrigues e [[MOREIRA,_JULIANO|&amp;lt;u&amp;gt;Juliano Moreira&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Iniciou sua experiência clínica, no interior da Bahia, em 1898/1899, como relatou em suas “Memórias”:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:.0001pt; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“Quando me formei – conta ele, em suas “Memórias”, ainda inéditas – pretendia exercer a clínica e parti para Canavieiras. Minha mãe tinha feito uma consulta aos médicos da terra sobre um instrumental de cirurgia, que me queria oferecer. Como manteve segredo comigo, despendeu muito dinheiro e grandes canseiras para mandá-lo vir da Europa, através da Bahia, um arsenal de cirurgia, heteróclito, que daria para vários especialistas de uma capital.&amp;amp;nbsp; Assim é que eu tinha caixas niqueladas de Collin, contendo todo um arsenal para amputações. Outras caixas para reseções sub-cápsulo-periósticas, de Olier; outras com uma série de sondas de Guyon; material completo para uretrotomia; material para partos e para tratamentos ginecológicos. Enfim, vários catálogos e informações idôneas. Gastou, com isto, muitos contos de réis, que não me aproveitariam, visto como eu não estudara nenhuma dessas especialidades, para as exercer, sem perigo para o meu próximo.” (&#039;&#039;Apud.&#039;&#039; RIBEIRO, 1950, p.31).&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Júlio Afrânio Peixoto viajou, depois, para o sul do país, visitando cidades no interior de São Paulo, como São Carlos, Água Vermelha e Visconde de Pinhal, por sugestão de João Americo Garcez Fróes, catedrático de clínica propedêutica na [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DA_BAHIA|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina da Bahia&amp;lt;/u&amp;gt;]], no Rio de Janeiro, e também no interior de Minas Gerais, passando por Araçuaí, Teófilo Otoni, São Miguel, Itinga, Salinas, e Fortaleza (GOUVEIA, 1976).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em 1900 retornou para a cidade de Salvador, quando prestou concurso para preparador de medicina legal na Faculdade de Medicina da Bahia, tendo sido nomeado neste mesmo ano, como narrou em suas “Memórias”:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:.0001pt; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“Nomeado tomei logo o meu partido e disse a Nina Rodrigues que não pretendia ficar na Bahia, visto como estimava-o bastante para não desejar a substituição dele, ainda moço, e com poucos anos de professorado. O desejo, porém, de dar à vida uma situação definitiva, ia levar-me ao Rio, onde seria próxima a sucessão de Souza Lima. Nina, bondozamente, convenceu-me de que, para esse concurso, devia eu sistematizar estudos e conhecimentos para vencer. Foi assim que, por dois anos preparador de Medicina Legal, fui eu o mais estudioso e aproveitável dos seus alunos. Na ausência de [João Americo Garcez] Fróes, que substituía na Faculdade de Direito a Rodrigues Doria, então no Parlamento, fui nomeado professor. E me exerci na Cadeira teórica, tanto quanto na Faculdade de Medicina, nos estudos práticos. Com Juliano Moreira, avancei um pouco mais na Psiquiatria que me seria indispensável, e com Alfredo de Andrade, no Laboratório Municipal de Análises, Química Bormatológica e Toxicologia, que também me seriam úteis. Para ocupar o resto do tempo, fiz literatura e agitei a Bahia com a propaganda simbolista”. (&#039;&#039;Apud. &#039;&#039;RIBEIRO, 1950, p.33)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Na Faculdade Livre de Direito da Bahia, fundada em 1891 na cidade de Salvador, foi preparador (1900) e professor substituto (1901) da cadeira de medicina pública.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Segundo Almeida Gouveia (1976), nesta época Júlio Afrânio Peixoto teria integrado um grupo literário chamado “Tertúlia das Letras”, quando também teria publicado seu livro a “Rosa mýstica – símbolo trágico” (1900).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Mudou-se para a cidade do Rio de Janeiro em 1902, por convite de [[MOREIRA,_JULIANO|&amp;lt;u&amp;gt;Juliano Moreira&amp;lt;/u&amp;gt;]], tendo se hospedado inicialmente na Pensão Schray, na Rua do Catete nº160. Nesta cidade, além de ter sido Inspetor Sanitário (1902), foi médico (1903) e diretor (1904) do [[HOSPÍCIO_NACIONAL_DE_ALIENADOS|&amp;lt;u&amp;gt;Hospício Nacional de Alienados&amp;lt;/u&amp;gt;]], substituindo interinamente, por designação do Ministro da Justiça e Negócios Interiores, José Joaquim Seabra, ao então diretor Juliano Moreira, em viagem para tratamento de saúde na Europa. Durante o período em que dirigiu interinamente a instituição, diversas reformas foram efetuadas, as quais foram descritas no Relatório apresentado ao Ministério da Justiça e Negócios Interiores em 1905.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Ao chegar ao Rio de Janeiro, teria sido indicado por José Joaquim Seabra para a Secretaria da Diretoria Geral de Saúde Pública, a qual seria dirigida, a partir de 1903, por [[CRUZ,_OSWALDO_GONÇALVES|Oswaldo Gonçalves Cruz]]. De acordo com os relatos das “Memórias” de Júlio Afrânio Peixoto, [[CRUZ,_OSWALDO|Oswaldo Cruz]] por desconhecer tal fato, já teria encaminhado outra pessoa para este cargo, e por isso não teria concordado com a indicação de Afrânio Peixoto, e o teria convidado para a direção do Hospital de Jururjuba, convite este que foi recusado por Júlio Afrânio Peixoto (“Memórias”. In: RIBEIRO, 1950, p.36-38).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Durante o período em que atuou como médico alienista no [[HOSPÍCIO_NACIONAL_DE_ALIENADOS|&amp;lt;u&amp;gt;Hospício Nacional de Alienados&amp;lt;/u&amp;gt;]], Júlio Afrânio Peixoto desenvolveu, com [[MOREIRA,_JULIANO|&amp;lt;u&amp;gt;Juliano Moreira&amp;lt;/u&amp;gt;]], estudos sobre a paranóia e os síndromes paranoides, os quais foram resultaram em publicações no &#039;&#039;Brazil-Medico&#039;&#039; e em relatórios em congressos científicos internacionais, como o&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;XV Congrès International de Médicine (Lisbonne, 19/26 Avril 1906). Ocupou-se, também, de outros temas no campo da psiquiatria, como a psicose maníaco-depressiva, para a qual adotou “desde logo, a concepção de Kraepelin, escreveu elle duas magníficas monographias, publicadas, em 1905, nos ´Anales Médico-psychologiques`, de Paris” (SILVA, 1937, p.325).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Antonio Carlos Pacheco e Silva, professor de clínica psiquiátrica da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DA_UNIVERSIDADE_DE_SÃO_PAULO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo&amp;lt;/u&amp;gt;]], destacou a administração de Júlio Afrânio Peixoto no [[HOSPÍCIO_NACIONAL_DE_ALIENADOS|&amp;lt;u&amp;gt;Hospício Nacional de Alienados&amp;lt;/u&amp;gt;]]:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:.0001pt; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“Ao fim de pouco tempo, o velho Hospício estava radicalmente transformado, não só nos edifícios, inteiramente reformados, como na organização interna. Reinava então uma febre intensa de estudos, grande era a actividade nos laboratórios de anatomia pathologica e psychologia experimental. Os jornaes médicos da época publicavam innumeros e valiosíssimos trabalhos elaborados no velho hospital, que se apresentava restaurado e engrandecido, abrigando uma plêiade de jovens e operosos médicos, um verdadeiro ninho de sábios, que mais tarde vieram quase todos a ingressar no magistério superior. Depois da reforma do Hospício, com a morte das casas fortes e coletes de fôrça, objetivamente, se impunha a vitória subjetiva. Afrânio não descansava. Mister se fazia arrancar a Psiquiatria daquela fria meditação sobre a morte intelectual resumida numa classificação. Surge esse livro primoroso, que é a Psicopatologia Forense, em que o seu autor, reagindo contra a tendência até então dominante, demonstra o sem valor das classificações em Psiquiatria.” (SILVA, 1937, p.325)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:.0001pt; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;No ano de 1903, Júlio Afrânio Peixoto, acompanhando as críticas que vinham sendo feitas ao serviço médico-legal no país, e fundamentando-se no modelo utilizado na Alemanha observado durante suas viagens, propôs a reforma do gabinete médico-legal (GOMES, 2001). Segundo Mariza Corrêa (1998), o “Manual de thanatoscopia judiciária”, de Júlio Afrânio Peixoto, publicado em 1901, teria servido de base para a proposta de um serviço médico-legal de autópsias, e que foi posteriormente transformada em lei, o decreto nº 4.864, de 15 de junho de 1903, que veio a estabelecer o regulamento para o serviço médico-legal do Distrito Federal. Este regulamento recebeu o reconhecimento no país e no exterior, como o comentário do médico italiano Césare Lombroso (1835-1909) publicado no &#039;&#039;Arquivo de Psiquiatria, Neurologia e Antropologia Criminal &#039;&#039;(Torino, Itália, p.604-615, 1904):&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:.0001pt; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“Aquilo que ainda não se pôde fazer na Itália, aquilo que se está agora refazendo na Alemanha, sob a autorização de Orth e com a participação ativa dos interessados, há pouco Placzeck e mais recentemente Kolb e Heller, já fez modesta e rapidamente o Brasil, por iniciativa do Governo e obra do Dr. Afrânio Peixoto.” (&#039;&#039;Apud.&#039;&#039; RIBEIRO, 1950, p.57)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Júlio Afrânio Peixoto e Mario de Alencar foram secretários e redatores da Conferência Sanitária Internacional, inaugurada no Rio de Janeiro em 5 de junho de 1904. Neste mesmo ano, no mês de abril, foi delegado do Governo brasileiro no Segundo Congresso Medico Latino-Americano, realizado em Buenos Aires, juntamente com João Baptista de Lacerda, Antonio Augusto de Azevedo Sodré e Francisco de Paula Fajardo Júnior.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Entre os anos 1905 e 1906 viajou por diversos países europeus, visitando institutos de pesquisa e médico-legais para aperfeiçoamento de seus estudos em medicina legal e higiene, como descreveu em suas “Memórias”:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:.0001pt; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“Na Europa, visitei cerca de dez paises, parando em cada um algum tempo, para curiosidade de arte e de turismo, bem como de estudo, França, Inglaterra, Bélgica, Holanda, Itália, Suíça, Áustria, Alemanha, Espanha e Portugal. (...), Depois das colônias de alienados visitadas na Escócia e da de Gheel na Bélgica, que era a incumbência oficial que eu tinha, tratei dos meus estudos particulares. Era a Medicina Legal em Viena, a técnica das autópsias em Berlim, e a Bacteriologia no Instituto Pasteur de Paris. (....). Conheci em Viena ao depois famoso Karl Lansteiner, que foi meu mestre de Histologia e Microscopia aplicadas à Medicina Legal, com o qual não só aprendi muito e muito conheci Viena.” (“Memórias”. &#039;&#039;Apud. &#039;&#039;RIBEIRO, 1950, p.40)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Foi por ocasião destas primeiras viagens à Europa que Júlio Afrânio Peixoto conheceu a família de Alberto de Faria, pai de Francisca de Faria, referida como D. Chiquita, com quem viria a casar em 1912. Anos depois viria a escrever muitas de suas obras, como o livro “Maria Bonita”, durante as estadias na residência de seu sogro na cidade de Petrópolis (Estado do Rio de Janeiro). Esta residência, construída pelo Barão de Mauá, ainda existe funcionando como uma repartição da Prefeitura da cidade de Petrópolis.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Ao retornar destas viagens, em 1906, foi para o Rio de Janeiro, onde participou do concurso para professor das cadeiras de Medicina Legal e Higiene na [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], tendo derrotado os demais candidatos, João de Barros Barreto e [[ABREU,_HENRIQUE_TANNER_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Henrique Tanner de Abreu&amp;lt;/u&amp;gt;]], e sido nomeado para a cadeira em 1907.&amp;amp;nbsp; Segundo Leonídio Ribeiro este concurso foi determinante para a trajetória de Júlio Afrânio Peixoto, pois desta forma na cátedra de higiene, “estudou-a, principalmente, em função do que ela significava para os destinos de sua terra e sua gente” (RIBEIRO, 1954, p.17).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em 3 de janeiro de 1907, o decreto nº 1.631 definiu a reforma do Serviço Policial do Distrito Federal e estabeleceu o serviço médico-legal como seção autônoma, diretamente subordinada ao chefe de polícia, com ampliação de quadros de peritos e aperfeiçoamento de procedimentos. Alguns de seus biógrafos atribuem a elaboração deste novo regulamento a Julio Afrânio Peixoto (RAMOS, 1937). Foi o primeiro diretor do Serviço Médico-Legal do Distrito Federal, então criado, tendo permanecido neste cargo até o ano de 1910, Segundo Leonídio Ribeiro, com sua administração esta instituição iniciou uma nova fase, “com obrigações minuciosas das perícias, aumentadas das excelências de técnica copiadas do regulamento prussiano de Virchow” (RIBEIRO, 1950, p.58).&amp;amp;nbsp; Durante sua direção à frente do Serviço Médico-Legal do Distrito Federal, foi o responsável, juntamente com Diógenes de Almeida Sampaio, seu professor-assistente, pelo exame do cadáver do escritor Euclydes Rodrigues Pimenta da Cunha, quando este foi assassinado em 1909.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Publicou, em 1910, “Elementos de Medicina Legal”, que foi o volume inicial do tratado que se complementaria com o volume sobre medicina pública, publicado posteriormente com a segunda edição da obra, em 1914. &amp;amp;nbsp;O livro sobre medicina legal, publicado pelo livreiro Francisco Alves, teve várias edições, e foi uma obra didática amplamente divulgada e citada em relatórios, laudos, perícias e debates. Em suas “Memórias”, Júlio Afrânio Peixoto descreve o contexto da publicação desse seu primeiro livro de ciência:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:.0001pt; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“Ao chegar ao Rio de Janeiro havia tomado o propósito de renunciar à literatura, e cuidar apenas da Medicina, o que era indispensável ao objetivo que me trouxera do Estado, um concurso à Faculdade de Medicina. Nesse sentido, procurei os meios médicos, sobretudo o “Brasil Médico”, revista semanal, então estabelecida em cima da Casa Postal, junto do Laemmert, defronte do Garnier. Todos os dias lá nos reuníamos, grupo de colaboradores, coronel Ismael da Rocha, professor Rodolpho Galvão, Dr. Juliano Moreira, Dr. Fernandes Figueira, além dos diretores, professor Azevedo Sodré, e redator principal, Dr. Bulhões de Carvalho. Poucos dias depois do conhecimento, fui solicitado a escrever no “Jornal”. (...). No “Jornal do Commercio” escrevi mais de um artigo que, publicados, me deram a primeira e grata sensação de notoriedade. Quando no verão de 1910, procurei as Paineiras como refrigério para a canícula do Rio, encontrei o livreiro editor Francisco Alves, que era, como eu, o único hóspede insensível ao jogo em que se entretinham todos os outros. Na varanda do hotel, um encontro fê-lo falar comigo e ficamos companheiros de palestra. Tão constantemente falava-lhe da Europa, que ele perguntou, um dia, por que não satisfazia logo esse desejo. Respondi-lhe que me faltavam meios; os meios se adquirem pelo trabalho. – “Por que não escreve um livro didático que lhe dê para isso?”&amp;amp;nbsp; Como não compreendesse bem, explicou-me que o compêndio de Medicina Legal de Souza Lima era inabordável e o Manual que lhe juntasse à doutrina algumas observações, por fôrça seria bem recebido. Uma primeira edição de um livro didático poderia dar-me a cobiçada viagem. (...). Pus-me a escrever o livro e estava ele realizado, quando procurei o livreiro Alves, que o resolveu imprimir na Europa, sendo-me dadas aí as provas respectivas. (....), mas eu parti, em setembro, diretamente para a Itália, Nápoles, onde iriam ter as provas de Paris.” (&#039;&#039;Apud. &#039;&#039;RIBEIRO, 1950, p.86-87)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Entre os anos de 1910 e 1911 Júlio Afrânio Peixoto realizou diversas viagens, para a Itália, Sicília, Grécia, Egito, Palestina, Síria, Ásia Menor, Turquia, Rumania, Hungria e países da Europa Central.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em 1913 foi nomeado professor substituto de medicina pública na Faculdade de Sciencias Jurídicas e Sociaes do Rio de Janeiro, que havia sido criada na cidade do Rio de Janeiro, em 1882, e inaugurada em 1891 por Fernando Mendes de Almeida. &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;Foi neste ano que publicou “Elementos de Higiene”, livro nos qual sintetiza os conceitos sobre higiene e que viria a ser adotado tanto em cursos superiores como no ensino das escolas normais.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Foi nomeado, em 1915, diretor da então Escola Normal da Capital Federal, localizada na Rua de São Cristóvão nº18, e no ano seguinte diretor geral da Instrução Pública do Distrito Federal, por indicação de Antônio Augusto de Azevedo Sodré. Durante sua gestão à frente da Instrução Pública, colaborou com a promulgação da primeira reforma orgânica da Escola Normal, promulgada pelo decreto municipal nº 1.059, de 14 de fevereiro de 1916, que criou a categoria dos docentes, professores encarregados da regência das turmas, aparelhou de oficinas o Instituto Profissional Orsina da Fonseca, e a Escola Profissional Rivadávia Correia, e propôs a criação do Serviço Médico-Escolar (ARAGÃO, 1977).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em 3 de agosto de 1916 tomou posse efetiva da cátedra de Higiene na [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], após a jubilação do professor Benjamin Antonio da Rocha Faria. Nesta ocasião apresentou, em matéria no &#039;&#039;Jornal do Commercio&#039;&#039; de 4 de agosto de 1916, sua visão sobre a medicina e a importância da higiene:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:.0001pt; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“Neste fúnebre aparelho, como diz a macabra ironia do cronista, uma só, esta singular cadeira de Higiene, dedicada à saúde. É do que menos se trata, naturalmente, nas Faculdades de Medicina: é o que não nos importa, está bem visto, a médicos consagrados à doença e à morte; foi a cadeira que confiastes ao cético que vos bateu à porta do templo, ao livre pensador a quem quisestes gratificar com um pouco de tolerância e imparcialidade. Pois que a saúde deveria ter aqui o contraste de uma representação, voto díspar entre tantos, fosse dada a um descrente, incapaz de malfazer à nossa santa religião médica. (....). A Higiene, mais modesta e que não tem um século de cultura racional, algumas décadas apenas de estudo especializado, já pode ser chamada a plenário, sem vexame. Não conseguimos curar a cólera, a peste, a lepra, a febre amarela; ela as evitou, ela as fará desaparecer do mundo, para nossa fama. (...). A Medicina não sabe curar as doenças orgânicas, a Higiene as pode evitar. (....). Tal é a Higiene: ainda uma especialidade hoje, e singular nas nossas faculdades, amanhã divulgada certamente aqui mesmo, em numerosas outras derivações, outras tantas cadeiras, e lá fora, desde a aula primária, nas escolas preparatórias, normais, profissionais, porque só a saúde é a compensação da vida, e essa glória de viver são só a consegue e ensina a Higiene”. (&#039;&#039;Apud. &#039;&#039;RIBEIRO, 1950, p.62-64)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Essas suas palavras provocaram várias reações no meio científico no Rio de Janeiro, sendo rebatidas por professores como Fernando Augusto Ribeiro de Magalhães, Miguel da Silva Pereira e [[CASTRO,_ALOYSIO_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Aloysio de Castro&amp;lt;/u&amp;gt;]], que entendiam a prevenção e a cura como funções da medicina (RIBEIRO, 1950).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Por ocasião da recepção a [[CASTRO,_ALOYSIO_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Aloysio de Castro&amp;lt;/u&amp;gt;]], professor da &amp;lt;u&amp;gt;[[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro]],&amp;lt;/u&amp;gt; realizada em 10 de outubro de 1916, o médico Miguel da Silva Pereira havia proferido um discurso no qual referia-se ao Brasil como “um imenso hospital”. Pelas afirmações contidas neste discurso, Miguel da Silva Pereira recebeu várias críticas, e Júlio Afrânio Peixoto foi um de seus maiores defensores, tendo inclusive sugerido a promoção de uma campanha para a saúde das populações rurais do país, ao proferir um discurso na solenidade de homenagem a Miguel Pereira, organizada por estudantes em 19 de maio de 1918 (SALES, 1988).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em 1917 proferiu uma conferência sobre Educação Nacional na Liga da Defesa Nacional, criada em 7 de setembro de 1916 por Pedro Augusto Carneiro Lessa, Miguel Calmon du Pin e Almeida, e Olavo Bilac, para estimular o patriotismo e propagar a instrução primária, a profissional, a militar e a cívica. Participou, em 1918, da Comissão Julgadora do &#039;&#039;Manual de Educação Moral e Cívica &#039;&#039;e do &#039;&#039;Catecismo Cívico&#039;&#039;, constituída por esta Liga e integrada por Pedro Augusto Carneiro Lessa, Augusto Olympio Viveiros de Castro, jurista, João Köpke, educador e escritor, e Manoel Bonfim, médico e educador. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Lecionou o curso de “Sociologia” e o de “História das Religiões”, ambos na Academia de Altos Estudos, que havia sido fundada no seio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro para a formação de funcionários para as administrações ministeriais e estaduais. Os cursos na Academia de Altos Estudos iniciaram-se em abril de 1916, com a participação, além de Júlio Afrânio Peixoto, dos professores Benjamin Franklin Ramiz Galvão, Affonso Celso de Assis Figueiredo, Max Fleiuss, Clóvis Bevilaqua, Edgard Roquete-Pinto, Alfredo Gomes, Laudelino de Oliveria Freire e Antonio de Barros Ramalho Ortigão. Em 13 de março de 1919, a Academia foi transformada em Faculdade de Filosofia e Letras do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, na qual Júlio Afrânio Peixoto também lecionou (GUIMARÃES, 2000).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Júlio Afrânio Peixoto dirigiu o Curso de Medicina Pública, em 1917, na [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], destinado a formar médicos legistas seguindo o modelo dos cursos periciais alemães (Kreisarzt). O curso teve o apoio de [[CASTRO,_ALOYSIO_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Aloysio de Castro&amp;lt;/u&amp;gt;]], então diretor da faculdade, e contou com a colaboração dos professores daquela Faculdade, Raul Leitão da Cunha, professor de anatomia patológica, Diógenes de Almeida Sampaio, substituto de química, e Ernesto do Nascimento Silva, professor de medicina legal. Entre os alunos deste curso, que funcionou somente por dois anos, estavam Júlio Pires Porto Carrero, Murillo de Campos, Leonídio Ribeiro, Oscar Dutra, e Paulo Proença. Este curso é considerado o precursor do curso especializado de Higiene e Saúde Pública, realizado posteriormente também pela [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], dirigido pelo próprio Júlio Afrânio Peixoto, e fundamentado nos cursos da John Hopkins University (Baltimore, E.U.A.) e da Harvard University (Boston, E.U.A.) (BARRETO, 1937).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em 1917 Júlio Afrânio Peixoto foi nomeado para integrar a comissão de regulamentação do decreto de Profilaxia Rural e elaboração de um código sanitário para o país, da qual fizeram parte também Benjamin Antonio da Rocha Faria, Miguel de Oliveria Couto, [[CASTRO,_ALOYSIO_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Aloysio de Castro&amp;lt;/u&amp;gt;]], Theóphilo de Almeida Torres, Carlos Ribeiro Justiniano Chagas, Clóvis Beviláqua, e Domingos J. da Silva Cunha, inspetor de engenharia sanitária (MAIO, 1994).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Segundo o médico João Barros Barreto (1927), durante a 1ª Guerra Mundial, por iniciativa do próprio Júlio Afrânio Peixoto e da cátedra de higiene que dirigia, foram enviadas partidas de soro-antitetânico para os soldados na França. O soro era adquirido pelo próprio Afrânio no [[INSTITUTO_OSWALDO_CRUZ|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Oswaldo Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]], a um preço especial, e enviado para a Europa por intermédio do Consulado da França.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Foi vice-presidente do Conselho Consultivo da Liga Pro-Saneamento, um movimento de caráter nacionalista criado em fevereiro de 1918 e liderado por Belisário Augusto de Oliveira Penna, que tinha como proposta central o saneamento rural. Júlio Afrânio Peixoto publicou dois artigos na revista &#039;&#039;Saúde&#039;&#039;, veículo oficial da Liga, e entre estes o “Moinhos de Vento”, no qual apresentou considerações sobre a questão do determinismo climático:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:.0001pt; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“Não é esse inimigo a vencer nem o clima, nem a raça, nem as leis ou os costumes, os governos, a gente, céus e terras .... Seriam moinhos de vento, que nos pareceriam gigantes, a nos atemorisar. Mas sim, causas miúdas, modestas, desprezadas e não desprezíveis, (....). Não será necessário mudar o eixo da Terra para dar novo clima ao Brasil, nem nos transfundir o sangue das raças nobres, para lograrmos a saúde, e então a prosperidade, o bem estar e a razão de viver.” (PEIXOTO, 1918, p.2). &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em 1921, participou da organização das comemorações dos 50 anos de Castro Alves, com um curso na Biblioteca Nacional, conferências em São Paulo, e a publicação da obra “Poeta e o Poema” (VENANCIO FILHO, 1937).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Apresentou o Relatório de Literatura Infantil “Sobre creanças e para creanças” no Terceiro Congresso Americano da Creança, realizado juntamente com o Congresso Brasileiro de Proteção à Infância, durante a Exposição Internacional Comemorativa do Centenário da Independência, na cidade do Rio de Janeiro, de 27 de agosto a 5 de setembro de 1922.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;text-autospace:none&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Participou de uma polêmica com Carlos Chagas, em relação à descoberta da &#039;&#039;Tripanossomíase Americana&#039;&#039; (Doença de Chagas), manifestada publicamente por ocasião do discurso, de sua autoria, para recepcionar Henrique Figueiredo de Vasconcellos, em 30 de novembro de 1922, como membro honorário na &amp;lt;u&amp;gt;[[ACADEMIA_NACIONAL_DE_MEDICINA|Academia Nacional de Medicina]]&amp;lt;/u&amp;gt;. Neste discurso ao referir-se aos serviços prestados por Figueiredo de Vasconcelos, no então [[INSTITUTO_OSWALDO_CRUZ|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Oswaldo Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]], acabou por questionar a existência e a importância da doença de Chagas. E a [[ACADEMIA_NACIONAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Nacional de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]] tornou-se, então, o palco desta grande controvérsia (KROPF, 2006).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Júlio Afrânio Peixoto participou da Liga Brasileira de Hygiene Mental, fundada sob a direção do médico Gustavo Kohler Riedel, em novembro de 1922 (reconhecimento de utilidade pública, decreto nº4.778, 27/12/1923), com o objetivo de promover a modernização do atendimento psiquiátrico e a melhoria da assistência aos doentes mentais.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Participou ativamente da Associação Brasileira de Educação (ABE), criada em 15 de outubro de 1924 por um grupo de intelectuais e profissionais de ensino liderados por Heitor Lyra da Silva, com o objetivo de promover a difusão e o aperfeiçoamento da educação no país. Integrou a diretoria, desta associação, empossada em outubro de 1932. Neste mesmo ano a ABE lançou o Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova, redigido por Fernando de Azevedo, do qual Júlio Afrânio Peixoto um dos signatários, juntamente com intelectuais como Anísio Spínola Teixeira, Manuel Bergstrom Lourenço Filho, Edgard Roquette-Pinto, José Paranhos Fontenelle, Hermes Lima, Francisco Venancio Filho, Cecilia Benevides de Carvalho Meirelles, entre outros&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Recebeu, em 1924, o título de Doutor &#039;&#039;Honoris Causa &#039;&#039;pela Universidade de Lisboa.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Participou, juntamente com [[MOREIRA,_JULIANO|&amp;lt;u&amp;gt;Juliano Moreira&amp;lt;/u&amp;gt;]] e Benjamin Franklin Ramiz Galvão, do conselho administrativo do Monte Médico, uma associação de previdência de médicos, farmacêuticos e cirurgiões dentistas no Distrito Federal.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Dirigiu nos anos 1926 e 1927, juntamente com Plínio Barreto, Alfredo Gustavo Pujol e João Pandiá Calógera, a segunda fase da &#039;&#039;Revista do Brasil&#039;&#039;, lançada em 1916 por Júlio de Mesquita.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;O decreto nº 5.148 A, de 10 de janeiro de 1927, que estabeleceu uma reorganização para a Assistência a Psicopatas no Distrito Federal, foi considerado por alguns autores como “lei Afrânio Peixoto”, tendo em vista sua colaboração na autoria deste texto legislativo (BARRETO, 1937).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em 1928 foi convidado pelo professor Estácio Luiz Valente de Lima, catedrático de medicina legal na [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DA_BAHIA|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina da Bahia&amp;lt;/u&amp;gt;]], para a inauguração, em Salvador, do laboratório de polícia científica, uma dependência do embrião do atual Instituto de Criminalística Afrânio Peixoto (EDITORIAL, 2006).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Foi professor extraordinário de medicina legal da Faculdade de Direito do Rio de Janeiro em 1932. Neste ano também foi professor do Instituto de Educação, que havia sido criado em 1º de março de 1932 na cidade do Rio de Janeiro, cujo primeiro diretor foi Manuel Bergstrom Lourenço Filho. Na Escola de Professores, do Instituto de Educação, as disciplinas eram agrupadas em sessões, e Júlio Afrânio Peixoto, juntamente com Antônio Carneiro Leão, educador e ensaísta, e Gustavo Lessa, médico e professor da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DA_UNIVERSIDADE_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina da Universidade do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], participou da Seção II – Educação, e foi sua a iniciativa de criação da disciplina de “História da Educação”, a qual lecionou neste mesmo ano.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Júlio Afrânio Peixoto tomou posse, em 1932, na cátedra de medicina legal e criminologia no curso de doutorado da Faculdade de Direito da Universidade do Brasil, para a qual havia sido nomeado em 1913. Inaugurou a cadeira de medicina legal com um curso de “Criminologia”, e em seu discurso de abertura das aulas destacou a importância da disciplina de medicina legal, retomando o nome de Raymundo Nina Rodrigues:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:.0001pt; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“(...). Há um século, 1832, a Regência, reformando o ensino medico, nas actuaes Faculdade de Medicina, instituía nellas a cadeira de Medicina Legal. Só muito depois, na Republica, em 91, as Faculdades de Direito seriam providas da disciplina. Comtudo, Soriano de Souza foi ahi precursor. Investido nesse ensino, por esse tempo na Faculdade Medica da Bahia, Nina Rodrigues associou a Criminologia à Medicina Legal. Discípulos seus sustentam theses criminologicas; é de Manoel Calmon a dos “Degenerados nas prisões da Bahia” e, de quem vos fala, a “Epilepsia e Crime”. Lombroso, dedicando-lhe um livro, proclama a Nina Rodrigues ´apostolo da anthropologia criminal no novo mundo`. (....). Comprehenderies, depois disto, com que emoção, um discípulo desse glorioso Nina Rodrigues, que lhe continua hoje o ensino na Faculdade de Direito do Rio de Janeiro, como até hontem, Oscar Freire, na Faculdade de Medicina de São Paulo, vê nesse novo emprehendimento, o ´Curso de Criminologia`, completar-se aqui, como o prefigurava em minha terra, há quatro décadas, o grande mestre da Bahia.” (&#039;&#039;Apud.&#039;&#039; RAMOS, 1937, p.317)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Publicou em 1933 a obra “Noções de História da Educação”, pela Companhia Editora Nacional, integrando a Biblioteca Pedagógica Brasileira, projeto editorial dirigido por Fernando de Azevedo, e teve em sua primeira edição uma tiragem de 1.000 exemplares Destinada à formação de professoras primárias, a obra apresentava o resultado do curso de História da Educação que ministrara no Instituto de Educação, em 1932, e esta composta de três partes, educação antiga, educação medieval e moderna, e educação contemporânea. Apresentava, também,&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;capítulos específicos sobre os Estados Unidos, a América Latina e o Brasil e o Brasil e os Estados Unidos, e era concluída com um capítulo relativo à escola nova (GONDRA, 2011).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Integrou, em 1933, juntamente com Candido de Oliveira Filho, Luiz Frederico Sauerbronn Carpenter, Raul Paranhos Pederneiras, Virgílio de Sá Pereira e Gilberto de Lima Azevedo Souza Ferreira Amado de Faria (Gilberto Amado), a comissão responsável pelo lançamento da &#039;&#039;Revista Jurídica&#039;&#039; da então Faculdade Nacional de Direito da Universidade do Brasil.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em 1934 foi realizado, no Rio de Janeiro, o Congresso Nacional de Identificação, organizado por Leonídio Ribeiro, que contou com o apoio de Júlio Afrânio Peixoto, que fez o discurso oficial da cerimônia de abertura do evento. Neste mesmo ano, visitou pela primeira vez os Estados Unidos da América do Norte.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Foi nomeado, em 1935, reitor da Universidade do Distrito Federal (UDF), que havia sido criada por decreto municipal nº 5.513, de 4 de abril de 1935, por proposta de Anísio Spínola Teixeira, então Secretário de Educação e Cultura do Distrito Federal. Neste mesmo ano, Júlio Afrânio Peixoto viajou para a Europa para contratar alguns professores para a UDF, e entre os contratados franceses estavam Henri Hauser (1866-1946), da Université de Paris, Émile Bréhier (1876-1952), da Université Paris-Sorbonne, Gaston Leduc (1904-1979), da Faculté de Droit (Paris), Étienne Souriau (1892-1979), da Université de Lyon, Eugène Albertini (1880-1941), de Collège de France, Robert Garric (1896-1967), do Institut Sainte-Marie de Neuilly, Jacques Perret, (1901-1992), romancista e jornalista, Charles Blondel (1876-1939), da Université de Strasbourg, Édouard Eugène Joseph Bourciez (1854-1946), da Université de Bordeaux, Pierre Desffontaines (1894-1978), da Faculté Catholique de Lille, e Henri Trochon, da Université de Strasbourg.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Com a exoneração de Anísio Teixeira da Secretaria de Educação e Cultura do Distrito Federal, em dezembro deste mesmo ano, Júlio Afrânio Peixoto entregou o cargo de reitor da UDF, assim como o fizeram outros colaboradores de Anísio, como Antônio Carneiro Leão, Roberto Marinho de Azevedo, Gustavo Lessa, Mário de Brito, Paulo de Andrade Ribeiro e Adroaldo Junqueira Ayres. E todos firmaram seu manifesto de protesto àquela demissão:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:.0001pt; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“Nós, abaixo firmados, colaboradores do Dr. Anísio Spínola Teixeira nos serviços de Educação no Distrito Federal, onde prestou, em quatro anos, maiores benefícios à causa escolar do que qualquer outro brasileiro em sua existência, vimos afirmar nossa surpresa ao ato que o afastou daquela administração. Espontaneamente demissionários, temos a hombridade de declarar nossa inabalável convicção, haurida em testemunho quotidiano, de que o Dr. Anísio Teixeira se manteve absolutamente alheio a qualquer ideologia política subversiva da ordem constitucional, exclusivamente voltado à cultura nacional, pela educação e só com a educação”. (&#039;&#039;Apud. &#039;&#039;VIANA FILHO, 1990, p.77)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Dedicou seu livro &amp;quot;Eunice ou a Educação da Mulher&amp;quot;, publicado em 1943, a &amp;quot;Anísio Teixeira pela doutrina e pela ação, o maior dos educadores brasileiros&amp;quot; (VENANCIO FILHO, 2000).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em 1935 inaugurou, em Lisboa, o Instituto Luso-Brasileiro de Alta Cultura, e recebeu o título de Doutor &#039;&#039;Honoris Causa &#039;&#039;pela Universidade de Coimbra. Neste mesmo ano dirigiu a coleção “Biblioteca Científica Brasileira”, da Editora Guanabara.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Participou, como convidado de honra, do XIV International Congress of the P.E.N. Clubs, realizado de 5 a 15 de setembro de 1936, na cidade de Buenos Aires.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;No exterior, lecionou como professor honorário no Instituto de Medicina Legal, Toxicologia y Psiquiatria Central de España (Madrid, Espanha) e na Universidad de Madrid, em 1938&amp;lt;span style=&amp;quot;color:red&amp;quot;&amp;gt;.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em 1938 publicou a obra “Clima e saúde: introdução biogeográfica à civilização brasileira”, na qual, destacou Leonídio Ribeiro, Júlio Afrânio Peixoto:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:.0001pt; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“desenvolveu seu ponto de vista contrário à noção de que o Brasil era um país de terra insalubre, em conseqüência do seu clima tropical, contestando a frase de Buckle de que no ´meio daquela pompa e daquele esplendor não havia lugar para o homem`. Os exemplos de países como Cuba, Filipinas e Panamá, lá estavam para demonstrar que, com os recursos técnicos da Higiene, é fácil sanear todos os lugares: não há doenças ligadas a climas, nem existem as chamadas moléstias tropicais.” (RIBEIRO, 1954, p.18)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Júlio Afrânio Peixoto entendia que “doenças climáticas foram outrora a cólera, a malária, a doença do sono: hoje têm uma etiologia conhecida, sem nenhuma subordinação ao clima” (PEIXOTO, 1938, p.157). Preocupava-se, igualmente, com temas outros temas importantes para a vida e saúde dos brasileiros, como o clima, a alimentação, a habitação, e a imigração. Destacava a importância do clima na construção de moradias e na definição de vestuário, que não deveriam atender às condições da Europa, mas ao ambiente no país. Em relação à imigração afirmou:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:.0001pt; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“Saibamos dar, o nosso país e a nossa nacionalidade, aos estrangeiros de boa fé que o pedirem. (...). Venham então de onde vierem, de todos os cantos da terra, esses povos imigrantes serão trasladados a Brasileiros pelo meio, a heleno-latinos pela civilização.” (&#039;&#039;Apud. &#039;&#039;RIBEIRO, 1950, p.77-78)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em relação ao clima Júlio Afrânio Peixoto afirmou categoricamente sua compreensão sobre o papel da higiene:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:.0001pt; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“Não é, pois o clima a maldição irremovível que pesa sobre aquelas regiões ... é a insalubridade, essa removível, saneável, que se deve tentar e realizar sistematicamente não por alguns fortuitos, mas por todos os meios idôneos em Higiene, para lhe conseguir, com o saneamento, a redenção”. (&#039;&#039;Apud. &#039;&#039;RIBEIRO, 1950, p.81)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Dedicou muitos estudos e leituras ao folclore, registrando, em suas viagens pelo país, os contactos com o povo, seus dialetos, seus vocábulos, as quadrinhas, os provérbios e romances tradicionais, e apresentando-os em seus livros, como o “Missangas” publicado em 1931. E em seus cursos e trabalhos tratava dos mais diversos temas como Higiene, Medicina Legal, Psiquiatria, Fisiologia, Criminologia, História da educação, História da literatura brasileira, Educação da mulher, História do Brasil, Camões, e Castro Alves.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Após 56 anos, retornou em 1941 a sua cidade natal, Lençóis, acompanhado de seus amigos baianos, os políticos Luiz Vianna Filho e José Wanderley de Araújo Pinho, e o educador Primitivo Moacyr.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Neste mesmo ano aposentou-se de suas atividades de magistério nas Faculdades de Medicina e de Direito da então Universidade do Brasil. Recebeu manifestações de apreços dos estudantes ao longo de seu magistério na Faculdade de Medicina, tendo sido paraninfo de doutorandos e bacharelandos das turmas de 1917, 1919, 1928 e 1932, e das professorandas em 1935. Recebeu da instituição o título de professor emérito.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Foi criador do Instituto de Estudos Portugueses, unidade criada no Liceu Literário Português, que havia sido fundado em 1868 na cidade do Rio de Janeiro, para oferecer instrução e ensino aos emigrantes portugueses. Em 5 de julho de 1943 este instituto passou a denominar-se Instituto de Estudos Portugueses Afrânio Peixoto, em sua homenagem.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em 1946, embora sofrendo dos primeiros sintomas da enfermidade gravíssima que provocaria sua morte, segundo alguns um câncer, ainda mantinha seus interesses intelectuais, e teria convidado seu clínico para colaborar na elaboração de um livro sobre a história da medicina no Brasil, que teria o seguinte plano:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:.0001pt; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“I- O Brasil. Extensão, clima, situação, habitantes primitivos. As doenças dos índios, depoimentos dos Jesuítas (Nóbrega, cartas avulsas, Anchieta, etc. Gabriel Soares: opilação (?). Importação de varíola. Denúncia de paludismo. Os primeiros médicos importados. Século XVI.&amp;amp;nbsp; II – Século XVII. Importação da febre amarela. Cartas do Padre Vieira. A “Constituição pestilencial” do Dr. João Ferreira da Rosa. Doenças trazidas pelos negros africanos. Organização sanitária.&amp;amp;nbsp; III – Século XVII. As doenças reinantes: endemias e epidemias. Organização sanitária.&amp;amp;nbsp; IV – Até a Independência. A Corte no Rio: resultados. Ensino. Organização Sanitária. A inoculação e a vacina.&amp;amp;nbsp; V – Da Independência para cá. Ensino. Organização Sanitária. A febre amarela desde 1849. A Cólera. Disseminação pelas tropas da Guerra.&amp;amp;nbsp; VI – Século XX. A extinção da febre amarela na América: também no Brasil. Ensino. Organização sanitária. O que há por fazer: higiene, medicina social. Tuberculose, lepra, mortalidade infantil”. (&#039;&#039;Apud. &#039;&#039;RIBEIRO, 1950, p.178-179) &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Júlio Afrânio Peixoto foi eleito, em 29 de outubro de 1903, membro titular da [[ACADEMIA_NACIONAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Nacional de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]], seção de Medicina Pública, tendo sido empossado em 5 de novembro de 1903, sob a presidência de Joaquim Pinto Portella, e sendo seu paraninfo o acadêmico Carlos Pinto Seidl. Tornou-se Membro Titular Honorário em 31 de maio de 1928, e nesta sociedade foi seu vice-presidente (1943/1944), e Patrono da Cadeira nº 78.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Fundou em 1905, juntamente com [[MOREIRA,_JULIANO|&amp;lt;u&amp;gt;Juliano Moreira&amp;lt;/u&amp;gt;]], a Sociedade Brasileira de Psychiatria, Neurologia e Sciencias Affins, na sede da [[ACADEMIA_NACIONAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Nacional de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]], a qual reunia médicos do [[HOSPÍCIO_NACIONAL_DE_ALIENADOS|&amp;lt;u&amp;gt;Hospício Nacional de Alienados&amp;lt;/u&amp;gt;]] e professores e alunos da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]]. Em 1907 a associação foi renomeada como Sociedade Brasileira de Psychiatria, Neurologia e Medicina Legal, e no âmbito desta foi constituída uma Comissão formada por Juliano Moreira, Carlos Fernandes Eiras, Henrique de Brito Belford Roxo e Júlio Afrânio Peixoto, para propor uma classificação psiquiátrica para ser adotada no [[HOSPÍCIO_NACIONAL_DE_ALIENADOS|&amp;lt;u&amp;gt;Hospício Nacional de Alienados&amp;lt;/u&amp;gt;]] e nas demais casas de saúde para psicopatas no Distrito Federal, cujos resultados foram apresentados no relato de Juliano Moreira à Repartição Geral de Estatística em 1910.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em 1910, Júlio Afrânio Peixoto quando estava em viagem pelo Egito, recebeu a notícia de sua indicação para a Academia Brasileira de Letras. Nesta sua viagem, havia visitado também a Grécia, e ao percorrer estas terras lhe teria chamado a atenção o mito da Esfinge grega, que lhe sugeriu então como o tema para a obra literária que devia elaborar como justificativa a sua candidatura para a Academia. Este seu primeiro romance foi publicado em 1911, intitulado “A Esfinge”. Fora eleito para a Academia Brasileira de Letras em 7 de maio de 1910, mas tomou posse em 14 de agosto de 1911, na Cadeira nº 7, antes ocupada por Euclydes Rodrigues Pimenta da Cunha, e em seu discurso de posse homenageou este escritor e sua obra:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:.0001pt; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“De fato, Euclides da Cunha, cuja vida se superpõe como esquema reduzido ao destino da terra originária, retrata nos caracteres de sua obra a impressão conjunta das paisagens e das gentes do Brasil. Nenhum dos nossos artistas é como ele representativo deste meio e deste momento que atravessamos. (....). Euclides, não: filho de antigos sertanejos da Bahia, a terra dos mais velhos brasileiros, aqui vivendo, aqui sofrendo, aqui pelejando, não só se plasmou produto genuíno desta ocasião étnica e civil da única definida de nossas raças como, por isso mesmo, refletiu poderosa e integralmente a sua terra e a sua gente”. (PEIXOTO, 1911).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Nesta Academia integrou diversas comissões, a Comissão de Redação da Revista (1911-1920), a Comissão de Bibliografia (1918), a Comissão de Lexicografia (1920- e 1922). Foi seu presidente, de 7 de dezembro de 1922 a 20 de dezembro de 1923, e durante sua gestão conseguiu junto ao governo francês, por intermédio de Alexandre Conty, Embaixador da França, a doação à Academia Brasileira de Letras do prédio do Petit Trianon, construído no ano anterior para abrigar o pavilhão da França na Exposição Internacional comemorativa do Centenário da Independência do Brasil, no Rio de Janeiro, que se tornou a primeira sede própria da Academia Brasileira de Letras. A nova sede foi inaugurada em 15 de dezembro de 1923, por ocasião do 27º aniversário da primeira sessão preparatória para a criação da instituição.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Ainda em 1923, quando era presidente da Academia Brasileira de Letras, foi criada por sua iniciativa a coleção “Coleção de Cultura Nacional”, dividida em cinco assuntos, Literatura, História, Bio-bibliografia, e Discursos, a qual posteriormente passou a denominar-se Coleção Afrânio Peixoto em sua homenagem. Publicou inúmeros trabalhos na &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, que havia sido criada em 1910, e que teve esta denominação até o ano de 1937, quando passou a ser denominada de &#039;&#039;Anais.&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em 1913 foi um dos representantes oficiais do Brasil no 4º International Congress for the Hygiene and Salubrity of Dwellings, realizado na Antuérpia (31/08-07/09/1913).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Foi membro do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, tendo tomado posse em 26 de junho de 1919, e escolhido como Patrono da Cadeira nº 51 do Instituto Histórico e Geográfico de Santos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Júlio Afrânio Peixoto foi um dos membros fundadores da Academia Brasileira de Filologia, criada em 26 de aposto de 1944, para tratar dos assuntos referentes à filologia, cujo primeiro presidente foi o filólogo Álvaro Ferdinando de Sousa da Silveira. Foi o primeiro ocupante da Cadeira nº2 desta associação, cujo Patrono é o Padre Antonio Vieira.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Na Academia de Letras da Bahia, fundada em 7 de março de 1917 por Arlindo Coelho Fragoso, ocupou, em 1928, a Cadeira nº 1, que tinha como Patrono Frei Vicente de Salvador.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em 1924 foi fundado o Clube Caixeiral Afrânio Peixoto, em sua homenagem, em Canavieiras, no Estado da Bahia.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Participou, provavelmente entre os anos de 1906 e 1909, do grupo denominado “Jardim da Infância”, que não foi propriamente um partido organizado, mas que teve sua origem em reuniões entre deputados, intelectuais e jornalistas, lideradas por Carlos Peixoto de Melo Filho, então presidente da Câmara de Deputados, e realizadas onde este residia, inicialmente num quarto do Grande Hotel da Lapa, e depois na Rua das Laranjeiras nº 294, na cidade do Rio de Janeiro. Segundo Eloy Castriciano de Sousa, o Jardim da Infância teria começado a funcionar pouco antes do Governo do Presidente Afonso Augusto Moreira Pena, em 1906, e existido até o ano de falecimento deste (&#039;&#039;Apud. &#039;&#039;RIBEIRO, 1950).&amp;amp;nbsp; Dele participaram políticos como David Morethson Campista, João Pandiá Calógeras, Afrânio de Melo Franco, Augusto Tavares de Lira, Miguel Calmon du Pin e Almeida, Leovigildo Figueiras, e inte­lectuais como Manuel Bomfim, e Euclides da Cunha. Segundo Leonídio Ribeiro (1950), Afrânio teria sido levado ao convívio de Carlos Peixoto por intermédio de Miguel Calmon. Alberto Venâncio Filho destaca que este movimento pretendia representar um programa de renovação no cenário político e de grandes realizações, e conseguiu a projeção esperada (VENANCIO FILHO, 1972). &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Júlio Afrânio Peixoto foi eleito deputado federal pelo Estado da Bahia, em 1924, e re-eleito em 1928. Durante sua atuação como deputado apresentou trabalhos sobre diversos temas, como a defesa do uso da quinina do Estado no combate à malária, a questão dos acidentes no trabalho, a legislação social, a assistência a insanos, a educação, as caixas de pensões, e o código penal.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Para Tristão de Athayde “houve em Afranio três aspectos, que embora se interpenetrando constantemente apresentaram sempre nítida diferenciação – o homem de ciência, o homem de letras, o homem social” (ATHAYDE, 1950, p.XI). E ainda acrescenta:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:.0001pt; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“Lembro-me de quando o conheci, em fins de 1910, na casa do velho Souza Bandeira, tio do Manuel, à rua Barão de Itambi. Era um dos últimos salões literários da era tranqüila do Rio, antes das guerras e das revoluções. Ali se reuniam os últimos remanescentes da geração que havia feito a Academia e a Revista Brasileira – José Veríssimo, Bilac, Alberto de Oliveira, Rodrigo Octávio, Mário de Alencar, Graça Aranha. (...). Foi ali que tive o topete, juntamente com alguns “novos” daquela hora crepuscular, de discutir com Afrânio os tipos e episódios da “Esfinge”, que era o tema da época, o prato literário do dia, discutido em todos os meios, nos cafés e nos salões, nas barcas de Petrópolis, como nas antecâmaras dos ministérios.”&amp;amp;nbsp; (ATHAYDE, 1950, p.XV-XVI).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em 31 de dezembro de 1949, o antigo Instituto Médico-Legal do Rio de Janeiro, localizado na Rua dos Inválidos, na cidade do Rio de Janeiro, passou a denominar-se Instituto Médico-Legal Afrânio Peixoto, em sua homenagem.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Durante os verões que passava na cidade de Petrópolis, freqüentava muito o [[MUSEU_IMPERIAL_E_NACIONAL|&amp;lt;u&amp;gt;Museu Imperial&amp;lt;/u&amp;gt;]], no qual realizava palestras e reunia-se com intelectuais como Alcindo Sodré, primeiro diretor desta instituição, na qual foi instalada uma placa em sua homenagem. Nesta cidade, também freqüentava e foi importante colaborador da Biblioteca Municipal, na qual posteriormente foi colocado um retrato seu, na sala que tem seu nome.&amp;amp;nbsp; Sobre a cidade de Petrópolis escreveu o estudo “Manhãs de Petrópolis”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em 1959 foi inaugurado, por iniciativa do Liceu Literário Português, um busto em sua homenagem nos jardins da Glória, na cidade do Rio de Janeiro, e em 1966 foi fundado um hospital com seu nome na cidade de Vitória da Conquista, no Estado da Bahia. A cidade de Salvador homenageou-o dando seu nome a uma de suas avenidas, em 1970.&amp;amp;nbsp; A Prefeitura Municipal de Lençóis, com o apoio do Conselho Federal de Cultura e do Governo do Estado da Bahia, inaugurou em 17 de dezembro de 1970, a Casa de Cultura Afrânio Peixoto, atualmente “Casa Afrânio Peixoto - Memorial”, organizada por Fernando Sales com auxílio de D. Chiquita, viúva de Júlio Afrânio Peixoto, e que reúne acervo bibliográfico, documental e peças do escritor.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em 9 de janeiro 1971 foi fundada, na cidade de Viana do Castelo (Portugal), a Biblioteca Afrânio Peixoto, que integra uma rede portuguesa de bibliotecas.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Produção intelectual&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Epilepsia e Crime”.&amp;amp;nbsp; Tese (Doutoramento), Faculdade de Medicina da Bahia, Bahia, 1897.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Epilepsia e Consciência”. Memória apresentada à Sociedade de Medicina e Cirurgia, Bahia, 1897.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Epilepsia e Crime”. Pref. pelos drs. Nina Rodrigues e Juliano Moreira. Bahia: V. Oliveira &amp;amp; Comp., 1898.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A herança do adultério (Contribuição para o estudo de uma questão psycho-sociologica). Rio de Janeiro: Besnard Frères, 1898. Separata dos &#039;&#039;Arquivos de Jurisprudência Médica e Antropológica. &#039;&#039;Rio de Janeiro, 1898.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Coesistência episódica dos delirios persecutório e mystico na melancholia”. &#039;&#039;Brazil-Medico, &#039;&#039;Rio de Janeiro, anno XIII, n.14, p.128-31, 8 abr. 1899.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Rosa mystica”. &amp;amp;nbsp;Leipzig: Brocklaus, 1900.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Lufada sinistra”. [s.l.]: [s.n.], 1900.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Prefacio”. In: PINTO, A. Costa. &#039;&#039;&#039;A Grafologia em Medicina Legal.&#039;&#039;&#039; Bahia, Typ. e Encad. Emp. Ed., 1900.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Prefacio”. In: MONIZ, Antonio. &#039;&#039;&#039;Impedimentos matrimoniais.&#039;&#039;&#039; Bahia: [s.n.], 1901.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Inspecção do naso-pharinge por um novo processo de autópsia”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, Bahia, &amp;amp;nbsp;v.XXXIII, n.1, p.3-12, jul.1901.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Virchow medico-legista”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, Bahia, v.XXXIII, n.4, 195-199, out. 1901.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Bibliographia. &#039;&#039;O alienado no direito civil brazileiro.&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;Apontamentos medicos legaes ao projecto do Código Civil pelo Dr. Nina Rodrigues, Professor da Faculdade de Medicina da Bahia. Prudêncio de Carvalho, Editor, Bahia, 1902.” &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, Bahia, v.XXXIII, n.5, 233-239, nov. 1901.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;- “Fragmentos de Hygiene”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, Bahia, v.XXXIII, n.5, 239-241, nov. 1901.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Fragmentos de Hygiene”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, Bahia, v.XXXIII, n.6, 282-285, dez. 1901.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Revista da Imprensa Medica. Dr. Oswaldo Gonçalves Cruz. Contribuição para o estudo dos culicidios no Rio de Janeiro. &#039;&#039;Brazil Medico&#039;&#039;, Rio, 1901”.&amp;amp;nbsp; &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, Bahia, v.XXXIII, n.6, p.285-286, dez.1901.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Homenagem a Lucinda Simões (poliantéa)”. Bahia: [s.n.], 1901.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Manual de thanatoscopia judiciária”. Bahia: Typ. Bahiana, 1901.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Os casamentos pathologicos (lição do curso de medicina publica na Faculdade de Direito da Bahia)”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Revista da Bahia: Bellas Artes, Sciencia, Comercio e Ind.&#039;, 1902.&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Servido médico-legal de autopsias, proyecto de reglamentación&amp;quot;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;i&amp;gt;&#039;&amp;lt;/i&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&#039;&#039;Archivos de criminologia medicina legal y psiquiatria&#039;&#039;, Buenos Aires,&amp;quot;Revista Nacional&amp;quot;, 1902.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;text-autospace:none&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Regulamento para o serviço medico legal do Distrito Federal. Decreto nº 4.864 de 15/06/903. In: BRASIL. Leis, decretos, etc. &#039;&#039;&#039;Colleção das leis da Republica dos Estados Unidos do Brazil de 1903.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Impr. Nacional, 1907. v. 1, p. 489-521.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Defesa social contra a tuberculose”. Relatório apresentado no Segundo Congresso Medico Latino-Americano, Buenos Aires, abril 1904.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;Brazil-Medico, Revista Semanal de Medicina e Cirurgia, Rio de Janeiro, anno XVIII, n.34, p.345-47, 8 set. 1904.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Defesa social contra o Alcoolismo no Brazil”. Relatório no Segundo Congresso Medico Latino-Americano, Buenos Aires, abril de 1904.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Brazil-Medico, Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XVIII, n.35, p.355-57, 15 set. 1904.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O projeto do Código Civil Brasileiro e Medicina Legal”&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;. R&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;evista da Faculdade de Direito do Recife, 1904.&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Prophylaxia publica da syphilis e enfermidades venéreas”. In: &#039;&#039;&#039;Atas do IIº Congresso Médico Latino Americano&#039;&#039;&#039;. Buenos Aires: “Argentina Médica”, 1904.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Regulamentação dos serviços medico-legaes”. Comunicação no Segundo Congresso Medico Latino-Americano, Buenos Aires, abril de 1904.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Epilepsia”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Formulário Pratico do Brazil-Medico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 1904.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Grandes syndromas mentaes: agitação, depressão e confusão”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Formulário Pratico do Brazil- Medico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 1904.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A paranóia e os syndromas paranoides”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XVIII, n.19, p.185-192, 15 mai.1904. (com Juliano Moreira).&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A paranóia e os syndromas paranoides (conclusão)”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XVIII, n.24, p.239-245, 22 junho 1904. (com Juliano Moreira).&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A paranóia e os syndromas paranoides”. Rio de Janeiro: Besnard, 1904.&amp;amp;nbsp; (com Juliano Moreira).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “As idéas de Behring sobre o contágio e a prophylaxia da tuberculose”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Brazil-Medico, Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, &amp;amp;nbsp;anno XVIII, n.2, p.15-7, 8 jan.1904.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A loucura maniaca-depressiva”. Comunicação no Segundo Congresso Medico Latino-Americano, Buenos Aires, abril de 1904.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Brazil-Medico, Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XVIII, n.28, p.281-83, 22 jul. 1904; ano XVIII, n.29, p. 291-94, 1º ago. 1904.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Novos ensaios sobre o tratamento de Bechtereff na epilepsia (Academia Nacional de Medicina. Sessão em 17 de dezembro de 1903)”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Brazil-Medico, Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XVIII, n.2, p.18, 8 jan. 1904.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Prophylaxia publica da syphilis e doenças venereas”. Relatório no Segundo Congresso Medico Latino-Americano, Buenos Aires, abril de 1904.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Brazil-Medico, Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XVIII, n.27, p.271-74, 15 jul. 1904.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Tratamento da epilepsia: methodo de Bechterew”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Brazil-Medico, Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XVIII, n.28, p.289, 22 jul. 1904.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Accidentes produzidos pelas injeções intra-uterinas”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Brazil-Medico, Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, &amp;amp;nbsp;Rio de Janeiro, &amp;amp;nbsp;anno XVIII, n.3, p.25-7, 15 jan. 1904. (com Henrique Baptista, Daniel de Almeida, Olympio da Fonseca e Carlos Seidl).&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Voil et médiunité”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Annales d&#039;Hygiène Publique et de Médecine Légal&#039;&#039;, Paris, 12, p. 81-94, juillet 1904.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Classificação de moléstias mentaes do professor Emil Kraepelin”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Archivos Brasileiros de Psychiatria, Neurologia e Sciencias Affins&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano I, n. 2, p. 204-216, jul. 1905. (com Juliano Moreira)&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Classificação de moléstias mentaes do professor Emil Kraepelin (continuação)”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Archivos Brasileiros de Psychiatria, Neurologia e Sciencias Affins&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano I, n. 3 e 4, p. 310-316, out. 1905. (com Juliano Moreira)&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A paranoia e os syndromas paranoides”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Archivos Brasileiros de Psychiatria, Neurologia e Sciencias Affins&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano I, n. 1, p. 5-33,1905. (com Juliano Moreira)&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Relatorio apresentado ao Exm. Sr. Dr. J. J. Seabra Ministro da Justiça e Negócios Interiores pelo Dr. Afrânio Peixoto Director Interino do Hospício Nacional de Alienados. 1904-1905. In: RELATORIO apresentado ao Presidente da Republica dos Estados Unidos do Brazil pelo Dr. J. J. Seabra Ministro de Estado da Justiça e Negócios Interiores em março de 1905. v. II – Directoria do Interior. Primeira Parte. Annexo E. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1905.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “La folie maniaque-depressive”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Annales Médico-Psychologiques&#039;&#039;, Paris: [L. Maretheux], mars-avril 1905.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Febre typhoide”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Brazil-Medico, Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XX, n.8, p. 80-1,22 fev. 1906.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;- &amp;quot;Les maladies mentales dans le climats tropicaux. Rappost par les docteurs Juliano Moreira et Afranio Peixoto. XV Congrès International de Médicine, Lisbonne, 1906&amp;quot;.&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span lang=&amp;quot;FR&amp;quot; style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Archivos Brasileiros de Psychiatria, Neurologia e Sciencias Afins&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.2, n.1, p.222-241, jan. 1906.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- &amp;quot;La paranoia légitime: son origine et nature. Rapport officiel au&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;XV Congrès International de Médicine (Lisbonne, 19/26 Avril 1906). Lisboa: A. de Mendonça, 1906. p.72-83. (com Juliano Moreira)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Aspectos do Humor na literatura nacional”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;Revista Americana, p.30, nov. 1906.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A reforma do serviço medico-legal [Parecer approvado pela Academia Nacional de Medicina, em 29 de novembro de 1906]”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Brazil-Medico, Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XX, n.46, p.476-7, 8 de dez. 1906. &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;(com E. do Nascimento Silva et alii).&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Clima e doenças do Brasil; notas escriptas para o Brazilian Year Boork de 1908”. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1907.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Serviços medico-legaes”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;Boletim Policial, Rio de Janeiro, anno 1, n.1, p.7-11, mai., 1907.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Discurso na sessão magna da Academia Nacional de Medicina”. Rio de Janeiro: Tip. Besnard Frères, 1907.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Clima e doenças do Brazil (Notas escriptas para o Brazilian Year Book de 1908)”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Brazil-Medico, Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XXII, n.3, p.21-5, 15 jan. 1908.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span lang=&amp;quot;FR&amp;quot; style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Climat et&amp;amp;nbsp; Maladies du Brésil”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Annales d´Hygiene Publique et Médecine Légale&#039;&#039;, Paris: J. B. Baillière et Fils., mai.1908.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;- &amp;quot;The Climate and Diseases of Brazil&amp;quot;. Rio de Janeiro: Imprensa Ingleza, J. P. Wileman, 1908.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Constipação habitual”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Formulário Pratico do Brazil-Médico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 1908.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Climatologia do Brasil”. In: Academia Nacional de Medicina.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;Em comemoração do centenário do ensino médico. Rio de Janeiro, Tip. Jornal do Commercio, de Rodrigues e C., 1908. p.37-62.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Constipação habitual”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Brazil-Medico, Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XXII, n.16, p.155-57, 22 abr. 1908.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Anomalias do hymen”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Archivos Brasileiros.de Psychiatria, Neurologia e Medicina Legal&#039;&#039;, anno IV, 1908.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Prefacio”. In: VELHO, Cosme; ARARIPE JUNIOR, Tristão de Alencar.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;Miss Kate [por] Cosme Velho [pseud.]. Lisboa: Livraria Clássica Ed, 1909.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- &amp;quot;Viol et Médiumnité&amp;quot;.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Annales d´Hygiene Publique et Médecine Légale&#039;&#039;, Paris: J. B. Baillière et Fils, aôut 1909.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span lang=&amp;quot;FR&amp;quot; style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Violên&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;cia carnal e mediunidade”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Archivos Brasileiros de Psychiatria, Neurologia e Medicina Legal&#039;&#039;, anno V, n.1-2, p.78-94, 1909.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Discursos Dias de Barros e Afranio Peixoto”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Almanaque Brasileiro Garnier&#039;&#039;, Rio de Janeiro, p.107-115, 1909.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Climat et maladies du Brésil&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;(notes pour le Brazilian year&amp;amp;nbsp; book) [Clima e doenças do Brasil]”. Rio de Janeiro: Impr. Nacional, 1909.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Klima und krankbeiten brasiliens,Kurge remerkungen geschrisben für das Brazilian Year book (1908) [Clima e doenças do Brasil]”. Rio de Janeiro: Impr. Nacional, 1909.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Elementos de Medicina Legal“. Rio de Janeiro: Livraria Francisco Alves, 1910.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;- &amp;quot;Le diagnostique de la folie maniaque dépressive&amp;quot;.&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;Annales Medico Psychologiques&#039;&#039;, Paris: I. Maretheux, juillet-aôut 1910. (com Ulysses Vianna).&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Discurso de posse. 14 de agosto de 1911”. Rio de Janeiro: [s.n.], 1911.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A Esfinge”. Rio de Janeiro: Francisco Alves &amp;amp; C., 1911.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- &amp;quot;La Esfinge&amp;quot;. [A esfinge]. Traducion del português por Mario (Julio Payrot) [pseud.]. Buenos Aires: Biblioteca de La Nación, n. 332, 1912.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Elementos de higiene”. Rio de Janeiro: Livraria Francisco Alves &amp;amp; Cia., 1912.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;-&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“Superstições populares relativas à saúde, doença e morte”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;i&amp;gt;&#039;&amp;lt;/i&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano 5, n.10, p.231-48, out. 1912.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;-&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“Vocabulário Medico Popular do Brasil”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;,&#039;&#039; Rio de Janeiro, ano IV, n.8, p.327-338, 1912.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Folk-lore; nota sobre o vocabulario medico popular no Brasil”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano IV, n.8, p. 327-38, abr. 1912&#039;&#039;.&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;-&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“Dante e Vergílio”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;O Imparcial, Diário Illustrado do Rio de Janeiro, &#039;&#039;Rio de Janeiro, anno I n.12, p.2, 15 dez. 1912.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A Mulher de Sócrates”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;O Imparcial, Diário Illustrado do Rio de Janeiro&#039;&#039;&#039;,&#039;&#039;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;b&amp;gt;Rio de Janeiro, anno I, n.19, p.2, 22 dez. 1912.&amp;lt;/b&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Higiene. vol. I. Higiene geral”. &amp;amp;nbsp;Rio de Janeiro: Livraria Francisco Alves, 1913&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Higiene. vol. II. Medicina preventiva”. &amp;amp;nbsp;Rio de Janeiro: Livraria Francisco Alves, 1913.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A Tuberculose nos Hospitaes do Rio de Janeiro”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Arquivos Brasileiros de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, fev. 1913.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Discurso [na recepção do sr. Oswaldo Gonçalves Cruz na Acad. Bras. de Letras, em 26 de junho de 1918]”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano VI, n.11, p.127-151, jan. 1913.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Elogio de Oswaldo Cruz”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Revista Americana&#039;&#039;, Rio de Janeiro, t.13, 1913.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Elojio de Xantipa (Tríptico)”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano VI, n.11, p.1-20, jan. 1913.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Lembranças de Aluisio de Azevedo”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano VI , n.12, p.311-20, abr. 1913.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A tuberculose nos hospitaes do Rio de Janeiro”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Archivos Brasileiros de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano 3, n.1, p.187-94, fev. 1913.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Los missexuales&amp;quot;.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Buenos Aires: Impr. Frascoli y Bindi, 1913.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Ás de Espadas” &#039;&#039;O Imparcial&#039;&#039;, &#039;&#039;Diário Illustrado do Rio de Janeiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno I, n.41, p.2, 13 jan. 1913.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A Glória de D. Ramiro”. &#039;&#039;O Imparcial&#039;&#039;, &#039;&#039;Diário Illustrado do Rio de Janeiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno II, n.134, p. 2, 17 abr.1913.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Em voz alta”. &#039;&#039;O Imparcial&#039;&#039;, &#039;&#039;Diário Illustrado do Rio de Janeiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno II, n.166, p.2, 19 mai.1913.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Um livro sério”. &#039;&#039;O Imparcial&#039;&#039;, &#039;&#039;Diário Illustrado do Rio de Janeiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno II, n.173, p.2, 26 mai. 1913.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Maria Bonita”. Rio de Janeiro: Livraria Francisco Alves, 1914.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Noções de Hygiene (1ªedição, sob o título de Lições de higiene, em colaboração com Dr. Graça Couto)”. Rio de Janeiro: Livraria Francisco Alves, 1914.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span lang=&amp;quot;FR&amp;quot; style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Mesures préventives contre l´introduction de maladies contagieuses exotiques”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Communication au IV Congrés International d´Assainissement et Salubrité, Anvers, 1914. (com Dr. Graça Couto).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Aspectos do Humour na literatura nacional”. &#039;&#039;Jornal do Commercio&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 12 out. 1914.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Doença ou moléstia”. Debate sobre febre amarela realizado no Congresso Medico Argentino, por Afrânio Peixoto. &#039;&#039;Almanaque Brasileiro Garnier&#039;&#039;, Rio de Janeiro, p.309-311, 1914.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Nina Rodrigues, ensaio biographico e critico”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Formulário Pratico do Brazil-Medico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 1915.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Judith, ou A gratidão do povo”.&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Atlântida: mensário artístico, literário e social para Portugal e Brasil&#039;&#039;, Lisboa, v.1 , n.2, p.116-30, dez. 1915.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Minha terra e minha gente”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1915.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Um voto de Camilo”. &#039;&#039;Revista do Centro de Sciencias, Letras e Artes de Campinas&#039;&#039;, Campinas, n.38, 1915.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Guerra aos homens. Sainete em um acto [Representada pela primeira vez no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, aos 4 de novembro de 1915]”. &#039;&#039;Revista do Centro de Sciencias, Letras e Artes. de Campinas, &#039;&#039;Campinas, 15, n.42, fase 1, p.24-37, 31 mar. 1916.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Psycho-pathologia forense”. Rio de Janeiro: Francisco Alves; Paris [Franca]: Aillaud, Alves &amp;amp; Cia, 1916.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Aspectos do Humour na literatura nacional”. &#039;&#039;Revista Americana, &#039;&#039;Rio de Janeiro, ano 6&#039;&#039;, &#039;&#039;n.2, p.30-59, nov. 1916.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Comparações [Conferência realizada no Salão nobre do Jornal do Commercio]”. &#039;&#039;Revista Americana, &#039;&#039;Rio de Janeiro, ano 6, n.7, p.18-42, abr. 1917.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Curso de medicina publica”. &#039;&#039;Anais da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, &#039;&#039;Rio de Janeiro, Supl. 1, p.477-83, 1917.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A Escola Primaria”. &#039;&#039;Revista Americana&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 1917.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A França e a Grécia”. &#039;&#039;Revista do Brasil, &#039;&#039;São Paulo, anno II, vol.V, n.18, p.254-56, jun. 1917.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Paixão e glória de Castro Alves [conferencia realizada na Bibliotheca Nacional, em 6 de novembro de 1917]”. &#039;&#039;Revista do Brasil, &#039;&#039;São Paulo, anno II, v.VI, n.23, p.311-41, nov. 1917.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Paixão e glória de Castro Alves”. &#039;&#039;Diário Oficial do Estado da Bahia&#039;&#039;, Salvador, ano II, n.36, p.929-939, 16 dez. 1917.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O problema sanitario da Amazonia”. &#039;&#039;Annaes da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, &#039;&#039;Rio de Janeiro, anno I, p.64-99, 1917.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Noções de Hygiene”. Rio de Janeiro: Livraria Francisco Alves, 1918.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Poeira da estrada; ensaios de crítica e de história”. Rio de Janeiro: Livraria Francisco Alves, 1918.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A Educação e a Defesa Nacional”. &#039;&#039;Revista do Brasil&#039;&#039;, São Paulo, anno III, vol. VIII, n.27, mar.1918.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O problema sanitario da Amazonia”. &#039;&#039;Revista do Brasil&#039;&#039;, São Paulo, anno III, vol. VIII, n.28, abr. 1918.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Moinhos de Vento”. &#039;&#039;Saúde, &#039;&#039;Rio de Janeiro, n.1, 1918.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O saneamento do Brasil (Discurso)”. &#039;&#039;Revista do Brasil, &#039;&#039;São Paulo, anno III, vol.VIII, n.29, p.78-82, maio 1918.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A antiga e a nova medicina: a hygiene”. &#039;&#039;Revista do Brasil&#039;&#039;, São Paulo, anno III, vol.VIII, n.32, p.353-361, ago.1918.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O ensino da linguagem (Conferência realizada na Biblioteca Nacional)”. &#039;&#039;Revista do Brasil, &#039;&#039;São Paulo, anno III, v. VIII, n.32, p.495-8, ago. 1918.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Educação e saneamento”. &#039;&#039;Revista do Brasil, &#039;&#039;São Paulo, anno III, v.IX, n.33, p.119-20, set. 1918.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Outros males”. &#039;&#039;Revista do Brasil, &#039;&#039;São Paulo, anno III, v.IX, n.35, p.249-71, nov.1918.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Prefacio”. In: CEARENSE, Catulo da Paixão. &#039;&#039;&#039;Meu Sertão.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: [s.n.], 1918. &amp;amp;nbsp;(com Alberto de Oliveira).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Aspectos do Humour na literatura nacional”. In: PEIXOTO, Afrânio. &#039;&#039;&#039;Poeira na estrada&#039;&#039;&#039;. Rio de Janeiro: Livraria Francisco Alves, 1918. p.153-196.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Trovas populares brasileiras. Coleccionadas e prefaciadas por Afrânio Peixoto”. Rio de Janeiro: Livraria Francisco Alves, 1919.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Despedida do Dr. Ramiz Galvão – Posse do novo vice-diretor Dr. Afrânio Peixoto. Sessão extraordinária da Congregação da Faculdade de Filosofia e Letras em 5 de novembro de 1919”. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1919.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Discurso de recepção de Aloysio de Castro na Academia Brazileira de Lettras, em quinze de abril de mil novecentos e dezenove, resposta de Afrânio Peixoto”. Rio de Janeiro: [Imprensa Nacional], 1919.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “[Discurso ao tomar posse como membro efetivo do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, em 26 de julho de 1919]”. Rio de Janeiro, tomo 85, v.139, p. 499-509, 1919.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Da proibição de casamento entre colaterais de 3º grau – Uma iniquidade do Código Civil”. (Em colaboração com diversos). Rio de Janeiro: [s.n.], 1919.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Fruta do mato”. Rio de Janeiro: Livraria Francisco Alves, 1920.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Leituras camonianas”. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1920.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Parábolas”. Rio de Janeiro: Livraria Francisco Alves, 1920.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Prefácio”. In: SILVA, José Bonifácio de Andrada e. &#039;&#039;&#039;José Bonifácio: o velho e o moço.&#039;&#039;&#039; Lisbo: Aillaud e Bertrand, 1920.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O mysterio”. (de Coelho Netto, Afrânio Peixoto, Medeiros e Albuquerque, e Viriato Correia). São Paulo: Monteiro Lobato, 1920.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Divida a cobrar”. &#039;&#039;Atlântida: mensário artístico, literário e social para Portugal e Brasil, &#039;&#039;Lisboa, ano IV, vol.XI, n.41, p.553, 1920.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Obras completas de Castro Alves”. Rio de Janeiro: Livraria Francisco H. Antunes, 1920.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Paixão e glória de Castro Alves”. In: &#039;&#039;&#039;Obras completas de Castro Alves&#039;&#039;&#039;. Rio de Janeiro: Livraria Francisco H. Antunes, 1920. p..77-141.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Castro Alves, o lírico do amor e da natureza”. (Conferência proferida na Biblioteca Nacional, terceira da série “Castro Alves”, em 20 de julho de 1920). &#039;&#039;Jornal do Commercio&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 21 de julho de 1920.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Aspectos do Humour na literatura nacional”. Conferência realizada pelo Dr. Afranio Peixoto a 29 de setembro de 1914. &#039;&#039;Annaes da Bibliotheca Nacional do Rio de Janeiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 1916, v. XXXVIII, p.46-64, 1920.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Esboços de biografia e crítica – Euclides da Cunha”. &#039;&#039;Revista Centro de Sciencias, Letras e Artes de Campinas&#039;&#039;, Campinas, n.47, 1920.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Antologia brasileira/Antonio Castro Alves”. Org. por Afrânio Peixoto e Constâncio Alves. Paris: Lisboa: Liv. Aillaud e Bertrand, 1921.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O regimen universitário e a educação nacional (Discurso)”. &#039;&#039;Revista do Brasil, &#039;&#039;São Paulo, vol.XVII, n.65, p. 158-68, maio 1921.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Vieira brasileiro/Antonio Vieira. Organizada por Afrânio Peixoto e Constâncio Alves”. Paris-Lisboa: Liv.Aillaud; Lisboa&amp;amp;nbsp;: Bertrand, 1921.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Discurso sobre o sr.John Cásper Branner”. &#039;&#039;Revista do Brasil, &#039;&#039;São Paulo, vol.XVII, n.65, p.178-9, maio 1921.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Retrato, íntrod. bibliographica e annotações”. In: ALVES, Antônio de Castro. &#039;&#039;&#039;Obras completas.&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Livraria Francisco Alves, 1921.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Castro Alves, o épico da Abolição e da República”. (Conferência realizada na Biblioteca Nacional, primeira da série “Castro Alves”, 6 de julho de 1921).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Correio da Manhã&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 7 jul. 1921.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Castro Alves”. Comemoração do cinqüentenário de sua morte na Academia Brasileira de Letras.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Jornal do Commercio&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 7 jul. 1921.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Castro Alves, estudante”. (Conferência realizada no salão nobre da Faculdade de Direito de São Paulo em 11 de julho de 1921).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;O Estado de São Paulo&#039;&#039;, São Paulo, 12 jul. 1921.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Poltrões”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;O Imparcial&#039;&#039;, Bahia, ano IV, n.1090,18 dez. 1921.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A feia”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;O Imparcial&#039;&#039;, Bahia, ano IV, n.1113, 15 jan. 1922.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Bugrinha”. Rio de Janeiro: Livraria A. J. de Castilho, 1922.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Castro Alves, o poeta e o poema, estudo critico literario”. Paris-Lisboa: Aillaud e Bertrand ,1922 .&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;-&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“As aberrações do segredo médico”. Relatório aos Congressos de Medicina Legal e dos Práticos.Rio de Janeiro: [s.n.], 1922.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Sobre creanças e para creanças”. Relatório de Literatura Infantil, apresentado no Terceiro Congresso Americano da Creança (Rio de Janeiro, 27/08-a 5/09/1922). &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;A Educação&#039;&#039;, Rio de Janeiro, n.3, p.196-205, 1922.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Castro Alves e o teatro da mocidade”. (Conferência realizada na Biblioteca Nacional, segunda da série “Castro Alves”, 13 de julho de 1921). In: &#039;&#039;&#039;Castro Alves, o poeta e o poema, estudo critico literario&#039;&#039;&#039;. Paris-Lisboa: Aillaud e Bertrand ,1922.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Sétimo céu”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras, &#039;&#039;Rio de Janeiro, ano XIII, n.21, p.23-50, jan./mar.1922.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Molière e Dom Francisco Manoel”. Documentos de uma questão literária. Separata &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras,&#039;&#039; Rio de Janeiro, ano XIII, n.22, p.169-175, abr./jun.1922.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Molière e Dom Francisco Manoel”. &amp;amp;nbsp;&#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras,&#039;&#039; Rio de Janeiro, ano XIII, n.22, p.211-214, abr./jun.1922.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O passado e o presente [Discursos, de encerramento dos trabalhos académicos a 28 de dezembro de 1922, e programa do novo anno em 11 de janeiro de 1923]”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras, &#039;&#039;Rio de Janeiro, ano XIII, n.25/26, p. 23-44, jan./jun. 1923.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Ernesto Renan (1823-1923)” &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras, &#039;&#039;Rio de Janeiro, ano XIII, n.25/26, p.57-60 jan./jun. 1923.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Ruy Barbosa, mestre do verbo”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras, &#039;&#039;Rio de Janeiro, ano XIII, n.25/26, p.103-6, jan./jun. 1923.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Trovas selvagens origem da poesia brasileira”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras, &#039;&#039;Rio de Janeiro, ano XIII, n.25/26, p.114-24, jan./jun. 1923.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Recepção do Sr. Julio Dantas, membro correspondente da Academia Brasileira e Presidente da Acad. das Sciencias de Lisboa, em 26 de junho de 1923”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras, &#039;&#039;Rio de Janeiro, ano XIII, n.25/26, p.232-4, jan./jun. 1923.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Brinde a Julio Dantas”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras, &#039;&#039;Rio de Janeiro, ano XIII, n.25/26, p.276-78, jan./jun. 1923.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Gonçalves Dias [Sessão commemorativa do centenário de seu nascimento, em 10 de agosto de 1923: discurso do presidente Sr. Afrânio Peixoto]”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras, &#039;&#039;Rio de Janeiro, ano XIV, n.27/28, p.5-6, jul./dez. 1923.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Pierre Lotti e o Brasil”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras, &#039;&#039;Rio de Janeiro, ano XIV, n.27/28, p.37-42, jul./dez. 1923.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Festa jubilar do Sr. Miguel Couto. Saudação do presidente Sr. Afrânio Peixoto (Sessão de 25 de outubro de 1923)”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras, &#039;&#039;Rio de Janeiro, ano XIV, n.27/28, p.59-61, jul./dez. 1923.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Homenagem ao México (Sessão de 29 de novembro de 1923)”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras, &#039;&#039;Rio de Janeiro, ano XIV, n.27/28, p.145-6, jul./dez. 1923.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Última sessão da academia no Syllogeu Brasileiro, em 13 de dezembro de 1923; discurso”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras, &#039;&#039;Rio de Janeiro, ano XIV, n.27/28, p.180-82, jul./dez. 1923. &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;(et alii).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Inauguração da nova séde da Academia no Palácio á Avenida das Nações, em 15 de dezembro de 1923; discurso do Presidente Sr. Afrânio Peixoto”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras, &#039;&#039;Rio de Janeiro, ano XIV, n.27/28, p.194-198, jul./dez. 1923.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Lençóis (quem te viu e quem te vê)”. &#039;&#039;O Imparcial, &#039;&#039;Bahia, ano VI, n.1490, 22 abr. 1923.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Frases feitas”. &#039;&#039;O Imparcial, &#039;&#039;Bahia, ano VII, n.1534, 17 jun. 1923.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O poeta lírico”.&#039;&#039;O Imparcial, &#039;&#039;Bahia, ano VII, n. 1547, 6 jul. 1923.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Discurso na Sessão Inaugural da nova sede da Academia Brasileira de Letras – Petit Trianon (15/12/1923)”. Rio de Janeiro: [s.n.], 1923.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Criminologia”. Rio de Janeiro: Ed. Guanabara, 1923.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Ensinar a ensinar: ensaios de pedagogia aplicada à educação”. &amp;amp;nbsp;Rio de Janeiro: Livraria Francisco Alves, 1923.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Dois de Julho de 1923”. Conferência no Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Anais do Instituto Histórico e Geográfico da Bahia,&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Bahia,n.48, p.13-17, 1923.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Prefacio”. In: &#039;&#039;&#039;Primeiras Lettras, Cantos de Anchieta&#039;&#039;&#039;. Anuário do Brasil, 1923.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Prefácio”. In: BRANDENBURGER, Clemens.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Lendas dos nossos índios: leituras brasileiras.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Livraria Francisco Alves, 1923.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Um século de cultura sanitária”. São Paulo: Oficinas Gráficas “Estado de São Paulo”, 1923.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A obra de Julio Dantas&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;[Sessão de recepção do grande escriptor na Academia Brasileira de Letras]”. &amp;amp;nbsp;Rio de Janeiro: L. Ribeiro, 1923. (com Medeiros e Albuquerque e Júlio Dantas).&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Prefácio”. In: ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS, Rio de Janeiro.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Primeiras letras. Contos de Anchieta. O dialogo de João de Lèry. Trovas indígenas. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: A. Pinto, 1923.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;lista&amp;quot; style=&amp;quot;margin:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Interdição por toxicomania”.&#039;&#039;Archivo de Medicina Legal&#039;&#039;, Lisboa: Imprensa Nacional, 1923.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Dicionário d´os Lusíadas de Luís de Camões”. Rio de Janeiro: Livraria Francisco Alves, 1924. (com Pedro A. Pinto).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Prefácio”. In: TEIXEIRA, Bento.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Prosopopeia. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: A. Pinto [1923].&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A Camonologia; ou Os estudos camonianos... conferência no Gabinete Português de Leitura do Rio de Janeiro, em 4 de fev. de 1924”. Rio de Janeiro: Livraria Francisco Alves, 1924.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Medicina d´os Lusíadas”. Rio de Janeiro: Livraria Francisco Alves, 1924.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Brasileirismos”. &#039;&#039;Revista de Filologia Portuguesa&#039;&#039;, São Paulo, Nova Era Emp. Edit., n.6, 7, 8, jun./set. 1924.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Camões médico ou medicina dos Lusíadas e d´O Parnaso”. &amp;amp;nbsp;Rio de Janeiro: Livraria Francisco Alves, 1924.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O Amor Poeta”. &#039;&#039;Terra do Sol&#039;&#039;, Rio de Janeiro, I , n.1, p.27, jan.1924.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A lingua Camões&amp;quot;. &#039;&#039;Revista Filologia Portuguesa&#039;&#039;, São Paulo, 1, n.12, p. 313-16, dez. 1924.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Notas camonianas”. &#039;&#039;Revista Filologia Portuguesa&#039;&#039;, São Paulo, 1, n.12, p.207-21, dez. 1924.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Molière e D. Francisco Manuel”.&amp;amp;nbsp; &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XV, n.35, p.235, nov.1924.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Quarto centenário de Camões; discurso do Sr. Afrânio Peixoto”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XVII, n.37, p.6-38, jan. 1925.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Camões e Dinamene”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XVII, n.40, p.261-326, abr. 1925.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- &amp;quot;Bugrinha&amp;quot;. Traduit du portugais par le Comte Maurice de Périgny. Paris: Librarie Pierre Roger [1925].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “As Razões do Coração”. Rio de Janeiro: Livraria Francisco Alves, 1925.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “[Homenagem a F. de Castro]”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XVIII, n.64, p.383-403, 1925.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A reforma da constituição e a educação nacional; discurso”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XIX, n.47, p.212-28, nov.1925.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Editos e Inéditos de Gregório de Mattos”. &#039;&#039;Repertorio Mundial. Revista mensal de bibliografia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano 1, n.2, out. 1925.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Arte Poetica”. &#039;&#039;Revista de Filologia Portuguesa&#039;&#039;, São Paulo, 2 , n.15/16, p.287-329, mar./abr. 1925.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Introdução e notas”. In: CAMÕES, Luís de. Dinamene. Rio de Janeiro: B. Costallat &amp;amp; Miccolis, 1925.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Elogio do cinema; a mais poderosa das forças civilizadas, ao serviço da educação”. &#039;&#039;O Mundo Literário&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano 13, n.38, p.158-59, 5 jun. 1925.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “As mulheres de Anatole France”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XX, n.49, p.5-23, jan. 1926.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Pethion de Villar”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XX, n.50, p.83-105, fev. 1926.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Castro Alves e a literatura universal”. R&#039;&#039;evista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XX, n.51, p.213-16, mar. 1926.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- &amp;quot;Guerre aux hommes; dialogue en un acte&amp;quot;. Traduction de Alexandre R. Conty:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span lang=&amp;quot;FR&amp;quot; style=&amp;quot;font-size: 10pt;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size: 10pt;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;Rio de Janeiro, 1926. Separata da&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XXI, n.53, p.5-35, mai.1926.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Variações freudianas”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XXI, n.54, p.91-102, jun. 1926.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “As contradições de Anatole France”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XXI, n.55, p.171-77, jul. 1926.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Editos e Inéditos de Gregório de Mattos”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XXI, n.56, p.303-311, ago.1926.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Canções amorosas”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XXII, n.58, p.159-64, out. 1926.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Dinamene, alma minha gentil: estudo seguido de 44 poesias de Luis de Camões”. Lisboa: Oficinas Gráficas da Biblioteca Nacional de Lisboa, 1926.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Vocação e martyrio de Junqueira Freire: ensaio literário, seguido de preciosos inéditos”. &amp;amp;nbsp;Salvador: Imprensa Official do Estado, 1926.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Páginas escolhidas”. &amp;amp;nbsp;Lisboa: Aillaud &amp;amp; Bertrand, 1926.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A ´Ode aos baianos` de José Bonifácio”. Bahia: Imprensa Of. do Estado, 1926.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A administração Góes Calmon,&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;retificando uma entrevista. Discurso... na Câmara Federal, em 8 de nov. de 1926”. Bahia: Imprensa Of. do Estado, 1926.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Romances completos”. Organização, introdução e notas de Afrânio Coutinho. Rio de Janeiro: J. Aguilar, 1926.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Medicina legal dos acidentes do trabalho e das doenças profissionaes”. [por Afrânio Peixoto, Flamínio Favero e Leonídio Ribeiro]. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1926.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Introd. e notas”. In: SILVA, José Bonifácio de Andrada e.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&#039;A &amp;quot;Ode aos bahianos&amp;quot;&#039;&#039;&#039;. Bahia: [s.n.], 1926.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “José Bonifácio – o Patriarca da Independência”. &#039;&#039;Revista da Faculdade de Direito da Universidade do Rio de Janeiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 1926.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Noções de Infortunística”. Rio de Janeiro: Livraria Francisco Alves, 1926.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Camões e o Brasil”.&amp;amp;nbsp; Paris; Lisboa: Livraria Francisco Alves, 1927.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Prefacio”. In: SOUSA, Bernardino José de.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Onomastica geral da geographia brasileira&#039;&#039;&#039;. (3 ed. da &amp;quot;Nomenclatura geographica peculiar do Brasil&amp;quot;). Bahia: Esc. de Aprend. Artífices, 1927.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;lista&amp;quot; style=&amp;quot;margin:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A perfeição de São Francisco de Assis (1226-1926: Commemoraçãodo VII centenário)”. &amp;amp;nbsp;&#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano 23, n.61, p.46-55, jan. 1927.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;lista&amp;quot; style=&amp;quot;margin:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Vocação e martyrio de Junqueira Freire (Ensaio literário, seguido de preciosos inéditos) [Conferência realizada no Instituto Histórico da Bahia, no dia 16 de setembro de 1926]”. Revista da Academia Brasileira de Letras, Rio de Janeiro, ano XXIII, n.62, p.31-93, fev. 1927.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;lista&amp;quot; style=&amp;quot;margin:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Ecce iterum”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XXIII, n.62, p.244-247, fev. 1927.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;lista&amp;quot; style=&amp;quot;margin:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Cincoentenario da Cachoeira de Paulo Affonso&amp;quot;. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XXIII, n.63, p. 377-80, mar. 1927.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;lista&amp;quot; style=&amp;quot;margin:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Francisco de Castro; discurso do sr. Afránio Peixoto”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XXIII, n.64, p. 384-403, abr. 1927.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;lista&amp;quot; style=&amp;quot;margin:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A ´Ode aos bahianos` de José Bonifacio”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XXIV, n.65, p.5-23, maio 1927.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;lista&amp;quot; style=&amp;quot;margin:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Um segredo sobre Chateaubriand, saído no Brasil”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XXIV, n.65, p.113-15, maio 1927.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;lista&amp;quot; style=&amp;quot;margin:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Francesca da Rimini [commemoração do VI centenário de Dante Alighieri]” &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XXIV, n.66, p.142-52, jun. 1927.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;lista&amp;quot; style=&amp;quot;margin:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Oswaldo Cruz”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XXIV, n.66, p. 215-17, jun. 1927.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;lista&amp;quot; style=&amp;quot;margin:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Pela Bahia; 2 de julho de 1823 [conferência realizada no Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, aos 2 de julho de 1923, para comemorar o Centenario da Independência da Bahia]”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XXIV, n.67, p.259-85, jul. 1927.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Brinde á Bahia”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XXIV, n.67, p.285-86, jul. 1927.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;lista&amp;quot; style=&amp;quot;margin:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O Romantismo e o seu significado nacional (Conferencia realizada na Academia brasileira, aos 11 de junho de 1927, primeira da série commemorativa do centenario do Romantismo)”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XXIV, n.68, p.387-407, ago. 1927.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;lista&amp;quot; style=&amp;quot;margin:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “La Fontaine; conferencia”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XXV, n.69, p.57-79, set. 1927.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Arte nacional [Allocução-prefacio da Conferencia realizada no Salão nobre da Escola Polytechnica, em 23 de julho de 1927, por Frei Mathias Teves, sobre a igreja de S. Francisco da Bahia]. Revista da Academia Brasileira de Letras, Rio de Janeiro, ano XXV, n.69, p.103-106, set. 1927.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;lista&amp;quot; style=&amp;quot;margin:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O ensino primário no Brasil, nestes cem annos (1826-1926)”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano 25, n.70, p. 226-51, out. 1927; ano XXV, n.71, p. 295-339, nov. 1927.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;lista&amp;quot; style=&amp;quot;margin:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “[Von Martius e C. de Abreu]”.&#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XXV, n.71, p. 269-270, nov. 1927.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;lista&amp;quot; style=&amp;quot;margin:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Nomanda, uma trova popular”.&#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XXV, n.71, p. 357-361, nov. 1927.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Dois aspectos do Brasil: Vassouras e Valença. Considerações inactuais ou de sempre, a propósito do Bi-centenario do café [Discurso]”. &amp;amp;nbsp;&#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XXV, n.72, p.404-423, dez. 1927.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;lista&amp;quot; style=&amp;quot;margin:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Acidentes do trabalho”. &#039;&#039;Revista Forense&#039;&#039;, Belo Horizonte, v.49, 1927.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “José Bonifácio; commemoração do seu centenário, em 8 de novembro de 1927. Discurso pronunciado, a convite da Congregação de professores, na Faculdade de Direito de São Paulo”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XXVI, n.73, p.544-563, jan. 1928.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Thomar, ou a justiça das leis”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XXVI, n.74, p.653-666, fev. 1928.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O &amp;quot;haikái&amp;quot; japonês, ou Epigrama lírico”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XXVI, n.75, p.773-781, mar. 1928.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Saúde e civilização [Conferência realizada no IV Congresso brasileiro de hygiene, reunido na Bahia, a 19 de janeiro de 1928]”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XXVI, n.76, p.901-921, abr. 1928.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Elisabeth Leseur [discurso]”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XXVII, n.77, p. 36-46, maio 1928.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Ramiz Galvão (discurso)”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XXVII, n.79, p.294-308, jul. 1928.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;lista&amp;quot; style=&amp;quot;margin:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “São Francisco de Assis [conferencia realizada na Bahia, a 31 de março de 1928, em benefício dos orfãos do Convento do Desterro]”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XXVII, n.80, p.387-402, ago. 1928.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;lista&amp;quot; style=&amp;quot;margin:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Uma mulher como as outras”. &amp;amp;nbsp;São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1928.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Ramo de louro: novos ensaios de crítica e história”. &amp;amp;nbsp;São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1928.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Saúde e civilização; à mais bela história do mundo”. Bahia: Imp. Oficial do Estado, 1928.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Camões, humorista”. Coimbra: Imprensa da Universidade, 1928.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “São Francisco de Assis”. Bahia: Imprensa Of. do Estado, 1928.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Bibliografia do clima brasílico”. (com Tancredo de Barros Paiva). Rio de Janeiro: [s.n.], 1928.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Legislação social”. In: Livro do centenário dos cursos jurídicos (1827-1927). Rio de Janeiro: Impr. Nacional, 1928-9. v. 1. p. 347-357.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Livro do Centenário dos Cursos Jurídicos, 1827-1927”. Rio de Janeiro: [s.n.], 1928-1929.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Molière e D. Francisco Manuel”. 1929.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Sinhazinha”. &amp;amp;nbsp;São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1929.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Adagios brasileiros”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XXVIII, n.84, p.403-423, dez. 1928.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Retrato do Brasil”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XXIX, n.85, p.111-15, jan. 1929.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Adagios brasileiros”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XXIX, n.86, p.143-144, fev. 1929.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Glozel (prehistoria e psicologia)”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XXIX, n.87, p.259-266, mar. 1929.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Centenario de José de Alencar; conferencia do sr. Afrânio Peixoto”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XXX, n.89, p.5-24, maio 1929.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Estética dos Campos-Santos (o cemiterio de Montmartre)”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XXXI, n.95, p.281-287, nov. 1929.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A nova Italia”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XXXI, n.96, p.395-410, dez. 1929.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- &amp;quot;Sortilèges&amp;quot;. [Fruta do mato]. Traduit par le Comte Maurice de Périgny. Paris: Plon, 1929.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Direito Novo”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Revista Cultura Jurídica&#039;&#039;, Bahia, n.1, 1929.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Notas da Europa”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;O Imparcial&#039;&#039;, Bahia, ano XI, n.3271, 21 jun. 1929.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Carlos Peixoto”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XXXII, n.97, p. 5-8, jan. 1930.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Reforma ortográfica”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XXXII, n.97, p. 28-58, jan. 1930. &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;(et alii).&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Outros tempos; sainete em 1 ato, prologo e epílogo”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XXXII, n.98, p.143-161, fev. 1930.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Jozuismo”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XXXIII, n.102, p.131-134, jun. 1930.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O primeiro épico nacional”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XXXIV, n.105, p. 5-9, set. 1930.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;- “Tristão &amp;amp; Iseu; versão de Afrânio Peixoto”. [1. ed. Trad. do original por Béroult, Thomas Eihart, Gottfried &amp;amp; Joseph Bédier]&#039;&#039;.&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;S. Paulo: Ed. Nacional, 1930.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Combate ao alcoolismo e proteção ao álcool motor”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Archivos Paulistas de Hygiene Mental&#039;&#039;, São Paulo, anno 3, n.5, p.37-62, 1930.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Martha e Maria: documentos de acção pública”. Rio de Janeiro: Sociedade Gráfica Editorial, 1930.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Bugrinha”. Traduit du portugais. Feuilleton du “Soir”. Paris, de 12 mar. a 9 mai. de 1930.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Mestra, estudos sobre Carolina Michaelis”. Coimbra: Imprensa da Universidade, 1930.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Apresentação”. In: OLIVEIRA, Manuel Botelho de.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Musica do Parnaso. A ilha da Maré.&#039;&#039; Rio de Janeiro: A. Pinto [1930?].&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Medicina Legal. vol.I. Medicina Forense”.&amp;amp;nbsp; Rio de Janeiro: Livraria Francisco Alves, [1931].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Medicina Legal. vol.II. Psico-patologia forense”. Rio de Janeiro: Livraria Francisco Alves, [1931].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Saúde e civilização”.&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Alm. do Globo&#039;&#039;, Porto Alegre, 15, p.121-33, 1931.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Cartão postal a Aloysio de Castro [Bi-milionario de Vergilio]”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XXXV, n.109, p.6-8, jan. 1931.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Vergílio e Camões”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XXXV, n.109, p.8-30, jan. 1931.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Virgilio ou Vergilio (uma discussão)”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XXXV, n.111, p. 227-232, mar. 1931.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; (et alii).&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Crimenes pasionales”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Buenos Aires: Impr. Frascolli y Bindi, 1931.&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Archivos de Medicina Legal&#039;&#039;, año I, n. 5, nov.- dic. 1931.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Missangas: poesia e folklore”. &amp;amp;nbsp;São Paulo: Companhia Ed. Nacional, 1931.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Viagem Sentimental”. &amp;amp;nbsp;Rio de Janeiro: Ed. Americana,1931.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Os melhores sermões de Vieira”. Rio de Janeiro: Ed. Americana, 1931.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Noções de História da literatura brasileira”. Rio de Janeiro: Livraria Francisco Alves, 1931.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Nota preliminar. Introdução. Synopse da Historia do Brasil e da missão dos padres jesuítas, de 1549 a 1568. Missão jesuítica ao Brasil de 1549 a 1568”. In: Jesuítas. Cartas Missionárias (Brasil). America do Sul. Cartas avulsas, 1550-1568. Rio de Janeiro: Of. Ind. Gráf., 1931. p,5-47.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Castro Alves. Ensaio bibibliográfico”. Rio de Janeiro: Off. industrial graphica, 1931.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Le mariage et la morale”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;Boletim de Ariel, 1931.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Saude e Educação”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Almanaque do Globo&#039;&#039;, Porto Alegre, p.121-133, 1931.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;- &amp;quot;Los missexuales&amp;quot;. Separata de&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;Archivos de Medicina Legal&#039;&#039;, Buenos Aires, Impr. Frascoli y Bindi, t. (2) mayo/junio 1931.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Vergílio e Camões”. Coimbra: Imprensa da Universidade, 1931.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Trovas populares; documentos de literatura experimental. As duas leis da criação coletiva: a adoção e a adaptação”. Coimbra: [s.n.], 1931.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Nota preliminar”. In: NÓBREGA, Manuel da, sac. 1517-1570.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Cartas do Brasil (1547-1560).&#039;&#039; Rio de Janeiro: Of. Ind. Graph., 1931.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Prefácio”. In: VIEIRA, Antônio.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Os melhores sermões de Vieira&#039;&#039;. Rio de Janeiro: Ed. Americana, 1931.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Capistrano de Abreu, poeta humorista”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Revista de Filologia e de História&#039;&#039;, Rio de Janeiro, tomo I, fasc.IV, p.413-421, 1931.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Crimes passionais”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Arquivo Judiciário&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.20, 1931.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Dois discursos”&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;. Rio de Janeiro: Est. Graph. Canton &amp;amp; Reile, 1931. (com Leonídio Ribeiro).&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Viagem sentimental”. Rio de Janeiro: Ed. Americana, 1931.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Nuno Marques Pereira”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;O Bibliográfo&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 1931.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A originalidade de Álvares de Azevedo”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Revista Nova&#039;&#039;, Rio de Janeiro, n.3, 1931.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A criminologia e seus novos endereços: a psicanálise e a endocrinologia”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Estudos de Criminologia e Psicanálise&#039;&#039;, Rio de Janeiro, n.1, 1932.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Noções de história de literatura geral”. São Paulo: Livraria Francisco Alves, 1932.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Novos rumos da Medicina Legal”. 1932.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Autos”. &amp;amp;nbsp;Rio de Janeiro: Editora Guanabara, Waissmann Koogan Ltda.,1932. &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Humour: ensaio de breviário nacional de humorismo”. Rio de Janeiro: Editora Guanabara, 1932.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O exotismo literário”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Revista Filologia e História&#039;&#039;, Rio de Janeiro, t. II, fasc.I, p.24 e 33,1932.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Ensaios camonianos”. Coimbra: Imprensa da Universidade, 1932.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Segredo conjugal”. (Em colaboração com diversos autores). Rio de Janeiro: Calvin Filho, 1932.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Anfiteatro de Medicina Legal”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Archivos do Instituto Medico Legal e do Gabinete de Identificação&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v..5, jul.1932.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O crepúsculo da literatura”.&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Boletim de Ariel&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano I, n.5, p.1, fev. 1932.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Pró e contra”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Boletim de Ariel&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano I, n.10, p. 5, jul. 1932.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Rodolfo Teófilo”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XXXIX, n.128, p.431-441, ago. 1932. &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;(et alii).&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Henri de Rothschild; discurso”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XL, n.132, p. 432-449, dez. 1932.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; (et alii).&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A contracepção de Birth-Control ou néo-maltasianismo”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Archivos do Instituto Medico Legal e do Gabinete de Identificação&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.5, jul.1932.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Cantos e loas”. Rio de Janeiro: Editora Guanabara, 1932.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Nem com uma flor”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Revista da Academia de Letras da Bahia&#039;&#039;, n.4 e 5, 1932.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Programa mínimo da instrução no Brasil”.&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Boletim de Educação Pública&#039;&#039;,Rio de Janeiro, v.2, n.1-2, jan./jun.1932.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Casamento e medicina legal”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Revista dos Tribunais&#039;&#039;, Bahia, v.24, 1932-1933.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Constancio Alves”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Boletim de Ariel&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano II, n.7, p.165-66, abr. 1933.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Juliano Moreira”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Boletim de Ariel&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano II, n.9, p.223-24, jun. 1933.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Discurso de Recepção ao Acadêmico [José] de Alcântara Machado. 4 de outubro de 1933”. São Paulo: Emp. Gr. “Revista dos Tribunais”, 1933.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Nota preliminar, p.5-11; Introdução p.17-26; IV. Inédita”. In: &#039;&#039;Cartas, informações, fragmentos históricos e sermões do padre Joseph de Anchieta. S.J. (1554-1594)&#039;&#039;. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1933.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Santo Antonio, o padroeiro dos homens de letras”. 1933.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Obscurismo ou preciosidades literárias”. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Revista Filologia e História&#039;&#039;, Rio de Janeiro, t.II, 1933.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Novos rumos da medicina legal”. Rio de Janeiro: Ed. Guanabara, 1933.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Noções de história da educação”. São Paulo: Ed. Nacional, 1933.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Para onde vai o Brasil?”. (em colaboração com vários autores). Rio de Janeiro: Renascença Ed., 1933.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Por que ser anti-semita?”. (em colaboração). Rio de Janeiro: Civilização Brasileira S.A., 1933.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Oração de paraninfo [aos estudantes da Faculdade de Direito, bacharelados em 1932, no Teatro João Caetano a 19 de novembro, em sessão solene de formatura]”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XLI, n.133, p.17-29, jan. 1933.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Baudelaire e os milagres do poder da imaginação”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XLI, n.133, p.30-45, jan. 1933. (com Félix Pacheco et alii.).&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Cartas a S. Bandeira”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XLI, n.133, p.118, jan. 1933.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Haikáis brasileiros. Dois poetas novos”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XLII, n.137, p.92-95, maio 1933.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Discursos; recepção do sr. Alcântara Machado [em 20 de maio de 1933]”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XLII, n.138, p.131-189, jun. 1933.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “PACHECO, Félix. Baudelaire e os milagres do poder da imaginação; discurso pronunciado na sessão da Academia de 24 de novembro de 1932, seguido das palavras de Aloysio de Castro e Afrânio Peixoto”. Rio de Janeiro: [Jornal do Commercio], 1933.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Criminologia”. Rio de Janeiro: Editora Guanabara, 1933.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Biotipo”. (constituição, temperamento e caráter).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Revista Jurídica da Faculdade de Direito da Universidade do Rio de Janeiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.I, 1933.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Um sábio, mestre e amigo”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Archivos Brasileiros de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XXIII, p. 179-196, 1933.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Prólogo”. In: MARAÑÓN, Gregório. &#039;&#039;&#039;Três ensaios sobre a vida sexual.&#039;&#039;&#039; São Paulo: Edições e Publicações Brasil, 1933. pp.5-7.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- ““Missexualismo”.&amp;amp;nbsp; Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1933.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Introd., bibliographia e notas criticas”. In:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Espumas fluctuantes&#039;&#039;. Rio de Janeiro: Ed. Guanabara, [1933?].&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Missexualismo”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Revista Brasileira de Medicina Legal&#039;&#039;, Rio de Janeiro, n.2, 1934.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Introd. e notas”. In: &#039;&#039;Hymnos do Equador.&#039;&#039; Rio de Janeiro: Ed. Guanabara, 1934.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Cidade e Campo”. &#039;&#039;Revista de Filologia e História&#039;&#039;, Rio de Janeiro, tomo II,1934.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Nota preliminar”. In: SOUSA, Pedro L. Pereira de. &#039;&#039;&#039;Dispersos.&#039;&#039;&#039; &amp;amp;nbsp;Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1934. p.5-26.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Acidentes do trabalho”. Rio de Janeiro: Ed. Guanabara, 1934. (com Leonídio Ribeiro, João de Barros Barreto e Flamínio Favero).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “El interrogatorio y la confession en el processo judicial (restricciones psicológicas y reparos medico-legales)&amp;quot;. Buenos Aires, Gráf. de la Penitenciaria Nacinoal, 1934.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span lang=&amp;quot;ES&amp;quot; style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Revista de Criminología, Psyquiatría y Medicina Legal,&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Buenos Aires, fasc. 21,(124), jul./ago. 1934.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- ‘O interrogatório e a confissão no processo judiciário – Restrições psicológicas e reparos médico-legais”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Revista Jurídica da Faculdade de Direito da Universidade do Rio de Janeiro&#039;&#039;, 1934.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Sexologia forense”. Rio de Janeiro: Ed. Guanabara, 1934.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Os jesuítas no Brasil (Discurso de paraninfo dos alunos do Colégio Santo Inácio, no Rio, que terminaram o curso, em 3 de dezembro de 1933, publicado por voto da Academia em 7 de dez. de 1933)”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XLIV, n.145, p.5-12, jan. 1934.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Traduttore-traditore”. &#039;&#039;Boletim de Ariel&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 4(1), out. 1934.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Homenagem a sua eminência o Sr. Cardeal Cerejeira; discursos”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano 46, n.155, p.344-57, nov. 1934. (com Ramiz Galvão).&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Augusto de Lima: o “adeus&amp;quot; da Academia”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XLV, n.151, p.325-352, jul. 1934. (et alii).&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Centenário de José de Anchieta; discursos”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano 45, n.150, p.214-66, jul. 1934. &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;(com Jonatas Serrano et alii).&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Nota preliminar”. In: SOUSA, Pedro Luís Pereira.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Dispersos&#039;&#039;&#039;. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1934.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Himenolatria”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Arquivos de Medicina Legal e Identificação&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 9, 1934.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O futuro do Brasil”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;O Imparcial&#039;&#039;, ano XIII, n.1105, Bahia, 25 set. 1934.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Gênio e esterilização”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Justitia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, vol.I/II, 1934-1935.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Hymno a Petrópolis”.&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Espelho&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 1, n.3, p.8-10, jun. 1935.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Hymno a Coimbra”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Espelho&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 1, n.9, p.13-15, dez. 1935.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Post-scriptum ao discurso de recepção na Academia brasileira ao Sr. Aloysio de Castro, em 1919”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XLVII, n.157, p.78-85, jan. 1935.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Auri-verde pendão da terra; discursos”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XLVII, n.157, p.87-102, jan. 1935. (com José Maria Belo).&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Discurso [recepção... 14 de agosto de 1911]”. In: ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS, Rio de Janeiro. &#039;&#039;&#039;Discursos acadêmicos&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&#039;(1907-1913).&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1935. v. 2, p. 227-53.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Discurso [Recepção do Sr. Oswaldo Cruz, 26 de junho de 1913]”. In: ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS, Rio de Janeiro. &#039;&#039;&#039;Discursos acadêmicos(1907-1913)&#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1935, v. 2, p. 291-311.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Aperto de mão”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Folha da Manhã&#039;&#039;, São Paulo, 2 jan. 1935.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A Biblioteca da Escola de Direito de São Paulo e o Instituto Tecnológico”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Diario da Noite&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 2 fev. 1935.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Instituto Franco-Brasileiro de Alta Cultura”. Oração inaugural a 18 de maio de 1935.&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 1935.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Comemoração de José Bonifácio”.&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Revista da Faculdade de Direito&#039;&#039;, São Paulo, 1935.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Discurso do presidente [Inauguração da nova sede da Academia (Av. Pres. Wilson 203) 15 de dezembro de 1923]”. In: ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS, Rio de Janeiro. &#039;&#039;&#039;Discursos acadêmicos (1924-1927). &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1936. v. 6. p. 9-13.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Discurso do Presidente [última sessão da Academia brasileira no Silogeu Brasileiro, a 13 de dezembro de 1923]”. In: ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS, Rio de Janeiro. &#039;&#039;&#039;Discursos acadêmicos (1920-23).&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1936. v. 5, p. 281-85.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Discurso [recepção do sr. Aloysio de Castro, 15 de abril de 1919]. In: ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS, Rio de Janeiro. &#039;&#039;&#039;Discursos acadêmicos(1919).&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1936, v. 4, p. 30-52.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Baudelaire”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Folha da Manhã&#039;&#039;, São Paulo, 24 jun. 1936.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O Porto”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Espelho&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 2, n.10, p.17-19, jan. 1936.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “San Miguel de Seide”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Espelho&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 2 , n.11, p.19-21, fev. 1936.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Hymno a Petrópolis”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Espelho&#039;&#039;. Rio de Janeiro, 2, n.11, p.8-10, fev. 1936.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Prefacio”. In: COSTA, Cleto de Morais. &#039;&#039;&#039;A Desquitada de Copacabana&#039;&#039;&#039;. Rio de Janeiro: Ponguetti, 1936.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Preface”. In: Assis, Machado de. &#039;&#039;&#039;Dom Casmurro.&#039;&#039;&#039; Paris: Institut Internatinal de Coopération Intellectuelle, 1936.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Eunice, ou, A educação da mulher”. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1936.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A condessa de Noailles a musa moderna”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Espelho&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 2 (11), p.23, fev. 1936.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;- &amp;quot;Critica literária, Georges le gentil - la littérature portugaise. Paris, Colin, 1935&amp;quot;.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span lang=&amp;quot;FR&amp;quot; style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano L, n.172, p.489-492, abr. 1936.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- &amp;quot;Machado de Assis (Avant-propos à une traduction de Machado de Assis publié par l&#039;Institut de Coopération intellectuelle de la Societè des Nations)&amp;quot;.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano LI, n.175, p.303-305, jul. 1936.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Posição”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;Boletim de Ariel, Rio de Janeiro, ano 5, n.6) p.143, mar. 1936.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Vária”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano LI, n.173, p.19-35, mai. 1936.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Diamantes da Bahia”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;O Espelho&#039;&#039;, Rio de Janeiro, abr. 1936.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Vistas de Portugal”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano L, n.172, p.387-410, abr. 1936.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Os judeus na historia do Brasil”. [por] Afrânio Peixoto, Agrippino Grieco, Arthur Ramos [e outros]. Rio de Janeiro: U. Zwerling, 1936.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Instituto luso-brasileiro de alta cultura; discursos”.&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano L, n.169, p.56-88, jan. 1936. (com Julio Dantas)&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Horacio ou o juizo; conferencia [Bi-milenario de Horacio]”. &#039;&#039;R&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;evista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano L, n.170, p.176-215, fev. 1936. &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;(et alii).&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Felix Pacheco”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano L, n.170, p.216-27, fev. 1936. (et alii).&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Dois artigos sôbre a Academia”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano LI, n.174, p.175-181, jun. 1936. (com Alcides Maia)&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O crepúsculo da literatura”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano LI, 1936.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Castro Alves poeta”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano LI, n.176, p.19-35, 1936.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A festa do livro”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano LII, n.177/80, p.194-209, set./ dez. 1936. &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;(com Pedro Calmon et alii).&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;-&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;“Obras literárias argentinas sobre o Brasil”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano LII, n.177/80, p.293-294, set./ dez. 1936.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Os doze da Inglaterra”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Diário de Notícias&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 1936.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Elogio do Porto”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;O Espelho&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 1936.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Nota preliminar”. In: SOUTO, Luís Felipe Vieira. &#039;&#039;&#039;Dispersos, vida e obra de um escritor esquecido.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1936.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A boa escolha”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;O Imparcial&#039;&#039;, Bahia, ano XIII, n.1563, 6 jan. 1936.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Castro Alves, Profeta”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;O Imparcial&#039;&#039;, Bahia, ano XIII, n.1660, 14 abr. 1936.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O &amp;quot;Discurso do método&amp;quot; de Descartes (1637-1937)”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano LIV, p.87-90, jul./dez. 1937.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Acidentes do trabalho” [por] Afrânio Peixoto... Flamínio Favero... João de Barros Barreto... Leonídio Ribeiro. Rio de Janeiro: Ediotra Guanabara, 1937.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- &amp;quot;Country&#039;s Literary hinks with English Authors&amp;quot;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span lang=&amp;quot;EN-US&amp;quot; style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Daily Telegraph&#039;&#039;, Londres, 13 set. 1937.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Aspectos da cultura norte americana”. São Paulo: Ed. Nacional, 1937. &amp;quot;Advertencia&amp;quot; assinada: Afrânio Peixoto, F. Venâncio Filho, Gustavo Lessa. &amp;quot;Bibliografia&amp;quot;: p. 183-184, 338-339.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Dom Portugal”. Bragança (Portugal): Emp. Gildes, 1937.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Dom Portugal”. Lamego: Ed. Liceu Latino Coelho, 1937.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Europa-América Latina”. Buenos Aires: [s.n.], 1937.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Higiene social”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Archivos de Medicina Legal e Identificação&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.7, n.14, part 2, p.212, 1937.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Prefácio”. In: MALAGUETA, Irineu. &#039;&#039;&#039;Invalidez e seguro social.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Ponghetti, 1937. pp.13-14..&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Prefácio”. In: SAMPAIO, Silveira. &#039;&#039;&#039;Noções de hygiene infantil.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Oficinas Gráficas do Jornal do Brasil, 1937.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Introdução e Notas”. In: &#039;&#039;Obras completas de Castro Alves&#039;&#039;. São Paulo: Ed. Nacional, 1938.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Prefácio”. In: RODRIGUES, Raimundo Nina.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;As raças humanas e a responsabilidade penal no Brasil&#039;&#039;. São Paulo: Companhia Ed. Nacional, 1938.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Clima e saúde: introdução biogeográfica à civilização brasileira”. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1938.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Rio de Janeiro (Enciclopédia pela imagem)”. Porto: Lello, 1938.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Viagens na minha terra”. Porto: Lello-Pôrto, 1938.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O Professor Carbonato”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Ilustração Brasileira&#039;&#039;, n.42, p.7, out. 1938.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Noções de higiene”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;7. ed. rev. e adaptada às escolas normais, aos cursos de farmacia e odontologia, às escolas profissionais, aos ginásios e liceus. Rio de Janeiro: Livraria Francisco Alves, 1939.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Sobre a cultura brasileira”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano 38, n.58, p.3-13, jul./dez. 1939.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Um depoimento. Centenário de Machado de Assis”.&#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano 38, n.58, p.14-92, jul./dez, 1939. (et alii).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Celebração literária”.&#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano 38, n.58, p.148-169, jul./dez.1939. (com Alcântara Machado et alii).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Panorama da literatura brasileira em 1889”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano 38, n. 58, p. 189-199, jul./dez. 1939.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Panorama da literatura brasileira em 1889”. &#039;&#039;Revista do Brasil&#039;&#039;, São Paulo, terceira fase, ano II, n.17, p.37-43, nov. 1939.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Euclides da Cunha, sociólogo”.&#039;&#039;Vida Literária&#039;&#039;, Rio de Janeiro, n.2/3, 1939.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O livro norte-americano”. Mensário do &#039;&#039;Jornal do Commercio&#039;&#039;, Riio de Janeiro, v.3, 1939.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O nosso verdadeiro humorista”. &#039;&#039;O Imparcial&#039;&#039;, Bahia, ano XXI, n.2782, 21 jun. 1939.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Quantidade, qualidade”. Mensário do Jornal do Commercio, Rio de Janeiro, t.8, 1939.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;text-transform:none&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-weight:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;text-decoration:none&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;text-underline:none&amp;quot;&amp;gt;- “Robert Southey e a História”&#039;&#039;. Letras Brasileiras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.9, 1939.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Um grande problema nacional (estudos sobre ensino secundário)”. [por] Afrânio Peixoto... A. Carneiro Leão... Branca Fialho... [e outros]. Rio de Janeiro: Pongetti, 1940.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A língua comum”. Lisboa: Brotéria, 1940.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Suma da literatura nacional (de 1500 a 1940)”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XXXIX, n.59, p.3-13, jan./jun. 1940.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O tricentenário de Racine (1639-1939)”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano 39, n.59, p.21-24, jan./jun. 1940. (com Fortunat Strowski).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Alberto de Oliveira (falecido em Portugal no dia 23 de abril de 1940)”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano 39, n.59, p.144-158, jan./jun. 1940. (et alii).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Lingua portuguesa”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano 39, n.59, p.258-275, jan./jun. 1940. (com Aluísio de Castro).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Origem da denominação Rio de Janeiro”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano 39, n.59, p.331-332, jan./jun. 1940.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “As grandes figuras da humanidade”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano 39, n.60, p.73-87, jul./dez. 1940.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Adelaide de Castro Alves Guimarães”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano 39, n.60, p.196-201, jul./dez. 1940. (com Xavier Marques).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Quarto centenário da Companhia de Jesus”.&#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano 39, n.60, p.202-32, jul./dez. 1940.&amp;amp;nbsp; (com Celso Vieira).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Nossa Senhora da Glória, padroeira do Rio de Janeiro”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano 39, n.60, p.357-363, jul./dez. 1940.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Suma da literatura nacional (de 1500 a 1940)”. &#039;&#039;Anuário Brasileiro de Literatura&#039;&#039;, Rio de Janeiro, n.4, 1940.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Panorama da literatura brasileira: 1500-1940”. Rio de Janeiro: Companhia Editora Nacional, 1940.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Pequena História das Américas”. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1940.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Maias e Estêvas: pequenos ensaios portugueses”. Porto: Lello &amp;amp; Irmão; Lisboa: Aillaud &amp;amp; Lellos, 1940.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Oblação à Companhia de Jesus”. Lisboa: Lello, 1940.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Martim Soares Moreno: fundador do Seara, iniciador do Maranhão e do Pará, herói da restauração do Brasil contra franceses e flamengos”. Lisboa: Agência Geral das Colónias, Divisão de Publicações e Biblioteca, 1940.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “1640”. Drama em 4 atos. Porto: Lello, 1940.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “História do Brasil”. Porto: Lello &amp;amp; Irmão, 1940.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Introdução, informação, notas”.&amp;amp;nbsp; In: MELLO, Francisco Manoel de. &#039;&#039;Tácito portuguêz: vida, e morte, dittos e feytos de el-rei&amp;amp;nbsp; D. João IV. &#039;&#039;Rio de Janeiro: Academia Brasileira de Letras, 1940.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Prefácio”. In: AIDA, Keisa. &#039;&#039;Lendas e tradições do Japão&#039;&#039;. Rio de Janeiro: Irmãos Pongetti, 1940.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Introdução, informação, notas”. In: MELO, Francisco Manuel de. &#039;&#039;Tácito portuguez; vida e morte, dittos e feytos de el-rei dom João IV&#039;&#039;, segundo apógrafo inédito da Biblioteca Nacional. Rio de Janeiro: [Bedeschi], 1940. &amp;amp;nbsp;(com Rodolfo Garcia e Pedro Calmon).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Prefácio”. In: NÉRI, Fernando. &#039;&#039;A Academia Brasileira de Letras, notas e documentos para a sua história (1896-1940)&#039;&#039;. Rio de Janeiro: Academia Brasileira de Letras, 1940.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Consulta médico-legal – Seguro de vida y diagnóstico de suicídio”. &#039;&#039;Archivos de Medicina Legal&#039;&#039;, Buenos Aires, 1940.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Lembranças de Euclides”.&#039;&#039;Euclides&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.12, 1940.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Mensagem a Portugal”. Mensário do &#039;&#039;Jornal do Commercio&#039;&#039;, Rio de Janeiro, t.12, 1940.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “El libro argentino em America”. Buenos Aires, 1941.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A causa de &amp;quot;2 de julho&amp;quot; (Discurso à Bahia)”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano 40, n.61, p.3-23, jan./jun. 1941.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Gosto, bom gôsto, gosto literário”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano 40, n.61, p. 43-8, jan./jun. 1941.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Alcantara Machado (falecido em S. Paulo no dia 1º de abril de 1941)”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano 40, n.61, p.119-224, jan./jun. 1941. (et alii).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Imposto de renda”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano 40, n.61, p.154-157, jan./jun. 1941.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A ´Revista brasileira` e as suas fases”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano 40, n.61, p.288-295, jan./jun. 1941.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Maria Graham (1785-1842) na história do Brasil”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano 40, n.62, p.3-13, jul./dez. 1941.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O nome das ruas”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, ano 40, n.62, p.158-170, 1941.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O tostaozinho”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano 40, n.62, p.101-105, jul./dez. 1941.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Homenagem ao Sr. Luiz Lopez de Mesa, Ministro das Relações Exteriores da Colômbia”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano 40&amp;lt;span style=&amp;quot;color:red&amp;quot;&amp;gt;,&amp;lt;/span&amp;gt; n.62, p.106-114, jul./dez. 1941. (com Levi Carneiro).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O nome das ruas (Ensaio folclórico)”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano 40, n.62, p.158-170, jul./dez. 1941.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Dom Sebastião. Cardeal Leme”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano 40, n.62, p.100-114, jul./dez. 1941. (et alii).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Introd. e Notas”. In: &#039;&#039;Obras completas de Castro Alves&#039;&#039;. São Paulo: Ed. Nacional,1941.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O Uraguai. De José Basílio Gama. Ed. Comemorativa do segundo centenário, anotada por Afrânio Peixoto, Rodolfo Garcia e Oswaldo Braga. Rio de Janeiro: Academia Brasileira de Letras, 1941.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Jacuba – Juazeiro da Lordeza”. &#039;&#039;O Imparcial&#039;&#039;, Bahia, ano XXII, n.3388, 18 jun. 1941.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Afrânio Peixoto a Hélio Simões”. &#039;&#039;O Imparcial, &#039;&#039;Bahia, ano XXII, n.3466, 18 set. 1941.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Don Carlos (nota ao poema de Gonçalves Crespo: A Resposta do Inquisidor)”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras, &#039;&#039;Rio de Janeiro, ano 41, n.63, p.3-10, jan./jun.1942.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A velha questão dos &amp;quot;novos&amp;quot; em arte e literatura (ensaio de interpretação)”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras, &#039;&#039;Rio de Janeiro, ano 41, n.63, p.197-203, jan./jun. 1942.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Francisco Alves, o pioneiro do livro didático no Brasil”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras, &#039;&#039;Rio de Janeiro, ano 41, n.&#039;&#039;6&#039;&#039;3, p.220-22, jan./jun. 1942.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O novo mundo e seu conceito literário [Tese apresentada ao II Congresso de literatura Ibero-Americana, de Nova-Orléans, 1942]”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras, &#039;&#039;Rio de Janeiro, ano 41, n.64, p&#039;&#039;.&#039;&#039;3-11, jul./dez. 1942.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Colombo na literatura portuguesa e brasileira”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras, &#039;&#039;Rio de Janeiro, ano 41, n.64, p.35-47, jul./dez. 1942.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Xavier Marques (falecido na Bahia aos 30 de outubro de 1942)”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras, &#039;&#039;Rio de Janeiro, ano 41, n.64, p.129-40, jul./dez. 1942. &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;(et alii).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Pepitas: novos ensaios de crítica e história”. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1942.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Amor sagrado e amor profano, contos e fantasias”. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1942.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Despedida&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;(publicação feita por alunos e colegas)”. Rio de Janeiro: [Bedeschi] ,1942..&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Paranóia: vaidade, presunção, complexo de inferioridade, delírios de grandeza e perseguição individuais e colectivos”. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1942.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Prefácio”. In: COELHO, José Maria Latino. &#039;&#039;Elogio histórico de José Bonifácio de Andrade e Silva e carta autobiográfica de Latino Coelho&#039;&#039;. Rio de Janeiro: Livros de Portugal, 1942.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O Príncipe Perfeito”. Lisboa: Lello, 1942.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Noções de história da educação”. São Paulo: Ed. Nacional, 1942.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Littérature Brésilienne”. In: PEIXOTO, Afrânio. &#039;&#039;&#039;Pepitas&#039;&#039;&#039;. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1942. pp.259-283.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span lang=&amp;quot;ES&amp;quot; style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Chinita&#039;&#039;”. &#039;&#039;[Bugrinha]. Traducción por Benjamin de Garay. Buenos Aires: Editorial Inter-americana, 1942.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Castro Alves e a literatura universal”. &#039;&#039;A Manhã&#039;&#039;, Autores e Livros / Suplemento literário,&#039;&#039;Rio de Janeiro, ano II, v. III, n.8, 13 set. 1942.&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;-&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“Castro Alves, profeta”. In: PEIXOTO, Afrânio. &#039;&#039;&#039;Ramo de louro. &#039;&#039;&#039;São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1942. pp.187-190.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A cultura brasileira”. In: PEIXOTO, Afrânio. &#039;&#039;&#039;Pepitas&#039;&#039;&#039;. Rio de Janeiro: W. M. Jackson Inc. Editores, 1942. pp.310-325.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Despedida”. Rio de Janeiro: [s.n.], 1942.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Prefácio”. In: Uma página de Escola Realista. &amp;amp;nbsp;Castro Alves. Rio de Janeiro: Publicações da Academia Brasileira de Letras, 1943.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A Igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro”. Rio de Janeiro: SPHAN, 1943.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Nota preliminar”. In: BRANDÃO, Ambrósio Fernandes. Diálogos das Grandezas do Brasil. Rio de Janeiro: Tecnpprint, 1943.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A &amp;quot;Mima&amp;quot; de Gobineau”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras, &#039;&#039;Rio de Janeiro, ano 42, n.65, p.3-19, jan./jun. 1943.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Pelo folclore”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras, &#039;&#039;Rio de Janeiro, ano 42, n.65, p. 203-9, jan./jun. 1943.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Origens da &amp;quot;Fundação Camões&amp;quot; (Cartas do sr. Afrânio Peixoto)”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras, &#039;&#039;Rio de Janeiro, ano 42, n.65, p.242-245, jan./jun. 1943.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O outro Euclides: o que sobra dos Sertões (Resposta a Euclides da Cunha) [Conferência pronunciada em S. José do Rio Pardo, em 15 de agosto de 1943, no salão de festas do Colégio &amp;quot;Euclides da Cunha&amp;quot;]”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano 42, n.66, p.3-21, jul./dez. 1943.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Juan de Mena e Luiz de Camões”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras, &#039;&#039;Rio de Janeiro, ano 42, n.66, p.83-95, jul./dez. 1943.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Exposição sobre o projeto do &amp;quot;Dicionário da Academia brasileira&amp;quot; elaborado pelo sr. Antenor Nascentes”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras, &#039;&#039;Rio de Janeiro, ano 42, n.66, p.350-351, jul./dez. 1943.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Primitivo Moacir (Celebração na A.B.E. — Associação Brasileira de Educação)”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras, &#039;&#039;Rio de Janeiro, ano 42, n.66, p.137-141, jul./dez. 1943.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O outro Euclides: o que sobra d&#039;&amp;quot;Os sertões&amp;quot;, conferencia pronunciada a 14/8/1943, no Salão nobre do Colégio &amp;quot;Euclides da Cunha&amp;quot; de São José do Rio Pardo”. In: SÃO PAULO, DEPARTAMENTO ESTADUAL DE IMPRENSA E PROPAGANDA. Comemorações euclideanas em São José do Rio Pardo. São Paulo: Ind. Graf. Siqueira, 1943. p.17-29.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Saudação ao general Enrique Peñaranda”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras, &#039;&#039;Rio de Janeiro, ano 42, n. &#039;&#039;65, &#039;&#039;p.316-17, jan./jun. 1943.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Nota preliminar”. In: ASSIS, Joaquim Maria Machado de, 1839-1908. &#039;&#039;Queda que as mulheres têm para os tolos.&#039;&#039; Rio de Janeiro: Academia Brasileira de Letras, 1943.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Camões, poeta escolar: a direção da mocidade”/ “A paixão de Camões”. In: &#039;&#039;&#039;Arquivos Camonianos-1943. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Academia Brasileira de Letras, 1943.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Elegia”. &#039;&#039;O Imparcial, &#039;&#039;Bahia, ano XXIII, n.3861, 1º jan. 1943.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Prefácio”. In: RAMOS, Arthur. &#039;&#039;&#039;Freud, Adler, Jung ( Ensaios de psychanalise orthodoxa e herética). &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Editora Guanabara, Waissman, Koogan, Ltda., [1943?].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Quatro evangelhos”. Rio de Janeiro: [s.n.], 1944.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Educação e cultura &amp;quot;nacionais&amp;quot; [Relatório oficial do Oitavo Congresso Científico americano, reunido em Washington, em 1942]”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras, &#039;&#039;Rio de Janeiro, ano 43, n.67, p.83-90, jan./jun. 1944.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Simpósio de livros (O discurso que não fiz na inauguração da Sociedade dos Cem bibliófilos brasileiros)”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras, &#039;&#039;Rio de Janeiro, ano 43, n.67, p.109-13, jan./jun. 1944.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Ironia e &amp;quot;humour&amp;quot;. &#039;&#039;Autores e Livros, &#039;&#039;supl. lit. de &#039;&#039;A Manhã. &#039;&#039;Rio de Janeiro, 6 (8), p.126, mar. 1944.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Indes: indicações literárias”. Rio de Janeiro: W. M. Jackson Inc. Editores, 1944.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “É&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;(definições: meu dicionário)”. Rio de Janeiro: W. M. Jackson, 1944.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Obras literárias”. Ed. Jackson, 1944.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “História do Brasil”. São Paulo: Ed. Nacional, 1944.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Autos e loas: teatro e poesia”. Rio de Janeiro: W. M. Jackson, 1944.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Vinte e cinco obras literárias”. Rio de Janeiro: W. M. Jackson, 1944.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Capistrano de Abreu, humorista”. &#039;&#039;Autores e Livros, &#039;&#039;supl. jit. de &#039;&#039;A Manhã, &#039;&#039;Rio de Janeiro, 6 (5), p. 71, 6 fev. 1944.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Especies de riso”. &#039;&#039;Autores e Livros, &#039;&#039;supl. liter. Cie. &#039;&#039;A Manhã, &#039;&#039;Rio de Janeiro, 6 (8, p.129, 132, 5 mar. 1944.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Euclides da Cunha (Prefácio à tradução inglêsa d&#039;Os Sertões — Rebelion in the Backlands, feita nos Estados Unidos pelo escritor Samuel Putmam, Chicago, 1944, que teve grande e merecido sucesso)”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras, &#039;&#039;Rio de Janeiro, ano 43, n.67, p.3-6, jan/jun. 1944.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Festa da raça: o dia de Camões”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras. &#039;&#039;Rio de Janeiro, ano 43, n.67, p.185-188, jan./jun. 1944.&amp;amp;nbsp; (et alii).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Lembrança de Miguel Couto [na comemoração do decenário na Academia de medicina]”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras, &#039;&#039;Rio de Janeiro, ano 43, n.67, p.206-208, jan./jun. 1944.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Os franceses na Bahia”. &#039;&#039;Revista da Academia. Brasileira de Letras, &#039;&#039;Rio de Janeiro, ano 43, n.67, p.222-223, jan./jun. 1944.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Euclides da Cunha: dois prefácios”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras, &#039;&#039;Rio de Janeiro, ano 43, n.68, 3-9, jul./dez. 1944.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Eugênio de Castro”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras, &#039;&#039;Rio de Janeiro, ano 43, n.68, p.101-112, jul./dez. 1944. (com João Luso).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “As três orações”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras, &#039;&#039;Rio de Janeiro, ano 43, n.68, p.178-181, jul./dez. 1944.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Pobreza envergonhada”. &#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras, &#039;&#039;Rio de Janeiro, ano 43, n.68, p.231-232, jul./dez. 1944.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Maria Bonita (último capítulo)”. &#039;&#039;Autores e Livros, &#039;&#039;supl. lit.de &#039;&#039;A Manhã&#039;&#039;, Rio de Janeiro, p. 128-129,.5 mar. 1944.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Nápoles: porta do Oriente”. &#039;&#039;Autores e Livros, &#039;&#039;supl. lit. de &#039;&#039;A Manhã, &#039;&#039;Rio de Janeiro, p. 127,.5 mar. 1944.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A obra de Euclides, retrato do Brasil”. &#039;&#039;Autores e Livros, &#039;&#039;supl.lit. de &#039;&#039;A Manhã. &#039;&#039;Rio de Janeiro, 5 mar. 1944.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A obra de Euclides, retrato do Brasil”. &#039;&#039;Disc. Acadêmicos, &#039;&#039;6 (8), p.129, mar. 1944.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “São Paulo!”. &#039;&#039;Autores e Livros, &#039;&#039;supl. lit. de &#039;&#039;A Manhã. &#039;&#039;Rio de Janeiro, 5 mar. 1944.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Colombo na literatura brasileira” (escrito solicitado pela &#039;&#039;Revista Pan-Americana Union&#039;&#039;, de Washington, Estados Unidos, para o número comemorativo do 450º aniversário do Descobrimento da América em 1942). In: PEIXOTO, Afrânio. &#039;&#039;&#039;Pepitas&#039;&#039;.&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: W. M. Jackson Inc. Editores, 1944. pp.343-362.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Camões, poeta social” / “Os Lusíadas”. In:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Arquivos Camonianos - 1944.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Academia Brasileira de Letras, 1944.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Os dois irmãos (apólogo)”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano 44, n.69, p.3-7, jan./jun. 1945.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Balança de Deus”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano 44, n.69, p.34-37, jan./jun. 1945.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A boa milionária ou o capote de peles (conto do inverno. carioca)”.&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano 44, n.69, p.62-64, jan./jun. 1945.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Os magos”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;. Rio de Janeiro, ano 44, n.69, p. 66-81, jan./jun. 1945.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Casimiro de Abreu”.&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano 44, n.70, p.3-11, jul./dez. 1945.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O reino do céu”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano 44, n.70, p.35-37, jul./dez. 1945.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O filho do Homem”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano 44, n.70, p.157-159, jul./dez. 1945.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Felix Pacheco”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano 44, n.70, p.160-181, jul./dez. 1945. (et alii).&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Breviário da Bahia”.&amp;amp;nbsp; Rio de Janeiro: Livraria Agir Editora, 1945.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Rio de Janeiro (terras e águas de Guanabara), aquarelas de Felisberto Ranzini, texto de Afrânio Peixoto”. São Paulo: Graph. F. Lanzara, 1945. &amp;amp;nbsp;(com Felisberto Ranzini).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;Os túmulos. De Domingos Borges de Barros, visconde de Pedra Branca. 4. ed. com um estudo sobre o poeta, precursor do romantismo [por Afrânio Peixoto, contendo ainda a reprodução fac-similar de alguns poemas e de parte d&#039;Os tumulos]”. Rio de Janeiro: Academia Brasileira de Letras, 1945.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “À margem de Plutarco”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano 45, n.71, p.3-6, jan./jun. 1946.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Proporção (Evangelho)”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano 45, n.71, p.69-70, jan./jun. 1946.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Uma brasileira ilustre (Viscondessa de Cavalcanti)”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano 45, n.71, p. 112-115, jan./jun.1946.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A Redentora”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano 45, n.71, p.154-156, jan./jun. 1946.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Livro de horas”. Rio de Janeiro: Agir, 1947.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Postais de Afrânio Peixoto a Aluisio Azevedo (comentários de Afrânio Peixoto)”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Letras&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano 45, n.73, p.69-73, jan./jun. 1947.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Sinhazinha,&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;roman brésilien”. Traduit par Manoel Gahisto. Paris: Bibliothèque -Charpentier, 1949.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span lang=&amp;quot;FR&amp;quot; style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Memorias”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Jornalde Letras, Rio de Janeiro, p. 1 e 15, jul. 1949; p. 9, ago. 1949; p. 9, set. 1949; p. 7 , out. 1949; p.11, nov. 1949, p.13, dez. 1949; p.11, jan. 1950; &amp;amp;nbsp;p.7, fev. 1950.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Introdução”. In: ABREU, Casimiro de. &#039;&#039;As primaveras...&#039;&#039; Rio de Janeiro: Impr. Nacional, 1952.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Prefácio”. In: ALENCAR, José Martiniano de. &#039;&#039;A Guerra dos Mascates, crônica dos tempos coloniais. &#039;&#039;Rio de Janeiro: J. Olympio, 1953.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Fruta do mato”. (em quadrinhos). Rio de Janeiro: EBAL, nov. 1957.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Vida efémera e ardente de Castro Alves”. In: ALVES, Antônio de Castro. &#039;&#039;Obra completa.&#039;&#039; Rio de Janeiro: J. Aguilar, 1960. p. 45-62.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A vida carioca no fim do século XIX”. In: COSTA, Nelson. Páginas cariocas; trechos de autores brasileiros sobre a cidade do Rio de Janeiro. 11. ed. modificada. Rio de Janeiro: Secretaria de Estado de Educação e Cultura, 1961. pp. 270-273.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Romances completos”. Org., int. e notas de Afrânio Coutinho. Rio de Janeiro: Ed. José Aguilar, 1962.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Introdução”. In: ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;Discursos Acadêmicos. Tomo I. Volumes II, III, IV. 1879-1919. Rio de Janeiro: [Academia Brasileira de Letras], 1965. p.xiii-xv.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Discurso do Sr. Afrânio Peixoto. Sessão solene extraordinária do dia 14 de agosto de 1911”. In: ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Discursos Acadêmicos. Tomo I.&#039;&#039;&#039; &#039;&#039;&#039;Volumes II, III, IV. 1879-1919. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: [Academia Brasileira de Letras], 1965. pp.519-541.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Resposta do Sr. Afrânio Peixoto. Sessão solene extraordinária do dia 26 de junho de 1913”. In: ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Discursos Acadêmicos. Tomo I.&#039;&#039;&#039; &#039;&#039;&#039;Volumes II, III, IV. 1879-1919. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: [Academia Brasileira de Letras], 1965. pp.579-597.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Resposta do Sr. Afrânio Peixoto. Sessão solene extraordinária do dia 15 de abril de 1919”. In: ACADEMIA BRASILEIRA&amp;amp;nbsp; DE LETRAS.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Discursos Acadêmicos. Tomo I.&#039;&#039;&#039; &#039;&#039;&#039;Volumes II, III, IV. 1879-1919. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: [Academia Brasileira de Letras], 1965. pp.949-969.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Feijão”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Produtos rurais&#039;&#039;, 8. Rio de Janeiro: SAI, 1965.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Nota preliminar”. In: STADEN, Hans.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Viagem ao Brasil.&#039;&#039; Rio de Janeiro: Tecnoprint, 1968.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O Problema Sanitário da Amazônia”. In: CRUZ, Oswaldo; CHAGAS, Carlos; PEIXOTO, Afrânio.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Sobre o saneamento da Amazônia.&#039;&#039;&#039; Manus: P. Daou, 1972. pp.177-205.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Importunistica, Medicina Legal dos Acidentes do Trabalho e das Doenças Profissionaes – Doutrina – Perícia Técnica e Legislação”. Rio de Janeiro: Francisco Alves, s.d. (com Flaminio Fávero e Leonídio Ribeiro).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- [Carta mss. de Afrânio Peixoto a Manoel da Silva, na qual faz referência a um trabalho sobre Gonçalves Dias, a ser publicado]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;.[s.I]: [s.d.].&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “KIPLING, Rudyard, 1865-1936. Se.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&#039;&#039;[IF]”. Trad. em versos livres de Afrânio Peixoto. [s. n. t.].&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Prefácio”. In: LIMA, Estácio de. &#039;&#039;A inversão dos sexos.&#039;&#039; Biblioteca Brasileira de Medicina Legal. Rio de Janeiro: Ed. Guanabara, 1935.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Mario de Alencar”. &#039;&#039;Revista Brasileira&#039;&#039;, Rio de Janeiro, Academia Brasileira de Letras, Fase VII, ano XIII, n.53, p.345-354, out.-nov.-dez. 2007.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Manhãs de Petrópolis”. [s.l.]: [s.n.], [s.d.].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Universidades”. &#039;&#039;Correio do Povo,&#039;&#039; Rio Grande do Sul, 1 mar. 1936.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- AFRANIO Peixoto. Biografia. In: ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS. Capturado em 20 mai. 2020. Online. Disponível na Internet: [http://www.academia.org.br/academicos/afranio-peixoto http://www.academia.org.br/academicos/afranio-peixoto]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- ARAGÃO, Mario Moniz de. &#039;&#039;&#039;Afrânio Peixoto. Perfil no Centenário. &#039;&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;Monografia laureada com o prêmio Afrânio Peixoto do Governo do Estado da Bahia. [Bahia]: [s.n.], 1977.&amp;amp;nbsp; (&amp;lt;u&amp;gt;[[Fontes de informação#IHGB|IHGB]]&amp;lt;/u&amp;gt;)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- ATHAYDE, Tristão de. Prefácio. In: RIBEIRO, Leonídio. &#039;&#039;&#039;Afrânio Peixoto.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Edições Conde, 1950. pp. XIII-XX.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- BARRETO, João de Barros. Afrânio Peixoto – hygienista. In: AFRÂNIO Peixoto. Homenagem dos Archivos. Separata dos “&#039;&#039;Archivos de Medicina Legal e Identificação&#039;&#039;”, v. 14, janeiro de 1937. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1937.&amp;amp;nbsp; p.328-333.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- BRASIL. Decreto nº 4.864, de 15 de junho de 1903.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação.&amp;amp;nbsp; Capturado em 19 ago. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;[http://legis.senado.leg.br/norma/406483/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/406483/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- BRASIL. Decreto nº 1.631, de 3 de janeiro de 1907. In: CÂMARA DOS DEPUTADOS. Legislação. &amp;amp;nbsp;Disponível na Internet: [https://www2.camara.leg.br/legin/fed/decret/1900-1909/decreto-1631-3-janeiro-1907-582168-publicacaooriginal-104917-pl.html https://www2.camara.leg.br/legin/fed/decret/1900-1909/decreto-1631-3-janeiro-1907-582168-publicacaooriginal-104917-pl.html]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- BRASIL. Decreto nº4.778, de 27 de dezembro de 1923. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação.&amp;amp;nbsp; Capturado em 19 ago. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;[http://legis.senado.leg.br/norma/598977/publicacao?tipoDocumento=DPL-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/598977/publicacao?tipoDocumento=DPL-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- BRASIL. Decreto nº 5.148 A, de 16 de janeiro de 1927. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação.&amp;amp;nbsp; Capturado em 19 ago. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;[http://legis.senado.leg.br/norma/594238/publicacao?tipoDocumento=DPL-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/594238/publicacao?tipoDocumento=DPL-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- CORRÊA, Mariza. &#039;&#039;&#039;As ilusões da liberdade: a Escola Nina Rodrigues e a antropologia no Brasil. &#039;&#039;&#039;Bragança Paulista, BP: EDUSF, 1998.&#039;&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; &#039;&#039;&#039;([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- EDITORIAL. &#039;&#039;Prova Material. Revista Científica do Departamento de Polícia Técnica&#039;&#039; &#039;&#039;da Secretaria da Segurança Pública da Bahia, &#039;&#039;ano 3, especial, p.6-7, dezembro de 2006. Capturado em 20 mai. 2020. Online. Disponível na Internet: [http://www.dpt.ba.gov.br/arquivos/File/ProvaMaterialEspecial.pdf http://www.dpt.ba.gov.br/arquivos/File/ProvaMaterialEspecial.pdf]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- EDLER, Flavio Coelho.&amp;amp;nbsp; AFRÂNIO PEIXOTO: Una cruzada civilizadora por la nación posible.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span lang=&amp;quot;ES&amp;quot; style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Revista Biomédica&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span lang=&amp;quot;ES&amp;quot; style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;, Centro de Investigaciones Regionales Dr. Hideyo Noguchi/Universidad Autónoma ce Yucatán, v.23, n.3, p.121-130, sep.-dic. 2012.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Capturado em 20 mai. 2020. Online. Disponível na Internet: [http://revistabiomedica.mx/index.php/revbiomed/article/view/82/94 http://revistabiomedica.mx/index.php/revbiomed/article/view/82/94]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;tab-stops:405.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- ESTADO DO RIO DE JANEIRO. Decreto nº 1.059, de 14 de fevereiro de 1916. &#039;&#039;&#039;Collecções de Leis Municipaes e Vetos do 1° semestre de 1916.6. Volume XXXIX&#039;&#039;&#039;. Rio de Janeiro: Typographia do Jornal do Commercio, de Rodrigues &amp;amp; C., 1916. p.39. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 27 jul. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;tab-stops:405.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;[http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=663816&amp;amp;pesq= http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=663816&amp;amp;pesq=%22decreto%20n.%201.059%22&amp;amp;pasta=ano%20191&amp;amp;pagfis=6296]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;tab-stops:405.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- GOMES, Marleide da Mota; VARGAS, Sylvia da Silveira Mello; VALLADARES, Almir Fraga (eds.). &#039;&#039;&#039;A Faculdade de Medicina Primaz do Rio de Janeiro: em dois dos cinco séculos de história do Brasil. &#039;&#039;&#039;São Paulo: Editora Atheneu, 2001.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;tab-stops:405.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- GONDRA, José G. Temperar a alma, retemperar os músculos: corpo e História da Educação em Afrânio Peixoto. &#039;&#039;Pro-posições,&#039;&#039; Campinas, v.22, n.3, (66), p.19-34, set./dez.2011. Capturado em 20 mai. 2020. Online. Disponível na Internet: [http://www.scielo.br/pdf/pp/v22n3/03.pdf http://www.scielo.br/pdf/pp/v22n3/03.pdf]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;tab-stops:405.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- GOUVEIA, Almeida. &#039;&#039;&#039;Afrânio Peixoto: cavaleiro da medicina social... e de mulheres esfinges...&#039;&#039;&#039; Salvador: Editora Mensageiro da Fé, 1976.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;tab-stops:405.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- GUIMARÃES, Lúcia Maria Paschoal. A Experiência pioneira da Academia de Altos Estudos – Faculdade de Filosofia e Letras do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (1916-1921). &#039;&#039;Revista Teias&#039;&#039;, Programa de Pós-Graduação em Educação/UERJ, v.1, n. 1: Magistério, Memória, História, jan./jun. 2000. Capturado em 20 mai. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;tab-stops:405.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;[https://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/revistateias/article/view/23823 https://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/revistateias/article/view/23823]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- JÚLIO Afrânio Peixoto. In: ACADEMIA NACIONAL DE MEDICINA. Capturado em 8 out. 2020. Online. Disponível na Internet: [https://www.anm.org.br/julio-afranio-peixoto/ https://www.anm.org.br/julio-afranio-peixoto/]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- KROPF, Simone Petraglia. &#039;&#039;&#039;Doença de Chagas, doença do Brasil: ciência, saúde e nação (1909-1962).&#039;&#039;&#039; Niterói, 2006. Tese (Doutorado em História), Universidade Federal Fluminense, 2006. Online. Capturado em 20 mai. 2020. Disponível na Internet: [http://www.historia.uff.br/stricto/teses/Tese-2006_KROPF_Simone-S.pdf http://www.historia.uff.br/stricto/teses/Tese-2006_KROPF_Simone-S.pdf]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- MAIO, Marcos Chor. Afrânio Peixoto: notas sobre uma trajetória médica. &#039;&#039;Revista da SBPC&#039;&#039;, n.11, p.75-81, 1994. Capturado em 20 mai. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;[http://www.sbhc.org.br/arquivo/download?ID_ARQUIVO=254 www.sbhc.org.br/arquivo/download?ID_ARQUIVO=254]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- MEMBRO Titular. Júlio Afrânio Peixoto. Datilografado. Arquivo pessoal da Academia Nacional de Medicina. Rio de Janeiro: [s.n.], [s.d.].&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#ANM|&amp;lt;u&amp;gt;ANM&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- NOTAS para o estudo da Vida e Obra de Afrânio Peixoto.&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#ANM|&amp;lt;u&amp;gt;ANM&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- PEIXOTO, Afrânio. Moinhos de Vento. &#039;&#039;Saúde, &#039;&#039;Rio de Janeiro, 1, n.1, 1918.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- PEIXOTO, Afrânio. &#039;&#039;&#039;Clima e Saúde. Introdução bio-geographica à civilização brasileira. &#039;&#039;&#039;São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1938.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- PEIXOTO, Júlio Afrânio. Discurso de posse. 14 de agosto de 1911. In: ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS. Capturado em 20 mai. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;[http://www.academia.org.br/academicos/afranio-peixoto/discurso-de-posse http://www.academia.org.br/academicos/afranio-peixoto/discurso-de-posse]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- PICCININI, Walmor J. Afrânio Peixoto (1876-1947).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span lang=&amp;quot;EN-US&amp;quot; style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Psychiatry On-line Brazil,&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span lang=&amp;quot;EN-US&amp;quot; style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;v. 7, n. 8, ago. 2002.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Capturado em 20 mai. 2020.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span lang=&amp;quot;EN-US&amp;quot; style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Online.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://www.polbr.med.br/ano02/wal0802.php http://www.polbr.med.br/ano02/wal0802.php]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- RAMOS, Arthur. Afranio Peixoto e a Escola de Nina Rodrigues. In: AFRÂNIO Peixoto. Homenagem dos Archivos. Separata dos “Archivos de Medicina Legal e Identificação”, v. 14, janeiro de 1937. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1937.&amp;amp;nbsp; p.307-322.&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- RIBEIRO, Leonídio. Jubileu do Professor Afrânio Peixoto. 1906-1936. Homenagem dos “Archivos”. In: AFRÂNIO Peixoto. Homenagem dos Archivos. Separata dos “Archivos de Medicina Legal e Identificação”, v. 14, janeiro de 1937. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1937.&amp;amp;nbsp; p.293-303.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- RIBEIRO, Leonídio. &#039;&#039;&#039;Afrânio Peixoto.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Edições Conde, 1950. ([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- RIBEIRO, Leonídio. &#039;&#039;&#039;Ensaios e Perfis.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Editorail Sul Americana S.A., 1954.&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- RIBEIRO, Leonídio. Acadêmico Júlio Afrânio Peixoto. Datilografado. Arquivo pessoal da Academia Nacional de Medicina. Rio de Janeiro: [s.n.], [s.d.].&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#ANM|&amp;lt;u&amp;gt;ANM&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- RIBEIRO, Leonídio. Afrânio Peixoto. Patrono da Cadeira nº 46. &#039;&#039;Revista da Academia Nacional de Medicina, &#039;&#039;Rio de Janeiro, [s.d.].&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#ANM|&amp;lt;u&amp;gt;ANM&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- RIO DE JANEIRO. Biblioteca Nacional.Afrânio Peixoto. 1876-1947. Exposição comemorativa do centenário de nascimento. Catálogo da exposição organizada pela Seção de Exposições e inaugurada em julho de 1976. Rio de Janeiro: [n.], 1976. Capturado em 20 mai. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;[http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_obrasraras/or1277800/or1277800.pdf http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_obrasraras/or1277800/or1277800.pdf]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- SALES, Fernando. &#039;&#039;&#039;Aspectos da vida e obra de Afrânio Peixoto.&#039;&#039;&#039; Bahia: Fundação Cultural do Estado da Bahia, 1988. ([[Fontes_de_informação#BN|&amp;lt;u&amp;gt;BN&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- SALES, Fernando. &#039;&#039;&#039;A Bahia de Afrânio Peixoto. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Academia Brasileira de Letras, 2001. &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BN|&amp;lt;u&amp;gt;BN&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- SILVA, A. C. Pacheco e. Afranio Peixoto - psychiatra. In: AFRÂNIO Peixoto. Homenagem dos Archivos. Separata dos “Archivos de Medicina Legal e Identificação”, v. 14, janeiro de 1937. 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Disponível na Internet: [https://www.arca.fiocruz.br/handle/icict/17800 https://www.arca.fiocruz.br/handle/icict/17800]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- SÍTIO Genealógico da Família Afranio Peixoto. Capturado em 20 mai. 2020. Online. Disponível na Internet: [http://www.afranio.peixoto.nom.br/PJulio.asp http://www.afranio.peixoto.nom.br/PJulio.asp]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- VENANCIO FILHO, Alberto.&amp;amp;nbsp; Carlos Peixoto e o «Jardim da Infancia». &#039;&#039;Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v. 297, p.161-188, out./dez. 1972.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#IHGB|&amp;lt;u&amp;gt;IHGB&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- VENANCIO FILHO, Alberto.&amp;amp;nbsp; Anísio Teixeira (Palavras pronunciadas no Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro no dia 9 de agosto de 2000 sobre Anísio Teixeira). In: BIBLIOTECA VIRTUAL ANÍSIO TEIXEIRA. Capturado em 20 mai. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;[http://www.bvanisioteixeira.ufba.br/agenda/ihgb.htm http://www.bvanisioteixeira.ufba.br/agenda/ihgb.htm]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- VENANCIO FILHO, Francisco. Afrânio Peixoto – educador. In: AFRÂNIO Peixoto. Homenagem dos Archivos. Separata dos “Archivos de Medicina Legal e Identificação”, v. 14, janeiro de 1937. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1937.&amp;amp;nbsp; p.334-343.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- VELHO SOBRINHO, J. F. &#039;&#039;&#039;Dicionário Bio-Bibliográfico Brasileiro.&#039;&#039;&#039; Volume I. Rio de Janeiro: [s.n.], 1937.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; (&amp;lt;u&amp;gt;[[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- VIANA FILHO, Luís.&amp;amp;nbsp; &#039;&#039;Anísio Teixeira.&#039;&#039; &#039;&#039;A polêmica da Educação.&#039;&#039;&amp;amp;nbsp; Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira, 1990. &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa –Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Redação –Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Consultoria – Renata Prudêncio da Silva.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Revisão – Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Forma de citação&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Dicionário Histórico-Biográfico das Ciências da Saúde no Brasil (1832-1970)&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    [[Category:Verbetes]] [[Category:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Rachel.froes</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=PECKOLT,_THEODOR&amp;diff=1571</id>
		<title>PECKOLT, THEODOR</title>
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		<updated>2023-08-24T18:15:50Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Rachel.froes: /* Forma de citação */ alteração data rodapé&lt;/p&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Outros nomes e/ou títulos:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;[[PECKOLT,_THEODORO|Peckolt, Theodoro]]; [[PECKOLT,_TEODORO|Peckolt, Teodoro]].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Theodor Peckolt nasceu em Pechern (Niederlausitz, Baixa Lusácia), na região da Silésia alemã, em 13 de julho de 1822. Veio ao Brasil em 1847, numa excursão científica a fim de estudar a flora tropical. Desembarcou no Rio de Janeiro, em 1847, contratado pelos botânicos Karl Friedrich Philipp von Martius e August Wilhelm Eichler para estudar a flora tropical no Brasil, e aqui permaneceu até seu falecimento. Foi aprovado como farmacêutico na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro (1851), chefiou o Laboratório Químico do Museu Imperial e Nacional (1874), foi proprietário da Drogaria e Laboratorio de Productos Chimicos de T. Peckolt &amp;amp; C., e membro da Academia Imperial de Medicina. Faleceu em 21 de setembro de 1912, na cidade do Rio de Janeiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Dados pessoais&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Theodor Peckolt nasceu em Pechern (Niederlausitz, Baixa Lusácia), perto de Muskau, na região da Silésia alemã (região histórica que abrangia parte das atuais Polônia, República Tcheca e Alemanha), em 13 de julho de 1822. Era filho de Ferdinand Augusto Carlos Peckolt, capitão de Lanceiros do Kaiser, e de Juliana Eleonora Ackermann Peckolt (IHERING, [1912]). &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 12 de junho de 1854, casou-se com Henriqueta Sauerbrönn, filha do vigário protestante Friederich Oswald Sauerbrönn, líder das primeiras famílias alemães da colônia suíça de Nova Friburgo, na então província do Rio de Janeiro. Deste matrimônio, nasceu Gustavo Peckolt (1861-1923), que também se destacou como farmacêutico.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi agraciado em 1864 com título de Oficial da Imperial Ordem da Rosa, e em 1869 com o de Cavalheiro da Ordem da Suécia da Estrela Polar. Recebeu, também, o título de Pharmaceutico da Casa Imperial.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Faleceu em 21 de setembro de 1912, na cidade do Rio de Janeiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Trajetória profissional&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Theodor Peckolt cursou humanidades no Ginásio da cidade de Friedeberg (então Silésia alemã). Aos 15 anos iniciou o trabalho de prático de farmácia na cidade de Friebel, onde permaneceu até 1841. Exerceu, ainda, este ofício nas cidades de Meseritz (Polônia), e de Waldeck e de Neubrandenburg (Estado de Mecklenburg-Pomerânia Ocidental, Alemanha). Acredita-se que esta mudança de cidades se deveu à carreira militar de seu pai.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Theodor Peckolt revelou sua poderosa vocação como prático daquelas farmácias. O Governo Alemão nomeou-o, então, farmacêutico militar, na fortaleza de Glogau, na Silésia alemã, mas tal atribuição não o satisfez plenamente, e matriculou-se, então, na Universität Rostock (Estado de Mecklenburg-Pomerânia Ocidental, Alemanha), e na Universität Göttingen (Baixa Saxônia, Alemanha), “onde alcançou notas de aprovação brilhante” (IHERING, [1912]).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Por recomendação do ornitólogo Heinrich Gustav Reichenbach (1823-1889), seu professor, Theodor Peckolt foi contratado pelo diretor do jardim botânico de Hamburgo. Nesta instituição, foi contemporâneo dos botânicos Karl Friedrich Philipp von Martius (1794-1868) e August Wilhelm Eichler (1839-1887), e do botânico e paleontologista alemão Johann Heinrich Robert Goeppert (1800-1884). Contactou importantes expressões da ciência na época, como Daniel Hanbury (1825-1875), químico e farmacêutico da Royal Pharmacetical Society of Great Britain, e o botânico alemão Friedrich Gottlieb Dietrich (1765-1850).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;De acordo com documento particular da Família Peckolt, Karl Friedrich Philipp von Martius e August Wilhelm Eichler, reconhecendo as aptidões de Theodor Peckolt, contrataram-no em 1847 para estudar a flora tropical no Brasil e remeter-lhes o material colecionado preparado em herbarium, dando assim continuidade ao trabalho de von Martius para o preparo de sua “Flora Brasiliensis” (MENDONÇA Apud Santos, 2005). Os botânicos Karl Friedrich Philipp von Martius (1794-1868) e Johann Baptist von Spix (1781-1826), vieram para o Brasil, em 1817, juntamente com a comitiva da arquiduquesa Maria Leopoldina Josefa Carolina de Habsburgo-Lorena (1797-1826), que vinha para casar-se com o futuro imperador D. Pedro I. Estes botânicos tinham como objetivo a pesquisa nas províncias mais importantes do país e a coleta de informações sobre botânica, zoologia e mineralogia para a Academia de Ciências da Baviera (Munique). Em 28 de setembro de 1847 Theodor Peckolt embarcou no navio “Independência”, desembarcando no Rio de Janeiro em novembro daquele ano.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Theodor Peckolt foi, praticamente, um revisor da maior parte da “Flora Brasiliensis” de von Martius. &amp;amp;nbsp;A troca de correspondência e o envio de materiais era feita por meio da Casa Imperial e do Serviço Consular da Alemanha no Rio de Janeiro (DOCUMENTOS, s.d.). Os pagamentos pelos serviços contratados eram recebidos por Peckolt por meio do Cônsul prussiano, Leo Theremin, no Rio de Janeiro, segundo documentos particulares pertencentes à Família Peckolt.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Após um curto período de permanência na cidade do Rio de Janeiro, onde trabalhou na Farmácia de Simão Marcolino Fragoso, localizada na rua do Fogo (atualmente rua dos Andradas, Centro), nº 75, Theodor Peckolt iniciou suas viagens pelas províncias do país:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Em Setembro de 1848 Peckolt começou a exploração do país: viajava montando um cavalo que havia adquirido com as suas primeiras economias, nos Estados de Rio de Janeiro, Espírito Santo e Minas. (....). Havia então bem poucos médicos no interior das províncias e os conhecimentos farmacêuticos do jovem naturalista colocavam-no na posição vantajosa de poder prestar reais serviços aos doentes que o consultavam. Em compensação destes serviços recebia, além dos honorários, interessantes objetos da história natural, valiosas contribuições para a sua coleção botânica. Em começo do ano de 1850, demorou-se Peckolt algum tempo entre os Botocudos Nac-nanouc do Rio Doce, voltando em seguida ao Rio de Janeiro. Os recursos que lhe fornecera a excursão pelo sertão permitiram a Peckolt apresentar-se ao exame farmacêutico no Rio de Janeiro, e em Novembro de 1851 abriu uma farmácia em Cantagalo, no Estado do Rio de Janeiro”. (IHERING, [1912], p.114-115)&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em julho de 1851 foi aprovado no exame farmacêutico da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], e em novembro do mesmo ano se estabeleceu na cidade de Cantagalo (província do Rio de Janeiro), cuja região apresentava matas intactas para suas pesquisas, e se localizava próxima às matas do vale do rio Doce, reduzindo assim os custos das expedições. Em Cantagalo comprou uma farmácia, localizada na rua Direita nº 15, e durante dezessete anos, Peckolt viveu entre esta cidade e a de Friburgo, adquirindo profundo conhecimento da flora e fauna locais. Para dar continuidade a seus trabalhos, montou, em sua farmácia, um laboratório próprio para realizar as análises quantitativas de extratos de plantas da flora brasileira, para assim obter informações mais detalhadas sobre as suas composições químicas.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A região de Cantagalo era, naquela época, bastante importante para os estudos sobre a natureza brasileira, tendo também sido o cenário para as pesquisas do zoologista alemão Karl Hermann Konrad Burmeister (1807-1892) e de Carl Hieronymus Euler (1834-1901), fazendeiro suíço, ornitólogo e autor de “Descrição dos ninhos e ovos das aves do Brasil” (1900). Peckolt permaneceu em Cantagalo até o ano de 1868, e lá estudou plantas de diversas famílias, suas características e condições de reprodução, e recolheu informações sobre nomes triviais, usos e propriedades farmacêuticas das plantas com a população local:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“O herbário fornecia-lhe os meios para comparação morfológica das numerosas espécies e no laboratório aprofundava o trabalho, dando informações detalhadas sobre a composição química das plantas medicinais, de seus alcalóides e outras substâncias extrativas. Não conhecemos exemplo de outro naturalista, versado igualmente em estudos botânicos e químicos que tão profundamente tivesse estudado e esclarecido por investigações próprias, o estudo econômico, farmacêutico e químico de qualquer flora tropical.” (IHERING, [1912], p.116)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Durante o período em que viveu na cidade de Cantagalo, Theodor Peckolt fez cerca de quinhentas análises quantitativas de extratos de plantas da flora brasileira, muitas das quais foram publicadas em diversos periódicos, nacionais e estrangeiros, entre os anos de 1850 e 1868 (SANTOS, 2003).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Viajou pela região do Vale do Paraíba e margens dos rios pomba e Canoé, pela província do Espírito Santo, e por grande parte da província de Minas Gerais, chegando à região da cidade de Diamantina. E foi a partir destas excursões, à procura de plantas e espécies, que Theodor Peckolt começou a notabilizar-se (IHERING, [1912]). Grande parte do material coletado era enviado para o [[MUSEU_IMPERIAL_E_NACIONAL|&amp;lt;u&amp;gt;Museu Imperial e Nacional&amp;lt;/u&amp;gt;]], no Rio de Janeiro, para museus alemães, e para os de Estocolmo e de Uppsala (Suécia).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Johann Jakob von Tschudi (1818-1889), cientista e diplomata suíço, visitou o Brasil entre 1857 e 1859, e em sua obra “Viagem às provinciais do Rio de Janeiro e São Paulo”, destaca às diversas atividades desenvolvidas por Theodor Peckolt em Cantagalo:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Não quero deixar de me referir aqui, e é com grande satisfação que o faço, ao nome de um homem que goza de grande fama nos meios científicos alemães, o Dr. Theorodo Peckolt, há anos estabelecido em Cantagalo, como farmacêutico, e que se tem ocupado com zelo incansável da botânica e da química orgânica. Dotado de profundos conhecimentos e de uma ímpar capacidade de trabalho, soube colecionar vultuoso material de pesquisas que, na Europa, seria impossível ou muito difícil obter. Os resultados de suas pesquisas científicas são regularmente publicados nas revistas farmacêuticas que se publicam na Alemanha. Seus preparados químicos foram distinguidos com uma medalha na exposição industrial do Rio de Janeiro, e na exposição mundial de Londres, em 1863, com nada menos de três. Ao tempo de minha visita a Cantagalo, o Dr. Peckolt achava-se ocupado com um trabalho químico-analítico (...) relativo às plantas úteis brasileiras. (...) Ao lado de sua alegre residência, o Dr. Peckolt organizou um pequeno jardim botânico, onde se dedica aos estudos do desenvolvimento das plantas, sua nutrição, e aclimatação”. (TSCHUDI, 1980, p.88-89) &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Johann Jakob von Tschudi relata sobre as análises do café realizadas por Peckolt:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“O Dr. Th. Peckolt, em Cantagalo, informou-me que fez a análise comparativa de três amostras de café, a saber: 1ª de solo calcáreo; 2ª de solo de gneiss; 3ª de solo rico de quartzo. A quantidade de cafeína em 100 gramas de café sujeito a uma secagem a 100ºC, foi a seguinte: 1ª) 0,954gr., 2ª) 0,548gr., 3ª)0,958”. (TSCHUDI, 1980, p.39)&amp;lt;br/&amp;gt; “Os resíduos contêm cafeína em pequena proporção. Segundo as análises do Dr. Peckolt, 100 gramas da pele de pergaminho que cai do fruto que seca dão 0,0024 de grama de cafeína; mas esta mesma casca tratada convenientemente e acumulada, dará cerca de 0,052 de grama de cafeína. 100 gramas da polpa fresca produzem 0,027 de grama de cafeína, 6,784 de açúcar, 1,462 de ácido cafetânico, cítrico, gálico, málico, potássio e cálcio, etc., e 1,717 gramas de cinzas”. (TSCHUDI, 1980, p.61)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;E ainda trata de alguns dos remédios preparados por Peckolt: &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“O farmacêutico Dr. Th. Peckolt de Cantagalo preparou um remédio a base de sal amoníaco, sob o nome de Polygonaton, tirado de umaplanta, que os indígenas freqüentemente usam contra as mordidas de répteis. Essa tintura é destinada ao uso interno e junto com a mesma fornece-se uma ventosa de borracha vulcanizada que se põe sobre a ferida, na qual se faz uma incisão em forma de cruz, depois de ter estagnado a circulação do sangue”. (TSCHUDI, 1980, p.78)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Theodor Peckolt, ainda residente em Cantagalo, recebeu muitas honrarias acadêmicas, tendo sido nomeado, em 1852, membro correspondente da Regensburgische Botanische Gesellschaft, e em 1857 da Deutsche Pharmazeutische Gesellschaft, sociedade farmacêutica na Alemanha.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Na Exposição Nacional, inaugurada em 2 de dezembro de 1861 e realizada no prédio da então Escola Central (atualmente Instituto de Filosofia e Ciências Sociais/UFRJ), no Largo do São Francisco na cidade do Rio de Janeiro, Theodor Peckolt apresentou sua coleção farmacognosia e química orgânica, com 146 produtos (produtos naturais, produtos químicos, extratos e alcalóides extraídos de vegetais indígenas), pela qual foi premiado com medalha de ouro e condecorado como Oficial da Imperial Ordem da Rosa (SANTOS, 2003).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No Catálogo referente à coleção enviada para a Exposição Nacional de 1866, Theodor Peckolt descreveu os objetivos e as dificuldades de seu trabalho:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Pela segunda vez ofereço a minha pátria adotiva o resultado dos meus trabalhos científicos, constando de uma coleção de 221 objetos tirados dos inesgotáveis tesouros vegetais do Brasil. O número destas drogas poderia ter sido muito maior se não fossem de um lado as grandes dificuldades com que se tem de lutar no interior do país neste gênero de trabalhos, e de outro lado meu plano constantemente seguido de não apresentar ao público as drogas indígenas sem prévia análise química. (...) as minhas limitadas circunstâncias não me permitem a explorações industriais em grande escala; porém o meu fim não é de procurar privilégios e monopólios, desejo unicamente creditar no exterior as imensas riquezas ainda ignoradas da matéria médica no Brasil, assim como chamar a atenção dos nossos agricultores e industriais sobre uma série de produtos, os quais considerados sem valor até agora poderiam oferecer importantes recursos, se fossem tratados convenientemente, pois que a palavra Indústria não tem outra significação senão converter um objeto sem valor aparente em um produto útil e valoroso à humanidade. Quando digo que uma das nossas plantas pode substituir qualquer planta da Europa, quero dizer que pode-se talvez usar contra as mesmas moléstias e às vezes com mais vantagem: pois perfeita homogeneidade de propriedades é coisa que não existe nas plantas, preponderando cada uma por seu modo singular.”(PECKOLT, 1866, p. 1-2)&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Nestes dois eventos, Theodor Peckolt destacou a necessidade de criar-se uma farmacopéia brasileira, com o objetivo de propagar a utilização de vegetais nacionais nos tratamentos terapêuticos, a inexistência de um ensino de química mais voltado para aplicações industriais, e a importância de incentivar-se a implementação de indústrias no país.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;As coleções de Theodor Peckolt integraram também o pavilhão brasileiro na Exposição Universal, em Londres em 1862, e na Exposição Universal, realizada em Paris (1867), nas quais lhe foram concedidas medalhas, de ouro e de bronze, em reconhecimento a seus trabalhos (SANTOS, 2003).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Para a Exposição Universal, realizada em Londres em 1862, Theodor Peckolt remeteu uma coleção de 225 produtos químicos e farmacêuticos, distribuída em sete séries:&amp;lt;br/&amp;gt; - 1ª Série - as drogas simples vegetais, raízes e sementes.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; a) Sapucainha (Carpotroche brasiliensis) — óleo usado como inseticida, parasiticida e principalmente utilizado no combate à Lepra;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; b) Urucum (Bixa orellana) — urucuína, provavelmente a bixina;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; c) Agoniada (Plumeria lancifolia) — agoniadina, glicosídeo extraído da casca — antiasmático e purgativo;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; d) Sangue de drago (Croton lechieri) — eritraemita, ácido eritraêmico, extraído da casca — usado para infecções bacterianas.&amp;lt;br/&amp;gt; - 2ª Série - as painas: apresenta a descrição botânica de 14 espécies.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - 3ª Série - os amidos (amiláceas): 23 espécies.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - 4ª Série - as resinas, gomas e tintas: 42 substâncias divididas em:&amp;lt;br/&amp;gt; a) adstringentes (sucos condensados);&amp;lt;br/&amp;gt; b) gomatas (propriedade principalmente arabina);&amp;lt;br/&amp;gt; c) gomas cassorinas;&amp;lt;br/&amp;gt; d) gomas resinas;&amp;lt;br/&amp;gt; e) resinas naturais;&amp;lt;br/&amp;gt; f) leite;&amp;lt;br/&amp;gt; g) substâncias tintas;&amp;lt;br/&amp;gt; h) resinas, produtos das análises;&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; Desta 4ª série, pode-se destacar:&amp;lt;br/&amp;gt; a) Sangue de Becuiba (Myristica bicuhyba) — ácido becuíbico, extraído do óleo, usado nas ulcerações&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; de pele, feridas e reumatismo;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; b) Angelim Amargosa (Tabebuia serratifolia) — andirina, princípio extraído da casca — usada para tratar ulcerações de pele;&amp;lt;br/&amp;gt; c) Gameleira Branca (Ficus doliaria) — doliarina, princípio sui generis — vermífugo, purgativo, depurativo do sangue e anti-sifilítico. Peckolt apresenta também a análise da seiva vegetal por ele denominada &amp;quot;leite vegetal&amp;quot;: teores de açúcar, resina, cera etc.;&amp;lt;br/&amp;gt; d) Cravo do Mata (Tagetes sp.) — tagetina, cetona extraída do óleo usado como anti-helmíntico.&amp;lt;br/&amp;gt; - 5ª Série - óleos expressos com peso específico (14 produtos).&amp;lt;br/&amp;gt; - 6ª Série - preparações obtidas pela análise de substâncias químicas e farmacêuticas (num total de oito).&amp;lt;br/&amp;gt; - 7ª Série - alguns óleos e éteres, total de 28, destacamos:&amp;lt;br/&amp;gt; a) Cipó-suma (Anchietea salutaris) — anchietina, alcalóide. Desta planta ele apresenta também a análise da raiz. O cipó-suma era usado como purgativo e indicado para lesões sifilíticas;&amp;lt;br/&amp;gt; b) Jaborandi (Pilocarpus jaborandi) — jaborandina, extraída da raiz, usada como diurético e mastigada contra dores de dentes;&amp;lt;br/&amp;gt; c) Bucha paulista (Luffa operculata) — saponina, mistura de glicosídeos, usada como purgativo.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Recebeu, em 1864, o título de Doutor Honoris Causa da Kaiserlich Leopoldinisch-Carolinische Deutsche Akademie der Naturwissenschaftler, por seus trabalhos químicos e botânicos sobre a flora brasileira.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Na segunda Exposição Nacional, inaugurada em 19 de outubro de 1866 e realizada no prédio que estava sendo erguido para nova seda da Casa da Moeda, no Campo da Aclamação (atual Campo de Santana), na cidade do Rio de Janeiro, Theodor Peckolt apresentou uma nova coleção, que foi igualmente premiada com medalha de ouro e enviada para integrar a Exposição Universal em Paris (1867). Sua coleção era constituída de 221 produtos químicos e farmacêuticos, e apresentava uma análise descritiva completa de diferentes vegetais, todos previamente analisados e com o preço provável de sua comercialização, numa tentativa de alertar os agricultores e industriais nacionais para a qualidade dos produtos químicos fabricados no país, por considerar importante a sistematização e o estudo das tradições populares do uso das plantas medicinais como estratégia para a investigação e comprovação de suas propriedades terapêuticas. Nessa coleção, Peckolt privilegiou não só os óleos essenciais como também suas pesquisas sobre os teores de cafeína em diversos vegetais. Além disso, listou os processos empregados e as análises químicas feitas, apresentou os atributos e virtudes de cada uma das substâncias exibidas, e os nomes trivial e científico do vegetal que as forneceu, incluindo, sempre que possível, a sua sinonímia indígena. Dividiu a coleção em três séries: 1ª série: drogas indígenas (45); 2ª série: extratos, resinas e gomatas (15), e 3ª série: óleos fixos e essenciais, e suas preparações químicas (161).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Na Exposição Universal, realizada em Paris em 1867, Theodor Peckolt e João Domingues Vieira, que posteriormente foi um dos vice-presidentes do [[INSTITUTO_FARMACÊUTICO_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Farmacêutico do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], foram expositores na área de química e farmácia e foram agraciados com medalhas de bronze. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Theodor Peckolt também realizou estudos na área da zoologia, como os referentes às &#039;&#039;Trigonini&#039;&#039;, uma das espécies de abelhas sem ferrão, chamadas abelhas indígenas, existentes no Brasil. Suas observações foram subsídios para o estudo de Frederic Smith, do Bristish Museum, intitulado “Observations on the economy of Brazilian insects, chiefly Hymenoptera, from the notes of Mr. Peckolt”, publicado no &#039;&#039;Transations of the Royal Entomological Society of London &#039;&#039;(n.16, p.133-136, 1868). &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em abril de 1868, Theodor Peckolt mudou-se definitivamente para a cidade do Rio de Janeiro, onde se associou ao farmacêutico Frederico Augusto Duval, que tinha um laboratório químico e farmacêutico pelo sistema alemão, na rua do Rosário nº 69, naquela cidade. Desta associação surgiu, em 1869, a farmácia “Peckolt &amp;amp; Duval – Pharmaceuticos da Casa Imperial”, instalada na rua Direita nº 59 (posteriormente denominada rua Primeiro de Março). Esta sociedade deve ter sido desfeita em 1872, pois de acordo com o &#039;&#039;Almanak Laemmert&#039;&#039;, Theodor Peckolt aparece como gerente da &amp;quot;Pharmacia Imperial T. Peckolt &amp;amp;”, na rua da Quitanda nº 193, e também relacionado à ”Drogaria e Laboratorio de Productos Chimicos de T. Peckolt &amp;amp; C.”, no mesmo endereço (ALMANAK, 1872).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O anúncio da Drogaria e Laboratorio de Productos Chimicos de T. Peckolt &amp;amp; C., apresentado no &#039;&#039;Almanak Laemmert&#039;&#039;, apresenta os produtos à venda naquele estabelecimento:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Tem sempre um completo sortimento de drogas, produtos químicos e farmacêuticos que vendemos a preços razoáveis tanto por atacado como a varejo, tudo importado diretamente da Europa e dos Estados Unidos, para o que tem correspondência direta com as principais casas de Londres, Berlim, Hamburgo, Viena, Paris, Lisboa, Gênova e Nova York, encarregam-se de fornecer as pessoas que quiserem honrá-los com as usas encomendas pelos preços mais moderados possíveis. Tudo o que sair de sua casa é garantido de boa qualidade e só nesta casa o único depósito das preparações do Dr. Peckolt, que são conhecidas por Vermífugo brasileiro, sem tomarem Óleo de Rícino. Pós de Deliarina, preparação de leite da Gameleira e verdadeiro específico contra a opilação. Rob vegetal brasileiro, um dos melhores depurativos, preparado com as novas plantas. Xarope anti-reumático e anti-antrítico curando prontamente as afecções reumáticas. Kamalina, específico contra a solitária. Peitoral de cuscuta contra todas as afecções catarrais. Olfatório anit-catarral dando imediatamente alívio no defluxo, coqueluche e asma. Painkiller brasileiro, menos milagroso do que o Painkiller americano, mas mais excelente contra as dores reumáticas. Purgante anti-hemorroidal, que é preferível à limonada de citrato de magnésia e ainda melhor para tomar; e outras especialidades como: Pílulas brasileiras contra as impigens, Pílulas anti-morféticas, Ungüento anti-herpético, sabão anti-morfético, sabão cosmético, Ungüento anti-vulnerário contra as feridas as mais rebeldes, Hidrocotile fluida, Ageniadina fluida, Extracto fluido de caroba, idem de salsaparrilha, idem de japecanga, etc..” (DROGARIA, 1872, p.21) &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Neste mesmo &#039;&#039;Almanak&#039;&#039;, de 1872, foi divulgado também o anúncio da Pharmacia Imperial T. Peckolt &amp;amp;, no qual são distinguidas as funções dos estabelecimentos sob a administração de Theodor Peckolt:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“O Farmacêutico e químico Dr. Theodoro Peckolt é o gerente deste estabelecimento e está sempre à testa dos trabalhos para merecer a confiança do público e da classe médica, para o que não se poupa a fadigas, esforços e zelo. Encontra-se nesta farmácia, fora das especialidades de Theodoro Peckolt, que são mencionadas na Drogaria, todas as preparações dos nossos vegetais que existem no Império. Encarrega-se também de qualquer análise química por preço cômodo”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Entre 1873 e 1874 as referências indicam o funcionamento somente da “Drogaria e Laboratorio de Productos Chimicos de T. Peckolt &amp;amp; C.”, e no ano de 1875 apenas da “Pharmacia Imperial”, então localizada na rua da Quitanda nº 157. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Theodor Peckolt em 21 de março de 1864 candidatou-se a membro correspondente da &amp;lt;u&amp;gt;[[ACADEMIA_IMPERIAL_DE_MEDICINA|Academia Imperial de Medicina]]&amp;lt;/u&amp;gt;, apresentando na ocasião a memória intitulada “Do Prunus Brazilliensis”. Naquele mesmo ano, esta sua memória foi comentada por [[HOMEM,_JOÃO_VICENTE_TORRES|&amp;lt;u&amp;gt;João Vicente Torres Homem&amp;lt;/u&amp;gt;]], opositor de ciências médica da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], na &#039;&#039;Gazeta Médica do Rio de Janeiro&#039;&#039;. João Vicente Torres Homem apresentou a seguinte conclusão:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Concluo do que fica dito: 1º Que a memória do Sr. Peckolt oferece grande importância para a ciência, para a arte farmacêutica e para a agricultura. 2º Que a exceção de alguns vícios de linguagem, desculpáveis em um estrangeiro, o trabalho é bem elaborado. 3º Que, pondo de parte a lacuna bastante sensível relativamente aos caracteres botânicos da planta, o estudo a que procedeu o Sr. Peckolt foi tão completo quanto era possível. 4º Que os resultados obtidos pela análise química e pelos processos farmacológicos denotam muitos conhecimentos de química orgânica e de farmácia, grande dedicação e um espírito observador muito cultivado da parte do candidato ao lugar de membro correspondente desta Academia. 5º Que se forem tomados os conselhos exarados no último capítulo da memória, a matéria médica brasileira e a prática da medicina lucrarão grandes vantagens. 6º Que os produtos enviados à Academia como amostras, reúnem todas as condições desejáveis de atividade e perfeição. 7º Que o Sr. Theodoro Peckolt, farmacêutico estabelecido em Cantagalo, premiado com uma medalha de ouro na Exposição de Londres, em virtude de seus trabalhos de química orgânica, está perfeitamente no caso de merecer a honra que solicita de membro correspondente da Academia Imperial de Medicina.” (HOMEM, 1864, p. 89)&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em sessão de 11 de abril de 1864, da [[ACADEMIA_IMPERIAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Imperial de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]], sua memória foi aprovada, e foi então nomeado membro correspondente. Ainda nesta Academia foi nomeado membro adjunto da seção médica em 1872, membro titular da seção farmacêutica em 1884, membro titular da seção de farmacologia em 1896, e membro honorário da referida academia no ano de 1900.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi convidado, em 1874, pelo botânico Ladislau de Souza Mello Netto, então diretor do Museu Imperial e Nacional, para chefiar o [[LABORATÓRIO_QUÍMICO_DO_MUSEU_IMPERIAL_E_NACIONAL|&amp;lt;u&amp;gt;Laboratório Químico do Museu Imperial e Nacional&amp;lt;/u&amp;gt;]]. De acordo com o ofício nº 3, do Ministério dos Negócios da Agricultura, Comércio e Obras Públicas, de 17 abril de 1874, foram autorizadas as despesas referentes à reorganização do Laboratório, incluindo os honorários de Theodor Peckolt (SANTOS, 2003). &amp;amp;nbsp;Durante seu período à frente deste Laboratório foi responsável pela re-organização e especialmente pela forma de análise e reclassificação dos minerais de classificação duvidosa, e também de qualquer substância desconhecida das outras seções do estabelecimento. Acredita-se que permaneceu neste cargo até janeiro de 1876, data de se ofício com pedido de desligamento da instituição. A partir destes trabalhos, Theodor Peckolt realizou diversas pesquisas fito-químicas a respeito de nossa flora e publicou o primeiro volume de duas de suas obras: &amp;quot;História das plantas alimentares e de gozo no Brasil&amp;quot; (1871) e &amp;quot;História das plantas medicinais e úteis do Brasil&amp;quot; (1888), pelas quais recebeu do imperador D. Pedro II o oficialato da Ordem da Rosa. Na primeira discorreu sobre os aspectos gerais da agricultura brasileira, o uso e composição química das diversas culturas, e na &amp;quot;História das plantas medicinais e úteis do Brasil&amp;quot; apresentou a descrição botânica, a cultura, a composição química, os usos industriais e o emprego de diversas plantas no tratamento de moléstias.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;De 1873 a 1884 foi secretário e membro da seção de botânica da Associação Brasileira de Aclimação, que havia sido fundada em 7 de maio de 1872, na cidade do Rio de Janeiro, tendo como objetivos a introdução, aclimação, domesticação e propagação de espécies animais e vegetais e seu emprego agrícola, industrial, medicinal e outros.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi presidente do Club Schubert, uma sociedade musical alemã que havia sido criada em 20 de novembro de 1882 e funcionava na Rua do Passeio, nº 11, na cidade do Rio de Janeiro. Na Sociedade Nacional de Agricultura, criada em 16 de janeiro de 1897, Theodor Peckolt foi patrono da cadeira nº 31. Foi membro correspondente de sociedades farmacêuticas da Áustria e da Rússia, e membro honorário da Sociedad de Geología de Buenos Aires.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Theodor Peckolt trabalhou no Serviço de moléstias de garganta, nariz e ouvido da Policlínica Geral do Rio de Janeiro, entre os anos de 1882 e 1894.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Entre 1885 e 1889 foi professor de química orgânica, biologia e toxicologia da [[ESCOLA_SUPERIOR_DE_FARMÁCIA|&amp;lt;u&amp;gt;Escola Superior de Farmácia&amp;lt;/u&amp;gt;]], fundada pelo [[INSTITUTO_FARMACÊUTICO_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Farmacêutico do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], em 1884.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O botânico Eugène Pierre Nicolas Fournier (1834-1884) denominou Peckoltia a um novo gênero da família das Asclepiadáceas.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Theodor Peckolt destacou, em 1888, a importância de trabalhos de pesquisa associados à farmacologia:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Ao publicarmos o resultado dos nossos estudos, não é nosso intuito apresentar a última palavra sobre tudo o que se refere aos vegetais indígenas e exóticos aclimatados entre nós; mas unicamente fornecer um ponto de partida para trabalhos de maior fôlego, que tenham o poder de significar que os médicos e farmacêuticos brasileiros compreendam que não lhes é lícito conservar-se inativos, concorrendo, assim, para que continuem a ser feitas no estrangeiro a maior parte das investigações sobre a flora brasileira”. (Apud SANTOS, 2005, p.669)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em seus diversos estudos sobre a flora brasileira, Theodor Peckolt fez anotações importantes sobre a geografia dos locais observados, destacando a topografia, a geologia e a hidrografia dos mesmos, relacionando-os com o tipo de vegetal encontrado. Considerou importante o estudo das tradições populares do uso das plantas medicinais para a pesquisa sobre as propriedades terapêuticas, e desta forma Theodor Peckolt pode ser considerado o pai da etnofarmacologia (SANTOS, 2003).Foi considerado o pai da farmacognosia no Brasil, destacando-se neste sentido seu trabalho “Catálogo explicativo da coleção farmacognosia e química orgânica enviado à Exposição de 1866”, de 1866. &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Nadja Paraense dos Santos destaca o trabalho de Theodor Peckolt como singular, especialmente se comparado ao de outros farmacêuticos no século XIX no Brasil:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Seus estudos foram dirigidos pelos moldes da farmacognosia européia, ainda que com lacunas de informações. Conforme ele próprio nos informa em seu livro ´História das Plantas Medicinais e Úteis do Brasil` (1888-1914), não realizava menos de três análises em cada planta para depois publicar, demonstrando ser minucioso e metódico. Outra característica que pode ser notada no amplo leque de seus trabalhos é o fato de quase nunca se restringir a analisar apenas a parte da planta normalmente usada pelo povo. Outro ponto que podemos destacar no trabalho de Peckolt é que ele dava para quase todas as plantas uma sinonímia botânica e popular abundante. Além disto, sempre que possível, ele incluía, também, a sinonímia indígena dos vegetais analisados. Os princípios intrínsecos da farmacognosia, isto é, sistematizar, agrupar e organizar, foram seguidos por Peckolt.” (SANTOS, 2003, p.41) &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 13 de julho de 1902, por toda sua dedicação e trabalho reconhecidos internacionalmente no exercício de sua profissão, Theodor Peckolt recebeu um álbum com 105 fotografias de professores e pesquisadores de várias nacionalidades, na sua maioria alemães, com dedicatórias e assinaturas.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Theodor Peckolt, então com 89 anos, registrou em cartório, em 28 de outubro de 1911, a venda de sua farmácia para o seu filho, Gustavo Peckolt, igualmente botânico e farmacêutico.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;José Ribeiro Monteiro da Silva, diretor da Sociedade Nacional de Agricultura, apresentou na sessão ordinária de 23 de setembro de 1912, uma moção em homenagem a Theodor Peckolt, destacando a importância de sua trajetória:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Os seus trabalhos sobre a Flora Brasileira são provas documentais de seu merecimento como botânico e químico, tendo analisado para mais de seis mil plantas medicinais e feculentas. De colaboração com o seu digno e ilustre filho, farmacêutico Gustavo Peckolt, escreveu a História das Plantas Medicinais e Úteis do Brasil, em sete fascículos. (...). O Brasil era sua segunda pátria, a quem ele dedicava o amor mais acendrado. O seu nome era tão venerado na Europa, sobretudo na Alemanha, sua pátria, que muitos admiradores lhe ofereceram um esplêndido álbum, com as estampas de algumas plantas que ele estudou, gravadas, na capa, com fotografias da cidade de seu nascimento, da casa paterna, universidade onde estudou, etc.; com as assinaturas em autógrafo dos homens mais notáveis na química e na botânica, como prêmio de seus trabalhos importantíssimos”. (MOÇÃO, 1912, p.140-141)&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Produção intelectual&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Deixou uma vasta literatura médica, com cerca de 170 publicações, entre artigos em periódicos e livros, sendo 32 em português, 03 em inglês e 135 em alemão. Participou de diversos congressos nacionais e estrangeiros, em que vários de seus trabalhos foram considerados de grande relevo. Theodor Peckolt teve muitas de suas pesquisas publicadas nas principais revistas médicas alemãs: &#039;&#039;Archiv der Pharmacie Zeitschrift des Allgemeinen Deutschen Apotheker-Vereins&#039;&#039;, na qual publicou entre 1859 e 1865; &#039;&#039;Zeitschrift des Allgemeinen Oesterreichischen Apotheke&#039;&#039;r, entre 1865 e 1896, e &#039;&#039;Berichte der Deutschen Pharmazeutischen Gesellschaft&#039;&#039;, entre 1896 e 1911.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Produção:&amp;lt;br/&amp;gt; - “Notizen aus Brasilien, bis 1860”. Pharmacie in Brasilien 1851. &#039;&#039;Archiv der Pharmacie des Norddeutschen Apotheker Vereins&#039;&#039;.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Brasilianische Zollverhaeltnisse der Droguen. Brasilianische Nutzhoelzer”. &#039;&#039;Archiv der Pharmacie des Norddeutschen Apotheker Vereins&#039;&#039;., p.157-179, 1859.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Untersuchung der Wurzelrinde von Anchieta salutaris und Anchietin”. &#039;&#039;Archiv der Pharmacie des Norddeutschen Apotheker Vereins&#039;&#039;, p.271-274, 1859.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Ponceta end der en farbstoff”. &#039;&#039;Archiv der Pharmacie des Norddeutschen Apotheker Vereins&#039;&#039;, p.291-304, 1859.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Pflanzung, Kultur, Ernte und Bereitung des Orleans in Pará urucu von Bixa Orellana”. &#039;&#039;Archiv der Pharmacie des Norddeutschen Apotheker Vereins&#039;&#039;, p. 291-296, 1859.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Brasilianische Nutz-und Heilpflanzen 1851 bis 1860. Carnaubapalme”. &#039;&#039;Archiv der Pharmacie des Norddeutschen Apotheker Vereins&#039;&#039;.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Falva constructor Daudin - Vaginulus reclusus. Parycory. Orlean-bereitung und Kultur in Pará. Soaresia nitida Fr. All. Silvia navilium Fr.Urucurana”. &#039;&#039;Archiv der Pharmacie des Norddeutschen Apotheker Vereins&#039;&#039;.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Untersuchung des Holzes, der Rinde und des Harzes von Myrocarpus fastigiatus Fr. All.”. &#039;&#039;Archiv der Pharmacie des Norddeutschen Apotheker Vereins&#039;&#039;.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Undersuchung der Knolle und des Harzes von Ipomoea operculata”. &#039;&#039;Archiv der Pharmacie des Norddeutschen Apotheker Vereins&#039;&#039;.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Undersuchung des Gummi Sicopira. Bowdichia maior Mart.”. &#039;&#039;Archiv der Pharmacie des Norddeutschen Apotheker Vereins&#039;&#039;.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Coleção de Pharmacognosia e chimica orgânica enviada a Exposição Nacional de 1861”. Manuscrito.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Explicação sobre a coleção farmacognóstica e química da Exposição 1861 no Brasil e Inglaterra”. &#039;&#039;nach London laiteinisch&#039;&#039;.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O leite da Gamelleira – Leites vegetais em geral”. &#039;&#039;Gazeta Médica do Rio de Janeiro&#039;&#039;, p.20, 240- 243, 1863.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Vanilla. Die brasilianische Droguen-Ausstellung”. &#039;&#039;Archiv der Pharmacie des Norddeutschen Apotheker Vereins&#039;&#039;, 1861.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Undersuchung des Holzes von Andira anthelmintica”.&#039;&#039;Archiv der Pharmacie des Norddeutschen Apotheker Vereins&#039;&#039;, 1861.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Undersuchung von Euphorbia pulcherrima”. &#039;&#039;Archiv der Pharmacie des Norddeutschen Apotheker Vereins&#039;&#039;.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Croton erytraema Mart., Páo de Sangue, auch Sangue de Drago”. &#039;&#039;Archiv der Pharmacie des Norddeutschen Apotheker Vereins&#039;&#039;, p.291-304, 1861.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Untersuchung der Nuesse, Macis und Rinde von Myristica Becuhyba, Schott. 1861”. &#039;&#039;Archiv der Pharmacie des Norddeutschen Apotheker Vereins&#039;&#039;, 1861.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Untersuchung des Saftes (becuibablut) und Fettes ditto”. &#039;&#039;Archiv der Pharmacie des Norddeutschen Apotheker Vereins&#039;&#039;, 1861.&amp;lt;br/&amp;gt; - “ Untersuchung der Rinde und des Saftes (Sanguis draconis bras.) von Croton erythraema Mart.”.&#039;&#039;Archiv der Pharmacie des Norddeutschen Apotheker Vereins&#039;&#039;, p. 143-154, 1861.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Explicação sobre a coleção farmacognóstica e química da Exposição 1861 no Brasil e Inglaterra, &#039;&#039;nach London lateinisch&#039;&#039;.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Undersuchung des Milchsaftes von Urostigma doliaria und Doliarin”. &#039;&#039;Archiv der Pharmacie des Norddeutschen Apotheker Vereins&#039;&#039;, 1862.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Untersuchung des Cajugummi’s Bras. Traganth. Spondias venulosa”. &#039;&#039;Archiv der Pharmacie des Norddeutschen Apotheker Vereins&#039;&#039;, p. 44-52, 1862.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Untersuchung des holzes von Feuilia cordifolia, Feullin”. &#039;&#039;Archiv der Pharmacie des Norddeutschen Apotheker Vereins&#039;&#039;, p.219-226, 1862.&amp;lt;br/&amp;gt; -“Untersuchung der Wurzel von Trianosperma ficifolia M. und Trianospermin”.&#039;&#039;Archiv der Pharmacie des Norddeutschen Apotheker Vereins&#039;&#039;, p.104-115, 1863.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O leite da Gamelleria – Leite vegetaes em geral”. &#039;&#039;Gazeta Medica do Rio de Janeiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, n.20, p.240-243, 15 de outubro, 1863.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Untersuchung der Fruchthuelle und Sameu von Lecythis urnigera M. und Acidum lecythis-tanicum”. &#039;&#039;Archiv der Pharmacie des Norddeutschen Apotheker Vereins&#039;&#039;, p.83-93, 1864.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Do Prunus Brasiliensis, Cham.. Memória apresentada à Academia Imperial de Medicina, afim de obter o lugar de seu membro correspondente, 21 de março de 1864”. &#039;&#039;Gazeta Médica do Rio de Janeiro&#039;&#039;, &amp;amp;nbsp;8, p.85-87, 1864.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Untersuchung ueber die brasilianische Vanille”.&#039;&#039;Zeitschrift des Oesterr. Apotheker Vereins&#039;&#039;, 1865.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Die Mineralquellen Brasiliens”. Zeitschrift des Oesterr. Apotheker Vereins, 1865, 7, p.153-159, 1865. &amp;amp;nbsp;“Chemische Untersuchung von Prunus Brasiliensis”.&#039;&#039;Zeitschrift des Oesterr. Apotheker Vereins&#039;&#039;, 7, p.393-397, 1865.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Studien ueber die Seidenkapsein der Schmetterlinge Brasilensis”.&#039;&#039;Zeitschrift des Oesterr. Apotheker Vereins&#039;&#039;, 1865.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Untersuchung der Fruechte und des Harzes von Araucaria brasiliana Richt”. &#039;&#039;Archiv der Pharmacie des Norddeutschen Apotheker Vereins&#039;&#039;, 1865.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Untersuchung der Blaetter von Palicuria Margraffii und Palicurin etc&amp;quot;. &#039;&#039;Archiv der Pharmacie des Norddeutschen Apotheker Vereins&#039;&#039;, 1865.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Untersuchung der Knolle und Samen von Pachyrrhizus angulatus”. &#039;&#039;Zeitschrift des Oesterr. Apotheker Vereins&#039;&#039;, 1865.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Untersuchung des Massarandubabaumes. Lucuma procera M. und Massarandubin”. &#039;&#039;Zeitschrift des Oesterr. Apotheker Vereins&#039;&#039;, 1866.&amp;lt;br/&amp;gt; -“Chemische Untersuchungen der Fruchthuelle und des Haeutchen der Caffebohne”. &#039;&#039;Zeitschrift des Oesterr. Apotheker Vereins,&#039;&#039; 1866.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Studien ueber das Lophophytum mirabile”. &#039;&#039;Zeitschrift des Oesterr. Apotheker Vereins&#039;&#039;, 1866.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Untersuchung der Fruechte von Carpotroche brasiliensis Mart. et Znce, und Carpotochin”. &#039;&#039;Zeitschrift des Oesterr. Apotheker Vereins&#039;&#039;, 1866.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Untersuchung der fruechte und der Samen von Persea gratisima”. &#039;&#039;Zeitschrift des Oesterr. Apotheker Vereins&#039;&#039;, 1866.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Untersuchung der Angoniadarinde. Plumeria lancifolia Muell. Arg. Und Agoniadin”. &#039;&#039;Zeitschrift des Oesterr. Apotheker Vereins&#039;&#039;, [192], p. 34:40, 1866.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Catálogo explicativo da coleção farmacognosia e química orgânica enviado à Exposição de 1866”. Manuscrito. Rio de Janeiro, 1º de outubro de 1866.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Mitteilungen ueber Brasilien. – Geheimmittel Brasiliens. – Mein Garten. – Bras. Fachnachrichten. – Mineralquellen Brasiliens”.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Untersuchung der brasilianischen Suessholzwurzel. Periandra dulcis M.”. &#039;&#039;Zeitschrift des Oesterr. Apotheker Vereins&#039;&#039;, 3, p.49-53, 1867.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Untersuchung von Ferrerra spectabilis Fr. Allem. und Angelium”. &#039;&#039;Zeitschrift des Oesterr. Apotheker Vereins&#039;&#039;, 1868.&amp;lt;br/&amp;gt; -“Untersuchung der Ravenala madagascariensis”. &#039;&#039;Zeitschrift des Oesterr. Apotheker Vereins&#039;&#039;.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Carpotroche Brasiliensis von Dr. Theodor Peckolt”. &#039;&#039;Zeitschrift des Oesterr. Apotheker Vereins&#039;&#039;, 1868.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Análises de matéria médica brasileira”. pp 108. Rio de Janeiro: Laemmert &amp;amp; Cia., 1868.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Untersuchung der Agoniadarinde. Plumeria lancifolia Mül. Arg. Und Agoniadin&amp;quot;.&#039;&#039;Archiv der Pharmacie des Norddeutschen Apotheker Vereins&#039;&#039;, [2], p.142:40, 1870.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “História das plantas alimentares e de gozo no Brasil: contendo generalidades sobre a agricultura brasileira, a cultura, uso e composição chimica de cada uma delas”. v. 1. Rio de Janeiro: Eduardo &amp;amp; Henrique Laemmert, 1871.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Untersuchung des Holzes von Tecoma Ipé M. und Chrysophan-saeure”. &#039;&#039;Zeitschrift des Oesterr. Apotheker Vereins&#039;&#039;, 1873.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Untersuchung des aetherischen Oeles von Zanthoxylon Peckoltianum”. &#039;&#039;Zeitschrift des Oesterr. Apotheker Vereins&#039;&#039;, 1873.&amp;lt;br/&amp;gt; - “História das plantas alimentares e de gozo no Brasil: contendo generalidades sobre a agricultura brasileira, a cultura, uso e composição chimica de cada uma delas”. v.2. Rio de Janeiro: Eduardo &amp;amp; Henrique Laemmert, 1874.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Holzraute: Arruda do mato”. &#039;&#039;Zeitschrift des Oesterr. Apotheker Vereins&#039;&#039;, 1875.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Studien ueber das brasilianische Medizinalwesen”. &#039;&#039;Zeitschrift des Oesterr. Apotheker Vereins&#039;&#039;, 1876.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Untersuchung der Rinde von Cassia bijuga Vog. und Chrysophansaeure”. &#039;&#039;Zeitschrift des Oesterr. Apotheker Vereins&#039;&#039;, 1876.&amp;lt;br/&amp;gt; - “História das plantas alimentares e de gozo no Brasil: contendo generalidades sobre a agricultura brasileira, a cultura, uso e composição chimica de cada uma delas”. v.3. Rio de Janeiro: Eduardo &amp;amp; Henrique, 1877.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Monographia do milho e da mandioca, sua história, variedaddes, cultura, uso, composição chimica, etc., principalmente em relação às variedades cultivadas no Brazil”. Rio de Janeiro: Typ. Universal de E. S. H. Laemmert, 1878.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Untersuchung der Caroba (Sparattosperma, Cinco folhas) und seines wiksamen Elementes”.&#039;&#039;Zeitschrift des Oesterr. Apotheker Vereins&#039;&#039;, 1878.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Untersuchungen der Fruechte, Rinde u. Blaetter von Prunus spaerocarpa und Blausaeure”.&#039;&#039;Zeitschrift des Oesterr. Apotheker Vereins&#039;&#039;, 1878.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Untersuchung der Wurzelrinde von Bowdichia maior Mart. Und Siroporin”.&#039;&#039;Zeitschrift des Oesterr. Apotheker Vereins&#039;&#039;, 1878.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Untersuchung der Rinde und des Holzes von Myroxylum peruferum Linn. fil. Aeth. oel. Bals. peruv. bras. und Myroxylin”. &#039;&#039;Zeitschrift des Oesterr. Apotheker Vereins&#039;&#039;, 1879.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Untersuchung des Milchsaftes der Fruechte, Blaetter etc. von Carica papaya L. und Papayotin”. &#039;&#039;Zeitschrift des Oesterr. Apotheker Vereins&#039;&#039;, 1879.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Untersuchung von Scybalium fungiforme Sch et Eichl”. &#039;&#039;Zeitschrift des Oesterr. Apotheker Vereins&#039;&#039;, 1880.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Untersuchung von Helosis guyananensis Sch.”. &#039;&#039;Zeitschrift des Oesterr. Apotheker Vereins&#039;&#039;, 1880.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Untersuchung von Lophophytum mirable Sch.”. &#039;&#039;Zeitschrift des Oesterr. Apotheker Vereins&#039;&#039;, 1880.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Jacutupé”. &#039;&#039;Zeitschrift des allg. Oesterr. Apotheker Vereins&#039;&#039;, 13, p.139-197; 14, p. 209-213,1880.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Untersuchung der Wurzelrinde von Timbó. Lonchocarpus Peckolti Wawra u. Timboin”. &#039;&#039;Zeitschrift des Oesterr. Apotheker Vereins&#039;&#039;, 1881.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Untersuchung der Blaetter von Caroba. Jacarandá procera u. Carobin, acidum carobicum”. &#039;&#039;Zeitschrift des Oesterr. Apotheker Vereins&#039;&#039;, 1881.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Nahrungs und Genussmittel Brasiliens (Einleitung)”. &amp;amp;nbsp;&#039;&#039;Zeitschrift des Oesterr. Apotheker Vereins&#039;&#039;.[s.d.].&amp;lt;br/&amp;gt; - “Schlangenantidot”. &#039;&#039;Zeitschrift des Oesterr. Apotheker Vereins&#039;&#039;, 1881.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Volksnamen der brasilianischen Pflazen”. s/d.&#039;&#039;Zeitschrift des Oesterr. Apotheker Vereins&#039;&#039;. [s.d.].&amp;lt;br/&amp;gt; - “Stickstofftabelle der brasilianischen Nahrhrungspflanzen”. &#039;&#039;Zeitschrift des Oesterr. Apotheker Vereins&#039;&#039;. [s.d.].&amp;lt;br/&amp;gt; - “História das plantas alimentares e de gozo no Brasil: contendo generalidades sobre a agricultura brasileira, a cultura, uso e composição chimica de cada uma delas”. v.4. Rio de Janeiro: Eduardo &amp;amp; Henrique Laemmert, 1882.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Estudos sobre a Arruda do Mato”. &#039;&#039;Gazeta Médica Brasileira&#039;&#039;, &amp;amp;nbsp;n.1, p.6-8, março, 1882.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Estudos sobre o Jacatupé”. &#039;&#039;Gazeta Médica Brasileira&#039;&#039;, n. 3, 87-89, abril, 1882.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Estudos sobre o Jacatupé”. &#039;&#039;Gazeta Médica Brasileira&#039;&#039;, n. 4, 152-154, abril, 1882.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Estudos sobre o Jacatupé”. &#039;&#039;Gazeta Médica Brasileira&#039;&#039;, n. 6, p. 236-239,maio, 1882.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Die Jaborandi-Arten brasiliens”. &#039;&#039;Pharm. Centralhalle von Dr. Hager&#039;&#039;, 1882.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Caroba”. &#039;&#039;Pharm. Centralhalle von Dr. Hager&#039;&#039;, 1882.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Die Droguensammlung der brasilianischen Austellung von Gustav Peckolt”. &#039;&#039;Zeitschrift des Oesterr. Apotheker Vereins&#039;&#039;, 1882.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Monographie des Cafés”.&#039;&#039;Zeitschrift des Oesterr. Apotheker Vereins&#039;&#039;, 1883.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Die Namen der brasilianischen Nahrungsmittel”. &#039;&#039;Zeitschrift des Oesterr. Apotheker Vereins&#039;&#039;, 1883.&amp;lt;br/&amp;gt; - &amp;quot;Jacutupe”. &#039;&#039;Bot. Jahresber&#039;&#039;, 8(1), p. 451-452, 1883.&amp;lt;br/&amp;gt; - “História das plantas alimentares e de gozo no Brasil: contendo generalidades sobre a agricultura brasileira, a cultura, uso e composição chimica de cada uma delas”. v.5. Rio de Janeiro: Eduardo &amp;amp; Henrique Laemmert, 1884.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Die Namen der brasilianischen Thee’s”.&#039;&#039;Zeitschrift des Oesterr. Apotheker Vereins&#039;&#039;, 1884.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Die Namen des Matés”. &#039;&#039;Zeitschrift des Oesterr. Apotheker Vereins&#039;&#039;, 1884.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Die Namen des Café”. 178 Seiten. Rio de Janeiro: Laemmert &amp;amp; Cia., 1884.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Die Namen der Cara-Arten. Dioscorreen”. &#039;&#039;Zeitschrift des Oesterr. Apotheker Vereins&#039;&#039;, 1885.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Untersuchung der Fruechte u. Samen v. Eriobatrya Japonica Lindl u. Blausaeure”. &#039;&#039;Zeitschrift des Oesterr. Apotheker Vereins&#039;&#039;, 1885.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Papo de Anjo (Carpotroche Brasiliensis)”. &#039;&#039;Revista Pharmaceutica, periódico do Instituto Pharmaceutico do Rio de Janeiro,&#039;&#039; 6, p.92-94, 1887.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Papo de Anjo (Carpotroche Brasiliensis)”. &#039;&#039;Revista Pharmaceutica, periódico do Instituto Pharmaceutico do Rio de Janeiro&#039;&#039;, 7, p.107-108, 1887.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Papo de Anjo (Carpotroche Brasiliensis)”. &#039;&#039;Revista Pharmaceutica, periódico do Instituto Pharmaceutico do Rio de Janeiro&#039;&#039;, 8, p.121-122, 1887.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Papo de Anjo (Carpotroche Brasiliensis)”. &#039;&#039;Revista Pharmaceutica, periódico do Instituto Pharmaceutico do Rio de Janeiro&#039;&#039;, 9, p.138-140, 1887.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Cinco Folhas”. &#039;&#039;Revista Pharmaceutica, periódico do Instituto Pharmaceutico do Rio de Janeiro&#039;&#039;, 11, 1887. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Parreira Brava”. &#039;&#039;Revista Pharmaceutica, periódico do Instituto Pharmaceutico do Rio de Janeiro&#039;&#039;, 12, 1887.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “História das plantas medicinaes e uteis do Brazil contendo a descripção botânica, cultura, partes usadas, composição chimica, seu emprego em diversas moléstias, usos industriaes, etc.”. Por Theodoro e Gustavo Peckolt. v. 1. Rio de Janeiro: Typ. Laemmert, 1888.&amp;lt;br/&amp;gt; - “História das plantas medicinaes e uteis do Brazil contendo a descripção botânica, cultura, partes usadas, composição chimica, seu emprego em diversas moléstias, usos industriaes, etc.”. v. 2. Rio de Janeiro: Typ.Laemmert, 1889.&amp;lt;br/&amp;gt; - “História das plantas medicinaes e uteis do Brazil contendo a descripção botânica, cultura, partes usadas, composição chimica, seu emprego em diversas moléstias, usos industriaes, etc.”. v. 3. Rio de Janeiro: Typ. Laemmert, 1890.&amp;lt;br/&amp;gt; - “História das plantas medicinaes e uteis do Brazil contendo a descripção botânica, cultura, partes usadas, composição chimica, seu emprego em diversas moléstias, usos industriaes, etc.”. &amp;amp;nbsp;Por Theodoro e Gustavo Peckolt. v. 4. Rio de Janeiro: Companhia Typ. do Brazil, 1891.&amp;lt;br/&amp;gt; - “História das plantas medicinaes e uteis do Brazil contendo a descripção botânica, cultura, partes usadas, composição chimica, seu emprego em diversas moléstias, usos industriaes, etc.”. v. 5. Rio de Janeiro: Typ. Laemmert, 1893.&amp;lt;br/&amp;gt; - &amp;quot;Ueber brasilianische Bienen”. Die Natur, V. K. Mueller, Halle a. S. 42 Jhrg. 93, 579, 81.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Ueber brasilianische Bienen”. Die Natur, V. K. Mueller, Halle a. S. 43 Jhrg. 94, p. 87-91; p. 223-225; p. 233-234.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Anacardium occidentale Linné&amp;quot;, &#039;&#039;Zeitschrift des Oesterr. Apotheker Vereins&#039;&#039;, 19, 20, 21, 22, 1893.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Ueber Vitis sessilifolia Baker&amp;quot;. &#039;&#039;Zeitschrift des Oesterr. Apotheker Vereins&#039;&#039;, 1893.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Ueber brasilianische Wespen”. Die Kultur. Jahrg. p. 268-71;318-9, 1894.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Geissospermum Vellosii Fr. All”. &#039;&#039;Zeitschrift des Oesterr. Apotheker Vereins&#039;&#039;, &amp;amp;nbsp;34, 35, 1896.&amp;lt;br/&amp;gt; - “História das plantas medicinais e uteis do Brazil contendo a descripção botânica, cultura, partes usadas, composição chimica, seu emprego em diversas moléstias, usos industriaes, etc.”. v. 6. Rio de Janeiro: Typ.Laemmert, 1896.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Eriobotrya japonica Lindl. Japanische Mispel”. &#039;&#039;Zeitschrift des Oesterr. Apotheker Vereins&#039;&#039;, 1, 1896.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Nutz u. Heilpflanzen Brasiliens Monimiaceae”. &#039;&#039;Berichte der Deutschen Pharmazeutischen Gesellschaft&#039;&#039;. Heft 4 u. 6, p.93-97, 1896.&amp;lt;br/&amp;gt; - &amp;quot;Nutz u. Heilpflanzen Brasiliens Magnoliaceae, Winteraceae”. &#039;&#039;Berichte der Deutschen Pharmazeutischen Gesellschaft.&#039;&#039; Heft 4 u. 6, p.157-164, 1896.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Medicinal Plants of Brazil”.Reprint from &#039;&#039;Phram. Rev.&#039;&#039;, 14, n.4, abril, 1896.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Medicinal Plants of Brazil”. &#039;&#039;Lauraceae.Pharm. Archives. &#039;&#039;v.I, n.4. [s.d.].&amp;lt;br/&amp;gt; - &amp;quot;Heil u Nutzpflanzen Brasiliens aus der Familie der Nymphaeaceae, Cruciferae, Sauvagesiaceae und Droseraceae”. &#039;&#039;Berichte der Deutschen Pharmazeutischen Gesellschaft.&#039;&#039; Heft 3,6,7,9, 283-289, 1897.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Heilpflanzen Brasiliens aus der Familie der Violaceae&amp;quot;. &#039;&#039;Berichte der Deutschen Pharmazeutischen Gesellschaft.&#039;&#039; Heft 3, 6, 7, 9 , p.97-105, 1897.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Heilpflanzen Brasiliens aus der Familie der Gutiferae”. &#039;&#039;Berichte der Deutschen Pharmazeutischen Gesellschaft. &#039;&#039;Heft 3, 6, 7, 9, p.228-245, 1897.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Heil-und Nutzpflanzen Brasiliens aus der Familie der Anonaceae”. &#039;&#039;Berichte der Deutschen Pharmazeutischen Gesellschaft&#039;&#039;. Heft 3, 6, 7, 9, p.450-470, 1897.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Medicinal Plants of Brazil”. &#039;&#039;Nictaginaceae Pharmaceutical Review Publisching Co. Milwaukee, Pharmaceutical science series. Monographs&#039;&#039;, v.15, n. 4, 1897.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Medicinal Plants of Brazil”. (Oreodaphne und Nectandra-Arten) &#039;&#039;Pharmaceutical Review Publisching Co. Milwaukee, Pharmaceutical science series. Monographs&#039;&#039;, v.15, ns.7 e 8, 1897.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Medicinal Plants of Brazil”. &#039;&#039;Pharmaceutical Review Publisching Co. Milwaukee, Pharmaceutical science series. Monographs&#039;&#039;, v.15, n.12, 1897.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Volksbenennungen der brasilianischen pflazen und produkte der selbenin brasilianischen (portugiesischer) und der von Tupisprache adorptiten namen”. &#039;&#039;Pharm. Archiv,&#039;&#039; I, p. 237-248, 1898.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Heil-und. Nutzpflanzen Brasiliensis aus der Familie der Capparidaceae”. &#039;&#039;Berichte der Deutschen Pharmazeutischen Gesellschaft&#039;&#039;. Heft 2,5,7,10, p.41-46, 1898.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Heil-und Nutzpflanzen Brasiliensis aus der Familie der Anacardiaceae”. &#039;&#039;Berichte der Deutschen Pharmazeutischen Gesellschaft.&#039;&#039; Heft 2, 5, 7, 10, p.152-171, 1898.&amp;lt;br/&amp;gt; - “ Heil-und Nutzpflanzen Brasiliensis aus der Familie der Tiliaceae und Papaveraceae”. &#039;&#039;Berichte der Deutschen Pharmazeutischen Gesellschaft. &#039;&#039;Heft 2, 5, 7, 10, p.281-289, 1898.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Heil-und Nutzpflanzen Brasiliensis aus der Familie der Simaruibaceae und Burseraceae”. &#039;&#039;Berichte der Deutschen Pharmazeutischen Gesellschaft.&#039;&#039; Heft 2, 5, 7, 10, p.427-444, 1898.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Volksbenennungen der brasilianischen pflazen und produkte der selbenin brasilianischen (portugiesischer) und der von Tupisprache adorptiten namen”. &#039;&#039;Pharm. Archiv,&#039;&#039; II, p. 50-60, 1899.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Heil-und Nutzpflanzen Brasiliensis. Flacourtiaceae”. &#039;&#039;Berichte der Deutschen Pharmazeutischen Gesellschaft&#039;&#039;. Heft 6, 7, 9, p.162-174, 1899.&amp;lt;br/&amp;gt; - “História das plantas medicinaes e uteis do Brazil contendo a descripção botânica, cultura, partes usadas, composição chimica, seu emprego em diversas moléstias, usos industriaes, etc.”. v. 7. Rio de Janeiro: Typ. Laemmert, 1899.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Heil-und Nutzpflanzen Brasiliensis Humiriaceae, Linaceae, Oxidaceae”. &#039;&#039;Berichte der Deutschen Pharmazeutischen Gesellschaft.&#039;&#039;Heft 6, 7, 9, p.43-49, 1899.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Heil-und Nutzpflanzen Brasiliensis. Bixaceae”. &#039;&#039;Berichte der Deutschen Pharmazeutischen Gesellschaft&#039;&#039;. Heft 6, 7, 9, p.73-84, 1899.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Heil-und Nutzpflanzen Brasiliensis. Gentinaceae”. &#039;&#039;Berichte der Deutschen Pharmazeutischen Gesellschaft.&#039;&#039; Heft 6, 7, 9, p.222-232, 1899.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Heil-und Nutzpflanzen Brasiliensis. Rutaceae”. &#039;&#039;Berichte der Deutschen Pharmazeutischen Gesellschaft.&#039;&#039; Heft 6, 7, 9, p.326-362, 1899.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Heil u. Nutzpflanzen Brasiliensis. Sterculiaceae”. &#039;&#039;Berichte der Deutschen Pharmazeutischen Gesellschaft.&#039;&#039; Heft 3, 5, 6, 7, 9, p.52-61, 1900.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Heil u. Nutzpflanzen Brasiliensis., Sterculiaceae”. &#039;&#039;Berichte der Deutschen Pharmazeutischen Gesellschaft.&#039;&#039; Heft 3, 5, 6, 7, 9, p.115-123, 1900.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Heil u. Nutzpflanzen Brasiliensis., Bombaceae”.&#039;&#039;Berichte der Deutschen Pharmazeutischen Gesellschaft.&#039;&#039; Heft 3, 5, 6, 7, 9, p.154-171, 1900.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Heil u. Nutzpflanzen Brasiliensis, Malvaceae”. &#039;&#039;Berichte der Deutschen Pharmazeutischen Gesellschaft&#039;&#039;. Heft 3, 5, 6, 7, 9, p.265-271, 1900.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Heil u. Nutzpflanzen Brasiliensis., Malvaceae”. &#039;&#039;Berichte der Deutschen Pharmazeutischen Gesellschaft.&#039;&#039; Heft 3, 5, 6, 7, 9, p.417-423, 1900.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Estudo botanico, pharmacológico e therapeutico sobre a Muyrapuama. (&#039;&#039;Ptychopetalum olcoides Benth&#039;&#039;)”. 4º Congresso Brasileiro de Medicina e Cirurgia. 1900. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1901.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Estudo botanico, pharmacologico e terapeutico sobre a sicopira vermelha (&#039;&#039;Bowdichia virguloides, H.B.K&#039;&#039;.)”. 4º Congresso Brasileiro de Medicina e Cirurgia. 1900. &amp;amp;nbsp;Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1901.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Heil u. Nutzpflanzen Brasiliensis. Olelacaceae”. &#039;&#039;Berichte der Deutschen Pharmazeutischen Gesellschaft&#039;&#039;. Heft 1, 2, 4, p.40-47, 1901.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Heil u. Nutzpflanzen Brasiliensis, Marograviaceae, Pontederiaceae, Caprifoliaceae, Calyceraceae, Zygophillaceae, Pittosporaceae, Halorhagidaceae, Hydrophyllaceae, Cunoniaceae”. &#039;&#039;Berichte der Deutschen Pharmazeutischen Gesellschaft&#039;&#039;. Heft 1, 2, 4, p.94-100, 1901.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Heil u. Nutzpflanzen Brasiliensis, Crassulaceae, Saxifragaceae, Loasaceae, Dichapetalaceae, Plumbaginaceae, Plantaginaceae, Aizoaceae, Trigoniaceae, Caryphillaceae, Euriocaulaceae”. &#039;&#039;Berichte der Deutschen Pharmazeutischen Gesellschaft. &#039;&#039;Heft 1, 2, 4, p.203-212, 1901.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Heil u. Nutzpflanzen Brasiliensis, Meliaceae”. &#039;&#039;Berichte der Deutschen Pharmazeutischen Gesellschaft. &#039;&#039;Heft 1, 2, 4, p.317-324, 1901.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Heil u. Nutzpflanzen Brasiliensis, Sapindaceae”. &#039;&#039;Berichte der Deutschen Pharmazeutischen Gesellschaft.&#039;&#039; Heft 1, 2, 4, p.350-369, 1901.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Heil u. Nutzpflanzen Brasiliensis., Pullinea (Guaraná)”. &#039;&#039;Berichte der Deutschen Pharmazeutischen Gesellschaft.&#039;&#039; Heft 1, 2, 4, p.441-452, 1901.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Heil u. Nutzpflanzen Brasiliensis. Lecythidaceae”. &#039;&#039;Berichte der Deutschen Pharmazeutischen Gesellschaft.&#039;&#039; Heft 6, 9, 1902.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Heil u. Nutzpflanzen Brasiliensis. Lecythidaceae”. &#039;&#039;Berichte der Deutschen Pharmazeutischen Gesellschaft.&#039;&#039; Heft 6, 9, 1902.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Heil u. Nutzpflanzen Brasiliensis. Allophilus”. &#039;&#039;Berichte der Deutschen Pharmazeutischen Gesellschaft&#039;&#039;. Heft 6, 9, p.103-112, 1902.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Heil u. Nutzpflanzen Brasiliensis. Boraginaceae”. &#039;&#039;Berichte der Deutschen Pharmazeutischen Gesellschaft. &#039;&#039;Heft 6, 9, p.130-140, 1902.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Heil u. Nutzpflanzen Brasiliensis. Hippocrataceae”. &#039;&#039;Berichte der Deutschen Pharmazeutischen Gesellschaft&#039;&#039;. Heft 6, 9, p.194-200, 1902.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Heil u. Nutzpflanzen Brasiliensis”. &#039;&#039;Berichte der Deutschen Pharmazeutischen Gesellschaft.&#039;&#039; Heft 6, 9, p.231-248, 1902.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Heil u. Nutzpflanzen Brasiliensis. Connaraceae”. &#039;&#039;Berichte der Deutschen Pharmazeutischen Gesellschaft. &#039;&#039;Heft 6, 9, p.443-452, 1902.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Heil-und Nutzpflanzen Brasiliensis. Myrtaceae”. &#039;&#039;Berichte der Deutschen Pharmazeutischen Gesellschaft. &#039;&#039;Heft 1, 4, 7, p.21-38, 1903.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Heil u. Nutzpflanzen Brasiliensis. Myrtaceen”. &#039;&#039;Berichte der Deutschen Pharmazeutischen Gesellschaft.&#039;&#039; Heft 1, 4, 7, p.128-138, 1903.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Heil u. Nutzpflanzen Brasiliensis. Myrtaceae, Caricaceae”. &#039;&#039;Berichte der Deutschen Pharmazeutischen Gesellschaft.&#039;&#039; Heft 1, 4, 7, p.339-374, 1903.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Heil u. Nutzpflanzen Brasiliensis. Euphorbiaceae”. &#039;&#039;Berichte der Deutschen Pharmazeutischen Gesellschaft.&#039;&#039; Heft 6, 7, p.183-202, 1905.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Heil u. Nutzpflanzen Brasiliensis. Euphorbiaceae”. &#039;&#039;Berichte der Deutschen Pharmazeutischen Gesellschaft.&#039;&#039; Heft 6, 7, p.225-244, 1905.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Heil u. Nutzpflanzen Brasiliensis. Euphorbiaceae (Mandioca)”.&#039;&#039;Berichte der Deutschen Pharmazeutischen Gesellschaft.&#039;&#039; Heft 1, 5, 6, p.22-36, 1906.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Heil u. Nutzpflanzen Brasiliensis. Euphorbiaceae”. &#039;&#039;Berichte der Deutschen Pharmazeutischen Gesellschaft&#039;&#039;. Heft 1, 5, 6, p.176-192, 1906.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Heil u. Nutzpflanzen Brasiliensis”. &#039;&#039;Berichte der Deutschen Pharmazeutischen Gesellschaft&#039;&#039;. Heft 1, 5, 6, p.231-248, 1906.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Heil u. Nutzpflanzen Brasiliensis. Connaraceae”. &#039;&#039;Berichte der Deutschen Pharmazeutischen Gesellschaft.&#039;&#039; Heft 1, 5, 6, p.443-452, 1906.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Volksbenennungen der brasilianischen pflazen und produkte der selbenin brasilianischen (portugiesischer) und der von Tupisprache adorptiten namen”. Milwaukee: &#039;&#039;Pharmaceutical Review Publisching Co.&#039;&#039;, 252 págs., 1907.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Heil u. Nutzpflanzen Brasiliensis. Solanaceae”. &#039;&#039;Berichte der Deutschen Pharmazeutischen Gesellschaft.&#039;&#039;, p.31-45, 1909.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Heil u. Nutzpflanzen Brasiliensis. Solinaceae (2)”. &#039;&#039;Berichte der Deutschen Pharmazeutischen Gesellschaft&#039;&#039;., p. 180-201, 1909.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Heil u. Nutzpflanzen Brasiliensis. Fumo”. &#039;&#039;Berichte der Deutschen Pharmazeutischen Gesellschaft&#039;&#039;, p.292-314, 1909.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Heil u. Nutzpflanzen Brasiliensis. Passiflloraceae”. &#039;&#039;Berichte der Deutschen Pharmazeutischen Gesellschaft&#039;&#039;, p.343-361, 1909.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Heil u. Nutzpflanzen Brasiliensis. Apocynaceae”. &#039;&#039;Berichte der Deutschen Pharmazeutischen Gesellschaft&#039;&#039;., p.529-556, 1909.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Heil u. Nutzpflanzen Brasiliensis. Combutaceae”. &#039;&#039;Berichte der Deutschen Pharmazeutischen Gesellschaft&#039;&#039;., p.273-279, 1911.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Heil u. Nutzpflanzen Brasiliensis. Bigononiaceae”. B&#039;&#039;erichte der Deutschen Pharmazeutischen Gesellschaft.&#039;&#039;, p. 346-363, 1911.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Heil u. Nutzpflanzen Brasiliensis. Caryocaraceae (Pequi)”. &#039;&#039;Berichte der Deutschen Pharmazeutischen Gesellschaft.&#039;&#039;, p.363-367, 1911.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Heil u. Nutzpflanzen Brasiliensis. Myrtaceae”. &#039;&#039;Berichte der Deutschen Pharmazeutischen Gesellschaft.&#039;&#039;, 1, 4, 7, 1913.&amp;lt;br/&amp;gt; - “História das plantas medicinaes e úteis do Brazil: contendo a descripção botânica, cultura, partes usadas, composição chimica, seu emprego em diversas moléstias, usos industriaes, etc.” v. 8. Rio de Janeiro: Papelaria Modelo, 1914 (póstuma).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- ALMANAK Administrativo, Mercantil e Industrial da Côrte e Província do Rio de Janeiro para o anno de 1866 fundado por Eduardo von Laemmert. Rio de Janeiro: Em Casa dos Editores-Proprietarios Eduardo &amp;amp; Henrique Laemmert, 1866. &#039;&#039;&#039;Almanak Laemmert (1844-1889).&#039;&#039;&#039; Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 20 mai. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://ddsnext.crl.edu/titles/88?terms&amp;amp;item_id=1291#?c=4&amp;amp;m=22&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=1&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1283,-1,4612,3254 http://ddsnext.crl.edu/titles/88?terms&amp;amp;item_id=1291#?c=4&amp;amp;m=22&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=1&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1283%2C-1%2C4612%2C3254]&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - ANDRADE, Alfredo de. História do Laboratório Químico do Museu. &#039;&#039;Revista da Sociedade Brasileira de Química&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.XVIII, ns.1-4, jan./dez. 1949. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BN|BN]])&amp;lt;br/&amp;gt; - ANDRADE, Alfredo Antonio de.&#039;&#039;&#039;O Museu Nacional e a Difusão da Chimica&#039;&#039;&#039;. Rio de Janeiro: Typologia do Museu Nacional, 1922. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#MN|MN]])&amp;lt;br/&amp;gt; - [DOCUMENTOS – Theodor Peckolt]. Maço 144, doc. 7044, [d15po4] e Maço 144, doc. 7044, [d15 p03]. Arquivo da Casa Imperial do Brasil (POB). s.d. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#AMI|AMI]])&amp;lt;br/&amp;gt; - DROGARIA e Laboratorio de Productos Chimicos de T. Peckolt &amp;amp; C. In: Almanak Administrativo, Mercantil e Industrial da Côrte e da Capital da Província do Rio de Janeiro com os municípios de Campos e de Santos para o anno de 1872 fundado e redigido por Eduardo von Laemmert. Notabilidades p.21-22. Rio de Janeiro: Em Casa dos Editores-Proprietarios E.&amp;amp; H.Laemmert, 1872. &#039;&#039;&#039;Almanak Laemmert (1844-1889).&#039;&#039;&#039; Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 20 mai. 2020. Online. Disponível na Internet: [http://ddsnext.crl.edu/titles/88?terms&amp;amp;item_id=1291#?c=0&amp;amp;m=28&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=1109&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1385,0,4945,3488 http://ddsnext.crl.edu/titles/88?terms&amp;amp;item_id=1291#?c=0&amp;amp;m=28&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=1109&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1385%2C0%2C4945%2C3488]&amp;lt;br/&amp;gt; - IHERING, Hermann von. Necrológio do Dr. Theodoro Peckolt. &#039;&#039;Revista da Flora Medicinal&#039;&#039;, Rio de Janeiro, p.108-127, [1912].&amp;lt;br/&amp;gt; - MOÇÃO inserta na Ata da sessão de 23-9-912 da Soc. Nac. de Agricultura. &#039;&#039;Revista da Flora Medicinal&#039;&#039;, Rio de Janeiro, p.108-127, 1912.&amp;lt;br/&amp;gt; - PECKOLT, Theodoro. &#039;&#039;&#039;Catálogo explicativo da colecção farmacognosia e de química orgânica enviado à Exposição Nacional de 1866.&#039;&#039;&#039; Manuscrito. Rio de Janeiro, 1º de outubro de 1866. &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BN|BN]])&amp;lt;br/&amp;gt; - SANTOS, Nadja Paraense dos. Theodor Peckolt: a produção científica de um pioneiro da fitoquímica no Brasil.&#039;&#039;História, Ciências, Saúde-Manguinhos&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.12, n.2, p.515-33, mai./ago.2005. Capturado em 20 mai. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[https://www.scielo.br/pdf/hcsm/v12n2/17.pdf https://www.scielo.br/pdf/hcsm/v12n2/17.pdf]&amp;lt;br/&amp;gt; - SANTOS, Nadja Paraense dos; PINTO, Angelo C.; ALENCASTRO, Ricardo Bicca de. Theodoro Peckolt: naturalista e farmacêutico do Brasil Imperial. &#039;&#039;Química Nova&#039;&#039;, São Paulo, v. 21, n. 5, p.666-670, set./out. 1998. &amp;amp;nbsp;Capturado em 20 mai. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[https://www.scielo.br/pdf/qn/v21n5/2942.pdf https://www.scielo.br/pdf/qn/v21n5/2942.pdf]&amp;lt;br/&amp;gt; - SANTOS, Nadja Paraense dos. Theodoro Peckolt – a carreira abrangente de um pioneiro da fitoquímica no Brasil. 26ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Química (Poços de Caldas, MG, 26 a 29 de maio de 2003). &amp;amp;nbsp;Capturado em 20 mai. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[https://www.iq.ufrj.br/notaveisdaquimica/theodoro-peckolt/ https://www.iq.ufrj.br/notaveisdaquimica/theodoro-peckolt/]&amp;lt;br/&amp;gt; - SANTOS FILHO, Lycurgo de Castro. &#039;&#039;&#039;História Geral da Medicina Brasileira. v.2.&#039;&#039;&#039; São Paulo: Hucitec/Edusp, 1977. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes de informação#BCCBB|BCCBB]])&amp;lt;br/&amp;gt; - THEODORO Peckolt. In: BLAKE, Augusto Victorino Alves Sacramento. &#039;&#039;&#039;Diccionario Bibliographico Brazileiro. Setimo volume. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1902. pp.258-262. In: Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin. Acervo Digital. &amp;amp;nbsp;Capturado em 19 ago. 2020. Online. Disponível na Internet: [https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/5452 https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/5452]&amp;lt;br/&amp;gt; - TSCHUDI, J. J. von. &#039;&#039;&#039;Viagem às províncias do Rio de Janeiro e São Paulo.&#039;&#039;&#039; Belo Horizonte: Itatiaia; São Paulo: EDUSP, 1980. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#IFCS-UFRJ|IFCS-UFRJ]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa – Brian Kigler Corrêa Ramos.&amp;lt;br/&amp;gt; Redação – Brian Kigler Corrêa Ramos, Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Consultor – Nadja Paraense dos Santos.&amp;lt;br/&amp;gt; Colaborador - Oswaldo Theodoro Peckolt.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; Revisão - Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Forma de citação&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Dicionário Histórico-Biográfico das Ciências da Saúde no Brasil (1832-1970)&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    [[Category:Verbetes]] [[Category:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Rachel.froes</name></author>
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	<entry>
		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=PAIVA,_MANUEL_JOAQUIM_HENRIQUES_DE&amp;diff=1570</id>
		<title>PAIVA, MANUEL JOAQUIM HENRIQUES DE</title>
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		<updated>2023-08-24T18:14:51Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Rachel.froes: /* Forma de citação */ alteração data rodapé&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Outros nomes e/ou títulos:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;[[PAIVA,_MANOEL_JOAQUIM_HENRIQUES_DE|Paiva, Manoel Joaquim Henriques de]]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Manuel Joaquim Henriques de Paiva nasceu na cidade de Castelo Branco, região da Beira Baixa (Portugal), em 23 de dezembro de 175, e faleceu em 10 de março de 1829, na cidade de Salvador (Bahia). Doutorou-se em medicina na Universidade de Coimbra em 1781. Foi boticário no Hospital Real Militar e Ultramar, no Rio de Janeiro, professor da cadeira de farmácia na Faculdade de Filosofia da Universidade de Coimbra (1801), e lente da cadeira de farmácia, matéria médica e terapêutica da Academia Médico-Cirúrgica da Bahia (1824). Autor da obra &amp;quot;Preservativo das bexigas e de seus terríveis estragos ou historia da origem e descobrimento da vaccina, dos seus effeitos ou symptomas, e do methodo de fazer a vaccinação&amp;quot; (1801).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Dados pessoais&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Manuel Joaquim Henriques de Paiva nasceu na cidade de Castelo Branco, região da Beira Baixa (Portugal), em 23 de dezembro de 1752. Era filho do boticário português Antônio Ribeiro de Paiva, que era natural da Vila de São Vicente da Beira, e de Isabel Henriques Aires, também de naturalidade portuguesa. Pelo lado materno, era sobrinho do boticário João Henriques de Paiva. Antônio Ribeiro Paiva, seu pai, era sobrinho de médico e escritor português Antônio Nunes Ribeiro Sanches (1699-1782), e obteve carta de cirurgia em 1744, tendo atuado como boticário no Hospital Real Militar e Ultramar, na cidade do Rio de Janeiro. José Henriques Ferreira, um de seus irmãos, foi comissário do físico-mor e médico do presídio na cidade de Salvador (Bahia), primeiro médico do Hospital Real Militar e Ultramar, no Rio de Janeiro, e físico do Senado da Câmara e da Saúde. Seu outro irmão, Francisco Antônio Ribeiro de Paiva, foi professor de zoologia e mineralogia em Coimbra.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi Fidalgo da Casa Real, e Cavaleiro Professo da Ordem de Cristo (1803).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Faleceu em 10 de março de 1829, na cidade de Salvador (província da Bahia).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Trajetória profissional&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Antônio Ribeiro Paiva, pai de Manuel Joaquim Henriques de Paiva, foi perseguido e preso em 1746 pela Inquisição portuguesa, por ser cristão-novo, tendo sido libertado em 1747, quando foi residir na Vila de Castelo Branco, localidade onde Manuel Joaquim nasceu. Antonio Nunes Ribeiro Sanches, tio de Antonio Ribeiro Paiva, foi preso em 1746, assim como ocorreu com João Henriques de Paiva, tio de Manuel Joaquim Henriques de Paiva, que foi preso pelo Santo Ofício, no Brasil, em 1747.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Segundo Bella Herson (1996), José Henriques Ferreira, irmão de Manuel Joaquim Henriques de Paiva, veio para o Brasil, em 1763, juntamente com o 2º Marquês de Lavradio, Luís de Almeida Portugal Soares de Mascarenhas, como seu médico, e posteriormente, em 1769, teria trazido para o Brasil, primeiramente para a cidade de Salvador, o pai, Antônio Ribeiro de Paiva, e o próprio Manuel Joaquim Henriques de Paiva, então com dezessete anos de idade. Alguns anos depois, a família Paiva foi para a cidade do Rio de Janeiro, e nesta Manuel Joaquim Henriques de Paiva obteve a carta de boticário em 16 de junho de 1770, após prestar os exames perante um júri composto pelo físico-mor do reino, José Henriques Ferreira, seu irmão, e por três boticários, João Pereira da Silva, Domingos Antônio de Sousa e Damião Cosme da Costa. Nesta época trabalhou como boticário no &amp;lt;u&amp;gt;[[HOSPITAL_REAL_MILITAR_E_ULTRAMAR|Hospital Real Militar e Ultramar]]&amp;lt;/u&amp;gt;.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No Rio de Janeiro, aprendeu botânica com Frei José Mariano da Conceição Vellozo, o qual, em 1829, conferiu a denominação de Paiva a uma planta do gênero sabicea, em sua homenagem.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Sua família, e especialmente seu irmão José Henriques Ferreira, desejava que Manuel Joaquim Henriques de Paiva realizasse seus estudos em uma universidade européia. Para tanto teria escrito para Antônio Nunes Ribeiro Sanches, então residente na cidade de Paris, buscando aconselhar-se a este respeito, tendo em vista suas preocupações para o caso de Manuel Joaquim realizar seus estudos na Universidade de Coimbra, onde estaria sujeito às ameaças da Inquisição às famílias de cristãos-novos (HERSON, 1996). Entretanto, Manuel Joaquim Henriques de Paiva foi mesmo para Coimbra, em setembro de 1772, e lá procurou ingressar na faculdade de medicina, atendendo as exigências estipuladas pelos novos estatutos da Universidade de Coimbra, como a habilitação em latim, grego, filosofia, francês e inglês. Porém não pode freqüentar regularmente as aulas, pois estaria sendo investigado pela Inquisição. A Inquisição procurou instaurar processos contra diversos estudantes da Universidade de Coimbra, e entre estes estava Manuel Joaquim Henriques de Paiva, considerado pelos inquisidores como um dos mais “libertinos”:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Digo-o sem sentimentos puros de Religião [...] discorrendo aos erros formais contra o dogma, e dando todo o estilo para adulterarem a boa e Santa disciplina da Igreja Católica Romana [...] afirmando o comedor dos presuntos nas noites de uma Quaresma inteira [...] informando os Senhores Inquisidores, que, com freqüência, dizia ter Portugal falta de liberdade e que sua vontade era sair do País e ir para a Holanda ou Inglaterra onde em Londres vivia bem estabelecido seu tio. [...] como se isso ainda fosse pouco, o procurador Moller, furioso, volta a chamar-lhe libertino e sócio de um danado conciliábulo, depois de afirmar que na sua casa e presença se produziam argumentos contra a imortalidade da alma [...] e por fim está requerendo que os Inquisidores mandassem passar as ordens necessárias para que o delato Manuel Joaquim Henriques de Paiva seja preso nos cárceres secretos do Santo Ofício, e lhe fosse constituído processo nos termos regimentais”. (Apud. HERSON, 1996, p.215)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No período em que estudava em Coimbra, promoveu em sua casa algumas reuniões de acadêmicos com o objetivo de divulgar a ciência e os métodos científicos, iniciativa esta que ficou sendo conhecida como Sociedade de Celas, ou Sociedade dos Mancebos Patriotas, e que foi considerada pelo promotor da Inquisição um dos motivos para processo inquisitorial (HERSON, 1996). Entretanto, Manuel Joaquim Henriques de Paiva acabou não sendo detido pelo Santo Ofício, pois saiu de Coimbra, ainda em 1779.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Na Universidade de Coimbra, onde se matriculou no curso de medicina em 23 de dezembro de 1776, e mesmo com todos os contratempos, as inúmeras faltas e os períodos acadêmicos interrompidos, conseguiu estudar anatomia humana por meio de lições práticas em cadáveres e animais, de operações cirúrgicas, e provar sua freqüência. Diplomou-se em medicina naquela universidade em 1781, quando estabeleceu sua residência em Belém, na rua dos Sapateiros, próximo ao Arco da Bandeira, em Lisboa (BARRETO, 2005).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Entre os anos de 1773 e 1777 foi demonstrador do laboratório químico e de história natural na Faculdade de Filosofia, na qual depois viria a ser lente de filosofia. A indicação para o cargo de demonstrador teria sido feita por Domingos Vandelli (1730-1816), lente de química e chefe do Laboratório de Química da Universidade de Coimbra, à Congregação da Faculdade de Filosofia (FILGUEIRAS, 1991). Segundo Giffoni (1954), entre 1777 e 1778 Manuel Joaquim Henriques de Paiva teria clinicado na freguesia de Caparica, na região de Almada. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1795 foi nomeado médico da Casa Real. Posteriormente, e ainda em Portugal, foi encarregado da administração do armazém e da botica da Marinha Real (2/07/1800), e professor da cadeira de farmácia (1801), então anexada à Faculdade de Filosofia da Universidade de Coimbra.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Manuel Joaquim Henriques de Paiva, após doutorar-se em medicina, viajou para a França, onde praticou no laboratório de Joseph Louis Gay-Lussac (1778-1850), químico e médico francês, em Paris.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Posteriormente retornou para Portugal, estabelecendo-se em Lisboa, onde foi médico da Real Câmara, Censor Régio da Mesa do Desembargo do Paço, e deputado ordinário da Real Junta do Protomedicato, para o qual foi nomeado em 14 de junho de 1803. Foi diretor do Dispensário Farmacêutico e professor de farmácia da Real Casa Pia de Lisboa, a partir da indicação de Diogo Inácio de Pina Manique (1733-1805), magistrado português e intendente-geral da polícia (GIFFONI, 1954).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi nomeado, em 14 de setembro de 1805, lente proprietário da cadeira de farmácia, anexa à Faculdade de Filosofia da Universidade de Coimbra.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em Lisboa, em 1808, Manuel Joaquim Henriques de Paiva foi acusado de liberal e simpático a Napoleão I, tendo sido encarcerado em 13 de dezembro de 1808, demitido de todos os seus cargos em 24 de março de 1809, e condenado ao exílio. Foi anistiado por Carta Régia do Príncipe-Regente D. João, em 22 de maio de 1816, e recuperou seus cargos e honrarias pelo decreto de 6 de fevereiro 1818.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Retornou, então, ao Brasil, estabelecendo-se na cidade de Salvador (província da Bahia), onde foi acolhido pelo farmacêutico Agostinho Dias Lima e residiu até 1829. Em 29 de novembro de 1819 o governador e capitão geral da capitania da Bahia, Conde de Palma, emitiu uma carta régia autorizando Manuel Joaquim Henriques de Paiva a estabelecer uma cadeira de farmácia, para a qual seriam admitidos alunos do curso médico-cirúrgico. Márcia Helena M. Ferraz (1997) destaca que não existem maiores informações quanto ao local e funcionamento desta cadeira criada em 1819, mas sabe-se que, em 1824, esta foi incorporada à [[ACADEMIA_MÉDICO-CIRÚRGICA_DA_BAHIA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Médico-Cirúrgica da Bahia&amp;lt;/u&amp;gt;]] com a fusão das cadeiras de matéria médica e farmácia.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1822 naturalizou-se como brasileiro (GIFFONI, 1954).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi nomeado, em 28 de maio de 1824, lente da cadeira de farmácia, matéria médica e terapêutica na [[ACADEMIA_MÉDICO-CIRÚRGICA_DA_BAHIA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Médico-Cirúrgica da Bahia&amp;lt;/u&amp;gt;]], tendo tomado posse em 8 de julho de 1824. &amp;amp;nbsp;As aulas e atividades eram realizadas nas dependências do Convento de Santa Teresa:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Não dispondo o Collegio de commodos apropriados, pois a Santa Casa não os possuia, para as lições praticas, lembrou-se elle da espaçosa botica, laboratório do convento de Santa Thereza, o qual ainda podia ceder um salão e o terreno inculto annexo ao mesmo, onde, sem inconveninetes para os membros da ordem, poderia ministrar o ensino que lhe foi confiado. O prior do convento não oppoz a menor objecção, e o Dr. Paiva para ahi transferiu a sua cathedra e os utensílios que possuía, adquiridos à sua custa, desde 1820, quando lhe foi permettido aqui ficar e exercer a sua profissão”. (PEREIRA, 1923, p.20-21)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Sua atuação como professor da [[ACADEMIA_MÉDICO-CIRÚRGICA_DA_BAHIA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Médico-Cirúrgica da Bahia&amp;lt;/u&amp;gt;]] foi seu último cargo público. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Por ocasião da epidemia de sarampo no país, no início do século XIX, propôs a vacinação geral das crianças por inoculação, de acordo com o que se adotara no caso da varíola, isto é, esfregando-se a pele com as escamas obtidas na época da descamação, e como preconizara o médico Francis Home (1719-1813), de Edimburgo (SANTOS FILHO, 1991, v.1).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Publicou, em 1801, a obra “Preservativo das bexigas e de seus terríveis estragos ou historia da origem e descobrimento da vaccina, dos seus effeitos ou symptomas, e do methodo de fazer a vaccinação”. Esta obra foi dedicada ao Príncipe Regente e tinha como objetivo a divulgação da vacinação pelo processo de Edward Jenner (1749-1823), o qual segundo Manuel Joaquim Henriques de Paiva &amp;quot;possui a singularíssima virtude de preservar para sempre do terrível mal das bexigas, contágio o mais destruidor do género humano, e que leva à sepultura maior número de infelizes que a peste, assaltando a vida do homem e todas as suas idades, mormente na infancia, tempo em que rouba milhares e milhares de meninos, que poderiam ainda vir a ser utilíssimos à sociedade&amp;quot; (Apud. PITA, 2009, p. 97).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1772, Manuel Joaquim Henriques de Paiva, juntamente com seu pai, Antônio Ribeiro de Paiva, e seu irmão, médico e clínico José Henriques Ferreira, participou da fundação da Academia Científica do Rio de Janeiro, também denominada Sociedade de História Natural do Rio de Janeiro, ou Academia de Ciências e História Natural, ou Academia Fluviense Médica, Cirúrgica, Botânica, Farmacêutica, considerada a primeira associação no país a dedicar-se às pesquisas sobre ciências naturais. Nesta associação dirigiu a seção de farmácia, da qual participavam José Pereira Amarante, Manuel Joaquim Bandeira, Tadeu Pereira do Lago e Antônio Bandeira de Gouveia. Nesta associação apresentou memória, como o estudo sobre a jalapa e o cacto, e o sobre uma planta por ele referida como Lavradio, celebrando o mecenas da Academia. Organizou juntamente com seu irmão José Henriques Ferreira, um “Hortário Brasiliense”, que foi enviado pela Academia Científica à Real Academia Sueca.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi membro da Academia das Ciências de Estocolmo, da Academia de Medicina de Madrid, da Sociedad Económica de Harlem, e da Académie de Sciences de Upsala (Suécia), por indicação do botânico sueco Karl von Linnée (1707-1778). Participou também da Academia Real das Sciencias, de Lisboa, da qual “retirou-se em 1787 por desgostos que o feriram nessa corporação” (BLAKE, 1900, p.114). &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A partir de 1788 foi colaborador e editor do Jornal &#039;&#039;Encyclopedico &#039;&#039;(BLAKE, 1900), periódico que circulou em Lisboa, entre 1779 e 1806.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Os naturalistas Johann Baptist von Spix (1781-1827) e Karl Friedrich Philipp von Martius (1794-1868), em sua obra “Viagem pelo Brasil: 1817-1820”, se referem a Manuel Joaquim Henriques de Paiva como um “distinto médico clínico, conhecido pela sua variada atividade científica em assuntos de medicina prática, matéria médica, botânica e química” (SPIX, 1981, p.150).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Lycurgo de Castro Santos Filho destaca que Manuel Joaquim Henriques de Paiva foi um fecundo escritor e “possuidor da mais volumosa bagagem científica dentre os médicos que residiram no Brasil” (SANTOS FILHO, 1991, v.1). Possuía uma importante biblioteca, publicou várias obras suas e foi autor de traduções e adaptações de tratados médicos e obras de história natural, de autores como Joseph Jacob Plenck (1738-1807), Samuel-August Tissot (1728-1797), William Buchan (1729-1805), Melchior Adam Weikard (1742-1803), Samuel Foart Simmons (1750-1813), Antoine-François de Fourcroy (1755-1809), John Brown (1735-1788), Giovanni Antonio Scopoli (1723-1788), Karl von Linné (1707-1778) e Mathurin Jacques Brisson (1723-1806). Promoveu, também, uma das últimas edições do manual português intitulado “Exame de Sangradores, que em forma de diálogo ensina aos mestres o que devem perguntar, e aos discípulos o que se compreende na arte de sangrar”, de autoria de Manuel José da Fonseca, publicado pela primeira vez em Lisboa, em 1745.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A trajetória de Manuel Joaquim Henriques de Paiva, destaca João Rui Pita, foi “além da química, da botânica e outras áreas científicas, foi o principal divulgador médico e farmacêutico de finais do século XVIII e do início do século XIX” (PITA, 2009, p.92).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Produção intelectual&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Dissertatio medica de actione vesicantium in corpus vivum in aphorismos digesta,etc.”. Madrid, 1776.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Instituições de cirurgia theorica e pratica que comprehendem a physiologia e a pathologia geral e particular”. Lisboa: Officina de Fillipe da Silva e Azevedo, 1780-1786.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Directorio para saber o modo, e o tempo de administrar o alkalino volatil fluido nas asphyxias, ou mortes apparentes, nos afogados, nas apoplexias, nas mordeduras de viboras, de lacráos e outros insectos, nas queimaduras, na raiva, e outras muitas enfermidades”. Lisboa: Regia Officina Typographica, 1782.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Elementos de chimica e pharmacia relativamente à medicina, às artes e ao commercio”. Lisboa: Na Impressão da Academia das Sciencias, 1783; 1786.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Pharmacopéa lisbonense ou collecção dos simplices, preparações e composições mais efficazes e de maior uso”. Lisboa: Officina de Fillipe da Silva e Azevedo, 1785; 1802.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Methodo novo e facil de applicar o mercurio nas enfermidades venereas com uma hypothese nova da acção do mesmo mercurio nas vias salivares pelo Dr. José Jacob Plenck”. Tradução do latim em português. Lisboa: Offic. Patriarchal, 1785.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Os ultimos momentos de Maria Thereza, imperatriz da Allemanha”. Tradução do francês. Lisboa: [s.n.], 1785.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Discurso critico, em que se mostra o damno que tem feito aos doentes, e aos progressos da medicina em todos os tempos, a introducção e uso de remedios de segredo, e composições occultas, não só pelos charlatões, e vaga-mundos, mas tambem pelos medicos, que os tem imitado Medicina”. Por José Henriques Ferreira e Manuel Joaquim Henriques de Paiva.Lisboa: Offic. de Fillipe da Silva e Azevedo, 1785.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Instituições de cirurgia theorica e pratica que comprehendem a physiologia e a pathologia geral e particular, extrahidas do Compendio das instituições de cirurgia e de outras obras do dr. José Jacob Plenck, e notavelmente accrescentadas”. Lisboa: [s.n.], 1786.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Doutrina das enfermidades venereas do dr. José Jacob Plenck”. Tradução do latim para o português, ilustrada e acrescentada com notas e a relação dos principais métodos de curar as doenças venéreas, recopilada das observações feitas e publicadas por ordem do Ministério da França acerca dos vários métodos de administrar o mercúrio por Dr. Horne e com as cautelas que se devem usar na administração do mercúrio pelo Dr. Duncan, traduzidas do francês e inglês. Lisboa: Offic. de Felippe da Silva e Azevedo, 1786.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Aviso ao povo sobre a asphyxias ou mortes apparentes e sobre os socorros que convem aos afogados, às crianças recem-nascidas com apparencia de mortas e aos suffocados por uma paixão vehemente d´alma, pelo frio ou pelo calor excessivo, pelo fumo do carvão e pelos vapores corruptos dos cemitérios, poços, cloacas, canos, prisões.” Lisboa: [s.n.], 1786.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Divisão methodica dos animaes mamaes conforme a distribuição de Scopoli”. Lisboa: [s.n.], 1786.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Divisão methodica dos animaes mamaes conforme o methodo de Linneu”. Lisboa: [s.n.], 1786.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Divisão methodica dos quadrupedes conforme o methodo de mr. Brisson”. Lisboa: [s.n.], 1786.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Divisão methodica das aves conforme o methodo de Scopoli”. Lisboa: [s.n.], 1786.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Divisão methodica das aves conforme o methodo de mr. Brisson”. Lisboa: [s.n.], 1786.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Divisão methodica das aves conforme o methodo de Linneu”. Lisboa: [s.n.], 1786.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Divisão dos amphibios de Linneu”. Lisboa: [s.n.], 1786&amp;lt;br/&amp;gt; - “Divisão methodica dos amphibios conforme o methodo de Scopoli”. Lisboa: [s.n.], 1786.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Divisão methodica dos peixes conforme o methodo de Gouan”. Lisboa: [s.n.], 1786.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Divisão methodica dos peixes conforme o methodo de Scopoli”. Lisboa: [s.n.], 1786.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Aviso ao povo acerca de sua saude por mr.Tissot”. Tradução para o português, e acrescentado com notas, ilustrações e um tratado das enfermidades mais freqüentes de que não tratou Dr. Tissot na referida obra. Lisboa: [s.n.], 1786.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Memoria chimico-agronomica sobre quaes são os meios mais convenientes de supprir a falta de estrumes nos logares onde é difficil havel-os”. Lisboa: [s.n.], 1787.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Aviso ao povo ou summario dos preceitos mais importantes concernentes à criação das crianças, de differentes profissões e officios, aos alimentos e bebidas, ao ar, ao exercício, ao somno, aos vestidos, à intemperança, à limpeza, ao contagio, às paixões”. Lisboa: Offic. Morazziana, 1787.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Aviso ao povo ou signaes e symptomas das pessoas envenenadas com venenos corrosivos, como seneca, solimão, verdete, cobre, chumbo, etc., e dos meios de as soccorrer”. Lisboa: Offic. Morazziana, 1787.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sumário dos preceitos mais importantes concernentes è educação das crianças, às diferentes profissões e ofícios”. Lisboa: [s.n.], 1787.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Medicina domestica, ou tratado de prevenir e curar as enfermidades, com o regimento e medicamentos simplices, escrito em inglês pelo dr.Guilherme Buchan, traduzido em português com várias notas e observações &amp;amp;nbsp;concernentes ao clima de Portugal e do Brasil, com o receituário correspondente, e um apêndice sobre os hospitais navais”. Lisboa: Officina Morazziana / Typographia Rollandiana, 1788.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Memorias de Agricultura, premiadas pela Academia Real das Sciencias de Lisboa em 1787 e 1788”. Lisboa: Officina da Real Academia das Sciencias, 1788-1791.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Provisão do desembargo do paço de 15 de fevereiro de 1785, na qual se concedeu faculdade á Camara da villa de Almada, de augmentar o partido do medico da mesma villa, e condições que o medico do referido partido é obrigado a cumprir na conformidade da dita provizão”. Lisboa: Officina Morazziana, 1788.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Observações praticas sobre a tisica pulmonar, escriptas em inglez pelo dr. Samuel Foart Simmons”. Tradução em latim pelo dr. Van-Zandiche, e em português acrescentadas com notas e observações. Lisboa: Officina dos Herdeiros de Domingos Gonçalves, 1789.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Memorias de história natural, de chimica, de agricultura, artes e medicina, lidas na Academia Real das Sciencias”. Lisboa: Typographia Nunesiana, 1790.&amp;lt;br/&amp;gt; - Tradução de “Methodo de restituir a vida às pessoas apparentemente mortas por afogamento ou suffocação, recommendado pela sociedade humanitaria de Londres, e descripção e figura do respirador de Mudge com a maneira de usar delle”. Lisboa: Typ. Nunesiana, 1790.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Collecção de alguns casos ou observações de medicina”. Lisboa: [s.n.], 1790.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Maximas geraes sobre agricultura, industria e commercio”. Lisboa: [s.n.], 1790.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Descripção da dedaleira, ou digitalis”. Lisboa: [s.n.], 1790.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Tratado theorico e pratico das chagas, precedido de hum ensaio sobre o tratamento cirurgico da inflammação e suas consequencias; e terminando por huma dissertação acerca dos tumores brancos das articulações”. Lisboa: João Procopio Correa de Silva, 1790.&amp;lt;br/&amp;gt; - Tradução de “Methodo seguro e facil de curar o gallico por J. J. Gardone, traduzido em vulgar para servir de supplemento ao Aviso ao povo, do dr. Samuel-August Tissot e à Doutrina das enfermidades venereas, do dr. Plenck”. Lisboa: Offic. de Antonio Gomes, 1791.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Pharmacopea Collegii Regalis Medicorum Londinenses. Additamentis et animadversionilms aucta, ab Emmanuele Joachino Henriquio de Paiva”. Lisboa: Ex-Typographia Regalis Academiae Scientiarum Olisiponenesis, 1791.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Instituições ou Elementos de Farmácia, extraidos dos de Baumé, e reduzidas a novo método pelo doutor José Francisco Leal, lente de Matéria Médica, e Instituições Médico-cirúrgicas na universidade de Coimbra, para uso das suas preleções acadêmicas, e, em benefício dos Alunos de Medicina e Farmácia da mesma universidade, ilustradas e acrescentadas com a vida do sobredito professor, e publicadas por Manuel Joaquim Henriques de Paiva, médico em Lisboa”. Lisboa: na Oficina de Antônio Gomes, 1792. &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Curso de medicina theorica e pratica, destinado para os cirurgiões que andam embarcados ou que não estudaram nas universidades”. Lisboa: Typ. Silviana, 1792.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Exposição dos meios chimicos para purificar o ar das embarcações, isto é, de destruir as particulas malignas que resistem aos meios mecanicos e de conhecer a existencia das particulas malignas na atmosphera”. Lisboa: [s.n.], 1798.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Tratado theorico e pratico das chagas, precedido de hum ensaio sobre o tratamento cirurgico da inflammação e suas consequencias; e terminado por huma dissertação acerca dos tumores brancos das articulações.... de Benjamin Bell”. Traduzido em portuguez com varias annotações por Manoel Joaquim Henriques de Paiva. Lisboa: João Procopio Correa da Silva, [1798-1806].&amp;lt;br/&amp;gt; - “Chave da pratica medico-browniana ou conhecimento do estado esthenico e asthenico predominante nas enfermidades, pelo dr. Melchior Adam Weikard, trasladado em italiano pelo dr. Luis Frank, em hespanhol com um compendio de theoria browniana pelo dr. Vicente Mitjavilla e Fisonel, e em linguagem com algumas notas”. Trad. Para o português por Manuel Joaquim Henriques de Paiva. Lisboa: Officina de Simão Thaddeo Ferreira, 1800-1807.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Divisão das enfermidades, feita segundo os principios do systema de Brown, ou nosologia browniana pelo dr. Valeriano Luís Brera, trasladada em hespanhol com um discurso preliminar sobre a nosologia, pelo dr. Vicente Mitjavilla e Fisonel. Lisboa: Officina de Simão Thaddeo Ferreira, 1800-1807.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Memoria em que se prova que as feridas de pelouro ou de armas de fogo são por si innocentes e simples a sua cura...tirada de Castelhano em linguagem e augmentada com algumas notas por Manoel Joaquim Henriques de Paiva”. De. Paulo Antonio Ibarrola. Lisboa: João Procópio Correa da Silva, 1800.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Novo, facil e simples methodo de curar as feridas do pelouro”. Lisboa: [s.n.], 1801.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Philosofia chimica ou verdades fundamentaes da chimica moderna, dispostas em ordem por Antoine-François Fourcroy, tiradas do francez em linguagem e accrescentadas de notas e de axiomas apanhados dos ultimos descobrimentos”. Lisboa: Offic. de João Procopio Correa da Silva, 1801; 1816.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Preservativo das bexigas e de seus terríveis estragos ou historia da origem e descobrimento da vaccina, dos seus effeitos ou symptomas, e do methodo de fazer a vaccinação”. Lisboa: Offic. Patr. de Joaõ Procopio Correa da Silva, 1801.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Exposição de Manuel Joaquim Henriques de Paiva sobre a administração do armazém das boticas da Marinha Real, de que é director, enviando as contas dos medicamentos do mês de Agosto”. Lisboa, 01/09/1801.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Tratado theorico e pratico das chagas, precedido de hum ensaio sobre o tratamento cirurgico da inflammação e suas consequencias; e terminado por huma dissertação acerca dos tumores brancos das articulações, por Benjamin Bell, traduzido da quarta edição ingleza e augmentado com muitas notas e illustrações”. Lisboa: Offic. Patr. de João Procopio Correia da Silva, 1802.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Compendio das enfermidades venereas, pelo dr. J.F. Fritez, traduzido e accrescentado com notas&amp;quot;” Lisboa: Officina de Antonio Rodrigues Galhardo, 1802.&amp;lt;br/&amp;gt; -“Noticias dos mappas synopticos de chimica, para servirem de resumo às lições dadas sobre esta sciencia nas escolas de Paris, por Antoine-François de Fourcroy, vertidas em linguagem e accrescentadas.” Lisboa: [s.n.], 1802.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Tábuas sinópticas de Química, de Fourcroy”. Lisboa: [s.n.], 1802.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Bosquejo sobre a physiologia ou sciencia dosphenomenos do corpo humano no estado de saude”. Lisboa: [s.n.], 1803.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Reflexões sobre a communicação das enfermidades contagiosas por mar e sobre aas quarentenas que se fazem em alguns paizes”. Lisboa: Offic. de João Procopio Corrêa da Silva, 1803.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Ensaio sobre a nova doutrina de Brown em forma de carta por M. Rizo, de Constantinopla, vertido em linguagem”. Lisboa: Nova Officina de João Rodrigues Neves, 1807.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Pharmacopea naval ou colleção dos medicamentos simples e compostos que cumpre haver nas boticas dos navios”. Lisboa: [s.n.], 1807.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Fundamentos botanicos de Carlos Linneu, que expoem em forma de aphorismos a thoeria da sciencia botanica, vertidos do latim em portuguez, illustrados e augmentados”. Lisboa: [s.n.], 1807.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; -“Indagações Physiologicas sobre a Vida e a Morte por Xavier Bichat”. Rio de janeiro: [s.n.], 1812. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Da febre e da sua cura em geral ou novo e seguro methodo de curar facilmente por meio dos acidos mineraes todas as especies de febres, pelo dr.Gotofredo Cristiano Reich, traduzido do allemão em francez pelo dr. Marc e do francez para o portuguez com anotações” . Bahia: Typ. de Manoel Antonio da Silva Serva, 1813.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Memória sobre a excellencia, virtudes e uso medicinal da verdadeira agua de Inglaterra da invenção do dr. J. de Castro Soares, actualmente preparada por José Joaquim de Castro”. Bahia: Typ. de Manuel Antonio da Silva Serva, 1815. &amp;amp;nbsp;(2°&amp;amp;nbsp;ed. em Lisboa, em 1816).&amp;lt;br/&amp;gt; - “Memória sobre a encephalocelle”. Bahia: [s.n.], 1815.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Prospecto de um systema de medicina simplicissimo ou illustração e confirmação da nova doutrina medica de Brown, pelo dr. Melchior Adam Weikard, traduzido do allemão em italiano pelo dr.J. Frank. Bahia: Typ. de Manuel Antonio da Silva Serva, 1816.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Filosofia Química ou verdades fundamentais da química moderna, de Fourcroy”. Rio de Janeiro: [s.n.], 1816.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Manual de medicina e cirurgia pratica, fundado sobre o systema de Brown, pelo dr. Melchior Adam Weikard, tradução livre da 2ª edição allemã em italiano pelo dr.Brera e tirada em linguagem com anotações” . Bahia: Typ. de Manoel Antonio da Silva Serva, 1818-1819.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Diccionario de botanica”. Bahia: [s.n.], 1819.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Extracto e traducções de medicina, chimica e pharmacia”. [s.l.]: [s.n.], [s.d.].&amp;lt;br/&amp;gt; - “Catalogos das plantas medicinaes brasileiras com breves descripções das mesmas e seus usos medicos”. [s.l.]: [s.n.], [s.d.].&amp;lt;br/&amp;gt; - “Alguns rudimentos de um dispensatorio brasileiro”. [s.d.]: [s.n.], [s.d.].&amp;lt;br/&amp;gt; - “Extractos de diversos autores, de uma historia brasileira”. [s.d.]: [s.n.], [s.d.].&amp;lt;br/&amp;gt; - “Discurso Farmacêutico por Manoel Joaquim Henriques de Paiva, diretor da Farmácia da Academia”. [Rio de Janeiro]: [s.n.], [1772].&amp;lt;br/&amp;gt; - “Lições elementares de tinturaria das lans”. &#039;&#039;Jornal Encyclopédico&#039;&#039;. Lisboa: [s.n.], [s.d.].&amp;lt;br/&amp;gt; - “Observações sobre o uso da Saponaria oficinal e do Astragalus excapus nas enfermidades venéreas, tradução de Jurine e Guerin”. Lisboa: [s.n.], [s.d.].&amp;lt;br/&amp;gt; - “Observações sobre uma estratégia periódica, curada por meio do azougue”. Lisboa: [s.n.], [s.d.].&amp;lt;br/&amp;gt; - “Memória do descobrimento da Ichtyocolla vulgarmente chamada de Cola, Goma ou Grude de Peixe”. Lisboa: [s.n.], [s.d.].&amp;lt;br/&amp;gt; - “Relação dos principais métodos de tratar as doenças venéreas, de Morne”. [s.l.]: [s.n.], [s.d.].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Manuel Joaquim Henriques de Paiva, além das obras elencadas, dirigiu as publicações “Novo Dicionário francês-português”, “Exame de Sagradores” (Manoel José da Fonseca), “Tísica Pulmonar” (Samuel Simmons), “Discurso Crítico” (José Henrique Ferreira), “”Farmacopéia Londinensis”, “Elementos de Farmácia” (Antoine Baumé) e publicou, em 1807, um catálogo de suas obras completas (GIFFONI, 1954).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1853, Emilio Joaquim da Silva Maia ofereceu ao Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro os seguintes manuscritos de Manuel Joaquim Henriques de Paiva:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Parte de sua correspondência particular e scientifica. Em 6 de maio.&amp;lt;br/&amp;gt; Extractos e traducções de medicina, chimica e farmácia.&amp;lt;br/&amp;gt; Catalogo de plantas medicinaes brazileiras com breves descripções das mesmas e seus usos médicos.&amp;lt;br/&amp;gt; Alguns rudimentos de um dispensário brazileiro.&amp;lt;br/&amp;gt; Parte extrahida de diversos autores de uma historia natural brazileira.&amp;lt;br/&amp;gt; Um manuscripto de Francisco Antonio de Sampaio, licenciado na Cachoeira em 1782, intitulado - Historia dos reinos vegetal, animal e mineral pertencentes à medicina”. (MAIA, 1853, p.627)&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Estes manuscritos foram doados pelo Instituto Histórico e Geográfico à Sociedade Farmacêutica Brasileira, e de acordo com Giffoni (1954) a associação não os teria publicado.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- ABREU, Jean Luiz Neves.&#039;&#039;&#039;O Corpo, a Doença e a Saúde: o saber médico luso-brasileiro no século XVIII. &#039;&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;Tese (Doutorado em História) - Programa de Pós-Graduação em História, Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas/UFMG, Belo Horizonte, 2006. Capturado em 20 mai. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[https://repositorio.ufmg.br/handle/1843/VCSA-6XWMHK https://repositorio.ufmg.br/handle/1843/VCSA-6XWMHK]&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - BARRETO, Maria Renilda Nery. &#039;&#039;&#039;A medicina luso-brasileira: instituições, médicos e populações enfermas em Salvador e Lisboa (1808–1851).&#039;&#039;&#039; Tese (Doutorado em História das ciências) - Programa de Pós-Graduação em História das Ciências e da Saúde, Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz, Rio de Janeiro, 2005. Capturado em 20 mai. 2020. Online. Disponível na Internet: [https://www.arca.fiocruz.br/handle/icict/6142?locale=es https://www.arca.fiocruz.br/handle/icict/6142?locale=es]&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - FERRAZ, Márcia Helena Mendes. &#039;&#039;&#039;As ciências em Portugal e no Brasil (1772-1822): o texto conflituoso da química. &#039;&#039;&#039;São Paulo: EDUC, 1997. &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;br/&amp;gt; - FILGUEIRAS, Carlos A. L. As vicissitudes da ciência periférica: a vida e obra de Manuel Joaquim Henriques de Paiva. &#039;&#039;Química Nova&#039;&#039;, São Paulo, v.14, n.2, p.133-141, 1991. Capturado em 20 mai. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[https://bibliotecaquimicaufmg2010.files.wordpress.com/2012/02/manoel-joaquim-henriques-de-paiva.pdf https://bibliotecaquimicaufmg2010.files.wordpress.com/2012/02/manoel-joaquim-henriques-de-paiva.pdf]&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - GIFFONI, O. Carneiro. &#039;&#039;&#039;Presença de Manoel Joaquim Henriques de Paiva na medicina luso-brasileira do século XVIII.&#039;&#039;&#039; Separata do II Congresso Brasileiro de História da Medicina (Recife 1953). São Paulo: [s.n.], 1954. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;br/&amp;gt; - HERSON, Bella.&#039;&#039;&#039;Cristãos-novos e seus descendentes na medicina brasileira (1500-1850). &#039;&#039;&#039;São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 1996. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BN|BN]])&amp;lt;br/&amp;gt; - MAIA, Emilio Joaquim da Silva. Relação dos manuscriptos offerecidos em 1853.&#039;&#039;Revista do Instituto Histórico e Geographico do Brazil&#039;&#039;, 3ª serie, n.9, p.627, 1º trimestre de 1853. &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#IHGB|IHGB]])&amp;lt;br/&amp;gt; - MANOEL Joaquim Henriques de Paiva. In: BLAKE, Augusto Victorino Alves Sacramento. &#039;&#039;&#039;Diccionario Bibliographico Brazileiro. Sexto volume. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1900. pp.113-119. &amp;amp;nbsp;In: Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin. Acervo Digital. &amp;amp;nbsp;Capturado em 20 mai. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/5451 https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/5451]&amp;lt;br/&amp;gt; - PEREIRA, Antonio Pacifico. &#039;&#039;&#039;Memória sobre a Medicina na Bahia. Elaborada para o Centenário da Independência da Bahia 1823-1923. &#039;&#039;&#039;Bahia: Imprensa Official do Estado, 1923. &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;br /&amp;gt; - PITA, João Rui. Manuel Joaquim Henriques de Paiva: um luso-brasileiro divulgador de ciência. O caso particular da vacinação contra a varíola. &#039;&#039;Mnme. Revista de Humanidades, &#039;&#039;Caicó, Rio Grande do Norte, v.10, n.26, p.91-102, jul./dez.2009. Capturado em 20 mai. 2020. Online. Disponível na Internet: https://periodicos.ufrn.br/mneme/article/download/10/7&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br /&amp;gt; - RIBEIRO, Lourival. Medicina no Brasil Colonial. Rio de Janeiro: [Editorial Sul Americana], 1971. &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;br /&amp;gt; - SANTOS FILHO, Lycurgo de Castro. &#039;&#039;&#039;História geral da medicina brasileira. v.1. &#039;&#039;&#039;São Paulo: HUCITEC: Editora da Universidade de São Paulo, 1991. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - SANTOS FILHO, Lycurgo de Castro. &#039;&#039;&#039;História geral da medicina brasileira. v.2. &#039;&#039;&#039;São Paulo: HUCITEC: Editora da Universidade de São Paulo, 1991. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;br/&amp;gt; - SPIX, Johann Baptist vom; MARTIUS, Carl Friedrich Philipp von. &#039;&#039;&#039;Viagem pelo Brasil: 1817-1820. &#039;&#039;&#039;São Paulo: Ed. da Universidade de São Paulo, 1981. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa - Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Redação - Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Revisão - Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Forma de citação&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Dicionário Histórico-Biográfico das Ciências da Saúde no Brasil (1832-1970)&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    [[Category:Verbetes]] [[Category:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Rachel.froes</name></author>
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		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=MUSEU_REAL&amp;diff=1569</id>
		<title>MUSEU REAL</title>
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		<updated>2023-08-24T18:14:02Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Rachel.froes: /* Forma de citação */ alteração data rodapé&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Denominações:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Museu Real (1818); [[MUSEU_IMPERIAL_E_NACIONAL|Museu Imperial e Nacional ]](1824); [[MUSEU_NACIONAL|Museu Nacional ]](1890)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;O Museu Real foi fundado pelo decreto de 6 de junho de 1818, de D. João VI, com a função de propagar os conhecimentos e estudos das ciências naturais no país. Para sua instalação, foi adquirida a residência de João Rodrigues Pereira de Almeida, futuro Barão de Ubá, localizada entre as antigas ruas Nova do Conde e dos Ciganos, atuais Visconde do Rio Branco e da Constituição, na região conhecida como Campo de Santana, na cidade do Rio de Janeiro. Foi nomeado como seu primeiro diretor Frei José Batista da Costa Azevedo, franciscano e professor de botânica e zoologia da Academia Militar. Em 1824 era referido como Museu Imperial e Nacional, e com a República, o Museu passou a se chamar Museu Nacional, sua denominação atual.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Histórico&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Os antecedentes do Museu Real remetem à antiga Casa de História Natural, popularmente conhecida como Casa dos Pássaros, devido à grande quantidade de aves empalhadas. Criada em 1784 pelo Vice-Rei D. Luiz de Vasconcellos e Sousa, a Casa de História Natural colecionou, armazenou e preparou, por mais de vinte anos, produtos naturais e adornos indígenas para enviar a Lisboa. O principal responsável pela Casa dos Pássaros foi Francisco Xavier Cardoso Caldeira, conhecido como Francisco Xavier dos Pássaros. A Casa de História Natural foi praticamente abandonada após a vinda do Conde de Resende (José Luiz de Castro). Em 1810 Francisco Xavier Cardoso Caldeira faleceu, sendo substituído por Luis Antonio da Costa Barradas, que presenciou a extinção daquela Casa.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Logo após a vinda de Príncipe-Regente D. João, o edifício da Casa dos Pássaros, localizado na antiga rua do Sacramento, atual Avenida Passos, ainda existia, tendo abrigado por volta de 1811 os encarregados dos serviços de lapidação de diamantes com suas famílias. Posteriormente, dera lugar ao prédio do Erário Público, depois Tesouro Nacional. Em 22 de junho de 1813, o Príncipe-Regente D. João mandou extinguir todos os cargos daquela instituição, e seus móveis e produtos de mineralogia e de história natural foram para a Academia Real Militar, no Largo de São Francisco de Paula. Somente cinco anos mais tarde o Príncipe-Regente criaria o Museu Real do Rio de Janeiro, que incorporou aquele acervo da Casa dos Pássaros.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Com a vinda da Corte portuguesa para o Brasil (1808) e o movimento intenso de naturalistas que aqui chegaram, houve por todo o país, mais acentuadamente na cidade do Rio de Janeiro, uma valorização dos estudos de história natural enfatizando o seu caráter prático. Neste ambiente, foi criada a primeira instituição brasileira dedicada exclusivamente ao estudo das ciências naturais.&amp;lt;br/&amp;gt; O Museu Real foi fundado pelo decreto de 6 de junho de 1818, com a função de “propagar os conhecimentos e estudos das ciências naturais no Reino do Brasil, que encerra em si milhares de objetos dignos de observação e &amp;amp;nbsp;exame e que podem ser empregados em benefício do comércio, da indústria e das artes” (BRASIL, 1818). Foi nomeado como seu primeiro diretor Frei José Batista da Costa Azevedo, franciscano e professor de botânica e zoologia da Academia Real Militar.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; Para sua instalação, foi adquirida a residência de João Rodrigues Pereira de Almeida, futuro Barão de Ubá, localizada entre as antigas ruas Nova do Conde e dos Ciganos, atuais Visconde do Rio Branco e da Constituição, na região conhecida como Campo de Santana. Efetuadas as modificações necessárias, a instituição permaneceu neste prédio até 1892, sofrendo algumas ampliações ao longo dos anos.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O patrimônio inicial do Museu Real ficou constituído pelo acervo organizado pelo mineralogista alemão Abraham Gottlob Werner (1749-1817), adquirido do Barão Tabst von Oheim pelo governo, e conhecido como “Coleção Werner”, além de objetos de arte, artefatos indígenas e outras coleções de objetos naturais. Constituiu também parte deste acervo inicial os diamantes do Distrito Diamantino, que haviam sido remetidos, anteriormente, pelo intendente Ferreira da Camara à Academia Real Militar.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Segundo Silvia F. M. Figueirôa (1997) o Museu, objetivando o adequado aparelhamento da instituição, procurou cuidar também dos procedimentos de coleta e remessa de objetos, traduzindo (do original francês, 1818) e reimprimindo em 1819, a “Instrução para os Viajantes e Empregados nas Colônias sobre a maneira de Colher, Conservar e Remeter os objetos de História Natural”. Esta Instrução expressava o “ideal de funcionamento do Museu Real e depois Imperial e Nacional do Rio de Janeiro, em seus primeiros vinte e cinco anos de existência” (LOPES, 1997, p.44). As solicitações feitas pelo Governo ao Museu para realização de análises com fins de verificar a utilidade prática de produtos, foram inúmeras. O Museu devia identificar os produtos naturais únicos da colônia para o proveito das ciências e das artes e deles prover os demais museus, e assumir um caráter universal, metropolitano, almejando ser completo de coleções que representassem o mundo todo. Foi totalmente construído em moldes europeus, ou seja, tal qual os museus das então reconhecidas como “nações civilizadas”. &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1820, D. João VI instituiu uma pensão ao naturalista alemão Frederic Sellow (1789-1831) para a realização de viagens e explorações filosóficas por diversas partes do Brasil, com a obrigação de repartir com o Museu as coleções feitas no desempenho desses encargos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Através do decreto de 26 de fevereiro de 1821, que criou o lugar de inspetor geral dos estabelecimentos literários e científicos, o Museu ficou subordinado a este Inspetor Geral, conseguindo sua autonomia somente em 1823.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No período entre 1822 e 1823, quando José Bonifácio de Andrada e Silva ocupou o cargo de Secretário do Estado dos Negócios do Reino e Estrangeiros do Império de Pedro I, ele conseguiu com que os naturalistas estrangeiros cedessem parte das peças colhidas em suas viagens como espécimes geológicos, mineralógicos e zoológicos, em troca de apoio governamental, destacando-se entre eles Georg Heinrich von Langsdorff (Barão de Langsdorff) (1774-1851), Johann Natterer (1787-1843), Auguste François Cesar Provençal de Saint-Hilaire (1779-1853). Também se destacou o estímulo dado pela Imperatriz Leopoldina aos estudos de história natural, tornando-se patrocinadora do Museu e possibilitando a ampliação das coleções. Muitos viajantes mencionaram a instituição nos seus relatos de viagem, como Johann Emanuel Pohl (1782-1834) e Maria Graham (1785-1842) entre outros. As coleções levadas por esses naturalistas estrangeiros aos museus de seus países de origem atingiram cifras astronômicas. Em contrapartida, as suas doações ao Museu brasileiro parecem não ter sido muito pródigas.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A ampliação das coleções nacionais de história natural foram ocorrendo aos poucos, através de doações. Dentre elas, há registros das doações, em 1823, feitas por Antônio Luis Patricio da Silva Manso, cirurgião-mor e inspetor do Hospital Militar da Província de Mato Grosso, de cerca de 266 espécies de plantas em 2.300 exemplares aproximadamente. Também figuram, como fornecedores de produtos de História Natural, Antônio Corrêa de Lacerda, João Rebelo de Magalhães, Frederico Wagner e Carlos Martins Pena. A partir da Independência do Brasil do Reino de Portugal, a denominação do Museu mudou para Museu Imperial e Nacional, aparecendo já com essa designação no texto do decreto de 19 de novembro de 1824, expressando o papel atribuído à instituição naquela época, ou seja, o de contribuir para a construção da nação brasileira.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A recomendação de se constituir coleções de caráter universal, expressa na “Instrução” de 1819, referida anteriormente, concretizava-se por meio dos intercâmbios internacionais. Em 1824 vieram das Ilhas Sandwich peças etnográficas para o Imperador Pedro I, que as doou ao Museu. Uma coleção de objetos mineralógicos, do Príncipe da Dinamarca, foi enviada para o Gabinete de Mineralogia, e de Gênova chegaram produtos mineralógicos e geognósticos do vulcão Vesúvio. Em 1827 o Museu de Berlim, por intermédio de Frederic Sellow, enviou uma coleção ornitológica, pretendendo assim “estabelecer uma correspondência regular com o Museu desta Corte, o que sem dúvida é de reconhecida vantagem às luzes de uma e outra nação” (Apud LOPES, 1997, p.60).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A partir de 26 de janeiro de 1828 Frei Custódio Alves Serrão assumiu a direção do Museu Imperial e Nacional, em substituição a João da Silveira Caldeira que passara a ocupar o cargo de provedor da Casa da Moeda. Na gestão de Custódio Alves Serrão o italiano Francisco Ricardo Zani foi encarregado de uma exploração no vale do Amazonas, tendo como auxiliar nos trabalhos de zoologia Estanislau Joaquim dos Santos Barreto, da qual resultou produtos zoológicos para o Museu. Custódio Alves Serrão reivindicava uma divisão do trabalho técnico desenvolvido na instituição e uma biblioteca, reclamações estas que foram parcialmente atendidas com o regulamento nº 123 de 3 de fevereiro de 1842, que propôs a organização do Museu em seções, visando uma melhor classificação e conservação dos objetos (LEITÃO, 1937).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 30 de abril de 1838 foi organizado e entregue ao Ministro do Império Francisco de Paula de Almeida e Albuquerque, o primeiro inventário do Museu, informando sobre o seu acervo: 4.964 produtos zoológicos, 1600 botânicos, 4516 mineralógicos (sem incluir 117 diamantes e as amostras de formação aurífera do Brasil), 1105 moedas e medalhas, 62 quadros, 30 modelos de máquinas industriais, 5181 instrumentos de física e química e cerca de 500 peças de arqueologia e etnografia. Relata que os objetos estavam agrupados obedecendo à seguinte divisão: produtos zoológicos; produtos botânicos; produtos orictognóstigos; produtos das Belas Artes e objetos relativos às artes, usos e costumes de diversos povos, antecedendo assim à futura divisão do Museu nessas seções. Naquele mesmo ano, no dia 31 de julho, foram doadas pela família Andrada e Silva as coleções mineralógicas e de modelos de máquinas que tinham pertencido a José Bonifácio.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Cândido de Mello Leitão (1937, p.174) ressaltou que o Museu foi perdendo, ao longo dos anos, parte de seu acervo para outras instituições, como as “4.381 amostras de minerais para a &amp;amp;nbsp;Academia Militar em 1828; instrumentos de física para a Faculdade de Medicina em 1834; 235 exemplares de aves e mamíferos para o Colégio Pedro II em 1839”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1847 foi nomeado Frederico Leopoldo Cezar Burlamaque, lente de mineralogia e geologia da Escola Militar, para substituir Custódio Alves Serrão na direção da instituição. O prédio do Museu foi ampliado em 1856, e em 1858 novas alas passaram a ser franqueadas ao público, o qual passou a conhecer uma nova coleção, a de animais marinhos, constituída por cerca de 2000 peças, doada por João de Deus de Mattos. Na gestão de Frederico Leopoldo Cezar Burlamaque, o médico [[ABREU,_FRANCISCO_FERREIRA_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Francisco Ferreira de Abreu&amp;lt;/u&amp;gt;]] (Barão de Teresópolis), que lecionava química para as princesas Isabel e Leopoldina, proferiu conferências públicas sobre medicina legal no Museu. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1856 teve início as conferências públicas sobre zoologia, antropologia, botânica e física, todas realizadas por técnicos das diversas seções do Museu. Naquele mesmo ano, por proposta do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, em sessão de 30 de maio, o governo aprovou a viagem de uma comissão de naturalistas e de engenheiros para a exploração científica das províncias do norte e nordeste do país. A Comissão Científica de Exploração, conhecida como “Comissão das Borboletas”, foi concretizada pela Lei de Orçamento e Despesas para os anos de 1857 e 1858, e organizou-se por seções: Botânica ([[CYSNEIROS,_FRANCISCO_FREIRE_ALLEMÃO_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Francisco Freire Allemão de Cysneiros&amp;lt;/u&amp;gt;]]), Geológica e Mineralógica (Guilherme Schüch de Capanema), Zoológica (Manoel Ferreira Lagos), Astronômica e Geográfica (Giacomo Raja Gabaglia), Etnográfica e Narrativa da Viagem (Antônio Gonçalves Dias). A Comissão deixou o Rio de Janeiro em 26 de janeiro de 1859 em direção ao Ceará, província escolhida em função da “opinião de que [lá] existiam grandes depósitos de metais preciosos” (Apud LOPES, 1997, p.139). &amp;amp;nbsp;A Comissão percorreu as províncias do Ceará, Piauí, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte, tendo sido chefiada por Manoel Ferreira Lagos.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Como resultado dessa expedição foram publicados, em 1862, os “Trabalhos da Comissão Científica de Exploração” (Rio de Janeiro: Typ. Universal de Laemmert, Col. Alvarus, 3v. il. grav.). A Comissão anexou ao acervo do Museu Imperial e Nacional coleções constituídas por objetos colhidos pelas seções de mineralogia e botânica, instrumentos e materiais para o preparo de produtos, 1000 livros, e estampas de zoologia, etnologia e mineralogia. Em 1861, o Museu inspirando-se na moda européia, organizou uma “Exposição de Indústria” que exibiu o material colhido pela referida Comissão. Posteriormente, esse evento reforçou a iniciativa da montagem da primeira Exposição Nacional de no Brasil, realizada entre 1861 e 1862, preparatória para a Exposição Universal de Londres, em 1862.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A 11 de julho de 1863, foi criada a Biblioteca do Museu Imperial e Nacional, com cerca de 3.000 volumes, dos quais grande parte era oriunda da Comissão Científica do Ceará e outros eram legados do médico e naturalista Antônio Corrêa de Lacerda. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 10 de fevereiro de 1866 &amp;lt;u&amp;gt;[[CYSNEIROS,_FRANCISCO_FREIRE_ALLEMÃO_DE|Francisco Freire Allemão de Cysneiros]]&amp;lt;/u&amp;gt;, botânico e lente da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], foi nomeado diretor do Museu. Pelo decreto nº 4.167, de 29 de abril de 1868, que reformou a Secretaria de Estado dos Negócios da Agricultura, Comércio e Obras Públicas, o Museu foi transferido do Ministério dos Negócios do Império, ao qual estava vinculado desde a Independência (1822), para o Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ladislau de Souza Mello Netto, que assumiu interinamente em 1870 a direção, defendia uma reforma do regimento do Museu, de forma a adequá-lo ao cenário científico internacional. Neste sentido enfatizava o significado da divulgação científica, destacando a realização de cursos públicos sobre ciências naturais. O novo regulamento aprovado pelo decreto nº 6.116, de 9 de fevereiro de 1876, na época em que Ladislau Netto era diretor efetivo, dispôs os termos para a realização dos cursos públicos. Ainda sob sua gestão, foi organizada a Exposição Antropológica, inaugurada em 29 de julho de 1882, “que teve todo o caráter de uma festa científica popular, pela primeira vez levada a efeito no Brasil, marcando uma época na história do Museu” (Apud LEITÃO, 1937, p.183).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Com a República, o Museu passou a se chamar Museu Nacional, sendo transferido pelo decreto nº 377-A, de 5 de maio de 1890, para o Ministério da Instrução Pública, Correios e Telégrafos. Em 1892, conforme o decreto nº 1.160 de 2 de dezembro, passou a ocupar a sua atual sede na Quinta da Boa Vista, tornando-se na mesma época órgão do Ministério da Justiça e Negócios Interiores, criado em 1891 como resultado da junção de três ministérios - da Justiça, do Interior e da Instrução Pública, Correios e Telégrafos. Lamentavelmente, várias coleções foram perdidas no transporte da antiga para a nova sede.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1892, Amaro Ferreira das Neves Armond assumiu interinamente a direção do Museu Nacional, sendo substituído, em 1893,por Domingos José Freire Junior, professor de química da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]]. João Baptista de Lacerda foi nomeado em 1895, em cuja gestão voltou a funcionar o [[LABORATÓRIO_DE_FISIOLOGIA_EXPERIMENTAL|&amp;lt;u&amp;gt;Laboratório de Fisiologia Experimental&amp;lt;/u&amp;gt;]], desligado da instituição desde 1891, e ocorreram três reformas nos regulamentos do Museu.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pelo decreto nº 7.727 de 9 de dezembro de 1909, a entidade vinculou-se à Secretaria de Estado dos Negócios da Agricultura, Indústria e Comércio. Já, em 1930, pelo decreto nº 19.402 de 14 de novembro, o Museu Nacional passou a fazer parte do Ministério dos Negócios, da Educação e Saúde Pública.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Com a criação da Universidade do Brasil, pelo decreto nº 452, de 5 de julho de 1937, o Museu Nacional passou a ser uma de suas unidades.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Diretores:&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br /&amp;gt; Frei José Batista da Costa Azevedo (1818-1822); João de Deus de Mattos (porteiro e preparador, foi interino – 1822-1823); João da Silveira Caldeira (1823-1827); Frei Custódio Alves Serrão (1828-1847); João de Deus de Mattos (interino,1835-1837); Emílio Joaquim da Silva Maia (interino,1845-1846 e 1846-1847); Frederico Leopoldo Cezar Burlamaque (1847-1866); Francisco Freire Allemão de Cysneiros (1866-1870); &amp;amp;nbsp;Ladislau de Souza Mello Netto (interino, 1870-1875); Ladislau de Souza Mello Netto (efetivo, &amp;amp;nbsp;1875-1892); Amaro Ferreira das Neves Armond (interino – 1892-1893); Domingos José Freire Junior (interino, 1893-1895); João Baptista de Lacerda (1895-1915); Bruno Alvares da Silva Lobo (1915-1923); Arthur Neiva (1923-1926); Edgard Roquette-Pinto (interino, 1926-1927); Edgard Roquette-Pinto (em comissão, 1927-1935).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Estrutura e funcionamento&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Museu, que até então só tinha franqueado ao público a visita das salas do pavimento térreo, passou a permitir, por força da portaria de 24 de setembro de 1821, a visita a todos os “nacionais e estrangeiros” (FLEIUSS, 1922, p.137) nas quintas-feiras das 10:00hs às 13:00hs, sob a vigilância de soldados da Guarda Real de Polícia.&amp;lt;br/&amp;gt; Pela Portaria de 15 de dezembro de 1824, o Imperador Pedro I criou o [[LABORATÓRIO_QUÍMICO_DO_MUSEU_IMPERIAL_E_NACIONAL|&amp;lt;u&amp;gt;Laboratório Químico do Museu Imperial e Nacional&amp;lt;/u&amp;gt;]], instalando-o no prédio deste museu e autorizando a compra em Paris dos instrumentos solicitados pelo diretor da instituição, João da Silveira Caldeira. Os instrumentos para o laboratório chegaram entre janeiro e fevereiro de 1826, arranjados em 35 caixas. Muitas análises foram feitas neste espaço, predominando as dos produtos minerais, contribuindo assim para a pesquisa médica e para a mineração no país.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ao longo desses primeiros anos, o Museu manteve vínculos de diferentes ordens com o &amp;lt;u&amp;gt;[[JARDIM BOTÂNICO|Real Jardim Botânico]]&amp;lt;/u&amp;gt;, a Biblioteca Nacional, a Academia de Belas Artes, a Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional. Pelo decreto de 11 de maio de 1819, o Real Jardim Botânico, futuro Jardim Botânico do Rio de Janeiro, foi anexado ao Museu, desvinculando-se somente em 1822. Abrigou os sócios da Academia Real das Ciências de Lisboa e do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro; e tentou incentivar a criação de novos gabinetes nas províncias – a exemplo do da Bahia –, apoiando também o Colégio Pedro II.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Além disso, fundamentalmente, interagiu com as Escolas de Engenharia e de Medicina da Corte.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Desde a sua fundação o Museu atuou como um centro irradiador e de apoio às atividades de ensino formal. Muitos professores da Academia Real Militar e da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]] deram aulas na entidade e utilizaram os seus laboratórios.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O regulamento nº 123 de 03/02/1842, previsto no artigo 2°, do parágrafo 13, da &amp;amp;nbsp; lei nº 164 de 26 de setembro de 1840, propôs a organização do Museu, visando uma melhor classificação e conservação dos objetos. A entidade foi dividida então em quatro seções: anatomia comparada e zoologia; botânica, agricultura e artes mecânicas; mineralogia, geologia e ciências físicas; e numismática, artes liberais, arqueologia, usos e costumes das nações antigas e modernas. Cada uma dessas seções era confiada a um diretor.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O novo órgão de direção, o Conselho de Administração do Museu Imperial, formado pelos diretores das seções e também por adjuntos, com direito a voto, tinha, segundo a referida lei, &amp;amp;nbsp;a função de “dirigir a polícia central do Estabelecimento (...) dispor das quantias consignadas ao Museu (...) encarregar-se das correspondências com as Províncias e Museus estrangeiros”. O presidente do Conselho, escolhido pelo governo, recebia o título de Diretor do Museu. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Os diretores de seção deveriam, ainda segundo a mesma legislação, cuidar da disposição e classificação adequada dos objetos de suas respectivas seções, formar um catálogo de todos esses objetos, indicar os produtos a serem trocados com Museus e naturalistas estrangeiros, prestar informações sobre os objetos da sua especialidade administrativa, e proferir anualmente um curso de ciências relativas às suas seções. Foram nomeados, em 11 de fevereiro, como diretores de seção: Emílio Joaquim da Silva Maia (seção de anatomia comparada e zoologia), Luís Riedel (seção de botânica, agricultura e artes mecânicas), Custódio Alves Serrão (seção de mineralogia, geologia e ciências físicas, e seção de numismática).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Conselho do Museu, ao longo do ano de 1843, foi duramente criticado por faltas no exato cumprimento do regulamento e pela inexistência de um inventário completo de todos os espécimes da instituição. Em função disso, foram diminuídas consideravelmente as verbas orçamentárias dos serviços do Museu. &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ao secretário e seu ajudante cabiam o registro das deliberações do Conselho, a correspondência com os museus estrangeiros, e o arranjo, a guarda e a conservação do Arquivo e Biblioteca e contabilidade. Quanto aos adjuntos e supranumerários, estes podiam ser encarregados de fazer excursões pelas diversas províncias do Império, a fim de coletarem e examinarem os produtos naturais. O regulamento estabelecia também ordenados ao seu corpo de funcionários, incluindo os diretores. O Senado Federal tentou inviabilizar essa reforma. Eram distintas as concepções sobre as ciências naturais e sobre o papel reservado ao Museu, segundo seu Conselho, e os interesses e visões dos senadores e dos Ministros dos Negócios do Império. Os baixos orçamentos, os salários irrisórios pagos aos professores, a falta de uma publicação própria, a ausência de um maior reconhecimento científico e a inexistência de coleções nacionais, impediram, entre outros fatores, a viabilização da reforma.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Na gestão de Frederico Leopoldo Cezar Burlamaque, entre 1847 e 1866, foi nomeado para diretor da seção de zoologia e anatomia comparada Manoel Ferreira Lagos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 27 de julho de 1850, reuniu-se pela primeira vez no Museu Imperial e Nacional, em sessão preparatória, a [[SOCIEDADE_VELOSIANA_DE_CIÊNCIAS_NATURAIS|&amp;lt;u&amp;gt;Sociedade Velosiana de Ciências Naturais&amp;lt;/u&amp;gt;]], que teve a sua sessão de abertura no dia 18 de outubro do mesmo ano. Ela foi idealizada por [[CYSNEIROS,_FRANCISCO_FREIRE_ALLEMÃO_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Francisco Freire Allemão de Cysneiros&amp;lt;/u&amp;gt;]] para preencher a falta de uma associação de naturalistas que unisse e auxiliasse os colaboradores do Museu.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1860 foi nomeado como diretor da seção de zoologia e anatomia comparada João Joaquim de Gouveia, lente da Faculdade de Medicina. Em 24 de agosto de 1861, o Museu recebeu um ofício da Secretaria de Estado de Negócios do Império, comunicando a nomeação de Manoel Freire Allemão para o cargo de diretor da seção de botânica, agricultura e artes Mecânicas. Posteriormente, em 1866, na gestão do diretor [[CYSNEIROS,_FRANCISCO_FREIRE_ALLEMÃO_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Francisco Freire Allemão de Cysneiros&amp;lt;/u&amp;gt;]], Ladislau de Souza Mello Netto assumiu a direção da seção de botânica e Manoel Ferreira Lagos foi promovido a chefe da 1ª seção.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1871 assumiu como diretor da seção de zoologia e anatomia comparada João Joaquim Pizarro, no ano seguinte foram nomeados Nicolau Joaquim Moreira (botânica), Carlos Schreiner e Pedro Americo de Figueiredo e Mello (numismática).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Theodor Peckolt reorganizou, em 1874, a pedido do diretor Ladislau de Souza Mello Netto, o Laboratório de Química do Museu Imperial e Nacional, promovendo uma análise e reclassificação de todos os minerais de classificação duvidosa e também de qualquer substância desconhecida das outras seções do estabelecimento. Ainda neste ano foi contratado Carlos Augusto Guilherme Schwacke como naturalista viajante do Museu, que assumiu posteriormente o cargo de diretor da [[ESCOLA_DE_FARMÁCIA_DE_OURO_PRETO|&amp;lt;u&amp;gt;Escola de Farmácia de Ouro Preto&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1875, foi iniciado neste Museu um programa de Cursos Públicos. Já em 1832, o Ministro dos Negócios do Império, em seu relatório anual, assinalou que o referido Museu tinha plenas condições de abrigar um Colégio de Ciências Físicas. No regulamento do Museu Imperial e Nacional de 1842, ficou estabelecido que os diretores do Museu tinham a incumbência de dar um curso anual das ciências relativas às suas seções, segundo as instruções do governo. Entretanto, os cursos não foram instituídos naquela época. Somente em 1874, quando Ladislau de Souza Mello Netto, diretor interino do Museu Nacional na época, entrou em contato com a Secretaria de Estado dos Negócios da Agricultura, Comércio e Obras Públicas para requisitar recursos para a reativação do Laboratório Químico do Museu, recebeu deste órgão um comunicado cobrando o cumprimento daquela determinação do regulamento de 1842. Assim, em 6 de julho de 1875, foi iniciado o programa de Cursos Públicos do Museu, dentro de um contexto nacional de priorização do ensino em geral. &amp;amp;nbsp;Esses cursos abrangiam as disciplinas de botânica, agricultura, geologia, mineralogia, antropologia e zoologia, eram ministrados pelos respectivos diretores das seções que compunham a estrutura organizacional da instituição e tinham seus resumos publicados no &#039;&#039;Jornal do Commercio&#039;&#039;, periódico de grande circulação. Nos anos seguintes, os cursos passaram a ser quase prioritários para Ladislau de Souza Mello Netto.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O regulamento instituído pelo decreto nº 6.116, de 9 de fevereiro de 1876, reorganizou o Museu, e definiu como seu objetivo o “estudo da História Natural, particularmente da do Brasil, e ao ensino das ciências físicas e naturais sobretudo em suas aplicações à agricultura, indústria e artes” (BRASIL, 1876). Por esse regulamento as quatro seções anteriormente existentes foram reduzidas a três: antropologia, zoologia geral e aplicada, anatomia comparada e paleontologia animal; botânica geral e aplicada, e paleontologia vegetal; e ciências físicas, mineralogia, geologia e paleontologia geral. A 4ª seção, arqueologia, etnografia e numismática, foi abolida.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O funcionamento da instituição ficaria a cargo de, além do diretor geral, três diretores de seção, sub-diretores, um secretário, um amanuense, um bibliotecário, um porteiro, um contínuo, seis praticantes, três preparadores e naturalistas viajantes (nº fixado pelo Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas). O diretor, os diretores de seção e os sub-diretores seriam nomeados por decreto.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O ensino científico, igualmente objetivo do Museu segundo o regulamento acima, seria realizado em cursos públicos e gratuitos, de 1º de março a 31 de outubro, com uma lição semanal para cada disciplina proferida pelos diretores de seção e sub-diretores, sendo os temas das aulas divulgados previamente em Diário Oficial. Estabelecia ainda a publicação trimensal da revista Archivos do Museu Nacional, que divulgaria as investigações e trabalhos realizados na instituição, as notícias nacionais e estrangeiras de interesse científico, o catálogo das coleções importantes e os donativos feitos ao estabelecimento. A publicação seria remetida gratuitamente a bibliotecas e estabelecimentos científicos e literários, públicos ou particulares, do Império.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No mesmo ano, porém, Ladislau Netto solicitou ao Ministério um intervalo entre as aulas maior que uma semana. Em 20 de abril de 1877, o Diretor do Museu recebeu um aviso do Ministério dos Negócios da Agricultura, Comércio e Obras Públicas aprovando o programa dos cursos populares do Museu. Como meio de tornar as palestras mais assimiláveis ao público, eram usados nos cursos desde espécimes, murais e projetores de imagem, à assistência de praticantes e preparadores do próprio Museu.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Aos poucos, os cursos públicos foram deixando de ser priorizados pelos palestrantes, que tinham outras atividades como pesquisadores e organizadores do Museu, ficando assim cada vez mais problemático manter a regularidade das aulas. No novo regulamento, de 24 de abril de 1888, foram extintos os cursos públicos e instituídas apenas conferências extraordinárias. Os cursos públicos só retornaram aos estatutos do Museu Nacional em 1911, por iniciativa do então diretor João Baptista de Lacerda.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No período entre 1842 e 1873, o Museu se consolidou como uma instituição científica. Buscando integrar a instituição ao modelo europeu, suas diretrizes naquela época voltaram-se para uma maior sistematização das atividades relacionadas à paleontologia, anatomia comparada, antropologia e etnologia, e para o estabelecimento de uma rede de intercâmbios nacionais e internacionais. Neste período destacou-se também a oficialização de sua biblioteca (1863), a realização dos cursos, expedições e exposições, e a tentativa de criação de sociedades científicas.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 28 de janeiro de 1882, o Ministério dos Negócios do Império enviou ofício ao diretor do Museu, requisitando seu parecer sobre um projeto de criação de uma Universidade, que teria sido enviado a ele em 28 de novembro de 1881.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pelo decreto nº 9.942 de 25 de abril de 1888, foram mantidas as finalidades supracitadas, e suprimidas aquelas que eram referentes ao ensino. As seções foram novamente reorganizadas em quatro, que foram mantidas nos regulamentos seguintes: zoologia, anatomia e embriologia comparada; botânica; mineralogia, geologia e paleontologia; e antropologia, etnologia e arqueologia. Essas alterações nos nomes correspondiam a um ajuste das novas especialidades que se constituíam e ganhavam espaços no Museu- a antropologia, a paleontologia e a embriologia. As alterações fundamentais se referiam à transformação dos cursos regulares em conferências públicas, realizadas sempre que fossem de interesse do Museu e da ciência, e às normas que regiam os cargos especiais e verbas próprias do [[LABORATÓRIO_DE_FISIOLOGIA_EXPERIMENTAL|&amp;lt;u&amp;gt;Laboratório de Fisiologia Experimental&amp;lt;/u&amp;gt;]], criado em 1880, e dirigido pelos médicos Louis Couty e João Baptista de Lacerda como seção anexa ao Museu. O Laboratório foi desligado do Museu pelo regulamento de 1891, transformando-se em Laboratório de Biologia do Ministério da Agricultura, e retornou ao vínculo com o Museu em 1896. Em 1899 passou a denominar-se Laboratório de Biologia.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ainda pelo regimento de 1888, vale destacar a proibição de retirada de quaisquer objetos do Museu. &amp;amp;nbsp;Já o regulamento de 1890, oficializado pelo decreto nº 379-A de 8 de maio, definia que o Museu tinha por fim “estudar a História Natural do globo e em particular do Brasil, cujas produções naturais deverá coligir, classificar pelos métodos mais aceitos nos grêmios científicos modernos e conservando-as acompanhadas de indicações quanto possível explicativas ao alcance dos entendidos e do público ”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Este novo regulamento estabeleceu as publicações, os cursos públicos, a admissão por concurso, a inclusão formal de naturalistas viajantes no quadro de funcionários do Museu e a doação do título de membro correspondente àqueles nacionais e estrangeiros que se destacassem por sua atividade científica e na colaboração à instituição.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Outra alteração significativa do regulamento de 1890, referiu-se à presença obrigatória dos funcionários no Museu das 9 às 15 horas, nos dias úteis, quando não estivessem em comissões temporárias relacionadas aos trabalhos da instituição, passando também a ser proibido o acúmulo de funções estranhas ao Museu.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Na gestão de João Baptista de Lacerda, no período 1895-1915, passaram a integrar o corpo técnico do Museu, nas seções biológicas: Domingos Sérgio de Carvalho (antropologia, 1898), Ernesto Hemmerdorf (assistente de botânica, 1900), Pedro Dusén (assistente de botânica, 1901), Alipio de Miranda Ribeiro (naturalista-ajudante de zoologia, 1897), Alberto José Sampaio (assistente de botânica, 1905), Edgard Roquette-Pinto (assistente de antropologia, 1905), Julio Cezar Diogo (naturalista-viajante da seção de botânica, 1910).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O então diretor João Baptista de Lacerda, em “Fastos do Museu Nacional do Rio de Janeiro. Recordações históricas e scientificas fundadas em documentos authenticos e informações verídicas”, publicado em 1905, apresenta uma detalhada relação dos funcionários da instituição, desde sua fundação (LACERDA, 1905, p. 173).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A reforma de 1899, instituída pelo decreto nº 3.211, de 11 de fevereiro, manteve de modo geral os objetivos dos regulamentos anteriores, ou seja, o Museu continuou desempenhando o papel de investigar a história natural do globo. Foram alterados, porém, aspectos significativos do seu funcionamento. Os diretores e subdiretores tornaram-se professores e assistentes, o Conselho de Administração transformou-se em Congregação e as seções foram reorganizadas: zoologia; botânica; mineralogia, geologia e paleontologia; e antropologia, etnologia e arqueologia. Ao cargo de naturalista-viajante não foi feita mais referência, cabendo aos assistentes a realização de excursões sempre que se julgasse necessário. Autorizou-se a organização de laboratórios por seções e regulamentou-se o funcionamento do Horto Botânico. Quanto aos concursos, embora esses se mantivessem, perderam de certo modo o caráter mais especializado que Ladislau de Souza Mello Netto lhes conferira. De modo geral, desde o período anterior, aqueles que os prestavam já eram funcionários do Museu e pediam dispensa de título científico. As exposições passaram a ficar abertas ao público três vezes por semana, às quintas-feiras, sábados e domingos.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 8 de fevereiro de 1897, João Baptista de Lacerda emitiu um ofício referente à equiparação do Museu Nacional aos Institutos de Instrução.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pelo decreto nº 7.862 de 9 de fevereiro de 1910, foi estabelecida uma reorganização do órgão, mantendo-se as mesmas competências e seções e criando três laboratórios: Laboratório de Química Vegetal, Laboratório de Entomologia Agrícola e Laboratório de Fitopatologia. Inaugurou-se uma nova fase de atividade prática no Museu. O primeiro deles tinha por fim estudar e analisar os produtos de origem vegetal; determinar os princípios ativos das plantas; estudar quimicamente as fibras; e atender às requisições que lhe fossem feitas pelo Ministério da Agricultura, Indústria e Comércio. O segundo trazia as atribuições de estudar os insetos indígenas e exóticos, nocivos e úteis à agricultura e às indústrias rurais, distribuindo os dados relativos aos insetos nocivos às colheitas, às frutas, árvores e produtos armazenados, indicando os meios de combatê-los; estudar as moléstias das plantas causadas por parasitas animais, indicando os processos para debelá-las; e manter em exposição no Museu coleções de entomologia, além de atender às requisições do Ministério citado. O terceiro tinha por incumbência estudar as moléstias das plantas causadas por parasitas vegetais, indicando os meios para debelá-las; estudar a flora parasitária das plantas cultivadas e selvagens, principalmente do Brasil; manter um herbário fitopatológico; e atender as consultas do referido Ministério, dos lavradores e dos criadores que lhe fossem dirigidas pelo diretor do Museu.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Os cargos de naturalista-viajante, de substitutos e de preparadores foram restabelecidos.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pelo decreto nº 9.211 de 15 de dezembro de 1911, houve novas alterações regulamentares organizadas por Domingos Sérgio de Carvalho, responsável pelos trabalhos de antropologia e etnologia do Museu.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Esse regulamento de 1911 alterou significativamente os fins da entidade, introduzindo explicitamente sua função escolar para o grande público: “O Museu Nacional tem por fim estudar e divulgar a História Natural especialmente a do Brasil cujos produtos deverá coligir, classificando-os cientificamente, conservando-os e expondo-os ao público com as necessárias indicações; e proceder a estudos e investigações relativas à entomologia e fitopatologia agrícolas, química vegetal e química geral”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Para cumprir essas finalidades específicas, o Museu passou a ser dividido em quatro seções e quatro laboratórios: zoologia; botânica; mineralogia, geologia e paleontologia; antropologia e etnologia, e mais laboratórios de Entomologia Agrícola; Fitopatologia Agrícola; Química Vegetal e Química Geral.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O peso atribuído, pelo art.59 das Disposições Gerais do regulamento de 1911, à atividade educativa era significativo, chegando a propor a criação de um Museu Escolar de História Natural em uma das dependências da instituição, destinado ao ensino intuitivo, especialmente para crianças. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Sob a gestão do professor Bruno Alvares da Silva Lobo, em 14 de janeiro de 1916 foi baixado um novo regulamento pelo decreto nº 11.896, assinado pelo Ministro e Secretário de Estado dos Negócios da Agricultura, Indústria e Comércio, José Rufino Bezerra Cavalcanti. Com este novo decreto, o Museu manteve inalteradas suas quatro seções, mas passou a ter apenas dois laboratórios: Laboratório de Entomologia Geral e Aplicada e Laboratório de Química. As exposições públicas ficariam, a partir de então, abertas ao público diariamente, das 8 às 17 horas, exceto às segundas-feiras.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Além disso, em seu capítulo XI, o regulamento de 1916 determinou que enquanto não houvesse na cidade do Rio de Janeiro um Museu de História, o Museu Nacional teria uma seção dirigida por um professor e um substituto honorários, com o fim de colecionar e organizar os mostruários dos objetos e documentos históricos, sobretudo referentes ao Brasil. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Publicações oficiais&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1876, foram instituídos os Archivos do Museu Nacional como publicação da instituição, que a partir daí foram a prova da imensa atividade desenvolvida na entidade. Neles, podemos observar as pesquisas desenvolvidas por [[PECKOLT,_THEODOR|&amp;lt;u&amp;gt;Theodor Peckolt&amp;lt;/u&amp;gt;]], Ladislau de Souza Mello Netto, [[DERBY,_ORVILLE_ADELBERT|&amp;lt;u&amp;gt;Orville Adelbert Derby&amp;lt;/u&amp;gt;]], Louis Couty, João Baptista de Lacerda, [[GÖLDI,_ÉMIL_AUGUST|&amp;lt;u&amp;gt;Émil August Göldi&amp;lt;/u&amp;gt;]], [[IHERING,_HERMANN_FRIEDRICH_ALBRECHT_VON|&amp;lt;u&amp;gt;Hermann Friedrich Albrecht von Ihering&amp;lt;/u&amp;gt;]] entre outros cientistas.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em seu primeiro número, além de homenagens a naturalistas estrangeiros, apareciam listados vários colaboradores da revista. Entre quarenta e quatro membros correspondentes relacionados, somente três eram brasileiros. Entretanto, a revista foi marcada por sua preferência em empregar cientistas nacionais, seja em cargos de direção, seja na seleção dos artigos a serem publicados. Outra importante característica da revista era o predomínio de artigos de ciências naturais, embora o próprio estabelecimento adotasse o estigma de museu etnológico.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi durante a direção de Baptista Lacerda, quando as coleções do Museu Nacional se elevaram a cerca de 200.000 exemplares, que os intercâmbios internacionais foram incrementados, intensificando-se a publicação dos &#039;&#039;Archivos do Museu Nacional&#039;&#039;, que tinham grande importância na comunicação com outros museus pelo mundo.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- AZEVEDO, Fernando (Org.). &#039;&#039;&#039;As Ciências no Brasil. &#039;&#039;&#039;São Paulo: Ed. Melhoramentos, 1955. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto de 06 de junho de 1818. In: &#039;&#039;&#039;Collecção das Leis do Brazil de 1818. &#039;&#039;&#039;Parte 1. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1889, p. 60. In: CÂMARA DOS DEPUTADOS. Biblioteca Digital. Capturado em 08 jul. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[https://bd.camara.leg.br/bd/handle/bdcamara/18332 https://bd.camara.leg.br/bd/handle/bdcamara/18332]&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto de 26 de fevereiro de 1821. In: PLANALTO. Secretaria-Geral. Subchefia para Assuntos Jurídicos Capturado em 4 set. 2020. Online. Disponível na Internet: [http://www.planalto.gov.br/CCIVil_03/Atos/dim/1821/DIM-26-2-1821.html http://www.planalto.gov.br/CCIVil_03/Atos/dim/1821/DIM-26-2-1821.html]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto de 19 de novembro de 1824. In: &#039;&#039;&#039;Collecção das Leis do Imperio de Brasil de 1824. &#039;&#039;&#039;Parte 2. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1886, p. 86. In: CÂMARA DOS DEPUTADOS. Biblioteca Digital. Capturado em 08 jul. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[https://bd.camara.leg.br/bd/handle/bdcamara/18340 https://bd.camara.leg.br/bd/handle/bdcamara/18340]&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Regulamento no 123 de 03 de fevereiro de 1842. In: &#039;&#039;&#039;Collecção de Leis do Imperio do Brazil de 1842.&#039;&#039;&#039; Parte 2. &amp;amp;nbsp;Rio de Janeiro: Typ. Nacional, 1843. p. 143. In: CÂMARA DOS DEPUTADOS. Biblioteca Digital. Capturado em 08 jul. 2020. Online. Disponível na Internet: [https://bd.camara.leg.br/bd/handle/bdcamara/18442 https://bd.camara.leg.br/bd/handle/bdcamara/18442]&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 4.167, de 29 de abril de 1868. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 4 set. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/norma/403698/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/403698/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto no 6.116 de 09 de fevereiro de 1876. In: &#039;&#039;&#039;Collecção de Leis do Imperio do Brazil de 1876. &#039;&#039;&#039;Parte 2. Rio de Janeiro: Typ. Nacional, 1876. p.205. In: CÂMARA DOS DEPUTADOS. Biblioteca Digital. Capturado em 08 jul. 2020. Online. Disponível na Internet: [https://bd.camara.leg.br/bd/handle/bdcamara/18659 https://bd.camara.leg.br/bd/handle/bdcamara/18659]&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 9.942, de 25 de abril de 1888. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 4 set. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/norma/417856/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/417856/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 377 A, de 5 de maio de 1890. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 4 set. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/norma/387329/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/387329/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 379 A, de 8 de maio de 1890. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 4 set. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/norma/387339/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/387339/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 3.211, de 11 de fevereiro de 1899. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 4 set. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/norma/399855/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/399855/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº7.727, de 9 de dezembro de 1909. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 4 set. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/norma/591257/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/591257/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 7.862, de 9 de fevereiro de 1910. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 4 set. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/norma/591610/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/591610/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 9.211, de 15 de dezembro de 1911. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 4 set. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/norma/415674/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/415674/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 11.896, de 14 de janeiro de 1916. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 4 set. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/sicon/#/pesquisa/lista/documentos http://legis.senado.leg.br/sicon/#/pesquisa/lista/documentos]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 19.402, de 14 de novembro de 1930. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 4 set. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/norma/436941/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/436941/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 452, de 5 de julho de 1937. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 4 set. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/norma/541813/publicacao?tipoDocumento=LEI-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/541813/publicacao?tipoDocumento=LEI-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Lei nº 164, de 26 de setembro de 1840. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 4 set. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/norma/541194/publicacao?tipoDocumento=LEI-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/541194/publicacao?tipoDocumento=LEI-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E NEGÓCIOS INTERIORES. &#039;&#039;&#039;Notícia histórica dos serviços, instruções e estabelecimentos pertencentes a esta repartição, elaborado por ordem do respectivo Ministro Amaro Cavalcanti. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1898. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BN|BN]])&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. MINISTÉRIO DOS NEGÓCIOS DA AGRICULTURA, COMÉRCIO E OBRAS PÚBLICAS. &#039;&#039;&#039;Aviso do Ministério dos Negócios da Agricultura, Comércio e Obras Públicas ao Diretor do Museu Nacional, aprovando o programa dos cursos populares do Museu, 20 de abril de 1877.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: s.n., 1877. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#MN-Arq|MN-Arq.]])&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. MINISTÉRIO DOS NEGÓCIOS DO IMPÉRIO. &#039;&#039;&#039;Aviso de 28 de janeiro de 1882, ao Diretor do Museu Nacional para que este remeta com urgência seu parecer sobre o projeto que lhe foi enviado em aviso de 28 de novembro de 1881, relativamente à criação de uma universidade.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: s.n., 1882. ([[Fontes_de_informação#MN-Arq|MN-Arq.]])&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL.SECRETÁRIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DO IMPÉRIO. &#039;&#039;&#039;Ofício da Secretaria de Estado dos Negócios do Império comunicando ao diretor do Museu Nacional que foi nomeado por decreto do mês de agosto do corrente ano o Dr. Manoel Freire Allemão, Diretor da Seção de Botânica, Agricultura e Artes Mecânicas, 24 de agosto de 1861. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: s.n., 1861. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#MN-Arq|MN-Arq.]])&amp;lt;br/&amp;gt; - COARACY, Vivaldo. &#039;&#039;&#039;Memórias da cidade do Rio de Janeiro. &#039;&#039;&#039;Belo Horizonte: Itatiaia; São Paulo: Ed. da USP, 1988. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BN|BN]])&amp;lt;br/&amp;gt; - CUNHA, Dulce F. Fernandes da. &#039;&#039;&#039;A Biblioteca do Museu Nacional do Rio de Janeiro, 1863-1963.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Museu Nacional, 1966. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;br/&amp;gt; - FIGUEIRÔA, Silvia F. de M. &#039;&#039;&#039;As Ciências Geológicas no Brasil: uma história social e institucional, 1875-1934.&#039;&#039;&#039; &amp;amp;nbsp;São Paulo: HUCITEC, 1997. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp;- FLEIUSS, Max.&#039;&#039;&#039;Historia administrativa do Brasil. &#039;&#039;&#039;São Paulo: Companhia Melhoramentos de S. Paulo, 1922. &amp;amp;nbsp;In: SEADE. Portal de Estatísticas do Estado de São Paulo. Capturado em 4 set. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[https://bibliotecadigital.seade.gov.br/view/singlepage/index.php?pubcod=10012765&amp;amp;parte=1 https://bibliotecadigital.seade.gov.br/view/singlepage/index.php?pubcod=10012765&amp;amp;parte=1]&amp;lt;br/&amp;gt; - LACERDA, J. B. de. &#039;&#039;&#039;Fastos do Museu Nacional do Rio de Janeiro. Recordações históricas e scientificas fundadas em documentos authenticos e informações verídicas.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1905. In: UFRJ. Museu Nacional. Capturado em 21 set. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://www.museunacional.ufrj.br/semear/docs/Livros/livro_LACERDA-JOAO.pdf http://www.museunacional.ufrj.br/semear/docs/Livros/livro_LACERDA-JOAO.pdf]&amp;lt;br/&amp;gt; - LACERDA, João Baptista de. &#039;&#039;&#039;Ofício do Diretor, Dr. João Baptista de Lacerda, referente à equiparação do Museu Nacional aos Institutos de Instrução, 8 de fevereiro de 1897.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: s.n., 1897. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#MN-Arq|MN-Arq.]])&amp;lt;br/&amp;gt; - LADISLÁU NETTO. &#039;&#039;&#039;Investigações históricas e scientificas sobre o Museu Imperial e Nacional do Rio de Janeiro. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Instituto Philomatico, 1870. In: &amp;amp;nbsp;UFRJ. Repositório. Capturado em 21 set. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[https://bdor.sibi.ufrj.br/bitstream/doc/27/1/0055%20ocr.pdf https://bdor.sibi.ufrj.br/bitstream/doc/27/1/0055%20ocr.pdf]&amp;lt;br/&amp;gt; - LADISLÁU NETTO. &#039;&#039;&#039;Le Musée National de Rio de Janeiro et son influence sur les scinces naturelles au Brésil. &#039;&#039;&#039;Paris: Librairie Ch. Delagrave, 1889. In: BnF. GALLICA. Capturado em 22 set. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k9757906n/f19.image.r=lacerda https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k9757906n/f19.image.r=lacerda]&amp;lt;br/&amp;gt; - LEITÃO, C. de Mello. &#039;&#039;&#039;A Biologia no Brasil.&#039;&#039;&#039; São Paulo: Cia. Editora Nacional, 1937. &amp;amp;nbsp;(Brasiliana, Série 5ª, v.99). &amp;amp;nbsp;In: UFRJ. Repositório. Capturado em 4 set. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[https://bdor.sibi.ufrj.br/bitstream/doc/181/1/99%20PDF%20-%20OCR%20-%20RED.pdf https://bdor.sibi.ufrj.br/bitstream/doc/181/1/99%20PDF%20-%20OCR%20-%20RED.pdf]&amp;lt;br/&amp;gt; - LOPES, Maria Margareth. &#039;&#039;&#039;O Brasil descobre a Pesquisa Científica: os Museus e as Ciências Naturais no século XIX. &#039;&#039;&#039;São Paulo: Hucitec, 1997. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;br/&amp;gt; -&amp;amp;nbsp; ____________________. Mais Vale um Jegue que me Carregue, que um Camelo que me Derrube... lá no Ceará. &#039;&#039;História, Ciências, Saúde - Manguinhos&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.3, n.1, p. 50-64, mar./jun.1996. Capturado em 08 jul. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[https://www.scielo.br/pdf/hcsm/v3n1/v3n1a04.pdf https://www.scielo.br/pdf/hcsm/v3n1/v3n1a04.pdf]&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - MASCARENHAS, Maria Amélia Dantes. Institutos de Pesquisa Científica no Brasil. In: &amp;amp;nbsp;FERRI, Mário Guimarães; Motoyama, Shozo. (Orgs.) &#039;&#039;&#039;História das Ciências no Brasil. v.2.&#039;&#039;&#039; São Paulo: EDUSP, CNPq, EPU, 1979-1980. p.341-380. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;br/&amp;gt; - MUSEU IMPERIAL. In: ARQUIVO NACIONAL. MAPA. Memória da Administração Pública Brasileira. Capturado em 08 jul. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://mapa.arquivonacional.gov.br/index.php/menu-de-categorias-2/295-museu-nacional http://mapa.arquivonacional.gov.br/index.php/menu-de-categorias-2/295-museu-nacional]&amp;lt;br/&amp;gt; - MUSEU NACIONAL. &#039;&#039;&#039;O Museu Nacional de História Natural: notas e informações.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Museu Nacional, 1927. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BMN|BMN]])&amp;lt;br/&amp;gt; - __________________. &#039;&#039;&#039;Museu Nacional fundado em 1818: seus fins, sua história, suas divisões, seus trabalhos. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Museu Nacional, 1936.&amp;lt;br/&amp;gt; - ROSA, Francisco Ferreira da. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro, notícia histórica e descritiva da capital do Brasil.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Ed. do Annuário do Brasil, 1922. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BN|BN]])&amp;lt;br/&amp;gt; - SÁ, Magali Romero; DOMINGUES, Heloisa Maria Bertol. O Museu Nacional e o Ensino das Ciências Naturais no Brasil no Século XIX. &#039;&#039;Revista da Sociedade Brasileira de História da Ciência&#039;&#039;, São Paulo, n.15, p.79-88, jan./jun.1996. Capturado em 21jul. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp; [https://www.sbhc.org.br/revistahistoria/view?ID_REVISTA_HISTORIA=27 https://www.sbhc.org.br/revistahistoria/view?ID_REVISTA_HISTORIA=27]&amp;lt;br/&amp;gt; - SANTOS FILHO, Lycurgo de Castro.&#039;&#039;&#039;História geral da medicina brasileira. &#039;&#039;&#039;São Paulo, HUCITEC/ EdUSP, 1991. v.2. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCCBB|BCCBB]])&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp;- SCHUARCZ, Lilia Moritz.&#039;&#039;&#039;O Espetáculo das raças: cientistas, instituições e questão racional no Brasil – 1870-1930.&#039;&#039;&#039; São Paulo: Companhia das Letras, 1993. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa - Alex Varela; Gil Baião Neto.&amp;lt;br/&amp;gt; Redação - Gil Baião Neto, Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Revisão - Francisco José Chagas Madureira.&amp;lt;br/&amp;gt; Consultoria - Maria Margaret Lopes.&amp;lt;br/&amp;gt; Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Forma de citação =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Dicionário Histórico-Biográfico das Ciências da Saúde no Brasil (1832-1970)&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    [[Category:Verbetes]] [[Category:Instituições de Ensino]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Rachel.froes</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=MUSEU_PARAENSE_DE_HIST%C3%93RIA_NATURAL_E_ETNOGRAFIA&amp;diff=1568</id>
		<title>MUSEU PARAENSE DE HISTÓRIA NATURAL E ETNOGRAFIA</title>
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		<updated>2023-08-24T18:13:10Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Rachel.froes: /* Forma de citação */ alteração data rodapé&lt;/p&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Denominações:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Museu Paraense de História Natural e Etnografia (1871); [[MUSEU_EMÍLIO_GOELDI|Museu Emílio Goeldi ]](1900); [[MUSEU_PARAENSE_EMÍLIO_GOELDI|Museu Paraense Emílio Goeldi]] (1931)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;O Museu Paraense de História Natural e Etnografia teve origem a partir da fundação da Sociedade Filomática, em 6 de outubro de 1866, que tinha entre os seus objetivos a criação de um museu e uma biblioteca. Em 25 de março de 1871 então, foi inaugurado o Museu, inicialmente localizado em um pavimento do Liceu Paraense, na cidade de Belém, no Estado do Pará. O idealizador, e primeiro diretor do Museu Paraense, foi o naturalista Domingos Soares Ferreira Penna. Em junho de 1894 assumiu a sua direção o cientista suíço e ex-funcionário do Museu Nacional, Emílio Augusto Goeldi, cuja gestão ficou conhecida como o período de consolidação da instituição, que passou a ter o seu nome em 1900.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Histórico&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Museu Paraense de História Natural e Etnografia teve origem a partir da fundação da Sociedade Filomática, criada em 6 de outubro de 1866, esta uma associação de caráter particular, que tinha entre seus objetivos a criação de um museu e de uma biblioteca. Já no orçamento de 1866 a Assembléia Provincial destinou verbas para a referida associação, para que esta instalasse o Museu. Finalmente, em 25 de março de 1871, foi inaugurado o Museu Paraense, inicialmente localizado em um pavimento do Liceu Paraense, na cidade de Belém. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O idealizador do Museu Paraense e quem desenvolveu todos os esforços para que a instituição se concretizasse foi Domingos Soares Ferreira Penna, naturalista que defendia a idéia de que o estabelecimento deveria ser criado com o apoio da iniciativa privada, não tendo apoio governamental. Todavia, o governo acabou financiando o Museu.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Domingos Soares Ferreira Penna assim descreveu a criação do Museu:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Em 1866 appareceu aqui a idéa de formar-se uma associação destinada a crear e fundar na Capital um Museu – no qual pouco a pouco se reunisse os numerosos produtos antigos e modernos da indústria dos Indios aproveitando-se ao mesmo tempo toda a sorte de objetos de Historia Natural que se podesse obter. Era, por outras palavras, um Museu archeologico e ethnographico que se tratava de fundar, mas sem a ostentação de plavras pomposas que a sciencia regeita. Ouvidos e consultados sobre esta idéa, dous dos mais distinctos paraenses, não só acolheram-n´a com plena aprovação, mas logo e de acordo com outros cidadãos trataram de propagal-a e dar-lhe desenvolvimento. Em uma primeira reunião dos cavalheiros interessados pelo progresso intelectual da Provincia, reunião que se effectuou na sala principal do Palacio do Governo, foi resolvida a creação da Associação que tomou o nome de Sociedade philomatica, e na segunda reunião no mesmo Palacio ficou constituída a sociedade com a eleição da sua Meza ou Directoria que logo começou a trabalhar, e na mesma ocasião se conferio ao futuro Museu o titulo de Museu Paraense. A Meza da sociedade dirigo cartas aos mais distinctos cidadãos residentes nas cidades e villas do interior pedindo-lhes o seu valioso concurso em beneficio do Museu. (.....). Foi, porém, do interior, (...), que a Meza recebeu o maior numero de objetos, os mais preciosos artefactos, taes como vestimentas de pennas e plumas; adufos ou tamborins, trombetas e tibicinas; (...); ídolos de argila, e vasos de barro (...). Com estas collecções, que constituíram o núcleo do Museu, foi este afinal instalado em Abril de 1867 (....)”. (PENNA, 1894, p.28-29).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ferreira Penna era um mineiro radicado no Pará, interessado em geografia, arqueologia e etnografia. Naturalista, pesquisador de extensas áreas da Amazônia, sentiu-se estimulado pela passagem do naturalista suíço Jean Louis Rodolphe Agassiz (Louis Agassiz) (1807-1873) por Belém para concretizar a instauração da Sociedade Filomática, que deu origem ao Museu, em 1871, dotado de regulamento e integrado à Diretoria de Instrução Pública. Ferreira Penna sustentava a idéia de que a instituição deveria ser um centro de estudos das ciências da natureza. A cada semana um dos membros do Conselho Administrativo deveria dar uma conferência sobre qualquer um dos ramos das ciências naturais. A primeira diretoria administrativa era composta por uma variada gama de profissionais: médicos, advogados, professores, comerciantes, religiosos e integrantes da maçonaria. Podemos ter uma idéia dos objetivos a que se propunha o Museu no seguinte trecho:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“O Museu deveria ter atributos de uma Academia. Na ausência de escolas superiores em Belém, este deveria exercer esta função, dotado de biblioteca e seções técnicas, cuja finalidade seria o estudo da natureza amazônica: fauna, flora, geologia, história e o estudo do homem indígena amazônico. Também seria dotado de funções pedagógicas, com uma seção de extensão ao ensino para alunos de escolas de Belém e pessoas interessadas. Nessas seções seriam ministradas preleções de História Natural e outras”. (BERTHO, 1994, p.63-64) &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Uma matéria publicada em &#039;&#039;O Jornal. Orgão Official&#039;&#039;, em sua edição de 19 de agosto de 1871, detalhou a criação do Museu e sua importância:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“O musêo paraense é o estabelecimento mais importante, que mais poderosa influencia tem de exercer para o desenvolvimento das sciencias n´esta província. O musêo é o primeiro núcleo de um estabelecimento de ensino superior, é o centro á que se hão acolher no Pará os estudos da sciencia da natureza. O regulamento expedido para este estabelecimento estabeleceo as bases do futuro desenvolvimento dos estudos superiores quando determinou que em cada semana um dos membros do respectivo conselho administrativo desse uma licção publica em leitura sobre o ramo de sciencias destribuido á secção á cargo d´esse membro do conselho. (.....). O museu acha-se provisoriamente funcionando n´uma varanda do pavimento inferior do lycêu paraense, logar húmido e sombrio muito improprio para conservação dos produtos oferecidos ao estabelecimento. (....). Existe já nas prateleiras uma bôa collecção de serpentes, uma excelente collecção de mineraes da Europa que tendo pertencido á repartição das obras publicas foi por esta oferecida ao museu. Alem das ofertas feitas por grande numero de paraenses, o museu recebeu ultimamente do distincto naturalista norteamericano dr. J; B. Stun que actualemnte viaja, no Amazonas, vários objetos, prometendo remeter dos diversos pontos, em que se achar, todas as duplicadas que for obtendo. (....). Segundo comunicações officiaes, o ilustrado diretor interino do museu nacional do Rio de Janeiro está preparando por ordem do governo imperial uma collecção geológica para ser remetida ao museu paraense”. (BIBLIOTHECA, 1871, p.2)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;A partir de 1871 começou-se a organizar uma biblioteca. Entre as coleções do Museu estava uma coleção de minerais da Europa, que pertencia à repartição das Obras Públicas da Província do Pará; uma coleção de minerais do Brasil; a coleção de amostras classificadas de terrenos norte-americanos e da região amazônica doada pelo naturalista norte-americano Charles Frederic Hartt (1840-1878) e, uma coleção numismática, com cerca de 500 moedas de cobre, bronze e prata, mas poucas de ouro. Quanto à parte ornitológica, a instituição possuía uma pequena quantidade de pássaros, doados sobretudo pelo naturalista norte-americano J.B. Steer. Havia também ali um início de coleção de ofídios, alguns peixes, conchas e insetos.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Cônsul da Inglaterra no Pará, Edgard Leopold Layard (1824-1900), por volta de 1872, se ofereceu para colaborar com o Museu Paraense, iniciando inclusive um intercâmbio entre a entidade e o Museu Austro-Africano da cidade de Cabo da Boa Esperança, atual Cidade do Cabo (África do Sul). Ele já havia colaborado anteriormente com a doação de uma coleção ornitológica com 340 peles preparadas de pássaros da África. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Somente pela lei nº 713, de 12 de abril de 1872, o Museu Paraense foi reconhecido oficialmente como uma repartição do Estado. Este decreto regulamentou suas verbas e funcionários: um diretor, um ajudante do diretor, um preparador e um servente, que seria também contínuo e porteiro. Nesta mesma oportunidade o Presidente da Província do Pará, Barão da Vila da Barra, exonerou Domingos Soares Ferreira Penna do cargo de bibliotecário e responsável pela instituição, nomeando-o para o cargo de Diretor do Museu. Domingos Soares Ferreira Penna, porém, não aceitou a decisão e se afastou do Museu. Entre 1872 e 1882, a instituição seria mantida com poucos recursos pelas administrações provinciais.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Uma nova lei, em 1873, suprimiu o cargo de Diretor do Museu e a direção ficou a cargo do Conselho Administrativo, que a cada mês designava um de seus membros para fiscalizar o serviço diário.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1875, a entidade permanecia no salão do Liceu e os nove membros de seu Conselho Administrativo, que não recebiam qualquer vencimento, continuavam revezando-se periodicamente na direção da instituição. Naquele momento, muitos dos objetos que compunham as coleções encontravam-se deteriorados e quase perdidos por falta de móveis apropriados para abrigá-los do tempo e da poeira. A falta de verbas para atender suas necessidades fez com que o estabelecimento se visse obrigado a esperar mais alguns anos para se tornar a principal instituição científica da Amazônia.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No início da década de 1880, o Museu Paraense, tentando se reerguer, retomou suas atividades, marcadas pela volta de Ferreira Penna a sua diretoria. O Museu, mesmo sem verbas, pessoal e condições de trabalho, estava aberto ao público. Durante sua gestão, o Museu colaborou com a organização da Exposição Antropológica Nacional, junto com Ladislau Netto, diretor do [[MUSEU_IMPERIAL_E_NACIONAL|&amp;lt;u&amp;gt;Museu Imperial e Nacional&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A instituição continuou funcionando no Liceu Paraense, em péssimas condições e, somente pela lei nº 1.326, de 17 de dezembro de 1887, o Museu foi anexado à Biblioteca Pública.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;De 1888 a 1891, o Museu Paraense foi fechado. A partir de 1891, a instituição entrou em uma nova fase, com suas coleções transferidas para o edifício da Escola Prática, onde foi solenemente instalado em 13 de maio de 1891. Ernesto de Sá Acton ficou encarregado de sua organização, recebendo o Museu novo regulamento pela lei nº 335, de 13 de maio de 1891. Contudo, desde a reinauguração até o ano de 1893, persistiria a carência de recursos financeiros e técnico-científicos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No período entre 1866 e 1894, a pesquisa científica não foi implementada de forma sistemática no Museu. Mesmo após sua reestruturação, em 1891, a instituição ressentia-se de uma direção científica e de pesquisadores habilitados. Suas principais linhas de pesquisa eram geografia, etnologia, etnografia, lingüística, arqueologia e geologia.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A consolidação do Museu Paraense só ocorreria com a instauração da República no país. Com a forma federativa adotada, os Estados dispunham de maior autonomia em relação à União. Economicamente, o Pará, com o boom da borracha, vivia sua fase áurea. Esses dois fatores, de ordem política e econômica, propiciaram a estruturação do Museu (BERTHO, 1994).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ameaçado de completa extinção em 1888, o Museu Paraense foi recuperado por determinação do Governador Lauro Sodré, que, através da mediação do escritor e crítico paraense José Veríssimo Dias de Mattos, trouxe para sua direção, em 9 de junho de 1894, o cientista suíço e ex-funcionário do [[MUSEU_NACIONAL|&amp;lt;u&amp;gt;Museu Nacional&amp;lt;/u&amp;gt;]], [[GÖLDI,_ÉMIL_AUGUST|&amp;lt;u&amp;gt;Émil August Göldi&amp;lt;/u&amp;gt;]] (Emílio Augusto Goeldi) (1859-1917). A chegada desse naturalista ao Pará coincidiu com o momento de valorização dos museus e com o boom da borracha na Amazônia, possibilitando mais verbas para a instituição. Émil August Göldi foi implacável na reconstrução do Museu Paraense, consolidando sua imagem como um museu científico característico do final do século.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O novo regulamento do Museu Paraense aprovado durante a administração de [[GÖLDI,_ÉMIL_AUGUST|&amp;lt;u&amp;gt;Émil August Göldi&amp;lt;/u&amp;gt;]], em 1894, não se distinguia essencialmente daqueles que vinham sendo adotados no Museu Nacional, em relação às atribuições de seus diretores, à organização das seções, e às nomeações de membros correspondentes. Quanto a seu fim e caráter, o Museu Paraense propunha o estudo, o desenvolvimento e a divulgação da história natural e etnologia no Estado do Pará e na Amazônia.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A instituição conseguiu seu objetivo de mostrar a história natural e a etnologia da região através de coleções cientificamente coordenadas e classificadas, de conferências públicas e de publicações científicas como o &#039;&#039;Boletim do Museu Paraense&#039;&#039;. Além disso, o Museu também contava com seções de Zoologia, Botânica, Geologia, e Etnologia, Arqueologia e Antropologia, tendo como anexos o Horto Botânico e o Jardim Zoológico. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 16 de março de 1895, atendendo às solicitações de [[GÖLDI,_ÉMIL_AUGUST|&amp;lt;u&amp;gt;Émil August Göldi&amp;lt;/u&amp;gt;]], de um espaço mais adequado para o Museu, este foi transferido para os terrenos da “Rocinha” do Coronel Bento José da Silva Santos, onde se localiza até hoje. Lá, deu-se início à organização do Jardim Zoológico e do Horto Botânico.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O setor de Arqueologia, que se encontrava desfalcado em várias de suas coleções arqueológicas, preocupou Émil August Göldi, que buscou promover as pesquisas arqueológicas e retomar a tradição iniciada por Domingos Soares Ferreira Penna anteriormente. Goeldi buscou não só engrandecer o acervo do Museu, mas também coletar novos dados e documentos que enriquecessem a pesquisa etnológica. Para tal deu prioridade às escavações nas ilhas adjacentes e na margem norte do rio Amazonas, as quais forneceram coleções e documentos valiosos para o estudo dos índios daquela região. As atividades desenvolvidas neste campo logo conferiram destaque ao Museu como centro de pesquisas arqueológicas, pois “em nenhum outro lugar do Brasil no fim do século passado e início deste - excetuando-se o trabalho de [[IHERING,_HERMANN_FRIEDRICH_ALBRECHT_VON|&amp;lt;u&amp;gt;Hermann Friedrich Albrecht von Ihering&amp;lt;/u&amp;gt;]] no &amp;lt;u&amp;gt;Museu Paulista&amp;lt;/u&amp;gt; – havia pesquisas arqueológicas tão intensas quanto as empreendidas pelo Museu Goeldi” (BARRETO, 1992, p.224).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1896, foi criada a Sociedade Zeladora do Museu Paraense, que organizava as Conferências Públicas, e no mesmo ano foi instalado o Serviço Meteorológico.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Durante sua gestão foram intensificadas as excursões científicas com a coleta de material da flora, da fauna, rochas e minerais, fósseis e objetos indígenas. Foi também fortalecido o intercâmbio com instituições nacionais e estrangeiras. Além disso, desenvolveu-se o quadro científico do Museu, com a incorporação de cientistas estrangeiros. Em 1896 foi contratado o mineralogista Friedrich Katzer (1861-1925), que permaneceu na instituição por dois anos e meio, quando conseguiu dar um grande impulso aos trabalhos de geologia, paleontologia e mineração. Ele chefiou a seção de Geologia que naquela época era o setor melhor equipado do Museu, contando com microscópio petrográfico, goniômetro, balança analítica, barômetro entre outros. Em 1898, Katzer retornou à Europa, sendo substituído por Alexander Karl von Kraatz-Koschlau (1867-1900), que faleceu após sete meses de trabalho, vítima de febre amarela. Ambos foram responsáveis por um período de grandes realizações em pesquisas geológicas na Amazônia levadas a cabo pelo Museu. Para o lugar de Kraatz, foi contratado, em 1904, o jovem geólogo Max Käch (1875-1904), que também veio a falecer de febre amarela após sete semanas de trabalho. Após o falecimento deste geólogo, [[GÖLDI,_ÉMIL_AUGUST|&amp;lt;u&amp;gt;Émil August Göldi&amp;lt;/u&amp;gt;]] resolveu não chamar mais ninguém para este setor.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Museu Paraense realizou intercâmbios com instituições suíças e com o Museu Britânico, participando de exposições internacionais como, por exemplo, a das Indústrias e do Trabalho, em Turim, em 1911, onde expôs herbários, coleções de madeiras e quadros fotográficos exibindo as madeiras e a borracha do Amazonas.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em fins de 1898, [[GÖLDI,_ÉMIL_AUGUST|&amp;lt;u&amp;gt;Émil August Göldi&amp;lt;/u&amp;gt;]] foi à Europa, retornando somente um ano depois, para resolver não só assuntos científicos, referentes à contratação de pessoa qualificada para chefiar a seção de Etnologia do Museu mas, sobretudo, para tratar de questões diplomáticas que envolviam a demarcação de limites entre o Brasil e a Guiana Francesa. Em abril de 1900, ele voltaria à Europa, para continuar a tratar dessas questões diplomáticas, cuja participação bem sucedida valeu a homenagem que o Governo do Pará lhe rendeu, alterando o nome do Museu Paraense de &amp;amp;nbsp;História Natural e Etnografia para Museu Emílio Goeldi, em 31 de dezembro de 1900, e também sua entrada para o Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. Em março de 1906 voltou à Europa, onde permaneceu até junho. No início de 1907 deixou definitivamente o Pará, alegando motivos de saúde e preocupações com a educação dos filhos. Na Suíça, voltou a lecionar zoogeografia e biologia animal na Universidade de Berna.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Já no final da administração de [[GÖLDI,_ÉMIL_AUGUST|&amp;lt;u&amp;gt;Émil August Göldi&amp;lt;/u&amp;gt;]] o Museu não ia tão bem, pois suas solicitações já não estavam sendo atendidas, agravadas pela crise comercial da borracha em 1907. &amp;amp;nbsp;Após a saída de [[GÖLDI,_ÉMIL_AUGUST|&amp;lt;u&amp;gt;Émil August Göldi&amp;lt;/u&amp;gt;]] quem assumiu a direção do Museu foi o naturalista Jacques Hüber (1867-1914), botânico suíço e conhecido de Émil August Göldi, que veio a seu convite para o Museu Paraense em 1895. Hüber organizou a Seção de Botânica, instalando seu horto. Sua lista de publicações ampla e variada, incluiu o estudo de alguns grupos de algas e uma “Contribuição à Geografia do Litoral da Guiana entre o Amazonas e o Rio Oiapoque”, de 1896. Dedicou-se também ao estudo das plantas produtoras de borracha, sobre as quais publicou vários artigos.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Hüber também gozava de prestígio perante a elite local. Em 1910, foi encarregado, já como diretor da instituição, de ir ao Oriente para analisar as perspectivas da borracha brasileira, onde pôde perceber a superação das áreas de produção da borracha do Oriente em relação à região amazônica.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No período de 1894 a 1914, a atividade de pesquisa foi intensa, principalmente nas áreas de Zoologia e Botânica, além dos estudos geográficos e geológicos. A partir de 1914, a atividade científica entrou em declínio, quando foi desfeito o corpo técnico-científico do Museu. As principais linhas de pesquisa da instituição eram:&amp;lt;br/&amp;gt; -&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;Zoologia: Taxonomia e Fisiologia Animal;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; -&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;Botânica: Taxonomia e Fisiologia Vegetal;&amp;lt;br/&amp;gt; -&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;Geologia: Inventários Geológicos, Mineralogia, Petrografia e Paleontologia;&amp;lt;br/&amp;gt; -&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;Antropologia/Arqueologia: Etnologia e Etnografia.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1914 Hüber morreu, sendo substituído na direção do Museu Goeldi por Marie Emilie Snethlage (1868-1929). Doutora em Filosofia Natural e assistente de Zoologia no Museu de Berlim, Marie Emilie veio para a Amazônia contratada por Émil August Göldi, em 1905, e dirigiu o estabelecimento de 1914 a 1921.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Quando a zoóloga alemã assumiu a direção da instituição, toda a Amazônia passava por uma grave crise, com conseqüências para o Museu. A entidade passou a ter grandes dificuldades para sobreviver, sendo praticamente abandonada, apesar dos esforços de Marie Emilie Snethlage. Durante a Primeira Guerra, Marie Emilie Snethlage foi afastada de qualquer função pública por ser cidadã alemã, tendo sido reintegrada apenas em 1919.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Durante esse período, Rodolfo Siqueira Rodrigues, que entrara para o Museu Goeldi em 1897, aos treze anos de idade, como praticante, revezou várias vezes com Marie Emilie Snethlage na direção do estabelecimento. Em 1921, Emilie foi para o [[MUSEU_NACIONAL|&amp;lt;u&amp;gt;Museu Nacional&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Museu Emílio Goeldi, apesar de suas crises, teve um destacado papel na consolidação das ciências naturais no Brasil. Entre 1921 e 1930, o Museu ficou praticamente estagnado, sob precárias condições de manutenção. A atividade técnico-científica permaneceu desativada, mantendo apenas a biblioteca certa atividade, mediante a permuta de publicações. Também não houve produção científica, restringindo-se a atividade à difícil manutenção do Parque Zoobotânico e das coleções científicas da instituição. Durante esse período, quem ajudou a manter o Museu aberto foi Rodolfo Siqueira Rodrigues, antigo funcionário da instituição.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Nomeado interventor do Estado em 1930, o Major Joaquim de Magalhães Cardoso Barata empreendeu a restauração de todos os departamentos administrativos do Governo, nomeando o advogado Carlos Estevão de Oliveira, para diretor do Museu Emílio Goeldi. Embora Estevão de Oliveira não fosse um cientista, ele era conhecedor do ambiente amazônico e dinamizou todos os departamentos do Museu, iniciando uma nova etapa para a instituição.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em novembro de 1931, o interventor Joaquim de Magalhães Cardoso Barata assinou um decreto que mudava o nome do Museu Goeldi para Museu Paraense Emílio Goeldi.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A partir de 1954, o então Conselho Nacional de Pesquisa, através de sua unidade subordinada, o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), mediante convênio com o Estado do Pará, passou a administrá-lo, evitando a decadência da instituição. Houve substancial fortalecimento da instituição, com o incremento das pesquisas, contratação de pessoal especializado e reorganização administrativa. Em 1983, a entidade conseguiu sua autonomia, passando a atuar como Unidade independente, vinculada diretamente ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;Diretores:&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br/&amp;gt; João Baptista Gonçalves da Rocha (1872-1873); Joaquim Pedro Corrêa de Freitas, Diretor de Instrução Pública (1873-1881); José Coelho da Gama e Abreu, Barão de Marajó (1881-1882); Antonio Manuel Gonçalves Tocantins (1882); Domingos Soares Ferreira Penna (1882-1884); Joaquim Pedro Corrêa de Freitas (1883-1884); Hildebrando Barjona de Miranda, no impedimento temporário do diretor Abel Augusto César de Araújo (1885); Álvaro Pinto de Pontes e Souza (1886-1888); &amp;amp;nbsp;Émil August Göldi (1894-1907); Jacques Hüber (1907-1914); Marie Emilie Snethlage (1914-1921); Rodolfo Siqueira Rodrigues (interino); Carlos Estevão de Oliveira (1930- ).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Estrutura e funcionamento&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Os Regulamentos do Museu Paraense de História Natural e Etnografia, assinados pelo Governador do Estado do Pará, Lauro Sodré (1891-1896), estabeleceram quatro seções para o Museu: Zoologia (Anatomia e Embriologia); Botânica; Geologia (Paleontologia e Mineralogia); e Etnologia, Arqueologia e Antropologia.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O pessoal científico constava do diretor e dos chefes das três primeiras seções. A 4ª seção, segundo o regulamento, deveria ser dirigida pelo diretor ou por um dos chefes das outras seções, até que a mesma apresentasse o desenvolvimento necessário para contratação de pessoal próprio. O diretor assumiu a chefia da 4ª seção, o que se tornou uma regra ao longo de quase cinqüenta anos.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Durante sua fase de formação (1866-1888), o Museu Paraense de História Natural e Etnografia foi o único entre os museus brasileiros do século XIX a ter uma seção específica para a área antropológica, de certa maneira com autonomia em relação às ciências naturais. Entretanto, o desenvolvimento da área etnográfica no Museu Paraense, exceção à regra entre os museus brasileiros no século XIX, encontrou um ponto de estagnação em sua fase de consolidação como instituição científica, entre 1894 e 1921. No regulamento aprovado pelo governador Lauro Sodré, as áreas antropológicas foram relegadas a segundo plano, privilegiando as ciências naturais, o que contrariou o projeto pelo qual foi fundado o Museu (BERTHO, 1994a) e seu diretor, Emílio Goeldi.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Quanto às outras áreas, neste período, sobretudo a botânica e a zoologia, tiveram um impulso notável, exemplificado pelo desenvolvimento significativo de suas respectivas seções:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Foi construído um Horto Botânico, através da desapropriação de diversas áreas que circundavam a “rocinha”, antiga residência particular, comprada para alojar o Museu. O Jardim Botânico tinha uma atenção especial pela crescente demanda de visitantes. A Biblioteca apresentou um excepcional crescimento através de aquisições de livros, doações e permutas. A publicação do Boletim do Museu Paraense, enviado gratuitamente para centros e museus de história nacional no país e no exterior, propiciava a permuta de muitas publicações e doações. Outra atividade relevante do Museu foi a instalação do Serviço Meteorológico no parque zoobotânico, que, a partir de 1896, coletava todos os dados referentes ao clima da região de Belém. Esse serviço se estenderia até 1922, e a ele estavam ligadas pesquisas climatológicas” (BERTHO, 1994, p.87).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;É interessante ressaltar que anteriormente, em 1798 chegou a ser criado o Jardim Botânico do Grão-Pará, em Belém, que, funcionou somente até os anos finais do século XIX.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Publicações oficiais&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Concebido por Émil August Göldi, em 1894, o primeiro volume do&#039;&#039;Boletim do Museu Paraense de Historia Natural e Ethnographia&#039;&#039; foi lançado em 1896. O volume 4, fascículo 1, foi publicado, em 1904, como &#039;&#039;Boletim do Museu Goeldi de Historia Natural e Ethnographia&#039;&#039;. A partir do volume 10, publicado em 1949, a publicação passou a denominar-se &#039;&#039;Boletim do Museu Paraense Emilio Goeldi&#039;&#039;, em homenagem a seu idealizador. Uma nova série foi iniciada em 1957 e continuada até 1984, quando uma nova numeração dos volumes foi adotada. O atual &#039;&#039;Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi&#039;&#039; é editado em quatro séries: Antropologia, Botânica, Zoologia (semestral) e Ciências da Terra (anual). A Comissão de Editoração Científica é responsável pela edição do Boletim. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Destacam-se, também, as obras publicadas pelo Museu, como: &#039;&#039;Arboretum Amazonicum&#039;&#039;, álbuns impressos em Zurich, em 1901, organizados pelo botânico Jacques Hüber; &#039;&#039;Álbum de Aves Amazônicas&#039;&#039;, organizado por Émil August Göldi, em três fascículos de 1900, 1902 e 1906, como suplemento à obra &#039;&#039;Aves do Brasil&#039;&#039;, e ilustrado por Ernesto Löhse, desenhista-litógrafo da instituição; &#039;&#039;Sertum palmarum brasilensum&#039;&#039;, do brasileiro João Barbosa Rodrigues, uma relação das palmeiras descobertas.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Museu publicou, a partir de 1900, as Memórias do Museu Paraense de História Natural e Etnografia em quatro volumes:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - vol.1: “Excavações archeologicas em 1895. Executadas pelo Museu Paraense no Littoral da Guyana Brazileira entre Oyapock e Amazonas. 1a Parte: As cavernas funerárias artificiaes de Índios hoje extinctos no Rio Cunany (Goanany) e sua cerâmica”. Por Émil August Göldi. (1900);&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - vol.2: [Pesquisas geológicas e botânicas]. Por Émil August Göldi. (1900);&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - vol.3: “Estudos sobre o desenvolvimento da armação dos veados galheiros do Brasil”. Por Émil August Göldi. 1902;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - vol.4: “Os mosquitos no Pará. Reunião de quatro trabalhos sobre os Mosquitos indígenas, principalmente as espécies que molestam o homem”. Por Émil August Göldi. 1905.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Além desses trabalhos, a Editoração Científica, desde o final do século XIX, tinha como missão estabelecer e executar a política editorial do Museu Emílio Goeldi em relação às publicações técnico-científicas, que versassem direta ou indiretamente sobre a Amazônia. Conforme as áreas de conhecimento, os livros editados foram organizados em cinco coleções: &#039;&#039;Eduardo Galvão&#039;&#039; (Antropologia),&#039;&#039;Adolpho Ducke&#039;&#039; (Botânica), &#039;&#039;Karl Katzer&#039;&#039; (Ciências da Terra), &#039;&#039;Emilia Snethlage&#039;&#039; (Zoologia), &#039;&#039;Alexandre Rodrigues Ferreira&#039;&#039; (História da Ciência) e ainda a coleção &#039;&#039;Emílio Goeldi&#039;&#039; (Obras Raras), além de publicações avulsas.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Atualmente, destaca-se a revista &#039;&#039;Goeldiana&#039;&#039;, dedicada à divulgação de trabalhos científicos do Museu. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- BARRETO, Mauro Vianna. História da pesquisa arqueológica no Museu Paraense Emílio Goeldi. &#039;&#039;Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi &#039;&#039;/ Série Antropologia, v. 8, n.2, p.203-294, dez.1992. &amp;amp;nbsp;In: MUSEU GOELDI. Repositório. Capturado em 16 out. 2020.online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[https://repositorio.museu-goeldi.br/handle/mgoeldi/515 https://repositorio.museu-goeldi.br/handle/mgoeldi/515] &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - BERTHO, Angela Maria de Moraes. O Museu Paraense Emílio Goeldi no contexto cultural da Amazônia. In: SILVEIRA, Isolda Maciel da.; DANLAO, Maria Angela (orgs.). &#039;&#039;&#039;A Amazônia e a crise da modernização. &#039;&#039;&#039;Belém: MPEG, 1994 (a).&amp;lt;br/&amp;gt; - ________________. Museu Paraense: a antropologia na perspectiva de um saber sobre e na Amazônia (1886-1921). &#039;&#039;Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi&#039;&#039; / Série Antropologia, v.9, n.1, p.55-101, julho de 1994 (b). Capturado em 222 jul. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[https://repositorio.museu-goeldi.br/handle/mgoeldi/732 https://repositorio.museu-goeldi.br/handle/mgoeldi/732]&amp;lt;br/&amp;gt; - BIBLIOTHECA publica e musêo. &#039;&#039;Jornal do Pará&#039;&#039;, Belém, anno IX, n.184, p.2, 19 de agosto de 1871. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 23 jul. 2020. Online. Disponível na Internet: [http://memoria.bn.br/DocReader/219339/3495 http://memoria.bn.br/DocReader/219339/3495]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA. CNPq. &#039;&#039;&#039;O Museu Paraense Emílio Goeldi. &#039;&#039;&#039;São Paulo: Banco Safra, 1986. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BMI|BMI]])&amp;lt;br/&amp;gt; - CUNHA, Oswaldo Rodrigues, et al. História da pesquisa geológica no Museu Paraense Emílio Goeldi. In: LOPES, Margareth; FIGUEIRÔA, Silvia F. M. &#039;&#039;&#039;O conhecimento geológico na América Latina. &#039;&#039;&#039;Campinas: Unicamp, Instituto de Geociências, 1990.&amp;lt;br/&amp;gt; - CUNHA, Oswaldo Rodrigues. &#039;&#039;&#039;Talento e atitude: estudos biográficos do Museu Emílio Goeldi. &#039;&#039;&#039;Belém: Museu Paraense Emílio Goeldi, 1989.&amp;lt;br/&amp;gt; - FIGUERÔA, Silvia Fernanda de Mendonça.&#039;&#039;&#039;Ciência na Busca do Eldorado: A Instituição das Ciências Geológicas no Brasil, 1808-1907. &#039;&#039;&#039;São Paulo, 1992. Tese (Doutorado em História) - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;  &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;br/&amp;gt; - HISTÓRIA. In: MUSEU PARAENSE EMÍLIO GOELDI. MINISTÉRIO DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÕES. Capturado em 12 jul. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;  [https://www.museu-goeldi.br/assuntos/o-museu/historia-1 https://www.museu-goeldi.br/assuntos/o-museu/historia-1]&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - LEITE, Rose Aylce Oliveira.&#039;&#039;&#039;Difusão da ciência moderna em instituições de ciência e tecnologia, um estudo de caso: o Museu Paraense Emílio Goeldi. &#039;&#039;&#039;Belém: MPEG, 1993. In: MUSEU GOELDI. Repositório. Capturado em 23 jul. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[https://repositorio.museu-goeldi.br/bitstream/mgoeldi/528/1/Difusao%20da%20Ciencia%20Moderna%20em%20Inst%20de%20C%20e%20T%201993%20LEITE.pdf https://repositorio.museu-goeldi.br/bitstream/mgoeldi/528/1/Difusao%20da%20Ciencia%20Moderna%20em%20Inst%20de%20C%20e%20T%201993%20LEITE.pdf]&amp;lt;br/&amp;gt; - LOPES, Maria Margareth. &#039;&#039;&#039;As Ciências Naturais e os Museus no Brasil no Século XIX. &#039;&#039;&#039;São Paulo, 1993. Tese (Doutorado em História) - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;br/&amp;gt; - _________________. Contribuição à história dos museus relacionados ao conhecimento geológico no Brasil. In: LOPES, M.; FIGUERÔA, S. &#039;&#039;&#039;O conhecimento geológico na América Latina. &#039;&#039;&#039;Campinas: Unicamp, Instituto de Geociências, 1990.&amp;lt;br/&amp;gt; - MACHADO, Diego Ramon Silva. &#039;&#039;&#039;A “Lição de coisas”: O Museu Paraense e o ensino da História Natural (1889-1900). &#039;&#039;&#039;Belém, 2010. Dissertação (Mestrado em Ensino de Ciências), Instituto de Educação matemática, Universidade Federal do Pará, 2010. In: UFPA. Repositório. Capturado em 16 out. 2020. Online. Disponível na Internet:  [http://repositorio.ufpa.br/jspui/bitstream/2011/2668/1/Dissertacao_LicaoCoisasMuseu.pdf http://repositorio.ufpa.br/jspui/bitstream/2011/2668/1/Dissertacao_LicaoCoisasMuseu.pdf]&amp;lt;br/&amp;gt; - MUSEU Paraense&#039;&#039;&#039;Emílio Goeldi.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: FUNARTE, 1981. (Col. Museus Brasileiros, 4).&amp;lt;br/&amp;gt; - OLIVEIRA, Adélia Engrácia de. As pesquisas antropológicas na Amazônia Brasileira e o papel do Museu Goeldi (Belém-PA). &#039;&#039;Ciência e Cultura&#039;&#039;, n.35(6), p.748-762, jun.1983. Capturado em 12 jul. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[https://acervo.socioambiental.org/acervo/documentos/pesquisas-antropologicas-na-amazonia-brasileira-e-o-papel-do-museu-goeldi-belem https://acervo.socioambiental.org/acervo/documentos/pesquisas-antropologicas-na-amazonia-brasileira-e-o-papel-do-museu-goeldi-belem]&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - OLIVEIRA, Adélia Engrácia de; FURTADO, Lourdes Gonçalves. O Museu Emílio Goeldi: 125 anos de pesquisa antropológica na Amazônia. &#039;&#039;O Liberal&#039;&#039;, Belém, p.6, 30 de maio de 1991.&amp;lt;br/&amp;gt; - OLIVEIRA, Adélia Engrácia de; VAN VELTHEM, Lúcia Hussak. As coleções etnográficas do Museu Goeldi: 125 anos de sua história. &#039;&#039;O Liberal&#039;&#039;, Belém, 6 e 7 de outubro de 1991.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - PENNA, Domingos S. Ferreira. Archeologia e Ethnographia no Brazil. &#039;&#039;Boletim do Museu Paraense de Historia Natural e Ethnographia&#039;&#039;, Belém, v.1, n.1, p.28-31, setembro 1894. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. Hemeroteca Digital Brasileira. Capturado em 16 out. 2020. Online. Disponível na Internet: [http://memoria.bn.br/docreader/424692/36 http://memoria.bn.br/docreader/424692/36]&amp;lt;br/&amp;gt; - PEREIRA, Edithe. O Museu Goeldi e a pesquisa arqueológica: um panorama dos últimos dezessete anos (1991-2008). &#039;&#039;Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi&#039;&#039;. Ciências Humanas, Belém, v. 4, n. 1, p. 171-190, jan.-abr. 2009. Capturado em 12 jul. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S1981-81222009000100014&amp;amp;lng=en&amp;amp;nrm=iso http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S1981-81222009000100014&amp;amp;lng=en&amp;amp;nrm=iso]&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - PITEIRA, José Maria. Museu Emílio Goeldi, um centro de pesquisa para o século XXI. &#039;&#039;&#039;Ciências na Amazônia&#039;&#039;&#039;. Belém, s/d.&amp;lt;br/&amp;gt; - SCHWARCZ, Lilia Moritz. &#039;&#039;&#039;O Espetáculo das Raças: cientistas, instituições e questão nacional no Brasil 1870-1930.&#039;&#039;&#039; São Paulo: Companhia das Letras, 1993. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;br/&amp;gt; - SIMÕES, Mario F. As pesquisas arqueológicas no Museu Paraense Emílio Goeldi (1870-1981). &#039;&#039;Supl. Acta Amazonica&#039;&#039;, v.11, n.1, p.149-165, 1981. Capturado em 12 jul. 2020. Online. Disponível na Internet: [https://www.scielo.br/pdf/aa/v11n1s1/1809-4392-aa-11-1-s1-0149.pdf https://www.scielo.br/pdf/aa/v11n1s1/1809-4392-aa-11-1-s1-0149.pdf]&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - VAZ, Zeferino. A vida e os trabalhos de Emílio Goeldi.&#039;&#039;Boletim Biológico&#039;&#039;. Nova Série, São Paulo, v.2, n.1, p.3-16, 1934. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BMANG|BMANG]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa - Alex Varela; Gil Baião Neto.&amp;lt;br/&amp;gt; Redação - Gil Baião Neto, Luis Eduardo Lethier de Mello; Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Revisão - Francisco José Chagas Madureira.&amp;lt;br/&amp;gt; Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Forma de citação =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Dicionário Histórico-Biográfico das Ciências da Saúde no Brasil (1832-1970)&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    [[Category:Verbetes]] [[Category:Instituições de Pesquisa]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Rachel.froes</name></author>
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	<entry>
		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=MUSEU_DO_ESTADO&amp;diff=1567</id>
		<title>MUSEU DO ESTADO</title>
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		<updated>2023-08-24T18:12:16Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Rachel.froes: /* Fontes */ alteração data rodapé&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Denominações:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Museu do Estado (1891); [[MUSEU_PAULISTA|Museu Paulista]] (1893); [[MUSEU_DO_IPIRANGA|Museu do Ipiranga]]; [[MUSEU_PAULISTA_DA_UNIVERSIDADE_DE_SÃO_PAULO|Museu Paulista da Universidade de São Paulo]]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;O Museu do Estado foi criado em 7 de abril de 1891, na cidade de São Paulo, resultado da união dos acervos do Museu Provincial, pertencente à Sociedade Auxiliadora do Progresso da Província de São Paulo, e do Museu Sertório, de propriedade do comerciante Joaquim Sertório. Seu primeiro dirigente foi Alberto Löefgren e a partir de janeiro de 1893, quando passou a fazer parte da Comissão Geográfica e Geológica do Estado de São Paulo, ficou sob a direção de Orville Albert Derby. Em agosto de 1893 desvinculou-se desta Comissão, e foi instalado no Monumento do Ipiranga, passando a ser denominado de Museu Paulista, nome que permaneceu até hoje. Tinha por objetivos o estudo da história natural do homem, do reino animal e de sua história zoológica, funcionando também como instituição de ensino e como instrumento científico para o estudo da natureza do Brasil, principalmente de São Paulo.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Histórico&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Museu do Estado foi criado em 7 de abril de 1891, por determinação do Presidente da Província de São Paulo, Américo Braziliense de Almeida Mello, mas suas origens são mais antigas. Considera-se que sua criação é herdeira do Museu Provincial, que havia sido inaugurado em 1877 por iniciativa da Sociedade Auxiliadora do Progresso da Província de São Paulo, e da coleção do Museu Sertório, de propriedade de Joaquim Sertório. Da união destas duas instituições, teria surgido, então, o Museu do Estado, que, em 1893, passou a denominar-se Museu Paulista.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A criação de um museu em São Paulo esteve, em princípio, associada à idéia de se erguer um monumento em homenagem à Independência do Brasil, ocorrida em 1822, às margens do rio Ipiranga, na então província de São Paulo. Em 1824, logo após às comemorações de sete de setembro, Lucas Antônio Monteiro Bastos, Presidente da Província, solicitou, com o aval de D. Pedro I, contribuições voluntárias para a construção de um monumento à Independência. Contudo, em decorrência da falta de recursos financeiros, o projeto não seguiu adiante. Em 1870 novos esforços foram feitos a fim de angariar fundos para a obra, na época das loterias do Ipiranga, que por sua vez, não foram utilizadas de acordo com o objetivo inicial, sendo então, destinadas, pela Assembléia Provincial, às necessidades sociais mais imediatas.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Na realidade, investir em cultura não constituía o principal objetivo da elite paulistana naquele momento. Até os anos de 1870, grande parte da vida científico-cultural ocorria fora da província de São Paulo, em torno de instituições como a [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DA_BAHIA|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina da Bahia&amp;lt;/u&amp;gt;]] e a [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]]. À medida que a riqueza material da província paulista aumentou, em decorrência do excedente econômico originado da produção do café, a preocupação com a cultura passou a ser um assunto do interesse da elite. Viagens, aquisição de obras de arte e o mecenato passaram a fazer parte da vida da classe abastada de São Paulo.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O impulso econômico em decorrência do sucesso do café transformou ainda, a maneira de pensar de sua classe dominante, que passou a procurar suportes que representassem a ascensão da província. Um museu por exemplo, seria um local de representação para as figuras que se destacaram na vida político-econômica. Já que desde a emancipação política em 1822, havia a proposta de construção de um símbolo de representação do sete de setembro, finalmente na década de oitenta, o governo decidiu pôr em prática este plano. Um outro fator decisivo foi a idéia de se aproveitar o monumento para também estabelecer ali uma instituição de ensino.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1885, os trabalhos foram então iniciados e a autoria do projeto se deveu ao arquiteto italiano Tommaso Gaudenzio Bezzi (1844-1915), que obteve a aprovação do Imperador Pedro II. Em 1890, embora as obras do edifício estivessem concluídas, o local permaneceu ainda desocupado. A perspectiva científica que deveria possuir ainda não havia sido preenchida, cumprindo o prédio apenas a função de monumento histórico. Somente em 1893, então como Museu Paulista, a instituição efetivamente ocupou aquele espaço.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Museu do Estado nasceu da união dos acervos do Museu Provincial e do Museu Sertório. Enquanto o primeiro teve seus primeiros tempos muito bem documentados, pouco se sabe a respeito da formação do segundo. Talvez isto se explique pelo fato de o Museu Provincial ter possuído um caráter absolutamente público, contando com o apoio da imprensa, enquanto o Museu Sertório foi fruto de esforços estritamente particulares. As providências para a montagem do Museu Provincial datam de 2 de dezembro de 1876 e foram tomadas pela Sociedade Auxiliadora do Progresso da Província de São Paulo. Esta instituição era formada por cidadãos de posição e fortuna que tinham o objetivo de criar um museu que se voltasse para o campo das ciências. A inauguração do Museu Provincial se deu em 11 de junho de 1877, contando com a presença de pessoas ilustres, como o Conde d´Eu. O primeiro endereço do Museu Provincial foi uma sala no Palácio do Governo, localizado no Pátio do Colégio, e após a inauguração, caiu na obscuridade, e seu acervo foi agregado ao do Museu Sertório.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Museu Sertório, de propriedade de Joaquim Sertório, um rico comerciante, estava instalado na própria residência de seu proprietário, no Largo Municipal (posteriormente Praça João Mendes), na província de São Paulo. Não se sabe quando Sertório iniciou sua coleção, apenas que seu acervo possuía peças de valor mineralógico, zoológico, arqueológico, etnográfico e histórico, e que os três reinos da natureza estavam muito bem representados. Logo, o renome de sua coleção chegou à imprensa e ao conhecimento da sociedade paulistana.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Devido ao crescimento de sua coleção, Joaquim Sertório contratou, em 1883, o sueco [[LÖFGREN,_JOHAN_ALBERT_CONSTANTIN|&amp;lt;u&amp;gt;Johan Albert Constantin Löfgren&amp;lt;/u&amp;gt;]] (Alberto Löefgren) (1854-1918) para se encarregar da organização das peças. Löfgren, que havia chegado ao Brasil em 1874 para explorar a botânica da região de São Paulo e Minas Gerais (FERRI, 1994), organizou o Serviço de Meteorologia do Estado de São Paulo, fundou o Jardim Botânico (atual Horto Florestal), na Cantareira em 1898, trabalhou no &amp;lt;u&amp;gt;Jardim Botânico do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;, entre 1916 e 1918, e foi autor de “Contribuição para o conhecimento da flora paulista” (1890) entre outras obras. Há notícias de que, após a organização do museu, o Museu Sertório se transferiu para um prédio no Largo da Assembléia, sendo franqueado ao público. É certo que, em 1890, Joaquim Sertório vendeu sua “Coleção” ao Conselheiro Francisco de Paula Mayrink e este, no mesmo ano, doou essa “Coleção” ao Governo do Estado de São Paulo. Feita a doação, as peças do Museu Sertório foram anexadas às do Museu Provincial, formando uma grande coleção.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Este novo acervo ficou sob a responsabilidade da Comissão Geográfica e Geológica do Estado de São Paulo, que havia sido criada em 1866. Neste órgão, trabalhava como botânico e meteorologista [[LÖFGREN,_JOHAN_ALBERT_CONSTANTIN|&amp;lt;u&amp;gt;Johan Albert Constantin Löfgren&amp;lt;/u&amp;gt;]], que havia sido encarregado da organização do acervo do Museu Sertório, e que foi quem pressionou o governo estadual para adquirir as coleções doadas.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 7 de abril de 1891, o Presidente do Estado de São Paulo, Américo Braziliense de Almeida Mello, decidiu pela nomeação de [[LÖFGREN,_JOHAN_ALBERT_CONSTANTIN|&amp;lt;u&amp;gt;Johan Albert Constantin Löfgren&amp;lt;/u&amp;gt;]] para diretor interino da “Coleção”, e pela concessão de recursos para a manutenção da mesma e para a contratação dos auxiliares Alexander Hummel (1844-1913) e Wilhelm Friedenreich (1823- &amp;amp;nbsp; ). Desta forma, foi gestado o Museu do Estado, instalado em uma casa no Largo do Palácio, atualmente referido como Pátio do Colégio. O museu assim funcionou até o mês de janeiro de 1893, quando passou a fazer parte da Comissão Geográfica e Geológica do Estado de São Paulo, ficando a coordenação do museu a cargo do presidente do órgão responsável, [[DERBY,_ORVILLE_ADELBERT|&amp;lt;u&amp;gt;Orville Adelbert Derby&amp;lt;/u&amp;gt;]]. Em março do mesmo ano, o museu e a Comissão passaram a ocupar um prédio na Rua da Consolação.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Nesta fase inicial da instituição, Löfgren convidou o professor de botânica dinamarquês Harald Alexander Hummel (1844-1913), que estava no Brasil desde 1867, para auxiliá-lo na organização. Participou, igualmente, da organização das coleções Wilhelm Friedenreich (1823- &amp;amp;nbsp; ), alferes-cirurgião prussiano, que havia chegado ao Brasil, em 1850, integrando o grupo de colonos que fora para Blumenau, Santa Catarina.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O governo estadual decidiu, em agosto de 1893, fazer do Museu do Estado um órgão independente, desvinculando-o da Comissão Geográfica e Geológica, e abrigando-o no Monumento do Ipiranga, cuja construção havia sido finalizada em 1890. Pela lei estadual n.º 192, de 26 de agosto de 1893, destinou-se o Monumento do Ipiranga para sede do Museu do Estado e Panteão.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Logo em seguida, a lei estadual nº 200, de 29 de agosto de 1893, autorizou a reorganização do Museu do Estado, para ser um museu zoológico e antropológico, destinado à América do Sul em geral e ao Estado de São Paulo. &amp;amp;nbsp;Alguns autores, como Adriana Persiani (2012) afirmam que foi a partir desta data que o Museu passou a denominar-se como Museu Paulista. Entretanto, anteriormente, no decreto nº 21, de 11 de fevereiro de 1892, que havia definidos valores das gratificações na instituição, o Museu já aparecia referido como Museu Paulista.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1894 foram iniciados os trabalhos de transferência das coleções para o Museu Paulista, e em 7 de setembro de 1895, o Museu foi inaugurado. O acervo apresentado na exposição inaugural, demonstrou que a instituição era capaz de desenvolver estudos não apenas ligados às ciências naturais, mas inclusive poderia ligar a história de São Paulo à história nacional. Entre as 14 salas de exposição abertas ao público, poderiam ser encontrados pássaros de diversas espécies; peixes de água salgada e água doce; mamíferos do Brasil, da Europa e de outros continentes; crustáceos; insetos e amostras minerais e paleontológicas.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Já em outra parte do museu, exatamente na parede fronteira à escada que ligava o andar térreo ao primeiro andar, havia uma lápide com a seguinte inscrição: “Este monumento comemora a Independência do Brasil, proclamada a sete de setembro de mil oitocentos e vinte e dois.” Na mesma parede, estava um busto de Prudente de Morais, então Presidente da República, e no corredor principal, havia uma fotografia de Bernardino de Campos e junto a ela, se encontrava uma inscrição com o texto da lei que autorizou o governo paulista a construir o Monumento do Ipiranga.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Dirigiu o Museu Paulista, entre 1894 e 1915, [[IHERING,_HERMANN_FRIEDRICH_ALBRECHT_VON|&amp;lt;u&amp;gt;Hermann Friedrich Albrecht von Ihering&amp;lt;/u&amp;gt;]], zoológo alemão radicado no Brasil desde 1880, naturalista-viajante do [[MUSEU_IMPERIAL_E_NACIONAL|&amp;lt;u&amp;gt;Museu Imperial e Nacional&amp;lt;/u&amp;gt;]], pesquisador da Comissão Geográfica e Geológica do Estado de São Paulo, e autor, juntamente com seu filho Rodolpho Theodor Wilhelm Gaspar von Ihering, dos “Catálogos de Fauna Brazileira. As aves do Brazil” (São Paulo, 1907). Hermann Friedrich Albrecht von Ihering, em seu discurso de posse, destacou a relevância do Museu para o incremento das ciências naturais no Brasil, especialmente pelo fato do país não possuir, naquela ocasião, universidades ou escolas que formassem professores de história natural nos padrões das instituições européias (Apud LOPES, 1997). O Museu deveria, na sua concepção, ter um duplo objetivo, o de instruir e o de contribuir para o progresso da ciência.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em sua gestão deu prioridade aos estudos de caráter zoológico, devido a sua própria formação, a zoologia, e também porque quando ocorrera a separação entre o Museu Paulista e a Comissão Geográfica e Geológica, toda a coleção zoológica pertencente à Comissão acompanhou o Museu.&amp;lt;br/&amp;gt; [[IHERING,_HERMANN_FRIEDRICH_ALBRECHT_VON|&amp;lt;u&amp;gt;Hermann Friedrich Albrecht von Ihering&amp;lt;/u&amp;gt;]] destacava, em seus relatórios, a visita de pesquisadores estrangeiros, como o etnólogo Franz Heger (1853-1931) do Museum für Völkerkunde Wien (Viena, Áustria), o paleontólogo Arthur Smith Woodward (1864-1944), do British Museum, John D. Hasemann (1882-1969), do Carnegie Museum of Natural History (Pittisburg, U.S.A.).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; Hermann Friedrich Albrecht von Ihering, manteve intercâmbios com várias instituições como o Musée de Paris, British Museum e Smithsonian Institution, as adotando como referências. Defendia, a exemplo do paleontologista Francis Arthur Bather (1863-1934), do Bristish Museum, a distinção dos museus, os centrais, os provinciais e os especializados, e destacava a necessidade da especialização dos museus, seguindo a especialização crescente das ciências na época. Propunha, ainda, a adoção da separação entre as coleções expostas e as de estudo, sistema defendido pelo ictiólogo George Brown Goode (1851-1896), autor de “Principles of Museum Administration”, com quem manteve correspondência sistemática.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Além disso, durante sua gestão, o Museu Paulista recebeu coleções de museus da Argentina (Museu de La Plata, Museu Nacional de Buenos Aires), do Uruguai e de Santiago do Chile, ampliando o acervo da instituição. Pesquisadores brasileiros também colaboraram com a classificação das coleções, entre eles Florêncio Gomes ([[INSTITUTO_SERUMTERÁPICO_DO_ESTADO_DE_SÃO_PAULO|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Serumterápico do Estado de São Paulo&amp;lt;/u&amp;gt;]]), Adolph Hempel (do [[INSTITUTO_AGRONÔMICO_DE_CAMPINAS|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Agronômico de Campinas&amp;lt;/u&amp;gt;]] ), Gregório Bondar ( [[ESCOLA_AGRÍCOLA_PRÁTICA_“LUIZ_DE_QUEIROZ”|&amp;lt;u&amp;gt;Escola Agrícola Agrícola Prática “Luiz de Queiroz”&amp;lt;/u&amp;gt;]]), e Walter &amp;amp;nbsp;Adolpho Ducke ([[MUSEU_EMÍLIO_GOELDI|&amp;lt;u&amp;gt;Museu Emílio Goeldi&amp;lt;/u&amp;gt;]] ).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;[[IHERING,_HERMANN_FRIEDRICH_ALBRECHT_VON|&amp;lt;u&amp;gt;Hermann Friedrich Albrecht von Ihering&amp;lt;/u&amp;gt;]], em sua gestão, procurou seguir o exemplo de instituições européias, preocupando-se não apenas com a parte expositiva, mas inclusive, com o trabalho científico nas coleções. Para isso, contratou vários naturalistas para percorrerem o Brasil em busca de exemplares naturais para o Museu. Dentre os contratados, estavam Beniamino Bicego, o taxidermista alemão Helmuth Pinder (1874-1918), o naturalista estadunidense Adolph Hempel (1870-1949), o naturalista alemão, Sigismund Ernst Richard Krone (1861-1917), Francisco Leonardo de Lima, Spitz, o zoólogo alemão Hermann Lüederwaldt (1865-1934), o naturalista Ernest Garbe (1853-1925) e o colecionador e fotógrafo Walter Garbe.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Na realidade, [[IHERING,_HERMANN_FRIEDRICH_ALBRECHT_VON|&amp;lt;u&amp;gt;Hermann Friedrich Albrecht von Ihering&amp;lt;/u&amp;gt;]] já havia sido convidado, em 1892, por [[DERBY,_ORVILLE_ADELBERT|&amp;lt;u&amp;gt;Orville Adelbert Derby&amp;lt;/u&amp;gt;]], para assumir o cargo de diretor do museu. Neste ano, Derby enviou uma carta ao zoólogo alemão, na qual explicitava seu plano:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“(...) estou pensando em propor ao governo do estado daqui a criação de uma seção zoológica da Comissão com responsabilidade sobre o Museu para ser oferecida a você. (...) Presumo que a coisa possa ser arranjada mas não estou certo. Isto o agradaria no caso de poder ser feito? Por favor, telegrafe-me sim ou não no recebimento desta.” (DERBY, 1892. Apud FIGUEIRÔA, 1995, p. 146)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Acredita-se que [[IHERING,_HERMANN_FRIEDRICH_ALBRECHT_VON|&amp;lt;u&amp;gt;Hermann Friedrich Albrecht von Ihering&amp;lt;/u&amp;gt;]] tenha aceitado a proposta imediatamente, pois um mês depois [[DERBY,_ORVILLE_ADELBERT|&amp;lt;u&amp;gt;Orville Adelbert Derby&amp;lt;/u&amp;gt;]] enviou-lhe uma outra correspondência, informando-lhe sobre a situação naquele momento, referindo-se às verbas adquiridas, e deixando claro que iria propor, à Comissão Geográfica e Geológica do Estado de São Paulo, sua contratação para a chefia da seção zoológica a ser criada. No entanto, as correspondências subseqüentes indicaram um certo descontentamento da parte de Hermann Friedrich Albrecht von Ihering, o qual demonstrava que almejava a direção da instituição, ao invés de chefe da seção zoológica do museu. [[DERBY,_ORVILLE_ADELBERT|&amp;lt;u&amp;gt;Orville Adelbert Derby&amp;lt;/u&amp;gt;]] enviou a [[IHERING,_HERMANN_FRIEDRICH_ALBRECHT_VON|&amp;lt;u&amp;gt;Hermann Friedrich Albrecht von Ihering&amp;lt;/u&amp;gt;]] uma carta, em 23/01/1893, na qual, tentava explicar as circunstâncias de sua indicação e os motivos da criação do Museu Paulista:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“em primeiro lugar, o governo de São Paulo não está especialmente interessado nem em estudos zoológicos nem no museu, considerando este último mais bem como uma espécie de elefante branco (...) uma opinião com a qual intimamente concordo. Ele consiste de uma coleção privada feita por um ‘curioso’ e vendida por ele junto com a casa para um rico especulador durante o ‘boom’, o qual fez presente da coleção ao governo e ficou com a casa. O governo, não sabendo o que fazer com ela e não desejando incorrer em despesa, ‘encostou’ o museu na Comissão, e eu relutantemente aceitei o encargo a fim de preservar o que havia de valor nas coleções e para manter viva a idéia de um museu, que no fundo poderá se transformar em algo melhor. (...). Quando apelos me foram feitos para arranjar algo para o senhor aqui em São Paulo, tomei a idéia do museu e do trabalho zoológico na Comissão como os meios práticos para fazer o que me haviam pedido (...). O que propus foi tanto quanto pude, naquelas circunstâncias. (...). A autorização para nomear um zoologista (....) foi um sinal de consideração a mim, não um interesse no Museu ou em pesquisa zoológica(...).” (Apud FIGUEIRÔA, 1997, p.146-147)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1901 o preparador Ernest Garbe (1853-1925) foi nomeado naturalista-viajante, e no ano seguinte, [[IHERING,_RODOLPHO_THEODOR_WILHELM_GASPAR_VON|&amp;lt;u&amp;gt;Rodolpho Theodor Wilhelm Gaspar von Ihering&amp;lt;/u&amp;gt;]], filho de Hermann von Ihering, passou o ocupar o cargo de custos (vice-diretor).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;[[IHERING,_HERMANN_FRIEDRICH_ALBRECHT_VON|&amp;lt;u&amp;gt;Hermann Friedrich Albrecht von Ihering&amp;lt;/u&amp;gt;]] foi destituído, no final de 1915, do cargo de diretor do Museu Paulista, por terem sido encontradas várias irregularidades pela comissão encarregada de inspecionar o estabelecimento. Em seu lugar, foi nomeado Armando Prado e em sua curta gestão (durou apenas um ano), o Museu Paulista deu bastante ênfase ao caráter histórico.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O projeto, que fora encaminhado ao Congresso em 1893, defendia o caráter histórico do museu, que, na visão da elite paulistana, deveria destinar-se à celebração de figuras ilustres do Estado de São Paulo, utilizando os espaços que não fossem ocupados pelo acervo de ciências naturais, e preenchendo-os com fotos, bustos, pinturas e outros suportes que representassem os personagens de relevo em São Paulo e que, tivessem prestado algum “bem” à Pátria:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Se esta idéia for levada a efeito – e não cremos que encontre tropeços – ficará a São Paulo a glória de se ter lembrado, primeiro dentre todos os Estados da nação, de comemorar os grandes homens que por seus feitos e por suas obras bem mereceram de seu país.” (Projeto encaminhado ao Congresso em 1893. Apud ELIAS, 1997, p. 118)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Esta dimensão do museu seria levada adiante na curta gestão de Armando Prado, entre 1916 e 1917, quando o Museu Paulista deu bastante ênfase ao caráter histórico. Afonso d’Escragnolle Taunay, que assumiu a direção em 1917, seguiu nesta direção, tendo conferido ênfase à seção de História do Brasil. Com a nova administração, foi feito o inventário dos objetos e das coleções, além de ter sido iniciado o serviço de catalogação da biblioteca. Notou-se, também, um aumento no número de visitantes ao Museu Paulista, principalmente no dia sete de setembro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Museu Paulista, na década de 1920 foi desdobrado, passando sua seção de botânica para o Instituto Biológico de Defesa Agrícola e Animal, e em 1939 a seção de Zoologia (com parte da biblioteca, acervo e técnicos) tornou-se o Departamento de Zoologia da Secretaria da Agricultura. Segundo Paulo Emílio Vanzolini (2002), esta medida foi inteiramente de caráter político, sem qualquer consideração científica. O Museu permaneceu com uma pequena equipe, e dedicou-se exclusivamente à história nacional, segundo o modelo proposto anteriormente, concentrando-se em suas funções museológicas tradicionais.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Nesta época o Museu foi transferido para um prédio na avenida Nazaré, onde até hoje se encontra. Em 1969, o Museu, então dirigido por Paulo Emílio Vanzolini, foi integrado à Universidade de São Paulo.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Diretores: &#039;&#039;&#039;[[LÖFGREN,_JOHAN_ALBERT_CONSTANTIN|&amp;lt;u&amp;gt;Johan Albert Constantin Löfgren&amp;lt;/u&amp;gt;]] (Alberto Löefgren) (1891-1893); [[DERBY,_ORVILLE_ADELBERT|&amp;lt;u&amp;gt;Orville Adelbert Derby&amp;lt;/u&amp;gt;]] (1893-1894); [[IHERING,_HERMANN_FRIEDRICH_ALBRECHT_VON|&amp;lt;u&amp;gt;Hermann Friedrich Albrecht von Ihering&amp;lt;/u&amp;gt;]] (1894-1915); Armando Prado (1916-1917); Afonso d’ Escragnolle Taunay (1917- 1947).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Estrutura e funcionamento&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 7 de setembro de 1895 o museu abriu as portas ao público, como anunciava a nota publicada na edição do dia anterior de O Estado de São Paulo:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“O Museu Paulista inaugurar-se há 7 de setembro. Rogo aos convidados comparecerem às 11 3,4 na rua 25 de março ao lado do Mercado, donde partirá às 12 horas em ponto o bonde especial. Ninguém terá ingresso ao monumento sem que exiba o convite que servirá de bilhete de passagem no bonde especial. De 8 de setembro em diante, o «Museu» poderá ser visitado somente aos domingos, das 12 às 14 horas da tarde; quando o governo determinar o Museu Paulista será franqueado mais duas vezes por semana. A entrada é franca, menos às pessoas maltrapilhas e ébrias. As crianças menores de cinco anos é vedado o ingresso, sendo responsáveis pelo comportamento os parentes das de maior idade. Enquanto não forme publicado o regulamento interno do «Museu» roga-se ao público o obséquio de conformar-se com as indicações do guarda. Não é permitido fumar no monumento”. (O Estado de São Paulo, 6 de setembro de 1895. Apud. STEPANENKO, 2016, p.60)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O regulamento da instituição, aprovado pelo decreto estadual nº 249, de 26 de julho de 1894, definia em seu art.2º, o Museu Paulista como um:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“O Musêu Paulista tem por fim estudar a historia natural America do Sul e em particular do Brazil, cujas producções naturaes erá colligir, classificando-as pelos methodos mais acceitos nos musêus scientificos modernos e conservando-as, acompanhadas de indicações, quando possivel, explicativas, ao alcance dos entendidos e do publico”.«&amp;amp;nbsp;(ESTADO DE SÃO PAULO, Decreto, 1894)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em decorrência desses objetivos, o Museu deveria recolher produtos naturais em diversas regiões para estudos comparativos em termos sul-americanos. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Segundo Maria Margaret Lopes (1997) o regulamento do Museu, seguindo a orientação presente em instituições congêneres, propunha a realização de conferências científicas, a publicação de uma revista e a definição de concursos para o ingresso na instituição. Ainda segundo o regulamento, as viagens realizadas pelos naturalistas-viajantes deveriam ser registradas em diários e as coleções especificadas em um livro de registro. A instituição era aberta ao público somente em dias previamente determinados pela direção da instituição, havendo a exceção de visitas para alunos de escolas públicas, acompanhados de seus professores.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Por este regulamento, a estrutura administrativa do Museu seria a seguinte: um diretor; um zelador ou “custos”, que também era vice-diretor; um preparador; um amanuense; um servente; e um porteiro. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;[[IHERING,_HERMANN_FRIEDRICH_ALBRECHT_VON|&amp;lt;u&amp;gt;Hermann Friedrich Albrecht von Ihering&amp;lt;/u&amp;gt;]], ao assumir a direção da instituição (1894-1915), destinou uma equipe de zoólogos para a organização e a pesquisa do acervo zoológico, tão heterogêneo e reunido de maneira pouco científica. A organização e a catalogação do acervo despertaram o interesse do Estado, que destinou uma verba de cem contos de réis anuais para custeio do trabalho e ainda, e cedeu um grande edifício para instalar as coleções, que viria a ser o Monumento do Ipiranga.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;De acordo com o regulamento aprovado pelo decreto nº249, de 26 de julho de 1894, o Museu abrigaria, além das coleções de ciências naturais (zoologia, botânica, mineralogia, etc,), uma seção destinada à História Nacional e especialmente dedicada a colecionar e arquivar documentos relativos ao período da independência política do país.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em termos do espaço físico o Museu encontrava-se organizado da seguinte forma: térreo - coleções de estudo, laboratórios, oficinas, biblioteca, administração do Museu; 1º andar - 16 salas para exposição das coleções: pássaros (sala 1), ninhos e ovos de pássaros (sala 2), aves (sala 3), cobras (sala 4), anfíbios, répteis &amp;amp;nbsp;e peixes de água doce (sala 5), peixes do mar (sala 6), insetos (sala 7), objetos históricos (sala 8), objetos históricos e armamentos (sala 9), animais inferiores (sala 10), coleção mineralógica e paleontológica (sala 11), coleção etnográfica e arqueológica dos índios do Brasil (sala 12), coleção numismática (sala 13), mamíferos (salas 14, 15 e 16), e o quadro de Pedro Américo “Brado da Independência”, e outras telas históricas (sala de honra). &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O referido regulamento também dispunha sobre a criação de uma revista, a Revista do Museu Paulista, na qual seriam publicadas as pesquisas realizadas sobre as especialidades da instituição (ESTADO DE SÃO PAULO, Decreto, 1894).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Com a ampliação das coleções, as instalações do Museu foram ficando acanhadas, adotando-se, muitas vezes, como solução a substituição de espécimes velhas por outras novas. Segundo M. Margaret Lopes (1997) grande parte destes acréscimos nas coleções foram oriundos do trabalho do naturalista-viajante Ernest Garbe, que viajou por várias regiões do país. Destacaram-se, também, as coleções de peças arqueológicas, de índios brasileiros, consideradas raridades e oriundas da coleção de Balbino de Freitas, do Rio Grande do Sul. A coleção Limur, igualmente adquirida, era constituída de importantes materiais mineralógicos, paleontológicos e arqueológicos, que haviam sido coletados pelo francês Jacques Boucher de Crèvecœur de Perthes (1788-1868)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;[[IHERING,_HERMANN_FRIEDRICH_ALBRECHT_VON|&amp;lt;u&amp;gt;Hermann Friedrich Albrecht von Ihering&amp;lt;/u&amp;gt;]], em 1909, fundou a Estação Biológica do Cajuru, no Alto da Serra, considerada a primeira na América do Sul, que era um laboratório natural destinado às investigações biológicas do Museu, como estudos sobre o comportamento animal e sobre o desenvolvimento de plantas em seus ambientes. Foram realizadas várias excursões para estudos antropológicos e para coleta de materiais arqueológicos e etnográficos, como a que explorou, em 1909, as grutas calcárias de Iporanga e Xiririca (Vale da Ribeira) com a participação do próprio Hermann Friedrich Albrecht von Ihering e do preparador Francisco Leonardo de Lima. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;De acordo com a Mensagem de Altino Arantes, Presidente do Estado de São Paulo, apresentada em 1917, o Museu Paulista necessitava, naquela ocasião, de uma nova organização, a fim de que no local pudessem ser realizadas as festividades em comemoração ao centenário da Independência do Brasil. Falou-se, inclusive, na necessidade de uma remodelação nos processos administrativos do museu, para que possa desempenhar com louvor sua missão histórica e educativa.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1918, foram inauguradas duas novas salas, sendo uma destinada às coleções botânicas e outras, relacionadas à tradição e aos fatos históricos de São Paulo. O número de visitantes ao museu crescia, principalmente no dia 7 de setembro, como de costume. Ainda neste ano, voltou-se a falar da necessidade imediata de uma reorganização do Museu Paulista, a fim de que pudesse desempenhar o seu verdadeiro papel.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Finalmente, após tantas reivindicações por melhorias na instituição, ficou esta fechada durante dois meses para que uma remodelação fosse feita.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Após a sua reabertura, o Museu Paulista teve um aumento significativo no seu número de visitantes, recebendo cinco vezes mais pessoas do que nos anos anteriores. Prosseguiram também, os trabalhos de catalogação da biblioteca, que já em 1918, contava com cerca de 27.000 volumes e tendo recebido neste mesmo ano, 1.400 livros. Foi dada continuidade ao serviço de limpeza e reparação das antigas salas de exposição, aumentando o número de objetos em exposição. Foi aberta ainda, uma nova sala, destinada à história da capital paulista; nela, se encontravam não apenas quadros representando o São Paulo antigo, mas também documentos do Arquivo da Cidade, que haviam sido emprestados pela Câmara Municipal. Tal qual na época de [[IHERING,_HERMANN_FRIEDRICH_ALBRECHT_VON|&amp;lt;u&amp;gt;Hermann Friedrich Albrecht von Ihering&amp;lt;/u&amp;gt;]], na gestão de Afonso d’Escragnolle Taunay também foi dada ênfase às expedições científicas, a fim de coletar material para as coleções do museu. Nesta época, estiveram na instituição os professores Allypio de Miranda Ribeiro e Edgard Roquete-Pinto, encarregados do serviço de revisão e de determinação das coleções ictiológicas e também, de remodelação das exposições antropológicas. O horto botânico, que funcionava como anexo do Museu Paulista, desenvolveu-se muito neste ano, tendo sido consultado bastante, sobretudo por estudos de caráter etimológico e botânico.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Nos primeiros meses de 1922, o Museu Paulista permaneceu fechado novamente para obras de reparo, em virtude das comemorações do centenário da Independência do Brasil. Neste período, foram organizadas novas salas de exposição e para preenchê-las, foram adquiridos quadros, estátuas e outros objetos. O acervo da Biblioteca do Museu aumentou, tendo recebido 183 obras e 24 mapas do Brasil.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ao reabrir no dia sete de setembro, data da comemoração do centenário da Independência do Brasil, o Museu inaugurou suas novas instalações após as reformas: 26 salas de exposições, destinadas à história nacional e paulista; uma sala de exposição de entomologia; e decoração da escadaria nobre e do salão de honra do edifício do Museu, com muitas estátuas de mármore e bronze, grandes quadros e painéis históricos, referentes à Independência e à epopéia do bandeirantismo paulista. O número de visitantes na reabertura da instituição foi bastante significativo.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1923, o Museu Paulista inaugurou duas novas seções, a de História Nacional, e especialmente, a de São Paulo e Etnografia. A biblioteca aumentou o número de volumes e nesta época, seu acervo chegava a 35.000 livros. A lei estadual nº 1.911, de 29 de dezembro de 1922, criou no Museu Paulista a seção de História Nacional, especialmente de São Paulo e Etnografia e transferiu para o Museu Paulista a seção de Botânica, que antes era anexada ao [[INSTITUTO_SOROTERÁPICO_DE_BUTANTAN|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Soroterápico de Butantan&amp;lt;/u&amp;gt;]] (MENSAGEM, 1923, p.162). Com esta transferência, ficaram anexados ao Museu Paulista, o Horto Oswaldo Cruz e a Estação Biológica do Cajuru, no Alto da Serra.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ainda em 1923, pelo decreto estadual n.º 3.579, de 15 de fevereiro, foi criado um museu, no prédio onde havia se realizado a Convenção Republicana de Itú. Tal estabelecimento, que recebeu o nome de Museu Republicano Convenção de Itú, foi inaugurado em 18 de abriu de 1923 e funcionou como anexo da seção de história do Museu Paulista.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Com relação às excursões para coleta de material científico, foi realizada apenas uma em 1923, da qual participaram naturalistas como Afrânio do Amaral, Allypio de Miranda Ribeiro, Júlio Melzer e J. Holt. Em 1926, duas outras excursões foram realizadas, uma de botânica e a outra de zoologia, nos estados de São Paulo, Mato Grosso, Minas Gerais e Rio de Janeiro.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No mesmo ano, a biblioteca do Museu Paulista fez importantes aquisições, e seu acervo alcançou o número de 37.000 volumes. Recebeu obras de outras instituições, como o Automóvel Clube de São Paulo, e o Clube Comercial de São Paulo.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 15 de novembro de 1928 foi aberto ao público, um pavilhão anexo, onde ficou exposto o hidroavião “Jaú”. Em 1929, duas excursões de caráter zoológico foram realizadas nos Estados de São Paulo, Mato Grosso e Paraná.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1930, foi aberta ao público uma nova sala, onde estavam três painéis do pintor paulista Almeida Júnior, denominados “A Partida da Monção”, “São Paulo no caminho de Damasco” e o retrato do Presidente Prudente de Moraes. Esta nova seção do Museu Paulista recebeu o nome de “Sala das Monções Almeida Júnior”. Além disso, foram realizadas duas excursões científicas, uma bem extensa, no sul do Mato Grosso e outra mais curta, às cabeceiras da Ribeira do Iguape.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Publicações oficiais&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em janeiro de 1896 foi lançado o primeiro número da &#039;&#039;Revista do Museu Paulista&#039;&#039;, cuja criação havia sido definida no regulamento do Museu, aprovado pelo decreto nº249, de 26 de julho de 1894:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“O «Museu Paulista» publicará, sob a redacção do director, uma «Revista» na qual serão publicadas as investigações realizadas sobre as especialidades da repartição, contribuições para o conhecimento do Brazil e &amp;amp;nbsp;(....).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; 1.° Na mesma «Revista» se publicarão os relatorios de viagens e es feitos pelos empregados que o director julgar util divulgar.&amp;lt;br/&amp;gt; 2.° Tambem serão feitas nesta «Revista» as publicações de sabios listas que houverem effectuado estudos com o material do Museu.&amp;lt;br/&amp;gt; 3.° Estas publicações poderão ser feitas em francez, inglez ou allemão mas sempre acompanhadas de um extracto em lingua portugueza ou repectiva tradução”. (ESTADO DE SÃO PAULO, Decreto, 1894)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A revista expressava bastante o caráter do diretor do museu, [[IHERING,_HERMANN_FRIEDRICH_ALBRECHT_VON|&amp;lt;u&amp;gt;Hermann Friedrich Albrecht von Ihering&amp;lt;/u&amp;gt;]]. Logo na capa, constava além de um breve currículo seu, o caráter de circulação internacional que a revista deveria possuir:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Dr. Médico et. Ph., Diretor do Museu Paulista, sócio honorário da Sociedade Antropológica italiana, da Academia de Ciências de Córdoba, da Sociedade Geográfica de Bremen, da Sociedade Antropológica de Berlim, da Academia de Filadélfia, da Sociedade dos Naturalistas de Moscou, da Sociedade Etnológica de Berlim, do Museu Etnológico de Leipzig e da Sociedade Científica do Chile” (SCHWARCZ, 1993, p. 79-80).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No primeiro número da &#039;&#039;Revista do Museu Paulista&#039;&#039;, os dois primeiros artigos dedicaram-se à história do museu, exaltando-o como um monumento à glória paulista; já um outro artigo, escrito por [[IHERING,_HERMANN_FRIEDRICH_ALBRECHT_VON|&amp;lt;u&amp;gt;Hermann Friedrich Albrecht von Ihering&amp;lt;/u&amp;gt;]], discorreu sobre o novo perfil da instituição, dizendo que a intenção era a de se fazer classificações científicas, além de mostrar o quão interessante era a natureza da América do Sul e do Brasil, assim como o homem sul americano possuía bastante relevância.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Com um caráter moldado segundo os grandes centros europeus, o Museu Paulista reafirmou esta posição na elaboração da Revista. A presença estrangeira era bem significativa, sendo a maioria dos artigos de autoria de especialistas, como o naturalista argentino Florentino Ameghino (1854-1911), o botânico italiano Walter Adolpho Ducke (1876-1959), Sigismund Ernst Richard Krone, apresentado apenas um pequeno percentual de autores nacionais. É importante lembrar inclusive que, boa parte dos artigos eram transcritos no idioma original, predominando o inglês, o francês e o alemão e ainda que, durante sua gestão, Hermann Friedrich Albrecht von Ihering foi responsável por 40 dos artigos da revista. Nota-se então, o caráter excessivamente personalista do diretor do Museu Paulista.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A &#039;&#039;Revista &#039;&#039;trouxe ainda na abertura de seu primeiro volume, um ofício de [[DERBY,_ORVILLE_ADELBERT|&amp;lt;u&amp;gt;Orville Adelbert Derby&amp;lt;/u&amp;gt;]] datado de 29 de agosto de 1895, falando das origens do Museu Paulista. Nele, Derby relatava que assim que recebeu a indicação do zoólogo alemão [[IHERING,_HERMANN_FRIEDRICH_ALBRECHT_VON|&amp;lt;u&amp;gt;Hermann Friedrich Albrecht von Ihering&amp;lt;/u&amp;gt;]], tratou de propor ao governo a criação de uma seção zoológica na Comissão Geográfica e Geológica do Estado de São Paulo.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Um outro ponto a se destacar na publicação da &#039;&#039;Revista do Museu Paulista&#039;&#039;, diz respeito ao predomínio absoluto das ciências naturais. A maior parte dos artigos (55%) catalogados tinham como tema central a zoologia e paleozoologia, área de atuação de Hermann Friedrich Albrecht von Ihering. Na revista, as outras áreas ocupavam um espaço bem menor: etnografia e arqueologia (11%), informações sobre a instituição (8,6%), intercâmbios bibliográficos e bibliografias sobre ciências naturais (12,5%), biografias e necrológios (5,5%), botânica (3,1%), geografia (1,5%), viagens (1,5%), geologia (0,7%) e história (0,7%) (LOPES, 1997).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A Revista do Museu Paulista publicou 23 volumes, entre 1895 e 1914, sendo todos editados por [[IHERING,_HERMANN_FRIEDRICH_ALBRECHT_VON|&amp;lt;u&amp;gt;Hermann Friedrich Albrecht von Ihering&amp;lt;/u&amp;gt;]]. Após a interrupção em decorrência da I Guerra Mundial, a publicação foi retomada em 1918, e deste ano até 1938 foi editada por Afonso d’ Escragnolle Taunay. Nesta segunda fase, direcionada para a história natural, destacou-se a presença de pesquisadores nacionais, contando, entre outros, com a colaboração de Arthur Neiva e Allypio de Miranda Ribeiro (Museu Nacional). De 1947 a 1988 circulou uma nova etapa da publicação, a &#039;&#039;Revista do Museu Paulista &#039;&#039;– nova série, voltada especialmente para a área de antropologia.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1922, o Museu Paulista distribuiu a “Collectanea de Documentos da Antiga Cartographia Paulista” e começou a publicar os&#039;&#039;Annaes do Museu Paulista&#039;&#039;, os quais a partir de 1993 intitularam-se &#039;&#039;Anais do Museu Paulista. História e Cultura Material&#039;&#039;.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- AMARAL, Antonio Barreto do. &#039;&#039;&#039;Dicionário da História de São Paulo. &#039;&#039;&#039;São Paulo: Governo do Estado de São Paulo, 1980. &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BN|BN]])&amp;lt;br/&amp;gt; - CAMPOS, Ernesto de Souza. &#039;&#039;&#039;História da Universidade de São Paulo.&#039;&#039;&#039; São Paulo: Saraiva, 1954. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BMF|BMF]])&amp;lt;br/&amp;gt; - CAMPOS, Vinícius Stein. &#039;&#039;&#039;Elementos de Museologia – História dos Museus. &#039;&#039;&#039;SP: Secretaria de Cultura, Esportes e Turismo, v.3, p.107-109, 1970. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#MN|MN]]) &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - ELIAS, Maria José. Um museu para São Paulo. &#039;&#039;Anais do Museu Histórico Nacional&#039;&#039;, Rio de Janeiro: Ed. Comemorativa dos 75 anos da fundação do Museu Histórico Nacional, v.29, p.109-121,1997. Capturado em 12 jul. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://anaismhn.museus.gov.br/index.php/amhn/issue/view/39 http://anaismhn.museus.gov.br/index.php/amhn/issue/view/39]&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - ________________. O Museu Paulista. In: PAIVA, Orlando Marques de.&#039;&#039;&#039;O Museu Paulista da Universidade de São Paulo.&#039;&#039;&#039; SP: Banco Safra, p.12-13, 1984. &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#MN|MN]])&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - ESTADO DE SÃO PAULO. Decreto nº 21, de 11 de fevereiro de 1892. In: ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE SÃO PAULO. Legislação. Capturado em 29 set. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[https://www.al.sp.gov.br/repositorio/legislacao/decreto/1892/decreto-21-11.02.1892.html https://www.al.sp.gov.br/repositorio/legislacao/decreto/1892/decreto-21-11.02.1892.html]&amp;lt;br/&amp;gt; - ESTADO DE SÃO PAULO. Decreto nº 249, de 26 de julho de 1894. In: ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE SÃO PAULO. Legislação. Capturado em 22 jul. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[https://www.al.sp.gov.br/repositorio/legislacao/decreto/1894/decreto-249-26.07.1894.html https://www.al.sp.gov.br/repositorio/legislacao/decreto/1894/decreto-249-26.07.1894.html]&amp;lt;br/&amp;gt; - ESTADO DE SÃO PAULO. Decreto nº 3.579, de 15 de fevereiro de 1923. In: ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE SÃO PAULO. Legislação. Capturado em 22 jul. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[https://www.al.sp.gov.br/repositorio/legislacao/decreto/1923/decreto-3579-12.02.1923.html https://www.al.sp.gov.br/repositorio/legislacao/decreto/1923/decreto-3579-12.02.1923.html]&amp;lt;br/&amp;gt; - ESTADO DE SÃO PAULO. Lei nº 192, de 26 de agosto de 1893. In: ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE SÃO PAULO. Legislação. Capturado em 22 jul. 2020. Online. Disponível na Internet: [https://www.al.sp.gov.br/repositorio/legislacao/lei/1893/lei-192-26.08.1893.html https://www.al.sp.gov.br/repositorio/legislacao/lei/1893/lei-192-26.08.1893.html]&amp;lt;br/&amp;gt; - ESTADO DE SÃO PAULO. Lei nº 200, de 28 de agosto de 1893. In: ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE SÃO PAULO. Legislação. Capturado em 22 jul. 2020. Online. Disponível na Internet: [https://www.al.sp.gov.br/repositorio/legislacao/lei/1893/lei-200-29.08.1893.html https://www.al.sp.gov.br/repositorio/legislacao/lei/1893/lei-200-29.08.1893.html]&amp;lt;br/&amp;gt; - ESTADO DE SÃO PAULO. Lei nº 1.911, de 29 de dezembro de 1922. In: ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE SÃO PAULO. Legislação. Capturado em 22 jul. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[https://www.al.sp.gov.br/repositorio/legislacao/lei/1922/lei-1911-29.12.1922.html https://www.al.sp.gov.br/repositorio/legislacao/lei/1922/lei-1911-29.12.1922.html]&amp;lt;br/&amp;gt; - FERRI, Mário Guimarães. A Botânica no Brasil. In: AZEVEDO, Fernando de (Org.). &#039;&#039;&#039;As Ciências no Brasil. v. II. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 1994. p.175-231. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;br/&amp;gt; - FIGUEIRÔA, Silvia Fernanda de Mendonça. &#039;&#039;&#039;As Ciências Geológicas no Brasil: uma história social e institucional 1875-1934. &#039;&#039;&#039;São Paulo: HUCITEC, 1997. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;br/&amp;gt; - HISTÓRIA do Museu Paulista. In: &#039;&#039;&#039;Museu Paulista. Universidade de São Paulo (Museu do Ipiranga).&#039;&#039;&#039; Capturado em 22 jul. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;  [http://www.mp.usp.br/museu-do-ipiranga http://www.mp.usp.br/museu-do-ipiranga]&amp;lt;br/&amp;gt; - LOPES, Maria Margareth.&#039;&#039;&#039;O Brasil descobre a Pesquisa Científica: os Museus e as Ciências Naturais no século XIX.&#039;&#039;&#039; São Paulo: Hucitec, 1997. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;br/&amp;gt; - LOPES, Maria Margareth. Os Intercâmbios dos Museus Latino-Americanos relacionados às Ciências Geológicas na transição para o século XX. &#039;&#039;Quipu&#039;&#039;, México, v.12, n.1, p.39-49, enero/abril 1999. Capturado em 12 jul. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://www.historiacienciaytecnologia.com/ARCHIVOS/121039042.pdf http://www.historiacienciaytecnologia.com/ARCHIVOS/121039042.pdf]&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - LOPES, Maria Margareth; FIGUEIRÔA, Silvia Fernanda de M. A criação do Museu Paulista na correspondência de Hermann von Ihering (1850- 1930). &#039;&#039;Anais do Museu Paulista&#039;&#039;, São Paulo, n. 11, p. 23-56, 2003. Capturado em 22 jul. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;[https://www.redalyc.org/pdf/273/27301103.pdf https://www.redalyc.org/pdf/273/27301103.pdf]&amp;lt;br/&amp;gt; - MENEZES, Ulpiano T. Bezerra de. Museu Paulista. &#039;&#039;Estudos Avançados.&#039;&#039; São Paulo, v.8, n.22, p.573- 578, set.- dez. 1994. Capturado em 12 jul. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[https://www.scielo.br/pdf/ea/v8n22/84.pdf https://www.scielo.br/pdf/ea/v8n22/84.pdf]&amp;lt;br/&amp;gt; - MENSAGEM apresentada ao Congresso Legislativo, em 14 de julho de 1917, pelo Dr. Altino Arantes, Presidente do Estado de São Paulo. São Paulo, 1917. &#039;&#039;&#039;Mensagens dos Presidentes de Província (1830-1930). &#039;&#039;&#039;Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 12 jul. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://ddsnext.crl.edu/titles/186#?c=0&amp;amp;m=149&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=1&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-668,0,2694,1900 http://ddsnext.crl.edu/titles/186#?c=0&amp;amp;m=149&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=1&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-668%2C0%2C2694%2C1900]&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - MENSAGEM apresentada ao Congresso Legislativo, em 14 de julho de 1923, pelo Dr. Washington Luís Pereira de Sousa, Presidente do Estado de São Paulo. São Paulo, 1923. &#039;&#039;&#039;Mensagens dos Presidentes de Província (1830-1930).&#039;&#039;&#039; Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 12 jul. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://ddsnext.crl.edu/titles/186#?c=0&amp;amp;m=155&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=1&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-958,-1,3738,2637 http://ddsnext.crl.edu/titles/186#?c=0&amp;amp;m=155&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=1&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-958%2C-1%2C3738%2C2637]&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - MUSEU PAULISTA. UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Museu do Ipiranga. Capturado em 29 set. 2020. Online. Disponível na Internet: [http://www.mp.usp.br/museu-do-ipiranga http://www.mp.usp.br/museu-do-ipiranga]&amp;lt;br/&amp;gt; - PERSIANI, Adriana. &#039;&#039;&#039;Albert Löfgren: resgate, sistematização e atualidade do pensamento de um pioneiro nos campos da climatologia, fitogeografia e conservação da natureza no Brasil. &#039;&#039;&#039;São Paulo, 2012. Dissertação (Mestrado em Geografia Física), Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, USP, 20102. In: USP. Biblioteca Digital. Teses e dissertações. Capturado em 29 set. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8135/tde-14032013-120725/publico/2012_AdrianaPersiani.pdf https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8135/tde-14032013-120725/publico/2012_AdrianaPersiani.pdf]&amp;lt;br/&amp;gt; - SCHWARCZ, Lilia Moritz. &amp;amp;nbsp;O Museu Paulista ou Museu do Ypiranga. In: _________. &#039;&#039;&#039;O Espetáculo das Raças: cientistas, instituições e questão nacional no Brasil – 1870-1930.&#039;&#039;&#039; São Paulo: Companhia das Letras, 1993. &amp;amp;nbsp;p. 78-83. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;br/&amp;gt; - STEPANENKO, Ygor.&#039;&#039;&#039;O Museu do Ipiranga e a instrução pública no Estado de São Paulo. Um estudo sobre o atendimento ao público (1895-1915). &#039;&#039;&#039;São Paulo, 2016. Dissertação (Mestrado em Educação: História, Política, Sociedade), Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, 2016. In: PUC-SP. Biblioteca Digital. Capturado em 29 set. 2020. Online. Disponível na Internet: [https://tede2.pucsp.br/bitstream/handle/18929/2/Igor%20Stepanenko.pdf https://tede2.pucsp.br/bitstream/handle/18929/2/Igor%20Stepanenko.pdf]&amp;lt;br/&amp;gt; - VANZOLINI, Paulo Emílio. Museu de Zoologia. &#039;&#039;Estudos Avançados. &#039;&#039;São Paulo, v.8m n.22, p.579-580, set.- dez. 1994. Capturado em 12 jul. 2020. Online. Disponível na Internet:  [https://www.scielo.br/pdf/ea/v8n22/85.pdf https://www.scielo.br/pdf/ea/v8n22/85.pdf]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa- Gil Baião Neto; Lucilia Maria Esteves Santiso Dieguez; Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Redação- Lucilia Maria Esteves Santiso Dieguez&amp;lt;br/&amp;gt; Revisão- Francisco José Chagas Madureira.&amp;lt;br/&amp;gt; Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Forma de citação =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Dicionário Histórico-Biográfico das Ciências da Saúde no Brasil (1832-1970)&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    [[Category:Verbetes]] [[Category:Instituições de Pesquisa]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Rachel.froes</name></author>
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	<entry>
		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=MOREIRA,_JULIANO&amp;diff=1566</id>
		<title>MOREIRA, JULIANO</title>
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		<updated>2023-08-24T18:11:25Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Rachel.froes: /* Forma de citação */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&#039;&#039;&#039; Juliano Moreira nasceu na cidade de Salvador, na então província da Bahia, em 6 de janeiro de 1873. Doutorou-se na Faculdade de Medicina da Bahia em 1891, na qual foi professor da cadeira de clínica psiquiátrica e doenças nervosas. Foi diretor do Hospício Nacional de Alienados (1903) e da Assistência Médico-Legal de Alienados (1911). Participou da fundação da Sociedade de Medicina e Cirurgia da Bahia, Sociedade de Medicina Legal da Bahia, da Sociedade Brasileira de Psychiatria, Neurologia e Sciencias Affins, e da Seção Rio de Janeiro da Sociedade Brasileira de Psicanálise. Faleceu na cidade de Petrópolis, no Rio de Janeiro, em 2 de maio de 1933.&#039;&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Dados pessoais&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Juliano Moreira nasceu em 6 de janeiro de 1873, na Freguesia da Sé, na cidade de Salvador, então província da Bahia. Era filho de Manoel do Carmo Moreira Junior, português, e de Galdina Joaquim do Amaral, que trabalhava na residência de Adriano Alves Lima Gordilho, Barão de Itapuã. Foi criado pela mãe, e reconhecido posteriormente pelo pai, um funcionário municipal, inspetor de iluminação pública. Casou-se com Augusta Peick, enfermeira alemã que conheceu durante sua estadia em um sanatório na cidade do Cairo, para tratar da tuberculose.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Faleceu, em 2 de maio de 1933, no Sanatório de Correias, distrito da cidade de Petrópolis, Rio de Janeiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Trajetória profissional&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Juliano Moreira iniciou seus estudos primários no Colégio Pedro II e os concluiu no Liceu Provincial, ambos na cidade de Salvador.&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ingressou, em 1886 na [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DA_BAHIA|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina da Bahia&amp;lt;/u&amp;gt;]], onde foi interno da cadeira de clínica dermatológica e sifiligráfica (1890), e onde se doutorou em medicina e cirurgia em 1891, com a tese intitulada “Syphilis maligna precoce”, merecedora de honrosas referências do sifilógrafo Frédéric Buret, mencionando-a no &#039;&#039;Journal des Maladies Cutanées et Syphilitiques&#039;&#039;e do professor Raymond Jacques Adrien Sabouraud (1864-1938), citando-a nos &#039;&#039;Annales de Dermatologie et Syphiligraphie&#039;&#039;. Juliano Moreira, embora contasse à época com apenas 18 anos de idade, já era conhecido internacionalmente nos meios acadêmicos, tornando-se referência para os estudos sobre a sífilis.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi assistente não remunerado da cadeira de clínica psiquiátrica e doenças nervosas (1893), da qual era catedrático João Tillemont Fontes, e preparador da cadeira de anatomia médico-cirúrgica (1894) na [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DA_BAHIA|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina da Bahia&amp;lt;/u&amp;gt;]], e médico adjunto no Hospital Santa Izabel, vinculado à mesma instituição.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;De 1893 a 1903 foi alienista e médico-adjunto do Asylo São João de Deos, criado em 1874, vinculado à [[SANTA_CASA_DA_MISERICÓRDIA_DA_BAHIA|&amp;lt;u&amp;gt;Santa Casa da Misericórdia da Bahia&amp;lt;/u&amp;gt;]] e, que foi posteriormente denominado Hospício São João de Deus (1922), Hospital São João de Deus (1925) e Hospital Juliano Moreira (1936).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;NoSpacing&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Juliano Moreira, já formado, integrou diversas comissões sanitárias, tendo sido indicado pela Inspetoria de Higiene para a comissão médica que trataria da assistência aos indigentes acometidos de febres e disenteria na cidade de Bonfim e regiões próximas como a Vila de Campo Formoso&#039;&amp;lt;nowiki/&amp;gt;&#039;&#039;. &#039;&#039;O relato desta experiência resultou na publicação, em 1894, do artigo “Endemo-epidemia da Jacobina”, “a primeira assinada com o nome por extenso Juliano Moreira na Gazeta Médica da Bahia” (GELMAN, 2006, p.40).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Publicou, em 1894, na Gazeta Medica da Bahia seu estudo sobre a enfermidade denominada botão endêmico, que era “uma minuciosa descrição das formas clínicas, com base em numerosos casos clínicos, e afirmava, pela primeira vez, a existência na Bahia e no Brasil do botão de Biskra, também chamado botão ou úlcera do Oriente ou botão endêmico dos países quentes” (JACOBINA, 2008). Publicou também no periódico Journal des maladies cutanées et syphilitiques, em 1895, um artigo sobre esta enfermidade, intitulado “Le bouton endemique des pays chaud observe a Bahia”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi o primeiro no país a descrever a Hydroa vacciniforme, uma condição crônica de pele, tendo publicado os casos estudados a respeito desta enfermidade no British Journal of Dermatology em 1895 (EL-BAINY, 2007).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Juliano Moreira apresentou, em 1896, a tese intitulada “Dyskinesias Arsenicaes, nova contribuição, estado atual da questão”, que tratava da questão do envenenamento por arsênico, para o concurso de lente substituto da cadeira de clínica psiquiátrica e de moléstias nervosas da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DA_BAHIA|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina da Bahia&amp;lt;/u&amp;gt;]]. Suas provas repercutiram de forma impressionante naquela Faculdade, a ponto de alunos da 6ª série, como [[PEIXOTO,_JÚLIO_AFRÂNIO|&amp;lt;u&amp;gt;Julio Afrânio Peixoto&amp;lt;/u&amp;gt;]], o terem reconhecido como doutorando honorário de sua turma. Este concurso foi marcado também por uma disputa acirrada e por uma atmosfera de ansiedade, pois ao fim de inúmeras avaliações Juliano Moreira foi aprovado, com 15 notas dez, contrariando àqueles que esperavam sua derrota, pelo fato de tratar-se de um candidato mulato que postulava uma colocação em uma instituição ainda com sérias restrições raciais (PICCININI, 2002).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Na [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DA_BAHIA|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina da Bahia&amp;lt;/u&amp;gt;]] havia sido aluno de Raymundo Nina Rodrigues na primeira turma de Medicina Legal, e em 1896 tornou-se seu colega de docência, com a aprovação no concurso de lente para a cadeira de clínica psiquiátrica e doenças nervosas na mesma instituição.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fez diversas viagens à Europa, entre 1895 e 1902, num roteiro que incluiu países como Alemanha, França, Inglaterra, Escócia, Bélgica, Holanda, Itália e Suíça, quando visitou as mais destacadas clínicas psiquiátricas e manicômios, e freqüentou cursos de diversas especialidades. Na área de doenças mentais, freqüentou os cursos dos neurologistas alemães Eduard Hitzig (1839-1907) e Friedrich Jolly (1844-1904), dos psiquiatras alemães Paul Emil Flechsig (1847-1929), Richard von Krafft-Ebing (1847-1902), e Emil Kraepelin (1856-1926). No campo da clínica médica contatou os médicos alemães Ernst Viktor von Leyden (1832-1910) e Carl Wilhelm Hermann Nothnagel (1841-1905), e o anatomista alemão Rudolf Carl Virchow (1821-1902). Nesta ocasião também assistiu às palestras do dermatologista francês Raymond Jacques Adrien Sabouraud (1864-1938), dos neurologistas franceses Joseph Jules Dejerine (1849-1917) e Georges Albert Édouard Brutus Gilles de la Tourette (1859-1904), e do psiquiatra francês Valentin Magnan (1835-1916) (HJM – Biografia, 2013).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Durante sua estadia na Europa, Juliano Moreira esteve no laboratório do Dermatologikum, um instituto para diagnóstico e tratamento das enfermidades dermatológicas em Hamburgo (Alemanha) chefiado pelo dermatologista alemão Paul Gerson Unna (1850-1929), onde realizou um estudo anatomopatológico, transformado em monografia e considerado como a mais completa análise até hoje efetuada sobre o assunto (ACADÊMICO, 1933).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No ano de 1902 realizou o estudo patológico do mycetoma e de Goundum, em casos observados na clínica do médico Antônio Pacheco Mendes, na cidade de Salvador.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 10 de novembro de 1902 licenciou-se da Faculdade de Medicina da Bahia e viajou para a cidade do Rio de Janeiro, onde assistiu ao ato de embalsamento do cadáver de seu amigo, mestre, e médico Manuel Victorino Pereira.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No início do governo do presidente Rodrigues Alves, em 16 de dezembro de 1902, tendo em vista irregularidades administrativas e orçamentárias, foi constituída uma comissão para avaliar a situação do [[HOSPÍCIO_NACIONAL_DE_ALIENADOS|&amp;lt;u&amp;gt;Hospício Nacional de Alienados&amp;lt;/u&amp;gt;]], antigo [[HOSPÍCIO_DE_PEDRO_II|&amp;lt;u&amp;gt;Hospício de Pedro II&amp;lt;/u&amp;gt;]], e das colônias de alienados, integrada por Carlos Fernandes Eiras, Egydio de Salles Guerra, Francisco Manoel da Silva Araújo, e Antônio Maria Teixeira. O relatório desta comissão apresentou um quadro pouco favorável à instituição, então dirigida por Antônio Dias de Barros, descrevendo a instituição como um “ajuntamento vergonhoso que não é só ofensivo da moral, mas prejudicial também ao tratamento dos pequenos infelizes, cujo estado mental bem poderia melhorar si em outro meio recebessem cuidados adequados” (RELATÓRIO, 1903, Anexo B, p.5).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 26 de março de 1903, Juliano Moreira, que ainda se encontrava na cidade do Rio de Janeiro, foi nomeado diretor do serviço sanitário do [[HOSPÍCIO_NACIONAL_DE_ALIENADOS|&amp;lt;u&amp;gt;Hospício Nacional de Alienados&amp;lt;/u&amp;gt;]]. Em 16 de julho do mesmo ano encaminhou uma exposição de motivos ao Ministro da Justiça e Negócios Interiores, na qual afirmou a importância da criação de uma lei geral de Assistência a Alienados e apresentou as bases para uma reforma do [[HOSPÍCIO_NACIONAL_DE_ALIENADOS|&amp;lt;u&amp;gt;Hospício Nacional de Alienados&amp;lt;/u&amp;gt;]], destacando inúmeros aspectos, entre estes:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Tendo em vista o augmento de população da Capital Federal e as necessidades de receber doentes de outros Estados, torna-se de mais em mais necessário alargar as dependências do Hospício e augmentar os alojamentos das Colônias para onde serão&amp;amp;nbsp; transferidos todos os alienados indigentes, capazes de trabalharem no serviço de lavoura, incontestavelmente o melhor meio de occupar as actividades de alguns de entres elles. Muito lucraria a Assistência si o Estado fundasse uma colônia especial para epilépticos indigentes (....). (...). Entre as insufficiencias actuaes desse estabelecimento nota-se a falta de pavilhões especiaies para tuberculosos e para moléstias intercurrentes. (...). Prover o estabelecimento de laboratórios de propedêutica e semiótica mentaes, incluindo a psycho-physiologia, de anatomia pathologica e bio-chimica, será armar os alienistas deste manicômio de recursos para melhor diagnosticarem e, portanto, conseguirem melhores resultados therapeuticos. Como complemento disto, vem a urgência de reformas radicaes nos serviços de electro e hydrotherapia, accrescentando-lhes o de kynesotherapia. Relativamente ao pessoal do estabelecimento, devem ser muito sérias as modificações a imprimir no estado actual de cousas.&amp;amp;nbsp; Quanto ao pessoal medico, é imprescindível a creação de alguns logares clínicos; um delles, que deverá ser um pediatra, conhecedor do ramo da psychiatria e da neurologia applicado às crianças, ficará encarregado do serviço especial do instituto a que me referi acima. A outro clinico ficará entregue o serviço dos pavilhões de isolamento. Assim, daremos mais folga aos aquatro alienistas effectivos para bem cuidarem de suas respectivas secções (...). (...). Além destes, é urgente a fundação dos logares de cirurgião gynecologista, de ophtalmologista e de dentista. Assim serão postas em pratica não só a escola de enfermeiros, uma das maiores necessidades do serviço hospitalar entre nós, como a abertura de officinas em que poderão trabalhar muitos doentes.” (MOREIRA, 1905, p.14-16) Na direção do Hospício, Juliano Moreira adotou como orientação a corrente alemã de psiquiatria, que conhecera com Emil Kraepelin (1856-1926), e que divergia da vertente francesa tradicionalmente adotada no Brasil. Em nenhuma hipótese admitia a referência pejorativa aos doentes mentais, afirmando de forma irônica que na realidade a maioria dos loucos estava fora dos manicômios (PASSOS, 1975).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Juliano Moreira, como diretor do [[HOSPÍCIO_NACIONAL_DE_ALIENADOS|&amp;lt;u&amp;gt;Hospício Nacional de Alienados&amp;lt;/u&amp;gt;]], criou novas enfermarias, como a enfermaria infantil, reestruturou as oficinas de trabalho, retirou as grades das janelas das enfermarias, aboliu os coletes e camisas de força, criou o Pavilhão Seabra com várias oficinas (ferreiro, bombeiro, mecânica elétrica, carpintaria, marcenaria, tipografia, etc.) para recuperação dos pacientes, e implantou oficinas artísticas (HJM. Biografia, 2013). Instituiu a assistência a familiares, e inaugurou uma biblioteca dotando-a de “obras clássicas francezas, antigas e modernas, muitas inglezas, allemãs, italianas, revistas francezas de psychiatria e neurologia (Annales Medico-Psychologiques, 1843 a 1904, Archives de Neurologie, 1880 a 1904, Nouvelle Iconographie de la Salpe­trière, 1888 a 1904, Revue de Psychiatrie, 1897 a 1904, Revue Neurologique, 1893 a 1904), e assignatura de quasi todas as mundiaes sobre esse assumpto restricto, francezas, belgas, italianas, allemãs, inglezas, americanas, hespanholas, argentinas, etc.” (RELATORIO, 1904-1905, p.19)).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Da mesma forma que fizera na Bahia, Juliano Moreira organizou um laboratório e principiou a realização de punções lombares e exames citológicos de líquido céefalo-raquiano a fim de diagnosticar enfermidades. O número grande de pacientes internados no [[HOSPÍCIO_NACIONAL_DE_ALIENADOS|&amp;lt;u&amp;gt;Hospício Nacional de Alienados&amp;lt;/u&amp;gt;]] e a forma de tratamento adotado eram apontados como problemas importantes para o funcionamento da instituição. Em 1890 havia sido criada, nas dependências daquela instituição, a [[ESCOLA_PROFISSIONAL_DE_ENFERMEIROS_E_ENFERMEIRAS|&amp;lt;u&amp;gt;Escola Profissional de Enfermeiros e Enfermeiras&amp;lt;/u&amp;gt;]], com o objetivo de preparar os profissionais que atuassem nos hospícios e hospitais civis e militares, mas, de acordo com os relatos de 1908, esta escola não estaria funcionando devido a pouca regularidade de freqüência do pessoal às aulas, dada à sobrecarga de trabalho deste com a vigilância permanente de um número grande de pacientes (RELATORIO, 1909).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A gestão de Juliano Moreira à frente do [[HOSPÍCIO_NACIONAL_DE_ALIENADOS|&amp;lt;u&amp;gt;Hospício Nacional de Alienados&amp;lt;/u&amp;gt;]], abolindo medidas consideradas desumanas, atraiu para o estabelecimento um grande número de profissionais interessados nas novas técnicas do tratamento psiquiátrico. [[PEIXOTO,_JÚLIO_AFRÂNIO|&amp;lt;u&amp;gt;Júlio Afrânio Peixoto&amp;lt;/u&amp;gt;]], Miguel da Silva Pereira, Antônio Austregésilo Rodrigues Lima, Raul Leitão da Cunha, Antonio Fernandes Figueira, José Chardinal D´Arpenans, Humberto Netto Gotuzzo, Bruno Alvares da Silva Lobo e Alvaro Porfírio de Andrade Ramos, entre outros, integraram o corpo clínico do estabelecimento e em pouco tempo se tornariam reconhecidos no ramo. Outros especialistas renomados formaram-se sob sua direção, como Gustavo Kohler Riedel, Mário Pinheiro de Andrade, Ernani Lopes, Faustino Monteiro Esposel, Ulysses Machado Pereira Vianna Filho, Henrique Waldemar de Brito Cunha, Carlos Mattoso Sampaio Corrêa, Mauricio Campos de Medeiros, Adauto Junqueira Botelho, Heitor Pereira Carrilho, Fabio de Azevedo Sodré, Odilon Galloti e Hermelino Lopes Rodrigues (LOPES, 1964).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Entre os internos mais célebres no então [[HOSPITAL_NACIONAL_DE_ALIENADOS|&amp;lt;u&amp;gt;Hospital Nacional de Alienados&amp;lt;/u&amp;gt;]] esteve o escritor Afonso Henriques de Lima Barreto.&amp;amp;nbsp; A experiência de Lima Barreto em segundo internamento, ocorrido de 25 de dezembro de 1919 a 2 fevereiro de 1920, foi relatada em seu “Diário do Hospício”, no qual se refere a seu encontro com Juliano Moreira:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;margin: 0cm 1cm 0.0001pt; text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Na segunda-feira, antes que meu irmão viesse, fui à presença do doutor Juliano Moreira. Tratou-me com grande ternura, paternalmente, não me admoestou, fez-me sentar a seu lado e perguntou-me onde queria ficar. Disse-lhe que na secção Calmeil. Deu ordens ao Santana e, em breve, lá estava eu.” (BARRETO, 1993, p.27)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em relação às instituições de assistência aos alienados propôs “a substituição do hospício do fim do século XIX, obsoleto e inchado, por diferentes formatos institucionais para o tratamento da doença mental em seus diversos níveis: hospitais urbanos para curtos períodos de internação e tratamento, hospitais-colônia, clinoterapia, assistência heterofamiliar para casos mais longos etc.” (VENANCIO, 2005a, p.70).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A perspectiva humanista implementada por Juliano Moreira no [[HOSPÍCIO_NACIONAL_DE_ALIENADOS|&amp;lt;u&amp;gt;Hospício Nacional de Alienados&amp;lt;/u&amp;gt;]] foi igualmente adotada pela nova lei federal de assistência aos alienados, apresentada em 1903 por [[BRANDÃO,_JOÃO_CARLOS_TEIXEIRA|&amp;lt;u&amp;gt;João Carlos Teixeira Brandão&amp;lt;/u&amp;gt;]] , ex-diretor do Hospício Nacional de Alienados, cujo projeto foi apoiado por Juliano Moreira e pelo presidente Francisco de Paula Rodrigues Alves. Aprovada em 22 de dezembro do mesmo ano na forma do decreto nº 1.132, essa lei era baseada na proteção jurídica aos alienados, nos moldes da legislação francesa estabelecida de 30 de junho de 1838, que proibia, entre outras deliberações, a colocação dos doentes mentais em prisões. Em 1º de fevereiro de 1904, o decreto nº 5.125 estabeleceu o Regulamento da Assistência a Alienados no Distrito Federal.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1905, com o apoio de [[PEIXOTO,_JÚLIO_AFRÂNIO|&amp;lt;u&amp;gt;Júlio Afrânio Peixoto&amp;lt;/u&amp;gt;]], Juliano Moreira criou os &#039;&#039;Archivos Brasileiros de Psychiatria, Neurologia e Sciencias Affins&#039;&#039;, com a proposta segundo seus editores, de &amp;quot;registrar as contribuições nacionais&amp;quot; e &amp;quot;estimular os especialistas nacionais ao estudo acurado de seus doentes&amp;quot; (Nota editorial, 1905, Apud FACCHINETTI, 2010). Em 1908 este periódico passou a denominar-se &#039;&#039;Archivos Brasileiros de Psychiatria, Neurologia e Medicina Legal&#039;&#039;, com a criação da Sociedade Brasileira de Psychiatria, Neurologia e Medicina Legal, em 1907. A partir de 1919 o órgão da Sociedade Brasileira de Psychiatria, Neurologia e Medicina Legal passou a ser denominado &#039;&#039;Arquivos Brasileiros de Neuriatria e Psiquiatria&#039;&#039;, de responsabilidade de Juliano Moreira, Antônio Austregésilo Rodrigues Lima, Ulysses Machado Pereira Vianna Filho, Henrique de Brito Belford Roxo, Waldemar de Almeida, e Faustino Monteiro Esposel&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Os referidos periódicos não foram, contudo, as únicas publicações que contaram com seu auxílio. Ainda na Bahia, foi diretor dos &#039;&#039;Annaes da Sociedade de Medicina e Cirurgia da Bahia&#039;&#039;, e colaborador da &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, da &#039;&#039;Revista Médico-Legal&#039;&#039;, órgão da Sociedade de Medicina Legal da Bahia, e da &#039;&#039;Revista dos Internos da Faculdade de Medicina da Bahia&#039;&#039;. A &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, criada em 1866 pelos integrantes da denominada [[ESCOLA_TROPICALISTA_BAIANA|&amp;lt;u&amp;gt;Escola Tropicalista Baiana&amp;lt;/u&amp;gt;]] , foi destacada pelo próprio Juliano Moreira:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Por meados do século XIX floresceu na Bahia uma tríade memorável de médicos a qual muito deve a medicina nacional: foram Wucherer, Paterson e Silva Lima. Provaram eles em 1849 que era de febre amarela a epidemia então reinante na cidade de Salvador. Silva Lima descreveu por primeira vez o ainhum alem de ter estudado com desusado esmero o beriberi e outras doenças aqui reinante. Essa Tríade fundou a Gazeta Médica da Bahia, o mais antigo repositório americano de subsídios para o estudo das doenças nos trópicos.” (Apud GELMAN, 2006, p.34)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Juliano Moreira foi o redator principal da &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039; de julho de 1901 a junho de 1906:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;margin: 0cm 1cm 0.0001pt; text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;“(....) Juliano Moreira tornou-se seu colaborador assíduo, com publicação de uma dezena de artigos, tendo a sífilis como tema principal. Entretanto as pesquisas de Juliano Moreira que tiveram maior destaque no período não foram sobre sua temática principal, a sífilis, mas sobre uma outra doença &#039;de países de clima quente&#039;, com manifestações cutâneas, o botão de Biskra, botão endêmico ou, numa linguagem mais atual, a leishmaniose tegumentar americana ou cutâneo-mucosa. Esses estudos se inscrevem numa fecunda e original tradição da Gazeta Medica, a dos estudos científicos com preocupação nacional sobre as doenças ditas tropicais, principalmente infecciosas e parasitárias, como fez Wucherer com seus trabalhos sobre a ancilostomíase e a filariose, e Silva Lima sobre o beribéri e o ainhum, já mencionados.” (JACOBINA, 2008)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi colaborador efetivo do &#039;&#039;Brazil Médico&#039;&#039;, periódico fundado em janeiro de 1887, por Antônio Augusto de Azevedo Sodré, professor da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], e também da &#039;&#039;Revista Médico-Cirúrgica do Brazil&#039;&#039;, criada em 1892.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em viagem a Portugal, em 1906, para participar do XV Congrès International de Médicine, Juliano Moreira conheceu os médicos Miguel Augusto Bombardia (1851-1910), organizador deste Congresso e diretor do Manicómio de Rilhafoles (Lisboa), Júlio Xavier de Matos (1856-1922), criador do ensino oficial da psiquiatria em Portugal, e Júlio Dantas (1876-1962), médico militar e escritor (PASSOS, 1975).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1911, participou da fundação dos &#039;&#039;Archivos Brasileiros de Medicina, &#039;&#039;juntamente com Antônio Austregésilo Rodrigues Lima, Eduardo Marques, Ernani Lopes, Gustavo Kohler Riedel, Mário Pinheiro de Andrade, Roberto César de Andrade Duque Estrada, Raul Pacheco e Zopyro Goulart.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Juliano Moreira foi nomeado, em 1911, diretor da Assistência Médico-Legal de Alienados, órgão que havia sido criado em 1890 e que posteriormente, em 1927, tornou-se o Serviço de Assistência a Psychopatas. Exerceu esta função sem remuneração adicional, acumulando-a com a de diretor do [[HOSPITAL_NACIONAL_DE_ALIENADOS|&amp;lt;u&amp;gt;Hospital Nacional de&amp;amp;nbsp;Alienados&amp;lt;/u&amp;gt;]]. Durante sua gestão na Assistência Médico-Legal de Alienados, Juliano Moreira criou o Manicômio Judiciário, inaugurado em 1921, em terrenos anexos à Casa de Correção na Rua frei Caneca, no centro do Rio de Janeiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi designado professor honorário de clínica de doenças mentais da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DA_BAHIA|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina da Bahia&amp;lt;/u&amp;gt;]] em julho de 1911, por proposta da Congregação desta instituição.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1912, João Augusto Rodrigues Caldas, diretor das colônias de alienados na Ilha do Governador, recebeu o apoio do Ministro da Justiça e Negócios Interiores e de Juliano Moreira, então diretor da Assistência a Alienados e do [[HOSPITAL_NACIONAL_DE_ALIENADOS|&amp;lt;u&amp;gt;Hospital Nacional de Alienados&amp;lt;/u&amp;gt;]], para a instalação de uma colônia de alienados em um terreno da Fazenda do Engenho Novo, na área rural de Jacarepaguá, zona oeste do Rio de Janeiro. Buscava-se, desta forma, resolver os problemas existentes nas antigas colônias de alienados na Ilha do Governador. As obras foram concluídas em 1924, quando foi inaugurada a então denominada Colônia de Psicopatas-Homens, para o atendimento de pacientes indigentes e crônicos oriundos, em sua maioria, das colônias da Ilha do Governador. Em 1935 passou a denominar-se Colônia Juliano Moreira como homenagem póstuma (VENÂNCIO, 2011).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Juliano Moreira defendia energicamente a adoção do tratamento de alienados em colônias rurais, como se depreende dos artigos que escrevia aos &#039;&#039;Archivos Brasileiros de Psychiatria, Neurologia e Sciencias Affins&#039;&#039;. As novas colônias eram, a seu ver, necessárias em substituição às colônias de São Bento e Conde de Mesquita, localizadas na Ilha do Governador, em terras onde hoje se encontra a Base Aérea do Galeão. Além da exigência dos frades do Mosteiro de São Bento, proprietários destes terrenos, e da Marinha, que desejava instalar ali a sua recém-criada Divisão Aérea, estas áreas estavam de todo modo em estado precário, não possibilitando assim condições adequadas para seus internos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Juliano Moreira integrou o conselho executivo dos &#039;&#039;Archivos Brasileiros de Hygiene Mental&#039;&#039;, veículo oficial da Liga Brasileira de Hygiene Mental, tendo publicado o artigo “A seleção individual de immigrantes no programa de hygiene mental” no número de lançamento da publicação, em 1925.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Como referência da medicina nacional, representou o Brasil em diversos encontros científicos no exterior, como o XI Congres International de Médecine (Paris, 1900), o XV Congrès International de Médecine (Lisboa, 19-26/04/1906), o Congresso de Assistência a Alienados (Milão,1907) e o International Congress of Psychiatry,Psycology &amp;lt;span lang=&amp;quot;PT&amp;quot;&amp;gt;and&amp;lt;/span&amp;gt; Neurology (Amsterdã, 1907). Sua atuação neste congresso de psiquiatria rendeu-lhe a nomeação para a presidência do Comitê de Propaganda no Brasil, função esta que desempenhou em outras ocasiões também por indicação dos comitês organizadores de congressos em Viena, Londres, Gand (Bélgica), Berne (Suíça) e Moscou. Em 1901 foi eleito presidente honorário do IV Congresso Internacional de Assistência aos Alienados, realizado em Berlim. No 2º Congresso Medico Latino Americano (Buenos Aires, 1904), apresentou o trabalho “A paranóia e os syndromas paranoides”, em co-autoria com Júlio Afrânio Peixoto. Foi também eleito presidente honorário do Congresso de Assistência a Alienados, realizado em Milão, em 1907. Integrou o Instituto Internacional para o Estudo da Etiologia e Profilaxia das Doenças Mentais.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1908 foi convidado pelo governo norueguês para participar da Second International Conference on Leprosy (Bergen, Noruega, 1909), por indicação do leprólogo Gerhard Armauer Hansen (1841-2912), para tratar da questão das doenças mentais nos leprosos,&amp;amp;nbsp;tendo posteriormente publicado seus estudos no Allgemeine Zeitschrift für Psychiatrie und psychisch-gerichtliche Medicin, na Alemanha. Participou do&amp;amp;nbsp;IV Congresso Medico Latino-americano (Rio de Janeiro, 1º-09/08/1909) com a apresentação do trabalho “Quaes os melhores meios de assistencia aos alienados?” na 5ª Secção de Neurologia, Psychiatria, Criminologia e Medicina Legal. Foi membro, desde o princípio da &#039;&#039;International League against Epilepsy&#039;&#039;, tendo participado do encontro em 30/08/1909 no Hotel Bristol, em Budapeste que discutiu sua criação, e tendo representado o Brasil no International Committee desta associação. Foi delegado do governo brasileiro na 11ª International Conference on Tuberculosis (Berlin, 22-25/10/1913). Participou, como membro organizador, do International Medical Congress (Budapeste, 29/08-04/09/1918), tratando do tema das doenças mentais e nervosas decorrentes da arterioesclerose. Na Réunion Jubilaire da Société de Médecine Mentale (Gand, Bruxelas, 25-26/09/1920) foi reconhecido como membro honorário desta sociedade. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Juliano Moreira também teve importante participação em congressos nacionais, tendo sido presidente da Seção de Sifilografia e Dermatologia do 5º Congresso Brasileiro de Medicina e Cirurgia, promovido pela [[SOCIEDADE_DE_MEDICINA_E_CIRURGIA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], (Rio de Janeiro, 16/06-02/07/1903), e presidido, em 1916 e 1922, o 1º e o 2º Congresso Brasileiro de Neurologia, Psiquiatria e Medicina Legal respectivamente.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Participou, juntamente com Antônio Pacheco Mendes, Raymundo Nina Rodrigues, Alfredo Tomé de Britto e outros, da fundação da Sociedade de Medicina e Cirurgia da Bahia, criada em 18 de novembro de 1894, na qual foi também diretor de seus &#039;&#039;Anais&#039;&#039; e membro da Comissão seccional de dermatologia-sifiligrafia. Participou juntamente com Raymundo Nina Rodrigues, da criação da Sociedade de Medicina Legal da Bahia, em 1895.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi um dos membros fundadores, vice-presidente (1923-1926), e presidente (1926-1929), da [[SOCIEDADE_BRASILEIRA_DE_CIÊNCIAS|&amp;lt;u&amp;gt;Sociedade Brasileira de Ciências&amp;lt;/u&amp;gt;]] criada em 1916, posteriormente denominada [[ACADEMIA_BRASILEIRA_DE_CIÊNCIAS|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Brasileira de Ciências&amp;lt;/u&amp;gt;]]. Por ocasião da visita de Albert Einstein (1879-1955) ao Brasil, em maio de 1925, Henrique Charles Morize, presidente da então [[ACADEMIA_BRASILEIRA_DE_CIÊNCIAS|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Brasileira de Ciências&amp;lt;/u&amp;gt;]], e Juliano Moreira (vice-presidente), o recepcionaram na instituição. Nesta ocasião Juliano Moreira discursou e apresentou a proposta dos acadêmicos solicitando a admissão de Einstein como membro correspondente daquela associação. Juliano Moreira também o recebeu no Hospital Nacional de Alienados para uma visita às instalações do estabelecimento. Em 30 de abril de 1929, foi nomeado presidente honorário da [[ACADEMIA BRASILEIRA DE CIÊNCIAS|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Brasileira de Ciências&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Integrou também outras associações nacionais, como a Academia de Letras da Bahia, o Instituto Histórico-Geográfico Brasileiro (eleito sócio em 1914, e posse em maio de 1917), e a [[ACADEMIA_NACIONAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Nacional de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]], da qual foi membro titular da Seção de Medicina (eleito em 29 de outubro de 1903) e vice-presidente durante a gestão de Miguel de Oliveira Couto na presidência (1913-1934).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;Subttulodoscampos&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;Integrou o Conselho Penitenciário do Distrito Federal, criado em 1924, juntamente com Antônio Evaristo de Morais, Raul Leitão da Cunha, José Gabriel Lemos de Brito, e outros, e foi membro do Conselho de Menores e do Conselho dos Patrimônios do Ministério da Justiça (HJM, 2013). Participou, juntamente com [[PEIXOTO,_JÚLIO_AFRÂNIO|&amp;lt;u&amp;gt;Júlio Afrânio Peixoto&amp;lt;/u&amp;gt;]] e Benjamin Franklin Ramiz Galvão, do conselho administrativo do Monte Médico, uma associação de previdência de médicos, farmacêuticos e cirurgiões dentistas no Distrito Federal.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Juliano Moreira, juntamente com [[PEIXOTO,_JÚLIO_AFRÂNIO|&amp;lt;u&amp;gt;Júlio Afrânio Peixoto&amp;lt;/u&amp;gt;]], fundou em 1905, na sede da [[ACADEMIA_NACIONAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Nacional de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]], a Sociedade Brasileira de Psychiatria, Neurologia e Sciencias Affins,. Em 17 de novembro de 1907 esta associação que reunia médicos do [[HOSPÍCIO_NACIONAL_DE_ALIENADOS|&amp;lt;u&amp;gt;Hospício Nacional de Alienados&amp;lt;/u&amp;gt;]] e professores e alunos da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], foi renomeada como Sociedade Brasileira de Psychiatria, Neurologia e Medicina Legal, da qual Juliano Moreira foi presidente, e presidente perpétuo (1928). Em 5 de abril de 1908 foi constituída uma comissão para elaboração dos estatutos desta sociedade, formada por Carlos Fernandes Eiras, [[PEIXOTO,_JÚLIO_AFRÂNIO|&amp;lt;u&amp;gt;Júlio Afrânio Peixoto&amp;lt;/u&amp;gt;]] e Henrique de Brito Belfort Roxo, os quais teriam como modelo o de uma instituição alemã, de Munique. Em 1907 foi lançado o &#039;&#039;Boletim da Sociedade&#039;&#039;, produzido na Oficina Tipográfica do Hospital Nacional de Alienados (VASCONCELOS, 2008)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No seio da Sociedade Brasileira de Psychiatria, Neurologia e Medicina Legal foi constituída uma Comissão para propor uma classificação psiquiátrica, que “fosse uniformemente adotada no [[HOSPÍCIO_NACIONAL_DE_ALIENADOS|&amp;lt;u&amp;gt;Hospício Nacional de Alienados&amp;lt;/u&amp;gt;]] e nas nossas Casas de Saúde para Psicopatas” do Distrito Federal (&#039;&#039;Apud&#039;&#039; SANTO, 2012, p.26). Esta Comissão foi formada por Juliano Moreira, Carlos Fernandes Eiras, Henrique de Brito Belford Roxo e &amp;lt;u&amp;gt;[[PEIXOTO, JÚLIO AFRÂNIO|Júlio Afrânio Peixoto]]&amp;lt;/u&amp;gt;, e seu resultado foi apresentado no relato de Juliano Moreira à Repartição Geral de Estatística em 1910&#039;&#039;&#039;,&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;no qual se evidenciavam as influências da classificação psiquiátrica de Kraepelin&#039;&#039;&#039;. &#039;&#039;&#039;A classificação proposta pela Sociedade Brasileira de Psychiatria, Neurologia e Medicina Legal apresentava 14 grupos diagnósticos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Juliano Moreira integrou o conselho executivo e foi presidente de honra da Liga Brasileira de Hygiene Mental, criada em 26 de janeiro de 1923 pelo médico Gustavo Koehler Ridel.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A Sociedade Brasileira de Psicanálise foi fundada em São Paulo, em 27 de novembro de 1927, por Francisco Franco da Rocha, professor de Neuropsiquiatria da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DE_SÃO_PAULO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina de São Paulo&amp;lt;/u&amp;gt;]], e Durval Bellegarde Marcondes. No ano seguinte, em 17 de junho de 1828, foi criada a Seção Rio de Janeiro desta associação, em uma reunião presidida por Juliano Moreira, com a presença de Murilo de Campos, Pedro Deodato de Moraes, José Carneiro Ayrosa, Júlio Pires Porto Carrero, Durval Bellegarde Marcondes e de Osório Thaumaturgo César, realizada no Serviço de Psychanalise do Hospital Nacional de Alienados, que havia sido criado naquele ano por Juliano Moreira, e que era dirigido por Murilo de Campos e José Carneiro Ayrosa. Juliano Moreira foi o primeiro presidente da Seção Rio de Janeiro (CARRERO, 1929).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Na residência de Juliano Moreira eram realizadas reuniões, com a presença de diplomatas estrangeiros, professores, artistas, médicos, como [[ALMEIDA,_MIGUEL_OZORIO_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Miguel Ozorio de Almeida&amp;lt;/u&amp;gt;]], Gastão Cruls e Antonio da Silva Mello.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;Subttulodoscampos&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi membro de diversas sociedades científicas estrangeiras, incluindo a Anthropologische Gesellschaft (Munich, Alemanha), a Société de Médecine de Paris, a Société de Pathologie Exotique (Paris, França), a Société Clinique de Médécine Mentale (França), a Medico-Legal Society of New York (E.U.A.), a Sociedad de Neurología y Psiquiatría (Buenos Aires, Argentina), a Société de Psychologie de Paris, a Societé de Psychiatrie (Paris), a Société Clinique de Médecine Mentale (Paris), a Societé Medico-Psychologique de Paris, a American Academie of Political and Social Science (Philadelphia, E.U.A.), a Société de Médecine Mentale de Belgique, Société de Neurologie de Paris, a Ligue de Hygiene Mentale (Paris), e membro correspondente da Royal Medico-Psychological Association (Londres, 1909).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;Subttulodoscampos&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Juliano Moreira foi eleito, em 1922, membro correspondente da Ligue Française de Prophylaxie et d´Hygiène Mentale, criada em Paris em 1921, e integrou o Comitê Internacional de redação da &#039;&#039;Folia Neurológica&#039;&#039;, que era um órgão para estudos de biologia do sistema nervoso, em Amsterdã (EL BAINY).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Sua trajetória foi destaque nas crônicas e notícias dos periódicos médicos de sua época:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;margin: 0cm 1cm 0.0001pt; text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“O Dr. Juliano Moreira especializou-se em psychiatria e em dermatologia. É talvez o único medico brazileiro que há percorrido todos hospitaes de alienados da Europa e da América do Sul, adquirindo na especialidade uma competência que todos reconhecem e de que dão mostra os seus trabalhos, alguns dos quaes ten honrado as columnas do &amp;lt;Brazil-Medico&amp;gt;. Trabalhou em diversos laboratórios do velho mundo e salientou-se muito no do Dr. Unna, em Hamburgo, tendo então opportuindade de publicar o seu magnífico estudo sobre o ainhum, com a mais completa e original contribuição scientifica sobre o assumpto. Sentimos que nos falte espaço para dar a lista dos numerosos trabalhos do Dr. Juliano Moreira, que tem collaborado em diversas revistas medicas estrangeiras e nacionaes, sendo um dos redactores effectivos da ´Gazeta Medica da Bahia`.” (CHRONICA, 1903, p.140)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Juliano Moreira é considerado o introdutor de inúmeros estudos clínicos no Brasil. Sua produção científica foi reconhecida e reverenciada no exterior.&amp;amp;nbsp; Foi precursor da clinoterapia no tratamento de doenças mentais e o pioneiro na realização de exames microscópicos de casos de micetoma no Brasil. Também impulsionou a criação de laboratórios em hospitais e clínicas através de uma conferência na Sociedade de Medicina e Cirurgia da Bahia, onde expôs a conveniência de tais serviços para o bom funcionamento destes órgãos. A partir de então, a [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DA_BAHIA|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina da Bahia&amp;lt;/u&amp;gt;]] instituiu seu Instituto de Clínicas, laboratórios reunidos com a finalidade de colaborar nos diagnósticos realizados nas diversas clínicas, serviço que funcionava anexo ao Hospital Santa Izabel.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi também considerado o precursor da psicanálise no Brasil, pois o trabalho de Sigmund Schlomo Freud (1856-1939) “há trinta anos era estudado por elle na Bahia” (PEIXOTO, 1931). Segundo Carmen Oliveira, Juliano Moreira já o teria referido, em 1899, em uma conferência na [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DA_BAHIA|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina da Bahia&amp;lt;/u&amp;gt;]], uma década antes do movimento de divulgação do pensamento freudiano no país (OLIVEIRA, 2002).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ana Teresa A. Venâncio, ao analisar o conjunto dos trabalhos de Juliano Moreira, o apresenta como tendo duas fases, sendo a primeira caracterizada como “tropicalista”, pois “seus artigos versam sobre doenças como a leishmaniose, a sífilis, a malária e o ainhum” (2005, p.68). E nesta fase estariam trabalhos como “Distribuição geográfica do botão endêmico dos países quentes” (1895), “A alimentação pelo arroz e o beribéri perante a observação dos médicos holandeses” (1898), “A sífilis como fator de degeneração” (1899), e “Os mosquitos e a malária” (1899).&amp;amp;nbsp; Na segunda fase, Juliano Moreira teria dedicado seus estudos especialmente à clínica psiquiátrica:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;margin: 0cm 1cm 0.0001pt; text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“A partir de 1901, Juliano Moreira discorre sobre exemplos internacionais – “A clínica psiquiátrica da Universidade de Leipzig” (1901), “A clínica psiquiátrica e de moléstias nervosas na Universidade de Halle” (1901), “A clínica psiquiátrica e de moléstias nervosas na Universidade de Wirtzburg (1902) – e elege, como modelo mais bem acabado, o Instituto de Munique dirigido por Emil Kraepelin, o qual se destinava tanto à assistência quanto ao ensino e à pesquisa.” (VENANCIO, 2005a, p.69)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Divergiu da teoria da degenerescência de Raymundo Nina Rodrigues, que tentava explicar a incidência das doenças mentais nos brasileiros através do viés patológico da miscigenação, enfatizando a “contribuição negativa” dos negros. Também refutava a tese de outros alienistas que acreditavam na relação entre determinadas enfermidades mentais com o clima tropical (ODA, 2001).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A projeção profissional de Juliano Moreira fazia-se sentir pelas inúmeras homenagens que recebeu, tanto em vida como póstumas. Em 1923 e 1925 os números dos &#039;&#039;Archivos Brasileiros de Neuriatria e Psychiatria&#039;&#039; foram inteiramente dedicados a sua trajetória enquanto médico e cientista.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Na data de seu aniversário, em 6 de janeiro de 1924, foi inaugurado um busto em bronze – obra do escultor Rodolpho Pinto do Couto – no salão nobre do [[HOSPITAL_NACIONAL_DE_ALIENADOS|&amp;lt;u&amp;gt;Hospital Nacional dos Alienados&amp;lt;/u&amp;gt;]]. Esta iniciativa, resultado da admiração pelos trabalhos realizados em prol dos doentes mentais do país, partiu de seus alunos, amigos, discípulos e companheiros de profissão.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1926, um grupo de especialistas em psiquiatria e neurologia reunidos no anfiteatro do [[HOSPITAL_NACIONAL_DE_ALIENADOS|&amp;lt;u&amp;gt;Hospital Nacional de Alienados&amp;lt;/u&amp;gt;]], resolveu criar a Fundação Juliano Moreira, um instituto de pesquisas destinado ao estudo científico das moléstias do sistema nervoso. Participaram da iniciativa Ulysses Machado Pereira Vianna Filho, Henrique da Rocha Lima, Raul Leitão da Cunha, [[CHAGAS,_CARLOS_RIBEIRO_JUSTINIANO|&amp;lt;u&amp;gt;Carlos Ribeiro Justiniano Chagas&amp;lt;/u&amp;gt;]], Miguel de Oliveira Couto, Arthur Alexandre Moses, Heitor Pereira Carrilho, Juvenil da Rocha Vaz, Mário Pinheiro de Andrade, Waldemar Schiller, Francisco Cavalcanti Pontes de Miranda, Pedro Pernambuco Filho, Adauto Botelho, João Marinho de Azevedo, Henrique de Brito Belford Rôxo, Faustino Monteiro Esposel, Henrique Duque e Waldemar de Almeida, sendo Juliano Moreira declarado seu presidente honra.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Juliano Moreira foi convidado pelo médico alemão Carl Anton Mense (1861-1938) para colaborar com a nova edição do tratado de doenças nervosas e mentais dos países tropicais, que resultou na publicação de seu trabalho intitulado “Die nervenund Geistskrankheiten in den Tropen” no vol.4 do &#039;&#039;Handbuch der Tropenkrankheiten&#039;&#039;, em 1926.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em julho de 1928 viajou para o Japão, onde permaneceu por quatro meses, a convite de universidades de Tóquio, Kioto, Sendai, Hokaido, Fuknoka, Osaka, entre outras, nas quais proferiu suas conferências. Recebido com grande reverência, foi nomeado membro honorário da Sociedade Japonesa de Neurologia e Sociedade Japonesa de Psiquiatria, e condecorado pelo Imperador com a Ordem do Tesouro Sagrado. Seguiu posteriormente para a Europa para realizar conferências na Alemanha, onde foi condecorado com a medalha de ouro, condecoração máxima conferida a um professor estrangeiro, por três instituições - Sociedade Médica de Munique, Cruz Vermelha Alemã e Universidade de Hamburgo. Foi eleito membro honorário das Sociedades de Neurologia e Psiquiatria de Berlim e de Hamburgo.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;De volta ao Brasil, Juliano Moreira retomou a direção do [[HOSPITAL_NACIONAL_DE_ALIENADOS|&amp;lt;u&amp;gt;Hospital Nacional de Alienados&amp;lt;/u&amp;gt;]] até aposentar-se como Diretor Geral da Assistência a Psicopatas do Distrito Federal em 1930, cargo que ocupava desde 1911. Ainda em 1930 fundou, juntamente com Heitor Pereira Carrilho, os &#039;&#039;Arquivos do Manicômio Judiciário do Rio de Janeiro&#039;&#039;.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Juliano Moreira teve uma atuação bastante variada no campo da ciência. Foi médico, tropicalista, dermatologista, sifilógrafo, alienista, psicólogo, naturalista e historiador da medicina.&amp;amp;nbsp;[[PEIXOTO,_JÚLIO_AFRÂNIO|&amp;lt;u&amp;gt;Júlio Afrânio Peixoto&amp;lt;/u&amp;gt;]], em texto publicado nos &#039;&#039;Archivos Brasileiros de Medicina&#039;&#039; em 1931, destacou a trajetória de Juliano Moreira:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;margin: 0cm 1cm 0.0001pt; text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Não foi nacionalista, nem teve freguesia intelectual. Ouviu os sons de todos os sinos. Aqui, Silva Lima, tropicalista. Ali, Nina Rodrigues, medico legista. Estendeu as mãos a Teixeira Brandão e a Franco da Rocha. Propagou Kraepelin, sem esquecer Pierre Marie, nem Toulose, Clouston e Morselli. Leu a todos, aprendeu de todos, a todos no seu tanto consagrou, com a citação, a aplicação, a correcção. Freud, novidade de hoje, há trinta annos era estudado por ele na Bahia.” (PEIXOTO, 1931, p.66)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;Subttulodoscampos&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Sua contribuição mais destacada foi no campo da psiquiatria, cujos métodos ajudou a modernizar e divulgar. Por sua insigne projeção na área médica, foi reverenciado no mundo inteiro e fez parte de diversas associações e sociedades científicas internacionais, que o convidavam a integrar seus quadros por reconhecê-lo como o melhor em sua especialidade – a psiquiatria.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 02 de maio de 1933, faleceu em consequência de uma enfermidade crônica, tuberculose, na cidade de Petrópolis, onde se internara em um sanatório do distrito de Correias, no Rio de Janeiro. Foi publicado um necrológio em sua homenagem nos &#039;&#039;Annales Médico-Psychologiques&#039;&#039; (Nécrologie, n.02, 1933, p.448).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Antônio Austregésilo Rodrigues, na seção “Necrologia” do &#039;&#039;Brazil-Medico&#039;&#039;, de 13 de maio de 1933, destacou a trajetória de Juliano Moreira:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;margin: 0cm 1cm 0.0001pt; text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“A evolução scientifica da Assistência aos alienados sob sua direcção jamais parou; fez sempre progressos, ora rápidos ora lentos, porém a propulsão dada por Juliano Moreira à nossa escola psychiatrica não foi interrompida. Ahi estão os trabalhos da Sociedade de Neurologia, Psychiatria e Medicina Legal que há 25 annos vive cheia de serviços; as publicações feitas nos Archivos Brasileiros de Neuriatria e Psychiatria e em outras revistas technicas e em tratados. (...) e a compreensão do conceito philosophico e pragmático dos themas médicos, sobretudo neuro-psychiatricos; fizeram de Juliano Moreira chefe de escola clinica.” (AUSTREGESILO, 1933, p.343)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A publicação &#039;&#039;Sonderabdruck sus Psychiatrisch-Neurologische Wochenschrift&#039;&#039;, de Halle (Alemanha) em seu nº 25, de 24 de junho de 1933, publicou o necrológio de Juliano Moreira, escrito por W. Weygandt, no qual foram ressaltados sua trajetória, e seus estudos científicos sobre a psiquiatria, a neurologia, a neurosífilis, o envenenamento pelo arsênico, o saturnismo, a paranóia, a psicologia da tuberculose, as questões referentes à psicose da lepra, a malária, a influenza, as enfermidades nervosas das regiões tropicais, a organização da assistência aos epilépticos, e a psiquiatria no Brasil.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Juliano Moreira é o Patrono da Cadeira nº 57 da Seção de Medicina da [[ACADEMIA_NACIONAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Nacional de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em dezembro de 2001, a Congregação da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DA_UNIVERSIDADE_FEDERAL_DA_BAHIA|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina da Universidade Federal da Bahia&amp;lt;/u&amp;gt;]] aprovou a criação do Prêmio Juliano Moreira, que contempla, a cada semestre, o graduando em medicina que apresente as mais expressivas atividades de extensão ao longo do curso.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Para preservar a memória de sua trajetória, foi criado o Memorial Juliano Moreira, como um setor do Hospital Psiquiátrico Juliano Moreira, na Avenida Edgard Santos, s/nº, Bairro do Cabula, na cidade de Salvador.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Produção intelectual&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Etiologia da syphilis maligna precoce”. Tese inaugural de doutoramento, Faculdade de Medicina. &amp;amp;nbsp;Salvador: Tipografia Liguori &amp;amp; C, 1891.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Musculo Acromio-clavicular”. &#039;&#039;Brazil-Médico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno VIII, n.48, p.377-379, 22 dez.1893.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Pharyngismo tabetico”.&#039;&#039;Brazil-Médico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno IX, n.5, p.33-36, 1 fev. 1894.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Endemo-epidemia da Jacobina pelo Dr. Juliano Moreira (continuação da pag. vol.)”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, Bahia, anno XXV, n.1, p.25-30, jul. 1894.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Endemo-epidemia da Jacobina (1891-1892) pelo Dr. Juliano Moreira (continuação da pag. 30)”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, Bahia, anno XXVI, n.2, p.61-63, ago.1894.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Pharyngismo tabetico”. &#039;&#039;Gazeta Médica da Bahia&#039;&#039;, Bahia, anno XXVI, n.5, p. 203-212, nov. 1894.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Endemo-epidemia da Jacobina (1) pelo Dr. Juliano Moreira (continuação da pag. 63)”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, Bahia, anno XXVI, n.6, p.159-168, dez.. 1894.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Existe na Bahia o botão de Biskra?”. &#039;&#039;Annaes da Sociedade de Medicina e Cirurgia da Bahia&#039;&#039;, Bahia, sessão de 30 de dez. 1894.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Existe na Bahia o botão de Biskra. Estudo clinico pelo Dr. Juliano Moreira”. &#039;&#039;Gazeta Médica da Bahia&#039;&#039;, Bahia, anno XXVI, p.254-258, fev. 1895.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Saturnismo e syphilis pelo Dr. Juliano Moreira”.&#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, Bahia, anno XXVI, fev. 1895.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Distribuição geographica do Botão Endemico de paises quentes”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, Bahia, anno XXVI, p.346-374, abr. 1895.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Casos de urticaria consecutiva ao emprego da santonina”. &#039;&#039;Gazeta Médica da Bahia&#039;&#039;, Bahia, anno XXVI, n.11, mai. 1895.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Saturnisme et Syphilis Maligne”. &#039;&#039;Annales de Dermatologie et de Syphiligraphie&#039;&#039;, Paris, n. 6, jun. 1895.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Karl Ludwig, Karl Thiersch, Karl Vogt”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, Bahia, anno XXVI, n.2, jun. 1895.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Hydroa vacciniforme seu aestivale”. &#039;&#039;British Journal of Dermatologie&#039;&#039;, Londres, v. VII, n.6, p.175-178, june 1895.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Arsenical Affections os the Skin”. &#039;&#039;British Journal of Dermatologie&#039;&#039;, Londres, v. VII, jun. 1895.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Assistencia dos alienados na Bahia. Relatório apresentado pelos Drs. Aurélio Vianna (relator), Tillemont Fontes e Juliano Moreira”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, Bahia, anno XXVII, n.1, p.14-16, jul. 1895.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Discussão sobre urticária consecutiva a santonima. Drs. Alfredo Britto, Figueiredo, Juliano e Deocleciano Ramos.” &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;,Bahia, anno XXVII, n.1, jul. 1895.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A syphilis no periodo de involução senil”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, Bahia, anno XXVII, n.2, p.61, ago.1895.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A syphilis no periodo de involução senil”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, Bahia, anno XXVII, n.3, p.123, set.1895.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Culpabilidade dos syphiliticos que se casam”. &#039;&#039;Revista Medico-Legal&#039;&#039;, Bahia, anno I, n.1, p.36-41, set. 1895.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Le bouton endemique des pays chauds observé a Bahia”. &#039;&#039;Journal des maladies cutanées et syphilitiques&#039;&#039;, Paris, n.10, out. 1895.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Pasteur”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, Bahia, anno XXVII, n.4, p.159, out. 1895.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A typhose syphilitica – cura por injecções de calomelanos”. &#039;&#039;Annaes da Sociedade de Medicina e Cirurgia da Bahia&#039;&#039;, dez. 1895.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Farcinose Chronica terminada por mormo agudo”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, Bahia, anno XXVII, n.6, p.273, dez. 1895.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Casos de urticaria consecutiva ao emprego da santonina”. &#039;&#039;Annaes da Sociedade de Medicina e Cirurgia da Bahia&#039;&#039;, n. 4, 1895.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Farcinose Chronica terminada por mormo agudo”. &#039;&#039;Annaes da Sociedade de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, n.11, 1895.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Karl Ladwig, Karl Tierch, Karl Vogl”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, Bahia, 1895.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Caso de thyfose syphilitica, cura por injeções de calomelanos, cephalea tardia”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, Bahia, anno XXVII, n.7, p.323-325, jan. 1896.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Dyskinesias arsenicaes (nova contribuição e estado actual da questão)”. Tese (concurso para o lugar de lente substituto da 12ª seção), Faculdade de Medicina e Farmácia da Bahia, Salvador, 17 de abril de 1896.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Os reflexos tendinosos na phase post-paroxistica”. &#039;&#039;Annaes da Sociedade de Medicina e Cirurgia da Bahia&#039;&#039;, Bahia, jul. 1896.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Tendencias da Dermatologia hodierna”. &#039;&#039;Annaes da Sociedade de Medicina e Cirurgia da Bahia&#039;&#039;, Bahia, n.2, 1896.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Klinische Bemerkungenüberden Bouton de Bahia”. &#039;&#039;Monatscheftefür Dermatologie&#039;&#039;, ano XXII, n. 4, p. 198, 1896.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Dyskinesias arsenicaes: nova contribuição e estado actual da questão”. &#039;&#039;Revista da Sociedade de Medicina e Cirurgia de São Paulo&#039;&#039;, São Paulo, 1896.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O Serviço Médico Judiciário no Estado da Bahia”. [Salvador]: [s.n.], 1896. (com Raymundo Nina Rodrigues e Carlos Chenaud).&amp;lt;br/&amp;gt; - “A alimentação pelo arroz e o beriberi perante a observação dos medicos holandeses”. &#039;&#039;Gazeta Médica da Bahia&#039;&#039;, Bahia, anno XXX, n.6, p.241-250, dez. 1898.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Alfredo Antunes Kanthack, M. D. (professor de pathologia na Universidade de Cambridge). Traços biographicos pelo Dr. Juliano Moreira”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, Bahia, ano XXX, n. 6, p. 277-280, dez. 1898.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Dr. Oscar Bulhões (Prof. da Faculdade do Rio de Janeiro)”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, Bahia, ano XXX, n.6, p.280-281, dez.1898.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Prefácio”. In: PEIXOTO, Afrânio. &#039;&#039;&#039;Epilepsia e crime&#039;&#039;&#039;. Salvador: V. Oliveira, 1898.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Os mosquitos e a malária”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, Bahia, anno XXX, n.7, p.291-300, jan. 1899.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O prof. Manoel Bento de Souza (de Lisboa): traços biographicos pelo Dr. Juliano Moreira”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, Bahia, anno XXX, n.12, p.574-577, jun. 1899.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A Syphilis como factor de degeneração”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, Bahia, anno XXXI, n.3, p.112-125, set. 1899.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O methodo de Flechsig e a hyperexcitabilidade cortical nos epilépticos pelo Dr. Juliano Moreira (Fragmento de prelecção colhida em 1896 pelo Dr. Mariano da Rocha, então interno da clinica de moléstias nervosas e mentaes da Faculdade da Bahia)”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, Bahia, anno XXX, n.8, p.339-345, dez. 1899. &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Ein neuer pathologisch–anatomischer und Klinischer Beitrag zur Kenntnis des Ainhums”. &#039;&#039;Monatshefte für Praktische Dermatologie&#039;&#039;, Hamburg und Leipzig, band XXX, n.1, p.361-367, jan. 1900.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Note sur une nouvelle medication contre la lepre”. In: &#039;&#039;&#039;XIII Congrès de Médecine&#039;&#039;&#039;, Paris, 13, 1900.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O XIII Congresso Internacional de Medicina e Cirurgia reunido em Paris (noticia succinta) pelo Dr. Juliano Moreira”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, Bahia, anno XXXII, n.7, p.320-329, jan. 1901.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O IV Congresso Internacional de Dermatologia e Syphiligraphia (noticia succinta) pelo Dr. Juliano Moreira”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, Bahia, anno XXXII, n.8, p.343-350, fev. 1901.&amp;lt;br/&amp;gt; - “As secções de psychiatria e neurologia do XIII Congresso de Medicina de Paris pelo Dr. Juliano Moreira”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, Bahia, anno XXXII, n.10, p.475-486, abr. 1901.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A diffusão da klinotherapia no tratamento das psychoses”. &#039;&#039;Brazil-Medico.Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XV, n.19, p.179-183, 15 maio 1901.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O trigésimo quinto anniversario da Gazeta”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, Bahia, anno XXXIII, n.1, p.1-3, jul.1901.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O lugar das micklonias em neuropathologia (substituto de psichiatria e neuropathologia na Faculdade de Medicina da Bahia)”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, Bahia, anno XXXIII, n.1, p.22-34, jul.1901.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A diffusão da klinotherapia no tratamento das psychoses (continuação)”. &#039;&#039;Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XV, n.27, p.261-265, 15 julho 1901.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A diffusão da klinotherapia no tratamento das psychoses (conclusão)”. &#039;&#039;Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XV, n.28, p.271-274, 22 julho 1901.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Klinotheraphia, diffusão de seu uso, sua technica e resultados no tratamento das psychoses”. Rio de Janeiro: Tipografia Besnard Frères, 1901.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O lugar das micklonias em neuropathologia pelo Dr. Juliano Moreira (substituto de psichiatria e neuropathologia na Faculdade de Medicina da Bahia) (continuação da pag. 34)”. Gazeta Medica da Bahia, Bahia, anno XXXIII, n.3, p.101-112, set.1901.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Rudolf Virchow (traços geraes de sua vida”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, Bahia, anno XXXIII, n.4, p.149-167, out. 1901.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O Professor Francisco de Castro”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, Bahia, anno XXXIII, n.5, p.201-205, nov. 1901.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A clinica psychiatrica e de moléstias nervosas da Universidade de Leipzig”. &#039;&#039;Revista do Grêmio dos Internos dos Hospitaes&#039;&#039;, Bahia, Faculdade de Medicina da Bahia, v.2, n.1-2, p.2-5, 16 jun./15 jul. 1901.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A clinica psychiatrica e de molestias nervosas na Universidade de Halle”. &#039;&#039;Revista do Grêmio dos Internos dos Hospitaes&#039;&#039;, Bahia, Faculdade de Medicina da Bahia, v.2, n.7, p.52-55; p.101-104; p. 111-115, set. /dez. 1901.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A clinica psychiatrica e de moléstias nervosas da Universidade de Leipzig”. &#039;&#039;Revista do Grêmio dos Internos dos Hospitaes&#039;&#039;, Bahia, Faculdade de Medicina da Bahia, p.20--23, 1 dez.. 1901.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Magnus Möller. Embolias pulmonares nas injecções de preparado mercuriaes insolúveis (Fortgesetzte Beobachtungen über Lungenembolie bei Injection von unlöslichen Quecksilberpräparaten). Archiv. f. Dermatologie und Syphilis 1901, p.173.” &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, Bahia, v. XXXIII, n.6, p.286-288, dez.. 1901.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Ossian Schanman. Ha qualquer relação genetica entre a appendicite e as neuroses geraes? (Sind irgendweise genetische Beziehungen zwischen den allgmeinen Neurosen und der Appendicitis denkbar?). Deutsche med. Woch. Vol. 26, nov. 1901”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, Bahia, v. XXXIII, n.6, p.288, dez. 1901.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Os recentes trabalhos portugueses sobre a moléstia do somno (Revista pelo Dr. Juliano Moreira)”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, Bahia, anno XXXIII, n.7, p.317-325, jan. 1902.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Bibliographia: Traité des affections venériennes par le professeur Edmond Lesser”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, Bahia, v. XXXIII, n.7, p.331-332, jan. 1902.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A imprensa medica nacional”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, Bahia, v. XXXIII, n.7, p.340-376, jan. 1902.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Necrologia. Professor Von Ziemssen”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, Bahia, v. XXXIII, n.8, p.377-379-484, fev. 1902.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Asylo-colonia de Alienados em Juquery (São Paulo)”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, Bahia, v. XXXIII, n.9, p.399-407, mar. 1902.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O asylo-colonia de Alienados em Juquery (S. Paulo)”. &#039;&#039;Revista Medica de São Paulo, Jornal pratico de Medicina, Cirurgia e Hygiene&#039;&#039;, &amp;amp;nbsp;São Paulo, anno V, n.11, p.210-213, 15 jun. 1902.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A reforma dos estudos médicos na Allemanha”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, Bahia, v. XXXIII, n.9, p.434-438, mar. 1902.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A clinica psychiatrica e de molestias nervosas na Universidade de Würtzburgo”. &#039;&#039;Revista do Grêmio dos Internos dos Hospitaes&#039;&#039;, Bahia, Faculdade de Medicina da Bahia, v.3, p.18-21, p.40-43, 15 abr./ 15 mai.1902.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Da necessidade da fundação de laboratorios nos hospitaes. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, Bahia, v. XXXIII, n.10, p.439-450, abr. 1902.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Necrologia. Professor Moriz Kaposi”.&#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, Bahia, v. XXXIII, n.10, p.481-484, abr. 1902.&amp;lt;br/&amp;gt; - “5º Congresso Brasileiro de Medicina e Cirurgia”. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia&#039;&#039;, Bahia, v. XXXV, n.1, p.9-12, jul. 1902.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “A propósito do ainhum”. &amp;amp;nbsp;&#039;&#039;Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XVI, n.31, p.310-311, 15 agosto 1902.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Nova contribuição ao estudo dos reflexos tendinosos na phase post-paroxystica da epilepsia”. &#039;&#039;Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XVI, n.42, p.417-419, 8 novembro 1902.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A proposito de novos casos de Ainhum”. &#039;&#039;Revista da Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, n.10, 1902.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Contribuição ao estudo da hematologia da lepra. Comunicação no V Congresso Brasileiro de Medicina e Cirurgia, 1903”. Lepra Revista Internacional, 1903.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “A paranóia e os syndromas paranoides”. &#039;&#039;Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XVIII, n.19, p.185-192, 15 mai.1904. (com Julio Afrânio Peixoto).&amp;lt;br/&amp;gt; - “A paranóia e os syndromas paranoides (conclusão)”. &#039;&#039;Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XVIII, n.24, p.239-245, 22 junho 1904. (com Julio Afrânio Peixoto).&amp;lt;br/&amp;gt; - “A paranóia e os syndromas paranoides”. Rio de Janeiro: Besnard, 1904. &amp;amp;nbsp;(com Julio Afrânio Peixoto).&amp;lt;br/&amp;gt; - “Contribuição ao estudo da bouba brasileira”. B&#039;&#039;razil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XVII, n.26, p.262-266, 8 julho 1904. (com A. Austregésilo)&amp;lt;br/&amp;gt; - “Notícia sobre a evolução da assistência a alienados no Brasil”. &#039;&#039;Archivos Brasileiros de Neuriatria e Psiquiatria&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 1904.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Demência paralytica (Paralysia geral)”. &#039;&#039;Brazil-Medico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XIX, n.6, p.56, 8 fev. 1905.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Assistencia aos epilepticos – Colonias para eles”. &#039;&#039;Archivos Brasileiros de Psychiatria, Neurologia e Sciencias Affins&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano I, n.2, p.167-182, jul.1905.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Classificação de moléstias mentaes do professor Emil Kraepelin”. &#039;&#039;Archivos Brasileiros de Psychiatria, Neurologia e Sciencias Affins&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano I, n. 2, p. 204-216, jul. 1905. (com Júlio Afrânio Peixoto)&amp;lt;br/&amp;gt; - “Classificação de moléstias mentaes do professor Emil Kraepelin (continuação)”. &#039;&#039;Archivos Brasileiros de Psychiatria, Neurologia e Sciencias Affins&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano I, n. 3 e 4, p. 310-316, out. 1905. (com Júlio Afrânio Peixoto)&amp;lt;br/&amp;gt; - “A paranoia e os syndromas paranoides”. &#039;&#039;Archivos Brasileiros de Psychiatria, Neurologia e Sciencias Affins&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano I, n. 1, p. 5-33,1905. (com Júlio Afrânio Peixoto)&amp;lt;br/&amp;gt; - “Noticia sobre a evolução da assistência a alienados no Brasil”. &#039;&#039;Archivos Brasileiros de Psychiatria, Neurologia e Sciencias Affins&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.1, n. 1, p. 52-98, 1905.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Noticia sobre a evolução da assistência a alienados no Brasil pelo Dr. Juliano Moreira Director do Hospício Nacional de Alienados”. In: Relatorio apresentado ao Presidente da Republica dos Estados Unidos do Brazil pelo Dr. J. J. Seabra Ministro de Estado da Justiça e Negócios Interiores em março de 1905. v. II – Directoria do Interior. Primeira Parte. Annexo E. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1905.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Bibliographia. Esboço de Psychiatria Forense, pelo Dr. Franco da Rocha”. &#039;&#039;Brazil-Medico, Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XIX, n.15, p.149,15 abr. 1905.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - ‘Distribuição Geographica do botão endemico dos paizes quentes”. &#039;&#039;Annaes da Sociedade de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, abr.1905.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Reformen der Irrenfürsorge in Rio de Janeiro”. &#039;&#039;Psychiatrische, Neurologische Wochenschrift&#039;&#039;, Berlim, n.33, 1905.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Nothnagel, Karl Wernicke e John Sibbald”.&#039;&#039;Arquivos Brasileiros de Psiquiatria&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 1905.&amp;lt;br/&amp;gt; - &amp;amp;nbsp;“Reformatorios para alcoolistas”. In: &#039;&#039;&#039;Actas y trabajos&#039;&#039;&#039;. Buenos Aires: Imprenta y Casa de Coni Hermanos, 1905. p. 675.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Carta de Juliano Moreira ao Ministro da Justiça e Negócios Interiores reclamando providências para remoção das colônias da Ilha do Governador, 12 de junho de 1905”. [s.l.[: [s.n.], 1905.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Ligeiras notas a propósito da Assistencia familiar”. &#039;&#039;Archivos Brasileiros de Psychiatria, Neurologia e Sciencias Affins&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano II, n.1, p. 25-29, jan.1906.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Psychoses em leprosos”. &#039;&#039;Archivos Brasileiros de Psychiatria, Neurologia e Sciencias Affins&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano II, n.1, p.41-57, jan. 1906.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Nina Rodrigues: necrológico biobibliográfico”. &#039;&#039;Archivos Brasileiros de Psiquiatria e Neurologia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, dez. 1906.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Les maladies mentales dans les climats tropicaux. Rapport par les docteurs Juliano Moreira et Afranio Peixoto. XV Congrès International de Médicine, Lisbonne, 1906”. &#039;&#039;Archivos Brasileiros de Psychiatria, Neurologia e Sciencias Afins&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.2, n.1, p.222-241, jan. 1906.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “La paranoia légitime&amp;amp;nbsp;: son origine et nature. Rapport officiel au XV Congrès International de Médicine (Lisbonne, 19/26 Avril 1906). Lisboa. 1906. (com Júlio Afrânio Peixoto)&amp;lt;br/&amp;gt; - “L&#039; Assistence des Alienées au Bresil”. In: Congress Internacional de l´assistence des alienées. Anais. Milão, [s.n.], 1906.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Contribution à l’étude de l’ainhum”. In: XV Congrès International de Médicine, Lisbonne,1906. Lisboa: [s.n.], 1906. (com A. Austregésilo)&amp;lt;br/&amp;gt; - “A lei federal de assistência a alienados e a crítica do professor Nina Rodrigues”. &#039;&#039;Brazil-Medico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XXI, n.23, p.221-225, 15 de junho de 1907.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A lei federal de assistência a alienados e a crítica do professor Nina Rodrigues (conclusão).” &#039;&#039;Brazil-Médico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XXI, n.24, p.231-233, 22 de junho de 1907.&amp;lt;br/&amp;gt; -- “A lei federal de Assistencia a Alienados e a crítica do prof. Nina Rodrigues”. &#039;&#039;Archivos Brasileiros de Psychiatria, Neurologia e Sciencias Affins&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano III, p. 3-77, 1907.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Assistencia a alienados no Pará e Rio Grande do Sul”. &#039;&#039;Archivos Brasileiros de Psychiatria, Neurologia e Sciencias Affins&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano III, n. 4, p. 429-435, 1907.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Um caso de paranoia”. &#039;&#039;Archivos Brasileiros de Psychiatria, Neurologia e Sciencias Affins&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano III, n.3-4, p. 377-387, 1907.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Les maladies mentales au Bresil”. In: &#039;&#039;&#039;International Congress of Psychiatry, Psychology and Neurology&#039;&#039;&#039;, Amsterdam, 1907.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “A contribution to the study of dementia paralytica in Brazil”. &#039;&#039;Journal of Mental Science&#039;&#039;, Londres, 55, p.507-521, jul.1907. (com Antônio Carlos Pennafiel)&amp;lt;br/&amp;gt; - “Gesetz uber Irrenfursorge in Brasilien”. &#039;&#039;Psychiatrisch Wochenscrift&#039;&#039;, Berlim, p. 307, 1907.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A fundação do Instituto Internacional para o estudo da etiologia e prophylaxia das moléstias mentaes.” &#039;&#039;Archivos Brasileiros de Psychiatria, Neurologia e Sciencias Affins&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano III, n.1, 1907.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Informe sobre o Congresso Internacional de Psiquiatria e Neurologia de Amsterdam (setembro de 1907)”. &#039;&#039;Archivos Brasileiros de Psychiatria, Neurologia e Sciencias Affins&#039;&#039;, Rio de Janeiro, Ano III, n. 3-4, p.418-421. 1907.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Moléstias mentaes”.&#039;&#039;Archivos Brasileiros de Psychiatria, Neurologia e Sciencias Affins&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno III, n.1, 1907.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Les origines plus eloigneés de la lépre au Bresil”. &#039;&#039;Lepra Revista Internationali&#039;&#039;, v. 7, n. 2, 1907.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Prof. Eduardo Ritzig.” &#039;&#039;Archivos Brasileiros de Psiquiatria e Neurologia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 1907.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Prof. J. Tillemont Fontes”. &#039;&#039;Archivos Brasileiros de Psiquiatria e Neurologia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 1907.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Ligeira vista sobre a evolução da assistência a alienados na Allemanha. A clínica psiquiátrica de Munique”. &#039;&#039;Archivos Brasileiros de Psychiatria, Neurologia e Medicina Legal&#039;&#039;, Rio de Janeiro: Hospício Nacional de Alienados, ano IV, n.1-2, p. 172-186, 1908.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “O Instituto Internacional para o estudo das causas e da profilaxia das moléstias mentais”. Arquivos Brasileiros de Psychiatria, Neurologia e Medicina Legal. Rio de Janeiro, ano IV, n. 1- 2, p.213-217. 1908.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Querelantes e pseudo-querelantes”. &#039;&#039;Archivos Brasileiros de Psychiatria, Neurologia e Medicina Legal&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano IV, n.1-2, p. 426-434,1908.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Quaes os meios de assistencia mais convenientes aos alienados? Relatório apresentado ao Congresso Nacional de Assistência Publica e Privada”. Rio de Janeiro: Typographia do Jornal do Commercio, 1908.p.1-22.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Contribuição ao estudo do Ainhum”. &#039;&#039;Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XXII, n.17, 1 mai. 1908.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Reformen der Irrenfürsorge in Rio de Janeiro”. Buchdruckerei der Irrenanstalt, 1908.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Esboço sobre a evolução da Medicina do Brasil”. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1909.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Quaes os melhores meios de assistencia aos alienados? (trabalho do Dispensário Moncorvo). Relatório apresentado ao IV Congresso Medico Latino-americano.” Rio de Janeiro: Imprensa Nacional ,1909.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “XVI Congresso Internacional de Medicina” (agosto setembro de 1909). &#039;&#039;Arquivos Brasileiros de Psychiatria, Neurologia e Medicina Legal&#039;&#039;. Rio de Janeiro. Ano IV, n. 1 e 2, p.320-322. 1909.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Quaes os melhores meios de assistencia aos alienados?”. &#039;&#039;Archivos Brasileiros de Psychiatria, Neurologia e Medicina Legal&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano VI, n. 3-4, p. 373-396, 1910.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Progress of psychiatry in Brazil”. &#039;&#039;Journal of Mental Science&#039;&#039;, London, jul. 1910.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Geisteskranheiten bei Leprakranken”.In: Internationale Wissentschaftliche Lepra Conferenz, 1910. &#039;&#039;&#039;Annalen&#039;&#039;&#039;. Berger: [s.n.], 1910. p. 163.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Geitesstörung bei Leprakranken”. &#039;&#039;Allgemeine Zeitschrift für Psychiatrie und psychisch-gerichtliche Medicin&#039;&#039;, Berlin, v.6, p. 293, 1910.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Traços biographicos do Dr. J. F. da Silva Lima”. &#039;&#039;Formulário practico do Brasil Médico&#039;&#039;. [s.l.]: [s.n.], 1910.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Carta ao Sr. Ministro da Justiça e Negócios Interiores”. [fundação de uma nova Colônia de Alienados]. 19 de outubro de 1910”. [s.l]: [s.n.], 1910.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Apreciação do livro Elementos de Medicina Legal do Prof. Afrânio Peixoto”. &#039;&#039;Archivos Brasileiros de Psiquiatria e Neurologia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 1911.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Formas benignas de leprose nervosa”. &#039;&#039;Archivos Brasileiros de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, fev. 1911.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Delirio paranoide de longa duração”. &#039;&#039;Archivos Brasileiros de Psychiatria, Neurologia e Medicina Legal&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano VIII, 1912.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Falsos testemunhos por desvios mentaes”. &#039;&#039;Archivos Brasileiros de Psychiatria, Neurologia e Medicina Legal&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano VIII, n.1 e 2, p.315-350, 1912.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “O Progresso das sciencias no Brasil. Conferencia realizada a 24 de outubro de 1912 pelo Dr. Juliano Moreira”. &#039;&#039;Annaes da Bibliotheca Nacional&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v. 35, p. 32-47, 1913.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A new contribution to the study of dementia paralytica in Brazil.” In: XVII INTERNATIONAL CONGRESS OF MEDICINE, London. &#039;&#039;&#039;[Anais]&#039;&#039;&#039;. London, 1913.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Maladies nerveuses et mentales au Brésil”. (Conference). Paris, 1913.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A secção de Psychiatria do Congresso Internacional de Medicina de Londres”. &#039;&#039;Archivos Brasileiros de Psychiatria, Neurologia e Medicina Legal&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano IX, n.3 e 4, p.250, 1913.&amp;lt;br/&amp;gt; - “III Congresso Internacional de Neurologia e Psychiatria”. &#039;&#039;Archivos Brasileiros de Psychiatria, Neurologia e Medicina Legal&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano IX, n.3 e 4, p.267-276, 1913.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Necrologia: Professor Dr. Paul Näcke”. &#039;&#039;Archivos Brasileiros de Psychiatria, Neurologia e Medicina Legal&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano IX, 1913.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Estados mentaes dos tuberculosos”. &#039;&#039;Archivos Brasileiros de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano III, 1º sem., fev.1913.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Notes sur quelques maladies nerveuses et mentales au Brésil”. In: III INTERNATIONAL CONGRESS OF NEUROLOGY AND PSYCHIATRY, Gand, 3, 1913.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Die Allgemeine progressive Paralysebei Greisen”. &#039;&#039;Zeitschrift fur gesante Neurologie und Psychiatrie&#039;&#039;, v.18, n.1, p.187-194, dec. 1913. (com Ulisses Viana)&amp;lt;br/&amp;gt; - “Irrenwesen in brasilien”. I n: BRESLER, Joh. &#039;&#039;&#039;Heil und Pflegeantalten fur Psychiskranke in Wort und Bild&#039;&#039;&#039;. &amp;amp;nbsp;Halle: [s.n.], 1914. v.1.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Demencia Paralitica”. &#039;&#039;Formulário do Brasil Médico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 1915.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Contribuição ao estudo da demencia paralitica no Rio de Janeiro especialmente no Hospital Nacional de Alienados”. &#039;&#039;Archivos Brasileiros de Psychiatria, Neurologia e Medicina Legal&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 1916. (com Ulysses Machado Pereira Vianna Filho)&amp;lt;br/&amp;gt; - “Primórdios e tendências da psiquiatria no Brasil. Discurso na Sessão solene inaugural do Primeiro Congresso Brasileiro de Neurologia, Psychiatria e Medicina Legal, 23 a 26 de agosto de 1916”. In: PRIMEIRO CONGRESSO BRASILEIRO DE NEUROLOGIA, PSIQUIATRIA E MEDICINA LEGAL,&#039;&#039;&#039;Trabalhos do Primeiro Congresso Brasileiro de Neurologia, Psychiatria e Medicina Legal.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Officinas de Typ. e Encad. do Hospital Nacional de Alienados, 1916.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Congresso Brasileiro de Neurologia, Psiquiatria e Medicina Legal”. &#039;&#039;Arquivos Brasileiros de Psychiatria, Neurologia e Medicina Legal&#039;&#039;. Rio de Janeiro, ano XI,n. 3, mai.-jun., 1916.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Alzheimer e Perusini”. &#039;&#039;Archivos Brasileiros de Psiquiatria e Neurologia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.13, p.82-88, 1917.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Dados sobre a psicologia objetiva dos índios brasileiros”. &#039;&#039;Arquivos Brasileiros de Psychiatria, Neurologia e Medicina Legal&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.XIII, 1917.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Oswaldo Cruz (1872-1917)”. &#039;&#039;Revista da Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, n.1, p.107-111, 1917.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Discurso”. &amp;amp;nbsp;&#039;&#039;Revista da Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, n.2, p.11-17, 1918. (Sessão Plena de 18 de setembro de 1917).&amp;lt;br/&amp;gt; - “Discurso de saudação ao Prof. George Dumas. Seção de 17.11.1917. &#039;&#039;Archivos Brasileiros de Psychiatria e Neurologia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 1917.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Os iniciadores do estudo da medicina e da história natural no Brasil (W. Pies e G. Marcgrave). Palavras ditas por Juliano Moreira, no acto de sua posse a 16 de outubro de 1917”. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1917.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Marcgrave e Piso”. &#039;&#039;Revista do Museu Paulista&#039;&#039;, 16 de outubro 1917.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “A seção de psiquiatria do Congresso de Medicina de Londres”. &#039;&#039;Arquivos Brasileiros de Psychiatria, Neurologia e Medicina Legal&#039;&#039;. Rio de Janeiro, anno IX, n.3-4, 1918.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A Psychiatria e a Guerra. Conferência realizada no Clube Militar em 4-2-1918, sob os auspícios da Sociedade Medico-Cirúrgica Militar”. Rio de Janeiro: [s.n.], 1918.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Silva Lima e a Gazeta Medica da Bahia: sua influência nos progressos da medicina no Brasil”. &#039;&#039;Archivos Brasileiros de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.206, 1918.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Silva e Lima e a Gazeta Medica da Bahia (1866-1916)”. &#039;&#039;Bahia Ilustrada&#039;&#039;, Bahia, v. 2, p. 1-3, 1918.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Classificações em Medicina Mental”. &#039;&#039;Archivos Brasileiros de Neuriatria e Psychiatria&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano I, n.1, p.93-115, jan./mar. 1919.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Factores hereditários em Psychiatria”. &#039;&#039;Archivos Brasileiros de Hygiene Mental&#039;&#039;, Rio de Janeiro: Typ. do Jornal do Commercio, ano II, n.1, p. 29-34, 1919.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Distúrbios psychicos no curso da influenza durante a última pandemia”. &#039;&#039;Archivos Brasileiros de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano IX, p. 283-305, 1919.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Distúrbios psychicos no curso de influenza durante a última pandemia”. Rio de Janeiro: Typografia do Jornal do Commercio, 1919.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A pandemia grippal no Hospital Nacional e sua influencia no curso das doenças mentaes”. &#039;&#039;Archivos Brasileiros de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano IX, p. 310-321, 1919.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “O pan-sexualismo na doutrina de Freud, pelo Prof. Franco da Rocha”. &#039;&#039;Brazil-Medico, Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XXXIV, n.23, 5 de junho de 1920.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Discurso pronunciado pelo Dr. Juliano Moreira no acto do lançamento da pedra fundamental do Manicomio Judiciário e incluido no Boletim da Sociedade Brasileira de Neurologia, Psychiatria e Medicina Legal por deliberação unanime tomada na 2ª sessão ordinaria de 1920. &#039;&#039;Archivos Brasileiros de Neuriatria e Psychiatria&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno II, 1º trimestre, 1920.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O novo agrupamento nosographico das doenças mentaes do Prof. E. Kraepelin”. &#039;&#039;Archivos Brasileiros de Neuriatria e Psychiatria&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano III, p. 181-189, 1921.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Discurso proferido na inauguração do Manicômio Judiciário do Rio de Janeiro a 30 de abril de 1921”. &#039;&#039;Archivos Brasileiros de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, p.92-95, 1921.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Benemérita campanha contra as intoxicações viciosas”. &#039;&#039;Archivos Brasileiros de Neuriatria e Psychiatria&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano III, p. 243-267, 1921.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Apreciação do Manual de Psiquiatria do Prof. Henrique Roxo”. &#039;&#039;Archivos Brasileiros de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, p.286, 1921. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Kraepelin, Nissi, Spiemeyer, Plaut, Spatz, etc.: bibliografia “. &#039;&#039;Arquivos Brasileiros de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, p.285, 1921.&amp;lt;br/&amp;gt; - “As diretrizes da hygiene mental entre nós”. &#039;&#039;Revista de Medicina e Hygiene Militar&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno VIII, n.1, p.39, jan.1922.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “A luta contra as degenerações nervosas e mentaes”. &#039;&#039;Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XXXVI, n.II, p.225-226, 1922.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Pertubações nervosas e mentais no Brasil”. In: CONFERÊNCIA DA SOCIEDADE DE MEDICINA E CIRURGIA, 1922, Rio de Janeiro. &#039;&#039;&#039;Anais&#039;&#039;&#039;. &amp;amp;nbsp;Rio de Janeiro, 1922.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Pertubações no decurso da sífilis”. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE NEUROLOGIA E PSIQUIATRIA, 2, 1922. &#039;&#039;&#039;Anais&#039;&#039;&#039;. 1922. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Wundt e a psychologia experimental”. In: ROQUETTE-PINTO, E. Conceito Actual da vida. Cultura Contemporânea, vol. I. Rio de Janeiro: Süssekind de Mendonça &amp;amp; Cia., 1922.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Prefacio”. In: ALBUQUQERQUE, J.J.C.C. Medeiro e. &#039;&#039;&#039;O Hypnotismo&#039;&#039;&#039;. Rio de Janeiro: Liv. Ed. Leite Ribeiro, 1923. p.31-33.&amp;lt;br/&amp;gt; - “F. Gorphe: la critique dutémoignage”.&#039;&#039;Archivos Brasileiros de Neuriatria e Psychiatria&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno VI, n.3-4, p.137-139, 1924.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Memórias do Hospício de Juquery”. &#039;&#039;Archivos Brasileiros de Neuriatria e Psychiatria&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno VI, n.3-4, p.139-142, 1924.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A seleção individual de immigrantes no programa de hygiene mental”.&#039;&#039;Archivos Brasileiros de Hygiene Mental&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano I, n.1, p. 109-115, mar. 1925.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “[Charcot]”. Academia Nacional de Medicina. Sessão de 28 de maio de 1925. &#039;&#039;Boletim da Academia Nacional de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, n.7, [p.131-138],1925.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Prof. Emilio Kraepelin: sua vida e sua obra”. &#039;&#039;Archivos Brasileiros de Neuriatria e Psychiatria&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno VIII, n.4, p.3-4, 1926.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Die nerven und Geistskrankheiten in den Tropen”. In: MENSE, C. (ed.) &#039;&#039;&#039;Handbuch der Tropenkrankheiten.&#039;&#039;&#039; [s.l.]&amp;amp;nbsp;: [s.n.], 1926. n.4.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Marcgrave e Piso: separata do tomo XVI”. &#039;&#039;Revista do Museu Paulista&#039;&#039;, São Paulo, v.4, 1926.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Psicologia do testemunho”. &#039;&#039;Revista de Medicina e Higiene Militar&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XV, n.1, p.2, jan. 1926.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Prof. Emilio Kraepelin”. &#039;&#039;Archivos Brasileiros de Neuriatria e Psychiatria&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano VIII, 3º e 4º tri. 1927.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp;- “Impaludismo na gênese dos distúrbios nervosos e mentais”. &#039;&#039;Archivos Brasileiros de Neuriatria e Psychiatria&#039;&#039;, Rio de Janeiro, mar. 1927.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O anniversario da fundação do Hospital Nacional de Psychopathas”. &#039;&#039;Archivos Brasileiros de Neuriatria e Psychiatria&#039;&#039;, Rio de Janeiro: Paulo de Azevedo &amp;amp; Cia.; Livraria Francisco Alves, ano IX, n.2-3, p. 129-131, 2º e 3º tri. 1927.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Assistencia a psychopathas no Rio de Janeiro”. Livro de Ouro oferecido ao Prof. Cabred. Buenos Aires, [s.n.], 1927.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Vida e obra de Emil Kraepelin: expoentes da evolução das idéias na moderna psiquiatria”.&#039;&#039;A Patologia Geral&#039;&#039;, jan. 1927.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Algo sobre doenças nervosas e mentais no Brasil”. &#039;&#039;Revista Íbero-Americana&#039;&#039;, Hamburgo, n. 8, 1929.&amp;lt;br/&amp;gt; - “As lues como factor dystrophiante”. &#039;&#039;Archivos Brasileiros de Hygiene Mental&#039;&#039;, Rio de Janeiro: [s.n.], ano II, n. 1, p. 3-7, out. 1929.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Reformatorio para alcoolistas”. &#039;&#039;Archivos Brasileiros de Hygiene Mental&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano II, n. 3, p. 61-63, nov. 1929.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “As lues como factor dystrophiante”. &#039;&#039;Archivos Brasileiros de Hygiene Mental&#039;&#039;, Rio de Janeiro: [s.n.], ano II, n.3, p. 116-119, dez. 1929.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Doenças familiares do sistema nervoso”. In: FIGUEIRA F., &#039;&#039;&#039;Pediatria.&#039;&#039;&#039; [s.l.]: [s.n.], 1929.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Eignes über geisteverandungen waehrend des Verlufes der Lues in Rio de Janeiro”. &#039;&#039;Zeitschrift für die gesamte Neurologie und Psychiatrie&#039;&#039;, Berlin, v.129, 1930.&amp;lt;br/&amp;gt; Zeitschrift für die gesamte Neurologie und Psychiatrie&amp;lt;br/&amp;gt; - “Duas grandes perdas. Ekonomo e Jakob”.&#039;&#039;Arquivos Brasileiros de Neuriatria e Psychiatria&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XIV, n.6, nov.-dez. 1931.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Neuro-psychiatria”. Rio de Janeiro: Jornal do Commercio, 1931.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Qualidades necessarias a um enfermeiro de psychopatas”. &#039;&#039;Archivos Brasileiros de Hygiene Mental&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano VI, n. 2, p. 81-86, abr.-jun. 1933.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Assistencia aos bebedores”. &#039;&#039;Archivos Brasileiros de Hygiene Mental&#039;&#039;, Rio de Janeiro: [s.n.], ano VI, nº 2, p. 123-126, abr.-jun. 1933.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “O uso de bebidas alcoolicas pelos indios (Interessante depoimento obtido pelo Professor Juliano Moreira do professor Max Schmidt)”. &#039;&#039;Archivos Brasileiros de Hygiene Mental&#039;&#039;, Rio de Janeiro: [s.n.], ano VI, n.2, p. 127-128, abr.-jun. 1933.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Impressões de uma viagem ao Japão em 1928”. Rio de Janeiro: Officinas Reginaldo Neustadt, 1935. (com Augusta Peick Moreira)&amp;lt;br/&amp;gt; - “A Criança e o Crime”. Conferência realizada na Sociedade de Geografia de Lisboa em 5 de Maio de 1937. In: &#039;&#039;&#039;Cadernos da Seara Nova. Estudos Pedagógicos.&#039;&#039;&#039; Lisboa: Seara Nova, 1937.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O fator endocrinico e a continencia masculina”.&#039;&#039;Arquivos Brasileiros de Hygiene Mental&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XII, n.1-2, jan./jun. 1939.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O Progresso das sciencias no Brasil”. Conferencia pronunciada na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro em 1912. &#039;&#039;Revista Siniátrica&#039;&#039;, Rio de Janeiro, n.7-10, jul./dez. 1942.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Meralgie parestesique suivie de claudication intermittente douloureuse”. Communication à la Société de Medicine de Paris, [s.d.].&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- ACADÊMICO Juliano Moreira. Datilografado.&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;Arquivo pessoal da Academia Nacional de Medicina. Rio de Janeiro: [s.n.], [s.d.].&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#ANM|&amp;lt;u&amp;gt;ANM&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;- ARAÚJO, Carlos da Silva. Juliano Moreira.&amp;amp;nbsp; Palestra realizada na Academia Carioca de Letras em 21 de novembro de 1973. &#039;&#039;Sinopse Psiquiátrica, &#039;&#039;[Salvador], ano II, n.2, out. 1978.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#ANM|&amp;lt;u&amp;gt;ANM&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;- AUSTREGESILO, A. Necrologia. Juliano Moreira. &#039;&#039;Brasil-Medico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XLVII, n.19, p.342-343, 13 mai. 1933. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira&#039;&#039;&#039;. Capturado em 24 ago. 2020. Online. Disponível na Internet: http://memoria.bn.br/DocReader/081272x/36698&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;- BARRETO, Afonso Henriques de Lima. &#039;&#039;&#039;Diário do hospício; o cemitério dos vivos. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Secretaria Municipal de Cultura, Departamento Geral de Documentação e Informação Cultural, Divisão de Editoração, 1993. (Biblioteca Carioca, vol. 8). Capturado em 20 mai. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;http://www0.rio.rj.gov.br/arquivo/pdf/biblioteca_carioca_pdf/diario_hospicio_cemiterio_vivos.pdf&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;- CARRERO, J. V. Porto. A contribuição brasileira á psychanalyse. Relatório apresentado ao 3º Congresso Brasileiro de Neurologia, Psychiatria e Medicina Legal. Rio de Janeiro, 1929.&amp;amp;nbsp; &#039;&#039;Revista Latinoamericana de Psicopatologia Fundamental&#039;&#039;, São Paulo, ano V, n.3, p.154-157, set. 2002. Capturado em 20 mai. 2020. Online. Disponível na Internet: https://www.scielo.br/pdf/rlpf/v5n3/1415-4714-rlpf-5-3-0154.pdf&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;- CHRONICA e Noticias. Faculdade de Medicina da Bahia. &#039;&#039;Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XVII, n.14, p.139-140, 8 abril 1903.&amp;amp;nbsp; In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 1 fev. 2013. Online. Disponível na Internet: http://memoria.bn.br/docreader/081272/9661&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;- DADOS Biográficos do Prof. Juliano Moreira. &#039;&#039;Archivos Brasileiros de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano III, p. 445-453, 1º sem., 1913.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BMANG|&amp;lt;u&amp;gt;BMANG&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;- EL-BAINY, Estênio Iriart. &amp;amp;nbsp;Juliano Moreira. O mestre. A instituição.&amp;amp;nbsp; In: Memorial Juliano Moreira. Salvador, 2007. Capturado em 20 mai. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/juliano_moreira_mestre_instiuicao_p1.pdf&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;- FACCHINETTI, Cristiana; CUPELLO, Priscila; EVANGELISTA, Danielle Ferreira. Arquivos Brasileiros de Psiquiatria, Neurologia e Ciências Afins: uma fonte com muita história.&#039;&#039;História, Ciências, Saúde-Manguinhos&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.17, supl.2, p. 527-535, dez.2010. Capturado em 20 mai. 2020. Online. Disponivel na Internet: https://www.scielo.br/pdf/hcsm/v17s2/15.pdf&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;- FUNDAÇÃO “Juliano Moreira”. &#039;&#039;Archivos Brasileiros de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XVI, p. 472-473, 1926.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BMANG|&amp;lt;u&amp;gt;BMANG&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;- GELMAN, Ester Ainda. &amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Ecos de um nome: Juliano Moreira. O processo de recepção e divulgação de conhecimentos em Psiquiatria, Psicanálise e História das Ciências na passagem para o século XX.&#039;&#039;&#039;&amp;amp;nbsp; Salvador, 2006. Dissertação (mestrado em Ensino, Filosofia e História das Ciências), Instituto de Física, Universidade Federal da Bahia e Universidade Estadual de Feira de Santana, 2006.&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;- JACOBINA, Ronaldo Ribeiro; GELMAN, Ester Aida. Juliano Moreira e a Gazeta Medica da Bahia.&#039;&#039;História, Ciências, Saúde-Manguinhos,&#039;&#039; Rio de Janeiro, v. 15, n. 4, p.1077-1097, dec. 2008. Capturado em 20 mai. 2020. Online. Disponível na Internet: https://www.scielo.br/pdf/hcsm/v15n4/11.pdf&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;- JACÓ-VILELA, Ana Maria (org.). &#039;&#039;Dicionário Histórico de Instituições de Psicologia no Brasil.&#039;&#039; Rio de Janeiro: Imago; Brasília, DF: CFP, 2011.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BN|&amp;lt;u&amp;gt;BN&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;- JULIANO Moreira. Datilografado.Arquivo pessoal da Academia Nacional de Medicina. Rio de Janeiro: [s.n.], [s.d.].&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#ANM|&amp;lt;u&amp;gt;ANM&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;- JULIANO Moreira. In: ACADEMIA NACIONAL DE MEDICINA. Capturado em 8 out. 2020. Online. Disponível na Internet: https://www.anm.org.br/juliano-moreira/&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;- JULIANO Moreira. &#039;&#039;Archivos Brasileiros de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XXIII, n.4, p.143-144, abr. 1933.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BMANG|&amp;lt;u&amp;gt;BMANG&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;- JUNQUEIRA FILHO, Luiz Carlos Uchôa. A Psicanálise no Brasil&#039;&#039;. Com Ciência.Revista Eletrônica de Jornalismo Científico&#039;&#039;, São Paulo, n. 4, out. 2000. Capturado em 20 mai. 2020. Online. Disponível na Internet: &amp;amp;nbsp;http://www.comciencia.br/reportagens/psicanalise/psique11.htm&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;- LIMA, Lamartine. Nina Rodrigues e a história da psiquiatria na Bahia. &#039;&#039;Gazeta Medica da Bahia,&#039;&#039; Salvador, v.1, n.142, p.76-80, jan./jun. 2008. Capturado em 20 mai. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;http://www.gmbahia.ufba.br/index.php/gmbahia/article/viewFile/249/240&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;- LOPES, José Leme. Juliano Moreira. &#039;&#039;Jornal Brasileiro de Psiquiatria&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano 1964, v. 13, n.1, p.3-19, 1964.&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;- MOREIRA, Ildeu de Castro; VIDEIRA, Antonio Augusto Passos (orgs.). &#039;&#039;&#039;Einstein e o Brasil&#039;&#039;&#039;. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 1995.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BN|BN]])&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;- MOREIRA, Juliano. Noticia sobre a evolução da assistência a alienados no Brasil pelo Dr. Juliano Moreira Director do Hospício Nacional de Alienados”. In: Relatorio apresentado ao Presidente da Republica dos Estados Unidos do Brazil pelo Dr. J. J. Seabra Ministro de Estado da Justiça e Negócios Interiores em março de 1905. v. II – Directoria do Interior. Primeira Parte. Annexo E. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1905. In: &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960)&#039;&#039;&#039;. Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 20 mai. 2020. Online. Disponível na Internet:[http://ddsnext.crl.edu/titles/107#?c=0&amp;amp;m=78&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=887&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1235,0,4485,3163 http://ddsnext.crl.edu/titles/107#?c=0&amp;amp;m=78&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=887&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1235%2C0%2C4485%2C3163]&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;- NASCIMENTO, Fernanda Teles Morais do. &#039;&#039;&#039;IV Congresso Médico Latino-Americano (1909): proposições e desdobramentos para o desenvolvimento da enfermagem brasileira.&#039;&#039;&#039; Dissertação (Mestrado em Enfermagem) – Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2011. Capturado em 20 mai. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp; http://www2.unirio.br/unirio/ccbs/ppgenf/arquivos/dissertacoes-arquivo/dissertacoes-2011/fernanda-teles-morais-do-nascimento&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;- ODA, Ana Maria Galdini Raimundo. A teoria da degenerescência na fundação da psiquiatria brasileira: contraposição entre Raimundo Nina Rodrigues e Juliano Moreira. &#039;&#039;Psychiatry On-line Brazil,&#039;&#039; v.6, n.12, dez. 2001&#039;&#039;. &#039;&#039;Capturado em 20 mai. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;http://www.polbr.med.br/ano01/wal1201.php&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;- ODA, Ana Maria Galdini Raimundo; Piccinini, Walmor. Dos males que acompanham o progresso do Brasil: a psiquiatria comparada de Juliano Moreira e colaboradores.&amp;amp;nbsp; &#039;&#039;Revista Latinoamericana de Psicopatologia Fundamental&#039;&#039;, São Paulo, v.VIII, n.4, p.788-793, 2005. Capturado em 20 mai. 2020. Online. Disponível na Internet: https://www.scielo.br/pdf/rlpf/v8n4/1415-4714-rlpf-8-4-0788.pdf&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;- OLIVEIRA, Carmen Lucia Montechi Valladares. A recepção das idéias psicanalíticas no Brasil (1915-1937). In&#039;&#039;: &#039;&#039;VI CONGRESSO BRASILEIRO DE PSICOPATOLOGIA FUNDAMENTAL&#039;&#039;.&#039;&#039;05 a 08 set. 2002, Recife. &#039;&#039;&#039;Anais. &#039;&#039;&#039;Capturado em 7 jul. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[https://docplayer.com.br/13016502-Co-01-a-recepcao-das-ideias-psicanaliticas-no-brasil-1915-1937-oliveira-carmen-lucia-montechi-valladares-puc-sp-sao-paulo-sp.html &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;https://docplayer.com.br/13016502-Co-01-a-recepcao-das-ideias-psicanaliticas-no-brasil-1915-1937-oliveira-carmen-lucia-montechi-valladares-puc-sp-sao-paulo-sp.html&amp;lt;/span&amp;gt;]&lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;- PASSOS, Alexandre. &#039;&#039;&#039;Juliano Moreira (vida e obra)&#039;&#039;&#039;. Rio de Janeiro: Livraria São José, 1975.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#ANM|&amp;lt;u&amp;gt;ANM&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&#039;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;-&amp;lt;/span&amp;gt; &#039;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;PEIXOTO, Afrânio.&#039;&#039;&#039;&amp;amp;nbsp; Um sábio, mestre e amigo. &#039;&#039;&#039;&#039;&#039;Archivos Brasileiros de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XXIII, p. 179-196, 1933.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BMANG|&amp;lt;u&amp;gt;BMANG&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;- PERESTRELLO, Marialzira. &#039;&#039;&#039;História da Sociedade Brasileira de Psicanálise do Rio de Janeiro. Suas Origens e Fundação. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Imago, 1987.&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BN|&amp;lt;u&amp;gt;BN&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;- PICCININI, Walmor J. Juliano Moreira 1873-1933 - um brasileiro extraordinário. &#039;&#039;Psychiatry On-line Brazil, &#039;&#039;v. 7, n. 7, jul. 2002. Capturado em 20 mai. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;http://www.polbr.med.br/ano02/wal0702.php&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;- PINHO, A. Rubim. Juliano Moreira. &#039;&#039;Sinopse Psiquiátrica.&#039;&#039; [Salvador]: Universidade Federal da Bahia, ano II, nº 2, out., 1978.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#ANM|&amp;lt;u&amp;gt;ANM&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;- PROFESSOR Juliano Moreira. &#039;&#039;Archivos Brasileiros de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XIV, p. 766, 1924.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BMANG|&amp;lt;u&amp;gt;BMANG&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;- PROFESSOR Juliano Moreira. &#039;&#039;Arquivos do Manicômio Judiciário do Rio de Janeiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano IV, ns.1 e 2, p.2-20, 1º e 2º semestres, 1933.&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;- RELATORIO da Commissão de Inquerito sobre as condições da Assistencia a Alienados no Hospicio Nacional e colonias da Ilha do Governador. In: RELATORIO apresentado ao Presidente da República dos Estados Unidos do Brasil pelo Dr. J.J. Seabra, Ministro de Estado da Justiça e Negocios Interiores em abril de 1903. Anexo B. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1903. In: &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960)&#039;&#039;&#039;. Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 20 mai. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://ddsnext.crl.edu/titles/107#?c=0&amp;amp;m=75&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=441&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1156,0,4278,3017 http://ddsnext.crl.edu/titles/107#?c=0&amp;amp;m=75&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=441&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1156%2C0%2C4278%2C3017]&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;- RELATORIO apresentado ao Exm. Sr. Dr. J. J. Seabra Ministro da Justiça e Negócios Interiores pelo Dr. Afrânio Peixoto Director Interino do Hospício Nacional de Alienados. 1904-1905. In: RELATORIO apresentado ao Presidente da Republica dos Estados Unidos do Brazil pelo Dr. J. J. Seabra Ministro de Estado da Justiça e Negócios Interiores em março de 1905. v. II – Directoria do Interior. Primeira Parte. Annexo E. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1905. In: &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960)&#039;&#039;&#039;. Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 20 mai. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://ddsnext.crl.edu/titles/107#?c=0&amp;amp;m=78&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=760&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-237,821,2329,1643 http://ddsnext.crl.edu/titles/107#?c=0&amp;amp;m=78&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=760&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-237%2C821%2C2329%2C1643]&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;- RELATORIO apresentado ao Presidente da República dos Estados Unidos do Brazil pelo Ministro de Estado da Justiça e Negocios Interiores Dr. Augusto Tavares de Lyra em março de 1909. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1909. In: &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960)&#039;&#039;&#039;. Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 20 mai. 2020. Online. Disponível na Internet: [http://ddsnext.crl.edu/titles/107#?c=0&amp;amp;m=89&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=2&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1315,0,4580,3230 http://ddsnext.crl.edu/titles/107#?c=0&amp;amp;m=89&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=2&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1315%2C0%2C4580%2C3230]&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;- RIOS, Venétia Durando Braga. &#039;&#039;&#039;O Asylo de São João de Deos: as faces da loucura. São Paulo, 2006.&#039;&#039;&#039; Tese (Doutorado em História Social), Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, 2006. Capturado em 20 mai. 2020. Online. Disponível na Internet: https://tede2.pucsp.br/handle/handle/12979&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;- SANTO, Tiago Braga do Espírito. &#039;&#039;&#039;Gênero e Enfermagem: reafirmação de papeis sociais na seção feminina da Escola Profissional de Enfermeiros e Enfermeiras (1920-1921).&#039;&#039;&#039; São Paulo, 2012. Tese (Doutorado em Enfermagem), Escola de Enfermagem, USP, 2012. Capturado em 20 mai. 2020. Online. Disponível na Internet: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/7/7140/tde-09052012-124247/pt-br.php&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;- SOCIEDADES Medicas. Sociedade Brasileira de Neurologia, Psychiatria e Medicina Legal.&amp;amp;nbsp; &#039;&#039;Archivos Brasileiros de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XVIII, n.12, p. 930-931, dez.1928.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BMANG|&amp;lt;u&amp;gt;BMANG&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;- VASCONCELOS, Fátima. Juliano Moreira, pioneiro da psiquiatria brasileira. &#039;&#039;Revista de Psiquiatria&#039;&#039;, Lisboa, v.XXI, n.3, p.178-187, set./dez. 2008.&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;- VENANCIO, Ana Teresa A. As faces de Juliano Moreira: luzes e sombras sobre seu acervo pessoal e suas publicações. &#039;&#039;Estudos &#039;&#039;Históricos, Rio de Janeiro, n.36, p.59-73, jul./dez. 2005. In: Biblioteca digital FGV. Capturado em 20 mai. 2020. Online. Disponível na Internet: http://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/reh/article/view/2241&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;- VENANCIO, Ana Teresa A.; CARVALHAL, Lazara. Juliano Moreira: a psiquiatria científica no processo civilizador brasileiro. In: DUARTE, Luiz Fernando Dias; RUSSO, Jane; VENANCIO, Ana Teresa A. (orgs.). &#039;&#039;Psicologização no Brasil: atores e autores.&#039;&#039; Rio de Janeiro: Contra Capa Livraria, 2005a. p.65-83.&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;- VENANCIO,Ana Teresa A. Da colônia agrícola ao hospital-colônia: configurações para a assistência psiquiátrica no Brasil na primeira metade do século XX.&#039;&#039;História, Ciências, Saúde-Manguinhos&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.18, Supl.1, p. 35-52, dez. 2011. Capturado em 20 mai. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;https://www.scielo.br/pdf/hcsm/v18s1/03.pdf&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;- VENANCIO, Ana Teresa. Moreira, Juliano (1873 - 1933). In: CLIO-PSYCHÉ. Capturado em 20 mai. 2020. Online. Disponível na Internet: http://www.cliopsyche.uerj.br/?page_id=396&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa – Atiele Azevedo de Lima Lopes, Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Redação – Atiele Azevedo de Lima Lopes, Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Colaborador - Ana Teresa A. Venancio.&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Consultoria – Ana Teresa A. Venancio.&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Revisão - Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes.&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Forma de citação&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Dicionário Histórico-Biográfico das Ciências da Saúde no Brasil (1832-1970)&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    [[Category:Verbetes]] [[Category:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Rachel.froes</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=MONTEIRO,_C%C3%82NDIDO_BORGES&amp;diff=1565</id>
		<title>MONTEIRO, CÂNDIDO BORGES</title>
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		<updated>2023-08-24T18:10:50Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Rachel.froes: /* Forma de citação */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Outros nomes e/ou títulos:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;[[ITAÚNA,_BARÃO_DE|Itaúna, Barão de]]; [[ITAÚNA,_VISCONDE_DE|Itaúna, Visconde de]]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Cândido Borges Monteiro nasceu na cidade do Rio de Janeiro em 12 de outubro de 1812, e faleceu na mesma cidade em 25 de agosto de 1872. Recebeu os títulos de Barão e Visconde de Itaúna. Foi professor da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro e presidente da Comissão de Saúde Pública (1850). No campo político foi vereador da Câmara Municipal da Corte, senador e deputado geral pela província do Rio de Janeiro, presidente da província de São Paulo, e Ministro de Estado dos Negócios da Agricultura, Comércio e Obras Públicas (1872). Foi membro da Academia Imperial de Medicina, do Imperial Instituto Médico Fluminense, e do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Dados pessoais&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Cândido Borges Monteiro nasceu na cidade do Rio de Janeiro em 12 de outubro de 1812, e era filho do capitão de milícias José Borges Monteiro, de Seia (Portugal), e de Gertrudes Maria da Conceição. Era neto, por parte de pai, de Manuel Borges Monteiro e de Maria Vaz, e por parte materna do sargento-mor João Antonio Teixeira e de Josefa Maria Cândida. Casou-se, em 23 de março de 1833, com Joanna Maria do Nascimento, que era filha de Francisco José Vicente e de Ana Maria do Espírito Santo. Cândido Borges Monteiro teve 8 filhos José Borges Monteiro, Cândido Borges Monteiro Júnior, também médico, Carolina Augusta Borges Monteiro, José Augusto Borges Monteiro, Carlos Borges Monteiro, Luiz Borges Monteiro, Thereza Cristina Borges Monteiro, e Joana Borges Monteiro (NOBILIARQUIA, 2011).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi agraciado com o título de Barão de Itaúna (7/10/1867), posteriormente elevado ao de Visconde de Itaúna (19/07/1872), e foi Oficial-mór da Casa Imperial e membro do Conselho de S. Majestade Imperador D. Pedro II. Foi agraciado com a Comenda da Ordem de N. S. Jesus Cristo por seus serviços na epidemia de febre amarela, em 1850, e recebeu o título de Cavaleiro da Imperial Ordem da Rosa por serviços durante a epidemia de cólera. &amp;amp;nbsp;Era Grande do Império, e também foi condecorado com a Grã-Cruz de Cristo de Portugal, a Real Ordem Militar Portuguesa da Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa de Portugal, a Ordem Ernestina da Casa Ducal da Saxônia e a Imperial Ordem Austríaca da Coroa de Ferro.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Faleceu na cidade do Rio de Janeiro em 25 de agosto de 1872.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Trajetória profissional&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Cândido Borges Monteiro iniciou as primeiras letras na escola do professor Campos, localizada no Beco do Cotovelo, próximo à Ladeira do Castelo, na cidade do Rio de Janeiro. Matriculou-se posteriormente no curso médico da [[ACADEMIA_MÉDICO-CIRÚRGICA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Médico Cirúrgica do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]] no ano de 1827, tendo se formado em 1832. Doutorou-se na mesma instituição, então denominada [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], em 16 de setembro de 1834.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro passou a ser lente substituto da seção cirúrgica, com a apresentação, em 27 de março de 1833, da tese intitulada “Considerações gerais sobre as hernias abdominaes e da hernia inguinal em particular”, dedicada a expressões médicas da época como [[HOMEM,_JOAQUIM_VICENTE_TORRES|&amp;lt;u&amp;gt;Joaquim Vicente Torres Homem&amp;lt;/u&amp;gt;]], Manoel Feliciano Pereira de Carvalho, Luiz Carlos da Fonseca e [[MARTINS,_ANTÔNIO_FELIX|&amp;lt;u&amp;gt;Antônio Felix Martins&amp;lt;/u&amp;gt;]]. Foi ainda na mesma faculdade catedrático de clínica externa, e nomeado titular de anatomia topográfica, medicina operatória e aparelhos, substituindo a Manoel Feliciano Pereira de Carvalho, após defender em 6 de maio de 1838, a tese intitulada “Da amputação circular pela continuidade da coxa. Dos meios empregados para vedar a hemorrhagia e maneira de fazer o curativo”. No ano de 1861, foi jubilado da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], quando recebeu o título de conselheiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 5 de agosto de 1842 realizou, no &amp;lt;u&amp;gt;[[HOSPITAL REGIMENTAL DO CAMPO|Hospital Regimental do Campo]]&amp;lt;/u&amp;gt; (posteriormente Hospital Central do Exército), uma operação de ligadura da artéria aorta abdominal para tratar um volumoso aneurisma da artéria ilíaca externa, operação esta que havia sido realizada apenas três vezes no mundo, e que foi considerada como um marco na história da cardiologia no país (BUFFOLO, 2003). Posteriormente sua atuação nesta operação lhe rendeu a publicação, em 1845, da “Memória ácerca da ligadura da artéria aorta abdominal, precedida de algumas considerações gerais sobre a operação do aneurisma e seguida de uma estampa lithographada, que representam um novo porta-fio e sua posição durante a operação”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Cândido Borges Monteiro, em 1844, por ocasião de uma explosão ocorrida na caldeira da barca a vapor “Especuladora” que se dirigia à cidade de Niterói, na província do Rio de Janeiro, atendeu e tratou de 42 vítimas que haviam sido internadas no Hospital da [[SANTA_CASA_DA_MISERICÓRDIA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]]. Apresentou posteriormente à [[ACADEMIA_IMPERIAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Imperial de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]] um relatório sobre o ocorrido, intitulado “Relatório sobre os queimados na explosão da caldeira da barca a vapor”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi médico da Família Imperial, e juntamente com o médico Manoel de Valladão Pimentel, prestou assistência aos partos dos filhos do Imperador Pedro II, inclusive o da princesa Isabel Cristina Leopoldina Augusta, nascida em 29 de julho de 1846 no Paço de São Cristóvão, na cidade do Rio de Janeiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi nomeado médico efetivo da Câmara Imperial, em 26 de junho de 1846.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi nomeado 1º cirurgião do [[HOSPITAL_MILITAR_DA_GUARNIÇÃO_DA_CORTE|&amp;lt;u&amp;gt;Hospital Militar da Guarnição da Corte&amp;lt;/u&amp;gt;]] em 19 de novembro de 1846, permanecendo neste posto até 1852.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 24 de julho de 1849, em discurso à Câmara Municipal da cidade do Rio de Janeiro, quando era vereador, denunciou a proliferação de charlatães, que atuavam na produção e comercialização de remédios, e solicitou as medidas punitivas (LIMA, 2003).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Como presidente da Comissão Central de Saúde Pública, criada em 1850, apresentou em 27 de maio de 1850, a José da Costa Carvalho (Visconde de Monte Alegre), então Ministro e Secretário de Estado dos Negócios do Império, um relatório sobre a situação da febre amarela, intitulado “Descrição da febre amarela que no ano de 1850 reinou epidemicamente na Capital do Império”. Neste relatório assinavam, também, os demais membros da comissão, [[SIGAUD,_JOSÉ_FRANCISCO_XAVIER|&amp;lt;u&amp;gt;José Francisco Xavier Sigaud&amp;lt;/u&amp;gt;]], Manoel de Valladão Pimentel, Roberto Jorge Haddock Lobo, José Maria de Noronha Feital, Joaquim José da Silva, [[SIMONI,_LUÍS_VICENTE_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Luís Vicente De Simoni&amp;lt;/u&amp;gt;]], [[MARTINS,_ANTÔNIO_FELIX|&amp;lt;u&amp;gt;Antônio Felix Martins&amp;lt;/u&amp;gt;]] e [[REGO,_JOSÉ_PEREIRA|&amp;lt;u&amp;gt;José Pereira Rego&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No campo político foi vereador (1849 a 1851) e presidente da Câmara Municipal da Corte (1851-1852), deputado geral da província (1853-1856), e nomeado Senador do Império, pela província do Rio de Janeiro, em 21 de abril de 1857, assumindo o cargo em 1º de maio do mesmo ano, e permanecendo neste até a data de sua morte, em 1872. Foi Presidente da Província de São Paulo de 26 de agosto de 1868 a 25 de abril de 1869.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi convidado pelo Imperador Pedro II para acompanhá-lo em sua viagem à Europa e ao Oriente, que se realizou no ano de 1871. &amp;amp;nbsp;Entre os registros fotográficos desta viagem, encontra-se uma intitulada “D. Pedro II, D. Teresa Cristina Maria e comitiva junto às pirâmides” na qual está Cândido Borges Monteiro (D. PEDRO II).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ao voltar da viagem com o Imperador Pedro II, foi nomeado Ministro na Secretaria de Estado dos Negócios da Agricultura, Comércio e Obras Públicas, em 20 de abril do mesmo ano. Neste período, à frente do Ministério, supervisionou a construção de muitas milhas do telégrafo e das estradas de ferro, e foi exonerado do cargo em 26 de agosto de 1872. Sua última ação como Ministro foi uma autorização concedida a Irineu Evangelista de Sousa (Visconde de Mauá) para o estabelecimento de um cabo telegráfico submarino entre a Europa e o Brasil.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Tornou-se membro titular da seção de cirurgia da [[ACADEMIA_IMPERIAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Imperial de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]] em 15 de outubro de 1835. Foi sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, e membro honorário da seção cirúrgica no [[IMPERIAL_INSTITUTO_MÉDICO_FLUMINENSE|&amp;lt;u&amp;gt;Imperial Instituto Médico Fluminense&amp;lt;/u&amp;gt;]], criado em 1867.&amp;lt;br/&amp;gt; No enterro de Cândido Borges Monteiro, realizado em 25 de agosto de 1872 no Cemitério da Ordem Terceira da Penitência, [[SIMONI,_LUÍS_VICENTE_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Luís Vicente De Simoni&amp;lt;/u&amp;gt;]], secretário-geral da Academia Imperial de Medicina, proferiu o discurso em sua homenagem. E em 30 de junho de 1873, na [[ACADEMIA_IMPERIAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Imperial de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]], Luiz Correa de Azevedo apresentou uma Elegia homenageando Cândido Borges Monteiro (NOBILIARQUIA, 2011).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Na cidade do Rio de Janeiro, a Rua de São Pedro, localizada próxima ao Campo de Santana e onde Cândido Borges Monteiro residiu, foi denominada Visconde de Itaúna, em sua homenagem, mas posteriormente esta rua deixou de existir com a construção da Avenida Presidente Vargas, em 1844. Em 28 de janeiro de 1846, pelo decreto nº8.458, a antiga Rua da Gávea, localizada no bairro de Jardim Botânico, na cidade do Rio de Janeiro, passou a denominar-se Visconde de Itaúna em referência a Cândido Borges Monteiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Produção intelectual&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Considerações gerais sobre as hernias abdominaes e da hernia inguinal em particular”. Rio de Janeiro: Typ. Imperial e Constitucional de Seignot-Plancher, 1833. (Tese apresentada a Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro para o concurso de substituto da seção cirúrgica).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Da amputação circular pela continuidade da coxa. Dos meios empregados para vedar a hemorrhagia e maneira de fazer o curativo”. Rio de Janeiro: Typ. da Associação do despertador dirigida por J. M. da R. Cabral, 1838. (Tese apresentada a Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro para o concurso ao lugar de lente de anatomia topográfica, medicina operatória e aparelhos).&amp;lt;br/&amp;gt; - “Torção das arterias”. Rio de Janeiro: [s.n.], 1838.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Discurso pronunciado por ocasião da abertura da aula de operações”. Rio de Janeiro: [s.n.], 1841.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Discurso pronunciado por ocasião da abertura da aula de anatomia topográfica, medicina operatória e aparelho”. Rio de Janeiro: [s.n.], 1842.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Discurso pronunciado por ocasião da abertura do curso de clínica cirúrgica da Faculdade de Medicina desta Corte no corrente ano de 1844”. Rio de Janeiro: Imparcial de Francisco de P. Brito, 1844.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Discurso pronunciado por ocasião da abertura do curso de clínica externa”. Rio de Janeiro: [s.n.], 1844.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Queimaduras: lições orais de clinica cirurgica”. &amp;amp;nbsp;&#039;&#039;Archivo Medico Brazileiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, tomo I, p.16-21; 58-65, 1844.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Relatorio sobre os queimados na explosão da caldeira da barca a vapor”. &#039;&#039;Annaes Brasilienses de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, tomo 1º, 1844.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Resumo estatístico da clinica cirúrgica”. &#039;&#039;Archivo Medico Brazileiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, tomo I, 1845.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Discurso pronunciado no corrente ano de 1845 por ocasião da abertura da aula de anatomia topográfica, medicina operatória e aparelhos da Faculdade de Medicina do Rio da Corte”. Rio de Janeiro: Typ. Imparcial de Francisco de Paula Brito, 1845.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Memória ácerca da ligadura da artéria aorta abdominal, precedida de algumas considerações gerais sobre a operação do aneurisma e seguida de uma estampa lithographada, que representam um novo porta-fio e sua posição durante a operação.” Rio de Janeiro: Typ. Imparcial de Francisco de Paula Brito, 1845.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Parecer do Sr. Dr. C. Borges Monteiro sobre o projecto do Sr. Dr. Vilardebo, seguido de outro projecto para o mesmo fim”. &#039;&#039;Annaes de Medicina Brasiliense&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.I, n.3, p.91-103, agosto 1845.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Memoria acerca do diagnostico dos calculos vesicaes, lida na sessão geral da Academia Imperial de Medicina de 26 de março de 1846”. &#039;&#039;Annaes de Medicina Brasiliense&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 2º anno, v.2º, n.5, p.97-108, outubro 1846.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Relatorio do Sr. Dr. Candido Borges Monteiro, sobre uma memoria do Dr. Roberto Jorge Haddock Lobo, acerca da cura do tetano pelo tartaro estibiado; lido na sessão geral da Academia Imperial de Medicina de 14 de maio de 1846”. Annaes de Medicina Brasiliense, Rio de Janeiro, 3º anno, v.3º, n.10, p.243-245, abril 1848.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Descrição da febre amarella que no anno de 1850 reinou epidemicamente na Capital do Império, pela Comissão Central de saúde Pública”. Rio de Janeiro, 1850. In: Relatório apresentado a Assembléa Geral Legislativa na Terceira Sessão da Oitava Legislatura pelo Ministro e Secretário dos Negócios do Império Visconde de Mont’alegre. Supl. 4. Rio de Janeiro: Typographia Nacional, 1851. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Relatorio apresenta à Ilma. Câmara Municipal da Côrte pelo presidente da mesma Cândido Borges Monteiro à Câmara em 7 de janeiro de 1853”. Rio de Janeiro: [s.n.], [1853].&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Regulamento da instrução pública da província de São Paulo”. São Paulo: [s.n.], 1869.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Relatorio com que S. Exc. o Sr. Senador Barão de Itauna passou a administração da provincia ao Exm. Sr. Commendador Antonio Joaquim da Rosa, 3º vice-presidente”. São Paulo: Typ. Americana, 1869.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- BRASIL, Congresso. Senado Federal. &#039;&#039;&#039;Dados biográficos dos senadores do Rio de Janeiro: 1826-1999. &#039;&#039;&#039;Brasília: Senado Federal, Secretaria de Informação e Documentação, 1997. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BN|BN]])&amp;lt;br/&amp;gt; - BUFFOLO, Enio.&#039;&#039;&#039;História da Cirurgia Cardíaca Brasileira.&#039;&#039;&#039; In: SOCIEDADE BRASILEIRA DE CARDIOLOGIA. Publicações SBC. Capturado em 20 mai. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://publicacoes.cardiol.br/caminhos/019/default.asp http://publicacoes.cardiol.br/caminhos/019/default.asp]&amp;lt;br/&amp;gt; - CANDIDO Borges Monteiro. In: BLAKE, Augusto Victorino Alves Sacramento. &#039;&#039;&#039;Diccionario Bibliographico Brazileiro. Segundo volume. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1893. pp.28-30. Capturado em 20 mai. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/5422 https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/5422]&amp;lt;br/&amp;gt; - CANDIDO Borges Monteiro (Visconde de Itaúna). In: ACADEMIA NACIONAL DE MEDICINA. Capturado em 8 out. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [https://www.anm.org.br/candido-borges-monteiro-visconde-de-itauna/ https://www.anm.org.br/candido-borges-monteiro-visconde-de-itauna/]&amp;lt;br/&amp;gt; - CÂNDIDO Borges Monteiro. In:&#039;&#039;&#039;Nobiliarquia. As armas e os titulares. &#039;&#039;&#039;Capturado em 09 ago. 2023. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;http://nobiliarquia.blogspot.com/2008/11/cndido-borges-monteiro.html&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt; - DESCRIÇÃO da febre amarella que no anno de 1850 reinou epidemicamente na Capital do Império, pela Comissão Central de saúde Pública. In: Relatório apresentado a Assembléa Geral Legislativa na Terceira Sessão da Oitava Legislatura pelo Ministro e Secretário d´Estado dos Negócios do Império Visconde de Mont´Alegre. S4. Rio de Janeiro: Tip. Nacional, 1850. &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1860). &#039;&#039;&#039;Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 20 mai. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://ddsnext.crl.edu/titles/100#?c=0&amp;amp;m=19&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=158&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1087,0,3756,2649 http://ddsnext.crl.edu/titles/100#?c=0&amp;amp;m=19&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=158&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1087%2C0%2C3756%2C2649]&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br /&amp;gt; - D. PEDRO II, D. Teresa Cristina Maria e comitiva junto às pirâmides. Fotografia. Coleção Tereza Cristina Maria. Fundação Biblioteca Nacional. icon856849.tif. &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BN|BN]]).&amp;lt;br /&amp;gt; - ENSINO Médico no Brasil (1808-1907): um repertório de fontes arquivísticas e bibliográficas. Rio de Janeiro: Casa de Oswaldo Cruz, 1999. CD-ROM. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;br /&amp;gt; - LIMA, Tania Andrade. Humores e Odores: Ordem Corporal e Ordem Social no Rio de Janeiro, Século XIX. &#039;&#039;História, Ciências, Saúde-Manguinhos&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.II, n.3, p.44-96, nov.1995/fev.1996. Capturado em 20 mai. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;http://www.scielo.br/pdf/hcsm/v2n3/a04v2n3.pdf&amp;lt;br /&amp;gt; - MAGALHÃES, Fernando. &#039;&#039;&#039;Centenário da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Typ. A. P. Barthel, 1932. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BN|BN]])&amp;lt;br /&amp;gt; - MONTEIRO, Candido Borges. Relatorio com que S. Exc. o Sr. Senador Barão de Itauna passou a administração da provincia ao Exm. Sr. Commendador Antonio Joaquim da Rosa, 3º vice-presidente”. São Paulo: Typ. Americana, 1869. &#039;&#039;&#039;Relatórios provinciais (1830-1930). &#039;&#039;&#039;Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 20 mai. 2020. Online. Disponível na Internet: [http://ddsnext.crl.edu/titles/186#?c=0&amp;amp;m=66&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=1&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1186,0,3762,2653 http://ddsnext.crl.edu/titles/186#?c=0&amp;amp;m=66&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=1&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1186%2C0%2C3762%2C2653]&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br /&amp;gt; - NECROLOGIO das Casas Titulares. &#039;&#039;&#039;Almanack Administrativo, Mercantil e Industrial da Corte e da Capital da Província inclusive alguns municípios da província, e a cidade de Santos para o anno de 1873. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro, Eduardo &amp;amp; Henrique Laemmert, 1873. p.64. Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 20 mai. 2020. Online. Disponível na Internet:  [http://ddsnext.crl.edu/titles/88#?c=0&amp;amp;m=29&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=68&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1334,0,5002,3529 http://ddsnext.crl.edu/titles/88#?c=0&amp;amp;m=29&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=68&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1334%2C0%2C5002%2C3529]&amp;lt;br /&amp;gt; - NETTO, J. Ayres. Cândido Borges Monteiro (Visconde de Itaúna): O cirurgião, o professor, o político. &#039;&#039;Revista de Cirurgia de São Paulo&#039;&#039;, São Paulo, v. VIII, n. 1 e 2, jul./out., 1942. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#ANM|ANM]])&amp;lt;br /&amp;gt; - SANTOS FILHO, Lycurgo de Castro.&#039;&#039;&#039;História Geral da Medicina Brasileira. &#039;&#039;&#039;São Paulo: HUCITEC/EDUSP, 1991. v. 2. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCCBB|BCCBB]])&amp;lt;br /&amp;gt; - VASCONCELOS, Vasco Joaquim Smith de. &#039;&#039;&#039;Médicos e cirurgiões da Imperial Câmara. Reinados de D. Pedro I e D. Pedro II. &#039;&#039;&#039;Campinas, São Paulo: [Academia Campinense de Letras], 1964. &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BN|BN]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa – Rodrigo Borges Monteiro, Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Redação – Rodrigo Borges Monteiro, Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Revisão - Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Forma de citação&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Dicionário Histórico-Biográfico das Ciências da Saúde no Brasil (1832-1970)&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    [[Category:Verbetes]] [[Category:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Rachel.froes</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=MEIRELLES,_JOAQUIM_C%C3%82NDIDO_SOARES_DE&amp;diff=1564</id>
		<title>MEIRELLES, JOAQUIM CÂNDIDO SOARES DE</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=MEIRELLES,_JOAQUIM_C%C3%82NDIDO_SOARES_DE&amp;diff=1564"/>
		<updated>2023-08-24T18:09:02Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Rachel.froes: /* Forma de citação */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Outros nomes e/ou títulos:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;[[MEIRELES,_JOAQUIM_CÂNDIDO_SOARES_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Meireles, Joaquim Cândido Soares de&amp;lt;/u&amp;gt;]]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Joaquim Cândido Soares de Meirelles nasceu na freguesia de Congonhas do Sabará, ou na freguesia de Santa Luzia do Sabará para alguns autores, localizada próxima à Vila de Sabará na então Capitania das Minas Gerais, em 5 de novembro de 1797, e faleceu na cidade do Rio de Janeiro em 13 de julho de 1868. Filho e neto de médicos, cursou a Academia Médico-Cirúrgica do Rio de Janeiro, e doutorou-se em medicina e em cirurgia pela Faculté de Médecine de Paris (1827). Foi um dos membros fundadores da Sociedade de Medicina do Rio de Janeiro, criada em 1829, e teve participação importante no Corpo de Saúde da Armada, tendo sido declarado Patrono do Corpo de Saúde da Marinha de Guerra&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Dados pessoais&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Joaquim Cândido Soares de Meirelles nasceu em 5 de novembro de 1797, na freguesia de Congonhas do Sabará, ou na freguesia de Santa Luzia do Sabará para alguns autores (LACAZ, 1977), situada próxima à Vila de Sabará (posteriormente cidade de Sabará) na então Capitania das Minas Gerais. Era filho e neto de médicos, tendo sido seu pai o cirurgião Manoel Soares de Meirelles e sua mãe Anna Joaquina de São José Meirelles. Casou-se em primeiras núpcias com Rita Maria Pereira Reis, filha do cirurgião Paulo Rodrigues Pereira e irmã do médico Jacintho Rodrigues Pereira Reis, com quem teve quatro filhos, Saturnino Soares de Meirelles (1828-1909), que foi médico homeopata, Jacintho Rodrigues Soares de Meirelles, oficial de marinha, Nicomedes Rodrigues Soares de Meirelles, médico, e Candido Rodrigues Soares de Meirelles, bacharel em matemática. Em segundas núpcias casou-se com Maria Cândida Marianna Vahya, tendo tido uma filha, Luisa Cândida Soares de Meirelles (NOTÁVEIS, 2011).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;Participou do Conselho de Sua Majestade, e foi nomeado Oficial da Imperial Ordem do Cruzeiro (30 de setembro de 1840), Comendador da Imperial Ordem da Rosa (2 de dezembro de 1852) e Cavalheiro da Ordem de São Bento de Aviz (8 de novembro de 1860). Por decreto de 11 de outubro de 1848 foi agraciado como Gentil Homem da Imperial Câmara. Em 30 de abril de 1862 recebeu a carta de Brasão das Armas da Nobreza e Fidalguia, que concedia o uso de armas à família dos Soares e dos Meirelles, sendo extensivo a seus descendentes. Recebeu em 1º de maio de 1862 a Carta de Brasão de Armas, de Nobreza e Fidalguia do Império do Brasil, e por sua participação na Guerra do Paraguai (1865-1870) foi condecorado, em 1865 em Uruguaiana, com a Medalha Comemorativa do rendimento da divisão de Exército do Paraguai que ocupava a Vila de Uruguaiana.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Faleceu na cidade do Rio de Janeiro em 13 de julho de 1868.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Trajetória profissional&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Joaquim Cândido Soares de Meirelles cursou humanidades no Seminario Episcopal de São José, que havia sido fundado, em 1739, pelo Bispo Frei Antonio de Guadalupe, na Ladeira do Seminario, na cidade do Rio de Janeiro.&amp;lt;br/&amp;gt; Permaneceu nesta cidade aos cuidados de seu tio o padre João Baptista Soares de Meirelles, que era professor de latim deste Seminário. Na cidade do Rio de Janeiro residiu na Rua dos Ourives nº 19, Rua da Cadeia nº 161 (atual Rua da Assembleia), Rua Larga de São Joaquim nº 170 (atual Av. Marechal Floriano) e na Rua do Catete nº245.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ingressou, por concurso, na [[ACADEMIA_MÉDICO-CIRÚRGICA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Médico-Cirúrgica do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]] em 10 de março de 1817. Em 16 de agosto deste mesmo ano foi nomeado pensionista praticante de cirurgia no &amp;lt;u&amp;gt;[[HOSPITAL_REAL_MILITAR|Hospital Real Militar]]&amp;lt;/u&amp;gt;, na Corte, cargo que exerceu até 21 de julho de 1819, tornando-se posteriormente “ajudante de cirurgia” do 1º Batalhão de Caçadores do Exército, após prestar exame de suficiência em 10 de julho de 1819 perante a Junta composta pelos cirurgiões-mores José Maria do Carmo Vale, José Pereira Ramos e José Maria de Melo. Foi nomeado, em 14 de abril de 1823, cirurgião-mor agregado ao Regimento de Cavalaria de Minas Gerais, em exercício no Hospital Real Militar de Ouro Preto. Nesta época, organizou o Hospital Real Militar de Ouro Preto, e atuou no combate ao surto epidêmico de varíola ocorrido em 1823.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Retornou à cidade do Rio de Janeiro e finalizou seus estudos na [[ACADEMIA_MÉDICO-CIRÚRGICA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Médico-Cirúrgica do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], tendo prestado os exames perante a Fisicatura-Mor e obtido a carta de cirurgião em 18 de julho de 1822.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No ano de 1824, retornou para Ouro Preto a pedido da Câmara Municipal desta localidade, por meio de uma correspondência enviada com 62 assinaturas solicitando sua ajuda para debelar novo surto epidêmico de varíola. &amp;amp;nbsp;Em 8 de outubro de 1824 retorna, então, a Minas Gerais.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Por decreto do Governo Imperial, de 29 de janeiro de 1825, Joaquim Cândido Soares de Meirelles foi enviado para uma viagem de aperfeiçoamento de seus estudos médico-cirúrgicos à França. &amp;amp;nbsp;O período em que residiu em Paris foi descrito em uma de suas cartas:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Já era eu marido e pai. Da minha pensão de cinquënta mil réis fortes, deixei metade para minha mulher e filhos e com os vinte e cinco mil réis fortes que me ficaram tive, além do mais, de pagar mestres e comprar livros e cadáveres. Durante os dias úteis da semana alimentava-me ordinariamente, comendo frutas e pão; aos domingos, desforrava-se da penitência, indo jantar com Paulo Barbosa ou com José Marcellino Gonçalves, ou com o capitão-mor José Joaquim da Rocha, ou com o Visconde de São Lourenço e, então, eram para mim inapreciáveis, maviosíssimos esses dias de festas, porque neles o excelente jantar era o menos, o falarmos da Pátria era o mais.” &amp;amp;nbsp;(Apud. AGUINÁGA, 2006, p. 66)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Neste período de estadia em Paris, visitou diversos hospitais militares e matriculou-se na Faculté de Médecine de Paris, onde doutorou-se em medicina em 10 de janeiro de 1827, com a tese intitulada “Dissertation sur l’histoire de l’elephantiasis”. Em 25 de abril daquele mesmo ano doutorou-se em cirurgia, com a tese “Dissertation sur les plaies d’armes à feu”. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Após seu retorno ao Brasil, em 8 de novembro de 1827 solicitou o cargo de inspetor dos hospitais militares, que lhe foi negado levando-o a encaminhar um pedido de exoneração do Serviço de Saúde do Exército, que lhe foi concedido em 14 de julho de 1828. &amp;amp;nbsp;Nesta época estabeleceu-se definitivamente no Rio de Janeiro, indo trabalhar em uma enfermaria do Hospital da [[SANTA_CASA_DA_MISERICÓRDIA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], que era chefiada por [[SIMONI,_LUÍS_VICENTE_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Luís Vicente De Simoni&amp;lt;/u&amp;gt;]]. Ainda nesta instituição lecionou, tendo sido responsável por um curso livre de medicina prática.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1829, Joaquim Cândido Soares de Meirelles, juntamente com [[SIGAUD,_JOSÉ_FRANCISCO_XAVIER|&amp;lt;u&amp;gt;José Francisco Xavier Sigaud&amp;lt;/u&amp;gt;]],[[JOBIM,_JOSÉ_MARTINS_DA_CRUZ|&amp;lt;u&amp;gt;José Martins da Cruz Jobim&amp;lt;/u&amp;gt;]], [[SIMONI,_LUÍS_VICENTE_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Luís Vicente De Simoni&amp;lt;/u&amp;gt;]], João Maurício Faivre e outros, fundou a [[SOCIEDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Sociedade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]]. Algumas das reuniões preparatórias para a fundação desta sociedade foram realizadas, de 4 a 30 de junho de 1829, em sua residência, na rua da Cadeia nº 161 (atual rua da Assembléia), na cidade do Rio de Janeiro, sendo que em uma destas reuniões foram aprovados os estatutos daquela sociedade. Outras reuniões foram realizadas, entre 8 de fevereiro e 3 de abril de 1830, na residência de Soares de Meirelles, então localizada na Rua Larga de São Joaquim nº170 (atual Av. Marechal Floriano). Presidiu esta sociedade também nos anos de 1833 (2º, 3º e 4º trimestres), 1835-1838 e 1842-1848, quando esta então se denominava Academia Imperial de Medicina. Esta nova denominação teria se originado de uma proposta do próprio Meirelles apresentada em sessão interna da sociedade, em 5 de novembro de 1833.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi membro da comissão especial encarregada da elaboração de um plano de organização para as escolas médicas do Império, solicitado pela Câmara dos Deputados à [[SOCIEDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Sociedade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], em 7 de outubro de 1830. Foi redator da &#039;&#039;Revista Médica Fluminense&#039;&#039; publicada por esta sociedade.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Além da Academia Imperial de Medicina, integrou outras sociedades científicas brasileiras, como o Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, sendo nomeado sócio efetivo em 1839; e sociedades estrangeiras como Accademia Medico-Chirurgica di Napoli, Société de Médecine de Louvain, Société Philomathique de Paris e Société Diplomatique de Paris. Foi o 1º vice-presidente da Sociedade de Literatura Brasileira, instalada em 7 de setembro de 1843 na casa da Rua das Violas, 93, na cidade do Rio de Janeiro.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Joaquim Cândido Soares de Meirelles participou da reunião que precedeu a chamada Revolução de 7 de abril de 1831, data da abdicação de D. Pedro I, realizada na casa de Evaristo Ferreira da Veiga. Integrou a Sociedade Defensora da Liberdade e Independência Nacional, fundada em 10 de maio de 1831, e participou da redação de seus Estatutos, juntamente com Evaristo Ferreira da Veiga.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ainda no ano de 1831, relata-se a ocorrência de uma séria desavença entre Joaquim Cândido Soares de Meirelles e o também médico Joaquim José da Silva, pois este teria se sentido ofendido por alguns comentários sobre sua suposta participação nos acontecimentos de 7 de abril de 1831 desencadeadores da abdicação de D. Pedro I feitos por Meirelles em uma conversa na residência do senador Nicolau Vergueiro. Joaquim José da Silva teria ficado descontente com tais supostos comentários, e assim começou a divulgar boatos insinuando o envolvimento de Meirelles em uma sociedade secreta. A acusação a Joaquim Cândido Soares de Meirelles foi feita em um contexto de grande receio quanto alguma articulação nos moldes da Revolução do Haiti (1791-1825) na capital da monarquia brasileira. &amp;amp;nbsp;Acusaram-no de integrar uma associação de caráter abolicionista sob influência do abade Henri Grégoire (1750-1831) e de suas ideias sobre escravidão e a Revolução no Haiti. &amp;amp;nbsp;Joaquim Cândido Soares Meirelles retratou estes fatos na “Exposição da Intriga feita pelo cirurgião formado Joaquim José da Silva ao Doutor Joaquim Candido Soares de Meirelles”, publicada ainda em 1831:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Então explicou elle que eu era chefe de uma sociedade secreta, que tinha por fim o assacinato dos brancos, e o crusamento das raças; e que elle sendo convidado para essa sociedade, foi, porém a ouvir o plano, oppos-se e não quiz fazer parte delle. (...) e depois de mais de 20 pessoas lhe me disseram – creia que o Silva o atassalha por toda a parte, e quando alguém quer duvidar, elle até ameaça, dizendo – não quer crer, pois quando lhe doer a pelle, então sentirão” (Apud. MOREL, 2005, p.87)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 3 de junho de 1831 Joaquim Cândido Soares de Meirelles enviou uma carta a Joaquim José da Silva, solicitando alguns esclarecimentos a respeito do que lhe fora imputado. Na publicação “Exposição da Intriga feita pelo cirurgião ....”, de Meirelles, foram transcritas as respostas de Joaquim José da Silva:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Recebi hoje 3 de Junho de 1831, huma carta, e na qual me diz que para credito meu, e seu convinha que eu declarasse: 1 º em que circulo club ou ajuntamento propoz o assassinato dos brancos, e a necessidade de cruzamento das raças; 2 º quaes as pessoas, que se achavão presentes, e as que o impugnarão; 3 º qual o objecto da reunião, e quem a convocou, e para que fim; 4 º finalmente que fim tem essa associação, de que (diz) somos membros, ou por acaso nos achamos ahi. Posto que julgue que lhe há-de ser desagradável ouvir verdades duras, para o satisfazer, e para que não perigue o seu credito, responder-lhe-ei, que quanto ao 1 º não fui convidado em club, etc., mas para huma sociedade, que trabalhava segundo o plano do Abade Gregoire, com quem me disse conversara muito em França, e que sabia bem como isso se fazia: este convite me fez na rua dos Inválidos em huma coixeira onde nos recolhemos do Sol, e para não ser ouvido: se o plano de Gregoire he para o assassinato dos brancos, e crusamento das raças, o meu Collega o dirá, pois segundo me disse, com elle conversara, e sabia. Quanto ao 2 º bem sabe o meu Collega que nos achávamos sós, e ninguém o impugnou. Quanto ao 3 º não me dizendo, quem a convocou aqui, dice-me (declarando-me alguns sócios da de cá) que Barata e Sabino a tinhão ido estabelecer na Bahia, e que brevemente o Bahiano mudaria de linguagem acerca do objecto; e fim está dito no 1 º, isto he do Abade Gregoire.&amp;quot; ” (Apud. MOREL, 2005, p.88)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Posteriormente Joaquim Cândido Soares de Meirelles ainda encaminhou cartas a todos os referidos na denúncia, Cipriano Barata, Francisco Sabino, e ao abade Henri Grégoire, solicitando que estes se manifestassem a respeito daquelas acusações. A resposta de Cipriano Barata foi de estranhamento, pois afirmou que não conhecia Meirelles e nem a referida sociedade secreta. As respostas de Francisco Sabino não foram registradas na publicação de Meirelles, e nem as do abade Henri Grégoire, pois este falecera antes do recebimento da carta encaminhada por Meirelles. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Entre os anos de 1836 e 1856 foi lente de anatomia e fisiologia das paixões na Academia Imperial de Belas Artes, na cidade do Rio de Janeiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Integrou a Comissão de Saúde Pública da Câmara dos Deputados, e naquela casa proferiu um discurso, em 23 de junho de 1848, manifestando-se novamente contra a acusação que lhe havia sido imputada, em 1831, de integrar uma sociedade secreta nos moldes haitianos.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi nomeado médico da Imperial Câmara em 23 de julho de 1840, mas relata-se que desde o ano de 1826, quando fora chamado para atender a Princesa Imperial D. Januária, já era um médico bem considerado pela família imperial.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Por seu envolvimento em revoltas liberais (Vale do Paraíba paulista,13/05/1842; Província de Minas Gerais 10/06/1842), foi preso na Fortaleza de Villegaignon, e foi exonerado em 14 de março de 1842 de seu cargo como médico efetivo da Imperial Câmara. Em 2 de julho de 1842 foi deportado para Lisboa, juntamente com Antônio Paulino Limpo de Abreu (Visconde de Abaeté) e Francisco de Salles Torres Homem (Visconde de Inhomerim), tendo retornado ao Brasil com a promulgação do decreto da anistia em 14 de março de 1844, quando foi reintegrado aos cargos que exercia anteriormente.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Joaquim Cândido Soares de Meirelles foi eleito deputado da Assembleia Provincial do Rio de Janeiro (uma legislatura), e deputado geral pela Província de Minas Gerais (6a e 7a legislaturas, em 1845, 1847 e 1848). Como deputado por Minas Gerais, apresentou o projeto que organizou o Corpo de Saúde da Armada, o qual foi submetido à Câmara Geral em 1848. Meirelles também combateu a proposta de fechamento do &amp;lt;u&amp;gt;[[JARDIM BOTÂNICO DO RIO DE JANEIRO|Jardim Botânico do Rio de Janeiro]]&amp;lt;/u&amp;gt;, defendeu a difusão da vacina Jenner para o combate da varíola, solicitou subvenção para a [[ACADEMIA_IMPERIAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Imperial de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]] e apresentou emendas aos estatutos das escolas de medicina, entre outras propostas (ARAGÃO, 1969).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Joaquim Cândido Soares de Meirelles foi nomeado cirurgião-mor da Armada foi em 7 de julho de 1849 (FONSECA, 1933). Em 02 de dezembro de 1858, ou de 1852 conforme Olympio da Fonseca, foi promovido a chefe de divisão graduado, posto posteriormente correspondente ao de contra-almirante. Chefiou o Corpo de Saúde da Armada de 1849 a 1868, ano em que faleceu.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A saúde direcionou sua atuação e trajetória, como bem destacou Lopes Rodrigues, um de seus sucessores no Corpo de Saúde da Armada:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Meirelles fazia hygiene quando protestou contra disposições de lei que arvoraram officiaes de marinha em curandeiros de doentes; quando instituiu as visitas sanitárias quinzenaes às guarnições dos navios e corpos, como meio de descobrir estados mórbidos e fazer a sequestração preventiva dos contagiáveis; quando exigiu vaccinação contra a varíola, em navios, quartéis e hospiates (1855); quando aconselhou a prophylaxia de seu tempo contra as moléstias venéreas e syphiliticas, que reputava causas de tuberculose. Fazia hygiene quando, em 1861, referindo-se à falta de robustez dos menores vindos para iniciar a carreira das armas como grumetes, propunha a creação de escolas de gymnastica e de natação, que remediaria tal estado; fazia hygiene quando, em 1862, protestou contra a vida passada a bordo pelas guarnições, em antinomia ao que seria para desejar, contra os castigos corporaes infligidos, contra o pouco cuidado na escolha do pessoal admitido para o serviço, contra a alimentação pela carne de balsa, contra o uso da aguardente que deveria ser substituída pelo café; fazia hygiene quando julgou de necessidade a modificação das dietas das enfermarias de bordo e protestou contra o uso dos unifromes invariáveis em inverno e verão e sempre os mesmos para todos os climas; fazia hygiene quando, em 1863, propugnava contra a continuação do hospital na Ilha das Cobras, local onde julgava faltarem as mais rudimentares condições para installação de estabelecimentos dessa ordem. Propunha por isso, para sua mudança, o desapropriamento do então convento d´Ajuda, em cujo terreno, a beira mar, espaçoso e abundante de água, affirmava se poderia construir prédio condigno ao mister de tratar doentes”. (RODRIGUES, Lopes. Apud FONSECA, 1933, p.138-139)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi médico da Casa de Saúde de Saco do Alferes, inaugurada esta em 1849 na rua do Saco do Alferes nº 253 (posteriormente rua de Santo Cristo dos Milagres), no centro da cidade do Rio de Janeiro. Nesta Casa de Saúde também atuavam os médicos [[SIGAUD,_JOSÉ_FRANCISCO_XAVIER|&amp;lt;u&amp;gt;José Francisco Xavier Sigaud&amp;lt;/u&amp;gt;]], [[JOBIM,_JOSÉ_MARTINS_DA_CRUZ|&amp;lt;u&amp;gt;José Martins da Cruz Jobim&amp;lt;/u&amp;gt;]], Manoel de Valladão Pimentel, Manoel Feliciano Pereira de Carvalho e [[SIMONI,_LUÍS_VICENTE_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Luís Vicente De Simoni&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Na Junta Central de Higiene Pública, criada em 14 de setembro de 1850, Joaquim Cândido Soares de Meirelles foi um de seus primeiros membros, ao lado de importantes figuras da área médica como [[CÂNDIDO,_FRANCISCO_DE_PAULA|&amp;lt;u&amp;gt;Francisco de Paula Cândido&amp;lt;/u&amp;gt;]], 1º presidente da Junta, Antônio Felix Martins, provedor-mór de Saúde do Porto, e [[REIS,_JACINTHO_RODRIGUES_PEREIRA|&amp;lt;u&amp;gt;Jacintho Rodrigues Pereira Reis&amp;lt;/u&amp;gt;]], inspetor geral do [[INSTITUTO_VACÍNICO_DO_IMPÉRIO|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Vacínico do Império&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No ano de 1856, por designação de Luís Alves de Lima e Silva, então Marquês de Caxias, Joaquim Cândido Soares de Meirelles apresentou um parecer sobre a reforma do Regulamento, tanto do Corpo de Saúde do Exército quanto dos hospitais militares fixos e ambulantes nos tempos de paz e guerra. Em 1863, por não julgar conveniente o lugar estabelecido para os hospitais militares, posicionou-se contra a permanência do Hospital da Ilha das Cobras, propondo, para a sua mudança, a desapropriação do então Convento d’Ajuda, por este se encontrar em terreno à beira-mar, com abundância de água e com grande espaço livre.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Joaquim Cândido Soares de Meirelles foi nomeado, em 24 de março de 1856, lente de anatomia e fisiologia das paixões na Academia Imperial de Belas Artes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Adquiriu, em 1858, após o falecimento de Manoel São José, antigo proprietário, a Fazenda São Manoel, localizada na região serrana do Rio de Janeiro, em São Sebastião do Alto. A planta desta propriedade teria sido elaborada por um discípulo de Grandjean de Montigny e foi descrita por Luiz Monteiro Caminhoá, irmão do botânico [[CAMINHOÁ,_JOAQUIM_MONTEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Joaquim Monteiro Caminhoá&amp;lt;/u&amp;gt;]], em seu livro “Breves apreciações sobre a agricultura na Província do Rio de Janeiro” (INEPAC, 2011).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1861 propôs a criação de uma Escola de Ginástica e Natação, na Marinha, para o desenvolvimento dos recrutados para o serviço militar. Combateu, ainda no mesmo ano, os maus tratos conferidos aos marinheiros, opondo-se contra os castigos corporais e a má alimentação (ARAGÃO, 1969). Apresentou, em 1862, a sugestão da transferência do Hospital de Marinha para o Convento da Ajuda, e da construção de um edifício adequado.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Sua participação nas forças armadas marcou profundamente sua trajetória profissional. Participou da Guerra do Paraguai, como membro do Corpo de Saúde da Armada, estando inclusive presente, juntamente com o Imperador D. Pedro II, no ato de rendição dos paraguaios comandados pelo militar paraguaio Antonio de la Cruz Estigarribia, em Uruguaiana, em 18 de setembro de 1865. Nesta ocasião foi acometido de febre tifóide, o que causou paralisia, tendo sido transportado para a cidade de Alegrete (Rio Grande do Sul), onde se recuperou parcialmente. Regressou para o Rio de Janeiro, em 2 de maio de 1866, quando seu estado de saúde agravou-se, vindo a falecer em 1868.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 12 de janeiro de 1867, foi nomeado para integrar uma comissão responsável pela organização de um novo plano de reformas dos serviços de Saúde da Armada, exercendo posteriormente a presidência desta mesma comissão (ARAGÃO, 1969).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Inúmeras homenagens póstumas foram prestadas a Joaquim Cândido Soares de Meirelles em diversas instituições. Luís Vicente De Simoni apresentado seu necrológio na Igreja da Ordem Terceira do Carmo, em 20 de julho de 1868, por ocasião de sua missa de sétimo dia. Na Academia Imperial de Medicina o elogio fúnebre foi proferido por Luiz Corrêa de Azevedo, em 20 de junho de 1869, e no Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro foi feito pelo médico Joaquim Manoel de Macedo, em 21 de outubro de 1868.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A Academia Brasileira de Medicina Militar, em 8 de dezembro de 1941, o indicou para patrono da cadeira nº 28, e em 3 de outubro de 1963 foi escolhido como patrono da cadeira nº 1 da [[ACADEMIA_NACIONAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Nacional de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]] e patrono de um dos sócios titulares do Instituto Brasileiro de História da Medicina (SOUZA, 1972).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em uma sessão solene na Academia Nacional de Medicina, em 30 de junho de 1960, foi inaugurado seu retrato a óleo, pintado por Jordão de Oliveira.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em decorrência de sua atuação no serviço de saúde da Armada brasileira, foi declarado Patrono do Corpo de Saúde da Marinha de Guerra por meio do decreto federal nº 63.684, de 25/11/1968. A data de seu nascimento, 5 de novembro, passou a ser considerada dia festivo para todas as organizações de saúde da Marinha brasileira.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Produção intelectual&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Dissertation sur l’histoire de l’éléphantiasis”. Thèse présentée et soutenue à la Faculté de Médecine de Paris, le 10 janvier 1827, pour obtenir le grade de Docteur em médecine. A Paris, de L´Imprimerie de Didot le Jeune, Imprimeur de la Faculte de Médecine, rue dês Maçons-Sorbonne, nº13, 1827.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Dissertation sur les plaies d’armes à feu”. THèse presentée et soutenue à la Faculté de Médecine de Paris, le 25 avril 1827, pour obtenir lê grade de docteur em Chirurgie. A Paris, de L´Imprimerie de Firmin de Didot, le jeune 1827.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Observações sobre o projecto do Sr. Deputado Lino Coutinho acerca das escolas de medicina”. Rio de Janeiro: [s.n.], 1828.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Plano de organização das escolas de medicina do Rio de Janeiro e Bahia, offerecido à Camara dos Srs. Deputados”. Rio de Janeiro: [s.n.], 1830.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Ensaio sobre o uso do oleo de joannesia. Parallelo entre as duas especies de elephantiases e entre estas e a lepra”. &#039;&#039;Semanario de Saude Publica&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno de 1831, n.4, p.22-24, 1831.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Explicação da intriga feita pelo cirurgião formado Joaquim José da Silva ao doutor Joaquim Cândido Soares de Meirelles”. Rio de Janeiro: Typ. de Gueffier, 1831.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Parallelo entre as duas especies de Elephantiasis, e entre estas, e a lepra”. &#039;&#039;Semanario de Saude Publica&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno de 1831, n.26, p.132-133, 1831.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Cura de hum aneurisma da poplítea, por meio da ligadura da crural, segundo o methodo de Scarpa”. &#039;&#039;Semanario de Saude Publica&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno de 1831, n.50, p.239-242, 1831.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Coqueluche - conferência”. Rio de Janeiro: [s.n.], 1831.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Parecer da sociedade medica do Rio de Janeiro sobre a enfermidade que grassa actualmente na villa de Magé e seu termo”. Rio de Janeiro: [s.n.], 1831.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Amputação escapulo-umeral”. Rio de Janeiro: [s.n.], 1832.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Parece sobre as medidas de hygiene pública e privada contra o cholera-morbus; novamente reformado segundo os últimos conhecimentos acerca desta moléstia, em consequencia de nova solicitação feita pelo governo a este respeito”. Rio de Janeiro: [s.n.], 1833.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Caso do encravamento da cabeça de hum feto”.&#039;&#039;Revista Medica&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 1º vol., n.1, &amp;amp;nbsp;p.3, abril de 1835.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Discurso pronunciado na sessão de installação da Academia imperial de medicina (até então Sociedade de medicina) no dia 21 de dezembro de 1835”. Rio de Janeiro: [s.n.], 1835.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Discurso recitado na Academia Imperial de Medicina na sessão pública, annual, do anniversário da mesma”. Rio de Janeiro, 1837.&amp;lt;br/&amp;gt; - Discurso recitado no funeral de José Bonifácio de Andrade e Silva, em abril de 1838 pelo G.O. da G. Loja Central do Rio de Janeiro.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Officios sobre melhoramentos no Corpo de Saude da Armada Brasileira”. [s.l.], [s.n.], 1864.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Reflexões acerca da rejeição do artigo nono, additivo à lei de fixação de forças navaes para os annos de 1864-1865 na sessão de 12 de abril”. Rio de Janeiro: [s.n.], 1864.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- AGUINAGA, Sérgio d´Avila. &#039;&#039;&#039;Os painéis da Academia Nacional de Medicina: história e personagens.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Academia Nacional de Medicina, 2006. &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#ANM|ANM]])&amp;lt;br/&amp;gt; - [ARAGÃO, Raymundo Moniz]. &#039;&#039;&#039;Joaquim Cândido Soares de Meirelles.&#039;&#039;&#039; Apresentado à Academia Nacional de Medicina em 17 de dezembro de 1969. &amp;amp;nbsp;Datilografado. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#ANM|ANM]])&amp;lt;br/&amp;gt; - FONSECA, Olympio da. &#039;&#039;&#039;Em torno da medicina.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: [s.n.], 1933. &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;br/&amp;gt; - INEPAC. Inventário das fazendas do Vale do Paraíba Fluminense. Capturado em 20 mai. 2020. Online. Disponível na Internet: [http://www.institutocidadeviva.org.br/inventarios/sistema/wp-content/uploads/2010/12/16_faz_sao-manoel.pdf http://www.institutocidadeviva.org.br/inventarios/sistema/wp-content/uploads/2010/12/16_faz_sao-manoel.pdf]&amp;lt;br/&amp;gt; - JANSEN, José Manoel; ARRUDA, Rubens Andrade e SANTOS, Omar da Rosa. &#039;&#039;&#039;Resenha Biográfica de Joaquim Cândido Soares de Meirelles.&#039;&#039;&#039; Apresentado à Academia Nacional de Medicina. Rio de Janeiro: [s.n.], [s.d.]. Datilografado. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#ANM|ANM]])&amp;lt;br/&amp;gt; - JOAQUIM Candido Soares de Meirelles. In: BLAKE, Augusto Victorino Alves Sacramento. &#039;&#039;&#039;Diccionario Bibliographico Brazileiro. Quarto volume.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1898. pp.116-118. In: Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin. Acervo Digital. &amp;amp;nbsp;Capturado em 12 jun. 2020. Online. Disponível na Internet: [https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/5444 https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/5444]&amp;lt;br/&amp;gt; - JOAQUIM Candido Soares de Meirelles. In: ACADEMIA NACIONAL DE MEDICINA. Capturado em 8 out. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[https://www.anm.org.br/joaquim-candido-soares-de-meirelles/ https://www.anm.org.br/joaquim-candido-soares-de-meirelles/]&amp;lt;br/&amp;gt; - JOAQUIM Cândido Soares de Meirelles. In: NOTÁVEIS. Capturado em 20 mai. 2020. Online. Disponível na Internet: [http://notaveisdafamilia.blogspot.com/2010/07/joaquim-candido-soares-de-meirelles.html http://notaveisdafamilia.blogspot.com/2010/07/joaquim-candido-soares-de-meirelles.html]&amp;lt;br/&amp;gt; - LACAZ, Carlos da Silva. &#039;&#039;&#039;Vultos da Medicina Brasileira. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Pfizer, 1977. &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;br/&amp;gt; - MACEDO, Joaquim Manoel de. 5 de Novembro. Joaquim Cândido Soares de Meirellee. In: &#039;&#039;&#039;Anno Biographico Brazileiro. Terceiro volume. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Typographia e Lithographia do Imperial Instituto Artistico, 1876. &amp;amp;nbsp;pp.361-368. In&amp;amp;nbsp;: SENADO FEDERAL. Institucional. Biblioteca Digital. Capturado em 12 jun.2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;  [https://www2.senado.leg.br/bdsf/item/id/179448 https://www2.senado.leg.br/bdsf/item/id/179448]&amp;lt;br/&amp;gt; - MEIRELLES, Joaquim Cândido Soares de. &#039;&#039;&#039;Dissertation sur l’histoire de l’éléphantiasis. &#039;&#039;&#039;Thèse présentée et soutenue à la Faculte de Médecine de Paris, lê 10 janvier 1827, pour obtenir le grade de Docteur em médecine. A Paris, de L´Imprimerie de Didot Lê Jeune, Imprimeur de la Faculté de Médecine, rue dês Maçons-Sorbonne, nº13, 1827. ([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;br/&amp;gt; - MOREL, Marco. O abade Grégoire, o Haiti e o Brasil: repercussões no raiar do século XIX. &#039;&#039;Almanack Braziliense&#039;&#039;, São Paulo, n. 2, nov. &amp;amp;nbsp;2005. Capturado em 20 mai. 2020. &amp;amp;nbsp;Online. Disponível na Internet: [https://www.revistas.usp.br/alb/article/view/11620/13389 https://www.revistas.usp.br/alb/article/view/11620/13389]&amp;lt;br/&amp;gt; - RIBEIRO, Lourival. &#039;&#039;&#039;O Barão de Lavradio e a higiene no Rio de Janeiro Imperial.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Editora Itatiaia Limitada, 1992. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BN|BN]]) &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]]) &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#IHGB|IHGB]])&amp;lt;br/&amp;gt; - SANT’ ANNA, Alvaro &#039;&#039;&#039;Cumplido de. Academia Nacional de Medicina: Resenha Histórica.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro, 1979. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;br/&amp;gt; - SANTOS FILHO, Lycurgo de Castro. &#039;&#039;&#039;História Geral da Medicina Brasileira.&#039;&#039;&#039; São Paulo: HUCITEC/EDUSP, 1991. v. 2. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCCBB|BCCBB]])&amp;lt;br/&amp;gt; - SOUZA, Luiz de Castro. Soares de Meirelles – Patrono do Serviço de Saúde da Marinha. In: &#039;&#039;&#039;Anais do I Congresso Brasileiro de História da Medicina Militar. Comemorativo do Sesquicentenário da Independência. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Departamento de Documentação e História da Medicina Militar da ABMM, 1972. p.129-135. &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;br/&amp;gt; - VASCONCELOS, Vasco Joaquim Smith de. &#039;&#039;&#039;Médicos e cirurgiões da Imperial Câmara. Reinados de D. Pedro I e D. Pedro II. &#039;&#039;&#039;Campinas, São Paulo: [Academia Campinense de Letras], 1964. &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BN|BN]]) &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#IHGB|IHGB]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa – Rodrigo Borges Monteiro.&amp;lt;br/&amp;gt; Redação – Rodrigo Borges Monteiro, Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Revisão - Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Forma de citação&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Dicionário Histórico-Biográfico das Ciências da Saúde no Brasil (1832-1970)&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    [[Category:Verbetes]] [[Category:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Rachel.froes</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=MAZAREM,_JOAQUIM_DA_ROCHA&amp;diff=1563</id>
		<title>MAZAREM, JOAQUIM DA ROCHA</title>
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		<updated>2023-08-24T18:08:17Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Rachel.froes: /* Forma de citação */ alteração data rodapé&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Outros nomes e/ou títulos:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;[[MAZARÉM,_JOAQUIM_DA_ROCHA|Mazarém, Joaquim da Rocha]]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Joaquim da Rocha Mazarem nasceu na Vila e Praça de Chaves (Portugal), em 12 de dezembro de 1775. Estabeleceu-se na cidade do Rio de Janeiro em 1808, e foi lente de anatomia, de medicina operatória e arte obstetrícia, e de fisiologia na Escola Anatômica, Cirúrgica e Médica do Rio de Janeiro. Retornou a Portugal em 1821, onde foi cirurgião da Armada e da Casa Real, lente da cadeira de obstetrícia e diretor da Régia Escola de Cirurgia de Lisboa, e chefe da enfermaria Santa Bárbara no Hospital Nacional e Real de São José. Faleceu em Lisboa, em 21 de abril de 1849.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Dados pessoais&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Joaquim da Rocha Mazarem nasceu na Vila e Praça de Chaves, cidade no norte de Portugal, em 12 de dezembro de 1775.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi Cirurgião da Real Câmara e foi agraciado com o título de Cavaleiro Professo da Ordem de Cristo.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Faleceu em Lisboa, em 21 de abril de 1849.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Trajetória profissional&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Joaquim da Rocha Mazarem aos 17 anos estabelece-se em Lisboa, onde passou a frequentar a Aula de Anatomia e Cirurgia do Hospital Real de São José, formando-se em cirurgia, em 1806.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Era o primeiro cirurgião da Nau Príncipe Real que saiu de Portugal em 29 de novembro de 1907 com destino ao Brasil, transportando o Príncipe-Regente D. João, sua família e importantes membros da Corte portuguesa. A Família Real e sua comitiva chegaram ao Rio de Janeiro em 8 de março de 1808. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Joaquim da Rocha Mazarem estabeleceu-se, a partir de então, na cidade do Rio de Janeiro, e foi nomeado pelo decreto régio de 2 de abril de 1808 para lecionar a cadeira de anatomia no [[HOSPITAL_REAL_MILITAR_E_ULTRAMAR|&amp;lt;u&amp;gt;Hospital Real Militar e Ultramar&amp;lt;/u&amp;gt;]]: &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Hei por bem nomear a Joaquim da Rocha Mazarem, Lente da nova Cadeira de Anatomia, que se vai estabelecer, com declaração que vencerá, desde o dia que principiar as suas lições, o mesmo ordenado, que se arbitrar para os outros Lentes, que eu mandar crear no Hospital, aproveitando a presente estação, principiando logo a sua escola de Anatomia. D. Rodrigo de Souza Coutinho, do meu Conselho de Estado, Ministro e Secretario de Estado dos Negocios Estrangeiros e da Guerra o tenha assim entendido e faça executar. Palacio do Rio de Janeiro em 2 de Abril de 1808. Com a rubrica do Principe Regente Nosso Senhor”. (BRASIL. 1891, p. 11).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Este decreto de 02 de abril de 1808, que nomeou o cirurgião Joaquim da Rocha Mazarem para a cadeira de anatomia, foi considerado por Lycurgo de Castro Santos Filho (1991) como o marco da criação da [[ESCOLA_ANATÔMICA,_CIRÚRGICA_E_MÉDICA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Escola Anatômica, Cirúrgica e Médica do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], que inicialmente funcionou no [[HOSPITAL_REAL_MILITAR_E_ULTRAMAR|&amp;lt;u&amp;gt;Hospital Real Militar e Ultramar&amp;lt;/u&amp;gt;]], no município da Corte.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pelo decreto de 12 de outubro de 1808, e atendendo a uma solicitação do próprio Joaquim da Rocha Mazarem, foi definido o ordenado de 480$000 anuais para o lente da cadeira de anatomia. Neste decreto também ficou estabelecido que este lente, além de lecionar a referida cadeira, deveria ensinar a seus alunos um curso regular de ligaduras, partos e operações de cirurgia.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No final de 1808, segundo Francisco Bruno Lobo, Joaquim da Rocha Mazarem teria se ausentado tendo sido nomeado Joaquim José Marques, cirurgião-mor do Reino de Angola, para substituí-lo na cadeira de anatomia, como foi determinado em documento de 5 de novembro de 1808: &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Atendendo ao reconhecido préstimo e inteligencia de Joaquim José Marques, Cirurgião Mor do Reyno de Angola, Sou Servido de o Nomear Lente da Cadeira de Anatomia para o Hospital Real Militar desta Corte, continuando-lhe o ordenado de seiscentos mil réis, que ali vencia, porque anteriormente havia Provido nesta Cadeira a Joaquim da [Rocha Mazarem]. Por agora terá ele de prosseguir nas suas lições enquanto não chega aquele Lente Proprietario, mas passará depois a ensinar Medicina Operatória, e o Curso de Partos, ficando ao mesmo tempo encarregado da assistencia de uma das Enfermarias da Cirurgia do mesmo Hospital pelo qual vencerá o Ordenado que já lhe tinha arbitrado ao exercício da mencionada cadeira, Dom Fernando José de Portugal do Meo Conselho de Estado, o tenha assim entendido e faça expedir as ordens necessárias. Palácio do Rio de Janeiro em cinco de Novembro de mil oitocentos e oito. Com a rubrica do Príncipe Regente Nosso Senhor. (Registrado a fls. 167 v, do Livro numero 6 Decretos e Cartas Regias — existente na Secretaria da Guerra.)” (Apud. LOBO, 1964, p.15)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi criada uma cadeira de medicina operatória e arte obstetrícia na [[ESCOLA_ANATÔMICA,_CIRÚRGICA_E_MÉDICA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Escola Anatômica, Cirúrgica e Médica do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], pela Decisão de nº 6, promulgada em 25 de janeiro de 1809, a qual também indicava Joaquim da Rocha Mazarem como lente da cadeira:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“O Príncipe Regente Nosso Senhor, attendendo á necessidade que havia de uma cadeira de Anatomia de Medicina operatória, e Arte Obstetrícia para o ensino dos estudantes que se dedicam aos estudos cirúrgicos, foi servido mandar erigir e estabelecer a dita cadeira no Hospital Real Militar desta Corte, constituindo Lente della a Joaquim da Rocha Mazarem, attendendo porém a que o mesmo Lente no tempo lectivo lhe seria dificil ditar as lições, e instruir no exercicio pratico alumnos de diversos ramos da arte de curar; foi servido crear uma cadeira separada para o ensino de Medicina Operatoria,e Arte Obstetrícia, continuando o ensino destas duas partes o dito Lente Joaquim da Rocha Mazarem com o mesmo ordenado que actualmente tem, não obstante diminuir-lhe os encargos, pois que Sua Alteza Real continua a ter presente o bom conceito do seu merecimento facutativo, tendo dado provas manifestas nos progressos vantajosos dos seus alumnos.Outrosim é Sua Alteza Real servido mandar remetter a Vm. Copia do decreto que por esta Secretaria de Estado baixou ao dito respeito e manda que Vm. O participe assim ao referido Lente Joaquim da Rocha Mazarem para sua inteligência. Deus Guarde a Vm. Palácio do Rio de Janeiro em 25 de Janeiro de 1809. Conde de Linhares. Sr. Fr. Custodio de Campos e Oliveira.” (BRASIL, Índice da Decisões de 1809, p.5-6)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O médico Pedro Nava destacou, em sua obra “Capítulos da História da Medicina no Brasil”, que foi com José Maria Bomtempo e Joaquim da Rocha Mazarem “que teve início o ensinamento normal da Medicina e Cirurgia no Rio de Janeiro, sendo que sempre devido à atuação daqueles dois mestres da Escola Médico-Cirúrgica, ele começou sob o patrocínio de duas grandes figuras francesas: Pinel e Richerand” (NAVA, 2003, p.66). Joaquim da Rocha Mazarem traduziu obras de renomados médicos franceses e alemães, como Balthasar-Anthelme Louis Claude Marie Richerand (1779-1840), Marie François-Xavier Bichat (1771-1802), e Dietrich Wilhelm Heinrich Busch (1788-1858). Entre as traduções feitas por Mazarem estava a obra ““Tratado de Inflammação, Feridas, e Ulceras, extrahido da Nosographia Cirúrgica de Anthelmo Richerand”, publicada em 1810, na qual em suas primeiras páginas destacava a necessidade de obras traduzidas para o ensino médico no país:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Nomeado Lente de huma das Cadeiras Medico-Cirurgicas, que V.A.R. mandou estabelecer no Hospital Real Militar desta Corte; incumbido juntamente do tratamento das moléstias cirúrgicas dos enfermos das Reaes Armadas no mesmo hospital, aonde concorrem os alumnos, que se deicão á arte de curar; vi a falta que há de autores, e de livros desta sciencia no nosso idioma, por onde elles se podessem applicar. Os meus limitados conhecimentos, não permittião o poder formar huma doutrina, que lhes servisse de instrucção, e me servi (para fazer hum tratado de inflammação, feridas e ulceras) da Nosographia de Richerand. Eis o pequeno fructo do meu trabalho; seja o Augusto Nome de V.A.R. quem lhe sirva de égide para a mordaz critica. Digne-se pois V.A.R. de acceitar o insufficiente tributo que offerece com o mais profundo respeito, O mais humilde, e fiel vassallo, Joaquim da Rocha Mazarem” (MAZAREM, 1810)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1810 Joaquim da Rocha Mazarem era Primeiro Cirurgião do Numero da Armada Real, e Cirurgião da Primeira e Segunda Enfermaria do Hospital Real dos Exércitos e Armadas.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A partir de 1813 tornou-se lente de fisiologia no segundo ano do curso de medicina na então [[ACADEMIA_MÉDICO-CIRÚRGICA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Médico-Cirúrgica do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;De acordo com o &#039;&#039;Almanach do Rio de Janeiro para o ano de 1816&#039;&#039;, Joaquim da Rocha Mazarem era lente do 2º ano da Academia Médico-Cirúrgica do Rio de Janeiro e residia na Rua do Cano.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1817 integrava, como 1º cirurgião, juntamente com os médicos Antonio Francisco Leal, Antonio Francisco Leal Filho, e José Antonio Esperança, o corpo médico-cirúrgico da Direção Médico-Cirúrgica e Administrativa do [[HOSPITAL_REAL_MILITAR|&amp;lt;u&amp;gt;Hospital Real Militar&amp;lt;/u&amp;gt;]] da Corte, criada em 2 de março de 1812.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Segundo alguns autores, Joaquim da Rocha Mazarem teria sido nomeado pelo Príncipe Regente, em 14 de abril de 1821, inspetor de Junta da Instituição Vacínica da Corte, criada em 1811, e teria embarcado junto com a comitiva de D. João VI de retorno a Portugal, em 26 de abril de 1821. (CABRAL, 2013). &amp;amp;nbsp; Com seu retorno a Portugal, foi indicado, em 1822, Domingos Ribeiro dos Guimarães Peixoto para substituí-lo na cadeira de fisiologia na [[ACADEMIA_MÉDICO-CIRÚRGICA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Médico-Cirúrgica do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Chegando à Lisboa, Joaquim da Rocha Mazarem foi nomeado cirurgião da Armada e da Casa Real, lente da cadeira de obstetrícia e diretor da Régia Escola de Cirurgia de Lisboa, e chefe da enfermaria Santa Bárbara no Hospital Nacional e Real de São José, instituição esta associada à Escola Médico-Cirúrgica de Lisboa.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;De 1825 a 1849, Joaquim da Rocha Mazarem foi lente de partos da Real Escola de Cirurgia, no Hospital Nacional e de São José, posteriormente denominada Eschola Medico-Cirurgica de Lisboa (1836).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em seu “Compendio de obstetrícia”, publicado em Lisboa em 1823, Joaquim da Rocha Mazarem destacou a importância de algumas obras para a elaboração desta obra:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Concluo este Prefacio confessando, que não me empenharia em huma tal empreza, como a de fazer hum Compendio de Obstetrícia, se não tivesse a vantajem de poder illustrar-me nas obras desta natureza, dos Sábios Estrangeiros; taes são vários Artigos do Diccionaire des Sciences Médicales: Baudeloque, L´Arte dês Accouchemens: Gardien, Traité Complet d´Accouchemens: Capuron, Cours Theorique et Pratique d´Accouchemens: Maygrier, Nouveaux Elemens de la Science, et de l´Arte dês Accouchemens: Chaussier, Table Synoptique dês Mesures relatives à la pratique dês Accouchemens.” &amp;amp;nbsp;(MAZAREM, 1823, p.III)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Renilda Barreto em seu estudo sobre Joaquim da Rocha Mazarem destacou que a obra “Recopilação da arte dos partos, ou quadro elementar obstetricio para instrucção das aspirantes que freqüentão o curso de partos”, publicada em 1838, era um manual de obstetrícia destinado às parteiras, e apresentava uma “riqueza de informações sobre o nascimento da obstetrícia como ramo da medicina e da cirurgia, sobre os profissionais envolvidos, a legislação profissional da arte obstétrica, a estrutura dos cursos de formação para parteiras na Escola Médico-Cirúrgica de Lisboa, as doutrinas e os sistemas médicos que permeavam a formação de parteiras, médicos e cirurgiões, entre outros” (BARRETO, 2011, p.64-65).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Por Portaria de 13 de julho de 1845, foi autorizada a remuneração requerida por Joaquim da Rocha Mazarem para a impressão do compêndio “Doutrinas obstetrícias”, cuja compilação era de sua autoria. Nesta Portaria, afirmava-se “o quanto importa remunerar razoavelmente os trabalhos litterarios, especialmente das sciencias naturaes, de que a humanidade enferma deve tirar proveito, animando aswsim a cultura geral das sciencias e o trabalho dos escriptores publicos” (ABREU, 1772-1850, p.295).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi sócio efetivo e correspondente da Academia Real das Sciencias de Lisboa, membro da [[ACADEMIA_IMPERIAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Imperial de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]] (Rio de Janeiro), e da Real Academia de Medicina y Cirugía de Cádiz (Espanha).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi colaborador do &#039;&#039;Jornal da Sociedade das Sciencias Medicas de Lisboa&#039;&#039;, publicação da Sociedade das Sciencias Medicas de Lisboa, fundada em 1822. Foi também vice-diretor da Comissão de Physiologia desta associação.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O elogio fúnebre, publicado no Diario do Governo (Lisboa, Portugal), de 25 de abril de 1849, destacava sua trajetória e afirmava que &amp;quot;ele foi destinado, desde verdes anos, aos estudos cirúrgicos”. A Câmara Municipal de Chaves, para homenageá-lo, deu seu nome a uma rua da cidade.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Produção intelectual&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Requerimento encaminhado ao Ministerio do Imperio, solicitando merce do habito da Ordem de Cristo; solicitando atestado de boa conduta”. Manuscrito. [s.l], 1808-1809.&amp;lt;br/&amp;gt; - Tradução de “Novo ensaio sobre a arte de formular”.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Requerimento encaminhado ao Ministerio do Imperio, solicitando um aviso ao desembargador corregedor do civil para que recolha sua sentença de despejo ate que sua causa seja decidida; solicitando licença de um ano para ir a Portugal com sua esposa enferma”. Manuscrito. [s.l.], 1811-1822.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Tratado de Inflammação, Feridas, e Ulceras, extrahido da Nosographia Cirúrgica de Anthelmo Richerand, Doutor, Cirurgião em Chefe adjunto do Hospital de S. Luiz, Cirurgião-mór da Guarda de Paris, Professor de Cirurgia, Membro da Sociedade da Escolla de Medicina de Paris, oferecido ao Príncipe Regente Nosso Senhor por Joaquim da Rocha Mazarem, Cavalleiro na Ordem de Christo, Lente da Regia Cadeira de Medicina Operatória, Primeiro Cirurgião do Numero da Armada Real e Cirurgião da Primeira e Segunda Enfermaria do Hospital Real dos Exércitos e Armada”. Rio de Janeiro: Na Impressão Regia, 1810.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Novo ensaio sobre a arte de formular. Por Jean Louis Marie Alibert”. Traduzido por Joaquim da Rocha Mazarem. Rio de Janeiro: Na Impressão Regia, 1811.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Indagações Physiologicas sobre a vida, e a morte. Por Xavier Bichat, Medico do Hospital de Paris, Professor de Anatomia, de Physiologia, e de Medicina, Membro de muitas sociedades sabias. Traduzidas por Joaquim da Rocha Mazarem, Cavalleiro da Ordem de Christo, Lente de Medicina Operatória, Primeiro Cirurgião do Numero da Armada Real, e Cirurgião em Chefe do Hospital Real do Exercito e Armada”. Rio de Janeiro: Na Impressão Regia, 1812.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Instituição Vaccinica”. Gazeta do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, anno de 1821, número 51, pp.3-4, 27 de junho de 1821. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Compendio de obstetricia por Joaquim da Rocha Mazarem, Cavalleiro Professo na Ordem de Christo, Cirurgião da Real Camera, e Professor de Obstetricia no Hospital Nacional, e Real de S. José”. Lisboa: Em a Nova Impressão da Viúva Neves e Filhos, 1823.&amp;lt;br/&amp;gt; - Tradução de “Indagações Physiologicas sobre a vida e a morte”, de Bichat. Rio de Janeiro, [1812].&amp;lt;br/&amp;gt; - “Annuario clinico de arte obstetricia, começando no principio de Setembro de 1825, e terminando no fim de Agosto de 1826”. Lisboa: Impr. Na Rua dos Fanqueiros, 1826.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Elementos de medicina forense applicada aos phenomenos da reprodução, para uso doa Alumnos da arte obstetrica”. Lisboa: Imp. Da Rua dos Fanqueiros, 1830.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Compilação de doutrinas obstetricas em fórma de compendio, para a instrucção dos que se dedicão ao estudo desta arte”. Lisboa: Na Imprensa da Rua dos Fanqueiros nº129B, 1833.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Recopilação da arte dos partos, ou quadro elementar obstetricio para instrucção das aspirantes que freqüentão o curso de partos”. Lisboa: Na imp. de J.M.R. e Castro, 1838.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Quadros synopticos das molestias das mulheres de parto e recem-nascidos”. Lisboa, 1839.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Obstetrical Clinique in St. Joseph´s Hospital by Dr. Mazarem”. &#039;&#039;London Medical Gazette: Or, Journal of Practical Medicine, &#039;&#039;London, v. XXVII, p.223, 1840-1841.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Do Atlas de Estampas da Arte Obstetrícia do Doutor Dietr. Wilh. Heinr. Busch, Professor de Medicina e Director do Instituto Clinico da Arte dos Partos na Universidade de Berlim copiadas e vertidas do original allemão pelo Doutor F. Kessler, Medico de Sua Magestade El Rei D. Fernando II. Coadjuvado por J. da R. Mazarem, Lente de partos da Escola Medico- Cirúrgica de Lisboa”. Lisboa: Na Imprensa Nacional, 1842.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Considerações sobre o perigo causado pelas sepulturas dentro das cidades”. Rio deJaneiro: Typographia Nacional, [1846].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- ABREU, José Maria de. Legislação Acadêmica colligida pelo Dr. José Maria de Abreu. Coordenada, revista e ampliada pelo Dr. Antonio dos Santos Viégas. Volume I. 1772-1850. In: UNIVERSITY OF TORONTO LIBRARIES. Canadian Libraries. Coimbra: Imprensa da Universidade, 1894. Capturado em 20 mai. 2020. Online. Disponível na Internet: [http://archive.org/details/legislaoacad01abre http://archive.org/details/legislaoacad01abre]&amp;lt;br/&amp;gt; - ALMANACH do Rio de Janeiro para o anno de 1816. Rio de Janeiro: Na Impressão Régia. &#039;&#039;&amp;amp;nbsp;Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.268, p.324, jul./set.1965. &amp;amp;nbsp;Capturado em 20 mai. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;[https://archive.org/details/almanhis1816rio/page/194/mode/2up https://archive.org/details/almanhis1816rio/page/194/mode/2up]&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - BARRETO, Renilda. A «Ciência do Parto» e a atuação de Joaquim da Rocha Mazarém (século XIX). In: BASTOS, Cristiana; BARRETO, Renilda (orgs.). &#039;&#039;&#039;A Circulação do Conhecimento: Medicina, Redes e Impérios.&#039;&#039;&#039; Lisboa: Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, 2011. pp.59-80. &amp;amp;nbsp;In: UNIVERSIDADE DE LISBOA. Repositório. &amp;amp;nbsp;Capturado em 11 jun. 2020. Online. Disponível na Internet: [https://repositorio.ul.pt/bitstream/10451/22894/1/ICS_CBastos_Circulacao_LEN.pdf https://repositorio.ul.pt/bitstream/10451/22894/1/ICS_CBastos_Circulacao_LEN.pdf]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto de 2 de abril de 1808. In: &#039;&#039;&#039;Collecção das Leis do Brazil de 1808.&#039;&#039;&#039; &amp;amp;nbsp; Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1891. Parte I. p.11. Capturado em 20 mai. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;[http://bd.camara.gov.br/bd/handle/bdcamara/18319 http://bd.camara.gov.br/bd/handle/bdcamara/18319]&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto de 12 de outubro de 1808. In: &#039;&#039;&#039;Collecção das Leis do Brazil de 1808. &#039;&#039;&#039;&amp;amp;nbsp; Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1891. Parte I. p.144. In: CÂMARA DOS DEPUTADOS. Biblioteca Digital. Capturado em 20 mai. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://bd.camara.gov.br/bd/handle/bdcamara/18319 http://bd.camara.gov.br/bd/handle/bdcamara/18319]&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Índice das Decisões de 1809. In: CÂMARA DOS DEPUTADOS. Legislação. Capturado em 20 mai. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; [http://www.camara.gov.br/Internet/InfDoc/conteudo/Colecoes/Legislacao/Legimp-A4.pdf http://www.camara.gov.br/Internet/InfDoc/conteudo/Colecoes/Legislacao/Legimp-A4.pdf]&amp;lt;br/&amp;gt; - CABRAL, Dilma. Junta da Instituição Vacínica da Corte. In: ARQUIVO NACIONAL. Mapa. Memória da Administração Pública Brasileira. Capturado em 20 mai. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;[http://mapa.an.gov.br/index.php/menu-de-categorias-2/354-junta-da-instituicao-vacinica-da-corte-1822-1889 http://mapa.an.gov.br/index.php/menu-de-categorias-2/354-junta-da-instituicao-vacinica-da-corte-1822-1889]&amp;lt;br/&amp;gt; - FERREIRA, Luiz Otávio; FONSECA, Maria Rachel Fróes da; EDLER, Flavio Coelho. A Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro no Século XIX: a organização institucional e os modelos de ensino. In: DANTES, Maria Amélia M. (org.). &#039;&#039;&#039;Espaços da Ciência no Brasil.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2001. pp.59-80. &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;br/&amp;gt; - JOAQUIM da Rocha Mazarem. In: SILVA, Innocencio Francisco da. Diccionario Bibliographico Portuguez. Tomo Quarto. Lisboa: Na Imprensa Nacional, 1860. pp.150-151. &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;br/&amp;gt; - LIMA, Silvio Cezar de Souza. Nascimento da Medicina Brasileira. &#039;&#039;Revista Ciência Hoje&#039;&#039;, v. 41, n. 248, p. 76-77, mai. 2008. Capturado em 20 mai. 2020. Online. 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Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://archive.org/details/compendiodeobste00maza http://archive.org/details/compendiodeobste00maza]&amp;lt;br/&amp;gt; - MAZAREM, Joaquim da Rocha. Instituição Vaccinica.&#039;&#039;Gazeta do Rio de Janeiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno de 1821, número 51, pp.3-4, 27 de junho de 1821. &amp;amp;nbsp;Capturado em 11 jun. 2020. Online. Disponível na Internet: [http://memoria.bn.br/DocReader/749664/6488 http://memoria.bn.br/DocReader/749664/6488]&amp;lt;br/&amp;gt; - NAVA, Pedro. &#039;&#039;&#039;Capítulos da História da Medicina no Brasil.&#039;&#039;&#039; Cotia, SP: Ateliê Editorial; Londrina, PR: Eduel; São Paulo: Oficina do Livro Rubens Borba de Moraes, 2003. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;br/&amp;gt; - SANTOS FILHO, Lycurgo. &#039;&#039;&#039;História Geral da Medicina Brasileira.&#039;&#039;&#039; São Paulo: Hucitec/Edusp, 1991. v. 2. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCCBB|BCCBB]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa –Maria Rachel Fróes da Fonseca, Bernardo da Veiga Ferreira.&amp;lt;br/&amp;gt; Redação – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Bernardo da Veiga Ferreira.&amp;lt;br/&amp;gt; Revisão - Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Forma de citação&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Dicionário Histórico-Biográfico das Ciências da Saúde no Brasil (1832-1970)&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    [[Category:Verbetes]] [[Category:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Rachel.froes</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=L%C3%96FGREN,_JOHAN_ALBERT_CONSTANTIN&amp;diff=1562</id>
		<title>LÖFGREN, JOHAN ALBERT CONSTANTIN</title>
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		<updated>2023-08-24T18:06:32Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Rachel.froes: /* Fontes */ correção de link&lt;/p&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Outros nomes e/ou títulos:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;[[LÖEFGREN,_ALBERTO|Löefgren, Alberto]]; [[LÖEFGREN,_ALBERT|Löefgren, Albert]]; [[LOFGREN,_ALBERT|Lofgren, Albert]]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Johan Albert Constantin Löfgren, mais conhecido como Albert Löefgren, nasceu em Estocolmo (Suécia), no dia 11 de setembro de 1854. Chegou ao Brasil em 1874, integrando a expedição comandada pelo naturalista Anders Fredrik Regnell (1807-1884). Botânico, foi responsável pelo serviço botânico e metereológico da Comissão Geográfica e Geológica de São Paulo, diretor do Museu do Estado, criador do Horto Botânico (atual Horto Florestal Parque Estadual Albert Löefgren, em São Paulo), chefe da seção de botânica da Inspetoria de Obras Contra as Secas, e chefe da seção de botânica e de fisiologia vegetal do Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Autor do &amp;quot;Manual das Famílias Naturaes Phanerogamas: com chaves dichotonicas das Famílias e Generos brasileiros&amp;quot; (1918).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Dados pessoais&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Johan Albert Constantin Löfgren, mais conhecido como Albert Löefgren, nasceu em Estocolmo (Suécia), em 11 de setembro de 1854. Casou-se em 1878 com Emma Bremer, teve seis filhos, e entre estes Axel Löfgren, engenheiro de minas do Serviço Geológico e Mineralógico do Brasil e autor de “Reconhecimento geológico dos Rios Tocantins e Araguaya” (1936).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Recebeu em 1902 a comenda de Cavalheiro de Primeira Classe da Ordem de Wasa, da Suécia, e em 1895 a Regnell Medal da Stockholm Academy of Science.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Faleceu na cidade do Rio de Janeiro em 30 de agosto de 1918.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Trajetória profissional&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Johan Albert Constantin Löfgren formou-se em filosofia e ciências naturais na Uppsala Universitet (Suécia). Löfgren chegou ao Brasil em 1874, integrando a expedição comandada pelo naturalista Anders Fredrik Regnell (1807-1884), que havia solicitado à Royal Swedish Academy of Sciences (Estocolmo) a indicação de um aluno formado para participar desta empreitada. &amp;amp;nbsp;Löfgren auxiliou Regnell na expedição dirigida pelo naturalista Hjalmar Monsén, realizada entre os anos de 1874 e 1877, que explorou a botânica das regiões de São Paulo e de Minas Gerais. Em 1877 realizou estudos na Serra do Caracol, na província de Minas Gerais. Hjalmar Monsén retornou em seguida a seu país, mas Löfgren permaneceu no Brasil após o término dos trabalhos da expedição.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Löfgren trabalhou como engenheiro-arquiteto da Companhia Paulista de Estradas de Ferro, até 1881, e neste período residiu na cidade de Pirassununga (São Paulo). Posteriormente mudou-se para Campinas, onde se dedicou ao ensino de ciências naturais.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1880, realizou, como botânico, estudos sobre a flora algológica presente na região de São Paulo. Naquele período, já residindo na cidade de São Paulo, lecionou no Collegio Morton, instituição de confissão protestante fundada em 1879 e instalada na rua da Consolação, na cidade de São Paulo. Foi, também, foi professor particular de línguas.&amp;lt;br/&amp;gt; Em 1883, Löfgren foi contratado pelo coronel Joaquim Sertório para organizar o Museu Sertório, de sua propriedade, cujo acervo era de valor mineralógico, zoológico, arqueológico, etnográfico e histórico. O acervo deste Museu, juntamente com o do Museu Provincial, pertencente à Sociedade Auxiliadora do Progresso da Província de São Paulo, deu origem ao &amp;lt;u&amp;gt;Museu do Estado&amp;lt;/u&amp;gt;, posteriormente denominado Museu Paulista.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em julho de 1886 foi nomeado pelo Presidente da Província de São Paulo, Antonio de Queiroz Telles (Visconde do Parnaíba), ajudante-botânico para iniciar estudos sobre a flora e a fauna da província, principalmente o estudo da vegetação dos campos com referência especial às plantas forrageiras, têxteis e medicinais. Em seus estudos pesquisou um conjunto de 438 espécies, representando cerca de 300 gêneros e 119 famílias colecionadas em estações impróprias (EXPOSIÇÃO, 1888). Neste período coordenou o serviço botânico e meteorológico da Comissão Geográfica e Geológica de São Paulo, chefiada pelo geólogo e naturalista norte-americano [[DERBY,_ORVILLE_ADELBERT|&amp;lt;u&amp;gt;Orville Adelbert Derby&amp;lt;/u&amp;gt;]], tendo como auxiliar F.J.C. Schneider. Em função de suas atividades no serviço de botânica, percorreu grande parte da província de São Paulo em busca de espécies vegetais. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Realizou suas primeiras pesquisas meteorológicas regulares em sua residência, situada à Rua da Consolação, nº38, na cidade de São Paulo. O Serviço Meteorológico, do Estado de São Paulo, embora ainda de forma embrionária, passou a funcionar em sua residência (SANTOS, 2005). A estação meteorológica na residência de Löfgren não era adequada para a realização das observações sobre o clima da capital paulista. Desta forma pensou-se em fazê-las no Jardim da Luz, criado em 1825, que havia sido projetado inicialmente para abrigar um jardim botânico. Neste local havia uma torre circular, na qual foi instalada, em 1888, uma estação meteorológica.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Segundo Yuri Tavares Rocha (2001) a primeira iniciativa de criação de um outro jardim botânico na cidade de São Paulo foi apresentava, em 1888, por Löfgren, e propunha transformar o Jardim da Luz em um jardim botânico. Seu projeto foi votado na Assembléia Provincial, em 6 de março daquele ano, mas não obteve aprovação.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1889 publicou o livro “Instruções Práticas para Observações Meteorológicas”, destinado àqueles que trabalhavam nas estações meteorológicas da Comissão Geográfica e Geológica de São Paulo, e considerado uma das primeiras obras sobre o tema publicadas no país (SANTOS, 2005). &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; Löfgren foi diretor do Museu do Estado, assim denominado à época, entre os anos de 1891 a 1893.&amp;lt;br/&amp;gt; Entre os anos de 1891 e 1911 atuou como Cônsul da Suécia no Brasil.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A partir da iniciativa do próprio Alberto Löfgren, o ensino de meteorologia prática passou a integrar o curso masculino da Escola Normal, em 1894, em sua sede na Praça da República, na cidade de São Paulo. Em relação ao ensino de meteorologia também foi construída, nesta Escola, uma plataforma especial sobre o telhado do prédio para abrigar uma estação meteorológica. Em 1894, a antiga estação meteorológica do Jardim da Luz foi transferida para este local. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1896, ainda na chefia das duas seções da Comissão Geográfica e Geológica do Estado de São Paulo, Löfgren realizou, juntamente com [[DERBY,_ORVILLE_ADELBERT|&amp;lt;u&amp;gt;Orville Adelbert Derby&amp;lt;/u&amp;gt;]] e Francisco de Paula Ramos de Azevedo, seu antigo desejo criando o Horto Botânico nas imediações da Serra da Cantareira, na cidade de São Paulo, do qual foi seu primeiro diretor, de 1907 a 1909. O Horto Botânico foi posteriormente denominado Horto Florestal Parque Estadual Albert Löefgren.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Incentivou, ainda, a preservação das florestas do Estado e a formação de florestas artificiais, tendo inclusive, apresentado à Câmara dos Deputados uma proposta de regulamentação e de proteção das matas no Estado de São Paulo.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Löfgren, juntamente com [[DERBY,_ORVILLE_ADELBERT|&amp;lt;u&amp;gt;Orville Adelbert Derby&amp;lt;/u&amp;gt;]] e Theodoro Fernandes Sampaio, teria sido responsável pela indicação, em março de 1897, de Euclides da Cunha para o quadro de sócios do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo (SANTANA, 1998).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1899 integrou o quadro de docentes da [[ESCOLA_LIVRE_DE_FARMÁCIA_DE_SÃO_PAULO|&amp;lt;u&amp;gt;Escola Livre de Farmácia de São Paulo&amp;lt;/u&amp;gt;]], sendo responsável pela disciplina &amp;amp;nbsp;“botânica, especialmente a brasileira”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Löfgren apresentou, em 1901, ao Presidente do Estado de São Paulo, Francisco de Paula Rodrigues Alves, um documento a ser submetido à Câmara dos Deputados, que propunha a proteção e regulamentação da exploração das matas, incluindo a proposição de uma legislação florestal. Neste mesmo ano foi indicado para chefiar uma comissão responsável pela elaboração do primeiro Código Florestal do país. Esta iniciativa não obteve resultado, mas suas idéias subsidiaram a elaboração do primeiro Código Florestal brasileiro, criado pelo decreto nº 23.793, de 23 de janeiro de 1934.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Os interesses de Löfgren não eram direcionados somente para a botânica e a meteorologia, pois também realizou estudos sobre a fruticultura, climatologia e sambaquis. Em 1904 foi encarregado pelo Governo do Estado de São Paulo para integrar a Comissão encarregada de observar a fruticultura na Argentina e de visitar uma exposição de frutas que viria a ocorrer na cidade de Buenos Aires naquele mesmo momento. Em decorrência desta viagem, Löfgren elaborou um relatório detalhado que foi muito bem recebido pela Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Alberto Löfgren chefiou, de 1910 a 1913, a seção de botânica da Inspetoria de Obras Contra as Secas, então sob a direção do engenheiro Miguel Arrojado Ribeiro Lisboa. Durante este período na Inspetoria realizou estudos das condições do solo e da flora da região do semi-árido do nordeste do Brasil, percorrendo os Estados da Bahia, Paraíba, Pernambuco e Ceará. Foi responsável pela criação dos Hortos Florestais, em Juazeiro (Bahia), e em Quixadá (Ceará), tendo sido diretor do horto cearense até 1912. A partir das observações feitas nestas viagens, Löfgren publicou vários trabalhos, como as “Notas botânicas (Ceará)” (1910), e elaborou um programa de reflorestamento para a região Nordeste, de acordo com o qual seriam criadas diversas estações florestais em pontos estratégicos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1913 Alberto Löfgren foi convidado por John Christopher Willis, diretor do &amp;lt;u&amp;gt;Jardim Botânico do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;, para assumir a chefia da seção de botânica e de fisiologia vegetal daquela instituição, tendo sido efetivado neste cargo em 2 de janeiro de 1918, por meio de concurso. Foi o primeiro pesquisador da instituição a realizar trabalhos sobre a anatomia de madeiras. Nesta instituição organizou o herbário, e colaborou de forma expressiva com a publicação &#039;&#039;Archivos do Jardim Botânico&#039;&#039;. Embora não existam informações precisas sobre a atuação dos membros do conselho desta publicação, Löfgren exerceu um papel de destaque semelhante ao atualmente desempenhado por um editor de periódico (BEDIAGA, 2005).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Löfgren traduziu, para a língua portuguesa, obras de cientistas estrangeiros, como do botânico sueco Carl Axel Magnus Lindman (1856-1928) e do botânico dinamarquês Eugenius Warming (1841-1924), que tratavam da vegetação de regiões como Rio Grande do Sul e Minas Gerais. Atuou, ainda, como parecerista e membro de comissões da Secretaria Nacional de Agricultura, e foi um importante colaborador da Sociedade Nacional de Agricultura, integrando comissões e emitindo pareceres.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi sócio fundador do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo, e membro da Sociedade Científica de São Paulo, criada em 1903, e do Centro de Ciências, Letras e Artes, fundado em Campinas em 1901. Integrou o quadro de fundadores e foi secretário geral da 1ª diretoria da [[SOCIEDADE_BRASILEIRA_DE_CIÊNCIAS|&amp;lt;u&amp;gt;Sociedade Brasileira de Ciências&amp;lt;/u&amp;gt;]], criada em 1916. &amp;amp;nbsp;Löfgren foi sócio correspondente do Instituto Arqueológico de Pernambuco, do Grêmio Literário da Bahia, do Instituto Cearense, e de associações e academias estrangeiras de Estocolmo, Uppsala (Suécia), Christiania (Dinamarca), Copenhagen, Berlim e Helsingfors (Finlândia). Foi sócio efetivo da Société Internationale des Botanistes e sócio remido da Linnean Society of London.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Considera-se que a idéia de uma data comemorativa para o dia da árvore, no Brasil, tenha se originado do empenho de Löfgren, que desde 1901, procurou defendê-la em artigos em jornais paulistas, apoiando-se no modelo do “&#039;&#039;arbor day&#039;&#039;” norte americano. &amp;amp;nbsp;Em 7 de junho de 1902, na cidade de Campinas, e sob a iniciativa de João Pedro Cardoso, inspetor de agricultura no Estado de São Paulo, foi realizada a primeira Festa das árvores.&amp;lt;br/&amp;gt; Johan Albert Constantin Löfgren dedicou grande parte de sua vida aos estudos da flora brasileira, e foi um incansável defensor da preservação das matas, preocupando-se inclusive com a criação e aperfeiçoamento de instrumentos legais para proteção da natureza florestal e agrícola (PAIVA, 2000). Várias espécies e gêneros foram dedicados a Löfgren. Por sugestão de Frederico Carlos Hoene, a espécie de orquídea descrita por Löfgren, em 1918, como &amp;amp;nbsp;&#039;&#039;Leptotes blanche-amesiae&#039;&#039;, deveria ser classificada em outro gênero e propôs o gênero&#039;&#039;Loefgrenianthus &#039;&#039;&amp;amp;nbsp;em homenagem a Loefgren.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; Faleceu, em 1918, no ano em que concluiu um trabalho de destaque, denominado “Manual das Famílias Naturaes Phanerogamas: com chaves dichotonicas das Famílias e Generos brasileiros”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Produção intelectual&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “A respeito das Uvas de Matto Grosso”. 1888.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Instrucções praticas para observações meteorologicas”. 1889&amp;lt;br/&amp;gt; - “Contribuição para a Botânica Paulista. Região Campestre. Memoria das excursões botanicas de 1887, 1888 e 1889”. &#039;&#039;Boletim da Commissão Geographica e Geológica do Estado de São Paulo&#039;&#039;, São Paulo, n.5, 1890.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Dados climatológicos do anno de 1889”. &#039;&#039;Boletim da Comissão Geographica e Geologica do Estado de São Paulo&#039;&#039;, São Paulo, n.5, 1890.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “A Sciencia em S. Paulo”. 1890.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Dados climatológicos do anno de 1890”. &#039;&#039;Boletim da Comissão Geographica e Geologica do Estado de São Paulo&#039;&#039;, São Paulo, n.8, 1891.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Flora Paulista, Familia Compositae”. 1892.&amp;lt;br/&amp;gt; – “Contribuições para a Archeologia Paulista: os Sambaquis de São Paulo”. &#039;&#039;Boletim da Comissão Geográfica de São Paulo&#039;&#039;, São Paulo, n.9, p.1- 91, 1893.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Dados climatológicos do anno de 1891”. São Paulo: Comissão Geographica e Geologica do Estado de São Paulo; Typographia a vapor Vanorden &amp;amp; Comp.,1893.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp;- “Ensaio para uma synonimia dos nomes populares das plantas indígenas do Estado de São Paulo”. &#039;&#039;Boletim da Commissão Geographica e Geológica do Estado de São Paulo&#039;&#039;, São Paulo, n.10 e 16, 1894. &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Synonimia dos Nomes Populares das Plantas Indigenas de S. Paulo”. 1895.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O manuscripto botânico do Sr. Corrêa de Mello, de Campinas”. 1895.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Ensaio para uma distribuição dos vegetaes nos diversos grupos floristicos do Estado de São Paulo”. &#039;&#039;Boletim da Comissão Geographica e Geologica de São Paulo&#039;&#039;, n.11, p.1-50, 1896.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A Flora da Lagôa Santa”. 1896.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Da Colheita e do preparo das plantas para herbários, especialmente dos Phanerogamos”. &amp;amp;nbsp;São Paulo: Comissão Geographica e Geologica do Estado de São Paulo; Typographia do Diario Official,1897.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - Flora paulista. (Parte 1 - “Família Compositae”; Parte 3 - “Famílias &#039;&#039;Campanulaceae, Cucurbitaceae e Calyceraceae&#039;&#039;; Série &#039;&#039;Aggregatae&#039;&#039;, Família &#039;&#039;Valerianaceae&#039;&#039;”). Separata de &#039;&#039;Boletim [da Commissão Geographica e Geológica de São Paulo&#039;&#039;], n. 12, 13, 14, 15. São Paulo: Typographia e papelaria de Vanorden &amp;amp; Cia., 1897-1905.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Phytographia: com indicação sobre o modo de colleccionar e preparar as plantas para o herbario para uso das escolas no curso de botânica”. São Paulo: Carlos Jeep, 1900.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Dados climatológicos do anno de 1900”.&#039;&#039;Boletim da Commissão Geographica e Geológica do Estado de São Paulo&#039;&#039;, São Paulo, n. 14, p. 1-4, 1900.&amp;lt;br/&amp;gt; - “As plantas úteis indígenas ou para introduzir”. &#039;&#039;Boletim da Agricultura&#039;&#039;, n.2, p.169-186, 1901.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A Familia Oedogoniaceae”. 1902.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A destruição das formigas”. &#039;&#039;Boletim da Agricultura&#039;&#039;, 1902.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Serviço Florestal no Estado de S. Paulo – Introdução”. &#039;&#039;Boletim da Agricultura&#039;&#039;, 1902.&amp;lt;br/&amp;gt; - Serviço Florestal no Estado de S. Paulo – I. Secção Florestal”. &#039;&#039;Boletim da Agricultura&#039;&#039;, 1902.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A Lenha”. &#039;&#039;Boletim da Agricultura&#039;&#039;, 1903.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Conservação dos Mattos”. &#039;&#039;Boletim da Agricultura&#039;&#039;, 1903.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A devastação das Mattas”. 1903.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O Mangue”. &#039;&#039;Boletim da Agricultura&#039;&#039;, 1903.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Relatorio de 1902, do Royal Botanic Gardens, na Ilha de Ceylão”. &#039;&#039;Boletim da Agricultura&#039;&#039;, 1903.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Serviço florestal de particulares”. São Paulo: Typographia do Diario Official, 1903.&amp;lt;br/&amp;gt; - “&#039;&#039;Rhipsalis pilocarpa &#039;&#039;n. s. p.”. R&#039;&#039;evista do Centro de Sciencias, Letras e Artes de Campina&#039;&#039;s, Campinas, 1903.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Os Sambaquis” &#039;&#039;Revista do Instituto Histórico e Geographico de São Paulo&#039;&#039;, São Paulo, 1903.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Monographia da «&#039;&#039;Rhipsalis pilocarpa&#039;&#039;», nova espécie”. 1904.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sambaquis”. &#039;&#039;Revista do Instituto Histórico e Geographico de São Paulo&#039;&#039;, São Paulo, v.8, p.458-465, 1904.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp;- “A fructicultura em Argentina”. São Paulo: Ed. Revista Agricola / Duprat &amp;amp; Comp., 1904.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A «Arvore para Papel» em Tonkin e em S. Paulo”. &#039;&#039;Boletim da Agricultura&#039;&#039;, 1904.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A Baunilha”. &#039;&#039;Boletim da Agricultura&#039;&#039;, 1904.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Industria de Juta na Inglaterra e na Índia”. &amp;amp;nbsp;&#039;&#039;Boletim da Agricultura&#039;&#039;, 1904.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Instrucções para a cultura de Eucalyptus”.&#039;&#039;Boletim da Agricultura&#039;&#039;, 1904.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O Kapok”. &#039;&#039;Boletim da Agricultura&#039;&#039;, 1904.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A «Herva de Passarinho» Productora de Borracha”. &#039;&#039;Boletim da Agricultura&#039;&#039;, 1905.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A Industria da seda no Japão”. &#039;&#039;Boletim da Agricultura&#039;&#039;, 1905.&amp;lt;br/&amp;gt; - “As Cascas para Cortume”. &#039;&#039;Boletim da Agricultura&#039;&#039;, 1905.&amp;lt;br/&amp;gt; - “As Formigas Cuyabanas”. &#039;&#039;Boletim da Agricultura&#039;&#039;, 1905.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Moléstia das folhas do pessegueiro”. &#039;&#039;Boletim da Agricultura&#039;&#039;, 1905.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O Carrapato”. &#039;&#039;Boletim da Agricultura&#039;&#039;, 1905.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Preparado fluido para enxertos”. &#039;&#039;Boletim da Agricultura&#039;&#039;, p.3, 1905.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Reservas Florestaes e Serviço Florestal”. &#039;&#039;Boletim da Agricultura&#039;&#039;, 1905.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Semenstes de maniçoba”. &#039;&#039;Boletim da Agricultura&#039;&#039;, 1905.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Analysis de plantas: ensaio para uma botanica descriptiva das especies mais freqüentes em São Paulo e outros estados do Brazil”. São Paulo: Typ. Vanorden, 1905.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A etnografia da América: especialmente do Brasil”. De autoria com Carlos Frederico Philippe de Martius, e Th. Sampaio. São Paulo: [Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo], 1905. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Resumo dos trabalhos efetuados no Horto Botânico durante o mês de janeiro de 1905”. &#039;&#039;Boletim da Agricultura&#039;&#039;, 6, p.32-34, 1905. &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “La flore de St. Paul”. &#039;&#039;Revista do Centro de Sciencias, Letras e Artes de Campinas&#039;&#039;, Campinas, 5 (2), p.53-61, 1906.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Notas sobre as plantas exóticas introduzidas no Estado de São Paulo”. São Paulo: Typographia Brazil, Carlos Gerke &amp;amp; Rothschild, Rothschild &amp;amp; Co., 1906.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Nova chave para as Rhipsalideas Paulistas”. &#039;&#039;Revista do Centro de Sciencias, Letras e Artes de Campinas&#039;&#039;, Campinas, 1906.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sobre a destruição das mattas”. &#039;&#039;Revista do Centro de Sciencias, Letras e Artes de Campinas&#039;&#039;, Campinas, 1906.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Adubos Chimicos compatíveis e incompativis”. &#039;&#039;Boletim da Agricultura&#039;&#039;, 1906. &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “As Arvores Fructiferas e o Inverno”.&#039;&#039;Boletim da Agricultura&#039;&#039;, 1906. &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “A Enxertia”. &#039;&#039;Boletim da Agricultura&#039;&#039;, 1906. &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Plantação Sanitaria dos Brejos”. &#039;&#039;Boletim da Agricultura&#039;&#039;, 1906. &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “A Genista”.&#039;&#039;Boletim da Agricultura&#039;&#039;, 1907. &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Systema analytico de plantas, ensaio de uma botânica descriptiva das espécies mais frequentes em S. Paulo e outros Estados do Brasil”. Com H. L. Everett. 1909.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Géographie Botanique de la Flore de Saint Paul”. In: Anais do 3º Congresso Científico Latino-Americano, Rio de Janeiro, 1909.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Notas botânicas (Ceará)”. Rio de Janeiro: Inspectoria de Obras Contra as Seccas, Ministerio da Viação e Obras Publicas, 1910. [+ 23 pranchas s. numer.], il. (Serie I, A, Publicação 2).&amp;lt;br/&amp;gt; - “Catalogo das plantas colhidas na viagem a Ceará”. 1910.&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp;- “A Cobra Mussurana”. 1910.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A Flora em uma Região de Seccas”. 1911.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Segunda Excursão à Zona da Secca”. 1911.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Contribuição para a questão florestal da região do nordeste do Brazil”. Rio de Janeiro: Inspectoria Federal de Obras Contra as Seccas,1912.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “A tamareira e seu cultivo”. 1912.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Um perigo serio para os Coqueiraes do Littoral Brasileiro”. 1912.&amp;lt;br/&amp;gt; - &amp;amp;nbsp;Ensaio Preliminar para uma Phytogeographia Brasileira”. &#039;&#039;Revista do Centro de Sciencias, Letras e Artes de Campinas&#039;&#039;, Campinas, 1912.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Mais algumas riquezas naturaes do Ceara”. &#039;&#039;Revista Industrial&#039;&#039;, 1913.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Hortos florestaes”. 1914.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Ensaio para uma introdução de Ecologia Botanica”. &#039;&#039;Revista do Centro de Sciencias, Letras e Artes de Campinas&#039;&#039;, Campinas, 1914.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Flora Brasileira não Brasiliensis”. 1914.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O Radium na Agricultura, sua importância para o Brasil”. 1915.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “O gênero Rhipsalis”. &#039;&#039;Archivos do Jardim Botânico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.1, p.59-104,1915. il. (25 estampas anexas).&amp;lt;br/&amp;gt; - “Observações meteorológicas no Jardim Botanico: Anno de 1914”. &#039;&#039;Archivos do Jardim Botanico do Rio de Janeiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.1, p.127 -132, 1915. il. (11 tab. e graf. anexas).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “O problema da forragem nas seccas do Norte”. &#039;&#039;Chácaras e Quintaes&#039;&#039;, São Paulo, XIV (4), p.741-746, 1916.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Observações meteorológicas: 1915 e 1916”. &#039;&#039;Archivos do Jardim Botanico do Rio de Janeiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v. 2, p. 73-109, 1917.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Os Generos Zygocactus e Schlumbergera”. 1917.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Subsidios para a Flora Orchidacea”. 1917.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Nova contribuição para o Genero Rhipsalis”. 1917.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Novas contribuições para as cactáceas brasileiras sobre os gêneros Zygocactus e Schlumbergera”. &#039;&#039;Archivos do Jardim Botânico do Rio de Janeiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.2, p.17-32, 1917. il. (4 estampas anexas).&amp;lt;br/&amp;gt; - “Novas contribuições para o gênero Rhipsalis”. &#039;&#039;Archivos do Jardim Botanico do Rio de Janeiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.2, p.33-45, 1917. il. (11 estampas anexas).&amp;lt;br/&amp;gt; - “Novos subsídios para a flora Orquidacea do Brasil”. &#039;&#039;Archivos do Jardim Botanico&#039;&#039;, Rio de Janeiro,&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; v.2, p.47-62, 1917. il. (9 estampas anexas).&amp;lt;br/&amp;gt; - “Observações meteorológicas: [no Jardim Botânico] 1915 e 1916”. &#039;&#039;Archivos do Jardim Botanico do Rio de Janeiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.2, p.73-109, 1917. il. (11 tab. anexas).&amp;lt;br/&amp;gt; - “Manual das Familias Naturaes Phanerogamas. Com chaves dichotomicas das Famílias e dos Gêneros Brasileiros”. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1917.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Novos subsídios para a flora &#039;&#039;Orchidaceae &#039;&#039;do Brasil”. &amp;amp;nbsp;&#039;&#039;Arquivos do Jardim Botanico do Rio de Janeiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.2, p. 58, 1918.&amp;lt;br/&amp;gt; - “As plantas aclimatadas em São Paulo”. [S.l.]: [s.n.], 19---.&amp;lt;br/&amp;gt; Traduções:&amp;lt;br/&amp;gt; - “Hans Stadden: suas viagens e captiveiro entre selvagens do brasil”. São Paulo: Typ. Da Casa Eclectica, 1900. Tradução da obra de Hans Staden (1525-1576) “Historia und beschreibung einer Landschafft der Wilden/Nacketen/Grimmigen Menschenfresser Leuthen/in der Newenwlt gelegen”. Marburg: Andreas Kolbe, 1557.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A Vegetação no Rio Grande do Sul (Brasil Austral)”. Porto Alegre: Universal, 1906. Tradução da obra de Carl Axel Magnus Lindman (1856-1928). “Vegetationen i Rio Grande do Sul (Sydbrasilien)”. Stockholm: Nordin &amp;amp; Josephson, 1900.&amp;lt;br/&amp;gt; - Tradução para o sueco de “Ligeiras Notas de Viagem do Rio de Janeiro à Capitania de São Paulo no Brasil, no verão de 1813, com algumas notícias sobre a Cidade da Bahia e a Ilha de Tristão da Cunha, entre o Cabo e o Brasil e que há pouco foi ocupada”, de Gustavo Beyer.&#039;&#039;Revista do Instituto Histórico e Geográphico de São Paulo&#039;&#039;, São Paulo, v. XII, p.275-311, 1908.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Lagoa Santa. Contribuição para a geographia phytobiologica por Eugenio Warming”. Bello Horizonte: Imprensa Official do Estado de Minas Geraes, 1908. Tradução da obra de Eugenius Warming (1841-1924). “Lagoa Santa, et Bidrag til den biologiske Plantegeografi, af Eug. Warming,.. Med en Fortegnelse over Lagoa Santas Hvirveldyr, meddelt af Kjøbenhavns Universitets zoologiske Museums 1ste Afdeling”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; Kjøbenhavn: tryckt hos F. Dreyer, 1892.&amp;lt;br/&amp;gt; - Tradução de “Viagem ao interior do Brasil” de Georg Wilhelm Freireyss. &amp;amp;nbsp;Belo Horizonte: Editora Itatiaia, 1982.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - Tradução de “O Estado do Direito entre os Autóctones do Brasil”, de Carl F. P. von Martius, [1838]. São Paulo; Belo Horizonte: Edusp/Itatiaia 1982. (série Reconquista do Brasil, n.s., 58).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- ALBERTO Löfgren: [bioblibliografia]. &#039;&#039;Archivos do Jardim Botanico do Rio de Janeiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.III, p.I-IV, 1922. In: In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. Hemeroteca Digital Brasileira. Capturado em 11 jun. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_periodicos/per065170/per065170_1922_03.pdf http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_periodicos/per065170/per065170_1922_03.pdf]&amp;lt;br/&amp;gt; - ALBERTO LÖFGREN. &#039;&#039;Archivos do Jardim Botanico do Rio de Janeiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v. III, p.1-13, 1922. In: BHL. Biodiversity Heritage Library. Capturado em 23 set. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[https://www.biodiversitylibrary.org/page/31246790#page/17/mode/1up https://www.biodiversitylibrary.org/page/31246790#page/17/mode/1up]&amp;lt;br/&amp;gt; - AYRES, Ana Carolina Moreira. &#039;&#039;&#039;O ciclo da Caapora. O RMSP e o Parque Estadual da Cantareira.&#039;&#039;&#039; São Paulo: Annablume, 2008. &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BN|BN]])&amp;lt;br/&amp;gt; - BEDIAGA, Begonha. Os primeiros anos da Rodriguésia – 1935-1938: em busca de uma nova comunicação científica. &#039;&#039;Rodriguésia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v. 57, n.87, p.1-12, 2005. Capturado em 20 mai. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;https://www.scielo.br/pdf/rod/v56n87/2175-7860-rod-56-87-0001.pdf&amp;lt;br /&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 23.793, de 23 de janeiro de 1934. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação Capturado em 8 jul. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br /&amp;gt; http://legis.senado.leg.br/norma/445496/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB&amp;lt;br /&amp;gt; - CONCEIÇÃO, Júlio. Dr. &#039;&#039;&#039;Alberto Löfgren.&#039;&#039;&#039; Separata do Tomo XI da Revista do Museu Paulista. São Paulo: Typ. Do Diário Oficial, 1919. &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#IHGB|IHGB]])&amp;lt;br /&amp;gt; - EXPOSIÇÂO com que o Exm. Snr. Visconde do Parnahyba passou a administração da Província de São Paulo ao Exm. Snr. Dr. Francisco de Paula Rodrigues Alves, Presidente desta Província no dia 19 de novembro de 1887. São Paulo: Typographia a Vapor de Jorge Seckler &amp;amp; Comp., 1888. In: &#039;&#039;&#039;Mensagens dos Presidentes de Província (1830-1930).&#039;&#039;&#039; Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 7 out. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br /&amp;gt; [http://ddsnext.crl.edu/titles/186#?c=0&amp;amp;m=112&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=2&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1082,0,4195,2959 http://ddsnext.crl.edu/titles/186#?c=0&amp;amp;m=112&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=2&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1082%2C0%2C4195%2C2959]&amp;lt;br /&amp;gt; - MARCONDES, Sandra. &#039;&#039;&#039;Brasil, amor à primeira vista! Viagem ambiental no Brasil do século XVI ao XXI.&#039;&#039;&#039; São Paulo: Editora Fundação Petrópolis, 2005. &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BN|BN]])&amp;lt;br /&amp;gt; - MOTOYAMA, Shozo (org.). &#039;&#039;&#039;USP 70 anos. Imagens de uma história vivida.&#039;&#039;&#039; São Paulo: EDUSP, 2008. &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#FFLCH-USP|FFLCH-USP]]) &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br /&amp;gt; - PERSIANI, Adriana. &#039;&#039;&#039;Albert Löfgren: resgate, sistematização e atualidade do pensamento de um pioneiro nos campos da climatologia, fitogeografia e conservação da natureza no Brasil&#039;&#039;&#039;. São Paulo, 2012. Dissertação (Mestrado em Geografia Física), Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, USP, 20102. In: USP. Biblioteca Digital. Teses e dissertações. Capturado em 29 set. 2020. Online. 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Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;https://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0104-59701998000400007&amp;amp;script=sci_abstract&amp;amp;tlng=pt&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br /&amp;gt; - SANTOS, Paulo Marques dos.&#039;&#039;&#039;Instituto Astronômico e Geofísico da USP. Memória sobre sua formação e evolução. &#039;&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;São Paulo: EDUSP, 2005.&amp;lt;br /&amp;gt; - ZORZATO, Lucila Bassan. &#039;&#039;&#039;A cultura alemã na obra infantil Aventuras de Hans Staden, de Monteiro Lobato.&#039;&#039;&#039; Dissertação (Mestrado) – Programa de Teoria e História Literária, UNICAMP, 2007. Capturado em 20 mai. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;http://repositorio.unicamp.br/bitstream/REPOSIP/270300/1/Zorzato_LucilaBassan_M.pdf&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa - Gil Baião, Lucilia Maria Esteves Santiso Dieguez, Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Redação - Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Revisão - Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Forma de citação&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Dicionário Histórico-Biográfico das Ciências da Saúde no Brasil (1832-1970)&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    [[Category:Verbetes]] [[Category:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Rachel.froes</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=IMPERIAL_ESCOLA_DE_MEDICINA_VETERIN%C3%81RIA_E_DE_AGRICULTURA_PR%C3%81TICA&amp;diff=1561</id>
		<title>IMPERIAL ESCOLA DE MEDICINA VETERINÁRIA E DE AGRICULTURA PRÁTICA</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=IMPERIAL_ESCOLA_DE_MEDICINA_VETERIN%C3%81RIA_E_DE_AGRICULTURA_PR%C3%81TICA&amp;diff=1561"/>
		<updated>2023-08-24T18:04:18Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Rachel.froes: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Denominações:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Imperial Escola de Medicina Veterinária e de Agricultura Prática (1883); [[LICEU_DE_AGRONOMIA,_ARTES_E_OFÍCIOS|Liceu de Agronomia, Artes e Ofícios]] (1887); [[LICEU_RIO-GRANDENSE_DE_AGRONOMIA_E_VETERINÁRIA|Liceu Rio-Grandense de Agronomia e Veterinária]] (1889); [[ESCOLA_DE_AGRONOMIA_VETERINÁRIA|Escola de Agronomia Veterinária]] (1909); [[ESCOLA_DE_AGRONOMIA_E_VETERINÁRIA_ELISEU_MACIEL|Escola de Agronomia e Veterinária Eliseu Maciel]] (1926); [[ESCOLA_DE_AGRONOMIA_ELISEU_MACIEL|Escola de Agronomia Eliseu Maciel]] (1934); [[ESCOLA_DE_AGRONOMIA_ELISEU_MACIEL_DA_UNIVERSIDADE_RURAL_DO_SUL|Escola de Agronomia Eliseu Maciel da Universidade Rural do Sul]] (1960); [[FACULDADE_DE_AGRONOMIA_ELISEU_MACIEL_DA_UNIVERSIDADE_RURAL_DO_SUL|Faculdade de Agronomia Eliseu Maciel da Universidade Rural do Sul]] (1967); [[FACULDADE_DE_AGRONOMIA_ELISEU_MACIEL_DA_UNIVERSIDADE_FEDERAL_DE_PELOTAS|Faculdade de Agronomia Eliseu Maciel da Universidade Federal de Pelotas]] (1969)&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;A Imperial Escola de Medicina e Veterinária e de Agricultura Prática foi criada, em Pelotas, então província do Rio Grande do Sul, em 8 de dezembro de 1883. Em 1885 a instituição foi fechada, e em 1887 surgiu, no mesmo local, o Lyceu de Agronomia, Artes e Ofícios. A instituição passou por diversas transformações, e deu origem à atual Faculdade de Agronomia Eliseu Maciel da Universidade Federal de Pelotas.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Histórico&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi a partir de uma carta escrita por Leopoldina da Rosa, viúva do tenente-coronel da Guarda Nacional, Elyseu Antunes Maciel, que surgiu a proposta feita à Câmara Municipal de Pelotas para a instalação de uma escola de agronomia na cidade. A carta, de 22 de junho de 1881, solicitava permissão para a construção de uma escola municipal de agronomia que, depois de erguida e devidamente mobiliada, seria doada à administração da Câmara de Vereadores de Pelotas, realizando assim o sonho do oficial. Proposta aceita, no dia 25 de junho de 1881, presidente e vereadores decidiram, por unanimidade, que o nome da instituição seria Escola Eliseu Maciel.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Leopoldo Maciel, vereador e filho de Elyseu Antunes Maciel, fez um discurso no plenário municipal de Pelotas, em 3 de maio de 1882, dizendo a que se destinava tal iniciativa:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;“instituir nesta cidade, onde o progresso material tão exuberante se manifesta, uma espécie de liceu no qual ricos e pobres, principalmente estes, pudessem alargar os horizontes de suas inteligências, fecundando-as com conhecimentos úteis, e atualmente necessários a todos os homens”. (MAGALHÃES, 1983)&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A idéia era fazer uma instituição de ensino público, municipal e gratuito, cabendo ao município os custos com a escola e ao governo da Província os salários dos professores. Em 22 de abril de 1883, a família Antunes Maciel entregou ao município de Pelotas (Província do Rio Grande do Sul) um prédio moderno e totalmente equipado. A inauguração estava marcada para 16 de junho, mas foi adiada em função de o governo da Província não ter conseguido contratar os professores.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No mesmo período, o Governo Imperial, preocupado com os altos custos de importação da vacina antivariólica, contratou o professor Claude Marie Rebourgeon, da escola de medicina veterinária francesa École de Alfort, e discípulo de Louis Pasteur (1822-1895), para desenvolver no Brasil a fabricação da vacina original em quantidade suficiente para o serviço de vacinação de todo o Império. O Ministro e Secretário de Estado dos Negócios da Agricultura, Comércio e Obras Públicas, Affonso Augusto Moreira Penna, em seu relatório de 1883, já mencionava a contratação, em Paris, de um profissional apto a fundar e dirigir a escola de veterinária e agricultura prática, projetada pelo Governo Imperial para cidade de Pelotas, e a aprovação dos planos, pelo novo contratado, para a construção dos edifícios complementares (RELATÓRIO, 1883).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;José Júlio de Albuquerque Barros, Presidente da Província do Rio Grande do Sul, dirigiu-se à Câmara Municipal de Pelotas, em 5 de setembro de 1883, para comunicar que era intenção do governo do Império fundar naquela província uma escola de agronomia e veterinária. Informou, ainda, que era aguardada a chegada de Claude Marie Rebourgeon que, com sua comitiva, analisaria as condições da cidade de Pelotas para receber tal estabelecimento. A idéia, na época, era transformar a ainda não inaugurada escola primária Eliseu Maciel numa instituição de ensino profissional, para que seus alunos pudessem servir às indústrias agrícola e pastoril. Após uma visita àquela escola primária, Claude Marie Rebourgeon ficou muito bem impressionado tanto com as condições materiais do estabelecimento, quanto com sua localização. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Deste modo, através de um decreto do Imperador Pedro II, de 8 de dezembro de 1883, foi criada a Imperial Escola de Medicina Veterinária e de Agricultura Prática. Em 29 de dezembro de 1883, a Câmara Municipal de Pelotas foi autorizada a ceder gratuitamente à Província o edifício da Escola Eliseu Maciel, assim como seu terreno adjacente e o da praça Henrique D’Ávila, com o objetivo de se estabelecer assim a escola agrícola e veterinária. No terreno adjacente ao da escola seria instalado o Instituto Vacinológico, destinado a fornecer vacinas a todo o Império. As aulas práticas do curso seriam ministradas na praça Henrique D’Ávila (MAGALHÃES, 1983).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O ano de 1884 foi todo dedicado à reestruturação física e à compra do material necessário ao funcionamento da escola e do instituto de vacinas anexo. As obras complementares do edifício e suas modificações foram contratadas com Gaspar Rodrigues de Oliveira e por ele executadas.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;De acordo com o publicado na Revista Agrícola do Imperial Instituto Fluminense de Agricultura, em 1885, a escola de Pelotas não tardaria a apresentar resultados práticos, confiada, como se achava, a profissional competente. A revista ressaltava ainda a finalidade da instituição, que seria: o ensino da medicina veterinária, o melhoramento de raças, o ensino das ciências naturais (botânica, física, química, mineralogia e geologia), das ciências agronômicas, culturas e práticas agrícolas, agricultura, zoologia e zootecnia, contabilidade rural, higiene e economia agrícola, e o ensino profissional (IMPERIAL, 1885).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O diretor Claude Marie Rebourgeon foi à Europa comprar o material necessário, e retornou no dia 26 de dezembro de 1884, trazendo dois touros da raça Charolês, dois cavalos Percheron, oito ovelhas e dois carneiros Dishley-Rambouillet. Adquiriu ainda laboratórios de química, física, farmácia, fisiologia experimental (método Pasteur), instrumentos de cirurgia, bibliografia especializada e sementes “de todas as árvores, plantas, hortaliças etc. que se cultivam na Europa” (MAGALHÃES, 1983, p. 17).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1885, a Escola começou a funcionar e, no fim do ano, Claude Marie Rebourgeon foi ao Rio de Janeiro para prestar contas de sua administração e entender-se com o governo do Império sobre o regulamento do curso. Naquela ocasião já havia sido votada uma verba de oitenta contos de réis para o exercício vigente. Entretanto, logo que chegou à corte, Claude Marie Rebourgeon sofreu duro golpe. O Secretário de Estado dos Negócios da Agricultura, Comércio e Obras Públicas, Antônio da Silva Prado, havia rescindido seu contrato e, alegando necessidade de redução de despesas, decretou o fechamento da Imperial Escola de Medicina Veterinária e Agricultura Prática, com a promessa de que leiloaria todo o material que o professor acabara de adquirir em sua viagem.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O fato se deu em função do novo cenário político no país, quando saiu um gabinete liberal, conhecido como gabinete Lafayette (empossado em 24 de maio de 1885), do qual era líder da maioria e ministro-conselheiro o deputado Francisco Antunes Maciel, um dos doadores do prédio e filho de Elyseu Antunes Maciel, e foi empossado um gabinete conservador, o do Barão de Cotegipe, João Maurício Wanderley, que nomeou para a Secretaria de Estado dos Negócios da Agricultura, Comércio e Obras Públicas, Antônio da Silva Prado, ilustre cidadão paulista que seria um dos fundadores, dois anos depois, da [[IMPERIAL_ESTAÇÃO_AGRONÔMICA_DE_CAMPINAS|&amp;lt;u&amp;gt;Imperial Estação Agronômica de Campinas&amp;lt;/u&amp;gt;]], com parte da verba anteriormente destinada à escola de Pelotas.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O professor Claude Marie Rebourgeon teve de vender todos os móveis de sua casa e seu carrinho de tração animal para quitar dívidas com o Tesouro Nacional. Depois disso, arrumou as malas e deixou o Brasil. O ministro Antônio da Silva Prado, inflexível, marcou o leilão de todo o material trazido por Rebourgeon para o dia 28 de dezembro de 1885. Coube ao Visconde da Graça, João Simões Lopes Filho, a desagradável missão de promover o leilão. Estavam reunidas no pátio da escola mais de duzentas pessoas que, inconformadas, aguardavam o leilão na esperança de que o comércio pelotense pudesse comprar tudo e devolver ao município. A pressão foi grande e o Visconde da Graça desistiu da missão, sendo aplaudido e carregado pelo público que chegou a quebrar o martelo em duas partes. Antônio Joaquim Dias, diretor do &#039;&#039;Correio Mercantil&#039;&#039;, periódico local, e fundador da biblioteca pública, arrecadou a quantia necessária (trezentos e cinqüenta e dois mil réis) e conseguiu fazer com que o material permanecesse na escola, encaixotado e sob a guarda do Visconde da Graça.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; A Câmara Municipal ainda teve de conter os ânimos do chefe de polícia e impedir sua diligência no sentido de transformar a Escola em delegacia. O legislativo municipal reafirmou através de seus vereadores, tanto os liberais, quanto os conservadores, a intenção de patrocinar a Escola, que ficaria sob sua inteira responsabilidade. O governo aceitou, e uma lei imperial, de 20 de outubro de 1887, mandou retornar ao município todo o patrimônio que fora cedido à Província em 1883, com a obrigação expressa de se criar, num intervalo de dois anos, um curso profissional, superior ou secundário. Surgiu então, ainda em 1887, o Liceu de Agronomia, Artes e Ofícios. &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Francisco Antunes Maciel foi nomeado presidente do Liceu e as aulas foram iniciadas no dia 14 de maio de 1888.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1889 a Escola ganhou novo regulamento e novo nome, passando a denominar-se Liceu Rio-Grandense de Agronomia e Veterinária. Foi nomeada, em 1890, uma nova diretoria, composta por Alexandre Cassiano do Nascimento, Possidônio Mâncio da Cunha e José Gonçalves Chaves, que conseguiu implantar definitivamente um curso superior de agronomia e veterinária.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em seu currículo, a Escola previa um ano considerado preparatório e mais três do curso superior. Em 1895, apenas dois alunos concluíram o curso, e formaram a primeira turma de engenheiros agrônomos de Pelotas, na gestão do diretor João Py Crespo.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1897, professores do Liceu Rio-Grandense de Agronomia e Veterinária criaram a &#039;&#039;Revista Agrícola do Rio Grande do Sul&#039;&#039;, publicação sobre agricultura científica. No mesmo ano, no dia 12 de outubro, e por iniciativa dos criadores do periódico, foi fundada com 53 sócios a Sociedade Agrícola e Pastoril do Rio Grande do Sul, instituição que realizou a primeira exposição pecuária do Estado em 21 de abril de 1899, na praça situada defronte à Escola.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Liceu Rio-Grandense de Agronomia e Veterinária passou, em 1901, por uma crise que quase fechou suas portas. Haviam concluído o curso três turmas apenas, num total de cinco alunos graduados como engenheiros agrônomos. Embora o curso preparatório fosse bastante concorrido, as matrículas para o curso superior eram poucas, algumas vezes com um só aluno. O prédio já apresentava goteiras que poderiam em pouco tempo destruir os caros equipamentos de laboratório, e o diretor José Cipriano Nunes Vieira pensava em se demitir. Políticos da capital do Estado cogitavam até tornar o Liceu Rio-Grandense de Agronomia e Veterinária em uma escola distrital e transferir para Porto Alegre o valioso laboratório. Houve tentativas, através de campanhas para conseguir recursos, de incremento do ensino prático de agricultura, mas com pouco resultado. As matrículas não aumentavam e, no final de 1908, foi aceito o pedido de demissão de José Cipriano Nunes Vieira.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Manuel Luís Osório assumiu a direção da instituição em 1909, e logo conseguiu adquirir uma boa extensão de terras às margens do rio São Gonçalo, e ainda dois touros das raças Durham e Hereford, máquinas, ferramentas, possibilitando que o Liceu Rio-Grandense de Agronomia e Veterinária realizasse as sonhadas aulas práticas. Houve também uma readequação do regulamento e do programa do curso, com o Liceu mudando de nome e passando, em 1909, a denominar-se Escola de Agronomia Veterinária.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1912, Manuel Luís Osório começou a colher os frutos de suas iniciativas, com o aumento do número de alunos matriculados e com o ingresso de estudantes de outros estados. A instituição passou a contar com subvenções municipais, estaduais e federais, o que possibilitou o incremento de laboratórios, excursões de professores e de alunos a outros estados, visitas a exposições, e a reorganização do museu e da biblioteca.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A Escola de Agronomia Veterinária foi registrada, em 1918, no Ministério da Agricultura, Indústria e Comércio. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1926, o Intendente Augusto Simões Lopes determinou que se acrescentasse o nome Eliseu Maciel à denominação da Escola de Agronomia e Veterinária, como “reconhecimento público ao ato de benemerência da família Maciel” (MAGALHÃES, 1983, p. 35). &amp;amp;nbsp;A instituição passou, então, a chamar-se Escola de Agronomia e Veterinária Eliseu Maciel, e no ano seguinte um novo regulamento (ato nº 1.558 de 14/02/1927) foi adotado, aumentando o curso para quatro anos (CAPDEVILLE, 1991).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O ex-diretor do estabelecimento e prefeito de Pelotas no ano de 1932, João Py Crespo, criou então a Diretoria Municipal de Agricultura, anexa à Escola, que tinha o objetivo de fomentar a colheita e a distribuição de mudas, enxertos, sementes, raízes, bulbos e tubérculos; industrializar produtos rurais como laticínios e vinhos; dar respostas às consultas dos agricultores e fazer demonstrações de novos instrumentos e máquinas agrícolas (MAGALHÃES, 1983).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No dia 8 de dezembro de 1933, aniversário de cinqüenta anos da Escola de Agronomia e Veterinária Eliseu Maciel, promoveu-se um congresso agronômico de âmbito estadual que teve expressivo comparecimento de alunos, professores e agrônomos, quando houve a oportunidade de se discutir teses e monografias sobre agronomia. No ano seguinte, o estabelecimento passou a se chamar apenas Escola de Agronomia Eliseu Maciel, em função da reforma do ensino de 1934, quando os cursos de agronomia e veterinária se tornaram independentes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1945 a Escola de Agronomia Eliseu Maciel foi integrada ao Instituto Agronômico do Sul, criado em 1943. A partir de 1947 a instituição orientou-se pelo regulamento da [[ESCOLA_NACIONAL_DE_AGRONOMIA_DA_UNIVERSIDADE_RURAL|&amp;lt;u&amp;gt;Escola Nacional de Agronomia da Universidade Rural&amp;lt;/u&amp;gt;]], instalada no Rio de Janeiro, que era compreendida como modelo para as congêneres existentes no país.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A Escola de Agronomia Eliseu Maciel passou a integrar, em 1960, a Universidade Rural do Sul, então criada, juntamente com uma escola de veterinária, uma escola de pós-graduação, um centro de treinamento e informação do sul, um curso de sociologia rural e um curso de ciências domésticas. &amp;amp;nbsp;Em 1967, a Universidade Rural do Sul ficou subordinada ao Ministério da Educação e Cultura, e nesta ocasião a Escola de Agronomia Eliseu Maciel passou a denominar-se Faculdade de Agronomia Eliseu Maciel. &amp;amp;nbsp;Desde 1969 integra, juntamente com outras unidades, a Universidade Federal de Pelotas. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Diretores: &#039;&#039;&#039;Claude Marie Rebourgeon (1883/1885); Francisco Antunes Maciel (1888/1889); Alexandre Cassiano do Nascimento, Possidônio Mâncio da Cunha e José Gonçalves Chaves (1890/1891); Francisco de Paula Gonçalves Moreira (1892/1894); João Py Crespo (1894/1897); José Cipriano Nunes Vieira (1897/1908); Manuel Luis Osório (1909/1923); Francisco José Rodrigues de Araújo (1923/1925); Manuel Serafim Gomes de Freitas (1926/1928); Ataliba de Figueiredo Paes (1928/1936).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Estrutura e funcionamento&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Na época do planejamento da Imperial Escola de Medicina Veterinária e Agricultura Prática, criada em 1883, projetou-se o seguinte conjunto de disciplinas: ensino da medicina veterinária, melhoramento de raças, ensino das ciências naturais (botânica, física, química, mineralogia e geologia), das ciências agronômicas, culturas e práticas agrícolas, agricultura, zoologia e zootecnia, contabilidade rural, higiene e economia agrícola, e ensino profissional (IMPERIAL, 1885). &amp;amp;nbsp;Entretanto, ao final de 1885 a instituição foi fechada.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1887, no mesmo local, surgiu o Liceu de Agronomia, Artes e Ofícios, cujas aulas foram iniciadas no dia 14 de maio de 1888, com 25 alunos matriculados. Nos dois primeiros anos de funcionamento da instituição ensinou-se francês, alemão, português, matemática, geografia comercial, escrituração mercantil, desenho e ginástica. As aulas de agronomia e veterinária aguardavam a contratação de professores. Em 1889 a matrícula subiu para 88 alunos, e a Escola ganhou novo regulamento e novo nome, Liceu Rio-Grandense de Agronomia e Veterinária, passando a implantar um curso superior de agronomia e veterinária.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Nesta ocasião foi contratado para a seção de agricultura o professor francês Guilherme Minssen, para o laboratório de física o professor Emílio Leão, engenheiro industrial formado pela escola da Bahia, e para o laboratório de química o professor Artur Brusque, farmacêutico diplomado na [[FACULDADE_DE_MEDICINA_E_FARMÁCIA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina e Farmácia do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em seu currículo, a Escola previa um ano considerado preparatório e mais três do curso superior. Porém, em 1895, apenas dois alunos concluíram o curso, formando assim a primeira turma de engenheiros agrônomos de Pelotas, na gestão do diretor João Py Crespo.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1909, sob a direção de Manuel Luís Osório, com a aquisição de novas terras, animais, máquinas e ferramentas, o Liceu Rio-Grandense de Agronomia e Veterinária conseguiu implantar as aulas práticas.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A instituição, então denominada Escola de Agronomia Veterinária, alcançou em 1912 o número de 44 alunos matriculados, incluindo estudantes oriundos de outros estados, como do Mato Grosso. Nesta ocasião houve incremento de laboratórios, excursões de professores a São Paulo e Rio de Janeiro, de alunos à exposição agropecuária de Porto Alegre, além da reorganização do museu e da biblioteca. Neste mesmo ano colou grau uma turma de seis alunos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Na formatura de 1914, sobressaíram entre outros alunos Arnaldo Estevão de Figueiredo, daquela turma de Mato Grosso, que anos mais tarde seria governador de seu Estado, e João Rouget Perez, que, depois de concluir seu mestrado na escola de veterinária de Alfort, na França, teve papel de relevo no desenvolvimento da ciência agronômica no sul do Brasil. João Rouget Perez, no Rio de Janeiro, comentando o fechamento da Imperial Escola de Medicina Veterinária e de Agricultura Prática, em 1885, teria afirmado ao então Ministro da Agricultura e ex-diretor do então [[INSTITUTO_AGRONÔMICO_DE_CAMPINAS|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Agronômico de Campinas&amp;lt;/u&amp;gt;]], Theodureto Leite de Almeida Camargo: “O Instituto de Campinas foi fundado com as lágrimas de Pelotas...” (MAGALHÃES, 1983, p. 34).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1915, a paranaense Maria Eulália da Costa tornou-se a primeira agrônoma do Brasil (FACULDADE, 2004).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A partir do decreto nº 13.028, de 18 de maio de 1918, que registrou a instituição no Ministério da Agricultura, Indústria e Comércio de então, os formados puderam registrar seus diplomas nesse Ministério. O referido decreto dispunha as instruções a serem seguidas pelos institutos de ensino profissional agrícola ou veterinário para a realização de viagens ao exterior para o aperfeiçoamento técnico e profissional de seus alunos.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi fundado naquele mesmo ano o Grêmio dos Acadêmicos de Agronomia e Veterinária de Pelotas. As turmas que variavam entre seis e doze alunos formados por ano, na década de 1920 caíram em número e passaram a registrar apenas três ou quatro colações de grau anuais.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Nas palavras de Francisco José Rodrigues de Araújo, seu diretor em 1925, a então Escola de Agronomia Veterinária, possuía “excelente e abundante material, adquirido desde sua fundação e aumentado sucessivamente nas diversas administrações, um campo de cultura nos arredores da cidade, posto meteorológico, gabinetes de física, geologia e mineralogia, botânica e zoologia, patologia vegetal, topografia e desenho, mecânica, engenharia rural, zootecnia, laboratório de química completo e aparelhamento para qualquer trabalho analítico”. (TORRES, 1926, p. 103-104)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Publicações oficiais&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1897, os professores do então denominado &amp;amp;nbsp;Liceu Rio-Grandense de Agronomia e Veterinária criaram uma revista de agricultura científica, a &#039;&#039;Revista Agrícola do Rio Grande do Sul&#039;&#039;. Foram seus fundadores o então diretor, José Cipriano Nunes Vieira e os professores Guilherme Minssen, Francisco José Rodrigues de Araújo, Emílio Leão e o recém-formado José Vaz Bento. O primeiro número foi distribuído em 31 de janeiro de 1898, e há registros de seu funcionamento até 1929.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- CAPDEVILLE, Guy. &#039;&#039;&#039;O Ensino Superior Agrícola no Brasil.&#039;&#039;&#039; Viçosa, MG: Imprensa Universitária, UFV, 1991. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BN|BN]])&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - FACULDADE DE AGRONOMIA ELISEU MACIEL. UNVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS. &#039;&#039;&#039;Histórico da FAEM. &#039;&#039;&#039;Capturado em 08 jul. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; [https://wp.ufpel.edu.br/faem/historico/ https://wp.ufpel.edu.br/faem/historico/]&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - IMPERIAL Escola de Medicina Veterinária e de Agricultura Prática. &#039;&#039;Revista Agrícola do Imperial Instituto Fluminense de Agricultura.&#039;&#039; Rio de Janeiro, vol. Decimo sexto, n.1, p.125, mar. 1885. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 21 jul. 2020. Online. Disponível na Internet: [http://memoria.bn.br/DocReader/188409/3464 http://memoria.bn.br/DocReader/188409/3464]&amp;lt;br/&amp;gt; - MAGALHÃES, Mario Osório. &#039;&#039;&#039;Faculdade de Agronomia Eliseu Maciel.&#039;&#039;&#039; Pelotas: Ed. da Universidade Federal de Pelotas, 1983. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BN|BN]])&amp;lt;br/&amp;gt; - RELATORIO apresentado à Assemblea Geral na Quarta Sessão da Decima Oitava Legislatura pelo Ministro e Secretário de Estado dos Negocios da Agricultura, Commercio e Obras Públicas Affonso Augusto Moreira Penna. Rio de Janeiro, Typographia Nacional, 1884. &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960).&#039;&#039;&#039; Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 08 jul. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://ddsnext.crl.edu/titles/108#?c=0&amp;amp;m=26&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=2&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1241,0,4641,3273 http://ddsnext.crl.edu/titles/108#?c=0&amp;amp;m=26&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=2&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1241%2C0%2C4641%2C3273]&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - RELATORIO apresentado ao Presidente da República dos Estados Unidos do Brazil pelo Ministro D´Estado dos Negocios da Agricultura, Commercio e Obras Públicas Barão de Lucena em junho de 1891. Rio de Janeiro, Imprensa Nacional, 1891.&#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960).&#039;&#039;&#039; Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 08 jul. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://ddsnext.crl.edu/titles/108#?c=0&amp;amp;m=33&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=2&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1388,0,4679,3300 http://ddsnext.crl.edu/titles/108#?c=0&amp;amp;m=33&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=2&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1388%2C0%2C4679%2C3300]&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - SERVIÇOS de Veterinária. Seu estado actual no sul do Brasil. Relatório apresentado ao Exm. Sr. Ministro da Agricultura, pelo Chefe da Secção Technica do Serviço de Veterinária. &#039;&#039;Revista de Veterinária e Zootecnia do Rio de Janeiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, tomo II, n. 4, p. 187-220, ago. 1912. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BMANG|BMANG]])&amp;lt;br/&amp;gt; - TORRES, Arthur Eugenio Magarinos. &#039;&#039;&#039;O ensino agrícola no Brasil (seu estado atual e a necessidade de sua reforma). &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Imp. Nacional, 1926. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BMF|BMF]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa – Breno Pimentel Câmara, Rodrigo Borges Monteiro.&amp;lt;br/&amp;gt; Redação – Breno Pimentel Câmara.&amp;lt;br/&amp;gt; Revisão - Francisco José Chagas Madureira.&amp;lt;br/&amp;gt; Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Forma de citação =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Dicionário Histórico-Biográfico das Ciências da Saúde no Brasil (1832-1970)&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    [[Category:Verbetes]] [[Category:Instituições de Ensino]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Rachel.froes</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=REGO,_JOS%C3%89_PEREIRA&amp;diff=1560</id>
		<title>REGO, JOSÉ PEREIRA</title>
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		<updated>2023-08-24T18:03:34Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Rachel.froes: /* Fontes */ Reinserção de fonte&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Outros nomes e/ou títulos:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;[[LAVRADIO,_BARÃO_DO|Lavradio, Barão do]]&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&#039;&#039;&#039; José Pereira Rego nasceu em 24 de agosto de 1816, na cidade do Rio de Janeiro, e faleceu na mesma cidade em 22 de novembro de 1892. Recebeu o título de Barão do Lavradio em 23 de setembro de 1874. Doutorou-se na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro em 1838, e destacou-se no campo da saúde pública, principalmente por sua atuação na Junta Central de Higiene Pública (1863-1881).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Dados pessoais&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;José Pereira Rego nasceu em 24 de agosto de 1816 na cidade do Rio de Janeiro. Era filho do capitão Manoel José Pereira Rego e de Anna Fausta de Almeida Rego, e irmão do doutor Joaquim Marcos de Almeida Rego. Casou-se em 18 de agosto de 1844 com Maria Rosa Pinheiro Ferreira, filha de Luiz Carlos Domingos Ferreira e Maria Rosa de Lima Pinheiro. Teve três filhos, entre eles o médico José Pereira Rego Filho (1845-1929), que igualmente destacou-se no campo da saúde pública no país.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Recebeu o título de Barão do Lavradio em 23 de setembro de 1874, e o mesmo título, mas elevado à honra de grandeza pela princesa Isabel, em 19 de setembro de 1877. Em 25 de novembro de 1870 recebeu, do Rei de Portugal, o título de Comendador da Real Ordem Militar Portuguesa da Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa. Foi agraciado, também, com os títulos de Comendador da Ordem da Rosa, da Ordem de Nosso Senhor Jesus Cristo (1874), e da Ordem de Francisco José da Áustria.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Faleceu na cidade do Rio de Janeiro em 22 de novembro de 1892.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Trajetória profissional&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;José Pereira Rego ingressou em 1833, juntamente com seu irmão Joaquim Marcos de Almeida Rego, na [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], onde doutorou-se em medicina em 20 de dezembro de 1838. Foram seus contemporâneos nesta faculdade Ignácio Álvares da Silva, Custódio Luiz de Miranda, Agostinho José Ferreira Bretas, [[AMERICANO,_DOMINGOS_MARINHO_DE_AZEVEDO|&amp;lt;u&amp;gt;Domingos Marinho de Azevedo Americano&amp;lt;/u&amp;gt;]], João José Pimentel, Maximiano Antonio de Lemos, José Policarpo Araújo e Oliveira, João Eleutério Garcez e Gralha, Francisco de Souza Brandão, e Martinho Alvares da Silva Campos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Doutorou-se com a tese intitulada “Dissertação sobre os phenomenos obtidos pelos diversos methodos de exploração do coração, e applicação dos mesmos phenomenos ao diagnostico d´algumas affecções do mesmo orgão, mais frequentes”. Joaquim dos Remedios Monteiro, diplomado em 1851 na mesma instituição, comentou sobre a tese defendida por José Pereira Rego e seu irmão:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyTextIndent2&amp;quot; style=&amp;quot;margin: 0cm 1cm 0.0001pt; text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;“Os assuntos sobre que dissertaram os dois irmãos eram então, como ainda hoje, de maior importância, sobretudo se considerarmos que estes modos de exploração estavam, pode-se dizer, na infância em 1838, eram pouco conhecidos, pouco empregados no Brasil, tanto mais que os livros de Laënnec, da edição de 1834, e a outra em 1837, e o de Leopoldo Auenbrugger [Joseph Leopold von Auenbrugger] eram raros e pouco manuseados pelos médicos desse tempo. (....). Tive ocasião de perguntar ao Barão do Lavradio a razão de escreverem, ele e seu irmão, as suas teses de modo tal, que havia entre elas correlação, e uma era o complemento da outra. Respondeu-me que projetavam publicar em comum um livro de auscultação e percussão, de que as dissertações ou teses eram o escorso”.&amp;amp;nbsp; (&#039;&#039;Apud.&#039;&#039; RIBEIRO, 1992,&amp;amp;nbsp; p.58-59)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1855 foi nomeado lente substituto da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, mas recusou o cargo.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Dois anos após seu doutoramento, em 1840, ingressou na [[ACADEMIA_IMPERIAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Imperial de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]], onde foi membro titular, eleito em 12 de março e empossado em 26 março de 1840, com a apresentação da memória “Dysenteria aguda”, presidente por duas ocasiões (1855-1857 e 1864-1883), e aclamado presidente perpétuo em 09 de outubro de 1883. Foi nesta instituição patrono da cadeira nº 7. Em sua memória apresentada à Academia descreveu a natureza e o tratamento da disenteria aguda, considerando-a como uma inflamação dos intestinos, principalmente do intestino grosso, para a qual o tratamento melhor indicado seria o antiflogístico, e resumiu “até a data em que foi escrita, todo o conhecimento sobre as disenterias agudas” (RIBEIRO, 1992, p.66). Com relação à terapêutica fundamentava-se nas ideias do médico François-Joseph-Victor Broussais (1772-1838), o qual segundo sua visão teria realizado uma verdadeira revolução nas ciências por ter proposto o melhor sistema estabelecido em medicina até aquela data.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText2&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1844 foi o primeiro cirurgião a indicar os efeitos terapêuticos da ergotina e centeio espigado nas hemorragias uterinas puerperais.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText2&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;José Pereira Rego teve expressiva atuação no campo da saúde pública. Integrou a Comissão Central de Saúde Pública, nomeada pelo Ministro do Império José da Costa Carvalho (Marquês de Monte Alegre), em 1850, para planejar as medidas sanitárias contra a epidemia de febre amarela que avançava sobre a cidade, juntamente com outros membros da Academia Imperial de Medicina, como [[MONTEIRO,_CÂNDIDO_BORGES|&amp;lt;u&amp;gt;Cândido Borges Monteiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], Manoel de Valladão Pimentel, José Maria de Noronha Feital, [[MARTINS,_ANTÔNIO_FELIX|&amp;lt;u&amp;gt;Antônio Felix Martins&amp;lt;/u&amp;gt;]], Roberto Jorge Haddock Lobo, José Bento da Rosa, [[SIGAUD,_JOSÉ_FRANCISCO_XAVIER|&amp;lt;u&amp;gt;José Francisco Xavier Sigaud&amp;lt;/u&amp;gt;]], [[SIMONI,_LUÍS_VICENTE_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Luís Vicente De Simoni&amp;lt;/u&amp;gt;]] , e Joaquim José da Silva (da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro). Após a primeira reunião da Comissão, realizada em 13 de fevereiro daquele ano, elaborou o panfleto intitulado “Conselhos às Famílias sobre o comportamento que devem observar durante a epidemia”, o qual foi encaminhado ao Governo Imperial, que o enviou para publicação nos principais jornais da cidade.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Na Junta de Higiene Pública, órgão superior encarregado da administração das questões de saúde do Império e criado pela decreto nº 598 de 14 de setembro de 1850, José Pereira Rego foi membro,&amp;amp;nbsp; presidente interino (23 de maio de 1863), e posteriormente seu presidente efetivo pelo decreto de 8 de junho de 1864, em função do falecimento do então presidente [[CÂNDIDO,_FRANCISCO_DE_PAULA|&amp;lt;u&amp;gt;Francisco de Paula Cândido&amp;lt;/u&amp;gt;]] a 5 de abril do mesmo ano. Na qualidade de membro da Junta Central de Higiene Pública, assim denominada a partir de 1851, atuou no atendimento às inúmeras vítimas da primeira explosão da cólera-morbo, que ocorrera na cidade do Rio de Janeiro em 1855. Por ocasião da segunda explosão desta enfermidade, em 1867, José Pereira Rego, então presidente daquela instituição, relatou detalhadamente a incidência e a difusão daquela enfermidade, em o “Relatório do presidente da Junta Central de Higiene Pública, Dr. José Pereira Rego” (Rio de Janeiro, 1868), e na “Memória historica das epidemias de febre amarella e cholera-morbus que tem reinado no Brazil”&amp;amp;nbsp; (Rio de Janeiro, 1873).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;As condições sanitárias da cidade, especialmente os esgotos, mereceram comentários e críticas de José Pereira Rego:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:.0001pt; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Em conclusão direi: que as nossas valas de esgotos nunca ou quase nunca eram limpas; que constituíram o receptáculo de todas as imundícias das localidades por onde circulavam, e tornavam-se focos perenes de infecção miasmática mais ou menos profunda, contribuindo poderosamente para a insalubridade desta capital. (......). Quem viu esses batalhões de carregadores, atravessando a passo acelerado por certas ruas, como as da Guarda Velha, Ajuda, Ouvidor, Rosário, e outras, compostos, em sua maior parte de escravos, ou pretos libertos já velhos, estropiados e bêbados, que encontravam nesse trabalho um meio mais lucrativo do que outros, (......).”&amp;amp;nbsp; (&#039;&#039;Apud&#039;&#039; RIBEIRO, 1992, p.147-148)&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText2&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em relação ao plano da rede de esgotos da Companhia City Improvements, empresa que havia sido contratada pelo Governo Imperial desde 1857, José Pereira Rego reconheceu alguns de seus méritos, mas apontou também suas deficiências, as quais foram detalhadas no&amp;amp;nbsp; “Relatório da commissão nomeada pela imperial academia de medicina para analysar o relatorio apresentado ao governo imperial pelo sr. Engenheiro fiscal junto à companhia &#039;&#039;City Improvements&#039;&#039; acerca do estado dos esgotos e sua influência sobre a saude publica desta côrte, em resposta a outro que sobre o mesmo assumpto enviou a academia ao governo imperial”, apresentado em 28 de julho de 1873.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText2&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Face a este relatório, a [[ACADEMIA_IMPERIAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Imperial de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]] constituiu uma comissão para apreciá-lo, composta por seu presidente, José Pereira Rego, e pelos acadêmicos Nicolau Joaquim Moreira e Luiz Corrêa de Azevedo. A Comissão julgou deficitário o serviço de esgotos da cidade, o qual comprometia a salubridade pública, e destacou, entre outros aspectos, a insuficiência do suprimento de água disposto para tal serviço.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Presidiu a comissão, criada pelo Aviso de 23 de junho de 1876, encarregada de estudar os fatores que tinham contribuído para a persistência e o desenvolvimento da febre amarela, e apontar os procedimentos necessários para eliminá-los. A comissão, integrada ainda por Antonio Correia de Souza Costa, [[HOMEM,_JOÃO_VICENTE_TORRES|&amp;lt;u&amp;gt;João Vicente Torres Homem&amp;lt;/u&amp;gt;]], [[SABÓIA,_VICENTE_CÂNDIDO_FIGUEIRA_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Vicente Cândido Figueira de Sabóia&amp;lt;/u&amp;gt;]], [[GOUVÊA,_HILÁRIO_SOARES_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Hilário Soares de Gouvêa&amp;lt;/u&amp;gt;]] e João Baptista dos Santos, encaminhou ao Governo Imperial dois relatórios propondo a reorganização dos serviços sanitários terrestre e marítimo, e a adoção de medidas para melhoria das condições sanitárias da cidade. Em referências às medidas propostas José Pereira Rego expressou, em 1877, as seguintes considerações:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyTextIndent2&amp;quot; style=&amp;quot;margin: 0cm 1cm 0.0001pt; text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Essas medidas, dizia ele, posto que insuficientes para satisfazerem as necessidades de que se ressente esta Corte, sob o ponto de vista das condições de sua higiene pública e polícia sanitária, constituem um auxiliar poderoso para melhorar as condições de salubridade e atenuar as causas que tão profundamente tem abalado a saúde pública nestes últimos tempos, mormente se os indivíduos encarregados dos serviços atinentes a esse fim se compenetrarem da importância dos deveres que lhes forem confiados, e não acreditarem que os empregos não passam de um meio de vida, como é tão comum hoje supor-se sem atender que a eles são inerentes deveres de que se não pode prescindir sem quebra de confiança de que se tornam depositários aqueles que os exercem. Mas, acrescentava o ilustre presidente da Junta, por motivos certamente valiosos que não me é dado perscrutar, a adoção dessas medidas não tem sido efetuada em totalidade e talvez ainda o não seja por muito tempo em falta de meios adequados à sua execução, mormente se a febre amarela conceder-nos um longo período de imunidade de suas manifestações epidêmicas, como sucede às vezes em todos os países em que costuma reinar”. (&#039;&#039;Apud&#039;&#039; BARBOSA, 1909, p.76)&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em função do disposto no art. 8º do decreto nº 2.052, de 12 de dezembro de 1857, que dispunha que todo aquele que fosse presidente da Junta Central de Higiene Pública deveria acumular o posto de inspetor de saúde do porto do Rio de Janeiro, José Pereira Rego foi nomeado inspetor em 25 de novembro de 1865, substituindo a [[ABREU,_FRANCISCO_BONIFÁCIO_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Francisco Bonifácio de Abreu&amp;lt;/u&amp;gt;]] (Barão de Vila da Barra). Publicou diversos trabalhos sobre as condições sanitárias do Rio de Janeiro, entre os quais destacaram-se&amp;amp;nbsp; “Breve notícia das epidemias que se têm sucedido no Rio de Janeiro de 1836 a 1850”, e o&amp;amp;nbsp; “Estudo sobre as epidemias que tem grassado na cidade do Rio de Janeiro desde 1871 até 1878”, ambos artigos publicados nos periódicos da Academia Imperial de Medicina.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1873 foi inspetor geral do [[INSTITUTO_VACÍNICO_DO_IMPÉRIO|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Vacínico do Império&amp;lt;/u&amp;gt;]], e dez anos mais tarde, nos anos de 1883 a 1884, diretor interino da seção de serviço sanitário do Hospital Geralda [[SANTA_CASA_DA_MISERICÓRDIA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], devido à ausência do titular Augusto Ferreira dos Santos, que se encontrava na Europa.&amp;amp;nbsp; Em 1885 passou a integrar a seção de médicos da “sala do banco” do mesmo hospital, cargo que exerceu certamente até 1889.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;José Pereira Rego exonerou-se dos cargos de presidente da Junta Central de Higiene Pública, de inspetor geral do Instituto Vacínico e de inspetor de Saúde do Porto, em 19 de fevereiro de 1881, e foi substituído por João Baptista dos Santos, na presidência da Junta, por [[ANDRADE,_NUNO_FERREIRA_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Nuno Ferreira de Andrade&amp;lt;/u&amp;gt;]], na Inspetoria de Saúde do Porto, e por Peregrino José Leite, no Instituto Vacínico. Os médicos José Plácido Barbosa da Silva e Cássio Barbosa de Rezende comentaram a atuação e as dificuldades encontradas por José Pereira Rego frente à gestão da saúde pública:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:.0001pt; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Substituto de Paula Cândido, esforçara-se como este para bem servir à causa pública e, se do esforço e do patriotismo destes médicos notáveis não auferiu a Pátria os benefícios de que hoje goza, a culpa certamente não lhes cabe. Lutadores de uma época em que a ciência médica mal saía daquela penumbra em que a envolviam teorias absurdas e concepções metafísicas, época em que não se conhecia bem a&amp;amp;nbsp; natureza da infecção e nada se sabia sobre o elemento do contágio; assoberbados por uma infinidade de questões que não poderiam resolver, porque lhes faltava para isso a base necessária, e privados, por outro lado, de todos os recursos materiais de que necessitavam para levar avante muitas das medidas que propuseram ao governo e, que, executadas, teriam forçosamente melhorado as condições de salubridade do Rio de Janeiro, quase nada poderiam conseguir.” (&#039;&#039;Apud&#039;&#039; CAMPOS, 1968, p.14-15)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Chefiou o consultório infantil da “Sala do Banco” do Hospital Geral da Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro, a convite de José Ildefonso de Souza Ramos (Barão de Três Barras), provedor da instituição entre 1879-1883. Elaborou um formulário infantil, publicado em duas edições, 1882 e 1890, no qual destacava tudo que era necessário para a prática daquele serviço.&amp;amp;nbsp; Durante sua atuação neste hospital recolheu material significativo para o estudo da patologia infantil e dos problemas sociais da criança, subsidiando assim memórias por ele apresentadas na [[ACADEMIA_IMPERIAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Imperial de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]], como: “Algumas considerações sobre as causas da mortalidade das crianças no Rio de Janeiro e moléstias mais frequentes nos seis a sete primeiros anos de vida”,&amp;amp;nbsp; e “Contribuição ao estudo das moléstias mais frequentes nas crianças das classes pobres desta cidade, de alguns fatos clínicos de interesse e&amp;amp;nbsp; de algumas apreciações sobre a preponderância e robustez das raças”&amp;amp;nbsp; (RIBEIRO, 1992,&amp;amp;nbsp; p.247).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A incidência de moléstias no Rio de Janeiro, especialmente a importância da vacinação, foram também objeto de suas reflexões, expressas no relatório que elaborou ainda na presidência da Junta Central de Higiene Pública, em 1866:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:.0001pt; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Dos dados estatísticos escrupulosamente colhidos pelo sr. dr. Luiz da Silva Brandão, é evidente que a varíola representou um papel importante no quadro mortuário do ano de 1865, e mais uma vez ficou patente de quão pouco caso se faz das determinações do Governo com relação à vacinação no Exército e quanto é conveniente, fazendo sentir ao povo as vantagens que se tira da vacinação, obrigá-lo por uma legislação municipal, enérgica e severamente executada, a procurar este preservativo tão simples quanto eficaz contra um flagelo cruel, (...).” (&#039;&#039;Apud&#039;&#039; RIBEIRO, 1992, p.164)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ainda em relação à questão da vacinação apresentou, em 1875, na Academia Imperial de Medicina, um anteprojeto intitulado “Bases para confecção de uma lei sobre vacinação e revacinação obrigatórias”, o qual foi encaminhado ao Governo Imperial.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;José Pereira Rego foi médico de diversas casas de saúde particulares na cidade do Rio de Janeiro: Casa de Saúde Santa Teresa, na Rua Riachuelo nº&amp;amp;nbsp; 98, ao lado de seu filho José Pereira Rego Filho e de [[HOMEM,_JOÃO_VICENTE_TORRES|&amp;lt;u&amp;gt;João Vicente Torres Homem&amp;lt;/u&amp;gt;]]; da Casa de Saúde Allo-Homeopática de Nossa Senhora da Glória, estabelecida na rua Fresca nº&amp;amp;nbsp; 17 (atual rua Clapp);&amp;amp;nbsp; da Casa de Saúde Cata Preta, Marinho e Werneck, fundada em 1863 na rua Fresca nº 1(atual rua Clapp);&amp;amp;nbsp; Casa de Saúde Previdência, que funcionava, desde 1861, na rua de Matacavalos nº&amp;amp;nbsp; 80 e 100 (atual rua Riachuelo) .&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Teve grande participação em sociedades médicas nacionais. Pertenceu, como sócio, aos quadros do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, do Imperial Instituto Fluminense de Agricultura, sendo em 1869 membro do Conselho Fiscal desta instituição, da Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional, e foi sócio benemérito e consultor da Sociedade Amante da Instrução, presidindo-a por seis anos. Foi um dos sócios fundadores do [[INSTITUTO_HOMEOPÁTICO_DO_BRASIL|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Homeopático do Brasil&amp;lt;/u&amp;gt;]], associação criada em 1843.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em sociedades estrangeiras atuou, como membro correspondente, da Real Academia Médica de Ciências de Lisboa, da Société Française de Hygiène e da Reale Accademia di Medicina di Torino.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi 2º redator (1840-1841) da &#039;&#039;Revista Médica Fluminense&#039;&#039;, auxiliar (1841-1842) da &#039;&#039;Revista Médica Brasileira, &#039;&#039;colaborador (1847-1848) e redator (1850-1853) dos &#039;&#039;Annaes de Medicina Brasiliense,&#039;&#039; publicações da [[ACADEMIA_IMPERIAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Imperial de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 30 de julho de 1878 apresentou, na sessão magna da Academia Imperial de Medicina, um discurso sobre o estudo das doenças mentais, ressaltando a importância de se abrir as portas do [[HOSPÍCIO_DE_PEDRO_II|&amp;lt;u&amp;gt;Hospício de Pedro II&amp;lt;/u&amp;gt;]], criado em 1841, aos médicos para o estudo clínico das moléstias mentais, assim como a necessidade da realização de cursos práticos e de uma cadeira especial para esta matéria.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Participou do Conselho de Sua Majestade, foi Grande do Império e médico honorário da Imperial Câmara, tendo sido nomeado para esta em 13 de julho de 1859. Integrou o séquito que acompanhou a Família Imperial na viagem da cidade de Petrópolis à Juiz de Fora, em junho de 1861, para a inauguração da Estrada União Indústria.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Recusou os convites para presidir as Províncias de São Paulo, Bahia, Pernambuco e Rio de Janeiro, mas exerceu cargos de eleição popular, como membro do partido conservador, e vereador da Câmara Municipal do Rio de Janeiro (1865-1868). Como vereador apresentou em 1866, embora sem ter obtido êxito, um projeto de postura que proibia a construção de novos cortiços em certas áreas da cidade. Foi ainda subdelegado de polícia.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1875 foi inaugurado no salão do [[INSTITUTO_VACÍNICO_DO_IMPÉRIO|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Vacínico do Império&amp;lt;/u&amp;gt;]] um busto de mármore em sua homenagem. Posteriormente este busto foi transferido para sala de espera do Serviço Nacional de Tuberculose (LACAZ, 1966, p. 2).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Teve uma sessão fúnebre realizada em sua memória em 29 de dezembro de 1892, e seu necrológio escrito pelo médico Alexandre José Soeiro de Faria Guarany, no ano de 1893, sob o título de “Discurso Biológico sobre o Barão do Lavradio”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Produção intelectual&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Dissertação sobre os phenomenos obtidos pelos diversos methodos de exploração do coração, e applicação dos mesmos phenomenos aos diagnosticos d´algumas affecções do mesmo orgão, mais frequentes”. Tese (Doutoramento) – Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, 1838. Rio de Janeiro: Typografia Imparcial de Francisco de Paula Brito, 1838.&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Esboço histórico das epidemias do Rio de Janeiro de 1830 a 1870”. [s.l.]: [s.n.], [s.d.].&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Observações, que acompanham a memória sobre a disenteria aguda”. &#039;&#039;Revista Médica Fluminense&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 1835-1841.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “As molestias tratadas no hospital da Misericordia, serviço do dr. De-Simoni”. &#039;&#039;Annaes Brazilienses de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, tomo 8&amp;lt;sup&amp;gt;o&amp;lt;/sup&amp;gt;, 1839-1840.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Considerações sobre alguns objetos relativos à higiene publica”. &#039;&#039;Revista Medica Fluminense&#039;&#039;, Rio de Janeiro, n. 4, v. 6, jul. 1840.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Considerações sobre a utilidade de estabelecer-se a constituição médica do Rio de Janeiro”. &#039;&#039;Revista Medica Fluminense&#039;&#039;, Rio de Janeiro, n. 5, v. 6, ago. 1840.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Pericardite crônica, hipertrófica do ventrículo esquerdo com estado cartilaginoso de uma das válvulas ventrículo-aórticas, pleuriz violento no curso do tratamento de fígado com cirrose do mesmo órgão, terminada pela morte, observação colhida na clínica do Sr. Dr. Valladão no Hospital da Misericórdia”. &#039;&#039;Revista Medica Fluminense&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 1840.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Convulsões puerperais resultantes de um parto laborioso, e seguidas de derramamento cerebral, hemiplegia do lado direito, estado comatoso durante cinco dias, perda da fala por nove dias, delírio sucedendo à estes fenômenos, diarréia ao depois, ulceração na região sacra, seguida de gangrena em grande extensão, febres intermitentes quotidianas, erisipela geral dos membros inferiores, reaparecimento da diarréia, sintomas de colite ligeira, terminando tudo pela cura”. &#039;&#039;Revista Medica Fluminense&#039;&#039;, Rio de Janeiro, n. 5, v. 6, ago. 1840.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Dysenteria aguda: memoria”. &#039;&#039;Annaes Brazilienses de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, tomo 9&amp;lt;sup&amp;gt;o&amp;lt;/sup&amp;gt;, 1840-1841.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Considerações sobre os usos dos banhos de mar e seu emprego hygienico e therapeutico”. &#039;&#039;Revista Medica Brasileira&#039;&#039;, n. 2, v. 1, jun. 1841.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Relatório sobre a memória do sr. dr. José Pedro de Oliveira acerca da angina membranosa”. &#039;&#039;Revista Medica Brasileira&#039;&#039;, n. 12, 1842.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Algumas considerações sobre a prostituição”. &#039;&#039;Revista Medica Brasileira&#039;&#039;, 1841-1843.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Algumas considerações tendentes a mostrar a utilidade do estudo da higiene”. &#039;&#039;Revista Medica Brasileira&#039;&#039;, 1841-1845.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Considerações sobre algumas enfermidades de crianças, mais frequentes no Rio de Janeiro”. &#039;&#039;Annaes Brazilienses de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, tomo 15&amp;lt;sup&amp;gt;o&amp;lt;/sup&amp;gt;, 1847-1848.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Epidemia de escarlatina A – 1837-1838”. &#039;&#039;Annaes Brazilienses de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v. 2, 1850.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Conselhos às Famílias sobre o comportamento que devem observar durante a epidemia”. [Rio de Janeiro]: [s.n.], [1850].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Algumas reflexões sobre o accrescimo progressivo da mortalidade no Rio de Janeiro”. &#039;&#039;Annaes Brazilienses de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 1850-1851.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Breve notícia das epidemias que se têm sucedido no Rio de Janeiro de 1836 a 1850”. &#039;&#039;Annaes Brazilienses de Medicina&#039;&#039;, VI, 1850-1851.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Historia e descrição da febre amarella epidemica que grassou no Rio de Janeiro em 1850”. Rio de Janeiro: Typografia da F. de Paula Brito, 1851.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Febre amarela no Rio Grande do Norte. Parecer sobre o trabalho do dr. Thomaz Cardoso de Almeida, 1851-1852”. &#039;&#039;Annaes Brazilienses de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, [s.d.].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Progresso da medicina na Alemanha. Parecer sobre a memória do dr. Roberto Lallemant”. &#039;&#039;Annaes Brazilienses de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 1851-1852.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Resposta às observações feitas pelo sr. dr. João José de Carvalho sobre algumas opiniões e princípios expendidos na historia e descripção da febre amarella epidemica, que grassou em 1850”. &#039;&#039;Annaes Brazilienses de Medicina,&#039;&#039; Rio de Janeiro, 1851-1852.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Cancro. Parecer sobre a memória do dr. Bezerra de Menezes”. &#039;&#039;Annaes Brazilienses de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 1857-1858.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Febre amarela no Rio de Janeiro”. &#039;&#039;Annaes Brazilienses de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 1857-1858.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Nota sobre os effeitos da ergotina e centeio espigado nas hemorrhagias uterinas puerperaes”. &#039;&#039;Annaes Brazilienses de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, tomo 23º, 1857-1858.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Laringoscópio. Parecer sobre a memória do dr. Eduardo de Abreu”. &#039;&#039;Anais Brasileiros de Medicina&#039;&#039;, 1863-1864.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Sessão anniversaria da imperial sociedade amante da instrução, em 05 de setembro de 1866”. Rio de Janeiro: [s.n.], 1866.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Relatório do presidente da Junta Central de Higiene Pública, Dr. José Pereira Rego”. Rio de Janeiro: [s.n.], 1868.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Pontos de contato entre a escarlatina e a difteria”. &#039;&#039;Annaes Brazilienses de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, tomo 27, 1871-1872.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Diagnostico entre os envenenamentos e as molestias naturaes”. &#039;&#039;Annaes Brazilienses de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, tomo 23&amp;lt;sup&amp;gt;o&amp;lt;/sup&amp;gt;, 1871-1872.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Esboço historico das epidemias que teem grassado na cidade do Rio de Janeiro desde 1830 até 1870”. &#039;&#039;Diário Official do Império do Brazil&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 1872.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Memória historica das epidemias de febre amarella e cholera-morbus que tem reinado no Brazil”. Rio de Janeiro: Typografia Nacional, 1873.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Relatório sobre o estado do systema actual de esgostos e o movimento sanitario desta côrte desde que está elle em execução; apresentado à Academia Imperial de Medicina pelo seu presidente, etc.”. Rio de Janeiro: [s.n.], 1873.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Relatório da commissão nomeada pela imperial academia de medicina para analysar o relatorio apresentado ao governo imperial pelo sr. Engenheiro fiscal junto à companhia &#039;&#039;City Improvements&#039;&#039; acerca do estado dos esgotos e sua influencia sobre a saude publica desta côrte, em resposta a outro que sobre o mesmo assumpto enviou a academia ao governo imperial”. Rio de Janeiro: [s.n.], 1874.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Bases para confecção de uma lei sobre vacinação e revacinação obrigatórias”. Rio de Janeiro: [s.n.], [1875].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Fibromioma da cavidade uterina expulso espontaneamente”. &#039;&#039;Progresso Medico&#039;&#039;, v. 1, 1876.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Exame comparado da meteorologia com o estado pathologico e a mortalidade do Rio de Janeiro, extrahidos do relatorio das repartições de saude publica”. &#039;&#039;Progresso Medico&#039;&#039;, tomo 1º, 1876.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Estudo sobre as epidemias que tem grassado na cidade do Rio de Janeiro desde 1871 até 1878”. &#039;&#039;Progresso Medico&#039;&#039;, tomo 2º e tomo 3º, 1877.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Tratamento e prophilaxia de cholera-morbus: relatório da Junta Central de Hygiene”. Rio de Janeiro: [s.n.], 1878.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Plano dos melhoramentos necessarios para preservar a cidade do Rio de Janeiro das epidemias reinantes”. Rio de Janeiro: [s.n.], 1878.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Apontamentos sobre a mortalidade da cidade do Rio de Janeiro, particularmente das crianças e sobre o movimento de sua população no primeiro quatriennio depois do recenseamento feito em 1872”. Rio de Janeiro: Typografia Nacional, 1878.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Relatorios da Junta Geral de Higiene Publica (1865 a 1880)”. Rio de Janeiro: [s.n.], 1865-1880.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Relatórios da Junta Central de Higiene, Instituto Vacínico e Saúde do Porto, apresentando ao Governo Imperial”. Rio de Janeiro: Typografia Nacional, 1866-1880.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Estudo das epidemias que tem grassado nesta côrte de 1871 até 1880”. &#039;&#039;Annaes Brazilienses de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, tomo 48º, [s.d.].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Estado sanitario da cidade do Rio de Janeiro no decurso do anno de 1880 e no de 1881”. &#039;&#039;Annaes Brazilienses de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, tomo 33º, [s.d.].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Discursos proferidos perante a Academia Imperial de Medicina pelo presidente nos annos de 1864 a 1881”. &#039;&#039;Annaes Brazilienses de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, tomo 29º a 31º e 33º a 47º, [s.d.].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Exposição do estado sanitario desta côrte no decurso do anno de 1881, lida na sessão da Imperial Academia de Medicina de 21 de março de 1882, seguida de dous mappas da mortalidade no anno de 1881”. [s.l.]: [s.n.], [s.d.].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Estudo das epidemias que tem grassado na cidade do Rio de Janeiro”. &#039;&#039;Annaes Brazilienses de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, tomo XXXIV, 1882.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Coleção de formulas para o tratamento das moléstias da infância, organizada para o Hospital da Santa Casa da Misericórdia pelo Consº Barão do Lavradio”. Rio de Janeiro: [s.n.], 1882.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Moléstias de crianças mais frequentes nas classes pobre no Rio de Janeiro”. &#039;&#039;Annaes Brazilienses de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 1882-1884.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Discurso lido na sessão de 27 de julho do corrente anno (1886)”. Rio de Janeiro: [s.n.], 1886.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Exposição do movimento sanitário da cidade do Rio de Janeiro no 1&amp;lt;sup&amp;gt;o&amp;lt;/sup&amp;gt; semestre de 1886”. &#039;&#039;Annaes da Academia Imperial de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 4ª série, tomo 2º, 1886-1887.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Parecer sobre a memória do dr. José Maria Teixeira: Causas da Mortalidade das crianças no Rio de Janeiro”. &#039;&#039;Annaes da Academia Imperial de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 1887.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Exposição do movimento sanitário da cidade do Rio de Janeiro no decurso do 2&amp;lt;sup&amp;gt;o&amp;lt;/sup&amp;gt; semestre de 1886”. &#039;&#039;Annaes da Academia Imperial de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, tomo 2º, 1887-1888.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Exposição do movimento sanitário da cidade do Rio de Janeiro”. &#039;&#039;Annaes da Academia Imperial de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, tomo 4º, 1888-1889.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Formulário de moléstias de crianças para o uso do hospital da Santa Casa da Misericórdia”. Rio de Janeiro: [s.n.], 1890.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Utilidade de estabelecer-se a constituição medica no Rio de Janeiro”. &#039;&#039;Annaes Brazilienses de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, tomo 9º, [s.d.].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Tetano”. &#039;&#039;Annaes Brazilienses de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, tomo 28º, [s.d.].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Algumas considerações sobre as causas da mortalidade das crianças no Rio de Janeiro e moléstias mais freqüentes nos seis a sete primeiros anos de vida”. &#039;&#039;Annaes Brazilienses de Medicina,&#039;&#039; Rio de Janeiro: [s.n.], [s.d.].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Contribuição ao estudo das moléstias mais freqüentes nas crianças das classes pobres desta cidade, de alguns fatos clínicos de interesse e de algumas apreciações sobre a preponderância e robustez das raças”. &#039;&#039;Annaes Brazilienses de Medicina,&#039;&#039; Rio de Janeiro: [s.n.], [s.d.].&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- BARATA, Carlos Eduardo de Almeida. &#039;&#039;&#039;Presidentes do Senado no Império. Uma Radiografia Histórica, Genealógica, Social, Política e Diplomática do Brasil Imperial&#039;&#039;&#039;. 1997. ([[Fontes de informação#RGPL|RGPL]])&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- BARBOSA, Plácido; REZENDE, Cassio Barbosa. &#039;&#039;&#039;Os Serviços de Saúde Pública no Brasil especialmente na cidade do Rio de Janeiro de 1808 a 1907 (esboço histórico e legislação). Primeiro volume (Esboço Histórico).&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1909. In: FIOCRUZ. Obras Raras Fiocruz. Acervo Digital de Obras Raras e Especiaes. Capturado em 28 set. 2020. Online.  Disponível em: https://www.obrasraras.fiocruz.br/media.details.php?mediaID=243&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- BRASIL. Decreto nº 598, de 14 de setembro de 1850. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação.  Capturado em 24 ago. 2020. Online. Disponível na Internet: http://legis.senado.leg.br/norma/597608/publicacao?tipoDocumento=DPL-n&amp;amp;tipoTexto=PUB&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- BRASIL. Decreto nº 2.052, de 12 de dezembro 1857. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação.  Capturado em 24 ago. 2020. Online. Disponível na Internet: http://legis.senado.leg.br/norma/395257/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-  CAMPOS, Murillo de. José Pereira Rego. Patrono da Cadeira nº 7. &#039;&#039;Tribuna Médica&#039;&#039;, Rio de Janeiro, p.14-16, out. 1968. Arquivo pessoal da Academia Nacional de Medicina.   ([[Fontes de informação#ANM|ANM]])&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- GENOVEZ, Patrícia Falco. A viagem enquanto forma de poder: a viagem de Pedro II e a inauguração da rodovia União e Indústria, em 1861. &#039;&#039;Tempo,&#039;&#039; Rio de Janeiro, v.3, n.5, p.161-180, 1998. Capturado em 16 jun. 2020. Online. Disponível na Internet:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://www.historia.uff.br/tempo/artigos_livres/artg5-8.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- JOSÉ Pereira Rego. In: ACADEMIA NACIONAL DE MEDICINA. Capturado em 8 out. 2020. Online. Disponível na Internet: https://www.anm.org.br/jose-pereira-rego-barao-do-lavradio/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- JOSÉ Pereira Rego. In: BLAKE, Augusto Victorino Alves Sacramento. &#039;&#039;&#039;Diccionario Bibliographico Brazileiro&#039;&#039;&#039;. &#039;&#039;&#039;Quinto volume.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1899. pp.126-130. Capturado em 16 jun. 2020. Online. Disponível na Internet:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/5450&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- LACAZ, Carlos da Silva. &#039;&#039;&#039;Vultos da Medicina Brasileira&#039;&#039;&#039;. Rio de Janeiro: Pfizer, vol. 1, 1966.  ([[Fontes de informação#ANM|ANM]])&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &#039;&#039;&#039;MAGALHÃES, Marcelo de Souza.&#039;&#039;&#039; Formulando projetos para a cidade: o Conselho Municipal do Rio de Janeiro Discutindo A Questão Da Habitação Popular (1892-1902). &#039;&#039;Revista de História Regional&#039;&#039;, v.5, n.1, verão 2000. Capturado em 08 jun. 2020. Online. Disponível na Internet: https://www.revistas2.uepg.br/index.php/rhr/article/view/2097/1578&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- RIBEIRO, Lourival. &#039;&#039;&#039;O Barão de Lavradio e a higiene no Rio de Janeiro Imperial&#039;&#039;&#039;. Rio de Janeiro: Editora Itatiaia Limitada, 1992.      ([[Fontes de informação#BN|BN]])&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- _______________. &#039;&#039;&#039;Figuras e fatos da medicina no Brasil&#039;&#039;&#039;. Rio de Janeiro: [Editorial Sul-Americana S.A.], 1964.    ([[Fontes de informação#RGPL|RGPL]])&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- SANTOS FILHO, Lycurgo de Castro. &#039;&#039;&#039;História Geral da Medicina Brasileira.&#039;&#039;&#039; São Paulo: HUCITEC/EDUSP, 1991. v. 2.     ([[Fontes de informação#BCCBB|BCCBB]])&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- VASCONCELOS, Vasco Joaquim Smith de. &#039;&#039;&#039;Médicos e cirurgiões da Imperial Câmara. Reinados de D. Pedro I e D. Pedro II&#039;&#039;&#039;. Campinas, São Paulo: [Academia Campinense de Letras], 1964.  ([[Fontes de informação#BN|BN]])&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa – Rodrigo Borges Monteiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
Redação – Rodrigo Borges Monteiro, Maria Rachel Fróes da Fonseca.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Revisão – Francisco José Chagas Madureira&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atualização - Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Forma de citação&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Dicionário Histórico-Biográfico das Ciências da Saúde no Brasil (1832-1970)&amp;lt;br /&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;nowiki&amp;gt;     &amp;lt;/nowiki&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;[[Category:Verbetes]]&lt;br /&gt;
[[Category:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Rachel.froes</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=REGO,_JOS%C3%89_PEREIRA&amp;diff=1559</id>
		<title>REGO, JOSÉ PEREIRA</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=REGO,_JOS%C3%89_PEREIRA&amp;diff=1559"/>
		<updated>2023-08-24T17:59:52Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Rachel.froes: /* Fontes */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Outros nomes e/ou títulos:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;[[LAVRADIO,_BARÃO_DO|Lavradio, Barão do]]&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&#039;&#039;&#039; José Pereira Rego nasceu em 24 de agosto de 1816, na cidade do Rio de Janeiro, e faleceu na mesma cidade em 22 de novembro de 1892. Recebeu o título de Barão do Lavradio em 23 de setembro de 1874. Doutorou-se na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro em 1838, e destacou-se no campo da saúde pública, principalmente por sua atuação na Junta Central de Higiene Pública (1863-1881).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Dados pessoais&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;José Pereira Rego nasceu em 24 de agosto de 1816 na cidade do Rio de Janeiro. Era filho do capitão Manoel José Pereira Rego e de Anna Fausta de Almeida Rego, e irmão do doutor Joaquim Marcos de Almeida Rego. Casou-se em 18 de agosto de 1844 com Maria Rosa Pinheiro Ferreira, filha de Luiz Carlos Domingos Ferreira e Maria Rosa de Lima Pinheiro. Teve três filhos, entre eles o médico José Pereira Rego Filho (1845-1929), que igualmente destacou-se no campo da saúde pública no país.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Recebeu o título de Barão do Lavradio em 23 de setembro de 1874, e o mesmo título, mas elevado à honra de grandeza pela princesa Isabel, em 19 de setembro de 1877. Em 25 de novembro de 1870 recebeu, do Rei de Portugal, o título de Comendador da Real Ordem Militar Portuguesa da Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa. Foi agraciado, também, com os títulos de Comendador da Ordem da Rosa, da Ordem de Nosso Senhor Jesus Cristo (1874), e da Ordem de Francisco José da Áustria.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Faleceu na cidade do Rio de Janeiro em 22 de novembro de 1892.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Trajetória profissional&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;José Pereira Rego ingressou em 1833, juntamente com seu irmão Joaquim Marcos de Almeida Rego, na [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], onde doutorou-se em medicina em 20 de dezembro de 1838. Foram seus contemporâneos nesta faculdade Ignácio Álvares da Silva, Custódio Luiz de Miranda, Agostinho José Ferreira Bretas, [[AMERICANO,_DOMINGOS_MARINHO_DE_AZEVEDO|&amp;lt;u&amp;gt;Domingos Marinho de Azevedo Americano&amp;lt;/u&amp;gt;]], João José Pimentel, Maximiano Antonio de Lemos, José Policarpo Araújo e Oliveira, João Eleutério Garcez e Gralha, Francisco de Souza Brandão, e Martinho Alvares da Silva Campos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Doutorou-se com a tese intitulada “Dissertação sobre os phenomenos obtidos pelos diversos methodos de exploração do coração, e applicação dos mesmos phenomenos ao diagnostico d´algumas affecções do mesmo orgão, mais frequentes”. Joaquim dos Remedios Monteiro, diplomado em 1851 na mesma instituição, comentou sobre a tese defendida por José Pereira Rego e seu irmão:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyTextIndent2&amp;quot; style=&amp;quot;margin: 0cm 1cm 0.0001pt; text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;“Os assuntos sobre que dissertaram os dois irmãos eram então, como ainda hoje, de maior importância, sobretudo se considerarmos que estes modos de exploração estavam, pode-se dizer, na infância em 1838, eram pouco conhecidos, pouco empregados no Brasil, tanto mais que os livros de Laënnec, da edição de 1834, e a outra em 1837, e o de Leopoldo Auenbrugger [Joseph Leopold von Auenbrugger] eram raros e pouco manuseados pelos médicos desse tempo. (....). Tive ocasião de perguntar ao Barão do Lavradio a razão de escreverem, ele e seu irmão, as suas teses de modo tal, que havia entre elas correlação, e uma era o complemento da outra. Respondeu-me que projetavam publicar em comum um livro de auscultação e percussão, de que as dissertações ou teses eram o escorso”.&amp;amp;nbsp; (&#039;&#039;Apud.&#039;&#039; RIBEIRO, 1992,&amp;amp;nbsp; p.58-59)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1855 foi nomeado lente substituto da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, mas recusou o cargo.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Dois anos após seu doutoramento, em 1840, ingressou na [[ACADEMIA_IMPERIAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Imperial de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]], onde foi membro titular, eleito em 12 de março e empossado em 26 março de 1840, com a apresentação da memória “Dysenteria aguda”, presidente por duas ocasiões (1855-1857 e 1864-1883), e aclamado presidente perpétuo em 09 de outubro de 1883. Foi nesta instituição patrono da cadeira nº 7. Em sua memória apresentada à Academia descreveu a natureza e o tratamento da disenteria aguda, considerando-a como uma inflamação dos intestinos, principalmente do intestino grosso, para a qual o tratamento melhor indicado seria o antiflogístico, e resumiu “até a data em que foi escrita, todo o conhecimento sobre as disenterias agudas” (RIBEIRO, 1992, p.66). Com relação à terapêutica fundamentava-se nas ideias do médico François-Joseph-Victor Broussais (1772-1838), o qual segundo sua visão teria realizado uma verdadeira revolução nas ciências por ter proposto o melhor sistema estabelecido em medicina até aquela data.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText2&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1844 foi o primeiro cirurgião a indicar os efeitos terapêuticos da ergotina e centeio espigado nas hemorragias uterinas puerperais.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText2&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;José Pereira Rego teve expressiva atuação no campo da saúde pública. Integrou a Comissão Central de Saúde Pública, nomeada pelo Ministro do Império José da Costa Carvalho (Marquês de Monte Alegre), em 1850, para planejar as medidas sanitárias contra a epidemia de febre amarela que avançava sobre a cidade, juntamente com outros membros da Academia Imperial de Medicina, como [[MONTEIRO,_CÂNDIDO_BORGES|&amp;lt;u&amp;gt;Cândido Borges Monteiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], Manoel de Valladão Pimentel, José Maria de Noronha Feital, [[MARTINS,_ANTÔNIO_FELIX|&amp;lt;u&amp;gt;Antônio Felix Martins&amp;lt;/u&amp;gt;]], Roberto Jorge Haddock Lobo, José Bento da Rosa, [[SIGAUD,_JOSÉ_FRANCISCO_XAVIER|&amp;lt;u&amp;gt;José Francisco Xavier Sigaud&amp;lt;/u&amp;gt;]], [[SIMONI,_LUÍS_VICENTE_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Luís Vicente De Simoni&amp;lt;/u&amp;gt;]] , e Joaquim José da Silva (da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro). Após a primeira reunião da Comissão, realizada em 13 de fevereiro daquele ano, elaborou o panfleto intitulado “Conselhos às Famílias sobre o comportamento que devem observar durante a epidemia”, o qual foi encaminhado ao Governo Imperial, que o enviou para publicação nos principais jornais da cidade.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Na Junta de Higiene Pública, órgão superior encarregado da administração das questões de saúde do Império e criado pela decreto nº 598 de 14 de setembro de 1850, José Pereira Rego foi membro,&amp;amp;nbsp; presidente interino (23 de maio de 1863), e posteriormente seu presidente efetivo pelo decreto de 8 de junho de 1864, em função do falecimento do então presidente [[CÂNDIDO,_FRANCISCO_DE_PAULA|&amp;lt;u&amp;gt;Francisco de Paula Cândido&amp;lt;/u&amp;gt;]] a 5 de abril do mesmo ano. Na qualidade de membro da Junta Central de Higiene Pública, assim denominada a partir de 1851, atuou no atendimento às inúmeras vítimas da primeira explosão da cólera-morbo, que ocorrera na cidade do Rio de Janeiro em 1855. Por ocasião da segunda explosão desta enfermidade, em 1867, José Pereira Rego, então presidente daquela instituição, relatou detalhadamente a incidência e a difusão daquela enfermidade, em o “Relatório do presidente da Junta Central de Higiene Pública, Dr. José Pereira Rego” (Rio de Janeiro, 1868), e na “Memória historica das epidemias de febre amarella e cholera-morbus que tem reinado no Brazil”&amp;amp;nbsp; (Rio de Janeiro, 1873).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;As condições sanitárias da cidade, especialmente os esgotos, mereceram comentários e críticas de José Pereira Rego:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:.0001pt; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Em conclusão direi: que as nossas valas de esgotos nunca ou quase nunca eram limpas; que constituíram o receptáculo de todas as imundícias das localidades por onde circulavam, e tornavam-se focos perenes de infecção miasmática mais ou menos profunda, contribuindo poderosamente para a insalubridade desta capital. (......). Quem viu esses batalhões de carregadores, atravessando a passo acelerado por certas ruas, como as da Guarda Velha, Ajuda, Ouvidor, Rosário, e outras, compostos, em sua maior parte de escravos, ou pretos libertos já velhos, estropiados e bêbados, que encontravam nesse trabalho um meio mais lucrativo do que outros, (......).”&amp;amp;nbsp; (&#039;&#039;Apud&#039;&#039; RIBEIRO, 1992, p.147-148)&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText2&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em relação ao plano da rede de esgotos da Companhia City Improvements, empresa que havia sido contratada pelo Governo Imperial desde 1857, José Pereira Rego reconheceu alguns de seus méritos, mas apontou também suas deficiências, as quais foram detalhadas no&amp;amp;nbsp; “Relatório da commissão nomeada pela imperial academia de medicina para analysar o relatorio apresentado ao governo imperial pelo sr. Engenheiro fiscal junto à companhia &#039;&#039;City Improvements&#039;&#039; acerca do estado dos esgotos e sua influência sobre a saude publica desta côrte, em resposta a outro que sobre o mesmo assumpto enviou a academia ao governo imperial”, apresentado em 28 de julho de 1873.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText2&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Face a este relatório, a [[ACADEMIA_IMPERIAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Imperial de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]] constituiu uma comissão para apreciá-lo, composta por seu presidente, José Pereira Rego, e pelos acadêmicos Nicolau Joaquim Moreira e Luiz Corrêa de Azevedo. A Comissão julgou deficitário o serviço de esgotos da cidade, o qual comprometia a salubridade pública, e destacou, entre outros aspectos, a insuficiência do suprimento de água disposto para tal serviço.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Presidiu a comissão, criada pelo Aviso de 23 de junho de 1876, encarregada de estudar os fatores que tinham contribuído para a persistência e o desenvolvimento da febre amarela, e apontar os procedimentos necessários para eliminá-los. A comissão, integrada ainda por Antonio Correia de Souza Costa, [[HOMEM,_JOÃO_VICENTE_TORRES|&amp;lt;u&amp;gt;João Vicente Torres Homem&amp;lt;/u&amp;gt;]], [[SABÓIA,_VICENTE_CÂNDIDO_FIGUEIRA_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Vicente Cândido Figueira de Sabóia&amp;lt;/u&amp;gt;]], [[GOUVÊA,_HILÁRIO_SOARES_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Hilário Soares de Gouvêa&amp;lt;/u&amp;gt;]] e João Baptista dos Santos, encaminhou ao Governo Imperial dois relatórios propondo a reorganização dos serviços sanitários terrestre e marítimo, e a adoção de medidas para melhoria das condições sanitárias da cidade. Em referências às medidas propostas José Pereira Rego expressou, em 1877, as seguintes considerações:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyTextIndent2&amp;quot; style=&amp;quot;margin: 0cm 1cm 0.0001pt; text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Essas medidas, dizia ele, posto que insuficientes para satisfazerem as necessidades de que se ressente esta Corte, sob o ponto de vista das condições de sua higiene pública e polícia sanitária, constituem um auxiliar poderoso para melhorar as condições de salubridade e atenuar as causas que tão profundamente tem abalado a saúde pública nestes últimos tempos, mormente se os indivíduos encarregados dos serviços atinentes a esse fim se compenetrarem da importância dos deveres que lhes forem confiados, e não acreditarem que os empregos não passam de um meio de vida, como é tão comum hoje supor-se sem atender que a eles são inerentes deveres de que se não pode prescindir sem quebra de confiança de que se tornam depositários aqueles que os exercem. Mas, acrescentava o ilustre presidente da Junta, por motivos certamente valiosos que não me é dado perscrutar, a adoção dessas medidas não tem sido efetuada em totalidade e talvez ainda o não seja por muito tempo em falta de meios adequados à sua execução, mormente se a febre amarela conceder-nos um longo período de imunidade de suas manifestações epidêmicas, como sucede às vezes em todos os países em que costuma reinar”. (&#039;&#039;Apud&#039;&#039; BARBOSA, 1909, p.76)&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em função do disposto no art. 8º do decreto nº 2.052, de 12 de dezembro de 1857, que dispunha que todo aquele que fosse presidente da Junta Central de Higiene Pública deveria acumular o posto de inspetor de saúde do porto do Rio de Janeiro, José Pereira Rego foi nomeado inspetor em 25 de novembro de 1865, substituindo a [[ABREU,_FRANCISCO_BONIFÁCIO_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Francisco Bonifácio de Abreu&amp;lt;/u&amp;gt;]] (Barão de Vila da Barra). Publicou diversos trabalhos sobre as condições sanitárias do Rio de Janeiro, entre os quais destacaram-se&amp;amp;nbsp; “Breve notícia das epidemias que se têm sucedido no Rio de Janeiro de 1836 a 1850”, e o&amp;amp;nbsp; “Estudo sobre as epidemias que tem grassado na cidade do Rio de Janeiro desde 1871 até 1878”, ambos artigos publicados nos periódicos da Academia Imperial de Medicina.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1873 foi inspetor geral do [[INSTITUTO_VACÍNICO_DO_IMPÉRIO|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Vacínico do Império&amp;lt;/u&amp;gt;]], e dez anos mais tarde, nos anos de 1883 a 1884, diretor interino da seção de serviço sanitário do Hospital Geralda [[SANTA_CASA_DA_MISERICÓRDIA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], devido à ausência do titular Augusto Ferreira dos Santos, que se encontrava na Europa.&amp;amp;nbsp; Em 1885 passou a integrar a seção de médicos da “sala do banco” do mesmo hospital, cargo que exerceu certamente até 1889.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;José Pereira Rego exonerou-se dos cargos de presidente da Junta Central de Higiene Pública, de inspetor geral do Instituto Vacínico e de inspetor de Saúde do Porto, em 19 de fevereiro de 1881, e foi substituído por João Baptista dos Santos, na presidência da Junta, por [[ANDRADE,_NUNO_FERREIRA_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Nuno Ferreira de Andrade&amp;lt;/u&amp;gt;]], na Inspetoria de Saúde do Porto, e por Peregrino José Leite, no Instituto Vacínico. Os médicos José Plácido Barbosa da Silva e Cássio Barbosa de Rezende comentaram a atuação e as dificuldades encontradas por José Pereira Rego frente à gestão da saúde pública:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:.0001pt; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Substituto de Paula Cândido, esforçara-se como este para bem servir à causa pública e, se do esforço e do patriotismo destes médicos notáveis não auferiu a Pátria os benefícios de que hoje goza, a culpa certamente não lhes cabe. Lutadores de uma época em que a ciência médica mal saía daquela penumbra em que a envolviam teorias absurdas e concepções metafísicas, época em que não se conhecia bem a&amp;amp;nbsp; natureza da infecção e nada se sabia sobre o elemento do contágio; assoberbados por uma infinidade de questões que não poderiam resolver, porque lhes faltava para isso a base necessária, e privados, por outro lado, de todos os recursos materiais de que necessitavam para levar avante muitas das medidas que propuseram ao governo e, que, executadas, teriam forçosamente melhorado as condições de salubridade do Rio de Janeiro, quase nada poderiam conseguir.” (&#039;&#039;Apud&#039;&#039; CAMPOS, 1968, p.14-15)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Chefiou o consultório infantil da “Sala do Banco” do Hospital Geral da Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro, a convite de José Ildefonso de Souza Ramos (Barão de Três Barras), provedor da instituição entre 1879-1883. Elaborou um formulário infantil, publicado em duas edições, 1882 e 1890, no qual destacava tudo que era necessário para a prática daquele serviço.&amp;amp;nbsp; Durante sua atuação neste hospital recolheu material significativo para o estudo da patologia infantil e dos problemas sociais da criança, subsidiando assim memórias por ele apresentadas na [[ACADEMIA_IMPERIAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Imperial de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]], como: “Algumas considerações sobre as causas da mortalidade das crianças no Rio de Janeiro e moléstias mais frequentes nos seis a sete primeiros anos de vida”,&amp;amp;nbsp; e “Contribuição ao estudo das moléstias mais frequentes nas crianças das classes pobres desta cidade, de alguns fatos clínicos de interesse e&amp;amp;nbsp; de algumas apreciações sobre a preponderância e robustez das raças”&amp;amp;nbsp; (RIBEIRO, 1992,&amp;amp;nbsp; p.247).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A incidência de moléstias no Rio de Janeiro, especialmente a importância da vacinação, foram também objeto de suas reflexões, expressas no relatório que elaborou ainda na presidência da Junta Central de Higiene Pública, em 1866:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:.0001pt; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Dos dados estatísticos escrupulosamente colhidos pelo sr. dr. Luiz da Silva Brandão, é evidente que a varíola representou um papel importante no quadro mortuário do ano de 1865, e mais uma vez ficou patente de quão pouco caso se faz das determinações do Governo com relação à vacinação no Exército e quanto é conveniente, fazendo sentir ao povo as vantagens que se tira da vacinação, obrigá-lo por uma legislação municipal, enérgica e severamente executada, a procurar este preservativo tão simples quanto eficaz contra um flagelo cruel, (...).” (&#039;&#039;Apud&#039;&#039; RIBEIRO, 1992, p.164)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ainda em relação à questão da vacinação apresentou, em 1875, na Academia Imperial de Medicina, um anteprojeto intitulado “Bases para confecção de uma lei sobre vacinação e revacinação obrigatórias”, o qual foi encaminhado ao Governo Imperial.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;José Pereira Rego foi médico de diversas casas de saúde particulares na cidade do Rio de Janeiro: Casa de Saúde Santa Teresa, na Rua Riachuelo nº&amp;amp;nbsp; 98, ao lado de seu filho José Pereira Rego Filho e de [[HOMEM,_JOÃO_VICENTE_TORRES|&amp;lt;u&amp;gt;João Vicente Torres Homem&amp;lt;/u&amp;gt;]]; da Casa de Saúde Allo-Homeopática de Nossa Senhora da Glória, estabelecida na rua Fresca nº&amp;amp;nbsp; 17 (atual rua Clapp);&amp;amp;nbsp; da Casa de Saúde Cata Preta, Marinho e Werneck, fundada em 1863 na rua Fresca nº 1(atual rua Clapp);&amp;amp;nbsp; Casa de Saúde Previdência, que funcionava, desde 1861, na rua de Matacavalos nº&amp;amp;nbsp; 80 e 100 (atual rua Riachuelo) .&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Teve grande participação em sociedades médicas nacionais. Pertenceu, como sócio, aos quadros do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, do Imperial Instituto Fluminense de Agricultura, sendo em 1869 membro do Conselho Fiscal desta instituição, da Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional, e foi sócio benemérito e consultor da Sociedade Amante da Instrução, presidindo-a por seis anos. Foi um dos sócios fundadores do [[INSTITUTO_HOMEOPÁTICO_DO_BRASIL|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Homeopático do Brasil&amp;lt;/u&amp;gt;]], associação criada em 1843.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em sociedades estrangeiras atuou, como membro correspondente, da Real Academia Médica de Ciências de Lisboa, da Société Française de Hygiène e da Reale Accademia di Medicina di Torino.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi 2º redator (1840-1841) da &#039;&#039;Revista Médica Fluminense&#039;&#039;, auxiliar (1841-1842) da &#039;&#039;Revista Médica Brasileira, &#039;&#039;colaborador (1847-1848) e redator (1850-1853) dos &#039;&#039;Annaes de Medicina Brasiliense,&#039;&#039; publicações da [[ACADEMIA_IMPERIAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Imperial de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 30 de julho de 1878 apresentou, na sessão magna da Academia Imperial de Medicina, um discurso sobre o estudo das doenças mentais, ressaltando a importância de se abrir as portas do [[HOSPÍCIO_DE_PEDRO_II|&amp;lt;u&amp;gt;Hospício de Pedro II&amp;lt;/u&amp;gt;]], criado em 1841, aos médicos para o estudo clínico das moléstias mentais, assim como a necessidade da realização de cursos práticos e de uma cadeira especial para esta matéria.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Participou do Conselho de Sua Majestade, foi Grande do Império e médico honorário da Imperial Câmara, tendo sido nomeado para esta em 13 de julho de 1859. Integrou o séquito que acompanhou a Família Imperial na viagem da cidade de Petrópolis à Juiz de Fora, em junho de 1861, para a inauguração da Estrada União Indústria.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Recusou os convites para presidir as Províncias de São Paulo, Bahia, Pernambuco e Rio de Janeiro, mas exerceu cargos de eleição popular, como membro do partido conservador, e vereador da Câmara Municipal do Rio de Janeiro (1865-1868). Como vereador apresentou em 1866, embora sem ter obtido êxito, um projeto de postura que proibia a construção de novos cortiços em certas áreas da cidade. Foi ainda subdelegado de polícia.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1875 foi inaugurado no salão do [[INSTITUTO_VACÍNICO_DO_IMPÉRIO|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Vacínico do Império&amp;lt;/u&amp;gt;]] um busto de mármore em sua homenagem. Posteriormente este busto foi transferido para sala de espera do Serviço Nacional de Tuberculose (LACAZ, 1966, p. 2).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Teve uma sessão fúnebre realizada em sua memória em 29 de dezembro de 1892, e seu necrológio escrito pelo médico Alexandre José Soeiro de Faria Guarany, no ano de 1893, sob o título de “Discurso Biológico sobre o Barão do Lavradio”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Produção intelectual&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Dissertação sobre os phenomenos obtidos pelos diversos methodos de exploração do coração, e applicação dos mesmos phenomenos aos diagnosticos d´algumas affecções do mesmo orgão, mais frequentes”. Tese (Doutoramento) – Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, 1838. Rio de Janeiro: Typografia Imparcial de Francisco de Paula Brito, 1838.&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Esboço histórico das epidemias do Rio de Janeiro de 1830 a 1870”. [s.l.]: [s.n.], [s.d.].&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Observações, que acompanham a memória sobre a disenteria aguda”. &#039;&#039;Revista Médica Fluminense&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 1835-1841.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “As molestias tratadas no hospital da Misericordia, serviço do dr. De-Simoni”. &#039;&#039;Annaes Brazilienses de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, tomo 8&amp;lt;sup&amp;gt;o&amp;lt;/sup&amp;gt;, 1839-1840.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Considerações sobre alguns objetos relativos à higiene publica”. &#039;&#039;Revista Medica Fluminense&#039;&#039;, Rio de Janeiro, n. 4, v. 6, jul. 1840.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Considerações sobre a utilidade de estabelecer-se a constituição médica do Rio de Janeiro”. &#039;&#039;Revista Medica Fluminense&#039;&#039;, Rio de Janeiro, n. 5, v. 6, ago. 1840.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Pericardite crônica, hipertrófica do ventrículo esquerdo com estado cartilaginoso de uma das válvulas ventrículo-aórticas, pleuriz violento no curso do tratamento de fígado com cirrose do mesmo órgão, terminada pela morte, observação colhida na clínica do Sr. Dr. Valladão no Hospital da Misericórdia”. &#039;&#039;Revista Medica Fluminense&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 1840.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Convulsões puerperais resultantes de um parto laborioso, e seguidas de derramamento cerebral, hemiplegia do lado direito, estado comatoso durante cinco dias, perda da fala por nove dias, delírio sucedendo à estes fenômenos, diarréia ao depois, ulceração na região sacra, seguida de gangrena em grande extensão, febres intermitentes quotidianas, erisipela geral dos membros inferiores, reaparecimento da diarréia, sintomas de colite ligeira, terminando tudo pela cura”. &#039;&#039;Revista Medica Fluminense&#039;&#039;, Rio de Janeiro, n. 5, v. 6, ago. 1840.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Dysenteria aguda: memoria”. &#039;&#039;Annaes Brazilienses de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, tomo 9&amp;lt;sup&amp;gt;o&amp;lt;/sup&amp;gt;, 1840-1841.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Considerações sobre os usos dos banhos de mar e seu emprego hygienico e therapeutico”. &#039;&#039;Revista Medica Brasileira&#039;&#039;, n. 2, v. 1, jun. 1841.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Relatório sobre a memória do sr. dr. José Pedro de Oliveira acerca da angina membranosa”. &#039;&#039;Revista Medica Brasileira&#039;&#039;, n. 12, 1842.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Algumas considerações sobre a prostituição”. &#039;&#039;Revista Medica Brasileira&#039;&#039;, 1841-1843.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Algumas considerações tendentes a mostrar a utilidade do estudo da higiene”. &#039;&#039;Revista Medica Brasileira&#039;&#039;, 1841-1845.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Considerações sobre algumas enfermidades de crianças, mais frequentes no Rio de Janeiro”. &#039;&#039;Annaes Brazilienses de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, tomo 15&amp;lt;sup&amp;gt;o&amp;lt;/sup&amp;gt;, 1847-1848.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Epidemia de escarlatina A – 1837-1838”. &#039;&#039;Annaes Brazilienses de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v. 2, 1850.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Conselhos às Famílias sobre o comportamento que devem observar durante a epidemia”. [Rio de Janeiro]: [s.n.], [1850].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Algumas reflexões sobre o accrescimo progressivo da mortalidade no Rio de Janeiro”. &#039;&#039;Annaes Brazilienses de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 1850-1851.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Breve notícia das epidemias que se têm sucedido no Rio de Janeiro de 1836 a 1850”. &#039;&#039;Annaes Brazilienses de Medicina&#039;&#039;, VI, 1850-1851.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Historia e descrição da febre amarella epidemica que grassou no Rio de Janeiro em 1850”. Rio de Janeiro: Typografia da F. de Paula Brito, 1851.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Febre amarela no Rio Grande do Norte. Parecer sobre o trabalho do dr. Thomaz Cardoso de Almeida, 1851-1852”. &#039;&#039;Annaes Brazilienses de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, [s.d.].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Progresso da medicina na Alemanha. Parecer sobre a memória do dr. Roberto Lallemant”. &#039;&#039;Annaes Brazilienses de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 1851-1852.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Resposta às observações feitas pelo sr. dr. João José de Carvalho sobre algumas opiniões e princípios expendidos na historia e descripção da febre amarella epidemica, que grassou em 1850”. &#039;&#039;Annaes Brazilienses de Medicina,&#039;&#039; Rio de Janeiro, 1851-1852.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Cancro. Parecer sobre a memória do dr. Bezerra de Menezes”. &#039;&#039;Annaes Brazilienses de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 1857-1858.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Febre amarela no Rio de Janeiro”. &#039;&#039;Annaes Brazilienses de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 1857-1858.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Nota sobre os effeitos da ergotina e centeio espigado nas hemorrhagias uterinas puerperaes”. &#039;&#039;Annaes Brazilienses de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, tomo 23º, 1857-1858.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Laringoscópio. Parecer sobre a memória do dr. Eduardo de Abreu”. &#039;&#039;Anais Brasileiros de Medicina&#039;&#039;, 1863-1864.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Sessão anniversaria da imperial sociedade amante da instrução, em 05 de setembro de 1866”. Rio de Janeiro: [s.n.], 1866.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Relatório do presidente da Junta Central de Higiene Pública, Dr. José Pereira Rego”. Rio de Janeiro: [s.n.], 1868.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Pontos de contato entre a escarlatina e a difteria”. &#039;&#039;Annaes Brazilienses de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, tomo 27, 1871-1872.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Diagnostico entre os envenenamentos e as molestias naturaes”. &#039;&#039;Annaes Brazilienses de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, tomo 23&amp;lt;sup&amp;gt;o&amp;lt;/sup&amp;gt;, 1871-1872.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Esboço historico das epidemias que teem grassado na cidade do Rio de Janeiro desde 1830 até 1870”. &#039;&#039;Diário Official do Império do Brazil&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 1872.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Memória historica das epidemias de febre amarella e cholera-morbus que tem reinado no Brazil”. Rio de Janeiro: Typografia Nacional, 1873.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Relatório sobre o estado do systema actual de esgostos e o movimento sanitario desta côrte desde que está elle em execução; apresentado à Academia Imperial de Medicina pelo seu presidente, etc.”. Rio de Janeiro: [s.n.], 1873.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Relatório da commissão nomeada pela imperial academia de medicina para analysar o relatorio apresentado ao governo imperial pelo sr. Engenheiro fiscal junto à companhia &#039;&#039;City Improvements&#039;&#039; acerca do estado dos esgotos e sua influencia sobre a saude publica desta côrte, em resposta a outro que sobre o mesmo assumpto enviou a academia ao governo imperial”. Rio de Janeiro: [s.n.], 1874.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Bases para confecção de uma lei sobre vacinação e revacinação obrigatórias”. Rio de Janeiro: [s.n.], [1875].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Fibromioma da cavidade uterina expulso espontaneamente”. &#039;&#039;Progresso Medico&#039;&#039;, v. 1, 1876.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Exame comparado da meteorologia com o estado pathologico e a mortalidade do Rio de Janeiro, extrahidos do relatorio das repartições de saude publica”. &#039;&#039;Progresso Medico&#039;&#039;, tomo 1º, 1876.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Estudo sobre as epidemias que tem grassado na cidade do Rio de Janeiro desde 1871 até 1878”. &#039;&#039;Progresso Medico&#039;&#039;, tomo 2º e tomo 3º, 1877.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Tratamento e prophilaxia de cholera-morbus: relatório da Junta Central de Hygiene”. Rio de Janeiro: [s.n.], 1878.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Plano dos melhoramentos necessarios para preservar a cidade do Rio de Janeiro das epidemias reinantes”. Rio de Janeiro: [s.n.], 1878.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Apontamentos sobre a mortalidade da cidade do Rio de Janeiro, particularmente das crianças e sobre o movimento de sua população no primeiro quatriennio depois do recenseamento feito em 1872”. Rio de Janeiro: Typografia Nacional, 1878.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Relatorios da Junta Geral de Higiene Publica (1865 a 1880)”. Rio de Janeiro: [s.n.], 1865-1880.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Relatórios da Junta Central de Higiene, Instituto Vacínico e Saúde do Porto, apresentando ao Governo Imperial”. Rio de Janeiro: Typografia Nacional, 1866-1880.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Estudo das epidemias que tem grassado nesta côrte de 1871 até 1880”. &#039;&#039;Annaes Brazilienses de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, tomo 48º, [s.d.].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Estado sanitario da cidade do Rio de Janeiro no decurso do anno de 1880 e no de 1881”. &#039;&#039;Annaes Brazilienses de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, tomo 33º, [s.d.].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Discursos proferidos perante a Academia Imperial de Medicina pelo presidente nos annos de 1864 a 1881”. &#039;&#039;Annaes Brazilienses de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, tomo 29º a 31º e 33º a 47º, [s.d.].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Exposição do estado sanitario desta côrte no decurso do anno de 1881, lida na sessão da Imperial Academia de Medicina de 21 de março de 1882, seguida de dous mappas da mortalidade no anno de 1881”. [s.l.]: [s.n.], [s.d.].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Estudo das epidemias que tem grassado na cidade do Rio de Janeiro”. &#039;&#039;Annaes Brazilienses de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, tomo XXXIV, 1882.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Coleção de formulas para o tratamento das moléstias da infância, organizada para o Hospital da Santa Casa da Misericórdia pelo Consº Barão do Lavradio”. Rio de Janeiro: [s.n.], 1882.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Moléstias de crianças mais frequentes nas classes pobre no Rio de Janeiro”. &#039;&#039;Annaes Brazilienses de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 1882-1884.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Discurso lido na sessão de 27 de julho do corrente anno (1886)”. Rio de Janeiro: [s.n.], 1886.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Exposição do movimento sanitário da cidade do Rio de Janeiro no 1&amp;lt;sup&amp;gt;o&amp;lt;/sup&amp;gt; semestre de 1886”. &#039;&#039;Annaes da Academia Imperial de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 4ª série, tomo 2º, 1886-1887.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Parecer sobre a memória do dr. José Maria Teixeira: Causas da Mortalidade das crianças no Rio de Janeiro”. &#039;&#039;Annaes da Academia Imperial de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 1887.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Exposição do movimento sanitário da cidade do Rio de Janeiro no decurso do 2&amp;lt;sup&amp;gt;o&amp;lt;/sup&amp;gt; semestre de 1886”. &#039;&#039;Annaes da Academia Imperial de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, tomo 2º, 1887-1888.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Exposição do movimento sanitário da cidade do Rio de Janeiro”. &#039;&#039;Annaes da Academia Imperial de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, tomo 4º, 1888-1889.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Formulário de moléstias de crianças para o uso do hospital da Santa Casa da Misericórdia”. Rio de Janeiro: [s.n.], 1890.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Utilidade de estabelecer-se a constituição medica no Rio de Janeiro”. &#039;&#039;Annaes Brazilienses de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, tomo 9º, [s.d.].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Tetano”. &#039;&#039;Annaes Brazilienses de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, tomo 28º, [s.d.].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Algumas considerações sobre as causas da mortalidade das crianças no Rio de Janeiro e moléstias mais freqüentes nos seis a sete primeiros anos de vida”. &#039;&#039;Annaes Brazilienses de Medicina,&#039;&#039; Rio de Janeiro: [s.n.], [s.d.].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Contribuição ao estudo das moléstias mais freqüentes nas crianças das classes pobres desta cidade, de alguns fatos clínicos de interesse e de algumas apreciações sobre a preponderância e robustez das raças”. &#039;&#039;Annaes Brazilienses de Medicina,&#039;&#039; Rio de Janeiro: [s.n.], [s.d.].&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- BARATA, Carlos Eduardo de Almeida. &#039;&#039;&#039;Presidentes do Senado no Império. Uma Radiografia Histórica, Genealógica, Social, Política e Diplomática do Brasil Imperial&#039;&#039;&#039;. 1997. ([[Fontes de informação#RGPL|RGPL]])&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- BARBOSA, Plácido; REZENDE, Cassio Barbosa. &#039;&#039;&#039;Os Serviços de Saúde Pública no Brasil especialmente na cidade do Rio de Janeiro de 1808 a 1907 (esboço histórico e legislação). Primeiro volume (Esboço Histórico).&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1909. In: FIOCRUZ. Obras Raras Fiocruz. Acervo Digital de Obras Raras e Especiaes. Capturado em 28 set. 2020. Online.  Disponível em: https://www.obrasraras.fiocruz.br/media.details.php?mediaID=243&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- BRASIL. Decreto nº 598, de 14 de setembro de 1850. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação.  Capturado em 24 ago. 2020. Online. Disponível na Internet:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://legis.senado.leg.br/norma/597608/publicacao?tipoDocumento=DPL-n&amp;amp;tipoTexto=PUB&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- BRASIL. Decreto nº 2.052, de 12 de dezembro 1857. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação.  Capturado em 24 ago. 2020. Online. Disponível na Internet:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://legis.senado.leg.br/norma/395257/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-  CAMPOS, Murillo de. José Pereira Rego. Patrono da Cadeira nº 7. &#039;&#039;Tribuna Médica&#039;&#039;, Rio de Janeiro, p.14-16, out. 1968. Arquivo pessoal da Academia Nacional de Medicina. ([[Fontes de informação#ANM|ANM]])&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- GENOVEZ, Patrícia Falco. A viagem enquanto forma de poder: a viagem de Pedro II e a inauguração da rodovia União e Indústria, em 1861. &#039;&#039;Tempo,&#039;&#039; Rio de Janeiro, v.3, n.5, p.161-180, 1998. Capturado em 16 jun. 2020. Online. Disponível na Internet: https://www.historia.uff.br/tempo/artigos_livres/artg5-8.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- JOSÉ Pereira Rego. In: ACADEMIA NACIONAL DE MEDICINA. Capturado em 8 out. 2020. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;nowiki&amp;gt;https://www.anm.org.br/jose-pereira-rego-barao-do-lavradio/&amp;lt;/nowiki&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- JOSÉ Pereira Rego. In: BLAKE, Augusto Victorino Alves Sacramento. &#039;&#039;&#039;Diccionario Bibliographico Brazileiro&#039;&#039;&#039;. &#039;&#039;&#039;Quinto volume.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1899. pp.126-130. Capturado em 16 jun. 2020. Online. Disponível na Internet: https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/5450&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- LACAZ, Carlos da Silva. &#039;&#039;&#039;Vultos da Medicina Brasileira&#039;&#039;&#039;. Rio de Janeiro: Pfizer, vol. 1, 1966.  ([[Fontes de informação#ANM|ANM]])&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- MAGALHÃES&#039;&amp;lt;nowiki/&amp;gt;&#039;&#039;, &#039;&#039;&#039;Marcelo de Souza. &#039;&#039;Formulando projetos para a cidade: o Conselho Municipal do Rio de Janeiro Discutindo A Questão Da Habitação Popular (1892-1902).&#039;&#039; Revista de História Regional&#039;&#039;,&#039;&#039; v.5, n.1, verão 2000. Capturado em 08 jun. 2020. Online. Disponível na Internet: https://www.revistas2.uepg.br/index.php/rhr/article/view/2097/1578 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;-&#039;&#039; RIBEIRO, Lourival. &#039;&#039;&#039;O Barão de Lavradio e a higiene no Rio de Janeiro Imperial&#039;&#039;&#039;.Rio de Janeiro: Editora Itatiaia Limitada, 1992.      ([[Fontes de informação#BN|BN]])&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;- _______________.&#039;&#039; &#039;&#039;&#039;Figuras e fatos da medicina no Brasil&#039;&#039;&#039;. Rio de Janeiro: [Editorial Sul-Americana S.A.], 1964.     ([[Fontes de informação#RGPL|RGPL]])&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;-&#039;&#039; SANTOS FILHO, Lycurgo de Castro. &#039;&#039;&#039;História Geral da Medicina Brasileira.&#039;&#039;&#039; São Paulo: HUCITEC/EDUSP, 1991. v. 2.      ([[Fontes de informação#BCCBB|BCCBB]])&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;-&#039;&#039; VASCONCELOS, Vasco Joaquim Smith de. &#039;&#039;&#039;Médicos e cirurgiões da Imperial Câmara. Reinados de D. Pedro I e D. Pedro II&#039;&#039;&#039;. Campinas, São Paulo: [Academia Campinense de Letras], 1964.  ([[Fontes de informação#BN|BN]])&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa – Rodrigo Borges Monteiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
Redação – Rodrigo Borges Monteiro, Maria Rachel Fróes da Fonseca.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Revisão – Francisco José Chagas Madureira&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atualização - Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Forma de citação&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Dicionário Histórico-Biográfico das Ciências da Saúde no Brasil (1832-1930)&amp;lt;br /&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;     &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;[[Category:Verbetes]]&lt;br /&gt;
[[Category:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Rachel.froes</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=LABORAT%C3%93RIO_QU%C3%8DMICO_DO_MUSEU_IMPERIAL_E_NACIONAL&amp;diff=1558</id>
		<title>LABORATÓRIO QUÍMICO DO MUSEU IMPERIAL E NACIONAL</title>
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		<updated>2023-08-24T17:58:18Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Rachel.froes: /* Fontes */ formatação final&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Denominações:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Laboratório Químico do Museu Imperial e Nacional (1824)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;O Laboratório Químico do Museu Imperial e Nacional foi criado em dezembro de 1824, por iniciativa do diretor do Museu, João da Silveira Caldeira. Foi instalado no andar de baixo do referido Museu, situado no Campo de Santana, na cidade do Rio de Janeiro. Realizou as primeiras análises de combustíveis nacionais e de amostras de pau-brasil, e posteriormente, também, as primeiras perícias toxicológicas do país. Em 1911, já estando instalado o Museu no antigo Palácio Imperial da Quinta da Boa Vista, o Laboratório foi desdobrado em &amp;quot;Laboratório de Química Analítica&amp;quot; e &amp;quot;Laboratório de Química Vegetal&amp;quot;, fundindo-se novamente em Laboratório de Química, em 1916. Em março de 1931, o Departamento de Química do Museu foi extinto.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Histórico&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Com a vinda da Corte portuguesa para o Brasil (1808) e o movimento intenso de naturalistas que aqui chegaram, houve por todo o país, mais acentuadamente na cidade do Rio de Janeiro, uma valorização dos estudos de história natural enfatizando o seu caráter prático. Neste ambiente, foi criado, em 6 de junho de 1818, o [[MUSEU_REAL|&amp;lt;u&amp;gt;Museu Real&amp;lt;/u&amp;gt;]], a primeira instituição brasileira dedicada exclusivamente ao estudo das ciências naturais. O Museu, instalado inicialmente no Campo de Santana, teve como seu primeiro diretor o franciscano Frei José Batista da Costa Azevedo (1818-1822), que havia freqüentado o curso de Ciências Naturais na Universidade de Coimbra, destacando-se em mineralogia. &amp;amp;nbsp;Entretanto, foi na gestão de seu sucessor, João da Silveira Caldeira (1823-1827), que foi instalado no andar de baixo do então denominado [[MUSEU_IMPERIAL_E_NACIONAL|&amp;lt;u&amp;gt;Museu Imperial e Nacional&amp;lt;/u&amp;gt;]], em 1824, o Laboratório Químico. Segue-se o texto da Decisão nº206, de 15 de dezembro de 1824, que criou o Laboratório:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Manda S.M. o imperador, pela secretaria de estado dos negócios do império, participar ao diretor do Museu Nacional que lhe foi presente o seu ofício de 9 de novembro próximo passado, no qual mostra as vantagens práticas que possam resultar à Nação de estabelecimento de um laboratório químico nesta corte, e o local mais próprio para o seu assentamento, ajuntando uma lista de aparelhos e instrumentos necessários para o fim proposto; e o mesmo Augusto Senhor havendo dado nesta data as suas imperiais ordens para se mandar pela repartição dos negócios estrangeiros, proceder à compra dos mencionados instrumentos, tem resolvido que o edifício do laboratório se faça no mesmo terreno do museu, por baixo dos novos salões que se estão fazendo, como já foi proposto pelo mencionado diretor. Palácio do Rio de Janeiro, em 15 de dezembro de 1824. – Estevão Ribeiro de Resende” (Apud AZEVEDO, 1994, p. 26).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;João da Silveira Caldeira foi o grande responsável pela idealização e instalação do Laboratório, e seu primeiro diretor (27/10/1823-1827). Doutor em medicina pela Universidade de Edimburgo e hábil químico, já aos 19 anos fez estágio em Paris com renomados químicos como Louis Nicolas Vauquelin (1763-1829) e André Laugier (1770-1832), e também com o mineralogista René Just Haüy (1743-1822). Silveira Caldeira publicou, em 1825, a “Nova Nomenclatura Química Portuguesa”, um dos primeiros compêndios de assuntos químicos escrito no Brasil.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Laboratório Químico do Museu Imperial e Nacional foi, na opinião de Alfredo Andrade (1949), o primeiro laboratório químico para análises a ser fundado no país, pois o Laboratório Químico-Prático, criado em 1812, destinava-se fundamentalmente a exames de produtos farmacêuticos. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; Depois de devidamente aparelhado, passaram a ser realizadas no Laboratório Químico as primeiras análises de combustíveis nacionais e de amostras de pau-brasil.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ladislau de Souza Mello Netto, diretor (interino, de 1870 a 1875, e efetivo de 1875 a 1892), do [[MUSEU_IMPERIAL_E_NACIONAL|&amp;lt;u&amp;gt;Museu Imperial e Nacional&amp;lt;/u&amp;gt;]], em sua obra “Investigações históricas e scientificas sobre o Museu Imperial e Nacional do Rio de Janeiro”, publicada em 1870, destacou a criação do laboratório:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Havia-se creado, justamente pouco antes, em Dezembro de 1824, por baixo do salão ocupado actualmente pela Secção de Botanica, um laboratório chimico e physico, convenientemente preparado para as analyses e experiencias de que houvesse mister o estabelecimento, e com este sdous notáveis e importantes melhoramentos recebeu o digno diretor um vasto e rico pascigo para suas sabias lucubrações”. (LADISLÁU NETTO, 1870, p.38)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em outro trecho de sua obra, Mello Netto recordou o decreto imperial, de 10 de abril de 1830, segundo o qual, tendo em vista a aprovação da proposta da Sociedade Auxiliadora da Industria Nacional sobre o estabelecimento de escolas normais de diferentes disciplinas, estas escolas deveriam funcionar nas casa por baixo do Museu Imperial e Nacional, e que os lentes de química e física deveriam proferir suas aulas no laboratório do Museu, utilizando-se dos instrumentos que fossem convenientes aos estudos (LADISLÁU NETTO, p.57).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Outro diretor do Museu, João Batista de Lacerda, em 1905, ao apresentar as recordações históricas e científicas da instituição, referiu-se ao Laboratório Químico do Museu Imperial e Nacional:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Por esse tempo, no andar de baixo do Museu foi instalado, de acordo com as solicitações de Caldeira, um laboratório para os estudos physicos e chimicos, provido de todos os arranjos necessários a investigações daquele gênero. Foi utliisando-se desses recursos práticos, que o Diretor do Museu poude ali realizar estudos sobre um combustível mineral e sobre o pau brazil”. (LACERDA, 1905, 13)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1828, assumiu a gestão do [[MUSEU_IMPERIAL_E_NACIONAL|&amp;lt;u&amp;gt;Museu Imperial e Nacional&amp;lt;/u&amp;gt;]] e do Laboratório Químico, o frei carmelita Custódio Alves Serrão (1828-1847), formado na Universidade de Coimbra, lente de zoologia e botânica da &amp;lt;u&amp;gt;Academia Real Militar&amp;lt;/u&amp;gt;, e autor da “Lições de chimica e mineralogia”. Neste período houve um crescimento do número e da variedade das análises realizadas pelo Laboratório.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;De acordo com Nadja Paraense dos Santos, a [[SOCIEDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Sociedade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]] teria solicitado autorização em 1831 para que seus membros pudessem utilizar os laboratórios e instrumentos disponíveis no Museu (SANTOS, 2004).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Por ordem do Imperador, em 1840, foram solicitados a Agostinho Rodrigues da Cunha os meios para preparar, no Laboratório Químico do Museu, as experiências para as exposições de química industrial, colaborando assim com a instrução científica popular (ANDRADE, 1949). &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1847, Alves Serrão foi substituído por Frederico Leopoldo Cezar Burlamaque (1847-1866), formado em matemática pela Academia Real Militar e secretário perpétuo da Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional, que logo tratou de melhorar e enriquecer os recursos da entidade com a ajuda de Guilherme Schüch de Capanema, &amp;amp;nbsp;(Barão de Capanema), que se tornou diretor-adjunto em 1849. Em função desta renovação dos recursos, foram efetuadas no Laboratório análises dos combustíveis naturais de diversas áreas, entre elas Tubarão, Herval, Fernando de Noronha e Lago Sacoré (sul da Bahia).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O diretor Burlamaque empenhou-se na transferência do laboratório, da sala escura e mal arejada em que se encontrava, para um outro local mais adequado às análises e experiências ali realizadas (LADISLÁU NETTO, 1870, p.101).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Neste Laboratório Químico foram realizadas as primeiras perícias toxicológicas do país, isto porque o Laboratório era franqueado a toda e qualquer requisição por parte do Chefe de Polícia da Corte. Não só a Comissão Médica Policial da Corte, mas também o Chefe de Polícia de Niterói, fizeram uso dos recursos da instituição em 1856, para a perícia toxicológica de alguns órgãos, da qual participaram como peritos os médicos José Francisco de Sousa Lemos e Antônio José Pereira das Neves. Em outra ocasião, em 1861, chegaram ao Laboratório as vísceras do Cônego Antônio José Barbosa França, cuja morte gerou grande inquérito policial. Além de prestar a esses serviços, os aparelhos do Laboratório eram freqüentemente solicitados pela [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]] e pela Academia Real Militar para o ensino da química e da física. &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Após período de relativo abandono na gestão de [[CYSNEIROS,_FRANCISCO_FREIRE_ALLEMÃO_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Francisco Freire Allemão de Cysneiros&amp;lt;/u&amp;gt;]] (1866-1874) no [[MUSEU_IMPERIAL_E_NACIONAL|&amp;lt;u&amp;gt;Museu Imperial e Nacional&amp;lt;/u&amp;gt;]], o Laboratório teve novo e forte impulso com Ladislau de Souza Mello Netto (1874-1893), que convidou &amp;lt;u&amp;gt;[[PECKOLT,_THEODOR|Theodor Peckolt]]&amp;lt;/u&amp;gt; para reorganizá-lo. A mudança consistiu na análise e reclassificação de todos os minerais de classificação duvidosa e também de qualquer substância desconhecida das outras seções do estabelecimento. A partir desse trabalho, Peckolt realizou inúmeras pesquisas fitoquímicas a respeito de nossa flora e publicou duas obras: “História das plantas alimentares e de gozo no Brasil” e “História das plantas medicinais e úteis do Brasil”, pelas quais recebeu de D. Pedro II o oficialato da Ordem da Rosa.&amp;lt;br/&amp;gt; Somente em 1874, Ladislau de Souza Mello Netto, diretor interino do [[MUSEU_IMPERIAL_E_NACIONAL|&amp;lt;u&amp;gt;Museu Imperial e Nacional&amp;lt;/u&amp;gt;]] na época, entrou em contato com a Secretaria de Estado dos Negócios da Agricultura, Comércio e Obras Públicas para requisitar recursos para a reativação do Laboratório Químico do Museu. Em resposta, o diretor Ladislau recebeu deste órgão um comunicado cobrando o cumprimento da determinação do regulamento de 1842, que estabelecia a criação de cursos de ciências relativas às seções do Museu.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O [[MUSEU_NACIONAL|&amp;lt;u&amp;gt;Museu Nacional&amp;lt;/u&amp;gt;]] sofreu nova remodelação em 1910, na administração de João Baptista de Lacerda (1895-1915), e “de esquecido no Ministério da Justiça, apesar de seus trabalhos e da importância de suas coleções, passou à evidência no Ministério da Agricultura, recém-criado, a que prestou enorme subsídio no organizar as suas múltiplas repartições técnicas” (ANDRADE, 1922, p.8). A partir do decreto no 7.862, de 9 de fevereiro de 1910, a sede do Museu, então situada no antigo Palácio Imperial da Quinta da Boa Vista, passou por grandes reformas de ampliação de suas instalações. O gabinete de Química teve sua capacidade duplicada, tendo sido criados dois novos laboratórios dessa matéria pelo decreto no 9.211, de 15 de dezembro de 1911, o “Laboratório de Química Analítica” e o “Laboratório de Química Vegetal”. Em 1916, quando Alfredo Antônio de Andrade foi nomeado chefe dos laboratórios de química, na gestão de Bruno Alvares da Silva Lobo (1915-1923), os dois laboratórios se fundiram no “Laboratório de Química”, conforme apresentou o decreto nº 11.896, de 14 de janeiro de 1916.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Finalmente, em março de 1931, o Laboratório de Química deixou de ser uma seção autônoma da instituição que o abrigava, em decorrência da reforma realizada na gestão de Edgard Roquette-Pinto.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- ANDRADE, Alfredo de. História do Laboratório Químico do Museu. &amp;amp;nbsp;&#039;&#039;Revista da Sociedade Brasileira de Química&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.XVIII, ns.1-4, jan./dez. 1949. &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BN|BN]])&amp;lt;br/&amp;gt; - ANDRADE, Alfredo Antonio de. &#039;&#039;&#039;O Museu Nacional e a Difusão da Chimica.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Typologia do Museu Nacional, 1922. &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#MN|MN]])&amp;lt;br/&amp;gt; - AZEVEDO, Fernando de (org). &#039;&#039;&#039;As Ciências no Brasil. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 1994. v.2. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decisão nº 206, de 15 de dezembro de 1824. In: &#039;&#039;&#039;Collecção das Decisões do Governo do Império do Brazil de 1824.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Typographia Nacional, 1886. p.189. In: CÂMARA DOS DEPUTADOS. Legislação. Capturado em 23 jul. 2020. Online. Disponível na Internet: &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; [https://www2.camara.leg.br/atividade-legislativa/legislacao/colecao-anual-de-leis/copy_of_colecao2.html https://www2.camara.leg.br/atividade-legislativa/legislacao/colecao-anual-de-leis/copy_of_colecao2.html]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 7.862, de 9 de fevereiro de 1910. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 23 jul.2020. Online. Disponível na Internet:  [http://legis.senado.leg.br/norma/591610/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/591610/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 9.211, de 15 de dezembro de 1911. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 23 jul.2020. Online. Disponível na Internet:  [http://legis.senado.leg.br/norma/415674/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/415674/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 11.896, de 14 de janeiro de 1916. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 23 jul.2020. Online. Disponível na Internet:  [http://legis.senado.leg.br/norma/422224/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/422224/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - CARRARA, Ernesto; MEIRELLES, Hélio. &#039;&#039;&#039;A indústria química e o desenvolvimento do Brasil (1500-1889). &#039;&#039;&#039;São Paulo: Metalivros, 1996. &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#IHGB|IHGB]])&amp;lt;br/&amp;gt; - LACERDA, J. B. de. &#039;&#039;&#039;Fastos do Museu Nacional do Rio de Janeiro. Recordações históricas e scientificas fundadas em documentos authenticos e informações verídicas. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1905. In: UFRJ. Museu Nacional. Capturado em 21 set. 2020. Online. Disponível na Internet:  [http://www.museunacional.ufrj.br/semear/docs/Livros/livro_LACERDA-JOAO.pdf http://www.museunacional.ufrj.br/semear/docs/Livros/livro_LACERDA-JOAO.pdf]&amp;lt;br/&amp;gt; - LADISLÁU NETTO. &#039;&#039;&#039;Investigações históricas e scientificas sobre o Museu Imperial e Nacional do Rio de Janeiro. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Instituto Philomatico, 1870. In: &amp;amp;nbsp;UFRJ. Repositório. Capturado em 21 set. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[https://bdor.sibi.ufrj.br/bitstream/doc/27/1/0055%20ocr.pdf https://bdor.sibi.ufrj.br/bitstream/doc/27/1/0055%20ocr.pdf]&amp;lt;br/&amp;gt; - SANTOS, Manoel Heleno Rodrigues dos. &#039;&#039;&#039;Aspectos históricos do ensino superior em Pernambuco e sua Escola de Química. &#039;&#039;&#039;Recife: [s. n.],1982. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BN|BN]])&amp;lt;br/&amp;gt; - SANTOS, Nadja Paraense dos. Os Primeiros Laboratórios Químicos do Rio de Janeiro. In: ENCONTRO REGIONAL DE HISTÓRIA, 11, 2004. Anais. Rio de Janeiro: ANPUH, 2004. Capturado em 23 jul. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://www.museunacional.ufrj.br/semear/docs/Apresentados_em_eventos/texto_SANTOS-NADJA.pdf http://www.museunacional.ufrj.br/semear/docs/Apresentados_em_eventos/texto_SANTOS-NADJA.pdf]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa - Gil Baião Neto, Maria Rachel Fróes da Fonseca&amp;lt;br/&amp;gt; Redação - Gil Baião Neto, Maria Rachel Fróes da Fonseca&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; Revisão - Francisco José Chagas Madureira.&amp;lt;br/&amp;gt; Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Forma de citação =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&lt;br /&gt;
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&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Dicionário Histórico-Biográfico das Ciências da Saúde no Brasil (1832-1970)&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    [[Category:Verbetes]] [[Category:Instituições de Pesquisa]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Rachel.froes</name></author>
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	<entry>
		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=INSTITUTO_SERUMTER%C3%81PICO_DO_ESTADO_DE_S%C3%83O_PAULO&amp;diff=1557</id>
		<title>INSTITUTO SERUMTERÁPICO DO ESTADO DE SÃO PAULO</title>
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		<updated>2023-08-24T17:51:12Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Rachel.froes: /* Estrutura e funcionamento */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Denominações:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Instituto Serumterápico do Estado de São Paulo (1901); [[INSTITUTO_SOROTERÁPICO_DE_BUTANTAN|Instituto Soroterápico de Butantan]] (1918); [[INSTITUTO_BUTANTAN|Instituto Butantan]] (1925)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;O Instituto Serumterápico do Estado de São Paulo foi oficialmente criado, em 23 de fevereiro de 1901, pelo decreto nº 878-A, destinado a fabricar soros e vacinas. O Instituto originalmente foi o laboratório soroterápico, uma dependência do Instituto Bacteriológico, instalado em 1900 na fazenda do Butantan, em São Paulo. Com sua autonomia em 1901, o Instituto Serumterápico passou a ser dirigido pelo médico Vital Brazil, um estudioso do ofidismo que acabaria por imprimir esta marca ao instituto, futuramente conhecido como Instituto Butantan.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Histórico&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O surto de peste bubônica na cidade de Santos, no ano de 1899, foi o acontecimento que motivou a criação, em caráter emergencial, de um laboratório para preparo do soro antipestoso, anexo ao [[INSTITUTO_BACTERIOLÓGICO_DO_ESTADO_DE_SÃO_PAULO|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Bacteriológico do Estado de São Paulo&amp;lt;/u&amp;gt;]], o futuro Instituto Serumterápico do Estado de São Paulo.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O assistente de Adolpho Lutz no Instituto Bacteriológico, inspetor sanitário Vital Brazil Mineiro da Campanha (Vital Brazil), o médico enviado pela Inspetoria Geral de Higiene Pública, [[CRUZ,_OSWALDO_GONÇALVES|&amp;lt;u&amp;gt;Oswaldo Gonçalves Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]], e o conhecido cirurgião carioca, Eduardo Chapot Prévost, foram os responsáveis pelo diagnóstico da doença. Era necessária a importação do soro curativo produzido apenas pelo Instituto Pasteur de Paris, mas a instituição não dispunha de quantidade suficiente para suprir a demanda mundial.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi então que Emílio Marcondes Ribas, diretor do Serviço Sanitário do Estado do Estado de São Paulo, propôs ao governo a criação de um laboratório para o preparo do soro e da vacina antipestosa, ao mesmo tempo em que na Capital Federal também era criado um laboratório semelhante, o [[INSTITUTO_SOROTERÁPICO_FEDERAL|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Soroterápico Federal&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Presidente do Estado de São Paulo, Fernando Prestes, e o Secretário do Interior, José Pereira de Queiroz, aceitaram de imediato a idéia de Emílio Ribas e o incumbiram, ao lado de Adolpho Lutz, [[CRUZ,_OSWALDO_GONÇALVES|&amp;lt;u&amp;gt;Oswaldo Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]] e Vital Brazil, de escolher o local apropriado para a instalação do novo laboratório.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em dezembro de 1899, a fazenda em Butantan era escolhida como o lugar para a produção das vacinas e imunização dos cavalos produtores dos soros preventivo e curativo contra a peste bubônica. O pavor da população em relação à doença tornou conveniente escolher um local bem distante da cidade. Sendo assim, decidiu-se por aquela propriedade de 300 hectares situada a cerca de 9 km do centro da capital.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Adolpho Lutz ficou encarregado da organização do novo laboratório soroterápico que funcionaria como uma dependência do Instituto Bacteriológico do qual era diretor. Comprada a fazenda em Butantan, ele começou a fazer sua adaptação. No ofício nº 185 de 16 de dezembro de 1899, emitido por Adolfo Lutz e dirigido ao diretor do Serviço Sanitário, Lutz remetia ao governo a lista do material necessário. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em janeiro de 1900, Adolpho Lutz requisitou cavalos do esquadrão de cavalaria para dar início à imunização de animais e, a 26 de junho, enviou ao diretor do Serviço Sanitário uma “relação das cobras venenosas observadas entre nós”, já dando indícios daquele ramo de atividade que distinguiria o futuro Instituto Butantan de outras instituições de pesquisa do país.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em um ano o laboratório ganhou autonomia, recebendo a atribuição de fabricar todos os soros e vacinas requeridos pelo Serviço Sanitário do Estado de São Paulo, ao qual era subordinado. No dia 23 de fevereiro de 1901, pelo decreto nº 878-A, o laboratório soroterápico desligava-se do Instituto Bacteriológico passando a chamar-se Instituto Serumterápico do Estado de São Paulo. Nesse mesmo dia, nomeava-se diretor Vital Brazil e ajudante Abdon Petit Guimarães Carneiro.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Vital Brazil começou a organizar o estabelecimento e a preparar a vacina e o soro contra a peste bubônica. Como as instalações eram impróprias, mandou construir uma cocheira-enfermaria para os cavalos, um alpendre para sangria e um pequeno pavilhão para colheita, distribuição e acondicionamento dos soros.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A microbiologia ganhava então enorme importância no contexto mundial. A partir dos estudos pioneiros de Pasteur e do Instituto parisiense que levava seu nome, a medicina experimental espalhou-se pelo mundo. Cada vez mais a cura para as diversas doenças era buscada nos laboratórios e não nos hospitais. No Brasil, sua influência se fez sentir pela atuação dos médicos fundadores dos institutos de pesquisa surgidos a partir do último quartel do século XIX.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Desde 1897, Vital Brazil, na época ainda ajudante no [[INSTITUTO_BACTERIOLÓGICO_DO_ESTADO_DE_SÃO_PAULO|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Bacteriológico do Estado de São Paulo&amp;lt;/u&amp;gt;]], se dedicava com grande interesse ao ofidismo, o estudo dos venenos das cobras, em particular das existentes no Brasil. O cientista se beneficiou da divulgação dos primeiros trabalhos de soroterapia que o orientaram no desenvolvimento de suas pesquisas para a produção de um soro contra a peçonha das serpentes brasileiras. Quando Vital Brazil começou a dedicar-se ao ofidismo, Albert Calmette demonstrava na França que o veneno ofídico, assim como as bactérias, era capaz de provocar anticorpos no organismo. Esta descoberta do cientista francês forneceu a chave para que Vital Brazil desenvolvesse o tratamento para o envenenamento causado pelas picadas de cobras e, indo mais além, demonstrasse a especificidade dos venenos e dos soros.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pode-se dizer, portanto, que a utilização da soroterapia no tratamento dos acidentes ofídicos se deveu aos dois cientistas.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ao assumir a direção do Instituto Serumterápico do Estado de São Paulo, Vital Brazil continuou, paralelamente ao preparo do soro antipestoso, com seus estudos sobre ofidismo. Em 11 de junho de 1901, entregava para consumo os primeiros tubos de soro antipestoso e dois meses depois os tubos dos soros antipeçonhentos, em especial o antiofídico, mistura de dois soros: o antibotrópico, contra o veneno da jararaca, e o anticrotálico, para tratamento do veneno da cascavel.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;As vacinas e soros fabricados em Butantan nos primeiros anos eram distribuídos em São Paulo para o Hospital de Isolamento, o Instituto Bacteriológico do Estado, a Diretoria do Serviço Sanitário e enviados também para o Rio de Janeiro, Paraná, Ceará e até para Londres. Em 1903, os soros antipeçonhentos eram mandados, além da capital e do interior paulistas, para o Rio de Janeiro, Minas Gerais, Maranhão, Bahia, Ceará, Rio Grande do Sul e Estados Unidos da América.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Contudo, Vital Brazil precisava de apoio para justificar a importância de seus estudos sobre o combate a venenos das cobras. Para obtê-lo, o bacteriologista publicou inúmeros artigos na Revista Médica de São Paulo e realizou conferências nas escolas Politécnica de São Paulo e de Farmácia, onde expunha os resultados de suas experiências.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O combate ao ofidismo era assunto que interessava bastante aos proprietários rurais, ao passo que para aprofundar suas pesquisas e produzir os soros Vital Brazil precisava dispor de grandes quantidades de veneno de cobras. Logo, o cientista introduziu um sistema de permutas, através do qual trocava as cobras necessárias para seus estudos, por tubos de soros e instrumentos para sua aplicação.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1903, Vital Brazil ganhou como prêmio por suas investigações uma viagem para a Europa, onde permaneceu um ano. Na sua volta, passou a reivindicar ao governo um aumento de verbas para a construção de novas instalações e contratação de pessoal. De 1906 em diante, a produção do soro antipestoso diminuiu progressivamente em função do controle das epidemias, enquanto os soros antipeçonhentos e o antidiftérico iam tornando-se os principais produtos do Instituto. Havia sido iniciada também a produção da tuberculina, usada no diagnóstico da tuberculose, e os poucos funcionários do Instituto também se dedicavam à pesquisa de outros soros, vacinas e medicamentos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Os pedidos de Vital Brazil começaram a ser atendidos com a contratação de mais um ajudante em 1907, mas na década de 1910 é que o Instituto passou por maiores transformações. Naquele ano, iniciou-se a construção do novo prédio, conhecido como Laboratório Central, inaugurado em 1914.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; O Instituto produzia, então, a vacina e o soro antipestoso, os soros antidiftérico, antiofídico, anticrotálico, antibotrópico e antitetânico, e a tuberculina diluída. Além disso estavam em andamento os projetos para pesquisa dos soros anticolérico, antimeningocócico, antiestafilocócico, antiestreptocócico, antiescorpiônico, soros aglutinantes diversos, vacina anticarbunculosa e outros; além de estudos sobre a sistemática e biologia das serpentes, aracnídeos e suas diferentes peçonhas e sobre os insetos sugadores. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A partir de 1917, finalmente, o Instituto sofreu efetivamente uma remodelação que ampliou suas funções e, em decorrência disso, suas instalações e quadro de funcionários.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Com o ingresso de Arthur Neiva na direção do Serviço Sanitário do Estado de São Paulo, no ano anterior, o Instituto Serumterápico se tornou objeto de uma série de reformulações sucessivas. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Segundo Luís Antônio Teixeira, Neiva queria fazer do instituto paulista um equivalente do [[INSTITUTO_OSWALDO_CRUZ|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Oswaldo Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]] pelo aumento de suas atribuições. Nesse sentido, a partir de 1917, o Instituto sofreu uma “reviravolta”, quando o “Serviço Sanitário de São Paulo passou por uma reformulação e o Instituto Soroterápico de Butantan deixou de ser visto apenas como uma instituição produtora de imunizantes para debelar possíveis epidemias, passando a ser considerado uma agência central na execução de diversas ações de saúde pública” (TEIXEIRA, 1993).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Essas transformações inseriam-se em um contexto maior. Um certo movimento de idéias que estava ganhando vulto articulava-se a uma mudança de foco por parte de médicos sanitaristas e do governo, os quais cada vez mais deslocavam sua atenção dos núcleos urbanos para as áreas rurais. Essa mudança ganhou expressão política com a fundação da Liga Pró-Saneamento no ano de 1918 e a criação do Departamento Nacional de Saúde Pública em 1920.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O próprio Neiva que havia participado de expedições científicas do Instituto Oswaldo Cruz ao interior do país havia sido bastante influenciado por esse movimento.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A seção de química, o Horto Oswaldo Cruz, o Serviço de Medicamentos Oficiais e os cursos de higiene para professores e diretores da rede pública de ensino, que visavam transformá-los em agentes de saúde, foram os meios pelos quais o Instituto Serumterápico do Estado de São Paulo, associado ao governo, procurou combater as endemias rurais.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Com a reforma empreendida por Arthur Neiva, a entidade passou a denominar-se Instituto Soroterápico de Butantan. Apesar de não ter suprimidas suas atividades de pesquisa e produção de soros na área do ofidismo, suas novas atribuições, em especial a produção de medicamentos para comercialização, comprometiam o perfil da instituição que vinha sendo moldado por Vital Brazil desde sua fundação. Esta tentativa de Neiva em dar nova identidade ao Instituto, pela ampliação de suas atividades e atribuições, teria sido, segundo alguns autores, o motivo do afastamento de Vital Brazil que, oficialmente, se aposentou em 1919.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A saída do diretor, acompanhado por técnicos do Instituto, desencadeou uma crise no Butantan. Vital Brazil fundou em Niterói, no Rio de Janeiro, um instituto particular que levava o seu nome, contando com o apoio do Presidente do Estado, Raul de Morais Veiga, que lhe concedeu o terreno e uma subvenção em troca do compromisso de fabricar vacina anti-rábica e de realizar exames bacteriológicos para a Inspetoria de Higiene e Saúde Pública.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Quatro dos oito pesquisadores assistentes do Butantan, Dorival de Camargo Penteado, Octávio de Morais Veiga, Arlindo Raymundo de Assis e Joaquim Crissiúma de Toledo, deixaram o Butantan com seu fundador e diretor. No mesmo ano de 1919, faleceu João Florêncio Gomes, o assistente mais apto a assumir a direção do Instituto. Do quadro anterior permaneceram apenas o botânico Frederico Carlos Hoehne, o químico Paulo Alberto de Araújo e Afrânio Pompilio Bransford do Amaral.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Antônio Pinheiro de Ulhôa Cintra ficou responsável por dirigir interinamente o Instituto, de 11 de julho a 31 de outubro de 1919, e, a partir de dezembro desse ano, foi sucedido por Afrânio Pompilio Bransford do Amaral até setembro de 1921. Naquele ano assumiu, então, Rudolf Kraus (1868-1932), ex-diretor do Instituto Bacteriológico de Buenos Aires. A crise desorganizou os serviços e afetou as finanças do Instituto pela diminuição dos produtos comercializados. Funcionários de outras unidades do Serviço Sanitário foram deslocados para o Butantan.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Vital Brazil voltou ao Butantan em setembro de 1924 com contrato de quatro anos a convite do Presidente do Estado Carlos de Campos. No ano seguinte, o decreto estadual nº 3.876 de 11 de julho de 1925, uniu os Institutos Bacteriológico, Soroterápico e Vacinogênico em “uma seção única do Serviço Sanitário, sob a direção de um mesmo profissional”. Os três institutos reunidos passaram a ser designados pelo nome de Instituto Butantan, funcionando no mesmo local. Com a fusão, a entidade passou a ter como atribuições, além da produção dos soros e vacinas para defesa sanitária, os exames bacterioscópicos, bacteriológicos e o preparo da vacina jenneriana contra a varíola. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Durante esta segunda direção de Vital Brazil foi criado o Laboratório de Fisiologia, foram desenvolvidas as pesquisas em microbiologia e imunologia, e aumentados o número de trabalhos publicados, o quadro de assistentes e as verbas destinadas ao Instituto. O diretor também promoveu uma série de conferências populares que visavam a divulgação de conhecimentos científicos, organizou um museu de culturas de microorganismos e dedicou-se à investigação da vacina BCG contra o bacilo da tuberculose. Durante esse período, foram fechados o Horto Oswaldo Cruz e a seção de Opoterapia, e extinto um Posto antiofídico que o Butantan possuía na Bahia.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1931, pelo decreto estadual n.º 4.891 de 13 de fevereiro, que reorganizou o Serviço Sanitário do Estado de São Paulo, o Instituto Bacteriológico foi desligado do Butantan. &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Com a criação da Universidade de São Paulo, em 1934, o Instituto Butantan passou a fazer parte daquela instituição como órgão complementar e sua direção, daí em diante, passou a ser exercida, em comissão, por profissionais nomeados pelo Governo do Estado.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Além destes, também passaram pelo Instituto: Abdon Petit Guimarães Carneiro; Dorival de Camargo Penteado; Bruno Rangel Pestana; João Florêncio Gomes; Theodureto Leite de Almeida Camargo; Victor Salcedo; Tarcísio de Magalhães; Raul de Magalhães; Álvaro de Lemos Torres; Octávio de Morais Veiga; Joaquim Crissiúma de Toledo; Afrânio Pompilio Bransford do Amaral; &amp;amp;nbsp;Frederico Carlos Hoehne e Arlindo Raymundo de Assis.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Diretores (1921-1930):&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br/&amp;gt; Vital Brazil (1901-1919; 1924-1927); Dorival Camargo Penteado (interino 13/05/1904-13/05/1905); Rudolf Kraus (1921-1923); Lucas de Assunção (interino 02/09/1927-11/03/1928); Afrânio Pompilio Bransford do Amaral (1928-1935). Entre 1919 e 1921, o Instituto foi entregue a diretores interinos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Estrutura e funcionamento&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Entre 1899 e 1901, na fazenda do Butantan, funcionou o laboratório soroterápico do [[INSTITUTO_BACTERIOLÓGICO_DO_ESTADO_DE_SÃO_PAULO|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Bacteriológico do Estado de São Paulo&amp;lt;/u&amp;gt;]]. Este laboratório ganhou autonomia em 23 de fevereiro de 1901, pelo decreto n.º 878-A, como Instituto Serumterápico do Estado de São Paulo, sendo diretamente subordinado ao Serviço Sanitário e possuindo o objetivo imediato de preparar o soro e a vacina contra a peste bubônica para atender as necessidades do Estado.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Enquanto o laboratório se manteve como dependência do Instituto Bacteriológico, o único técnico designado para os trabalhos era Vital Brazil, que seria nomeado diretor do novo instituto em 1901. De acordo com o decreto n.º 878-A, o Instituto Serumterápico passou a contar também com um ajudante, um escriturário, dois auxiliares para a manipulação do soro, um cocheiro, cinco “camaradas” para a plantação de forragem e alguns serventes. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Apesar de ter sido criado para produzir o soro antipestoso, desde o início o Instituto se distinguiu pela atuação no campo do ofidismo, marca determinada pela presença de Vital Brazil. Em 1901, a instituição fabricou as primeiras doses de soro antiofídico e antipestoso, tendo sido este último utilizado para combater uma epidemia em Campos, no estado do Rio de Janeiro. A partir de 1902, a entidade passou a fornecer o soro e a vacina antipestosos a diversos órgãos do Serviço Sanitário paulista, especialmente ao Hospital de Isolamento. Além disso, abastecia também proprietários agrícolas, profissionais liberais e clínicos da capital, de cidades do interior e de outras unidades da federação.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Entretanto, a obtenção dos venenos ofídicos para a pesquisa e a produção dos soros não era fácil. A solução encontrada por Vital Brazil foi o estabelecimento de um sistema de permutas, através do qual agricultores, fazendeiros, colonos, professores e autoridades no interior do estado e do país enviavam ao Instituto as serpentes capturadas com um equipamento apropriado, desenvolvido pelo próprio Vital Brazil e por Adolpho Lutz. Em troca, recebiam soros, agulhas e seringas necessários ao tratamento dos acidentes ofídicos. Através de acordos com o governo do Estado, Vital Brazil também conseguiu o transporte gratuito de serpentes pela via ferroviária.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O intercâmbio entre a população rural e o Instituto também permitiu a divulgação de conhecimentos de ordem prática, como a distinção entre cobras venenosas e não venenosas, o uso de calçados como forma de proteção e a utilidade da preservação de certos animais que se alimentam de ofídios. Essa atividade de caráter mais pedagógico foi desenvolvida posteriormente, quando o Instituto passou a promover cursos de higiene.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Somente em 1911, o sistema de permuta de cobras praticado pelo Instituto Serumterápico chegaria a ser oficializado, estendendo-se, a partir do ano seguinte, às instituições científicas do exterior como os museus de Stuttgart, Berlim e Paris.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Até 1906, a produção do Instituto restringia-se basicamente ao combate da peste e dos acidentes ofídicos. Vital Brazil, em seus relatórios, atribuía este fato à precariedade das instalações e ao reduzidíssimo quadro de funcionários da instituição. A partir daquele ano, contudo, o Instituto começou a produzir também o soro antidiftérico, que logo se tornou um dos mais procurados e, no ano seguinte, a tuberculina, utilizada para o diagnóstico da tuberculose humana.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1907, foi nomeado mais um ajudante, o farmacêutico Bruno Rangel Pestana, e, em 1912, outro ajudante, João Florêncio Gomes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O problema das instalações começou a ser resolvido em 1910, quando foi iniciada a construção de um novo prédio para os laboratórios da instituição. Essa obra foi inaugurada somente quatro anos depois e o novo edifício ficou conhecido como Laboratório Central.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Com a inauguração das novas instalações, o Instituto passou a produzir também os soros antidisentérico, antiestreptocócico e antiescorpiônico.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em discurso pronunciado durante o evento, Vital Brazil destacava como objetivos do Instituto: preparar todos os soros e vacinas que se tornassem necessários à defesa sanitária do Estado; estudar todas as questões que direta ou indiretamente interessassem à higiene pública, especialmente as que se relacionassem com a soroterapia; e contribuir para a vulgarização científica por meio de cursos, conferências, demonstrações e publicações.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A distribuição das tarefas entre os funcionários do Instituto era, então, a seguinte: os soros antidiftérico, antipestoso, a vacina antipestosa e as pesquisas anátomo-histopatológicas ficavam a cargo de Dorival de Camargo Penteado; a produção da tuberculina, do soro antitetânico e os estudos sobre quimioterapia e parasitologia cabiam a Bruno Rangel Pestana; João Florêncio Gomes cuidava da dosagem e preparo dos soros antipeçonhentos, do soro antidisentérico, dos estudos sobre parasitologia e sistemática e biologia dos ofídios; por fim, Vital Brazil, diretor do Instituto, dedicava-se ao preparo dos soros antipeçonhentos, antiestreptocócico e antiestafilocócico, e aos estudos sobre a biologia das serpentes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1913, o Instituto que até então limitava suas atividades à pesquisa e produção dos soros e vacinas necessários ao Serviço Sanitário e ao ofidismo, começou a atuar também, mais efetivamente, na área da educação sanitária, através de um programa de conferências para a população. A primeira delas foi proferida por João Florêncio Gomes, sobre a história natural das serpentes.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Com a lei estadual nº1.541 de 30 de dezembro de 1916, que remodelava a Inspeção Médico-Escolar, esta deixava de ser dirigida pelo Serviço Sanitário e passava para a alçada da Diretoria Geral de Instrução Pública. A Diretoria, em conjunto com o Instituto Soroterápico de Butantan, passou a realizar cursos de educação sanitária destinados a professores e diretores da rede estadual de ensino, preocupação que apareceria no relatório de 1918, no qual o programa do curso elementar de higiene era apresentado e a iniciativa justificada pela consideração da escola como um dos maiores fatores de uma “regeneração sanitária” (CAMARGO, 1984).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A primeira grande virada na trajetória do Instituto ocorreu a partir de 1918, quando sofreu uma reforma que efetivamente mudou sua estrutura e funcionamento. Desde que assumira a Diretoria do Serviço Sanitário do Estado de São Paulo, em 1916, Arthur Neiva procurou expandir as atividades do Instituto Serumterápico. Pelo decreto estadual nº 2.918 de 9 de abril de 1918, a instituição passou a denominar-se Instituto Soroterápico de Butantan e incorporou os estudos sobre veterinária, o cultivo de plantas medicinais no Horto Oswaldo Cruz e, no ano seguinte, o Instituto de Medicamentos Oficiais que passou a se dedicar à &amp;amp;nbsp;fabricação de produtos quimioterápicos e opoterápicos, sobretudo comprimidos de quinino, único medicamento contra a malária e indispensável na campanha contra a doença, uma das bandeiras do movimento pelo saneamento dos sertões. Em contrapartida, o Instituto também teve aumentadas suas instalações, seu quadro de pessoal e suas verbas.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Uma das medidas adotadas tinha como objetivo melhorar a situação financeira do Instituto: a comercialização dos produtos, proposta que Vital Brazil já vinha defendendo há algum tempo como forma de gerar renda própria para investir em pesquisas. O [[INSTITUTO_OSWALDO_CRUZ|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Oswaldo Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]] havia lançado mão dessa prática com bons resultados e a justificativa de Arthur Neiva para instaurar este sistema no Instituto Soroterápico de Butantan era que, dado o contexto da Primeira Guerra e a dificuldade de importação dos produtos europeus, o [[INSTITUTO_OSWALDO_CRUZ|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Oswaldo Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]] não tinha condições de suprir totalmente a demanda nacional. A venda dos produtos foi autorizada pela reforma, desde que realizada por meio de uma casa comercial contratada por concorrência pública, da qual participaram a Casa Fretin e a Casa Armbrust &amp;amp; Cia. A vencedora da concorrência foi a Casa Armbust, com a qual foi firmado um contrato em 21 de maio de 1917. Posteriormente, em 1918, no relatório da instituição, seria apresentada uma avaliação negativa a respeito deste contrato (IBAÑEZ; WEN; FERNANDES, 2005).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Além dessas novas atribuições, o Butantan ficou encarregado também de fiscalizar a qualidade de produtos biológicos como soros, vacinas, fermentos, extratos de órgãos e outros, comercializados em São Paulo.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Para cumprir suas novas atribuições conferidas pela Reforma Sanitária, o Instituto teve seu quadro de pessoal aumentado. Ingressaram no Butantan: Frederico Carlos Hoehne, Joaquim Crissiúma de Toledo, Paulo Alberto de Araújo e Afrânio Pompilio Bransford do Amaral, além de Francisco de Camargo Mesquita, Juvenal de Lima, Artur Pedroso e Benedito Laurindo de Morais. &amp;amp;nbsp;A reforma criou 18 novos cargos: um assistente, quatro subassistentes, um químico, um desenhista ceroplasta, um chefe de cultura, um mecânico eletricista, um chefe de cocheira, um bibliotecário, um fotógrafo micrografista, um encadernador, dois escriturários, um motorista, um porteiro telefonista e um guarda noturno.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1918, a produção do Instituto constava do seguinte: soro antipeçonhento, soro antidiftérico, soro antitetânico, soro antiestreptocócico, soro normal de cavalo, soro normal de boi, hemostático, vacinas bacterianas diversas, tuberculina, maleína, óleo canforado, soluções medicamentosas, extratos orgânicos injetáveis, extratos orgânicos por via gástrica, comprimidos de órgãos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foram construídos, em 1919, o prédio do Instituto de Veterinária de São Paulo e o do Instituto de Medicamentos Oficiais.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Além dessa expansão, Neiva também queria abrir filiais do Butantan em cinco estados da Federação. Entretanto, desse projeto, apenas a filial de Pelotas chegou a ser organizada. A filial, dirigida por Octávio de Morais Veiga, chegou a produzir a vacina jenneriana contra a varíola, a fazer o tratamento anti-rábico, a recolher venenos de serpentes para permuta com soro e a realizar exames bacteriológicos e bacterioscópicos na região. Funcionou como filial do Instituto até o ano de 1919, quando foi incorporada pela prefeitura de Pelotas.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;As interferências de Arthur Neiva no Instituto acabaram por provocar a saída de Vital Brazil em 1919, dando início a uma crise bastante grave na instituição. Brazil se afastou do Butantan acompanhado da maioria dos pesquisadores mais destacados do Instituto e mudou-se para o Rio de Janeiro, onde fundou, em Niterói, o Instituto de Higiene, Soroterapia e Veterinária, futuro Instituto Vital Brazil.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1920, o relatório do Instituto parecia indicar uma recuperação, na área do ofidismo, na fabricação de terapêuticos, nos cursos de higiene, na produção de trabalhos científicos etc., apesar do problema da falta de pessoal qualificado e da perda de credibilidade dos produtos de fabricação própria.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Entre 1921 e 1924, o Instituto foi dirigido por Rudolf Kraus, ex-diretor do Instituto de Higiene de Buenos Aires e pesquisador de renome mundial. Durante sua direção, Kraus dividiu a entidade em seções e designou um chefe para cada uma delas. Além disso, rompeu o contrato com a Casa Armbrust &amp;amp; Cia., que vendia os produtos do Instituto, sob a alegação de que o contrato era desvantajoso para o Butantan. Em 1923, a seção de Botânica, que funcionava no Horto Oswaldo Cruz, foi incorporada ao Museu Paulista. Nesse mesmo ano, Rudolf Kraus deixou o cargo de diretor e José Bernardino Arantes ocupou-o temporariamente, até que, em setembro de 1924, Vital Brazil foi convidado pelo governo do Estado para assumir novamente a direção do Instituto Butantan.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Após sua volta, Vital Brazil dirigiu o Butantan até 1927, conforme estipulado pelo contrato com o governo paulista.&amp;lt;br/&amp;gt; Durante a segunda direção de Vital Brazil foi criado o Laboratório de Fisiologia e tiveram grande desenvolvimento as pesquisas em microbiologia e imunologia. Iniciaram-se os estudos sobre a peçonha das aranhas e dos sapos brasileiros e o preparo de vacinas por via gástrica, foram promovidas conferências populares para a vulgarização científica e organizado o museu de culturas de microorganismos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Dessa forma, foram contratados Eduardo Vaz, João A. Vellard, Jayme Pereira Barreto Neto, José Bulcão Ribas e Joaquim Pires Fleury.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Vital Brazil se dedicou à investigação da produção da vacina BCG contra o bacilo da tuberculose, doença que afetava bastante a população.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1925, o Presidente do Estado, Carlos de Campos, assinava o decreto nº 3. 876, de 11 de julho, que reorganizava o Serviço Sanitário e determinava a fusão dos Institutos Bacteriológico, Soroterápico e Vacinogênico. Os três institutos foram transformados em uma só instituição localizada no Butantan e receberam o nome de Instituto Butantan, “uma seção única do Serviço Sanitário, sob a direção de um mesmo profissional”, segundo o artigo 58 do decreto.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;De acordo com o mesmo decreto, cabiam “a essa seção as atribuições dos Institutos de cuja fusão resulta e cooperar com o Instituto de Higiene, de acordo com a determinação do diretor-geral, na obra de educação sanitária do povo, no tocante à instalação de museus” &amp;amp;nbsp;(Apud LEMOS, 1954, p. 127) Desse modo, além das funções já exercidas pelo Butantan, a partir daquele momento o Instituto também passou a produzir a vacina jenneriana, além de ser o responsável por &amp;amp;nbsp;realizar os exames bacterioscópicos e bacteriológicos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Instituto Vacinogênico, que já era uma dependência do Instituto Bacteriológico desde 1918, dedicou-se à produção da vacina animal contra a varíola.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Somente em 1931, pelo decreto nº 4. 891 de 13 de fevereiro, o Instituto Bacteriológico se desligou do Butantan. &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Durante a segunda direção de Vital Brazil foram definitivamente fechados o Horto Oswaldo Cruz, o Posto antiofídico do Butantan na Bahia, fundado em 1921, e a seção de Opoterapia.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Após a rescisão do contrato de Vital Brazil, em 1927, Afrânio Pompilio Bransford do Amaral foi convidado para assumir a direção do Butantan, cargo que ocupou até 1938 e que voltaria a ocupar em 1953.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Com a organização da Universidade de São Paulo pelo decreto estadual nº 6.283 de 25 de janeiro de 1934, o Instituto Butantan passou a fazer parte daquela instituição como órgão complementar.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Nelson Ibañez, Fan Hui Wen e Suzana C. G. FERNANDES, em seu artigo sobre a história do Instituto Butantan, apresentaram uma periodização buscando contemplar esta trajetória institucional até o ano de 1991:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“- 4.1 Período Vital Brazil (1901-1927): criação do instituto e definição de sua conformação básica. (..................................................................)&amp;lt;br/&amp;gt; - 4.2 Período Afrânio do Amaral (1928-1945): medicina experimental/ conflitos públicos privados e autonomia institucional. (................................................................)&amp;lt;br/&amp;gt; - 4.3 Período Eduardo Vaz (1945-1953): ênfase na reconstrução da proposta inicial (Vital Brazil) recompondo a lógica de integração do setor produtivo e científico, mas com ênfase na produção. (..................................................................)&amp;lt;br/&amp;gt; - 4.4 Período 1951-1982 Comando das lideranças internas: inércia institucional.&amp;lt;br/&amp;gt; - 4.5 Período William Beçak (1983-1991): processo de redemocratização; eleição dos governos estaduais; reorientação da política para a produção de imunobiológicos; bases da modernização. (..................................................................)&amp;lt;br/&amp;gt; - Período Isaias Raw (1991). (.......).” &amp;amp;nbsp;(IBAÑEZ; WEN; FERNANDES, 2005, p.123-139) &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Publicações oficiais&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1918, foi publicado o primeiro número das &#039;&#039;Memórias do Instituto Butantan&#039;&#039;, em dois fascículos correspondentes ao volume I, que reuniam vários trabalhos produzidos entre 1901 e 1917.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O volume II foi publicado somente em 1925 e o III no ano seguinte. A partir do volume IV, publicado em 1929, a periodicidade foi quase sempre mantida.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Além das Memórias, algumas publicações e trabalhos inéditos de membros do Instituto foram reunidos nas &#039;&#039;Coletâneas dos Trabalhos do Instituto Butantan&#039;&#039;, que contém no volume I a produção científica de 1901 a 1917, e no volume II a do período de 1918 a 1924.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- AZEVEDO, Fernando de (org). &#039;&#039;&#039;As ciências no Brasil. v. 2. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 1994. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;br/&amp;gt; - BENCHIMOL, Jaime Larry; TEIXEIRA, Luiz Antônio. &#039;&#039;&#039;Cobras, lagartos e outros bichos. Uma história comparada dos institutos Oswaldo Cruz e Butantan. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 1993. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;br/&amp;gt; - BRAZIL, Oswaldo Vital. &#039;&#039;&#039;Contribuição para a História da Ciência no Brasil. &#039;&#039;&#039;Minas Gerais: Casa de Vital Brazil, 1989. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;br/&amp;gt; - BRAZIL, Oswaldo Vital. &#039;&#039;&#039;Vital Brazil e o Instituto Butantan. &#039;&#039;&#039;Campinas, São Paulo: Editora da UNICAMP, 1996. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;br/&amp;gt; - BRAZIL, Vital. &#039;&#039;&#039;Memória Histórica do Instituto Butantan. &#039;&#039;&#039;São Paulo: Elvino Pocai, 1941. In: IB. BUTANTAN. Biblioteca Digital. Capturado em 28 jul. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[https://bibliotecadigital.butantan.gov.br/edicao/memoria-historica-do-instituto-butantan/0 https://bibliotecadigital.butantan.gov.br/edicao/memoria-historica-do-instituto-butantan/0]&amp;lt;br/&amp;gt; - CAMARGO, Ana Maria Faccioli de. &#039;&#039;&#039;Os impasses da pesquisa microbiológica e as políticas de saúde pública em São Paulo (1892 a 1934). &#039;&#039;&#039;Campinas, 1984. Dissertação (mestrado em Educação) - Faculdade de Educação, UNICAMP, 1984. In: UNICAMP. Repositório da produção científica e intelectual da UNICAMP. Capturado em 28 jul. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://repositorio.unicamp.br/handle/REPOSIP/253344 http://repositorio.unicamp.br/handle/REPOSIP/253344]&amp;lt;br/&amp;gt; - CAMPOS, Ernesto de Souza.&#039;&#039;&#039;História da Universidade de São Paulo. &#039;&#039;&#039;São Paulo, 1954. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BN|BN]])&amp;lt;br/&amp;gt; - ESTADO DE SÃO PAULO. Decreto nº 878-A, de 23 de fevereiro de 1901. In: ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE SÃO PAULO. Legislação. Capturado em 22 jul. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[https://www.al.sp.gov.br/repositorio/legislacao/decreto/1901/decreto-878A-23.02.1901.html https://www.al.sp.gov.br/repositorio/legislacao/decreto/1901/decreto-878A-23.02.1901.html]&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - ___________. Decreto nº 2.918, de 9 de abril de 1918. In: ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE SÃO PAULO. Legislação. Capturado em 22 jul. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[https://www.al.sp.gov.br/repositorio/legislacao/decreto/1918/decreto-2918-09.04.1918.html https://www.al.sp.gov.br/repositorio/legislacao/decreto/1918/decreto-2918-09.04.1918.html]&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - ___________. Decreto nº 3. 876, de 11 de julho de 1925. In: ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE SÃO PAULO. Legislação. Capturado em 22 jul. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[https://www.al.sp.gov.br/repositorio/legislacao/decreto/1925/decreto-3876-11.07.1925.html https://www.al.sp.gov.br/repositorio/legislacao/decreto/1925/decreto-3876-11.07.1925.html]&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - ___________. Decreto nº 4.891, de 13 de fevereiro de 1931. In: ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE SÃO PAULO. Legislação. Capturado em 22 jul. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;[https://www.al.sp.gov.br/repositorio/legislacao/decreto/1931/decreto-4891-13.02.1931.html https://www.al.sp.gov.br/repositorio/legislacao/decreto/1931/decreto-4891-13.02.1931.html]&amp;lt;br/&amp;gt; - ____________. Decreto nº 6.283, de 25 de janeiro de 1934. In: ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE SÃO PAULO. Legislação. Capturado em 28 jul. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[https://www.al.sp.gov.br/repositorio/legislacao/decreto/1934/decreto-6283-25.01.1934.html https://www.al.sp.gov.br/repositorio/legislacao/decreto/1934/decreto-6283-25.01.1934.html]&amp;lt;br/&amp;gt; -____________. Lei nº 1.541, de 30 de dezembro de 1916. In: ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE SÃO PAULO. Legislação. Capturado em 28 jul. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[https://www.al.sp.gov.br/repositorio/legislacao/lei/1916/lei-1541-30.12.1916.html https://www.al.sp.gov.br/repositorio/legislacao/lei/1916/lei-1541-30.12.1916.html]&amp;lt;br/&amp;gt; - ___________. Lei nº 1.597, de 31 de dezembro de 1917. In: ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE SÃO PAULO. Legislação. Capturado em 22 jul. 2020. Online. &amp;amp;nbsp;Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[https://www.al.sp.gov.br/repositorio/legislacao/lei/1917/lei-1597-31.12.1917.html https://www.al.sp.gov.br/repositorio/legislacao/lei/1917/lei-1597-31.12.1917.html]&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - FONSECA, Flávio da. Instituto Butantã. Sua origem, desenvolvimento e contribuição ao progresso de São Paulo. In: &#039;&#039;&#039;São Paulo em quatro séculos. v.2. &#039;&#039;&#039;São Paulo: Comissão do IV Centenário da Cidade de São Paulo, 1954. &amp;amp;nbsp;pp. 269-319. &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;br/&amp;gt; - GUALTIERI, Regina Cândida Ellero. &#039;&#039;&#039;Ciência e Serviço. O Instituto Butantã e a Saúde Pública (São Paulo: 1901-1927). &#039;&#039;&#039;São Paulo, 1994. Dissertação (mestrado em Educação) – Faculdade de Educação, Universidade de São Paulo, 1994. &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;br/&amp;gt; - HISTÓRICO. In: INSTITUTO BUTANTAN. Institucional. Capturado em 28 jul. 2020. Online. Disponível na Internet: [http://www.butantan.gov.br/institucional/historico http://www.butantan.gov.br/institucional/historico]&amp;lt;br/&amp;gt; - IBAÑEZ, Nelson; WEN, Fan Hui; FERNANDES, Suzana C. G. Instituto Butantan: história institucional. Desenho metodológico para uma periodização preliminar. &#039;&#039;Cadernos de História da Ciência,&#039;&#039; São Paulo, v.1, n.1, p.115-144, 2005. Capturado em 28 jul. 2020. Online. Disponível na Internet: [http://periodicos.ses.sp.bvs.br/pdf/chci/v1n1/v1n1a11.pdf http://periodicos.ses.sp.bvs.br/pdf/chci/v1n1/v1n1a11.pdf]&amp;lt;br/&amp;gt; - LEMOS, Fernando Cerqueira. Contribuição à história do Instituto Bacteriológico. 1892-1940. &#039;&#039;Revista do Instituto Adolfo Lutz&#039;&#039;, São Paulo, 14 (n.º especial), p.5-161, 1954. In: INSTITUTO ADOLFO LUTZ.&#039;&#039;Revista do Instituto Adolfo Lutz. &#039;&#039;Capturado em 28 set. 2020. Online. Disponível na Internet: &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; [http://www.ial.sp.gov.br/resources/insituto-adolfo-lutz/publicacoes/rial/50/rial-14especial_1954/a207.pdf http://www.ial.sp.gov.br/resources/insituto-adolfo-lutz/publicacoes/rial/50/rial-14especial_1954/a207.pdf]&amp;lt;br/&amp;gt; - OLIVEIRA, Jandira Lopes de. Cronologia do Instituto Butantan (1888-1981). 1.ª parte: 1888-1945. &#039;&#039;Memórias do Instituto Butantan&#039;&#039;, São Paulo, 44/45, p.11-79, 1980/81. In: INSTITUTO BUTANTAN. Memórias do Instituto Butantan. Capturado em 28 set.2020. Online. Disponível na Internet: &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; [https://bibliotecadigital.butantan.gov.br/edicao/memorias-do-instituto-butantan-vol-44-45-1980-81/22 https://bibliotecadigital.butantan.gov.br/edicao/memorias-do-instituto-butantan-vol-44-45-1980-81/22]&amp;lt;br/&amp;gt; - RIBEIRO, Maria Alice Rosa. &#039;&#039;&#039;História sem fim...Inventário da saúde pública. São Paulo – 1880-1930. &#039;&#039;&#039;São Paulo: Editora da Universidade Estadual Paulista, 1993. &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;br/&amp;gt; - TEIXEIRA, Luiz Antônio. A trajetória do Instituto Butantan: pesquisa e produção de imunobiológicos para a saúde pública. &#039;&#039;Revista Brasileira de Inovação&#039;&#039;, Campinas (SP), v.15, n.1, p.165-174, jan.-jun.2016. &amp;amp;nbsp;Capturado em 28 jul. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/rbi/issue/view/1377 https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/rbi/issue/view/1377]&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - TEIXEIRA, Luiz Antônio. &#039;&#039;&#039;Instituto Butantan: visitando um período esquecido. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: UERJ/UMS, 1993. (série Estudos em Saúde Coletiva; n.º 74) &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa - João Braga Arêas; Patricia Santos Hansen.&amp;lt;br/&amp;gt; Redação - Patricia Santos Hansen.&amp;lt;br/&amp;gt; Revisão - Francisco José Chagas Madureira.&amp;lt;br/&amp;gt; Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Forma de citação =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Dicionário Histórico-Biográfico das Ciências da Saúde no Brasil (1832-1930)&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
  [[Category:Verbetes]] [[Category:Instituições de Pesquisa]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Rachel.froes</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=HOSPITAL_DE_S%C3%83O_SEBASTI%C3%83O&amp;diff=1539</id>
		<title>HOSPITAL DE SÃO SEBASTIÃO</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=HOSPITAL_DE_S%C3%83O_SEBASTI%C3%83O&amp;diff=1539"/>
		<updated>2023-08-24T15:50:53Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Rachel.froes: /* Fontes */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Denominações:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Hospital de São Sebastião (1889);[[HOSPITAL_ESTADUAL_SÃO_SEBASTIÃO|Hospital Estadual São Sebastião]] (1963); [[INSTITUTO_ESTADUAL_DE_INFECTOLOGIA_SÃO_SEBASTIÃO|Instituto Estadual de Infectologia São Sebastião]] (1987?)&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;O Hospital São Sebastião foi inaugurado em 9 de novembro de 1889, instalado nos terrenos de uma chácara situada na Praia do Retiro Saudoso nº 27, na Ponta do Cajú. O hospital, criado durante uma epidemia da febre amarela na cidade do Rio de Janeiro, destinava-se ao tratamento de moléstias transmissíveis, especialmente dos pacientes de febre amarela. Seu primeiro diretor foi João da Silva Ramos. Uma das mais importantes administrações do Hospital de São Sebastião, foi a do médico Carlos Pinto Seidl, que o dirigiu por um longo período, de 31/03/1892 a 1912, e de 1919 a 19/10/1929. Em 2007 tornou-se o Instituto Estadual de Infectologia São Sebastião, atualmente desativado&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Histórico&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Na segunda metade do século XIX, embora fossem inúmeros os surtos epidêmicos de febre amarela, de varíola e de outras enfermidades na cidade do Rio de Janeiro, a cidade não dispunha de um hospital onde os acometidos por estas enfermidades pudessem ser isolados de forma adequada. Tendo em vista a inexistência de hospitais de isolamento para os casos de febre amarela, as autoridades sanitárias permitiam que fossem isolados “os amarelentos abastados nas casas de saúde existentes no interior da cidade, e os indigentes nas suas próprias residências, que eram estas, na sua maioria, insalubres e faziam parte de habitações collectivas, cortiços, estalagens)” (BARBOSA, 1978, p.289).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Nesta época havia o [[LAZARETO_DA_JURUJUBA|&amp;lt;u&amp;gt;Lazareto da Jurujuba&amp;lt;/u&amp;gt;]], &amp;amp;nbsp;posteriormente denominado [[HOSPITAL_MARÍTIMO_DE_SANTA_ISABEL|&amp;lt;u&amp;gt;Hospital Marítimo de Santa Isabel&amp;lt;/u&amp;gt;]], em Jurujuba (Niterói), para os passageiros doentes a bordo de navios provenientes de portos suspeitos e ancorados no porto da cidade, o Hospital de Santa Bárbara, na Ilha de Santa Bárbara, para pacientes de varíola, e o Lazareto da Ilha Grande, para prevenção da cólera.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1889, na gestão do então Ministro de Estado dos Negócios do Império, Antonio Ferreira Vianna, foi promulgado o decreto nº 10.181, de 9 de fevereiro, que disponibilizou um crédito extraordinário para despesas imprevistas e urgentes, para o estabelecimento de um serviço hospitalar completo de terra e a reforma do serviço no porto, e para obras para o saneamento da capital. Este decreto &amp;amp;nbsp;autorizou a Inspetoria Geral de Higiene a promover reformas no serviço hospitalar do Rio de Janeiro, e na Acta da Conferencia de 1º de fevereiro de 1889, referente à reunião do Conselho de Estado e publicada juntamente com este decreto, já se afirmava a necessidade destas obras:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Na falta de hospital apropriado, os acommettidos pela febre amarella na cidade do Rio de Janeiro têm sido transportados com grandes delongas e sacrificios para o da Jurujuba. E&#039; de rigorosa necessidade estabelecer na capital do Imperio, victima periodica de tão cruel epidemia, um serviço estavel e aperfeiçoado, libertando a administração de anciedades e pesados dispendios quando chega o momento de acudir a população afflicta”. (BRASIL, Decreto nº 10.181)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No contexto da epidemia de febre amarela de 1889 foram criadas as condições para a instalação de um hospital para acolhimento e tratamento dos acometidos por esta enfermidade. Para tal o Governo Imperial adquiriu, pelo valor de 40:000$000 e com verbas destinadas aos Socorros Públicos, uma casa e chácara situada na Praia do Retiro Saudoso nº 27, na região do Caju, considerado um “sitio aprazível, seis quilômetros, mais ou menos, da cidade, dispondo a propriedade de vasto terreno todo arboziado de mangueiras e eucalyptus, com riquíssimo pomar de arvores indígenas e exóticas” (BARBOSA, 1978, p.289). A chácara pertencia a José Alexandre Teixeira de Mello e sua esposa Isabel Saturnina Marques de Mello. A Praia do Retiro Saudoso foi posteriormente foi denominada Rua Carlos Seidl em homenagem àquele que viria a ser um dos principais diretores do Hospital de São Sebastião.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A escritura foi lavrada em 2 de fevereiro de 1889, no Tabelião João de Cerqueira Lima. A construção do hospital, que foi logo iniciada aproveitando-se alguns dos edifícios já existentes no local, realizou-se por nove meses sob a direção do engenheiro Eugênio de Andrade. Em 26 de fevereiro de 1889 o imóvel foi incorporado à Fazenda Nacional, sob a denominação de Hospital de São Sebastião, destinado ao atendimento de doentes de febre amarela.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O nome de Hospital de São Sebastião teria sido proposto por Antonio Ferreira Vianna, Ministro de Estado dos Negócios do Império, por ser este santo considerado o protetor contra pestes e epidemias pela Igreja Católica, e por ser o padroeiro da cidade do Rio de Janeiro (ASSISTENCIA, 1922).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Hospital de São Sebastião foi inaugurado em 9 de novembro de 1889, com a presença do Imperador D. Pedro II, da Família Imperial, de Cláudio Velho da Motta Maia, médico da Casa Imperial e professor da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], de Ambrósio Leitão da Cunha, senador do Império, de Franklin Américo Menezes Dória, então ministro da Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros, de Benjamin Antônio da Rocha Faria, Inspetor Geral de Higiene, de João da Silva Ramos, &amp;amp;nbsp;primeiro diretor do hospital, de outras autoridades, e de um grande numero de médicos, engenheiros, magistrados e negociantes. A inauguração do hospital realizou-se seis dias antes da Proclamação da República, sendo uma das últimas solenidades oficiais com a presença do Imperador D.Pedro II.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A inauguração foi noticiada em uma grande matéria publicada no Jornal do Commercio de 10 de novembro de 1889, descrevendo o evento, os discursos proferidos, e de forma detalhada as instalações do estabelecimento que então era criado. Benjamin Antônio da Rocha Faria, Inspetor Geral de Higiene, destacou em seu discurso a importância da criação daquele estabelecimento para a saúde pública da cidade:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Em boa hora se empenha o Estado na luta ingente contra a febre amrella entre nós; e neste commettimento generoso, a creação deste hospital exprime o fecundo inicio de medidas que se vão realizando, em prol da regeneração dos nossos créditos sanitários comprometidos pelas devastações do flagelo americano. (....). Nesta cruzada social, que é hoje um dos mais graves deveres da asministração, este hospital representará papel assignalado na solução do´problema complexo do saneamento do Rio de Janeiro; e de prompta, satisfaz a necessidades urgentíssimas: permite a assistência publica, imediata, aos que sofrem e clamão socorro nas crises dolorosas dos momentos epidêmicos; nullifica ou atenua as consequências funestas da infecção que se irradia de fócos múltiplos e esparsos” (&#039;&#039;Apud&#039;&#039;. HOSPITAL, 1889, p.1)&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Os dizeres de duas placas de bronze afixadas na sala de entrada do Hospital de São Sebastião expressam o momento de sua inauguração:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;”No reinado do Senhor D.Pedro II, por ordem do Conselheiro Dr. Antonio Ferreira Vianna, Ministro do Império, sendo Inspector Geral de Hygiene o Dr. Benjamin Antonio da Rocha Faria, foi inaugurado este Hospital para soccorro da pobreza em épocas epidêmicas MDCCCLXXXIX. Constructor o engenheiro Eugenio de Andrade”. (BARBOSA, 1978, p.289-290)&amp;lt;br/&amp;gt; “No reinado do Sr. D. Pedro II, pelo Conselheiro Antonio Ferreira Vianna, Ministro do Imperio, foi fundado este hospital, concluído e inaugurado a 9 de novembro de 1889, sendo Ministro do Imperio o Conselheiro Barão de Loreto”. (AQUINO, 1945, p.378)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A existência destas duas placas expressando a inauguração do Hospital de São Sebastião mas com dizeres distintos, teria decorrido da mudança do ministro que promovera sua criação, inicialmente Antonio Ferreira Vianna, e depois Franklin Américo Menezes Dória, Barão de Loreto (AQUINO, 1945).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Por ocasião da inauguração, foram realizadas pelo cônego Christão de Carvalho Rodrigues e pelo Padre Couto dos Reis, na Capela do hospital, as cerimônias religiosas para a benção da instituição. Ainda de acordo com matéria veiculada no &#039;&#039;Jornal do Commercio&#039;&#039;, durante três dias foi permitida a visita pública ao hospital, o qual com seus edifícios, grande arborização e belos jardins, causou uma ótima impressão e surpresa naqueles que o visitavam.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Na época compreendeu-se a necessidade de um hospital para os pacientes de doenças contagiosas, no qual além das ações de prevenção do contágio entre os pacientes e de seu atendimento, pudessem ser realizados estudos sobre a etiologia e patogenia das doenças. No projeto arquitetônico, executado pelo engenheiro Eugênio de Andrade, estava presente a preocupação pela adoção de uma nova visão de hospital, baseada nas principais teorias vigentes sobre a causalidade das doenças. Sob a influência da medicina pasteuriana, a descoberta da presença dos micro-organismos, a identificação de agentes causais das enfermidades, provocaram grandes transformações no saber e prática médica.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; O Hospital de São Sebastião foi construído sob o sistema pavilhonar e a principal influência foi do cirurgião francês Jacques René-Tenon (1724-1816), que havia idealizado o estilo pavilhonar para os hospitais. Outra influência foi a do cirurgião francês Clément Léon Lefort (1829-1893), que havia defendido a ideia do hospital-barraca, por entender que construções permanentes e alguns materiais seriam inadequados para a higiene hospitalar. A construção do Hospital seguiu tanto as premissas da arquitetura pavilhonar, fundamentada no saber e na tecnologia médicas da medicina pasteuriana e estruturada de forma a funcionar como recurso neutralizador do contágio e propiciador de cura, quanto do sistema de pavilhões provisórios, conhecidos como pavilhões Le Fort, preparados para serem destruídos perante o risco de infecção.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1897, [[SEIDL,_CARLOS_PINTO|&amp;lt;u&amp;gt;Carlos Pinto Seidl&amp;lt;/u&amp;gt;]], diretor do Hospital de Sâo Sebastião por longo período (1892-1912; 1919-1929), em seu estudo sobre o isolamento nosocomial, já destacava as vantagens do denominado sistema moderno das construções hospitalares:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Quer o isolamento nosocomial se tenha de fazer em pavilhões annexos aos hospitaes geraes, quer em hospitaes especiaes, basta imitar as bôas normas seguidas em tais construcções, com grandes vantagens, pelos paizes da Europa e da America, que têm sabido acompanhar o progresso. Se há entre nós molestias, cujos casos podem ser apenas separados em salas ou enfermarias especiaes nos hospitaes geraes, outros ha, para os quaes é indispensavel termos hospitaes especiaes. Neste grupo estarão a nosso vêr: a febre amarella, a variola, o cholera, a tuberculose, a diphteria, o sarampão, a escarlatina; no primeiro grupo poderão figurar a febre typhoide, a dysenteria, a ophtalmia granular purulenta, a broncho-pneumonia infectuosa, a erysipela etc. Construidos que sejam hospitaes especiaes de isolamento para as molestias apontadas, não se faz mister dotal-os de proporções colossaes. Para supprir a falta de enfermarias, ha o recurso poderoso, pratico e economico das barracas e tendas, às quaes o nosso clima se presta admiravelmente.” &amp;amp;nbsp;(SEIDL, 1897a, &amp;amp;nbsp;p.96)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O decreto nº 409, de 17 de maio de 1890, declarou de utilidade pública a desapropriação do terreno e cais situados entre os prédios nos 2D e 2F da rua do Retiro Saudoso, entendendo que estes serviriam de passagem para os enfermos que viessem transportados por via marítima para o Hospital de São Sebastião.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Entre 1890 e 1891 o Hospital de São Sebastião sofreu uma campanha de difamação movida por um dos diretores de uma fábrica de tecidos, a Companhia Fabrica de Tecidos S. Lazaro, que considerarava ter sido esta prejudicada com a vizinhança do hospital, pois no seu entender o estabelecimento hospitalar representava um foco de insalubridade e de infecção. Foram publicadas na imprensa inúmeras matérias nas quais era defendida a transferência do hospital, como a assinada por «A previdência» e publicada no &#039;&#039;Jornal do Commercio&#039;&#039;:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Na opinião do Sr. Dr. Maurilio de Abreu, o hospital de S. Sebastião é quase um estabelecimento modelo, e no actual quadro epidêmico há prestado os maiores e os mais relevantes serviços á população indigente. (...). O que, porém, o Sr. Doutor não dirá, in bona fide, pelo menos, é que o estabelecimento modelo tornou-se um fóco miasmático, e as estatísticas da mortalidade dos operários das diversas fabricas do bairro do Cajú comprovão esse asserte. O que ainda o Sr. Doutor não dirá também é que seja esplendido o serviço da conducção dosenfermos, nos bonds da Ambulancia, imundos e tresandando cheiro insupportável.(.....). Dahi póde-se tirar a conclusão de que o Sr. Doutor não emite com segurança o seu juízo a respeito das boas condições e mais referencias honrosas ao hospital. (....), vemos de pé, inabalável, a oposição que temos movido á permanência daquele estabelecimento, que tem espalhado o germen do terrível morbo, que ali se trata cuidadosamente – simples adverbio optimista – em um bairro até então salubérrimo. (...). Por mais de uma vez nos temos referido a esses factos, que não conseguem melhoramento algum, surdo e cégo como é o governo, e indiferentes como são os nossos hygienistas. (....) constatará então a necessidade que há de se transferir semelhantes trambolho da localidade onde o estabelecerão e onde gastarão grande somma de dinheiro em ... pura perda, se as condições exigidas para afundação de um hospital forão totalmente esquecidas. Verá o ilustre escritor que não errou quando considerou esse estabelecimento uma «ante-camara da morte». (....). A previdencia. Rio, 20 de abril de 1891.” &amp;amp;nbsp; (A FEBRE, 1891, p.3)&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Agostinho José de Souza Lima, então inspetor geral da Inspetoria Geral de Higiene, diante destas críticas e denúncias afirmou em seu relatório que:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“ficou provado que o de S. Sebastião está longe de merecer todas as graves accusações de que tem sido alvo, por industriaes, proprietários de fabricas estabelecidas nas circunvizinhanças do hospital; pelo que representaram ao Governo pedindo o seu fechamento, como um fóco de insalubridade e de infecção, donde na opinião deles, irradiou-se a febre amarela que invadiu as suas fabricas e fez nelas grande numero de victimas, quando foi muito outra a causa disto, segundo as informações que prestaram-me o Dr. Delegado de S, Christovão e o meu ajudante de districto, a que pertence essa circumscripção. Elles estudaram a questão e mostraram que positivamente a causa, sinão do inicio, ao menos da exacerbação epidêmica, que se notou naquela zona dessa bairro, foram as grandes excavações que fizeram essas fabricas para assentamento de alicerces e outras obras, como arranchamento de antigos canos de esgotos, contendo ainda resíduos impregnados de germens da febre amarela, e que assim expostos á disseminação atmosférica contaminaram os infelizes ainda não aclimados, que se ocupavam nesse ingrato e lethifero trabalho. Esta circumstancia era ainda mais agravada pelas condições em que em geral viviam e sobretudo em que dormiam esses pobres oeprarios, aglomerados em compartimentos estreitos e acanhados, e sem o mínimo conforto hygienico”. &amp;amp;nbsp;(LIMA, 1891, p. 51)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Perante às difamações sofridas pelo hospital, Joaquim José Torres Cotrim, ajudante do inspetor geral de higiene, e Luiz Antonio da Silva Santos, inspetor sanitário de São Cristóvão, realizaram as investigações entendidas como necessárias e manifestaram-se em favor do hospital. Torres Cotrim, nesta defesa, destacou o desconhecimento dos fatores de transmissão das enfermidades presente nas acusações ao hospital:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Só quem não conhece os recursos de isolamento e desinfecção, ali postos em pratica,só quem vive completamente alheio aos progressos da hygiene defensiva, em hospitaes especiaes, poderá receiar esta transmissibilidade de germens que não devem existir, por serem immediatamente neutralisados os liquidos organicos que os encerram, com os recursos da desinfecção efficaz.(...). Como censurar a colocação do hospital, situado em ponto remoto do litoral da cidade e fora das comunicações habituaes, facilmente accessivel por via marítima e terrestre, na encosta de uma colina quase desahabitada, em um recôncavo da bahia, distante do ancoradouro. (....). Em conclusão: O exame demorado desta questão e o conhecimento exacto das estatísticas auctorisam as seguintes proposições que synthetisam a soluçãi do problema: 1ª.Não são verdadeiras nem scientíficas as presumidas causas de insalubridade que os requerentes julgam militar em oposição à collocação do Hospital de S. Sebastião no Retiro Saudoso. 2ª. Na posição em que se acha o hospital não podem d´ali provir damnos para a circunvizinhança, o que aliáz, seria contestavel a priori em qualquer posição, desde que esse estabelecimento funcciona com todos os preceitos da mais exigente hygiene moderna. 3ª.É inteiramente inexacta a porcentagem da mortalidade que os requerentes attribuem ao Hospital; a estatística do estabelecimento registra ao contrario do que afirmam os requerentes, o mais lisonjeiro resultado que é permitido esperar do tratamento hospitalar da febre amarela epidêmica. 4ª. Os doentes removidos das fabricas da Companhia S. Lazaro para o hospital, têm em sua maioria succumbido, por entrarem quasi morimbundos, em franco período hemorrhagico, permanecendo apenas horas nas enfermarias. 5ª. Este facto importa infracção das leis sanitárias e transforma as officinas da S. Lazaro em verdadeiros fócos epidemicos para os demais operarios que continuam a trabalhar, e para a circunvizinhança, não sendo cumpridos os preceitos de desinfecção durante a molestia e apoz a remoção, como o exigem os regulamentos sanitarios”. (Apud SEIDL, 1897a, &amp;amp;nbsp;p.79-80).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 4 de setembro de 1891, Bento Oswaldo Cruz, pai do sanitarista [[CRUZ,_OSWALDO_GONÇALVES|&amp;lt;u&amp;gt;Oswaldo Gonçalves Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]], e então Inspetor Geral interino de Higiene, também manifestou-se enviando um ofício ao Ministro da Justiça e Negócios Interiores, Antonio Luis Affonso de Carvalho, no qual contestava as pretensões absurdas da Companhia Fabrica de Tecidos S. Lazaro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;De acordo com a lei nº 26, de 30 de dezembro de 1891, que fixou a despesa geral do país, o Hospital de São Sebastião, assim como &amp;amp;nbsp;os demais serviços referentes à higiene e à polícia sanitária urbana, como a limpeza da cidade e das praias, os desinfectórios, e a assistência à infância, passou a estar subordinado à Municipalidade do Districto Federal.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Relatório do Ministério da Justiça e Negócios Interiores, de 1893, ao comentar sobre as obras realizadas naquele ano no Hospital de São Sebastião, voltou a referir-se à questão da localização do estabelecimento:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Impõe-se como medida de absoluta necessidade a construção de um necrotério em logar conveniente, por isso que o actual, que se acha colocado no jardim da frente do Hospital, tem sido objeto de repretidas censuras. Para poder levar a efeito esse melhoramento, procurou o diretor entender-se com a companhia de S. Lazaro, proprietária de uma parte dos terrenos que ficam compreendidos entre o limite posterior do Hospital e o cemitério de S. Francisco Xavier, e cuja acquisição se torna imprescindível afim de que o transporte de cadáveres seja feito pelos fundos do Hospital, cessando assim o triste espectaculo da constante passagem de carros fúnebres pelo bairro habitado.” (RELATORIO, 1894, p. 312).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Esta questão da possível nocividade da vizinhança do hospital foi também objeto de discursos na [[ACADEMIA_NACIONAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Nacional de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]]. O acadêmico João Baptista de Lacerda Filho, em estudo divulgado nos &#039;&#039;Annaes &#039;&#039;da Academia de Medicina, em 1893, refereriu-se aos cemitérios e aos hospitais de isolamento como viveiros do germen da febre amarela. [[SEIDL,_CARLOS_PINTO|&amp;lt;u&amp;gt;Carlos Pinto Seidl&amp;lt;/u&amp;gt;]], em seu estudo sobre o isolamento colonial, publicado em 1897, procurou contestar este estudo de João Baptista de Lacerda Filho:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Os hospitais de isolamento para doentes de febre amarela não constituem fócos de propagação da moléstia, afirmamos, divergindo do Snr. Dr. Lacerda. Ou antes, quem afirma não somos nós, são os factos e a observação acurada sobre eles procedida. (.....). Compulsem entretanto os mais incrédulos a carta epidiographica desta cidade, recentemente preparada pela repartição demográfica do Instituto Santiario Federal, e verificarão que os fócos de febre amarela se acham em zonas muitíssimo distantes do Hospital de S. Sebastião. Indagando mais acuradamente ver-se-há, que jamais foi este hospital fóco de propagação de febre amarella. (....). Onde, portanto, a propagação causada pelo hospital? Deve pelo contrario causar sorpreza que no bairro do hospital, onde moram centenas de estrangeiros, muitos recém-chegados, com famílias compostas de seis e mais pessoas, das quaes muitas crianças, vivendo todos, infringindo as mais elementares regras da hygiene privada, deve causar sorpreza, repetimos que maior não seja a proporção dos atacados pelo typho americano. Ainda mais: para provar que não foi somente depois que o hospital funcionou, que se verificaram casos de febre amarela no bairro, conforme infantilmente foi dito e escripto, procedemos a um inquérito, na falta de estatísticas officiaes, d´onde resultou sabeermos, que, nos anos de 1884, 1885, 1889, (Janeiro e Março) epochas em que não funcionava ainda o hospital, casos repetidos de febre amarela se deram, durante as escavações, procedidas para colocação de alicerces de algumas fabricas do bairro.” (SEIDL, 1897a, p.86-89)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;[[SEIDL,_CARLOS_PINTO|&amp;lt;u&amp;gt;Carlos Pinto Seidl&amp;lt;/u&amp;gt;]] também procurou contestar as ponderações do engenheiro Torquato Tapajós sobre o Hospital de São Sebastião apresentadas no livro “Estudos de hygiene. A cidade do Rio de Janeiro”, publicado em 1895. Torquato havia afirmado que embora o Hospital de São Sebastião tivesse sido construído sob condições técnicas satisfatórias, este oferecia condições desfavoráveis para o restabelecimento dos pacientes em decorrência de sua localização deixando-o sujeito às alternativas intermitentes dos ventos locais, que potencialmente conduziam elementos de infecção. E perante estas ponderações, Seidl em seu artigo “Estudos de Hygiene” buscou demonstrar a partir de dados do movimento sanitário no hospital que tais afirmações sobre as taxas de mortalidade no estabelecimento não eram verdadeiras ((SEIDL, 1897).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A lei nº 429, de 10 de dezembro de 1896, que fixou a despesa geral da Republica dos Estados Unidos do Brazil para o exercicio de 1897, em seu art.2º, § 1º, ao tratar da passagem dos serviços e dos proprios nacionaes que por aquela lei eram transferidos, referia-se já ao Hospital de São Sebastião. Mas a transferência da subordinação do Hospital de São Sebastião para a municipalidade foi somente efetivada com o decreto nº2.435, em 14 de janeiro de 1897, que determinou sua subordinação à administração municipal, nas condições em que se encontrava. Em 27 de fevereiro de 1897 o hospital foi entregue à Prefeitura do Distrito Federal, subordinado à Inspetoria de Isolamento e Desinfecção da Diretoria de Higiene e Assistência Pública do Distrito Federal (ASSISTENCIA, 1922).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Posteriormente, com os decretos nº 4.463, de 12 de julho de 1902, e o nº 966, de 2 de janeiro de 1903, o Hospital de São Sebastião, como serviço de higiene defensiva da Capital da União, retornou para a administração federal.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Com o decreto nº 1.040, de 11 de janeiro de 1939, o Governo Federal transferiu à Prefeitura do Distrito Federal os serviços locais relativos à saúde, até então incluídos no Serviço de Saúde Pública do Distrito Federal, no Serviço de Assistência Hospitalar do Distrito Federal e no Serviço de Puericultura do Distrito Federal. Em decorrência desta determinação, e pelo decreto-lei nº 2.241, de 28 de maio 1940, a propriedade de todos os bens imóveis da União nos quais funcionavam serviços de saúde, como o Hospital de São Sebastião, foi transferida para a administração municipal.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Com a criação da SUSEME-Superintendência dos Serviços Médicos, pela lei nº 279 de 28 de dezembro de 1962, e com sua regulamentação, pelo decreto nº 1.612 de 27 de março de 1963, o hospital passou a integrar esta nova autarquia, sendo então denominado como Hospital Estadual São Sebastião. E com a lei estadual nº 294, de 7 de janeiro de 1980, a Sociedade de Amigos do Hospital Estadual São Sebastião foi considerada de utilidade pública.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O hospital posteriormente passou a ser denominado Instituto Estadual de Infectologia São Sebastião (IESS), e com tal denominação foi, em 25 de junho de 2008, desativado e transferido para o Instituto de Assistência dos Servidores do Estado do Rio de Janeiro (IASERJ), na Rua Sacadura Cabral nº 178, na Gamboa, onde manteve o atendimento aos pacientes com doenças infecto-contagiosas, como meningoencefalites, dengue, e leptospirose.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Diretores:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br/&amp;gt; João da Silva Ramos (de 9/11/1889 a 23/12/1889), Luiz Manoel Pinto Netto (23/12/1889 a 30/06/1891), Maurillo Tito Nabuco de Abreu &amp;amp;nbsp;(interino, 02/04/1891 a 30/06/1891), Leite de Oliva (1891), Francisco de Paula Tavares (25/08/1891 a 30/03/1892), Carlos Pinto Seidl (31/03/1892 a 1912; 1919 a 19/10/1929), Miguel de Oliveira Couto (interino, 28/11/1894 a 24/01/1895), &amp;amp;nbsp;Antonino Augusto Ferrari (1912, 1913, interino 1914-1916; 1930), João Pedro Leão de Aquino (1916), Garfield Augusto Perry de Almeida (interino 1918-1919), Antonino &amp;amp;nbsp;Augusto Ferrari (1912-1916; 1929-1930), Sinval Augusto Lins (1931-1939).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; Vice-diretores:&amp;lt;br/&amp;gt; Antonino Augusto Ferrari (1905-1911; interino 1918; 1923-1929), Zepherino Justino da Silva Meirelles (1912; interino 1914-1916).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Estrutura e funcionamento&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Hospital de São Sebastião, inaugurado em 9 de novembro de 1889, recebeu seus primeiros pacientes em 20 de novembro, já com a República proclamada. Foi construído nos terrenos de uma antiga chácara na Praia do Retiro Saudoso, que tinham de frente 81,84mts e 177,32 mts de fundo. A antiga casa desta chácara era uma residência em estilo português, uma construção de alvenaria com 36,74mts de frente e 25,14 mts de fundo, tendo na frente quadro janelas de sacada com grades de ferro, seis janelas de peitoril e duas portas de saída, com grade de ferro, com um pátio ladrilhado e uma escada de mármore para o jardim. Esta casa foi adaptada para ser a secretaria, o gabinete do diretor e cinco enfermarias do hospital (BENCHIMOL, 1990).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O prédio principal do Hospital de São Sebastião foi construído no centro do terreno. Na época de sua inauguração, o hospital tinha:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“(....) o aspecto de uma villa, tal é o numero de edifícios que compreende independentes uns dos outros (...). Tem sete enfermarias, duas delas exteriores e de maior elegância: são dous magníficos pavilhões de madeira, systema Lefort, tendo cada um 45 metros de comprimento e 18 de largura, com accommodação folgada para 60 leitos em cada uma, podendo ser elevado em caso de necessidade e sem sacriicio para hygiene o numero de leitos. (....). há entre os dous pavilhões uma galeria que as comunica e a ella vai ter uma outra que conduz a parte inferior do estabelecimento. Estas galerias servem de abrigo para os doentes que tiverem de ser levados aos pavilhões superiores, que constituem enfermaias de 1º gráo, pela sua excepcional posição. (....). No corpo da antiga casa, dentro do estabelecimento, estão as cinco enfermarias restantes, tendo sido a casa transformadar para satisfazer ao fim a que era destinada. São menores que as primeiras, mas nelas forão atendidos todos os detalhes, ainda os menores em relação à hygiene. Applicárão-se pela primeira vez às enfermarias os iluminadores de D´Arcet, que produzem simultaneamente com a iluminação a áspera energia de ar viciado pelas funções naturaes dos enfermos, e tornando possível garantir a cada doente quota determinada de ar novo, introduzido por orifícios superiores, munidos de aperculos graduáveis para velocidades máxima e mínima das correntes exteriores, de modo a distribuir a cada leito, por hora, a ração fixa de 150 metros cúbicos de ar, quota reputada muito satisfactoria, segundo pensão modernos hygienistas. (....). Em edifícios próximos, mas independentes, tem o estabelecimento refeitório, cozinha, almoxarife, desinfectorio, carvoaria, rouparia, cocheira, necrotério, residência para médicos, casa para irmãs de caridade, lavanderia, reservatórios e outras dependências”. (HOSPITAL, 1889, p.1)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Dispunha, nesta época, de 240 leitos, distribuídos em enfermarias gerais:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“As enfermarias ns.3, 4, e 5 são enfermarias geraes, contendo respectivamente 25, 13 e 15 leitos magnificamente instalados; a enfermaria n.6 é destinada exclusivamente ao tratamento de mulheres e está nas mesmas condições hygienicas das antecedentes, bem como a de n.7, que contém apenas 5 leitos e serve de enfermaria de agônicos.” (CHRONICA, 1889, p.336) &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Inexistiam quartos especiais, mas nas enfermarias denominadas de 1ª classe, havia leitos mais confortáveis, e seus ocupantes pagavam uma diária de 3$000.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Hospital de São Sebastião estava dividido em quatro planos, contendo vinte edifícios, dez enfermarias, duzentos e quarenta leitos, duas grandes estufas de desinfecção a vapor d’agua sob pressão e quatro pulverizadores de ar condicionado. Possuía as lâmpadas iluminadoras de Arcet nas cinco enfermarias do edifício central, que eram dispositivos artificiais de ventilação pois além de iluminar, renovavam o ar viciado, promovendo ar novo para os pacientes.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foram feitas construções para refeitórios, cozinha, almoxarifado, rouparia, cocheiras, lavanderia, necrotério, residência para internos e para as irmãs de caridade, e para dois reservatórios de água, respectivamente com 22.000 e 16.000 litros.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O necrotério, considerado uma “esplendida construção gothica de notevel apuração de gosto”, era assim montado:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Estão n´elle dispostas seis mesas de mármore, para cadáveres, e uma, em compartimento separado, destinada a autopsias. Em todas ellas foram aplicadas torneiras de lavagem imediata e syphoões de desinfecção, tendo ainda havido a louvável precaução de aplicar a cada ralo de esgoto das mesas, torneiras de grande diamentro, destinadas à lavagem enérgica dos encanamentos.” (CHRONICA, 1889, p.336)&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;[[SEIDL,_CARLOS_PINTO|&amp;lt;u&amp;gt;Carlos Pinto Seidl&amp;lt;/u&amp;gt;]], então diretor do Hospital de São Sebastião, em artigo publicado no &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039; em 1900, buscando demonstrar o serviço prestado por aquele estabelecimento à assistência pública, apresentou um quadro do movimento sanitário geral do hospital, referindo-se especialmente ao nº de curados e falecidos nos serviços de febre amarela (anos de 1890 a 1899) e de varíola (anos de 1891, 1897, 1898 e 1899):&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
{| align=&amp;quot;center&amp;quot; border=&amp;quot;1&amp;quot; cellpadding=&amp;quot;1&amp;quot; cellspacing=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;width: 614px;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+ &amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| colspan=&amp;quot;5&amp;quot; style=&amp;quot;width: 604px; text-align: center;&amp;quot; | &#039;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Movimento sanitario geral do Hospital de S. Sebastião de 1890 a 1899”&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 71px; text-align: center;&amp;quot; | &#039;&#039;&#039;Annos&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 90px; text-align: center;&amp;quot; | &#039;&#039;&#039;Curados&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot; | &#039;&#039;&#039;Fallecidos&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 102px; text-align: center;&amp;quot; | &#039;&#039;&#039;Total&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 239px; text-align: center;&amp;quot; | &#039;&#039;&#039;Serviço Hospitalar de:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 71px; text-align: center;&amp;quot; | 1890&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 90px; text-align: center;&amp;quot; | 595&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot; | 455&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 102px; text-align: center;&amp;quot; | 1050&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 239px; text-align: center;&amp;quot; | Febre Amarella&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 71px; text-align: center;&amp;quot; | 1891&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 90px; text-align: center;&amp;quot; | 1859&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot; | 1614&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 102px; text-align: center;&amp;quot; | 3473&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 239px; text-align: center;&amp;quot; | Idem&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 71px; text-align: center;&amp;quot; | 1891&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 90px; text-align: center;&amp;quot; | 862&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot; | 634&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 102px; text-align: center;&amp;quot; | 1496&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 239px; text-align: center;&amp;quot; | Varíola&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 71px; text-align: center;&amp;quot; | 1892&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 90px; text-align: center;&amp;quot; | 2097&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot; | 1546&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 102px; text-align: center;&amp;quot; | 3643&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 239px; text-align: center;&amp;quot; | Febre Amarella&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 71px; text-align: center;&amp;quot; | 1893&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 90px; text-align: center;&amp;quot; | 443&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot; | 339&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 102px; text-align: center;&amp;quot; | 782&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 239px; text-align: center;&amp;quot; | Idem&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 71px; text-align: center;&amp;quot; | 1894&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 90px; text-align: center;&amp;quot; | 2374&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot; | 1747&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 102px; text-align: center;&amp;quot; | 4121&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 239px; text-align: center;&amp;quot; | Idem&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 71px; text-align: center;&amp;quot; | 1895&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 90px; text-align: center;&amp;quot; | 636&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot; | 513&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 102px; text-align: center;&amp;quot; | 1149&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 239px; text-align: center;&amp;quot; | Idem&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 71px; text-align: center;&amp;quot; | 1896&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 90px; text-align: center;&amp;quot; | 1909&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot; | 1510&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 102px; text-align: center;&amp;quot; | 3419&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 239px; text-align: center;&amp;quot; | Idem&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 71px; text-align: center;&amp;quot; | 1897&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 90px; text-align: center;&amp;quot; | 356&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot; | 109&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 102px; text-align: center;&amp;quot; | 465&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 239px; text-align: center;&amp;quot; | Idem&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 71px; text-align: center;&amp;quot; | 1897&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 90px; text-align: center;&amp;quot; | 158&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot; | 10&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 102px; text-align: center;&amp;quot; | 168&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 239px; text-align: center;&amp;quot; | Varíola&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 71px; text-align: center;&amp;quot; | 1898&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 90px; text-align: center;&amp;quot; | 527&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot; | 558&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 102px; text-align: center;&amp;quot; | 1085&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 239px; text-align: center;&amp;quot; | Febre Amarella&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 71px; text-align: center;&amp;quot; | 1898&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 90px; text-align: center;&amp;quot; | 139&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot; | 28&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 102px; text-align: center;&amp;quot; | 167&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 239px; text-align: center;&amp;quot; | Varíola&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 71px; text-align: center;&amp;quot; | 1899&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 90px; text-align: center;&amp;quot; | 452&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot; | 351&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 102px; text-align: center;&amp;quot; | 803&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 239px; text-align: center;&amp;quot; | Febre Amarella&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 71px; text-align: center;&amp;quot; | 1899&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 90px; text-align: center;&amp;quot; | 1485&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot; | 708&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 102px; text-align: center;&amp;quot; | 2193&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 239px; text-align: center;&amp;quot; | Varíola&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 71px; text-align: center;&amp;quot; | &amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 90px; text-align: center;&amp;quot; | 13.892&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot; | 10.122&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 102px; text-align: center;&amp;quot; | 24.014&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 239px;&amp;quot; | &amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Fonte: &#039;&#039;&#039;SEIDL, Carlos. Dados estatisticos applicaveis ao estudo etiologico da febre amarella. &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XIV, n.21, p.181-183, 1º jun. 1900. p.181&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Hospital, que havia sido criado especialmente para o tratamento da febre amarela, teve que se adaptar ao longo dos anos perante a ocorrência de outras epidemias e assim realizar acréscimos, reformas e alterações em suas instalações. Em 1891, por exemplo, com o surto de varíola, recebeu pela primeira vez doentes de varíola, tendo sido necessária a construção de dois barracões de madeira, que foram posteriormente demolidos:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
{| align=&amp;quot;center&amp;quot; border=&amp;quot;1&amp;quot; cellpadding=&amp;quot;1&amp;quot; cellspacing=&amp;quot;1&amp;quot; style=&amp;quot;width: 628px;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| colspan=&amp;quot;5&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: center; width: 618px;&amp;quot; | &#039;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Alterações da estrutura do Hospital de São Sebastião (1889-1907)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;text-align: center; width: 74px;&amp;quot; | &#039;&#039;&#039;Ano&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;text-align: center; width: 115px;&amp;quot; | &#039;&#039;&#039;Estrutura&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;text-align: center; width: 136px;&amp;quot; | &#039;&#039;&#039;N° de Leitos&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;text-align: center; width: 142px;&amp;quot; | &#039;&#039;&#039;Construção&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;text-align: center; width: 132px;&amp;quot; | &#039;&#039;&#039;Finalidade&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 74px; text-align: center;&amp;quot; | 1889&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 115px; text-align: center;&amp;quot; | &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;7 enfermarias (2 do tipo Lefort)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 136px; text-align: center;&amp;quot; | &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;240 (sendo 60 leitos no pavilhão Lefort)&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 142px; text-align: center;&amp;quot; | &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;alvenaria e madeira (pavilhão Lefort)&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 132px; text-align: center;&amp;quot; | &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;3 gerais, 1 para agônicos, 1 para mulheres&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 74px; text-align: center;&amp;quot; | 1891&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 115px; text-align: center;&amp;quot; | 2 barracões&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 136px; text-align: center;&amp;quot; | -&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 142px; text-align: center;&amp;quot; | madeira&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 132px; text-align: center;&amp;quot; | Varíola&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 74px; text-align: center;&amp;quot; | 1893&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 115px; text-align: center;&amp;quot; | &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;1 pavilhão (sistema Moabit)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 136px; text-align: center;&amp;quot; | 25&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 142px; text-align: center;&amp;quot; | -&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 132px; text-align: center;&amp;quot; | Convalescentes&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 74px; text-align: center;&amp;quot; | 1894&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 115px; text-align: center;&amp;quot; | &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;1 pavilhão&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 136px; text-align: center;&amp;quot; | 24&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 142px; text-align: center;&amp;quot; | madeira&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 132px; text-align: center;&amp;quot; | Febre Amarella&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 74px; text-align: center;&amp;quot; | 1904&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 115px; text-align: center;&amp;quot; | &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;2 edifícios; 10 barracas.&amp;lt;br/&amp;gt; 3 pavilhões;&amp;lt;br/&amp;gt; 12 quartos particulares;&amp;lt;br/&amp;gt; 1 edifício&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 136px; text-align: center;&amp;quot; | -&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 142px; text-align: center;&amp;quot; | alvenaria&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 132px;&amp;quot; | &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;-&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;-&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;doentes pagantes;cirurgias e curativos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 74px; text-align: center;&amp;quot; | 1907&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 115px; text-align: center;&amp;quot; | &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;2 barracas (sistema Cristoph Unmack;&amp;lt;br/&amp;gt; Barracão&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 136px;&amp;quot; | &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;-&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;36&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 142px; text-align: center;&amp;quot; | madeira&lt;br /&gt;
| style=&amp;quot;width: 132px;&amp;quot; | &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;-&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;-&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Fonte:&#039;&#039;&#039; Apud. GOMES, 2004, p.2&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Durante a 1ª gestão de Carlos Pinto Seidl, de 1892 a 1912, foram inaugurados, em 1893, um forno de incineração, modelo dos engenheiros Carl Arno Gierth e Lourenço Freschi Lavagnino, que tinham um gabinete de desenho geográfico, arquitetônico, ornamental, mecânico e industrial na Rua Municipal nº11 (Rio de Janeiro), e também uma enfermaria pelo sistema Moabit.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1894, funcionou por três meses, na diretoria do Hospital de São Sebastião, um posto medico militar para atender aos feridos civis e militares da Revolta da Armada, iniciada na cidade do Rio de Janeiro em 6 de setembro de 1893. O posto, que foi dirigido pelo próprio diretor do hospital, Carlos Pinto Seidl, tendo como auxiliares Sebastião Cortes e o estudante de medicina Feliciano José de Almeida Junior,&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Durante a epidemia de febre amarela, em 1894, o Hospital de São Sebastião recebeu pessoal extraordinário para o atendimento dos enfermos, como detalhou Carlos Pinto Seidl em seu relatório:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify; margin-left: 40px;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Médicos: Miguel de Oliveira Couto (nomeado em 16/02/1894- dispensado em 25/06/1894); José Gomes Pereira (1º/02/1894-25/06/1894); Godofredo Saturnino Teixeira de Mello (10/03/1894-02/05/1894); Rodolpho Ramalho (02/03/1894-13/04/1894); Lucas Antônio de Oliveira Catta Preta (10/03/1894-13/04/1894).&amp;lt;br/&amp;gt; Internos: Augusto Henriques de Araujo Vianna (20/03/1894-08/06/1894); Lucio de Souza Albuquerque (1º/02/1894-02/05/1894); Carlos Barros Raja Gabaglia (19/02/1894-13/04/1894); Henrique Tanner de Abreu (09/03/1894-13/04/1894); Carlos Roldon Mouren (06/03/1894-1º/09/1894) &amp;amp;nbsp;(SEIDL, 1895).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Tendo em vista ogrande múmero de enfermos, e graças à Companhia Fabrica de Tecidos São Lazaro, foi estabelecido em 1894 um hospital anexo na grande casa onde havia sido estabelecida a fábrica de camisas, por intermédio de Henrique da Fonseca, engenheiro do Ministério do Interior. &amp;amp;nbsp;Este hospital provisório foi posteriormente, em abril de 1894, entregue limpo e pintado à proprietária. Nesta ano também foi construída mais uma &amp;amp;nbsp;enfermaria de madeira, dado o excessivo número de doentes em tratamentointernatos, e nesta enfermaria foi experimentado o sistema de ventilação preconizado pelo médico militar francês A. Castaing, por este descrito em artigo nos &#039;&#039;Archives de médecine et pharmacie militaires&#039;&#039; (t. XVII, p.142, 1891).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Os médicos Eduardo Chapot Prévost e Francisco de Paula Fajardo Junior realizaram, em 1894, pesquisas e estudos anátomo-patológico e etiológico da febre amarela no laboratório e enfermarias do Hospital de São Sebastião, como destacou posteriormente o médico, e então diretor da instituição, [[SEIDL,_CARLOS_PINTO|&amp;lt;u&amp;gt;Carlos Pinto Seidl&amp;lt;/u&amp;gt;]], em um de seus artigos publicados em &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, &amp;amp;nbsp;em 1900:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Não darei por finda a tarefa que me impuz, sem trazer, porém, ao conhecimento de meus colegas uma interessante observação referente ao emprego das injecções salinas na febre amarela, introduzidas no Hospital de S. Sebastião pelo professor Chapot Prévost, que foi um assíduo frequentador voluntario das enfermarias do hospital, quando, juntamente com os Drs. Fajardo e Figueiredo Rodrigues e o autor deste trabalho, estudava a questão da etiologia e pathogenia do typho-icteroide” (SEIDL, 1900b, p.291)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O diretor [[SEIDL,_CARLOS_PINTO|&amp;lt;u&amp;gt;Carlos Pinto Seidl&amp;lt;/u&amp;gt;]] foi procurado, em dezembro de 1895, por Cardoso de Menezes, amigo de Philippe Pereira Caldas, médico do Rio Grande do Sul, que lhe solicitou que providenciasse material (vômito preto e parcelas de mucosa estomacal) retirado de indivíduos falecidos de febre amarela no Hospital de São Sebastião para ser enviado, por seu intermédio, para o médico rio-grandense, que fazia estudos experimentais sobre febre amarela. Seidl enviou a primeira remessa em março de 1896, e depois enviou outras sucessivamente. Nesta época Philippe Pereira Caldas estava realizando, em seu laboratório, estudos experimentais sobre febre amarela com serum de cavalos imunizados por um processo particular. &amp;amp;nbsp;Caldas envio a Seidl, ao longo de 1896, dezenas de frascos contendo o serum de cavalos com sua preparação, para que os experimentasse nos pacientes em atendimento no Hospital de São Sebastião. Solícito, então, a verificar clinicamente o valor terapêutico deste novo serum, Carlos Seidl fêz algumas aplicações clínicas do serum de Caldas no Hospital de São Sebastião. Tais experiências foram acompanhadas por uma comissão de médicos presidida pelo médico Eduardo Chapot Prévost. Como resultado de suas observações, Seidl elaborou um relatório detalhado bastante animador com relação aqueles experimentos, que foi publicado em 1897 (SEIDL, 1897b).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A gestão de [[SEIDL,_CARLOS_PINTO|&amp;lt;u&amp;gt;Carlos Pinto Seidl&amp;lt;/u&amp;gt;]], considerada uma das mais importantes administrações do Hospital de São Sebastião, além de ter promovido diversos melhoramentos na instituição, recebeu a visita de médicos estrangeiros, como a do bacteriologista italiano Giuseppe Sanarelli (1864-1940) no ano de 1896, e de missões estrangeiras.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Com o surgimento do primeiro caso suspeito de peste bubônica na Capital, o Governo instalou, em janeiro de 1900, um laboratório para estudos bacteriológicos sobre a peste no [[HOSPITAL_PAULA_CÂNDIDO|&amp;lt;u&amp;gt;Hospital Paula Cândido&amp;lt;/u&amp;gt;]], onde o higienista italiano Camillo Terni (1863-1934), que havia vindo ao Brasil comissionado pelo Governo italiano para estudar os casos de peste ocorridos em Santos, realizaria suas pesquisas. &amp;amp;nbsp;Terni, fundador do Istituto di Igiene e Batteriologia (ou Istituto di Igiene e Profilassi), em 1897 em Messina (Itália), pesquisador do Istituto Sieroterapico di Napoli e professor de higiene da Università di Messina, também realizou investigações no laboratório do Hospital de São Sebastião. Este médico italiano&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;“além do soro específico, empregava como coadjuvante no tratamento da peste, um velho processo que consistia na extirpação cirúrgica dos gânglios infectados, já usado no Exército Francês no tempo de Napoleão I” (AQUINO, 1945a, p.393).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Até o ano de 1900, quando foi constituido um corpo clínico próprio no Hospital de São Sebastião, na ocorrência de epidemias o hospital precisava recorrer a médicos de outros hospitais. Neste ano o corpo clínico era constituído por Antonino Augusto Ferrari, João Pedro Leão de Aquino, Zepherino Justino da Silva Meirelles e José Lopes da Silva Junior.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Hospital de São Sebastião recebeu, em 24 de fevereiro de 1900, a visita de Carlos D. Benitez, médico-inspetor da Sección de &amp;amp;nbsp;Profilaxis do Instituto de Higiene General (Argentina), que veio como delegado sanitário da República Argentina. Em sua estada Benitez expressou admiração pelo fato de não existir naquela instituição um forno crematório e pelo enterramento de cadáveres de moléstias infecciosas ser feito em valas comuns. Mas após conversar longamente com o diretor do hospital, [[SEIDL,_CARLOS_PINTO|&amp;lt;u&amp;gt;Carlos Pinto Seidl&amp;lt;/u&amp;gt;]], o delegado sanitário argentino, “ouvindo em detalhe o systema terapêutico seguido no tratamento dos doentes, especialmente as aplicações de sérum artificial feitas desde 1895, e examinando a escripturação que regula os diversos serviços do es6tabelecimento, confessou o ilustre delegado sanitário argentino que a sua vinda ao Rio de Janeiro tinha desde já servido grandemente para proporcionar-lhe os meios de desmentir uma grande calumnia, continua e insistentementearrogada à administração brasileira em Buenos Aires e em toda a Republica” (VISITA, 1899, p.1).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 3 de novembro de 1901, chegou a Missão Pasteur, integrada por Émile Marchoux (1862-1943), Alexandre Taurelli Salimbeni (1867-1942), Paul-Louis Simond (1858-1947), para a qual foi preparado um laboratório num chalet nas dependências do Hospital de São Sebastião. A chegada dos membros da Missão Pasteur foi relatada detalhadamente por &amp;amp;nbsp;João Pedro Leão de Aquino, do corpo médico da instituição:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Ao meio-dia dirigimos para o laboratório, pequena sala em forma de corredor situada em um edifício anexo, ao lado direito do hospital, e cujo acesso se fazia atravessando um passadiço partindo da farmácia. Esperamos na mesa 10 minutos. No fim deste tempo surgem alegres, vindos do laboratório instalado especialmente para eles os membros da Missão Pasteur, que vieram ao Brasil estudar febre amarela. Eram os Drs Emílio Marchoux, Salimbeni e Simond. O primeiro, homem de 30 e poucos anos, extremamente simpático e expansivo, usando cabelo cortado à escovinha, bastos bigodes e cavaignac. Falava rápido e tinha gestos desembaraçados. Salimbeni, italiano, muito moço, um pouco curvado, olhos claros, cabelos e barbas compridos e loiros, lembrava um capuchinho metido numa blusa de médico. O chefe da Missão Dr. P. Simond, cheio de corpo, baixo, usando também bastos bigodes e cavaignac pretos, fazia lembrar Napoleão III de França. Era circunspecto, um pouco reservado e solene de atitudes. Após as apresentações, deu-se início ao almoço, ou mais propriamente ao banquete, o qual decorreu no meio de expansiva alegria, e ditos de espírito esfuziavam continuamente na pequena sala. O cardápio era rigorosamente à francesa, não faltando a clássica Champagne de Reims, por ter sido dia de aniversário de um dos Membros da Missão, lembrado gentilmente pelo Dr. Carlos Seidl. Apesar de ter sido aprovado com distinção em francês, no curso de meus preparatórios, de ter bastante experiência na leitura daquela língua, com bastante dificuldade compreendia e respondia aos meus interlocutores no momento. O diretor, educado na Europa, falava corretamente como um parisiense, e Ferrari com bastante desembaraço. O Dr. Seidl, por ordem superior, havia contratado um cozinheiro especial para a Missão, apesar da refeição comum da casa ser boa. O diretor do hospital, conhecedor da cozinha francesa é quem determinava de véspera o cardápio, inclusive a marca de vinho a ser usado. Terminado o almoço fomos visitar o Laboratório da Missão Pasteur, instalado dentro do hospital, em edifício de alvenaria, isolado, de dois andares, situado na parte média do morro. O Dr. Emílio Marchoux, tudo mostrou com extrema gentileza e paciência, explicando o funcionamento dos diversos aparelhos, levando ao microscópio preparados de anatomia patológica, peças anatômicas, etc, inclusive diversos mosquitos e animais de laboratórios, como cobaias, coelhos, e macacos. Caráter franco, dizia com extrema delicadeza o que pensava dos nossos homens e coisas. Era evidente um grande entusiasta do nosso país, e já havia começado a estudar a língua portuguesa, que procurava falar, e já lia corretamente nossos jornais e revistas. Perguntou-me ao sair do laboratório, se eu gostava de bacteriologia, e que especialidade fazia. Disse-lhe que me ocupava principalmente com cirurgia e clínica médica, lecionando também Ciências Naturais, no externato Aquino, e mantinha um curso livre na Faculdade de Medicina, onde ensinava Anatomia Descritiva e Topográfica além de auxiliar Dr. Pais Leme, no seu curso oficial de Anatomia Médico-Cirúrgica.” (AQUINO, 1945a, p. 393-394)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Odair Franco (1969), médico e assistente técnico do diretor geral do Departamento Nacional de Endemias Rurais (DNERu), em seu livro “História da Febre Amarela no Brasil” descreveu as experiências realizadas pelos integrantes da Missão Pasteur no Hospital de São Sebastião:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Assim, a Comissão levou a efeito no Hospital de São Sebastião, no Rio, duas inoculações experimentais do vírus, por injeção do sôro de um doente e por picadas de mosquitos, com resultados positivos, havendo os doentes se restabelecido. Realizou outras séries de experimentos em 27 pessoas, tais como inoculações de sôro sanguíneo aquecido e de sôro filtrado de doentes; de sôro colhido no 8.° dia da doença, e tentativas de provocar a infecção, colocando sangue de amarelento sôbre a pele do indivíduo são, com erosão produzida pela raspagem.” (FRANCO, 1969, p.70)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Os pesquisadores franceses ficaram residindo na cidade de Petrópolis, e vinham diariamente para o Rio por meio de barcas da Companhia Leopoldina. No laboratório do hospital, os pesquisadores franceses realizaram, até 3 de maio de 1905, quando partiram, suas pesquisas sobre a transmissão da febre amarela. Émile Marchoux voltaria a visitar o Hospital de São Sebastião, em 3 de agosto de 1925, por ocasião de sua viagem ao país a convite do Instituto Franco-Brasileiro&amp;amp;nbsp;de Alta Cultura para proferir conferências científicas.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Para Benchimol, a importância da Missão Pasteur no Rio de Janeiro “não se restringe aos resultados científicos que obteve, especialmente no que concerne aos hábitos e à parasitologia do Stegomia fasciata e às características epidemiológicas da febre amarela”, pois os pesquisadores franceses “forneceriam um respaldo valioso á campanha contra a febre amarela que Oswaldo Cruz conduziria na capital da República” e “proporcionariam a Oswaldo Cruz um canal importante de comunicação com a comunidade científica internacional” (BENCHIMOL,1990, p.22).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Antonino Augusto Ferrari em seu artigo “Ensaio de therapeutica physiologica na febre amarela”, publicado no &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, também comentou sobre a terapêutica de febre amarela adotada no hospital:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Hoje em dia, felizmente, aqui entre nós, no hospital de S. Sebastião, a therapeutica de febre amarela vae assumindo um ponto de vista muito mais scientifico e racional. Procura acompanhar a evolução das noções de physiologia pathologica, apezar destas carecerem ainda de estudos mais completos, que leucidem pontos controversos, como sejam aquelles da physio-pathologia renal. A therapeutica por nós aplicada no hospital de S. Sebastião é fructo da nossa observação e inspirada nas prescripções de colegas distinctos que tem perlustrado por este serviço clinico, com grande proveito para os enfermos. Referimo-nos aos Drs. Miguel Couto, professor da Faculdade de Medicina, A. Vianna e Carlos Seidl, o incançavel luctador e benemérito diretor do hospital de S. Sebastião”. (FERRARI, 1902, p.94)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;João Pedro Leão de Aquino, antigo farmacêutico da província de Mato Grosso, foi convidado a integrar o corpo médico do Hospital de São Sebastião em 1902, e assim descreveu os procedimentos por ocasião de sua apresentação naquele hospital:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Conduzido pelo Dr. Ferrari a uma saleta próxima ali guardei a cartola e o chapéu de sol num armário indicado. Retirei a sobre-casaca e colête, indumentária então usada por todos os médicos; vesti uma longa blusa de linho, verdadeira veste talar que &amp;amp;nbsp;atingia a dois dedos acima dos calcanhares; coloquei à cabeça gorro muito alto também de linho e engomado, e, após desatar os cordões dos borzeguins envernizados, calcei altas botas de borracha, que ultrapassavam os joelhos, a fim de evitar as picadas das pulgas e transmissoras do germe da peste bubônica”. (AQUINO , 1945a, p.387)&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1902 foi inaugurada uma lavanderia a vapor, e no ano seguinte foram feitos reparos e serviço de pintura nas instalações do hospital. No ano seguinte, tendo em vista o grande número de doentes, foi necessário alugar uma propriedade particular próxima ao Hospital, como um anexo para alojar os pacientes e o pessoal subalterno.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Conforme relatou o diretor [[SEIDL,_CARLOS_PINTO|&amp;lt;u&amp;gt;Carlos Pinto Seidl&amp;lt;/u&amp;gt;]], o ano de 1904 foi de muito trabalho para o Hospital de São Sebastião tendo em vista a intensa epidemia de varíola. &amp;amp;nbsp;O grande número de doentes de varíola internados no hospital exigiu a adoção de algumas providências, como o aluguel da casa nº 59, da Praia do Retiro Saudoso, que, juntamente com as casa contíguas de nº61 e nº 63, serviria como hospital anexo, de enfermaria para os pacientes convalescentes e os recolhidos mais recentemente. Além destas enfermairas, foram instaladas dez barracas de lona, cedidas pela diretoria de saúde do Exército, com oito leitos cada, para receberem pacientes convalescentes de varíola. No ano de 1904 entraram 4.675 indivíduos no serviço de varíola do Hospital de São Sebastião (SEIDL, 1905).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;João Pedro Leão de Aquino, médico e cirurgião do Hospital de São Sebastião, em relatório dirigido à diretoria do hospital, destacou as reformas das enfermarias entre os serviços e melhoramentos realizados em 1904 naquela instituição:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Nos primeiros mezes deste anno estive com todo o serviço de febre amarela; os doentes foram recolhidos Á «Enfermaria Bento Cruz», completamente reformada e adaptada ás exigências da prophylaxia moderna especifica do typho icteroide e á «Enfermaria Eugenio de Andrade», no interior da qual foram armadas camaras construídas de ferro e tela de arame, que receberam de V. Ex. a denominação de «Chambres Marchoux», em homenagem ao ilustre homem de sciencia, que com tanto desinteresse e amor tem concorrido para o engrandecimento e modernização do Hospital S. Sebastião”. (Apud SEIDL, 1904, p.415)&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em alguns dos pavilhões do hospital havia sido instalado um tipo de abrigo de arame fino, conhecidas como &amp;amp;nbsp;“Chambres Marchoux”, nome de seu idealizador, para impedir a entrada de mosquitos, nos quartos destinados ao isolamento de doentes no período inicial da infecção (AQUINO,1945). Um novo reservatório de água, com capacidade para 40.000 litros, foi inaugurado em 1904.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Hospital de São Sebastião recebeu, em 6 de março de 1904, Rudolf Otto Neumann (1868-1952), farmacêutico e privat-dozent da Universität Heidelberg, e Hans Erich Moritz Otto (1869-1918), clínico do Institut für Schiffs-und Tropenkrankheiten (Hamburgo), que integravam a Missão Alemã que veio ao país com o objetivo de estudar a febre amarela. Permaneceram no Rio de Janeiro por três meses, e realizaram estudos no Hospital de São Sebastião:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Otto e Neumann, da missão alemã, passaram pelo Brasil quando estava prestes a encerrar-se o programa de pesquisa dos franceses, no auge da campanha contra o Stegomyia fasciata levada a cabo por Oswaldo Cruz, paralelamente a outras ações sanitárias e à reforma urbana da cidade do Rio de Janeiro. (....). No Rio de Janeiro, onde permaneceram quase três meses (entre 6 de março e o fim de maio), os estudos de Otto e Neumann foram realizados também no Hospital São Sebastião, e boa parte deles consistiu na verificação de resultados já adquiridos pelos investigadores do Instituto Pasteur. (....).Os doentes que examinaram estavam isolados em compartimentos revestidos de tela, as chamadas ‘Câmaras Marchoux’, com capacidade para dois leitos cada, levantadas no interior dos pavilhões mais antigos – os alemães, na verdade, falavam em “barracas”, porque esse era o conceito, oriundo das campanhas militares, que embasava os projetos hospitalares para isolamento de doenças consideradas contagiosas: unidades móveis, facilmente descartáveis quando contaminadas. O São Sebastião, inaugurado em 1889, às vésperas da deposição da monarquia, chegou a ter pavilhões de papel machê importados da Alemanha. (....).O Stegomyia fasciata foi o principal objeto de estudo de Otto e Neumann. Deixariam o Brasil convencidos de que era o transmissor da febre amarela, mas não que fosse a única forma de transmissão possível”. &amp;amp;nbsp;(BENCHIMOL, 2005 (b), p.197-200)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;De acordo com o médico João Pedro Leão de Aquino (1945b) o Hospital de São Sebastião passou por inúmeras reformas e transformações ao longo do tempo, especialmente durante o período de [[CRUZ,_OSWALDO_GONÇALVES|&amp;lt;u&amp;gt;Oswaldo Gonçalves Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;à]] frente da Diretoria Geral de Saúde Pública, entre 1903 e 1909. &amp;amp;nbsp;Neste período houve um aumento de verbas para aquisição de material e para pagamento do pessoal clínico e administrativo, e um crescimento do movimento científico, com a presença de pesquisadores estrangeiros, integrantes da Missão Pasteur e Missão Alemã, e de brasileiros como Eduardo Chapot Prévost, Francisco de Paula Fajardo Junior, e os membros das seções de ciências médico-cirúrgicas e medicina pública do Tercer Congreso Científico Latinoamericano (Rio de Janeiro, 6-16/08/1905). Também foi remodelado o pavilhão “Bento Cruz” para doentes masculinos de febre amarela, construído novos pavilhões e uma nova canalização hidráulica. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1908, com a epidemia de varíola, o hospital ficou superlotado chegando a ter 87.000 variolosos internados em suas enfermarias. Tendo em vista o aumento no nº de pacientes foram nomeados interinamente os médicos Antonio Pires Salgado, Ernesto Crissiúma Filho, Joaquim Ribeiro de Almeida, Manuel Gomes Tarlé e Joaquim Torres Vianna. Foram também instaladas grandes barracas de campanha, &amp;amp;nbsp;cedidas pelo diretor do [[HOSPITAL_CENTRAL_DO_EXÉRCITO|&amp;lt;u&amp;gt;Hospital Central do Exército&amp;lt;/u&amp;gt;]], General Ismael da Rocha.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;João Pedro Leão de Aquino, médico do Hospital de São Sebastião, teria pedido ao engenheiro português Luiz de Moraes Junior, autor do projeto de edificação do conjunto arquitetônico para abrigar o Instituto Soroterápico Federal, que intermediasse junto a Oswaldo Gonçalves Cruz &amp;amp;nbsp;apoio para melhoria das instalações dos serviços cirúrgicos do hospital (AQUINO, 1945b). Novas reformas foram então realizadas no Hospital de São Sebastião, como a criação de um novo serviço de cirurgia, e dos serviços de Raios X, de mecanoterapia, de hidroterapia, e de balneoterapia.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Neste contexto epidêmico, em 1908, o diretor geral de saúde pública, [[CRUZ,_OSWALDO_GONÇALVES|&amp;lt;u&amp;gt;Oswaldo Gonçalves Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]], determinou a reabertura do [[HOSPITAL_PAULA_CÂNDIDO|&amp;lt;u&amp;gt;Hospital Paula Cândido&amp;lt;/u&amp;gt;]], em Jurujuba, e a instalação de um novo hospital, em Engenho de Dentro, para internar os variolosos dos subúrbios. Este hospital teve como primeiro diretor Antonino Augusto Ferrari, que até então era vice-diretor do Hospital de São Sebastião. O “hospital suburbano” como foi referido em matéria publicada em 1908 no jornal &#039;&#039;O Suburbio&#039;&#039;, foi instalado nos pavilhões de uma antiga fábrica de louças, na Rua Maria Flor nº 17, no Engenho de Dentro:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“No fim de uma longa rua, avista-se (.....) um dos pavilhões, caiado de branco – numa eminencia de terreno bem tratado e cercado de arame. (.....). &amp;amp;nbsp;Immediatamente recebidos – com a maxima &amp;amp;nbsp;gentileza – fomos convidados a percorrer as dependências do estabelecimento, que rapidamente foi transformado para o fim a que se destina. (.....). Passamos às enfermarias. (....). Os leitos da fabrica paulista, são confortaveis, apresentam a maior limpeza possível e são dispostos como nas enfermarias comuns. O corpo de enfermeiros – uniformizados com seus aventaes, fiscalizados diretamente pelo corpo clinico, se mantem sempre nas enfermarias, fazendo escalaas, no revezamento do serviço. Na enfermaria de mulheres – cuidada e assistida pelas enfermeiras habilitadas e habituadas ao tratamento desta moléstia – o mesmo conforto encontram aas doentes que recorrem aos leitos de isolamento. (....). Ha agua suficiente no hospital – e o uso da balneotherapia é feito de acordo com o estado actual dos conhecimentos clíiicos – do mesmo modo que, em domicilio, os facultativos prescrevem aos doentes particulares. A medicação especial da moléstia em tratamento ali é a medicação usada, em domicilio, pelos clinicos – varía conforme cada clinico – ao redor de certos medicamentos cujo efeito é a antissepsia do tubo gastro intestinal, da larynge, dos olhos e da pelle. (....). São médicos do Hospital os drs. A. Feitosa e Olavo Rocha e Silva - distinctos clínicos afeitos á molestia especial que ali se trata. Seu diretor é o Dr. Antonino Ferrari, ex-vice diretor do Hospital S. Sebastião. Auxiliam o serviço clinico os internos drs. Galdino Prado, Simão da Cunha, Oscar Botelho, Norberto Bachmam e Joaquim Ferraz que residem no Hospital.” &amp;amp;nbsp;(UMA, 1908, p.1)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O hospital de Engenho de Dentro, segundo o Relatorio da Diretoria Geral de Saúde Pública, teria sido adquirido pelo governo durante a epidemia de varíola e funcionou de 27 de junho de 1908 a maio de 1909, quando foi fechado (RELATORIO, 1910).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O engenheiro Luiz de Moraes Junior também trabalhou na adequação desta antiga fábrica de cerâmica, no Engenho de Dentro, para ampliar os espaços para o isolamento de doentes (OLIVEIRA, 2005).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Segundo Plácido Barbosa (1978), o Hospital de São Sebastião em 1909 era constituído pelas seguintes construções:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - Edifício central (diretoria, secretaria, biblioteca, farmácia, sala de operações, rouparia do serviço interno, arquivo e capela);&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - Edifício dos refeitórios dos empregados superiores e subalternos;&amp;lt;br/&amp;gt; - Edifício do almoxarifado;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - Edifício das máquinas;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - Edifício servindo de depósito da roupa de doentes e arrecadação de utensílios;&amp;lt;br/&amp;gt; - Edifício do necrotério;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - Edifício - Cocheira e carros;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - Pequeno pavilhão da portaria;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - Residência dos internos;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - Enfermaria de 1ª classe;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - Edifício –primeiro grande pavilhão (atual 1ª enfermaria) &amp;amp;nbsp;de assoalho sistema Lefort, com quartos de tela de arame “Chambre Marchoux” destinados para isolamento de doentes de febre amarela nos primeiros dias da moléstia;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - Edifício – 2º grande pavilhão (atual 2ª enfermaria);&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - Edifício - duas barracas de papelão, vindas da Alemanha, sistema “Cristoph Unmack”;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - Edifício – 3º pavilhão, sistema “Moabit” (atual 3ª enfermaria);&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - Edifício – pequeno pavilhão (atual 4ª enfermaria);&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - Grande barracão de madeira (atual 5ª enfermaria);&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - Chalet com sobrado, onde instalaram-se os laboratórios da Missão Pasteur&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ainda em 1909 foi inaugurado no Hospital de São Sebastião um laboratório para microscopia e análise química, aparelhado segundo as exigências científicas da época. Neste mesmo ano, em 9 de novembro foi comemorado o 20º aniversário do Hospital de São Sebastião, na qual foram homenageados Benjamin Antônio da Rocha Faria e [[CRUZ,_OSWALDO_GONÇALVES|&amp;lt;u&amp;gt;Oswaldo Gonçalves Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1910, foram construídos três novos pavilhões de madeira para enfermeiras e um de alvenaria, com 12 quartos particulares e mobiliário reformado importado da Alemanha. Neste mesmo ano foi concluída a construção do pavilhão de cirurgia e fisicoterapia, denominado Pavilhão Oswaldo Cruz. Este pavilhão foi perfeitamente aparelhado para as intervenções operatórias, e ao lado das instalações cirúrgicas havia os serviços de eletroterapia, fototerapia, mecanoterapia e demais modalidades de kinesoterapia. Neste ano foi construído mais um reservatório de água, para 40.000 litros, e o hospital foi dotado também de uma canalização direta e exclusiva para o suprimento dos reservatórios de água.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foram realizadas, em 1913, outras importantes melhorias nas instalações do hospital, destacando-se a transferência do necrotério para um local mais adequado, e a construção dos pavilhões para tuberculosos, dotados com porão-depósito, salão para doentes, e solarium, para receber os pacientes com tuberculose avançada da cidade que não tinham moradia e assistência. &amp;amp;nbsp;Em 1º de março deste ano foi criado um curso de enfermeiros no Hospital de São Sebastião.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Por ocasião do 27º aniversário do hospital, em novembro de 1916, a instituição recebeu a visita de [[SEIDL,_CARLOS_PINTO|&amp;lt;u&amp;gt;Carlos Pinto Seidl&amp;lt;/u&amp;gt;]], que já fora seu diretor e que era então Diretor Geral de Saúde Pública, de representantes da imprensa e de autoridades. Nesta oportunidade o estabelecimento apresentava sete pavilhões, com 160 tuberculosos internados, 20 variolosos e 22 enfermos de diversas moléstias. &amp;amp;nbsp;Garfield Augusto Perry de Almeida, então diretor do Hospital de São Sebastião, destacou nesta ocasião sua satisfação pelo apoio recebido do Ministro do Interior, Carlos Maximiliano, e do diretor da Saúde Pública, Carlos Pinto Seidl, assim como pela dedicação dos colegas médicos Julio José Monteiro, João Pedro Leão de Aquino, Lincoln de Araujo, Urbano Figueira, Antonio Pires Salgado, e Mazzini Bueno. Durante esta administração foram realizados melhoramentos como a pintura do edifício central, o calçamento a paralelepípedos, a cimentação e construção de valas e aterros, construção de cozinha para os pacientes, reforma dos quartos dos aparelhos sanitários, feitura de uma caixa de desinfecção de roupas (FOI COMMEMORADO, 1916).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Na década de 20, alunas da então [[ESCOLA_DE_ENFERMEIRAS_DO_DEPARTAMENTO_NACIONAL_DE_SAÚDE_PÚBLICA|&amp;lt;u&amp;gt;Escola de Enfermeiras do Departamento Nacional de Saúde Pública&amp;lt;/u&amp;gt;]], posteriormente [[ESCOLA_DE_ENFERMAGEM_ANNA_NERY_DA_UNIVERSIDADE_FEDERAL_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Escola de Enfermagem Anna Nery da Universidade Federal do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], realizaram estágio no Hospital de São Sebastião. Em novembro de 1924, cinco alunas desta escola foram designadas para estagiar em enfermarias masculina e feminina daquele hospital, fazendo a fiscalização de repouso e dieta, a verificação de peso e temperatura e a aplicação de compressas frias. Laís Moura Netto dos Reys, docente da escola, em 1929 organizou e chefiou o serviço de enfermagem do Hospital de São Sebastião. Nos anos seguintes, muitas alunas atuaram no pavilhão Miguel Couto, no pavilhão Ferreira Vianna, no pavilhão Affonso Penna, e no pavilhão Zeferino Meirelles. Muitas das aulas ministradas nos pavilhões do Hospital de São Sebastião eram acompanhadas pela diretora da escola, visando padronizar a instrução e o desempenho das alunas (GOMES, 2004). &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 12 de agosto de 1925 foi fundada por internos do hospital a Sociedade de Internos do Hospital São Sebastião, com o objetivo de reunir os estudantes do estabelecimento em sessões e conferências científicas sobre estudos médicos e promover o intercâmbio científico. Carlos Seidl era o presidente honorário desta sociedade, cuja primeira diretoria era composta por Fabio Cerqueira (presidente), Oswaldo Cavalcanti (vice-presidente), Bruno de Morais (1º secretário), Alberto Serpa (2º secretário), Francisco Magaldi (tesoureiro) e Ulisses Giffoni (bibliotecário).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Por iniciativa de Irineu Malagueta Pontes, médico do Hospital de São Sebastião e autor do livro “A vida de Laennec (1781-1826)” publicado em 1920, foi inaugurado no hospital o Museu Laennec em 13 de agosto de 1926, na data comemorativa do 1º centenário do falecimento do médico francês René Théophile Hyacinthe Laënnec (1781-1826). &amp;amp;nbsp;O Museu Laennec apresentava numerosas peças anatomopatológicas preparadas pelos internos do Hospital de São Sebastião.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A gestão de Clementino Rocha Fraga na direção do Departamento Nacional de Saúde, de 1926 a 1930, imprimiu um importante momento de recuperação do hospital, no qual o próprio Clementino Rocha Fraga havia realizado seus estudos sobre a tuberculose. &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Hospital de São Sebastião construiu vários pavilhões ao longo do tempo, como os pavilhões Miguel Couto, Clementino Fraga, Souza Aguiar, Garfield de Almeida, Vianna de Castillo e Ferreira Viana. Em fevereiro de 1927 foi inaugurado o pavilhão Affonso Penna, para moléstias contagiosas agudas, e em junho do mesmo ano, o pavilhão Zeferino Meirelles com 64 leitos para homens tuberculosos. Desde 1929 funcionava o pavilhão Carlos Seidl, e em julho deste ano foi inaugurado o pavilhão Miguel Couto, destinado ao tratamento e isolamento de doenças infecto-contagiosas. O pavilhão Affonso Penna abrigou, a partir de dezembro de 1930, somente as mulheres tuberculosas, e o pavilhão Ferreira Vianna os homens tuberculosos.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No pavilhão Finlay, do Hospital de São Sebastião, que havia abrigado a Missão Pasteur em 1901, foi inaugurada em 6 de março de 1930, uma residência para as enfermeiras da Escola de Enfermeiras D.Anna Nery. &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1932, face a epidemia de varíola e alastrim, foi aberta uma enfermaria de emergência no pavilhão Clementino Fraga para tratar dos soldados encaminhados pelo Hospital Central do Exército. Foram abertos dois novos pavilhões em 1936, o pavilhão Plácido Barbosa, para gestantes tuberculosas, e o pavilhão Fernandes Figueira para crianças tuberculosas (GOMES, 2004). &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Clementino Rocha Fraga, então à frente da Secretaria de Saúde Pública e Assistência do Distrito Federal, criou em 1937 o Departamento de Tuberculose, que congregava vários hospitais, como o Hospital de São Sebastião, e dispensários.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em &amp;amp;nbsp;24 de maio de 1941 foi inaugurado, pelo prefeito Henrique Dodsworth, o Laboratório Central de Tuberculose no Hospital de São Sebastião (INAUGURADOS, 1941). Dias antes de sua inauguração sua criação e os demais melhoramentos realizados na instituição foram amplamente noticiados, como expressou a matéria publicada no periódico &#039;&#039;A Noite&#039;&#039;:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Desde 1929, o hospital não recebia melhoramentos e seus doentes e funcionários e médicos lutavam &amp;amp;nbsp;com toda sorte de desconforto, de instalação e de instrumental. Com as reformas que lhe foram introduzidas, o São Sebastião eleva-se ao nível dos modernos, e bem equipados estabelecimentos hospitalares da cidade. Os pavilhões Miguel Couto e Fernandes Figueira, por exemplo, foram totalmente remodelados e acrescidos nas suas áreas e serviços. Aquele sofreu verdadeira reinstalação, dispondo agora de excelentes enfermarias, com apartamentos individuais (.....). Os serviços gerais, esterilização ,etc., forma por sua vez modernizados (...). O «Fernandes Figueira» destina-se a crianças. Ali, ao par da reinstalação geral, foram feitas divisões para isolar os pequenos doentes, evitando-se promiscuidade sob todos os pontos de vista altamente condenável. Outros serviços e dependências do vasto hospital, sofreram por sua vez reparos (....) como as instalações de Raios X, Fisioterapia, Cozina e Abastecimento de agua (....).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; Mas o melhoramento de maior vulto introduzido no São Sebastião é o Laboratório Central de Tuberculose, que será um centro de pesquisas e estudos da enfermidade, o primeiro aliás com que contará a a Prefeitura. (.....). Ele deverá criar entre nós um núcleo de trabalhadores ao par dos conhecimentos de vários aspectos da tuberculose, nas suas relações com a clinica humana ou animal, ou ainda como atividade puramente experimental. Caberá ainda, ao Laboratório Central de Tuberculose manter como so laboratórios da Prefeitura estreita ligação (....). Os médicos chefes dos laboratórios hospitalares, de acordo com um plano a ser estabelecido, deverão fazer um estagio no &amp;amp;nbsp;Laboratório Central de Tuberculose, para que se possa uniformizar os processos a serem adotados.O Laboratório Central de Tuberculose tomará, ainda, o encargo de formar periodicamente certo numero de auxiliares técnicos, como ainda possibilitará estágios, nos seus gabinetes e salas de estudo, aos médicos desta capital e de qualquer ponto do país, cooperando, também, sempre que lhe for possível, com os cursos de extensão universitária do Laboratório Central de Tuberculose assuntos de ordem puramente experimental, referentes à biologia, de vários tipos de bacilo de tuberculose e para tuberculosos, dispersão e química bacilar.” (UM, 1941, p.3)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;A iniciativa da criação Laboratório Central de Tuberculose teria sido de Clementino Rocha Fraga, Secretário Geral de Saúde Pública e Assistência do Distrito Federal, e de Milton Fontes Magarão, que havia trabalhado no Sanatório de Correias, em Petrópolis e que &amp;amp;nbsp;viria a chefiar o laboratório por 33 anos. Em outubro de 1942 foi convidado para dirigir o Laboratório Central de Tuberculose o tisiólogo e diplomata uruguaio Abelardo Saenz (1897-1975), chefe de serviço dos laboratórios de tuberculose no Institut Pasteur (Paris) e autor, com L. Costil, do livro “Diagnostic bactériologique de la tuberculose. Travail de recherches sur la tuberculose à l´Institut Pasteur” &amp;amp;nbsp;(1936).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Anuário Estatístico do Distrito Federal apresentou no quadro Instalações dos Hospitais do Departamento de Assistência Hospitalar da Prefeitura -1947, dados sobre as instalações no Hospital de São Sebastião:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-left: 320px; text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Enfermaria: 25.&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; Enfermaria de isolamento: ----&amp;lt;br/&amp;gt; Leitos: 434.&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; Sala de esterilização - 4.&amp;lt;br/&amp;gt; Sala de operação: 4.&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; Sala de convalescente: ----&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; Sala de parto: 1.&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;Berços - 24.”&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; Sala de curativo: 6.&amp;lt;br/&amp;gt; Consultórios: 13&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; (PREFEITURA, 1949, p.17)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ainda este mesmo Anuário, ao apresentar o movimento em 1947 nos hospitais e abrigos de tuberculosos subordinados ao Departamento de Tuberculose do Distrito Federal, indicou os seguintes dados do movimento de pacientes tuberculosos no Hospital de São Sebastião:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Existiam – 450.&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; Transferidos – 69.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Entraram – 1.062.&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; Óbitos – 600.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Altas curados – 29.&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;Existem – 424.”&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Altas diversos – 390.&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; (PREFEITURA, 1949, p.23)&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No ano de 1948 a Escola de Enfermeiras Raquel Haddock Lobo (posteriormente Faculdade de Enfermagem/UERJ), criada em 16 de fevereiro de 1944 (decreto-lei nº 6.275) e inagurauda em 20 de junho de 1948, funcionou em um pavilhão adaptado do Hospital de São Sebastião.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Tendo em vista um convênio celebrado entre a Universidade do Brasil e a Prefeitura do Distrito Federal, em 1952 a cátedra de tisiologia desta universidade iniciou seu primeiro curso instalando-se no Pavilhão Affonso Penna Júnior do Hospital de São Sebastião.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Posteriormente suas instalações passaram a dispor de ambulatório, emergência referenciada de 24 horas, farmácia, núcleo de vigilância hospitalar, CTI, necrotério, setor de documentação médica, centro de Estudos para permanente atualização dos médicos pavilhões de madeira para abrigar 300 pacientes. Havia ainda refeitório, cozinha almoxarifado, residência para médicos, casas para irmãs de caridade, lavanderia, reservatórios, entre outras dependências, relativa à administração.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1963, segundo matéria publicada no&#039;&#039;Correio da Manhã &#039;&#039;em comemoração de seus 74 anos, o Hospital de São Sebastião era considerado “o maior estabelecimento hospitalar do Departamento de Tuberculose da Secretaria de Saúde do Estado” &amp;amp;nbsp;(HOSPITAL, 1963, p.8).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Serviço médico, farmacêuticos e enfermeiros da instituição (1891-1918):&amp;lt;br/&amp;gt; Médicos:&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br/&amp;gt; Aida de Assis (1923-1930)&amp;lt;br/&amp;gt; Alberto Renzo (1923-1930)&amp;lt;br/&amp;gt; Amalia Fonseca Miglievich (1927-1930)&amp;lt;br/&amp;gt; Antonino Augusto Ferrari&amp;lt;br/&amp;gt; Antonio Pires Salgado (1910; 1913-1918; 1923-1927)&amp;lt;br/&amp;gt; Carlos Freire Seidl (1930)&amp;lt;br/&amp;gt; [[CHAGAS,_CARLOS_RIBEIRO_JUSTINIANO|&amp;lt;u&amp;gt;Carlos Ribeiro Justiniano Chagas&amp;lt;/u&amp;gt;]](1905-1908; 1913-1915)&amp;lt;br/&amp;gt; Dauro Porto Mendes (1923-1927)&amp;lt;br/&amp;gt; Garfield Augusto Perry de Almeida (1910; 1913-1930)&amp;lt;br/&amp;gt; Granadero Guimarães Junior (1927-1930)&amp;lt;br/&amp;gt; Irineu Malagueta de Pontes (1923-1930)&amp;lt;br/&amp;gt; João Pedro Leão de Aquino (1905-1918) &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; José Lopes da Silva Junior (1905-1908; 1913-1915)&amp;lt;br/&amp;gt; Julio José Monteiro (1907-1910; 1913-1918; 1923-1930)&amp;lt;br/&amp;gt; Lincoln de Araujo (1918)&amp;lt;br/&amp;gt; Luiz de Azambuja Lacerda (1923-1930)&amp;lt;br/&amp;gt; Mazzimi Bueno (1916-1918)&amp;lt;br/&amp;gt; Mazzini Bueno (1930)&amp;lt;br/&amp;gt; Pedro de Alcantara de Araujo (1918)&amp;lt;br/&amp;gt; Rodolpho Josetti (1916)&amp;lt;br/&amp;gt; Sinval Augusto Lins (1927-1930)&amp;lt;br/&amp;gt; Urbano Figueira (1918)&amp;lt;br/&amp;gt; Zeferino Justinino da Silva Meirelles (1905-1910)&amp;lt;br/&amp;gt; &#039;&#039;&#039;Outros médicos que integraram o corpo médico ou comissões médicas que atuaram no Hospital São Sebastião: &#039;&#039;&#039;Antonio Fernandes Figueira, Joaquim Dias da Rocha, Luiz de Araujo Aragão Bulcão, Simplicio Antonio Mavignier, Miguel de Oliveira Couto, José Gomes Pereira, Godofredo Saturnino Teixeira de Mello, Rodolpho Ramalho, Lucas Antônio de Oliveira Catta Preta, José Alves de Souza, José Parga Nina, Henrique Autran da Matta Albuquqerque, Joaquim Quintanilla Netto Machado, Zeferino Justino da Silva Meirelles.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; &#039;&#039;&#039;Alunos internos:&#039;&#039;&#039; Jayme Jacintho Aben-Athar (1904-1908), Manoel Arthur Dantas Sève (1904- 1906), Raul Azevedo (1904-1906), João Abrantes Gama de Cerqueira (1904-1908), Oswaldo Puissegur (extranumerário, 1904), J. Fischer (extranumerário, 1904), Orlando Oberlander (extranumerário, 1904), Mario Piragibe (extranumerário, 1904), Maurício de Campos Medeiros e Albuquerque (extranumerário, 1904), Joaquim Torres Vianna (1904-1909), Joaquim Ribeiro de Almeida (1907- 1909), Caetano Petraglia Sobrinho (1910), César Guerreiro (1910), Eduardo Couto Sobrinho (1910), Luiz Salgado Lima Filho (1913-1915), Raphael Valentino (1913-1915), Clovis Figueira de Aquino Filho (1913-1915), José Américo Sampaio (1914-1915), Americo Luiz Homem (1914-1915), Dario Ribeiro (1916), Luiz Braga (1916), Olavo Aguiar (1916), Octavio Mathias (1916), Alberto Renzo (1918), Luiz de Azambuja Lacerda (1918), Hamilton L. Nogueira (1918).&amp;lt;br/&amp;gt; &#039;&#039;&#039;Farmacêuticos:&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br/&amp;gt; Carlos da Silveira Varella (1891)&amp;lt;br/&amp;gt; Luiz Antonio Martins Ferreira (1896-1918)&amp;lt;br/&amp;gt; Auxliar de farmácia:&amp;lt;br/&amp;gt; Joaquim Coutinho da Silva Imbú (1904-1908; 1913-1918; 1923-1926)&amp;lt;br/&amp;gt; Manoel Leandro da Costa (1905)&amp;lt;br/&amp;gt; Satyro da Conceição (1927, 1930)&amp;lt;br/&amp;gt; &#039;&#039;&#039;Enfermeiros:&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br/&amp;gt; Adelino deSouza (1916)&amp;lt;br/&amp;gt; Anfrizio Leão de Brito (1891)&amp;lt;br/&amp;gt; João Salvador (1910)&amp;lt;br/&amp;gt; João Tenorio da Silva (1891)&amp;lt;br/&amp;gt; José da Costa Cordeiro (1891)&amp;lt;br/&amp;gt; Francisco Antonio da Hora&amp;lt;br/&amp;gt; Manoel da Silva Junior&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- A FEBRE amarela. XVI. &#039;&#039;Jornal do Commercio&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno 68, n.110, p.3, 21 de abril de 1891. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 6 fev. 2017. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://memoria.bn.br/DocReader/364568_08/3883 http://memoria.bn.br/DocReader/364568_08/3883]&amp;lt;br/&amp;gt; - ANUARIO Estatístico do Distrito Federal. Volume I – território e Demografia. Ano XII. Rio de Janeiro: [s.n.], 1949. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 9 fev. 2017. Online. Disponível na Internet: &amp;amp;nbsp;[http://memoria.bn.br/DocReader/830151/1971 http://memoria.bn.br/DocReader/830151/1971]&amp;lt;br/&amp;gt; - AQUINO, João Pedro Leão de (a). O Hospital Sanatório S. Sebastião. Memória histórica desde a sua fundação até nossos dias. Principais fatos ocorridos em antigas epidemias e reminiscências de vultos notáveis do mundo médico nacional e estrangeiro ligados à vida do mesmo hospital. &#039;&#039;Revista Médica Municipal&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.VI, n.3, p.366-398, mai./jun.1945. &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BMANG|BMANG]])&amp;lt;br/&amp;gt; - AQUINO, João Pedro Leão de (b). O Hospital Sanatório S. Sebastião.(continuação). &#039;&#039;Revista Médica Municipal&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.VII, ns.1,2,3, p.144-181, jul./dez.1945. &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BMANG|BMANG]])&amp;lt;br/&amp;gt; - AQUINO, João Pedro Leão de. O Hospital Sanatório S. Sebastião. (continuação). &#039;&#039;Revista Médica Municipal&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.VIII, n.1, p.33-78, jan./mar.1946. &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BMANG|BMANG]])&amp;lt;br/&amp;gt; - AQUINO, João Pedro Leão de. O Hospital Sanatório S. Sebastião. (continuação). &#039;&#039;Revista Médica Municipal&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.VIII, n.2, p.151-165, abr./jun.1946. &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BMANG|BMANG]])&amp;lt;br/&amp;gt; - AQUINO, João Pedro Leão de. O Hospital Sanatório S. Sebastião. (continuação). &amp;amp;nbsp;&#039;&#039;Revista Médica Municipal&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.IX, n.3, p.49-60, jul./set.1946. &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BMANG|BMANG]])&amp;lt;br/&amp;gt; - AQUINO, João Pedro Leão de. O Hospital Sanatório S. Sebastião. (continuação). &#039;&#039;&amp;amp;nbsp;Revista Médica Municipal&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.IX, n.2, p.150-161, out./dez.1946. &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BMANG|BMANG]])&amp;lt;br/&amp;gt; - AQUINO, João Pedro Leão de. O Hospital Sanatório S. Sebastião. (continuação). &amp;amp;nbsp;&#039;&#039;Revista Médica Municipal&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.XII, n.1, p.119-140, jan./mar.1948. &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BMANG|BMANG]])&amp;lt;br/&amp;gt; - AQUINO, João Pedro Leão de. O Hospital Sanatório S. Sebastião. (conclusão). &amp;amp;nbsp;&#039;&#039;Revista Médica Municipal&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.XII, n.2, p.207-228, abr./jun.1948. &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BMANG|BMANG]])&amp;lt;br/&amp;gt; - ARAÚJO, Achilles Ribeiro de. &#039;&#039;&#039;A Assistência Médica Hospitalar no Rio de Janeiro no século XIX. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Ministério da Educação e Cultura, Conselho Federal de Cultura, 1982. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;br/&amp;gt; - ASSISTÊNCIA Publica e Privada no Rio de Janeiro (Brasil) – História e Estatística. Rio de Janeiro: Typographia do Annuario do Brasil, 1922. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;br/&amp;gt; - BARBOSA, Plácido; REZENDE, Cassio Barbosa. &#039;&#039;&#039;Os Serviços de Saúde Pública no Brasil especialmente na cidade do Rio de Janeiro de 1808 a 1907 (esboço histórico e legislação). Primeiro volume (Esboço Histórico).&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1909. In: FIOCRUZ. Obras Raras Fiocruz. Acervo Digital de Obras Raras e Especiaes. Capturado em 25 set. 2020. Online. &amp;amp;nbsp;Disponível em: [https://www.obrasraras.fiocruz.br/media.details.php?mediaID=243 https://www.obrasraras.fiocruz.br/media.details.php?mediaID=243]&amp;lt;br/&amp;gt; - BENCHIMOL, Jaime L. &#039;&#039;&#039;Manguinhos do sonho à vida. A ciência na Belle Époque. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Casa de Oswaldo Cruz, COC, 1990. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]]) &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - BENCHIMOL, Jaime; SÁ, Magali Romero (eds. e orgs.). &#039;&#039;&#039;Adolpho Lutz: Febre amarela, malária e protozoologia.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Editora FIOCRUZ, 2005. Adolpho Lutz Obra Completa, v.2, book 1. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 10.181, de 9 de fevereiro de 1889. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 7 fev.2017. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/legislacao/ListaPublicacoes.action?id=67302&amp;amp;tipoDocumento=DEC&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/legislacao/ListaPublicacoes.action?id=67302&amp;amp;tipoDocumento=DEC&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 409, de 17 de maio de 1890. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 7 fev.2017. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/legislacao/ListaPublicacoes.action?id=65671&amp;amp;tipoDocumento=DEC&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/legislacao/ListaPublicacoes.action?id=65671&amp;amp;tipoDocumento=DEC&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 2.435, de 14 de janeiro de 1897. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 7 fev.2017. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/legislacao/ListaPublicacoes.action?id=69125&amp;amp;tipoDocumento=DEC&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/legislacao/ListaPublicacoes.action?id=69125&amp;amp;tipoDocumento=DEC&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 4.463, de 12 de julho de 1902. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 7 fev.2017. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/legislacao/ListaPublicacoes.action?id=59656&amp;amp;tipoDocumento=DEC&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/legislacao/ListaPublicacoes.action?id=59656&amp;amp;tipoDocumento=DEC&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 966, de 2 de janeiro de 1903. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 7 fev.2017. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/legislacao/ListaPublicacoes.action?id=58615&amp;amp;tipoDocumento=DPL&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/legislacao/ListaPublicacoes.action?id=58615&amp;amp;tipoDocumento=DPL&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 1.040, de 11 de janeiro de 1939. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 7 fev.2017. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/legislacao/ListaPublicacoes.action?id=6114&amp;amp;tipoDocumento=DEL&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/legislacao/ListaPublicacoes.action?id=6114&amp;amp;tipoDocumento=DEL&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto-Lei nº 2.241, de 28 de maio de 1940. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 7 fev.2017. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/legislacao/ListaPublicacoes.action?id=35266&amp;amp;tipoDocumento=DEL&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/legislacao/ListaPublicacoes.action?id=35266&amp;amp;tipoDocumento=DEL&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Lei nº 26, de 30 de dezembro de 1891. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 7 fev.2017. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/legislacao/ListaPublicacoes.action?id=64585&amp;amp;tipoDocumento=LEI&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/legislacao/ListaPublicacoes.action?id=64585&amp;amp;tipoDocumento=LEI&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Lei nº 429, de 10 de dezembro de 1896. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 7 fev.2017. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/legislacao/ListaPublicacoes.action?id=62096&amp;amp;tipoDocumento=LEI&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/legislacao/ListaPublicacoes.action?id=62096&amp;amp;tipoDocumento=LEI&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - CHRONICA &amp;amp;nbsp;e Noticias. Hospital de S. Sebastião. &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno III, n.42, p.335-336, 15 nov. 1889. In: FIOCRUZ. Obras Raras Fiocruz. Acervo Digital de Obras Raras e Especiaes. Capturado em 6 out. 2020. Online. Disponível na Internet: &amp;amp;nbsp;[https://www.obrasraras.fiocruz.br/gallery.php?mode=gallery&amp;amp;id=71&amp;amp;page=1 https://www.obrasraras.fiocruz.br/gallery.php?mode=gallery&amp;amp;id=71&amp;amp;page=1]&amp;lt;br/&amp;gt; - ESTADO DO RIO DE JANEIRO. Lei nº 294, de 7 de janeiro de 1980. In: ALERJ. Processamento Legislativo. Legislação. Capturado em 6 out. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://alerjln1.alerj.rj.gov.br/wwwalerj.nsf/pages/principal http://alerjln1.alerj.rj.gov.br/wwwalerj.nsf/pages/principal]&amp;lt;br/&amp;gt; - FERRARI, Antonino. Ensaio de therapeutica physiologica na febre amarela. O Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia, Rio de Janeiro, anno XVI, n.10, p.94-95, 8 mar. 1902. In: FIOCRUZ. Obras Raras Fiocruz. Acervo Digital de Obras Raras e Especiaes. Capturado em 6 out. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [https://www.obrasraras.fiocruz.br/gallery.php?mode=gallery&amp;amp;id=19&amp;amp;page=1 https://www.obrasraras.fiocruz.br/gallery.php?mode=gallery&amp;amp;id=19&amp;amp;page=1]&amp;lt;br/&amp;gt; - FOI COMMEMORADO o 27º anniversario do Hospital S. Sebastião. &#039;&#039;Correio da Manhã&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XVI, n.6.469, p.3, 10 nov. 1916. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira&#039;&#039;&#039;. Capturado em 7 fev. 2017. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://memoria.bn.br/DocReader/089842_02/30218 http://memoria.bn.br/DocReader/089842_02/30218]&amp;lt;br/&amp;gt; - FRANCO, Odair. &#039;&#039;&#039;História da febre amarela no Brasil. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro:IBL, 1969. &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;br/&amp;gt; - GOMES, Tatiana de Oliveira; BARREIRA, Ieda de Alencar; ALMEIDA FILHO, Antonio José de. O estágio da escola de enfermagem Anna Nery no Hospital de Isolamento São Sebastião (1924-1946). &#039;&#039;Revista de Enfermagem&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.8, n.3, set./dez. 2004. Capturado em 9 fev. 2015. Online. Disponível na Internet: [http://www.revistaenfermagem.eean.edu.br/detalhe_artigo.asp?id=978# http://www.revistaenfermagem.eean.edu.br/detalhe_artigo.asp?id=978#]&amp;lt;br/&amp;gt; - HOSPITAL de S. Sebastião. &#039;&#039;Jornal do Commercio&#039;&#039;, anno 67, n.313, p.1-2, 10 nov. 1889. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira. &#039;&#039;&#039;Capturado em 5 jan. 2016. Online. Disponível na Internet: [http://memoria.bn.br/DocReader/364568_07/23964 http://memoria.bn.br/DocReader/364568_07/23964]&amp;lt;br/&amp;gt; - HOSPITAL faz anos: última inauguração do Império.&#039;&#039;Correio da Manhã&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano LXIII, n.21.658, p.8, 10 de novembro de 1963. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira. &#039;&#039;&#039;Capturado em 7 fev. 2017. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://memoria.bn.br/DocReader/089842_07/45698 http://memoria.bn.br/DocReader/089842_07/45698]&amp;lt;br/&amp;gt; - INAUGURADOS vários melhoramentos no Hospital São Sebastião. &#039;&#039;Correio da Manhã&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XL, n.14.280, p.5, 25 de maio de 1941. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira&#039;&#039;&#039;. Capturado em 13 fev. 2017. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://memoria.bn.br/DocReader/089842_05/6505 http://memoria.bn.br/DocReader/089842_05/6505]&amp;lt;br/&amp;gt; - LIMA, Agostinho José de Souza. Relatorio da Inspectoria Geral de Hygiene apresentado ao Ministro do Interior pelo Dr. Agostinho José de Souza Lima Inspector Geral. Março de 1891. In: Relatorio apresentado ao Presidente da Republica dos Estados Unidos do Brazil pelo Dr. João Barbalho Uchôa Cavalcanti Ministro de Estado dos Negocios do Interior em maio de 1891. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1891. Annexo A-D-1. In: &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960)&#039;&#039;&#039;. Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 13 ago. 2019. Online. Disponível na Internet:  [http://ddsnext.crl.edu/titles/103#?c=4&amp;amp;m=0&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=173&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-928,0,3198,2255 http://ddsnext.crl.edu/titles/103#?c=4&amp;amp;m=0&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=173&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-928%2C0%2C3198%2C2255]&amp;lt;br/&amp;gt; - OLIVEIRA, Paula Maria de. &#039;&#039;&#039;Hospital de São Sebastião (1889-1905): um lugar para a ciência e um lazareto contra as epidemias. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro, 2005. Dissertação (Mestrado em História das Ciências da Saúde) – Casa de Oswaldo Cruz, Fiocruz, 2005. &amp;amp;nbsp; Capturado em 6 out. 2020. Online. Disponível na Internet: [http://ppghcs.coc.fiocruz.br/images/teses/oliveirapm.pdf http://ppghcs.coc.fiocruz.br/images/teses/oliveirapm.pdf]&amp;lt;br/&amp;gt; - PREFEITURA DO DISTRITO FEDERAL. SECRETARIA GERAL DO INTERIOR E SEGURANÇA. DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Anuário Estatístico do Distrito Federal. Volume III – Estatística Sanitária, Social e Judiciária. Ano XI. 1948. Rio de Janeiro, 1949. Capturado em 16 fev. 2017. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp;[https://ia801904.us.archive.org/25/items/anuarioestatstico1949df/anuarioestatstico1949df.pdf https://ia801904.us.archive.org/25/items/anuarioestatstico1949df/anuarioestatstico1949df.pdf]&amp;lt;br/&amp;gt; - RELATORIO apresentado ao vice-presidente da Republica dos Estados Unidos do Brazil pelo Dr. Fernando Lobo Ministro de Estado da Justiça e Negocios Interiores em abril de 1893. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1893. In: &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960).&#039;&#039;&#039; Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 13 ago. 2019. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://ddsnext.crl.edu/titles/107#?c=0&amp;amp;m=65&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=1&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1404,-1,4615,3256 http://ddsnext.crl.edu/titles/107#?c=0&amp;amp;m=65&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=1&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1404%2C-1%2C4615%2C3256]&amp;lt;br/&amp;gt; - RELATORIO Directoria da Saude Publica. In: Relatorio apresentado ao presidente da Republica dos Estados Unidos do Brazil pelo Ministro de Estado da Justiça e Negocios Interiores Esmeraldino Olympio de Torres Bandeira. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1910. Annexo S2-1. In: &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960).&#039;&#039;&#039; Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 13 ago. 2019. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://ddsnext.crl.edu/titles/107#?c=0&amp;amp;m=90&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=336&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1321,0,4624,3261 http://ddsnext.crl.edu/titles/107#?c=0&amp;amp;m=90&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=336&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1321%2C0%2C4624%2C3261]&amp;lt;br/&amp;gt; - RELATORIOS apresentados pelos Drs. Antonino Augusto Ferrari, João Pedro Leão de Aquino e Julio José Monteiro. 1905. In: Relatorio apresentado ao Exm. Sr. Dr. J. J. Seabra Ministro da Justiça e Negocios Interiores pelo Dr. Oswaldo Gonçalves Cruz, Director Geral de Saúde Pública. 1905. Annexo A-A17-17. In: Relatorio apresentado ao Presidente da Republica dos Estados Unidos do Brazil pelo Dr. J. J. Seabra Ministro da Justiça e Negocios Interiores em março de 1906. Vol. V. Directoria de Saúde Pública. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1906. Annexo A-A-1. In: &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960). &#039;&#039;&#039;Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 13 ago. 2019. Online. Disponível na Internet:  [http://ddsnext.crl.edu/titles/107#?c=0&amp;amp;m=83&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=519&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1337,0,4672,3295 http://ddsnext.crl.edu/titles/107#?c=0&amp;amp;m=83&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=519&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1337%2C0%2C4672%2C3295]&amp;lt;br/&amp;gt; - SECRETARIA DE SAÚDE DO ESTADO DA GUANABARA. SUPERINTENDÊNCIA DE SERVIÇOS MÉDICOS. SUSEME.&#039;&#039;&#039;Assistência Pública. Guanabara. 80 anos de história. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: SUSEME, 1972. &amp;amp;nbsp; ([[Fontes de informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;br/&amp;gt; - SEIDL, Carlos. Estudos de Hygiene. &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XI, n.2, p.11-14, 8 jan. 1897. In: FIOCRUZ. Obras Raras Fiocruz. Acervo Digital de Obras Raras e Especiaes. Capturado em 6 out. 2020. Online. Disponível na Internet:  [https://www.obrasraras.fiocruz.br/gallery.php?mode=gallery&amp;amp;id=17&amp;amp;page=1 https://www.obrasraras.fiocruz.br/gallery.php?mode=gallery&amp;amp;id=17&amp;amp;page=1]&amp;lt;br/&amp;gt; - SEIDL, Carlos (a). &#039;&#039;&#039;O isolamento nosocomial. Contribuição para o estudo da prophylaxia defensiva no Rio de Janeiro pelo Dr. Carlos Seidl. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Typographia Besnard Fréres, 1897. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;br/&amp;gt; - SEIDL, Carlos (b). &#039;&#039;&#039;A proposto da Serumtherapia da Febre Amarella segundo o methodo do Dr. Ph. Caldas (do Rio Grande) pelo Dr. Carlos Seidl. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Typographia Besnard Fréres, 1897. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;br/&amp;gt; - SEIDL, Carlos (a). Dados estatisticos applicaveis ao estudo etiologico da febre amarella. &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XIV, n.21, p.181-183, 1º jun. 1900. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 5 jan. 2016. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; [https://www.obrasraras.fiocruz.br/gallery.php?mode=gallery&amp;amp;id=18&amp;amp;page=1 https://www.obrasraras.fiocruz.br/gallery.php?mode=gallery&amp;amp;id=18&amp;amp;page=1]&amp;lt;br/&amp;gt; - SEIDL, Carlos (b). O tratamento da febre amarela no Hospital de S. Sebastião pelo Dr. Carlos Seidl. &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XIV, n.33, p.289-293, 1º set. 1900. In: FIOCRUZ. Obras Raras Fiocruz. Acervo Digital de Obras Raras e Especiaes. Capturado em 6 out. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; [https://www.obrasraras.fiocruz.br/gallery.php?mode=gallery&amp;amp;id=18&amp;amp;page=1 https://www.obrasraras.fiocruz.br/gallery.php?mode=gallery&amp;amp;id=18&amp;amp;page=1]&amp;lt;br/&amp;gt; - SEIDL, Carlos Pinto. Relatorio do Hospital de S. Sebastião, do anno de 1904, apresentado pelo Dr. Carlos Pinto Seidl, diretor do Hospital. In: Relatorio apresentado ao Exm. Sr. Dr. J. J. Seabra Ministro da Justiça e Negocios Interiores pelo Dr. Oswaldo Gonçalves Cruz, Director Geral de Saúde Pública. In: Relatorio apresentado ao Presidente da Republica dos Estados Unidos do Brazil pelo Dr. J. J. Seabra Ministro da Justiça e Negocios Interiores em março de 1905. Vol. III. Directoria de Saúde Pública. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1905. Annexo A-A-409. In: &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960).&#039;&#039;&#039; Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 13 ago. 2019. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;  [http://ddsnext.crl.edu/titles/107#?c=0&amp;amp;m=79&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=437&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1287,0,4573,3226 http://ddsnext.crl.edu/titles/107#?c=0&amp;amp;m=79&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=437&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1287%2C0%2C4573%2C3226]&amp;lt;br/&amp;gt; - SEIDL, Carlos Pinto. Relatorio apresentado ao Exmo.Sr.Dr.Oswaldo Gonçalvez Cruz Director geral de Saúde Pública pelo Dr. Carlos Pinto Seidl, Director do Hospital de S. Sebastião. Anno de 1905. In: Relatorio apresentado ao Exm. Sr. Dr. J. J. Seabra Ministro da Justiça e Negocios Interiores pelo Dr. Oswaldo Gonçalves Cruz, Director Geral de Saúde Pública. 1905. Annexo A-A17-1. In: Relatorio apresentado ao Presidente da Republica dos Estados Unidos do Brazil pelo Dr. J. J. Seabra Ministro da Justiça e Negocios Interiores em março de 1906. Vol. V. Directoria de Saúde Pública. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1906. Annexo A-A-1. In: &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960).&#039;&#039;&#039; Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 13 ago. 2019. Online. Disponível na Internet:  [http://ddsnext.crl.edu/titles/107#?c=0&amp;amp;m=83&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=506&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1276,-1,4326,3052 http://ddsnext.crl.edu/titles/107#?c=0&amp;amp;m=83&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=506&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1276%2C-1%2C4326%2C3052]&amp;lt;br/&amp;gt; - SEIDL, Carlos. Relatorios do Hospital de S. Sebastião apresentados pelo Director Dr. Carlos Seidl em fevereiro de 1895. In: Relatorio do Instituto Sanitario federal. Annexo ao Relatorio apresentado ao Presidente da Republica dos Estados Unidos do Brazil pelo Dr. Antonio Gonçalves Ferreira, Ministro de Estado da Justiça e Negocios Interiores. 1895. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1895. Annexo A-115. In: &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960). &#039;&#039;&#039;Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 13 ago. 2019. Online. Disponível na Internet:  &amp;amp;nbsp;[http://ddsnext.crl.edu/titles/107#?c=0&amp;amp;m=67&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=908&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-730,-1,3363,2373 http://ddsnext.crl.edu/titles/107#?c=0&amp;amp;m=67&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=908&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-730%2C-1%2C3363%2C2373]&amp;lt;br/&amp;gt; - SEIDL, Fernando. Hospital São Sebastião: última inauguração do Império. &#039;&#039;Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. &#039;&#039;Anais do Congresso de História do Segundo Reinado. Comissão de História Científica, Rio de Janeiro, v.2, p.322-330, 1975.&amp;lt;br/&amp;gt; - UM hospital novo para os pobres da cidade. &#039;&#039;A Noite&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XXX, n.10.508, p.1 e 3, 15 de maio de 1941. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira. &#039;&#039;&#039;Capturado em 6 out. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://memoria.bn.br/DocReader/348970_04/8781 http://memoria.bn.br/DocReader/348970_04/8781]&amp;lt;br/&amp;gt; - UMA visita ao Hospital Suburbano. &#039;&#039;O Suburbio&#039;&#039;, Distrito Federal, Meyer, anno II, n.57, p.1, 29 de agosto de 1908. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira. &#039;&#039;&#039;Online. Capturado em 6 out. 2020. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://memoria.bn.br/DocReader/818747/156 http://memoria.bn.br/DocReader/818747/156]&amp;lt;br/&amp;gt; - VISITA ao Hospital de S. Sebastião. &#039;&#039;O Paiz&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XV, n.5259, p.1, 28 fev. 1899. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Online. Capturado em 6 out. 2020. Disponível na Internet: [http://memoria.bn.br/DocReader/178691_02/22344 http://memoria.bn.br/DocReader/178691_02/22344]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa – Felipe Neves Alves, Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Redação – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Felipe Neves Alves.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; Revisão – Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Forma de citação =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Dicionário Histórico-Biográfico das Ciências da Saúde no Brasil (1832-1930)&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    [[Category:Verbetes]] [[Category:Instituições Hospitalares e de Assistência Médica]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Rachel.froes</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=HOSPITAL_REAL_MILITAR_E_ULTRAMAR&amp;diff=1538</id>
		<title>HOSPITAL REAL MILITAR E ULTRAMAR</title>
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		<updated>2023-08-24T15:49:05Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Rachel.froes: /* Fontes */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Denominações:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Hospital Real Militar e Ultramar (1768); [[HOSPITAL_REAL_MILITAR|Hospital Real Militar]]; [[HOSPITAL_REGIMENTAL_DO_CAMPO|Hospital Regimental do Campo]] (1832); [[HOSPITAL_MILITAR_DA_GUARNIÇÃO_DA_CORTE|Hospital Militar da Guarnição da Corte]] (1844); [[HOSPITAL_CENTRAL_DO_EXÉRCITO|Hospital Central do Exército]] (1890).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;O Hospital Real Militar e Ultramar foi criado em 1768 com o objetivo de prestar atendimento médico às tropas do Exército, instalando-se inicialmente nas dependências do antigo Colégio dos Jesuítas, no Morro do Castelo. Em 1832, então denominado Hospital Regimental do Campo, foi transferido para o Quartel do Campo da Aclamação. Em 1844, como Hospital Militar da Guarnição da Corte, retornou à antiga sede no Morro do Castelo. Em 1890 passou a denominar-se Hospital Central do Exército, e ainda funcionava no Morro do Castelo. Em 1902 foi inaugurado seu novo edifício na rua Francisco Manoel nº126, no Bairro de Benfica, na cidade do Rio de Janeiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Histórico&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Durante todo o século XVII, dada a inexistência de um hospital próprio para os militares, o Hospital da [[SANTA_CASA_DA_MISERICÓRDIA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]] prestava o atendimento médico aos militares. Com o tempo, esta assistência médica passou a ser insatisfatória, tendo em vista os pequenos subsídios dados pelo poder público. Em 21 de março de 1702, o Rei de Portugal Pedro II, expediu uma Carta Régia mandando construir um hospital militar, na cidade do Rio de Janeiro. Até então, os soldados doentes ficavam alojados em casas particulares ou internados na [[SANTA_CASA_DA_MISERICÓRDIA_DO_RIO_DE_JANEIRO|Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro]], sob os cuidados de cirurgiões militares, pagando o governo uma taxa anual a esta instituição.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A Carta Régia de 1702 determinara a criação de um estabelecimento para o tratamento das guarnições das naus, a ser instalado no Quartel da Guarnição das Naus, localizado na Rua dos Quartéis da Armada (atualmente ruas Conselheiro Saraiva, São Bento e D. Gerardo) na cidade do Rio de Janeiro. O Hospital da Rua dos Quartéis das Naus começou a funcionar em 1727, e atendia os soldados da Guarnição da Praça, os das Guarnições das Naus de Guerra e os presos enfermos funcionou ali até 1727.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Até a criação do Hospital Real Militar e Ultramar, no final do século XVIII, o atendimento médico prestado às tropas militares, do Exército e da Armada, era realizado conjuntamente em um mesmo estabelecimento. A história e os antecedentes do atendimento das praças da Armada apresentam-se conjuntamente com a história da criação do Hospital da Rua dos Quartéis das Naus e depois do Hospital Real Militar e Ultramar, nos quais era feito o atendimento médico de todos os militares em geral. Em 1833 foi criado o [[HOSPITAL_DA_ARMADA_E_CORPO_DE_ARTILHARIA_DA_MARINHA|&amp;lt;u&amp;gt;Hospital da Armada e Corpo de Artilharia da Marinha&amp;lt;/u&amp;gt;]], instalado na Fortaleza de São José da Ilha das Cobras, hospital próprio para o atendimento das praças da Armada.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1763, o vice-rei Antonio Álvares da Cunha (Conde da Cunha), visando resolver a situação do atendimento médico militar, instalou uma enfermaria no Quartel das Guarnições das Naus, na encosta do morro de São Bento, na antiga Rua do Quartel das Naus. Porém, esta enfermaria contava com precárias acomodações. Assim, grande parte dos militares e seus familiares continuavam sendo internados na [[SANTA_CASA_DA_MISERICÓRDIA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]] que, alegando um aumento do número de soldados baixados, passou a exigir um acréscimo ao subsídio anual dado pelo Governo. Esta situação cada vez mais onerosa para os cofres públicos, fez crescer a necessidade de criação de um hospital militar próprio.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Entre 1766 e 1767, por ordem do mesmo vice-rei, foi reformado o antigo Colégio dos Jesuítas, situado no morro do Castelo, a fim de servir-lhe como residência oficial, pois o edifício encontrava-se desocupado desde a expulsão dos jesuítas do Brasil, em 1759, por ordem de Sebastião José de Carvalho e Melo, Marquês de Pombal. O prédio era amplo, com mais de duzentos metros de comprimento, formado por quatro pavimentos. Antes de sua mudança para a nova residência, em 1767 o vice-rei Antonio Álvares da Cunha foi substituído no cargo por Antonio Rolim de Moura Tavares, Conde de Azambuja, que preferiu morar na antiga residência oficial, o Paço dos Governadores, na atual praça XV de Novembro. Desta forma, ficou novamente desocupado o referido edifício do Colégio dos Jesuítas, e por decisão do novo vice-rei, este foi reformado e para lá foram transferidas algumas enfermarias, na tentativa de reunir todos os enfermos em uma instalação única.&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; Em 9 de maio de 1768, o vice-rei Antonio Rolim de Moura Tavares informou ao Secretário de Estado da Marinha e Negócios Ultramarinos, Francisco Xavier de Mendonça Furtado, sobre transferência para o Colégio dos Jesuítas:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“O Conde da Cunha havia feito hospital nas casas que serviam de quartéis a gente da Marinha: para as tropas que havia naquele tempo era muito suficiente, e estava muito bem servido: mas depois que chegaram as tropas do Reino e que o número de doentes subiu a trezentos e mais, faltou de tal sorte o lugar que foi preciso deitar em muitas camas a dois em cada uma, para evitar este inconveniente, tenho mandado preparar para hospital as ditas casas do Colégio por serem as mais próprias que havia para este efeito”. (Apud SILVA, 1997, p.4)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No final do ano de 1768 o Hospital Real Militar e Ultramar foi instalado no antigo Colégio dos Jesuítas, e sua direção foi entregue ao cirurgião-mor Teotonio dos Santos de Almeida. A data exata de sua fundação é desconhecida, alguns consideram o ano de 1768 e outros adotam como referência a carta do vice-rei Antonio Rolim de Moura Tavares, datada de 22 de janeiro de 1769, na qual registrava o funcionamento do Hospital nas casas nas quais funcionara o Colégio dos Jesuítas (SILVA, 1997).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Nas novas instalações, o Hospital funcionou, por um período, com dois cirurgiões e dois médicos, com 12 enfermeiros, pessoal da administração e dois capelães.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Já em 1780, no governo do vice-rei Luiz de Almeida Portugal Soares d´Eça Alarcão de Melo e Silva Mascarenhas, tendo em vista o elevado número de doentes, foi instalada uma enfermaria na Ilha das Enxadas, para onde foram transferidos os pacientes da Armada. No ano seguinte, o vice-rei nomeou para o cargo de cirurgião-mor e diretor desta última, o cirurgião Ildefonso José da Costa e Abreu. Em 1785, o cirurgião-mor Manoel Raposo Pereira assumiu a direção, sendo sucedido, em 1791, por Joaquim José Santa Anna Brito. &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Nas últimas décadas do século XVIII, atuaram no Hospital Real Militar e Ultramar importantes cirurgiões, dentre os quais: Joaquim José de Santa Anna Brito, Manoel Raposo Pereira, Teotonio Santos de Almeida, João Antônio Damasceno, Antônio José de Souza Pinto, Manuel de Oliveira Candelária, Ildefonso José da Costa e Abreu e Antônio José da Cunha (cirurgião-mor da Armada).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Os físicos, Antônio Francisco Leal e José Carlos de Morais, e o boticário Raimundo Pereira Xavier contribuíram também para a consolidação do referido hospital (SANTOS FILHO, 1991).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Com a vinda da Família Real para o Brasil, em 1808, o Hospital Real Militar e Ultramar passou por diversas melhorias para atender à crescente demanda de militares que aportavam no Rio de Janeiro.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Por decreto sancionado pelo Príncipe-Regente D. João VI, em 21 de maio de 1808, ficou estabelecida a criação de uma botica no Hospital Real Militar e Ultramar, ficando assim criado, desde então, a [[BOTICA_REAL_MILITAR|&amp;lt;u&amp;gt;Botica Real Militar&amp;lt;/u&amp;gt;]]. Pelo mesmo decreto, foi designado como boticário Joaquim José Leite Carvalho, com o vencimento de 400$000 réis anuais. Desta se originou o [[LABORATÓRIO_QUÍMICO_FARMACÊUTICO_MILITAR|&amp;lt;u&amp;gt;Laboratório Químico Farmacêutico Militar&amp;lt;/u&amp;gt;]], reorganizado em 1877 e, depois, transformado no [[LABORATÓRIO_QUÍMICO_FARMACÊUTICO_DO_EXÉRCITO|&amp;lt;u&amp;gt;Laboratório Químico Farmacêutico do Exército&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Com o decreto de 24 de junho de 1808, o Hospital Real Militar e Ultramar passou a ser subordinado ao então cirurgião-mor do Exército e da Armada, frei Custódio de Campos e Oliveira, tendo sido criado o cargo de almoxarife-cirurgião no dito hospital, para o qual foi nomeado José Mamede Ferreira, cirurgião da Armada Real. No mesmo ano, foi instituído o cargo de cirurgião-sangrador, sendo incumbido para tal o cirurgião-mestre de sangradores Francisco Luís da Silva. Foram também implementadas outras medidas, como o aumento dos vencimentos dos funcionários, a nomeação de novos cirurgiões e auxiliares, a determinação do uso de uniforme pelos médicos e a instauração de uma maior disciplina e hierarquia entre médicos e funcionários.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A [[ESCOLA_ANATÔMICA,_CIRÚRGICA_E_MÉDICA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Escola Anatômica, Cirúrgica e Médica do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], criada em 1808, foi instalada inicialmente nas dependências do Hospital Real Militar e Ultramar, no local do antigo Colégio dos Jesuítas. Em 2 de abril de 1808, o Príncipe-Regente D. João VI nomeou o cirurgião [[MAZAREM,_JOAQUIM_DA_ROCHA|&amp;lt;u&amp;gt;Joaquim da Rocha Mazarem&amp;lt;/u&amp;gt;]] como lente da cadeira de anatomia, e também como responsável para lecionar um curso de ligaduras, partos e operações de cirurgia a funcionar naquela escola. Até o ano de 1850, a referida Escola, transformada em 1832 em [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], foi sediada integral ou parcialmente, nas dependências do Hospital Real Militar e Ultramar.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O decreto de 26 de setembro de 1810 determinou que o Hospital Real Militar e Ultramar ficasse sob a autoridade do físico-mor do Exército, João Manoel Nunes do Vale. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pelo alvará de 2 de março de 1812, o Príncipe-Regente D. João VI criou a Junta de Direção Médico-Cirúrgica e Administrativa do Hospital Real Militar e Ultramar, que tinha como objetivos regularizar o sistema de administração do referido hospital, melhorar o atendimento e o tratamento dos doentes, e velar pelos estudos médico-cirúrgicos que se processavam no local. Com a intenção de estabelecer um eficiente e regular sistema de estudo para melhor instrução daqueles que se dedicavam à ciência médica, foi designado como presidente da Junta frei Custódio de Campos e Oliveira, então Inspetor do Hospital Real Militar e Ultramar, cargo este que ocupou até 1821.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O decreto 0-063, de 22 de março de 1821 criou o posto de inspetor-geral dos hospitais militares na Corte e na Capitania do Rio de Janeiro, alterando assim a administração do Hospital Real Militar e Ultramar, deixando de estar sob a subordinação da Junta de Direção Médico-Cirúrgica e Administrativa. Para o posto de inspetor-geral dos hospitais militares foi nomeado Francisco Manoel de Paula, futuro Barão da Saúde, e como cirurgião-mor do Exército, Manuel Antonio Henrique Tota.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1827, o corpo médico-cirúrgico do Hospital Real Militar e Ultramar era constituído por: Antonio Francisco Leal Filho (primeiro-médico), Mariano José do Amaral (primeiro-médico graduado), Vicente Gomes da Silva, João Maria Pachtold (licenciado), Fidélis Martins Bastos (segundos-médicos supranumerários), Cristóvão José dos Santos (primeiro-cirurgião), Joaquim José dos Santos (segundo-cirurgião) e Francisco Bernardo de Sant’ana (segundo-cirurgião supranumerário).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pelo decreto de 17 de fevereiro de 1832, foram extintos os Hospitais Militares em todo o país, transformando os existentes em “Hospitais Regimentais”. O Hospital Real Militar e Ultramar foi transferido para o Quartel do Campo da Aclamação, na atual Praça da República, e passou a se chamar Hospital Regimental do Campo. Em 29 de dezembro de 1844, em face da precariedade das instalações, voltou a instalar-se no Morro do Castelo, novamente centralizado, para atender a todos os militares do Exército, com a denominação de Hospital Militar da Guarnição da Corte. Esta situação perdurou até a proclamação da República, em 1889, quando recebeu outra designação.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi construído um hospital regimental no Depósito da Praia Vermelha, além de uma pequena enfermaria militar na Fortaleza de São João. Com o decreto de 9 de dezembro de 1833, foi criado o &amp;lt;u&amp;gt;Hospital da Armada e Corpo da Artilharia da Marinha&amp;lt;/u&amp;gt;, na Ilha das Cobras. A instituição, que só passou a funcionar de fato a partir de março de 1834, recebeu os militares da Armada Real e seus familiares, que antes eram atendidos nos hospitais do Exército.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Depois de vários anos de funcionamento dos hospitais regimentais, o Imperador D. Pedro II e seu Conselho de Estado, após consulta feita junto a uma comissão de médicos militares, integrada por Cristóvão José dos Santos, Honório José da Cunha Gurgel do Amaral e Fidélis Martins Bastos, decidiu, em 1844, reagrupar os hospitais regimentais em um só estabelecimento. O Ministro e Secretário de Estado dos Negócios da Marinha, Jeronimo Francisco Coelho, apontou, em relatório, a insatisfação com a organização dos hospitais regimentais:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“O lugar onde atualmente se acha estabelecido o Hospital Regimental do 1º Batalhão de Artilharia a pé é impróprio por mais de uma razão. Está hoje colocado esse hospital no Quartel do Campo da Aclamação, em lugar baixo, mal arejado, avizinhado de terrenos paludosos, e demais, sem as acomodações necessárias pela falta de espaço, a ponto de que já tem acontecido, em ocasião de afluência de enfermos, estarem dois reunidos em um mesmo leito. E se na Capital do Império se encontra dificuldade de obter um só edifício com as condições necessárias para um hospital, muito menos se encontrarão nas demais Províncias, (...).” (RELATORIO, 1844, p.23)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pelo decreto n.º 397, de 25 de novembro de 1844, foi criado o Hospital Militar da Guarnição da Corte, na antiga sede no Morro do Castelo, tendo sido encarregado Carlos José d’Almeida para sua instalação e indicado Cristóvão José dos Santos como seu primeiro diretor. Inicialmente foram ocupadas somente quatro salas, sendo uma sala para os oficiais, outra para cirurgia e duas para a clínica, pois o restante do edifício abrigava ainda a [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]]. No ano seguinte, foram ocupadas mais duas salas para enfermidades especiais e contagiosas. Em 1850, com a transferência de parte da Faculdade para dependências da [[SANTA_CASA_DA_MISERICÓRDIA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], as demais salas foram utilizadas pelo Hospital Militar da Guarnição da Corte. Neste período integravam o corpo médico do hospital Fidélis Martins Bastos (1º médico), Cristóvão José dos Santos (1º cirurgião), [[AMERICANO,_DOMINGOS_MARINHO_DE_AZEVEDO|&amp;lt;u&amp;gt;Domingos Marinho de Azevedo Americano&amp;lt;/u&amp;gt;]] (2º médico), Antônio Ferreira França (2º cirurgião), e João Maria da Luz como responsável pela botica. Além disso, integrando a equipe da enfermaria estavam as irmãs religiosas de São Vicente de Paulo, que tinham a permissão para trabalhar naquele hospital desde 1849, mediante um acordo firmado entre a Secretaria de Estado dos Negócios da Guerra e a Irmandade de São Vicente de Paulo.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Hospital Militar da Guarnição da Corte foi cenário de importantes eventos no campo médico. Naquele estabelecimento hospitalar teriam sido feitas a primeira narcose por éter no Brasil, realizada, em 1847, pelos médicos Roberto Jorge Haddock Lobo e [[AMERICANO,_DOMINGOS_MARINHO_DE_AZEVEDO|&amp;lt;u&amp;gt;Domingos Marinho de Azevedo Americano&amp;lt;/u&amp;gt;]], e a primeira clroformização, em 1848, pelo médico Manoel Feliciano Pereira de Carvalho. Registra-se no campo da cirurgia vascular, a realização por [[MONTEIRO,_CÂNDIDO_BORGES|&amp;lt;u&amp;gt;Cândido Borges Monteiro&amp;lt;/u&amp;gt;]] da primeira ligadura da aorta abdominal por via extra-peritoneal, em 1842, e da primeira ligadura da artéria ilíaca primitiva, em 1868, por Augusto Cândido Fortes de Bustamante e Sá. Em relatório sobre o atendimento prestado no Hospital Militar da Guarnição da Corte aos enfermos e feridos na Guerra do Paraguai, Augusto Cândido Fortes de Bustamante e Sá observou que num total de 4.918 cirurgias executadas pela seção cirúrgica, o índice de mortalidade foi de apenas 1,81%.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 10 de fevereiro de 1867 foi criada a Enfermaria do Andaraí, depois transformada em Hospital Militar Provisório, que esteve subordinada à direção do Hospital Militar da Guarnição da Corte até o dia 3 de julho do mesmo ano, quando obteve autonomia administrativa. Extinto em 1º de setembro de 1887, o estabelecimento voltou a funcionar como enfermaria dependente do referido hospital no ano de 1889.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Além da criação desta nova enfermaria, o governo imperial promoveu outros melhoramentos, como a compra de aparelhos cirúrgicos e uma maior fiscalização no contrato e fornecimento de medicamentos. Em relatório, outros melhoramentos são citados pelo Ministro e Secretário de Estado dos Negócios da Marinha, Jeronimo Francisco Coelho:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“ (...) o governo fez importantes encomendas para a Europa de ambulâncias de novo modelo, de carruagens para transporte dos enfermos, e de muitos outros misteres próprios para o serviço dos hospitais de sangue, ou das tropas em marcha; e continuará o mesmo governo a empregar todos os seus cuidados neste ramo do serviço, que tão de perto interessa á saúde e á vida do soldado” (RELATORIO, 1858, p.7)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 4 de janeiro de 1890 foi constituída uma comissão, no âmbito do Exército, para elaborar um projeto de organização do Corpo de Saúde e do Serviço Hospitalar do Exército, constituída por Floriano Vieira Peixoto, João Nepomuceno de Medeiros Mallet, João Vicente Leite de Castro, João Severiano da Fonseca, Antônio Vicente Ribeiro Guimarães, Joaquim Fernandes de Andrada e Silva. Com o decreto nº277, de 22 de março de 1890, foi proposta uma reorganização do Corpo de Saúde e do serviço hospitalar do Exército, determinando a criação, na Capital Federal, de um hospital central do Exército, único de 1ª classe.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O decreto n.º 307, de 7 de abril de 1890, aprovou o regulamento para o Serviço Sanitário do Exército, referido no decreto nº277. Determinou a criação de um hospital de 1ª classe na Capital federal, sob a denominação de Hospital Central do Exército. Com isso, foi alterado, em algumas de suas disposições, o regulamento do então Hospital Militar da Guarnição da Corte e nova denominação foi dada à instituição, que passou a se chamar Hospital Central do Exército.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Evidenciava-se a necessidade urgente de se criar um novo estabelecimento hospitalar militar que atendesse de forma eficaz a crescente demanda, já que o prédio situado no morro do Castelo não oferecia mais nenhuma condição de funcionamento. O próprio Inspetor Geral do Serviço Sanitário do Exército, João Severiano da Fonseca, em Ofício encaminhado ao Quartel-Mestre General, reivindicou a construção de um novo hospital, pois o terreno para tal já havia sido adquirido há um ano, a planta elaborada e organizado o orçamento. Definiu-se, então, a transferência do Hospital Central do Exército para outro local. O engenheiro coronel Francisco Marcellino de Souza Aguiar foi designado pelo Presidente Floriano Vieira Peixoto, como responsável pelo projeto de construção deste novo hospital, com capacidade para 500 leitos, a ser edificado em Benfica, numa área de 78.960 m2, adquirida do Jóquei Clube no valor de 69 contos de réis. O plano foi aceito em 16 de março de 1892, e quatro dias depois foi colocada a pedra fundamental desta nova construção.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O projeto para o novo hospital baseou-se na planta do Hospital San Juan de Dios (Madrid, Espanha), que havia sido cedida pela Casa Tollet (Paris), constando de oito pavilhões isolados, para enfermarias, e de um grande pavilhão para administração de serviços gerais, enfermarias de isolamento e outros serviços. Durante a construção foram efetuadas algumas modificações, em relação ao modelo Tollet, pelo engenheiro militar Francisco Marcelino de Souza Aguiar, então secretário do Ministro da Guerra Francisco Antônio de Moura. O modelo Tollet refere-se aos princípios do hospital higienista proposto pele engenheiro francês Casimir Tollet (1828-1899), autor da obra “Sur les principes Qui doivent présider a la construction des logements collectifs (hommes et animaux)” (1876).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O hospital só se mudou efetivamente para a nova sede em 1902, mas até este ano ocupou outros edifícios na cidade. Primeiramente, em 6 de setembro de 1893, por ocasião da Revolta da Armada, foi transferido para o Palácio Leopoldina, antiga residência do neto mais velho de D. Pedro II, na Rua Duque de Saxe, no Engenho Velho. Em 14 de outubro de 1894, foi para o Palácio Isabel, atual Palácio Guanabara, e em 26 de fevereiro de 1895, o Hospital Central do Exército voltou a funcionar em sua antiga sede, no Morro do Castelo, que sofrera algumas poucas melhorias. O Hospital Central do Exército mostrou-se insuficiente para atender à expressiva quantidade de doentes oriundos da Guerra de Canudos, conflito entre o Exército brasileiro e os integrantes do movimento popular liderado por Antônio Conselheiro, entre 1896 e 1897, no interior da Bahia. Para atender a tal necessidade foi criada em 16 de outubro de 1897, sob dependência do Hospital Central do Exército, uma Enfermaria Militar Provisória, na Ilha das Flores.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 22 de junho de 1902 foi inaugurada oficialmente a nova sede do Hospital Central do Exército, na rua Francisco Manoel nº126, no Bairro de Benfica, na cidade do Rio de Janeiro. Porém, tem-se o registro de que os primeiros pacientes já teriam sido ali atendidos em janeiro de 1902, em decorrência do grande temporal ocorrido na cidade do Rio de Janeiro que teria provocado o desabamento do telhado do antigo prédio no Morro do Castelo, e forçado a transferência dos pacientes internados (NASCIMENTO, 2004). Seu conjunto arquitetônico foi completado por volta de 1922 e mantém, até os dias de hoje, sua missão de assistir à família militar.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;DIRETORES:&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br/&amp;gt; Antônio da Rocha Barbosa (administração do hospital, 1808); Frei Custódio de Campos e Oliveira (administração do hospital, 1808; inspetor 1812-1821); Henrique Isidoro Xavier de Brito (administração,1813-&amp;amp;nbsp;?); Francisco Manoel de Paula (administração, 1822-?); Cristóvão José dos Santos (? – 1832); José dos Santos de Souza (26/11/1844-11/03/1851); Antonio Joaquim de Souza (11/03/1851-02/08/1851); João José da Costa Pimentel (02/08/1851-02/03/1855); Feliciano José Neves Gonzaga (interino) (24/09/1851-10/11/1851); Henrique Marques de Oliveira Lisbôa (15/03/1855-22/03/1858); Feliciano José Neves Gonzaga (interino) (15/09/1856-01/05/1857); Ernesto Augusto Cezar Eduardo de Miranda (23/03/1858-22/10/1864); Antônio João Fernandes Pizarro Gabizo (22/10/1864-26/04/1865); Carlos Fogaça da Silva (26/04/1865-17/05/1865); Sebastião Francisco de Oliveira Chagas (17/05/1865-03/10/1874); Antonio Joaquim e Magalhães Castro (03/10/1874-27/02/1878); Elesbão Maria da Silva Bittencourt (27/02/1878- 01/06/1878); Francisco José Cardoso Junior (26/04/1879-20/02/1889); Manoel Francisco Coelho de Oliveira Soares (interino, 02/11/1885-15/03/1886); Joaquim Jeronymo Barrão (interino, 11/12/1886-21/07/1888); Carlos José da Costa Pimentel (23/02/1889-03/04/1890); João Severiano da Fonseca (03/04/1890-16/04/1890); Antônio Pereira da Silva Guimarães (16/04/1890-03/09/1890); José Porfírio de Mello Mattos (03/09/1890-19/09/1898); Flávio Augusto Falcão (19/11/1898-20/05/1903); Raimundo de Castro (27/05/1903-01/04/1904); José de Miranda Cúrio (09/04/1904-26/12/1904); Ismael da Rocha (26/12/1904-01/04/1908); Pedro Gouvêa (02/04/1908-04/02/1909); Antônio Ferreira do Amaral (04/02/1909-31/12/1914); Manoel Pedro Vieira (02/01/1915-14/12/1918); Virgilio Tourinho Bittencourt (14/12/1918-15/07/1920); José de Araújo Aragão Bulcão (15/07/1920-16/11/1922); Antônio Nunes Bueno do Prado (16/11/1922-02/05/1923); Sebastião Ivo Soares (16/07/1923-15/10/1924); Álvaro Carlos Tourinho (15/10/1924-11/04/1929); Manoel Petrarca de Mesquita (11/04/1929-24/01/1935).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Estrutura e funcionamento&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Com a vinda da Família Real para o Brasil, em 1808, o Hospital Real Militar e Ultramar, criado em 1768, passou por muitas melhorias para atender a crescente demanda de militares que aportavam no Rio de Janeiro. Dentre os melhoramentos na área de assistência médica destacou-se a a criação de uma cadeira de clínica teórica e prática, com o objetivo de aprimorar os conhecimentos médico-cirúrgicos dos ajudantes de cirurgia e demais alunos freqüentadores da instituição, para a qual foi designado José Maria Bomtempo, médico da Real Câmara. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 2 de março de 1812, o Príncipe Regente D. João VI mandou criar uma Junta de Direção Médico-Cirúrgica e Administrativa, que tinha como objetivos regularizar o sistema de administração do referido hospital, melhorar o atendimento e o tratamento dos doentes, e velar pelos estudos médico-cirúrgicos que se processavam no local. A organização do atendimento era bastante racional, sendo os doentes divididos entre internos e de ambulatório. Com a intenção de estabelecer um eficiente e regular sistema de estudos médico-cirúrgicos para melhor instrução daqueles que se dedicavam à ciência médica, foi designado como presidente da Junta, frei Custódio de Campos e Oliveira, então Inspetor do Hospital Real Militar e Ultramar.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A enfermaria militar sempre acompanhou a trajetória do Hospital Real Militar e Ultramar, auxiliando nos cuidados a serem prestados aos soldados enfermos e fazendo parte da composição de funcionários que ali trabalhavam. Subdividiam-se em enfermeiro-mor, enfermeiro ordinário e enfermeiro supranumerário. Apesar desta distinção, todos deveriam saber ler, escrever e contar para o cumprimento de suas obrigações, como, por exemplo, controlar roupas e utensílios, e anotar as listas de remédios prescritos pelos físicos, de modo a enviá-las à botica.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Com o decreto de 17 de fevereiro de 1832, não só foram extintos os hospitais militares de todo o país, como também estes foram transformados em hospitais regimentais. O Hospital Real Militar e Ultramar foi transferido para o Quartel do Campo da Aclamação, na atual Praça da República, e passou a se chamar Hospital Regimental do Campo. O mesmo decreto conferiu um regulamento para todos os hospitais militares. Neste regulamento não constava nenhuma definição com relação ao número de cirurgiões ou de enfermeiros por hospital regimental. No caso do Hospital Regimental do Campo, a direção e o corpo de médicos foram mantidos, e foi nomeada uma comissão de médicos encarregada de organizar um projeto de regulamento próprio. O projeto era constituído de quinze artigos e estipulava regras detalhadas para o novo hospital, tais como a relação entre o número de enfermarias e o de doentes, a classificação e distribuição das enfermarias de acordo com os tipos de doenças, para que não fossem misturados os pacientes, a separação de um depósito para instrumentos e outro para roupas, as dimensões das camas metálicas, o número de lençóis e rouparia, e o número de banheiras.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 29 de dezembro de 1844, em face da precariedade das instalações dos hospitais regimentais, o então denominado Hospital Militar da Guarnição da Corte, voltou a ocupar as dependências do ex-Colégio dos jesuítas, no Morro do Castelo, e lá permaneceu até a Proclamação da República, em 1889, quando recebeu outra designação.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O decreto n.º 1.900, de 7 de março de 1857, que aprovou o regulamento para o Corpo e Saúde do Exército, apresentou algumas disposições para o funcionamento dos hospitais militares, como o Hospital Militar da Guarnição da Corte, e determinou a exigência de uma maior qualificação dos profissionais da saúde ligados, principalmente, a área de enfermagem que, até então, tinham suas atividades realizadas por indivíduos sem nenhuma especialização na área, exigindo-se apenas a boa conduta. Com este decreto, o Serviço de Saúde do Exército passou a ser desempenhado por doutores em medicina, farmacêuticos aprovados e enfermeiros convenientemente habilitados, melhorando sensivelmente o serviço prestado por esta instituição hospitalar.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Aviso de 9 de dezembro de 1890, determinou que o capitão Ismael da Rocha integrasse uma comissão em viagem à Europa, com objetivo de estudar a tuberculose e o trabalho de Heinrich Hermann Robert Koch (1843-1910). Nesta ocasião visitou o Instituo Pasteur, em Paris, tendo sido recebido por Louis Pasteur (1822-1895) e contactado Pierre Paul Émile Roux (1853-1933), diretor daquele instituto. Recebera, também, do general Médico João Severiano da Fonseca, a missão de estudar tudo o que se referisse ao serviço médico militar, incluindo os hospitais, barracas, ambulâncias, instrumentos cirúrgicos, modelos e plantas de hospitais militares, para que subsidiassem a elaboração de projetos de construção e instalação de hospitais militares no Brasil (CARDOSO, 2013, p.180). Em seu retorno, Ismael da Rocha trouxe inúmeras plantas e fotografias de instituições hospitalares, como do Hospital San Juan de Dios (Madrid, Espanha).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 21 de junho de 1902, o então denominado Hospital Central do Exército mudou-se para sua nova sede, na rua Francisco Manoel nº126, com apenas três pavilhões acabados, providos de três enfermarias em cada um, os quais foram assim denominados:&amp;lt;br/&amp;gt; 1º Pavilhão: “Duque de Caxias” -1ª enfermaria: “Varques”, 2ª enfermaria: “Moura”, 3ª enfermaria: “João Severiano”.&amp;lt;br/&amp;gt; 2º Pavilhão: “Osório” - 4ª enfermaria: “Bayma”, 5ª enfermaria: “Mallet”, 6ª enfermaria: “Argollo”.&amp;lt;br/&amp;gt; 3º Pavilhão: “Deodoro” - 7ª enfermaria: “Enéas Galvão”, 8ª enfermaria: “Cantuária”, 9ª enfermaria: “Carlos Machado”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 11 de agosto de 1905, Ismael da Rocha, diretor do Hospital Central do Exército, inaugurou três novos pavilhões: o Pavilhão “Rodrigues Alves”, destinado ao gabinete de eletroterapia, à fisioterapia, ao laboratório de microscopia e à bacteriologia; o “Marcellino Aguiar”, composto por duas enfermarias destinadas aos presos; e o “Benjamin Aguiar”, para as irmãs de caridade. Ainda no mesmo dia, Ismael da Rocha inaugurou edifícios destinados ao corpo médico, à rouparia e aos animais de transporte, e reinaugurou a enfermaria “Cantuária”, que havia sido destruída em um incêndio, além de ter efetuado uma grande aquisição de instrumental cirúrgico, de camas metálicas modernas e de uniformes padrões de enfermeiros e serventes. Foi instituído um curso para instrução de enfermeiros e padioleiros, de acordo com os parâmetros do Conselho Regional de Enfermagem. Nessa reestruturação, foi incluída a clínica homeopática, que ocupou uma enfermaria especial.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Nestas novas dependências do Hospital Central do Exército passou a funcionar a [[ESCOLA_DE_APLICAÇÃO_MÉDICO-MILITAR|&amp;lt;u&amp;gt;Escola de Aplicação Médico-Militar&amp;lt;/u&amp;gt;]], em acordo com o decreto n.º 2.232, de 6 de janeiro de 1910, que autorizara a criação de um curso de aplicação especial para os doutores em medicina que se propunham ao serviço médico-militar. No entanto, este curso, junto com outro de enfermeiros e padioleiros, só foi regulamentado pelo decreto nº 10.402 de 20 de agosto de 1913, assinado pelo Ministro da Guerra, General Vespasiano Gonçalves de Albuquerque e Silva, e pelo Presidente da República, Hermes Rodrigues da Fonseca. Segundo aquele decreto, o curso de aplicação tinha como objetivos “aperfeiçoar os conhecimentos médicos e cirúrgicos dos médicos candidatos à inclusão no Corpo de Saúde do Exército e ministrar-lhes noções de administração e de tática relativas ao serviço de saúde em tempo de paz e de guerra” (art. 2º). Ambos os cursos funcionariam anexos ao Hospital Central do Exército.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Pavilhão “Floriano Peixoto” foi concluído em 1913, no centro da área ocupada pelo hospital, destinado aos serviços de administração, secretaria, sala de curativos de emergência, posto médico, farmácia, almoxarifado, biblioteca e arquivo. A despensa, a cozinha, o alojamento das irmãs de caridade e a capela também ocupavam esta área central. Na transferência para a nova sede, a instituição tinha como diretor Flávio Augusto Falcão, que já exercia esta função desde 19 de novembro de 1898.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1915 o Pavilhão “Dr. João Câncio”, com as 10ª, 11ª e 12ª enfermarias (clínicas cirúrgica, ortopédica e de reabilitação para cabos e soldados), e em 1916 o Pavilhão “Visconde de Souza Fontes”, com a 14ª enfermaria (oficiais, pediatria, clínica médica, clínica cirúrgica e maternidade).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Com o passar dos anos, o projeto inicial da construção foi sendo concretizado, e no ano de 1922, foram concluídos os pavilhões “Calógeras”, com as 20ª, 21ª e 22ª enfermarias (pavilhão de isolamento), e “General Dr. José Bulcão”, com a 15ª, 16ª e 17ª enfermarias (cirurgia das clínicas especializadas de oftalmologia, otorrinolaringologia e ortopedia).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;-ARQUIVO NACIONAL. MAPA. Memória da Administração Pública Brasileira. &#039;&#039;&#039;Hospital Real Militar da Corte do Rio de Janeiro.&#039;&#039;&#039; Capturado em 12 jul. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://mapa.an.gov.br/index.php/dicionario-periodo-colonial/203-hospital-real-militar-da-corte-do-rio-de-janeiro http://mapa.an.gov.br/index.php/dicionario-periodo-colonial/203-hospital-real-militar-da-corte-do-rio-de-janeiro]&amp;lt;br/&amp;gt; - ASSISTÊNCIA Pública e Privada no Rio de Janeiro. História e Estatística. Comemoração do centenário da Independência Nacional. Rio de janeiro: Typographia do Annuario do Brasil, 1922. ([[Fontes_de_informação#AGRJ|AGRJ]])&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Alvará de 2 de março de 1812. 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Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; [http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/historicos/dim/DIM-21-5-1808.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/historicos/dim/DIM-21-5-1808.htm]&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto de 24 de junho de 1808. In: &#039;&#039;&#039;Collecção das Leis do Brazil de 1808. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1890. p.58. In: CÂMARA DOS DEPUTADOS. Legislação. Coleção das Leis do Império (1808-1889). Cartas de Lei, Alvarás, Decretos e Cartas Régias. Capturado em 24 jul. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; [https://www2.camara.leg.br/atividade-legislativa/legislacao/colecao-anual-de-leis/copy_of_colecao1.html https://www2.camara.leg.br/atividade-legislativa/legislacao/colecao-anual-de-leis/copy_of_colecao1.html]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto de 12 de abril de 1809. In: PLANALTO. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 12 jul. 2020. Online. 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In: CÂMARA DOS DEPUTADOS. Legislação. Decretos, Cartas Imperiais e Alvarás. Capturado em 24 jul. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [https://www2.camara.leg.br/atividade-legislativa/legislacao/colecao-anual-de-leis/copy_of_colecao2.html https://www2.camara.leg.br/atividade-legislativa/legislacao/colecao-anual-de-leis/copy_of_colecao2.html]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto de 17 de fevereiro de 1832. In:&#039;&#039;&#039;Collecção das Leis do Imperio do Brazil de 1832. Parte 2.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Typographia Nacional, 1874, p. 10. In: CÂMARA DOS DEPUTADOS. Biblioteca Digital. Online. Capturado em 12 jul. 2020. Disponível na Internet: [https://bd.camara.leg.br/bd/handle/bdcamara/18461 https://bd.camara.leg.br/bd/handle/bdcamara/18461]&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto de 9 de dezembro de 1833. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 24 jul. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/norma/571684/publicacao?tipoDocumento=DEC-sn&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/571684/publicacao?tipoDocumento=DEC-sn&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 397, de 25 de novembro de 1844. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 24 jul. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/norma/387426/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/387426/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 1.900, de 07 de março de 1857. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 24 jul. 2020. Online. Disponível na Internet: &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/norma/394604/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/394604/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 277, de 22 de março de 1890. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 24 jul. 2020. Online. Disponível na Internet: &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/norma/386812/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/386812/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 307, de 7 de abril de 1890. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 24 jul. 2020. Online. 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HOSPITAL CENTRAL DO EXÉRCITO. &#039;&#039;&#039;Pavilhão General-de-Brigada Médico Dr. João Severiano da Fonseca.&#039;&#039;&#039; [Rio de Janeiro], [s.n.], 1984.&amp;lt;br/&amp;gt; - MITCHELL, Gilberto de Medeiros. &#039;&#039;&#039;História do Serviço de Saúde do Exército Brasileiro.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Escola de Saúde do Exército, 1963. &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BN|BN]])&amp;lt;br/&amp;gt; - NASCIMENTO, Wilma Gonçalves do. &#039;&#039;&#039;Hospital Central do Exército. A inserção das primeiras enfermeiras civis diplomadas (1956 – 1959). &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro, 2004. Dissertação (Mestrado em Enfermagem) Escola de Enfermagem Anna Nery Nery/UFRJ, 2004. &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - RELATORIO da Administração do Ministerio da Guerra apresentado na Augusta Camara dos Senhores Deputados na sessão de 1832. Rio de Janeiro: Typ. Patriotica D’Astrea, 1832. 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Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://ddsnext.crl.edu/titles/143#?c=0&amp;amp;m=6&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=1&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1404,0,4887,3447 http://ddsnext.crl.edu/titles/143#?c=0&amp;amp;m=6&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=1&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1404%2C0%2C4887%2C3447]&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - RELATORIO da Repartição dos Negocios da Guerra apresentado à Assembléa Geral Legislativa na Terceira Sessão da Quinta Legislatura pelo Ministro e Secretario de Estado Jeronimo Francisco Coelho. Rio de Janeiro: Typ. Nacional, 1844. In: &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960). &#039;&#039;&#039;Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 2 abr. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;  [http://ddsnext.crl.edu/titles/143#?c=0&amp;amp;m=19&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=1&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1149,0,3721,2624 http://ddsnext.crl.edu/titles/143#?c=0&amp;amp;m=19&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=1&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1149%2C0%2C3721%2C2624]&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - RELATORIO da Repartição dos Negocios da Guerra apresentado à Assembléa Geral Legislativa na Primeira Sessão da Sexta Legislatura pelo Ministro e Secretario de Estado Jeronimo Francisco Coelho. Rio de Janeiro: Typ. Nacional, 1845. In: &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960). &#039;&#039;&#039;Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 2 abr. 2020. Online. Disponível na Internet:  [http://ddsnext.crl.edu/titles/143#?c=0&amp;amp;m=20&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=1&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1397,0,4585,3234 http://ddsnext.crl.edu/titles/143#?c=0&amp;amp;m=20&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=1&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1397%2C0%2C4585%2C3234]&amp;lt;br/&amp;gt; - RELATORIO apresentado à Assembléa Geral Legislativa na Segunda Sessão da Décima Legislatura pelo Ministro e Secretario do Estado dos Negocios da Guerra Jeronimo Francisco Coelho. Rio de Janeiro: Typ. Universal de Laemmert, 1858. In: &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960).&#039;&#039;&#039; Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 2 abr. 2020. Online. Disponível na Internet:  [http://ddsnext.crl.edu/titles/143#?c=0&amp;amp;m=25&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=2&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1154,0,4195,2959 http://ddsnext.crl.edu/titles/143#?c=0&amp;amp;m=25&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=2&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1154%2C0%2C4195%2C2959]&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - RELATORIO apresentado à Assembléa Geral Legislativa na Terceira Sessão da Décima-quarta Legislatura pelo Ministro e Secretario de Estado dos Negocios da Guerra Visconde do Rio Branco. Rio de Janeiro: Typ. Universal de Laemmert, 1871. In: &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960).&#039;&#039;&#039; Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 2 abr. 2020. Online. 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Disponível na Internet:  [http://ddsnext.crl.edu/titles/143#?c=0&amp;amp;m=52&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=2&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1246,0,4442,3133 http://ddsnext.crl.edu/titles/143#?c=0&amp;amp;m=52&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=2&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1246%2C0%2C4442%2C3133]&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - RIBEIRO, José Silvestre. &#039;&#039;&#039;História dos Estabelecimentos científicos, literários e artísticos de Portugal nos sucessivos reinados da monarquia. Tomo 4. &#039;&#039;&#039;Lisboa: Real Academia de Ciências, 1872. &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#RGPL|RGPL]])&amp;lt;br/&amp;gt; - SANTOS FILHO, Lycurgo de Castro.&#039;&#039;&#039;História Geral da Medicina Brasileira. &#039;&#039;&#039;São Paulo: HUCITEC/EDUSP, 1991. v. 2. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCCBB|BCCBB]])&amp;lt;br/&amp;gt; - SILVA, Alberto Martins da. &#039;&#039;&#039;Dr. Ismael da Rocha (1859-1924). Sua vida de cientista e de militar.&#039;&#039;&#039; Brasília: Thesaurus Editora, 2004.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - _____________________. Hospital Central do Exército 1768/1998. &#039;&#039;Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano 158, n.397, pp. 977-1321, out./dez. 1997. ([[Fontes_de_informação#IHGB|IHGB]])&amp;lt;br/&amp;gt; - _____________________.&#039;&#039;&#039;Histórico do HCE.&#039;&#039;&#039; [Rio de Janeiro]: Ministério do Exército, [1997].&amp;lt;br/&amp;gt; - SILVA, Artur Lobo da. &#039;&#039;&#039;O Serviço de Saúde do Exército Brasileiro. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército, 1958. &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BN|BN]])&amp;lt;br/&amp;gt; - SOUZA, Luiz de Castro. A Hospitalização Militar no Rio de Janeiro e o Patrono do Serviço de Saúde do Exército. &#039;&#039;Separata da Revista Brasileira de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, volume 29, n. 5, mai.1972. &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#IHGB|IHGB]])&amp;lt;br/&amp;gt; - _____________________. O Hospital Central do Exército: Berço do Ensino Médico. &#039;&#039;Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v. 354.357, p.201-209, jan./dez. 1987. &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#IHGB|IHGB]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa - Brian Kigler Corrêa Ramos, Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Redação - Brian Kigler Corrêa Ramos, Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Revisão – Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Forma de citação =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Dicionário Histórico-Biográfico das Ciências da Saúde no Brasil (1832-1930)&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    [[Category:Verbetes]] [[Category:Instituições Hospitalares e de Assistência Médica]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Rachel.froes</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=INSTITUTO_SOROTER%C3%81PICO_FEDERAL&amp;diff=1537</id>
		<title>INSTITUTO SOROTERÁPICO FEDERAL</title>
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		<updated>2023-08-24T15:44:55Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Rachel.froes: /* Estrutura e funcionamento */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Denominações:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Instituto Soroterápico Federal (1900);&amp;amp;nbsp;[[INSTITUTO_DE_MANGUINHOS|Instituto de Manguinhos]] (s.d.); [[INSTITUTO_DE_PATOLOGIA_EXPERIMENTAL|Instituto de Patologia Experimental ]](1907); [[INSTITUTO_OSWALDO_CRUZ|Instituto Oswaldo Cruz]] (1908);[[Departamento_de_Medicina_Experimental|Departamento de Medicina Experimental]] (1930);&amp;amp;nbsp;[[FUNDAÇÃO_INSTITUTO_OSWALDO_CRUZ|Fundação Instituto Oswaldo Cruz]] &amp;amp;nbsp;(1970); [[FUNDAÇÃO_OSWALDO_CRUZ|Fundação Oswaldo Cruz]] (1974)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;A criação do Instituto Soroterápico Federal originou-se do laboratório em Manguinhos, que passou a funcionar em 25 de maio de 1900, anexo ao Instituto Vacínico Municipal de propriedade do Barão de Pedro Affonso. Criado com o objetivo de produzir o soro para combater a peste bubônica que ameaçava a Capital Federal, foi inaugurado em 23 de julho do mesmo ano, com o nome de Instituto Soroterápico Federal, instalado na fazenda de Manguinhos, na cidade do Rio de Janeiro. Foram primeiros diretores do Instituto, Pedro Affonso Franco, de 1900 a 1902, Oswaldo Gonçalves Cruz, de 1902 a 1917, e Carlos Ribeiro Justiniano Chagas, de 1917 a 1934. Em 1907, o Instituto Soroterápico Federal passou a denominar-se Instituto de Patologia Experimental, expressando a nova orientação que passou a predominar a partir da gestão de Oswaldo Cruz. No ano seguinte, o Instituto, também conhecido como Instituto de Manguinhos, ganhou oficialmente o nome de seu diretor. Em 1970, foi transformado em órgão de administração direta do Ministério da Saúde e em entidade de direito privado, tornando-se Fundação Instituto Oswaldo Cruz, e&amp;amp;nbsp;depois Fundação Oswaldo Cruz.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Histórico&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 25 de maio de 1900, por meio do Ofício nº 1, ainda em papel timbrado do [[INSTITUTO_VACÍNICO_MUNICIPAL|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Vacínico Municipal&amp;lt;/u&amp;gt;]], Pedro Affonso Franco (Barão de Pedro Affonso), diretor do Instituto Soroterápico Federal, comunicava à Diretoria Geral de Saúde Pública que, em conseqüência da autorização do dia anterior, começariam nesta data os trabalhos do laboratório de Manguinhos, “esperando em breve poder começar o trabalho de inoculação nos cavalos”. O laboratório fora criado com o objetivo de produzir o soro para o combate à peste bubônica que ameaçava a Capital Federal.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em outubro de 1899, Adolpho Lutz e Vital Brazil Mineiro da Campanha, pesquisadores do [[INSTITUTO_BACTERIOLÓGICO_DO_ESTADO_DE_SÃO_PAULO|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Bacteriológico do Estado de São Paulo&amp;lt;/u&amp;gt;]], haviam atestado casos de peste bubônica no porto de Santos, confirmados pelos médicos Eduardo Chapot Prévost e [[CRUZ,_OSWALDO|&amp;lt;u&amp;gt;Oswaldo Gonçalves Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]] (Oswaldo Cruz). A constatação de tais casos ameaçava a política de estímulo à imigração patrocinada pelo governo brasileiro e para combater a doença era preciso o soro de Yersin, fornecido apenas pelo Instituto Pasteur, de Paris. Às pressas, o governo paulista criou um laboratório na fazenda de Butantan, o futuro [[INSTITUTO_SERUMTERÁPICO_DO_ESTADO_DE_SÃO_PAULO|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Serumterápico do Estado de São Paulo&amp;lt;/u&amp;gt;]], o qual funcionou como um apêndice do Instituto Bacteriológico do Estado de São Paulo, visando a produção do soro antipestoso.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No momento da fundação do Instituto Soroterápico Federal, durante a Primeira República (1889-1930), as elites brasileiras não possuíam uma tradição de investimentos na pesquisa científica.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Embora, desde os anos de 1880, com as reformas do ensino médico, já houvesse um movimento no sentido da prática de uma medicina experimental, com a instalação de diversos laboratórios nas instituições de ensino, essa encontrava grandes obstáculos para desenvolver-se.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No cenário internacional, a medicina era transformada pela revolução pasteuriana e pela microbiologia. Cada vez mais a cura das doenças se beneficiava dos estudos realizados em laboratórios que, aos poucos, tornavam-se tão ou mais importantes do que os hospitais. Ensino e pesquisa eram atividades complementares no Instituto Pasteur de Paris, fundado em 1888, com ampla autonomia administrativa em relação ao governo francês. No mesmo ano de 1888, foi inaugurado o Instituto Pasteur do Rio de Janeiro, vinculado à [[SANTA_CASA_DA_MISERICÓRDIA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]]. Este, contudo, restringiu-se à produção da vacina anti-rábica e jamais conquistou grande expressão científica.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A criação do Instituto Soroterápico Federal inseriu-se neste contexto mais geral de transformações na medicina e tomou como modelo o Instituto Pasteur de Paris, embora as duas instituições houvessem encontrado condições bastante diversas para o desenvolvimento de suas atividades. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Preocupado com a possibilidade de um surto de peste bubônica na Capital Federal, como o que havia ocorrido em Santos, e frente à dificuldade de importação do soro de Yersin, o Prefeito do Rio de Janeiro, José Cesario de Faria Alvim, determinou a criação de um laboratório soroterápico, seguindo a sugestão de Pedro Affonso Franco, o Barão de Pedro Affonso, figura importante na introdução da vacina animal no país e proprietário do [[INSTITUTO_VACÍNICO_MUNICIPAL|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Vacínico Municipal&amp;lt;/u&amp;gt;]]. Este, criado em 1894, era responsável pela produção da vacina antivariólica e pela distribuição de soro antidiftérico no Distrito Federal.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;A criação do Instituto Soroterápico Federal foi amplamente noticiada na imprensa diária, como o jornal &#039;&#039;A Noticia&#039;&#039;, que destacou a iniciativa do Barão de Pedro Affonso e o apoio do prefeito Cesario Alvim, cuja criação fora decidia ainda em setembro de 1899:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“A necessidade de obter sôro e vaccina contra a peste, e a impossibilidade de recebel-os em quantidade sufficiente e de boa qualidade da Europa levaram o Barão de Pedro Affonso a propôr a creação d´esses institutos, que, além d´essas vantagens, devem servir de ponto de ensino e de pratica a futuros bacteriologistas brasileiros, que poderão prestar ao paiz serviços incalculaveis. O Sr. Dr. Cesario Alvim comprehendeu logo o alcance de tal proposta, aceitou-a e promoveu com a toda a promptidão o fornecimento dos meios de facilitar a sua execução. Foi aberto o credito necessario ás respectivas despezas a 19 de setembro de 1899. (....) Situados em Inhaúma, na fazenda chamada Manguinhos, isolados de toda a povoação, e entretanto com communicações faceis por mar e por terra, os novos laboratorios acham-se rodeados de vastos terrenos, que se prestam admiravelmente a todas as necessidades de tratamento e alimentação de numerosos animaes. O novo instituto comprehende dous laboratorios, um para cultura dos microbios e fabrico das vaccinas antipestosas e outro para a fabricação do sôro. São annexos em edificios separados: 1º, um bioterio modelo para criação das cobais, coelhos e ratos necessarios ás experiencias, (...). 2º, uma enfermaria distante dos laboratorios para os cavallos que adoecerem. (...).3], pequenos edificos para a residencia dos empregados. Os edificios dos laboratorios são dous, como dissemos; cada um collocado sobre uma pequena collina, (...). &amp;amp;nbsp;O laboratorio inferior, (...). é destinado ás culturas dos microbios da peste e á preparação da s vaccinas. (....) contem a grande estufa de culturas á temperatura fixa; (..) contem estufdas de Roux e apparelhos para cultura em menor escala; a terceira apparelhos de esterilisação d´agua, alambiques, filtros, etc.; a quarta é vasto deposito de vidraria e materiais de trabalho (...).” (OS LABORATORIOS, 1900, p.2) &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small; text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;O laboratório soroterápico foi, então, instalado na fazenda de Manguinhos, propriedade de 35.000 metros quadrados pertencente à prefeitura, e distante da cidade devido ao receio de contágio de doenças por parte da população. Cesario Alvim autorizou a despesa de 90 contos de réis para a construção, aparelhamento e instalação do novo estabelecimento, segundo o projeto apresentado pelo Barão de Pedro Affonso, que era o responsável pela organização e direção administrativa do Instituto, ficando a direção técnica a cargo de &amp;lt;/span&amp;gt;[[CRUZ,_OSWALDO|&amp;lt;u&amp;gt;Oswaldo Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]]&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small; text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No início do ano de 1900, o Barão de Pedro Affonso viajou à Europa para comprar o material necessário para a instalação dos laboratórios, que havia sido encomendado por [[CRUZ,_OSWALDO|&amp;lt;u&amp;gt;Oswaldo Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]], e trouxe com ele o contrato do bacteriologista Carré, indicado pelo professor Pierre Paul Émile Roux, então diretor do Instituto Pasteur de Paris. Ao retornar da viagem, contudo, o Barão encontrou um problema: Antônio Coelho Rodrigues havia sucedido a Cesario Alvim na Prefeitura do Rio de Janeiro e não concordava com os gastos já autorizados para a instalação do Instituto. Em decorrência disso, a União foi chamada a se responsabilizar por tal empreendimento, fazendo com que o estabelecimento passasse a ser custeado pelo Ministério da Justiça e Negócios Interiores sob condições específicas, explicitadas em um ofício do ministro Epitácio Pessoa à Prefeitura, no dia 9 de maio de 1900. De acordo com este ofício, o Ministério incumbia-se “da administração do Instituto Soroterápico, custeando as respectivas despesas sob as seguintes condições: a) de ceder-lhe essa prefeitura todo o material adquirido para a instalação do mesmo instituto, bem como transferir-lhe o gozo das edificações e benfeitorias da fazenda de Manguinhos que tinham sido destinadas ao serviço projetado; b) a de não aproveitar-se o Governo Municipal dos fornos de incineração do lixo construídos na dita fazenda antes de decorridos seis meses da data, do aviso, dirigido a este Ministério de que tal incineração deve ser iniciada.(...)”. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 26 de maio de 1900, o Barão de Pedro Affonso comunicava ao Diretor Geral de Saúde Pública, [[ANDRADE,_NUNO_FERREIRA_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Nuno Ferreira de Andrade&amp;lt;/u&amp;gt;]], os nomes e as categorias do pessoal empregado no laboratório e suas correspondentes remunerações. O “pessoal técnico” trazia os seguintes nomes: [[CRUZ,_OSWALDO_GONÇALVES|&amp;lt;u&amp;gt;Oswaldo Gonçalves Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]], Ismael da Rocha, Henrique Figueiredo de Vasconcellos e Ezequiel Caetano Dias (estudante). Já como “pessoal inferior”, listava José Muniz de Medeiros, Artur Leite, Manoel Dias Cordeiro e Miguel Ferreira dos Santos. Além disso, o Barão solicitava guarda e passes para viagem na Estrada de Ferro do Norte e a continuação do serviço de lanchas a vapor para conduzir o pessoal ao laboratório.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Antes mesmo da inauguração oficial houve mudanças no quadro de pessoal. Saíram Ismael da Rocha e Carré, o bacteriologista francês, este último alegando não se adaptar ao clima e à intensidade de moscas existentes em Manguinhos, sendo &amp;amp;nbsp;contratado mais um estudante, Antônio Cardoso Fontes.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 23 de julho de 1900, era inaugurado o Instituto Soroterápico Federal, com a presença de várias autoridades e pessoas ilustres, conforme cobertura da imprensa da época.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No decreto nº 3.823 de 10 de novembro de 1900, as despesas com a folha de pessoal do Instituto Soroterápico já apareciam no pedido de crédito suplementar do Ministro da Justiça e Negócios Interiores.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;As diferenças entre o Barão de Pedro Affonso e [[CRUZ,_OSWALDO_GONÇALVES|&amp;lt;u&amp;gt;Oswaldo Gonçalves Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]] a respeito de questões técnicas e administrativas não tardaram a aparecer. Em função disso, o Barão demitiu-se em 9 de dezembro de 1902 e Oswaldo Cruz assumiu a direção geral do Instituto.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O afastamento do Barão, contudo, não encerrou as divergências com [[CRUZ,_OSWALDO|&amp;lt;u&amp;gt;Oswaldo Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]] e, no mesmo ano, as instalações do Instituto em Manguinhos tornaram-se objeto de contenda entre a União e a municipalidade, como destaca uma carta de Oswaldo Cruz para o Diretor Geral de Saúde Pública, na qual o remetente descreve em detalhe as edificações do Instituto Soroterápico:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Os laboratórios do Instituto estão instalados em dois edifícios existentes sobre outras tantas colinas distantes entre si e separadas por um planície. Nesta existem, além dos fornos de incineração de lixo, a enfermaria especial onde são inoculados os cavalos com culturas vivas de peste; um barracão transformado em depósito de forragens; capinzal que fornece alimento para os cavalos do Instituto, dependências essas que têm sido ocupadas efetivamente e têm sido imprescindíveis para o preparo exclusivo de soro anti-pestoso. A cocheira-enfermaria, sobretudo, constitui por si a maior garantia contra a infecção possível pela peste, não só do pessoal do Instituto, como as pessoas que habitam as imediações do local” (CRUZ, 1902).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Sobre os laboratórios, dizia ainda o diretor:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“As instalações do laboratório superior são acanhadas e insuficientes para a extensão do serviço. Muitos aparelhos não estão instalados por falta de espaço; não existe o quarto-estufa para culturas em grande escala de bacilos da difteria para o preparo do soro anti-diftérico, nem da tuberculose, para o preparo da tuberculina, que vai ser também iniciado”(CRUZ, 1902).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Oswaldo Cruz queria com a carta demonstrar a necessidade que o Instituto tinha de utilizar o edifício do laboratório inferior que Pedro Affonso reclamava, afirmando ter sido cedido ao [[INSTITUTO_VACÍNICO_MUNICIPAL|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Vacínico Municipal&amp;lt;/u&amp;gt;]], dirigido por ele.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;[[CRUZ,_OSWALDO|&amp;lt;u&amp;gt;Oswaldo Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]] imprimiu uma nova orientação nas atividades do Instituto, para a qual concorreu sua nomeação para a Diretoria Geral de Saúde Pública no ano seguinte. Do mesmo modo, o Instituto era uma espécie de base para as campanhas de saneamento da Diretoria.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A nomeação de [[CRUZ,_OSWALDO|&amp;lt;u&amp;gt;Oswaldo Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]] para a Diretoria fazia parte do projeto de governo de Rodrigues Alves, presidente da república entre 1902 e 1906, o qual pretendia assentar sua proposta de remodelação da Capital Federal sobre três bases: a reforma urbana encarregada ao prefeito Francisco Pereira Passos, a modernização do porto incumbida ao engenheiro Lauro Müller e o saneamento da cidade vitimada pelas frequentes epidemias de febre amarela, peste bubônica e varíola, tarefa para a qual Oswaldo Cruz foi designado. Para concretizar seu projeto, Rodrigues Alves dotou seus três agentes de amplos poderes.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em Manguinhos, no mesmo ano de 1903 teve início a edificação do ambicioso conjunto arquitetônico, que substituiu as modestas instalações do Instituto Soroterápico. O projeto foi entregue ao engenheiro português Luiz de Morais Júnior que, em 1905, começou as escavações para o edifício principal, o Pavilhão Mourisco, concluído somente em 1918.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Em 1907, através do decreto nº 1.802 de 12 de dezembro, era criado o&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Instituto de Patologia Experimental, expressando a orientação de atividades que passara a predominar com a direção de [[CRUZ,_OSWALDO|&amp;lt;u&amp;gt;Oswaldo Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Neste mesmo ano a instituição obteve uma importante premiação, a Medalha de Ouro na Exposição de Higiene, do XIV International Congress Hygiene and Demography (Berlim, 23 e 29 de setembro de 1907), entregue ao cientista por Augusta Vitória de Schleswig-Holstein (1858-1921), esposa do imperador Guilherme II e Imperatriz Consorte do Império Alemão, como forma de reconhecimento à apresentação dos importantes trabalhos realizados em Manguinhos e pela campanha contra a febre amarela na cidade do Rio de Janeiro. A exposição brasileira ocupou várias salas, contendo:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;margin: 0cm 1cm 0.0001pt; text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“A exposição de peças anatômicas em gelatina de Kaiserling, coleções entomológicas, modelos das instalações de Manguinhos, de câmaras de isolamento, preparados do Instituto (soros, vacinas, tuberculina, maleína etc.), gráficos magníficos do serviço de demografia e fotografias, peças e maquetas traziam legendas em francês, alemão, inglês e português, tudo disposto em belos armários de madeira brasileira, especialmente escolhida”. (FRAGA, 2005, p.169)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Por meio do decreto nº 6.891, de 19 de março de 1908, o então [[INSTITUTO_DE_PATOLOGIA_EXPERIMENTAL|Instituto de Patologia Experimental]] passou a denominar-se [[INSTITUTO_OSWALDO_CRUZ|Instituto Oswaldo Cruz]], subordinado diretamente ao Ministerio da Justiça e Negocios Interiores, mas com inteira autonomia em suas investigações técnico-científicas (BRASIL. Decreto, 1908).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Além de atuar nos centros urbanos e, em particular, na Capital Federal, a partir do final de sua primeira década de existência o Instituto começou a deslocar sua atenção também para o sertão, promovendo expedições científicas. A maior parte das vezes, essas expedições eram contratadas por empresas como a que construía no norte a Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, terminando por revelar dados de extrema relevância acerca das condições de vida das populações do interior, influindo na mentalidade e nas ações políticas não só de médicos e sanitaristas, como também de intelectuais e autoridades públicas a respeito das prioridades no enfrentamento da &amp;amp;nbsp;questão social no Brasil.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1917 [[CRUZ,_OSWALDO|&amp;lt;u&amp;gt;Oswaldo Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]] faleceu e [[CHAGAS,_CARLOS_RIBEIRO_JUSTINIANO|&amp;lt;u&amp;gt;Carlos Ribeiro Justiniano Chagas&amp;lt;/u&amp;gt;]] passou a ocupar o cargo de diretor do Instituto. As várias homenagens que se sucederam ao falecimento de Oswaldo Cruz, como destaca Nara Britto (1995), consolidaram o mito do médico, cientista e sanitarista responsável pelo saneamento da Capital Federal, notabilizado pelo combate da febre amarela e aclamado por aqueles que viriam a formar a Liga Pró-Saneamento no ano seguinte como um precursor de suas propostas, as quais condicionavam o progresso do país ao combate das doenças no interior.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Também estiveram ligados ao Instituto: Henrique Figueiredo de Vasconcellos, Belisário Augusto de Oliveira Penna, Alcides Godoy, Arthur Neiva, Ezequiel Caetano Dias, Paulo Figueiredo Parreiras Horta, José Gomes de Faria, Arthur Alexandre Moses, Gaspar de Oliveira Vianna, Lauro Pereira Travassos, Henrique da Rocha Lima, Carlos Bastos Magarinos Torres, Ângelo Moreira da Costa Lima e Antonio Eugenio de Arêa-Leão.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em certas ocasiões, profissionais de notória competência eram trazidos de outras instituições para colaborar no Instituto, como foi o caso do Dr. Stanislas von Prowazek, da Escola de Medicina Tropical de Hamburgo, do italiano Gustav Giemsa, de Max Hartmann, do Instituto de Koch e da Universidade de Berlim, e de Adolpho Lutz, diretor do [[INSTITUTO_BACTERIOLÓGICO_DO_ESTADO_DE_SÃO_PAULO|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Bacteriológico do Estado de São Paulo&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A história do Instituto tem também demonstrado os vários e relevantes feitos científicos de seus participantes. Destacam-se a descoberta do &#039;&#039;trypanosoma cruzi&#039;&#039;, em 1909, parasita transmitido pelo barbeiro e causador da doença que ficou conhecida pelo nome de seu descobridor, [[CHAGAS,_CARLOS_RIBEIRO_JUSTINIANO|&amp;lt;u&amp;gt;Carlos Ribeiro Justiniano Chagas&amp;lt;/u&amp;gt;]]; a descoberta da vacina contra o carbúnculo sintomático ou Peste da Manqueira, em 1908, por Alcides Godoy; os estudos feitos por Henrique de Beaurepaire Rohan &amp;amp;nbsp;Aragão sobre o ciclo evolutivo do &#039;&#039;Haemoproteus columbae&#039;&#039;, que contribuiu para o tratamento da malária; o tratamento antimonial para as leishmanioses, por Gaspar de Oliveira Vianna; e os estudos de Henrique da Rocha Lima e Carlos Bastos Magarinos Torres sobre febre amarela.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;O decreto nº19.402, de 14 de novembro de 1930, criou o Ministério dos Negócios da Educação e Saúde Pública, e definiu que pertenceriam a este novo ministério os seguintes estabelecimentos: o Departamento do Ensino, o Instituto Benjamim Constant, a Escola Nacional de Belas Artes, o Instituto Nacional de Música, o Instituto Nacional de Surdos Mudos, a Escola de Aprendizes Artífices, a Escola Normal do Artes e Ofícios Venceslau Braz, a Superintendência dos Estabelecimentos do Ensino Comercial, o Departamento de Saúde Pública, o [[INSTITUTO_OSWALDO_CRUZ|Instituto Oswaldo Cruz]], o Museu Nacional e a Assistência Hospitalar.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Por meio do decreto nº 19.444, de 1 de dezembro de 1930, foi definida a organização e detalhado os serviços que ficariam a cargo do Ministério da Educação e Saúde Pública. Nesta nova organização foi criado o Departamento Nacional de Medicina Experimental, que seria constituído pelo Instituto Oswaldo Cruz e&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;estabelecimentos federais congêneres. Desta forma, o Instituto passou a ser diretamente subordinado ao Ministério da Educação e Saúde Pública.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Dois anos depois, com o decreto nº 22.036, de 31 de outubro de 1932, foi modificado o Departamento Nacional de Medicina Experimental, passando os respectivos serviços a constituir em Instituto com a denominação de &amp;quot;Instituto Osvaldo Cruz”, embora ainda subordinado à Secretaria de Estado dos Negócios da Educação e Saúde Pública.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em maio de 1970, ocorreu uma modificação radical no regime administrativo do Instituto Oswaldo Cruz, que foi aprovada pelo decreto nº 66.624 de 22 de maio de 1970. Transformado em órgão de administração direta do Ministério da Saúde e em entidade de direito privado, o Instituto tornou-se uma “fundação”. A atual Fundação Oswaldo Cruz passou a reunir diversas instituições relacionadas ao Ministério da Saúde como: o Instituto Oswaldo Cruz; a Escola Nacional de Saúde Pública; o Instituto Evandro Chagas, criado no Pará em 1936; o Instituto Fernandes Figueira; o Instituto de Leprologia; o Serviço de Produtos Profiláticos e o Instituto de Endemias Rurais, formado por centros de pesquisa em Recife, Bahia e Minas Gerais.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Diretores:&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br/&amp;gt; Pedro Affonso Franco (Barão de Pedro Affonso) (1900-1902); Oswaldo Gonçalves Cruz (1902-1917); Carlos Ribeiro Justiniano Chagas (1917-1934); Antônio Cardoso Fontes (1934-1942); Henrique de Beaurepaire Rohan Aragão (1942-1949); Olympio Oliveira Ribeiro da Fonseca (Olympio da Fonseca, filho) (1949-1953); Cássio Miranda (1953-1954); Francisco da Silva Laranja Filho (1954-1955); Antonio Augusto Xavier (1955-1958); Amilcar Vianna Martins (1958-1960); Tito Arcoverde de Albuquerque Cavalcanti (1960-1961); Joaquim Travassos da Rosa (1961-1964); Francisco de Paula da Rocha Lagôa (1964-1969); José Guilherme Lacorte (1969-1970); Oswaldo Cruz Filho (1970-1972); Oswaldo Lopes da Costa (1972-1975); Vinícius da Fonseca (1975-1979); Guilardo Martins Alves (1979-1985); Antonio Sérgio da Silva Arouca (1985-1989); Akira Homma (1989-1990); Luís Fernando da Rocha Ferreira da Silva (1990); Hermann Gonçalves Schatzmayr (1990-1992); Euclides Ayres de Castilho (1992); Carlos Médicis Morel (1992-1997); Elói de Souza Garcia (1997-2000) e Paulo Marchiori Buss (2000 até os dias atuais).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Estrutura e funcionamento&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em 1899, o Barão de Pedro Affonso,&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;figura importante na introdução da vacina animal no país e proprietário do Instituto Vacínico Municipal, havia decidido pela criação de um instituto soroterápico anexado a este instituto de sua propriedade. Em 1900 foi adquirido um terreno municipal para a construção do laboratório para preparo do soro contra a peste bubônica, seguindo o que fora estabelecido pelo decreto federal n° 1.141B de 18 de novembro de 1892.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;quot;Declara de utilidade publica municipal a desapropriação dos terrenos da freguezia de Inhaúma pertencentes a Alexandrina Rosa de Carvalho.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;O Vice-Presidente da Republica dos Estados Unidos do Brazil, attendendo ao que expoz o presidente da Municipalidade da Capital Federal em officio de 31 de outubro proximo findo, decreta:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;É declarada de utilidade publica municipal, nos termos do decreto n. 602, de 24 de julho de 1890, visto serem necessarios á construcção de uma bateria de fornos de incineração de lixo, a desapropriação dos terrenos pertencentes a Alexandrina Rosa de Carvalho, sitos na freguezia de Inhaúma e que teem por limites, de um lado a estrada que se dirige ao porto de Inhaúma, e do outro o canal dos Manguinhos até ao mar, os quaes se acham descriptos na planta que acompanhou o citado officio.&amp;quot;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;A escolha por Manguinhos se deu pelo isolamento dos centros populosos e por sua fácil comunicação por mar e terra. Segundo Renato da Gama-Rosa Costa e Alexandre Pessoas:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;margin: 0cm 30.8pt 0.0001pt 21.3pt; text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“O Decreto oficial de 25 de maio de 1900 marca o nascimento da instituição. O decreto não apenas autorizava, por parte do Governo Federal, a conclusão das obras inciadas por Pedro Affonso em Manguinhos no ano anterior, como também transferia suas instalações, até então pertencentes ao Instituto Vacínico, de alçada municipal para a responsabilidade da Federação, com o nome do Instituto Soroterápico Federal.” (COSTA; PESSOAS, 2003, p. 32)&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Nos primeiros anos as atividades da instituição eram ditadas pelas demandas mais urgentes da sociedade. O Instituto Soroterápico Federal havia sido criado para resolver emergencialmente uma crise de saúde pública, ocasionada pela ameaça de um surto de peste bubônica, com o objetivo específico de substituir as importações do soro e da vacina contra a doença.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;A criação do Instituto Soroterápico Federal foi descrita detalhadamente na seção “Chronica” de o &#039;&#039;Brazil-Medico&#039;&#039;:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;margin: 0cm 1cm 0.0001pt; text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“Os novos laboratorios installados em Manguinhos (Inhauma) sob a direção do Professor Barão de Pedro Affonso e com a assistencia technica do Dr.Oswaldo Cruz, representam um incontestavel melhoramento, cuja utilidade practica poderá sêr brevemente apreciada na actual emergencia epidemica. (...) O 1º laboratorio, collocado sobre uma pequena collina, e destinado á cultura dos bacillos da peste e á preparação das vaccinas, tem uma sala central de esterilização, tendo na frente uma grande sala de trabalho com os microscopios e todos os apparelhos anexos. Ao lado da sala central há quatro outras menores, sendo: a primeira occupada pela grande estufa de cultura da peste;&amp;amp;nbsp; a segunda destinada á pequena cultura; a terceira á preparação dos caldos e outros meios de cultura;&amp;amp;nbsp; e a quarta, que é – um grande deposito de vidraria e material dos trabalhos. (...). Terminada a visita deste primeiro estabelecimento, dirigirão-se todos os visitantes para o segundo, installado a uma distancia de 500 metros sobre uma outra collina mais elevada. Em caminho foi visitada a enfermaria dos cavallos, collocada no valle que separa as duas colinas. (...). Uma vasta cocheira, para 30 animaes, perfeitamente ventilada, e, como as enfermarias, tendo todas as aberturas fechadas pro téla fina de arame. (....) Contiguo (...), está situado o dormitorio destinado aos medicos, funccionarios dos laboratorios, quando a necessidade dos trabalhos exigir a permanencia destes no edificio. A uma distancia de 20 metros deste edificio, está collocado o bioterio, em cujos fundos existe uma ampla sala de autopsias, com um pequeno forno de cremação.” (LABORATORIOS, 1900, p.287-288)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Contudo, o afastamento de seu primeiro diretor, o Barão de Pedro Affonso e, principalmente, a ascensão de &amp;lt;u&amp;gt;[[CRUZ, OSWALDO|Oswaldo Cruz]]&amp;lt;/u&amp;gt; à Diretoria Geral de Saúde Pública, representaram um ponto de inflexão na orientação das atividades da instituição. Desde 1903, enquanto discutia-se no Congresso reestruturações nos serviços sanitários, Oswaldo Cruz defendia o aumento das atribuições de Manguinhos. Embora sua proposta tenha sido vetada, o Instituto continuou funcionando de forma a colaborar com as campanhas de saneamento daquela Diretoria Geral de Saúde Pública.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Neste período, iniciou-se um processo de modernização das instalações do Instituto Soroterápico Federal:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;margin: 0cm 30.8pt 0.0001pt 21.3pt; text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“O projeto de substituição e de modernização das edificações do Instituto Soroterápico Federal, 1903-1907, previa a construção de outra cavalariça na Praça Pasteur, também de planimetria retangular no local onde foi construído o Quinino e um Biotério para grandes animais, alinhada à atual Cavalariça e situada no lado oposto do Pavilhão Mourisco.” (COSTA e PESSOAS, 2003, p. 48)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Com o passar do tempo, o Instituto afirmou-se no campo da medicina experimental dedicando-se à pesquisa, além da produção de soros e vacinas em grande escala e do ensino. Suas atividades pedagógicas visavam a formação dos quadros necessários à própria instituição e a difusão das ciências biomédicas no país.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Os Cursos de Aplicação&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br/&amp;gt; Nos primeiros anos do século XX, o Brasil possuía poucas instituições de ciências médicas. As instituições de ensino então existentes, a [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], a [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DA_BAHIA|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina da Bahia&amp;lt;/u&amp;gt;]], a [[FACULDADE_DE_MEDICINA_E_FARMÁCIA_DE_PORTO_ALEGRE|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina e Farmácia de Porto Alegre&amp;lt;/u&amp;gt;]] e a [[ESCOLA_DE_FARMÁCIA,_ODONTOLOGIA_E_OBSTETRÍCIA_DE_SÃO_PAULO|&amp;lt;u&amp;gt;Escola de Farmácia, Odontologia e Obstetrícia de São Paulo&amp;lt;/u&amp;gt;]] não tinham uma “tradição” no ensino da medicina experimental, fornecendo poucos microbiologistas treinados. Tal situação, obviamente, dificultava o recrutamento de profissionais para o Instituto Soroterápico Federal. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1903, Henrique da Rocha Lima iniciou a organização, ainda em bases informais, do ensino de bacteriologia, parasitologia, anatomia e histologia patológicas. Tais cursos, de natureza principalmente prática e experimental, destinavam-se aos estudantes de medicina que, desde 1901, freqüentavam os laboratórios do Instituto para preparar suas teses e também a profissionais já formados.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Muitos alunos desses cursos ingressavam nas linhas de pesquisa do próprio Instituto, primeiro como freqüentadores voluntários, sendo em alguns casos incorporados em seu quadro funcional. Outros tornavam-se sanitaristas, alguns chegando a ocupar importantes cargos nas instituições de saúde pública da Capital Federal e de outros estados.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em seu relatório referente ao ano de 1904, [[CRUZ,_OSWALDO|Oswaldo Cruz]] destacava a importância dessas atividades pedagógicas desenvolvidas pelo Instituto:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Continua o Instituto a servir de escola de medicina experimental para estudantes e médicos que se têm dedicado a este ramo de estudos; assim além de médicos que visitaram e frequentaram os laboratórios do Instituto, foi ele assiduamente frequentado por vários estudantes de medicina, que procuraram estudar com afinco certas questões relativas à hematologia, à soroterapia e à bacteriologia. (....) De novo peço para chamar a atenção de V. Ex. para o grande benefício que adviria ao nosso país se se desse uma nova organização ao Instituto, vasando-as nos moldes do Instituto Pasteur de Paris, concedendo-se-lhe a indispensável autonomia, sem o que será impossível imprimir-lhe um cunho próprio que lhe concenda os fóros de uma escola científica como são o Instituto Pasteur, em Paris, e os numerosos Institutos na Alemanha. No momento atual continuam a ser muito precárias as condições do Instituto de Manguinhos, instalado em uma velha casa, sem mesmo dispor das necessárias acomodações para abrigar os estudiosos que o procuram” (Apud CORTES, 1993, p.123-124)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pelo decreto nº 1.802 de 12 de dezembro de 1907, criou-se uma escola de veterinária, que compreendia patologia, higiene e terapêutica e, no ano seguinte, o Instituto passou a dispor de cursos de veterinária referentes à bacteriologia e parasitologia aplicadas à patologia, higiene e terapêutica veterinárias.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Nesses cursos eram admitidos médicos e veterinários e estudantes de Medicina e Veterinária. As aulas eram gratuitas, responsabilizando-se os alunos pelo material deteriorável. Para a inscrição os candidatos deviam requerer matrícula ao diretor.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“Em 12 de dezembro de 1907, Afonso Penna sancionou o decreto que transformou o Instituto Soroterápico em Institudo de Psicopatlogia Experimental de Manguinhos, possibilitando maior fluxo de créditos e estendendo seu campo de ação, ao mesmo tempo em que o transformava em escola de medicina experimental através dos cursos de aplicação. Com o decreto de n°6.892, de 19 d emarço de 1909, a Instituição passou a se chamar Instituto Oswaldo Cruz (IOC) e adquiriu a forma institucional que permaneceria até a década de 30. O primeiro regimento do Instituto data de 19 de março de 1908, e o modelo baseado na pesquisa, no ensino e na produção que então se formava completava-se e sustentava-se mutuamente.” (COSTA e PESSOAS, 2003, pp. 59-60)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Ao final da década de 1910 parte da infra-estrutura do Instituto Soroterápico construída em 1903 desaparece, sendo parte dela: gaiolas para macacos, gaiola para cobras e cobais, cocheira e a antiga sede do Instituto Soroterápico. A denominação “cursos de aplicação” apareceu pela primeira vez no decreto nº 13.527 de 26 de março de 1919, embora fossem assim chamados informalmente há mais tempo.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;A denominação acentuava o caráter prático dos cursos, realizados anualmente, sendo relativos à microbiologia, à parasitologia e à zoologia médica, e divididos em duas partes: uma de microbiologia e outra de zoologia médica.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Além de médicos e veterinários, também eram admitidos naturalistas nos cursos, desde que apresentassem “títulos de idoneidade bastante” e, a partir de 1931, também foram aceitos farmacêuticos.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Os programas deviam ser formulados anualmente pelo diretor e distribuídos entre funcionários técnicos para sua execução.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Aos alunos que concluíam esses cursos concedia-se um diploma e, àquele que obtivesse o primeiro lugar, por ordem de merecimento, era conferida a medalha “Prêmio Oswaldo Cruz”&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;./&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1920, o Instituto Vacínico passou para o terreno do IOC, para atender às necessidades dos serviços de profilaxia contra a varíola.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O decreto nº 17.512 de 5 de novembro de 1926 determinou uma série de modificações nos cursos de aplicação, que passaram a englobar o ensino de bacteriologia, imunidade, micologia, protozoologia, helmintologia, entomologia, zoologia médica e anatomia patológica. Eram divididos em três partes: a primeira constando de bacteriologia e imunidade; a segunda de micologia, protozoologia, helmintologia, entomologia e zoologia médica; e a terceira de anatomia patológica.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Os alunos podiam inscrever-se no curso todo ou em apenas uma das partes. Esta organização do curso acompanhava a nova divisão em seções do Instituto, promovida pela mesma reforma.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O aproveitamento dos alunos era avaliado por meio de exames finais ou sabatinas periódicas, e ao aluno diplomado no curso era facultada a admissão no curso especial de Higiene e Saúde Pública criado pela reforma do ensino de 1925, anexo à Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Os cursos de aplicação do Instituto Oswaldo Cruz tiveram grande influência na formação de várias gerações de pesquisadores e sanitaristas, brasileiros e sul-americanos. No Brasil, serviram-se de discípulos de Manguinhos, principalmente, o [[INSTITUTO_BACTERIOLÓGICO_DO_ESTADO_DE_SÃO_PAULO|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Bacteriológico do Estado de São Paulo&amp;lt;/u&amp;gt;]] e o [[INSTITUTO_BUTANTAN|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Butantan&amp;lt;/u&amp;gt;]], além do próprio Instituto Oswaldo Cruz. O Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia também valeu-se do auxílio de técnicos de Manguinhos. Argentina, Bolívia, Colômbia, Costa Rica, Equador, Nicarágua, Paraguai e Peru foram alguns dos países que enviaram técnicos para se especializar no Instituto Oswaldo Cruz. Voltando a seus países de origem, esses profissionais formados no Instituto passaram a ocupar importantes cargos na pesquisa científica, no magistério, na administração, na política e na diplomacia. &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt; Formaram-se na primeira turma do curso, em 1908: Astrogildo Machado, Martin Francisco Bueno de Andrade, Antônio de Castro Leão Velloso Filho, Jaú de Lima Castelo Branco, Octávio Coelho de Magalhães, José Jesuíno Maciel, &amp;amp;nbsp;Mário Floriano de Toledo e Oscar Públio Constâncio de Mello.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Pesquisa Médico-Experimental&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br/&amp;gt; Em 1904, por meio do decreto nº 1.151 de 5 de janeiro, o Governo entrava em acordo com a municipalidade do Distrito Federal para a cessão da propriedade de Manguinhos ao Instituto Soroterápico Federal, mediante indenização. Em contrapartida, o Instituto passava a ser, pelo mesmo decreto, &amp;quot;obrigado a fornecer gratuitamente aos Estados e municípios que os solicitarem os soros e as vacinas que preparar, não incluída no número destas a vacina antivariólica&amp;quot;.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1907, através do decreto nº 1.802 de 12 de dezembro, era criado o Instituto de Patologia Experimental de Manguinhos, rebatizado no ano seguinte &amp;amp;nbsp;com o nome de seu diretor, Oswaldo Cruz.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Como Instituto de Patologia Experimental, Manguinhos possuía “inteira e franca autonomia nas investigações técnico-científicas” e destinava-se “ao estudo das moléstias infectuosas e parasitárias do homem, dos animais e das plantas; a questões referentes a higiene e zoologia; ao preparo de soros terapêuticos e demais produtos congêneres destinados ao tratamento e profilaxia da moléstia; e a ter uma escola de veterinária, compreendendo a patologia, a higiene e terapêutica, mas na medida dos trabalhos científicos ocorrentes”. &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A parte técnico-científica do Instituto ficava a cargo de um diretor, dois chefes de serviço e seis assistentes, sendo o diretor e os chefes de serviço nomeados pelo Presidente da República.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Eram atribuições do diretor: a orientação e direção dos trabalhos científicos; a representação do Instituto em todas as relações; a exposição anual de um relatório ao Ministério da Justiça e Negócios Interiores; a distribuição dos serviços e tarefas pelos chefes de serviço, assistentes e demais funcionários; a proposição ao Governo da contratação de profissionais; a nomeação e demissão do “pessoal subalterno”; a fiscalização da venda de vacinas e soros; a solicitação ao Governo de permissão para o envio do pessoal do Instituto a regiões do país e para o exterior, com intuito de estudar questões científicas; as informações enviadas ao Governo quanto às admissões nos cursos do Instituto; e a autorização para as publicações de trabalhos científicos. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A partir de 1919, também era previsto por lei que o diretor &amp;amp;nbsp;pudesse propor ao Governo o contrato de estrangeiros para o aperfeiçoamento nos trabalhos do Instituto.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1908, o Instituto Oswaldo Cruz se separou da Diretoria Geral de Saúde Pública, ficando subordinado diretamente ao Ministério da Justiça. Os chefes de serviço eram escolhidos entre os assistentes e seus cargos tornavam-se vitalícios após dez anos de serviço. Quando havia vaga, o diretor indicava o assistente a ser promovido e, no caso de igualdade por merecimento, o mais antigo tinha a preferência. Cabia aos chefes de serviço efetuar estudos e desempenhar funções que lhes eram designadas pelo diretor.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Os assistentes eram nomeados pelo Presidente da República mediante concurso, exceto as primeiras nomeações. Esse cargo também adquiria caráter vitalício após dez anos de serviço. A partir de 1919, os assistentes passaram a ser nomeados por promoção, entre os adjuntos, obedecendo aos mesmos critérios utilizados na escolha do chefe de serviço. Aos assistentes competia efetuar os estudos e atuar nas comissões que o diretor e os chefes de serviço lhes designassem. Eram distribuídos por especialidades, conforme os assuntos dos quais se ocupava o Instituto. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Também a partir de 1919, de acordo com o decreto nº 13.527 de 26 de março, escolhia-se dentre os médicos “competentes e de reconhecida idoneidade moral”, um secretário, que devia a dirigir os trabalhos da secretaria, com todos os funcionários administrativos do Instituto subordinados a ele.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O secretário devia ainda auxiliar o diretor na administração e organização do orçamento anual das despesas, fiscalizando diversos serviços, como a venda de produtos fabricados pelo Instituto; atender a todos os trabalhos relativos à correspondência do Instituto; lavrar os termos de posse dos empregados; providenciar os fornecimentos que deviam ser feitos; fiscalizar a escrituração de todos os serviços; e encaminhar, na ausência temporária do diretor, os assuntos urgentes da administração.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A venda de vacinas, soros e outros produtos biológicos era concedida ao Instituto, devendo ser vendidos conforme um tabelamento. Contudo, estes deviam ser fornecidos gratuitamente às autoridades durante períodos de epidemia. Também a prestação de serviços científicos e profiláticos a orgãos públicos e privados era permitida ao Instituto Oswaldo Cruz, que podia criar filiais em outras regiões do país. Da venda de produtos a instituição passou a retirar parte expressiva de sua receita, aplicando este dinheiro em pesquisas.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Para pesquisas que fossem efetuadas de acordo com a requisição dos governos estaduais ou de particulares, cabia aos interessados facilitar todos os meios necessários para o transporte do pessoal e do material, podendo ser instalados laboratórios filiais nas zonas em que se tornassem necessários.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A atuação do Instituto Oswaldo Cruz nos Estados e no interior do território nacional deu-se através da instalação de centros regionais de pesquisa e de expedições científicas.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Contratadas por empresas públicas e privadas, as expedições do Instituto, em particular as realizadas entre 1911 e 1913, foram responsáveis pela produção de um amplo conhecimento sobre as populações do interior do país. Os registros produzidos pelos cientistas expedicionários do Instituto Oswaldo Cruz provocaram impacto na Capital Federal e influíram nas idéias de sanitaristas, intelectuais e governantes a respeito das explicações para o atraso do país e das prioridades na área da saúde pública.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1906, [[CHAGAS,_CARLOS_RIBEIRO_JUSTINIANO|&amp;lt;u&amp;gt;Carlos Ribeiro Justiniano Chagas&amp;lt;/u&amp;gt;]] realizou a primeira campanha contra a malária no Brasil, em São Paulo, nas obras de construção de uma usina hidrelétrica da Companhia Docas de Santos. Outras empresas e entidades também se beneficiaram das atividades do Instituto: a Inspetoria de Obras contra as Secas; o Serviço de Defesa da Borracha; e as Estradas de Ferro Central do Brasil, Noroeste do Brasil e Madeira-Mamoré. Para estas, o Instituto organizou expedições científicas com o objetivo de empreender ações de caráter profilático e estudar os hábitos das populações dessas regiões, relacionando-os com questões sanitárias.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Nos centros de pesquisa deviam ser realizados serviços ligados à higiene e à patologia regionais, especialmente aqueles que relacionavam-se com trabalhos de saneamento rural. Também eram estudados assuntos como veterinária e química aplicada, que tivessem vínculos com o desenvolvimento econômico da região.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Dois centros de pesquisa se transformaram em filiais e, mais tarde, conquistaram autonomia, passando para o âmbito das administrações estaduais, como foi o caso do Instituto Ezequiel Dias, de Belo Horizonte, e do Instituto Oswaldo Cruz, em São Luís no Maranhão.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Os postos de Lassance e Bambuí, durante muitos anos dedicados ao estudo da doença de Chagas, tiveram um papel significativo. Pelo posto de Lassance, criado em 1919 numa estação da Estrada de Ferro Central do Brasil, passaram quase todos os membros mais antigos do Instituto, muitas vezes demorando meses ou até anos. Foi o caso de [[CHAGAS,_CARLOS_RIBEIRO_JUSTINIANO|&amp;lt;u&amp;gt;Carlos Ribeiro Justiniano Chagas&amp;lt;/u&amp;gt;]], Eurico de Azevedo Villela, Carlos Bastos Magarinos Torres, Leocádio Chaves, Belisário Augusto de Oliveira Penna, Astrogildo Machado, Henrique de Beaurepaire Rohan Aragão, César Guerreiro, Antonio Eugênio de Arêa-Leão, Emmanuel Dias, Octávio Coelho de Magalhães, Gustavo Mendes de Oliveira Castro, Nicanor Botafogo-Gonçalves da Silva e César Pinto entre outros. Lassance também recebeu a visita de personalidades ilustres da medicina nacional como Miguel de Oliveira Couto, Miguel da Silva Pereira, [[MOREIRA,_JULIANO|&amp;lt;u&amp;gt;Juliano Moreira&amp;lt;/u&amp;gt;]], Antônio Austregesilo Rodrigues de Lima, Antonio Fernandes Figueira, Henrique Figueiredo de Vasconcellos, Alfredo Nascimento, e estrangeiras como Emile Brumpt e Kotaro Kohda.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Desde 1911, o Instituto fabricava os &amp;quot;soros curativos&amp;quot;: antipestoso, anti-diftérico, antitetânico, antiestreptocócico, antidisentérico e antiparatífico. Produzia também os soros aglutinantes para tifo, paratifo A, paratifo B, coli, disenterias, cólera, estreptococo, enteritidis, tuberculina e maleína. Preparava ainda as vacinas contra a peste bubônica, contra o carbúnculo bacteridiano e o sintomático e contra a espirilose das galinhas.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1919, ainda pelo decreto nº 13.527 de 26 de março, o Instituto Oswaldo Cruz sofreu uma importante reorganização. Continuava subordinado ao Ministério da Justiça e Negócios Interiores, usufruindo de franca autonomia nas investigações científicas, mas ampliou suas atribuições incorporando a “execução dos serviços de medicamentos oficiais” e a “realização de cursos práticos relativos à microbiologia, à parasitologia e à zoologia médica&amp;quot;.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O serviço de medicamentos oficiais de que foi incumbido o Instituto Oswaldo Cruz fazia parte da seção de química aplicada. A fiscalização desses serviços ficava a cargo de um funcionário técnico do Instituto designado pelo diretor.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Medicamentos chamados oficiais eram aqueles destinados ao combate das doenças endêmicas e epidêmicas, e vendidos pelo Estado. Porém, a medida dizia respeito, mais precisamente, à manipulação da quinina, necessária à profilaxia da malária, doença que acometia as populações do interior do país em larga escala, e cujo combate era um dos objetivos do movimento sanitarista que tinha como bandeira o saneamento rural, visto como condição para o progresso do país.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Produtos biológicos que resultassem de descobertas de funcionários do Instituto, e que obtivessem a patente de invenção, podiam ser fabricados e comercializados pelo estabelecimento, mediante um acordo com os respectivos descobridores.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;De acordo com a lei, além disso, para as investigações científicas do Instituto, o diretor ou qualquer funcionário designado por ele, tinha ingresso nos hospitais sujeitos à administração sanitária do governo da União, “solicitando das respectivas autoridades que lhe permitam colher os elementos necessários às investigações&amp;quot;. O diretor do Instituto podia, então, entrar em acordo com as administrações dos hospitais, “a fim de aí estabelecer os meios necessários a investigações científicas, fazendo as instalações que forem convenientes e destacando pessoal técnico para os respectivos trabalhos&amp;quot;. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O decreto de 1919 também estabelecia que o Instituto mantivesse um hospital de estudos, especialmente destinado a moléstias microbianas e parasitárias do Brasil. Nesse hospital, eram internados doentes de relevância para as pesquisas científicas, destinadas ao esclarecimento de problemas de patologia, de terapêutica e de profilaxia. Os trabalhos desenvolvidos no hospital ficavam sob a orientação e responsabilidade do diretor do Instituto. Apenas em 1926 esse hospital ganhou o nome oficial de Hospital Oswaldo Cruz, embora fosse assim conhecido há mais tempo. Além disso, o Instituto também manteve um hospital regional e um laboratório rural na estação de Lassance, sendo esta instalação de trabalho passível de transferência para qualquer região do país.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Com a ampliação das atribuições do Instituto promovida pela reforma de 1919, o quadro de pessoal também teve de sofrer alterações, passando a constituir-se de um diretor, seis chefes de serviço, nove assistentes, sete adjuntos de assistentes e um secretário. Além destes, a instituição contratou com sua renda própria mais um chefe de serviço, um assistente e um adjunto de assistente contratado.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A seção de anatomia patológica foi ampliada pelas maiores exigências do serviço, tendo sido contratado o professor americano Bowman Crowell, da Fundação Rockfeller. Este departamento possuía museu de anatomia patológica, visando especialmente as doenças tropicais. Além disso, foi também instalada uma seção de fisiologia.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No mesmo ano de 1919, o Serviço de Profilaxia Rural também sofreu uma reorganização, com seus funcionários podendo ser designados tanto para a Diretoria Geral de Saúde Pública, como para o Instituto Oswaldo Cruz. Além disso, os medicamentos necessários ao serviço de profilaxia rural passaram a ser fornecidos pelo Instituto, que mantinha em seus laboratórios um depósito permanente de vacinas, soros e outros produtos biológicos para atender as necessidades do serviço.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1920, por determinação do art. 1.185 do decreto nº 14.354 de 15 de setembro, que aprovava o regulamento do Departamento Nacional de Saúde Pública, &amp;amp;nbsp;a produção da vacina antivariólica passava a ser atribuição do Instituto. A instalação de um Instituto Vacinogênico, incorporada à estrutura do Instituto Oswaldo Cruz, seria realizada mediante indenização ao Barão de Pedro Affonso Franco, proprietário do [[INSTITUTO_VACÍNICO_MUNICIPAL|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Vacínico Municipal&amp;lt;/u&amp;gt;]], pela rescisão do seu contrato. O Instituto Vacinogênico Federal acabou regulamentado pelo decreto nº 14.629 de 17 de janeiro de 1921, “constituindo uma seção técnica, destinada a cultura, preparo e fornecimento da vacina anti-variólica e a realizar todos os serviços correlatos”. Com isso, o fornecimento da vacina passava a ser gratuito ao Departamento Nacional de Saúde Pública e aos Serviços de Higiene e Assistência Pública da União e dos Estados. Pelo mesmo decreto, o Instituto Vacinogênico Federal deveria manter no centro da cidade um posto destinado à vacinação.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;O decreto nº 17.512, de 5 de novembro de 1926, instituiu um novo regulamento para o Instituto Oswaldo Cruz, definido como um instituto de patologia experimental, subordinado ao Ministério da Justiça e Negócios Interiores, e tendo os seguintes objetivos:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;os estudos de patologia experimental, zoologia médica, veterinária, micologia, fitopatologia, anatomia patológica; estudos de higiene e saúde pública; estudos de fisiologia e química aplicada; o preparo de produtos biológicos e quimícos destinados ao tratamento e profilaxia das doenças dos homens e animais; o preparo da vacina anti-variólica; a execução dos serviços de medicamentos oficiais; as análises de soros, vacinas e produtos biológicos colocados no mercado, e a realização de cursos práticos de microbiologia, zoologia médica e anatomia patológica.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;A novidade do regulamento de 1926, porém, estava na distribuição dos trabalhos do Instituto em seções científicas (bacteriologia e imunidade, zoologia médica, micologia fito-patologia, anatomia patológica, hospitais, química aplicada), seções administrativas (secretaria, tesouraria, zeladoria, almoxarifado, arquivo|), e seções auxiliares (biblioteca, museu, desenho fotografia e microfotografia, tipografia, esterilização e preparação de meios de cultura, distribuição de soros e vacinas, biotério e cavalariças, carpintaria, conservação dos imóveis e estradas, oficina de encadernação, oficina de preparação de ampolas e aparelhos de vidro).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Esta divisão em seções expressava a ampliação e maior complexidade das atividades do Instituto a partir de 1919, e seria acompanhada de uma nova organização do curso de aplicação. &amp;lt;span style=&amp;quot;letter-spacing:-.1pt&amp;quot;&amp;gt;O desenvolvimento paralelo dessas duas atividades demonstra a complementariedade entre pesquisa e ensino posta em prática pelo Instituto de Manguinhos desde os primeiros anos de sua existência.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Outro aspecto destacado neste regulamento foi atribuir aos funcionários da instituição os direitos de funcionários públicos federais, sendo suas licenças e aposentadorias reguladas pelas leis vigentes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;O referido decreto estabeleceu, ainda, que, por ocasião de epidemias, o Instituto Oswaldo Cruz deveria fornecer, gratuitamente, às autoridades sanitárias que o requisitarem, os soros terapêuticos e as vacinas de acordo com os seus recursos e sua capacidade de produção.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em seu art. 90º, o decreto de&amp;amp;nbsp;1926 afirmou que o Instituto teria uma renda própria, constituída pelo resultado da venda de soros, de vacinas e outros produtos,&amp;amp;nbsp; e pelos recebimentos em virtude de pesquisas, análises e/ou trabalhos realizados por solicitação oficial ou de particulares. As vacinas, os soros e demais produtos seriam vendidos de acordo com uma tabela de preços organizada pelo diretor e aprovada pelo ministro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;E afirmou, também, que os produtos biológicos e quimioterápicos, resultados de descobertas de funcionários técnicos da instituição, e dos quais tiverem sido obtidas patentes de invenção, poderão ser fabricados e vendidos pelo Instituto, após acordo com os respectivos descobridores.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;A aplicação desta renda própria da instituição deveria ser aplicada, parte em trabalhos internos que interessassem ao estabelecimento, e parte na formação de seu patrimônio. A destinação de parte destes recursos aos trabalhos internos deveria ser feita de acordo com uma tabela orçamentária, a ser organizada anualmente pelo diretor de Manguinhos e aprovada pelo ministro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em 14 de novembro de 1930, por meio do decreto nº 19.402 foi criado o Ministério dos Negócios da Educação e Saúde Pública, ao qual pertenceriam os seguintes estabelecimentos: o Departamento do Ensino, o [[INSTITUTO_BENJAMIN_CONSTANT|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Benjamim Constant&amp;lt;/u&amp;gt;]], a Escola Nacional de Belas Artes, o Instituto Nacional de Música, o [[INSTITUTO_NACIONAL_DE_SURDOS_MUDOS|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Nacional de Surdos Mudos&amp;lt;/u&amp;gt;]], a Escola de Aprendizes Artífices, a Escola Normal do Artes e Ofícios Venceslau Braz, a Superintendência dos Estabelecimentos do Ensino Comercial, o Departamento de Saúde Pública, o [[INSTITUTO_OSWALDO_CRUZ|Instituto Oswaldo Cruz]], o [[MUSEU_NACIONAL|&amp;lt;u&amp;gt;Museu Nacional&amp;lt;/u&amp;gt;]] e a Assistência Hospitalar.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em seguida, em 1º de dezembro de 1930, o decreto n ° 19.444 estabeleceu a organização do Ministério da Educação e Saúde Pública, da seguinte forma:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:0cm; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“Art. 1º O Ministério da Educação e Saude Pública se comporá de um Gabinete, uma Diretoria e quatro Departamentos, todos independentes entre si e imediatamente subordinados ao ministro, com as denominações de: &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:0cm; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;a) Gabinete do Ministro;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:0cm; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;b) Diretoria de Contabilidade;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:0cm; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;c) Departamento Nacional do Ensino;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:0cm; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;d) Departamento Nacional de Saude Pública;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:0cm; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;e) Departamento Nacional de Medicina Experimental, e&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:0cm; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;f) Departamento Nacional de Assistência Pública”. (BRASIL Decreto, 1930(b) )&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Conforme o decreto nº 19.444, o Departamento Nacional de Medicina Experimental seria composto pelo Instituto Osvaldo Cruz, e por estabelecimentos federais congêneres existentes no país. Desta forma, o Instituto passou a ser diretamente subordinado ao Ministério da Educação e Saúde Pública.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Pelo decreto nº 20.043, de 27 de maio de 1931, foi aprovado o regulamento do Departamento Nacional de Medicina Experimental, e estabelecido que o Instituto Oswaldo Cruz teria como função primordial as investigações científicas no domínio da patologia experimental e de outros ramos da biologia. Em seu art. 5º tratou da abrangência das atividades técnico-científicas da instituição:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;artigo&amp;quot; style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:0cm; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;background:white&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;“&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;Art. 3º A atividade técnico-científica do Instituto Oswaldo Cruz abrangerá:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;alnea&amp;quot; style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:0cm; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;background:white&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;a) estudos de patologia humana, especialmente de doenças infectuosas e parasitárias;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;alnea&amp;quot; style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:0cm; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;background:white&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;b) estudos de patologia experimental, de zoologia médica, de veterinária, de micologia, de fitopatologia e de anatomia patológica;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;alnea&amp;quot; style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:0cm; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;background:white&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;c) estudos de higiene o saude pública, especialmente de epidemiologia;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;alnea&amp;quot; style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:0cm; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;background:white&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;d) estudos de fisiologia e de química-física aplicada;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;alnea&amp;quot; style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:0cm; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;background:white&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;e) preparo de produtos biológicos e químicos, destinados ao tratamento e à profilaxia das doenças do homem e dos animais;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;alnea&amp;quot; style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:0cm; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;background:white&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;f) preparo da vacina anti-variólica (lei n. 3.987, de 2 de janeiro de 1920);&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;alnea&amp;quot; style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:0cm; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;background:white&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;g) execução do Serviço de Medicamentos Oficiais (decreto número 13.159, de 28 de agosto de 1918):&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;alnea&amp;quot; style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:0cm; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;background:white&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;h) análises de soros, vacinas e outros produtos biológicos colocados no mercado (lei n. 3.987, de 2 de janeiro de 1920);&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;alnea&amp;quot; style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:0cm; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;background:white&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;i) realização de cursos práticos relativos a quaisquer dos ramos da biologia estudados no Instituto”. (BRASIL. Decreto, 1931)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Neste regulamento do Departamento Nacional de Medicina Experimental, foi mantida a atribuição ao Instituto em fornecer gratuitamente, por ocasião de epidemias, às autoridades sanitárias que o requisitarem, soros terapêuticos e vacinas. Manteve, praticamente da mesma forma, como havia sido estabelecido no decreto de 1926, a realização dos trabalhos da instituição em seções científicas, seções administrativas e seções auxiliares. A única alteração foi a inclusão de biotérios como uma seção em separado, além de seção biotérios e cavalariças.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Foram mantidos, neste regulamento de 1931, os dispostos anteriormente, em 1926, com relação à renda própria da instituição, constituída pela venda de soros, vacinas e outros produtos, aos produtos que eram resultados de descobertas de funcionários e técnicos de Manguinhos, e à tabela de preços para os mesmos. Igualmente mantido o estabelecido com relação aos procedimentos e encaminhamentos referentes à aplicação da renda interna na instituição, como havia sido definido anteriormente.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;O decreto de 1931 propôs, ainda, a criação de outras filiais do Instituto, além das já existentes em Belo Horizonte e São Luiz do Maranhão, em conformidade com as necessidades de serviços e pesquisas regionais e o provimento de recursos para tal fim.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;A Lei nº 378, de 13 de janeiro de 1937, conferiu nova organização ao Ministério da Educação e Saúde Pública, com órgãos de direção, órgãos de execução, e órgãos de cooperação. Nos órgãos de execução, em relação aos serviços relativos à saúde, estabeleceu os serviços destinados à investigação, os serviços de saúde do Distrito Federal e os serviços de saúde de todo país. Como parte dos serviços destinados à investigação, o decreto definiu a criação de um Instituto Nacional de Saúde Pública, ao qual caberia a realização sistemática e permanente de estudos e pesquisas sobre os assuntos de saúde pública de interesse para o país, e de um Instituto Nacional de Puericultura, para os assuntos da maternidade e saúde da criança.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Entre os serviços relativos à educação, estabelecidos na Lei nº378, estavam as instituições de educação escolar e de educação extraescolar, e entre estas últimas, aparece o “Instituto Oswaldo Cruz, como instituição de caracter scientifico, destinada á realização de pesquisas no domínio da pathologia experimental e de outros ramos da biologia” (BRASIL. Lei, 1937).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;O Instituto Nacional de Saúde Pública acabou não se efetivando, e no final de 1937, o decreto-lei nº82, de 18 de dezembro, definiu sua incorporação ao Instituto Oswaldo Cruz. A esta instituição caberia a realização de investigações cientificas relacionadas aos problemas da saúde humana. As pesquisas realizadas pelo Instituto Oswaldo Cruz deveriam atender às necessidades de aplicação, mediante solicitação do Departamento Nacional de Saúde e aprovação do ministro. Na estrutura do Ministério da Educação e Saúde, o Instituto Osvaldo Cruz estaria entre os órgãos de execução, como um dos serviços relativos à saúde.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Publicações oficiais&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pelo decreto nº 1.802 de 12 de dezembro de 1907, autorizava-se a publicação da revista &#039;&#039;Memórias do Instituto Oswaldo Cruz&#039;&#039;, que só começou a ser editada em 1909, sendo então considerada como uma das mais importantes revistas de pesquisa biomédica na América Latina (STEPAN, 1976). O periódico era constituído somente por trabalhos aprovados pelo diretor da instituição e devia ser distribuído nas escolas profissionais de medicina, veterinária e agricultura existentes no país, além de constituir-se em um objeto de permuta com as publicações estrangeiras de mesmo gênero.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Weltman (1992) ressalta o fato de que muitos dos cientistas estrangeiros que atuaram no Instituto Oswaldo Cruz, como Stanislas von Prowazek, Gustav Giemsa, Max Hartmann e Hermann Duerck, tinham o compromisso de ministrarem cursos e de publicarem os seus trabalhos nas &#039;&#039;Memórias do Instituto Oswaldo Cruz&#039;&#039;, &amp;amp;nbsp;conforme estabelecido nos seus contratos, e assim o fizeram.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;O Tomo I/fascículo I das &#039;&#039;Memórias do Instituto Oswaldo Cruz&#039;&#039;, lançado em 1909, apresentou oito artigos, em duas colunas e em formato bilíngue, em português e em uma outra língua (alemão, francês ou inglês). A publicação em outras línguas era uma prática comum entre os periódicos científicos de então, com o objetivo de estreitar as relações com a comunidade científica internacional. Com uma capa verde musgo, as &#039;&#039;Memórias&#039;&#039; apresentavam, em letras maiúsculas o ex-libris da instituição, do IOC,&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;com um desenho da estampa do castelo, de Manguinhos, e de um microscópio, juntamente com os dizeres em latim “&#039;&#039;Causoe Oestimatio Soepe Morbum Solvit&#039;&#039;” (“A avaliação da causa muitas vezes soluciona a doença”).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;As &#039;&#039;Memórias do Instituto Oswaldo Cruz&#039;&#039; apresentavam artigos, editoriais, revisões, comunicações breves, anúncios, notas técnicas, carta de leitores, cartas aos editores, informes, biografias e homenagens. Em seu primeiro Tomo/ volume 2, em agosto de 1909, publicou um trabalho original e inédito, o artigo “Nova trypanozomiase humana: estudos sobre a morfolojia e o ciclo evolutivo do Schizotrypanum cruzi n. gen., n. sp., ajente etiolojico de nova entidade morbida do homem”, de Carlos Chagas sobre uma doença até então desconhecida, a “Doença de Chagas.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1919, o decreto nº 13.527, de 26 de março, estabeleceu que, além das &#039;&#039;Memórias do Instituto Oswaldo Cruz&#039;&#039;, fossem publicados boletins mensais que contivessem notas prévias a respeito dos assuntos estudados e o resumo da literatura científica do Instituto. A impressão das Memórias e dos boletins era realizada nas oficinas da própria instituição.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Trabalhos e pesquisas do Instituto, conforme o decreto nº 17.512 de 05 de novembro de 1926, somente podiam ser publicados nas Memórias, nos boletins ou em separado. Em casos especiais, a publicação devia ser autorizada pelo diretor e conter um subtítulo “Trabalho do Instituto Oswaldo Cruz”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:0cm; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;quot;Art. 75. Os trabalhos do Instituto serão publicados nas “Memorias do Instituto Oswaldo Cruz”, as quaes apparecerão á medida que os trabalhos forem concluidos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:0cm; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;§ 1º Além das “Memorias” poderão ser publicados boletins mensaes e separados, os quaes conterão notas prévias sobre assumptos estudados e o resumo da litteratura scientifica de interesse para os trabalhos do Instituto.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:0cm; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;§ 2º A impressão das publicações será realizada nas officinas do Instituto; e os trabalhos accessorios, taes como o preparo das estampas, etc., poderão ser feitos onde maiores vantagens houver, para que a sua realização se torne a mais perfeita possivel.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:0cm; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;§ 3º O Instituto procurará realizar, á medida que as suas condições financeiras o permittirem, installações para todos os serviços necessarios ás illustrações das “Memorias”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:0cm; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;§ 4º Os trahalhos das “Memorias” poderão ser publicados em diversas linguas; havendo, sempre, uma edição em portuguez.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:0cm; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;§ 5º As “Memorias” serão distribuidas pelas escolas profissionaes de medicina, de veterinaria e de agricultura, e pelas instituições scientificas do paiz; constituindo objecto de permuta com as publicações nacionaes e estrangeiras do mesmo genero.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:0cm; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;§ 6º Só poderão ser publicados, com o nome e a responsabilidade do Instituto, os trabalhos approvados pelo director.&amp;quot; (BRASIL. Decreto, 1926)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Entre 1909 e 1911, a periodicidade das &#039;&#039;Memórias&#039;&#039; foi semestral, e a partir de 1912 variou de forma anual, semestral, trimestral ou quadrimestral. Nos anos de 1922, 1930, 1934, 1943, 1944 e 1945, foram publicados dois volumes por ano, e em 1996, seis números por volume. A partir de 1981 a periodicidade era quadrimestral, com edições suplementares, e de 1995 a 2000 tornou-se bimestral. Foram publicadas, entre 2001-2015, oito edições, além do suplemento, e atualmente sua publicação é mensal. Sua publicação foi interrompida em 1977, em decorrência do cenário político e institucional, sendo retomada em 1980. Neste período vivenciou-se o “Massacre de Manguinhos”, o afastamento compulsório de cientistas, inclusive de Herman Lent, então responsável pela revista.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;A revista &#039;&#039;Memórias do Instituto Oswaldo Cruz&#039;&#039; se consolidou como um importante periódico no cenário internacional, como a publicação latino-americana mais citada na categoria “medicina – pesquisa experimental”, conforme o Institute for Scientific Information (ISI). Além das &#039;&#039;Memórias&#039;&#039;, que se encontra atualmente indexada em inúmeras bases de dados internacionais, a Fiocruz publica também as revistas &#039;&#039;Cadernos de Saúde Pública &#039;&#039;e&#039;&#039;&amp;amp;nbsp; História, Ciências e Saúde-Manguinhos.&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font style=&amp;quot;font-size: 10pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
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= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa - João Braga Arêas.&amp;lt;br /&amp;gt; Redação - Patrícia Santos Hansen.&amp;lt;br /&amp;gt; Revisão - Francisco José Chagas Madureira.&amp;lt;br /&amp;gt; Consultoria - Jaime Larry Benchimol.&amp;lt;br /&amp;gt; Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
= Forma de citação =&lt;br /&gt;
{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Dicionário Histórico-Biográfico das Ciências da Saúde no Brasil (1832-1930)&amp;lt;br /&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Rachel.froes</name></author>
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		<title>INSTITUTO SOROTERÁPICO FEDERAL</title>
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		<updated>2023-08-24T15:44:42Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Rachel.froes: /* Estrutura e funcionamento */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Denominações:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Instituto Soroterápico Federal (1900);&amp;amp;nbsp;[[INSTITUTO_DE_MANGUINHOS|Instituto de Manguinhos]] (s.d.); [[INSTITUTO_DE_PATOLOGIA_EXPERIMENTAL|Instituto de Patologia Experimental ]](1907); [[INSTITUTO_OSWALDO_CRUZ|Instituto Oswaldo Cruz]] (1908);[[Departamento_de_Medicina_Experimental|Departamento de Medicina Experimental]] (1930);&amp;amp;nbsp;[[FUNDAÇÃO_INSTITUTO_OSWALDO_CRUZ|Fundação Instituto Oswaldo Cruz]] &amp;amp;nbsp;(1970); [[FUNDAÇÃO_OSWALDO_CRUZ|Fundação Oswaldo Cruz]] (1974)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;A criação do Instituto Soroterápico Federal originou-se do laboratório em Manguinhos, que passou a funcionar em 25 de maio de 1900, anexo ao Instituto Vacínico Municipal de propriedade do Barão de Pedro Affonso. Criado com o objetivo de produzir o soro para combater a peste bubônica que ameaçava a Capital Federal, foi inaugurado em 23 de julho do mesmo ano, com o nome de Instituto Soroterápico Federal, instalado na fazenda de Manguinhos, na cidade do Rio de Janeiro. Foram primeiros diretores do Instituto, Pedro Affonso Franco, de 1900 a 1902, Oswaldo Gonçalves Cruz, de 1902 a 1917, e Carlos Ribeiro Justiniano Chagas, de 1917 a 1934. Em 1907, o Instituto Soroterápico Federal passou a denominar-se Instituto de Patologia Experimental, expressando a nova orientação que passou a predominar a partir da gestão de Oswaldo Cruz. No ano seguinte, o Instituto, também conhecido como Instituto de Manguinhos, ganhou oficialmente o nome de seu diretor. Em 1970, foi transformado em órgão de administração direta do Ministério da Saúde e em entidade de direito privado, tornando-se Fundação Instituto Oswaldo Cruz, e&amp;amp;nbsp;depois Fundação Oswaldo Cruz.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Histórico&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 25 de maio de 1900, por meio do Ofício nº 1, ainda em papel timbrado do [[INSTITUTO_VACÍNICO_MUNICIPAL|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Vacínico Municipal&amp;lt;/u&amp;gt;]], Pedro Affonso Franco (Barão de Pedro Affonso), diretor do Instituto Soroterápico Federal, comunicava à Diretoria Geral de Saúde Pública que, em conseqüência da autorização do dia anterior, começariam nesta data os trabalhos do laboratório de Manguinhos, “esperando em breve poder começar o trabalho de inoculação nos cavalos”. O laboratório fora criado com o objetivo de produzir o soro para o combate à peste bubônica que ameaçava a Capital Federal.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em outubro de 1899, Adolpho Lutz e Vital Brazil Mineiro da Campanha, pesquisadores do [[INSTITUTO_BACTERIOLÓGICO_DO_ESTADO_DE_SÃO_PAULO|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Bacteriológico do Estado de São Paulo&amp;lt;/u&amp;gt;]], haviam atestado casos de peste bubônica no porto de Santos, confirmados pelos médicos Eduardo Chapot Prévost e [[CRUZ,_OSWALDO|&amp;lt;u&amp;gt;Oswaldo Gonçalves Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]] (Oswaldo Cruz). A constatação de tais casos ameaçava a política de estímulo à imigração patrocinada pelo governo brasileiro e para combater a doença era preciso o soro de Yersin, fornecido apenas pelo Instituto Pasteur, de Paris. Às pressas, o governo paulista criou um laboratório na fazenda de Butantan, o futuro [[INSTITUTO_SERUMTERÁPICO_DO_ESTADO_DE_SÃO_PAULO|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Serumterápico do Estado de São Paulo&amp;lt;/u&amp;gt;]], o qual funcionou como um apêndice do Instituto Bacteriológico do Estado de São Paulo, visando a produção do soro antipestoso.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No momento da fundação do Instituto Soroterápico Federal, durante a Primeira República (1889-1930), as elites brasileiras não possuíam uma tradição de investimentos na pesquisa científica.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Embora, desde os anos de 1880, com as reformas do ensino médico, já houvesse um movimento no sentido da prática de uma medicina experimental, com a instalação de diversos laboratórios nas instituições de ensino, essa encontrava grandes obstáculos para desenvolver-se.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No cenário internacional, a medicina era transformada pela revolução pasteuriana e pela microbiologia. Cada vez mais a cura das doenças se beneficiava dos estudos realizados em laboratórios que, aos poucos, tornavam-se tão ou mais importantes do que os hospitais. Ensino e pesquisa eram atividades complementares no Instituto Pasteur de Paris, fundado em 1888, com ampla autonomia administrativa em relação ao governo francês. No mesmo ano de 1888, foi inaugurado o Instituto Pasteur do Rio de Janeiro, vinculado à [[SANTA_CASA_DA_MISERICÓRDIA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]]. Este, contudo, restringiu-se à produção da vacina anti-rábica e jamais conquistou grande expressão científica.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A criação do Instituto Soroterápico Federal inseriu-se neste contexto mais geral de transformações na medicina e tomou como modelo o Instituto Pasteur de Paris, embora as duas instituições houvessem encontrado condições bastante diversas para o desenvolvimento de suas atividades. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Preocupado com a possibilidade de um surto de peste bubônica na Capital Federal, como o que havia ocorrido em Santos, e frente à dificuldade de importação do soro de Yersin, o Prefeito do Rio de Janeiro, José Cesario de Faria Alvim, determinou a criação de um laboratório soroterápico, seguindo a sugestão de Pedro Affonso Franco, o Barão de Pedro Affonso, figura importante na introdução da vacina animal no país e proprietário do [[INSTITUTO_VACÍNICO_MUNICIPAL|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Vacínico Municipal&amp;lt;/u&amp;gt;]]. Este, criado em 1894, era responsável pela produção da vacina antivariólica e pela distribuição de soro antidiftérico no Distrito Federal.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;A criação do Instituto Soroterápico Federal foi amplamente noticiada na imprensa diária, como o jornal &#039;&#039;A Noticia&#039;&#039;, que destacou a iniciativa do Barão de Pedro Affonso e o apoio do prefeito Cesario Alvim, cuja criação fora decidia ainda em setembro de 1899:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“A necessidade de obter sôro e vaccina contra a peste, e a impossibilidade de recebel-os em quantidade sufficiente e de boa qualidade da Europa levaram o Barão de Pedro Affonso a propôr a creação d´esses institutos, que, além d´essas vantagens, devem servir de ponto de ensino e de pratica a futuros bacteriologistas brasileiros, que poderão prestar ao paiz serviços incalculaveis. O Sr. Dr. Cesario Alvim comprehendeu logo o alcance de tal proposta, aceitou-a e promoveu com a toda a promptidão o fornecimento dos meios de facilitar a sua execução. Foi aberto o credito necessario ás respectivas despezas a 19 de setembro de 1899. (....) Situados em Inhaúma, na fazenda chamada Manguinhos, isolados de toda a povoação, e entretanto com communicações faceis por mar e por terra, os novos laboratorios acham-se rodeados de vastos terrenos, que se prestam admiravelmente a todas as necessidades de tratamento e alimentação de numerosos animaes. O novo instituto comprehende dous laboratorios, um para cultura dos microbios e fabrico das vaccinas antipestosas e outro para a fabricação do sôro. São annexos em edificios separados: 1º, um bioterio modelo para criação das cobais, coelhos e ratos necessarios ás experiencias, (...). 2º, uma enfermaria distante dos laboratorios para os cavallos que adoecerem. (...).3], pequenos edificos para a residencia dos empregados. Os edificios dos laboratorios são dous, como dissemos; cada um collocado sobre uma pequena collina, (...). &amp;amp;nbsp;O laboratorio inferior, (...). é destinado ás culturas dos microbios da peste e á preparação da s vaccinas. (....) contem a grande estufa de culturas á temperatura fixa; (..) contem estufdas de Roux e apparelhos para cultura em menor escala; a terceira apparelhos de esterilisação d´agua, alambiques, filtros, etc.; a quarta é vasto deposito de vidraria e materiais de trabalho (...).” (OS LABORATORIOS, 1900, p.2) &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small; text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;O laboratório soroterápico foi, então, instalado na fazenda de Manguinhos, propriedade de 35.000 metros quadrados pertencente à prefeitura, e distante da cidade devido ao receio de contágio de doenças por parte da população. Cesario Alvim autorizou a despesa de 90 contos de réis para a construção, aparelhamento e instalação do novo estabelecimento, segundo o projeto apresentado pelo Barão de Pedro Affonso, que era o responsável pela organização e direção administrativa do Instituto, ficando a direção técnica a cargo de &amp;lt;/span&amp;gt;[[CRUZ,_OSWALDO|&amp;lt;u&amp;gt;Oswaldo Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]]&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small; text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No início do ano de 1900, o Barão de Pedro Affonso viajou à Europa para comprar o material necessário para a instalação dos laboratórios, que havia sido encomendado por [[CRUZ,_OSWALDO|&amp;lt;u&amp;gt;Oswaldo Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]], e trouxe com ele o contrato do bacteriologista Carré, indicado pelo professor Pierre Paul Émile Roux, então diretor do Instituto Pasteur de Paris. Ao retornar da viagem, contudo, o Barão encontrou um problema: Antônio Coelho Rodrigues havia sucedido a Cesario Alvim na Prefeitura do Rio de Janeiro e não concordava com os gastos já autorizados para a instalação do Instituto. Em decorrência disso, a União foi chamada a se responsabilizar por tal empreendimento, fazendo com que o estabelecimento passasse a ser custeado pelo Ministério da Justiça e Negócios Interiores sob condições específicas, explicitadas em um ofício do ministro Epitácio Pessoa à Prefeitura, no dia 9 de maio de 1900. De acordo com este ofício, o Ministério incumbia-se “da administração do Instituto Soroterápico, custeando as respectivas despesas sob as seguintes condições: a) de ceder-lhe essa prefeitura todo o material adquirido para a instalação do mesmo instituto, bem como transferir-lhe o gozo das edificações e benfeitorias da fazenda de Manguinhos que tinham sido destinadas ao serviço projetado; b) a de não aproveitar-se o Governo Municipal dos fornos de incineração do lixo construídos na dita fazenda antes de decorridos seis meses da data, do aviso, dirigido a este Ministério de que tal incineração deve ser iniciada.(...)”. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 26 de maio de 1900, o Barão de Pedro Affonso comunicava ao Diretor Geral de Saúde Pública, [[ANDRADE,_NUNO_FERREIRA_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Nuno Ferreira de Andrade&amp;lt;/u&amp;gt;]], os nomes e as categorias do pessoal empregado no laboratório e suas correspondentes remunerações. O “pessoal técnico” trazia os seguintes nomes: [[CRUZ,_OSWALDO_GONÇALVES|&amp;lt;u&amp;gt;Oswaldo Gonçalves Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]], Ismael da Rocha, Henrique Figueiredo de Vasconcellos e Ezequiel Caetano Dias (estudante). Já como “pessoal inferior”, listava José Muniz de Medeiros, Artur Leite, Manoel Dias Cordeiro e Miguel Ferreira dos Santos. Além disso, o Barão solicitava guarda e passes para viagem na Estrada de Ferro do Norte e a continuação do serviço de lanchas a vapor para conduzir o pessoal ao laboratório.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Antes mesmo da inauguração oficial houve mudanças no quadro de pessoal. Saíram Ismael da Rocha e Carré, o bacteriologista francês, este último alegando não se adaptar ao clima e à intensidade de moscas existentes em Manguinhos, sendo &amp;amp;nbsp;contratado mais um estudante, Antônio Cardoso Fontes.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 23 de julho de 1900, era inaugurado o Instituto Soroterápico Federal, com a presença de várias autoridades e pessoas ilustres, conforme cobertura da imprensa da época.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No decreto nº 3.823 de 10 de novembro de 1900, as despesas com a folha de pessoal do Instituto Soroterápico já apareciam no pedido de crédito suplementar do Ministro da Justiça e Negócios Interiores.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;As diferenças entre o Barão de Pedro Affonso e [[CRUZ,_OSWALDO_GONÇALVES|&amp;lt;u&amp;gt;Oswaldo Gonçalves Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]] a respeito de questões técnicas e administrativas não tardaram a aparecer. Em função disso, o Barão demitiu-se em 9 de dezembro de 1902 e Oswaldo Cruz assumiu a direção geral do Instituto.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O afastamento do Barão, contudo, não encerrou as divergências com [[CRUZ,_OSWALDO|&amp;lt;u&amp;gt;Oswaldo Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]] e, no mesmo ano, as instalações do Instituto em Manguinhos tornaram-se objeto de contenda entre a União e a municipalidade, como destaca uma carta de Oswaldo Cruz para o Diretor Geral de Saúde Pública, na qual o remetente descreve em detalhe as edificações do Instituto Soroterápico:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Os laboratórios do Instituto estão instalados em dois edifícios existentes sobre outras tantas colinas distantes entre si e separadas por um planície. Nesta existem, além dos fornos de incineração de lixo, a enfermaria especial onde são inoculados os cavalos com culturas vivas de peste; um barracão transformado em depósito de forragens; capinzal que fornece alimento para os cavalos do Instituto, dependências essas que têm sido ocupadas efetivamente e têm sido imprescindíveis para o preparo exclusivo de soro anti-pestoso. A cocheira-enfermaria, sobretudo, constitui por si a maior garantia contra a infecção possível pela peste, não só do pessoal do Instituto, como as pessoas que habitam as imediações do local” (CRUZ, 1902).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Sobre os laboratórios, dizia ainda o diretor:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“As instalações do laboratório superior são acanhadas e insuficientes para a extensão do serviço. Muitos aparelhos não estão instalados por falta de espaço; não existe o quarto-estufa para culturas em grande escala de bacilos da difteria para o preparo do soro anti-diftérico, nem da tuberculose, para o preparo da tuberculina, que vai ser também iniciado”(CRUZ, 1902).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Oswaldo Cruz queria com a carta demonstrar a necessidade que o Instituto tinha de utilizar o edifício do laboratório inferior que Pedro Affonso reclamava, afirmando ter sido cedido ao [[INSTITUTO_VACÍNICO_MUNICIPAL|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Vacínico Municipal&amp;lt;/u&amp;gt;]], dirigido por ele.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;[[CRUZ,_OSWALDO|&amp;lt;u&amp;gt;Oswaldo Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]] imprimiu uma nova orientação nas atividades do Instituto, para a qual concorreu sua nomeação para a Diretoria Geral de Saúde Pública no ano seguinte. Do mesmo modo, o Instituto era uma espécie de base para as campanhas de saneamento da Diretoria.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A nomeação de [[CRUZ,_OSWALDO|&amp;lt;u&amp;gt;Oswaldo Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]] para a Diretoria fazia parte do projeto de governo de Rodrigues Alves, presidente da república entre 1902 e 1906, o qual pretendia assentar sua proposta de remodelação da Capital Federal sobre três bases: a reforma urbana encarregada ao prefeito Francisco Pereira Passos, a modernização do porto incumbida ao engenheiro Lauro Müller e o saneamento da cidade vitimada pelas frequentes epidemias de febre amarela, peste bubônica e varíola, tarefa para a qual Oswaldo Cruz foi designado. Para concretizar seu projeto, Rodrigues Alves dotou seus três agentes de amplos poderes.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em Manguinhos, no mesmo ano de 1903 teve início a edificação do ambicioso conjunto arquitetônico, que substituiu as modestas instalações do Instituto Soroterápico. O projeto foi entregue ao engenheiro português Luiz de Morais Júnior que, em 1905, começou as escavações para o edifício principal, o Pavilhão Mourisco, concluído somente em 1918.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Em 1907, através do decreto nº 1.802 de 12 de dezembro, era criado o&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Instituto de Patologia Experimental, expressando a orientação de atividades que passara a predominar com a direção de [[CRUZ,_OSWALDO|&amp;lt;u&amp;gt;Oswaldo Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Neste mesmo ano a instituição obteve uma importante premiação, a Medalha de Ouro na Exposição de Higiene, do XIV International Congress Hygiene and Demography (Berlim, 23 e 29 de setembro de 1907), entregue ao cientista por Augusta Vitória de Schleswig-Holstein (1858-1921), esposa do imperador Guilherme II e Imperatriz Consorte do Império Alemão, como forma de reconhecimento à apresentação dos importantes trabalhos realizados em Manguinhos e pela campanha contra a febre amarela na cidade do Rio de Janeiro. A exposição brasileira ocupou várias salas, contendo:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;margin: 0cm 1cm 0.0001pt; text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“A exposição de peças anatômicas em gelatina de Kaiserling, coleções entomológicas, modelos das instalações de Manguinhos, de câmaras de isolamento, preparados do Instituto (soros, vacinas, tuberculina, maleína etc.), gráficos magníficos do serviço de demografia e fotografias, peças e maquetas traziam legendas em francês, alemão, inglês e português, tudo disposto em belos armários de madeira brasileira, especialmente escolhida”. (FRAGA, 2005, p.169)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Por meio do decreto nº 6.891, de 19 de março de 1908, o então [[INSTITUTO_DE_PATOLOGIA_EXPERIMENTAL|Instituto de Patologia Experimental]] passou a denominar-se [[INSTITUTO_OSWALDO_CRUZ|Instituto Oswaldo Cruz]], subordinado diretamente ao Ministerio da Justiça e Negocios Interiores, mas com inteira autonomia em suas investigações técnico-científicas (BRASIL. Decreto, 1908).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Além de atuar nos centros urbanos e, em particular, na Capital Federal, a partir do final de sua primeira década de existência o Instituto começou a deslocar sua atenção também para o sertão, promovendo expedições científicas. A maior parte das vezes, essas expedições eram contratadas por empresas como a que construía no norte a Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, terminando por revelar dados de extrema relevância acerca das condições de vida das populações do interior, influindo na mentalidade e nas ações políticas não só de médicos e sanitaristas, como também de intelectuais e autoridades públicas a respeito das prioridades no enfrentamento da &amp;amp;nbsp;questão social no Brasil.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1917 [[CRUZ,_OSWALDO|&amp;lt;u&amp;gt;Oswaldo Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]] faleceu e [[CHAGAS,_CARLOS_RIBEIRO_JUSTINIANO|&amp;lt;u&amp;gt;Carlos Ribeiro Justiniano Chagas&amp;lt;/u&amp;gt;]] passou a ocupar o cargo de diretor do Instituto. As várias homenagens que se sucederam ao falecimento de Oswaldo Cruz, como destaca Nara Britto (1995), consolidaram o mito do médico, cientista e sanitarista responsável pelo saneamento da Capital Federal, notabilizado pelo combate da febre amarela e aclamado por aqueles que viriam a formar a Liga Pró-Saneamento no ano seguinte como um precursor de suas propostas, as quais condicionavam o progresso do país ao combate das doenças no interior.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Também estiveram ligados ao Instituto: Henrique Figueiredo de Vasconcellos, Belisário Augusto de Oliveira Penna, Alcides Godoy, Arthur Neiva, Ezequiel Caetano Dias, Paulo Figueiredo Parreiras Horta, José Gomes de Faria, Arthur Alexandre Moses, Gaspar de Oliveira Vianna, Lauro Pereira Travassos, Henrique da Rocha Lima, Carlos Bastos Magarinos Torres, Ângelo Moreira da Costa Lima e Antonio Eugenio de Arêa-Leão.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em certas ocasiões, profissionais de notória competência eram trazidos de outras instituições para colaborar no Instituto, como foi o caso do Dr. Stanislas von Prowazek, da Escola de Medicina Tropical de Hamburgo, do italiano Gustav Giemsa, de Max Hartmann, do Instituto de Koch e da Universidade de Berlim, e de Adolpho Lutz, diretor do [[INSTITUTO_BACTERIOLÓGICO_DO_ESTADO_DE_SÃO_PAULO|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Bacteriológico do Estado de São Paulo&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A história do Instituto tem também demonstrado os vários e relevantes feitos científicos de seus participantes. Destacam-se a descoberta do &#039;&#039;trypanosoma cruzi&#039;&#039;, em 1909, parasita transmitido pelo barbeiro e causador da doença que ficou conhecida pelo nome de seu descobridor, [[CHAGAS,_CARLOS_RIBEIRO_JUSTINIANO|&amp;lt;u&amp;gt;Carlos Ribeiro Justiniano Chagas&amp;lt;/u&amp;gt;]]; a descoberta da vacina contra o carbúnculo sintomático ou Peste da Manqueira, em 1908, por Alcides Godoy; os estudos feitos por Henrique de Beaurepaire Rohan &amp;amp;nbsp;Aragão sobre o ciclo evolutivo do &#039;&#039;Haemoproteus columbae&#039;&#039;, que contribuiu para o tratamento da malária; o tratamento antimonial para as leishmanioses, por Gaspar de Oliveira Vianna; e os estudos de Henrique da Rocha Lima e Carlos Bastos Magarinos Torres sobre febre amarela.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;O decreto nº19.402, de 14 de novembro de 1930, criou o Ministério dos Negócios da Educação e Saúde Pública, e definiu que pertenceriam a este novo ministério os seguintes estabelecimentos: o Departamento do Ensino, o Instituto Benjamim Constant, a Escola Nacional de Belas Artes, o Instituto Nacional de Música, o Instituto Nacional de Surdos Mudos, a Escola de Aprendizes Artífices, a Escola Normal do Artes e Ofícios Venceslau Braz, a Superintendência dos Estabelecimentos do Ensino Comercial, o Departamento de Saúde Pública, o [[INSTITUTO_OSWALDO_CRUZ|Instituto Oswaldo Cruz]], o Museu Nacional e a Assistência Hospitalar.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Por meio do decreto nº 19.444, de 1 de dezembro de 1930, foi definida a organização e detalhado os serviços que ficariam a cargo do Ministério da Educação e Saúde Pública. Nesta nova organização foi criado o Departamento Nacional de Medicina Experimental, que seria constituído pelo Instituto Oswaldo Cruz e&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;estabelecimentos federais congêneres. Desta forma, o Instituto passou a ser diretamente subordinado ao Ministério da Educação e Saúde Pública.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Dois anos depois, com o decreto nº 22.036, de 31 de outubro de 1932, foi modificado o Departamento Nacional de Medicina Experimental, passando os respectivos serviços a constituir em Instituto com a denominação de &amp;quot;Instituto Osvaldo Cruz”, embora ainda subordinado à Secretaria de Estado dos Negócios da Educação e Saúde Pública.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em maio de 1970, ocorreu uma modificação radical no regime administrativo do Instituto Oswaldo Cruz, que foi aprovada pelo decreto nº 66.624 de 22 de maio de 1970. Transformado em órgão de administração direta do Ministério da Saúde e em entidade de direito privado, o Instituto tornou-se uma “fundação”. A atual Fundação Oswaldo Cruz passou a reunir diversas instituições relacionadas ao Ministério da Saúde como: o Instituto Oswaldo Cruz; a Escola Nacional de Saúde Pública; o Instituto Evandro Chagas, criado no Pará em 1936; o Instituto Fernandes Figueira; o Instituto de Leprologia; o Serviço de Produtos Profiláticos e o Instituto de Endemias Rurais, formado por centros de pesquisa em Recife, Bahia e Minas Gerais.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Diretores:&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br/&amp;gt; Pedro Affonso Franco (Barão de Pedro Affonso) (1900-1902); Oswaldo Gonçalves Cruz (1902-1917); Carlos Ribeiro Justiniano Chagas (1917-1934); Antônio Cardoso Fontes (1934-1942); Henrique de Beaurepaire Rohan Aragão (1942-1949); Olympio Oliveira Ribeiro da Fonseca (Olympio da Fonseca, filho) (1949-1953); Cássio Miranda (1953-1954); Francisco da Silva Laranja Filho (1954-1955); Antonio Augusto Xavier (1955-1958); Amilcar Vianna Martins (1958-1960); Tito Arcoverde de Albuquerque Cavalcanti (1960-1961); Joaquim Travassos da Rosa (1961-1964); Francisco de Paula da Rocha Lagôa (1964-1969); José Guilherme Lacorte (1969-1970); Oswaldo Cruz Filho (1970-1972); Oswaldo Lopes da Costa (1972-1975); Vinícius da Fonseca (1975-1979); Guilardo Martins Alves (1979-1985); Antonio Sérgio da Silva Arouca (1985-1989); Akira Homma (1989-1990); Luís Fernando da Rocha Ferreira da Silva (1990); Hermann Gonçalves Schatzmayr (1990-1992); Euclides Ayres de Castilho (1992); Carlos Médicis Morel (1992-1997); Elói de Souza Garcia (1997-2000) e Paulo Marchiori Buss (2000 até os dias atuais).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Estrutura e funcionamento&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em 1899, o Barão de Pedro Affonso,&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;figura importante na introdução da vacina animal no país e proprietário do Instituto Vacínico Municipal, havia decidido pela criação de um instituto soroterápico anexado a este instituto de sua propriedade. Em 1900 foi adquirido um terreno municipal para a construção do laboratório para preparo do soro contra a peste bubônica, seguindo o que fora estabelecido pelo decreto federal n° 1.141B de 18 de novembro de 1892.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;quot;Declara de utilidade publica municipal a desapropriação dos terrenos da freguezia de Inhaúma pertencentes a Alexandrina Rosa de Carvalho.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;O Vice-Presidente da Republica dos Estados Unidos do Brazil, attendendo ao que expoz o presidente da Municipalidade da Capital Federal em officio de 31 de outubro proximo findo, decreta:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;É declarada de utilidade publica municipal, nos termos do decreto n. 602, de 24 de julho de 1890, visto serem necessarios á construcção de uma bateria de fornos de incineração de lixo, a desapropriação dos terrenos pertencentes a Alexandrina Rosa de Carvalho, sitos na freguezia de Inhaúma e que teem por limites, de um lado a estrada que se dirige ao porto de Inhaúma, e do outro o canal dos Manguinhos até ao mar, os quaes se acham descriptos na planta que acompanhou o citado officio.&amp;quot;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;A escolha por Manguinhos se deu pelo isolamento dos centros populosos e por sua fácil comunicação por mar e terra. Segundo Renato da Gama-Rosa Costa e Alexandre Pessoas:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;margin: 0cm 30.8pt 0.0001pt 21.3pt; text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“O Decreto oficial de 25 de maio de 1900 marca o nascimento da instituição. O decreto não apenas autorizava, por parte do Governo Federal, a conclusão das obras inciadas por Pedro Affonso em Manguinhos no ano anterior, como também transferia suas instalações, até então pertencentes ao Instituto Vacínico, de alçada municipal para a responsabilidade da Federação, com o nome do Instituto Soroterápico Federal.” (COSTA; PESSOAS, 2003, p. 32)&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Nos primeiros anos as atividades da instituição eram ditadas pelas demandas mais urgentes da sociedade. O Instituto Soroterápico Federal havia sido criado para resolver emergencialmente uma crise de saúde pública, ocasionada pela ameaça de um surto de peste bubônica, com o objetivo específico de substituir as importações do soro e da vacina contra a doença.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;A criação do Instituto Soroterápico Federal foi descrita detalhadamente na seção “Chronica” de o &#039;&#039;Brazil-Medico&#039;&#039;:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;margin: 0cm 1cm 0.0001pt; text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“Os novos laboratorios installados em Manguinhos (Inhauma) sob a direção do Professor Barão de Pedro Affonso e com a assistencia technica do Dr.Oswaldo Cruz, representam um incontestavel melhoramento, cuja utilidade practica poderá sêr brevemente apreciada na actual emergencia epidemica. (...) O 1º laboratorio, collocado sobre uma pequena collina, e destinado á cultura dos bacillos da peste e á preparação das vaccinas, tem uma sala central de esterilização, tendo na frente uma grande sala de trabalho com os microscopios e todos os apparelhos anexos. Ao lado da sala central há quatro outras menores, sendo: a primeira occupada pela grande estufa de cultura da peste;&amp;amp;nbsp; a segunda destinada á pequena cultura; a terceira á preparação dos caldos e outros meios de cultura;&amp;amp;nbsp; e a quarta, que é – um grande deposito de vidraria e material dos trabalhos. (...). Terminada a visita deste primeiro estabelecimento, dirigirão-se todos os visitantes para o segundo, installado a uma distancia de 500 metros sobre uma outra collina mais elevada. Em caminho foi visitada a enfermaria dos cavallos, collocada no valle que separa as duas colinas. (...). Uma vasta cocheira, para 30 animaes, perfeitamente ventilada, e, como as enfermarias, tendo todas as aberturas fechadas pro téla fina de arame. (....) Contiguo (...), está situado o dormitorio destinado aos medicos, funccionarios dos laboratorios, quando a necessidade dos trabalhos exigir a permanencia destes no edificio. A uma distancia de 20 metros deste edificio, está collocado o bioterio, em cujos fundos existe uma ampla sala de autopsias, com um pequeno forno de cremação.” (LABORATORIOS, 1900, p.287-288)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Contudo, o afastamento de seu primeiro diretor, o Barão de Pedro Affonso e, principalmente, a ascensão de &amp;lt;u&amp;gt;[[CRUZ, OSWALDO|Oswaldo Cruz]]&amp;lt;/u&amp;gt; à Diretoria Geral de Saúde Pública, representaram um ponto de inflexão na orientação das atividades da instituiçÃ. Desde 1903, enquanto discutia-se no Congresso reestruturações nos serviços sanitários, Oswaldo Cruz defendia o aumento das atribuições de Manguinhos. Embora sua proposta tenha sido vetada, o Instituto continuou funcionando de forma a colaborar com as campanhas de saneamento daquela Diretoria Geral de Saúde Pública.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Neste período, iniciou-se um processo de modernização das instalações do Instituto Soroterápico Federal:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;margin: 0cm 30.8pt 0.0001pt 21.3pt; text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“O projeto de substituição e de modernização das edificações do Instituto Soroterápico Federal, 1903-1907, previa a construção de outra cavalariça na Praça Pasteur, também de planimetria retangular no local onde foi construído o Quinino e um Biotério para grandes animais, alinhada à atual Cavalariça e situada no lado oposto do Pavilhão Mourisco.” (COSTA e PESSOAS, 2003, p. 48)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Com o passar do tempo, o Instituto afirmou-se no campo da medicina experimental dedicando-se à pesquisa, além da produção de soros e vacinas em grande escala e do ensino. Suas atividades pedagógicas visavam a formação dos quadros necessários à própria instituição e a difusão das ciências biomédicas no país.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Os Cursos de Aplicação&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br/&amp;gt; Nos primeiros anos do século XX, o Brasil possuía poucas instituições de ciências médicas. As instituições de ensino então existentes, a [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], a [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DA_BAHIA|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina da Bahia&amp;lt;/u&amp;gt;]], a [[FACULDADE_DE_MEDICINA_E_FARMÁCIA_DE_PORTO_ALEGRE|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina e Farmácia de Porto Alegre&amp;lt;/u&amp;gt;]] e a [[ESCOLA_DE_FARMÁCIA,_ODONTOLOGIA_E_OBSTETRÍCIA_DE_SÃO_PAULO|&amp;lt;u&amp;gt;Escola de Farmácia, Odontologia e Obstetrícia de São Paulo&amp;lt;/u&amp;gt;]] não tinham uma “tradição” no ensino da medicina experimental, fornecendo poucos microbiologistas treinados. Tal situação, obviamente, dificultava o recrutamento de profissionais para o Instituto Soroterápico Federal. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1903, Henrique da Rocha Lima iniciou a organização, ainda em bases informais, do ensino de bacteriologia, parasitologia, anatomia e histologia patológicas. Tais cursos, de natureza principalmente prática e experimental, destinavam-se aos estudantes de medicina que, desde 1901, freqüentavam os laboratórios do Instituto para preparar suas teses e também a profissionais já formados.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Muitos alunos desses cursos ingressavam nas linhas de pesquisa do próprio Instituto, primeiro como freqüentadores voluntários, sendo em alguns casos incorporados em seu quadro funcional. Outros tornavam-se sanitaristas, alguns chegando a ocupar importantes cargos nas instituições de saúde pública da Capital Federal e de outros estados.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em seu relatório referente ao ano de 1904, [[CRUZ,_OSWALDO|Oswaldo Cruz]] destacava a importância dessas atividades pedagógicas desenvolvidas pelo Instituto:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Continua o Instituto a servir de escola de medicina experimental para estudantes e médicos que se têm dedicado a este ramo de estudos; assim além de médicos que visitaram e frequentaram os laboratórios do Instituto, foi ele assiduamente frequentado por vários estudantes de medicina, que procuraram estudar com afinco certas questões relativas à hematologia, à soroterapia e à bacteriologia. (....) De novo peço para chamar a atenção de V. Ex. para o grande benefício que adviria ao nosso país se se desse uma nova organização ao Instituto, vasando-as nos moldes do Instituto Pasteur de Paris, concedendo-se-lhe a indispensável autonomia, sem o que será impossível imprimir-lhe um cunho próprio que lhe concenda os fóros de uma escola científica como são o Instituto Pasteur, em Paris, e os numerosos Institutos na Alemanha. No momento atual continuam a ser muito precárias as condições do Instituto de Manguinhos, instalado em uma velha casa, sem mesmo dispor das necessárias acomodações para abrigar os estudiosos que o procuram” (Apud CORTES, 1993, p.123-124)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pelo decreto nº 1.802 de 12 de dezembro de 1907, criou-se uma escola de veterinária, que compreendia patologia, higiene e terapêutica e, no ano seguinte, o Instituto passou a dispor de cursos de veterinária referentes à bacteriologia e parasitologia aplicadas à patologia, higiene e terapêutica veterinárias.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Nesses cursos eram admitidos médicos e veterinários e estudantes de Medicina e Veterinária. As aulas eram gratuitas, responsabilizando-se os alunos pelo material deteriorável. Para a inscrição os candidatos deviam requerer matrícula ao diretor.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“Em 12 de dezembro de 1907, Afonso Penna sancionou o decreto que transformou o Instituto Soroterápico em Institudo de Psicopatlogia Experimental de Manguinhos, possibilitando maior fluxo de créditos e estendendo seu campo de ação, ao mesmo tempo em que o transformava em escola de medicina experimental através dos cursos de aplicação. Com o decreto de n°6.892, de 19 d emarço de 1909, a Instituição passou a se chamar Instituto Oswaldo Cruz (IOC) e adquiriu a forma institucional que permaneceria até a década de 30. O primeiro regimento do Instituto data de 19 de março de 1908, e o modelo baseado na pesquisa, no ensino e na produção que então se formava completava-se e sustentava-se mutuamente.” (COSTA e PESSOAS, 2003, pp. 59-60)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Ao final da década de 1910 parte da infra-estrutura do Instituto Soroterápico construída em 1903 desaparece, sendo parte dela: gaiolas para macacos, gaiola para cobras e cobais, cocheira e a antiga sede do Instituto Soroterápico. A denominação “cursos de aplicação” apareceu pela primeira vez no decreto nº 13.527 de 26 de março de 1919, embora fossem assim chamados informalmente há mais tempo.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;A denominação acentuava o caráter prático dos cursos, realizados anualmente, sendo relativos à microbiologia, à parasitologia e à zoologia médica, e divididos em duas partes: uma de microbiologia e outra de zoologia médica.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Além de médicos e veterinários, também eram admitidos naturalistas nos cursos, desde que apresentassem “títulos de idoneidade bastante” e, a partir de 1931, também foram aceitos farmacêuticos.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Os programas deviam ser formulados anualmente pelo diretor e distribuídos entre funcionários técnicos para sua execução.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Aos alunos que concluíam esses cursos concedia-se um diploma e, àquele que obtivesse o primeiro lugar, por ordem de merecimento, era conferida a medalha “Prêmio Oswaldo Cruz”&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;./&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1920, o Instituto Vacínico passou para o terreno do IOC, para atender às necessidades dos serviços de profilaxia contra a varíola.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O decreto nº 17.512 de 5 de novembro de 1926 determinou uma série de modificações nos cursos de aplicação, que passaram a englobar o ensino de bacteriologia, imunidade, micologia, protozoologia, helmintologia, entomologia, zoologia médica e anatomia patológica. Eram divididos em três partes: a primeira constando de bacteriologia e imunidade; a segunda de micologia, protozoologia, helmintologia, entomologia e zoologia médica; e a terceira de anatomia patológica.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Os alunos podiam inscrever-se no curso todo ou em apenas uma das partes. Esta organização do curso acompanhava a nova divisão em seções do Instituto, promovida pela mesma reforma.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O aproveitamento dos alunos era avaliado por meio de exames finais ou sabatinas periódicas, e ao aluno diplomado no curso era facultada a admissão no curso especial de Higiene e Saúde Pública criado pela reforma do ensino de 1925, anexo à Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Os cursos de aplicação do Instituto Oswaldo Cruz tiveram grande influência na formação de várias gerações de pesquisadores e sanitaristas, brasileiros e sul-americanos. No Brasil, serviram-se de discípulos de Manguinhos, principalmente, o [[INSTITUTO_BACTERIOLÓGICO_DO_ESTADO_DE_SÃO_PAULO|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Bacteriológico do Estado de São Paulo&amp;lt;/u&amp;gt;]] e o [[INSTITUTO_BUTANTAN|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Butantan&amp;lt;/u&amp;gt;]], além do próprio Instituto Oswaldo Cruz. O Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia também valeu-se do auxílio de técnicos de Manguinhos. Argentina, Bolívia, Colômbia, Costa Rica, Equador, Nicarágua, Paraguai e Peru foram alguns dos países que enviaram técnicos para se especializar no Instituto Oswaldo Cruz. Voltando a seus países de origem, esses profissionais formados no Instituto passaram a ocupar importantes cargos na pesquisa científica, no magistério, na administração, na política e na diplomacia. &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt; Formaram-se na primeira turma do curso, em 1908: Astrogildo Machado, Martin Francisco Bueno de Andrade, Antônio de Castro Leão Velloso Filho, Jaú de Lima Castelo Branco, Octávio Coelho de Magalhães, José Jesuíno Maciel, &amp;amp;nbsp;Mário Floriano de Toledo e Oscar Públio Constâncio de Mello.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Pesquisa Médico-Experimental&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br/&amp;gt; Em 1904, por meio do decreto nº 1.151 de 5 de janeiro, o Governo entrava em acordo com a municipalidade do Distrito Federal para a cessão da propriedade de Manguinhos ao Instituto Soroterápico Federal, mediante indenização. Em contrapartida, o Instituto passava a ser, pelo mesmo decreto, &amp;quot;obrigado a fornecer gratuitamente aos Estados e municípios que os solicitarem os soros e as vacinas que preparar, não incluída no número destas a vacina antivariólica&amp;quot;.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1907, através do decreto nº 1.802 de 12 de dezembro, era criado o Instituto de Patologia Experimental de Manguinhos, rebatizado no ano seguinte &amp;amp;nbsp;com o nome de seu diretor, Oswaldo Cruz.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Como Instituto de Patologia Experimental, Manguinhos possuía “inteira e franca autonomia nas investigações técnico-científicas” e destinava-se “ao estudo das moléstias infectuosas e parasitárias do homem, dos animais e das plantas; a questões referentes a higiene e zoologia; ao preparo de soros terapêuticos e demais produtos congêneres destinados ao tratamento e profilaxia da moléstia; e a ter uma escola de veterinária, compreendendo a patologia, a higiene e terapêutica, mas na medida dos trabalhos científicos ocorrentes”. &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A parte técnico-científica do Instituto ficava a cargo de um diretor, dois chefes de serviço e seis assistentes, sendo o diretor e os chefes de serviço nomeados pelo Presidente da República.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Eram atribuições do diretor: a orientação e direção dos trabalhos científicos; a representação do Instituto em todas as relações; a exposição anual de um relatório ao Ministério da Justiça e Negócios Interiores; a distribuição dos serviços e tarefas pelos chefes de serviço, assistentes e demais funcionários; a proposição ao Governo da contratação de profissionais; a nomeação e demissão do “pessoal subalterno”; a fiscalização da venda de vacinas e soros; a solicitação ao Governo de permissão para o envio do pessoal do Instituto a regiões do país e para o exterior, com intuito de estudar questões científicas; as informações enviadas ao Governo quanto às admissões nos cursos do Instituto; e a autorização para as publicações de trabalhos científicos. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A partir de 1919, também era previsto por lei que o diretor &amp;amp;nbsp;pudesse propor ao Governo o contrato de estrangeiros para o aperfeiçoamento nos trabalhos do Instituto.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1908, o Instituto Oswaldo Cruz se separou da Diretoria Geral de Saúde Pública, ficando subordinado diretamente ao Ministério da Justiça. Os chefes de serviço eram escolhidos entre os assistentes e seus cargos tornavam-se vitalícios após dez anos de serviço. Quando havia vaga, o diretor indicava o assistente a ser promovido e, no caso de igualdade por merecimento, o mais antigo tinha a preferência. Cabia aos chefes de serviço efetuar estudos e desempenhar funções que lhes eram designadas pelo diretor.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Os assistentes eram nomeados pelo Presidente da República mediante concurso, exceto as primeiras nomeações. Esse cargo também adquiria caráter vitalício após dez anos de serviço. A partir de 1919, os assistentes passaram a ser nomeados por promoção, entre os adjuntos, obedecendo aos mesmos critérios utilizados na escolha do chefe de serviço. Aos assistentes competia efetuar os estudos e atuar nas comissões que o diretor e os chefes de serviço lhes designassem. Eram distribuídos por especialidades, conforme os assuntos dos quais se ocupava o Instituto. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Também a partir de 1919, de acordo com o decreto nº 13.527 de 26 de março, escolhia-se dentre os médicos “competentes e de reconhecida idoneidade moral”, um secretário, que devia a dirigir os trabalhos da secretaria, com todos os funcionários administrativos do Instituto subordinados a ele.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O secretário devia ainda auxiliar o diretor na administração e organização do orçamento anual das despesas, fiscalizando diversos serviços, como a venda de produtos fabricados pelo Instituto; atender a todos os trabalhos relativos à correspondência do Instituto; lavrar os termos de posse dos empregados; providenciar os fornecimentos que deviam ser feitos; fiscalizar a escrituração de todos os serviços; e encaminhar, na ausência temporária do diretor, os assuntos urgentes da administração.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A venda de vacinas, soros e outros produtos biológicos era concedida ao Instituto, devendo ser vendidos conforme um tabelamento. Contudo, estes deviam ser fornecidos gratuitamente às autoridades durante períodos de epidemia. Também a prestação de serviços científicos e profiláticos a orgãos públicos e privados era permitida ao Instituto Oswaldo Cruz, que podia criar filiais em outras regiões do país. Da venda de produtos a instituição passou a retirar parte expressiva de sua receita, aplicando este dinheiro em pesquisas.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Para pesquisas que fossem efetuadas de acordo com a requisição dos governos estaduais ou de particulares, cabia aos interessados facilitar todos os meios necessários para o transporte do pessoal e do material, podendo ser instalados laboratórios filiais nas zonas em que se tornassem necessários.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A atuação do Instituto Oswaldo Cruz nos Estados e no interior do território nacional deu-se através da instalação de centros regionais de pesquisa e de expedições científicas.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Contratadas por empresas públicas e privadas, as expedições do Instituto, em particular as realizadas entre 1911 e 1913, foram responsáveis pela produção de um amplo conhecimento sobre as populações do interior do país. Os registros produzidos pelos cientistas expedicionários do Instituto Oswaldo Cruz provocaram impacto na Capital Federal e influíram nas idéias de sanitaristas, intelectuais e governantes a respeito das explicações para o atraso do país e das prioridades na área da saúde pública.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1906, [[CHAGAS,_CARLOS_RIBEIRO_JUSTINIANO|&amp;lt;u&amp;gt;Carlos Ribeiro Justiniano Chagas&amp;lt;/u&amp;gt;]] realizou a primeira campanha contra a malária no Brasil, em São Paulo, nas obras de construção de uma usina hidrelétrica da Companhia Docas de Santos. Outras empresas e entidades também se beneficiaram das atividades do Instituto: a Inspetoria de Obras contra as Secas; o Serviço de Defesa da Borracha; e as Estradas de Ferro Central do Brasil, Noroeste do Brasil e Madeira-Mamoré. Para estas, o Instituto organizou expedições científicas com o objetivo de empreender ações de caráter profilático e estudar os hábitos das populações dessas regiões, relacionando-os com questões sanitárias.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Nos centros de pesquisa deviam ser realizados serviços ligados à higiene e à patologia regionais, especialmente aqueles que relacionavam-se com trabalhos de saneamento rural. Também eram estudados assuntos como veterinária e química aplicada, que tivessem vínculos com o desenvolvimento econômico da região.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Dois centros de pesquisa se transformaram em filiais e, mais tarde, conquistaram autonomia, passando para o âmbito das administrações estaduais, como foi o caso do Instituto Ezequiel Dias, de Belo Horizonte, e do Instituto Oswaldo Cruz, em São Luís no Maranhão.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Os postos de Lassance e Bambuí, durante muitos anos dedicados ao estudo da doença de Chagas, tiveram um papel significativo. Pelo posto de Lassance, criado em 1919 numa estação da Estrada de Ferro Central do Brasil, passaram quase todos os membros mais antigos do Instituto, muitas vezes demorando meses ou até anos. Foi o caso de [[CHAGAS,_CARLOS_RIBEIRO_JUSTINIANO|&amp;lt;u&amp;gt;Carlos Ribeiro Justiniano Chagas&amp;lt;/u&amp;gt;]], Eurico de Azevedo Villela, Carlos Bastos Magarinos Torres, Leocádio Chaves, Belisário Augusto de Oliveira Penna, Astrogildo Machado, Henrique de Beaurepaire Rohan Aragão, César Guerreiro, Antonio Eugênio de Arêa-Leão, Emmanuel Dias, Octávio Coelho de Magalhães, Gustavo Mendes de Oliveira Castro, Nicanor Botafogo-Gonçalves da Silva e César Pinto entre outros. Lassance também recebeu a visita de personalidades ilustres da medicina nacional como Miguel de Oliveira Couto, Miguel da Silva Pereira, [[MOREIRA,_JULIANO|&amp;lt;u&amp;gt;Juliano Moreira&amp;lt;/u&amp;gt;]], Antônio Austregesilo Rodrigues de Lima, Antonio Fernandes Figueira, Henrique Figueiredo de Vasconcellos, Alfredo Nascimento, e estrangeiras como Emile Brumpt e Kotaro Kohda.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Desde 1911, o Instituto fabricava os &amp;quot;soros curativos&amp;quot;: antipestoso, anti-diftérico, antitetânico, antiestreptocócico, antidisentérico e antiparatífico. Produzia também os soros aglutinantes para tifo, paratifo A, paratifo B, coli, disenterias, cólera, estreptococo, enteritidis, tuberculina e maleína. Preparava ainda as vacinas contra a peste bubônica, contra o carbúnculo bacteridiano e o sintomático e contra a espirilose das galinhas.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1919, ainda pelo decreto nº 13.527 de 26 de março, o Instituto Oswaldo Cruz sofreu uma importante reorganização. Continuava subordinado ao Ministério da Justiça e Negócios Interiores, usufruindo de franca autonomia nas investigações científicas, mas ampliou suas atribuições incorporando a “execução dos serviços de medicamentos oficiais” e a “realização de cursos práticos relativos à microbiologia, à parasitologia e à zoologia médica&amp;quot;.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O serviço de medicamentos oficiais de que foi incumbido o Instituto Oswaldo Cruz fazia parte da seção de química aplicada. A fiscalização desses serviços ficava a cargo de um funcionário técnico do Instituto designado pelo diretor.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Medicamentos chamados oficiais eram aqueles destinados ao combate das doenças endêmicas e epidêmicas, e vendidos pelo Estado. Porém, a medida dizia respeito, mais precisamente, à manipulação da quinina, necessária à profilaxia da malária, doença que acometia as populações do interior do país em larga escala, e cujo combate era um dos objetivos do movimento sanitarista que tinha como bandeira o saneamento rural, visto como condição para o progresso do país.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Produtos biológicos que resultassem de descobertas de funcionários do Instituto, e que obtivessem a patente de invenção, podiam ser fabricados e comercializados pelo estabelecimento, mediante um acordo com os respectivos descobridores.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;De acordo com a lei, além disso, para as investigações científicas do Instituto, o diretor ou qualquer funcionário designado por ele, tinha ingresso nos hospitais sujeitos à administração sanitária do governo da União, “solicitando das respectivas autoridades que lhe permitam colher os elementos necessários às investigações&amp;quot;. O diretor do Instituto podia, então, entrar em acordo com as administrações dos hospitais, “a fim de aí estabelecer os meios necessários a investigações científicas, fazendo as instalações que forem convenientes e destacando pessoal técnico para os respectivos trabalhos&amp;quot;. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O decreto de 1919 também estabelecia que o Instituto mantivesse um hospital de estudos, especialmente destinado a moléstias microbianas e parasitárias do Brasil. Nesse hospital, eram internados doentes de relevância para as pesquisas científicas, destinadas ao esclarecimento de problemas de patologia, de terapêutica e de profilaxia. Os trabalhos desenvolvidos no hospital ficavam sob a orientação e responsabilidade do diretor do Instituto. Apenas em 1926 esse hospital ganhou o nome oficial de Hospital Oswaldo Cruz, embora fosse assim conhecido há mais tempo. Além disso, o Instituto também manteve um hospital regional e um laboratório rural na estação de Lassance, sendo esta instalação de trabalho passível de transferência para qualquer região do país.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Com a ampliação das atribuições do Instituto promovida pela reforma de 1919, o quadro de pessoal também teve de sofrer alterações, passando a constituir-se de um diretor, seis chefes de serviço, nove assistentes, sete adjuntos de assistentes e um secretário. Além destes, a instituição contratou com sua renda própria mais um chefe de serviço, um assistente e um adjunto de assistente contratado.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A seção de anatomia patológica foi ampliada pelas maiores exigências do serviço, tendo sido contratado o professor americano Bowman Crowell, da Fundação Rockfeller. Este departamento possuía museu de anatomia patológica, visando especialmente as doenças tropicais. Além disso, foi também instalada uma seção de fisiologia.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No mesmo ano de 1919, o Serviço de Profilaxia Rural também sofreu uma reorganização, com seus funcionários podendo ser designados tanto para a Diretoria Geral de Saúde Pública, como para o Instituto Oswaldo Cruz. Além disso, os medicamentos necessários ao serviço de profilaxia rural passaram a ser fornecidos pelo Instituto, que mantinha em seus laboratórios um depósito permanente de vacinas, soros e outros produtos biológicos para atender as necessidades do serviço.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1920, por determinação do art. 1.185 do decreto nº 14.354 de 15 de setembro, que aprovava o regulamento do Departamento Nacional de Saúde Pública, &amp;amp;nbsp;a produção da vacina antivariólica passava a ser atribuição do Instituto. A instalação de um Instituto Vacinogênico, incorporada à estrutura do Instituto Oswaldo Cruz, seria realizada mediante indenização ao Barão de Pedro Affonso Franco, proprietário do [[INSTITUTO_VACÍNICO_MUNICIPAL|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Vacínico Municipal&amp;lt;/u&amp;gt;]], pela rescisão do seu contrato. O Instituto Vacinogênico Federal acabou regulamentado pelo decreto nº 14.629 de 17 de janeiro de 1921, “constituindo uma seção técnica, destinada a cultura, preparo e fornecimento da vacina anti-variólica e a realizar todos os serviços correlatos”. Com isso, o fornecimento da vacina passava a ser gratuito ao Departamento Nacional de Saúde Pública e aos Serviços de Higiene e Assistência Pública da União e dos Estados. Pelo mesmo decreto, o Instituto Vacinogênico Federal deveria manter no centro da cidade um posto destinado à vacinação.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;O decreto nº 17.512, de 5 de novembro de 1926, instituiu um novo regulamento para o Instituto Oswaldo Cruz, definido como um instituto de patologia experimental, subordinado ao Ministério da Justiça e Negócios Interiores, e tendo os seguintes objetivos:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;os estudos de patologia experimental, zoologia médica, veterinária, micologia, fitopatologia, anatomia patológica; estudos de higiene e saúde pública; estudos de fisiologia e química aplicada; o preparo de produtos biológicos e quimícos destinados ao tratamento e profilaxia das doenças dos homens e animais; o preparo da vacina anti-variólica; a execução dos serviços de medicamentos oficiais; as análises de soros, vacinas e produtos biológicos colocados no mercado, e a realização de cursos práticos de microbiologia, zoologia médica e anatomia patológica.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;A novidade do regulamento de 1926, porém, estava na distribuição dos trabalhos do Instituto em seções científicas (bacteriologia e imunidade, zoologia médica, micologia fito-patologia, anatomia patológica, hospitais, química aplicada), seções administrativas (secretaria, tesouraria, zeladoria, almoxarifado, arquivo|), e seções auxiliares (biblioteca, museu, desenho fotografia e microfotografia, tipografia, esterilização e preparação de meios de cultura, distribuição de soros e vacinas, biotério e cavalariças, carpintaria, conservação dos imóveis e estradas, oficina de encadernação, oficina de preparação de ampolas e aparelhos de vidro).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Esta divisão em seções expressava a ampliação e maior complexidade das atividades do Instituto a partir de 1919, e seria acompanhada de uma nova organização do curso de aplicação. &amp;lt;span style=&amp;quot;letter-spacing:-.1pt&amp;quot;&amp;gt;O desenvolvimento paralelo dessas duas atividades demonstra a complementariedade entre pesquisa e ensino posta em prática pelo Instituto de Manguinhos desde os primeiros anos de sua existência.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Outro aspecto destacado neste regulamento foi atribuir aos funcionários da instituição os direitos de funcionários públicos federais, sendo suas licenças e aposentadorias reguladas pelas leis vigentes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;O referido decreto estabeleceu, ainda, que, por ocasião de epidemias, o Instituto Oswaldo Cruz deveria fornecer, gratuitamente, às autoridades sanitárias que o requisitarem, os soros terapêuticos e as vacinas de acordo com os seus recursos e sua capacidade de produção.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em seu art. 90º, o decreto de&amp;amp;nbsp;1926 afirmou que o Instituto teria uma renda própria, constituída pelo resultado da venda de soros, de vacinas e outros produtos,&amp;amp;nbsp; e pelos recebimentos em virtude de pesquisas, análises e/ou trabalhos realizados por solicitação oficial ou de particulares. As vacinas, os soros e demais produtos seriam vendidos de acordo com uma tabela de preços organizada pelo diretor e aprovada pelo ministro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;E afirmou, também, que os produtos biológicos e quimioterápicos, resultados de descobertas de funcionários técnicos da instituição, e dos quais tiverem sido obtidas patentes de invenção, poderão ser fabricados e vendidos pelo Instituto, após acordo com os respectivos descobridores.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;A aplicação desta renda própria da instituição deveria ser aplicada, parte em trabalhos internos que interessassem ao estabelecimento, e parte na formação de seu patrimônio. A destinação de parte destes recursos aos trabalhos internos deveria ser feita de acordo com uma tabela orçamentária, a ser organizada anualmente pelo diretor de Manguinhos e aprovada pelo ministro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em 14 de novembro de 1930, por meio do decreto nº 19.402 foi criado o Ministério dos Negócios da Educação e Saúde Pública, ao qual pertenceriam os seguintes estabelecimentos: o Departamento do Ensino, o [[INSTITUTO_BENJAMIN_CONSTANT|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Benjamim Constant&amp;lt;/u&amp;gt;]], a Escola Nacional de Belas Artes, o Instituto Nacional de Música, o [[INSTITUTO_NACIONAL_DE_SURDOS_MUDOS|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Nacional de Surdos Mudos&amp;lt;/u&amp;gt;]], a Escola de Aprendizes Artífices, a Escola Normal do Artes e Ofícios Venceslau Braz, a Superintendência dos Estabelecimentos do Ensino Comercial, o Departamento de Saúde Pública, o [[INSTITUTO_OSWALDO_CRUZ|Instituto Oswaldo Cruz]], o [[MUSEU_NACIONAL|&amp;lt;u&amp;gt;Museu Nacional&amp;lt;/u&amp;gt;]] e a Assistência Hospitalar.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em seguida, em 1º de dezembro de 1930, o decreto n ° 19.444 estabeleceu a organização do Ministério da Educação e Saúde Pública, da seguinte forma:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:0cm; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“Art. 1º O Ministério da Educação e Saude Pública se comporá de um Gabinete, uma Diretoria e quatro Departamentos, todos independentes entre si e imediatamente subordinados ao ministro, com as denominações de: &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:0cm; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;a) Gabinete do Ministro;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:0cm; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;b) Diretoria de Contabilidade;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:0cm; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;c) Departamento Nacional do Ensino;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:0cm; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;d) Departamento Nacional de Saude Pública;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:0cm; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;e) Departamento Nacional de Medicina Experimental, e&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:0cm; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;f) Departamento Nacional de Assistência Pública”. (BRASIL Decreto, 1930(b) )&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Conforme o decreto nº 19.444, o Departamento Nacional de Medicina Experimental seria composto pelo Instituto Osvaldo Cruz, e por estabelecimentos federais congêneres existentes no país. Desta forma, o Instituto passou a ser diretamente subordinado ao Ministério da Educação e Saúde Pública.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Pelo decreto nº 20.043, de 27 de maio de 1931, foi aprovado o regulamento do Departamento Nacional de Medicina Experimental, e estabelecido que o Instituto Oswaldo Cruz teria como função primordial as investigações científicas no domínio da patologia experimental e de outros ramos da biologia. Em seu art. 5º tratou da abrangência das atividades técnico-científicas da instituição:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;artigo&amp;quot; style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:0cm; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;background:white&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;“&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;Art. 3º A atividade técnico-científica do Instituto Oswaldo Cruz abrangerá:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;alnea&amp;quot; style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:0cm; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;background:white&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;a) estudos de patologia humana, especialmente de doenças infectuosas e parasitárias;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;alnea&amp;quot; style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:0cm; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;background:white&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;b) estudos de patologia experimental, de zoologia médica, de veterinária, de micologia, de fitopatologia e de anatomia patológica;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;alnea&amp;quot; style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:0cm; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;background:white&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;c) estudos de higiene o saude pública, especialmente de epidemiologia;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;alnea&amp;quot; style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:0cm; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;background:white&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;d) estudos de fisiologia e de química-física aplicada;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;alnea&amp;quot; style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:0cm; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;background:white&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;e) preparo de produtos biológicos e químicos, destinados ao tratamento e à profilaxia das doenças do homem e dos animais;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;alnea&amp;quot; style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:0cm; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;background:white&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;f) preparo da vacina anti-variólica (lei n. 3.987, de 2 de janeiro de 1920);&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;alnea&amp;quot; style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:0cm; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;background:white&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;g) execução do Serviço de Medicamentos Oficiais (decreto número 13.159, de 28 de agosto de 1918):&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;alnea&amp;quot; style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:0cm; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;background:white&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;h) análises de soros, vacinas e outros produtos biológicos colocados no mercado (lei n. 3.987, de 2 de janeiro de 1920);&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;alnea&amp;quot; style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:0cm; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;background:white&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;i) realização de cursos práticos relativos a quaisquer dos ramos da biologia estudados no Instituto”. (BRASIL. Decreto, 1931)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Neste regulamento do Departamento Nacional de Medicina Experimental, foi mantida a atribuição ao Instituto em fornecer gratuitamente, por ocasião de epidemias, às autoridades sanitárias que o requisitarem, soros terapêuticos e vacinas. Manteve, praticamente da mesma forma, como havia sido estabelecido no decreto de 1926, a realização dos trabalhos da instituição em seções científicas, seções administrativas e seções auxiliares. A única alteração foi a inclusão de biotérios como uma seção em separado, além de seção biotérios e cavalariças.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Foram mantidos, neste regulamento de 1931, os dispostos anteriormente, em 1926, com relação à renda própria da instituição, constituída pela venda de soros, vacinas e outros produtos, aos produtos que eram resultados de descobertas de funcionários e técnicos de Manguinhos, e à tabela de preços para os mesmos. Igualmente mantido o estabelecido com relação aos procedimentos e encaminhamentos referentes à aplicação da renda interna na instituição, como havia sido definido anteriormente.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;O decreto de 1931 propôs, ainda, a criação de outras filiais do Instituto, além das já existentes em Belo Horizonte e São Luiz do Maranhão, em conformidade com as necessidades de serviços e pesquisas regionais e o provimento de recursos para tal fim.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;A Lei nº 378, de 13 de janeiro de 1937, conferiu nova organização ao Ministério da Educação e Saúde Pública, com órgãos de direção, órgãos de execução, e órgãos de cooperação. Nos órgãos de execução, em relação aos serviços relativos à saúde, estabeleceu os serviços destinados à investigação, os serviços de saúde do Distrito Federal e os serviços de saúde de todo país. Como parte dos serviços destinados à investigação, o decreto definiu a criação de um Instituto Nacional de Saúde Pública, ao qual caberia a realização sistemática e permanente de estudos e pesquisas sobre os assuntos de saúde pública de interesse para o país, e de um Instituto Nacional de Puericultura, para os assuntos da maternidade e saúde da criança.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Entre os serviços relativos à educação, estabelecidos na Lei nº378, estavam as instituições de educação escolar e de educação extraescolar, e entre estas últimas, aparece o “Instituto Oswaldo Cruz, como instituição de caracter scientifico, destinada á realização de pesquisas no domínio da pathologia experimental e de outros ramos da biologia” (BRASIL. Lei, 1937).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;O Instituto Nacional de Saúde Pública acabou não se efetivando, e no final de 1937, o decreto-lei nº82, de 18 de dezembro, definiu sua incorporação ao Instituto Oswaldo Cruz. A esta instituição caberia a realização de investigações cientificas relacionadas aos problemas da saúde humana. As pesquisas realizadas pelo Instituto Oswaldo Cruz deveriam atender às necessidades de aplicação, mediante solicitação do Departamento Nacional de Saúde e aprovação do ministro. Na estrutura do Ministério da Educação e Saúde, o Instituto Osvaldo Cruz estaria entre os órgãos de execução, como um dos serviços relativos à saúde.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Publicações oficiais&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pelo decreto nº 1.802 de 12 de dezembro de 1907, autorizava-se a publicação da revista &#039;&#039;Memórias do Instituto Oswaldo Cruz&#039;&#039;, que só começou a ser editada em 1909, sendo então considerada como uma das mais importantes revistas de pesquisa biomédica na América Latina (STEPAN, 1976). O periódico era constituído somente por trabalhos aprovados pelo diretor da instituição e devia ser distribuído nas escolas profissionais de medicina, veterinária e agricultura existentes no país, além de constituir-se em um objeto de permuta com as publicações estrangeiras de mesmo gênero.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Weltman (1992) ressalta o fato de que muitos dos cientistas estrangeiros que atuaram no Instituto Oswaldo Cruz, como Stanislas von Prowazek, Gustav Giemsa, Max Hartmann e Hermann Duerck, tinham o compromisso de ministrarem cursos e de publicarem os seus trabalhos nas &#039;&#039;Memórias do Instituto Oswaldo Cruz&#039;&#039;, &amp;amp;nbsp;conforme estabelecido nos seus contratos, e assim o fizeram.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;O Tomo I/fascículo I das &#039;&#039;Memórias do Instituto Oswaldo Cruz&#039;&#039;, lançado em 1909, apresentou oito artigos, em duas colunas e em formato bilíngue, em português e em uma outra língua (alemão, francês ou inglês). A publicação em outras línguas era uma prática comum entre os periódicos científicos de então, com o objetivo de estreitar as relações com a comunidade científica internacional. Com uma capa verde musgo, as &#039;&#039;Memórias&#039;&#039; apresentavam, em letras maiúsculas o ex-libris da instituição, do IOC,&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;com um desenho da estampa do castelo, de Manguinhos, e de um microscópio, juntamente com os dizeres em latim “&#039;&#039;Causoe Oestimatio Soepe Morbum Solvit&#039;&#039;” (“A avaliação da causa muitas vezes soluciona a doença”).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;As &#039;&#039;Memórias do Instituto Oswaldo Cruz&#039;&#039; apresentavam artigos, editoriais, revisões, comunicações breves, anúncios, notas técnicas, carta de leitores, cartas aos editores, informes, biografias e homenagens. Em seu primeiro Tomo/ volume 2, em agosto de 1909, publicou um trabalho original e inédito, o artigo “Nova trypanozomiase humana: estudos sobre a morfolojia e o ciclo evolutivo do Schizotrypanum cruzi n. gen., n. sp., ajente etiolojico de nova entidade morbida do homem”, de Carlos Chagas sobre uma doença até então desconhecida, a “Doença de Chagas.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1919, o decreto nº 13.527, de 26 de março, estabeleceu que, além das &#039;&#039;Memórias do Instituto Oswaldo Cruz&#039;&#039;, fossem publicados boletins mensais que contivessem notas prévias a respeito dos assuntos estudados e o resumo da literatura científica do Instituto. A impressão das Memórias e dos boletins era realizada nas oficinas da própria instituição.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Trabalhos e pesquisas do Instituto, conforme o decreto nº 17.512 de 05 de novembro de 1926, somente podiam ser publicados nas Memórias, nos boletins ou em separado. Em casos especiais, a publicação devia ser autorizada pelo diretor e conter um subtítulo “Trabalho do Instituto Oswaldo Cruz”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:0cm; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;quot;Art. 75. Os trabalhos do Instituto serão publicados nas “Memorias do Instituto Oswaldo Cruz”, as quaes apparecerão á medida que os trabalhos forem concluidos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:0cm; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;§ 1º Além das “Memorias” poderão ser publicados boletins mensaes e separados, os quaes conterão notas prévias sobre assumptos estudados e o resumo da litteratura scientifica de interesse para os trabalhos do Instituto.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:0cm; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;§ 2º A impressão das publicações será realizada nas officinas do Instituto; e os trabalhos accessorios, taes como o preparo das estampas, etc., poderão ser feitos onde maiores vantagens houver, para que a sua realização se torne a mais perfeita possivel.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:0cm; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;§ 3º O Instituto procurará realizar, á medida que as suas condições financeiras o permittirem, installações para todos os serviços necessarios ás illustrações das “Memorias”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:0cm; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;§ 4º Os trahalhos das “Memorias” poderão ser publicados em diversas linguas; havendo, sempre, uma edição em portuguez.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:0cm; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;§ 5º As “Memorias” serão distribuidas pelas escolas profissionaes de medicina, de veterinaria e de agricultura, e pelas instituições scientificas do paiz; constituindo objecto de permuta com as publicações nacionaes e estrangeiras do mesmo genero.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:0cm; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;§ 6º Só poderão ser publicados, com o nome e a responsabilidade do Instituto, os trabalhos approvados pelo director.&amp;quot; (BRASIL. Decreto, 1926)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Entre 1909 e 1911, a periodicidade das &#039;&#039;Memórias&#039;&#039; foi semestral, e a partir de 1912 variou de forma anual, semestral, trimestral ou quadrimestral. Nos anos de 1922, 1930, 1934, 1943, 1944 e 1945, foram publicados dois volumes por ano, e em 1996, seis números por volume. A partir de 1981 a periodicidade era quadrimestral, com edições suplementares, e de 1995 a 2000 tornou-se bimestral. Foram publicadas, entre 2001-2015, oito edições, além do suplemento, e atualmente sua publicação é mensal. Sua publicação foi interrompida em 1977, em decorrência do cenário político e institucional, sendo retomada em 1980. Neste período vivenciou-se o “Massacre de Manguinhos”, o afastamento compulsório de cientistas, inclusive de Herman Lent, então responsável pela revista.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;A revista &#039;&#039;Memórias do Instituto Oswaldo Cruz&#039;&#039; se consolidou como um importante periódico no cenário internacional, como a publicação latino-americana mais citada na categoria “medicina – pesquisa experimental”, conforme o Institute for Scientific Information (ISI). Além das &#039;&#039;Memórias&#039;&#039;, que se encontra atualmente indexada em inúmeras bases de dados internacionais, a Fiocruz publica também as revistas &#039;&#039;Cadernos de Saúde Pública &#039;&#039;e&#039;&#039;&amp;amp;nbsp; História, Ciências e Saúde-Manguinhos.&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font style=&amp;quot;font-size: 10pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
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= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa - João Braga Arêas.&amp;lt;br /&amp;gt; Redação - Patrícia Santos Hansen.&amp;lt;br /&amp;gt; Revisão - Francisco José Chagas Madureira.&amp;lt;br /&amp;gt; Consultoria - Jaime Larry Benchimol.&amp;lt;br /&amp;gt; Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
= Forma de citação =&lt;br /&gt;
{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Dicionário Histórico-Biográfico das Ciências da Saúde no Brasil (1832-1930)&amp;lt;br /&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Rachel.froes</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=FACULDADE_DE_FARM%C3%81CIA_E_ODONTOLOGIA_DO_CEAR%C3%81&amp;diff=1535</id>
		<title>FACULDADE DE FARMÁCIA E ODONTOLOGIA DO CEARÁ</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=FACULDADE_DE_FARM%C3%81CIA_E_ODONTOLOGIA_DO_CEAR%C3%81&amp;diff=1535"/>
		<updated>2023-08-24T15:31:56Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Rachel.froes: /* Fontes */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Denominações:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Faculdade de Farmácia e Odontologia do Ceará (1916); [[FACULDADE_DE_FARMÁCIA_E_ODONTOLOGIA_DA_UNIVERSIDADE_DO_CEARÁ|Faculdade de Farmácia e Odontologia da Universidade do Ceará]] (1954); [[FACULDADE_DE_FARMÁCIA_E_FACULDADE_DE_ODONTOLOGIA_DA_UNIVERSIDADE_FEDERAL_DO_CEARÁ|Faculdade de Farmácia e Faculdade de Odontologia da Universidade Federal do Ceará]] (1965)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;A Faculdade de Farmácia e Odontologia do Ceará foi fundada em 12 de março de 1916, por iniciativa de um grupo de médicos, farmacêuticos e dentistas. Inicialmente funcionou no Centro Espírita Cearense, mudando-se diversas vezes até 1923, quando conseguiu uma sede própria situada na rua Barão do Rio Branco, na cidade de Fortaleza, Estado do Ceará. A partir de 1950, foi incorporada à Universidade do Ceará, desmembrando-se depois em Faculdade de Farmácia e Faculdade de Odontologia, como duas unidades da Universidade Federal do Ceará.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Histórico&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A iniciativa de fundar uma instituição de ensino médico na capital do Estado do Ceará partiu de um grupo de médicos, dentistas e farmacêuticos, tendo à frente o cearense Francisco de Sá Roriz, diplomado em odontologia no ano de 1912 pela então [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DE_PORTO_ALEGRE|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina de Porto Alegre&amp;lt;/u&amp;gt;]]. Inicialmente, o objetivo era a criação de uma faculdade de medicina, mas devido à escassez de recursos decidiu-se pela Faculdade de Farmácia e Odontologia. Depois de reuniões consecutivas no consultório dentário de Raymundo Gomes, a instituição foi fundada no dia 12 de março de 1916. Nesta época, na região norte e nordeste, já haviam sido criadas a [[ESCOLA_DE_FARMÁCIA_DO_PARÁ|Escola de Farmácia do Pará]] e Escola Livre de Odontologia do Pará; [[ESCOLA_DE_FARMÁCIA_DE_PERNAMBUCO|Escola de Farmácia de Pernambuco]] e a [[ESCOLA_DE_ODONTOLOGIA_DE_PERNAMBUCO|Escola de Odontologia de Pernambuco]]. Nas cidades de Salvador e do Rio de Janeiro, desde o século XIX, já existiam os cursos de farmácia e de odontologia que funcionavam anexos à [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DA_BAHIA|Faculdade de Medicina da Bahia]] e à [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro]].&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;De acordo com a ata de sua fundação, a Faculdade de Farmácia e Odontologia foi criada num salão do gabinete cirúrgico dentário de Raymundo Gomes, localizado na rua Major Facundo nº39. &amp;amp;nbsp;A ata de fundação foi assinada pelos cirurgiões dentistas Francisco de Sá Roriz, Raymundo Gomes, Pedro Veríssimo de Araújo, Mozart Catunda Gondim, Américo de Marães Picanço e Affonso Pontes de Medeiros, farmacêutico (COUTO, 2015, p.17).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A aula inaugural da Faculdade de Farmácia e Odontologia do Ceará versou sobre anatomia, sendo proferida por Francisco de Sá Roriz na sede do Centro Espírita Cearense, situado na rua Major Facundo, tendo em vista ainda não possuir uma sede própria.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No mês seguinte à sua fundação, foi apresentado o projeto do regulamento redigido e aprovado por Francisco de Sá Roriz, primeiro diretor da instituição. Este determinava que a instituição se espelhasse nas leis e regulamento do Governo Federal, além de organizar uma clínica dentária gratuita para atendimento aos pobres e também para aprendizado dos alunos, dirigida por um lente de clínica. A diretoria era composta por um diretor, um vice-diretor, um secretário, um tesoureiro e um bibliotecário, eleitos por dois anos pela Congregação, formada pelos lentes e substitutos em exercício. O ingresso dos alunos era feito mediante exame vestibular.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Os cursos tinham duração de dois anos cada, sendo constituídos pelas seguintes disciplinas:&amp;lt;br/&amp;gt; Farmácia:&amp;lt;br/&amp;gt; 1ª série: história natural, química inorgânica, física e farmacologia;&amp;lt;br/&amp;gt; 2ª série: química orgânica, química analítica e arte de formular.&amp;lt;br/&amp;gt; Odontologia:&amp;lt;br/&amp;gt; 1ª série: anatomia descritiva da cabeça, histologia, fisiologia e patologia dentária;&amp;lt;br/&amp;gt; 2ª série: anatomia médico-cirúrgica, higiene da boca, clínica odontológica e prótese dentária.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;De início, o corpo docente ficou constituído por seus fundadores: os farmacêuticos Affonso Pontes de Medeiros, Joaquim Frederico Rodrigues de Andrade e José de Morais Studart; e os odontólogos Francisco de Sá Roriz, Raymundo Gomes, Pedro Veríssimo de Araújo, Américo de Marães Picanço, Mozart Catunda Gondim e Mamede Cirino de Lima. Mais tarde, os médicos José Odorico de Moraes, Raymundo Leopoldo Coelho de Arruda e o naturalista Francisco Dias da Rocha também se envolveram na organização da instituição. Este último, embora não fosse diplomado médico, era entomologista e naturalista cearense reconhecido nacionalmente; e por isso lhe foi concedido o diploma de farmacêutico pela instituição, que o admitiu como professor catedrático de História Natural. Durante o período inicial de funcionamento da Faculdade, esses professores abriram mão de seus vencimentos para aplicação na compra de material necessário para o desenvolvimento dos estudos. Além disso, destacaram-se as doações feitas por Francisco Dias da Rocha, de seu Museu de História Natural, formado por animais empalhados, classificados e fichados; e pelo farmacêutico Joaquim Juarez Furtado, que, ao se desfazer de seu estabelecimento comercial, a Farmácia Amazonas, transferiu suas instalações &amp;amp;nbsp;para a Faculdade, incluindo materiais e substâncias para laboratório.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ainda em 1916, a diretoria requereu à Assembléia Legislativa cearense que a instituição fosse reconhecida como de utilidade pública para efeitos jurídicos. Pelo parecer n° 57 de 23 de setembro de 1916, lhe foi concedido tal reconhecimento pela Comissão de Instrução Pública, que considerou a instituição merecedora de apoio do governo estadual. Foi decretada então a lei n° 1.391 de 2 de outubro do mesmo ano, pela qual foi autorizado o governo do Estado a reconhecer como de utilidade pública a “Faculdade de Pharmácia, Odontologia e Curso de Parto do Ceará”. Embora presente na denominação do estabelecimento, o Curso de Parto não chegou a funcionar naquela época.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A partir de então, o número de matrículas se ampliou, com a Faculdade passando a receber estudantes dos Estados vizinhos. Visando o reconhecimento oficial de seus diplomas, a instituição solicitou a fiscalização do governo do Estado, que lhe foi concedida pela lei n° 1.458 de outubro de 1917. Neste mesmo ano, em dezembro, formou sua primeira turma com quatro odontólogos e oito farmacêuticos.&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp;Quanto às suas instalações, mudou diversas vezes de endereço desde sua fundação. No ano de 1917 foi alugado um sobrado, localizado na rua Senador Pompeu, no qual a Faculdade de Farmácia e Odontologia funcionou até 1920, quando se transferiu para um prédio na rua Guilherme Rocha, onde permaneceu até 1924. Em 1925, o médico e professor da Faculdade de Farmácia e Odontologia do Ceará, Carlos da Costa Ribeiro, financiou a compra de uma sede, tendo sido adquirido um edifício, de propriedade do Club Iracema, na rua Barão do Rio Branco nº 1.321 (COUTO, 2015). &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A primeira diretoria ficou assim constituída: Francisco de Sá Roriz (diretor); Mozart Catunda Gondim (primeiro secretário); Pedro Veríssimo de Araújo (segundo secretário); Raymundo Gomes (tesoureiro); e Mamede Cirino de Lima (bibiotecário).&amp;lt;br/&amp;gt; &#039;&#039;&#039;Diretores:&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br/&amp;gt; Francisco de Sá Roriz &amp;amp;nbsp;(1916-1918); Raymundo Leopoldo Coelho de Arruda (1918- 1920); Affonso Pontes de Medeiros (1920-1922); José Odorico de Moraes (1922- 1923 e 1940-1943); José Nelson Catunda (1923-1924); Carlos da Costa Ribeiro (1924-1925); Raymundo Gomes (1925-1927 e 1948-1949); Amadeu Furtado (1927-1929, reeleito 1929-1931); Raymundo Leopoldo Coelho de Arruda (1931-1933, reeleito 19/03/1934-agosto 1934, quando faleceu, ocupando seu lugar o vice-diretor Francisco Dias da Rocha); Américo de Marães Picanço (1936-1939).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Estrutura e funcionamento&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1919, seu corpo docente foi ampliado e os cursos passaram a constar de três séries.&amp;lt;br/&amp;gt; Farmácia:&amp;lt;br/&amp;gt; 1ª série: física médica, química geral e mineral, botânica sistemática e criptogâmica, e microbiologia;&amp;lt;br/&amp;gt; 2ª série: química orgânica e biológica, zoologia geral e parasitologia, farmácia galênica e higiene geral;&amp;lt;br/&amp;gt; 3ª série: terapêutica, matéria médica e arte de formular, farmácia química, química toxicológica e bromatológica, e química analítica.&amp;lt;br/&amp;gt; Odontologia:&amp;lt;br/&amp;gt; 1ª série: anatomia humana, médico-cirúrgica da boca e suas dependências, histologia da boca e suas dependências, fisiologia geral, fisiologia da boca e órgãos anexos, e microbiologia;&amp;lt;br/&amp;gt; 2ª série: patologia geral, anatomia patológica e patologia cirúrgica aplicada, clínica odontológica (1ª parte), prótese dentária, terapêutica, matéria médica e arte de formular;&amp;lt;br/&amp;gt; 3ª série: clínica odontológica (2ª parte), prótese dos maxilares, terapêutica dentária e higiene da boca, higiene geral e técnica odontológica.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Dentre os novos professores que ingressaram na instituição durante este período, destacaram-se: os farmacêuticos Tertuliano Vieira e Sá, Heribaldo Costa, João Octávio Lobo; e os cirurgiões-dentistas Raymundo Bezerra, Pedro Sidrim e Demócrito Rocha.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em junho de 1925, foi criado um curso anexo à Faculdade por decisão de sua Congregação e com o consentimento do governo do Estado. Este tinha duração de dois anos constando das seguintes matérias: português (dois anos), francês (dois anos), aritmética, geometria, geografia, corografia e cosmografia, física, química e história natural. No entanto, o mesmo foi extinto em 1931.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Com a Revolução de 1930, durante a gestão de Amadeu Furtado, a instituição perdeu a fiscalização estadual, havendo assim um esvaziamento da Faculdade. Foram introduzidas então novas cadeiras, como farmacognosia, ministrada pelo médico José Leite Maranhão, além de anatomia, fisiologia, zoologia e higiene. As instalações da Faculdade foram ampliadas, sendo criados gabinetes dentários e laboratórios farmacêuticos (farmácia galênica e farmácia química), visando atender as exigências do ensino de seus cursos e viabilizando a assistência odontológica gratuita aos pobres. Criou-se ali ainda uma pequena farmácia-escola. O antigo prédio, sede do Clube Iracema, também passou por reformas que foram coordenadas pelo engenheiro Alberto Sá, com auxílio de verba federal.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Estas modificações tinham a finalidade de adaptar o currículo às novas exigências da reforma de ensino Francisco Campos, regulamentada pelos decretos nº 19.851 e 19.852 de 11 de abril de 1931, visando a equiparação às escolas oficiais.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No entanto, somente pelo decreto n° 5.205 de 31 de janeiro de 1940, foi concedida a equiparação à instituição, que obteve reconhecimento oficial. Neste mesmo ano, a Faculdade diplomou apenas cinco odontólogos, refletindo as dificuldades por que passou no período pós 1930, quando muitos dos seus alunos transferiram-se para escolas dos Estados vizinhos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A partir da equiparação, foram designados para fiscais em regime definitivo, consecutivamente, o farmacêutico Leopoldo Serra, Eunice Caminha e Thuribio Mota. Este último permaneceu até 1950, quando a instituição foi federalizada. Através do decreto n°833 de 20 de dezembro de 1947, complementado pela lei n° 256 de 2 de agosto de 1948, a Escola foi encampada pelo Estado, no governo de Faustino de Albuquerque.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pela lei n° 1.254 de 4 de dezembro de 1950, a Faculdade de Farmácia e Odontologia do Ceará passou a integrar o Sistema Federal do Ensino Superior, sendo mantida pela União. Com o aumento dos estabelecimentos superiores federais no Estado, pela lei n° 2.373 de 16 de dezembro de 1954, foi criada a Universidade do Ceará, quando a referida Escola foi incorporada como uma de suas unidades. Somente em 2 de junho de 1965, com a lei nº 4.662, a instituição foi desmembrada em duas unidades distintas, constituindo a Faculdade de Farmácia da Universidade Federal do Ceará e a Faculdade de Odontologia da Universidade Federal do Ceará.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Publicações oficiais&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi lançada, em 1917, a &#039;&#039;Revista Polymathica&#039;&#039;, organizada pelos professores Raymundo Leopoldo Coelho de Arruda, Affonso Pontes de Medeiros e Mozart Catunda Gondim.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- BRASIL. Decreto nº 19.851, de 11 de abril de 1931. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 19 ago. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; [http://legis.senado.leg.br/norma/437838/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/437838/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; -&amp;amp;nbsp;BRASIL. Decreto nº 19.852, de 11 de abril de 1931. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 19 ago. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;[http://legis.senado.leg.br/norma/437840/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/437840/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 5.205, de 31 de janeiro de 1940. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 19 ago. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;[http://legis.senado.leg.br/norma/407852/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/407852/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Lei nº 1.254, de 4 de dezembro de 1950. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 19 ago. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;[http://legis.senado.leg.br/norma/542897/publicacao?tipoDocumento=LEI-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/542897/publicacao?tipoDocumento=LEI-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp;- BRASIL. Lei nº 2.373, de 16 de dezembro de 1954. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 19 ago. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;[http://legis.senado.leg.br/norma/544167/publicacao?tipoDocumento=LEI-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/544167/publicacao?tipoDocumento=LEI-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp;- COUTO, Carlos. Breve histórico da Faculdade de Farmácia e Odontologia do Ceará – 99 anos. Revista PET UFC – Farmácia, ano 1, n.1, semestral 2015. Capturado em 3 set. 2020. Online. Disponível na Internet: [https://pdfslide.net/documents/revista-petufc-farmacia.html https://pdfslide.net/documents/revista-petufc-farmacia.html]&amp;lt;br/&amp;gt; - FARIAS SOBRINHO, José Ribeiro. 140 anos do ensino farmacêutico no Brasil: 1832-1972. João Pessoa: ESLF, 1973. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;br/&amp;gt; - MARANHÃO, Leite. Resenha histórica. In: UNIVERSIDADE DO CEARÁ.FACULDADE DE FARMÁCIA E ODONTOLOGIA. Anais. Tomo I. Fortaleza: Imprensa Universitária, [1963]. ([[Fontes_de_informação#CCS-UFRJ|CCS – UFRJ]])&amp;lt;br/&amp;gt; - UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ. Faculdade de Farmácia, Odontologia e Enfermagem. Missão e Histórico. Capturado em 3 set. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [https://ffoe.ufc.br/pt/graduacao/curso-de-odontologia/missao-e-historico/ https://ffoe.ufc.br/pt/graduacao/curso-de-odontologia/missao-e-historico/]&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa - Verônica Pimenta Velloso.&amp;lt;br/&amp;gt; Redação - Verônica Pimenta Velloso.&amp;lt;br/&amp;gt; Revisão - Francisco José Chagas Madureira.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Forma de citação =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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----&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Dicionário Histórico-Biográfico das Ciências da Saúde no Brasil (1832-1930)&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    [[Category:Verbetes]] [[Category:Instituições de Ensino]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Rachel.froes</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=ESCOLA_ANAT%C3%94MICA,_CIR%C3%9ARGICA_E_M%C3%89DICA_DO_RIO_DE_JANEIRO&amp;diff=1534</id>
		<title>ESCOLA ANATÔMICA, CIRÚRGICA E MÉDICA DO RIO DE JANEIRO</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=ESCOLA_ANAT%C3%94MICA,_CIR%C3%9ARGICA_E_M%C3%89DICA_DO_RIO_DE_JANEIRO&amp;diff=1534"/>
		<updated>2023-08-24T15:04:33Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Rachel.froes: /* Histórico */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Denominações:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Escola Anatômica, Cirúrgica e Médica do Rio de Janeiro (1808); [[ACADEMIA_MÉDICO-CIRÚRGICA_DO_RIO_DE_JANEIRO|Academia Médico-Cirúrgica do Rio de Janeiro]] (1813); [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro]] (1832); [[FACULDADE_DE_MEDICINA_E_FARMÁCIA_DO_RIO_DE_JANEIRO|Faculdade de Medicina e Farmácia do Rio de Janeiro]] (1891); [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro]] (1901); [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DA_UNIVERSIDADE_DO_RIO_DE_JANEIRO|Faculdade de Medicina da Universidade do Rio de Janeiro]] (1920); &amp;amp;nbsp;[[FACULDADE_NACIONAL_DE_MEDICINA_DA_UNIVERSIDADE_DO_BRASIL|Faculdade Nacional de Medicina da Universidade do Brasil]] (1937); [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DA_UNIVERSIDADE_FEDERAL_DO_RIO_DE_JANEIRO|Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro]] (1965)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;A nomeação do cirurgião Joaquim da Rocha Mazarem para a cadeira de anatomia, em 2 de abril de 1808, é considerada o marco da criação da Escola Anatômica, Cirúrgica e Médica do Rio de Janeiro, que funcionou inicialmente nas dependências do Hospital Real Militar, antigo Colégio dos Jesuítas, no morro do Castelo, na cidade do Rio de Janeiro, transferindo-se depois para dependências da Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro, na praia de Santa Luzia. Considerada a segunda escola de ensino médico no país, somente em 1918, ganhou sede própria construída na Praia Vermelha, onde permaneceu até o ano de 1973, quando foi transferida para o campus universitário na Ilha do Fundão. A partir de 1965, tornou-se uma unidade da Universidade Federal do Rio de Janeiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Histórico&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Desde o séc. XVI e até princípios do séc.XIX os físicos ou licenciados, os cirurgiões-barbeiros, os cirurgiões-aprovados e os cirurgiões-examinados, é que praticavam a medicina no Brasil.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Até 1808, quando foram criadas as primeiras escolas médicas no Brasil, o sistema educacional entre nós compreendia unicamente os colégios e os seminários sob a direção dos jesuítas. &amp;amp;nbsp;Com a expulsão dos jesuítas, em 1759, transcorreu um período de vazio educacional, interrompido somente na passagem do século XVIII para o século XIX, quando processou-se uma verdadeira renovação do ambiente cultural, inserida nos parâmetros da Reforma Pombalina. Esboçou-se uma dinamização do mundo cultural, expressa pela fundação de associações e sociedades científicas e literárias e pelo interesse por literaturas modernas, notadamente os estudos das ciências.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Alguns nomes podem ser apresentados como precursores do ensino de disciplinas médicas no Brasil, como o cirurgião Antônio José de Souza Pinto, que em 1790 ensinou anatomia e cirurgia na [[SANTA_CASA_DA_MISERICÓRDIA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]] e no [[HOSPITAL_REAL_MILITAR_E_ULTRAMAR|&amp;lt;u&amp;gt;Hospital Real Militar e Ultramar&amp;lt;/u&amp;gt;]], no Morro do Castelo, e Manoel José Estrella, que lecionou em 1808 cirurgia especulativa e prática no [[HOSPITAL REAL MILITAR E ULTRAMAR|&amp;lt;u&amp;gt;Hospital Militar&amp;lt;/u&amp;gt;]] e no Hospital &amp;lt;u&amp;gt;[[SANTA_CASA_DA_MISERICÓRDIA_DA_BAHIA|Santa Casa da Misericórdia da Bahia]]&amp;lt;/u&amp;gt;.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Com a vinda da Família Real para o Brasil, tornando-o centro administrativo do Império, implementaram-se importantes medidas administrativas, econômicas e culturais, de impacto sobre o desenvolvimento da medicina no país. Neste contexto transformador, a cidade do Rio de Janeiro será o palco de várias iniciativas culturais e científicas como a Imprensa Régia, a Biblioteca Nacional, os primeiros periódicos e as instituições de ensino superior.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A nomeação do cirurgião [[MAZAREM,_JOAQUIM_DA_ROCHA|&amp;lt;u&amp;gt;Joaquim da Rocha Mazarem&amp;lt;/u&amp;gt;]] para a cadeira de anatomia, em 02 de abril de 1808, é considerada por Lycurgo de Castro Santos Filho (1991, p.45) como o marco da criação da Escola Anatômica, Cirúrgica e Médica do Rio de Janeiro, que funcionou inicialmente nas dependências do [[HOSPITAL_REAL_MILITAR_E_ULTRAMAR|&amp;lt;u&amp;gt;Hospital Real Militar e Ultramar&amp;lt;/u&amp;gt;]]. Além de lecionar anatomia, Mazarem deveria ministrar um curso de ligaduras, partos e operações de cirurgia. E foi a partir dessa iniciativa que se instituiu o curso de cirurgia no Rio de Janeiro. A proposta curricular, que inicialmente compreendia somente os conhecimentos de cirurgia e de anatomia, ampliou-se abarcando as disciplinas de anatomia e fisiologia, terapêutica cirúrgica e particular, medicina cirúrgica e obstétrica, medicina, química e elementos de matéria médica e de farmácia.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Embora inexistam suficientes subsídios documentais sobre a estrutura inicial dos cursos realizados no município da Corte, acredita-se que estes apresentassem as mesmas diretrizes adotadas na instituição congênere baiana, criada em 1808 em Salvador, a [[ESCOLA_DE_CIRURGIA_DA_BAHIA|&amp;lt;u&amp;gt;Escola de Cirurgia da Bahia&amp;lt;/u&amp;gt;]]. Desta forma, para ingressar era exigido o conhecimento da língua francesa e o pagamento de uma taxa de matrícula. As lições eram teóricas e práticas, compreendendo estas últimas apenas demonstrações realizadas nas enfermarias franqueadas para este fim. O curso cirúrgico era de quatro anos, ao final dos quais o aluno estava habilitado a prestar exame e a atuar em algumas questões de saúde.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Até essa época o exercício da medicina era facultado somente a físicos e cirurgiões portadores de um atestado de habilitação, e licenciados pelo cirurgião-mor do Reino, conforme preconizava o regulamento de 23 de maio de 1800. Sua atuação estava restrita à realização de sangrias, à aplicação de ventosas, à cura de feridas e de fraturas, sendo-lhes vetada a administração de remédios internos, que era privilégio dos médicos formados em Coimbra. A criação das escolas de medicina representava o fim de muitas das restrições impostas pela metrópole, possibilitando a formação de médicos no país e transferindo para as mãos destes o exercício da medicina.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Norteava a criação dos primeiros estabelecimentos de ensino superior a necessidade da formação de quadros profissionais para os serviços públicos imperativos naquele momento. Nesta perspectiva foram criados os primeiros estabelecimentos de ensino médico-cirúrgico nas cidades de Salvador e do Rio de Janeiro, &amp;quot;em benefício da conservação e saúde dos povos, a fim de que houvesse hábeis e peritos professores, que unindo a ciência médica aos conhecimentos práticos de cirurgia pudessem ser úteis aos moradores do Brasil” (Apud LOBO, 1964. p.13).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Na tentativa de incentivar e qualificar a formação médica no Rio de Janeiro várias iniciativas foram realizadas. Novas cadeiras foram sendo criadas, na Escola na Corte, por meio de decretos do Príncipe-Regente D. João, como a cadeira de terapêutica cirúrgica e particular, criada em 20 de setembro de 1808, e a de medicina operatória e arte obstétrica em 25 de janeiro do ano seguinte. Ainda nesta perspectiva de qualificação a Ordem Régia de 05 de dezembro de 1810 dispôs que três alunos da Escola Anatômica, Cirúrgica e Médica do Rio de Janeiro fossem enviados a Edimburgo (Escócia) para receberem ensinamentos cirúrgicos, e de lá deveriam se dirigir a Londres para aperfeiçoamento com cirurgiões londrinos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Por outro lado, havia também uma preocupação com a qualificação dos residentes em outras colônias do Império Português, como dispunha a Ordem Régia de 1812 em relação à vinda de jovens de colônias portuguesas (dois de Angola e dois de São Tomé e Príncipe) na África&amp;amp;nbsp;para estudar cirurgia e medicina na Escola Anatômica, Cirúrgica e Médica do Rio de Janeiro (SANTOS FILHO, 1991, p.49).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O alvará de 02 de março de 1812 criou a Junta de Direção Médico-Cirúrgica e Administrativa do [[HOSPITAL_REAL_MILITAR_E_ULTRAMAR|&amp;lt;u&amp;gt;Hospital Real Militar e Ultramar&amp;lt;/u&amp;gt;]], à qual caberia a inspeção das aulas ministradas no Hospital. Frei Custódio de Campos Oliveira, Presidente da Junta, era o inspetor das aulas, obedecendo os estatutos escolares de Coimbra, já que inexistia um estatuto específico para a Escola Anatômica, Cirúrgica e Médica do Rio de Janeiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Vicente Navarro de Andrade (Barão de Inhomirim), médico e professor de Coimbra, foi designado para elaborar um projeto de regimento próprio para a Escola. Neste sentido publicou, em 1812, o “Plano de Organização de uma Escola Médico-Cirúrgica”, mas não obteve sua aprovação. Pelo decreto de 01 de abril de 1813 o governo mandou executar outro projeto, o “Plano dos Estudos de Cirurgia” de autoria do Manuel Luiz Alvares de Carvalho, Diretor dos Estudos de Medicina e Cirurgia na Corte (SANTOS FILHO, 1991).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Durante todo esse período, e até as primeiras décadas do século XX, era comum a viagem de médicos para a Europa, especialmente França, Alemanha e Inglaterra, com o objetivo de aprofundar seus estudos e de observar o progresso do ensino médico naqueles centros.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Entre as primeiras teses defendidas nesta instituição destacam-se: “Sobre a hidrofobia” – concurso, 1831 ([[JOBIM,_JOSÉ_MARTINS_DA_CRUZ|José Martins da Cruz Jobim]]); “Da disenteria” – concurso, 1831 ([[HOMEM,_JOAQUIM_VICENTE_TORRES|&amp;lt;u&amp;gt;Joaquim Vicente Torres Homem&amp;lt;/u&amp;gt;]]); “Considerações sobre a atmosfera” – concurso, 1833 ([[CÂNDIDO,_FRANCISCO_DE_PAULA|&amp;lt;u&amp;gt;Francisco de Paula Cândido&amp;lt;/u&amp;gt;]]); “Das manobras em geral, demonstrado por classes” – concurso, 1833 (José Maurício Nunes Garcia); “Origem, natureza e desenvolvimento dos tubérculos pulmonares” – concurso, 1833 (Manoel de Valladão Pimentel); “Elefantíases dos Árabes ou erisipela do Rio de Janeiro” – 1834 (Luiz Carlos da Fonseca); “Febres intermitentes”, 1834 (Miguel Eugenio Nogueira); “Boubas”, 1835 (Bernardo Clemente Pinto). &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Desde 1808 a Escola Anatômica, Cirúrgica e Médica do Rio de Janeiro não concentrou suas atividades em um local específico e próprio, ocupando diferentes espaços na cidade do Rio de Janeiro. Inicialmente, ficou sediada no antigo Colégio dos Jesuítas, sede do [[HOSPITAL_REAL_MILITAR_E_ULTRAMAR|&amp;lt;u&amp;gt;Hospital Real Militar e Ultramar&amp;lt;/u&amp;gt;]], no morro do Castelo. Entre 1813 e 1832 seus cursos foram transferidos para acomodações do Hospital da Santa Casa da Misericórdia, na praia de Santa Luzia. Posteriormente, em 1836, a Faculdade transferiu-se para o extinto Hospital Militar do Rio de Janeiro, permanecendo o ensino das cadeiras de clínica médica e cirúrgica nas enfermarias da Santa Casa da Misericórdia. Em 1844, tendo em vista a reorganização do Hospital Militar, a Faculdade foi alojada em três locais diferentes: no Hospital Militar, no sobrado da praia de Santa Luzia e na Santa Casa. No ano de 1850, a administração e algumas cadeiras, passaram a funcionar num prédio situado na Rua dos Barbonos (atual Rua Evaristo da Veiga). No casarão do antigo Recolhimento de Órfãs da Irmandade da Misericórdia (Rua de Santa Luzia) foram instalados, em 1856, os serviços administrativos, a biblioteca e as cadeiras de laboratório, conservando as clínicas na Santa Casa.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Desde 1847 foram várias as tentativas de se construir uma sede própria para a &amp;lt;u&amp;gt;[[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro]]&amp;lt;/u&amp;gt;, muitas delas lideradas por médicos, como Antonio Correia de Souza Costa, [[CAMINHOÁ,_JOAQUIM_MONTEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Joaquim Monteiro Caminhoá&amp;lt;/u&amp;gt;]], Domingos José Freire Junior, [[ANDRADE,_NUNO_FERREIRA_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Nuno Ferreira de Andrade&amp;lt;/u&amp;gt;]] e Cláudio Velho da Motta Maia. No final do séc.XIX o plano do engenheiro Antonio de Paula Freitas, para a construção de um prédio para&amp;amp;nbsp;a futura universidade na capital do Império foi aprovado, sendo lançada a pedra fundamental em 13 de fevereiro de 1881 no local, na Praia da Saudade próximo ao [[HOSPÍCIO_DE_PEDRO_II|&amp;lt;u&amp;gt;Hospício de Pedro II&amp;lt;/u&amp;gt;]], onde seria construída sua primeira unidade, a Faculdade de Medicina. Tal construção foi interrompida e retomada em 1908, para a construção de um dos pavilhões da Exposição comemorativa do centenário da abertura dos portos, prédio este que, após a Exposição, foi destinado a uma das repartições do Ministério da Agricultura, e posteriormente passou para o Departamento Nacional de Produção Mineral, permanecendo até hoje.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Durante a gestão de [[CASTRO,_ALOYSIO_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Aloysio de Castro&amp;lt;/u&amp;gt;]] (1915-1925) na direção da Faculdade, foi lavrado, em 4/05/1916, o contrato entre a então [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]] e o arquiteto Januzzi para a construção do novo edifício na antiga Praia da Saudade (Av. Pasteur). O projeto do engenheiro Luiz de Moraes, então aprovado, previa a construção de três edifícios com base no plano, indicado e orientado pelo médico sanitarista [[CRUZ,_OSWALDO_GONÇALVES|&amp;lt;u&amp;gt;Oswaldo Gonçalves Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]]. Em 12 de outubro de 1918, foi inaugurado o edifício da Faculdade de Medicina, tendo sido construído apenas um dos prédios propostos no plano. A Faculdade permaneceu neste local até janeiro de 1973, quando foi transferida para o campus universitário na Ilha do Fundão, instalando-se em vários setores do Centro de Ciências da Saúde (CCS). Em 1975 o prédio da Av. Pasteur foi demolido.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Muitos dos médicos diplomados pela &amp;lt;u&amp;gt;[[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro]]&amp;lt;/u&amp;gt; participaram significativamente da criação de outras instituições de ensino médico no país, destacando-se Protásio Antônio Alves na criação em 1898 da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_E_FARMÁCIA_DE_PORTO_ALEGRE|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina e Farmácia de Porto Alegre&amp;lt;/u&amp;gt;]], [[BALENA,_ALFREDO|&amp;lt;u&amp;gt;Alfredo Balena&amp;lt;/u&amp;gt;]] e Eduardo Borges Ribeiro da Costa na fundação&amp;amp;nbsp;em 1911 da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DE_BELO_HORIZONTE|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina de Belo Horizonte&amp;lt;/u&amp;gt;]], e Octavio de Freitas no estabelecimento em 1920 da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RECIFE|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Recife&amp;lt;/u&amp;gt;]] (LACAZ, p.12).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Estrutura e funcionamento&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Desde sua criação até o ano de 1930, as escolas médicas da Bahia e do Rio de Janeiro passariam por várias reformas, sendo que muitas das medidas propostas por elas, na maioria das vezes não seriam postas em execução. Nas memórias históricas tanto da instituição baiana como da escola do Rio de Janeiro, eram freqüentes as reclamações neste sentido por parte de seus autores.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Reforma de 1813: Manoel Luiz Alvares de Carvalho&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br/&amp;gt; A reforma, que inaugurou uma série de mudanças no ensino médico, foi implantada a partir do decreto de 1º de abril de 1813, que aprovou o “Plano dos Estudos de Cirurgia” de Manoel Luiz Alvares de Carvalho, médico e diretor da Escola Anatômica Cirúrgica e Médica do Rio de Janeiro. A partir desta data a escola passou a ser conhecida como &amp;lt;u&amp;gt;[[ACADEMIA_MÉDICO-CIRÚRGICA_DO_RIO_DE_JANEIRO|Academia Médico-Cirúrgica do Rio de Janeiro]]&amp;lt;/u&amp;gt;, embora não constasse deste Plano nenhuma determinação específica quanto à alteração de nome. As instalações para os cursos foram ampliadas, ganhando duas salas construídas junto ao Hospital da [[SANTA_CASA_DA_MISERICÓRDIA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], na praia de Santa Luzia. Em uma terceira sala da Santa Casa passou a funcionar o Teatro de Anatomia, onde lecionava Joaquim José Marques, lente de anatomia.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;As exigências para o ingresso no curso não eram muito severas, devendo o candidato saber apenas ler e escrever, e compreender as línguas francesa e inglesa. As disciplinas foram assim distribuídas, em 1813:&amp;lt;br/&amp;gt; 1º ano – anatomia em geral (Joaquim José Marques), química, farmacêutica e noções de matéria médica e cirúrgica sem aplicações;&amp;lt;br/&amp;gt; 2º ano – anatomia (repetição) e fisiologia ([[MAZAREM,_JOAQUIM_DA_ROCHA|&amp;lt;u&amp;gt;Joaquim da Rocha Mazarem&amp;lt;/u&amp;gt;]]);&amp;lt;br/&amp;gt; 3º ano – higiene (Vicente Navarro de Andrade), etiologia, patologia e terapêutica;&amp;lt;br/&amp;gt; 4º ano – instruções cirúrgicas, operações e arte obstetrícia (Manuel Álvares da Costa Barreto);&amp;lt;br/&amp;gt; 5ºano – prática de medicina (José Maria Bomtempo); assistência as lições do quarto e obstetrícia.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Concluídos os exames do quarto ano, os alunos recebiam a Carta de aprovados em Cirurgia, e aqueles que, após completarem os anos exigidos, freqüentassem novamente o quarto e quinto anos e prestassem os exames receberiam a graduação de formados em Cirurgia. Estes cirurgiões formados poderiam curar todas as enfermidades nos locais onde inexistissem médicos, e seriam membros do Colégio Cirúrgico e Opositores das escolas médicas.&amp;lt;br/&amp;gt; Este plano ficou conhecido como reforma do “Bom Será”, uma referência à expressão “Bom será que entendam as línguas francesa e inglesa...”, presente em seu texto.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi estabelecida, pelo decreto de 9 de dezembro de 1814, uma cadeira de botânica e agricultura, regida por frei Leandro do Sacramento, que constituiu-se como um curso anexo à Academia Médico-Cirúrgica do Rio de Janeiro pelo menos até 1827 (SANTOS FILHO, 1991, p.61), embora não constasse do Plano de Álvares de Carvalho, mas sim do projeto anteriormente recusado, de Vicente Navarro de Andrade. Esta cadeira foi precursora da disciplina criada posteriormente com a Lei de 3 de outubro de 1832.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1815, o curso de botânica e agricultura funcionava em um prédio edificado no Passeio Público, e tinha como alunos:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “ordinários” (matriculados na Academia Médico-Cirúrgica do Rio de Janeiro): José Joaquim da Silva, Luiz Pereira da Roza, Emílio Manoel Moreira, Domingos Ribeiro dos Guimarães Peixoto, Antonio Ildefonso Gomes;&amp;lt;br/&amp;gt; - “voluntários” (leigos e interessados) - Estêvão Alves de Magalhães, Antônio Américo D´Urzedo, José Bernardino de Senna, José Maria do Carmo, Francisco de Almeida, Flávio Joaquim Alves e Felisberto Caldeira Brant Pontes.&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; &#039;&#039;&#039;Reforma de 1820: José Maria Bomtempo&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br/&amp;gt; Em dezembro de 1820, D. João VI mandou adotar os novos estatutos elaborados por José Maria Bomtempo, que modificou a seriação de disciplinas da Academia Médico-Cirúrgica do Rio de Janeiro. Em 1825 assim estavam distribuídas as disciplinas e seus respectivos lentes:&amp;lt;br/&amp;gt; 1º ano – anatomia (Joaquim José Marques).&amp;lt;br/&amp;gt; 2º ano – fisiologia (Domingos Ribeiro dos Guimarães Peixoto); patologia (Vicente Navarro de Andrade).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; 3º ano – matéria médica, higiene geral e particular, terapêutica geral.&amp;lt;br/&amp;gt; 4º ano – instruções cirúrgicas (Amaro Batista Pereira); medicina operatória (Jerônimo Alves de Moura). &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; 5º ano – medicina clínica (Mariano José do Amaral).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Além destas disciplinas os alunos deveriam cursar as disciplinas de química e botânica, consideradas como requisitos para prestação de exames do 5º ano.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Os estatutos de 1820 definiam, ainda, questões administrativas referentes às atribuições do diretor, às obrigações dos lentes, secretário, arquivo e demais funcionários; e os deveres e privilégios dos alunos. &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pela decisão de 4 de dezembro de 1821, do Príncipe-Regente D. Pedro, a cadeira de fisiologia foi unida à de anatomia, e a de operações à de arte obstetrícia. No ano seguinte, pelo decreto de 10 de julho, as cadeiras de fisiologia e anatomia foram separadas novamente, sendo nomeado Domingos Ribeiro dos Guimarães Peixoto para lente de fisiologia e mantido Joaquim José Marques na cadeira de anatomia.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Lei de 9 de setembro de 1826&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br/&amp;gt; O decreto Imperial de 1826 estabeleceu, de forma mais ampla, a autonomia das então academias médico-cirúrgicas, do Rio de Janeiro e da Bahia, permitindo que estas efetivamente concedessem os dois tipos de diploma, a carta de cirurgião e a carta de cirurgião formado, rompendo assim com o processo de subordinação ao físico-mor e cirurgião-mor do Império. Entretanto outras questões relativas ao ensino médico, como a configuração das disciplinas, ainda permaneceram sujeitas às determinações do Governo Imperial. A carta de cirurgião era dada ao aluno depois que ele completasse o quinto ano do curso, e a carta de cirurgião formado era conferida ao aluno que além de freqüentar o sexto ano do curso também repetisse as matérias do quarto e quinto anos.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A revalidação dos diplomas de profissionais formados no exterior, que até então era realizada perante uma banca examinadora (composta pelo cirurgião-mor do Império, e por dois lentes da instituição) nas academias médico-cirúrgicas, com o decreto de 1826 passou a ser feita perante uma banca composta apenas por três professores.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Reforma de 1832&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br/&amp;gt; As deficiências do ensino médico eram, periodicamente, objeto de projetos de reformas e de polêmicos debates parlamentares. Os cursos de medicina das academias médico-cirúrgicas do Rio de Janeiro e da Bahia, eram ainda irregulares e ineficientes, carecendo de condições físicas adequadas (local apropriado, móveis, utensílios, livros, etc) e de recursos didáticos e profissionais.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;As academias mostravam-se anacrônicas e deficientes, favorecendo principalmente os diplomados em Coimbra. Com o impacto da independência política, tornou-se necessária a realização de mudanças para adequar aquelas instituições ao novo contexto.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Diversos propostas de reforma das academias médico-cirúrgicas foram encaminhados pela Câmara dos Deputados à [[SOCIEDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Sociedade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], para que esta estudasse e elaborasse um plano único para estas instituições. A Sociedade reuniu uma comissão composta pelos médicos associados, [[JOBIM,_JOSÉ_MARTINS_DA_CRUZ|&amp;lt;u&amp;gt;José Martins da Cruz Jobim&amp;lt;/u&amp;gt;]], Joaquim José da Silva, José Maria Cambuci do Vale, [[HOMEM,_JOAQUIM_VICENTE_TORRES|&amp;lt;u&amp;gt;Joaquim Vicente Torres Homem&amp;lt;/u&amp;gt;]], Octaviano Maria da Rosa, João Maurício Faivre e [[MEIRELLES,_JOAQUIM_CÂNDIDO_SOARES_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Joaquim Cândido Soares de Meirelles&amp;lt;/u&amp;gt;]]. O projeto elaborado, que se intitulava “Plano de Organização das Escolas Médicas do Império. Redigido pela &amp;lt;u&amp;gt;[[SOCIEDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|Sociedade de Medicina do Rio de Janeiro]]&amp;lt;/u&amp;gt;, por Convite que a Augusta Câmara dos Deputados lhe dirigiu em 07 de outubro de 1830”, foi apresentado por Cruz Jobim à Câmara dos Deputados do Império, sendo votado e aprovado.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Do Plano proposto pela comissão da Sociedade de Medicina e Cirurgia derivou a Lei de 3 de outubro de 1832, referendada pelo Ministro do Império, Nicolau Pereira de Campos Vergueiro, segundo a qual as Academias (do Rio de Janeiro e da Bahia) passavam a ser designadas como Faculdades de Medicina. As faculdades passariam a ser reguladas seguindo o modelo dos estatutos e regulamentos da Faculdade de Medicina de Paris, enquanto não fossem elaborados seus próprios regulamentos. O curso médico-cirúrgico passava a ser de seis anos, havendo, também, um curso de farmácia (três anos) e um de partos, ao final dos quais, seriam concedidos, respectivamente, os títulos de Doutor em Medicina, de Farmacêutico e de Parteira.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1833, &amp;lt;u&amp;gt;[[DUROCHER, MARIE JOSEPHINE MATHILDE|Marie Josephine Mathilde Durocher]]&amp;lt;/u&amp;gt; matriculou-se no curso de partos, tendo se diplomado como parteira em 1834, sendo a primeira brasileira ali formada como parteira.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Era da atribuição das faculdades de medicina a verificação dos títulos de médicos, cirurgiões, boticários e parteiras obtidos em escolas estrangeiras. Considerava-se a possibilidade da verificação também do título de dentista, embora os termos da lei de 1832 não indicassem um curso de odontologia. Ficou também determinado que não seria mais concedido o diploma de sangrador.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Novas exigências nos exames preparatórios foram estabelecidas, determinando-se, para o ingresso, a idade de 16 anos completos, o conhecimento de línguas (latim e inglês ou francês), de filosofia racional e moral, de aritmética e de geometria, e a apresentação de um atestado de bons costumes emitido pelo Juiz de Paz da freguesia. A taxa de matrícula era de 20$000 réis, quantia elevada para a época, segundo relata Lycurgo de Castro Santos Filho (1991, p.91). O ano letivo era de 01 de março a 31 de outubro, e os exames eram realizados nos meses de novembro e dezembro.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Sob este novo regime, o diretor da Faculdade deveria ser nomeado trienalmente pelo Governo Imperial, a partir de uma lista tríplice proposta pelas faculdades. O secretário da faculdade deveria ser formado em medicina e seria nomeado pelo diretor. Determinou-se também que somente os substitutos podiam, por meio de concurso, preencher as vagas dos catedráticos. O Governo Imperial poderia jubilar professores das Academias, quando assim entendesse, e admitir profissionais estrangeiros para as vagas existentes, no caso de inexistência de nacionais.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O curso médico seria constituído de 14 matérias, sendo cada uma lecionada por um professor, doutor em medicina, proprietário da cadeira, que receberia um ordenado para tal. Haveria seis professores substitutos, sendo dois para a seção de ciências acessórias, dois para a seção de ciências cirúrgicas e dois para a de ciências médicas. Os diretores, os professores e os substitutos teriam o direito de jubilação, já concedido aos lentes dos cursos jurídicos. Os professores e substitutos só poderiam ser demitidos após consulta à congregação de sua escola.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O curso médico, com seis anos de duração, ficou constituído por aulas teóricas nas sedes das faculdades, e lições práticas nas enfermarias da Santa Casa da Misericórdia. As disciplinas e respectivos lentes do curso médico em 1833:&amp;lt;br/&amp;gt; 1° ano: física médica (&amp;lt;u&amp;gt;[[CÂNDIDO,_FRANCISCO_DE_PAULA|Francisco de Paula Cândido]]&amp;lt;/u&amp;gt;); botânica médica e princípios elementares de zoologia ([[CYSNEIROS,_FRANCISCO_FREIRE_ALLEMÃO_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Francisco Freire Allemão Cysneiros&amp;lt;/u&amp;gt;]]).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; 2° ano: química médica e princípios elementares de mineralogia ([[HOMEM,_JOAQUIM_VICENTE_TORRES|&amp;lt;u&amp;gt;Joaquim Vicente Torres Homem&amp;lt;/u&amp;gt;]]); anatomia geral e descritiva.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; 3° ano: anatomia (Joaquim José Marques); fisiologia (Domingos Ribeiro dos Guimarães Peixoto).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; 4° ano: patologia externa (Luís Francisco Ferreira); patologia interna (Joaquim José da Silva); farmácia, matéria médica, especialmente brasileira, terapêutica e arte de formular (João José de Carvalho).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; 5° ano: anatomia topográfica, medicina operatória e aparelhos (Manoel Feliciano Pereira de Carvalho); partos, moléstias de mulheres pejadas e paridas e de meninos recém-nascidos (Francisco Júlio Xavier).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; 6° ano: higiene e história da medicina (José Maria Cambuci do Vale); medicina legal ([[JOBIM,_JOSÉ_MARTINS_DA_CRUZ|&amp;lt;u&amp;gt;José Martins da Cruz Jobim&amp;lt;/u&amp;gt;]]).&amp;lt;br/&amp;gt; Os alunos, do segundo ao sexto anos, deveriam cursar também as cadeiras de clínica externa e anatomia patológica, e os do quinto e sexto anos as disciplinas de clínica interna e anatomia patológica.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1838 foi criado pelo Governo, no Passeio Publico, um jardim botânico para as aulas da disciplina de botânica da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]](CRIAÇÃO, p.80, 1838).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No curso farmacêutico as disciplinas eram lecionadas pelos mesmos professores do curso médico, e configurava-se da seguinte forma:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; 1° ano: física médica, botânica;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; 2° ano: botânica médica e princípios elementares de zoologia, química;&amp;lt;br/&amp;gt; 3° ano: química médica e princípios elementares de mineralogia, farmácia, matéria médica especialmente brasileira, terapêutica e arte de formular.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O título de farmacêutico era concedido aos alunos que, além de cursar as matérias curriculares, praticassem por três anos (durante ou após o curso) na botica de um boticário aprovado. O curso para parteiras era lecionado pelo professor de partos, ao final do qual era concedido o título de parteira às alunas.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A lei de 3 de outubro, em seu art. 33, propôs ainda o livre ensino da medicina, segundo o qual qualquer pessoa, nacional ou não, poderia criar cursos particulares sobre qualquer ramo da ciência médica, e lecionar sem a interferência das autoridades escolares.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1835, quando foi instituído pelo Governo Imperial um regulamento disciplinar para a [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], ocorreu uma verdadeira crise entre os estudantes, cujas críticas foram publicadas nos principais periódicos, com grande repercussão na época. A faculdade tentou impor regras que lhe permitissem avaliar o comportamento dos alunos e controlar qualquer tipo de manifestação que afetasse o ambiente acadêmico. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;As reivindicações quanto à carência de recursos próprios para o ensino (gabinetes, laboratórios, aparelhos) ainda eram comuns, suscitando a promulgação de inúmeros Avisos Ministeriais para a dotação de recursos e a proposição de novos projetos de reforma.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O decreto nº496, de 15 de julho de 1848, terminava com a distinção entre os cirurgiões formados e os cirurgiões-aprovados pelas antigas academias médico-cirúrgicas do Império, possibilitando o exercício em qualquer ramo da medicina em todo o território nacional.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Reforma Bom Retiro&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br/&amp;gt; A Reforma Bom Retiro, conhecida também como Reforma Couto Ferraz, foi levada a termo pelo decreto nº1.387, de 28 de abril de 1854, assinado pelo Ministro do Império Luís Pedreira do Couto Ferraz (Visconde do Bom Retiro) e pelo Imperador D. Pedro II. Reorganizou as duas faculdades de Medicina do Império, do Rio de Janeiro e da Bahia, e representou um importante esforço na organização do ensino médico no país, que até então encontrava-se sob a interinidade dos regulamentos de 1832.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Manteve a designação de faculdades, apresentou novos estatutos, reformulou a administração e ampliou o quadro docente com a criação da classe de opositores. Determinou-se que a cada três anos seria selecionado um opositor para realizar uma viagem de aperfeiçoamento em instituições de ensino superior na Europa.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Os cursos de medicina (seis anos), o de farmácia (três anos) e o de obstetrícia (dois anos) foram mantidos, ampliando-se, porém, o número de disciplinas para dezoito, com inclusão de anatomia geral e patológica, patologia geral, química orgânica e farmácia, assim distribuídas:&amp;lt;br/&amp;gt; 1º ano – física em geral, particularmente suas aplicações à medicina; química e mineralogia; anatomia descritiva (demonstrações anatômicas). &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; 2º ano – botânica e zoologia; química orgânica; fisiologia; anatomia descritiva (repetição).&amp;lt;br/&amp;gt; 3º ano – fisiologia (continuação); anatomia geral e patológica; patologia geral; clínica externa.&amp;lt;br/&amp;gt; 4º ano – patologia externa; patologia interna; partos. moléstias de mulheres pejadas e de recém-nascidos; clínica externa.&amp;lt;br/&amp;gt; 5º ano – patologia interna (continuação); anatomia topográfica, medicina operatória e aparelhos; matéria médica e terapêutica; clínica interna.&amp;lt;br/&amp;gt; 6º ano – higiene e história da medicina; medicina legal; farmácia; clínica interna.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;As disciplinas do curso médico seriam divididas em seções: seção das ciências acessórias (física, química e mineralogia, botânica e zoologia, medicina legal, farmácia), seção das ciências cirúrgicas (anatomia descritiva e geral, patologia externa, anatomia topográfica, medicina operatória e aparelhos, partos, moléstias de mulheres pejadas e de recém-nascidos, clínica externa) e seção das ciências médicas (fisiologia, patologia geral, patologia interna, matéria médica e terapêutica, higiene e história da medicina, clínica interna).&amp;lt;br/&amp;gt; O curso farmacêutico apresentava as seguintes as matérias:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; 1º ano – física, química e mineralogia;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; 2º ano – botânica, química e mineralogia (repetição), química orgânica;&amp;lt;br/&amp;gt; 3º ano – botânica (repetição), matéria médica, farmácia.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O curso de obstetrícia, ainda seria uma prerrogativa do lente de obstetrícia, e seria constituído pela cadeira de partos (lecionada nos dois anos) e pela clínica (exercícios em enfermaria especial), sob supervisão de um lente, na Santa Casa da Misericórdia ou em uma casa de maternidade a ser criada pelo Governo.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;As faculdades de medicina seriam regidas por um Diretor e por uma Junta de todos lentes, intitulada Congregação dos Lentes. O diretor, ainda nomeado por decreto, era presidente da Congregação, lhe cabendo inúmeras atribuições sobre a atuação desta, tendo o poder de convocá-la, transferir e dirigir suas sessões, assinar suas atas e fazer executar suas decisões. Era ainda encargo do diretor, nomear as comissões, organizar o orçamento anual, ordenar e realizar as despesas, nomear empregados subalternos quando necessário, regular o serviço da secretaria e biblioteca, visitar aulas, velar pela observância dos estatutos, exercer a política interna, empregar vigilância aos bons costumes, inspecionar o estado dos gabinetes, providenciar os meios de aperfeiçoamento destes estabelecimentos, e suspender empregados quando necessário.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Às Congregações caberia exercer a inspeção científica da faculdade, em relação ao sistema e método de ensino, vigiar para impedir práticas abusivas na disciplina e regime escolares, oferecer ao Governo os regulamentos especiais das faculdades e as medidas policiais em prol da saúde pública e do exercício regular e legal da medicina.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Estabelecia que os professores da Faculdade poderiam utilizar as enfermeiras da [[SANTA_CASA_DA_MISERICÓRDIA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], com a concordância de seus provedores. Preconizava a criação de uma escola prática, a criação de um horto botânico, de quatro gabinetes de física, história natural, anatomia, oficina farmacêutica entre outras disposições.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;De acordo com os estatutos da reforma de 1854, foi criada a classe dos opositores e suprimida a dos lentes substitutos. De três em três anos, escolhia-se um lente, ou um opositor, de cada Faculdade, para realizar pesquisas e investigações científicas no Brasil ou no estrangeiro, comissionado pelo governo. Os professores com 25 anos de serviço seriam jubilados com o ordenado integral e receberiam o título de Conselheiro do Imperador. Ao final do ano letivo, a Congregação designaria um dos seus membros para apresentar, na primeira sessão do ano seguinte, uma memória histórica, na qual seriam narrados os fatos mais importantes transcorridos na Faculdade naquele ano. Todos os lentes, e especialmente os de medicina legal, matéria médica e higiene, deveriam procurar em suas lições aplicar doutrinas que mais se adequassem à realidade do país. Os lentes de matéria médica deveriam também indicar os medicamentos indígenas que poderiam substituir os exóticos.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Por outro lado, demonstrava grande preocupação com a questão disciplinar, determinando a aplicação de penas disciplinares. A liberdade de ensino foi suprimida, sendo permitido apenas aos opositores manterem curso particular no recinto da escola. O ensino prático, entretanto, ainda se encontrava incipiente, havendo apenas um pequeno gabinete para as demonstrações práticas, uma sala para dissecações e um ou dois microscópios.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O decreto nº1.623, de 30 de junho de 1855, concedeu honras de desembargador aos catedráticos das duas faculdades médicas.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O decreto nº1.764, de 14 de maio de 1856, regulamentou o reconhecimento dos diplomas de dentistas formados no exterior, por meio de um exame de verificação, tendo em vista o fato de que nessa época ainda não existia o curso odontológico nas duas faculdades do Império. Neste exame cobrava-se conhecimento de anatomia, fisiologia, patologia e anomalias dos dentes, gengivas e arcadas alveolares; higiene e terapêutica dos dentes; descrição dos instrumentos que compõem o arsenal cirúrgico de dentista; teoria e prática da sua aplicação; meios de confecção das peças de prótese e ortopedia dentária (art.81). Sendo aprovado ao profissional era concedido o título de dentista aprovado.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O decreto de 1856 também dispunha sobre o exame de sangrador, que consistia no conhecimento das veias dos braços e das pernas, teoria e prática da sangria e aplicação de ventosas e principais acidentes da flebotomia, com os meios de socorro indicados. Ao final deste exame o habilitado recebia o título de sangrador aprovado. Aos candidatos aos diplomas de dentista e sangrador eram exigidos atestados de moralidade.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O decreto nº 2.579, de 21 de abril de 1860, aprovou e mandou executar os novos modelos de vestimentas, as vestes talares, que deveriam ser usadas por professores, diretores, secretários e doutorandos das faculdades de medicina, por ocasião da colação de grau.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pelo decreto nº2.649, de 22 de setembro de 1875, os opositores passaram a substitutos, com direito de sucessão à cátedra, e os concursos só deveriam realizar-se na vacância dos substitutos.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Reforma Leôncio de Carvalho&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br/&amp;gt; O ensino médico na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro ainda apresentava na década de setenta condições precárias, inexistindo laboratórios e instrumentos básicos para formar adequadamente os que nela ingressassem. Muitos professores encontravam-se ligados a funções administrativas e políticas do Império. A forte centralização do Governo Imperial constituía um forte obstáculo ao desenvolvimento da ciência, pois repercutia na administração das escolas de ensino superior, impedindo que houvesse um trabalho livre e criativo, próprio da pesquisa científica.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1876 reuniram-se alguns professores com o propósito de elaborar novos estatutos para a [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]] reivindicando um modelo de ensino prático-experimental, a especialização acadêmica e a liberdade de ensino. Essas propostas encontravam-se na Memória Histórica de 1874, de autoria de Carlos Artur Moncorvo de Figueiredo.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1878, o ministro do Império Carlos Leôncio de Carvalho designou uma comissão de professores da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]] para elaborar um novo anteprojeto de reforma do ensino médico, da qual participaram [[SABÓIA,_VICENTE_CÂNDIDO_FIGUEIRA_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Vicente Cândido Figueira de Sabóia&amp;lt;/u&amp;gt;]] (Visconde de Sabóia), Domingos José Freire Junior e Cláudio Velho da Motta Maia. Em 19 de abril de 1879, por meio do decreto nº 7.247, o ministro aprovou a reforma que recebeu seu nome. Inspirada nas universidades alemãs, a reforma instituiu a freqüência livre às aulas, e permitiu a realização de cursos não oficiais nos próprios recintos das faculdades. Visando um melhor aproveitamento dos cursos, propunha a supressão das sabatinas e determinava a obrigatoriedade das provas práticas. Aboliu-se o juramento católico por ocasião da colação de grau, podendo cada doutorando jurar conforme o seu credo religioso. Entre seus artigos propugnava-se pela primeira vez a permissão da diplomação de mulheres nos diversos cursos das faculdades e a concessão de autorização para que estas requeressem exame de verificação para obtenção do diploma de dentista.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;As disposições da reforma Leôncio de Carvalho, que ainda não tinham sido executadas, foram ampliadas pelos decretos nº 8.024 de 12 de março de 1881 e nº 3.141 de 30 de outubro de 1882, e colocadas em execução por ordem dos Ministros do Império, Rodolfo Epifânio de Souza Dantas e Pedro Leão Velloso. Conforme o decreto nº 3.141 o número de disciplinas do curso médico foi aumentado para 26 com a incorporação das seguintes cátedras em seu currículo: anatomia e fisiologia; clínica oftalmológica; clínica médica de adultos; clínica cirúrgica de adultos; clínica de moléstias médicas e cirúrgicas de crianças; moléstias cutâneas e sifilíticas; moléstias mentais.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O curso odontológico foi instituído. Alteraram-se as normas que regiam os exames e o ensino prático recebeu novo impulso com a criação de 14 laboratórios e a nomeação de preparadores, assistentes e conservadores, categorias de funcionários até então inexistentes. Estabeleceu-se a concessão de prêmios em dinheiro e em medalhas para os melhores alunos. Preconizou-se a circulação de uma Revista dos cursos, para publicação de estudos e pesquisas, e foi criada em cada Faculdade um Museu para a conservação de peças anatômicas.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1883, pelo decreto de 13 de janeiro, os lentes substitutos foram transformados em adjuntos, e foram regulamentados os concursos para adjuntos e preparadores, efetivando-se a substituição dos catedráticos pelos mesmos adjuntos. Neste mesmo ano, o decreto nº 8.918, de 31 de março, que regulou os estudos práticos nos laboratórios das faculdades de medicina, instituiu a freqüência obrigatória dos alunos nestes estudos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Reforma Sabóia&#039;&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; Vários questionamentos e diferentes interpretações do decreto de 19 de abril de 1879 surgiram, suscitando a promulgação de avisos e decretos, e retardando a implementação dos dispositivos da reforma. Reivindicações por uma reforma no ensino médico, que já haviam sido formuladas anteriormente à Congregação e à Direção da Faculdade, mas sem resultados, conseguiram na tribuna das Conferências Populares da Glória a repercussão necessária para sua concretização.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;As Conferências Populares da Glória, assim denominadas por se realizarem em escolas públicas na Freguesia da Glória, no Município da Corte, iniciaram-se em 23/11/1873 sob a coordenação de Manuel Francisco Correia, senador do Império, e tinham como principal objetivo a instrução do povo. O ano de 1880 foi um grande momento da tribuna da Glória, quando um grupo de professores e de alunos da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro]], liderados por Francisco Praxedes de Andrade Pertence, ocupou, entre agosto e dezembro deste ano, este espaço para expor a precariedade do ensino médico praticado no país. Andrade Pertence e os demais professores denunciaram, por meio de palestras, o estado de penúria das instituições de ensino médico, decorrente do desaparelhamento dos gabinetes, da falta de laboratórios, da escassez de instrumentos e de material adequado, da inexistência de uma sede própria, das dificuldades do relacionamento com a Santa Casa da Misericórdia, e principalmente da inadequação do ensino (ensino teórico excessivo, incipiente desenvolvimento da medicina experimental). Entre os conferencistas estiveram Francisco Praxedes de Andrade Pertence, [[ANDRADE,_NUNO_FERREIRA_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Nuno Ferreira de Andrade&amp;lt;/u&amp;gt;]], [[GOUVÊA,_HILÁRIO_SOARES_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Hilário Soares de Gouvêa&amp;lt;/u&amp;gt;]], João Baptista Kossuth Vinelli, Cypriano de Souza Freitas, João Martins Teixeira, Benjamin Franklin Ramiz Galvão, [[CAMINHOÁ,_JOAQUIM_MONTEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Joaquim Monteiro Caminhoá&amp;lt;/u&amp;gt;]], Antonio José Pereira da Silva Araújo e Luiz Joaquim Duque-Estrada Teixeira. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;As Conferências da Glória não determinaram a implantação das reformas, mas foram impulsionadoras deste processo, pois foi a partir destas palestras que se iniciou, segundo Affonso Celso de Assis Figueiredo, a cruzada em prol daquela escola.&amp;lt;br/&amp;gt; Foi somente na gestão do Conselheiro [[SABÓIA,_VICENTE_CÂNDIDO_FIGUEIRA_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Vicente Cândido Figueira de Sabóia&amp;lt;/u&amp;gt;]] (1881-1889), na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, considerado período áureo desta instituição, que as propostas do decreto de 1879 começaram a ser realmente implantadas.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 25 de outubro de 1884, pelo decreto nº 9.311, foram implantados novos estatutos para as faculdades de medicina no Brasil, que em suas linhas gerais manteve o plano de Leôncio de Carvalho, com algumas modificações. Estas modificações ficaram conhecidas pelo nome de Reforma Sabóia, devido à atuação de [[SABÓIA,_VICENTE_CÂNDIDO_FIGUEIRA_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Vicente Cândido Figueira de Sabóia&amp;lt;/u&amp;gt;]], diretor da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]] entre 1881 e 1889. Cada Faculdade deveria ministrar um curso de Ciências Médicas e Cirúrgicas e mais três cursos anexos, o de Farmácia, ainda em três anos, o de Obstetrícia e Ginecologia, em dois anos, e o de Odontologia, em três anos.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O curso de Medicina permanecia com duração de seis anos, e ao quadro do pessoal adicionou-se mais uma classe, a dos assistentes. Mandou-se publicar uma revista bimestral. Instituiu-se um prêmio de viagem à Europa para o melhor aluno que concluísse o curso médico ou farmacêutico. Regularam-se os exames preparatórios exigidos para os candidatos à matrícula, exames que não seriam dispensados.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A odontologia, segundo o art.1º do decreto de 1884, formaria um curso anexo, composto das seguintes disciplinas:&amp;lt;br/&amp;gt; 1º ano - física, química mineral, anatomia descritiva e topográfica da cabeça;&amp;lt;br/&amp;gt; 2º ano - histologia dentária, fisiologia dentária, patologia dentária e higiene da boca;&amp;lt;br/&amp;gt; 3º ano - terapêutica dentária, cirurgia e prótese dentárias.&amp;lt;br/&amp;gt; O aluno formado pelo curso de odontologia, anexo às faculdades de medicina do Rio de Janeiro e da Bahia, recebia o título de dentista, mas não assinava o seu diploma.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Esses estatutos expressavam uma nova representação do saber médico: baseava-se no modelo germânico, que propunha a introdução dos estudos práticos das disciplinas clínicas e experimentais e a quebra do monopólio da formação profissional pelas faculdades do Rio de Janeiro e de Salvador.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;As reformas encetadas no início da década de 80 do séc.XIX foram a expressão mais imediata do movimento iniciado na década anterior pelas elites médicas, que desejavam reformar as instituições de ensino e pesquisa segundo o figurino germânico. As palavras de ordem, ensino prático e ensino livre, procuravam atingir os pilares do modelo centralizador francês, consolidado no período napoleônico, que inspirara a criação de todas as instituições médicas na década de 50.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Reforma Benjamin Constant&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br/&amp;gt; Após a Proclamação da República, nova organização foi conferida ao ensino médico no país, por meio do decreto nº 1.270 de 10 de janeiro de 1891, aprovado pelo Governo Provisório do Marechal Deodoro da Fonseca e referendado pelo Ministro da Instrução Pública, Correios e Telégrafos Benjamin Constant Botelho de Magalhães. Com este decreto, as escolas de medicina, do Rio de Janeiro e da Bahia, passaram a denominar-se Faculdade de Medicina e Farmácia. A estrutura curricular foi alterada com a ampliação do número de disciplinas (29) e com a sua distribuição por 12 seções. Novos laboratórios (de química analítica e toxicológica e anatomia médico-cirúrgica e comparada) foram estabelecidos e determinada como obrigatória a freqüência dos alunos nos mesmos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O curso médico passou a ser constituído por 29 cadeiras, distribuídas em 12 seções e seis séries. A freqüência tornou-se obrigatória. As disciplinas classificavam-se de modo original:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - Ciências físicas e naturais: física médica, química inorgânica médica, química orgânica e biológica, química analítica e toxicológica, botânica e zoologia médicas, farmacologia e arte de formular;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - Ciências que entendem com a estática e a dinâmica do homem são: anatomia descritiva, anatomia médico-cirúrgica e comparada, fisiologia e histologia;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - Ciências que entendem com a estática e a dinâmica do homem doente: patologia cirúrgica, patologia médica, patologia geral e história da medicina, operações e aparelhos, anatomia e fisiologia patológicas, medicina legal, clínicas propedêutica, cirúrgica, médica, ginecológica, pediátrica, dermatológica e sifilográfica, oftalmológica, psiquiátrica e de moléstias nervosas;&amp;lt;br/&amp;gt; - Ciências que entendem com a estática e a dinâmica do homem são e do homem doente: obstetrícia e clínica obstétrica, higiene e mesologia.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A cadeira de anatomia topográfica, medicina operatória e aparelhos desdobrou-se em duas: anatomia médico cirúrgica e comparada, e operações e aparelhos. A cadeira de química analítica e toxicológica criada com essa reforma passou a ser obrigatória no curso farmacêutico que continuou tendo duração de três anos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Os cursos anexos às faculdades de medicina e farmácia da Bahia e do Rio de Janeiro passaram a ser os cursos de parteira e de odontologia. O primeiro deles era constituído por duas séries, constando das seguintes matérias:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; 1ª série: anatomia da bacia, descritiva e topográfica, e dos órgãos geniturinários com respeito à mulher;&amp;lt;br/&amp;gt; 2ª série: prática do parto normal e a pequena intervenção obstétrica.&amp;lt;br/&amp;gt; O curso de odontologia ficou disposto em dois anos, com as seguintes disciplinas:&amp;lt;br/&amp;gt; 1º ano - anatomia, histologia, fisiologia e higiene dental;&amp;lt;br/&amp;gt; 2º ano - clínica e prótese dentárias.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; A autonomia didática foi restaurada, a partir do artigo 2º do referido decreto, segundo o qual “sobre todas as questões que entendem com o reconhecimento das habilitações, tanto para o exercício profissional como para o magistério respectivo, as Faculdades decidem com completa autonomia”.&amp;lt;br/&amp;gt; Este decreto, no parágrafo único do art. 7º, afirmava que “ninguém poderá exercer nos Estados Unidos do Brasil qualquer ramo da arte de curar, não sendo licenciado ou graduado pelas Faculdades federais”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O ensino livre foi permitido, admitindo-se a possibilidade de cursos livres, particulares, gratuitos ou remunerados, após a autorização da direção da instituição. Facultava-se ao professor destes cursos apenas as salas para as aulas, não sendo franqueadas as clínicas e laboratórios, pois a permissão de curso não dava título nem regalias. Tornou-se obrigatória a freqüência dos alunos aos laboratórios e às clínicas.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Objetivando a paridade da organização docente das instituições de ensino superior, o Governo estabeleceu, pelo decreto nº 1.159, de 3 de dezembro de 1892, o Código das Disposições Comuns aos Estabelecimentos de Ensino Superior, no qual sobressaiu a parte sobre as “comissões e investigações em benefício da ciência e do ensino”. Ficava estipulado que de dois em dois anos a Congregação de cada uma das instituições indicaria ao Governo um lente catedrático ou substituto “para estudar nos países estrangeiros os melhores métodos do ensino e as matérias das respectivas cadeiras, e examinar os estabelecimentos e instituições das nações mais adiantadas da Europa e da América” (art. 243).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Deste Código decorreu o decreto nº 1.482, de 24 de julho de 1893, que baixou um novo regulamento para as Faculdades de Medicina, determinando a seguinte seriação das disciplinas:&amp;lt;br/&amp;gt; 1º ano: física médica; química inorgânica médica; botânica e zoologia médica; anatomia descritiva (1ª parte).&amp;lt;br/&amp;gt; 2º ano: anatomia descritiva (2ª parte); histologia; química orgânica e biológica; fisiologia (1ª parte).&amp;lt;br/&amp;gt; 3º ano: fisiologia (2ª parte); patologia geral; anatomia e fisiologia patológicas; química analítica e toxicológica; clínica propedêutica; clínica dermatológica e sifiligráfica.&amp;lt;br/&amp;gt; 4º ano: patologia médica; patologia cirúrgica; matéria médica; farmacologia e arte de formular; clínica propedêutica; clínica cirúrgica (2ª cadeira); clínica oftalmológica.&amp;lt;br/&amp;gt; 5º ano: operações e aparelhos; anatomia médica e cirúrgica; terapêutica; clínica cirúrgica (1ª cadeira); clínica médica (2ª cadeira); clínica pediátrica.&amp;lt;br/&amp;gt; 6º ano – higiene; medicina legal; obstetrícia; clínica médica (1ª cadeira); clínica obstétrica e ginecológica; clínica psiquiátrica e de moléstias nervosas.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O decreto de 1893 determinou, ainda, que os alunos do curso de odontologia da Faculdade de Medicina deveriam receber os títulos de cirurgiões-dentistas. O curso, de dois anos, era constituído por:&amp;lt;br/&amp;gt; 1º ano - anatomia descritiva e médico-cirúrgica da cabeça; histologia da boca e seus anexos; fisiologia dentária e higiene dentária.&amp;lt;br/&amp;gt; 2º ano - patologia dentária; terapêutica dentária; clínica odontológica e prótese dentária.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Código de 1901&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br/&amp;gt; Esta reforma foi implantada pelo decreto nº3.890, de 1º de janeiro de 1901, assinado pelo Ministro Epitácio Pessoa, que conferiu um novo Código aos Institutos Oficiais de Ensino Superior e Secundário dependentes do Ministério da Justiça e Negócios Interiores. A este decreto seguiu-se o de nº3.902, de 12 de janeiro de 1901, o qual estabeleceu novo regulamento para as Faculdades de Medicina. A faculdade, até então denominada [[FACULDADE_DE_MEDICINA_E_FARMÁCIA_DO_RIO_DE_JANEIRO|Faculdade de Medicina e Farmácia do Rio de Janeiro]], voltou a adotar a antiga denominação de Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A nova reforma além de restringir a liberdade de freqüência, suprimiu várias cadeiras como as de física médica, a de patologia geral, a de química analítica e toxicológica. Voltando a ter 26 cadeiras, as de química inorgânica e de química orgânica e biológica foram fundidas em uma só, dando origem à cadeira de química médica. A física médica passou a ser lecionada em um curso complementar, ministrado pelo lente substituto da 7 ª seção.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O curso farmacêutico foi reduzido a dois anos; cerceou-se direitos e prerrogativas estabelecidos desde 1884, distribuindo-se arbitrariamente os substitutos por seções que lhes eram estranhas. Em compensação, foi criada a cadeira de bacteriologia, sendo seu primeiro ocupante Rodolpho Galvão. O ensino obrigatório e a prática de argüições foram reinstaurados, enquanto as provas práticas de algumas disciplinas foram canceladas.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Esta reforma não foi bem recebida. O Código de 1901 implementou-se distintamente do previsto pela comissão de professores que dela havia encarregado-se, e provocou inúmeros problemas, inclusive internamente à vida acadêmica, como a demissão do diretor da faculdade, [[CASTRO,_FRANCISCO_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Francisco de Castro&amp;lt;/u&amp;gt;]], quando ainda não havia sido nomeado um vice-diretor, Luiz da Cunha Feijó Filho, deixando a instituição sem diretor. Seguiu-se um período confuso, de orçamentos escassos, de laboratórios decadentes e de desorganização acadêmica e administrativa.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Reforma Rivadávia Corrêa&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br/&amp;gt; A necessidade de uma nova reforma do ensino médico novamente alcançou o âmbito da [[ACADEMIA_NACIONAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Nacional de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]], onde foi apresentado um plano de estudos elaborado pelo seu associado [[GOUVÊA,_HILÁRIO_SOARES_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Hilário Soares de Gouvêa&amp;lt;/u&amp;gt;]], então diretor da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro. Este plano influenciou a elaboração da Lei Orgânica do Ensino Superior, aprovada por meio dos decretos n.º 8.659 e nº 8.661, de 5 de abril de 1911, pelo Presidente Hermes da Fonseca e referendada pelo Ministro do Estado da Justiça e Negócios Interiores Rivadávia da Cunha Corrêa.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fundamentada inicialmente no sistema de docência alemão, esta proposta transformou-se em um instrumento que buscava primordialmente a desoficialização do ensino. A Reforma Rivadávia, assim conhecida por ter sido assinada pelo Ministro Rivadávia da Cunha Corrêa, na realidade teria representado segundo Fernando Magalhães, um pretexto “para desobrigar-se o Governo das responsabilidades do ensino, mascarado na outorga de um atributo superior às Congregações” (MAGALHÃES, 1932, p. 165).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O decreto nº 8.659 previa a autonomia didática e administrativa. A eleição do diretor passou a ser feita independente da nomeação do Governo, e foi criada uma tesouraria para o recolhimento das taxas. A Faculdade, além de instituição de ensino, transformou-se também em uma repartição pública, integrada ao funcionalismo e aos processos volumosos.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Para o ingresso na faculdade, passou a ser exigido apenas um simples exame, sem a necessidade da apresentação de documentos que comprovassem o curso preparatório. Preconizava a liberdade de freqüência e a abolição do concurso de provas para docentes, substituído pelos títulos e trabalhos.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A nova seriação das disciplinas, a fusão e o desdobramento de cadeiras, o concurso de títulos e trabalhos, a remuneração dos professores pelas taxas de freqüência e de exames, tudo constituía em uma vantajosa inovação. Os lentes mudaram de nome, surgindo os professores ordinários e extraordinários, segundo o modelo da nomenclatura alemã. A criação do professor extraordinário, para cada cadeira, propiciou a admissão de um bom número de professores.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O currículo médico manteve-se distribuído por seis séries, sendo suprimidas as cadeiras de patologia médica, patologia cirúrgica, clínica propedêutica e obstetrícia. A cadeira de bacteriologia recebeu a denominação de microbiologia, sendo ocupada por Antonio Dias de Barros, e a de histologia transformou-se em anatomia microscópica. Criaram-se as cadeiras de física médica, ginecologia, otorrinolaringologia e de patologia geral. A clínica de crianças foi desdobrada em clínica pediátrica médica e higiene infantil, clínica pediátrica cirúrgica e ortopedia. A clínica de operações e aparelhos foi refundida com a de anatomia médico-cirúrgica.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;As clínicas especiais tornaram-se obrigatórias, exigindo-se a freqüência por um período, sob a direção a um professor extraordinário. Os professores extraordinários eram livres-docentes de qualquer matéria da Faculdade. Instituiu-se a caderneta de freqüência, indispensável ao exame que passou a ter três categorias: o preliminar (1ªsérie do curso), o básico (2ª e 3ª séries) e o final (as três últimas séries).&amp;lt;br/&amp;gt; O curso de farmácia a partir dessas modificações, passou a ter duração de três anos, constando das seguintes matérias: 1ª série – física, química mineral e orgânica, e história natural médica; 2ª série – química analítica, bromatologia, farmacologia (1ª parte) e higiene; 3ª série – farmacologia (2ª parte), microbiologia, química industrial e toxicologia (art. 43). O curso de odontologia: 1ª série - anatomia descritiva (em particular da cabeça), anatomia microscópica (em particular da cabeça), fisiologia geral, patologia geral e anatomia patológica; 2ª série – clínica odontológica, técnica odontológica, terapêutica dentária, prótese dentária e higiene geral (em particular da boca) (art. 56). Já no curso de obstetrícia foram introduzidas as matérias de microbiologia, de clínica obstétrica (com exercícios prévios no manequim) e de higiene infantil e anti-sepsia (art. 64).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O curso de odontologia mereceu uma atenção maior durante a gestão de Antônio Augusto de Azevedo Sodré (1911-1913) na Faculdade de Medicina, quando foram propiciadas melhores instalações e materiais para as salas de aula. Em 1911 Frederico Carlos Eyer era o professor contratado de clínica odontológica, patologia e terapêutica dentárias e higiene geral (em particular da boca), que até então constituíam uma única disciplina. O diretor Azevedo Sodré promoveu a separação destas disciplinas e ampliou a duração do curso de odontologia para 3 anos. Na mesma época foi criada, por sugestão de Frederico Carlos Eyer, a cadeira de técnica odontológica.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1912 foi criado na [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro]] o curso de clínica de doenças nervosas, funcionando, a partir de 1915, em dependências da [[SANTA_CASA_DA_MISERICÓRDIA_DO_RIO_DE_JANEIRO|Santa Casa da Misericórdia]], sendo ministrado por Antônio Austregesilo Rodrigues Lima. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ainda de acordo com a Reforma Rivadávia, foi criado o Conselho Superior do Ensino, composto de diretores e de um representante de cada congregação dos institutos superiores, cabendo a esse órgão o recurso das decisões dos corpos docentes. Estabeleceu-se a livre docência com regalias, como a de comparecer nas mesas de exame, certificar freqüência, e escolher um representante com assento na Congregação. O princípio da liberdade profissional era o ponto fundamental da nova reforma.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Reforma Maximiliano&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br/&amp;gt; Foi estabelecida em 1915 outra legislação específica para as faculdades médicas, reafirmando uma antiga prática, conforme assinalou o médico baiano [[PEREIRA,_ANTONIO_PACÍFICO|&amp;lt;u&amp;gt;Antonio Pacífico Pereira&amp;lt;/u&amp;gt;]]:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“A preocupação reformadora é sempre anular o precedente, com a prática de condenar em absoluto um regime inteiro sem haver nem onde haurir nem como inventar a inspiração renovadora, limitando-se a desenterrar velhas coisas e a provocar criações mais apropriadas ao interesse pessoal do que à vantagem coletiva. Aparecem e desaparecem princípios e conceitos. Nos exames, vão e vem as provas escritas, na administração surge e esvai-se a autonomia; na docência afirma-se ou nega-se a sua independência. Todavia, há sempre lugares novos...”. &amp;amp;nbsp;(Apud MAGALHÃES, 1932, p.178)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O decreto nº 11.530, de 18 de março de 1915, aprovado pelo Presidente da República Wenceslau Braz e referendado pelo Ministro da Justiça e Negócios Interiores Carlos Maximiliano Pereira dos Santos, lhe conferindo a denominação de Reforma Maximiliano, propunha o retorno dos títulos de catedráticos e substitutos, e a extinção de professores ordinários e extraordinários (art.36). A Congregação perdia algumas de suas atribuições, notadamente a sua interferência na escolha do diretor. Por outro lado, foi prevista a destinação de recursos para a construção de uma sede própria para a faculdade do Rio de Janeiro (art.145).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Os concursos de prova foram restabelecidos não só para os professores como para os livres-docentes. Mas, compensando tantos inconvenientes, diminuiu-se a intervenção da instância do Conselho Superior de Ensino, que passou a ter a função de receber e julgar os embargos da Congregação que não fossem manifestados em maioria absoluta. À Diretoria da faculdade foi concedido o privilégio de administração do patrimônio escolar. Garantiu-se a liberdade de freqüência. Criou-se mais uma cadeira de clínica médica e a cadeira de neurologia foi separada da de psiquiatria.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Nestas primeiras décadas do séc. XX os debates pautaram-se pela busca de uma ampliação do ensino médico, objetivando atender às questões sociais de então. Leonídio Ribeiro Filho, orador da primeira turma dos formados do curso de especialização em medicina pública, proferiu em 1918 um discurso acentuando a necessidade de cursos direcionados à especialização pericial e sanitária, e a importância da criação do curso de medicina pública (RIBEIRO FILHO, p.380).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O decreto nº 3.830, de 29 de outubro de 1919, promulgado por Epitácio Pessoa, em seu art.1º propunha a transformação do curso de odontologia da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]] em uma Faculdade de Odontologia, cujo curso teria duração de quatro anos. Entretanto tal transformação não foi implementada naquele momento.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1920, através do decreto nº 14.343 de 7 de setembro, foi criada a Universidade do Rio de Janeiro constituída pelas faculdades de Medicina, de Direito e pela Escola Politécnica do Rio de Janeiro. Segundo o periódico &#039;&#039;Archivos Brasileiros de Medicina &#039;&#039;(1921, p.182) estas modificações tinham o objetivo de “estimular a cultura das ciências, estreitar entre os professores os laços de solidariedade intelectual e moral e aperfeiçoar os métodos de ensino”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 22 de outubro de 1924 foram inaugurados, no Hospital da Santa Casa da Misericórdia, os serviços de clínica oftalmológica da Faculdade de Medicina, cujo professor José Antonio de Abreu Fialho era catedrático de clínica oftalmológica.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Reforma Rocha Vaz&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br/&amp;gt; Conhecida também como Reforma João Luiz Alves, foi proposta pelo decreto n° 16.782-A de 13 de janeiro de 1925, assinado pelo Presidente da República Arthur Bernardes e o Ministro da Justiça e Negócios Interiores João Luiz Alves. O nome Rocha Vaz deveu-se à participação do diretor da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], Juvenil da Rocha Vaz, na elaboração da reforma. Objetivando uma reorganização do ensino secundário e superior, propunha que o ensino superior deveria abranger os cursos de direito, de medicina, de engenharia, de farmácia e de odontologia (art.33). Os cursos anexos de farmácia e odontologia passaram à condição de faculdades anexas às faculdades de medicina.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Esta reforma criou o Departamento Nacional de Ensino diretamente subordinado ao Ministério da Justiça e Negócios do Interior. Suprimiu o Conselho Superior de Ensino, criando o Conselho Nacional de Ensino, composto de três seções, o Conselho de Ensino secundário e Superior, o Conselho de Ensino Artístico e o Conselho de Ensino Primário e Profissional.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O ensino médico, conforme o artigo 65, ficaria dividido em três cursos: 1º - curso fundamental correspondente aos três primeiros anos; 2º - curso geral de aplicação abrangendo os dois anos seguintes; 3º - curso especializado de aplicação compreendendo o sexto ano.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;As cadeiras do curso médico elevaram-se a trinta e seis, distribuídas, conforme o art. 64 (seção sexta), em seis anos:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; 1º ano: física, química geral e mineral, biologia geral e parasitologia, anatomia humana;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; 2º ano: anatomia humana, química orgânica e biológica, histologia e fisiologia;&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp;3º ano: fisiologia, microbiologia, farmacologia, patologia geral;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; 4º ano: clínica médica propedêutica, patologia médica, anatomia patológica;&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp;5º ano: clínica médica, patologia cirúrgica, clínica cirúrgica, higiene, medicina legal, terapêutica;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; 6º ano: obstetrícia, clínica pediátrica médica e higiene infantil, clínica cirúrgica infantil e ortopédica, clínica obstétrica, clínica ginecológica, clínica neuriátrica, clínica psiquiátrica, clínica dermatológica e sifiligráfica, clínica otorrinolaringológica, clínica oftalmológica, medicina tropical.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Por este decreto foi criada a cadeira de medicina tropical, destinada ao ensino de moléstias tropicais e, especialmente, das que mais interessassem à nosologia do país (art.71). Foi estabelecido o Instituto Anatômico (art.92) composto de cinco departamentos (anatomia normal, histologia, anatomia patológica, medicina legal e medicina operatória), respectivamente chefiados pelos professores catedráticos de anatomia humana, anatomia patológica, medicina legal e medicina operatória. Também foi criado o Curso Especial de Higiene e Saúde Pública (art. 80), anexo à [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], que visava o aperfeiçoamento técnico dos médicos que se destinassem ao desempenho de funções sanitárias. O curso, que seria dirigido pelo diretor do [[INSTITUTO_OSWALDO_CRUZ|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Oswaldo Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]], seria uma especialização do ensino médico, ministrado pelos técnicos do referido Instituto, e constituído pelas seguintes disciplinas: epidemiologia e profilaxia gerais, organização dos serviços de profilaxia especial; biometria e estatística aplicada à higiene; higiene alimentar, noções de bromatologia; saneamento urbano e rural; higiene pré-natal, higiene infantil e higiene escolar; higiene industrial e profissional; administração sanitária, legislação sanitária e comparada. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A referida reforma suprimiu o curso de parteiras e criou um curso para as enfermeiras das maternidades anexas às faculdades de medicina (art.133).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; O curso farmacêutico passou a ter quatro anos, ficando assim constituído:&amp;lt;br/&amp;gt; 1º ano: física, química geral e mineral, e botânica geral e sistemática aplicada à farmácia;&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp;2º ano: química orgânica e biológica, zoologia geral e parasitologia, e farmácia galênica;&amp;lt;br/&amp;gt; 3º ano: microbiologia, química analítica e farmacognosia;&amp;lt;br/&amp;gt; 4º ano: biologia geral e fisiologia, química toxicológica e bromatológica, higiene e legislação farmacêutica, e farmácia química (art. 110).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;As cadeiras consideradas privativas do curso de farmácia (farmácia galênica, farmacognosia, farmácia química, química analítica e química toxicológica e bromatológica) e do curso de odontologia (metalurgia e química aplicadas, técnica odontológica, patologia e clínica odontológica, prótese, e ortodontia e prótese dos maxilares) passaram a ser lecionadas por farmacêuticos e cirurgiões-dentistas, respectivamente (arts. 115, 116, 126 e 127).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O curso de odontologia passou a ser feito em três anos, pela seguinte forma:&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp;1º ano: anatomia geral, especialmente da boca, histologia e noções de microbiologia, fisiologia e metalurgia, e química aplicada;&amp;lt;br/&amp;gt; 2º ano: patologia geral e anatomia patológica, especialmente da boca, técnica odontológica, prótese (1ª parte) e patologia e clínica odontológica;&amp;lt;br/&amp;gt; 3º ano: clínica odontológica, ortodontia e prótese dos maxilares, higiene, especialmente da boca, e terapêutica (art. 121).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Reforma Francisco Campos&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br/&amp;gt; A nova reforma do ensino médico foi determinada pelo decreto nº 19.851, de 11 de abril de 1931, assinado pelo Chefe do Governo Provisório Getúlio Vargas e pelo Ministro da Educação e Saúde Pública Francisco Campos, e definia que o ensino superior no país deveria seguir o sistema universitário, segundo os dispositivos dos Estatutos das Universidades Brasileiras, incluso no referido decreto. Ficou conhecida como Reforma Francisco Campos. O decreto nº 19.852, de mesma data, dispôs, então, sobre a organização da Universidade do Rio de Janeiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Neste último decreto, a Universidade do Rio de Janeiro passava a ser constituída pelas seguintes unidades: Faculdade de Direito, Faculdade de Medicina, Escola Politécnica, Escola de Minas, Faculdade de Educação, Ciências e Letras, Faculdade de Farmácia, Faculdade de Odontologia, Escola de Belas Artes e Instituto Nacional de Música.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Para o ingresso na [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DA_UNIVERSIDADE_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina da Universidade do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]] seria exigido a idade mínima de 17 anos, a apresentação de documentos pessoais, o certificado de aprovação no curso ginasial, um exame vestibular, e o pagamento de taxas regulamentares.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A faculdade médica deveria fornecer, em seis anos, os conhecimentos necessários ao exercício profissional e promover a especialização em diversos ramos da medicina aplicada e nas ciências biológicas correlatas. Para tal ministraria as seguintes disciplinas: anatomia, histologia e embriologia geral, fisiologia, física biológica, química fisiológica, microbiologia, parasitologia, patologia geral, farmacologia, anatomia e fisiologia patológicas, técnica operatória e cirurgia experimental, clínica propedêutica médica, clínica dermatológica e sifilográfica, clínica de doenças tropicais e infectuosas, clínica médica, clínica cirúrgica, terapêutica clínica, clínica urológica, clínica obstétrica, higiene, medicina legal, clínica cirúrgica infantil e ortopédica, clínica pediátrica médica e higiene infantil, clínica otorrinolaringológica, clínica ginecológica, clínica psiquiátrica, clínica oftalmológica e clínica neurológica (art.54).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Deveria ministrar cursos normais e seriados para o ensino das disciplinas essenciais para o exercício da medicina prática; cursos equiparados, realizados por docentes livres e segundo os moldes dos cursos normais; cursos livres com ensinamentos sobre as disciplinas do curso médico ou sobre temas científicos correlatos; cursos de aperfeiçoamento para ampliar os conhecimentos nas disciplinas médicas; e cursos de especialização para formar especialistas em vários ramos da medicina (art.57).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Entre os cursos de especialização propunha o Curso em Higiene e Saúde Pública, cujo diretor seria um professor catedrático de higiene da Faculdade de Medicina da Universidade do Rio de Janeiro, ministrando as seguintes disciplinas: estatística sanitária, saneamento urbano e rural, epidemiologia e profilaxia das doenças contagiosas, epidemiologia e profilaxia especializadas, higiene alimentar, fisiologia aplicada à higiene, higiene industrial e higiene infantil, organização e administração sanitárias. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;As disciplinas do curso médico seriam realizadas em espaços próprios como anfiteatros, salas de demonstração, laboratórios, enfermarias e dispensários dos hospitais e institutos especiais. A Faculdade de Medicina deveria estabelecer um acordo com o Prefeito do Distrito Federal para que seus alunos pudessem estagiar nos serviços de Assistência Municipal e no Hospital de Pronto Socorro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ainda segundo o mesmo decreto de 1931, seria estabelecido, anexo ao Hospital das Clínicas, um Instituto Anatômico e Biológico, para o ensino das disciplinas que requerem intervenção técnica em cadáver. Este Instituto deveria ser dotado de um laboratório de microbiologia e de histopatologia para verificações etiológicas. Também previa a instalação de um Instituto de Eletroradiologia, para atender as demandas dos serviços clínicos da Faculdade de Medicina, e de um Instituto de Biotipologia e Ortogenia.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;As disciplinas da Faculdade de Odontologia eram: anatomia, histologia e microbiologia, fisiologia, metalurgia e química aplicadas, técnica odontológica, clínica odontológica (1ªparte), prótese, higiene e odontologia legal, clínica odontológica (2ªparte), patologia e terapêutica aplicadas, ortodontia e odontopediatria, prótese buco-facial. O ensino de farmácia constará de: física aplicada à farmácia, química orgânica e biológica, botânica aplicada à farmácia, zoologia e parasitologia, microbiologia, química analítica, química toxicológica e bromatológica, farmácia galênica, farmácia química, farmacognosia, higiene e legislação farmacêutica e química industrial farmacêutica.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pelo decreto nº 452, de 5 de julho de 1937, as denominações das instituições de ensino superior foram alteradas, passando a Universidade do Rio de Janeiro a denominar-se Universidade do Brasil, Faculdade de Medicina recebeu o nome de Faculdade Nacional de Medicina, e as escolas de farmácia e odontologia tornaram-se respectivamente Faculdade Nacional de Farmácia e Faculdade Nacional de Odontologia. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Conforme o decreto nº 4.831, de 5 de novembro de 1965, a Universidade do Brasil passou a &amp;amp;nbsp;denominar-se Universidade Federal do Rio de Janeiro, e suas unidades aqui tratadas receberam os nomes de Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Faculdade de Farmácia da Universidade Federal do Rio de Janeiro, e Faculdade de Odontologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Diretores:&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br/&amp;gt; Manoel Luiz Alvares de Carvalho (1813-1820); José Maria Bomtempo (1820-1821); Vicente Navarro de Andrade (1821-1831); Joaquim José Marques (12/04/1831-23/02/1832); Domingos Ribeiro dos Guimarães Peixoto (1832-1839); Manoel de Valladão Pimentel (1839-1842); [[JOBIM,_JOSÉ_MARTINS_DA_CRUZ|&amp;lt;u&amp;gt;José Martins da Cruz Jobim&amp;lt;/u&amp;gt;]] (1842-1872); Luiz da Cunha Feijó (1872-1881); Manuel Maria Moraes Valle (interino 1880); [[SABÓIA,_VICENTE_CÂNDIDO_FIGUEIRA_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Vicente Cândido Figueira de Sabóia&amp;lt;/u&amp;gt;]] (1881-1889); Erico Marinho da Gama Coelho (1889- 1891); Albino Rodrigues de Alvarenga (1892-1901); [[CASTRO,_FRANCISCO_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Francisco de Castro&amp;lt;/u&amp;gt;]] (1901); Luiz da Cunha Feijó Filho (1903-1910); [[GOUVÊA,_HILÁRIO_SOARES_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Hilário Soares de Gouvêa&amp;lt;/u&amp;gt;]] (1910-1911); Antônio Augusto de Azevedo Sodré (1911-1913); Cypriano de Souza Freitas (1913)&amp;amp;nbsp;;&amp;amp;nbsp;Ernesto do Nascimento Silva (1914); [[CASTRO,_ALOYSIO_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Aloysio de Castro&amp;lt;/u&amp;gt;]] (1915-1925); Juvenil da Rocha Vaz (1925-1926); José Antonio de Abreu Fialho (1926-1930); Fernando Augusto Ribeiro de Magalhães (1930-1931).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; &#039;&#039;&#039;Vice-diretores:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br/&amp;gt; José Bento da Rosa (1854); Luiz da Cunha Feijó (1854-1871); [[ABREU,_FRANCISCO_FERREIRA_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Francisco Ferreira de Abreu&amp;lt;/u&amp;gt;]](1873-1881); Antonio Correia de Souza Costa (1881- 1883); Albino Rodrigues de Alvarenga (1884-1890).&amp;lt;br/&amp;gt; &#039;&#039;&#039;Professores da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro (1813-1930):&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br/&amp;gt; - Anatomia em geral: Joaquim José Marques (1813-1825).&amp;lt;br/&amp;gt; - Anatomia e fisiologia: [[MAZAREM,_JOAQUIM_DA_ROCHA|&amp;lt;u&amp;gt;Joaquim da Rocha Mazarem&amp;lt;/u&amp;gt;]] (1813).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - Anatomia descritiva e geral: José Maurício Nunes Garcia (1838-1857); José Ribeiro de Sousa Fontes (1857-1876); Luiz Pientzenauer (1876-1880); José Pereira Guimarães (1881-1891); Ernesto de Freitas Crissiúma (1891- 1914); Luiz Antonio da Silva Santos (1914-1925); Alvaro Fróes da Fonseca (1925- &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - Anatomia topográfica, medicina operatória e aparelhos: Francisco Praxedes de Andrade Pertence (1864-1880).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - Anatomia geral e patologia: Francisco Praxedes de Andrade Pertence (1855-1864); Antônio Teixeira da Rocha (1864-1884). / Histologia teórica e prática - Antônio Teixeira da Rocha (1884-1886); Antônio Caetano de Almeida (1886 -&amp;amp;nbsp;?); Eduardo Chapot Prévost (1890-1907); Antonio Dias de Barros (1907-1925).&amp;lt;br/&amp;gt; - Higiene: Vicente Navarro de Andrade (1813).&amp;lt;br/&amp;gt; - Instruções cirúrgicas, operações e arte obstetrícia: Manuel Álvares da Costa Barreto (1813); Amaro Batista Pereira (1825).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - Fisiologia: Domingos Ribeiro dos Guimarães Peixoto (1825).&amp;lt;br/&amp;gt; - Patologia: Vicente Navarro de Andrade (1825).&amp;lt;br/&amp;gt; - Medicina operatória: Jerônimo Alves de Moura (1825).&amp;lt;br/&amp;gt; - Medicina clínica: Mariano José do Amaral (1825). &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - Física médica: [[CÂNDIDO,_FRANCISCO_DE_PAULA|&amp;lt;u&amp;gt;Francisco de Paula Cândido&amp;lt;/u&amp;gt;]] (1833-1863); Francisco José do Canto e Melo Mascarenhas (1863-1882); João Martins Teixeira (1882-1901).&amp;lt;br/&amp;gt; - Física biológica: Francisco Lafayette Rodrigues Pereira (1925 - &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - Química mineral e mineralogia médicas: [[HOMEM,_JOAQUIM_VICENTE_TORRES|&amp;lt;u&amp;gt;Joaquim Vicente Torres Homem&amp;lt;/u&amp;gt;]] (1833- 1858); Manuel Maria Moraes Valle (1859-1884); Augusto Ferreira dos Santos (1884-1891).&amp;lt;br/&amp;gt; - Botânica e zoologia médicas: [[CYSNEIROS,_FRANCISCO_FREIRE_ALLEMÃO_DE|Francisco Freire Allemão Cysneiros]] (1833-1857); Francisco Gabriel da Rocha Freire (1855-1867); [[CAMINHOÁ,_JOAQUIM_MONTEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Joaquim Monteiro Caminhoá&amp;lt;/u&amp;gt;]] (1871-1881); Benjamin Franklin Ramiz Galvão (1881-1882); João Joaquim Pizarro (1882- &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;).&amp;lt;br/&amp;gt; - Química orgânica: Francisco Bonifácio de Abreu (1854-1873); Domingos José Freire Junior (1874-1895); Arthur Fernandes Campos da Paz; [[AMARAL,_TIBURCIO_VALERIANO_PECEGUEIRO_DO|&amp;lt;u&amp;gt;Tibúrcio Valeriano Pecegueiro do Amaral&amp;lt;/u&amp;gt;]] (1899-1903) / Química médica: Augusto Ferreira dos Santos (1901), [[AMARAL,_TIBURCIO_VALERIANO_PECEGUEIRO_DO|&amp;lt;u&amp;gt;Tibúrcio Valeriano Pecegueiro do Amaral&amp;lt;/u&amp;gt;]](1903-1925). / Química fisiológica: José de Carvalho Del Vecchio (1931). / Química orgânica e biológica: Adelino da Silva Pinto (1925-1931). / Química fisiológica: Adelino da Silva Pinto (1931- &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;).&amp;lt;br/&amp;gt; - Histologia e embriologia geral: Ernani Carlos de Menezes Pinto (1925-1943).&amp;lt;br/&amp;gt; - Fisiologia teórica e experimental: Domingos Ribeiro de Guimarães Peixoto (1832-1842); Lourenço de Assis Pereira da Cunha (1843-1864); João Joaquim de Gouveia (1864-1870); Francisco Pinheiro Guimarães (pai)(1870-1877); José Joaquim da Silva (1877-1882); João Baptista Kossuth Vinelli (1882-1889); João Paulo de Carvalho (1889- &amp;amp;nbsp; ); [[ALMEIDA,_ÁLVARO_OZORIO_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Álvaro Ozorio de Almeida&amp;lt;/u&amp;gt;]]; Oscar Frederico de Souza (1910-1940); Álvaro Ozorio de Almeida (1940 –1952).&amp;lt;br/&amp;gt; - Anatomia e fisiologia patológicas: Cypriano de Souza Freitas (1883- &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;).&amp;lt;br/&amp;gt; - Anatomia patológica: Raul Leitão da Cunha (1914- &amp;amp;nbsp; ).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - Patologia geral: [[MARTINS,_ANTÔNIO_FELIX|&amp;lt;u&amp;gt;Antônio Felix Martins&amp;lt;/u&amp;gt;]] (1855-1864); Francisco de Meneses Dias da Cruz (1864-1878); João José da Silva (1878-1887); José Benício de Abreu (1887- &amp;amp;nbsp;); Francisco Pinheiro Guimarães (filho) (1911- &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;).&amp;lt;br/&amp;gt; - Patologia interna: Joaquim José da Silva (1833-1857). / Patologia médica: Antônio Gabriel de Paula Fonseca (1857-1875); João Damasceno Peçanha da Silva (1875- &amp;amp;nbsp;); [[CASTRO,_ALOYSIO_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Aloysio de Castro&amp;lt;/u&amp;gt;]] (1910-1915).&amp;lt;br/&amp;gt; - Patologia externa (depois patologia cirúrgica): Luís Francisco Ferreira (1833-1850); José Bento da Rosa (1851-1858); Luiz da Cunha Feijó (1851-1872); Antônio Ferreira França (1858-1881); Pedro Affonso de Carvalho Franco (1881-1891); Ugo de Castro Pinheiro Guimarães (1929- &amp;amp;nbsp; ).&amp;lt;br/&amp;gt; - Matéria médica e terapêutica, especialmente a brasileira: João José de Carvalho (1833-1866); José Tomás de Lima (1871-1875); Albino Rodrigues de Alvarenga (1875-1901).&amp;lt;br/&amp;gt; - Partos, moléstias de mulheres pejadas e paridas e de meninos recém-nascidos: Francisco Júlio Xavier (1833- 1850); [[AMERICANO,_DOMINGOS_MARINHO_DE_AZEVEDO|Domingos Marinho de Azevedo Americano]] (1850-1851); Luiz da Cunha Feijó (1851-1872); Luiz da Cunha Feijó Filho (1872-1911).&amp;lt;br/&amp;gt; - Clínica ginecológica: Augusto de Souza Brandão (1911- &amp;amp;nbsp; ).&amp;lt;br/&amp;gt; - Clínica obstétrica: Fernando Augusto Ribeiro de Magalhães (1922- &amp;amp;nbsp; ).&amp;lt;br/&amp;gt; - Clínica pediátrica médica e higiene infantil: Luiz Pedro Barbosa (1928- &amp;amp;nbsp; ).&amp;lt;br/&amp;gt; - Patologia cirúrgica infantil e ortopédica: Antônio Benevides Barbosa Viana (1926- &amp;amp;nbsp;).&amp;lt;br/&amp;gt; - Anatomia cirúrgica, medicina operatória e aparelhos: [[MONTEIRO,_CÂNDIDO_BORGES|&amp;lt;u&amp;gt;Cândido Borges Monteiro&amp;lt;/u&amp;gt;]] (1833-1861); José Maria Chaves (1861-1864); Francisco Praxedes de Andrade Pertence (1864-1880); Cláudio Velho da Motta Maia (1880-1891). Anatomia médico-cirúrgica e operações: [[BAPTISTA,_JOÃO_BENJAMIN_FERREIRA|&amp;lt;u&amp;gt;João Benjamin Ferreira Baptista&amp;lt;/u&amp;gt;]](1921- &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ).&amp;lt;br/&amp;gt; - Farmacologia e arte de formular (anteriormente cadeira de farmácia): Manuel Maria Moraes Valle (1854-1859); Ezequiel Corrêa dos Santos Filho (1859-1884); José Maria Teixeira (1885- &amp;amp;nbsp; ); Antonio Maria Teixeira; Pedro Augusto Pinto (1904-1950).&amp;lt;br/&amp;gt; - Higiene pública e privada e história da medicina: Thomaz Gomes dos Santos (1837-1864); Antônio Ferreira Pinto (1864); Antônio Correia de Souza Costa (1865-1884); [[ANDRADE,_NUNO_FERREIRA_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Nuno Ferreira de Andrade&amp;lt;/u&amp;gt;]] (1884-1888); Benjamin Antônio da Rocha Faria (1888-1916).&amp;lt;br/&amp;gt; - Medicina legal e toxicologia: [[JOBIM,_JOSÉ_MARTINS_DA_CRUZ|&amp;lt;u&amp;gt;José Martins da Cruz Jobim&amp;lt;/u&amp;gt;]] (1833-1854); [[ABREU,_FRANCISCO_FERREIRA_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Francisco Ferreira de Abreu&amp;lt;/u&amp;gt;]] (1854-1877); Agostinho José de Souza Lima (1877-1902); [[ABREU,_HENRIQUE_TANNER_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Henrique Tanner de Abreu&amp;lt;/u&amp;gt;]] (1925-).&amp;lt;br /&amp;gt; - Clínica médica de adultos/1ª cadeira (anteriormente cadeira de clínica interna): Manoel de Valladão Pimentel (1833-1866); [[HOMEM,_JOÃO_VICENTE_TORRES|&amp;lt;u&amp;gt;João Vicente Torres Homem&amp;lt;/u&amp;gt;]] (1866-1883); [[ANDRADE,_NUNO_FERREIRA_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Nuno Ferreira de Andrade&amp;lt;/u&amp;gt;]] (1888).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br /&amp;gt; - Clínica médica/1ª cadeira: [[CASTRO,_ALOYSIO_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Aloysio de Castro&amp;lt;/u&amp;gt;]] (1915- &amp;amp;nbsp;); Oswaldo Coelho de Oliveira (1919- &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ).&amp;lt;br /&amp;gt; - Clínica propedêutica: [[CASTRO,_FRANCISCO_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Francisco de Castro&amp;lt;/u&amp;gt;]] (1891).&amp;lt;br /&amp;gt; - Clínica propedêutica médica: Juvenil da Rocha Vaz (1925- &amp;amp;nbsp; ).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br /&amp;gt; - Clínica médica de adultos/2ª cadeira: Domingos de Almeida Martins Costa (1883- &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ); Clementino Rocha Fraga (1925- &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;).&amp;lt;br /&amp;gt; - Clínica cirúrgica de adultos/1ª cadeira (anteriormente clínica externa): Manoel Feliciano Pereira de Carvalho (1837-1861); [[SABÓIA,_VICENTE_CÂNDIDO_FIGUEIRA_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Vicente Cândido Figueira de Sabóia&amp;lt;/u&amp;gt;]]&amp;amp;nbsp;(1871-1889). Clínica cirúrgica/1ª cadeira: Augusto Brandão Filho (1925- &amp;amp;nbsp; ).&amp;lt;br /&amp;gt; - Clínica cirúrgica de adultos/2ª cadeira: João da Costa Lima e Castro (1883-1914).&amp;lt;br /&amp;gt; - Clínica cirúrgica/3ª cadeira: Augusto Paulino Soares de Souza (1916- &amp;amp;nbsp; ).&amp;lt;br /&amp;gt; - Clínica obstétrica e ginecológica: Erico Marinho da Gama Coelho (1883-1911).&amp;lt;br /&amp;gt; - Clínica e policlínica médica e cirúrgica de crianças: Candido Barata Ribeiro (1883- &amp;amp;nbsp; ).&amp;lt;br /&amp;gt; - Clínica oftalmológica: [[GOUVÊA,_HILÁRIO_SOARES_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Hilário Soares de Gouvêa&amp;lt;/u&amp;gt;]] (1883-1895); José Antonio de Abreu Fialho (1906- &amp;amp;nbsp; ).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br /&amp;gt; - Clínica otorrinolaringológica: Hilário Soares de Gouvêa (1911-1918); João Marinho de Azevedo (1918- &amp;amp;nbsp; ).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br /&amp;gt; - Clínica de moléstias cutâneas e sifilíticas: João Pizarro Gabizo (1883- &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;). / Clínica dermatológica e sifiligráfica: Eduardo Rabelo (1911- &amp;amp;nbsp; ).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br /&amp;gt; - Clínica psiquiátrica: [[BRANDÃO,_JOÃO_CARLOS_TEIXEIRA|&amp;lt;u&amp;gt;João Carlos Teixeira Brandão&amp;lt;/u&amp;gt;]] (1883- &amp;amp;nbsp;); Henrique de Brito Belfort Roxo (1921- &amp;amp;nbsp;).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br /&amp;gt; - Clínica neurológica: Antônio Austregesilo Rodrigues Lima (1915- &amp;amp;nbsp; ).&amp;lt;br /&amp;gt; - Terapêutica clínica: Agenor Porto (1914).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br /&amp;gt; - Parasitologia: Olympio Oliveira Ribeiro da Fonseca &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br /&amp;gt; - Bacteriologia: Rodolpho Galvão (1901- &amp;amp;nbsp; ); Antonio Dias de Barros; / Microbiologia: Bruno Alvares da Silva Lobo (1914-1945).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br /&amp;gt; - Medicina tropical: [[CHAGAS,_CARLOS_RIBEIRO_JUSTINIANO|&amp;lt;u&amp;gt;Carlos Ribeiro Justiniano Chagas&amp;lt;/u&amp;gt;]] (1925- &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Publicações oficiais&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;As Memórias Históricas da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&#039;&#039; foram criadas pelos Estatutos de 1854, estabelecidos pelo meio do decreto nº1.387 de 28 de abril de 1854, o qual no seu artigo 197 determinava que a Congregação da Faculdade deveria, na sua última sessão anual, escolher entre os membros um relator para a Memória Histórica, a qual informaria não só sobre os acontecimentos mais importantes como também faria uma exposição das doutrinas divulgadas tanto nos cursos públicos quanto nos particulares. Este relato, após a aprovação da Congregação, serviria de crônica da Faculdade. O Regulamento Complementar dos Estatutos da Faculdade (1856) dispõe, ainda, que o Diretor deveria remeter cópias das Memórias Históricas ao Governo e a quem este determinasse, como também poderia encaminhar exemplares à outra faculdade de medicina (Bahia) e aos lentes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A primeira Memória Histórica, de 1854, foi elaborada por Thomaz Gomes dos Santos, professor de higiene e história da medicina, e apresentada na sessão da Congregação de 1º de março de 1855. &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; O teor destes relatos era o parâmetro utilizado, muitas vezes, pela congregação para a aprovação ou censura de uma Memória Histórica, sendo que uma reprovação significava a sua não publicação, e seu conseqüente ostracismo. As memórias de 1864, 1871 e 1879 não foram publicadas pelo fato de serem consideradas irreverentes (LOBO, 1969, v.IV, p.49). A Memória Histórica, de autoria de João Damasceno Peçanha da Silva, para o ano de 1880, segundo os relatos, teve seu texto recusado por um parecer da Congregação porque expunha denúncias sobre o estado do ensino médico no país. Inúmeras memórias, como esta, não foram impressas, e seus originais não foram localizados, outras, especialmente as elaboradas até o final do período monárquico, foram publicadas como parte integrante dos Relatórios do Ministro e Secretário de Estado dos Negócios do Império. Em 1911 a Congregação da Faculdade designou, pela última vez, um redator para a memória, o professor [[CASTRO,_ALOYSIO_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Aloysio de Castro&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A &#039;&#039;Revista dos Cursos Práticos e Teóricos&#039;&#039;, da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, foi criada a partir do decreto nº 9.311, de 25 de outubro de 1884, que propunha novos estatutos para a instituição, tendo sido o primeiro número publicado em dezembro deste ano. A Revista era bimestral, e sua primeira Comissão Redatora era composta por [[GOUVÊA,_HILÁRIO_SOARES_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Hilário Soares de Gouvêa&amp;lt;/u&amp;gt;]], Erico Marinho da Gama Coelho, João da Costa Lima e Castro, Domingos de Almeida Martins Costa e Cypriano de Souza Freitas.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Na Revista eram publicados os fatos relevantes ligados ao ensino médico e às questões doutrinárias específicas de cada especialidade.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Os Anais da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&#039;&#039; passaram a ser publicados em 1917.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- AS PRIMEIRAS theses defendidas perante a Faculdade de Medicina do Rio de janeiro. &#039;&#039;Archivos Brasileiros de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano II, 1º sem., 1912. &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BMANG|BMANG]])&amp;lt;br/&amp;gt; - AZEVEDO, Moreira de. A Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro. &#039;&#039;Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, tomo 30, 2ª parte, p.39-418, 1867. ([[Fontes_de_informação#IHGB|IHGB]])&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - BONTEMPO, José Maria. Estatutos que Sua Magestade manda que se observem interinamente na Academia Medico-Cirúrgica. Dezembro 1820. In: LOBO, Francisco Bruno. &#039;&#039;&#039;O Ensino da medicina no Rio de Janeiro&#039;&#039;&#039;. Rio de Janeiro: [s.n.], 1964. p.23-29. &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#ANM|ANM]])&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Alvará de 2 de março de 1812. In: &#039;&#039;&#039;Collecção de Leis do Brazil de 1812.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1890. In: CÂMARA DOS DEPUTADOS. Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 28 mai. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[https://www.camara.leg.br/Internet/InfDoc/conteudo/Colecoes/Legislacao/Legimp-C_02.pdf https://www.camara.leg.br/Internet/InfDoc/conteudo/Colecoes/Legislacao/Legimp-C_02.pdf]&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decisão nº 6, de 25 de janeiro de 1809. In: CÂMARA DOS DEPUTADOS. Legislação. Capturado em 10 jun.2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; [https://www.camara.leg.br/internet/infdoc/conteudo/colecoes/legislacao/Legimp-A3_8.pdf https://www.camara.leg.br/internet/infdoc/conteudo/colecoes/legislacao/Legimp-A3_8.pdf]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decisão nº75, de 4 de dezembro de 1821.In: &#039;&#039;&#039;Collecção de Decisões do Governo do &amp;amp;nbsp;Brazil de 1821. Parte III.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1889. In: CAMARA DOS DEPUTADOS. Biblioteca Digital. Capturado em 28 mai. 2020. Online Disponível na Internet: [https://bd.camara.leg.br/bd/handle/bdcamara/18334 https://bd.camara.leg.br/bd/handle/bdcamara/18334] &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto de 2 de abril de 1808. In: &#039;&#039;&#039;Collecção de Leis do Brazil de 1808.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1891. Online. Capturado em 28 mai. 2020. Disponível na internet:&amp;amp;nbsp;[http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/historicos/dim/DIM-2-4-1808..htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/historicos/dim/DIM-2-4-1808..htm] &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto de 01 de abril de 1813. In: &#039;&#039;&#039;Collecção de Leis do Brazil de 1813. Parte I. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1890. In: CÂMARA DOS DEPUTADOS. Biblioteca Digital. Capturado em 17 jul. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[https://bd.camara.leg.br/bd/handle/bdcamara/18324 https://bd.camara.leg.br/bd/handle/bdcamara/18324] &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto de 9 de dezembro de 1814. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 12 jun. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/norma/384426/publicacao?tipoDocumento=DEC-sn&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/384426/publicacao?tipoDocumento=DEC-sn&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto de 10 de julho de 1822. In: &#039;&#039;&#039;Collecção de Leis do Império &amp;amp;nbsp;do Brazil de 1822. Parte II. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1887. In: CAMARA DOS DEPUTADOS. Biblioteca Digital. Capturado em 28 mai. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[https://bd.camara.leg.br/bd/handle/bdcamara/18337 https://bd.camara.leg.br/bd/handle/bdcamara/18337] &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 496, de 15 de julho de 1848. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 8 set. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/norma/596553/publicacao?tipoDocumento=DPL-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/596553/publicacao?tipoDocumento=DPL-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 1.387, de 28 de abril de 1854. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 11 jun. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/norma/392481/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/392481/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 1.623, de 30 de junho de 1855. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 28 mai. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/norma/393495/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/393495/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 1.764, de 14 de maio de 1856. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. Capturado em 28 mai. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/norma/394058/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/394058/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 2.579, de 21 de abril de 1860. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 8 set. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/norma/397350/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/397350/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 2.649, de 22 de setembro de 1875. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. Capturado em 28 mai. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/norma/599206/publicacao?tipoDocumento=DPL-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/599206/publicacao?tipoDocumento=DPL-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 7.247, de 19 de abril de 1879. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. Capturado em 28 mai. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/norma/580064/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/580064/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 8.024, de 12 de março de 1881. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. Capturado em 28 mai. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/norma/590656/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/590656/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 8.850, de 13 de janeiro de 1883. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. Capturado em 28 mai. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/norma/414799/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/414799/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 8.918, de31 de março de 1883. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 8 set. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/norma/414895/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/414895/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 9.311, de 25 de outubro de 1884. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. Capturado em 28 mai. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/norma/415973/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/415973/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 1.270, de 10 de janeiro de 1891. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. Capturado em 28 mai. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/norma/391888/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/391888/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 1.159, de 3 de dezembro de 1892. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 8 set. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/norma/391321/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/391321/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 1.482, de 24 de julho de 1893. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. Capturado em 28 mai. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/norma/392908/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/392908/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 3.890, de 01 de janeiro de 1901. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. Capturado em 28 mai. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/norma/402590/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/402590/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 3.902, de 12 de janeiro de 1901. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. Capturado em 28 mai. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/norma/402638/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/402638/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 8.659, de 05 de abril de 1911. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. Capturado em 28 mai. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/norma/584729/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/584729/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 8.661, de 5 de abril de 1911. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 8 set. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/norma/584737/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/584737/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 11.530, de 18 de março de 1915. In: CÂMARA DOS DEPUTADOS. Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 28 mai. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [https://www2.camara.leg.br/legin/fed/decret/1910-1919/decreto-11530-18-marco-1915-522019-publicacaooriginal-1-pe.html https://www2.camara.leg.br/legin/fed/decret/1910-1919/decreto-11530-18-marco-1915-522019-publicacaooriginal-1-pe.html] &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 3.830, de 29 de outubro de 1919. In: CÂMARA DOS DEPUTADOS. Legislação. Capturado em 28 mai. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [https://www2.camara.leg.br/legin/fed/decret/1910-1919/decreto-3830-29-outubro-1919-571931-publicacaooriginal-95044-pl.html https://www2.camara.leg.br/legin/fed/decret/1910-1919/decreto-3830-29-outubro-1919-571931-publicacaooriginal-95044-pl.html] &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 14.343, de 07 de setembro de 1920. In: In: CÂMARA DOS DEPUTADOS. Legislação. Capturado em 28 mai. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [https://www2.camara.leg.br/legin/fed/decret/1920-1929/decreto-14343-7-setembro-1920-570508-publicacaooriginal-93654-pe.html https://www2.camara.leg.br/legin/fed/decret/1920-1929/decreto-14343-7-setembro-1920-570508-publicacaooriginal-93654-pe.html] &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 16.782-A, de 13 de janeiro de 1925. In: &#039;&#039;&#039;Collecção das Leis da República do Brasil de 1925, v.2. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1926. Capturado em 28 mai. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/1910-1929/D16782aimpressao.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/1910-1929/D16782aimpressao.htm] &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 19.851, de 11 de abril de 1931. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. Capturado em 11 jun.2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/norma/437838/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/437838/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 19.852, de 11 de abril de 1931. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. Capturado em 28 mai. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/norma/437840/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/437840/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 452, de 05 de julho de 1937. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. Capturado em 28 mai. 2020. Online. Disponível na Internet em:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/norma/541813/publicacao?tipoDocumento=LEI-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/541813/publicacao?tipoDocumento=LEI-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 4.831, de 05 de novembro de 1965. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. Capturado em 28 mai. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/norma/546685/publicacao?tipoDocumento=LEI-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/546685/publicacao?tipoDocumento=LEI-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Lei de 09 de setembro de 1826. In: &#039;&#039;&#039;Collecção das Leis do Imperio do Brazil de 1826. Parte I.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1880. &amp;amp;nbsp;In: CÂMARA DOS DEPUTADOS. Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 28 mai. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei_sn/1824-1899/lei-38601-9-setembro-1826-567171-publicacaooriginal-90575-pl.html https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei_sn/1824-1899/lei-38601-9-setembro-1826-567171-publicacaooriginal-90575-pl.html] &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp;- BRASIL. Lei de 3 de outubro de 1832. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 28 mai. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/norma/573005/publicacao?tipoDocumento=LEI-sn&amp;amp;tipoTexto=PUB- http://legis.senado.leg.br/norma/573005/publicacao?tipoDocumento=LEI-sn&amp;amp;tipoTexto=PUB-]&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Lei nº 3.141, de 30 de outubro de 1882. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. Capturado em 28 mai. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/norma/573368/publicacao?tipoDocumento=LEI-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/573368/publicacao?tipoDocumento=LEI-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - CAMPOS, Ernesto de Souza.&#039;&#039;&#039;Instituições Culturais e de Educação Superior no Brasil. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1941. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#IHGB|IHGB]])&amp;lt;br/&amp;gt; - CRIAÇÃO de um jardim botânico para a Escola de Medicina. &#039;&#039;Revista Médica Fluminense&#039;&#039;, Rio de Janeiro, n.1, v.IV, p.80, 1838. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#IHGB|IHGB]])&amp;lt;br/&amp;gt; - DIAS, Maria Odila da Silva. Aspectos da Ilustração no Brasil. &#039;&#039;Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.278, p.105-170, jan./mar.1965. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#IHGB|IHGB]])&amp;lt;br/&amp;gt; - EDLER, Flavio Coelho. &#039;&#039;&#039;As Reformas do Ensino Médico e a Profissionalização da Medicina na Corte do Rio de Janeiro (1854-1884).&#039;&#039;&#039; São Paulo, 1992. Dissertação (Mestrado em História) - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, 1992. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;br/&amp;gt; - ___________________. O Debate em Torno da Medicina Experimental no Segundo Reinado. &#039;&#039;História, Ciências, Saúde-Manguinhos&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.3, n.2, p. 284-299, jul./out.1996. Capturado em 29 mai. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[https://www.scielo.br/pdf/hcsm/v3n2/v3n2a05.pdf https://www.scielo.br/pdf/hcsm/v3n2/v3n2a05.pdf] &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - EDLER, F.C., FERREIRA, L.O., SANTOS, M. R. Os impasses do ensino e da profissão médica no Rio de Janeiro no século XIX. &#039;&#039;Cadernos de História e Saúde&#039;&#039;, Rio de Janeiro, n.2, p.94-106, 1992. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;br/&amp;gt; - FACULDADE DE MEDICINA. UFRJ. &#039;&#039;&#039;História da Faculdade de Medicina&#039;&#039;&#039;. Capturado em 29 mai. 2020. Online. Disponível na Internet em:&amp;lt;br/&amp;gt; [https://www.medicina.ufrj.br/pt/conteudos/paginas/historia/principal https://www.medicina.ufrj.br/pt/conteudos/paginas/historia/principal]&amp;lt;br/&amp;gt; - FIGUEIREDO, Afonso Celso de Assis. &#039;&#039;&#039;Discursos sobre a reforma das faculdades de medicina proferidos do Senado em diversas sessões de 1882 pelo Cons. Afonso Celso e Pedro Leão Velloso. &#039;&#039;&#039;Rio Janeiro: Tip. Nacional, 1883. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#IHGB|IHGB]])&amp;lt;br/&amp;gt; - LACAZ, Carlos da Silva. Contribuição da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro para o desenvolvimento da pesquisa, do ensino e da prática médica no Brasil. In: UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO. Centro de Ciências da Saúde. &#039;&#039;&#039;Sesquicentenário da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: [UFRJ]. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BMANG|BMANG]])&amp;lt;br/&amp;gt; - LOBO, Bruno Alípio.&#039;&#039;&#039;A Faculdade dos meus pais. &#039;&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;Rio de Janeiro: ACCESS Editora, 1994. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;br/&amp;gt; - LOBO, Francisco Bruno. &#039;&#039;&#039;O Ensino da medicina no Rio de Janeiro.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: [s.n.], 1964. 5v. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#ANM|ANM]])&amp;lt;br/&amp;gt; - LOS RIOS FILHO, Adolfo Morales de. O Rio de Janeiro Imperial. Rio de Janeiro: Topbooks Editora, 2000. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - MAGALHÃES, Fernando. &#039;&#039;&#039;O Centenário da Faculdade de Medicina 1832-1932. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Tip. A. P. Barthel, 1932. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BMANG|BMANG]])&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - MAIA, George Doyle. &#039;&#039;&#039;Biografia de uma Faculdade: História e Estórias da Faculdade de Medicina da Praia Vermelha. &#039;&#039;&#039;São Paulo: Ed. Atheneu, 1996.&amp;lt;br/&amp;gt; - MAROJA, Flávio. Faculdade de Medicina do Recife. &#039;&#039;Jornal de Medicina de Pernambuco&#039;&#039;, Recife, p.115-120, mar.1920. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BMANG|BMANG]])&amp;lt;br/&amp;gt; - OLIVEIRA, Aletta Maria B. T. L. de. &#039;&#039;&#039;A formação odontológica no Brasil: cartas régias, alvarás, decretos, leis.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: UFRJ, Faculdade de Odontologia, 1981. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BN|BN]])&amp;lt;br/&amp;gt; - OLIVEIRA, José Carlos de. &#039;&#039;&#039;Ciências no Brasil Monárquico 1820-1870. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: MTC/CNPq/MAST, 1987. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;br/&amp;gt; - PEDROSA, Manuel Xavier de Vasconcelos. O Ensino da Anatomia no Brasil. &#039;&#039;Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.291, p.83-91, 1971. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#IHGB|IHGB]])&amp;lt;br/&amp;gt; - REIS, Alvaro A. de Souza. História da Medicina no Brasil. &#039;&#039;Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro.&#039;&#039; Tomo Especial. Dicionário Histórico, Geográfico e Etnográfico Brasileiro, Rio de Janeiro, v. 1, p.1279-1293, 1922. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#IHGB|IHGB]])&amp;lt;br/&amp;gt; - RELAÇÃO das theses sustentadas nesta Faculdade durante o anno de 1866. In: Relatorio apresentado á Assemblea Geral na Primeira Sessão da Decima Terceira Legislatura pelo Ministro e Secretario de Estado dos Negocios do Imperio José Joaquim Fernandes Torres. Rio de Janeiro: Typographia Nacional,1867. p.78. In: &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960).&#039;&#039;&#039; Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 13 ago. 2019. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://ddsnext.crl.edu/titles/100#?c=0&amp;amp;m=36&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=77&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1197,0,4489,3167 http://ddsnext.crl.edu/titles/100#?c=0&amp;amp;m=36&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=77&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1197%2C0%2C4489%2C3167]&amp;lt;br/&amp;gt; - RELAÇÃO das theses sustentadas na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro durante o anno de 1870. In: Relatorio apresentado á Assemblea Geral na Terceira Sessão da Decima Quarta Legislatura pelo Ministro e Secretario de Estado dos Negocios do Imperio Dr. João Alfredo Correa de Oliveira. Rio de Janeiro: Typographia Nacional,1871. p. In: &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960). &#039;&#039;&#039;Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 13 ago. 2019. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://ddsnext.crl.edu/titles/100#?c=0&amp;amp;m=40&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=186&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1167,-1,4317,3046 http://ddsnext.crl.edu/titles/100#?c=0&amp;amp;m=40&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=186&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1167%2C-1%2C4317%2C3046]&amp;lt;br/&amp;gt; - RIBEIRO, José Silvestre. &#039;&#039;&#039;História dos estabelecimentos científicos, literários e artísticos de Portugal nos sucessivos reinados da monarquia.&#039;&#039;&#039; Tomo 4. Lisboa: Real Academia de Ciências, 1872. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#RGPL|RGPL]])&amp;lt;br/&amp;gt; - RIBEIRO FILHO, Leonídio. Curso de Medicina Pública. &#039;&#039;Archivos Brasileiros de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano VIII, p.380-386, 1918. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BMANG|BMANG]])&amp;lt;br/&amp;gt; - SANTOS FILHO, Lycurgo de Castro. &#039;&#039;&#039;História Geral da Medicina Brasileira&#039;&#039;&#039;. São Paulo: HUCITEC/EDUSP, 1991. v. 2. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCCBB|BCCBB]])&amp;lt;br/&amp;gt; - SILVA, Antonio Gonçalves Pereira da. Quadro Histórico da Fundação da Escola de medicina do Rio de Janeiro. &#039;&#039;Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, t.74, 2ªparte, p.263-276, 1911. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#IHGB|IHGB]])&amp;lt;br/&amp;gt; - SOUSA, Luís de Castro. Medicina Militar Brasileira. &#039;&#039;Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.306, p.150-163, 1975. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#IHGB|IHGB]])&amp;lt;br/&amp;gt; - UNIVERSIDADE do Rio de Janeiro. &#039;&#039;Archivos Brasileiros de Medicina&#039;&#039;, Rio de Janeiro, ano XI, p.182-186, 1921. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BMANG|BMANG]])&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa - Alex Varela, Andréa Lemos Xavier.&amp;lt;br/&amp;gt; Redação - Verônica Pimenta Velloso, Andréa Lemos Xavier, Mª Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Consultoria - Flávio Edler.&amp;lt;br/&amp;gt; Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Forma de citação&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;{{SITENAME}}&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    [[Category:Verbetes]] [[Category:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Rachel.froes</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=DERBY,_ORVILLE_ADELBERT&amp;diff=1533</id>
		<title>DERBY, ORVILLE ADELBERT</title>
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		<updated>2023-08-24T14:57:39Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Rachel.froes: /* Fontes */ inclusão de hiperlink BCOC&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Outros nomes e/ou títulos:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;[[DERBY,_ORVILLE|Derby, Orville]]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Orville Adelbert Derby nasceu em 23 de julho de 1851, em Kelloggsville, no condado de Cayuga, Estado de Nova York (Estados Unidos), e faleceu na cidade do Rio de Janeiro em 1915. Doutorou-se em geologia em 1874 na University of Cornell, e em 1870 veio pela primeira vez para o Brasil para participar da Expedição Morgan, que explorou os rios amazônicos. Integrou a Comissão Geológica do Império (1886), e chefiou a 3ª seção de geologia do Museu Imperial e Nacional (1879-1890), e a Comissão Geográfica e Geológica de São Paulo (1886-1890).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Dados pessoais&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Orville Adelbert Derby nasceu no dia 23 de julho de 1851, em Kelloggsville, no condado de Cayuga, Estado de Nova York (Estados Unidos). Foi o terceiro filho do casal John C. Derby e Malvina A. Lindsey Derby, e passou sua infância na fazenda de seus pais em Finger Lakes, situada próxima à cidade de Kelloggsville.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Residiu no Brasil por 40 anos, tendo obtido a cidadania brasileira. Derby nunca se casou, e retornou aos Estados Unidos somente em duas ocasiões, em 1883 e 1890.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Suicidou-se em 27 de novembro de 1915, no quarto em que vivia no Hotel dos Estrangeiros, situado na Praça José de Alencar, na cidade do Rio de Janeiro (ORVILLE, 2006).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Trajetória profissional&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Orville Adelbert Derby fez seus primeiros estudos em sua cidade natal e os preparatórios na Albany Normal School. Em 1869 ingressou no curso de geologia da University of Cornell, na cidade de Ithaca, sede do condado de Tompkins (Estados Unidos).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Veio ao Brasil pela primeira vez em 1870, ainda como estudante e a convite de Charles Frederic Hartt (1840-1878), seu professor de geologia e geografia, para participar juntamente com outros alunos de Cornell, da Expedição Morgan, dirigida por Hartt e assim denominada por contar com vultosas contribuições do Coronel Edwin Barber Morgan (1808-1881). Este convite teria decorrido da dedicação demonstrada por Orville Adelbert Derby em seu estudo sobre os briozoários fósseis do Estado de Nova York, tarefa esta considerada difícil para um jovem estudante de geologia, mas que já demonstrava sua grande capacidade (APROMIN, 2005).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Na primeira viagem Orville Adelbert Derby visitou Pernambuco, onde juntamente com o naturalista De Borden Wilmont organizou uma importante coleção de fósseis da formação Maria Farinha, a primeira coleção sistemática daquela região. Na segunda viagem da Expedição Morgan, em 1871, novamente acompanhado por Charles Frederic Hartt, Orville Adelbert Derby se dirigiu ao vale do Rio Amazonas, onde explorou os Rios Tocantins, Tapajós e Xingu, e realizou uma coleta de fósseis carboníferos de calcário de Itaituba do Rio Tapajós, da qual resultou uma importante coleção. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Orville Adalbert Derby graduou-se em geologia, em 1873, e obteve o grau de “Master of Sciences” em junho de 1874, na University of Cornell, com a tese intitulada &amp;quot;On the Carboniferous Brachiopoda of Itaitúba, Rio Tapajos, Prov. of Pará, Brazil”. Sua tese, na qual utilizou o material que coletara durante as expedições científicas no Brasil, foi publicada, naquele mesmo ano, no &#039;&#039;Bulletin of Cornell University: Science&#039;&#039;.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Entre 1873 e 1875 ocupou o posto de instrutor de geologia e paleontologia na University of Cornell. Em 1874, quando seu professor, Charles Frederic Hartt, realizou uma nova expedição científica ao Brasil, Derby o substituiu em suas funções acadêmicas na referida universidade. A viagem organizada por Hartt não tinha apenas fins científicos, mas principalmente visava convencer as autoridades brasileiras da importância da elaboração de um mapa geológico do Império. Além da aceitação do Governo Imperial, Hartt obteve ainda uma outra vitória, que foi a criação da Comissão Geológica do Império, pelo Aviso nº 175 de 30 de abril de 1875. Hartt foi convidado para chefiá-la, e foram nomeados como seus assistentes Orville Adelbert Derby, Richard Rathbun (1852-1918), geólogo da University of Cornell, John Casper Branner (1850-1922), do Departamento de Botânica e Geologia da Indiana University, e os brasileiros Elias Fausto Pacheco Jordão, que havia se doutorado em 1874 em engenharia civil na University of Cornell, e Francisco José de Freitas. Integraram, também, o corpo técnico da comissão os geólogos Luther Wagoner e Herbert Huntington Smith (1851-1919), e o fotógrafo Marc Ferrez (1843-1923).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A partir de sua nomeação como assistente da Comissão Geológica do Império, em 1875, Orville Adelbert Derby passou a residir na cidade do Rio de Janeiro. Com apenas dois anos de funcionamento a Comissão foi extinta, em 1877, por João Lins Vieira Cansanção de Sinimbu, Ministro da Secretaria de Estado dos Negócios da Agricultura, Comércio e Obras Públicas, alegando-se economia de gastos. À época da extinção da Comissão, todo o material que fora coletado durante sua existência, foi depositado no [[MUSEU_IMPERIAL_E_NACIONAL|&amp;lt;u&amp;gt;Museu Imperial e Nacional&amp;lt;/u&amp;gt;]], na cidade do Rio de Janeiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Durante os dois anos de funcionamento, a Comissão Geológica do Império realizou trabalhos em várias partes do Brasil. Orville Adelbert Derby iniciou suas pesquisas pela província da Bahia, alcançando ainda Sergipe, e nestas regiões estudou a geologia do Recôncavo baiano e do Rio São Francisco. Na região norte estudou os depósitos carboníferos da província do Pará, e estendeu suas observações até o Amazonas. Posteriormente realizou pesquisas também na província do Paraná.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Com a extinção da Comissão Geológica do Império, Orville Adelbert Derby, Charles Frederic Hartt e Richard Rathbun acondicionaram todo o material que haviam coletado, do qual resultou um relatório elaborado pelos três pesquisadores, e no qual enfatizavam a relevância daquele acervo para as pesquisas geológicas. O intuito era de que as autoridades enxergassem a importância do material e recriassem o órgão, mas os esforços realizados foram em vão, pois nada foi feito. Ainda em 1878, morreu Charles Frederic Hartt, vítima de febre amarela, e lhe foi atribuído o título de “Pai da Geologia no Brasil”, por ser considerado o responsável pela luta em prol do reconhecimento dos estudos geológicos no país. Hartt na verdade foi o grande criador do primeiro órgão dedicado às pesquisas geológicas no Brasil, pois deste resultaram todos os outros que vieram posteriormente. Já Orville Adelbert Derby foi o responsável pela preservação do acervo científico da Comissão Geológica do Império. Uma vez extinta a comissão, os colegas norte-americanos de Derby retornaram aos Estados Unidos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Orville Adelbert Derby trabalhou, sem receber remuneração, no&amp;amp;nbsp;[[MUSEU_IMPERIAL_E_NACIONAL|&amp;lt;u&amp;gt;Museu Imperial e Nacional&amp;lt;/u&amp;gt;]] até maio de 1879, quando foi nomeado chefe da 3ª seção de geologia nesta instituição, permanecendo neste cargo até 1890. Enquanto aguardava sua nomeação para este museu, Derby realizou vários trabalhos nas províncias do Rio de Janeiro, Minas Gerais, São Paulo e Paraná e ainda na Bacia do Rio São Francisco, atendendo a interesses privados. Ainda neste período integrou a Comissão Hidráulica do Império, criada em 1879 para exploração do Alto São Francisco, chefiada pelo engenheiro William Milnor Roberts (1810-1881). No levantamento e estudos no rio das Velhas, participou, juntamente com Derby, o engenheiro assistente João W. de Aguiar.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Participou de estudos sobre a navegação dos rios São Francisco e das Velhas, e sobre as obras de melhoramento do porto de Santos, e por todos estes trabalhos não obteve remuneração, recebendo apenas os meios para o desenvolvimento dos estudos. Como resultado produziu uma série de anotações e registros sobre as formações diamantíferas no Paraná, e sobre a formação geológica da bacia. Em Minas Gerais reconheceu a origem da flexibilidade dos itacolomitos (quartzito claro e quartzito rosado). Colaborou, ainda, com o geólogo Claude-Henri Gorceix (1842-1919) nos estudos paleontológicos da Carta Geológica de Minas Gerais (LOPES, 1997).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;De 1879 até 1886, Orville Adelbert Derby dedicou-se integralmente às atividades no [[MUSEU_IMPERIAL_E_NACIONAL|&amp;lt;u&amp;gt;Museu Imperial e Nacional&amp;lt;/u&amp;gt;]], como pesquisador, professor e organizador das coleções de mineralogia e de paleontologia pertencentes ao acervo da instituição. Neste sentido, compilou e organizou os estudos que Charles Frederic Hartt havia feito na Amazônia. Além disso, enviou a alguns especialistas uma parte das coleções do Museu para que fossem produzidas observações, as quais seriam publicadas pela instituição. Apesar de todos seus esforços, a seção de geologia que chefiava não possuía a mesma notoriedade se comparada às seções de zoologia e de botânica, devido à insuficiência de recursos para aquela seção. Tal situação levou Orville Adelbert Derby a organizar os gabinetes, laboratórios e coleções, para exibição ou guarda, a dar aulas e pareceres sobre a exploração de jazidas minerais, além de produzir pesquisas na área zoológica.&amp;lt;br/&amp;gt; Apesar de todas estas tarefas, Orville Adelbert Derby realizou, neste período, inúmeros trabalhos de campo, e publicou cerca de 42 trabalhos não só no ramo da geologia, como também no campo da mineralogia, petrografia, paleontologia, jazidas minerais e meteoritos. Todos estes estudos, resultados dos trabalhos empreendidos no [[MUSEU_IMPERIAL_E_NACIONAL|&amp;lt;u&amp;gt;Museu Imperial e Nacional&amp;lt;/u&amp;gt;]], foram publicados entre os anos de 1870 e 1890.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1885, Derby foi convidado pelo presidente da província de São Paulo, João Alfredo Corrêa de Oliveira, para formular um plano de estudos sobre a geografia, o relevo, e a estrutura geológica de São Paulo. O plano proposto por Derby, segundo o presidente da província, foi:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“essencialmente o mesmo que organizara o malogrado professor Hartt para os trabalhos da comissão geológica do Império, e baseia-se nos métodos desenvolvidos pela experiência de muitos anos das comissões geográficas e geológicas dos Estados Unidos, os quais, atenta a rapidez e a economia da execução, são os mais apropriados para as regiões em que é extensa a área que se tem de explorar, e a população se acha disseminada. Contempla ele a organização de cartas, na escala de um centímetro por quilômetro, que serão ao mesmo tempo geográficas, topográficas, itinerárias, geológicas e agrícolas, e em que se representarão exatamente todos os centros de população e os estabelecimentos industriais e agrícolas, de certa importância; os acidentes da superfície; as estradas de ferro de rodagem; os cursos d´água; as minas, etc.; a configuração e elevação da superfície e a distribuição dos diversos terrenos geológicos e das terras de cultura, de criação, bem como das improdutivas. (....) Este plano é perfeitamente exeqüível, como a experiência dos Estados Unidos tem demonstrado, dentro de razoável período, contando-se com a mesma rapidez que em seus trabalhos empregam os geógrafos americanos.” (RELATORIO, 2006, p. 99-100) &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Orville Adelbert Derby apresentou, então, o “Esboço de um Plano para Exploração Geográfica e Geológica da Província de São Paulo”, projeto este que fora já idealizado por Charles Frederic Hartt à época da Comissão Geológica do Império, e que Derby, na realidade, o adaptou de acordo com as necessidades da nova instituição. Sua proposta apresentava uma visão integrada da natureza, contemplando a geologia, a geografia, a botânica, a zoologia, a climatologia e a etnografia. A proposta foi aceita, e ele foi convidado para chefiar a Comissão Geográfica e Geológica de São Paulo (atual Instituto Geológico de São Paulo), criada em 27 de março de 1886 pela Lei Provincial no 9. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Chefiou a Comissão Geográfica e Geológica de São Paulo de 1886 a 1890, e foi o responsável pelo Boletim da Comissão Geográfica e geológica de São Paulo, em 1889. Entretanto, como também ocupava o cargo de chefe da 3ª seção de geologia do [[MUSEU_IMPERIAL_E_NACIONAL|&amp;lt;u&amp;gt;Museu Imperial e Nacional&amp;lt;/u&amp;gt;]], e o acúmulo destas duas funções não era permitido, Derby acabou sendo dispensado de seu cargo no [[MUSEU_IMPERIAL_E_NACIONAL|&amp;lt;u&amp;gt;Museu Imperial e Nacional&amp;lt;/u&amp;gt;]]. Entretanto, mesmo após este afastamento, Derby manteve contato com aquela instituição, e especialmente com João Baptista de Lacerda, diretor do Museu entre 1895 e 1915. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1887, após um ano de sua criação, a Comissão Geográfica e Geológica da Província de São Paulo foi reorganizada, tendo sido criadas três seções: geográfica-geológica, botânica e meteorologia. A instituição tinha como objetivo a produção de estudos nas áreas geográfica e geológica, com ênfase no aproveitamento dos recursos minerais e no benefício das vias de comunicação da província de São Paulo. Para o início dos trabalhos nesta Comissão, Orville Adelbert Derby contou com o auxílio do engenheiro Theodoro Fernandes Sampaio, do petrógrafo austríaco Eugen Hussak e dos alunos da Escola de Minas de Ouro Preto, Luiz Felipe Gonzaga de Campos e Francisco de Paula Oliveira. Através dos relatórios produzidos, como resultados das pesquisas realizadas nas áreas de geografia, história, geologia, constituiu-se um grande acervo. Derby teve, então, a idéia de criar e organizar um museu da Comissão Geográfica e Geológica da Província de São Paulo, e parte deste acervo deu origem ao futuro [[MUSEU_PAULISTA|&amp;lt;u&amp;gt;Museu Paulista&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1888, Orville Adelbert Derby redigiu a ata de recebimento do meteorito Bendegó, que havia sido encontrado, em 1784, em Monte Santo (interior da província da Bahia), e doado ao então [[MUSEU_IMPERIAL_E_NACIONAL|Museu Imperial e Nacional]]. Posteriormente, ainda escreveu um artigo sobre este meteorito, o qual foi publicado nos &#039;&#039;Archivos do Museu Nacional&#039;&#039;, em 1895.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Entre fevereiro de 1892 e janeiro de 1893 Theodoro Fernandes Sampaio e Luiz Felipe Gonzaga de Campos, respectivamente, foram exonerados de seus cargos na Comissão Geográfica e Geológica de São Paulo. O primeiro foi substituído pelo topógrafo Horace E. Williams (1866 - &amp;amp;nbsp;) no cargo de chefe da seção geográfica da comissão. Em 28 de fevereiro de 1893 foi criada a seção zoológica daquela Comissão, e escolhido como seu diretor, o naturalista [[IHERING,_HERMANN_FRIEDRICH_ALBRECHT_VON|&amp;lt;u&amp;gt;Hermann Friedrich Albrecht von Ihering&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Derby, em 1892, em uma de suas muitas correspondências com [[IHERING,_HERMANN_FRIEDRICH_ALBRECHT_VON|&amp;lt;u&amp;gt;Hermann Friedrich Albrecht von Ihering&amp;lt;/u&amp;gt;]], comentou sobre o estado da ciência naquele momento no Brasil:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;“O Museu e a Escola de Minas reassumiram a antiga posição representada pela Politécnica e Escola de Medicina. Novas instituições de algum valor dificilmente serão fundadas até que os problemas políticos e financeiros se acalmem e quando começarem provavelmente seguirão o mesmo padrão. Tenho ainda algumas gotas de esperança em São Paulo, onde há dinheiro e uma certa quantidade de bom senso. Acredito que posso manter minha Comissão se conseguir e manter ajuda adequada.” (Apud LOPES, 1997, p.197)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Derby recebeu, em fevereiro de 1892, o prestigioso Wollaston Prize (medalha de ouro), financiado pelo Wollaston Fund e conferido pela Geological Society of London, fundada em 1807, a aqueles que tinham contribuído às pesquisas em geociências.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Neste mesmo ano de 1892, Derby integrou a comissão brasileira para a World´s Columbian Exposition (Chicago, Illinois, 1º/05-30/10/1893).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Orville Adelbert Derby, ainda na chefia da Comissão Geográfica e Geológica de São Paulo, retratou as origens do [[MUSEU_PAULISTA|&amp;lt;u&amp;gt;Museu Paulista&amp;lt;/u&amp;gt;]], em seu ofício de 29/08/1895, publicado no primeiro número da &#039;&#039;Revista do Museu Paulista&#039;&#039;:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“(....) esbocei um plano para o coordenar e desenvolver modestamente à sombra da Comissão Geográfica e Geológica, que tinha a seu cargo diversos serviços que podiam contribuir para várias seções de um Museu de História Natural (..). Sendo-me oferecida a cooperação de um zoologista de grande nomeada [Hermann von Ihering], aproveitei o ensejo para completar o programa de um verdadeiro museu propondo ao governo a criação de uma seção zoológica nesta Comissão – proposta que foi aceita (....) [e que] foi iniciada em maio de 1893. Logo depois o Congresso do Estado determinou criar no monumento do Ipiranga um museu independente, e no princípio do exercício de 1894 cessou a ligação provisória do Museu com a Comissão Geográfica e Geológica, passando para o novo estabelecimento o pessoal da seção zoológica desta”. (Apud FIGUEIROA, 1997, p.144) &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No dia 10 de fevereiro de 1896, Orville Adelbert Derby apresentou ao então Secretário de Agricultura do Estado de São Paulo, Teodoro Dias de Carvalho Júnior, um esboço do projeto de organização da seção botânica da Comissão Geográfica e Geológica do então Estado de São Paulo, por meio da qual poderiam ser viabilizados projetos referentes ao serviço florestal e ao Horto Botânico. A idéia era é de que fossem criadas três seções: um Serviço Botânico Sistemático, o Serviço Experimental e o Serviço Florestal. Naquele ano integrou, juntamente com Francisco Ramos de Azevedo e [[LÖFGREN,_JOHAN_ALBERT_CONSTANTIN|&amp;lt;u&amp;gt;Johan Albert Constantin Löfgren&amp;lt;/u&amp;gt;]], a comissão técnica que recomendou a fundação de um horto botânico (atualmente pertencente ao Instituto Florestal) na região da Cantareira, na capital do Estado de São Paulo (ROCHA, 2006). &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 9 de julho de 1898, Orville Adelbert Derby recebeu das mãos de [[GÖLDI,_ÉMIL_AUGUST|&amp;lt;u&amp;gt;Émil August Göldi&amp;lt;/u&amp;gt;]], então diretor do [[MUSEU_PARAENSE_DE_HISTÓRIA_NATURAL_E_ETNOGRAFIA|&amp;lt;u&amp;gt;Museu Paraense de História Natural e Etnografia&amp;lt;/u&amp;gt;]], o título de Membro Honorário daquela instituição.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Apesar de todos os trabalhos realizados, a Comissão Geográfica e Geológica do Estado de São Paulo foi duramente criticada por sua morosidade operacional e pela inexistência de um mapa geológico do Estado. Esta crítica teve como um de seus mentores, Francisco Bhering (1867-1921), catedrático interino da Escola Politécnica de São Paulo, o que abalou a liderança de Orville Adelbert Derby na Comissão. De acordo com Figueirôa (1997), esta controvérsia prolongou-se por três anos, e era uma disputa tanto em termos científicos quanto profissionais. Existiam as questões metodológicas dos levantamentos cartográficos, que opunha uma escola francesa, defendida por Bhering, a uma escola norte-americana, reiterada por Derby. Havia, igualmente, a oposição entre a visão de ciência aplicada, defendida por Bhering, e a de ciência pura, “atribuída por Bhering a Derby” (FIGUEIRÔA, 1997, p. 193). &amp;amp;nbsp;O aspecto profissional presente na controvérsia referia-se ao “processo de afirmação social da categoria profissional dos engenheiros iniciado no século anterior” (FIGUEIRÔA, 1997, p. 193). &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; Em 1904, houve um drástico corte nos recursos financeiros da Comissão, o que levou a um arrocho na remuneração dos funcionários. Orville Adelbert Derby tentou intervir junto às autoridades, mas seus esforços foram em vão, e no mesmo ano, o governo optou por reformular o órgão, oferecendo-lhe um outro cargo. Em ofício de 20 de janeiro de 1905, então, Derby pediu demissão da Comissão Geográfica e Geológica do Estado de São Paulo, como uma forma de protesto perante a falta de incentivo aos estudos geológicos no Brasil. Seu pedido de demissão foi aceito, sendo substituído pelo engenheiro civil João Pedro Cardoso.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Após desligar-se da Comissão, Orville Adelbert Derby foi convidado pelo Secretário de Agricultura da Bahia, Miguel Calmon du Pin e Almeida, para dirigir o Serviço de Terras e Minas do Estado da Bahia. Derby aceitou este convite e desempenhou esta função até o mês de janeiro de 1907. No período em que esteve na Bahia, Orville Adelbert Derby estudou a geologia local, intensificando as pesquisas acerca da ocorrência de manganês e de diamante em algumas áreas.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em fins de 1906, recebeu o convite de Miguel Calmon Du Pin e Almeida, então Ministro da Indústria, Viação e Obras Públicas, para organizar o Serviço Geológico e Mineralógico do Brasil, criado pelo decreto nº 6.323 de 10 de janeiro de 1907 para fazer o estudo científico da estrutura geológica e mineralógica do país, objetivando sua aplicação prática. Derby aceitou o convite e, para compor a equipe, indicou como primeiros-engenheiros a Miguel Arrojado Ribeiro Lisboa, Francisco de Paula Oliveira, e Luiz Felipe Gonzaga de Campos, e para segundos-engenheiros Carlos Moreira e Cícero de Campos. Posteriormente também foram incorporados Benedito José dos Santos e Euzébio Paulo de Oliveira. Derby, em uma de suas correspondências com Horace E. Williams, destacou a importância do combate à seca no nordeste do país entre as ações empreendidas pelo Serviço Geológico e Mineralógico do Brasil:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“(...) você deveria ver uma típica região da seca, ver o suficiente para formar uma idéia da aparência geral e formular um plano de ação, e então vir para o Rio para consultas. (....) Os distritos de Quixadá e Quixeramobim são os únicos para os quais temos informações meteorológicas detalhadas (...). De acordo com minha idéia, a primeira localidade é naturalmente indicada para o plano de primeira estação agrícola e eu espero que você a tenha estudado com essa idéia em vista.” (Apud FIGUEIRÔA, 1997, p.221)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Serviço Geológico e Mineralógico do Brasil, a partir de 1909, ficou subordinado ao Ministério da Agricultura, Indústria e Comércio. Depois de 1910, o órgão passou por uma série de dificuldades, principalmente com a redução de verbas que levou à diminuição dos salários de seus funcionários. Com o início da 1ª Guerra Mundial, o orçamento da instituição foi bastante reduzido e as diretrizes foram absolutamente modificadas, repetindo os episódios que haviam ocorrido anteriormente com a Comissão Geográfica e Geológica do Estado de São Paulo. Derby solicitou, então, verbas para a instituição, mas esta reivindicação não foi atendida por José Rufino Bezerra Cavalcanti, que assumira o Ministério da Agricultura, Indústria e Comércio em julho de 1915. Orville Adelbert Derby trabalhou no Serviço Geológico e Mineralógico do Brasil até seu falecimento, em 1915.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Orville Adelbert Derby atuou em vários campos das ciências geológicas, tendo publicado 48 trabalhos sobre mineralogia e geologia econômica, 42 de geografia física e cartografia, 32 de geologia, 10 de petrografia, 19 de meteorologia, e 18 de arqueologia e paleontologia. Publicou, em 1891 os primeiros mapas pormenorizados da América Meridional, e em 1915 um dos primeiros mapas geológicos do país. Muitos de seus estudos sobre o Brasil foram publicados na França, Alemanha e Estados Unidos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi membro do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo, da Geological Society of London, da American Association for the Advancement of Science, e membro correspondente da Phyladelphia Academy of Natural Sciences.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Derby foi editor associado do Journal of Geology, e colaborador dos periódicos &#039;&#039;American Journal of Science&#039;&#039;, &#039;&#039;The Proceedings of the American Philosophical Society&#039;&#039;, e &#039;&#039;Quarterly Journal of the Geological Society&#039;&#039;.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1887 era representante da companhia “D. Pedro II American Telegraph and Cable Company”, à qual tinha a permissão para o estabelecimento de comunicações telegráficas entre a cidade da Fortaleza, na Província do Ceará, e o ponto mais conveniente do litoral dos Estados-Unidos, ligando-os por meio de um ou mais cabos submarinos, permissão esta que havia sido concedida aos cidadãos americanos Henry Cunnins, George D. Roberts e George S. Cox, por meio do decreto nº 8.992, de 18 de agosto de 1883.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O geólogo John Casper Branner, que juntamente com Orville Adelbert Derby havia integrado a Comissão Geológica do Império, em 1875, colocou, na primeira edição de sua obra “Geologia Elementar” (1906), a seguinte dedicatória em reconhecimento aos trabalhos de Derby: &amp;quot;To Orville Derby, who has devoted his life to the study of Geology of Brazil, and has done more than any one else to solve its problems, this work is affectionately dedicated&amp;quot; (Apud PIRES, 2001). Este mesmo geólogo, em 1916, publicou o artigo “Orville A. Derby” no periódico &#039;&#039;Science &#039;&#039;(v.43, Issue 1113, p.596, 28 april 1916).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 23 de julho de 1951, por ocasião do centenário de seu nascimento, o diretor geral do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), a [[ACADEMIA_BRASILEIRA_DE_CIÊNCIAS|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Brasileira de Ciências&amp;lt;/u&amp;gt;]] e a Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM) promoveram a realização de uma solenidade, na qual foi lido um texto de Avelino Ignácio de Oliveira, também estudioso da geologia no Brasil, em homenagem a Orville Adelbert Derby. Em 1952, a Comissão Executiva para a Comemoração do Centenário de nascimento de Orville Adelbert Derby, com a colaboração da Embaixada Americana, publicou, como homenagem, a obra “Orville A. Derby&#039;s Studies on the Paleontology of Brazil”, coordenada por Alpheu Diniz Gonçalves.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Produção intelectual&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “A Ilha do Marajó e suas antiguidades”. Aurora Brazileira, Ithaca, N.Y.: Typ. Da Universidade de Cornell, n.3, 20 dez. 1873.&amp;lt;br/&amp;gt; - “On the Carboniferons Brachipoda of Itaitúba, Rio Tapajos, Province of Pará, Brazil”. &#039;&#039;Bulletin of the Cornell University (Science)&#039;&#039;, New York, v.1, n.2, p.1-63, 1874.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Notice of the paleozoie fóssil (accompanying a memoir entitled “Exploration of Lake Titacaca”, by Alexander Agassiz and S. W. Garman)”. &#039;&#039;Bulletin of the Museum of Comparative Zoology&#039;&#039;, Cambirdge, Mass., III, n.12, p.279—286, 1875.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Contribuições para a geologia da região do Baixo Amazonas”. &#039;&#039;Archivos do Museu Nacional&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.II, p.77-104,1877.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “A Bacia cretacia da Bahia de Todos os Santos”.&#039;&#039;Archivos do Museu Nacional&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.II, p.135-158, 1878.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Geologia da região diamantifera da Provincia do Paraná no Brazil”. &#039;&#039;Archivos do Museu Nacional&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.III, p. 89-96, 1878.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Os montes artificiaes da Ilha de Marajó”. &#039;&#039;O Novo Mundo&#039;&#039;, New York, v. VIII, n.88, p.90, abril 1878.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Observações geologicas na estrada de ferro Sorocabana”. &#039;&#039;Revista do Instituto Polytechnico de S. Paulo&#039;&#039;, São Paulo, 1878.&amp;lt;br/&amp;gt; - “The Geology of the Diamantiferous Region of the Province of Paraná, Brazil”. &#039;&#039;Proceedings of the American Philosophical Society&#039;&#039;, Philadelphia, v.XVIII, p. 251-258, 1879.&amp;lt;br/&amp;gt; - “The artificial mounds of the Island of Marajó, Brazil.” &#039;&#039;American Naturalist&#039;&#039;, p.224-229, april 1879.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Contribuições para o estudo da geologia do Vale do Rio São Francisco”. &#039;&#039;Archivos do Museu Nacional&#039;&#039;, Rio deJaneiro, v.IV, p.87-119, 1879.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Observações sobre algumas rochas diamantiferas de Minas Geraes”. Archivos do Museu Nacional, Rio de Janeiro, v.IV, p.121-132, 1879.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “A contribution to the geology of the lower Amazonas”. &#039;&#039;Proceedings of the American Philosophical Society&#039;&#039;, Philadelphia, v.XVIII, p.155-178,1880.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Reconhecimento geologico do Valle de S. Francisco”. In: Relatorio de W. Milnor Roberts, engenheiro chefe da Commissão Hydraulica sobre o exame do Rio São Francisco: desde o mar até a cachoeira de Pirapóra (extensão de 2.122 kilometros) feito em 1879-1880 por ordem de Sua Excellencia o Sr. Conselheiro João Lins Vieira Cansansão de Sinimbú quando presidente do Conselho, e Ministro e Secretario de Estado dos Negocios da Agricultura, Commercio e Obras Publicas”. Rio de Janeiro: Typographia Nacional, 1880.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Geology of the Rio São Francisco, Brazil”. &#039;&#039;American Journal of Science&#039;&#039;, New Haven, March., 3d. series, v. XIX (CXIX), p.236, 1880.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Idade da serie dos gneiss brasileiros”. &#039;&#039;Revista de Engenharia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno II, n.7, p.115-116, 1880.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Exame do Guano da Ilha Rata pelos Drs. Orville A. Derby e Luiz Monteiro de Barros”. &#039;&#039;Revista de Engenharia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno III, n.2, p.26-28, 1881.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Reconhecimento geologico do Valle de S. Francisco (Transcripção)”. &#039;&#039;Revista de Engenharia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno III, n.6, p.93-94, 1881.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Reconhecimento geologico do Valle de S. Francisco (Continuação)”. &#039;&#039;Revista de Engenharia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno III, n.8, p.125-127, 1881.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Reconhecimento geologico do Valle de S. Francisco (Continuação)”. &#039;&#039;Revista de Engenharia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno III, n.11, p.172-175, 1881.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Reconhecimento geologico do Valle de S. Francisco (Continuação)”. &#039;&#039;Revista de Engenharia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno III, n.12, p.188-190, 1881.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Fernando de Noronha”. &#039;&#039;The Rio News&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v. VIII, n.6, p.1-2, feb. 24th 1881.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Jazidas de phosphato de cal existentes na Ilha Rata, do archipelago de Fernando de Noronha. Relatorio da Commissão nomeada para examinar as jazidas.” Com L. M. Barros. Rio de Janeiro, 7 de fevereiro de 1881. &amp;amp;nbsp;In: Relatorio do Ministro da Agricultura, 1881.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Relatorio da Commissão encarregada do exame dos depositos dephosphatos na Ilha Rata (Fernando de Noronha). &#039;&#039;Revista Agricola do Imperial Instituto Fluminense de Agricultura&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.XII, n.2, p.55-61, junho de 1881.&amp;lt;br/&amp;gt; - “The culture in Minas”. &#039;&#039;The Rio News&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v. VIII, n.24, p.1-2, august 24th 1881.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “On the gold-bearing rocks of the province of Minas Geraes, Brazil”. &amp;amp;nbsp;&#039;&#039;American Journal of Science&#039;&#039;, New Haven, 3d. series, v. XXIII (CXXIII), p.97-99, feb. 1882.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Geology of the Diamond”. &#039;&#039;American Journal of Science&#039;&#039;, New Haven, 3d. series, v. XXIII (CXXIII), p.178, march. 1882.&amp;lt;br/&amp;gt; - “On Brazilian specimens of Martite”. &#039;&#039;American Journal of Science&#039;&#039;, New Haven, 3d. series, v. XXIII (CXXIII), p.373-374, may 1882.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Geology of the Diamond”. The Rio News, Rio de Janeiro, v. IX, n.8, p.3, march 15th 1882. - “Modes of occurrence of the Diamond in Brazil”. &#039;&#039;American Journal of Science&#039;&#039;, New Haven, 3d. series, v. XXIV (CXXIV), p.34-42, july 1882.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Relatorio apresentado ao Sr. Conselheiro Manoel Alves de Araujo Ministro de Agricultura, Commercio e Obras Publicas, acerca dos estudos geológicos practicados nos valles do Rio das Velhas e alto S. Francisco”. Rio de Janeiro, 1882.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Terrenos carboníferos das províncias de S. Paulo e Paraná”. &#039;&#039;Revista de Engenharia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, V, p.228-229, 28 de agosto de 1883”.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Terrenos carboníferos das províncias de S. Paulo e Paraná”.&#039;&#039;Auxiliador da Industria Nacional&#039;&#039;, Rio de Janeiro, n.11, p.258-260, novembro 1883.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Plantas fosseis (no Brazil)”. &#039;&#039;Revista de Engenharia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, V, p.348, 28 de dezembro de 1883.&amp;lt;br/&amp;gt; - “The human remains of the bone-caverns of Brazil”. &#039;&#039;Science&#039;&#039;, v.I, p.541, 1883.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Cap. IV. Aspecto physico, montanhas e chapadões”. In: &#039;&#039;&#039;O Brazil geographico e historico. I. A Terra e o Homem por J. E. Wappaeus. A geografia physica do Brazil refundida&#039;&#039;&#039; (Edição condensada). Rio de Janeiro: Typ. de G. Leuzinger e Filhos, 1884. pp.36-43.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Cap. V. Estructura geológica e mineraes”. In: &#039;&#039;&#039;O Brazil geographico e historico. I. A Terra e o Homem por J. E. Wappaeus. A geografia physica do Brazil refundida&#039;&#039;&#039; (Edição condensada). Rio de Janeiro: Typ. de G. Leuzinger e Filhos, 1884. pp.44-59&amp;lt;br/&amp;gt; - “Cap. VI. Caracteristica geral das vertentes e das bacias fluviaes”. In: &#039;&#039;&#039;O Brazil geographico e historico. I. A Terra e o Homem por J. E. Wappaeus. A geografia physica do Brazil refundida&#039;&#039;&#039; (Edição condensada). Rio de Janeiro: Typ. de G. Leuzinger e Filhos, 1884. pp. 60-70.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Peculiar modes of occurrence of gold in Brazil”. &#039;&#039;American Journal of Science&#039;&#039;, New Haven, 3d. series, v. XXVIII (CXXVIII), p.73-74, jan. 1884.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Note on the decay of rocks in Brazil”. &#039;&#039;American Journal of Science&#039;&#039;, New Haven, 3d. series, v. XXVII (CXXVII), p.138-139, feb. 1884.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Observações sobre os calcáreos do Rio de Janeiro, Minas, e S. Paulo”. &#039;&#039;Revista de Engenharia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, VI, p.26-28, 14 de fevereiro de 1884.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Notas sobre a decomposição das rochas no Brazil”. &#039;&#039;Revista de Engenharia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, VI, p.64, 28 de março de 1884.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Observações sobre os calcáreos do Rio de Janeiro, Minas, e S. Paulo”. &#039;&#039;Auxiliador da Industria Nacional&#039;&#039;, Rio de Janeiro, n.4, p.83-87, abril 1884.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Geologia do diamante. As rochas auríferas de Minas Geraes. Sobre amostras brasileiras de Martito”. &#039;&#039;Auxiliador da Industria Nacional&#039;&#039;, Rio de Janeiro, n.5, p.101-103, maio 1884.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Calcareos hydraulicos de S. Paulo”. Revista de Engenharia, Rio de Janeiro, VI, p.116-117, 28 de maio de 1884.&amp;lt;br/&amp;gt; - “On the flexibility of itacolumite”.&#039;&#039;American Journal of Science&#039;&#039;, New Haven, 3d. series, v. XXVIII (CXXVIII), p.203-205, 1884.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Analyses of Brazilian minerals”.&#039;&#039;American Journal of Science&#039;&#039;, New Haven, 3d. series, v. XXVII (CXXVII), p.440-447, 1884.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Fosseis de S. Paulo”. &#039;&#039;Revista de Engenharia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, VI, p.233-234, 28 de outubro de 1884.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Physical geography and geology of Brazil”. &#039;&#039;The Rio News&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.XI, p.3, December 5th.; p.3, December15th; and p.3-4, December 24th., 1884.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O carbonífero do Amazonas”. &#039;&#039;Revista de Engenharia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, VII, p.10-12, 14 de janeiro de 1885.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Is Brazil a fertile country?”. &#039;&#039;The Rio News&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.XII, n.7, p.3, march 5th 1885.&amp;lt;br/&amp;gt; - “The physical features of Brazil”. &#039;&#039;Science&#039;&#039;, New York,V, p.273-275, april 3 1885.&amp;lt;br/&amp;gt; - “The drainage system of Brazil”. &#039;&#039;Science&#039;&#039;, New York,V, p.269-299, april 10 1885.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Note on Brazilian minerals”. &#039;&#039;American Journal of Science&#039;&#039;, New Haven, 3d. series, v. CXXIX, p.70-71, 1885.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Contribuição para o estudo da geografia physica do Valle do Rio Grande”. &#039;&#039;Revista da Sociedade de Geographia do Rio de Janeiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.I, p.291-318, 1885.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Esquisse géologique (du) Brésil”. &#039;&#039;Annuaire Géologique Universel et Guide du Géologie&#039;&#039;, Paris, II, 2e partie, p.29-35, 1886.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Carta sobre a geologia da região, dirigida ao Dr. P. de Mello Brandão. As aguas mineraes de Araxa”. Rio de Janeiro, p.9-15, 1886.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Observações sobre a taboa”. &#039;&#039;Archivos do Museu Nacional&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.VII, p.269-273, janeiro 1887.&amp;lt;br/&amp;gt; - “The genesis of the diamond”. &#039;&#039;Science&#039;&#039;, Washington, USA, v.IX, n.207, p.57-58, 21 jan. 1887.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Mineral novo do Brazil”. &#039;&#039;Revista de Engenharia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, IX, n.168, p.189, 28 de agosto de 1887.&amp;lt;br/&amp;gt; - “On Nepheline rocks in Brazil. 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I, p.89-184, 1895.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Investigações geologicas do Brazil”. &#039;&#039;Revista Brazileira&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.II, p.140-157, maio 1895.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Decomposition of rocks in Brazil”. &#039;&#039;Journal of Geology&#039;&#039;, Chicago, v. IV, p.529-540, 1896.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Letter regarding the Cretaceous and Tertiary of Brazil, addressed to G. D. Harris”. 1896.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Review of Branner´s Decomposition of rocks in Brazil”.&#039;&#039;Revista Brazileira&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.VII, p.132-140, 1896.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Monazite and xenotime in European rocks”. &#039;&#039;Mineral Mag. And Journal Mineralogical Society&#039;&#039;, London, v. XI, p.304-310, dec. 1897.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Brazilian evidence on the genesis of the diamond.&amp;quot; &#039;&#039;Journal of Geology&#039;&#039;, Chicago, v. 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Relatorio apresentado ao Dr. Secretario da Agricultura da Bahia”. &#039;&#039;Revista do Instituto Historico e Geographico da Bahia&#039;&#039;, Bahia, v.XI, p.143-153, 1905.&amp;lt;br/&amp;gt; - “The geology of the diamond and carbonado washings of Bahia, Brazil”. &#039;&#039;Economy Geology&#039;&#039;, v.I, n.2, p.134-142, nov. - dec. 1905.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O Manganez em Nazareth”. &#039;&#039;Boletim da Secretaria de Agricultura da Bahia&#039;&#039;, Bahia, O. Publ., ano II, v. 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&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- BRANNER, John C. Bibliography of the geology, mineralogie, and paleontology of Brazil. &#039;&#039;Bulletin of the Geological Society of America&#039;&#039;, vol. 20, p.1-132, 12 fev. 1909. In: Biodiversitu Heritage Library. BHL. Capturado em 31 ago.2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[https://www.biodiversitylibrary.org/item/113678#page/58/mode/1up https://www.biodiversitylibrary.org/item/113678#page/58/mode/1up]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRANNER, John C. Orville A. Derby. &#039;&#039;The Journal of Geology&#039;&#039;, volume&amp;amp;nbsp;XXIX, n.3, p.209-214, april-may 1916. Capturado e, 31 ago. 2020. Online. 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(&amp;lt;u&amp;gt;[[Fontes de informação#BCOC|BCOC]]&amp;lt;/u&amp;gt;)&amp;lt;br/&amp;gt; - LOPES, Maria Margareth.&#039;&#039;&#039;O Brasil descobre a Pesquisa Científica: os Museus e as Ciências Naturais no século XIX.&#039;&#039;&#039; São Paulo: Hucitec, 1997. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;(&amp;lt;u&amp;gt;[[Fontes de informação#BCOC|BCOC]]&amp;lt;/u&amp;gt;)&amp;lt;br/&amp;gt; - ORVILLE Adelbert Derby. In: &#039;&#039;&#039;Wikipedia The Free Encyclopedia. &#039;&#039;&#039;Capturado em 14 abr. 2020. Online. Disponível na Internet: [http://en.wikipedia.org/wiki/Orville_Adalbert_Derby http://en.wikipedia.org/wiki/Orville_Adalbert_Derby]&amp;lt;br/&amp;gt; - PIRES, Fernando Roberto Mendes; CABRAL, Alexandre Rafael. Estudos de Orville Derby sobre os depósitos manganesíferos do Brasil - Edição comemorativa dos 150 anos de nascimento do cientista. &#039;&#039;Rem. Revista Escola de Minas&#039;&#039;, Ouro Preto, v.54, n.3, p.205-209, jul./set. 2001. Capturado em 14 abr. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S0370-44672001000300007 http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S0370-44672001000300007]&amp;lt;br/&amp;gt; - RELATORIO apresentado à Assembléa Legislativa Provincial de São Paulo pelo Presidente da Província João Alfredo Corrêa de Oliveira no dia 15 de fevereiro de 1886. São Paulo: Typographia a vapor de Jorge Seckler &amp;amp; C., 1886. &#039;&#039;&#039;Mensagens dos Presidentes das Província (1830-1930). &#039;&#039;&#039;Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 14 abr. 2020. Online. Disponível na Internet:  [http://ddsnext.crl.edu/titles/186#?c=0&amp;amp;m=109&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=1&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1094,-1,3915,2762 http://ddsnext.crl.edu/titles/186#?c=0&amp;amp;m=109&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=1&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1094%2C-1%2C3915%2C2762]&amp;lt;br/&amp;gt; - ROCHA, YURI TAVARES and CAVALHEIRO, FELISBERTO. The historical aspects of the Botanical Garden of São Paulo. &#039;&#039;Revista Brasileira de Botânica&#039;&#039;, São Paulo, v.24, n.4, supl., p.577-586, dez. 2001. &amp;amp;nbsp;Capturado em 14 abr. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;  [http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S0100-84042001000500013 http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S0100-84042001000500013]&amp;lt;br/&amp;gt; - SENA, Costa.&#039;&#039;&#039;Orville Derby. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1918. ([[Fontes_de_informação#IHGB|IHGB]])&amp;lt;br/&amp;gt; - STUDART, Barão de. &#039;&#039;&#039;Estrangeiros e Ceará pelo Barão de Studart. &#039;&#039;&#039;(Separata da Revista do Instituto do Ceará, anno de 1918). Ceará, Fortaleza: Typ. Minerva, de Assis Bezerra, 1918. In: UF GEORGE A. SMATHERS LIBRARIES. Capturado em 1º set. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[https://ufdc.ufl.edu/AA00000256/00001 https://ufdc.ufl.edu/AA00000256/00001]&amp;lt;br/&amp;gt; -TOLEDO, J. &#039;&#039;&#039;Dicionário dos Suicidas Ilustres.&#039;&#039;&#039; 1995. Capturado em 14 abr. 2020. Online. Disponível na Internet: [http://www.angelfire.com/ri/casadosol/suicidas.html http://www.angelfire.com/ri/casadosol/suicidas.html]&amp;lt;br/&amp;gt; -TOSATTO, Pierluigi. &#039;&#039;&#039;Orville A. Derby “O pai da Geologia do Brasil”.&#039;&#039;&#039; &amp;amp;nbsp;Rio de Janeiro: CPRM; DNPM, 2001. ([[Fontes_de_informação#RGPL|RGPL]])&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa – Gil Baião Neto; Lucilia Maria Esteves Santiso Dieguez.&amp;lt;br/&amp;gt; Redação - Lucilia Maria Esteves Santiso Dieguez, Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Revisão - Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Forma de citação&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Dicionário Histórico-Biográfico das Ciências da Saúde no Brasil (1832-1930)&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    [[Category:Verbetes]] [[Category:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Rachel.froes</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=INSTITUTO_SOROTER%C3%81PICO_FEDERAL&amp;diff=1532</id>
		<title>INSTITUTO SOROTERÁPICO FEDERAL</title>
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		<updated>2023-08-24T14:55:40Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Rachel.froes: /* Fontes */ inclusão de hiperlink BCOC&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Denominações:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Instituto Soroterápico Federal (1900);&amp;amp;nbsp;[[INSTITUTO_DE_MANGUINHOS|Instituto de Manguinhos]] (s.d.); [[INSTITUTO_DE_PATOLOGIA_EXPERIMENTAL|Instituto de Patologia Experimental ]](1907); [[INSTITUTO_OSWALDO_CRUZ|Instituto Oswaldo Cruz]] (1908);[[Departamento_de_Medicina_Experimental|Departamento de Medicina Experimental]] (1930);&amp;amp;nbsp;[[FUNDAÇÃO_INSTITUTO_OSWALDO_CRUZ|Fundação Instituto Oswaldo Cruz]] &amp;amp;nbsp;(1970); [[FUNDAÇÃO_OSWALDO_CRUZ|Fundação Oswaldo Cruz]] (1974)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;A criação do Instituto Soroterápico Federal originou-se do laboratório em Manguinhos, que passou a funcionar em 25 de maio de 1900, anexo ao Instituto Vacínico Municipal de propriedade do Barão de Pedro Affonso. Criado com o objetivo de produzir o soro para combater a peste bubônica que ameaçava a Capital Federal, foi inaugurado em 23 de julho do mesmo ano, com o nome de Instituto Soroterápico Federal, instalado na fazenda de Manguinhos, na cidade do Rio de Janeiro. Foram primeiros diretores do Instituto, Pedro Affonso Franco, de 1900 a 1902, Oswaldo Gonçalves Cruz, de 1902 a 1917, e Carlos Ribeiro Justiniano Chagas, de 1917 a 1934. Em 1907, o Instituto Soroterápico Federal passou a denominar-se Instituto de Patologia Experimental, expressando a nova orientação que passou a predominar a partir da gestão de Oswaldo Cruz. No ano seguinte, o Instituto, também conhecido como Instituto de Manguinhos, ganhou oficialmente o nome de seu diretor. Em 1970, foi transformado em órgão de administração direta do Ministério da Saúde e em entidade de direito privado, tornando-se Fundação Instituto Oswaldo Cruz, e&amp;amp;nbsp;depois Fundação Oswaldo Cruz.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Histórico&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 25 de maio de 1900, por meio do Ofício nº 1, ainda em papel timbrado do [[INSTITUTO_VACÍNICO_MUNICIPAL|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Vacínico Municipal&amp;lt;/u&amp;gt;]], Pedro Affonso Franco (Barão de Pedro Affonso), diretor do Instituto Soroterápico Federal, comunicava à Diretoria Geral de Saúde Pública que, em conseqüência da autorização do dia anterior, começariam nesta data os trabalhos do laboratório de Manguinhos, “esperando em breve poder começar o trabalho de inoculação nos cavalos”. O laboratório fora criado com o objetivo de produzir o soro para o combate à peste bubônica que ameaçava a Capital Federal.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em outubro de 1899, Adolpho Lutz e Vital Brazil Mineiro da Campanha, pesquisadores do [[INSTITUTO_BACTERIOLÓGICO_DO_ESTADO_DE_SÃO_PAULO|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Bacteriológico do Estado de São Paulo&amp;lt;/u&amp;gt;]], haviam atestado casos de peste bubônica no porto de Santos, confirmados pelos médicos Eduardo Chapot Prévost e [[CRUZ,_OSWALDO|&amp;lt;u&amp;gt;Oswaldo Gonçalves Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]] (Oswaldo Cruz). A constatação de tais casos ameaçava a política de estímulo à imigração patrocinada pelo governo brasileiro e para combater a doença era preciso o soro de Yersin, fornecido apenas pelo Instituto Pasteur, de Paris. Às pressas, o governo paulista criou um laboratório na fazenda de Butantan, o futuro [[INSTITUTO_SERUMTERÁPICO_DO_ESTADO_DE_SÃO_PAULO|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Serumterápico do Estado de São Paulo&amp;lt;/u&amp;gt;]], o qual funcionou como um apêndice do Instituto Bacteriológico do Estado de São Paulo, visando a produção do soro antipestoso.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No momento da fundação do Instituto Soroterápico Federal, durante a Primeira República (1889-1930), as elites brasileiras não possuíam uma tradição de investimentos na pesquisa científica.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Embora, desde os anos de 1880, com as reformas do ensino médico, já houvesse um movimento no sentido da prática de uma medicina experimental, com a instalação de diversos laboratórios nas instituições de ensino, essa encontrava grandes obstáculos para desenvolver-se.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No cenário internacional, a medicina era transformada pela revolução pasteuriana e pela microbiologia. Cada vez mais a cura das doenças se beneficiava dos estudos realizados em laboratórios que, aos poucos, tornavam-se tão ou mais importantes do que os hospitais. Ensino e pesquisa eram atividades complementares no Instituto Pasteur de Paris, fundado em 1888, com ampla autonomia administrativa em relação ao governo francês. No mesmo ano de 1888, foi inaugurado o Instituto Pasteur do Rio de Janeiro, vinculado à [[SANTA_CASA_DA_MISERICÓRDIA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]]. Este, contudo, restringiu-se à produção da vacina anti-rábica e jamais conquistou grande expressão científica.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A criação do Instituto Soroterápico Federal inseriu-se neste contexto mais geral de transformações na medicina e tomou como modelo o Instituto Pasteur de Paris, embora as duas instituições houvessem encontrado condições bastante diversas para o desenvolvimento de suas atividades. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Preocupado com a possibilidade de um surto de peste bubônica na Capital Federal, como o que havia ocorrido em Santos, e frente à dificuldade de importação do soro de Yersin, o Prefeito do Rio de Janeiro, José Cesario de Faria Alvim, determinou a criação de um laboratório soroterápico, seguindo a sugestão de Pedro Affonso Franco, o Barão de Pedro Affonso, figura importante na introdução da vacina animal no país e proprietário do [[INSTITUTO_VACÍNICO_MUNICIPAL|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Vacínico Municipal&amp;lt;/u&amp;gt;]]. Este, criado em 1894, era responsável pela produção da vacina antivariólica e pela distribuição de soro antidiftérico no Distrito Federal.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;A criação do Instituto Soroterápico Federal foi amplamente noticiada na imprensa diária, como o jornal &#039;&#039;A Noticia&#039;&#039;, que destacou a iniciativa do Barão de Pedro Affonso e o apoio do prefeito Cesario Alvim, cuja criação fora decidia ainda em setembro de 1899:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“A necessidade de obter sôro e vaccina contra a peste, e a impossibilidade de recebel-os em quantidade sufficiente e de boa qualidade da Europa levaram o Barão de Pedro Affonso a propôr a creação d´esses institutos, que, além d´essas vantagens, devem servir de ponto de ensino e de pratica a futuros bacteriologistas brasileiros, que poderão prestar ao paiz serviços incalculaveis. O Sr. Dr. Cesario Alvim comprehendeu logo o alcance de tal proposta, aceitou-a e promoveu com a toda a promptidão o fornecimento dos meios de facilitar a sua execução. Foi aberto o credito necessario ás respectivas despezas a 19 de setembro de 1899. (....) Situados em Inhaúma, na fazenda chamada Manguinhos, isolados de toda a povoação, e entretanto com communicações faceis por mar e por terra, os novos laboratorios acham-se rodeados de vastos terrenos, que se prestam admiravelmente a todas as necessidades de tratamento e alimentação de numerosos animaes. O novo instituto comprehende dous laboratorios, um para cultura dos microbios e fabrico das vaccinas antipestosas e outro para a fabricação do sôro. São annexos em edificios separados: 1º, um bioterio modelo para criação das cobais, coelhos e ratos necessarios ás experiencias, (...). 2º, uma enfermaria distante dos laboratorios para os cavallos que adoecerem. (...).3], pequenos edificos para a residencia dos empregados. Os edificios dos laboratorios são dous, como dissemos; cada um collocado sobre uma pequena collina, (...). &amp;amp;nbsp;O laboratorio inferior, (...). é destinado ás culturas dos microbios da peste e á preparação da s vaccinas. (....) contem a grande estufa de culturas á temperatura fixa; (..) contem estufdas de Roux e apparelhos para cultura em menor escala; a terceira apparelhos de esterilisação d´agua, alambiques, filtros, etc.; a quarta é vasto deposito de vidraria e materiais de trabalho (...).” (OS LABORATORIOS, 1900, p.2) &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small; text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;O laboratório soroterápico foi, então, instalado na fazenda de Manguinhos, propriedade de 35.000 metros quadrados pertencente à prefeitura, e distante da cidade devido ao receio de contágio de doenças por parte da população. Cesario Alvim autorizou a despesa de 90 contos de réis para a construção, aparelhamento e instalação do novo estabelecimento, segundo o projeto apresentado pelo Barão de Pedro Affonso, que era o responsável pela organização e direção administrativa do Instituto, ficando a direção técnica a cargo de &amp;lt;/span&amp;gt;[[CRUZ,_OSWALDO|&amp;lt;u&amp;gt;Oswaldo Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]]&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small; text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No início do ano de 1900, o Barão de Pedro Affonso viajou à Europa para comprar o material necessário para a instalação dos laboratórios, que havia sido encomendado por [[CRUZ,_OSWALDO|&amp;lt;u&amp;gt;Oswaldo Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]], e trouxe com ele o contrato do bacteriologista Carré, indicado pelo professor Pierre Paul Émile Roux, então diretor do Instituto Pasteur de Paris. Ao retornar da viagem, contudo, o Barão encontrou um problema: Antônio Coelho Rodrigues havia sucedido a Cesario Alvim na Prefeitura do Rio de Janeiro e não concordava com os gastos já autorizados para a instalação do Instituto. Em decorrência disso, a União foi chamada a se responsabilizar por tal empreendimento, fazendo com que o estabelecimento passasse a ser custeado pelo Ministério da Justiça e Negócios Interiores sob condições específicas, explicitadas em um ofício do ministro Epitácio Pessoa à Prefeitura, no dia 9 de maio de 1900. De acordo com este ofício, o Ministério incumbia-se “da administração do Instituto Soroterápico, custeando as respectivas despesas sob as seguintes condições: a) de ceder-lhe essa prefeitura todo o material adquirido para a instalação do mesmo instituto, bem como transferir-lhe o gozo das edificações e benfeitorias da fazenda de Manguinhos que tinham sido destinadas ao serviço projetado; b) a de não aproveitar-se o Governo Municipal dos fornos de incineração do lixo construídos na dita fazenda antes de decorridos seis meses da data, do aviso, dirigido a este Ministério de que tal incineração deve ser iniciada.(...)”. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 26 de maio de 1900, o Barão de Pedro Affonso comunicava ao Diretor Geral de Saúde Pública, [[ANDRADE,_NUNO_FERREIRA_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Nuno Ferreira de Andrade&amp;lt;/u&amp;gt;]], os nomes e as categorias do pessoal empregado no laboratório e suas correspondentes remunerações. O “pessoal técnico” trazia os seguintes nomes: [[CRUZ,_OSWALDO_GONÇALVES|&amp;lt;u&amp;gt;Oswaldo Gonçalves Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]], Ismael da Rocha, Henrique Figueiredo de Vasconcellos e Ezequiel Caetano Dias (estudante). Já como “pessoal inferior”, listava José Muniz de Medeiros, Artur Leite, Manoel Dias Cordeiro e Miguel Ferreira dos Santos. Além disso, o Barão solicitava guarda e passes para viagem na Estrada de Ferro do Norte e a continuação do serviço de lanchas a vapor para conduzir o pessoal ao laboratório.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Antes mesmo da inauguração oficial houve mudanças no quadro de pessoal. Saíram Ismael da Rocha e Carré, o bacteriologista francês, este último alegando não se adaptar ao clima e à intensidade de moscas existentes em Manguinhos, sendo &amp;amp;nbsp;contratado mais um estudante, Antônio Cardoso Fontes.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 23 de julho de 1900, era inaugurado o Instituto Soroterápico Federal, com a presença de várias autoridades e pessoas ilustres, conforme cobertura da imprensa da época.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No decreto nº 3.823 de 10 de novembro de 1900, as despesas com a folha de pessoal do Instituto Soroterápico já apareciam no pedido de crédito suplementar do Ministro da Justiça e Negócios Interiores.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;As diferenças entre o Barão de Pedro Affonso e [[CRUZ,_OSWALDO_GONÇALVES|&amp;lt;u&amp;gt;Oswaldo Gonçalves Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]] a respeito de questões técnicas e administrativas não tardaram a aparecer. Em função disso, o Barão demitiu-se em 9 de dezembro de 1902 e Oswaldo Cruz assumiu a direção geral do Instituto.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O afastamento do Barão, contudo, não encerrou as divergências com [[CRUZ,_OSWALDO|&amp;lt;u&amp;gt;Oswaldo Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]] e, no mesmo ano, as instalações do Instituto em Manguinhos tornaram-se objeto de contenda entre a União e a municipalidade, como destaca uma carta de Oswaldo Cruz para o Diretor Geral de Saúde Pública, na qual o remetente descreve em detalhe as edificações do Instituto Soroterápico:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Os laboratórios do Instituto estão instalados em dois edifícios existentes sobre outras tantas colinas distantes entre si e separadas por um planície. Nesta existem, além dos fornos de incineração de lixo, a enfermaria especial onde são inoculados os cavalos com culturas vivas de peste; um barracão transformado em depósito de forragens; capinzal que fornece alimento para os cavalos do Instituto, dependências essas que têm sido ocupadas efetivamente e têm sido imprescindíveis para o preparo exclusivo de soro anti-pestoso. A cocheira-enfermaria, sobretudo, constitui por si a maior garantia contra a infecção possível pela peste, não só do pessoal do Instituto, como as pessoas que habitam as imediações do local” (CRUZ, 1902).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Sobre os laboratórios, dizia ainda o diretor:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“As instalações do laboratório superior são acanhadas e insuficientes para a extensão do serviço. Muitos aparelhos não estão instalados por falta de espaço; não existe o quarto-estufa para culturas em grande escala de bacilos da difteria para o preparo do soro anti-diftérico, nem da tuberculose, para o preparo da tuberculina, que vai ser também iniciado”(CRUZ, 1902).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Oswaldo Cruz queria com a carta demonstrar a necessidade que o Instituto tinha de utilizar o edifício do laboratório inferior que Pedro Affonso reclamava, afirmando ter sido cedido ao [[INSTITUTO_VACÍNICO_MUNICIPAL|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Vacínico Municipal&amp;lt;/u&amp;gt;]], dirigido por ele.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;[[CRUZ,_OSWALDO|&amp;lt;u&amp;gt;Oswaldo Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]] imprimiu uma nova orientação nas atividades do Instituto, para a qual concorreu sua nomeação para a Diretoria Geral de Saúde Pública no ano seguinte. Do mesmo modo, o Instituto era uma espécie de base para as campanhas de saneamento da Diretoria.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A nomeação de [[CRUZ,_OSWALDO|&amp;lt;u&amp;gt;Oswaldo Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]] para a Diretoria fazia parte do projeto de governo de Rodrigues Alves, presidente da república entre 1902 e 1906, o qual pretendia assentar sua proposta de remodelação da Capital Federal sobre três bases: a reforma urbana encarregada ao prefeito Francisco Pereira Passos, a modernização do porto incumbida ao engenheiro Lauro Müller e o saneamento da cidade vitimada pelas frequentes epidemias de febre amarela, peste bubônica e varíola, tarefa para a qual Oswaldo Cruz foi designado. Para concretizar seu projeto, Rodrigues Alves dotou seus três agentes de amplos poderes.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em Manguinhos, no mesmo ano de 1903 teve início a edificação do ambicioso conjunto arquitetônico, que substituiu as modestas instalações do Instituto Soroterápico. O projeto foi entregue ao engenheiro português Luiz de Morais Júnior que, em 1905, começou as escavações para o edifício principal, o Pavilhão Mourisco, concluído somente em 1918.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;Em 1907, através do decreto nº 1.802 de 12 de dezembro, era criado o&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Instituto de Patologia Experimental, expressando a orientação de atividades que passara a predominar com a direção de [[CRUZ,_OSWALDO|&amp;lt;u&amp;gt;Oswaldo Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Neste mesmo ano a instituição obteve uma importante premiação, a Medalha de Ouro na Exposição de Higiene, do XIV International Congress Hygiene and Demography (Berlim, 23 e 29 de setembro de 1907), entregue ao cientista por Augusta Vitória de Schleswig-Holstein (1858-1921), esposa do imperador Guilherme II e Imperatriz Consorte do Império Alemão, como forma de reconhecimento à apresentação dos importantes trabalhos realizados em Manguinhos e pela campanha contra a febre amarela na cidade do Rio de Janeiro. A exposição brasileira ocupou várias salas, contendo:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;margin: 0cm 1cm 0.0001pt; text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“A exposição de peças anatômicas em gelatina de Kaiserling, coleções entomológicas, modelos das instalações de Manguinhos, de câmaras de isolamento, preparados do Instituto (soros, vacinas, tuberculina, maleína etc.), gráficos magníficos do serviço de demografia e fotografias, peças e maquetas traziam legendas em francês, alemão, inglês e português, tudo disposto em belos armários de madeira brasileira, especialmente escolhida”. (FRAGA, 2005, p.169)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Por meio do decreto nº 6.891, de 19 de março de 1908, o então [[INSTITUTO_DE_PATOLOGIA_EXPERIMENTAL|Instituto de Patologia Experimental]] passou a denominar-se [[INSTITUTO_OSWALDO_CRUZ|Instituto Oswaldo Cruz]], subordinado diretamente ao Ministerio da Justiça e Negocios Interiores, mas com inteira autonomia em suas investigações técnico-científicas (BRASIL. Decreto, 1908).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Além de atuar nos centros urbanos e, em particular, na Capital Federal, a partir do final de sua primeira década de existência o Instituto começou a deslocar sua atenção também para o sertão, promovendo expedições científicas. A maior parte das vezes, essas expedições eram contratadas por empresas como a que construía no norte a Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, terminando por revelar dados de extrema relevância acerca das condições de vida das populações do interior, influindo na mentalidade e nas ações políticas não só de médicos e sanitaristas, como também de intelectuais e autoridades públicas a respeito das prioridades no enfrentamento da &amp;amp;nbsp;questão social no Brasil.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1917 [[CRUZ,_OSWALDO|&amp;lt;u&amp;gt;Oswaldo Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]] faleceu e [[CHAGAS,_CARLOS_RIBEIRO_JUSTINIANO|&amp;lt;u&amp;gt;Carlos Ribeiro Justiniano Chagas&amp;lt;/u&amp;gt;]] passou a ocupar o cargo de diretor do Instituto. As várias homenagens que se sucederam ao falecimento de Oswaldo Cruz, como destaca Nara Britto (1995), consolidaram o mito do médico, cientista e sanitarista responsável pelo saneamento da Capital Federal, notabilizado pelo combate da febre amarela e aclamado por aqueles que viriam a formar a Liga Pró-Saneamento no ano seguinte como um precursor de suas propostas, as quais condicionavam o progresso do país ao combate das doenças no interior.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Também estiveram ligados ao Instituto: Henrique Figueiredo de Vasconcellos, Belisário Augusto de Oliveira Penna, Alcides Godoy, Arthur Neiva, Ezequiel Caetano Dias, Paulo Figueiredo Parreiras Horta, José Gomes de Faria, Arthur Alexandre Moses, Gaspar de Oliveira Vianna, Lauro Pereira Travassos, Henrique da Rocha Lima, Carlos Bastos Magarinos Torres, Ângelo Moreira da Costa Lima e Antonio Eugenio de Arêa-Leão.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em certas ocasiões, profissionais de notória competência eram trazidos de outras instituições para colaborar no Instituto, como foi o caso do Dr. Stanislas von Prowazek, da Escola de Medicina Tropical de Hamburgo, do italiano Gustav Giemsa, de Max Hartmann, do Instituto de Koch e da Universidade de Berlim, e de Adolpho Lutz, diretor do [[INSTITUTO_BACTERIOLÓGICO_DO_ESTADO_DE_SÃO_PAULO|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Bacteriológico do Estado de São Paulo&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A história do Instituto tem também demonstrado os vários e relevantes feitos científicos de seus participantes. Destacam-se a descoberta do &#039;&#039;trypanosoma cruzi&#039;&#039;, em 1909, parasita transmitido pelo barbeiro e causador da doença que ficou conhecida pelo nome de seu descobridor, [[CHAGAS,_CARLOS_RIBEIRO_JUSTINIANO|&amp;lt;u&amp;gt;Carlos Ribeiro Justiniano Chagas&amp;lt;/u&amp;gt;]]; a descoberta da vacina contra o carbúnculo sintomático ou Peste da Manqueira, em 1908, por Alcides Godoy; os estudos feitos por Henrique de Beaurepaire Rohan &amp;amp;nbsp;Aragão sobre o ciclo evolutivo do &#039;&#039;Haemoproteus columbae&#039;&#039;, que contribuiu para o tratamento da malária; o tratamento antimonial para as leishmanioses, por Gaspar de Oliveira Vianna; e os estudos de Henrique da Rocha Lima e Carlos Bastos Magarinos Torres sobre febre amarela.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;O decreto nº19.402, de 14 de novembro de 1930, criou o Ministério dos Negócios da Educação e Saúde Pública, e definiu que pertenceriam a este novo ministério os seguintes estabelecimentos: o Departamento do Ensino, o Instituto Benjamim Constant, a Escola Nacional de Belas Artes, o Instituto Nacional de Música, o Instituto Nacional de Surdos Mudos, a Escola de Aprendizes Artífices, a Escola Normal do Artes e Ofícios Venceslau Braz, a Superintendência dos Estabelecimentos do Ensino Comercial, o Departamento de Saúde Pública, o [[INSTITUTO_OSWALDO_CRUZ|Instituto Oswaldo Cruz]], o Museu Nacional e a Assistência Hospitalar.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Por meio do decreto nº 19.444, de 1 de dezembro de 1930, foi definida a organização e detalhado os serviços que ficariam a cargo do Ministério da Educação e Saúde Pública. Nesta nova organização foi criado o Departamento Nacional de Medicina Experimental, que seria constituído pelo Instituto Oswaldo Cruz e&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;estabelecimentos federais congêneres. Desta forma, o Instituto passou a ser diretamente subordinado ao Ministério da Educação e Saúde Pública.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Dois anos depois, com o decreto nº 22.036, de 31 de outubro de 1932, foi modificado o Departamento Nacional de Medicina Experimental, passando os respectivos serviços a constituir em Instituto com a denominação de &amp;quot;Instituto Osvaldo Cruz”, embora ainda subordinado à Secretaria de Estado dos Negócios da Educação e Saúde Pública.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em maio de 1970, ocorreu uma modificação radical no regime administrativo do Instituto Oswaldo Cruz, que foi aprovada pelo decreto nº 66.624 de 22 de maio de 1970. Transformado em órgão de administração direta do Ministério da Saúde e em entidade de direito privado, o Instituto tornou-se uma “fundação”. A atual Fundação Oswaldo Cruz passou a reunir diversas instituições relacionadas ao Ministério da Saúde como: o Instituto Oswaldo Cruz; a Escola Nacional de Saúde Pública; o Instituto Evandro Chagas, criado no Pará em 1936; o Instituto Fernandes Figueira; o Instituto de Leprologia; o Serviço de Produtos Profiláticos e o Instituto de Endemias Rurais, formado por centros de pesquisa em Recife, Bahia e Minas Gerais.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Diretores:&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br/&amp;gt; Pedro Affonso Franco (Barão de Pedro Affonso) (1900-1902); Oswaldo Gonçalves Cruz (1902-1917); Carlos Ribeiro Justiniano Chagas (1917-1934); Antônio Cardoso Fontes (1934-1942); Henrique de Beaurepaire Rohan Aragão (1942-1949); Olympio Oliveira Ribeiro da Fonseca (Olympio da Fonseca, filho) (1949-1953); Cássio Miranda (1953-1954); Francisco da Silva Laranja Filho (1954-1955); Antonio Augusto Xavier (1955-1958); Amilcar Vianna Martins (1958-1960); Tito Arcoverde de Albuquerque Cavalcanti (1960-1961); Joaquim Travassos da Rosa (1961-1964); Francisco de Paula da Rocha Lagôa (1964-1969); José Guilherme Lacorte (1969-1970); Oswaldo Cruz Filho (1970-1972); Oswaldo Lopes da Costa (1972-1975); Vinícius da Fonseca (1975-1979); Guilardo Martins Alves (1979-1985); Antonio Sérgio da Silva Arouca (1985-1989); Akira Homma (1989-1990); Luís Fernando da Rocha Ferreira da Silva (1990); Hermann Gonçalves Schatzmayr (1990-1992); Euclides Ayres de Castilho (1992); Carlos Médicis Morel (1992-1997); Elói de Souza Garcia (1997-2000) e Paulo Marchiori Buss (2000 até os dias atuais).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Estrutura e funcionamento&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em 1899, o Barão de Pedro Affonso,&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;figura importante na introdução da vacina animal no país e proprietário do Instituto Vacínico Municipal, havia decidido pela criação de um instituto soroterápico anexado a este instituto de sua propriedade. Em 1900 foi adquirido um terreno municipal para a construção do laboratório para preparo do soro contra a peste bubônica, seguindo o que fora estabelecido pelo decreto federal n° 1.141B de 18 de novembro de 1892.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;quot;Declara de utilidade publica municipal a desapropriação dos terrenos da freguezia de Inhaúma pertencentes a Alexandrina Rosa de Carvalho.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;O Vice-Presidente da Republica dos Estados Unidos do Brazil, attendendo ao que expoz o presidente da Municipalidade da Capital Federal em officio de 31 de outubro proximo findo, decreta:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;É declarada de utilidade publica municipal, nos termos do decreto n. 602, de 24 de julho de 1890, visto serem necessarios á construcção de uma bateria de fornos de incineração de lixo, a desapropriação dos terrenos pertencentes a Alexandrina Rosa de Carvalho, sitos na freguezia de Inhaúma e que teem por limites, de um lado a estrada que se dirige ao porto de Inhaúma, e do outro o canal dos Manguinhos até ao mar, os quaes se acham descriptos na planta que acompanhou o citado officio.&amp;quot;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;A escolha por Manguinhos se deu pelo isolamento dos centros populosos e por sua fácil comunicação por mar e terra. Segundo Renato da Gama-Rosa Costa e Alexandre Pessoas:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;margin: 0cm 30.8pt 0.0001pt 21.3pt; text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“O Decreto oficial de 25 de maio de 1900 marca o nascimento da instituição. O decreto não apenas autorizava, por parte do Governo Federal, a conclusão das obras inciadas por Pedro Affonso em Manguinhos no ano anterior, como também transferia suas instalações, até então pertencentes ao Instituto Vacínico, de alçada municipal para a responsabilidade da Federação, com o nome do Instituto Soroterápico Federal.” (COSTA; PESSOAS, 2003, p. 32)&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Nos primeiros anos as atividades da instituição eram ditadas pelas demandas mais urgentes da sociedade. O Instituto Soroterápico Federal havia sido criado para resolver emergencialmente uma crise de saúde pública, ocasionada pela ameaça de um surto de peste bubônica, com o objetivo específico de substituir as importações do soro e da vacina contra a doença.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;A criação do Instituto Soroterápico Federal foi descrita detalhadamente na seção “Chronica” de o &#039;&#039;Brazil-Medico&#039;&#039;:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;margin: 0cm 1cm 0.0001pt; text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“Os novos laboratorios installados em Manguinhos (Inhauma) sob a direção do Professor Barão de Pedro Affonso e com a assistencia technica do Dr.Oswaldo Cruz, representam um incontestavel melhoramento, cuja utilidade practica poderá sêr brevemente apreciada na actual emergencia epidemica. (...) O 1º laboratorio, collocado sobre uma pequena collina, e destinado á cultura dos bacillos da peste e á preparação das vaccinas, tem uma sala central de esterilização, tendo na frente uma grande sala de trabalho com os microscopios e todos os apparelhos anexos. Ao lado da sala central há quatro outras menores, sendo: a primeira occupada pela grande estufa de cultura da peste;&amp;amp;nbsp; a segunda destinada á pequena cultura; a terceira á preparação dos caldos e outros meios de cultura;&amp;amp;nbsp; e a quarta, que é – um grande deposito de vidraria e material dos trabalhos. (...). Terminada a visita deste primeiro estabelecimento, dirigirão-se todos os visitantes para o segundo, installado a uma distancia de 500 metros sobre uma outra collina mais elevada. Em caminho foi visitada a enfermaria dos cavallos, collocada no valle que separa as duas colinas. (...). Uma vasta cocheira, para 30 animaes, perfeitamente ventilada, e, como as enfermarias, tendo todas as aberturas fechadas pro téla fina de arame. (....) Contiguo (...), está situado o dormitorio destinado aos medicos, funccionarios dos laboratorios, quando a necessidade dos trabalhos exigir a permanencia destes no edificio. A uma distancia de 20 metros deste edificio, está collocado o bioterio, em cujos fundos existe uma ampla sala de autopsias, com um pequeno forno de cremação.” (LABORATORIOS, 1900, p.287-288)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Contudo, o afastamento de seu primeiro diretor, o Barão de Pedro Affonso e, principalmente, a ascensão de &amp;lt;u&amp;gt;Oswaldo Cruz&amp;lt;/u&amp;gt; à Diretoria Geral de Saúde Pública, representaram um ponto de inflexão na orientação das atividades da instituiçõa. Desde 1903, enquanto discutia-se no Congresso reestruturações nos serviços sanitários, Oswaldo Cruz defendia o aumento das atribuições de Manguinhos. Embora sua proposta tenha sido vetada, o Instituto continuou funcionando de forma a colaborar com as campanhas de saneamento daquela Diretoria Geral de Saúde Pública.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Neste período, iniciou-se um processo de modernização das instalações do Instituto Soroterápico Federal:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;margin: 0cm 30.8pt 0.0001pt 21.3pt; text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“O projeto de substituição e de modernização das edificações do Instituto Soroterápico Federal, 1903-1907, previa a construção de outra cavalariça na Praça Pasteur, também de planimetria retangular no local onde foi construído o Quinino e um Biotério para grandes animais, alinhada à atual Cavalariça e situada no lado oposto do Pavilhão Mourisco.” (COSTA e PESSOAS, 2003, p. 48)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Com o passar do tempo, o Instituto afirmou-se no campo da medicina experimental dedicando-se à pesquisa, além da produção de soros e vacinas em grande escala e do ensino. Suas atividades pedagógicas visavam a formação dos quadros necessários à própria instituição e a difusão das ciências biomédicas no país.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Os Cursos de Aplicação&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br/&amp;gt; Nos primeiros anos do século XX, o Brasil possuía poucas instituições de ciências médicas. As instituições de ensino então existentes, a [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], a [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DA_BAHIA|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina da Bahia&amp;lt;/u&amp;gt;]], a [[FACULDADE_DE_MEDICINA_E_FARMÁCIA_DE_PORTO_ALEGRE|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina e Farmácia de Porto Alegre&amp;lt;/u&amp;gt;]] e a [[ESCOLA_DE_FARMÁCIA,_ODONTOLOGIA_E_OBSTETRÍCIA_DE_SÃO_PAULO|&amp;lt;u&amp;gt;Escola de Farmácia, Odontologia e Obstetrícia de São Paulo&amp;lt;/u&amp;gt;]] não tinham uma “tradição” no ensino da medicina experimental, fornecendo poucos microbiologistas treinados. Tal situação, obviamente, dificultava o recrutamento de profissionais para o Instituto Soroterápico Federal. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1903, Henrique da Rocha Lima iniciou a organização, ainda em bases informais, do ensino de bacteriologia, parasitologia, anatomia e histologia patológicas. Tais cursos, de natureza principalmente prática e experimental, destinavam-se aos estudantes de medicina que, desde 1901, freqüentavam os laboratórios do Instituto para preparar suas teses e também a profissionais já formados.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Muitos alunos desses cursos ingressavam nas linhas de pesquisa do próprio Instituto, primeiro como freqüentadores voluntários, sendo em alguns casos incorporados em seu quadro funcional. Outros tornavam-se sanitaristas, alguns chegando a ocupar importantes cargos nas instituições de saúde pública da Capital Federal e de outros estados.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em seu relatório referente ao ano de 1904, [[CRUZ,_OSWALDO|Oswaldo Cruz]] destacava a importância dessas atividades pedagógicas desenvolvidas pelo Instituto:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Continua o Instituto a servir de escola de medicina experimental para estudantes e médicos que se têm dedicado a este ramo de estudos; assim além de médicos que visitaram e frequentaram os laboratórios do Instituto, foi ele assiduamente frequentado por vários estudantes de medicina, que procuraram estudar com afinco certas questões relativas à hematologia, à soroterapia e à bacteriologia. (....) De novo peço para chamar a atenção de V. Ex. para o grande benefício que adviria ao nosso país se se desse uma nova organização ao Instituto, vasando-as nos moldes do Instituto Pasteur de Paris, concedendo-se-lhe a indispensável autonomia, sem o que será impossível imprimir-lhe um cunho próprio que lhe concenda os fóros de uma escola científica como são o Instituto Pasteur, em Paris, e os numerosos Institutos na Alemanha. No momento atual continuam a ser muito precárias as condições do Instituto de Manguinhos, instalado em uma velha casa, sem mesmo dispor das necessárias acomodações para abrigar os estudiosos que o procuram” (Apud CORTES, 1993, p.123-124)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pelo decreto nº 1.802 de 12 de dezembro de 1907, criou-se uma escola de veterinária, que compreendia patologia, higiene e terapêutica e, no ano seguinte, o Instituto passou a dispor de cursos de veterinária referentes à bacteriologia e parasitologia aplicadas à patologia, higiene e terapêutica veterinárias.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Nesses cursos eram admitidos médicos e veterinários e estudantes de Medicina e Veterinária. As aulas eram gratuitas, responsabilizando-se os alunos pelo material deteriorável. Para a inscrição os candidatos deviam requerer matrícula ao diretor.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“Em 12 de dezembro de 1907, Afonso Penna sancionou o decreto que transformou o Instituto Soroterápico em Institudo de Psicopatlogia Experimental de Manguinhos, possibilitando maior fluxo de créditos e estendendo seu campo de ação, ao mesmo tempo em que o transformava em escola de medicina experimental através dos cursos de aplicação. Com o decreto de n°6.892, de 19 d emarço de 1909, a Instituição passou a se chamar Instituto Oswaldo Cruz (IOC) e adquiriu a forma institucional que permaneceria até a década de 30. O primeiro regimento do Instituto data de 19 de março de 1908, e o modelo baseado na pesquisa, no ensino e na produção que então se formava completava-se e sustentava-se mutuamente.” (COSTA e PESSOAS, 2003, pp. 59-60)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Ao final da década de 1910 parte da infra-estrutura do Instituto Soroterápico construída em 1903 desaparece, sendo parte dela: gaiolas para macacos, gaiola para cobras e cobais, cocheira e a antiga sede do Instituto Soroterápico. A denominação “cursos de aplicação” apareceu pela primeira vez no decreto nº 13.527 de 26 de março de 1919, embora fossem assim chamados informalmente há mais tempo.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;A denominação acentuava o caráter prático dos cursos, realizados anualmente, sendo relativos à microbiologia, à parasitologia e à zoologia médica, e divididos em duas partes: uma de microbiologia e outra de zoologia médica.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Além de médicos e veterinários, também eram admitidos naturalistas nos cursos, desde que apresentassem “títulos de idoneidade bastante” e, a partir de 1931, também foram aceitos farmacêuticos.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Os programas deviam ser formulados anualmente pelo diretor e distribuídos entre funcionários técnicos para sua execução.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Aos alunos que concluíam esses cursos concedia-se um diploma e, àquele que obtivesse o primeiro lugar, por ordem de merecimento, era conferida a medalha “Prêmio Oswaldo Cruz”&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;./&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1920, o Instituto Vacínico passou para o terreno do IOC, para atender às necessidades dos serviços de profilaxia contra a varíola.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O decreto nº 17.512 de 5 de novembro de 1926 determinou uma série de modificações nos cursos de aplicação, que passaram a englobar o ensino de bacteriologia, imunidade, micologia, protozoologia, helmintologia, entomologia, zoologia médica e anatomia patológica. Eram divididos em três partes: a primeira constando de bacteriologia e imunidade; a segunda de micologia, protozoologia, helmintologia, entomologia e zoologia médica; e a terceira de anatomia patológica.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Os alunos podiam inscrever-se no curso todo ou em apenas uma das partes. Esta organização do curso acompanhava a nova divisão em seções do Instituto, promovida pela mesma reforma.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O aproveitamento dos alunos era avaliado por meio de exames finais ou sabatinas periódicas, e ao aluno diplomado no curso era facultada a admissão no curso especial de Higiene e Saúde Pública criado pela reforma do ensino de 1925, anexo à Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Os cursos de aplicação do Instituto Oswaldo Cruz tiveram grande influência na formação de várias gerações de pesquisadores e sanitaristas, brasileiros e sul-americanos. No Brasil, serviram-se de discípulos de Manguinhos, principalmente, o [[INSTITUTO_BACTERIOLÓGICO_DO_ESTADO_DE_SÃO_PAULO|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Bacteriológico do Estado de São Paulo&amp;lt;/u&amp;gt;]] e o [[INSTITUTO_BUTANTAN|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Butantan&amp;lt;/u&amp;gt;]], além do próprio Instituto Oswaldo Cruz. O Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia também valeu-se do auxílio de técnicos de Manguinhos. Argentina, Bolívia, Colômbia, Costa Rica, Equador, Nicarágua, Paraguai e Peru foram alguns dos países que enviaram técnicos para se especializar no Instituto Oswaldo Cruz. Voltando a seus países de origem, esses profissionais formados no Instituto passaram a ocupar importantes cargos na pesquisa científica, no magistério, na administração, na política e na diplomacia. &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt; Formaram-se na primeira turma do curso, em 1908: Astrogildo Machado, Martin Francisco Bueno de Andrade, Antônio de Castro Leão Velloso Filho, Jaú de Lima Castelo Branco, Octávio Coelho de Magalhães, José Jesuíno Maciel, &amp;amp;nbsp;Mário Floriano de Toledo e Oscar Públio Constâncio de Mello.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Pesquisa Médico-Experimental&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br/&amp;gt; Em 1904, por meio do decreto nº 1.151 de 5 de janeiro, o Governo entrava em acordo com a municipalidade do Distrito Federal para a cessão da propriedade de Manguinhos ao Instituto Soroterápico Federal, mediante indenização. Em contrapartida, o Instituto passava a ser, pelo mesmo decreto, &amp;quot;obrigado a fornecer gratuitamente aos Estados e municípios que os solicitarem os soros e as vacinas que preparar, não incluída no número destas a vacina antivariólica&amp;quot;.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1907, através do decreto nº 1.802 de 12 de dezembro, era criado o Instituto de Patologia Experimental de Manguinhos, rebatizado no ano seguinte &amp;amp;nbsp;com o nome de seu diretor, Oswaldo Cruz.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Como Instituto de Patologia Experimental, Manguinhos possuía “inteira e franca autonomia nas investigações técnico-científicas” e destinava-se “ao estudo das moléstias infectuosas e parasitárias do homem, dos animais e das plantas; a questões referentes a higiene e zoologia; ao preparo de soros terapêuticos e demais produtos congêneres destinados ao tratamento e profilaxia da moléstia; e a ter uma escola de veterinária, compreendendo a patologia, a higiene e terapêutica, mas na medida dos trabalhos científicos ocorrentes”. &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A parte técnico-científica do Instituto ficava a cargo de um diretor, dois chefes de serviço e seis assistentes, sendo o diretor e os chefes de serviço nomeados pelo Presidente da República.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Eram atribuições do diretor: a orientação e direção dos trabalhos científicos; a representação do Instituto em todas as relações; a exposição anual de um relatório ao Ministério da Justiça e Negócios Interiores; a distribuição dos serviços e tarefas pelos chefes de serviço, assistentes e demais funcionários; a proposição ao Governo da contratação de profissionais; a nomeação e demissão do “pessoal subalterno”; a fiscalização da venda de vacinas e soros; a solicitação ao Governo de permissão para o envio do pessoal do Instituto a regiões do país e para o exterior, com intuito de estudar questões científicas; as informações enviadas ao Governo quanto às admissões nos cursos do Instituto; e a autorização para as publicações de trabalhos científicos. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A partir de 1919, também era previsto por lei que o diretor &amp;amp;nbsp;pudesse propor ao Governo o contrato de estrangeiros para o aperfeiçoamento nos trabalhos do Instituto.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1908, o Instituto Oswaldo Cruz se separou da Diretoria Geral de Saúde Pública, ficando subordinado diretamente ao Ministério da Justiça. Os chefes de serviço eram escolhidos entre os assistentes e seus cargos tornavam-se vitalícios após dez anos de serviço. Quando havia vaga, o diretor indicava o assistente a ser promovido e, no caso de igualdade por merecimento, o mais antigo tinha a preferência. Cabia aos chefes de serviço efetuar estudos e desempenhar funções que lhes eram designadas pelo diretor.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Os assistentes eram nomeados pelo Presidente da República mediante concurso, exceto as primeiras nomeações. Esse cargo também adquiria caráter vitalício após dez anos de serviço. A partir de 1919, os assistentes passaram a ser nomeados por promoção, entre os adjuntos, obedecendo aos mesmos critérios utilizados na escolha do chefe de serviço. Aos assistentes competia efetuar os estudos e atuar nas comissões que o diretor e os chefes de serviço lhes designassem. Eram distribuídos por especialidades, conforme os assuntos dos quais se ocupava o Instituto. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Também a partir de 1919, de acordo com o decreto nº 13.527 de 26 de março, escolhia-se dentre os médicos “competentes e de reconhecida idoneidade moral”, um secretário, que devia a dirigir os trabalhos da secretaria, com todos os funcionários administrativos do Instituto subordinados a ele.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O secretário devia ainda auxiliar o diretor na administração e organização do orçamento anual das despesas, fiscalizando diversos serviços, como a venda de produtos fabricados pelo Instituto; atender a todos os trabalhos relativos à correspondência do Instituto; lavrar os termos de posse dos empregados; providenciar os fornecimentos que deviam ser feitos; fiscalizar a escrituração de todos os serviços; e encaminhar, na ausência temporária do diretor, os assuntos urgentes da administração.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A venda de vacinas, soros e outros produtos biológicos era concedida ao Instituto, devendo ser vendidos conforme um tabelamento. Contudo, estes deviam ser fornecidos gratuitamente às autoridades durante períodos de epidemia. Também a prestação de serviços científicos e profiláticos a orgãos públicos e privados era permitida ao Instituto Oswaldo Cruz, que podia criar filiais em outras regiões do país. Da venda de produtos a instituição passou a retirar parte expressiva de sua receita, aplicando este dinheiro em pesquisas.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Para pesquisas que fossem efetuadas de acordo com a requisição dos governos estaduais ou de particulares, cabia aos interessados facilitar todos os meios necessários para o transporte do pessoal e do material, podendo ser instalados laboratórios filiais nas zonas em que se tornassem necessários.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A atuação do Instituto Oswaldo Cruz nos Estados e no interior do território nacional deu-se através da instalação de centros regionais de pesquisa e de expedições científicas.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Contratadas por empresas públicas e privadas, as expedições do Instituto, em particular as realizadas entre 1911 e 1913, foram responsáveis pela produção de um amplo conhecimento sobre as populações do interior do país. Os registros produzidos pelos cientistas expedicionários do Instituto Oswaldo Cruz provocaram impacto na Capital Federal e influíram nas idéias de sanitaristas, intelectuais e governantes a respeito das explicações para o atraso do país e das prioridades na área da saúde pública.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1906, [[CHAGAS,_CARLOS_RIBEIRO_JUSTINIANO|&amp;lt;u&amp;gt;Carlos Ribeiro Justiniano Chagas&amp;lt;/u&amp;gt;]] realizou a primeira campanha contra a malária no Brasil, em São Paulo, nas obras de construção de uma usina hidrelétrica da Companhia Docas de Santos. Outras empresas e entidades também se beneficiaram das atividades do Instituto: a Inspetoria de Obras contra as Secas; o Serviço de Defesa da Borracha; e as Estradas de Ferro Central do Brasil, Noroeste do Brasil e Madeira-Mamoré. Para estas, o Instituto organizou expedições científicas com o objetivo de empreender ações de caráter profilático e estudar os hábitos das populações dessas regiões, relacionando-os com questões sanitárias.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Nos centros de pesquisa deviam ser realizados serviços ligados à higiene e à patologia regionais, especialmente aqueles que relacionavam-se com trabalhos de saneamento rural. Também eram estudados assuntos como veterinária e química aplicada, que tivessem vínculos com o desenvolvimento econômico da região.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Dois centros de pesquisa se transformaram em filiais e, mais tarde, conquistaram autonomia, passando para o âmbito das administrações estaduais, como foi o caso do Instituto Ezequiel Dias, de Belo Horizonte, e do Instituto Oswaldo Cruz, em São Luís no Maranhão.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Os postos de Lassance e Bambuí, durante muitos anos dedicados ao estudo da doença de Chagas, tiveram um papel significativo. Pelo posto de Lassance, criado em 1919 numa estação da Estrada de Ferro Central do Brasil, passaram quase todos os membros mais antigos do Instituto, muitas vezes demorando meses ou até anos. Foi o caso de [[CHAGAS,_CARLOS_RIBEIRO_JUSTINIANO|&amp;lt;u&amp;gt;Carlos Ribeiro Justiniano Chagas&amp;lt;/u&amp;gt;]], Eurico de Azevedo Villela, Carlos Bastos Magarinos Torres, Leocádio Chaves, Belisário Augusto de Oliveira Penna, Astrogildo Machado, Henrique de Beaurepaire Rohan Aragão, César Guerreiro, Antonio Eugênio de Arêa-Leão, Emmanuel Dias, Octávio Coelho de Magalhães, Gustavo Mendes de Oliveira Castro, Nicanor Botafogo-Gonçalves da Silva e César Pinto entre outros. Lassance também recebeu a visita de personalidades ilustres da medicina nacional como Miguel de Oliveira Couto, Miguel da Silva Pereira, [[MOREIRA,_JULIANO|&amp;lt;u&amp;gt;Juliano Moreira&amp;lt;/u&amp;gt;]], Antônio Austregesilo Rodrigues de Lima, Antonio Fernandes Figueira, Henrique Figueiredo de Vasconcellos, Alfredo Nascimento, e estrangeiras como Emile Brumpt e Kotaro Kohda.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Desde 1911, o Instituto fabricava os &amp;quot;soros curativos&amp;quot;: antipestoso, anti-diftérico, antitetânico, antiestreptocócico, antidisentérico e antiparatífico. Produzia também os soros aglutinantes para tifo, paratifo A, paratifo B, coli, disenterias, cólera, estreptococo, enteritidis, tuberculina e maleína. Preparava ainda as vacinas contra a peste bubônica, contra o carbúnculo bacteridiano e o sintomático e contra a espirilose das galinhas.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1919, ainda pelo decreto nº 13.527 de 26 de março, o Instituto Oswaldo Cruz sofreu uma importante reorganização. Continuava subordinado ao Ministério da Justiça e Negócios Interiores, usufruindo de franca autonomia nas investigações científicas, mas ampliou suas atribuições incorporando a “execução dos serviços de medicamentos oficiais” e a “realização de cursos práticos relativos à microbiologia, à parasitologia e à zoologia médica&amp;quot;.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O serviço de medicamentos oficiais de que foi incumbido o Instituto Oswaldo Cruz fazia parte da seção de química aplicada. A fiscalização desses serviços ficava a cargo de um funcionário técnico do Instituto designado pelo diretor.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Medicamentos chamados oficiais eram aqueles destinados ao combate das doenças endêmicas e epidêmicas, e vendidos pelo Estado. Porém, a medida dizia respeito, mais precisamente, à manipulação da quinina, necessária à profilaxia da malária, doença que acometia as populações do interior do país em larga escala, e cujo combate era um dos objetivos do movimento sanitarista que tinha como bandeira o saneamento rural, visto como condição para o progresso do país.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Produtos biológicos que resultassem de descobertas de funcionários do Instituto, e que obtivessem a patente de invenção, podiam ser fabricados e comercializados pelo estabelecimento, mediante um acordo com os respectivos descobridores.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;De acordo com a lei, além disso, para as investigações científicas do Instituto, o diretor ou qualquer funcionário designado por ele, tinha ingresso nos hospitais sujeitos à administração sanitária do governo da União, “solicitando das respectivas autoridades que lhe permitam colher os elementos necessários às investigações&amp;quot;. O diretor do Instituto podia, então, entrar em acordo com as administrações dos hospitais, “a fim de aí estabelecer os meios necessários a investigações científicas, fazendo as instalações que forem convenientes e destacando pessoal técnico para os respectivos trabalhos&amp;quot;. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O decreto de 1919 também estabelecia que o Instituto mantivesse um hospital de estudos, especialmente destinado a moléstias microbianas e parasitárias do Brasil. Nesse hospital, eram internados doentes de relevância para as pesquisas científicas, destinadas ao esclarecimento de problemas de patologia, de terapêutica e de profilaxia. Os trabalhos desenvolvidos no hospital ficavam sob a orientação e responsabilidade do diretor do Instituto. Apenas em 1926 esse hospital ganhou o nome oficial de Hospital Oswaldo Cruz, embora fosse assim conhecido há mais tempo. Além disso, o Instituto também manteve um hospital regional e um laboratório rural na estação de Lassance, sendo esta instalação de trabalho passível de transferência para qualquer região do país.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Com a ampliação das atribuições do Instituto promovida pela reforma de 1919, o quadro de pessoal também teve de sofrer alterações, passando a constituir-se de um diretor, seis chefes de serviço, nove assistentes, sete adjuntos de assistentes e um secretário. Além destes, a instituição contratou com sua renda própria mais um chefe de serviço, um assistente e um adjunto de assistente contratado.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A seção de anatomia patológica foi ampliada pelas maiores exigências do serviço, tendo sido contratado o professor americano Bowman Crowell, da Fundação Rockfeller. Este departamento possuía museu de anatomia patológica, visando especialmente as doenças tropicais. Além disso, foi também instalada uma seção de fisiologia.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No mesmo ano de 1919, o Serviço de Profilaxia Rural também sofreu uma reorganização, com seus funcionários podendo ser designados tanto para a Diretoria Geral de Saúde Pública, como para o Instituto Oswaldo Cruz. Além disso, os medicamentos necessários ao serviço de profilaxia rural passaram a ser fornecidos pelo Instituto, que mantinha em seus laboratórios um depósito permanente de vacinas, soros e outros produtos biológicos para atender as necessidades do serviço.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1920, por determinação do art. 1.185 do decreto nº 14.354 de 15 de setembro, que aprovava o regulamento do Departamento Nacional de Saúde Pública, &amp;amp;nbsp;a produção da vacina antivariólica passava a ser atribuição do Instituto. A instalação de um Instituto Vacinogênico, incorporada à estrutura do Instituto Oswaldo Cruz, seria realizada mediante indenização ao Barão de Pedro Affonso Franco, proprietário do [[INSTITUTO_VACÍNICO_MUNICIPAL|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Vacínico Municipal&amp;lt;/u&amp;gt;]], pela rescisão do seu contrato. O Instituto Vacinogênico Federal acabou regulamentado pelo decreto nº 14.629 de 17 de janeiro de 1921, “constituindo uma seção técnica, destinada a cultura, preparo e fornecimento da vacina anti-variólica e a realizar todos os serviços correlatos”. Com isso, o fornecimento da vacina passava a ser gratuito ao Departamento Nacional de Saúde Pública e aos Serviços de Higiene e Assistência Pública da União e dos Estados. Pelo mesmo decreto, o Instituto Vacinogênico Federal deveria manter no centro da cidade um posto destinado à vacinação.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;O decreto nº 17.512, de 5 de novembro de 1926, instituiu um novo regulamento para o Instituto Oswaldo Cruz, definido como um instituto de patologia experimental, subordinado ao Ministério da Justiça e Negócios Interiores, e tendo os seguintes objetivos:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;os estudos de patologia experimental, zoologia médica, veterinária, micologia, fitopatologia, anatomia patológica; estudos de higiene e saúde pública; estudos de fisiologia e química aplicada; o preparo de produtos biológicos e quimícos destinados ao tratamento e profilaxia das doenças dos homens e animais; o preparo da vacina anti-variólica; a execução dos serviços de medicamentos oficiais; as análises de soros, vacinas e produtos biológicos colocados no mercado, e a realização de cursos práticos de microbiologia, zoologia médica e anatomia patológica.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;A novidade do regulamento de 1926, porém, estava na distribuição dos trabalhos do Instituto em seções científicas (bacteriologia e imunidade, zoologia médica, micologia fito-patologia, anatomia patológica, hospitais, química aplicada), seções administrativas (secretaria, tesouraria, zeladoria, almoxarifado, arquivo|), e seções auxiliares (biblioteca, museu, desenho fotografia e microfotografia, tipografia, esterilização e preparação de meios de cultura, distribuição de soros e vacinas, biotério e cavalariças, carpintaria, conservação dos imóveis e estradas, oficina de encadernação, oficina de preparação de ampolas e aparelhos de vidro).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Esta divisão em seções expressava a ampliação e maior complexidade das atividades do Instituto a partir de 1919, e seria acompanhada de uma nova organização do curso de aplicação.&amp;lt;span style=&amp;quot;letter-spacing:-.1pt&amp;quot;&amp;gt;O desenvolvimento paralelo dessas duas atividades demonstra a complementariedade entre pesquisa e ensino posta em prática pelo Instituto de Manguinhos desde os primeiros anos de sua existência.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Outro aspecto destacado neste regulamento foi atribuir aos funcionários da instituição os direitos de funcionários públicos federais, sendo suas licenças e aposentadorias reguladas pelas leis vigentes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;O referido decreto estabeleceu, ainda, que, por occasião de epidemias, o Instituto Oswaldo Cruz deveria fornecer, gratuitamente, ás autoridades sanitarias que o requisitarem, os soros terapêuticos e as vacinas de acordo com os seus recursos e sua capacidade de producção.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em seu art. 90º, o decreto de&amp;amp;nbsp;1926 afirmou que o Instituto teria uma renda propria, constituida pelo resultado da venda de soros, de vacinas e outros productos,&amp;amp;nbsp; e pelos recebimentos em virtude de pesquizas, análises e/ou trabalhos realizados por solicitação oficial ou de particulares. As vacinas, os soros e demais productos seriam vendidos de acordo com uma tabela de preços organizada pelo diretor e aprovada pelo ministro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;E afirmou, também, que os productos biologicos e quimioterápicos, resultados de descobertas de funcionários técnicos da instituição, e dos quaes tiverem sido obtidas patentes de invenção, poderão ser fabricados e vendidos pelo Instituto, após acordo com os respectivos descobridores.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;A aplicação desta renda própria da instituição deveria ser aplicada, parte em trabalhos internos que interessassem ao estabelecimento, e parte na formação de seu patrimônio. A destinação de parte destes recursos aos trabalhos internos deveria ser feita de acordo com uma tabela orçamentária, a ser organizada anualmente pelo diretor de Manguinhos e aprovada pelo ministro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em 14 de novembro de 1930, por meio do decreto nº 19.402 foi criado o Ministério dos Negócios da Educação e Saúde Pública, ao qual pertenceriam os seguintes estabelecimentos: o Departamento do Ensino, o [[INSTITUTO_BENJAMIN_CONSTANT|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Benjamim Constant&amp;lt;/u&amp;gt;]], a Escola Nacional de Belas Artes, o Instituto Nacional de Música, o [[INSTITUTO_NACIONAL_DE_SURDOS_MUDOS|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Nacional de Surdos Mudos&amp;lt;/u&amp;gt;]], a Escola de Aprendizes Artífices, a Escola Normal do Artes e Ofícios Venceslau Braz, a Superintendência dos Estabelecimentos do Ensino Comercial, o Departamento de Saúde Pública, o [[INSTITUTO_OSWALDO_CRUZ|Instituto Oswaldo Cruz]], o [[MUSEU_NACIONAL|&amp;lt;u&amp;gt;Museu Nacional&amp;lt;/u&amp;gt;]] e a Assistência Hospitalar.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em seguida, em 1º de dezembro de 1930, o decreto n ° 19.444 estabeleceu a organização do Ministério da Educação e Saúde Pública, da seguinte forma:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:0cm; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“Art. 1º O Ministério da Educação e Saude Pública se comporá de um Gabinete, uma Diretoria e quatro Departamentos, todos independentes entre si e imediatamente subordinados ao ministro, com as denominações de: &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:0cm; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;a) Gabinete do Ministro;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:0cm; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;b) Diretoria de Contabilidade;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:0cm; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;c) Departamento Nacional do Ensino;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:0cm; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;d) Departamento Nacional de Saude Pública;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:0cm; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;e) Departamento Nacional de Medicina Experimental, e&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:0cm; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;f) Departamento Nacional de Assistência Pública”. (BRASIL Decreto, 1930(b) )&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Conforme o decreto nº 19.444, o Departamento Nacional de Medicina Experimental seria composto pelo Instituto Osvaldo Cruz, e por estabelecimentos federais congêneres existentes no país. Desta forma, o Instituto passou a ser diretamente subordinado ao Ministério da Educação e Saúde Pública.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Pelo decreto nº 20.043, de 27 de maio de 1931, foi aprovado o regulamento do Departamento Nacional de Medicina Experimental, e estabelecido que o Instituto Oswaldo Cruz teria como função primordial as investigações científicas no domínio da patologia experimental e de outros ramos da biologia. Em seu art. 5º tratou da abrangência das atividades técnico-científicas da instituição:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;artigo&amp;quot; style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:0cm; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;background:white&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;“&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;Art. 3º A atividade técnico-científica do Instituto Oswaldo Cruz abrangerá:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;alnea&amp;quot; style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:0cm; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;background:white&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;a) estudos de patologia humana, especialmente de doenças infectuosas e parasitárias;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;alnea&amp;quot; style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:0cm; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;background:white&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;b) estudos de patologia experimental, de zoologia médica, de veterinária, de micologia, de fitopatologia e de anatomia patológica;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;alnea&amp;quot; style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:0cm; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;background:white&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;c) estudos de higiene o saude pública, especialmente de epidemiologia;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;alnea&amp;quot; style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:0cm; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;background:white&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;d) estudos de fisiologia e de química-física aplicada;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;alnea&amp;quot; style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:0cm; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;background:white&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;e) preparo de produtos biológicos e químicos, destinados ao tratamento e à profilaxia das doenças do homem e dos animais;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;alnea&amp;quot; style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:0cm; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;background:white&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;f) preparo da vacina anti-variólica (lei n. 3.987, de 2 de janeiro de 1920);&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;alnea&amp;quot; style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:0cm; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;background:white&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;g) execução do Serviço de Medicamentos Oficiais (decreto número 13.159, de 28 de agosto de 1918):&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;alnea&amp;quot; style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:0cm; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;background:white&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;h) análises de soros, vacinas e outros produtos biológicos colocados no mercado (lei n. 3.987, de 2 de janeiro de 1920);&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;alnea&amp;quot; style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:0cm; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;background:white&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;i) realização de cursos práticos relativos a quaisquer dos ramos da biologia estudados no Instituto”. (BRASIL. Decreto, 1931)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Neste regulamento do Departamento Nacional de Medicina Experimental, foi mantida a atribuição ao Instituto em fornecer gratuitamente, por ocasião de epidemias, às autoridades sanitárias que o requisitarem, soros terapêuticos e vacinas. Manteve, praticamente da mesma forma, como havia sido estabelecido no decreto de 1926, a realização dos trabalhos da instituição em seções científicas, seções administrativas e seções auxiliares. A única alteração foi a inclusão de biotérios como uma seção em separado, além de seção biotérios e cavalariças.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Foram mantidos, neste regulamento de 1931, os dispostos anteriormente, em 1926, com relação à renda própria da instituição, constituída pela venda de soros, vacinas e outros produtos, aos produtos que eram resultados de descobertas de funcionários e técnicos de Manguinhos, e à tabela de preços para os mesmos. Igualmente mantido o estabelecido com relação aos procedimentos e encaminhamentos referentes à aplicação da renda interna na instituição, como havia sido definido anteriormente.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;O decreto de 1931 propôs, ainda, a criação de outras filiais do Instituto, além das já existentes em Belo Horizonte e São Luiz do Maranhão, em conformidade com as necessidades de serviços e pesquisas regionais e o provimento de recursos para tal fim.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;A Lei nº 378, de 13 de janeiro de 1937, conferiu nova organização ao Ministério da Educação e Saúde Pública, com órgãos de direção, órgãos de execução, e órgãos de cooperação. Nos órgãos de execução, em relação aos serviços relativos à saúde, estabeleceu os serviços destinados à investigação, os serviços de saúde do Distrito Federal e os serviços de saúde de todo país. Como parte dos serviços destinados à investigação, o decreto definiu a criação de um Instituto Nacional de Saúde Pública, ao qual caberia a realização sistemática e permanente de estudos e pesquisas sobre os assuntos de saúde pública de interesse para o país, e de um Instituto Nacional de Puericultura, para os assuntos da maternidade e saúde da criança.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Entre os serviços relativos à educação, estabelecidos na Lei nº378, estavam as instituições de educação escolar e de educação extraescolar, e entre estas últimas, aparece o “Instituto Oswaldo Cruz, como instituição de caracter scientifico, destinada á realização de pesquisas no domínio da pathologia experimental e de outros ramos da biologia” (BRASIL. Lei, 1937).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin:0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;O Instituto Nacional de Saúde Pública acabou não se efetivando, e no final de 1937, o decreto-lei nº82, de 18 de dezembro, definiu sua incorporação ao Instituto Oswaldo Cruz. A esta instituição caberia a realização de investigações cientificas relacionadas aos problemas da saúde humana. As pesquisas realizadas pelo Instituto Oswaldo Cruz deveriam atender às necessidades de aplicação, mediante solicitação do Departamento Nacional de Saúde e aprovação do ministro. Na estrutura do Ministério da Educação e Saúde, o Instituto Osvaldo Cruz estaria entre os órgãos de execução, como um dos serviços relativos à saúde.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Publicações oficiais&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pelo decreto nº 1.802 de 12 de dezembro de 1907, autorizava-se a publicação da revista &#039;&#039;Memórias do Instituto Oswaldo Cruz&#039;&#039;, que só começou a ser editada em 1909, sendo então considerada como uma das mais importantes revistas de pesquisa biomédica na América Latina (STEPAN, 1976). O periódico era constituído somente por trabalhos aprovados pelo diretor da instituição e devia ser distribuído nas escolas profissionais de medicina, veterinária e agricultura existentes no país, além de constituir-se em um objeto de permuta com as publicações estrangeiras de mesmo gênero.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Weltman (1992) ressalta o fato de que muitos dos cientistas estrangeiros que atuaram no Instituto Oswaldo Cruz, como Stanislas von Prowazek, Gustav Giemsa, Max Hartmann e Hermann Duerck, tinham o compromisso de ministrarem cursos e de publicarem os seus trabalhos nas &#039;&#039;Memórias do Instituto Oswaldo Cruz&#039;&#039;, &amp;amp;nbsp;conforme estabelecido nos seus contratos, e assim o fizeram.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;O Tomo I/fascículo I das &#039;&#039;Memórias do Instituto Oswaldo Cruz&#039;&#039;, lançado em 1909, apresentou oito artigos, em duas colunas e em formato bilíngue, em português e em uma outra língua (alemão, francês ou inglês). A publicação em outras línguas era uma prática comum entre os periódicos científicos de então, com o objetivo de estreitar as relações com a comunidade científica internacional. Com uma capa verde musgo, as &#039;&#039;Memórias&#039;&#039; apresentavam, em letras maiúsculas o ex-libris da instituição, do IOC,&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;com um desenho da estampa do castelo, de Manguinhos, e de um microscópio, juntamente com os dizeres em latim “&#039;&#039;Causoe Oestimatio Soepe Morbum Solvit&#039;&#039;” (“A avaliação da causa muitas vezes soluciona a doença”).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;As &#039;&#039;Memórias do Instituto Oswaldo Cruz&#039;&#039; apresentavam artigos, editoriais, revisões, comunicações breves, anúncios, notas técnicas, carta de leitores, cartas aos editores, informes, biografias e homenagens. Em seu primeiro Tomo/ volume 2, em agosto de 1909, publicou um trabalho original e inédito, o artigo “Nova trypanozomiase humana: estudos sobre a morfolojia e o ciclo evolutivo do Schizotrypanum cruzi n. gen., n. sp., ajente etiolojico de nova entidade morbida do homem”, de Carlos Chagas sobre uma doença até então desconhecida, a “Doença de Chagas.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1919, o decreto nº 13.527, de 26 de março, estabeleceu que, além das &#039;&#039;Memórias do Instituto Oswaldo Cruz&#039;&#039;, fossem publicados boletins mensais que contivessem notas prévias a respeito dos assuntos estudados e o resumo da literatura científica do Instituto. A impressão das Memórias e dos boletins era realizada nas oficinas da própria instituição.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Trabalhos e pesquisas do Instituto, conforme o decreto nº 17.512 de 05 de novembro de 1926, somente podiam ser publicados nas Memórias, nos boletins ou em separado. Em casos especiais, a publicação devia ser autorizada pelo diretor e conter um subtítulo “Trabalho do Instituto Oswaldo Cruz”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:0cm; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;quot;Art. 75. Os trabalhos do Instituto serão publicados nas “Memorias do Instituto Oswaldo Cruz”, as quaes apparecerão á medida que os trabalhos forem concluidos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:0cm; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;§ 1º Além das “Memorias” poderão ser publicados boletins mensaes e separados, os quaes conterão notas prévias sobre assumptos estudados e o resumo da litteratura scientifica de interesse para os trabalhos do Instituto.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:0cm; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;§ 2º A impressão das publicações será realizada nas officinas do Instituto; e os trabalhos accessorios, taes como o preparo das estampas, etc., poderão ser feitos onde maiores vantagens houver, para que a sua realização se torne a mais perfeita possivel.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:0cm; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;§ 3º O Instituto procurará realizar, á medida que as suas condições financeiras o permittirem, installações para todos os serviços necessarios ás illustrações das “Memorias”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:0cm; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;§ 4º Os trahalhos das “Memorias” poderão ser publicados em diversas linguas; havendo, sempre, uma edição em portuguez.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:0cm; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;§ 5º As “Memorias” serão distribuidas pelas escolas profissionaes de medicina, de veterinaria e de agricultura, e pelas instituições scientificas do paiz; constituindo objecto de permuta com as publicações nacionaes e estrangeiras do mesmo genero.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:0cm; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;§ 6º Só poderão ser publicados, com o nome e a responsabilidade do Instituto, os trabalhos approvados pelo director.&amp;quot; (BRASIL. Decreto, 1926)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Entre 1909 e 1911, a periodicidade das &#039;&#039;Memórias&#039;&#039; foi semestral, e a partir de 1912 variou de forma anual, semestral, trimestral ou quadrimestral. Nos anos de 1922, 1930, 1934, 1943, 1944 e 1945, foram publicados dois volumes por ano, e em 1996, seis números por volume. A partir de 1981 a periodicidade era quadrimestral, com edições suplementares, e de 1995 a 2000 tornou-se bimestral. Foram publicadas, entre 2001-2015, oito edições, além do suplemento, e atualmente sua publicação é mensal. Sua publicação foi interrompida em 1977, em decorrência do cenário político e institucional, sendo retomada em 1980. Neste período vivenciou-se o “Massacre de Manguinhos”, o afastamento compulsório de cientistas, inclusive de Herman Lent, então responsável pela revista.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;A revista &#039;&#039;Memórias do Instituto Oswaldo Cruz&#039;&#039; se consolidou como um importante periódico no cenário internacional, como a publicação latino-americana mais citada na categoria “medicina – pesquisa experimental”, conforme o Institute for Scientific Information (ISI). Além das &#039;&#039;Memórias&#039;&#039;, que se encontra atualmente indexada em inúmeras bases de dados internacionais, a Fiocruz publica também as revistas &#039;&#039;Cadernos de Saúde Pública &#039;&#039;e&#039;&#039;&amp;amp;nbsp; História, Ciências e Saúde-Manguinhos.&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font style=&amp;quot;font-size: 10pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
ANDRADE, Nuno de. [&#039;&#039;&#039;Ofício&#039;&#039;&#039;] 24 de maio de 1900, Rio de Janeiro [para] Barão de Pedro Affonso, Rio de Janeiro. Sobre a instalação do Instituto Soroterápico. Arquivo COC, série Instituto Soroterápico Federal. ([[Fontes_de_informação#ARQ-COC|ARQ-COC]])&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
BENCHIMOL, Jaime (Coord). &#039;&#039;&#039;Manguinhos do sonho à vida: a ciência na Belle Époque.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Fiocruz /COC, 1990. ([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- _________________;TEIXEIRA, Luiz Antônio. &#039;&#039;&#039;Cobras, Lagartos &amp;amp; outros Bichos. Uma história comparada dos institutos Oswaldo Cruz e Butantan&#039;&#039;&#039;. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 1993.                             ([[Fontes de informação#BCOC|BCOC]])&lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- COSTA, Renato da Gama-Rosa; PESSOAS, Alexandre José de Souza. &#039;&#039;&#039;Um lugar para a ciência: a formação do campus de Manguinhos. &#039;&#039;&#039;Coordenador: Benedito Tadeu de Oliveira. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2003.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa - João Braga Arêas.&amp;lt;br /&amp;gt; Redação - Patrícia Santos Hansen.&amp;lt;br /&amp;gt; Revisão - Francisco José Chagas Madureira.&amp;lt;br /&amp;gt; Consultoria - Jaime Larry Benchimol.&amp;lt;br /&amp;gt; Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
= Forma de citação =&lt;br /&gt;
{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Dicionário Histórico-Biográfico das Ciências da Saúde no Brasil (1832-1930)&amp;lt;br /&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Rachel.froes</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=CURSO_DE_MEDICINA_E_CIRURGIA_DA_UNIVERSIDADE_DO_PARAN%C3%81&amp;diff=1531</id>
		<title>CURSO DE MEDICINA E CIRURGIA DA UNIVERSIDADE DO PARANÁ</title>
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		<updated>2023-08-24T14:51:42Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Rachel.froes: /* Histórico */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Denominações:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Curso de Medicina e Cirurgia da Universidade do Paraná (1912); [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_PARANÁ|Faculdade de Medicina do Paraná]] (1920); [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DA_UNIVERSIDADE_DO_PARANÁ|Faculdade de Medicina da Universidade do Paraná]] (1946); [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DA_UNIVERSIDADE_FEDERAL_DO_PARANÁ|Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Paraná]] (1965)&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;O Curso de Medicina e Cirurgia da Universidade do Paraná foi criado em 1912. Em dezembro deste mesmo ano foram aprovados os cursos de farmácia, odontologia e obstetrícia, além dos cursos de ciências jurídicas e sociais, engenharia, agronomia e medicina veterinária, visando a formação da Universidade do Paraná, que seria mantida pelo Governo do Estado. Instalada em prédio próprio já em 1914, à Praça Santos Andrade, na cidade de Curitiba, no ano seguinte a Universidade foi desmembrada nas faculdades de medicina, de direito e de engenharia. Em 1922, a Faculdade de Medicina obteve reconhecimento oficial. Desde 1946, tornou-se uma das unidades da Universidade do Paraná, depois Universidade Federal do Paraná.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Histórico&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Já em 1892 se teve notícia da tentativa do historiador Francisco José da Rocha Pombo de fundar uma instituição de ensino superior no Estado do Paraná. Conseguindo aprovação para seu projeto, foi sancionada a lei estadual n° 63 de 15 de dezembro do mesmo ano, pelo então Presidente do Estado, Francisco Xavier da Silva. De acordo com seu artigo 1°:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;“É feita concessão por 50 anos ao cidadão Francisco José da Rocha Pombo ou empresa que organizar, para o estabelecimento de uma Universidade na Capital do Estado e conforme as plantas que forem aprovadas pelo Governo”. (Apud COSTA, 1992, p.12)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A lei previa ainda que a Universidade seria constituída pelos cursos de direito, letras, comércio, agronomia, agrimensura e farmácia (art. 4º). Nesta época, chegou a ser lançada a pedra fundamental do prédio da Universidade, no Largo Ouvidor Pardinho, atual Campo da Cruz. No entanto, aquele projeto não foi levado adiante, dificultado talvez pela eclosão da Revolução Federalista no ano seguinte no Estado do Rio Grande do Sul, que acabou por atingir também o Estado do Paraná.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Posteriormente, em 1898, além da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_E_FARMÁCIA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina e Farmácia do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]] e d A &amp;lt;u&amp;gt;[[FACULDADE_DE_MEDICINA_E_FARMÁCIA_DA_BAHIA|Faculdade de Medicina e Farmácia da Bahia]]&amp;lt;/u&amp;gt;, instaladas como escolas de cirurgia desde 1808, já haviam sido criadas no sul do país a &amp;lt;u&amp;gt;[[ESCOLA_LIVRE_DE_FARMÁCIA_DE_SÃO_PAULO|Escola Livre de Farmácia de São Paulo]]&amp;lt;/u&amp;gt; e a &amp;lt;u&amp;gt;[[FACULDADE_DE_MEDICINA_E_FARMÁCIA_DE_PORTO_ALEGRE|Faculdade de Medicina e Farmácia de Porto Alegre]]&amp;lt;/u&amp;gt;, que foram mais tarde incorporadas à Universidade de São Paulo, em 1934, e à Universidade do Rio Grande do Sul, em 1947, respectivamente.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1912, tentou-se implantar um novo projeto de fundação da Universidade do Paraná. Criada em Curitiba no dia 19 de dezembro desse ano, como associação civil, a instituição não se estruturou em termos de faculdades ou escolas superiores; era una e suas atividades exercidas por intermédio de cursos (WESTPHALEN, 1987). Tinha por fim oferecer os cursos de medicina e cirurgia, farmácia, odontologia, obstetrícia, ciências jurídicas e sociais, engenharia, agronomia e medicina veterinária, além de curso preparatório. Contou para sua constituição com uma pequena contribuição do governo estadual de Carlos Cavalcanti, além de recursos provenientes dos próprios profissionais envolvidos em sua fundação. A iniciativa partiu principalmente do médico e deputado federal Victor Ferreira do Amaral e Silva, antigo Diretor da Instrução Pública do Estado do Paraná, e também do médico Nilo Cairo da Silva. Inicialmente, a Universidade do Paraná ficou sediada em prédio alugado na rua Comendador Araújo nº 42, e já em 1914 transferiu-se para um imóvel próprio, embora ainda em construção, localizado na Praça Santos Andrade, em terreno doado no ano anterior pela Prefeitura Municipal de Curitiba. A nova sede foi projetada por Baeta de Faria, um dos lentes catedráticos do curso de Engenharia, e construída pela firma Bergonese.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Paralelamente a esta iniciativa do Estado paranaense, houve tentativas por parte dos Estados do Amazonas e de São Paulo também, de criarem estabelecimentos de ensino superior com uma estrutura universitária, que ficaram à revelia do poder central. Estas iniciativas, consideradas como “universidades passageiras” (CUNHA, 1980, p.177), foram a Escola Universitária Livre de Manaus, cujos estatutos, de 1909, indicavam a implantação de cursos de medicina, farmácia e odontologia, e as Escolas Superiores de Farmácia, Odontologia e de Medicina e Cirurgia da Universidade Livre de São Paulo, que entraram em funcionamento no início de 1912. Em contrapartida, nesse mesmo ano a lei estadual nº 1.357 de 19 de dezembro implantava a [[FACULDADE_DE_MEDICINA_E_CIRURGIA_DE_SÃO_PAULO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina e Cirurgia de São Paulo&amp;lt;/u&amp;gt;]], que entrou em concorrência com aquelas escolas superiores, acabando por extinguir a Universidade Livre de São Paulo.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 13 de setembro de 1913 foram aprovados os estatutos da então Universidade do Paraná pelo seu Conselho Superior, com base na Lei Orgânica do Ensino Superior e do Fundamental da República, aprovada pelo decreto nº 8.659 de 5 de abril de 1911, redigida e assinada pelo Ministro da Justiça e Negócios Interiores, Rivadávia Corrêa. Por esta lei, que ficou conhecida pelo nome do seu autor, foi estabelecida a autonomia, sob o ponto de vista administrativo, financeiro e didático, das instituições de ensino estatais, que deixariam de gozar de qualquer espécie de privilégio. As escolas superiores criadas pelos Estados e por particulares ficavam isentas de qualquer fiscalização por parte do Governo Federal, sendo a organização de seus currículos decidida pelo próprio corpo docente da instituição. Logo, os diplomas emitidos pela recém-criada Universidade do Paraná tinham o mesmo valor que os das escolas e faculdades superiores oficiais do Brasil.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Reconhecida pelo governo estadual, a Universidade passou a receber deste dotações orçamentárias, além de ser beneficiada pela lei estadual nº 1.352 de 24 de abril de 1913. Essa estabelecia que somente os farmacêuticos diplomados ou os práticos de farmácia que fossem habilitados por aquela Universidade, podiam exercer a profissão no Estado do Paraná.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;De acordo com seus estatutos, aprovados em 1913, seus cursos da área biomédica ficaram constituídos pelas seguintes cadeiras:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; Medicina e Cirurgia:&amp;lt;br/&amp;gt; 1° ano: anatomia descritiva (1ª parte); histologia e fisiologia;&amp;lt;br/&amp;gt; 2° ano: anatomia descritiva (2ª parte); fisiologia (2ª parte); microbiologia; clínica propedêutica médica e cirúrgica;&amp;lt;br/&amp;gt; 3° ano: patologia geral; anatomia e fisiologia patológicas; anatomia médico-cirúrgica, operações e aparelhos; clínica propedêutica médica e cirúrgica; clínica médica com o curso de patologia médica; clínica cirúrgica com o curso de patologia cirúrgica; clínica dermatológica e sifilográfica;&amp;lt;br/&amp;gt; 4° ano: terapêutica clínica e experimental; farmacologia; física médica; química médica; clínica médica; clínica cirúrgica; clínica oftalmológica e otorrinolaringológica;&amp;lt;br/&amp;gt; 5° ano: higiene; medicina legal e toxicologia; homeopatia e terapêutica homeopática; ginecologia e obstetrícia; clínica médica; clínica cirúrgica; clínica homeopática; clínica neurológica e psiquiátrica; clínica obstétrica e ginecológica; clínica pediátrica médica e ortopedia.&amp;lt;br/&amp;gt; Obstetrícia: o curso tinha duração de apenas um ano, sendo constituído pelas cadeiras: elementos de anatomia e fisiologia; anatomia descritiva e topografia da bacia; anatomia e fisiologia do aparelho geniturinário feminino; obstetrícia e clínica obstétrica.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; Farmácia:&amp;lt;br/&amp;gt; 1° ano: física médica; química inorgânica e orgânica; história natural e noções de microbiologia e higiene. Estas cadeiras eram ministradas pelos médicos Manoel Antônio Lustosa dos Santos Carrão, Joaquim Pinto Rebello, Alfredo de Assis Gonçalves; e pelo farmacêutico José Cypriano Rodrigues Pinheiro.&amp;lt;br/&amp;gt; 2° ano: química analítica e toxicologia; química biológica e bromatológica; farmacologia galênica e homeopática.&amp;lt;br/&amp;gt; Odontologia:&amp;lt;br/&amp;gt; 1° ano: elementos de anatomia descritiva; anatomia descritiva e topográfica da boca e seus anexos; elementos de histologia e de anatomia microscópica; elementos de fisiologia e de patologia geral; clínica dentária; prótese dentária. Estas cadeiras eram ministradas pelos médicos Miguel Severo de Santiago, Abdon Petit Guimarães Carneiro, Nilo Cairo da Silva; e pelos cirurgiões-dentistas Mattos Azeredo e Álvaro Neves da Costa.&amp;lt;br/&amp;gt; 2° ano: noções de microbiologia e higiene; patologia dentária; matéria médica e terapêutica dentárias; clínica e prótese dentária.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Os cursos de farmácia e odontologia tiveram início em 15 de março de 1913, com 10 e 13 alunos matriculados, respectivamente. Já o curso de medicina entrou em funcionamento somente a partir do ano de 1914, com 11 alunos matriculados.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Com a aprovação do decreto nº 11.530 de 18 de março de 1915, que instituiu a reforma de ensino Carlos Maximiliano, foram estabelecidas exigências mais severas para a manutenção das instituições de ensino mantidas pelos Estados e pelo setor privado, quando então foi perdida a autonomia didática, voltando a ser obrigatória a adoção dos programas oficiais. Depois de declaradas equiparadas às escolas oficiais do Governo Federal, quando eram observadas pelo inspetor a adequação dos currículos, a prestação do exame vestibular para ingresso dos alunos e a qualificação do corpo docente, entre outras condições, as escolas livres de ensino médico reivindicavam &amp;amp;nbsp;a validade dos seus diplomas junto à Diretoria de Saúde Pública (CUNHA, 1980).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Com esta reforma de ensino, em 1918 a Universidade do Paraná, para sobreviver, foi desmembrada em três escolas: Medicina, Direito e Engenharia, funcionando assim como uma federação de faculdades. Cada uma dessas instituições passou a ser fiscalizada separadamente pelo Conselho Superior de Ensino. A Faculdade de Medicina devia incluir os cursos de Medicina e Cirurgia, de Obstetrícia, de Farmácia, de Odontologia e de Medicina Veterinária. A Faculdade de Engenharia englobava os cursos de Engenharia Civil, de Agronomia e de Agrônomos Práticos, ao passo que a Faculdade de Direito mantinha os cursos de Direito e Comércio. Desses cursos, o de Agronomia só foi instalado em 1918, como Escola Agronômica do Paraná, e o de Medicina Veterinária, a essa vinculado em 1931.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Mesmo com essas mudanças, em 1919 a Faculdade de Medicina já diplomara dois doutores em medicina e 13 médicos. No entanto, foi a última daquelas três faculdades a obter reconhecimento oficial, fato que se deu somente em fevereiro de 1922, após a fiscalização preliminar e o parecer dos professores do Conselho Superior de Ensino, [[CASTRO,_ALOYSIO_DE|Aloysio de Castro]], André Gustavo Paulo de Frontin e Afonso Celso de Assis Figueiredo Junior (Conde Afonso Celso). Nesse mesmo ano, a Faculdade de Medicina recebeu auxílio da colônia alemã radicada em Curitiba para o acabamento da fachada do prédio em construção na Praça Santos Andrade.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Neste período inicial, entre 1912 e 1922, a instituição funcionou precariamente, segundo relato de Milton Ericksen Carneiro (COSTA, 1992), calouro do curso médico em 1918. Havia escassez tanto de alunos como de professores, que foi solucionada, no primeiro caso, com a vinda de estudantes de outros Estados. Segundo Soares (1992), com a falência dos cursos oferecidos pela Escola Universitária Livre de Manaus e pela Universidade Livre de São Paulo, muitos dos seus alunos se transferiram para a Faculdade de Medicina do Paraná.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Quanto à falta de professores, a solução encontrada foi um único professor acumular várias cadeiras. Logo, neste início, destacaram-se três professores: José Cypriano Rodrigues Pinheiro, Alfredo de Assis Gonçalves e Abdon Petit Guimarães Carneiro, que receberam na época o apelido de “gramofones universitários” (COSTA, 1992).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;José Cypriano Rodrigues Pinheiro, farmacêutico, ficou responsável por todas as matérias relacionadas a química, farmacologia e ciências afins dos cursos de Farmácia e Medicina. Lecionou química analítica, toxicologia, química orgânica e biológica, bromatologia, física médica, farmacologia, farmácia galênica, terapêutica homeopática, alopática e matéria médica.&amp;lt;br/&amp;gt; Alfredo de Assis Gonçalves ensinou medicina legal nos cursos de Medicina e Direito; microbiologia e higiene nos cursos de Farmácia, Odontologia e Medicina; além de anatomia descritiva e topográfica da cabeça, fisiologia, matéria médica e terapêutica, clínica pediátrica cirúrgica, história natural e física farmacêutica, noções de embriologia, patologia geral, física médica e química analítica entre outras disciplinas. Entre 1918 e 1922, acumulou as atividades de professor com as de Secretário da Faculdade de Medicina. Em 6 de julho de 1945 foi eleito diretor da instituição.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Abdon Petit Guimarães Carneiro lecionou as cadeiras de microbiologia, higiene, química biológica e bromatologia do curso de Farmácia; e física médica, história natural, parasitologia, histologia, anatomia (1ª parte - osteologia), anatomia (2ª parte), antropologia, miologia e angiologia, sistema nervoso e esplancnologia e microbiologia do curso de Medicina.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Nilo Cairo da Silva, engenheiro civil e militar e médico homeopata, destacou-se como um dos seus principais fundadores. Além de ocupar o cargo de 1º Secretário da então Universidade do Paraná, lecionou fisiologia, patologia geral e anatomia patológica no curso de Odontologia; e homeopatia e terapêutica homeopática no curso de Medicina, entre outras disciplinas ministradas nos cursos de Farmácia e Engenharia.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Demais professores que formaram o corpo docente por matéria lecionada na Faculdade de Medicina até o ano de 1930:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; Anatomia: Miguel Severo de Santiago, Eduardo Leite Leal Ferreira, José de Azevedo Macedo, José Pereira de Macedo, Carlos Estrella Moreira;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; Física médica: Olegário de Andrade Vasconcellos, José Guilherme de Loyola, Coriolano da Silveira Motta;&amp;lt;br/&amp;gt; Química: Manoel Antônio Lustosa dos Santos Carrão, José Guilherme de Loyola, Olegário de Andrade Vasconcellos, Eduardo Virmond Lima, José de Azevedo Macedo, Antônio Loyola de Macedo, José de Freitas Saldanha Sobrinho, Hastimphilo Rebello de Loyola, Francisco de Paula Soares Neto, Octávio da Silveira, Eurípedes Garcez do Nascimento, Maria Falce de Macedo;&amp;lt;br/&amp;gt; Fisiologia: Manoel Antônio Lustosa dos Santos Carrão, Eurípedes Garcez do Nascimento;&amp;lt;br/&amp;gt; História natural médica: Joaquim Pinto Rebello, Eduardo Leite Leal Ferreira, Manoel Mário Chaurais, Pedro Chagas Bicalho, Milton Ericksen Carneiro;&amp;lt;br/&amp;gt; Farmacologia: Aluízio França, Manoel Suplicy de Lacerda, Eurípedes Garcez do Nascimento;&amp;lt;br/&amp;gt; Patologia geral: Luiz Osmundo de Medeiros, Heitor Borges de Macedo, Cesar Beltrão Pernetta.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Diretores:&amp;amp;nbsp; Victor Ferreira do Amaral e Silva (1920-1946), Alfredo de Assis Gonçalves (1946-1948).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Estrutura e funcionamento&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;De acordo com os Estatutos da Universidade do Paraná (1913), a administração ficava a cargo de uma única diretoria constituída por seis membros - diretor, vice-diretor, secretário, subsecretário, tesoureiro e bibliotecário. Esta diretoria era, por sua vez, assistida por um conselho econômico formado por três membros. O corpo administrativo tinha o mandato de dois anos. O Conselho Superior da Universidade era composto pela diretoria, pelo conselho econômico e pelas delegações dos corpos docentes dos diversos cursos. Cada curso tinha uma Congregação formada por lentes catedráticos e substitutos. Os professores dos cursos biomédicos mencionados acima constituíam uma única Congregação, assim como os de agronomia e medicina veterinária formavam outra.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Para o ingresso na Universidade, os candidatos tinham que passar por exames que compreendiam provas orais e escritas de várias matérias, de acordo com o curso escolhido. O curso de Medicina e Cirurgia exigia provas de português, francês, inglês ou alemão, latim, matemática elementar, geografia e corografia do Brasil, cosmografia, história universal e do Brasil, física, química e história natural. Já os de Farmácia e Odontologia exigiam provas de português, francês, matemática elementar, geografia e corografia do Brasil, cosmografia, história do Brasil, noções de física e química e noções de história natural.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficavam dispensados dos exames os candidatos que tivessem concluído o curso preparatório ministrado pela instituição em questão ou o curso completo dos ginásios e Escolas Normais, mantidas pela União ou governos estaduais. Os alunos também pagavam taxas de matrículas e mensalidades.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Com a reformulação de seus estatutos, a partir da Reforma Maximiliano de 1915, a diretoria da instituição foi reduzida a cinco membros, assessorada por um conselho econômico formado por três membros, sendo que cada um deles devia pertencer a uma das três faculdades (Medicina, Direito e Engenharia). De acordo com esses estatutos, foi criada a categoria de lentes vitalícios para ministrarem trabalhos práticos. A partir de 1920, cada faculdade passou a reger-se por regimentos próprios, ficando cada uma com sua administração e patrimônio independentes. A direção passou a ser constituída por um diretor e um secretário, eleitos pela respectiva Congregação. Nesse mesmo ano, Victor Ferreira do Amaral e Silva foi eleito diretor da Faculdade de Medicina.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O curso de medicina e cirurgia desde seu início contou com hospitais de ensino, sendo o primeiro a Maternidade do Paraná, fundada em 1913 e instalada na antiga sede da Universidade, na rua Comendador Araújo, e que por ela era mantida, com apoio da Associação das Damas de Assistência à Maternidade. Em 1930, durante gestão de Victor Ferreira do Amaral e Silva na Faculdade de Medicina, a Maternidade ganhou novas instalações e foi equipada com material cirúrgico importado da Europa e dos Estados Unidos. O diretor também conseguiu arrecadar donativos para a sua construção, além da doação do terreno pela Sra. Lili Santarre Guimarães, presidente da referida Associação das Damas de Assistência à Maternidade. Em homenagem ao diretor, a instituição recebeu o seu nome. A maternidade funcionou para o ensino dos cursos de Medicina e Obstetrícia de 1930 até 1961, quando foi criado o Hospital das Clínicas.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Já o ensino prático das cadeiras clínicas era ministrado nas enfermarias e ambulatórios do Hospital de Caridade da Santa Casa da Misericórdia do Paraná, fundada em 1880. As aulas técnicas e práticas eram dadas num pavilhão construído pela Faculdade de Medicina para este fim. Em 1928, por solicitação da Faculdade, foi instalado o Dispensário Infantil pela Santa Casa, onde era ministrada a disciplina de clínica pediátrica médica e higiene infantil, que foi transferido dois anos mais tarde para o Dispensário Infantil do Hospital de Crianças da Cruz Vermelha do Paraná. A Irmandade da Santa Casa colocava ainda as dependências de seu Hospício Nossa Senhora da Luz, criado em 1903, à disposição para o ensino das clínicas psiquiátrica e neurológica.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Hospital Geral de Curitiba, do Serviço de Saúde do Exército, criado em 1924, cedeu também suas instalações para o ensino de clínica dermatológica e sifilográfica até 1937, quando essas disciplinas foram transferidas para a Santa Casa da Misericórdia.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pelo decreto-lei n° 9.323 de 6 de junho de 1946, aprovado pelo Ministro da Educação e Saúde, Ernesto de Souza Campos, e pelo Presidente da República, Eurico Gaspar Dutra, foi restabelecida a Universidade do Paraná como instituição privada de ensino superior, equiparado aos oficiais. A partir de então, a Universidade do Paraná ficou constituída pela Faculdade de Medicina e escolas anexas de Farmácia e Odontologia; pelas faculdades de Filosofia e Ciências e Letras, fundadas em fevereiro de 1938; e pelas faculdades de Direito e de Engenharia. Em 1950, pela lei nº 1.254 de 4 de dezembro, a Universidade do Paraná foi federalizada, passando a ser mantida pela União.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ainda em 1946, Victor Ferreira do Amaral e Silva ocupou o posto de Reitor da Universidade. Desde o seu início até então, a Faculdade de Medicina já havia diplomado 944 médicos, 460 cirurgiões-dentistas e 172 farmacêuticos.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Os cursos de farmácia e odontologia ganharam oficialmente autonomia pela lei n° 3.463 de 20 de novembro de 1958, quando passaram a denominar-se Faculdade de Farmácia da Universidade do Paraná e Faculdade de Odontologia da Universidade do Paraná. Pela lei nº 4.759 de 20 de agosto de 1965, todas as universidades que haviam sido federalizadas passaram a ser designadas como universidades federais. Logo, a instituição em questão passou a chamar-se Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Paraná. Suas antigas escolas anexas receberam também os nomes de Faculdade de Farmácia da Universidade Federal do Paraná e Faculdade de Odontologia da Universidade Federal do Paraná.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- BRASIL. Decreto nº 8.659, de 5 de abril de 1911. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 9 set. 2020. Online. Disponível na Internet:  [http://legis.senado.leg.br/norma/584729/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/584729/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº11.530, de 18 de março de 1915. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 9 set. 2020. Online. Disponível na Internet:  [http://legis.senado.leg.br/norma/421493/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/421493/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto-lei n° 9.323, de 6 de junho de 1946. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. Capturado em 16 jun. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;  [http://legis.senado.leg.br/norma/534362/publicacao?tipoDocumento=DEL&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/534362/publicacao?tipoDocumento=DEL&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Lei nº 1.254, de 4 de dezembro de 1950. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 9 set. 2020. Online. Disponível na Internet:  [http://legis.senado.leg.br/norma/542897/publicacao?tipoDocumento=LEI-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/542897/publicacao?tipoDocumento=LEI-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Lei nº 3.463, de 20 de novembro de 1958. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. Capturado em 12 jun. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp; [http://legis.senado.leg.br/norma/545279/publicacao?tipoDocumento=LEI-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/545279/publicacao?tipoDocumento=LEI-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Lei nº 4.759, de 20 de agosto de 1965. In: CÂMARA DOS DEPUTADOS. Legislação. Capturado em 9 set. 2020. Online. Disponível na Internet:  [https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/1960-1969/lei-4759-20-agosto-1965-368906-publicacaooriginal-1-pl.html https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/1960-1969/lei-4759-20-agosto-1965-368906-publicacaooriginal-1-pl.html]&amp;lt;br/&amp;gt; - CAMPOS, Ernesto de Souza. &#039;&#039;&#039;Instituições culturais e de educação superior no Brasil.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1944. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#IHGB|IHGB]])&amp;lt;br/&amp;gt; - COSTA, Iseu Affonso da.; LIMA, Eduardo Corrêa (Orgs.). &#039;&#039;&#039;O ensino da medicina na&amp;amp;nbsp;Universidade Federal do Paraná.&#039;&#039;&#039; Curitiba: Ed. da UFPR, 1992. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;br/&amp;gt; - CUNHA, Luiz Antônio. &#039;&#039;&#039;A Universidade Temporã; o ensino superior da colônia à era de Vargas.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Civilização Brasileira/ Edições UFC, 1980. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCBB|BCCBB]])&amp;lt;br/&amp;gt; - ESTATUTOS da Universidade do Paraná. Curitiba: Typografia Hoffmann, 1913. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BN|BN]])&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - FARIAS SOBRINHO, José Ribeiro. &#039;&#039;&#039;140 anos do ensino farmacêutico no Brasil: 1832-1972.&#039;&#039;&#039; João Pessoa: ESLF, 1973. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;br/&amp;gt; - HISTÓRIA. O Curso de Medicina da UFPR. In: UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. Curso de Medicina. Capturado em 9 set. 2020. Online. Disponível na Internet:  [http://www.saude.ufpr.br/portal/medicina/historia/ http://www.saude.ufpr.br/portal/medicina/historia/]&amp;lt;br/&amp;gt; - SALLES, Pedro. &#039;&#039;&#039;História da medicina no Brasil.&#039;&#039;&#039; Belo Horizonte: Ed. G. Holman Ltda., 1971. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#IHGB|IHGB]])&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - SOARES, Mozart Pereira, SILVA, Pery Pinto Diniz da. &#039;&#039;&#039;Memória da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 1934-1964.&#039;&#039;&#039; Porto Alegre: UFRGS, 1992. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;br/&amp;gt; - UNIVERSIDADE do Paraná. (Equiparação). Ministério da Educação e Saúde. Serviço de Documentação, Folheto n. 39, 1946. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BN|BN]])&amp;lt;br/&amp;gt; - UNIVERSIDADE DO PARANÁ. &#039;&#039;&#039;Programmas do Curso de Pharmácia - 1° ano.&#039;&#039;&#039; Curitiba: Typ. Max Roesner Curityba, 1913. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BN|BN]])&amp;lt;br/&amp;gt; - UNIVERSIDADE DO PARANÁ. &#039;&#039;&#039;Programmas do Curso de Odontologia - 1° ano.&#039;&#039;&#039; Curitiba: Typ. Cezar Schulz Curityba, 1914. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BN|BN]])&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - WESTPHALEN, Cecília Maria. &#039;&#039;&#039;Universidade Federal do Paraná: 75 anos.&#039;&#039;&#039; Curitiba: SBPH-PR, 1987. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#IHGB|IHGB]])&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa - João Arêas Braga, Verônica Pimenta Velloso.&amp;lt;br/&amp;gt; Redação- Verônica Pimenta Velloso.&amp;lt;br/&amp;gt; Revisão - Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina Azevedo Guedes.&amp;lt;br/&amp;gt; Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Forma de citação =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Dicionário Histórico-Biográfico das Ciências da Saúde no Brasil (1832-1930)&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    [[Category:Verbetes]] [[Category:Instituições de Ensino]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Rachel.froes</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=CURSO_DE_MEDICINA_E_CIRURGIA_DA_UNIVERSIDADE_DO_PARAN%C3%81&amp;diff=1530</id>
		<title>CURSO DE MEDICINA E CIRURGIA DA UNIVERSIDADE DO PARANÁ</title>
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		<updated>2023-08-24T14:49:43Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Rachel.froes: /* Fontes */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Denominações:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Curso de Medicina e Cirurgia da Universidade do Paraná (1912); [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_PARANÁ|Faculdade de Medicina do Paraná]] (1920); [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DA_UNIVERSIDADE_DO_PARANÁ|Faculdade de Medicina da Universidade do Paraná]] (1946); [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DA_UNIVERSIDADE_FEDERAL_DO_PARANÁ|Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Paraná]] (1965)&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;O Curso de Medicina e Cirurgia da Universidade do Paraná foi criado em 1912. Em dezembro deste mesmo ano foram aprovados os cursos de farmácia, odontologia e obstetrícia, além dos cursos de ciências jurídicas e sociais, engenharia, agronomia e medicina veterinária, visando a formação da Universidade do Paraná, que seria mantida pelo Governo do Estado. Instalada em prédio próprio já em 1914, à Praça Santos Andrade, na cidade de Curitiba, no ano seguinte a Universidade foi desmembrada nas faculdades de medicina, de direito e de engenharia. Em 1922, a Faculdade de Medicina obteve reconhecimento oficial. Desde 1946, tornou-se uma das unidades da Universidade do Paraná, depois Universidade Federal do Paraná.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Histórico&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Já em 1892 se teve notícia da tentativa do historiador Francisco José da Rocha Pombo de fundar uma instituição de ensino superior no Estado do Paraná. Conseguindo aprovação para seu projeto, foi sancionada a lei estadual n° 63 de 15 de dezembro do mesmo ano, pelo então Presidente do Estado, Francisco Xavier da Silva. De acordo com seu artigo 1°:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;“É feita concessão por 50 anos ao cidadão Francisco José da Rocha Pombo ou empresa que organizar, para o estabelecimento de uma Universidade na Capital do Estado e conforme as plantas que forem aprovadas pelo Governo”. (Apud COSTA, 1992, p.12)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A lei previa ainda que a Universidade seria constituída pelos cursos de direito, letras, comércio, agronomia, agrimensura e farmácia (art. 4º). Nesta época, chegou a ser lançada a pedra fundamental do prédio da Universidade, no Largo Ouvidor Pardinho, atual Campo da Cruz. No entanto, aquele projeto não foi levado adiante, dificultado talvez pela eclosão da Revolução Federalista no ano seguinte no Estado do Rio Grande do Sul, que acabou por atingir também o Estado do Paraná.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Posteriormente, em 1898, além da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_E_FARMÁCIA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina e Farmácia do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]] e da&amp;lt;u&amp;gt;[[FACULDADE_DE_MEDICINA_E_FARMÁCIA_DA_BAHIA|Faculdade de Medicina e Farmácia da Bahia]]&amp;lt;/u&amp;gt;, instaladas como escolas de cirurgia desde 1808, já haviam sido criadas no sul do país a &amp;lt;u&amp;gt;[[ESCOLA_LIVRE_DE_FARMÁCIA_DE_SÃO_PAULO|Escola Livre de Farmácia de São Paulo]]&amp;lt;/u&amp;gt; e a &amp;lt;u&amp;gt;[[FACULDADE_DE_MEDICINA_E_FARMÁCIA_DE_PORTO_ALEGRE|Faculdade de Medicina e Farmácia de Porto Alegre]]&amp;lt;/u&amp;gt;, que foram mais tarde incorporadas à Universidade de São Paulo, em 1934, e à Universidade do Rio Grande do Sul, em 1947, respectivamente.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1912, tentou-se implantar um novo projeto de fundação da Universidade do Paraná. Criada em Curitiba no dia 19 de dezembro desse ano, como associação civil, a instituição não se estruturou em termos de faculdades ou escolas superiores; era una e suas atividades exercidas por intermédio de cursos (WESTPHALEN, 1987). Tinha por fim oferecer os cursos de medicina e cirurgia, farmácia, odontologia, obstetrícia, ciências jurídicas e sociais, engenharia, agronomia e medicina veterinária, além de curso preparatório. Contou para sua constituição com uma pequena contribuição do governo estadual de Carlos Cavalcanti, além de recursos provenientes dos próprios profissionais envolvidos em sua fundação. A iniciativa partiu principalmente do médico e deputado federal Victor Ferreira do Amaral e Silva, antigo Diretor da Instrução Pública do Estado do Paraná, e também do médico Nilo Cairo da Silva. Inicialmente, a Universidade do Paraná ficou sediada em prédio alugado na rua Comendador Araújo nº 42, e já em 1914 transferiu-se para um imóvel próprio, embora ainda em construção, localizado na Praça Santos Andrade, em terreno doado no ano anterior pela Prefeitura Municipal de Curitiba. A nova sede foi projetada por Baeta de Faria, um dos lentes catedráticos do curso de Engenharia, e construída pela firma Bergonese.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Paralelamente a esta iniciativa do Estado paranaense, houve tentativas por parte dos Estados do Amazonas e de São Paulo também, de criarem estabelecimentos de ensino superior com uma estrutura universitária, que ficaram à revelia do poder central. Estas iniciativas, consideradas como “universidades passageiras” (CUNHA, 1980, p.177), foram a Escola Universitária Livre de Manaus, cujos estatutos, de 1909, indicavam a implantação de cursos de medicina, farmácia e odontologia, e as Escolas Superiores de Farmácia, Odontologia e de Medicina e Cirurgia da Universidade Livre de São Paulo, que entraram em funcionamento no início de 1912. Em contrapartida, nesse mesmo ano a lei estadual nº 1.357 de 19 de dezembro implantava a [[FACULDADE_DE_MEDICINA_E_CIRURGIA_DE_SÃO_PAULO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina e Cirurgia de São Paulo&amp;lt;/u&amp;gt;]], que entrou em concorrência com aquelas escolas superiores, acabando por extinguir a Universidade Livre de São Paulo.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 13 de setembro de 1913 foram aprovados os estatutos da então Universidade do Paraná pelo seu Conselho Superior, com base na Lei Orgânica do Ensino Superior e do Fundamental da República, aprovada pelo decreto nº 8.659 de 5 de abril de 1911, redigida e assinada pelo Ministro da Justiça e Negócios Interiores, Rivadávia Corrêa. Por esta lei, que ficou conhecida pelo nome do seu autor, foi estabelecida a autonomia, sob o ponto de vista administrativo, financeiro e didático, das instituições de ensino estatais, que deixariam de gozar de qualquer espécie de privilégio. As escolas superiores criadas pelos Estados e por particulares ficavam isentas de qualquer fiscalização por parte do Governo Federal, sendo a organização de seus currículos decidida pelo próprio corpo docente da instituição. Logo, os diplomas emitidos pela recém-criada Universidade do Paraná tinham o mesmo valor que os das escolas e faculdades superiores oficiais do Brasil.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Reconhecida pelo governo estadual, a Universidade passou a receber deste dotações orçamentárias, além de ser beneficiada pela lei estadual nº 1.352 de 24 de abril de 1913. Essa estabelecia que somente os farmacêuticos diplomados ou os práticos de farmácia que fossem habilitados por aquela Universidade, podiam exercer a profissão no Estado do Paraná.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;De acordo com seus estatutos, aprovados em 1913, seus cursos da área biomédica ficaram constituídos pelas seguintes cadeiras:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; Medicina e Cirurgia:&amp;lt;br/&amp;gt; 1° ano: anatomia descritiva (1ª parte); histologia e fisiologia;&amp;lt;br/&amp;gt; 2° ano: anatomia descritiva (2ª parte); fisiologia (2ª parte); microbiologia; clínica propedêutica médica e cirúrgica;&amp;lt;br/&amp;gt; 3° ano: patologia geral; anatomia e fisiologia patológicas; anatomia médico-cirúrgica, operações e aparelhos; clínica propedêutica médica e cirúrgica; clínica médica com o curso de patologia médica; clínica cirúrgica com o curso de patologia cirúrgica; clínica dermatológica e sifilográfica;&amp;lt;br/&amp;gt; 4° ano: terapêutica clínica e experimental; farmacologia; física médica; química médica; clínica médica; clínica cirúrgica; clínica oftalmológica e otorrinolaringológica;&amp;lt;br/&amp;gt; 5° ano: higiene; medicina legal e toxicologia; homeopatia e terapêutica homeopática; ginecologia e obstetrícia; clínica médica; clínica cirúrgica; clínica homeopática; clínica neurológica e psiquiátrica; clínica obstétrica e ginecológica; clínica pediátrica médica e ortopedia.&amp;lt;br/&amp;gt; Obstetrícia: o curso tinha duração de apenas um ano, sendo constituído pelas cadeiras: elementos de anatomia e fisiologia; anatomia descritiva e topografia da bacia; anatomia e fisiologia do aparelho geniturinário feminino; obstetrícia e clínica obstétrica.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; Farmácia:&amp;lt;br/&amp;gt; 1° ano: física médica; química inorgânica e orgânica; história natural e noções de microbiologia e higiene. Estas cadeiras eram ministradas pelos médicos Manoel Antônio Lustosa dos Santos Carrão, Joaquim Pinto Rebello, Alfredo de Assis Gonçalves; e pelo farmacêutico José Cypriano Rodrigues Pinheiro.&amp;lt;br/&amp;gt; 2° ano: química analítica e toxicologia; química biológica e bromatológica; farmacologia galênica e homeopática.&amp;lt;br/&amp;gt; Odontologia:&amp;lt;br/&amp;gt; 1° ano: elementos de anatomia descritiva; anatomia descritiva e topográfica da boca e seus anexos; elementos de histologia e de anatomia microscópica; elementos de fisiologia e de patologia geral; clínica dentária; prótese dentária. Estas cadeiras eram ministradas pelos médicos Miguel Severo de Santiago, Abdon Petit Guimarães Carneiro, Nilo Cairo da Silva; e pelos cirurgiões-dentistas Mattos Azeredo e Álvaro Neves da Costa.&amp;lt;br/&amp;gt; 2° ano: noções de microbiologia e higiene; patologia dentária; matéria médica e terapêutica dentárias; clínica e prótese dentária.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Os cursos de farmácia e odontologia tiveram início em 15 de março de 1913, com 10 e 13 alunos matriculados, respectivamente. Já o curso de medicina entrou em funcionamento somente a partir do ano de 1914, com 11 alunos matriculados.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Com a aprovação do decreto nº 11.530 de 18 de março de 1915, que instituiu a reforma de ensino Carlos Maximiliano, foram estabelecidas exigências mais severas para a manutenção das instituições de ensino mantidas pelos Estados e pelo setor privado, quando então foi perdida a autonomia didática, voltando a ser obrigatória a adoção dos programas oficiais. Depois de declaradas equiparadas às escolas oficiais do Governo Federal, quando eram observadas pelo inspetor a adequação dos currículos, a prestação do exame vestibular para ingresso dos alunos e a qualificação do corpo docente, entre outras condições, as escolas livres de ensino médico reivindicavam &amp;amp;nbsp;a validade dos seus diplomas junto à Diretoria de Saúde Pública (CUNHA, 1980).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Com esta reforma de ensino, em 1918 a Universidade do Paraná, para sobreviver, foi desmembrada em três escolas: Medicina, Direito e Engenharia, funcionando assim como uma federação de faculdades. Cada uma dessas instituições passou a ser fiscalizada separadamente pelo Conselho Superior de Ensino. A Faculdade de Medicina devia incluir os cursos de Medicina e Cirurgia, de Obstetrícia, de Farmácia, de Odontologia e de Medicina Veterinária. A Faculdade de Engenharia englobava os cursos de Engenharia Civil, de Agronomia e de Agrônomos Práticos, ao passo que a Faculdade de Direito mantinha os cursos de Direito e Comércio. Desses cursos, o de Agronomia só foi instalado em 1918, como Escola Agronômica do Paraná, e o de Medicina Veterinária, a essa vinculado em 1931.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Mesmo com essas mudanças, em 1919 a Faculdade de Medicina já diplomara dois doutores em medicina e 13 médicos. No entanto, foi a última daquelas três faculdades a obter reconhecimento oficial, fato que se deu somente em fevereiro de 1922, após a fiscalização preliminar e o parecer dos professores do Conselho Superior de Ensino, [[CASTRO,_ALOYSIO_DE|Aloysio de Castro]], André Gustavo Paulo de Frontin e Afonso Celso de Assis Figueiredo Junior (Conde Afonso Celso). Nesse mesmo ano, a Faculdade de Medicina recebeu auxílio da colônia alemã radicada em Curitiba para o acabamento da fachada do prédio em construção na Praça Santos Andrade.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Neste período inicial, entre 1912 e 1922, a instituição funcionou precariamente, segundo relato de Milton Ericksen Carneiro (COSTA, 1992), calouro do curso médico em 1918. Havia escassez tanto de alunos como de professores, que foi solucionada, no primeiro caso, com a vinda de estudantes de outros Estados. Segundo Soares (1992), com a falência dos cursos oferecidos pela Escola Universitária Livre de Manaus e pela Universidade Livre de São Paulo, muitos dos seus alunos se transferiram para a Faculdade de Medicina do Paraná.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Quanto à falta de professores, a solução encontrada foi um único professor acumular várias cadeiras. Logo, neste início, destacaram-se três professores: José Cypriano Rodrigues Pinheiro, Alfredo de Assis Gonçalves e Abdon Petit Guimarães Carneiro, que receberam na época o apelido de “gramofones universitários” (COSTA, 1992).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;José Cypriano Rodrigues Pinheiro, farmacêutico, ficou responsável por todas as matérias relacionadas a química, farmacologia e ciências afins dos cursos de Farmácia e Medicina. Lecionou química analítica, toxicologia, química orgânica e biológica, bromatologia, física médica, farmacologia, farmácia galênica, terapêutica homeopática, alopática e matéria médica.&amp;lt;br/&amp;gt; Alfredo de Assis Gonçalves ensinou medicina legal nos cursos de Medicina e Direito; microbiologia e higiene nos cursos de Farmácia, Odontologia e Medicina; além de anatomia descritiva e topográfica da cabeça, fisiologia, matéria médica e terapêutica, clínica pediátrica cirúrgica, história natural e física farmacêutica, noções de embriologia, patologia geral, física médica e química analítica entre outras disciplinas. Entre 1918 e 1922, acumulou as atividades de professor com as de Secretário da Faculdade de Medicina. Em 6 de julho de 1945 foi eleito diretor da instituição.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Abdon Petit Guimarães Carneiro lecionou as cadeiras de microbiologia, higiene, química biológica e bromatologia do curso de Farmácia; e física médica, história natural, parasitologia, histologia, anatomia (1ª parte - osteologia), anatomia (2ª parte), antropologia, miologia e angiologia, sistema nervoso e esplancnologia e microbiologia do curso de Medicina.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Nilo Cairo da Silva, engenheiro civil e militar e médico homeopata, destacou-se como um dos seus principais fundadores. Além de ocupar o cargo de 1º Secretário da então Universidade do Paraná, lecionou fisiologia, patologia geral e anatomia patológica no curso de Odontologia; e homeopatia e terapêutica homeopática no curso de Medicina, entre outras disciplinas ministradas nos cursos de Farmácia e Engenharia.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Demais professores que formaram o corpo docente por matéria lecionada na Faculdade de Medicina até o ano de 1930:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; Anatomia: Miguel Severo de Santiago, Eduardo Leite Leal Ferreira, José de Azevedo Macedo, José Pereira de Macedo, Carlos Estrella Moreira;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; Física médica: Olegário de Andrade Vasconcellos, José Guilherme de Loyola, Coriolano da Silveira Motta;&amp;lt;br/&amp;gt; Química: Manoel Antônio Lustosa dos Santos Carrão, José Guilherme de Loyola, Olegário de Andrade Vasconcellos, Eduardo Virmond Lima, José de Azevedo Macedo, Antônio Loyola de Macedo, José de Freitas Saldanha Sobrinho, Hastimphilo Rebello de Loyola, Francisco de Paula Soares Neto, Octávio da Silveira, Eurípedes Garcez do Nascimento, Maria Falce de Macedo;&amp;lt;br/&amp;gt; Fisiologia: Manoel Antônio Lustosa dos Santos Carrão, Eurípedes Garcez do Nascimento;&amp;lt;br/&amp;gt; História natural médica: Joaquim Pinto Rebello, Eduardo Leite Leal Ferreira, Manoel Mário Chaurais, Pedro Chagas Bicalho, Milton Ericksen Carneiro;&amp;lt;br/&amp;gt; Farmacologia: Aluízio França, Manoel Suplicy de Lacerda, Eurípedes Garcez do Nascimento;&amp;lt;br/&amp;gt; Patologia geral: Luiz Osmundo de Medeiros, Heitor Borges de Macedo, Cesar Beltrão Pernetta.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Diretores:&amp;amp;nbsp; Victor Ferreira do Amaral e Silva (1920-1946), Alfredo de Assis Gonçalves (1946-1948).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Estrutura e funcionamento&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;De acordo com os Estatutos da Universidade do Paraná (1913), a administração ficava a cargo de uma única diretoria constituída por seis membros - diretor, vice-diretor, secretário, subsecretário, tesoureiro e bibliotecário. Esta diretoria era, por sua vez, assistida por um conselho econômico formado por três membros. O corpo administrativo tinha o mandato de dois anos. O Conselho Superior da Universidade era composto pela diretoria, pelo conselho econômico e pelas delegações dos corpos docentes dos diversos cursos. Cada curso tinha uma Congregação formada por lentes catedráticos e substitutos. Os professores dos cursos biomédicos mencionados acima constituíam uma única Congregação, assim como os de agronomia e medicina veterinária formavam outra.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Para o ingresso na Universidade, os candidatos tinham que passar por exames que compreendiam provas orais e escritas de várias matérias, de acordo com o curso escolhido. O curso de Medicina e Cirurgia exigia provas de português, francês, inglês ou alemão, latim, matemática elementar, geografia e corografia do Brasil, cosmografia, história universal e do Brasil, física, química e história natural. Já os de Farmácia e Odontologia exigiam provas de português, francês, matemática elementar, geografia e corografia do Brasil, cosmografia, história do Brasil, noções de física e química e noções de história natural.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficavam dispensados dos exames os candidatos que tivessem concluído o curso preparatório ministrado pela instituição em questão ou o curso completo dos ginásios e Escolas Normais, mantidas pela União ou governos estaduais. Os alunos também pagavam taxas de matrículas e mensalidades.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Com a reformulação de seus estatutos, a partir da Reforma Maximiliano de 1915, a diretoria da instituição foi reduzida a cinco membros, assessorada por um conselho econômico formado por três membros, sendo que cada um deles devia pertencer a uma das três faculdades (Medicina, Direito e Engenharia). De acordo com esses estatutos, foi criada a categoria de lentes vitalícios para ministrarem trabalhos práticos. A partir de 1920, cada faculdade passou a reger-se por regimentos próprios, ficando cada uma com sua administração e patrimônio independentes. A direção passou a ser constituída por um diretor e um secretário, eleitos pela respectiva Congregação. Nesse mesmo ano, Victor Ferreira do Amaral e Silva foi eleito diretor da Faculdade de Medicina.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O curso de medicina e cirurgia desde seu início contou com hospitais de ensino, sendo o primeiro a Maternidade do Paraná, fundada em 1913 e instalada na antiga sede da Universidade, na rua Comendador Araújo, e que por ela era mantida, com apoio da Associação das Damas de Assistência à Maternidade. Em 1930, durante gestão de Victor Ferreira do Amaral e Silva na Faculdade de Medicina, a Maternidade ganhou novas instalações e foi equipada com material cirúrgico importado da Europa e dos Estados Unidos. O diretor também conseguiu arrecadar donativos para a sua construção, além da doação do terreno pela Sra. Lili Santarre Guimarães, presidente da referida Associação das Damas de Assistência à Maternidade. Em homenagem ao diretor, a instituição recebeu o seu nome. A maternidade funcionou para o ensino dos cursos de Medicina e Obstetrícia de 1930 até 1961, quando foi criado o Hospital das Clínicas.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Já o ensino prático das cadeiras clínicas era ministrado nas enfermarias e ambulatórios do Hospital de Caridade da Santa Casa da Misericórdia do Paraná, fundada em 1880. As aulas técnicas e práticas eram dadas num pavilhão construído pela Faculdade de Medicina para este fim. Em 1928, por solicitação da Faculdade, foi instalado o Dispensário Infantil pela Santa Casa, onde era ministrada a disciplina de clínica pediátrica médica e higiene infantil, que foi transferido dois anos mais tarde para o Dispensário Infantil do Hospital de Crianças da Cruz Vermelha do Paraná. A Irmandade da Santa Casa colocava ainda as dependências de seu Hospício Nossa Senhora da Luz, criado em 1903, à disposição para o ensino das clínicas psiquiátrica e neurológica.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Hospital Geral de Curitiba, do Serviço de Saúde do Exército, criado em 1924, cedeu também suas instalações para o ensino de clínica dermatológica e sifilográfica até 1937, quando essas disciplinas foram transferidas para a Santa Casa da Misericórdia.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pelo decreto-lei n° 9.323 de 6 de junho de 1946, aprovado pelo Ministro da Educação e Saúde, Ernesto de Souza Campos, e pelo Presidente da República, Eurico Gaspar Dutra, foi restabelecida a Universidade do Paraná como instituição privada de ensino superior, equiparado aos oficiais. A partir de então, a Universidade do Paraná ficou constituída pela Faculdade de Medicina e escolas anexas de Farmácia e Odontologia; pelas faculdades de Filosofia e Ciências e Letras, fundadas em fevereiro de 1938; e pelas faculdades de Direito e de Engenharia. Em 1950, pela lei nº 1.254 de 4 de dezembro, a Universidade do Paraná foi federalizada, passando a ser mantida pela União.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ainda em 1946, Victor Ferreira do Amaral e Silva ocupou o posto de Reitor da Universidade. Desde o seu início até então, a Faculdade de Medicina já havia diplomado 944 médicos, 460 cirurgiões-dentistas e 172 farmacêuticos.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Os cursos de farmácia e odontologia ganharam oficialmente autonomia pela lei n° 3.463 de 20 de novembro de 1958, quando passaram a denominar-se Faculdade de Farmácia da Universidade do Paraná e Faculdade de Odontologia da Universidade do Paraná. Pela lei nº 4.759 de 20 de agosto de 1965, todas as universidades que haviam sido federalizadas passaram a ser designadas como universidades federais. Logo, a instituição em questão passou a chamar-se Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Paraná. Suas antigas escolas anexas receberam também os nomes de Faculdade de Farmácia da Universidade Federal do Paraná e Faculdade de Odontologia da Universidade Federal do Paraná.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- BRASIL. Decreto nº 8.659, de 5 de abril de 1911. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 9 set. 2020. Online. Disponível na Internet:  [http://legis.senado.leg.br/norma/584729/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/584729/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº11.530, de 18 de março de 1915. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 9 set. 2020. Online. Disponível na Internet:  [http://legis.senado.leg.br/norma/421493/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/421493/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto-lei n° 9.323, de 6 de junho de 1946. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. Capturado em 16 jun. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;  [http://legis.senado.leg.br/norma/534362/publicacao?tipoDocumento=DEL&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/534362/publicacao?tipoDocumento=DEL&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Lei nº 1.254, de 4 de dezembro de 1950. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 9 set. 2020. Online. Disponível na Internet:  [http://legis.senado.leg.br/norma/542897/publicacao?tipoDocumento=LEI-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/542897/publicacao?tipoDocumento=LEI-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Lei nº 3.463, de 20 de novembro de 1958. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. Capturado em 12 jun. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp; [http://legis.senado.leg.br/norma/545279/publicacao?tipoDocumento=LEI-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/545279/publicacao?tipoDocumento=LEI-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Lei nº 4.759, de 20 de agosto de 1965. In: CÂMARA DOS DEPUTADOS. Legislação. Capturado em 9 set. 2020. Online. Disponível na Internet:  [https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/1960-1969/lei-4759-20-agosto-1965-368906-publicacaooriginal-1-pl.html https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/1960-1969/lei-4759-20-agosto-1965-368906-publicacaooriginal-1-pl.html]&amp;lt;br/&amp;gt; - CAMPOS, Ernesto de Souza. &#039;&#039;&#039;Instituições culturais e de educação superior no Brasil.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1944. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#IHGB|IHGB]])&amp;lt;br/&amp;gt; - COSTA, Iseu Affonso da.; LIMA, Eduardo Corrêa (Orgs.). &#039;&#039;&#039;O ensino da medicina na&amp;amp;nbsp;Universidade Federal do Paraná.&#039;&#039;&#039; Curitiba: Ed. da UFPR, 1992. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;br/&amp;gt; - CUNHA, Luiz Antônio. &#039;&#039;&#039;A Universidade Temporã; o ensino superior da colônia à era de Vargas.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Civilização Brasileira/ Edições UFC, 1980. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCBB|BCCBB]])&amp;lt;br/&amp;gt; - ESTATUTOS da Universidade do Paraná. Curitiba: Typografia Hoffmann, 1913. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BN|BN]])&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - FARIAS SOBRINHO, José Ribeiro. &#039;&#039;&#039;140 anos do ensino farmacêutico no Brasil: 1832-1972.&#039;&#039;&#039; João Pessoa: ESLF, 1973. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;br/&amp;gt; - HISTÓRIA. O Curso de Medicina da UFPR. In: UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. Curso de Medicina. Capturado em 9 set. 2020. Online. Disponível na Internet:  [http://www.saude.ufpr.br/portal/medicina/historia/ http://www.saude.ufpr.br/portal/medicina/historia/]&amp;lt;br/&amp;gt; - SALLES, Pedro. &#039;&#039;&#039;História da medicina no Brasil.&#039;&#039;&#039; Belo Horizonte: Ed. G. Holman Ltda., 1971. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#IHGB|IHGB]])&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - SOARES, Mozart Pereira, SILVA, Pery Pinto Diniz da. &#039;&#039;&#039;Memória da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 1934-1964.&#039;&#039;&#039; Porto Alegre: UFRGS, 1992. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;br/&amp;gt; - UNIVERSIDADE do Paraná. (Equiparação). Ministério da Educação e Saúde. Serviço de Documentação, Folheto n. 39, 1946. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BN|BN]])&amp;lt;br/&amp;gt; - UNIVERSIDADE DO PARANÁ. &#039;&#039;&#039;Programmas do Curso de Pharmácia - 1° ano.&#039;&#039;&#039; Curitiba: Typ. Max Roesner Curityba, 1913. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BN|BN]])&amp;lt;br/&amp;gt; - UNIVERSIDADE DO PARANÁ. &#039;&#039;&#039;Programmas do Curso de Odontologia - 1° ano.&#039;&#039;&#039; Curitiba: Typ. Cezar Schulz Curityba, 1914. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BN|BN]])&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - WESTPHALEN, Cecília Maria. &#039;&#039;&#039;Universidade Federal do Paraná: 75 anos.&#039;&#039;&#039; Curitiba: SBPH-PR, 1987. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#IHGB|IHGB]])&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa - João Arêas Braga, Verônica Pimenta Velloso.&amp;lt;br/&amp;gt; Redação- Verônica Pimenta Velloso.&amp;lt;br/&amp;gt; Revisão - Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina Azevedo Guedes.&amp;lt;br/&amp;gt; Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Forma de citação =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Dicionário Histórico-Biográfico das Ciências da Saúde no Brasil (1832-1930)&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    [[Category:Verbetes]] [[Category:Instituições de Ensino]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Rachel.froes</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=CRUZ,_OSWALDO_GON%C3%87ALVES&amp;diff=1529</id>
		<title>CRUZ, OSWALDO GONÇALVES</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=CRUZ,_OSWALDO_GON%C3%87ALVES&amp;diff=1529"/>
		<updated>2023-08-24T14:48:45Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Rachel.froes: /* Ficha técnica */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Outros nomes e/ou títulos:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;[[CRUZ,_OSWALDO|Cruz, Oswaldo]]&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Oswaldo Gonçalves Cruz nasceu em 5 de agosto de 1872, em São Luiz do Paraitinga, cidade na então província de São Paulo. Era filho de Bento Oswaldo Cruz e de Amalia Taborda de Bulhões. Doutorou-se em 24 de dezembro de 1892, na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, com a tese &amp;quot;A Vehiculação microbiana pelas águas&amp;quot;. No Instituto Soroterápico Federal (atual Fundação Oswaldo Cruz), criado no Rio de Janeiro, em 25 de maio de 1900, e então dirigido por Pedro Affonso de Carvalho Franco, foi chefe bacteriologista (1901), e em 9 de dezembro de 1902 assumiu a direção geral. De 1903 a 1909 foi diretor da Diretoria Geral de Saúde Pública, empenhando-se na reorganização dos serviços de saúde e no combate à febre amarela, varíola, peste bubônica e tuberculose. Foi o primeiro presidente da Cruz Vermelha Brasileira (1908), membro da Academia Nacional de Medicina (1899), da Academia Brasileira de Letras (1912), da Sociedade Brasileira de Ciências (1916), e prefeito da cidade de Petrópolis (1916-1917). Faleceu em 11 de fevereiro de 1917 na cidade de Petrópolis (Estado do Rio de Janeiro).&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Dados pessoais&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Oswaldo Gonçalves Cruz nasceu em 5 de agosto de 1872, em São Luiz do Paraitinga, cidade no interior da então província de São Paulo. Era filho de Bento Gonçalves Cruz e de Amalia Taborda de Bulhões, filha dos professores públicos Pedro Correa Taborda de Bulhões e de Zeferina Josepha Pinto de Bulhões, residentes na cidade de Petrópolis, na então província do Rio de Janeiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Seu pai, Bento Gonçalves Cruz, nasceu no Rio de Janeiro em 30 de janeiro de 1845, era filho do negociante de fazendas Bento Gonçalves Cruz e de Guilhermina Pinto Gonçalves Cruz, e formou-se em medicina na &amp;lt;u&amp;gt;[[ESCOLA ANATÔMICA, CIRÚRGICA E MÉDICA DO RIO DE JANEIRO|Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro]]&amp;lt;/u&amp;gt; em 30 de novembro de 1870, com a tese “Diagnostico diferencial das moléstias de Coração”. Já formado, Bento Gonçalves Cruz iniciou sua carreira clínica no interior de São Paulo, em São Luiz do Paraitinga, por sugestão do médico e seu colega Candido José Rodrigues de Andrade.  Após casaram-se, em 7 de outubro de 1871, Bento Gonçalves Cruz e sua prima Amalia Taborda de Bulhões, se instalaram em São Luiz do Paraitinga, e nesta localidade nasceram os primeiros filhos Oswaldo Gonçalves Cruz, Eugenia, falecida ainda criança, e Amalia, que posteriormente se casaria com o ginecologista Joaquim Candido de Andrade.   No ano de 1877, Bento Gonçalves Cruz retornou para o Rio de Janeiro, onde veio a residir na Rua Jardim Botânico nº26, na então freguesia da Gávea e clinicou na R. da Bôa-Vista (atual Rua Marquês de São Vicente) na mesma freguesia. Na cidade do Rio de Janeiro nasceram seus outros filhos: Alice, que casou-se com Samuel Ferreira dos Santos, Noemi, esposa do pintor e diretor da Escola Nacional de Belas Artes, João Baptista da Costa; e Hortensia, esposa do negociante Francisco Russo. Bento Gonçalves Cruz foi 2º cirurgião médico voluntário (1865-1870) no Hospital da Assumpção durante a Guerra do Paraguai, membro da Junta Central de Higiene Pública (nomeação 26/01/1890), Ajudante do Inspetor Geral de Higiene (5/02/1890), Inspetor Geral interino de Higiene (1891), Inspetor Geral de Higiene (12/01/1892), vice-presidente da Casa de Saúde Dr. Eiras, dirigida por Carlos Fernandes Eiras, e faleceu em 8 de novembro de 1892. Sua esposa, Amalia Taborda de Bulhões, faleceu em 16 de dezembro de 1921.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Oswaldo Gonçalves Cruz casou-se, em 5 de janeiro de 1893, com Emilia da Fonseca, a &#039;&#039;Miloca&#039;&#039;, filha do comerciante português Manoel José da Fonseca e de Elisa da Cunha Fonseca, e o casal foi residir na Rua Lopes Quintas, no bairro do Jardim Botânico, na cidade do Rio de Janeiro. Teve seis filhos: Elisa Oswaldo Cruz, que se casou com o médico Joaquim Vidal; Bento Oswaldo Cruz, médico e industrial; Hercília Oswaldo Cruz; Oswaldo Cruz Filho, que também estudou medicina; Zahra Oswaldo Cruz, que faleceu aos dois anos de idade; e Walter Oswaldo Cruz, que também estudou medicina. Dois de seus filhos, Bento Oswaldo Cruz e Walter Oswaldo Cruz, trabalharam no&amp;amp;nbsp;[[INSTITUTO_OSWALDO_CRUZ|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Oswaldo Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1914 recebeu do governo francês a condecoração como &#039;&#039;Officier de la Légion d’Honneur, &#039;&#039;no Hotel dos Estrangeiros, na cidade do Rio de Janeiro, e nesta ocasião foi convidado por este governo a repetir sua experiência no combate à febre amarela na Ilha da Martinica, de domínio francês.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Faleceu em 11 de fevereiro de 1917, em sua residência na Rua Monte Caseros nº 240, na cidade de Petrópolis (Estado do Rio de Janeiro).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Trajetória profissional&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Oswaldo Gonçalves Cruz aprendeu as primeiras letras com sua mãe, e depois aos cinco anos ingressou no Colégio Laure, na cidade do Rio de Janeiro. Ainda nesta cidade, estudou também no Collegio de S. Pedro de Alcântara, dirigido pelo Padre Ayres da Silveira Mascarenhas e localizado na Praia de Botafogo nº 172, onde fez o curso secundário. Prestou os exames finais preparatórios no Externato do Imperial Colégio de Pedro II, instalado na Rua da Imperatriz, que o habilitou à matrícula nas escolas superiores.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1887 ingressou na &amp;amp;nbsp;[[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], onde ainda como estudante foi preparador assistente no gabinete de física sob a orientação de João Martins Teixeira, lente de física médica. Sua experiência no laboratório de bacteriologia do Departamento de Higiene desta faculdade, sob a chefia de Benjamin Antônio da Rocha Faria, lente de higiene e história da medicina desta faculdade, teria suscitado, segundo Ezequiel Dias (1922), seu interesse pelas questões de higiene e microbiologia. Foialuno, em 1891, de&amp;amp;nbsp;Francisco de Castro, catedrático de clínica propedêutica, que o aconselhou “a deixar a clínica e o pequeno laboratório improvisado no porão de sua residência afim de ir a Europa estudar para um provável concurso na secção de hygiene e medicina legal” (DIAS, 1922, p.9).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Oswaldo Gonçalves Cruz, entre 1890 a 1893, trabalhou como auxiliar no laboratório do&amp;amp;nbsp;[[INSTITUTO_NACIONAL_DE_HIGIENE|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Nacional de Higiene&amp;lt;/u&amp;gt;]], que havia sido criado em 1890 pelo médico &amp;lt;u&amp;gt;Benjamin Antônio da Rocha Faria&amp;lt;/u&amp;gt;. Nesta ocasião também eram auxiliares na instituição João de Barros Barreto, Francisco de Paula Fajardo Júnior e&amp;amp;nbsp;[[ABREU,_HENRIQUE_TANNER_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Henrique Tanner de Abreu&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Publicou, em 1891, na revista &#039;&#039;O Brazil Medico,&#039;&#039; seu primeiro trabalho, intitulado “Um caso de bocio exophtalmico em individuo do sexo masculino”, quando era interno da 2ª enfermaria de medicina, chefiada por Albino Rodrigues de Alvarenga, no hospital da&amp;amp;nbsp;[[SANTA_CASA_DA_MISERICÓRDIA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Doutorou-se em 8 de novembro de 1892, na&amp;amp;nbsp;[[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], com a tese “A Vehiculação Microbiana pelas águas”, dedicada à memória de seu pai, Bento Gonçalves Cruz, que falecera no mesmo dia, na qual afirmava que esta não se tratava propriamente de uma análise das águas na cidade, mas sim de “uma introdução a uma analyse systematica de nossas aguas de abastecimento” (CRUZ, 1893, p.24). Em seu Prefácio, destacou o quanto foi importante e proveitosa para sua tese a experiência no então denominado Laboratório de Bacteriologia:&amp;amp;nbsp;.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Fazíamos, porém, um estudo de gabinete, puramente theorico e quase todo perdido, quando por occasião da reorganização do laboratório de Hygiene da nossa Faculdade o incansável e erudito lente d´aquella disciplina creou um laboratório de microbiologia para o qual inesperadamente fomos convidados pelo talentoso professor de Hygiene, graças à indicação feita de nosso nome pelo nosso sábio mestre o Dr. Martins Teixeira, ao qual desde já tributamos-o mais vivo reconhecimento. (...)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Durante todo este tempo de laboratório muito aproveitamos não só dos ensinamentos de nosso sábio mestre, o Sr. Dr. Rocha Faria, como também do illustrado e talentoso Dr. Ernesto Nascimento Silva que sempre soube guiar nossos passos não só como mestre provecto que é como verdadeiro amigo. (....). Creados no laboratório de microbiologia era um dever escrever nosso trabalho inaugural sobre o assumpto de nossa predilecção; foi o que fizemos. D´entre as interessantes questões que poderiam ser ventiladas com o Maximo proveito escolhemos para assumpto de nossa dissertação a «&#039;&#039;vehiculação microbiana pelas aguas&#039;&#039;», assumpto vasto, de palpitante interesse e cheio de conclusões praticas da mais alta monta. (....). O trabalho experimental n´ella exarado tem por fim demonstrar verdades acceitas hoje em microbiologia e que foram por nós verificadas e consta também d´um estudo sobre filtros”. (CRUZ, 1893, p.22-24)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Com o falecimento de seu pai, passou a assumir suas funções de médico na clínica na fábrica de tecidos da Companhia de Fiação e Tecidos Corcovado, que havia sido fundada em 1889 por José da Cruz, na antiga chácara de João Calhau, no sopé do Corcovado, na Rua Jardim Botânico nº 12, então freguesia da Gávea. Em função destes compromissos, não teria aceito o convite do médico [[CASTRO,_FRANCISCO_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Francisco de Castro&amp;lt;/u&amp;gt;]]&amp;amp;nbsp;para ser seu assistente em sua clínica (FRAGA, 2005). De acordo com notícia publicada no &#039;&#039;Jornal do Brasil&#039;&#039; (n.64, 5 de março de 1901), Oswaldo Cruz ainda fazia o atendimento a operários desta fábrica de tecidos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ainda em 1892, trabalhou como Auxiliar na Inspetoria Geral de Higiene.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1894, no então denominado &amp;lt;u&amp;gt;[[INSTITUTO SANITÁRIO FEDERAL|Instituto Sanitário Federal]]&amp;lt;/u&amp;gt;, dirigido por Francisco de Paula Fajardo Júnior, Oswaldo Cruz trabalhou no diagnóstico do cólera morbus na região do Vale do Paraíba. Neste mesmo ano, Oswaldo Gonçalves Cruz publicou o folheto &amp;quot;Causas e meios de preservação do Cholera&amp;quot;, sob o pseudônimo de Ignarus, em que discorreu sobre a história da doença, e ao final do qual citou uma lenda árabe segundo a qual a peste negra no Cairo havia matado mais gente de medo do que da doença.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Nesta época, Oswaldo Cruz residia na Rua Lopes Quintas nº15, onde tinha um laboratório no primeiro andar, e observava as condições higiênicas do bairro, o que inspirou a elaborar dois artigos, publicados no Brazil Medico. Em seu artigo “As condições hygienicas e o estado sanitário da Gávea”, publicado em 1894, constatou como péssimas as condições do bairro em que residia, especialmente da rua Jardim Botânico, e lamentou “o triste estado a que está reduzido o celebre bairro da Gávea, legendário por sua salubridade, o antigo refugio dos convalescentes que vinham banhar no ar oxygenado e vivificante de suas montanhas os pulmões gastos pelo ar confinado dos centros populosos” (CRUZ, 1894, p.210). Para o melhoramento sanitário do bairro, sugeriu, entre as medidas de saneamento definitivo, a construção de habitações higiênicas para operários, o calçamento das ruas, o abastecimento d´água, a demolição das estalagens existentes, e o aterro total da lagoa Rodrigues de Freitas.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi convidado, em 1894, por Egydio Salles Guerra, chefe de clínica na Policlínica Geral do Rio de Janeiro, fundada em 10 de dezembro de 1881 por iniciativa dos médicos João Pizarro Gabizo e Antonio Loureiro Sampaio, para organizar um laboratório de análises para os diagnósticos de sífilis e moléstias internas no serviço de moléstias da pele e sífilis a cargo de Antonio José Pereira da Silva Araújo. Nesta instituição integrou, juntamente com Salles Guerra, posteriormente seu biógrafo, Antonio José Pereira da Silva Araujo, Aureliano Werneck Machado e Alfredo Porto, do “grupo dos cinco germanistas”, assim denominado pelo destaque que conferiam ao idioma alemão, que era o idioma de importantes textos de medicina naquele período (BIBLIOTECA VIRTUAL, 2013). Em&amp;amp;nbsp;6 de setembro de 1895 começou efetivamente suas atividades na Policlínica Geral do Rio de Janeiro, e em 1898 era chefe do laboratório de bacteriologia e anatomia patológica.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Com apoio de Manoel José da Fonseca, seu sogro,&amp;amp;nbsp;Oswaldo Gonçalves Cruz viajou em 1897, com a família, para Paris, onde se estabeleceu na 26 Rue Marbeuf. Nesta ocasião se especializou em microbiologia no Institut Pasteur, então dirigido por&amp;amp;nbsp;Pierre Paul&amp;amp;nbsp;Émile Roux (1853-1933), e onde também trabalhavam&amp;amp;nbsp;Élie Metchnikoff (1845-1916), de quem se tornou amigo, Louis Vaillard (1850-1935) e Amédée Borrel (1867-1936).Nesta instituição “aplico-me ao estudo da higiene, microbiologia, histologia patológica e química biológica, com o intuito de, quando voltar, montar aí um laboratório para análises destinado a auxiliar o diagnóstico microbiológico das diversas entidades mórbidas, exame de sangue, etc., etc.” (CRUZ, Oswaldo. &#039;&#039;Apud. &#039;&#039;GUERRA, 1940, p.33). Em 6 de abril de 1898 visitou a seção de preparo dos soros terapêuticos deste instituto, localizada na cidade de Garches, próxima de Paris, e relatou esta sua visita em artigos publicados no&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;Brazil-Medico&#039;&#039;, neste mesmo ano.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Permaneceu em Paris por dois anos, e neste período visitou o&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;Laboratoire de Toxicologie de Paris&#039;&#039;, dirigido por Charles-Albert Vibert (1849-1918) e por Jules Ogier (1853-1913),a Clinique des voies urologiques, no Hôpital Necker, de Jean Casimir Félix Guyon (1831-1920) e Joaquín Albarran y Dominguez (1860-1912), e frequentou uma fábrica de artefatos de vidro para laboratório, onde aprendeu sobre a manipulação e confecção de empolas, provetas e pipetas. Segundo E. Salles, Oswaldo Cruz posteriormente, quando dirigiu o&amp;amp;nbsp;[[INSTITUTO_SOROTERÁPICO_FEDERAL|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Soroterápico Federal&amp;lt;/u&amp;gt;]], criou uma “seção especial de artefatos de vidro e ensinou a vários auxiliares a manipulação dessas utilidades” (GUERRA, 1940, p.47).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Embora, nesta época, tenha sido convidado para conhecer também instituições na Alemanha, só veio a visitar este país posteriormente, em 1907 (SERPA, 1937).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Durante esta estadia na Europa Oswaldo Cruz comprou uma máquina fotográfica para fotos estereoscópicas, que possibilitava o efeito de três dimensões a partir de um visor especial, e assim tornou-se um fotógrafo amador registrando inclusive suas atividades científicas. Posteriormente montou um pequeno laboratório de revelação, em sua residência na Praia de Botafogo nº 406, na cidade do Rio de Janeiro (ARQUIVO, 2007).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ao retornar da França, no final do ano de 1899, Oswaldo Gonçalves Cruz abriu na Travessa de S. Francisco (atual Rua Ramalho Ortigão), nº10, 1º andar, no centro do Rio de Janeiro, um laboratório de análises clínicas, próximo aos consultórios de Joaquim Candido de Andrade e Luiz Pedro Barbosa. Montou, também, um consultório de moléstias genito-urinárias, nas quais havia se especializado durante sua estadia na França.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Reassumiu, em 1899, seu cargo na Policlínica Geral do Rio de Janeiro, como&amp;amp;nbsp;chefe do laboratório de bacteriologia e anatomia patológica,onde ficou supervisionando os trabalhos a cargo de seu substituto (PARAENSE, 1989).Em 21 de outubro de 1899 foi convidado por&amp;amp;nbsp;[[ANDRADE,_NUNO_FERREIRA_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Nuno Ferreira de Andrade&amp;lt;/u&amp;gt;]], então diretor da Diretoria Geral de Saúde Pública, para integrar a comissão chefiada por Eduardo Chapot Prévost que viria a identificar e confirmar os casos de peste bubônica que havia eclodido em 1899, na cidade de Santos. Foi designado, então, para integrar a equipe de combate a este surto de peste bubônica, juntamente com Adolpho Lutz e Vital Brazil Mineiro da Campanha, pesquisadores do [[INSTITUTO_BACTERIOLÓGICO_DO_ESTADO_DE_SÃO_PAULO|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Bacteriológico do Estado de São Paulo&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1899, por sua iniciativa, foi montado um laboratório bacteriológico na Associação dos Empregados no Commercio do Rio de Janeiro, fundada em 7 de março de 1880, que chefiou em 1900.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Oswaldo Gonçalves Cruz foi colaborador efetivo do periódico científico &#039;&#039;Brazil-Medico.&#039;&#039; &#039;&#039;Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, deste 1899, no qual publicou vários de seus trabalhos&#039;&#039;.&#039;&#039; Eram também colaboradores desta publicação: Raymundo Nina Rodrigues, Augusto Brant Paes Leme, Henrique Guedes de Mello, [[SEIDL,_CARLOS_PINTO|&amp;lt;u&amp;gt;Carlos Pinto Seidl&amp;lt;/u&amp;gt;]], Oscar Luna Freire, Marcio Nery, Ismael da Rocha, Miguel da Silva Pereira,&amp;amp;nbsp;Miguel de Oliveira Couto, Antonio Fernandes Figueira e Henrique de Sá.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Candidatou-se membro da &amp;lt;u&amp;gt;[[ACADEMIA NACIONAL DE MEDICINA|Academia Nacional de Medicina]]&amp;lt;/u&amp;gt; em 13 de abril de 1899, com a apresentação do trabalho intitulado “Les altérations histologiques dans l´empoisonnement par la ricine”, tendo obtido parecer favorável na sessão de 22 de junho de 1899. Este trabalho foi elaboradopor ocasião de sua viagem à Europa, de 1897 a 1899, quando visitou o Laboratoire de Toxicologie de Paris, dirigido por Charles-Albert Vibert (1849-1918) e por Jules Ogier (1853-1913), e publicado em 1899 nos&#039;&#039;Archives de Médecine Expérimentale et d`Anatomie Pathologique&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;(CASA DE OSWALDO CRUZ, 2013).Em 24 de agosto de 1899 proferiu seu discurso em agradecimentoà sua admissão na&amp;amp;nbsp;[[ACADEMIA_NACIONAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Nacional de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]], e nesta instituição foi membro da seção de medicina pública, e a partir de 1914 da seção de ciências aplicadas à medicina. É o patrono da cadeira nº 90 da&amp;amp;nbsp;[[ACADEMIA_NACIONAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Nacional de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 21 de outubro de 1899 foi convidado por&amp;amp;nbsp;[[ANDRADE,_NUNO_FERREIRA_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Nuno Ferreira de Andrade&amp;lt;/u&amp;gt;]], então diretor da Diretoria Geral de Saúde Pública, para integrar a comissão chefiada por Eduardo Chapot Prévost que viria a identificar e confirmar os casos de peste bubônica que havia eclodido em 1899, na cidade de Santos. Foi designado, então, para integrar a equipe de combate a este surto de peste bubônica, juntamente com Adolpho Lutz e Vital Brazil Mineiro da Campanha, pesquisadores do [[INSTITUTO_BACTERIOLÓGICO_DO_ESTADO_DE_SÃO_PAULO|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Bacteriológico do Estado de São Paulo&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Chefiou, desde 1900, o serviço do laboratório de anatomia, patologia, química, biologia e bacteriologia da Policlínica Geral do Rio de Janeiro, então dirigida por José Cardoso de Moura Brazil, permanecendo nesta função até 1910.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Oswaldo Gonçalves Cruz participou, juntamente com Francisco Cláudio de&amp;amp;nbsp;Sá Ferreira, Luiz Pedro Barbosa, Henrique Guedes de Mello, Joaquim Candido de Andrade, Carlos Fernandes Eiras, [[ALMEIDA,_FRANCISCO_FURQUIM_WERNECK_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Francisco Furquim Werneck de Almeida&amp;lt;/u&amp;gt;]], Nerval Gouveia, Ernani Carlos de Menezes Pinto, Oscar de Souza, José Parga Nina, Alfredo Porto, Aureliano Werneck Machado, e Francisco Fernandes Eiras,da instalação&amp;amp;nbsp;da Policlínica de Botafogo, fundada em 10 de junho de 1900 e estabelecida na Rua Bambina nº 45, em Botafogo, na cidade do Rio de Janeiro. Oswaldo Cruz, já neste momento inicial da instituição, foi indicado como responsável da redação do anuário, juntamente com Henrique Guedes de Mello e Luiz Pedro Barbosa, e como chefe do museu anatomo-patológico e do laboratório de bacteriologia. Integrou seu corpo clínico da instituição e em 1904 era chefe dos laboratórios desta instituição.&amp;amp;nbsp;Nas dependências desta Policlínica funcionou em 1901, por solicitação da prefeitura do Distrito Federal, um posto municipal de vacinação antipestosa, onde trabalhou Oswaldo Gonçalves Cruz. A Policlínica de Botafogo cedeu suas instalações para a primeira Delegacia Provisória de Higiene Federal, entre 1903 a 1904.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1901 era o chefe bacteriologista do&amp;amp;nbsp;[[INSTITUTO_SOROTERÁPICO_FEDERAL|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Soroterápico Federal&amp;lt;/u&amp;gt;]], instituição de pesquisa criada em 25 de maio de 1900, na cidade do Rio de Janeiro e então dirigida por Pedro Affonso de Carvalho Franco, o Barão de Pedro Affonso. Em 9 de dezembro de 1902, com o pedido de demissão feito Pelo Barão de Pedro Affonso, Oswaldo Gonçalves Cruz assumiu a direção geral do instituto, tendo permanecido como diretor até a data de seu falecimento, em 11 de fevereiro de 1917, quando foi substituído por [[CHAGAS,_CARLOS_RIBEIRO_JUSTINIANO|&amp;lt;u&amp;gt;Carlos Ribeiro Justiniano Chagas&amp;lt;/u&amp;gt;]] na direção do então&amp;amp;nbsp;[[INSTITUTO_OSWALDO_CRUZ|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Oswaldo Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]]. Como diretor do Instituto Soroterápico Federal, destacou-se“Uma das principais virtudes de Oswaldo Cruz, não tanto como cientista mas como hábil administrador da ciência, foi ter conseguido transformar num grande instituto de medicina experimental o pequeno laboratório, criado em 1900, a partir de uma crise da saúde pública – a ameaça da peste bubônica – e com a finalidade limitada de substituir a importação do soro e da vacina contra esta doença. A partir do momento em que este projeto obteve êxito, Manguinhos adquiriu, de fato, conformação muito semelhante à do Instituto Pasteur de Paris: a característica articulação entre a pesquisa – tanto a básica como a orientada para as demandas práticas da saúde – com a produção de soros e vacinas em escala industrial e o ensino, visando o adestramento dos quadros indispensáveis à própria instituição e à difusão das ciências biomédicas no país.” (BENCHIMOL, 1990, p.12):&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:.0001pt; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Uma das principais virtudes de Oswaldo Cruz, não tanto como cientista mas como hábil administrador da ciência, foi ter conseguido transformar num grande instituto de medicina experimental o pequeno laboratório, criado em 1900, a partir de uma crise da saúde pública – a ameaça da peste bubônica – e com a finalidade limitada de substituir a importação do soro e da vacina contra esta doença. A partir do momento em que este projeto obteve êxito, Manguinhos adquiriu, de fato, conformação muito semelhante à do Instituto Pasteur de Paris: a característica articulação entre a pesquisa – tanto a básica como a orientada para as demandas práticas da saúde – com a produção de soros e vacinas em escala industrial e o ensino, visando o adestramento dos quadros indispensáveis à própria instituição e à difusão das ciências biomédicas no país.” (BENCHIMOL, 1990, p.12)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Oswaldo Gonçalves Cruz publicou, em 1901, a descrição do Anopheles lutzi, uma espécie nova do Rio de Janeiro. Em 1906 propôs o novo gênero Chagasia, em homenagem a seu discípulo, e no ano seguinte criou a espécie Psorophora genumacidata e o novo gênero Manguinhosia com a espécie Anopheles lutzi (PARAENSE, 1989).Foi diretor, em 1901, da Liga do Instituto do Soro Terapêutico, criada em 1900 com o objetivo de combater a peste bubônica (ACERVO, 2014).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 23 de março de 1903 foi nomeado diretor da Diretoria Geral de Saúde Pública, por indicação de Salles Guerra a J. J. Seabra, então Ministro da Justiça e Negócios Interiores, e tomou posse em 26 de março do mesmo ano. A Diretoria Geral de Saúde Pública estava instalada na Rua Clapp nº17, atual Rua Alfredo Agache, no centro do Rio de Janeiro. Foram também nomeados para esta repartição: João Pedroso Barreto de Albuquerque (secretario), Alfredo de Mello e Alvim (médico auxiliar), José Luiz Sayão de Bulhões Carvalho (médico demografista), Hugo Eiras Furquim Werneck (médico dos hospitais de isolamento), Francisco Joaquim Béthencourt de Segadas Vianna e Alberto Vieira da Cunha (delegados de saúde), Antonio Pedro Pimentel e Arthur Imbassahy (inspetores sanitários). Acumulou esta funçã com a de diretor do&amp;amp;nbsp;[[INSTITUTO_SOROTERÁPICO_FEDERAL|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Soroterápico Federal&amp;lt;/u&amp;gt;]]&amp;amp;nbsp;até abril de 1909, quando solicitou sua exoneração da Diretoria geral de Saúde Pública.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Sua nomeação para diretor da Diretoria Geral de Saúde Pública deu-se no contexto do projeto de remodelação urbana do Rio de Janeiro, Capital Federal, a ser empreendido pelo Prefeito Francisco Pereira Passos, e para tal era necessário o saneamento da cidade, que constantemente sofria com as epidemias, especialmente a febre amarela, a peste bubônica e a varíola. Logo que assumiu a Diretoria Geral de Saúde Pública dedicou-se à reforma da legislação referente aos Serviços de Saúde Pública, especialmente com relação às atribuições desta Diretoria. Empenhou-se em organizar os serviços de saúde pública, e se propôs a:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“(....) erradicar, prioritariamente, as três principais doenças pestilenciais do Rio de Janeiro: a febre amarela, através de uma campanha organizada em moldes análogos às de Emílio Ribas em São Paulo e Gorgas em Havana; a varíola, através da vacinação preventiva em massa da população, e a peste bubônica, pelo extermínio dos ratos, seu principal vetor de transmissão”. (BENCHIMOL, 1990, p.23).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Na Diretoria Geral de Saúde Pública, propôs a divisão da cidade em 10 distritos sanitários, sendo cada um chefiado por um médico, o delegado de saúde, e acompanhado por inspetores sanitários e estudantes de medicina na tarefa de fiscalização dos domicílios.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ainda, em 1903, enviou ao Ministro da Justiça e Negócios Interiores uma exposição de motivos na qual afirmava sua preocupação com a febre amarela:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Dentre os problemas sanitários que devem ser atacados desde já, sobreleva em importância a todos o referente à febre amarela. A extinção da febre amarela é um problema que já encontrou uma solução prática: podemos, pois, considerá-la uma questão resolvida. Resta-nos agora, apenas, seguir as pegadas dos sábios americanos, que enfrentaram o assunto, resolvendo-o por completo em Havana. Devemos pois, sem perda de tempo, instalar desde já os serviços cujos efeitos proveitosos se farão fatalmente seguir na próxima época epidêmica, sendo em breve seguidos de completo desaparecimento dessa vergonha nacional. Cumpre-me dizer em traços gerais que a profilaxia cifra-se no seguinte: nas épocas epidêmicas: 1º evitar a contaminação dos culicídios pelos amarelentos infectantes; 2º evitar a infecção dos receptíveis pelos propagadores já infectados. Em épocas extra-epidêmicas: 1º evitar a perpetuação dos culicídios, destruindo-os em seus berços e suprimindo estes; 2º dar caçada aos casos esporádicos e frustros da moléstia que nas acalmias permitem a continuidade do mal. Esse serviço de profilaxia específico de febre amarela deve ser contínuo e ininterrupto; disso depende a sua eficácia. No momento atual cumpre-nos por em prática as medidas relativas à quadra epidêmica. (...). Para que esse serviço seja profícuo, convém quanto antes que se estabeleça uma lei que torne efetivas as disposições regulamentares já existentes sobre notificação compulsória, estabelecendo medidas repressivas enérgicas contra os sonegadores de doentes. (....). Este aumento de despesa trará como conseqüência imediata uma economia enorme de vidas e, completado pelas medidas acima referidas, concernentes à notificação compulsória e vigilância sanitária, vem constituir o começo do extermínio da febre amarela no Rio de Janeiro. (....).”&amp;amp;nbsp; (&#039;&#039;Apud. &#039;&#039;FRAGA, 2005, p.51-52).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Oswaldo Cruz entendia que o combate à febre amarela deveria contemplar “os três elos da cadeia de transmissão da doença: caberia à saúde pública impedir a contaminação dos mosquitos pelos amarelentos infectantes, a infecção das pessoas receptíveis pelos mosquitos propagadores e a permanência dos casos esporádicos que, nos intervalos epidêmicos, garantiam a continuidade da doença” (BENCHIMOL, 1990, p.24). Para tanto era fundamental a reforma dos serviços sanitários, a reestruturação da Diretoria Geral de Saúde Pública, que encontrava-se desaparelhada, e regulamentações jurídicas que conferissem maior poder às autoridades sanitárias. As ações de combate à febre amarela começaram, então, com a criação, em 15 de abril de 1903, do Serviço de Profilaxia Específica da Febre Amarela, e com a incorporação de pessoal médico e de limpeza pública da municipalidade à Diretoria geral de Saúde Pública. Oswaldo Cruz fundamentava suas ações de combate à febre amarela no método do médico cubano Juan Carlos Finlay (1833-1915), segundo o qual o mosquito &#039;&#039;Culex fasciatus &#039;&#039;(atualmente referido como &#039;&#039;Aedes aegypti)&#039;&#039;, era o hospedeiro intermediário do parasito da febre amarela, que então era transmitido por meio de picada ao ser humano. O combate aos focos era feito com as brigadas de mata-mosquitos do Serviço de Profilaxia da Febre Amarela, que percorriam as ruas, lavavam caixas d´água, limpavam ralos, bueiros e telhados, buscando eliminar quaisquer depósitos de larvas de mosquitos. Recorreu a instrumentos legais, como a notificação obrigatória de todos os casos da doença, e a recursos de convencimento, como os folhetos educativos e os &#039;&#039;Conselhos ao Povo&#039;&#039; publicados nos jornais. As casas localizadas nas áreas dos focos eram desinfetadas pela queima de enxofre e piretro, os doentes iam para isolamento domiciliar ou eram removidos pelo Desinfectório Central para o Hospital de São Sebastião, na região do Caju (BENCHIMOL, 1990). &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Rio de Janeiro, em 1903, apresentava em seu quadro sanitário a presença também de outra moléstia, a varíola. No ano seguinte tendo em vista os números de casos de varíola, Oswaldo Gonçalves Cruz, Diretor da Saúde Pública, defendeu a idéia de que a única solução possível seria a vacinação obrigatória. Propôs, então, a lei que tornava obrigatória a vacinação e revacinação contra a varíola, lei nº 1.261 de 31 de outubro de 1904, que foi promulgada e depois revogada em decorrência do movimento conhecido como Revolta da Vacina, no Rio de Janeiro. Muitas das reações contrárias, apresentadas dentro e fora do Parlamento, afirmavam que a vacinação obrigatória feria a liberdade individual. Reações como estas também eram partilhadas pelo Apostolado Positivista e pela imprensa, e chegaram às ruas. Diversas manifestações iniciaram-se em 10 de novembro de 1904 nas principais praças e logradouros do centro do Rio de Janeiro, como as Ruas do Ouvidor, Quitanda, Sete de Setembro e Assembléia. Os tumultos avançaram também para áreas mais distantes da cidade, como Méier, Engenho de Dentro, Vila Isabel e Andaraí.Em 14 de novembro alunos da Escola Militar igualmente revoltaram-se, e em todos estes eventos a atuação de Oswaldo Cruz era alvo de críticas, pois a “direção sanitária, além de tirânica é ineptíssima” (&#039;&#039;Apud. &#039;&#039;FRAGA, 2005, p.108). &amp;amp;nbsp;Nesta oposição à vacina, que no princípio expressou-se como um obstáculo à aprovação do novo código ainda no Congresso, a “facção mais atuante era representada pelo Apostolado Positivista, mas outros grupos descontentes, como monarquistas, alguns militares, líderes operários (....) fundaram a Liga contra a Vacina Obrigatória” (LIMA, 1997, p.56).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O decreto nº 2119, de 1º de fevereiro de 1897, havia unificado os serviços de higiene da União, estabelecendo que os serviços de higiene de atribuição do&amp;amp;nbsp;[[INSTITUTO_SANITÁRIO_FEDERAL|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Sanitário Federal&amp;lt;/u&amp;gt;]], e a Inspetoria Geral de Saúde dos Portos passavam a ser dirigidos e executados por uma única repartição, a Diretoria Geral de Saúde Pública, com sede na Capital Federal e dependente do Ministério da Justiça e Negócios Interiores. Em 5 de janeiro de 1904, outro decreto, o nº1151, reorganizou os serviços de higiene, redefiniu as atribuições da Diretoria Geral de Saúde Pública e as atribuições da União e do Distrito Federal.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1904 Oswaldo Gonçalves Cruz também assumiu como diretor geral do 1º Distrito Sanitário (sede, Capital Federal) da Inspetoria de Saúde dos Portos dos Estados, permanecendo nesta função até o ano de 1909.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi delegado, juntamente com Antônio Augusto de Azevedo Sodré, na Convenção Sanitária Internacional, assinada em 12 de junho de 1904, entre as Repúblicas Argentina, Uruguai, Paraguai e Brasil.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A tuberculose ainda preocupava as autoridades e a saúde pública, e assim Oswaldo Gonçalves Cruz encaminhou ao Governo, em 8 de abril de 1907, seu plano de combate à tuberculose, no qual destacava, entre outras medidas, a educação profilática, a notificação compulsória, e a adoção de medidas sanitárias, como a tuberculinização sistemática das vacas leiteiras, a fiscalização dos matadouros, a fiscalização das substâncias alimentícias, e o serviço de varredura e limpeza dos logradouros públicos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Oswaldo Gonçalves Cruz, desde que assumira a direção da Saúde Pública tinha conhecimento das condições precárias em termos sanitários dos portos do país. Desta forma, elaborou um plano para constatar esta situação e propor as medidas necessárias. Em 27 de setembro de 1905, partiu na embarcação “República”, que dispunha de um laboratório flutuante, para realizar uma viagem de inspeção dos portos do norte do país, tendo visitado os portos de: Vitória (Espírito Santo); Caravelas, Santa Cruz, Porto Seguro, Salvador (Bahia); Penedo, Aracajú (Sergipe); Maceió (Alagoas); Tamandaré, Recife (Pernambuco); Cabedelo, João Pessoa (Paraíba); Natal, Areia Branca, Macau (Rio Grande do Norte); Fortaleza, Camorim (Ceará); Amarração (Maranhão); Belém, Óbidos, Santarém (Pará). Considerou-os sem boas condições sanitárias. Em janeiro de 1906 realizou a viagem de inspeção pelos portos do sul, os quais foram igualmente reprovados em termos sanitários: Santos (São Paulo); Paranaguá (Paraná); São Francisco (Santa Catarina); Rio Grande (Rio Grande do Sul). Oswaldo Cruz estendeu a viagem até as capitais do Uruguai, da Argentina e do Paraguai e, em seguida, a Corumbá (Mato Grosso), e em 28 de fevereiro, depois de passar novamente por Buenos Aires e Assunção, retornou ao Rio de Janeiro&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Iniciou o combate à peste bubônica em 1904, e nesta&amp;amp;nbsp;campanha sanitária Oswaldo Cruz não enfrentou resistências, como as vivenciadas anteriormente com a vacinação da varíola, pois “ninguém mais contestava o fato, comprovado por Yersin em 1898, de que a peste bubônica era transmitida pela picada de pulgas infectadas pelo sangue de ratos pestosos” (CASA DE OSWALDO CRUZ, 2013). Durante a campanha foi aplicada a vacina entre os moradores das regiões mais infestadas, como a zona portuária, feita a desratização da cidade, intimados os proprietários de imóveis a remover entulhos e realizar reformas, e determinada a notificação obrigatória dos casos da peste. Os pacientes acometidos pela peste bubônica seriam isolados e submetidos ao tratamento com o soro fabricado em Manguinhos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Max Rubner (1854-1932), do Institute of Hygiene/University of Berlin, representando o governo alemão, convidou o Brasil para a Exposição de Higiene que se realizaria junto ao XIV International Congress of Hygiene and Demography, em Berlim (Alemanha), em setembro de 1907. Aceito o convite, a seção brasileira foi preparada de forma a apresentar material referente às chamadas doenças tropicais, às campanhas contra a febre amarela e a peste, e ao material patológico doInstituto de Patologia Experimental. Na seção brasileira os trabalhos do então denominado&amp;amp;nbsp;Instituto de Patologia Experimental, em Manguinhos, atraíram a atenção do público, especialmente os estudos e as coleções de mosquitos brasileiros, como as espécies “culicinas” e as “anofelinas”, e o quadro com a imagem aumentada do &#039;&#039;Stegomya calopus&#039;&#039;. A seção também expunha um modelo de madeira do laboratório destinado aos estudos sobre a peste, o modelo de uma casa para expurgo contra a febre amarela, o modelo de um quarto de isolamento, desenhos de edifícios projetados pela Diretoria Geral de Saúde Pública, e ricos mostruários com preparações, soros e vacinas. A exposição foi bastante visitada e recebeu muitos elogios de cientistas presentes em Berlim, e de brasileiros em matérias noticiadas em periódicos, que destacavam seu sucesso e sua importância para o país (GUERRA, 1940). Oswaldo Gonçalves Cruz recebeu em 27 de setembro de 1907 a medalha de ouro pela seção brasileira apresentada nesta Exposição.No XIV International Congress of Hygiene and Demography vários cientistas do então&amp;amp;nbsp;[[INSTITUTO_DE_PATOLOGIA_EXPERIMENTAL|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto de Patologia Experimental&amp;lt;/u&amp;gt;]]&amp;amp;nbsp;apresentaram memórias, como o próprio Oswaldo Gonçalves Cruz, que apresentou a memória “Profilaxia da febre amarela”, [[CHAGAS,_CARLOS_RIBEIRO_JUSTINIANO|&amp;lt;u&amp;gt;Carlos Ribeiro Justiniano Chagas&amp;lt;/u&amp;gt;]], Arthur Neiva, Antônio Cardoso Fontes, Henrique Beaurepaire Rohan Aragão e Henrique Figueiredo de Vasconcellos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Na viagem de retorno ao Brasil, Oswaldo Gonçalves Cruz passou por Nova York, onde visitou o Instituto de Pesquisas Médicas e o Serviço Municipal de Profilaxia de Tuberculose, e pela cidade do México, onde conheceu o Hospital General de la ciudad de México, dirigido por Eduardo Liceaga (1839-1929), e participou como Delegado na Tercera Convención Sanitaria Internacional de las Repúblicas Americanas (Cidade do México, 2 a 7/12/1907). Retornou ao Brasil em 10 de fevereiro de 1908, sendo recebido com inúmeras manifestações de apreço e de reconhecimento à premiação em Berlim, publicadas em grandes periódicos, e com a ovação da população que o aguardava no cais Pharoux.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1908, Oswaldo Cruz foi escolhido pelo &#039;&#039;Institut für Schiffs-und Tropenkrankheiten&#039;&#039;, de Hamburgo, para ser o representante brasileiro no júri permanente do Prêmio Schaudinn, conferido por aquela instituição àqueles que mais se destacavam nos estudos de microbiologia. O Prêmio homenageava a memória do bacteriologista Fritz Schaudinn (1871-1906), responsável pela descoberta do micróbio da sífilis. Integravam, também, o júri, importantes cientistas como os bacteriologistas alemães Paul Ehrlich (1854-1915) e Heinrich Hermann Robert Koch (1843-1910), o zoólogo Otto Bütschili (1848-1920), o parasitologista francês Charles Louis Alphonse Laveran (1845-1922), o anatomista russo Élie Metchnikoff (1845-1916), o parasitologista escocês Patrick Manson (1844-1922), e o biólogo russo Wladimir Timophelvich Schewiakoff (1859-1930).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi membro na organização da Exposição Nacional de 1908, inaugurada em 11 de agosto e realizada na região entre a Praia da Saudade e a Praia Vermelha, na Capital da República, em comemoração do centenário do decreto de abertura dos portos ao comércio internacional.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A Cruz Vermelha Brasileira, fundada por iniciativa de Joaquim de Oliveira Botelho, em 5 de dezembro de 1908 no salão da Sociedade de Geographia do Rio de Janeiro, teve como seu primeiro presidente Oswaldo Cruz.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Sales Guerra (1940) destacou que, ainda neste ano de 1908, Oswaldo Gonçalves Cruz recebeu outra distinção, decorrente da mudança do nome da instituição em Manguinhos, que passou de&amp;amp;nbsp;[[INSTITUTO_DE_PATOLOGIA_EXPERIMENTAL|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto de Patologia Experimental&amp;lt;/u&amp;gt;]]&amp;amp;nbsp;para&amp;amp;nbsp;[[INSTITUTO_OSWALDO_CRUZ|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Oswaldo Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]], pelo decreto nº 6.891 de 19 de março daquele ano.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1909, o periódico &#039;&#039;Brazil-Medico&#039;&#039;, dirigido por Antônio Augusto de Azevedo Sodré, prestou uma homenagem a Oswaldo Gonçalves Cruz, como forma de reconhecimento a seu trabalho, realizando uma subscrição em suas páginas para a compra de uma medalha de ouro a ser ofertada ao agraciado, a qual totalizou o número de 1.042 assinaturas incluindo médicos de renome e representantes de importantes instituições brasileiras. A medalha, encomendada ao escultor e gravador Charles Philippe Germain Aristide Pillet (1869-1960), apresentava em um dos lados a efígie de Oswaldo Gonçalves Cruz com a inscrição “Homenagem da classe médica ao Dr. Oswaldo Cruz, Rio de Janeiro, 1909”, e do outro a reprodução em relevo do Instituto Oswaldo Cruz com legendas latinas que significavam “O conhecimento da causa da moléstia basta muitas vezes para extinguí-la” (GUERRA, 1940, p.484).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Por ocasião do&amp;amp;nbsp;Cuarto Congreso Medico Latinoamericano, presidido por Antônio Augusto de Azevedo Sodré e realizado conjuntamente com a Exposición Internacional de Higiene, na cidade do Rio de Janeiro de 1º a 8 de agosto de 1909, esta homenagem da classe médica a Oswaldo Gonçalves Cruz foi incluída no programa doevento. Na solenidade Azevedo Sodré fez as aclamações, sendo seguido por vários delegados do Congresso, como Nicolás Lozano Escobar (1864-1938), da Argentina, Máximo Cienfuegos Sánchez (1855-1910), do Chile, Juan Peón del Valle, do México, Fernando Gorriti (1876-1970), do Paraguai e Tomas Aguerrevere Pacanins (1860-1913), da Venezuela. Neste congresso Oswaldo Cruz apresentou a memória “Profilaxia da febre amarella”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Solicitou, em 19 de agosto de 1909, sua exoneração do cargo de diretor da Diretoria Geral de Saúde Pública, sendo substituído por Henrique Figueiredo de Vasconcellos, e permaneceu até 1916 somente à frente doInstituto Oswaldo Cruz, instituição que desde 1908 ganhara oficialmente seu nome, e se separara da Diretoria Geral de Saúde Pública, ficando subordinada diretamente ao Ministério da Justiça.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ainda no ano de 1909, em sessão da&amp;amp;nbsp;[[ACADEMIA_NACIONAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Nacional de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]], o Corpo de Saúde do Exército ofereceu a Oswaldo Gonçalves Cruz uma caneta de ouro pelos estudos sobre o gérmen da varíola apresentados no&amp;amp;nbsp;[[INSTITUTO_OSWALDO_CRUZ|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Oswaldo Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]] e divulgados em institutos científicos de vários países.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1910 foi contratado pela Companhia Madeira-Mamoré Railway, associada à Port of Pará, responsável pela construção da estrada de ferro que iria de Porto Velho à Guajará-Mirim na região amazônica, compromisso diplomático que o país havia assumido com a Bolívia em decorrência do Tratado de Petrópolis (17/11/1903), para realizar o saneamento dos locais por onde passaria a estrada. Oswaldo Gonçalves Cruz viajou para a região de Madeira-Mamoré em 16 de junho deste ano, a bordo do vapor do Lloyd Brazileiro “Rio de Janeiro”, em companhia do Inspetor Sanitário Belisário Augusto de Oliveira Penna, que havia participado das campanhas contra a febre amarela no Rio de Janeiro e Pará. Percorreu durante 28 dias a região de Manaus até Porto Velho, realizando autópsias diárias, prestando assistência médica a doentes, e observando detalhadamente as condições sanitárias da região. Suas considerações sobre as instalações da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, que viria a ser inaugurada em 1º de agosto de 1912, do ponto de vista sanitário foram publicadas no relatório intitulado&amp;amp;nbsp;“Madeira-Mamoré Railway Company. Considerações geraes sobre as Condições sanitarias do Rio Madeira”,apresentado a Carlos Sampaio, representante das Companhias Madeira-Mamoré Railway e Port of Pará, no qual destacou a relevância da questão sanitária para a região:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Este assumpto sanitário é de tão mais alta importância quanto delle depende a construcção e conservação da E. de F. Madeira-Mamoré que, como vimos, é a condição &#039;&#039;sine qua non&#039;&#039; da exploração das fabulosas riquezas de acima das cachoeiras. As tentativas de construcção dessa Estrada têm sido assignadas por verdadeiras hecatombes que têm constituído a base principal do mallogro dos tentames feitos até agora nesse sentido.” (CRUZ, 1910, p. 6).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Durante sua estadia na cidade de Belém, Oswaldo Gonçalves Cruz pode inspecionar diversos pontos da cidade, preparando-se para melhor atender à solicitação do Governador do Pará, João Coelho, de organizar os serviços de profilaxia da febre amarela naquele estado. &amp;amp;nbsp;Em 17 de agosto, Oswaldo Cruz viajou para o Rio de Janeiro para constituir e preparar a equipe de auxiliares para aquela empreitada. Para tal desembarcou em Belém com dez médicos, quatro chefes de turmas, 20 capatazes, 50 guardas, um administrador, e um escriturário (Fraiha Neto, 2012). A comissão seria presidida por João Pedroso Barreto de Albuquerque, e integrada pelos auxiliares técnicos Pedro D´Albuquerque, Leocádio Chaves, Caetano da Rocha Cerqueira, Maurício de Abreu, Augusto Serafim da Silva, Belisário Augusto de Oliveira Penna, Abel Tavares de Lacerda, Ângelo Moreira da Costa Lima e Emygdio de Matos, e pelos chefes de turmas José Joaquim de Brito, Alberto Pereira, Raul de Avelar Alves e Curiacio de Azevedo. Depois integraram também a comissão os médicos Affonso Mac Dowell, Jayme Aben-Athar e Antônio Gonçalves Peryassú. Esta comissão conseguiu em seis meses acabar com a febre amarela em Belém e em outras cidades do Pará. Durante sua atuação à frente do saneamento da região, Oswaldo Cruz publicou nos periódicos da cidade, como &#039;&#039;A Provincia do Pará&#039;&#039; e a&#039;&#039;Folha do Norte, &#039;&#039;vários comunicados orientação a população sobre a febre amarela. (Fraiha Neto, 2012, p.56)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Como representante brasileiro, Oswaldo Gonçalves Cruz ganhou o primeiro lugar na International Hygiene Exhibition, inaugurada em 6 de maio de 1911, em Dresden (Alemanha), mas teve que partir antes da inauguração, para retornar a Belém e completar sua missão entregando os serviços de profilaxia da febre amarela. O pavilhão brasileiro apresentava “material de doenças tropicais e amplo documentário em gráficos, desenhos, miniaturas etc. dos Instituto Oswaldo Cruz, Butantã e da repartição de Saúde Pública” (FRAGA, 2005, p.183). Além de Oswaldo Cruz, participaram da elaboração do pavilhão brasileiro Luiz Moraes Júnior, Henrique Figueiredo Vasconcellos, Antônio Cardoso Fontes e o médico residente em Dresden, Ataliba Florence. A inauguração do pavilhão brasileiro em Dresden, em 14 de julho de 1911, foi amplamente noticiada pela imprensa do Rio de Janeiro, como o &#039;&#039;Jornal do Commercio &#039;&#039;com a matéria intitulada “O Brasil na Exposição Internacional de Higiene de Dresde”, em 5 de agosto de 1911. As matérias noticiavam o sucesso de público da exposição:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Despertaram maior interesse, não só dos homens de ciência, mas do público em geral, os trabalhos de Carlos Chagas, a imagem do &#039;&#039;barbeiro&#039;&#039; ou &#039;&#039;schizotripanum cruzi&#039;&#039;, vivo causaqdor da moléstia de Chagas, a dos afetados da tripanozomíaes, bem assim os trabalhos de Provaseck e Aragão (varíola), os de A. Cardoso Fontes (tuberculose), os de E. Ribas (Milkpox), de Rangel Pestana (nambiuvú), as coleções de Lutz, de Neiva, etc., etc.” (&#039;&#039;Apud. &#039;&#039;GUERRA, 1940, p.558)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 25 de julho de 1911 foi criado, pelo pediatra Olympio Olynto de Oliveira, o Instituto Oswaldo Cruz, anexo à&amp;amp;nbsp;[[FACULDADE_DE_MEDICINA_DE_PORTO_ALEGRE|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina de Porto Alegre&amp;lt;/u&amp;gt;]]&amp;amp;nbsp;criada em 1897, destinado a pesquisas nas áreas de microbiologia, histologia, parasitologia, farmacologia e química dos serviços de clínica da Faculdade, mas sem qualquer vinculação com o [[INSTITUTO_OSWALDO_CRUZ|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Oswaldo Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]], então dirigido por Oswaldo Gonçalves Cruz na cidade do Rio de Janeiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi representante brasileiro, juntamente com Henrique Figueiredo de Vasconcellos, na International Sanitary Convention, realizada em Paris em 17 de janeiro de 1912. &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Oswaldo Gonçalves Cruz candidatou-se em 1912 à Academia Brasileira de Letras, para a Cadeira nº 5, cujo Patrono era Bernardo Guimarães, e que se encontrava vaga com o falecimento de Raymundo Corrêa. Sua candidatura suscitou algum questionamento quanto ao fato de Oswaldo Cruz não ser um homem de letras. Affonso Celso de Assis Figueiredo, o Conde de Affonso Celso, considerou à época totalmente equivocada esta visão e defendeu sua candidatura:“Em primeiro lugar, nem no espírito dos regulamentos da Academia existe definição taxativa de homem de letras, da qual se possa tirar argumento contra a entrada do Dr. Oswaldo Cruz. Ao contrário, o intuito dos fundadores da Academia foi que ela constituísse o expoente completo da mentalidade e da cultura brasileiras e reunisse não unicamente poetas, romancistas, dramaturgos ou jornalistas, mas todos aqueles que se notabilizassem em qualquer demonstração de superioridade intelectual”. (&#039;&#039;Apud.&#039;&#039; SOUZA, 1972, p.8)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Concorreu com o poeta Emílio de Menezes, e venceu tendo obtido 18 votos contra 11 de seu concorrente. Foi eleito membro em 11 de maio de 1912, e sua investidura como acadêmico foi em 26 de julho de 1913, quando foi recepcionado por&amp;amp;nbsp;[[PEIXOTO,_JÚLIO_AFRÂNIO|&amp;lt;u&amp;gt;Júlio Afrânio Peixoto&amp;lt;/u&amp;gt;]]. Por ocasião de seu falecimento, em 1917, foi substituído na Cadeira nº 5 pelo médico e professor&amp;amp;nbsp;[[CASTRO,_ALOYSIO_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Aloysio de Castro&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Ministro da Agricultura, Indústria e Comércio, Pedro de Toledo, em 17 de agosto de 1912, firmou um contrato com Oswaldo Gonçalves Cruz para o saneamento do vale do Amazonas. Para estudar as condições sanitárias do vale do Amazonas, Oswaldo Cruz constituiu, então, uma comissão composta por [[CHAGAS,_CARLOS_RIBEIRO_JUSTINIANO|&amp;lt;u&amp;gt;Carlos Ribeiro Justiniano Chagas&amp;lt;/u&amp;gt;]], João Pedroso Barreto de Albuquerque, então secretário da Diretoria Geral de Saúde Pública, e &amp;lt;u&amp;gt;Antônio Pacheco Leão&amp;lt;/u&amp;gt;, professor da&amp;amp;nbsp;[[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]]. &amp;amp;nbsp;Os resultados foram apresentados no “Relatorio sobre as Condições Medico-Sanitarias do Valle do Amazonas”, publicado em 1913, no qual destacou a competência da referida comissão no estudo das condições sanitárias, especialmente com relação ao impaludismo, considerado o grande problema da região:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A commissão alludida, depois de permanecer algum tempo em Manaos, cujas condições sanitárias estudou, percorreu, entre outros, os rios Solimões, Juruá, Purus, Acre, Yacco, Negro e baixo Rio Branco, como representando os centros principais da producção de borracha. Em todas essas regiões foi cuidadosamente estudada a nosologia, assim como as condições de vida do seringueiro. E das pesquizas relativamente às moléstias reinantes, então, decorrem noções promissórias dos mais bellos resultados referentes à prophylaxia, o que equivale a dizer que postas em pratica, com perseverança, orientação e energia, certas medidas, relativamente fáceis, desapparecerá esse fantasma, que amedronta todos aqueles que se aventuram a correr atrás da fortuna nos alagadiços da Amazônia”. (CRUZ, 1913, p.3)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em outubro de1913&amp;amp;nbsp;Oswaldo Cruz recepcionou Theodore Roosevelt, ex-presidente dos E.U.A., em visita ao&amp;amp;nbsp;[[INSTITUTO_OSWALDO_CRUZ|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Oswaldo Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]], em Manguinhos,&amp;amp;nbsp;lhe apresentando a instituição, seus pavilhões, suas seções, suas peças anatômicas, e suas coleções de protozoologia, de bacteriologia, de micologia, de história natural médica, e de física-química.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;Por carta credencial de 18 de outubro de 1913 foi nomeado um dos delegados do governo brasileiro, par juntamente com representantes das repúblicas da Argentina, do Uruguai e Paraguai, formular uma nova Convenção Sanitária em novembro, na cidade de Montevidéu (Uruguai). A Convenção Sanitária foi realizada nesta cidade em 15 de abril de 1914, e nesta ocasião Oswaldo Cruz também foi indicado para compor, como representante do Brasil, a Comissão de profilaxia da febre amarela, juntamente com os médicos uruguaios Fernando Espero e Alfredo Vidal y Fuentes (1863-1926). Em seguida viajou para Buenos Aires, quando visitou o Instituto de Bacteriología, Química y Conservatorio de Vacuna Antivariólica, em companhia de seu primeiro diretor o bacteriologista alemão Rudolf Kraus (1868-1932), e o Hospicio de las Mercedes, instituição psiquiátrica criada em 1865 como &amp;lt;span lang=&amp;quot;PT&amp;quot; style=&amp;quot;font-weight:normal&amp;quot;&amp;gt;Hospicio de San Buenaventura e dirigida por Domingo Felipe Cabred (1859-1929),&amp;lt;/span&amp;gt; e foi nomeado membro honorário da Academia Nacional de Medicina (Buenos Aires, 1822) e da Sociedad Argentina de Higiene Publica e Ingeniería Sanitaria.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi criado, em 1913, uma entidade representativa dos estudantes da então&amp;amp;nbsp;[[FACULDADE_DE_MEDICINA_E_CIRURGIA_DE_SÃO_PAULO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina e Cirurgia de São Paulo&amp;lt;/u&amp;gt;]]&amp;amp;nbsp;(atual Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo), que recebeu a denominação de Centro Acadêmico Oswaldo Cruz.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em junho de 1914 Oswaldo Cruz recebeu da&amp;amp;nbsp;[[SOCIEDADE_DE_MEDICINA_E_CIRURGIA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]]&amp;amp;nbsp;uma medalha de mérito, como gratidão da classe médica por suas contribuições para a investigação científica no campo da medicina experimental, da terapêutica e da soroterapia.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Embarcou para Paris, em 15 de junho de 1914, como diretor do&amp;amp;nbsp;[[INSTITUTO_OSWALDO_CRUZ|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Oswaldo Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]]&amp;amp;nbsp;e acompanhado de sua família, para visitar instituições de pesquisa européias. Com a eclosão da 1ª Guerra Mundial, e dos prováveis bombardeios na cidade parisiense, Oswaldo Gonçalves Cruz levou sua família para Londres, e retornou ao Brasil no princípio de 1915.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Por ocasião da inauguração do pavilhão brasileiro, organizado por [[SEIDL,_CARLOS_PINTO|&amp;lt;u&amp;gt;Carlos Pinto Seidl&amp;lt;/u&amp;gt;]], para a Exposition Internationale, realizada de 1º de maio a 1º de novembro de 1914 em Lyon (França), Olyntho de Magalhães, Ministro do Brasil na França, fez inúmeros elogios a Oswaldo Cruz, destacando todo seu esforço pelo saneamento no Brasil.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Nilo Peçanha, então Presidente do Estado do Rio de Janeiro, consultou Oswaldo Cruz, em maio de 1915, quanto à eficiência de uma campanha contra a formiga saúva nas terras fluminenses, da forma como fora feita contra os mosquitos e os ratos. O sanitarista inicialmente estudou a formiga e seus hábitos, em um formigueiro artificial que mandou construir em Manguinhos, e pensou como estratégia o desenvolvimento de uma epidemia mortífera que fosse devastadora para as formigas, incluindo o emprego de gases asfixiantes e a organização de uma brigada de homens experientes no assunto, mas devido a seus problemas de saúde não pode prosseguir nestas investigações.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1916 Oswaldo Cruz tornou-se membro do Conselho Administrativo dos Patrimônios de Estabelecimentos a cargo do Ministério da Justiça e do Interior, estabelecido na Praça Tiradentes nº 65, na cidade do Rio de Janeiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Por motivo do agravamento de sua doença renal, Oswaldo Cruz deixou em 1916, a direção do&amp;amp;nbsp;[[INSTITUTO_OSWALDO_CRUZ|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Oswaldo Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]]&amp;amp;nbsp;e mudou-se para a cidade de Petrópolis, na serra do Rio de Janeiro. Durante sua estadia nesta cidade recebeu a visita do médico sanitarista Bailey K. Ashford (1873-1934), membro da International Health Commission da Fundação Rockefeller, em visita ao Brasil. De sua visita, inclusive ao próprio&amp;amp;nbsp;[[INSTITUTO_OSWALDO_CRUZ|Instituto Oswaldo Cruz]], Ashford produziu um relatório detalhado, datado de 15 de fevereiro de 1916 (FARIA, 1998).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Na&amp;amp;nbsp;[[SOCIEDADE_BRASILEIRA_DE_CIÊNCIAS|Sociedade Brasileira de Ciências]], atual&amp;amp;nbsp;[[ACADEMIA_BRASILEIRA_DE_CIÊNCIAS|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Brasileira de Ciências&amp;lt;/u&amp;gt;]], criada em 3 de maio de 1916 na cidade do Rio de Janeiro, e presidida por Henrique Charles Morize, Oswaldo Gonçalves Cruz foi um dos assinantes de sua ata de fundação, foi seu primeiro vice-presidente, juntamente com Joaquim Cândido da Costa Senna, e integrou a seção de ciências biológicas. Devido a seu falecimento no ano seguinte, foi substituído por Antônio Ennes de Souza.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No discurso inaugural da Primera Conferencia (Buenos Aires,17-24/09/1916) da Sociedad Sud Americana de Higiene, Microbiología y Patología, proferido por Rudolf Krauss (1861-1945), diretor do&amp;amp;nbsp;Instituto de Bacteriología, Química y Conservatorio de Vacuna Antivariólica (Buenos Aires, Argentina), foi referenciada a trajetória e a obra de Oswaldo Gonçalves Cruz, e proposta a realização da próxima Conferência no Rio de janeiro, sob a presidência deste cientista brasileiro. Entretanto, isto não se concretizou devido a seu falecimento em 1917.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em julho de 1916 foi nomeado prefeito da cidade de Petrópolis pelo então Presidente do Estado do Rio de Janeiro, Nilo Peçanha, porém por estar doente Candido José Ferreira Martins assumiu interinamente, em 2 de agosto de 1916, aquela prefeitura. Em 17 de agosto de 1916, Oswaldo Cruz assumiu efetivamente este cargo, e no dia seguinte propôs seu plano de ação que apresentava entre outras medidas, rede de esgotos, regulamentação e fiscalização da venda do leite, organização do serviço sanitário, barragem dos rios, plantio de flores nas margens dos rios, preparo de gás pobre com lixo e produção de energia elétrica para os britadores e oficinas, organização do ensino primário, Museu histórico do Império e Jardim Botânico no Palácio Imperial, e Matadouro e Laboratório. De acordo com matéria publicada no &#039;&#039;Jornal do Brasil&#039;&#039;, em 6 de janeiro de 1917, o então Prefeito Oswaldo Cruz manifestou seu agradecimento ao governo do Estado pelo material e pelo serviço do Corpo de Bombeiros que haviam sido entregues à cidade de Petrópolis.&amp;amp;nbsp; Entretanto, devido à precariedade de sua saúde, não pode implementar seu plano, e teve que renunciar em 31 de janeiro de 1917.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Seu falecimento, na cidade de Petrópolis em 11 de fevereiro de 1917, repercutiu fortemente no país, expresso principalmente por meio de matérias e necrológios em jornais e periódicos, e por manifestações de pesar de instituições como a [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], a [[ACADEMIA_NACIONAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Nacional de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]], o [[INSTITUTO_OSWALDO_CRUZ|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Oswaldo Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]], a [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DA_BAHIA|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina da Bahia&amp;lt;/u&amp;gt;]], o [[INSTITUTO_SOROTERÁPICO_DE_BUTANTAN|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Soroterápico de Butantan&amp;lt;/u&amp;gt;]], o [[MUSEU_NACIONAL|&amp;lt;u&amp;gt;Museu Nacional&amp;lt;/u&amp;gt;]], a [[SOCIEDADE_DE_MEDICINA_E_CIRURGIA_DE_SÃO_PAULO|&amp;lt;u&amp;gt;Sociedade de Medicina e Cirurgia de São Paulo&amp;lt;/u&amp;gt;]] e a Santa Casa da Misericórdia de Santos. Foram realizados diversos atos públicos e solenidades em sua homenagem em várias cidades do país e do exterior, amplamente noticiados nos principais periódicos do Rio de Janeiro, como a matéria “Dr. Oswaldo Cruz. O enterro do grande cientista. As manifestações de pezar” (&#039;&#039;Jornal do Brasil&#039;&#039;, 13 de fevereiro de 1917, terça-feira, p.6).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;A Liga de Defesa Nacional, fundada em 7 de setembro de 1916 por Olavo Bilac, Pedro Augusto Carneiro Lessa, Alvaro Alberto, Miguel Calmon, Miguel de Oliveira Couto e outros intelectuais e políticos, e da qual Oswaldo Cruz foi membro, lhe prestou seu voto de pesar por seu falecimento.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;O periódico &#039;&#039;Medicina Militar&#039;&#039;, em sua edição de fevereiro de 1917, o homenageou com uma matéria do médico Ismael da Rocha, então Diretor de Saúde da Guerra, na qual destacou sua importância na transformação do Instituto Oswaldo Cruz em um centro de ensinamento para as pesquisas experimentais, sobre parasitologia e higiene, e seu apoio ao Serviço de Saúde do Exército e suas atividades.&amp;amp;nbsp;Ismael da Rocha havia integrado o pessoal técnico formado por Pedro Affonso de Carvalho Franco (Barão de Pedro Affonso) para o [[INSTITUTO_SOROTERÁPICO_FEDERAL|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Soroterápico Federal&amp;lt;/u&amp;gt;]], em 1900, mas se afastado logo nos primeiros dias para assumir outro posto.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Foi realizada uma sessão solene em sua homenagem, em 28 de maio de 1917 no Teatro Municipal, cuja Conferência, proferida por Rui Barbosa, foi publicada na &#039;&#039;Revista do Brasil &#039;&#039;(n. 19, ano II, vol. V, julho de 1917). O jurista Rui Barbosa ao referir-se à trajetória de Oswaldo Cruz, destacou que este além de ter revelado o Brasil que era desconhecido para muitos, ao identificar um “Brasil pesteado” e deixar de legado um “Brasil desinfectado”, teve importante papel no desenvolvimento da medicina experimental no país:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“Não foi somente o debelar a peste, a febre amarela e o impaludismo. (....). Fundara uma escola. Quis dar-lhe o maior campo de atividade, que, criando a medicina experimental no Brasil, lhe podia assegurar, e empregou-a em estudar as doenças brasileiras, ainda mal conhecidas na sua patogenia, granjeando, à ciência nacional, nesse terreno, uma reputação, que chega a emparelhá-la com a dos mais adiantados centros de cultura hodierna”. (BARBOSA, 1953, p.92-93)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Ainda em 1917 foi constituída a Comissão do Monumento à Oswaldo Cruz para homenageá-lo, da qual faziam parte Miguel de Oliveira Couto, então presidente da [[ACADEMIA_NACIONAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Nacional de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]], Luiz do Nascimento Gurgel, Miguel da Silva Pereira, [[CHAGAS,_CARLOS_RIBEIRO_JUSTINIANO|&amp;lt;u&amp;gt;Carlos&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/u&amp;gt;]]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;[[CHAGAS,_CARLOS_RIBEIRO_JUSTINIANO|&amp;lt;u&amp;gt;Ribeiro Justiniano Chagas&amp;lt;/u&amp;gt;]], Egydio Salles Guerra, entre outros. Esta Comissão iniciou suas atividades em 1917, angariando recursos, por meio da distribuição de listas de subscrição nacional, para a construção do monumento, e foi reorganizada em 1927, já com personalidade jurídica. Em 1936 iniciou-se a transferência do patrimônio da então extinta [[FUNDAÇÃO_OSWALDO_CRUZ|Fundação Oswaldo Cruz]] para a Comissão, quando foi solicitado auxílio aos governadores e interventores dos Estados para o projeto do monumento. A&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;prefeitura do Distrito Federal, em 1938, definiu como local para ser erguido o monumento uma praça na Av. Epitácio Pessoa, próxima ao Corte de Cantagalo. Em maio de 1938 foi publicado um edital para seleção do projeto do monumento, tendo sido apresentado vinte projetos, os quais foram exibidos na Escola Nacional de Belas Artes, mas nenhum destes projetos concorrentes foi escolhido pelo júri. Novo edital foi publicado em janeiro de 1940, tendo sido classificado em 1º lugar foi o concorrente “São Luis de Paraitinga”, que era o pseudônimo de Julio Starace, que veio a assinar o contrato para a construção do monumento em agosto de 1941. Posteriormente surgiram várias divergências entre o artista e a comissão, e a construção do monumento não se concretizava. A Comissão foi recomposta por várias vezes, e em 1960 definiu pela realização de novo concurso. Mas na realidade o monumento em homenagem a Oswaldo Cruz acabaria nunca sendo construído.&amp;amp;nbsp; Toda esta documentação sobre a Comissão do Monumento está sob a guarda do Departamento de Arquivo e Documentação da Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em documento de fundação da Liga Pro-Saneamento, criada em 11 de fevereiro de 1918 sob a liderança de Belisário Augusto de Oliveira Penna, tendo comoproposta central o saneamento rural,foi vinculada esta criação à trajetória de Oswaldo Gonçalves Cruz:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“De facto, porém, nenhum outro mais próprio, nenhum outro de melhor augúrio, para que levemos a bom termo, nós os fundadores da&amp;amp;nbsp;«Liga Pro-Saneamento do Brasil», os seus intuitos patrióticos, porque está ella vinculada para sempre à memória do maior Brasileiro, do emérito fundador da medicina experimental no Brasil, do inegualavel organizador da hygiene cientifica, e quem iniciou com solidez os alicerces de uma nova e brilhante nacionalidade brasileira”. ([PENNA], 1922, p.55).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;A Liverpool School of Tropical Medicine, conferiu em 1919, a &#039;&#039;Mary Kingsley Medal ao&#039;&#039; Instituto Oswaldo Cruz, em reconhecimento ao trabalho científico de seu fundador, Oswaldo Gonçalves Cruz, “for devotion to science” (LIVERPOOL, 1920, p. V.). A instituição havia definido anteriormente a premiação e esperado o fim do conflito mundial para entregá-la, mas com seu falecimento neste interim, a medalha foi entregue aoInstituto Oswaldo Cruz.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Igualmente com o objetivo de perpetuar a memória de Oswaldo Cruz, foi criada, em 25 de agosto de 1922, a [[FUNDAÇÃO_OSWALDO_CRUZ|Fundação Oswaldo Cruz]], instituição de obras de assistência, instrução técnica e educação profissional, cujos estatutos afirmavam os princípios que o haviam conduzido como homem de ciência como:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;margin-top:0cm; margin-right:1.0cm; margin-bottom:.0001pt; margin-left:1.0cm; text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“Na ciência e na instrução, na assistência e no amor que constituiriam a finalidade da obra de Oswaldo Cruz, materializar a glória de sua vida”. (&#039;&#039;Apud.&#039;&#039; BRITO, 1997, p.333)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Foram idealizadores desta iniciativa os médicos João Pedroso Barreto de Albuquerque, Leocádio Chaves e José Gomes de Faria, Waldemiro de Andrade, Oscar Meira, Bessa dos Santos, J. Cavalcanti, Guilherme Pereira, Partemiano Mendes e Alberto Lamartine Teixeira Lopes. No quadro de dirigentes da instituição estavam Egydio Salles Guerra (presidente), Guilherme Guinle (presidente de honra), Clementino Rocha Fraga (secretário), João Pedroso Barreto de Albuquerque (tesoureiro), José Félix Alves Pacheco, e integravam seu conselho deliberativo, além de Guilherme Guinle e Egydio Salles Guerra, o médico e senador Alfredo Ellis, [[CHAGAS,_CARLOS_RIBEIRO_JUSTINIANO|&amp;lt;u&amp;gt;Carlos Ribeiro Justiniano Chagas&amp;lt;/u&amp;gt;]], Pires e Albuquerque, João Marinho de Azevedo, João Carlos Rodrigues, Mário Nazareth, Miguel de Oliveira Couto, senador José Felix Alves Pacheco, Belisário Augusto de Oliveira Penna, Visconde de Moraes, e Alberto Lamartine Teixeira Lopes. Esta instituição pretendeu, entre suas obras de assistência, construir o Instituto do Câncer, e a partir de 1924, com apoio financeiro da família Guinle, buscou iniciar a concretização deste plano. Entretanto em 1934 a obra encontrava-se com falta de recursos para sua conclusão, e a construção do hospital não foi concretizada. Em julho de 1936 esta Fundação Oswaldo Cruz foi extinta, passando seu patrimônio para a Comissão do Monumento, então presidida pelo médio Raul Leitão da Cunha (SANGLARD,2010).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Ezequiel Caetano Dias, médico e discípulo de Oswaldo Gonçalves Cruz, no texto “Traços biográficos de Oswaldo Cruz”, publicado nas &#039;&#039;Memórias do Instituto Oswaldo Cruz&#039;&#039;, em 1922, reconstituiu o ambiente dos últimos momentos de Oswaldo Gonçalves Cruz, em sua residência na cidade de Petrópolis:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“N´um tranqüillo recanto da rua Montecaseros, com frente para a collina onde se acha o cemiterio, demora um solar antigo situado n´um jardim florido de hortensias. Um lustre encarnado, ao alto da varanda cingida de trepadeiras rubras, illumina suavemente as escadarias. No salão de visitas, também vermelho, tudo é silencio e escuridão. Naquele mesmo silêncio triste da rua Montecaseros, ouvem-se as nove badaladas norturnas do Convento dos Franciscanos. (.....). Na ante-sala, conchegados como um grupo de aves tímidas ao presentir uma tormenta, estão Salles Guerra, Chagas, Pedroso, Belisário Penna e membros da família. Conversam sobre a crueldade da agonia que se estira n´um longo estado comatoso; rememoram-se benefícios recebidos d´aquele discreto coração; recapitulam-se a todos os valores da vida prestes a extinguir-se; lamenta-se a grande desgraça que vae abater o Brasil. E como que a resumir todos os conceitos, numa concisão admirável, salientava-se uma phrase commovida de Salles Guerra: - Foi o homem mais perfeito que até hoje tenho conhecido”. (DIAS, 1922, p.72-73)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em sua homenagem, também foi instituído, pelo decreto nº 20.043, de 27 de maio de 1931, o Prêmio Oswaldo Cruz, para ser conferido ao aluno diplomado e classificado em 1º lugar no Curso de Aplicação, do [[INSTITUTO_OSWALDO_CRUZ|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Oswaldo Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-weight:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;text-decoration:none&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;text-underline:none&amp;quot;&amp;gt;É patrono da Cadeira nº 99 da Academia de Medicina de São Paulo, da Cadeira nº 42 – seção de medicina da Academia Brasileira de Medicina Militar, da Cadeira nº 21 da Academia Brasileira de Médicos Escritores (ABRAMES), da Cadeira nº 40 da Academia Planaltinense de Letras (Planaltina, Distrito Federal).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;A lei nº 5.352, de 8 de novembro de 1967, instituiu o Dia Nacional da Saúde, a ser comemorado no dia 5 de agosto, data de nascimento de Oswaldo Gonçalves Cruz, para promover a educação sanitária e despertar, no povo, a consciência do valor da saúde.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Foi instituída, com o decreto nº 66.988, de 31 de julho de 1970, a outorga da Medalha de Mérito Oswaldo Cruz aos que se destacaram em atividades científicas, educacionais, administrativas e culturais vinculadas ao campo da saúde pública, da higiene e da medicina. Esta medalha apresentava, de um lado,a efígie de Oswaldo Cruz, gravada em relevo e com a inscrição do nome e de seus anos de nascimento e falecimento (1872 – 1917), e do outro, a fachada do&amp;amp;nbsp;[[INSTITUTO_OSWALDO_CRUZ|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Oswaldo Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]], com a inscrição da República Federativa do Brasil o &#039;&#039;Benemerentium Premium&#039;&#039; (NASCIMENTO, 2011).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Foram batizadas ruas, praças e escolas com o seu nome, como a antiga Rua da Ligação, entre a praia do Flamengo e a de Botafogo na cidade do Rio de Janeiro, que passou a ser denominada Avenida Oswaldo Cruz. No Estado de São Paulo, tem seu nome um município, e uma praça no início da Avenida Paulista, na cidade de São Paulo.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em 1936 o sanitarista teve a sua efígie cunhada na moeda brasileira de 400 réis, e, em 1986, impressa nas notas de Cr$ 50.000,00 (cinquenta mil cruzeiros), depois transformado em Cz$ 50,00 (cinqüenta cruzados), com a reprodução do [[INSTITUTO_OSWALDO_CRUZ|Instituto&amp;amp;nbsp;]][[INSTITUTO_OSWALDO_CRUZ|Oswaldo Cruz]] em seu verso.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;O Exército brasileiro conferiu, em 1963, a denominação de “Batalhão Oswaldo Cruz” ao 1º Batalhão de Saúde, e com a extinção deste em 1969, seu nome foi atribuído à 1ª Companhia de Saúde. Em 1972 o 21º Batalhão Logístico recebeu seu nome, e com sua extinção em 2010, o&amp;amp;nbsp;Hospital de Campanha do Exército&amp;amp;nbsp;passou a denominar-se&amp;amp;nbsp;Hospital Oswaldo Cruz.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Por ocasião das Comemorações do Centenário da Fundação Oswaldo Cruz, realizadas em 5 de agosto de 1998, data do 126º aniversário de Oswaldo Gonçalves Cruz, &amp;lt;u&amp;gt;Carlos Chagas Filho&amp;lt;/u&amp;gt; fez o discurso em sua homenagem.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Seu reconhecimento como médico e cientista, conhecido no Brasil e fora dele, pelas pesquisas desenvolvidas no [[INSTITUTO_OSWALDO_CRUZ|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Oswaldo Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]], especialmente a descoberta do &#039;&#039;tripanossoma cruzi&#039;&#039; por [[CHAGAS,_CARLOS_RIBEIRO_JUSTINIANO|Carlos Ribeiro Justiniano Chagas]], era inquestionável, mas “alguns de seus amigos e auxiliares consideraram que o reconhecimento do cientista por parte dos dirigentes do país ficara muito aquém de seus méritos” (BRITO, 1995, p.53). Assim, muitos, especialmente seus discípulos, como Belisário Augusto de Oliveira Penna, Clementino Rocha Fraga, Egydio Salles Guerra, e outros, procuraram retratar sua trajetória e cultuaram sua memória (BRITO, 1995).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Produção intelectual&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Um caso de bocio exophtalmico em individuo do sexo masculino”. &#039;&#039;O Brazil-Medico.&#039;&#039; &#039;&#039;Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno V, n.33, p.265-266, agosto 1891.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; (com Andrade Junior)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- Resenha do artigo Experimentelle Untersuchungen über Immunität. I. Ueber Ricin, de Paul Ehrlich (&#039;&#039;Deutsche medizinische Wochenschrift&#039;&#039;, issue 32, v.17, p.976-979, aug. 1891). &amp;amp;nbsp;19f.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Um microbio das aguas putrefactas encontrado nas aguas de abastecimento de nossa cidade”. &#039;&#039;Brazil-Medico.&amp;amp;nbsp;Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno VI, n. 28, p. 222, agosto 1892.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O bacillo de Koch. These do Dr. José Roxo”.&#039;&#039;Annuario Médico Brazileiro&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.7, p.32-38, 1892.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A Vehiculação Microbiana pelas Aguas. Dissertação Cadeira de Hygiene e mesologia. These apresentada à Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro em 8 de Novembro de 1892 e perante ella defendida (sendo approvada com distincção) a 24 de Dezembro de 1892 por Oswaldo Gonçalves Cruz”. Rio de Janeiro: Typographia da&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span lang=&amp;quot;FR&amp;quot; style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Papelaria e Impressora (S.A.),&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Successora de Carlos Gaspar da Silva&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;1893.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span lang=&amp;quot;FR&amp;quot; style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Un nouvel appareil pour la recolte des eaux, à differentes profondeurs pour l´analyse des microbes”.Rio de Janeiro: Typographia G. Leuzinger &amp;amp; Filhos, 1893.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O acido picrico como reactivo da albumina”. &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno VIII, n.21, p.161-162, 1º jun. 1894.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “As condições hygienicas e o estado sanitário da Gavea”. &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno VIII, n.27, p.209-212, 15 jul. 1894.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Contribuição para o estudo da microbiologia tropical. Contaminação dos meios de cultura pelas mucorineas”. &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno VIII, n.37, p.292-293, 1º out.1894.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Os esgotos da Gávea”&#039;&#039;O Brazil-Medico Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno VIII, n.46, p.361-364, 8 dez.1894.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Relatorio do exame de sanidade feito no Sr. João dos Santos Vidal”. Rio de Janeiro, 27 jan. 1894. 9f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Delitti negli animali”.&#039;&#039;Archivio di Psichiatria, Scienze Penali ed Antropologia Criminale&#039;&#039;, Torino, Itália, v.XVIII, (v.II della Serie II), fasc. II-III, p.301-302, 1897.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Estudos tendentes a verificar se é possível distinguir-se pela analyse dos gazes do sangue o envenenamento pelo gaz de iluminação do produzido pelos gazes de combustão do carvão”. [Paris, França], 1897. 138f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Psychopathologia medico-legal em geral e da epilepsia em particular. Parte I - Noções geraes de psychopathologia medico-legal e jurídica”. 10 jun. 1897. 63f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “La &amp;amp;nbsp;recherche du sperme par la réaction de Florence”.&#039;&#039;Annales d´Hygiène Publique et Médecine Légale&#039;&#039;, Paris, n. de fevereiro, p.158-164, 1898.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A pesquisa do esperma pela reação de Florence”&#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XII, n.13, p.110-112, 1º abr.1898.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Études sur la recherche de l émpoisonnement par les gaz d´éclairage. Travail du Laboratoire de Toxicologie de Paris”.&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span lang=&amp;quot;FR&amp;quot; style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;Annales d´Hygiène Publique et Médecine Légale&#039;&#039;, Paris, v.39, n.5, p.385-394, mai. 1898. (3ª serie).&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Ein einfacher Waschapparat für mikroskopische Zweeke”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;span lang=&amp;quot;EN-US&amp;quot; style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Zeitschrift für Wissenschaftliche Mikroskopie und für Mikroskopische Technik,&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;Stuttgart, tomo XV, p. 29-30, jahrgang 1898.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Instituto Pasteur de Paris. Uma visita a secção de preparo dos soros therapeuticos”. &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XII, n.30, p.265-267, 8 ago.1898.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;-“Instituto Pasteur de Paris. Uma visita a secção de preparo dos soros therapeuticos (continuação)”. &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XII, n.31, p.274-276, 15 ago. 1898.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;-“Instituto Pasteur de Paris. Uma visita a secção de preparo dos soros therapeuticos (conclusão)”. &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XII, n.32, p.281-284, 22 ago. 1898.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;-&amp;quot;Étude toxiologique de la ricine&amp;quot;.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Annales d´Hygiène Publique et Médecine Légale&#039;&#039;, Paris, v. 40, n. 4, p. 344-359, oct 1898 (3ª série).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- &amp;quot;Les altérations histologiques dans l&#039;époisonnemente par la ricine&amp;quot;.&#039;&#039;Archives de Médecine Expérimentale et d´Anatomie Pathologique&#039;&#039;, Paris, v.11, n.2, p.238-253, março 1899.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Relatorio ácerca da molestia reinante em Santos apresentado a Sua Ex. o Sr. Ministro da Justiça e Negocios Exteriores.13/11/1899.”. In: OSWALDO Gonçalves Cruz: Opera omnia. [Rio de Janeiro: Impr. Brasileira], 1972. p.323-349.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Algumas indicações referentes ao estudo da febre do tuberculoso e seu tratamento”. [Rio de Janeiro, dez. 1899]. 21f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Relatório acerca da moléstia reinante em Santos [em 1899] apresentado a S. Exa. O Sr. Ministro da Justiça e Negócios Interiores. 13 nov. 1899”. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1900. 46f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Do valor do diagnostico microscópico da peste. [Trabalho apresentado no 4º Congresso Brasileiro de Medicina e Cirurgia, realizado no Rio de janeiro, de 17 a 30 de junho de 1900]. Congresso Brasileiro de Medicina e Cirurgia, 4º, Rio de janeiro, v.2, pp.151-154, 1902.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “O valor do diagnostico microscópico na peste (conclusão)”. &#039;&#039;O&#039;&#039; &#039;&#039;Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XIV, n.31, p.279, 16 ago. 1900.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Instruções para colheita do material para exame”. Rio de Janeiro: Associação dos Empregados no Comércio do Rio de Janeiro, Typ. do Jornal do Commercio, 1900.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Instruções populares para conter as moléstias contagiosas dos olhos”. [Conselhos ao Povo]. 1900.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Relatorio ácerca da moléstia reinante em Santos apresentado pelo Dr. Oswaldo Cruz a S. Ex. O Sr. Ministro da Justiça e Negócios Interiores”. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1900.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Contribuição para o estudo da curva leucoytaria nas infecções e intoxicações”. O &#039;&#039;Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XIV, n.10, p.81-83, 8 mar. 1900.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Gabinete de microscopia e de microbiologia clinicas do Dr. Gonçalves Cruz”. Rio de Janeiro: Typ. Leuzinger, 1900.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Contribuition à l´étude de la serumtherapie antipesteuse”. 1900.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Dos processos de vacinação&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;anti-pestosa”. 1900. 44f.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Vaccina contra a peste”. (com Carlos Seidl). &#039;&#039;Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XV, n.20, p.195-197, 23 mai.1901.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Contribuição para o estudo dos culicideos do Rio de Janeiro. (Trabalho do Instituto de Manguinhos)”. &#039;&#039;Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XV, n.43, p.423-426, 15 nov. 1901.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A vaccinação anti-pestosa. (Trabalho do Instituto Sôrotherapico Federal do Rio de Janeiro, Manguinhos)”. &#039;&#039;Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XV, n.45, p.443-447, 1º dez.1901.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A vaccinação anti-pestosa (continuação). (Trabalho do Instituto Sôrotherapico Federal do Rio de Janeiro, Manguinhos)”. &#039;&#039;Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XV, n.47, p.463-466, 15 dez.1901.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A vaccinação anti-pestosa (conclusão). (Trabalho do Instituto Sôrotherapico Federal do Rio de Janeiro, Manguinhos)”. &#039;&#039;Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XV, n.48, p.473-477, 22 dez.1901.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Le vaccin contre la peste”.Centralblatt für Bakteriologie, Parasitenkunde Inlektionskrankheiten Erste Abteilung: &#039;&#039;Medizinisch-Hygienische Bakteriologie Parasitenkunde Originale&#039;&#039;, Jena, v.32, n.12, Abt.1, 32, Originale, p.911-920, 1902.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Dos accidentes em sôrotherapia. (Trabalho do Instituto Sôroterapico Federal) (Instituto de Manguinhos)”. &#039;&#039;Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia, Rio de Janeiro&#039;&#039;, anno XVI, n.29, p.285-289, 1º ago.1902.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Dos accidentes em sôrotherapia (continuação). (Trabalho do Instituto Sôroterapico Federal) (Instituto de Manguinhos)”. II &#039;&#039;Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.XVI, n.30, p.295-301, 8 ago.1902.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Dos accidentes em sôrotherapia (conclusão). (Trabalho do Instituto Sôroterapico Federal) (Instituto de Manguinhos)”.&amp;amp;nbsp; III. &#039;&#039;Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XVI, n.31, p.305-309, 15 ago. 1902.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Memória do Dr. Oswaldo Cruz. Do valor do diagnostico microscopico da peste”. Apresentada no 4º Congresso Brasileiro de Medicina e Cirurgia, realizado no Rio de Janeiro, de 17 a 30 de junho de 1900)”. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE MEDICINA E CIRURGIA, 4º, 1900.Annaes, Rio de Janeiro, v.2, p.151-154, 1902.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
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Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1904.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Relatório apresentado ao Exmo. Sr. Dr.J.J. Seabra, Ministro da Justiça e Negócios Interiores, pelo Dr. Oswaldo Cruz, Diretor Geral de Saúde Pública. Annexo ao Relatorio apresentado ao Presidente da Republica dos Estados Unidos do Brazil pelo Dr. J. J. Seabra Ministro de Estado da Justiça e Negocios Interiores em março de 1905. Vol.III – Directoria de Saude Publica”. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1905.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Relatorio apresentado ao Exmo. Sr. Dr.J.J. Seabra, Ministro da Justiça e Negócios Interiores, pelo Dr. Oswaldo Cruz, Diretor Geral de Saúde Pública. 1905. Annexo ao Relatório apresentado ao Presidente da Republica dos Estados Unidos do Brazil pelo Dr.J.J. Seabra, Ministro da Justiça e Negócios Interiores, pelo Dr. Oswaldo Cruz, Diretor Geral de Saúde Pública. Annexo ao Relatorio apresentado ao Presidente da Republica dos Estados Unidos do Brazil pelo Dr. J. J. Seabra Ministro de Estado da Justiça e Negocios Interiores em março de 1906. Volume V – Directoria da Saude Publica”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1906.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Um novo gênero da sub-família “Anophelinae”: Chagasia”. &#039;&#039;Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XX, n.20, p.199-200, 1906.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Peste. (Trabalho do Instituto de Manguinhos)”.&#039;&#039;Brazil-Medico.&#039;&#039; &#039;&#039;Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.XX, n.9, p.85-90, 1906.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Peste. (Trabalho do Instituto de Manguinhos)”.&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;Brazil-Medico.&#039;&#039; &#039;&#039;Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.XX, n.10, p.95-98, mar. 1906.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Relatório apresentado ao Exm. Sr. Dr. Augusto Tavares de Lyra Ministro da Justiça e Negocios Interiores pelo Dr.Oswaldo Gonçalves Cruz Director Geral de Saúde Publica. 1906. Annexo ao. Relatorio apresentado ao Presidente da Republica dos Estados Unidos do Brazil pelo Ministro de Estado da Justiça e Negocios Interiores Augusto Tavares de Lyra em março de 1907. Volume II – Saude Publica”. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1907.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Um novo genero da sub-família “Anophelinae”: Manguinhosia”. &#039;&#039;Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.XXI, n.28, p.271-273, jul.1907.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Uma nova especie do genero &#039;&#039;Psorophora &#039;&#039;(Trabalho do Instituto de Manguinhos)”. &#039;&#039;Brazil-Medico.&#039;&#039; &#039;&#039;Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.XXI, n.34, p.329-330, 1907.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- &amp;quot;Les altérations histologiques dans l émpoisonnment par la ricine&amp;quot;. Memória apresentada à Academia Nacional de Medicina, 1907.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Memória apresentada pelo delegado do Brazil à 3ª Convenção Sanitária Internacional reunida na Cidade do México de 2 a 7 de dezembro de 1907”. 1907.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Um novo genero brazileiro da sub-familia &#039;&#039;Anophelinae&#039;&#039;”. Rio de Janeiro: Typ. Besnard Frères, 1907.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Relatorio da Diretoria Geral de Saúde Pública. 1907. Annexo ao. Relatorio apresentado ao Presidente da Republica dos Estados Unidos do Brazil pelo Ministro de Estado da Justiça e Negocios Interiores Augusto Tavares de Lyra em março de 1908. Volume II – Saude Publica. Primeira Parte”. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1908.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Resumo da Memoria apresentada pelo Delegado do Brazil a 3ª Convenção Sanitaria Internacional reunida na cidade do Mexico de 2 a 7 de dezembro de 1907. Annexo ao Relatorio apresentado ao Presidente da Republica dos Estados Unidos do Brazil pelo Ministro de Estado da Justiça e Negocios Interiores Augusto Tavares de Lyra em março de 1908. Volume II – Saude Publica. Primeira Parte.” Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1908.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Relatório apresentado ao Exm. Sr. Dr. Augusto Tavares de Lyra Ministro da Justiça e Negocios Interiores pelo Dr. Oswaldo Gonçalves Cruz Director Geral de Saúde Publica. 1906. Volume I”. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1909.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Prophylaxia da febre amarella. Memoria apresentada ao 4º Congresso Médico Latino-Americano pelo Dr. Oswaldo Cruz”. Rio de Janeiro: Typ. do Jornal do Commercio, 1909.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span lang=&amp;quot;EN-US&amp;quot; style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “The sanitation of Rio”. The Times, New York, p.61, tuesday 28 dec. 1909.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
- “Uma nova trypanosomiase humana”.&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;Brazil-Medico.&amp;amp;nbsp;&#039;Revista Semanal de Medicina e Cirurgia, Rio de Janeiro, v. XXXIII, n.17, p.175-176, mai. 1909.&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span lang=&amp;quot;EN-US&amp;quot; style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “The prophylaxis of malaria in central and southern Brazil”. In: ROSS, Ronald. &#039;&#039;&#039;The Prevention of malaria.&#039;&#039;&#039; London: John Murra&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;y, 1910. pp.390-398.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Madeira-Mamoré Railway Company. Considerações geraes sobre as Condições sanitarias do Rio Madeira”. Rio de Janeiro: Papelaria Americana, 1910.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A Febre amarela. A commissão sanitaria de prophylaxia da febre amarella á população de Belém”. &#039;&#039;A Provincia do Pará,&#039;&#039; Belém, ano 35, n. 10.974, 11 de novembro de 1910, sexta-feira, p. 1.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A Febre amarela. A commissão sanitaria de prophylaxia da febre amarella á população de Belém”. &#039;&#039;Folha do Norte,&#039;&#039; Belém, ano 15, n. 4.684, 11 de novembro de 1910, sexta-feira, p. 1. Seção Gazetilha.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A Febre amarela”. &#039;&#039;A Provincia do Pará,&#039;&#039; Belém, ano 35, n. 10.971, 8 de novembro de 1910, terça-feira, p. 1.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A Febre amarela”. &#039;&#039;A Provincia do Pará,&#039;&#039; Belém, ano 35, n. 10.796, 13 de novembro de 1910, domingo, p. 1.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A Febre amarela”. &#039;&#039;A Provincia do Pará,&#039;&#039; Belém, ano 35, n. 10.977, 14 de novembro de 1910, segunda-feira, p. 2.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A Febre amarela”. &#039;&#039;A Provincia do Pará&#039;&#039;, Belém, ano 35, n. 10.981, 18 de novembro de 1910, sexta-feira, p. 1.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A Febre amarella’. &#039;&#039;A Provincia do Pará&#039;&#039;, Belém, ano 35, n. 10.994, 1 de dezembro de 1910, quinta-feira, p. 1.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “A Febre amarela”. &#039;&#039;A Provincia do Pará,&#039;&#039; Belém, ano 35, n. 11.036, 12 de janeiro de 1911, quinta-feira, p. 2.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Resposta aos Quesitos”. &#039;&#039;Gazeta de Notícias&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 12 abr. 1911.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Uma questão de hygiene social (lépra)”. &#039;&#039;O Imparcial, &#039;&#039;Rio de&#039;&#039;Janeiro, n.211, p.2, jul.1913.&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;-&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“Relatorio sobre as Condições Medico-Sanitarias do Valle do Amazonas apresentado a S. Exª. o Snr. Dr. Pedro de Toledo, Ministro da Agricultura, Industria e Commercio pelo Dr. Oswaldo Gonçalves Cruz”. Rio de Janeiro: Typ. do Jornal do Commercio, 1913.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Discurso pronunciado na Academia Brazileira de Letras (26 de junho de 1913)”. Rio de Janeiro: Typ. Röhe, General Camara 128, 1913.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Uma questão de higiene social”. &#039;&#039;O Imparcial&#039;&#039;, Rio de Janeiro, n.211, 3-IX-1913.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “[Discurso na Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro]. &#039;&#039;Jornal do Commercio&#039;&#039;, Rio de Janeiro, 11 jun. 1914.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Algumas molestias produzidas por protozoários. Conferencia feita na Biblioteca Nacional, 5-10-1915)”. &#039;&#039;Jornal do Commercio, &#039;&#039;Rio de Janeiro, 6-10-1915.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Algumas moletias produzidas por protozoarios (Conferência feita na Biblioteca Nacional, 5-10-1915)”.&amp;amp;nbsp; &#039;&#039;Brazil-Medico.&#039;&#039; &#039;&#039;Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.XXIX, n.44, p.345-348, 1915.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Algumas molestias produzidas por protozoarios (Conferência feita na Biblioteca Nacional, 5-10-1915)”.&amp;amp;nbsp; &#039;&#039;Brazil-Medico.&#039;&#039; &#039;&#039;Revista Semanal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.XXIX, n.45, p.353-356, 1915.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Sobre o saneamento da Amazônia”. (com&#039;&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Carlos Chagas, e Afrânio Peixoto). Manus: Philippe Daou, 1972..&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Trabalhos publicados sob pseudônimo:&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- “Causas e meios de preservação do cholera”. Por Ignarus (pseudônimo). Rio de Janeiro: Cunha &amp;amp; Irmãos, Editores, 1894.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Documentos e Manuscritos:&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Microbiologia. Rio de Janeiro, 26 ago. 1890. 190f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;-&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Pathologia Geral. [Rio de Janeiro], 1890. Caderno de aula da terceira série do curso de medicina.106f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;-&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Pathologia Geral. Rio de Janeiro, 11 set. 1890. 190f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;-&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Physiologia. Rio de Janeiro, 26 ago. 1890. 154f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;-&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Anatomia topographica. [Rio de Janeiro], 19 ago. 1891. 116f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;-&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Cuidados antes da operação. Rio de Janeiro, 6 jun. 1891. 207f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Clinica medica (lições de). Rio de Janeiro, 1892. 82f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Notas de microbiologia. Rio de Janeiro, 1892. 32f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Catálogo. 1893. 50f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Anotações de aula. Paris, 19 jun. 1897. 91f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Boulevard Saint Michel - Paris. Catalogo 1897. [s.l.], 14 abr. 1897. 20f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Caderno de anotações. 29 jun. 1898.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Caderno de anotações de aula. Conferências. Paris, 1898. 60f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Caderno de aula. Paris, 8 mar. 1898. 118f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Caderno de Toxicologia. Paris, 20 abr. 1898. 94f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Toxicologia. Paris, 24 jun. 1898. 95f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Curso de Microbia Technica do Instituto Pasteur. Caderno n&amp;lt;sup&amp;gt;o&amp;lt;/sup&amp;gt; 1. Paris, 5 dez. 1898. 265f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Curso de Microbia Technica do Instituto Pasteur. Caderno n&amp;lt;sup&amp;gt;o&amp;lt;/sup&amp;gt; 2. Paris, 31 dez. 1898. 244f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Visita ao laboratorio de preparo dos soros therapeuticos, em Garches. Garches, 6 abr. 1898. 38f&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Discurso na Academia Nacional de Medicina. Rio de Janeiro, 1899. 5f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Caderno de anotações. Paris, 13 fev. 1899. 27f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Observação n&amp;lt;sup&amp;gt;o&amp;lt;/sup&amp;gt; 1. Hospital de Isolamento. [Santos], 29 out. 1899. 2f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Peste de Santos. Diário de laboratório. Santos, out. 1899. 37f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Contribuição para o estudo da curva leucocytaria nas infecções e intoxicações. 18 fev. 1900. 14f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Manguinhos. Notas. Caderno 1. Rio de Janeiro, 31 dez. 1900. 188f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Notas bibliographicas sobre o carbunculo. Rio de Janeiro, dez. 1900. 8f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Carta a Vital Brazil. Rio de Janeiro. dez. 1900.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Carta a Vital Brazil (segunda versão). Rio de Janeiro. 14 jun. 1900.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Carta a Miguel Pereira. Rio de Janeiro. 21 nov. 1901.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Carta a Vital Brazil. 27 fev. 1901.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Cliches do trabalho: Entomologia. [s.l.], 1901. 7f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Notas. Caderno n&amp;lt;sup&amp;gt;o&amp;lt;/sup&amp;gt; 2. 1901. [s.l.], 19 nov. 1901. 196f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Rascunhos. [s.l.], 13 mar. 1902. 9f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span lang=&amp;quot;EN-US&amp;quot; style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Resumo - Summario. “Die Anemie von Prof. Dr. P. Ehrlich und Dr. A. Lazarus”. Wien: A. Hölder, 1898-1900.&amp;amp;nbsp; 50f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span lang=&amp;quot;EN-US&amp;quot; style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;-&amp;amp;nbsp; Summario-Resumo. “Immunität, Schutzpfung und Seruntherapie von Prof. Dr. A. Dieudonné”. Leipzig: verlag von Johann Ambrosius Barth, 1903. 35f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Autópsia. [s.l.], 5 ago. 1905.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span lang=&amp;quot;EN-US&amp;quot; style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;8f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
*&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Carta a Henrique Rocha Lima. Rio de Janeiro. 31 dez. 1906.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
*&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Carta a Henrique Rocha Lima. Rio de Janeiro. 21 nov. 1906.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Peste. [s.l]. 1906. 9f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Resumo da memória apresentada pelo delegado do Brazil à 3ª Convenção Sanitária Internacional reunida na Cidade do México de 2 a 7 de dezembro de 1907. 2 dez. 1907. 5f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Carta a Émile Marchoux. Rio de Janeiro. 15 jan. 1907.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Fichamentos. [s.l.], 17 jan. 1912. 78f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Dicionário de alemão.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Lista de vocábulos em alemão com seus respectivos significados em português. 1912. 20f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Caderno de Experiências. 1916-1917. 21f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Escala de Czaplewski. Idéia de número de bacillos encontrados no escarro. [s.l], [s.d.]. 6f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Ação da ricínia sobre o organismo animal. [s.l], [s.d.]. 15f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Bromatologia. [s.l], [s.d.]. 72f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Catálogo. [s.l], [s.d.]. 24f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Carbunculo Symptomatico. [s.l], [s.d.]. 1f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Chimica legal. [s.l], [s.d.]. 5f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Descrição de insetos da coleção entomológica. [s.l], [s.d.]. 12f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Desenvolvimento dos coccídeos. (Schema segundo Schaudinn e Düche).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span lang=&amp;quot;EN-US&amp;quot; style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;[s.l], [s.d.]. 1f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span lang=&amp;quot;EN-US&amp;quot; style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Ensino médico. [s.l], [s.d.]. 5f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span lang=&amp;quot;EN-US&amp;quot; style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Escala de Czaplewski. Idéia de númer&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;o de bacilos encontrados no escarro. 5f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Exame do Succo Gastrico. [s.l], [s.d.]. 9f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Febre amarela. [s.l], [s.d.]. 2f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- [Fichamentos]. [s.l], [s.d.]. 28f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Higiene. [s.l], [s.d.]. 96f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Higiene das habitações. [s.l], [s.d.]. 2f.6f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- [Ilustrações cientificas]. [s.l], [s.d.], 48f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- [Indice de enfermidades]. [s.l], [s.d.]. 8f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Meningite cérebro espinhal epidêmica. [s.l], [s.d.]. 2f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Physiologia 1. [s.l.], [s.d.]. 96f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Plantas Feitas. [Rio de Janeiro], [s.d.] 1f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Projetos para laboratórios. [s.l], [s.d.]. 9f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- [Rícino]. [s.l], [s.d.]. 120f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Rio de Janeiro. Cadeiras de. Rio de Janeiro, [s.d.]. 5f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- Soros (poder bacteriolytico). [s.l], [s.d.]. 10f.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- ACERVO. Oswaldo Cruz. In: Estadão. Acervo. Capturado em 7 out. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-weight:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;text-decoration:none&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;text-underline:none&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;[http://acervo.estadao.com.br/noticias/personalidades,oswaldo-cruz,689,0.htm http://acervo.estadao.com.br/noticias/personalidades,oswaldo-cruz,689,0.htm]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- ARQUIVO Oswaldo Cruz. Casa de Oswaldo Cruz. In: Programa Memória do Mundo da Unesco. Comitê Nacional do Brasil. Registro Nacional 2007. Capturado em 14 abril 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;[http://mow.arquivonacional.gov.br/images/pdf/MoWBrasil_pwp_2008.pdf http://mow.arquivonacional.gov.br/images/pdf/MoWBrasil_pwp_2008.pdf]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;- BARBOSA, Rui. &#039;&#039;&#039;Oswaldo Cruz.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Edição da “Organização Simões”, 1953.&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;- BARBOSA, Rui. Osvaldo Cruz. Rio de janeiro: Fundação Casa de Rui Barbosa, 1999. Capturado em 14 abril 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;[http://www.casaruibarbosa.gov.br/dados/DOC/artigos/rui_barbosa/FCRB_RuiBarbosa_OsvaldoCruz.pdf http://www.casaruibarbosa.gov.br/dados/DOC/artigos/rui_barbosa/FCRB_RuiBarbosa_OsvaldoCruz.pdf]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;- BARBOSA, Ruy. Oswaldo Cruz. &#039;&#039;Revista do Brasil,&#039;&#039; São Paulo, anno II, v. V, n.19, p.271-321, jul. 1917.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;- BENCHIMOL, Jaime (coord.). &#039;&#039;&#039;Manguinhos do sonho à vida – A ciência na Belle Époque&#039;&#039;&#039;. Rio de Janeiro: Fundação Oswaldo Cruz, Casa de Oswaldo Cruz, 1990.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;- BENCHIMOL, Jaime Larry (coord.). &#039;&#039;&#039;Febre amarela: a doença e a vacina, uma história inacabada. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2001.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;- BRITO, Nara. &#039;&#039;&#039;Oswaldo Cruz: a construção de um mito na ciência brasileira. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 1995.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;- BRITO, Verônica Martins de. Coleção Monumento à Oswaldo Cruz.&#039;&#039;História, Ciências, Saúde-Manguinhos&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.4, n.2, p.333-344, out. 1997.&amp;amp;nbsp; Capturado em 12 nov. 2014. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;[http://www.scielo.br/pdf/hcsm/v4n2/v4n2a08.pdf http://www.scielo.br/pdf/hcsm/v4n2/v4n2a08.pdf]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span lang=&amp;quot;EN-US&amp;quot; style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- CASA DE OSWALDO CRUZ. &#039;&#039;&#039;Biblioteca Virtual Oswaldo Cruz&#039;&#039;&#039;. Online. Capturado em 14 abr. 2020. Disponível naInternet:&amp;amp;nbsp;[http://www.bvsoswaldocruz.coc.fiocruz.br/principal.htm http://www.bvsoswaldocruz.coc.fiocruz.br/principal.htm]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- CHAPITRE Premier. Oswaldo Cruz. In: TORRES, Theophilo. La Campagne Sanitaire au Brésil. Faits et Documents par le Dr. Theophilo Torres, Délégué Sanitaire, Vice-Président de l´Academie nationale de Médecine. Paris: Société Génerale d´Impression, 1913.&amp;amp;nbsp; pp.3-9. In: WELLCOME COLLECTION. Capturado em 1º out. 2020. Online. Disponível na Internet: [https://dlcs.io/pdf/wellcome/pdf-item/b21352100/0 https://dlcs.io/pdf/wellcome/pdf-item/b21352100/0]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- COURA, José Rodrigues. Great lives at Manguinhos. Oswaldo Gonçalves Cruz 5.8.1872-11.2.1917. &#039;&#039;Memorias do Instituto Oswaldo Cruz&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.89, n.1, p.i-vi, jan./mar. 1994.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; Capturado em 14 abril 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp; [http://www.scielo.br/pdf/mioc/v89n1/vol89(f1)120-125.pdf http://www.scielo.br/pdf/mioc/v89n1/vol89(f1)120-125.pdf]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;- CRUZ, Oswaldo Gonçalves.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;A Vehiculação Microbiana pelas águas. Dissertação - Cadeira de Hygiene e Mesologia. These apresentada à Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro em 8 de Novembro de 1892 e perante ella defendida (sendo approvada com distincção) a 24 de Dezembro de 1892 por Oswaldo Gonçalves Cruz. Rio de Janeiro: Typographia da Papelaria e Impressora (S.A.), 1893.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span lang=&amp;quot;FR&amp;quot; style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- CRUZ, Oswaldo Gonçalves. As condições hygienicas e o estado sanitário da Gavea. &#039;&#039;O Brazil-Medico. &#039;&#039;&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;Revista Semanal de Medicina e Cirurgia, &#039;&#039;Rio de Janeiro, anno VIII, n.27, p.209-212, 15 jul. 1894. In: FIOCRUZ. &#039;&#039;&#039;Obras Raras Fiocruz. Acervo Digital de obras raras e especiais.&#039;&#039;&#039; Capturado em 21 abr. 2020. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;[https://www.obrasraras.fiocruz.br/media.details.php?mediaID=119 https://www.obrasraras.fiocruz.br/media.details.php?mediaID=119]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;- CRUZ, Oswaldo Gonçalves.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Madeira-Mamoré Railway Company. Considerações geraes sobre as Condições sanitarias do Rio Madeira. Rio de Janeiro: Papelaria Americana, 1910. In: FALCÃO, Edgard Cerqueira. &#039;&#039;&#039;Brasiliensia Documenta. VI. Oswaldo Cruz Monumenta Histórica. Tomo III. Campanhas e inquéritos sanitários. &#039;&#039;&#039;São Paulo: [s.n.], 1972. p.CCXXXVII-CCXCIX.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; &amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;- &amp;amp;nbsp;CRUZ, Oswaldo Gonçalves.&amp;amp;nbsp;Discurso na Academia Nacional de Medicina. 24/08/1899.&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#ARQ-COC|&amp;lt;u&amp;gt;ARQ-COC&amp;lt;/u&amp;gt;)]]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;- CRUZ, Oswaldo Gonçalves.&amp;lt;/span&amp;gt;Relatório sobre as Condições Medico-Sanitarias do Valle do Amazonas apresentado a S. Exª. o Snr. Dr. Pedro de Toledo, Ministro da Agricultura, Industria e Commercio pelo Dr. Oswaldo Gonçalves Cruz”. Rio de Janeiro: Typ. do &#039;&#039;Jornal do Commercio&#039;&#039;, 1913. In: FALCÃO, Edgard Cerqueira.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Brasiliensia Documenta. VI. Oswaldo Cruz Monumenta Histórica. Tomo III. Campanhas e inquéritos sanitários.&#039;&#039;&#039; São Paulo: [s.n.], 1972. p.CCCI-CCCLVIII.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; &amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;- DIAS, Ezequiel Caetano&#039;&#039;&#039;.&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Traços Biographicos de Oswaldo Cruz.&#039;&#039;&#039; Reimpresso das Memórias do Instituto Oswaldo Cruz, tomo XV, fac. L, 1922. Rio de Janeiro: Typ. do Instituto Oswaldo Cruz, 1922.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; Capturado em 14 abr.2020. Online. Disponível na Internet: &amp;amp;nbsp;[https://archive.org/stream/memsdoinstitutoo15inst#page/n93/mode/2up https://archive.org/stream/memsdoinstitutoo15inst#page/n93/mode/2up]&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;- FARIA, Lina Rodrigues de. Um americano nos trópicos.&#039;&#039;História, Ciências, Saúde-Manguinhos&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.5, n.3, p. 705-709, nov. 1998/fev.1999. Capturado em 14 abr. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;[http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S0104-59701999000100008 http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S0104-59701999000100008]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;- FRAGA, Clementino&#039;&#039;&#039;.&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Vida e obra de Oswaldo Cruz. &#039;&#039;&#039;2.ed. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2005.&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-weight:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;text-decoration:none&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;text-underline:none&amp;quot;&amp;gt;- FRAIHA NETO, Habib.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;text-decoration:none&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;text-underline:none&amp;quot;&amp;gt;Oswaldo Cruz e a febre amarela no Pará&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-weight:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;text-decoration:none&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;text-underline:none&amp;quot;&amp;gt;. 2. ed., rev. e ampl. Ananindeua: Instituto Evandro Chagas, 2012.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-weight:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;text-decoration:none&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;text-underline:none&amp;quot;&amp;gt;(&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;[[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-weight:normal&amp;quot;&amp;gt;BCOC&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/u&amp;gt;]]&amp;lt;span style=&amp;quot;font-weight:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;text-decoration:none&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;text-underline:none&amp;quot;&amp;gt;)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ. CASA DE OSWALDO CRUZ. &#039;&#039;&#039;Almanaque Histórico. Oswaldo Cruz, o médico do Brasil. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Fundação Oswaldo Cruz, ODEBRECHT, Fundação Banco do Brasil, 2003.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; &amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;- GUERRA, E. Sales. &#039;&#039;&#039;Osvaldo Cruz. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Casa Editora Vecchi Limitada, 1940.&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;- HOSPITAL de Campanha. Hospital Oswaldo Cruz. Dr. Oswaldo Gonçalves Cruz. Capturado em 14 abr. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp; [http://www.hcmp.eb.mil.br/ocruz.htm http://www.hcmp.eb.mil.br/ocruz.htm]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- INSTITUTO OSWALDO CRUZ. Personalidades. Oswaldo Cruz. Capturado em 14 abr. 2020.&amp;amp;nbsp; Online. Disponível na Internet: [http://www.ioc.fiocruz.br/pages/personalidades/OswaldoGoncalvesCruz.htm http://www.ioc.fiocruz.br/pages/personalidades/OswaldoGoncalvesCruz.htm]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- LACAZ, Carlos da Silva. &#039;&#039;&#039;Vultos da Medicina Brasileira.&#039;&#039;&#039; São Paulo: Laboratório Pfizer do Brasil, 1971.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- LIMA, Ana Luce Girão Soares de. &#039;&#039;&#039;“Meu Caro Oswaldo”: A história da saúde vista através da correspondência de Oswaldo Cruz (1899-1907). &#039;&#039;&#039;Dissertação (Mestrado em História), IFCS, UFRJ, 1997. &#039;&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- LIMA, Ana Luce Girão Soares de. A bordo do &#039;&#039;República&#039;&#039;: diário pessoal da expedição de Oswaldo Cruz aos portos marítimos a fluviais do Brasil.&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;História, Ciências, Saúde-Manguinhos&#039;&#039;, v.4, n.1, pp. 158-167, 1997. Capturado em 14 abr. 2020. Online. Disponível na Internet: &amp;amp;nbsp;[http://www.scielo.br/pdf/hcsm/v4n1/v4n1a07.pdf http://www.scielo.br/pdf/hcsm/v4n1/v4n1a07.pdf]&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span lang=&amp;quot;EN-US&amp;quot; style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;-&amp;amp;nbsp; LIVERPOOL SCHOOL OF TROPICAL MEDICINE. Historical record 1898-1920. Liverpool: University Press of Liverpool, 1920.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Capturado em 14 abr. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;[http://archive.org/stream/liverpoolschoolo00live#page/n5/mode/2up http://archive.org/stream/liverpoolschoolo00live#page/n5/mode/2up]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- NASCIMENTO, Fernanda Teles Morais do.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&#039;IV Congresso Médico Latino-americano (1909): proposições e desdobramentos para o desenvolvimento da enfermagem brasileira.&#039;&#039;&#039; Dissertação (Mestrado em Enfermagem), Centro de Ciências Biológicas e da Saúde, UFRJ, 2011. Capturado em 14 abr. 2020. Online. Disponível na Internet: [http://www.repositorio-bc.unirio.br:8080/xmlui/handle/unirio/12149 http://www.repositorio-bc.unirio.br:8080/xmlui/handle/unirio/12149]&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- [NAVA, Pedro]. Oswaldo Gonçalves Cruz. Separata do &#039;&#039;Brasil-Médico&#039;&#039;, v.76, n.9-10, p.252-268, set.-out. 1962.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- OSVALDO Gonçalves Cruz. In: BLAKE, Augusto Victorino Alves Sacramento.&#039;&#039;&#039;Diccionario Bibliographico Brazileiro. Sexto volume. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1900. p.344-345. In: Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin. Acervo Digital.&amp;amp;nbsp; Capturado em 6 out. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/5451&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- OSWALDO Cruz. Álbum de Recortes de Jornais, ano de 1917. &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#ARQ-COC|&amp;lt;u&amp;gt;ARQ-COC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size: 10pt;&amp;quot;&amp;gt;- OSWALDO Gonçalves Cruz.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;In: ACADEMIA NACIONAL DE MEDICINA. Capturado em 8 out. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;[https://www.anm.org.br/oswaldo-goncalves-cruz/ https://www.anm.org.br/oswaldo-goncalves-cruz/]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;-&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;OSWALDO Gonçalves Cruz. &#039;&#039;&#039;Opera Omnia. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: [Fundação Oswaldo Cruz], 1972.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- PARAENSE, W. Lobato. Oswaldo Cruz, Pesquisador. &#039;&#039;Cadernos de Saúde Pública&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v. 5, n.4, p.451-460, out./dez. 1989.&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;Capturado em 14 abr. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S0102-311X1989000400009&amp;amp;lng=pt&amp;amp;nrm=iso&amp;amp;tlng=pt http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S0102-311X1989000400009&amp;amp;lng=pt&amp;amp;nrm=iso&amp;amp;tlng=pt]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- [PENNA, Belisario].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Oswaldo Cruz (impressões de um discípulo). &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Typ. Revista dos Tribunaes, 1922.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- ROCHA, Ismael da. A morte de Oswaldo Cruz. &#039;&#039;Medicina Militar&#039;&#039;, Rio de Janeiro, Typ. Besnard Frères, ano VII, v.7, n.8, p.177-180, fev. 1917.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BMANG|&amp;lt;u&amp;gt;BMANG&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- SANGLARD, Gisele. Laços de sociabilidade, filantropia e o Hospital do Câncer do Rio de Janeiro (1922-1936).&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;História, Ciências, Saúde-Manguinhos&#039;&#039;, Rio de Janeiro, v.17, suppl.1, p.127-147, jul. 2010. Capturado em 14 abr. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0104-59702010000500008&amp;amp;script=sci_arttext http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0104-59702010000500008&amp;amp;script=sci_arttext]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- SERPA, Phocion.&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;A vida gloriosa de Oswaldo Cruz.&#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Academia Carioca de Letras, 1937.&amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- SOUZA, Luiz de Castro&#039;&#039;&#039;.&amp;amp;nbsp;Oswaldo Cruz na Academia Brasileira. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: [s.n.], 1972.([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa – Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Redação – Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Revisão – Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Colaborador - Ana Luce Girão Soares de Lima.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoSubtitle&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Consultor - Ana Luce Girão Soares de Lima.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Forma de citação&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Dicionário Histórico-Biográfico das Ciências da Saúde no Brasil (1832-1930)&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    [[Category:Verbetes]] [[Category:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Rachel.froes</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=CARVALHO,_MANOEL_LUIZ_ALVARES_DE&amp;diff=1528</id>
		<title>CARVALHO, MANOEL LUIZ ALVARES DE</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=CARVALHO,_MANOEL_LUIZ_ALVARES_DE&amp;diff=1528"/>
		<updated>2023-08-24T14:41:44Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Rachel.froes: /* Fontes */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Manoel Luiz Alvares de Carvalho nasceu na província da Bahia, em 1751, e faleceu no Rio de Janeiro, antes do ano de 1825, segundo Sacramento Blake. Foi cirurgião-mor honorário do Reino, e Diretor dos Estudos de Medicina e Cirurgia da Corte e Estado do Brasil (1812), professor da Academia Médico-Cirúrgica do Rio de Janeiro, e foi considerado o fundador da Academia Médico-Cirúrgica da Bahia.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Dados pessoais&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Manoel Luiz Alvares de Carvalho nasceu na província da Bahia, em 1751, e era filho de Luís José Chaves (RIBEIRO, 1971).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi membro do Conselho de D. João VI.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Faleceu no Rio de Janeiro, em data não identificada, mas provavelmente antes do ano de 1825 (BLAKE, 1893).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Trajetória profissional&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Manoel Luiz Alvares de Carvalho formou-se em medicina, na Universidade de Coimbra, em 13 de julho de 1782. Em 17 de março de 1794 foi eleito sócio efetivo da Academia Real de Sciencias de Lisboa, e em tornou-se sócio veterano (LIMA, 2009).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Retornou ao Brasil, em 1808, acompanhando a Família Real.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Era médico honorário da Real Câmara, e em 1812 foi nomeado cirurgião-mor honorário do Reino, e Diretor dos Estudos de Medicina e Cirurgia da Corte e Estado do Brasil, com honras de físico-mor do Reino.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Era um dos subscritores do periódico &#039;&#039;O Patriota. Jornal Litterario, politico, mercantil, &amp;amp; c. do Rio de Janeiro&#039;&#039;, que foi fundado em janeiro de 1813, no Rio de Janeiro, por Manuel Ferreira de Araújo Guimarães (1777 - 1838), e que se propunha a resgatar conhecimentos, que se encontravam esquecidos, à espera de que algo, ou alguém, os reunisse e os divulgasse.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi autor do “Plano dos Estudos de Cirurgia”, aprovado pelo decreto de 1º/04/1813:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Tendo por Aviso de desoito de Março passado pôr em execução no Hospital da Santa casa da Misericordia desta Corte o Curso de Cirurgia, que faz parte do de Medicina, que Me proponho estabelecer neste Estado do Brasil: Hei por bem aprovar, para que lhe sirva de Estatutos, em quanto não Dou mais amplas providencias, o Plano de Estudos de Cirurgia, que offereceo Manoel Luiz Alvares de Carvalho, Medico Honorario da Minha Real Camara, e Director dos Estudos de Medicina, e Cirurgia nesta Corte, e Estado do Brasil, e que com este baixa assignado pelo Conde de Aguiar, do Meu Conselho de Estado, Ministro Assistente ao Despacho do Gabinete, e Ministro e Secretario de Estado dos Negocios do Brasil, que assim o tenha entendido, e o faça executar. Palacio do Rio de Janeiro em o primeiro de Abril de mil oitocentos e treze. Com a Rubrica do PRINCIPE REGENTE N. S.&amp;lt;br/&amp;gt; Plano dos Estudos de Cirurgia (...............................................................................)” (THE CÓDIGO, 2020)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O plano de estudos aprovado por este decreto deu origem a uma reforma que organizaria, segundo Mello Moraes as “três escolas, sendo as já existentes da Bahia, Rio de Janeiro, bem outra em S. Luiz do Maranhão, onde se deveria ensinar anatomia geral e descriptiva, physiologia, pathologia interna, externa, e geral, therapeutica, operações, aparelhos, sciencia dos partos, matéria medica, pharmacia, e cursos de clinica interna e externa” (MORAES, 1863, p.427).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Este Plano ficou conhecido como reforma do “Bom Será”, uma referência à expressão “Bom será que entendam as línguas francesa e inglesa...”, presente em seu texto. A proposta de Manoel Luiz Alvares de Carvalho apresentava exigências não muito severas para o ingresso no curso, devendo o candidato saber apenas ler e escrever, e compreender as línguas francesa e inglesa. O curso deveria ser de cinco anos, compreendendo no 1º ano as disciplinas de anatomia em geral, química, farmacêutica e noções de matéria médica e cirúrgica sem aplicações; no 2º ano anatomia (repetição) e fisiologia; no 3º higiene, etiologia, patologia e terapêutica; no 4º instruções cirúrgicas, operações e arte obstetrícia; e no 5º prática de medicina, assistência as lições do quarto e obstetrícia. Concluídos os exames do quarto ano, os alunos receberiam a Carta de aprovados em Cirurgia, e aqueles que, após completarem os anos exigidos, freqüentassem novamente o quarto e quinto anos e prestassem os exames receberiam a graduação de formados em Cirurgia. Estes cirurgiões formados poderiam curar todas as enfermidades nos locais onde inexistissem médicos, e seriam membros do Colégio Cirúrgico e Opositores das escolas médicas.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A congregação dos lentes da então [[ACADEMIA_MÉDICO-CIRÚRGICA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Médico-Cirúrgica do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], reunida em 13 de dezembro de 1816, decidiu pela distinção dos títulos de “creador” e “fundador” daquela escola a Manoel Luiz Alvares de Carvalho, “cuja memoria será sempre venerada por todos os lentes e alunos deste collegio” &amp;amp;nbsp;(SANTOS, 1855, p.28).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1817 Manoel Luiz Alvares de Carvalho, então Diretor dos Estudos de Medicina e Cirurgia da Corte e Estado do Brasil, teria doado livros à Academia Médico-Cirúrgica da Bahia para que fossem ofertados como prêmios para os alunos que se destacassem na instituição (SANTOS, 1855). Foram premiados Francisco de Paula de Araújo e Almeida, Fortunato Candido da Costa Dormund, Francisco Marcellino Gesteira, Jonathas Abbott, e Manuel Antonio Pires.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Manoel Luiz Alvares de Carvalho foi professor substituto de cirurgia e obstetrícia (nomeação em 18/02/1817) e diretor (1813-1820) da [[ACADEMIA_MÉDICO-CIRÚRGICA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Médico-Cirúrgica do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1820 foram aprovados os estatutos elaborados por José Maria Bomtempo, diretor interino e professor da Academia Médico-Cirúrgica do Rio de Janeiro, que complementavam o Plano proposto por Manoel Luiz Álvares de Carvalho.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Na obra “Corographia historica, chronographica, genealogica, nobiliaria e politica do Imperio do Brasil. &amp;amp;nbsp;Tomo I. Segunda parte”, de Alexandre José de Mello Moraes, publicada em 1863, ao referir-se a Manoel Luiz Alvares de Carvalho, comentou que este era:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Firme em seu caracter, sabia respeitar a sua dignidade de homem, e excellencia de medico; e para comprovar o caracter nobre dp cpnselheiro Manoel Luiz, disse-se que em uma occasião em que se achava no paço real, estando dentro de um carrinho a brincar o infante D. Sebastião, a dama de honor, que o divertia, lhe offerecêra os cordões do carro para ele puxar, como manifestação de honra que lhe queria dar; porém o Dr. Manoel Luiz, em presença de vários fidalgos, e cortezãos, compondo-se, disse a dama de honor: Dê V. Ex. a honra de puxar o carro do infante á quem quiser, porque eu não sou besta de sege. Os cortesãos estremecerão, porém ele não se perturbou. Em outra ocasião estando o príncipe regente com dôres de dentes, chamou ao Dr. Manoel Luiz para lhe examinar a boca, e o fazendo, disse: V. Magestade limpe a boca, porque as dôres que sofre são causadas pela falta de aceio. Com a fidalguia fazia-se respeitar, porque olhava para a filaucia dela como partilha da matéria que nada significa”. (MORAES, 1863, p.427)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Interessante registrar que este episódio, sobre o carro do infante, foi posteriormente incorporado por Humberto de Campos, em 1927, em sua obra “Brasil anedótico: frases históricas que resumem a crônica do Brasil-Colonia, do Brasil-Império e do Brasil-República”, no capítulo CCLXXVII sob o título de “Besta de sege”:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“O conselheiro Dr. Manuel Luiz Álvares de Carvalho, que redigiu os primeiros estatutos do curso médico-cirúrgico do Rio de Janeiro, era um caráter altivo e, apesar do tempo em que vivia, um espírito independente. Saía o Dr. Manuel Luiz, certa vez, do Paço, onde fora como profissional, quando encontrou em um dos corredores uma das damas de honor puxando o carro do príncipe D. Sebastião. Sendo isso, então, uma honraria, achou a dama que o médico se sentiria desvanecido com a distinção e ofereceu-lhe um dos cordões do carro para puxar. &amp;amp;nbsp;– Dê V. Excia. A honra de puxar o carro do Infante a quem quiser, - respondeu, azedo, o velho cirurgião. E indignado com as baixezas da época: - Eu não sou besta de sege!” (CAMPOS, 1927).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Na “Memoria histórica da Faculdade de Medicina da Bahia relativa ao anno de 1854”, elaborada pelo Dr. Malaquias Alvares dos Santos, assim foi referida a trajetória de Manoel Luiz Alvares de Carvalho:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;“Motor desta primeira reforma do Statutos médicos na Bahia foi um bahiano distincto, o Conselheiro Dr. Manoel Luiz Alvares de Carvalho, medico de D. João 6º, &amp;amp;nbsp;Physico-mór Honorário, e Director geral dos stutos medico-cirurgicos de todo o Reino unido de quem existe memoria muito honrosa na Bibliotheca publica desta cidade da bahia, quer pela dadiva de muitos livros de lettras e de sciencias, e de linguas diversas, quer ainda por dous manuscriptos, que ainda alli se acham, e que tem por títulos Bibliotheca scolhida e rasoada da materia medica, ou Repertorio dogmatico dos melhores remedios, que a experiencia clinica tem confirmado; e Summa da excelente obra medida, intitulada Medicinae Praxeos systema.” &amp;amp;nbsp;(SANTOS, 1855, p.5)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Produção intelectual&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Plano dos estudos de cirurgia. Offerecido por Manoel Luiz Alvares de Carvalho, Medico Honorario da Real Camara, &amp;amp; C.; junto com o mesmo Plano que sirva de Estatutos ao Curso de Cirurgia no Hospital da Santa Caza da Mizericordia desta Corte - Plano dos estudos de cirurgia”. Rio de Janeiro: Imp. Regia, 1813.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Biblioteca escolhida e razoada da materia medica ou Repertorio dogmatico dos melhores remedios, que a experiencia clinica tem confirmado”. [s.l.[: [s.n.], [s.d.].&amp;lt;br/&amp;gt; - “Summa da excellente obra medica intitulada Medicinae Praxeos systema”. [s.l.[: [s.n.], [s.d.].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- BRITTO, Antonio Carlos Nogueira.&#039;&#039;&#039;História da Medicina. Memória Histórica do Colégio Médico-Cirúrgico da Cidade da Bahia concernente ao ano de 1817.&#039;&#039;&#039; Capturado em 14 abr.2020. Online. Disponível na Internet: [http://www.medicina.ufba.br/historia_med/hist_med_art34.htm http://www.medicina.ufba.br/historia_med/hist_med_art34.htm]&amp;lt;br/&amp;gt; - CAMPOS, Humberto de. &#039;&#039;&#039;O Brasil Anedótico. 1927. &#039;&#039;&#039;In: WIKISOURCE. O Brasil Anedótico / CCLXXVII. Capturado em 10 jul. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [https://pt.wikisource.org/wiki/O_Brasil_Anedótico/CCLXXVII https://pt.wikisource.org/wiki/O_Brasil_Aned%C3%B3tico/CCLXXVII]&amp;lt;br/&amp;gt; - LIMA, Péricles Pedrosa. &amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Homens de ciencia a servigo da coroa: os intelectuais do Brasil na Academia Real de Ciencias de Lisboa: 1779/1822.&#039;&#039;&#039; Dissertação (Mestrado em História dos Descobrimentos e da Expansão), Universidade de Lisboa, Lisboa, 2009. In: UNIVERSIDADE DE LISBOA. Sistema Integrado de Bibliotecas. Repositorio. Capturado em 10 jul. 2020. Online. Disponível na Internet: [https://repositorio.ul.pt/handle/10451/514 https://repositorio.ul.pt/handle/10451/514]&amp;lt;br/&amp;gt; - LOBO, Francisco Bruno. &#039;&#039;&#039;O Ensino da medicina no Rio de Janeiro. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: [s.n.], 1964. ([[Fontes_de_informação#ANM|ANM]])&amp;lt;br/&amp;gt; - MANOEL Luiz Álvares de Carvalho. ARQUIVO NACIONAL. MAPA. Memória da Administração Pública Brasileira. Capturado em 10 jul. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp; &amp;lt;br/&amp;gt; [http://mapa.an.gov.br/index.php/publicacoes/70-assuntos/producao/publicacoes-2/biografias/439-manoel-luiz-alvares-de-carvalho http://mapa.an.gov.br/index.php/publicacoes/70-assuntos/producao/publicacoes-2/biografias/439-manoel-luiz-alvares-de-carvalho]&amp;lt;br/&amp;gt; - MANUEL Luiz Alvares de Carvalho. In: BLAKE, Augusto Victorino Alves Sacramento. &#039;&#039;&#039;Diccionario Bibliographico Brazileiro. Sexto volume. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1900.&#039;&#039;&#039; p.149. In: Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin. Acervo Digital. &amp;amp;nbsp;Capturado em 10 jun. 2020. Online. Disponível na Internet: &amp;amp;nbsp;[https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/5451 https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/5451]&amp;lt;br/&amp;gt; - MORAES, Dr. Mello (A. J. de). &#039;&#039;&#039;Corographia historica, chronographica, genealogica, nobiliaria e politica do Imperio do Brasil. &amp;amp;nbsp;Tomo I. Segunda parte. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Typographia Brasileira, Edictor J. J. do Patrocinio, 1863. In: SENADO FEDERAL. Institucional. Biblioteca Digital. Disponível na Internet: [https://www2.senado.leg.br/bdsf/handle/id/179475 https://www2.senado.leg.br/bdsf/handle/id/179475]&amp;lt;br/&amp;gt; - RIBEIRO, Lourival. &#039;&#039;&#039;Medicina no Brasil Colonial. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: [Editorial Sul Americana], 1971. &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;br/&amp;gt; - SANTOS, Malaquias Alvares dos. &#039;&#039;&#039;Memoria Historica da Faculdade de Medicina da bahia relativa ao anno de 1854 pelo Dr. Malaquias Alvares dos Santos. &#039;&#039;&#039;(apresentada em 1855). Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1905. In: UFBA. Repositório Institucional Capturado em 10 jul. 2020. Online. Disponível na Internet: [https://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/27277 https://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/27277]&amp;lt;br/&amp;gt; - SANTOS FILHO, Lycurgo de Castro. &#039;&#039;&#039;História Geral da Medicina Brasileira.&#039;&#039;&#039; São Paulo: HUCITEC/EDUSP, 1991. v. 2. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCCBB|BCCBB]])&amp;lt;br/&amp;gt; - THE CÓDIGO Brasiliense at the John Carter Brown Library and other similar documents. Capturado em 10 jul. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; [https://www.brown.edu/Facilities/John_Carter_Brown_Library/exhibitions/CB/1813_docs/L06_p01.html https://www.brown.edu/Facilities/John_Carter_Brown_Library/exhibitions/CB/1813_docs/L06_p01.html]&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa - Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Redação - Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Revisão – Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Forma de citação&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Dicionário Histórico-Biográfico das Ciências da Saúde no Brasil (1832-1930)&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    [[Category:Verbetes]] [[Category:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Rachel.froes</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=BRAND%C3%83O,_JO%C3%83O_CARLOS_TEIXEIRA&amp;diff=1527</id>
		<title>BRANDÃO, JOÃO CARLOS TEIXEIRA</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=BRAND%C3%83O,_JO%C3%83O_CARLOS_TEIXEIRA&amp;diff=1527"/>
		<updated>2023-08-24T14:40:26Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Rachel.froes: /* Fontes */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Outros nomes e/ou títulos:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;[[BRANDÃO,_TEIXEIRA|Brandão, Teixeira&amp;amp;nbsp;]]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;João Carlos Teixeira Brandão nasceu na freguesia do Arraial de São Sebastião, em São João Marcos, na então Província do Rio de Janeiro, em 28 de dezembro de 1854, e faleceu na cidade do Rio de Janeiro em 3 de setembro de 1921. Considerado o introdutor da disciplina de clínica psiquiátrica no Brasil, foi lente da cadeira de clínica psiquiátrica e de moléstias nervosas da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, diretor do serviço sanitário do Hospício de Pedro II, e autor de &amp;quot;Os alienados no Brazil&amp;quot; (1886).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Dados pessoais&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;João Carlos Teixeira Brandão nasceu na freguesia do Arraial de São Sebastião, em São João Marcos, na então Província do Rio de Janeiro, em 28 de dezembro de 1854. Era filho de Felicio Viriato Brandão e Maria Flora Teixeira Brandão. Entre seus filhos Luiz Manoel Teixeira Brandão, também médico e professor.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi agraciado com a patente de Coronel Honorário do Exército Brasileiro, concedida pelo Marechal Floriano Peixoto, então Presidente da República, por serviços prestados durante a revolta da Armada (Rio de Janeiro, 1893).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Faleceu na cidade do Rio de Janeiro em 3 de setembro de 1921.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Trajetória profissional&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;João Carlos Teixeira Brandão bacharelou-se em ciências e letras no Colégio Pedro II, e doutorou-se pela [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], em 1877, com a tese intitulada “Operações reclamadas pelos estreitamentos da urethra; Das quinas; Do melhor tratamento das feridas accidentaes e cirurgicas; Lesões organicas do coração”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Após doutorar-se começou a clinicar na cidade de Barra Mansa (província do Rio de Janeiro), onde exerceu a profissão de 1878 a 1880. Posteriormente, por sugestão de João Vicente Torres Homem, professor da 1ª cadeira de clínica médica de adultos da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, e seu amigo, viajou para a Europa, mais especificamente para a França, Alemanha e Itália, para estudar psiquiatria (BRANDÃO, 1998).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi um dos fundadores da Policlínica Geral do Rio de Janeiro, fundada em 1881, e fez parte do primeiro corpo clínico desta instituição, como médico do serviço de moléstias do sistema nervoso.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Assumiu, em 1883, a direção da Casa de Saúde S. Sebastião, criada em 1875, na rua da Pedreira da Candelária, Chácara nº 104 (posteriormente rua Conselheiro Bento Lisboa, e atual rua Bento Lisboa), no bairro do Catete, na cidade do Rio de Janeiro. Nos serviços clínicos da casa de saúde atuavam Júlio Rodrigues de Moura, Lourenço de Assis Pereira da Cunha, e Henrique Cesídio Samico (medicina); Oscar Bulhões (cirurgia moléstias de pele); João Carlos Teixeira Brandão (moléstias mentais e nervosas); Júlio Rodrigues de Moura (partos e moléstias de mulheres); e Fernando Pires Ferreira (moléstias de olhos). &amp;amp;nbsp;Anexo à Casa de Saúde havia, desde sua fundação, o Hospício de Alienados que funcionava de forma independente, e onde destacava-se a adoção do sistema no-restraint, não existindo casa-fortes com grades de ferros e camisolas de força para os pacientes, que eram “meios violentos condenados pela psiquiatria moderna” (NOTABILIDADES, 1883, &amp;amp;nbsp;p.1843).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em abril de 1883, após concurso no qual obteve o primeiro lugar, foi nomeado lente da cadeira de clínica psiquiátrica e de moléstias nervosas da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], a qual havia sido introduzida nesta instituição naquele mesmo ano. Em decorrência desta nomeação, João Carlos Teixeira Brandão, ainda em 1883, transferiu para Júlio Rodrigues de Moura a direção administrativa da então denominada Casa de Saúde, de Convalescença e Hospício de Alienados de S. Sebastião, permanecendo somente como clínico do serviço de moléstias mentais e nervosas.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;João Carlos Teixeira Brandão foi um dos colaboradores do &#039;&#039;O Brazil-Medico&#039;&#039;, uma revista semanal de medicina e cirurgia, dirigida por Antônio Augusto de Azevedo Sodré, e lançada em 1887.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi nomeado, em 24 de outubro de 1884, facultativo clínico do [[HOSPÍCIO_DE_PEDRO_II|&amp;lt;u&amp;gt;Hospício de Pedro II&amp;lt;/u&amp;gt;]], e em 27 de fevereiro de 1887 tornou-se diretor do serviço sanitário deste estabelecimento, substituindo Agostinho José de Souza Lima. Em sua gestão, criticou as instalações luxuosas, inadequadas na sua visão para o tratamento de alienados, as deficiências na organização do hospício e a superlotação (CALMON, 1952). Advogava a adoção dos modernos processos clínicos, e reivindicava “reformas racionais”, como a criação de colônias rurais. Seu pedido foi atendido em 1889, quando Antonio Ferreira Viana, Ministro do Império, mandou fundar as colônias de São Bento e de Conde de Mesquita, na Ilha do Governador.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 18 de fevereiro de 1890 foi nomeado diretor geral da Assistência Médico Legal de Alienados, e em 27 de fevereiro de 1897 tornou-se inspetor geral de Assistência a Alienados, ocupando este cargo até 1899. &amp;amp;nbsp;No período em que dirigiu a Assistência Médico Legal de Alienados é que foram criados, por meio do decreto nº 508 de 21 de junho de 1890, as colônias (asilos) São Bento e Conde de Mesquita, ambas instaladas na Ilha do Governador (cidade do Rio de Janeiro). Também sob sua direção foi criada no Hospício de Pedro II, a [[ESCOLA_PROFISSIONAL_DE_ENFERMEIROS_E_ENFERMEIRAS|&amp;lt;u&amp;gt;Escola Profissional de Enfermeiros e Enfermeiras&amp;lt;/u&amp;gt;]] (decreto nº 791 de 27/09/1890), posteriormente reinaugurada em 16 de fevereiro de 1905. Até a criação desta escola, tendo em vista a falta de pessoal habilitado para o tratamento dos alienados naquela instituição, contratava-se pessoal na Europa, tendo sido contratadas, em 1891, enfermeiras diplomadas pela Escola Municipal de Paris, que tinham prática no serviço de asilos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Durante sua gestão à frente da Assistência Médico Legal de Alienados, diversas medidas foram adotadas em benefício do [[HOSPÍCIO_NACIONAL_DE_ALIENADOS|&amp;lt;u&amp;gt;Hospício Nacional de Alienados&amp;lt;/u&amp;gt;]]: concedida autonomia ao laboratório e ao museu anátomo-patológico; aprovado o regulamento da assistência médico-legal aos alienados; ampliado o número de médicos; criado o cargo de oftalmologista; e instituído o serviço de avaliação preliminar dos pacientes. João Carlos Teixeira Brandão também se dedicou à legislação sobre os alienados, tendo proposto medidas inspiradas nas leis francesa (1838), belga (1850) e inglesa (1897). Procurou, por meio da proposição de dispositivos legais, a distinção dos verdadeiros alienados em relação aos criminosos (TEIXEIRA, 2005).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1892 participou, como representante do Brasil, do 3º Congresso de Antropologia Criminal, realizado em Bruxelas. O governo brasileiro, aproveitando sua estadia na Europa, encarregou-o de visitar os estabelecimentos de alienados, incluindo as colônias agrícolas, na Bélgica, Áustria, Prússia, França, Suíça, Itália, Inglaterra e Estados Unidos da América. Ao final desta viagem João Carlos Teixeira Brandão apresentaria um relatório, indicando as modificações que deveriam ser adotadas no regime interno dos estabelecimentos, da cidade do Rio de Janeiro, e na construção de pavilhões de asilos para doentes que exigissem vigilância contínua. &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Apresentou-se em defesa ao governo de Floriano Peixoto, em 1893, durante a Revolta da Armada, e nesta ocasião recebeu a patente de coronel honorário do Exército (TEIXEIRA, 2005).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Publicou, em maio de 1896, um trabalho sobre a “Assistência aos Alienados”, no qual relatou as abordagens e as legislações européias relativas a esta temática (BRANDÃO, 1998).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Na [[ACADEMIA_IMPERIAL_DE_MEDICINA|Academia Imperial de Medicina]] foi eleito membro titular em 31 de agosto de 1886, ocupou a cadeira nº 42, e integrou, a partir de 10 de outubro de 1918 a classe de membros eméritos desta associação. Foi fundador da Sociedade de Jurisprudência Médica e Antropológica (1897), e patrono da cadeira nº 36 da Academia Fluminense de Medicina. Participou de sociedades científicas estrangeiras, como a Société de Psychiatrie de Paris e a Société Médico-Psychologique de Paris, tendo apresentado nesta última, em 26 de novembro de 1883, a comunicação intitulada “Des établissements d´alienés au Brésil”. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; Dedicou grande parte de sua trajetória à luta em prol dos alienados, especialmente a necessidade da criação de manicômios judiciários, o que acabaria ocorrendo somente em 1921. João Carlos Teixeira Brandão é considerado o iniciador da assistência aos alienados no Brasil, destacando-se seu empenho pela adoção de um sistema que abolisse as camisas de força e as grades dos quartos dos pacientes mais graves em sua clínica da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, instalada no Hospício de Pedro II (BRANDÃO, 1998).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A assistência dos alienados também foi objeto de sua trajetória política. Em 1903, eleito deputado federal, pelo Estado do Rio de Janeiro, empenhou-se pela aprovação da legislação que reorganizaria a assistência a alienados no país, concretizada pela promulgação do decreto nº 1.132, de 22 de dezembro de 1903, considerada a primeira lei geral sobre a jurisprudência e a assistência aos alienados no país (TEIXEIRA, 2005). Elegeu-se deputado por seu Estado ainda em outras legislaturas (1906, 1909, 1912, 1915 e 1918) e foi presidente da comissão de saúde da Câmara de Deputados (1919).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi eleito Presidente de Honra da Sociedade de Neurologia, Psiquiatria e Medicina Legal, criada em 1905.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Participou da comissão organizadora do IV Congresso Médico Latino Americano, que se realizou na cidade do Rio de Janeiro de 1º a 4 de agosto de 1909.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A autoria do projeto que deu origem ao decreto nº 3.987, de 2 janeiro de 1920, que reorganizou os serviços de saúde pública e criou o Departamento Nacional de Saúde Pública, é atribuída a João Carlos Teixeira Brandão (BRANDÃO, 1998).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;João Carlos Teixeira Brandão, considerado o introdutor da disciplina de clínica psiquiátrica no Brasil, iniciou um estudo científico da psiquiatria, fundamentado na anatomia e fisiologia do sistema nervoso (BRANDÃO, 1998).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Produção intelectual&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Operações reclamadas pelos estreitamentos da urethra; Das quinas; Do melhor tratamento das feridas accidentaes e cirurgicas; Lesões organicas do coração”. Rio de Janeiro, 1877. Tese (Doutoramento) – Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, 1877.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Des établissements d´alienés au Brésil”. 1884.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Os alienados no Brazil”. Rio de Janeiro: [s.n.], 1886.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Idéas fixas – Genese e classificação nosologica”. Memória apresentada na Academia Imperial de Medicina, em 31 de agosto de 1886.&amp;lt;br/&amp;gt; - “As paranoias (delirio systematizado – Verruckthist), suas formas, genese e evolução”. &#039;&#039;O Brasil Medico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, tomo I, págs. 18 e 36, 1887.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Pertubações psiquicas elementares – Instinto e vontade”. 1888.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Sintomas intelectuais nas pertubações psiquicas elementares – Pertubação da memoria”. 1888.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Causas que concorrem para a pequena frequencia da paralisia geral no Brasil”. 1888.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Relatório da Assistencia Médico Legal de Alienados”. 1891.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Relatorio da Assistencia Médico Legal de Alienados apresentado a Sua Excelencia o Sr. Dr. Fernando Lobo Leite Pereira, Ministro de Estado dos Negócios do Interior pelo Dr. João Carlos Teixeira Brandão”. 1892. &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Relatório da Assistencia Médico-Legal de Alienados apresentado pelo diretor geral Dr. João Carlos Teixeira Brandão em março de 1894”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “A chamada loucura moral”. 1897.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Os alienados e a imprensa. Cérebro de um idiota microcéfalo”. 1897.&amp;lt;br/&amp;gt; - “O cerebro de um idiota microcefalo”. 1897.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Pareceres medicos legais”. &amp;amp;nbsp;(Em colaboração com Marcio Nery). 1897.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Crise de debilidade mental com manifestações episodicas de delirio multiplo”. 1898.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Assistencia de alienados”. 1899.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Educação Nacional no Regime Republicano”. 1906.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Elementos de Psiquiatria Clínica e Forense.” 1918.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- ACADÊMICO João Carlos Teixeira Brandão. Patrono da Cadeira nº 42. Datilografado. Arquivo pessoal da Academia Nacional de Medicina. [Rio de Janeiro]: [s.n.], [s.d.]. ([[Fontes_de_informação#ANM|ANM]])&amp;lt;br/&amp;gt; - BRANDÃO, Luiz Manoel Teixeira. Prof. João Carlos Teixeira Brandão. Patrono da Cadeira nº 36. In: ACADEMIA FLUMINENSE DE MEDICINA. &#039;&#039;&#039;Anais da Academia Fluminense de Medicina 1974-1998.&#039;&#039;&#039; Niterói, Rio de Janeiro: Academia Fluminense de Medicina, 1998. &amp;amp;nbsp;p.448-455. &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#AFM|AFM]])&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 508, de 21 de junho de 1890. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 13 ago. 2020. Online. Disponível na Internet:  &amp;amp;nbsp;[http://legis.senado.leg.br/norma/387994/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/387994/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 791, de 27 de setembro de 1890. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 13 ago. 2020. Online. Disponível na Internet:  [http://legis.senado.leg.br/norma/389434/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/389434/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 1.132, de 22 de dezembro de 1903. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 13 ago. 2020. Online. Disponível na Internet:  [http://legis.senado.leg.br/norma/595867/publicacao?tipoDocumento=DPL-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/595867/publicacao?tipoDocumento=DPL-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 3.987, de 2 de janeiro de 1920. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. &amp;amp;nbsp;Capturado em 13 ago. 2020. Online. Disponível na Internet:  [http://legis.senado.leg.br/norma/600906/publicacao?tipoDocumento=DPL-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/600906/publicacao?tipoDocumento=DPL-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - CALMON, Pedro. &#039;&#039;&#039;O Palácio da Praia Vermelha: 1852-1952.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: [s.n.], 1952. &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#IHGB|IHGB]])&amp;lt;br/&amp;gt; - CRONOLOGIA: História da Psiquiatria e Saúde Mental no Brasil. Capturado em 14 abr. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;  [http://www.ccs.saude.gov.br/memoria%20da%20loucura/mostra/retratos06.html http://www.ccs.saude.gov.br/memoria%20da%20loucura/mostra/retratos06.html]&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - JOÃO Carlos Teixeira Brandão. In: BLAKE, Augusto Victorino Alves Sacramento. &#039;&#039;&#039;Diccionario Bibliographico Brazileiro. Terceiro volume. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1893. p.393. In: Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin. Acervo Digital. &amp;amp;nbsp;Capturado em 10 jun. 2020. Online. Disponível na Internet: [https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/5433 https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/5433]&amp;lt;br/&amp;gt; - JOÃO Carlos Teixeira Brandão. In: ACADEMIA NACIONAL DE MEDICINA. Capturado em 8 out. 2020. Online. Disponível na Internet; [https://www.anm.org.br/joao-carlos-teixeira-brandao/ https://www.anm.org.br/joao-carlos-teixeira-brandao/]&amp;lt;br/&amp;gt; - MAGALHÃES, Fernando. &#039;&#039;&#039;O Centenário da Faculdade de Medicina 1832-1932.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Tip. A. P. Barthel, 1932. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BMANG|BMANG]])&amp;lt;br/&amp;gt; - NOTABILIDADES. Almanak Administrativo, Mercantil e Industrial do Imperio do Brazil para 1883. Rio de Janeiro: Casa dos Editores-Proprietarios H. Laemmert &amp;amp; C., 1883. &amp;amp;nbsp;p.1842-1843. &#039;&#039;&#039;Almanak Administrativo, Mercantil e Industrial do Rio de Janeiro (1844-1889). &#039;&#039;&#039;Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies - Global Resources Network.. Capturado em 22 abr. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; [http://ddsnext.crl.edu/titles/88#?c=0&amp;amp;m=39&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=1452&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1270,-1,4682,3303 http://ddsnext.crl.edu/titles/88#?c=0&amp;amp;m=39&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=1452&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1270%2C-1%2C4682%2C3303]&amp;lt;br/&amp;gt; - RELATORIO apresentado ao vice-presidente da República dos Estados Unidos do Brasil pelo Dr. Fernando Lobo, Ministro de Estado da Justiça e Negócios Interiores em abril de 1893. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, [1893]. &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960).&#039;&#039;&#039; Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 14 abr. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://ddsnext.crl.edu/titles/107?terms=Fernando%20Lobo&amp;amp;item_id=2006#?h=Fernando%20Lobo&amp;amp;c=0&amp;amp;m=65&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=1&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1404,-1,4615,3256 http://ddsnext.crl.edu/titles/107?terms=Fernando%20Lobo&amp;amp;item_id=2006#?h=Fernando%20Lobo&amp;amp;c=0&amp;amp;m=65&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=1&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1404%2C-1%2C4615%2C3256]&amp;lt;br/&amp;gt; - RELATORIO da Assistencia Médico Legal de Alienados. &amp;amp;nbsp;Anexo. Relatório apresentado ao Presidente da República dos Estados Unidos do Brazil pelo Dr. João Barbalho Uchôa Cavalcanti, Ministro de Estado dos Negócios do Interior em maio de 1891. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1891. Anexo. &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960).&#039;&#039;&#039; Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies - Global Resources Network. Capturado em 22 abr. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://ddsnext.crl.edu/titles/103#?c=0&amp;amp;m=0&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=146&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-970,0,3298,2327 http://ddsnext.crl.edu/titles/103#?c=0&amp;amp;m=0&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=146&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-970%2C0%2C3298%2C2327]&amp;lt;br/&amp;gt; - RELATORIO da Assistencia Médico Legal de Alienados apresentado a Sua Excelência o Sr. Dr. Fernando Lobo Leite Pereira, Ministro de Estado dos Negócios do Interior pelo Dr. João Carlos Teixeira Brandão. 1892. &amp;amp;nbsp;In: Relatório apresentado ao vice-presidente da República dos Estados Unidos do Brazil pelo Dr. Fernando Lobo Leite Pereira, Ministro de Estado dos Negócios do Interior em abril de 1892. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1892. Anexo. &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960).&#039;&#039;&#039; Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 22 abr. 2020. Online. Disponível na Internet: &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; [http://ddsnext.crl.edu/titles/103#?c=0&amp;amp;m=1&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=291&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-960,0,3295,2324 http://ddsnext.crl.edu/titles/103#?c=0&amp;amp;m=1&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=291&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-960%2C0%2C3295%2C2324]&amp;lt;br/&amp;gt; - RELATORIO da Assistencia Medico Legal de Alienados apresentado pelo diretor geral Dr. João Carlos Teixeira Brandão em março de 1894. In: RELATORIO apresentado ao vice-presidente pelo Dr. Alexandre Cassiano do Nascimento, Ministro de Estado da Justiça e Negócios Interiores em março de 1894. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1894. Anexo. &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960).&#039;&#039;&#039; Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 22 abr. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp; [http://ddsnext.crl.edu/titles/107#?c=0&amp;amp;m=66&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=839&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1395,-1,4581,3232 http://ddsnext.crl.edu/titles/107#?c=0&amp;amp;m=66&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=839&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1395%2C-1%2C4581%2C3232]&amp;lt;br/&amp;gt; - SANTOS FILHO, Lycurgo de Castro. &#039;&#039;&#039;História Geral da Medicina Brasileira.&#039;&#039;&#039; São Paulo: HUCITEC/EDUSP, 1991. v. 2. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCCBB|BCCBB]])&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - TEIXEIRA, Manoel Olavo Loureiro. Teixeira Brandão: o Pinel brasileiro. In: DUARTE, Luiz Fernando Dias; RUSSO, Jane; VENANCIO, Ana Teresa &#039;&#039;&#039;A. Psicologização no Brasil: atores e autores.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Contra Capa Livraria, 2005. &amp;amp;nbsp;p.39-63. &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa – Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Redação – Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Revisão – Francisco José Chagas Madureira.&amp;lt;br/&amp;gt; Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Forma de citação&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;{{SITENAME}}&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    [[Category:Verbetes]] [[Category:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Rachel.froes</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=BALENA,_ALFREDO&amp;diff=1526</id>
		<title>BALENA, ALFREDO</title>
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		<updated>2023-08-24T14:38:17Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Rachel.froes: /* Trajetória profissional */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Alfredo Balena nasceu em 1882, e faleceu em 23 de dezembro de 1949. Em 1911 foi um dos médicos fundadores da Faculdade de Medicina de Belo Horizonte, e nesta instituição foi professor da cadeira de clínica médica, catedrático de clínica médica, e diretor.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Dados pessoais&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Alfredo Balena nasceu em Campania (Nápoles, Itália) em 17 de novembro de 1881, e faleceu em 23 de dezembro de 1949 (FILGUEIRAS, 2011).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Trajetória profissional&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Alfredo Balena veio para o Brasil, ainda pequeno, chegando em 18 de outubro de 1884. Em 1893 estudou humanidades no Gymnasio Mineiro, fundado em 1890, com um internato em Barbacena e o externato em Ouro Preto. Prestou exames preparatórios, em 1899, na Escola de Farmácia de Ouro Preto, tendo concluído o curso em julho de 1901.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi para o Rio de Janeiro, onde ingressou, em 1903. na [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro]], tendo concluído o curso médico, em 8 de maio 1907, com a tese intitulada “Preservação da infancia, contra a tuberculose” (FILGUEIRAS, 2011).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1908 foi para a cidade de Belo Horizonte, onde passou a clinicar em um consultório próprio. Inaugurou, em abril de 1915, o curso de patologia geral na Santa Casa da Misericórdia de Belo Horizonte. Em 1916 tornou-se o primeiro chefe do Pavilhão Miguel Couto, construído pela Faculdade de Medicina de Belo Horizonte, em terreno da Santa Casa da Misericórdia de Belo Horizonte. Foi membro do Conselho Médico Consultivo da direção desta mesma santa casa.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Participou, em 1908, como representante do Instituto de Protecção e Assistencia à Infancia de Belo Horizonte, no 1º Congresso Nacional de Assistência Pública e Privada, realizado no Pavilhão do Distrito Federal, em 23 de setembro de 1908, por ocasião da Exposição Nacional de 1908.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi diretor clínico do Instituto de Protecção e Assistencia a Infância de Belo Horizonte, em 1920.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Alfredo Balena foi um dos médicos fundadores da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DE_BELO_HORIZONTE|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina de Belo Horizonte&amp;lt;/u&amp;gt;]], criada em 05 de março de 1911, e inicialmente instalada no palacete Thibau, na esquina da Avenida Afonso Penna com a Rua Espírito Santo, na cidade de Belo Horizonte (Minas Gerais). Além de Alfredo Balena, assinavam ata de criação desta instituição: Cornélio Vaz de Mello, Zoroastro Rodrigues de Alvarenga, Cícero Ribeiro Ferreira Rodrigues, Otávio Machado, Eduardo Borges Ribeiro da Costa, Hugo Eiras Furquim Werneck, Samuel Libânio, Antônio Aleixo, Ezequiel Caetano Dias, Honorato Alves, e Olyntho Deodato dos Reis Meirelles.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Na [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DE_BELO_HORIZONTE|Faculdade de Medicina de Belo Horizonte]] foi professor da cadeira de clínica médica (1911), e catedrático de clínica médica/1ª cadeira (1918). Foi diretor da instituição, tendo sido eleito em 31 de dezembro de 1927, ocupando este posto de 1928 a 1933 e de 1935 a 1949. Sua presença na direção desta instituição sofreu uma “interrupção forçada de dois anos (março de 1933 a junho de 1935), pois fora obrigado a deixar o cargo, italiano que era de origem, sob a alegação de não ser permitido o exercício de cargos de direção pública a não-brasileiros natos” (HISTORIA, 2003). Foi reconduzido ao cargo posteriormente, e durante seu novo mandato é que ocorreu a federalização da instituição. A lei nº 976, de 17 de dezembro de 1949, estabeleceu a federalização da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DE_BELO_HORIZONTE|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina de Belo Horizonte&amp;lt;/u&amp;gt;]], ficando esta subordinada ao Ministério da Educação e Saúde, Diretoria do Ensino Superior (art. 2º), criando no quadro permanente do referido Ministério 34 cargos de professores catedráticos para o curso médico da Faculdade (art. 5º).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A promulgação da lei estadual nº 956, de 07 de setembro de 1927, que criou a Universidade de Minas Gerais, integrando a Faculdade de Medicina, a Escola de Odontologia e Farmácia, a Escola de Engenharia e a Faculdade de Direito, foi retratada no quadro a óleo de Gentil Garcez, em exposição no saguão da entrada da Biblioteca Universitária/UFMG (Campus da Pampulha), no qual aparece Alfredo Balena, então professor da Faculdade de Medicina (UFMG, 2003).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi colaborador de &#039;&#039;O Brazil-Medico. Revista Mensal de Medicina e Cirurgia&#039;&#039;, de 1920 a 1933.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em junho de 1938, Alfredo Balena integrou o grupo de professores que viajou para Alemanha, a convite da Academia Medica Germano-Ibero-Americana, para uma visita de 3 semanas, e realização de cursos especiais de medicina. Participaram deste grupo professores de outras localidades do país, como os médicos do Rio de Janeiro, Antônio Austregesilo Rodrigues Lima, José Antonio de Abreu Fialho e Álvaro Ozorio de Almeida (ACADEMIA, 1938). &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Presidiu a Associação Medico Cirurgica de Bello Horizonte em 1916 e, posteriormente de 1921 a 1927, de 1935 a 1936.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi membro da [[SOCIEDADE_DE_MEDICINA_E_CIRURGIA_DE_SÃO_PAULO|Sociedade de Medicina e Cirurgia de São Paulo]], da Sociedade de Medicina e Cirurgia de Minas Gerais, da qual foi presidente em 1921, da Sociedade Brasileira de Neuriatria, Psychiatria e Medicina Legal, fundada no Rio de Janeiro, em 1905, por [[MOREIRA,_JULIANO|&amp;lt;u&amp;gt;Juliano Moreira&amp;lt;/u&amp;gt;]], da Academia Paulista de Medicina, do Instituto Histórico e Geográfico de Ouro Preto, e da Academia de Ciências Psico-químicas (Palermo, Itália). Foi sócio da Seção Mineira da Academia Brasileira de Sciencias Economicas, Politicas e Sociaes, instalada em 26 de janeiro de 1926.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No III Congresso Brasileiro de Neurologia, Psychiatria e Medicina Legal, realizado no Rio de Janeiro em julho de 1929, foi vice-presidente da Seção de Terapeutica Aplicada.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Proferiu a conferência “Localizações visceraes de lepra” no evento “Mez da Lepra”, realizado, em agosto de 1930, na sede da Associação Universitária Mineira, em Belo Horizonte.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;É patrono da Cadeira nº 57 da Academia Mineira de Medicina.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O médico Eutychio Leal ao apresentar suas impressões sobre Belo Horizonte, em matéria no &#039;&#039;Brasil-Medico&#039;&#039;, em 1943, destacou sua influência no meio médico:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Nos círculos acadêmicos de Belo Horizonte é Alfredo Balena, figura central. Ele polariza todas as idéias e aspirações de sua classe. Exerce no momento atual influência culminante, só igual à que, a seu tempo tiveram Alfredo Brito, na bahia, Miguel Couto, no Rio, e Arnaldo de Carvalho, em São Paulo. Igual em tudo áqueles saudosos mestres possúe Alfredo Balena o mesmo gênio no ensino, a mesma proficiência na clinica e, na sociedade, o mesmo extraordinário prestigio”. (LEAL, 1943, p.408)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Após seu falecimento, entre as homenagens prestadas, foi conferido ao órgão de representação dos alunos da então Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais o nome de Diretório Acadêmico Alfredo Balena. Em 1950 a antiga Av. Mantiqueira, na cidade de Belo Horizonte, recebeu, em sua homenagem, a denominação de Avenida Professor Alfredo Balena.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Produção intelectual&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Preservação da Infancia contra a Tuberculose”. &amp;amp;nbsp;These apresentada à Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro. 1907.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Diagnóstico precoce da tuberculose pulmonar”. Memória apresentada no VI Congresso de Medicina e Cirurgia. 1911.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - &amp;quot;Bradicardias gripais&amp;quot;. Memória apresentada ao VIII Congresso Brasileiro de Medicina e Cirurgia”.1918.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Syndrome de Adams-Stokes post-grippal”. 1919.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Cystircecose”. &amp;amp;nbsp;Archivos Mineiros de Dermatologia, Shyphiligraphia e Sciencias Afins, anno I, n.3, setembro 1919.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Cystircecose”. &amp;amp;nbsp;Paraná Médico, 1920.&amp;lt;br/&amp;gt; - &amp;quot;Tratamento da choréa por injecções intra-racheanas de electrargol&amp;quot;. Memória apresentada na Associação Medico-Cirurgica de Minas Gerais. 9 de maio de 1920.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Novo processo therapeutico da Choréa de Sydenham”. Rio de Janeiro: Leuzinger,1926.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - &amp;quot;Epilepsia Endocrina&amp;quot;. 1924&amp;lt;br/&amp;gt; - &amp;quot;Desequilibrio Endócrino e Intellectualidade Superior&amp;quot;. &#039;&#039;Brasil-Medico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XLI, n.43, p.115-1126, 22 de outubro de 1927.&amp;lt;br/&amp;gt; - &amp;quot;Desordens do rythmo cardíaco na ancylostomiose&amp;quot;, Memória apresentada no X Congresso Brasileiro de Medicina e Cirurgia. 1929.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Desordens reflexas do rythmo cardiaco na Uncinariose”. Annaes da Faculdade de Medicina da Universidade de Minas Gerais, 1930.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Derrames pleurais nos cardíacos”. 1930.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Localizações visceraes de lepra”. Conferência no evento “Mez da Lepra”. Belo Horizonte, agosto de 1930.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Choréa aguda de Sydenham”. &#039;&#039;Brasil-Medico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XLVI, n.14, p.314-317, 2 de abril de 1932.&amp;lt;br/&amp;gt; - &amp;quot;Giardiose Biliar&amp;quot;. &amp;amp;nbsp;&#039;&#039;Brasil-Medico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XLIX, n.3, p.47-56, 19 de janeiro de 1935.&amp;lt;br/&amp;gt; - &amp;quot;Estudo Clinico da Giardiose Humana&amp;quot;. &#039;&#039;Brasil-Medico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XLIX, n.34, p.757-762, 24 de agosto de 1935.&amp;lt;br/&amp;gt; - &amp;quot;Estudo Clinico da Giardiose Humana. (Conclusão)&amp;quot;. &#039;&#039;Brasil-Medico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XLIX, n.35, p.779-786, 31 de agosto de 1935.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Esplenomegalia esquistossomótica”. 1935.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Insuficiência cardíaca incipiente”.1935.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Notas e Informações. Azevedo Sodré.” &#039;&#039;Brasil-Medico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno LII, n.26, p.VII, 25 de junho de 1938.&amp;lt;br/&amp;gt; - “A giardiose e sua therapeutica”. &#039;&#039;Brasil-Medico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno LIII, n.5, p.113-119, janeiro de 1939.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - “Vitamina A e a Resistência a Tuberculose Pulmonar&amp;quot;. &#039;&#039;Brasil-Medico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno LIV, n.11, p.163-168, 16 de março de 1940.&amp;lt;br/&amp;gt; - “Da síndrome gastro-cardíaca de Roemheld&amp;quot;. &#039;&#039;Brasil-Medico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno LX, ns.16 e 17, p.115-120, 20 e 27 de abril de 1946.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- ACADEMIA Medica Germano-Ibero-Americana. &#039;&#039;Brasil-Medico&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno LII, n.22, p.VII, 28 de maio de 1938. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 7 ago. 2020. Online. Disponível na Internet: [http://memoria.bn.br/DocReader/081272x/43386 http://memoria.bn.br/DocReader/081272x/43386]&amp;lt;br/&amp;gt; - ALFREDO BALENA. In: WIKIPÉDIA. Capturado em 5 ago. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp; [https://pt.wikipedia.org/wiki/Alfredo_Balena https://pt.wikipedia.org/wiki/Alfredo_Balena]&amp;lt;br/&amp;gt; - A HISTÓRIA de presente. In: SANTA CASA DE BELO HORIZONTE. Capturado em 14 jul. 2020. Online. Disponível na Internet: [http://www.santacasabh.org.br/ver/a_história_de_presente.html http://www.santacasabh.org.br/ver/a_hist%C3%B3ria_de_presente.html]&amp;lt;br/&amp;gt; - ALMEIDA, Christobaldo Motta de. Alfredo Balena. In: ACADEMIA MINEIRA DE MEDICINA. Capturado em 5 ago. 2020. Online. Disponível na Internet:  &amp;amp;nbsp;[http://www.acadmedmg.org.br/ocupante/cadeira-57-patrono-alfredo-balena/ http://www.acadmedmg.org.br/ocupante/cadeira-57-patrono-alfredo-balena/]&amp;lt;br/&amp;gt; - CORRÊA, Edison José; GUSMÃO, Sebastião Natanael Silva (orgs.). &#039;&#039;&#039;85 anos da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais.&#039;&#039;&#039; Minas Gerais: Cooperativa Médica, 1997. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - FILGUEIRAS, Zuleide Ferreira. A presença italiana em nomes de ruas de Belo Horizonte: passado e presente. Belo Horizonte, 2011. Dissertação (Mestrado em Linguística), Programa de Pós-Graduação em Estudos Linguísticos, UFMG, 2011. In: UFMG. Repositório. Capturado em 7 ago. 2020. Online. Disponível na Internet: [https://repositorio.ufmg.br/handle/1843/DAJR-8H5TJ4 https://repositorio.ufmg.br/handle/1843/DAJR-8H5TJ4]&amp;lt;br/&amp;gt; - HISTÓRIA da Faculdade de Medicina da UFMG. Capturado em 7 abr. 2020. Online. Disponível na Internet: [https://www.medicina.ufmg.br/institucional/ https://www.medicina.ufmg.br/institucional/]&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - LEAL, Eutychio. Impressões de Belo Horizonte. &#039;&#039;Brazil-Medico&#039;&#039;. Revista Mensal de Medicina e Cirurgia, Rio de Janeiro, anno LVII, ns.38-39, p.408-409, 18 e 25 de setembro de 1943. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira. &#039;&#039;&#039;Capturado em 7 ago. 2020. Online. Disponível na Internet: [http://memoria.bn.br/DocReader/081272x/50360 http://memoria.bn.br/DocReader/081272x/50360]&amp;lt;br/&amp;gt; - Lei nº 956, de 7 de setembro de 1927. In: ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE MINAS GERAIS. Legislação Mineira. Capturado em 19 ago. 2020. Disponível na Internet:  [https://www.almg.gov.br/consulte/legislacao/completa/completa.html?tipo=LEI&amp;amp;num=956&amp;amp;comp=&amp;amp;ano=1927 https://www.almg.gov.br/consulte/legislacao/completa/completa.html?tipo=LEI&amp;amp;num=956&amp;amp;comp=&amp;amp;ano=1927]&amp;lt;br/&amp;gt; - LINHA do tempo UFMG. In: UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS. Capturado em 7 abr. 2020. Online. Disponível na Internet: [https://ufmg.br/a-universidade/apresentacao/linha-do-tempo https://ufmg.br/a-universidade/apresentacao/linha-do-tempo]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa – Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Redação – Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Revisão – Francisco José Chagas Madureira.&amp;lt;br/&amp;gt; Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Forma de citação&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;{{SITENAME}}&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    [[Category:Verbetes]] [[Category:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Rachel.froes</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=AQUINO,_AGOSTINHO_THOMAZ_DE&amp;diff=1525</id>
		<title>AQUINO, AGOSTINHO THOMAZ DE</title>
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		<updated>2023-08-24T14:35:22Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Rachel.froes: /* Trajetória profissional */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
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&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Agostinho Thomaz de Aquino nasceu no Rio de Janeiro em 1812, e faleceu na mesma cidade em 1844. Formou-se em medicina na Academia Médico-Cirúrgica do Rio de Janeiro, e em 1830 foi eleito membro da Sociedade de Medicina do Rio de Janeiro. Nesta Sociedade, participou de sua comissão de salubridade geral, e em 1843 integrava sua seção cirúrgica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Dados pessoais&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
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&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Agostinho Thomaz de Aquino nasceu na cidade do Rio de Janeiro em 1812. Faleceu na mesma cidade no ano de 1844.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Trajetória profissional&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Agostinho Thomaz de Aquino formou-se em medicina na então [[ACADEMIA_MÉDICO-CIRÚRGICA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Médico-Cirúrgica do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi eleito e empossado membro titular da [[SOCIEDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Sociedade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]] em 4 de agosto de 1830, com a apresentação do trabalho intitulado “Memoria sobre o Tetano Traumatico”. Em 1832 era membro da seção de ciências médicas, e posteriormente, em 1844, transferiu-se para a seção cirúrgica desta associação.&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No Boletim do &#039;&#039;Semanario de Saude Publica,&#039;&#039; em sua edição de 7 de maio de 1831, foi publicada uma matéria&amp;amp;nbsp; sobre o tétano intitulada “Tetano traumático, com feridas combustas, complicado com tumor rachitico”, apresentando considerações a partir das observações feitas por Agostinho Thomaz de Aquino, em sua memória apresentada &amp;amp;nbsp;à Sociedade de Medicina do Rio de Janeiro, para ser admitido membro titular (TETANO, 1831).&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Participou neste mesmo ano, juntamente com [[JOBIM,_JOSÉ_MARTINS_DA_CRUZ|&amp;lt;u&amp;gt;José Martins da Cruz Jobim&amp;lt;/u&amp;gt;]], Cláudio Luiz da Costa, Antônio Martins Pinheiro, Octaviano Maria da Rosa e [[SIMONI,_LUÍS_VICENTE_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Luís Vicente De Simoni&amp;lt;/u&amp;gt;]], da comissão de salubridade geral da [[SOCIEDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Sociedade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], designada, em 1831, para examinar a situação das prisões, hospitais, casa de expostos e hospícios, protestando contra as péssimas condições e a forma desumana de tratamento a que eram submetidos os alienados no Rio de Janeiro. Desta foi redigido o “Relatório da commissão de salubridade geral da sociedade de medicina do Rio de Janeiro sobre as causas da infecção da atmosphera desta cidade”, lido e aprovado na sessão de 17 de dezembro de 1831.&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Esta mesma comissão, da qual participou, havia publicado em 1831, no &#039;&#039;Semanario de Saude Publica,&#039;&#039; publicação da [[SOCIEDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Sociedade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], um parecer sobre as febres da região de Macacú (província do Rio de Janeiro).&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1834 foi nomeado lente substituto para a seção de ciências acessórias da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], juntamente com José Bento da Rosa.&amp;amp;nbsp; Pelo decreto de 13 de março de 1843, foi aprovada a aposentadoria de Agostinho Thomaz de Aquino de seu posto como lente substituto da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi sócio efetivo da Sociedade Auxiliadora da Industria Nacional, a partir de 1836.&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Integra, em 1843, a seção cirúrgica da então [[ACADEMIA_IMPERIAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Imperial de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]], juntamente com [[MONTEIRO,_CÂNDIDO_BORGES|&amp;lt;u&amp;gt;Cândido Borges Monteiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], [[CYSNEIROS,_FRANCISCO_FREIRE_ALLEMÃO_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Antônio Freire Allemão de Cysneiros&amp;lt;/u&amp;gt;]], [[REIS,_JACINTHO_RODRIGUES_PEREIRA|&amp;lt;u&amp;gt;Jacintho Rodrigues Pereira Reis&amp;lt;/u&amp;gt;]] e [[MEIRELLES,_JOAQUIM_CÂNDIDO_SOARES_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Joaquim Cândido Soares de Meirelles&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Produção intelectual&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Memoria sobre o Tetano Traumatico”. Memória apresentada à Sociedade de medicina do Rio de Janeiro. 1831.&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- &amp;quot;Parecer da Commissão da salubridade geral, sobre a carta do Sr. Manoel de Valadão Pimentel, relativa as febres da Macacú, remetido ao Governo em 13 do corrente&amp;quot;. Co-autoria com Cláudio Luís da Costa, Antônio Martins Pinheiro, José Martins da Cruz Jobim, Octaviano Maria da Rosa, e Luís Vicente de Simoni. &#039;&#039;Semanario de Saude Publica&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno de 1831, n.29, p.152-154, 16 jul. 1831.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- “Relatório da commissão de salubridade geral da sociedade de medicina do Rio de Janeiro sobre as causas da infecção da atmosphera desta cidade”. &#039;&#039;Semanario de Saude Publica&#039;&#039;, Rio de Janeiro, tomo 2º, p.284-306, 1832.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- AGOSTINHO Thomaz de Aquino. In: BLAKE, Augusto Victorino Alves Sacramento. &#039;&#039;&#039;Diccionario Bibliographico Brazileiro. Primeiro volume. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1883. p.20. In: Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin. Acervo Digital.&amp;amp;nbsp; Capturado em 10 jun. 2020. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;/span&amp;gt;[https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/5411 &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/5411&amp;lt;/span&amp;gt;]&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- AGOSTINHO Thomaz de Aquino. In: ACADEMIA NACIONAL DE MEDICINA. Capturado em 8 out. 2020. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;/span&amp;gt;[https://www.anm.org.br/agostinho-thomaz-de-aquino/ &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;https://www.anm.org.br/agostinho-thomaz-de-aquino/&amp;lt;/span&amp;gt;]&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- MAGALHÃES, Fernando. &#039;&#039;&#039;Centenário da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&#039;&#039;&#039;. Rio de Janeiro: Typ. A. P. Barthel, 1932.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BN|&amp;lt;u&amp;gt;BN&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- SANTOS FILHO, Lycurgo de Castro. &#039;&#039;&#039;História Geral da Medicina Brasileira.&#039;&#039;&#039; São Paulo: HUCITEC/EDUSP, 1991. v. 2.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCCBB|&amp;lt;u&amp;gt;BCCBB&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- TETANO traumático, com feridas combustas, complicado com tumor rachitico: Observação do Sr. Agostinho Thomaz de Aquino, extrahida da sua memoria sobre o Tetano Traumatico, apresentada á Sociedade de Medicina do Rio de Janeiro, para ser admitido Membro titular”. &#039;&#039;Semanario de Saude Publica&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno de 1831, n.19, p.99-100, 7 de maio de 1831. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 9 ago. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;[http://memoria.bn.br/DocReader/702560/99 &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;http://memoria.bn.br/DocReader/702560/99&amp;lt;/span&amp;gt;]&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
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= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa – Rodrigo Borges Monteiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Redação – Rodrigo Borges Monteiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Revisão – Francisco José Chagas Madureira.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;{{SITENAME}}&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    [[Category:Verbetes]] [[Category:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Rachel.froes</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=SOCIEDADE_BRASILEIRA_DE_CI%C3%8ANCIAS&amp;diff=1524</id>
		<title>SOCIEDADE BRASILEIRA DE CIÊNCIAS</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=SOCIEDADE_BRASILEIRA_DE_CI%C3%8ANCIAS&amp;diff=1524"/>
		<updated>2023-08-24T14:25:14Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Rachel.froes: Retirada de hiperlinks&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Denominações:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;Sociedade Brasileira de Ciências (1916); [[ACADEMIA_BRASILEIRA_DE_CIÊNCIAS|Academia Brasileira de Ciências]] (1921)&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Resumo:&#039;&#039;&#039; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A Sociedade Brasileira de Ciências foi fundada em 3 de maio de 1916, passando a ter a denominação de Academia Brasileira de Ciências à partir de 1921. Foi criada por professores da Escola Politécnica do Rio de Janeiro, sendo essa a sua primeira sede, situada no Largo de São Francisco de Paula. Professores e pesquisadores de diversas instituições lá se reuniam visando o desenvolvimento e a divulgação das atividades científicas em um ambiente de renovação das ciências no Brasil. Seu primeiro presidente foi Henrique Charles Morize (1860-1930).&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Histórico =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A cerimônia de fundação da Sociedade Brasileira de Ciências&amp;amp;nbsp;deu-se no dia 3 de maio de 1916, no salão nobre da Escola Politécnica do Rio de Janeiro, no Largo de São Francisco de Paula. A iniciativa de sua criação teria partido de alguns dos professores dessa Escola, onde ficou inicialmente instalada. Neste local, reuniam-se periodicamente esses professores, assim como pesquisadores do Observatório Nacional, do [[MUSEU_NACIONAL|&amp;lt;u&amp;gt;Museu Nacional&amp;lt;/u&amp;gt;]] e do [[INSTITUTO_OSWALDO_CRUZ|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Oswaldo Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]], recebendo adesão também do Serviço Geológico e Mineralógico do Brasil.&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Segundo relato de Arthur Alexandre Moses (Apud ACADEMIA, 1966), a origem da associação deu-se  em 1916, quando numa banca de exames da cadeira de mineralogia da Escola Politécnica do Rio de Janeiro, os professores Henrique Charles Morize, Antônio Ennes de Souza e Everardo Adolpho Backheuser apresentaram a idéia da  constituição de uma entidade, que promovesse o debate sobre temas científicos.&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A história da fundação da Sociedade não é muito clara quanto à definição de seus fundadores. Embora apenas 15 nomes tenham assinado a ata de fundação e 25 cientistas tenham formado o seu núcleo inicial, existem referências que apontam 38 participantes. A maioria deles eram médicos ou engenheiros: Adalberto Menezes de Oliveira, Alberto Betim Paes Leme, Alberto Childe, Alfredo Lisboa, Alix Corrêa de Lemos, Allypio de Miranda Ribeiro, Allyrio Hugueney de Mattos, André Gustavo Paulo de Frontin, Ângelo Moreira da Costa Lima, Antônio Ennes de Souza, Arthur Alexandre Moses, Bruno Alvares da Silva Lobo, Carlos Ernesto Julius Lohmann, Daniel Henninger, Domingos Fernandes da Costa, Edgard Roquette-Pinto, Euzébio Paulo de Oliveira, Everardo Adolpho Backheuser, Francisco Xavier de Oliveira Menezes, Guilherme Florence, Henrique Beaurepaire Rohan Aragão, Henrique Charles Morize, Ignacio Manoel Azevedo do Amaral, Johan Albert Constantin Löfgren, Joaquim Cândido da Costa Senna, John Casper Branner, Juliano Moreira, Júlio Cezar Diogo, Lélio Itapuambyra Gama, Licínio Athanásio Cardoso, Luiz de Carvalho e Mello, Luiz Gonzaga de Campos, Manoel Bonfim, Manuel Amoroso Costa, Mario Rodrigues de Souza, Oswaldo Gonçalves Cruz, Sebastião Sodré da Gama, e Theophilus Henry Lee.&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Segundo Jerônimo Alves (2001), a Sociedade havia sido criada num ambiente de renovação no campo das ciências no mundo europeu, principalmente na França, quando circulavam a “teoria da relatividade” e a “filosofia de Poincaré”, em detrimento da física de Newton e do positivismo de Auguste Comte. A Sociedade, então, surgiu em meio a uma discussão entre a chamada “ciência pura”, da qual ela tomou parte, e a “ciência utilitária”, esta muito criticada por ela e sofrendo, inicialmente, até mesmo restrições em seu estatuto. Antes da existência da Sociedade Brasileira de Ciências aqueles defensores da “ciência pela ciência”, ou seja, da ciência desinteressada, encontravam-se dispersos nas escolas profissionais. A  sua criação possibilitou a reunião dos que reivindicavam melhores condições para o exercício da ciência pura, revitalizando a atividade científica no Brasil, a partir do incentivo a trabalhos científicos originais, baseados na dedução lógica à partir da experimentação e observação empírica. Apresentava-se, assim, como um espaço receptivo àquelas novas teorias que surgiam Tais objetivos e procedimentos apareciam em seus estatutos publicados em 1917: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Segundo relato de Arthur Alexandre Moses (Apud ACADEMIA, 1966), a origem da associação deu-se  em 1916, quando numa banca de exames da cadeira de mineralogia da Escola Politécnica do Rio de Janeiro, os professores Henrique Charles Morize, Antônio Ennes de Souza e Everardo Adolpho Backheuser apresentaram a idéia da  constituição de uma entidade, que promovesse o debate sobre temas científicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A história da fundação da Sociedade não é muito clara quanto à definição de seus fundadores. Embora apenas 15 nomes tenham assinado a ata de fundação e 25 cientistas tenham formado o seu núcleo inicial, existem referências que apontam 38 participantes. A maioria deles eram médicos ou engenheiros: Adalberto Menezes de Oliveira, Alberto Betim Paes Leme, Alberto Childe, Alfredo Lisboa, Alix Corrêa de Lemos, Allypio de Miranda Ribeiro, Allyrio Hugueney de Mattos, André Gustavo Paulo de Frontin, Ângelo Moreira da Costa Lima, Antônio Ennes de Souza, Arthur Alexandre Moses, Bruno Alvares da Silva Lobo, Carlos Ernesto Julius Lohmann, Daniel Henninger, Domingos Fernandes da Costa, Edgard Roquette-Pinto, Euzébio Paulo de Oliveira, Everardo Adolpho Backheuser, Francisco Xavier de Oliveira Menezes, Guilherme Florence, Henrique Beaurepaire Rohan Aragão, Henrique Charles Morize, Ignacio Manoel Azevedo do Amaral, Johan Albert Constantin Löfgren, Joaquim Cândido da Costa Senna, John Casper Branner, Juliano Moreira, Júlio Cezar Diogo, Lélio Itapuambyra Gama, Licínio Athanásio Cardoso, Luiz de Carvalho e Mello, Luiz Gonzaga de Campos, Manoel Bonfim, Manuel Amoroso Costa, Mario Rodrigues de Souza, Oswaldo Gonçalves Cruz, Sebastião Sodré da Gama, e Theophilus Henry Lee.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Segundo Jerônimo Alves (2001), a Sociedade havia sido criada num ambiente de renovação no campo das ciências no mundo europeu, principalmente na França, quando circulavam a “teoria da relatividade” e a “filosofia de Poincaré”, em detrimento da física de Newton e do positivismo de Auguste Comte. A Sociedade, então, surgiu em meio a uma discussão entre a chamada “ciência pura”, da qual ela tomou parte, e a “ciência utilitária”, esta muito criticada por ela e sofrendo, inicialmente, até mesmo restrições em seu estatuto. Antes da existência da Sociedade Brasileira de Ciências aqueles defensores da “ciência pela ciência”, ou seja, da ciência desinteressada, encontravam-se dispersos nas escolas profissionais. A  sua criação possibilitou a reunião dos que reivindicavam melhores condições para o exercício da ciência pura, revitalizando a atividade científica no Brasil, a partir do incentivo a trabalhos científicos originais, baseados na dedução lógica à partir da experimentação e observação empírica. Apresentava-se, assim, como um espaço receptivo àquelas novas teorias que surgiam Tais objetivos e procedimentos apareciam em seus estatutos publicados em 1917:&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“A Sociedade Brasileira de Ciências, fundada no Rio de Janeiro aos 3 de maio de 1916, tem por fim concorrer para o desenvolvimento das ciências e suas aplicações que não tiverem caráter industrial ou comercial” (art.1º).&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O objetivo de promover a “ciência pura e desinteressada” foi uma característica marcante em toda a primeira fase da Sociedade. Ao mesmo tempo em que vinculavam sua prática científica a um ideal que diziam ser maior que o simples utilitarismo, os associados consideravam que os fins utilitários promovidos pela ciência é que mobilizavam a sociedade em geral a valorizar a atividade científica. Neste sentido, eram expressivos os discursos proferidos pelo seu primeiro presidente, o astrônomo formado pela Escola Politécnica do Rio de Janeiro, Henrique Charles Morize. Ressaltava que a demanda material e a prestação de serviços não eram desconsideradas, embora não devessem determinar toda a atividade científica. Ao mesmo tempo, enfatizava que grandes conquistas da humanidade só teriam sido possíveis com a concorrência da chamada “ciência pura”, embora suas aplicações, em geral, não tivessem sido imediatas nem previsíveis (ALVES, 2001).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Assim, pode-se dizer que foi veiculada a idéia entre os seus associados, que não havia nem deveria haver distinção clara entre as duas formas de ciência, pura e aplicada, sendo ambas contempladas entre suas atividades. Isso ficava demonstrado pelos temas dos seus trabalhos publicados, como por exemplo, sobre a existência de petróleo, com relevância econômica bem explícita, ou sobre dermatologia clínica, bem alusivo a uma prestação de serviços.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;De um modo geral, os seus associados eram críticos das ciências naturais e de seus métodos, e propunham uma ciência mais experimental e inovadora. A associação apresentava-se assim, como um espaço receptivo às novas teorias que surgiam, como a teoria da relatividade de Albert Einstein e a fisiologia experimental, que geralmente encontravam resistência por parte das instituições afins existentes há mais tempo (ALVES, 2001). Inclusive, um fato marcante do início de sua história, foi a visita do autor da teoria da relatividade, Albert Einstein, em 1925, que teve grande repercussão, não só entre a comunidade científica, mas em toda a sociedade brasileira. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No campo da fisiologia experimental, destacaram-se as atividades dos irmãos &amp;lt;u&amp;gt;[[ALMEIDA, ÁLVARO OZORIO DE|Álvaro Ozorio de Almeida]]&amp;lt;/u&amp;gt; e &amp;lt;u&amp;gt;[[ALMEIDA, MIGUEL OZORIO DE|Miguel Ozorio de Almeida]]&amp;lt;/u&amp;gt;, professores da &amp;lt;u&amp;gt;[[FACULDADE DE MEDICINA DO RIO DE JANEIRO|Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro]]&amp;lt;/u&amp;gt; e da &amp;lt;u&amp;gt;[[ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA E VETERINÁRIA|Escola Superior de Agricultura e Medicina Veterinária (RJ)]]&amp;lt;/u&amp;gt;, respectivamente. Álvaro Ozorio chegou a montar em sua residência um laboratório de fisiologia, onde desenvolviam seus estudos, que funcionou até o ano de 1927, quando foi instalado no &amp;lt;u&amp;gt;[[INSTITUTO OSWALDO CRUZ|Instituto Oswaldo Cruz]]&amp;lt;/u&amp;gt; um laboratório no ramo, sendo dirigido pelo seu irmão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Paulinyi (1981) dividiu a história da associação em 3 períodos: o primeiro, de 1916 a 1929, como um período de intensa atividade visando o desenvolvimento da ciência no Brasil; o segundo, de 1929 a 1965, como um período de consolidação da associação, quando ela buscou sua viabilidade financeira, renovação, o crescimento controlado de seu quadro, a aquisição de sede própria; e, o terceiro, de 1965 até 1981, marcado por uma busca de redefinição e diversificação de suas funções.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em sessão de 16 de dezembro 1921, por sugestão de seu sócio &amp;lt;u&amp;gt;[[PEIXOTO, JÚLIO AFRÂNIO|Júlio Afrânio Peixoto]]&amp;lt;/u&amp;gt;, a Sociedade Brasileira de Ciências passou a denominar-se Academia Brasileira de Ciências. Para vencer a resistência dos tradicionalistas da associação, Peixoto argumentava que, se o nome não fosse trocado, surgiria outro grupo de cientistas com a denominação de Academia e a Sociedade ficaria marginalizada.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1922, com o encerramento da Exposição do Centenário da Independência do Brasil, a Academia recebe o terreno e o prédio utilizado como pavilhão da Tchecoslováquia na Exposição, onde foi estabelecida a sede da Sociedade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Alguns anos depois, em 1928, em função de projeto de reurbanização da cidade, o prédio foi demolido, sem qualquer compensação financeira à Academia e, apesar de repetidas promessas, nenhuma instalação correspondente foi obtida. Ficando sem sede própria, os Acadêmicos passaram a reunir-se em diferentes locais, como o Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, o Ministério do Trabalho (durante o Estado Novo), a Fundação Getúlio Vargas, o prédio de propriedade do Estado de São Paulo, cedido pelo governo Jânio Quadros (1955-1959), e, finalmente, no Laboratório de Análises Clínicas do Acadêmico Artur Moses.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Estrutura e funcionamento=&lt;br /&gt;
De acordo com seus estatutos publicados em 1917, a Sociedade inspirava-se no modelo da Academia Francesa. Inicialmente a associação ficou constituída por três &lt;br /&gt;
[[Category:Verbetes]]&lt;br /&gt;
s&lt;br /&gt;
[[Category:Biografias]]&lt;br /&gt;
eções: Ciências Matemáticas, Ciências Físico-Químicas e Ciências Biológicas, sendo que cada uma delas deveria ter entre 20 e 40 membros, de modo que seu número total de membros efetivos ficasse restrito a 100. A Seção de Ciências Biológicas era a mais numerosa, pois contava com 39 sócios, enquanto a de Ciências Físico-Químicas contava com 24, e a de Ciências Matemáticas com 15. Mesmo em 1930, a diferença ainda era observada, com a seção de Ciências Biológicas possuindo 39 membros, a de Ciências Físico-Químicas, 30, e a de Ciências Matemáticas, 17, em um total de 86 membros titulares. Cada uma dessas seções tinha um presidente e um secretário que nos seus primeiros anos de funcionamento eram respectivamente: Licínio Athanásio Cardoso e Manuel Amoroso Costa para a Seção de Ciências Matemáticas; Antônio Ennes de Souza e Mário Saraiva, para a Seção de Ciências Físico-Químicas; Allypio de Miranda Ribeiro e Henrique Beaurepaire Rohan Aragão, para a Seção de Ciências Biológicas.&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ainda de acordo com os primeiros estatutos da Sociedade, para cumprir suas finalidades, deveria realizar sessões plenárias, ordinárias, duas vezes por mês, ocupando-se da matéria que estava na ordem do dia; auxiliar as investigações científicas a que se dedicavam seus membros; promover a organização de cursos e conferências com fins de divulgação científica ou de especialização; publicar uma revista com os trabalhos, cuja seleção fosse determinada em sessão plena, e com os resumos das atas aprovadas; criar prêmios para recompensar os trabalhos científicos. Além disso, qualquer sócio poderia pedir a inclusão de um assunto científico na ordem do dia da seção a que pertencia, só podendo ser levados à sessão plena aqueles cuja apresentação fosse aprovada nas respectivas seções (art.36).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A Sociedade teria 3 categorias de sócios: sócios beneméritos, sócios honorários e sócios efetivos. Os sócios beneméritos seriam aqueles que tivessem prestado à Sociedade serviços relevantes; os sócios honorários os estrangeiros de notável merecimento, que não tivessem residência no país; e os sócios efetivos os que assinaram este estatuto e os eleitos (art.14).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Além dessas categorias, haveria também a de associados, que eram classificados de assistentes, no caso de residirem no Rio de Janeiro, ou de correspondentes, em caso contrário (art.31). Em 1930, a Academia constava de 19 associados correspondentes, distribuídos pelos seguintes países: França (11); Alemanha (4); Inglaterra (1); Tchecoslováquia (1); Argentina (1), e Chile (1). Entre esses associados, destacaram-se: George Dumas, Robert Ross, Henri Abraham, Carlos Porter, Albert Einstein, Paul Janet, Émile Marchoux. Nesse mesmo ano, possuía um único sócio benemérito, André Gustavo Paulo de Frontin, que foi a primeira pessoa que colaborou com os seus fundadores, para que ela pudesse realizar suas reuniões, já que ele era o diretor da Escola Politécnica do Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Por reunir os cientistas de gabarito do país, os fundadores da associação pensaram que se poderia fixar, devido ao prestígio de que os membros desfrutavam, uma anuidade elevada, impossibilitando o seu pagamento. Mesmo depois de terem baixado a contribuição, a arrecadação das anuidades não era satisfatória. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Nesta época inicial, as diversas seções da Sociedade reuniam-se em sessões separadas. Na realidade, só os biólogos se reuniam com regularidade para apresentar seus trabalhos. Como nas sessões nunca havia quórum, resolveu-se, então, que as reuniões seriam plenárias. Esta medida permitiu maior entendimento entre os diversos especialistas. Nesta ocasião, o professor Adolpho Lutz era um dos maiores incentivadores das reuniões.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Até 1930, a instituição desempenhou papel importante, relacionado às influências exercidas na fundação de outras associações, tais como a Sociedade Brasileira de Química, que teve origem a partir do I Congresso de Química, realizado com seu apoio em 1922; e a Associação Brasileira de Educação – ABE, cuja iniciativa partiu de vários de seus membros  em 1924. Posteriormente, também teve participação na criação da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência – SBPC, em 1948, e no Conselho Nacional de Pesquisas – CNPq, atual Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq, em 1951. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Sedes da associação&#039;&#039;&#039;:    &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Quanto à sua sede, a história da Academia no início é marcada por inúmeras transferências de lugar. Após a Exposição Comemorativa do Centenário da Independência em 1922, os governos do Brasil e da então Tchecoslováquia doaram à Academia Brasileira de Ciências o terreno e o pavilhão construído para sediar este último país na Exposição, localizado na Avenida das Nações, na região do centro da cidade, conhecida como Castelo. Sendo assim, a Academia passava a ter sua primeira sede própria, em 1923, tendo funcionado até esta data no Largo de São Francisco de Paula.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A Academia permaneceu na Avenida das Nações por algum tempo, até que a Prefeitura visando urbanizar aquela área do Castelo, desapropriou e demoliu o prédio sem qualquer indenização para a instituição. Arthur Moses conta que houve um período em que os acadêmicos se reuniam no Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro e que durante o Estado Novo (1937-1945) conseguiram, com o então Ministro do Trabalho Carneiro Filipe, algumas salas no prédio novo de seu Ministério. Mas, logo implicaram com o fato de uma entidade particular funcionar em um prédio do Governo, sendo logo em seguida despejados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em outra oportunidade, a Academia esteve alojada na rua 13 de Maio, nas dependências da Fundação Getúlio Vargas. Durante três anos, a Academia também se reuniu em um prédio de propriedade do Estado de São Paulo, cedido pelo seu governador Jânio Quadros (1955-1959).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Entretanto, nos 45 anos que a entidade “não tinha pouso”, havia, informalmente, um local certo para a reunião de seus membros: o laboratório de análises clínicas de Arthur Alexandre Moses.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Este foi considerado, pelos próprios acadêmicos, o ponto de referência da Academia durante aqueles 45 anos, pois, segundo as palavras do próprio Moses (1966), “era ali que se recebiam os amigos da Academia, que se discutiam os problemas e muitas reuniões científicas eram realizadas”. E neste período que a Academia não tinha sede fixa, a biblioteca, com milhares de volumes, esteve por muito tempo localizada em um quarto da Rua Marquês de Abrantes, sob os cuidados do professor Matias Roxo.      &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Somente em 1959, durante a gestão de Arthur Alexandre Moses, foram conseguidos os recursos através de doações da União, do Conselho Nacional de Pesquisa- CNPq e da Comissão Nacional de Energia Nuclear, para a compra de um andar inteiro de um prédio localizado na Esplanada do Castelo, à rua Araújo Porto Alegre. A partir de 1960, a Academia ficou instalada neste local, onde permaneceu até os dias de hoje. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Publicações oficiais=&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Durante boa parte da história da associação, o grande problema foi a publicação de seu periódico, pois não havia recursos para a sua impressão. Contudo, segundo Arthur Alexandre Moses, a revista foi o elemento aglutinador que manteve a vida da sociedade nos períodos de crise. Desde os primeiros tempos, era reclamada a falta de regularidade da publicação. Os poucos recursos fizeram com que numerosos associados preferissem não levar à Sociedade os resultados de seus trabalhos e a publicá-los em revistas já credenciadas.&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;Enquanto ainda era Sociedade, foram publicados três números da &amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Revista da Sociedade Brasileira de Sciencias&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;em 1917, 1918 e 1919. O objetivo deste periódico era divulgar a noção da importância da ciência como fator da prosperidade nacional, e para isto a revista iria servir não só como fonte de divulgação dos trabalhos da Sociedade, como também das pessoas estranhas à associação, desde que fossem discutidos em sessão. O sumário referente a cada seção subdividia-se em: conferências e discursos; trabalhos; resumo das Atas das Sessões Ordinárias; notas e informações. Nos primeiros anos, a Seção de Ciências Biológicas ocupou um espaço maior na revista, apresentando um número maior de trabalhos. Estes números tiveram financiamento por parte dos Ministérios, até que esta colaboração governamental cessou, levando a revista a desaparecer.&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;Nos anos seguintes, um entendimento entre Henrique Charles Morize e a livraria Briguiet, permitiu sua reedição, sob o nome de &amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Revista de Sciencias&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;, que circulou de 1920 a 1922. Nesta ocasião, um grupo mais novo da associação, não concordando com o título da revista, fez com que mais uma vez entrasse em colapso a sua publicação. O motivo da discórdia talvez fosse devido à forma de apresentação dos trabalhos dos seus associados ao lado de outros assinados por “arrivistas das ciências”.&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;Entre 1923 e 1925, a publicação do periódico da Academia ficou suspensa, retornando em 1926 com o nome de &amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Revista da Academia Brasileira de Ciências&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;. O número 2, que circulou com a data de janeiro de 1928, continha apenas o resumo das atas das sessões realizadas em 1926, verificando-se nova interrupção até 1929. Foi então que um grupo de acadêmicos se reuniu no laboratório de Arthur Alexandre Moses, e decidiu manter viva a Academia, recuperando a revista, publicando-a regularmente, de forma trimestral, com o nome de &amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Anais da Academia Brasileira de Ciências&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;, que passou a circular a partir de março de 1929.&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;Estendendo a novas associações científicas o serviço de permuta, em 1930 os &amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Anais&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt; &amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;da Academia Brasileira de Ciências&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;passaram a ser remetidos às instituições, bibliotecas e associações científicas nacionais (43); instituições e bibliotecas dos Estados Unidos (30), e dos demais países do continente americano (29); instituições científicas européias (82); instituições científicas da Ásia (8); da África (3); e da Oceania (1). Além disso, os &amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Anais&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;eram remetidos a todos os membros titulares e correspondentes.&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Fontes=&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- ACADEMIA BRASILEIRA DE CIÊNCIAS. &amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;In: UNESCO. &amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Instituciones científicas y científicos latinoamericanos&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;. Brasil-Montevideo: Centro de Cooperación para América Latina: OEA, 1963. v.1 (instituciones) p.1-2. (&amp;lt;/font&amp;gt;[[Fontes_de_informação#ABC|&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;u&amp;gt;ABC&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;]]&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;)&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- ACADEMIA Brasileira de Ciências: Catálogo dos Acadêmicos. Rio de Janeiro: 1994. ([[Fontes_de_informação#ABC|&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;u&amp;gt;ABC&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;]]&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;)&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- ACADEMIA Brasileira de Ciências: do sonho à realidade em 50 anos. &amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;O Médico Moderno&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;. Rio de Janeiro, julho de 1966. (&amp;lt;/font&amp;gt;[[Fontes_de_informação#ABC|&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;u&amp;gt;ABC&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;]]&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;)&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- ACADEMIA BRASILEIRA DE CIÊNCIAS. &amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;História&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;. Capturado em 1º abr. 2020. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000ff&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;u&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;http://www.abc.org.br/a-instituicao/memoria/historia/&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- ACADEMIA Brasileira de Ciências: origem e perspectivas. Rio de Janeiro: ABC, 2001. ([[Fontes_de_informação#ABC|&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;u&amp;gt;ABC&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;]]&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;)&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- ALVES, Jeronimo O Movimento pela Ciência Pura e a Academia Brasileira de Ciências. &amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Quipu: Revista Latinoamericana de Historia de las Ciencias y la Tecnología&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;, México, v.8, n.1. 1991. Capturado em 1º abr. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:100%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000ff&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;u&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;http://www.revistaquipu.com/Sub1/D3A8TIA/28201315/8-1-8006m.pdf&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- ALVES, José Jerônimo de Alencar. As Ciências na Academia e as Expectativas de Progresso e Modernização: Brasil 1916-1929. In: DANTES, Maria Amélia M. (Org.). &amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Espaços da Ciência no Brasil: 1800-1930&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2001. p.185-202. (&amp;lt;/font&amp;gt;[[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;]]&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;)&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- DISCURSO proferido pelo Presidente H. Morize, na Sessão Plena de 15 de junho de 1917. &amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Revista da Sociedade Brasileira de Sciencias,&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;Rio de Janeiro, n.1, p.3-10, 1917. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;Capturado em 5 ago. 2020. Online. Disponível na Internet: &amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000ff&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;u&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;http://memoria.bn.br/docreader/372986/5&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- ESTATUTOS da Sociedade Brasileira de Ciências. Sede Social: Edifício da Escola Politécnica do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Typ. Lith. Pimenta de Mello e Cia, 1917 ([[Fontes_de_informação#IHGB|&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;u&amp;gt;IHGB&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;]]&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;)&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
- PAIM, Antônio. &#039;&#039;&#039;Por uma universidade no Rio de Janeiro.&#039;&#039;&#039; In: SCHWARTZNAN, Simon. Universidades e Instituições Científicas no Rio de Janeiro. Brasília: CNPq, 1928, p. 17-95. (&amp;lt;u&amp;gt;[[Fontes de informação#BCOC|BCOC]]&amp;lt;/u&amp;gt;)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
- PAULINYI, Erno J. &#039;&#039;&#039;Esboço Histórico da Academia Brasileira de Ciências&#039;&#039;&#039;. Brasília: CNPq, 1981. (&amp;lt;u&amp;gt;[[Fontes de informação#BN|BN]]&amp;lt;/u&amp;gt;)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- SÁ, Dominichi Miranda de. &amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;A ciência como profissão: médicos, bacharéis e cientistas no Brasil (1895-1935).&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;Rio de Janeiro: Editora FIOCRUZ, 2006. pp. 143-181. Capturado em 4 ago. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;/font&amp;gt; &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000ff&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;u&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;http://books.scielo.org/id/v93yh&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- SECÇÃO de sciencias physico-chimicas. Resumo das Actas das sessões realizadas durante o anno de 1918. &amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Revista da Sociedade Brasileira de Sciencias,&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;Rio de Janeiro, n.3, p.229-232, 1919. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;Capturado em 5 ago. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;/font&amp;gt; &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000ff&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;u&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;http://memoria.bn.br/DocReader/372986/527&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Ficha técnica=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa - Luis Eduardo Lethier de Mello.&amp;lt;/font&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;Redação - Luis Eduardo Lethier de Mello; Verônica Pimenta Velloso.&amp;lt;/font&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font color=&amp;quot;#000000&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;Revisão – Francisco José Chagas Madureira.&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font color=&amp;quot;#000000&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial, sans-serif&amp;quot;&amp;gt;Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Forma de citação&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;{{SITENAME}}&amp;lt;br /&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Rachel.froes</name></author>
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		<title>IMPERIAL INSTITUTO DOS MENINOS CÉGOS</title>
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		<updated>2023-08-17T18:39:20Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Rachel.froes: /* Fontes */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Denominações:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Imperial Instituto dos Meninos Cégos (1854); [[INSTITUTO_DOS_MENINOS_CÉGOS|Instituto dos Meninos Cégos]] (1889); [[INSTITUTO_NACIONAL_DOS_CÉGOS|Instituto Nacional dos Cégos]] (1890); [[INSTITUTO_BENJAMIN_CONSTANT|Instituto Benjamin Constant ]](1891- atual) &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;O Imperial Instituto dos Meninos Cégos, criado por meio do decreto nº 1.428, de 12 de setembro de 1854, foi instalado inicialmente na chácara dos Coqueiros, localizada na rua do Lazareto nº 3, no bairro da Gamboa, no centro do Rio de Janeiro. A criação da instituição originou-se do projeto de uma escola para cegos apresentado ao Imperador D. Pedro II por José Alvares de Azevedo, um jovem brasileiro cego de nascença que havia estudado no Institut Royale des Jeunes Aveugles (Paris, França). A instituição tinha como objetivo ministrar a alunos e alunas cegas a instrução primária, educação moral e religiosa, ensino de música ou de outros ramos da instrução secundária, e ofícios fabris. Seu primeiro diretor foi o médico José Francisco Xavier Sigaud. Atualmente é o Instituto Benjamin Constant, que funciona na Av. Pasteur, 350 / 368 (Urca), no Rio de Janeiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Histórico&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1760 o abade Charles-Michel de l&#039;Épée (1712-1789) já havia lançado as bases para a educação de surdos com a fundação, em Paris, de uma instituição considerada a primeira escola para os surdos e mudos e a criação de um método de ensino. Valentin Haüy (1745-1822), tradutor e professor do Bureau Académique d´Écriture, e seu irmão René Just Haüy (1743-1822), mineralogista pioneiro no estudo da geometria dos cristais, participaram das sessões públicas organizadas pelo abade Charles-Michel de l&#039;Épée. Em 1771 ambos testemunharam, também, na feira dos moradores St-Ovide, em Paris, a realização de um concerto por pessoas cegas, as quais teriam sido alvo de piadas dos espectadores. Valentin Haüy teria ficado chocado com o que ocorrera e decidira, então, fundar uma escola para cegos nos moldes da escola criada pelo abade l´Èpée. Valentin Haüy, autor de “Essai sur l´éducation des aveugles” (Paris, 1786), com o apoio da Société Philanthropique, criou em 1786 uma escola para jovens cegos, o Institut Royale des Jeunes Aveugles, na Rue Coquillière em Paris, posteriormente denominado Institut National des Aveugles Travailleurs e atualmente Institut National des Jeunes Aveugles (L&#039;INSTITUT, 2017).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Louis Braille (1809-1852), cego desde os quatro anos de idade, ingressou em 1819 como aluno no Institut Royale des Jeunes Aveugles, estabelecido nesta época na Rue Saint-Victor nº 68 e dirigido pelo médico Sébastien Guillié (1780-1865), autor de “Essai sur L’Instruction des Aveugles” (Paris, 1817). Em 1821 um oficial do exército francês, Nicholas-Marie Charles Barbier de la Serre (1767-1841), que visitava a instituição, apresentou a Braille um sistema de comunicação chamado de Escrita Noturna ou Sonografia, que era um método de escrita fonética que usava 12 pontos em relevo, de uso limitado às necessidades de representação gráfica nos campos de batalha (TEXTO 6, 2017). Braille procurou aperfeiçoar este código, e em 1825 concluiu seu sistema de células com seis pontos, que incluía a notação numérica e musical, e o apresentou à direção da instituição. Esta era a primeira versão do processo que ficaria conhecido como Sistema Braille. Posteriormente Louis Braille começou a ensinar naquela instituição e publicou em 1839 a obra “Nouveau procédé pour représenter par des points la forme même des lettres, les cartes de géographie, les figures de géométrie, les caractères de musique, etc., à l&#039;usage des aveugles”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No ano de 1835 já teria ocorrido uma primeira tentativa de introduzir a educação de cegos no Brasil, com o projeto de lei apresentado em 29 de agosto por Cornelio Ferreira França, deputado pela província da Bahia, à Assembleia Geral Legislativa, que propunha em seu art. 1º que fosse criado na capital do império, e nos principais lugares de cada província, uma cadeira de professores de primeiras letras para o ensino de cegos e surdos-mudos, nas escolas da Corte e das capitais das Províncias (LEÃO, 2017). Entretanto esse projeto não foi implementado.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1839, o desembargador Maximiliano Antonio de Lemos, amigo da família de um jovem cego de nascença, José Alvares de Azevedo, decidiu apoiá-lo, em 1844, conseguindo sua matrícula para estudar no Institut Royale des Jeunes Aveugles, em Paris, como relataria, em 1863, o médico e então diretor da instituição, Claudio Luiz da Costa:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Em 1839, o Desembargador Maximiliano Antonio de Lemos estava já ao fato da existência na Europa de várias escolas para a instrução dos cegos, especialmente a de Paris, cujas notícias provocavam a sua curiosidade e atenção. Aconteceu que, tendo relações com a família do Desembargador José Ignacio Vaz Vieira, vira freqüentes vezes na casa deste um menino cego com quatro anos de idade de nome José Alvares de Azevedo, filho de Manoel Alvares de Azevedo (cunhado de Vaz Vieira), cujo menino mostrava tanta vivacidade e discernimento em tão tenra idade que ele lastimou a falta de meios no nosso país para se lhe poder dar a precisa instrução. Aconteceu mais, que nesse mesmo ano obteve o Desembargador Maximiliano ser despachado para adido da nossa delegação em França, e para lá seguiu logo, [.....] a lembrança do interessante menino. Chegando a Paris, por intermédio do nosso encarregado de negócios José D&#039;Araújo Ribeiro, obteve do ministro da instrução pública Mr. de Wilmaizi autorização para visitar o Instituto dos Cegos e colher sobre a instituição [.....] as informações de que precisasse. Tendo-as alcançado, escreveu para o Brasil, remetendo-as ao Desembargador Vaz Vieira para que as mostrasse ao pai do menino e o induzisse a enviá-lo para a escola de Paris logo que chegasse a idade conveniente. (.......). O Desembargador Maximiliano porém, não esfriou em seu louvável empenho. Conseguiu, que o Desembargador Vaz Vieira e sua esposa tomassem a peito este particular, e chegassem a convencer os pais do ceguinho a mandá-lo para Paris, o que só depois de dois anos de insistência obtiveram. Partiu daqui o menino Azevedo com pouco mais de nove anos de idade no dia 1º de agosto de 1844”. (COSTA, 1863. Apud. FERREIRA, 2004, p.2).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O brasileiro José Alvares de Azevedo (1834-1854) viajou, então, para a França, em agosto de 1844, acompanhado de Manoel Joaquim do Sacramento, um criado de sua família, para estudar no Institut Royale des Jeunes Aveugles, em Paris. Durante sua estadia nessa instituição Alvares de Azevedo conheceu o sistema Braille de leitura, criado pelo educador francês Louis Braille. Após seis anos na França, e já formado, retornou a sua terra natal em 14 de dezembro de 1850 com o desejo de criar uma escola para cegos no Rio de Janeiro.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ao retornar para o Brasil, José Alvares de Azevedo passou a ensinar o sistema Braille a outras pessoas cegas, foi &amp;amp;nbsp;professor de história no Collegio do Barão de Tautphoeus (Rua do Lavradio, 53D, &amp;amp;nbsp;Rio de Janeiro), proferiu palestras e publicou matérias tratando do ensino de cegos, tornando-se o primeiro cego a exercer a função de professor e o responsável pela introdução do sistema Braille no ensino no país. Alvares de Azevedo foi autor da tradução, em 1851, da obra “L&#039;Institut des Jeunes Aveugles, son Histoire et ses procédés d&#039;enseignement” de Joseph Guadet (1795-1881), tradução esta que dedicou a seu pai Manoel Alvares de Azevedo, a quem devia toda sua instrução. No prefácio desta publicação, José Alvares de Azevedo afirmou que:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Ainda que os cegos nascem geralmente entre as classes pobres, muitos há no estado médio de fortuna, e mesmo no da riqueza, e é por isso que sua educação deve de necessidade ser dividida em três ramos: intelectual, musical e industrial. O primeiro é destinado a cultivar uma inteligência por ventura brilhante, a que quase sempre a ignorância empece o desenvolvimento, e que, vivificada pela sciencia, produz muitas vezes belezas admiráveis. O segundo, além de proporcionar uma distracção aos que pertencem às classes abastadas da sociedade, é um meio de existência para os menos favorecidos da sorte. &amp;amp;nbsp;O terceiro é essencialmente um meio de vida para aquelles a quem a natureza negou ouvido, ou vocação musical. Em regra devem todos cultivar a educação intelectual; não é comtudo indispensável que os que se dedicam à indústria profundem o ensino scientifico; até porque, salvas excepções, os que se ocupam simultaneamente dos dous ramos, em nenhum fica perito e habilitado. É facto ensinado na experiência. (AZEVEDO, 1851, p.V-VI)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;José Alvares de Azevedo foi professor de Adèle Marie Louise Sigaud, filha do médico [[SIGAUD,_JOSÉ_FRANCISCO_XAVIER|&amp;lt;u&amp;gt;José Francisco Xavier Sigaud&amp;lt;/u&amp;gt;]] e cega desde 15 anos de idade, e que posteriormente também se tornaria professora das classes das alunas, de ler, escrever, música vocal e instrumental do Imperial Instituto dos Meninos Cégos. Victorine Sigaud Souto, irmã de Adèle Marie Louise Sigaud, juntamente com o professor José Candido Branco Rodrigues e o organista francês Léon Jamet, fundou em 1888 a Associação Promotora do Ensino dos Cegos, em Lisboa (Portugal). José Francisco Xavier Sigaud, um dos fundadores da [[SOCIEDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Sociedade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]] em 1829, e autor de “Du Climat et des Maladies du Brésil” (1844), tomando conhecimento do projeto de Alvares de Azevedo de criação de uma escola para cegos, o apresentou ao Imperador D. Pedro II, o qual teria manifestado seu total apoio (AZEVEDO, 1877).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1854 foi impresso no Institut Royale des Jeunes Aveugles, em Paris, o livro “Méthode de Lecture Portugaise, imprimé en 1854 à L&#039;Institution Impériale de Paris, pour l&#039;Institution Impériale des Jeunes Aveugles de Rio de Janeiro Brasil”, considerado o primeiro livro impresso em Braille, e que teria sido mandado imprimir por [[SIGAUD,_JOSÉ_FRANCISCO_XAVIER|&amp;lt;u&amp;gt;José Francisco Xavier Sigaud&amp;lt;/u&amp;gt;]]. O original desta obra encontra-se no acervo do Musée Valentin Haüy, em Paris, fundado em 1886 por Edgard Guilbeau, cego de nascença, para valorizar a invenção a invenção do Braille e que atualmente é dedicado à história dos cegos e à história dos métodos que lhes permitiram ter acesso à cultura (TOMÉ, 2016).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O decreto nº 630, de 17 de setembro de 1851, autorizou o Governo Imperial a reformar o ensino primário e secundário do Município da Corte, definindo que haveria no Município um Inspetor Geral da Instrução, e em cada Paróquia um delegado seu, que para a abertura de uma Escola ou Colégio deveria ser requerida licença ao Inspector Geral, e que todos esses estabelecimentos, públicos ou particulares ficariam sujeitos à inspeção do Governo. Neste contexto, em que o Governo Imperial buscava uniformizar e regulamentar o ensino no país, é que foi criado um estabelecimento vocacionado para a educação de crianças cegas.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Relatório apresentado pelo Ministro e Secretário dos Negócios do Império, José da Costa Carvalho, Visconde de Monte Alegre, publicado em 1852, destacou o retorno de José Alvares de Azevedo e seu interesse em fundar uma instituição para a educação dos meninos cegos:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Antes de terminar este artigo, relevareis que solicite por hum instante a vossa benévola atenção em favor de hum objeto por certo digno dela. O jovem brasileiro José [Alvares] de Azevedo, cego de nascença, natural desta Cidade, tendo-se educado no Instituto Nacional dos cegos em Paris, que durante seis anos frequentara com bastante aproveitamento, se propõe com o Dr. Sigaud fundar nesta Côrte huma casa á semelhança daquele Instituto, para educação de meninos cegos, e pedem para isso hum auxilio, que não poderá ser menor de quinze contos de réis annuaes, circumscripto a 25 o numero dos pensionistas. A conveniência de transplantar para o nosso paiz tão bela instituição, e a sorte dos infelizes a quem ella se destina, me dispensão de quaisquer considerações para despertar em seu favor a vossa benevolência”. (RELATORIO, 1852, p.8)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;José Alvares de Azevedo também teve apoio do vice-presidente da província do Rio de Janeiro, João Pereira Larrigue de Faro (2º Barão do Rio Bonito), e do Ministro do Império, Luiz Pedreira do Coutto Ferraz, para seu propósito de criação de uma escola para cegos.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1854, o decreto imperial nº 781, de 10 de setembro, autorizou a reforma das Secretarias de Estado dos Negócios do Império, Justiça e Estrangeiros, e das Secretarias de Polícia da Corte e Províncias, e, também aprovou o dispêndio das quantias necessárias para a fundação de um instituto de cegos.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Ministro Coutto Ferraz, entendendo a importância do projeto de Alvares de Azevedo, propôs e obteve da Assembleia Legislativa a autorização para fundar um instituto de cegos no país. Assim, em 12 de setembro de 1854, foi publicado o decreto nº 1.428:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Hei por bem, em virtude da autorização concedida no paragrapho segundo do Artigo segundo do Decreto nº e dez do corrente mez, crear nesta Côrte hum Instituto denominado Imperial Instituto dos Meninos Cégos, o qual se regerá provisoriamente pelo Regulamento, que com este baixa, assignado por Luiz Pedreira do Coutto Ferraz, do Meu Conselho, Ministro e Secretario d´Estado dos Negocios do Imperio, que assim o tenha entendido e faça executar. – Palacio do Rio de Janeiro em doze de Setembro de mil oitocentos e cinquenta e quatro, trigésimo terceiro da Independencia e do Imperio. Com a rubrica de Sua Magestade o Imperador. Luiz Pedreira do Coutto Ferraz.” (BRASI. (a). 1854, p.1)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Definiu, ainda, este decreto, que o Imperial Instituto dos Meninos Cégos, que tinha o objetivo de ministrar a instrução primária, educação moral e religiosa, ensino de música ou de outros ramos da instrução secundária, e ofícios fabris, seria dirigido por um diretor subordinado ao Ministro e Secretário de Estado dos Negócios do Império. O Aviso nº242, de 18 de dezembro de 1854, estabeleceu um Regimento interno para o Imperial Instituto dos Meninos Cégos.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Imperial Instituto dos Meninos Cégos, ao ser criado, foi instalado na “chácara dos Coqueiros, no morro da Saúde, próximo à praia do Lazareto” (GONÇALVES, 2004, p.121). Esta chácara, localizada na rua do Lazareto nº 3, no bairro da Gamboa, centro do Rio de Janeiro, que havia sido residência de Joaquim José Pereira de Faro (1º Barão do Rio Bonito) e pertencia à viúva Ferreira e filho, foi alugada por três anos pela quantia de 2.000$000. [[SIGAUD,_JOSÉ_FRANCISCO_XAVIER|&amp;lt;u&amp;gt;José Francisco Xavier Sigaud&amp;lt;/u&amp;gt;]] e José Alvares de Azevedo visitaram o local, e relataram suas impressões ao Ministro Luiz Pedreira de Coutto Ferraz, em documento datado de 15 de dezembro de 1853:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Temos a honra de participar a V. Exa., (....). fomos visitar a casa sita no Morro da Saúde do lado de Gamboa, a qual outrora pertenceu à família Faro e que se acha hoje em poder do Sr. Ferreira e irmãos. A casa, colocada sobre a fralda do morro em um ponto bastante elevado é bem arejada pelo vento terral e pelo noroeste, recebe a viração e fica protegida pelo morro contra as tempestades do sudoeste. A sua distribuição interna abrange uma larga superfície repartida em 8 salas, 1 oratório, 4 grandes salas e 1 comprida varanda ou sala de jantar. Demais, contém no fundo encostado quase no morro por onde as águas vertentes se esgotam todos os cômodos para cozinha, despensa, sala de banho etc. Na parte de acima, o sótão é rodeado de pequenos quartos, lugar que pode muito bem servir para uma enfermaria. V. Exa., havendo nos dito que era preciso escolher uma casa que fosse capaz de acomodar 30 alunos, julgamos que a casa do Sr. Ferreira preenche o fim desejado e que demais ela não poderá proporcionar decentes acomodações ao diretor e alguns mestres e empregados. Dois jardins complantados de árvores cercam o edifício em ambos os lados e concorrem para a sua salubridade. (.....). Além dos jardins, existe um espaçoso triângulo de terra coberto de relva o qual forma dois compridos passeios, lugar sadio que domina o mar, ao qual se desce por escada reservada para tomar banhos. Este lugar é protegido pela sua altura do contato de qualquer morador vizinho, das pesquisas dos curiosos, sendo fechada em toda sua extensão por grades de ferro, assim como as outras partes da chácara que fazem frente à rua da Gamboa.(.....) À vista do que acabamos de referir, julgamos que a casa serve para a projetada instituição dos jovens cegos (......). Ilmo e Exmo. Sr. Conselheiro Luis Pedreira do Coutto Ferraz. Rio de Janeiro, 15 de dezembro de 1853. Dr. Sigaud e J. A. de Azevedo” (Apud FERREIRA, 2019, p.2)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A instituição foi oficialmente inaugurada em 17 de setembro de 1854, tendo a presença do Imperador D. Pedro II, da Imperatriz, do Ministro e Secretário de Estado dos Negócios do Império, Luiz Pedreira do Coutto Ferraz, e de outras autoridades da Corte, como foi noticiado no &#039;&#039;Jornal do Commercio&#039;&#039; de 18 de setembro daquele ano:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“A scena da inauguração foi tocante e comoveu a muitos corações. Tocarão as bandas de Música do Batalhão de Fuzileiros, que fez a guarda de honra e a dos Menores. Foram nomeados: Comissário do Governo para Inspeção do Instituto, o Sr. Conselheiro de Estado Visconde de Abrantes, Diretor, o Sr. Dr. José Francisco Sigaud. Capellão, o Sr. Cônego Joaquim Caetano Fernandes Pinheiro. Professor de primeiras letras o Sr. Dr. Pedro José de Almeida. Professor de Música Vocal e instrumental o Sr. J. J. Lodi e repetidor, o Sr. Carlos Henrique Soares, cego de nascença. O edifício é o da antiga residência do primeiro Barão do Rio Bonito, no Morro da Saúde, vasto espaçoso e arejado, com boa chácara, para recreio dos Meninos, e está adornado com gosto e simplicidade”. (Jornal do Commercio, Rio de Janeiro, anno XXIX, n.259, p.2, 18 set. 1854)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Apesar de todo seu empenho pela criação da escola para cegos, José Alvares de Azevedo não presenciou a instalação efetiva da instituição pois faleceu meses antes, em 17 de março de 1854, em decorrência de tuberculose.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Assumiu a direção da instituição, recém-criada, o médico [[SIGAUD,_JOSÉ_FRANCISCO_XAVIER|&amp;lt;u&amp;gt;José Francisco Xavier Sigaud&amp;lt;/u&amp;gt;]], que em sua inauguração pronunciou um discurso, descrevendo sua fundação, o qual foi publicado no &#039;&#039;Jornal do Commercio&#039;&#039;, em 20 de setembro de 1954:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Senhor. Quando V.M. Imperial proferiu estas memoraveis palavras ´A cegueira não é mais uma desgraça`, suscitou uma questão grave e digna de ser tratada; magnam ac dignam tractatu questionem movistis, disse Tacito. V. M. formulou esta questão em poucas palavras; a máxima em que a converteu póde gravar-se no frontispício do Instituto dos Jovens Cegos que a generosa protecção de V. M. acaba de fundar, manifestando deste modo o seu incessante zelo pela creação de instituições uteis que servem ao mesmo tempo para civilisar o país e diminuir as miserias e os sofrimentos da humanidade.&amp;lt;br/&amp;gt; Não era um antigo servidor de V.M. que competia a honrosa tarefa de cumprimentar hoje a V.M. e dirigir-lhe sinceros e vivos agradecimentos por este acto de uma imperial munificência; esta honrosa tarefa estava de diretio reservada a um jovem e ilustre brasileiro, cego de nascença, homem de talento e de esperanças, que foi roubado pela morte no momento em que ia cumprir-se o mais caro, o mais ardente de seus votos, que ele alimentava como fogo sagrado! (.....). José Alvares de Azevedo, nascido no Rio de Janeiro, de uma família abastada, recebêra no Instituto dos Jovens Cegos de Paris, uma educação acurada; apenas voltou á sua pátria, na idade de 17 anos, entregou-se com fervor á cultura das letras; (....). Em poucos anos se amestrou o jovem cego na lição de historia; e, durante as vigílias que lhe custarão a existência, havia colhido profundos conhecimentos, e encaminhado seu espirito para as indagações da historia pátria. Era discípulo consciencioso da escola que outro cego, Agostinho Thierry e Cesar Cantu, illustrão na primeira plana dos historiadores. Ouvindo ler as chronicas da Companhia de jesus e os manuscriptos da bibliotheca nacional, prosseguia no exame estudioso dos factos e das épocas memoráveis da historia do Brazil. (.....). Era pois a essa jovem ilustração que cabia o direito de tributar a mais profunda gratidão a V.M. por este tão grande beneficio. A primeira idéa lhe pertence; a fundação de um estabelecimento para educar seus companheiros de infortúnio com os mesmos desvelos que ele tinha recebido do Instituto de Paris; (........). (...) O Instituto tem por fim educar meninos cegos e prepara-los segundo sua capacidade individual para o exercício de uma arte, de um officio, de uma profissão liberal. É pois uma casa de educação e não um asylo, e muito menos um hospício: uma triplice especialidade, musica, trabalhos, sciencia, eis o que constitue sua organização excepcional. O Instituto está aberto aos meninos cegos de todas as classes da sociedade. (...). Creio aqui reproduzido, em parte, o pensamento moral e generoso de V. M., quando quiz instituir no Brazil uma casa de educação para crianças que até hoje têm estado abandonadas sem cuidados á mais profunda ignorancia, ou votadas á mendicidade. (...). &amp;quot; (INSTITUTO DOS MENINOS CEGOS, 1854, p.1)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O médico Xavier Sigaud esforçou-se em combater a visão da incapacidade intelectual das pessoas cegas, como relatou o médico e escritor Manoel Duarte Moreira de Azevedo em sua obra “O Rio de Janeiro, sua história, monumentos, homens notaveis, usos e curiosidades”:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“(....); procurou dar vida a instituição; mandou publicar pela imprensa extensos artigos explicando os methodos especiaes do ensino, os resultados colhidos em outras nações; (....); dava maior publicidade aos exames dos alunos convidando para esse acto grande concurso de assistentes; porfiava para apresentarem os discípulos provas de sua aptidão e aproveitamento; assim foi destruindo os infundados prejuízos da inutilidade dos cegos, cooperando para que esses por si mesmos protestassem e provassem que para viver não precisavão estender a mão á caridade publica; e conseguio que todos compreendessem que os cegos podião ler, escrever, contar, estudar musica e instruir-se nos preceitos da religião catholica”. (AZEVEDO, 1877, p.99)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; A preocupação do diretor Xavier Sigaud, em dar maior publicidade aos exames e resultados alcançados no Imperial Instituto dos Meninos Cégos, foi noticiada em matéria publicada no periódico A Semana, em 1855. Esta matéria, que destacava a dedicação e o interesse do Imperador D. Pedro II pelos estabelecimentos literários e de educação, relatou que no dia 6 de dezembro de 1855 a instituição recebeu a visita do Imperador, durante a qual foram exibidas as provas de adiantamento dos alunos:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“A primeira prova foi de educação e instrucção religiosa. O Sr. Conego Fernandes Pinheiro é o Livita encarregado de lançar n´essas almas tenras as sementes sâs de Religião (......). Seguiu-se as provas de escrita e leitura: foram satisfatórias, e é digno de especial louvor o methodo eufônico, que parece ser o primeiro cuidado do professor: dava-se uma limpidez de pronuncia, e um argentino de voz, como talvez não seja fácil encontrarn outras escolas. Alguns meninos exibiram provas de sua aplicação ao piano. (....). D. Pedro II parecia intima e cordialmente satisfeito com este espectaculo; os Srs. Drs. Sigaud, conego Fernandes Pinheiro, e Marquez de Abrantes diviam compartilhar esta satisfação, porque do resultado de seus esforços obtiveram triumpho”. &amp;amp;nbsp;(INSTITUTO, 1855, p.14)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ainda sob o estabelecido pelo decreto nº 1.331A, de 17 de fevereiro de 1854, que havia definido o regime dos estabelecimentos públicos e particulares de instrução primária e secundária, é que foi também inaugurado, em 1º de janeiro de 1856, o Collegio Nacional para Surdos-Mudos de Ambos os Sexos, como um estabelecimento particular auxiliado pelos cofres públicos, instalado nas dependências do Collegio Vassimon, localizado na Rua dos Beneditinos, nº8, no centro da cidade do Rio de Janeiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Com o falecimento de [[SIGAUD,_JOSÉ_FRANCISCO_XAVIER|&amp;lt;u&amp;gt;José Francisco Xavier Sigaud&amp;lt;/u&amp;gt;]] em 10 de outubro de 1856, primeiro diretor da instituição, Claudio Luiz da Costa, assumiu a direção, tomando posse em 26 de outubro de 1856. O Governo Imperial, autorizado pela Lei nº 939 de 26 de setembro de 1857, que havia fixado a receita e despesa para 1858-1859, realizou a compra do prédio em que funcionava o Imperial Instituto dos Meninos Cégos, na rua do Lazareto nº3, na Gamboa, incluindo a área da chácara que lhe era anexa e 12 braças de terrenos de marinha, pelo valor de 50:000$ (OLINDA, 1858).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A preocupação com as condições de salubridade na instituição foi sinalizada em várias ocasiões, como no relatório do diretor Claudio Luiz da Costa apresentado em dezembro de 1864 e publicado no &#039;&#039;Correio Mercantil e Instructivo, Político Universal&#039;&#039;:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Neste anno, durante a força de verão e nas mudanças das quadras que se lhe seguirão forão numerosas as enfermidades, das quaes a maior parte pleurizes e pneumonias. Quatro dos alunos atacados pelas segundas sofferão insólitas recahidas, devidas á humidade da habitação e á insalubre frieza do chão asfaltado, absolutamente prejudicial aos que morão em casas de tal pavimento; estiveram em perigo iminente de cahir na tisica tubercuolosa; mas felizmente se restabelecerão e se achão presentes”. (IMPERIAL, 1865, p.2)&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1866, Luiz Pedreira do Coutto Ferraz, então Comissário do Governo, em seu Ofício de 17 de fevereiro, afirmou a necessidade imperiosa de se buscar novas instalações para a instituição:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“O edifício em que actualmente se acha não póde continuar a servir sem risco iminente de alguma desgraça pelo estado perigosíssimo dos tectos, como demonstra o Director. A simples inspecção ocular basta para reconhecer-se esta verdade, aliás já confirmada por mais de um exame: faltão ali as principaes condições de salubridade. D´isto resente-se todos os anos a saúde dos meninos, e a dos empregados. Accresce que o predio não tem a capacidade necessaria para os diversos misteres do estabelecimento” (FERRAZ, 1866, p.2).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O diretor do Imperial Instituto os Meninos Cégos, Claudio Luiz da Costa, em seu Relatório referente às atividades da instituição em 1866, explanou sobre as condições de suas instalações e sua transferência para um prédio no Campo da Acclamação nº17 (atual Praça da República), alugado de Brás Carneiro Nogueira da Costa e Gama (Conde de Baependi):&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;quot;No meu ultimo Relatorio havia dado conta circumstanciada das condições nimiamente insalubres da propriedade nacional em que existia este Estabelecimento, de suas faltas de acomodações indispensáveis, e do estado de ruinas em que se achava. (....). Em Março forão enviadas três comissões de mestres e engenheiros empregados nas Obras Publicas, para fazerem vistorias no edifício, e informarem o Ministerio do Imperio (.....). Forão unanimes em suas informações de se achar estragada a maior parte do madeiramento que sustenta o telhado, e de que em tal estado ameaçava vir abaixo repentinamente. Então tive ordem para procurar casa que servisse á mudança do Estabelecimento (.....). Depois de bastantes diligencias só pode encontrar com acomodações suficientes, e ainda carecida de algumas obras, a casa e chácara do Conde de Baependy, no campo da Acclamação n.17, com um terreno anexo pertencente a seu genro o Veador Antonio Dias Coelho Netto dos Reis. Os arrendamentos, quer do prédio, quer dos terrenos anexos, forão feitos por quatro anos, obrigando-se o Governo a pagar de aluguel pelo prédio a quantia de quatro contos e seiscentos mil réis por anno (....). Foi contratado o terreno anexo pelo aluguel de duzentos mil réis por anno. (....). As obras de que carecia a propriedade a bem de servir á transferência do Estabelecimento, forão contractadas (por contracto também aprovado pelo Governo), construídas e pagas pela quantia de 1:385$000. (........). A propriedade em que provisoriamente habita o Instituto, posto que em localidade muito menos salubre que a do morro do Lazareto da Gambôa, privada de um porto de mar e de banho salgados que nella se desfructavão, sujeita ao constante motim da passagem dos carros, e cercada de nuvens de poeira, é espaçosa, bem ventilada, secca, tem as precisas acomodações para as oficinas, lavanderias, etc. e tem abundancia d´agua; a muito melhor saúde de que gosão os que nella estão morando, a fazem mil vezes preferível á outra.” &amp;amp;nbsp;(COSTA, 1867, p.5-6)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A mudança para o prédio no Campo da Acclamação efetivou-se em 16 de junho de 1866.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Entretanto, este prédio de dois pavimentos, no Campo da Acclamação, acabou também se mostrando insuficiente, por não ter condições para atender à demanda crescente por vagas para estudantes cegos não só do Rio de Janeiro, como das demais províncias do país. &amp;amp;nbsp;De acordo com o “Recenseamento do Brazil em 1872”, no Município Neutro (cidade do Rio de Janeiro), a “população considerada em relação aos defeitos physicos”, entendida então como cegos, surdos-mudos, alejados, dementes, e alienados, tanto livre quanto escrava, era de 1.972 pessoas. Neste quadro da população com “defeitos physicos”, o quantitativo apresentado especificamente para cegos foi:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Livres – homens = 162; mulheres=124.&amp;lt;br/&amp;gt; Escravos – homens=34; mulheres=28.&amp;lt;br/&amp;gt; Total = 368. &amp;amp;nbsp; (DIRETORIA, 1872). &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Governo Imperial decidiu, posteriormente, construir um edifício especificamente para o ensino dos cegos, e doou um terreno de 9.515m2 para esta edificação, localizado entre o [[HOSPÍCIO_DE_PEDRO_II|&amp;lt;u&amp;gt;Hospício de Pedro II&amp;lt;/u&amp;gt;]] e a Escola Militar, conforme detalhado em documento de 14 de maio de 1872:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Hei por bem autorisar a Nicoláo Antonio Nogueira Valle da Gama, do meu conselho, mordomo de minha imperial casa, para mandar lavrar, com as formalidades legaes, escriptura da doação que faço ao Imperial Instituto dos Meninos Cegos de um terreno, contiguo ao Hospicio de Pedro II na Praia Vermelha. Com cem braças de frente e os fundos que deverão ser medidos e demarcados, o qual me pertence por oferta que aceitei de José Ribeiro Monteiro, quando o houve por compra feita em9 de setembro de 1846, a D. Jacintha Rosa de Castro. Palacio da Boa-Vista, em 14 de maio de 1872, quinquagésimo primeiro da independência e do Imperio. Com a rubrica de S. Magestade o Imperador – Nicoláo Nogueira Valle da Gama”. (AZEVEDO, 1877, p.102)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Benjamin Constant Botelho de Magalhães, militar, engenheiro e professor, e posteriormente Ministro da Instrução Pública, Correios e Telégrafos, após o falecimento do diretor do Imperial Instituto os Meninos Cégos, Claudio Luiz da Costa, foi nomeado diretor interino pela portaria de 28 de maio de 1869, e assumiu como diretor por meio do decreto de 7 de julho daquele ano.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 14 de maio de 1872 o Imperador D. Pedro II determinou que fosse lavrada a escritura de doação de um terreno de sua propriedade, na Praia Vermelha, com 100 braças de frente e de fundos, em favor do Imperial Instituto os Meninos Cégos (INSTITUTO, 2007). Benjamin Constant Botelho de Magalhães destacou a doação do terreno, por parte do Governo Imperial, especialmente pelos benefícios que representaria para a instituição. Neste sentido, ressaltou as condições ideais daquele terreno, que era “plano, sêcco, em lugar muito saudável, junto de excelentes banhos de mar, necessários aos alunos, perto do centro da cidade” (MAGALHÃES, 1871, p. 16). Benjamin Constant Botelho de Magalhães foi encarregado da elaboração da planta do edifício, a qual foi apresentada e aprovada por Aviso de 22 de maio de 1872.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Na construção do novo prédio participou inicialmente o engenheiro Carlos Araujo Ledo Neves, com os desenhos do edifício, sendo sucedido pelo arquiteto de obras públicas e catedrático de desenho na Escola Central, Francisco Joaquim Béthencourt da Silva (1831-1911), com o projeto de construção, e pelo construtor Torquato Martins Ribeiro (RODRIGUES, 2005). Béthencourt da Silva foi também responsável pelo prédio da sede da Associação Comercial do Rio de Janeiro (atual Centro Cultural Banco do Brasil, Rua 1º de Março, nº66 – Rio de Janeiro), concluído em 1906.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Na cerimônia de lançamento da pedra fundamental da nova edificação, que ocorreu em 29 de junho de 1872, e que teve a presença da Família Imperial, do Ministro do Império, João Alfredo Corrêa de Oliveira, e de autoridades do Governo Imperial e professores, foram distribuídos prêmios aos alunos da instituição (AZEVEDO, 1877, p.103).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;As obras de construção do novo edifício, na Praia da Saudade, foram iniciadas em junho de 1872. O auto do lançamento da pedra fundamental do edifício destinado ao Imperial Instituto dos Meninos Cégos assim descreveu:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“(...) Erguido na Praia da Saudade deve este edifício, que já se acha em adiantada construção, ocupar uma superfície de 9.516 metros quadrados, tornando-o um dos mais belos monumentos, as colunas jônicas colossais e o pórtico, as estátuas de mármore, a majestosa ornamentação e o aspecto elegante e imponente da frontaria. Perpetuará essa grandiosa construção os nomes do Diretor do instituto e do Ministro que lançaram a primeira pedra, do arquiteto, e o de D. Pedro II que concedeu o terreno para esse magnífico palácio, que, dando asilo a 200 alunos de ambos os sexos, poderá competir com as melhores casas de educação dos cegos que existem; será um belo ornamento da Capital do Imperio, um templo enriquecido dos primores d&#039;arte, e régio e pomposo asilo da caridade. Consistindo em um internato para alunos de ambos os sexos, é presidido por um diretor, tem um comissario, capelão, pelo médico e outros empregados.&amp;quot; (&#039;&#039;Apud&#039;&#039;. REVISTA, 2017, p.28)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Nesta cerimônia de lançamento da pedra fundamental, em 1872, o então diretor da instituição, Benjamin Constant Botelho de Magalhães destacou:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Segunda cerimônia, como sabeis, é a do lançamento da pedra fundamental do edifício que, por ordem do Ex.mo. Sr. Ministro do Império, conselheiro Dr. João Alfredo Corrêa de Oliveira, se vai construir para este Instituto. Estão patentes os desenhos da fachada, plantas, cortes deste edifício projetado. É desenhado pelo inteligente e distinto engenheiro Dr. João Carlos Ledo Neves, que, com reconhecida habilidade, soube aliar as dadas exigências da instituição com os preceitos da arquitetura moderna. Tendes à vista a planta do terreno com 100 braças de frente e fundos maiores, propriedade de Sua Majestade o Imperador e pelo mesmo augusto senhor generosamente doado a este Instituto. (....) Esta cerimônia é um acontecimento da mais subida importância para este Instituto. Marca-lhe uma nova era fértil das mais lisonjeiras esperanças para os infortunados cegos brasileiros que vivem na mais degradante miséria e embrutecidos na mais crassa ignorância. (....) Esta recente instituição apenas conta 18 anos de existência e no entanto tem sobejamente demonstrado sua imensa utilidade e quanto é digna da desvelada e incessante proteção recebida. Fundou-a em 17 de setembro de 1854 o atual Ex.mo. Sr. comissário do Governo conselheiro de Estado, barão do Bom Retiro, quando ministro do império e desde então até a presente data tem sido um dos seus mais valiosos protetores. Sua Exa., por tantos títulos digno de estima dos seus compatriotas, acha sempre, embora sobrecarregado de muitas e importantes comissões, tempo bastante para estudar as necessidades deste estabelecimento e de pôr em prática os meios de remediá-las. (....) A necessidade de construir-se a custo do Governo Imperial um edifício próprio para residência do Instituto, de há muito sentida pelo finado diretor, o conselheiro Claudio Luiz da Costa, pelo Ex.mo. Sr. comissário do Governo, barão do Bom Retiro, pelo ilustrado Sr. conselheiro Paulino José Soares de Souza, quando Ministro do Império e recentemente pelo venerável conselheiro Dr. Antônio Felix Martins, quando, por feliz nomeação do Governo Imperial, ocupou o lugar de comissário como se vê nos relatórios dirigidos ao mesmo Governo, foi agora atendida de modo esplêndido pelo ilustrado e patriótico Ex.mo Sr. Ministro do Império.&amp;quot; (Apud. REVISTA, 2017, p.32)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O professor do Imperial Collegio de Pedro II, Manoel Duarte Moreira de Azevedo, em seu livro “O Rio de Janeiro, sua história, monumentos, homens notaveis, usos e curiosidades”, publicado em 1877, assim descreveu as novas instalações da instituição:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Acha-se o Instituto dos cegos estabelecido no prédio n.17 situado na face meridional da praça da Acclamação; tem essa casa, despida de toda a architectura, dous pavimentos com três portões e seos mesaninos arredondados no primeiro pavimento, e nove janelas com sacadas de grades de ferro no segundo. Há no primeiro pavimento a sala do refeitório dos alunos, que também serve de sala de estudo, uma sala de estudo para alunos de menor idade, uma pequena enfermaria, dous quartinhos para banhos, a rouparia, sala do engomado, despensa, a sala da officina de encadernação onde está a biblioteca que conta com 400 volumes, a da officina typographica, a qual também serve de aula de musica de sopro, a de officina de afinação de piano; e um salão de aulas onde vê-se o retrato de José Alves de Azevedo com esta inscripção: José Alves de Azevedo, natural desta corte, cego, falecido a 17 de março de 1854 com 19 annos de idade. Primeiro que no Brazil mostrou o systema de instruir os cegos. Vêem-se no segundo pavimento do edifício a sala de entrada onde estão os retratos dos marquezes de Olinda, de Abrantes e do visconde do Bom retiro, e o busto em mármore do Dr. Francisco Sigaud; lendo-se no pedestal, também de mármore o seguinte: J. F. X. Sigaud coollaborador de J. A. d´Azevedo na fundação do Instituto dos Meninos Cegos e primeiro director do mesmo Instituto. Dá essa sala entrada para a capella consagrada a S. Rafael, padroeiro dos cegos, o qual é festejado em 24 de novembro de cada anno, celebrando-se nesse dia uma missa por alma dos beneméritos do Instituto e outra no anniversario do falecimento de cada um. Há a sala da secretaria onde está o retrato do Dr. Claudio Luiz da Costa, o salão das visitas, com os retratos do Imperador e da Imperatriz, que serve também de aula de musica para alunos e alumnas; o refeito das alumnas, sala de estudo, uma pequena enfermaria, aula de musica das alumnas, lavatório, quarto da instectora, dormitório das alumnas e três quartos para aposentos do diretor e família. Há no terceito pavimento, em um sótão do prédio, o quarto do inspector, os dormitórios dos alunos, sendo um para os menores, outro para os médios, e outro para os maiores”. (AZEVEDO, 1877, p.105-106)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Após esta descrição minuciosa, Moreira de Azevedo ainda comentou sobre as condições &amp;amp;nbsp; insuficientes em sua opinião, das instalações do instituto:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Não tem esta casa commodos sufficientes e apropriados, nem condições hygienicas; os dormitórios são pequenos e estreitos; são húmidas e mal ventiladas todas asa divisões do primeiro pavimento; a enfermaria dos alunos é um quarto pequeno, húmido, escuro e quase sem ar; não há salas suficientes para as aulas; as oficinas typographica e de encadernação estão entaipadas em pequenas salas, escuras e tão húmidas que os papeis e livros estragão-se muito depressa; não há espaço para recreio e exercícios gymnasticos; a enfermaria das alumnas é um pequeno quarto, e o diretor não tem commodos decentes e separados, vive encerrado com sua família em três pequenos quartos. Mas se este edifício está longe de satisfazer ás condições desejáveis de uma casa de educação desta natureza já o governo acudio, como vimos, com louvável empenho á esta necessidade, dando principio a um palácio destinado á instrucção e educação dos meninos cegos”. &amp;amp;nbsp;(AZEVEDO, 1877, p.107)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;As primeiras etapas da construção do prédio de estilo neoclássico na Praia da Saudade (atualmente Av. Pasteur, Praia Vermelha) foram concluídas em 18 de novembro de 1890, e a transferência para as novas instalações se deu em 26 de fevereiro de 1891 (INSTITUTO, 2007). Nas proximidades deste novo prédio foi aberta uma rua a qual foi posteriormente denominada Rua Dr. &amp;amp;nbsp;Xavier Sigaud.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pelo decreto nº 9, do Governo Provisório, em 21 de novembro de 1889, foi suprimida a denominação “Imperial” do nome da instituição, passando a denominar-se Instituto dos Meninos Cégos. No final deste ano, a instituição passou a integrar a estrutura da Secretaria de Estado dos Negócios da Justiça, e em 1890 a da Secretaria de Estado dos Negócios da Instrução Pública, Correios e Telégrafos.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 30 de janeiro de 1890, por meio do decreto nº193, o estabelecimento recebeu a denominação de Instituto Nacional dos Cégos. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O decreto nº 1.320, de 24 de janeiro de 1891, que homenageou Benjamin Constant Botelho de Magalhães pelos serviços prestados ao país “quer concernentes à causa da difusão do ensino e da melhoria da educação nacional, quer referentes à propaganda da grandiosa reforma política que trouxe a reconstituição do paiz sob a forma republicana”, determinou que o Instituto Nacional dos Cégos passasse, então, a denominar-se Instituto Benjamin Constant (BRASIL, 1891).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;De acordo com o &#039;&#039;Almanak Laemmert&#039;&#039;, a instituição devia à iniciativa e esforços de Benjamin Constant o fato de ter um edifício próprio e um programa de ensino bem orientado, com oficinas que possibilitavam aos cegos se habilitarem em ofícios e artes, que eram “de grande auxilio para se tornarem homens uteis e dignos cidadãos” (INSTITUTO, 1893, p.1491).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi fundado, em 1893, o “Gremio Commemorativo Beneficente 17 de Setembro”, com o objetivo de dar assistência aos ex-alunos, o qual, em 1904, passou a constituir-se como “Associação Protectora dos Cégos 17 de Setembro”, com sede provisória no Instituto Benjamin Constant. Posteriormente, em 1924, a sede da Associação era na Rua Real Grandeza nº 142, Botafogo, na cidade do Rio de Janeiro. Em 1906, esta Associação, com o apoio de Mauro Montagna, cego de nascença, ex-aluno, repetidor e professor de geografia e história do Instituto Benjamin Constant, realizou uma campanha para auferir recursos para a criação de uma escola profissional e asilo para cegos. Assim foi criada, em 1º de novembro de 1907, a “Escola Profissional e Asylo para Cégos Adultos”, mantida pela “Associação Protectora dos Cégos 17 de Setembro”, e instalada em prédio na Rua Voluntários da Pátria nº 57B, em Botafogo, na cidade do Rio de Janeiro. Esta escola destinava-se “a recolher em seu seio e habilitar em officios compatíveis com a cegueira os seres privados da vista que, em razão de sua edade ou qualquer outra circumstancia não podem ser matriculados no Instituto Benjamin Constant, ou que, dálli tendo sahido não podem vantajosamente entrar na luta pela vida, mediante profissões liberaes” (ESCOLA, 1908, p.531).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O &#039;&#039;Jornal do Brasil&#039;&#039; em 1908, ao noticiar a criação da a “Escola Profissional e Asylo para Cégos Adultos”, destacou a importância da colaboração da população para a manutenção da instituição:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Um estabelecimento destes demanda, porém, de grandes recursos, e é, pois, para a sua manutenção, para o seu progresso, que appellamos para o coração generoso da nossa população. Com uma insignificante mensalidade, adquire-se o titulo de socio contribuinte da Associação Protectora dos Cegos, iniciadora e mantenedora da Escola Profisisonal e Asylo para Cegos Adultos Desamparados”. (EM PROL, 1908, p.3)&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A “Escola Profissional e Asylo para Cégos Adultos” foi considerada pioneira no atendimento assistencial privado a cegos no país (LEMOS; CERQUEIRA, 2018). Em julho de 1908, esta Escola possuía três oficinas, a de fabricação de escovas, de fabricação de vassouras e espanadores e a de empalhação de móveis, nas quais trabalhavam 12 operários cegos sob a direção de um mestre vidente. Em setembro de 1908 a instituição abrigava mais de 30 cegos. Mauro Montagna, diretor da “Escola Profissional e Asylo para Cégos Adultos”, realizou, em 7 de novembro de 1908, um festival infantil no Teatro João Caetano, no centro do Rio de Janeiro, para angariar mais recursos para a manutenção da instituição. Em 1922, a instituição ainda dirigida por Mauro Montagna, tinha em seu quadro Effigio Egalon (professor de primeiras letras), Octacilio de Magalhães Cruz (professor de solfejo), Francisco Pedro Barbosa (mestre da banda de música), e Manoel Fernandes Gomes (chefe das oficinas) (ESCOLA, 1922). &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1920 foi fundada, no Rio de Janeiro, pelo professor e ex-aluno do Instituto Benjamin Constant, Mamede Francisco Freire (1885-1961), a Liga de Proteção aos Cegos no Brasil, anteriormente denominada Liga de Auxílios Mútuos. O mesmo professor fundou, em 1925, a União dos Cegos no Brasil, uma instituição de caráter assistencialista e produção de manufaturados, e em 1927, a Associação Promotora de Instrução e Trabalho para Cegos (INSTITUTO, 2007).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Até o início do séc. XX, o Instituto Benjamin Constant era a única instituição pública especializada na educação para cegos no Brasil. Somente a partir das primeiras décadas do século XX é que foram fundados outros estabelecimentos no país: Instituto dos Cegos (Recife, 1909), Instituto São Rafael (Belo Horizonte, 1926), Instituto para Cegos “Padre Chico” (São Paulo, 1929), Instituto Paranaense dos Cegos (Curitiba, 1939), Instituto dos Cegos do Brasil Central (Uberaba, 1942), Instituto de Cegos da Bahia (Salvador, 1944).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Até 1928 o endereço do Instituto Benjamin Constant era Praia da Saudade nº 232, e a partir de 1929, com a alteração na denominação da rua, passou a ser Av. Pasteur nº350.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Sady Cardoso de Gusmão, então diretor do Instituto Benjamin Constant, relatou ao Ministro da Educação e Saúde Pública, suas considerações em relação ao terreno em que se encontrava instalada a instituição, por recear a desapropriação daquele terreno:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Nº 148. Exmº Sr. Ministro de Educação e Saúde Pública Tendo esta diretoria ciência de que a Faculdade de Direito da Universidade do Rio de Janeiro pleiteia presentemente a desapropriação da parte do terreno em que se acha edificado este Instituto, parte essa de terreno na extensão de cem metros de frente e cerca de duzentos de fundo, vem, a propósito, esclarecer a Vossa Excelência sobre a situação e condições do terreno aludido e fazer, data vênia, algumas ponderações em relação a este assunto. O terreno em que se acha construída parte do edifício do Instituto, segundo o projeto de Benjamin Constant mede cerca de duzentos e quatro metros de testada e foi doado pelo Imperador D. Pedro II, a fim de ser nele construído o Instituto. Este imóvel fora doado ao Imperador por José Ribeiro Monteiro, que o comprara em 9 de setembro de 1846 a D. Jacintha Rosa de Castro. A doação ao Instituto se verificou em 1871, segundo se induz do relatório apresentado a Assembleia Geral (3ª seção de 14ª legislatura, no Diário Oficial de 17 de junho de 1871) pelo Ministro João Alfredo Corrêa, que a mesma doação faz referência. O mesmo se pode inferir da circunstância de haver Benjamin Constant, já então Diretor do Instituto, em seu relatório de 1871 comentar e agradecer ao Imperador a doação feita. Esta, entretanto, precisava ser legalizada, o que foi feito por decreto em 14 de maio de 1872, cuja cópia autenticada existe no arquivo do Instituto, sendo em 22 - 29 de junho do mesmo ano lançada, com a presença do Imperador e outras pessoas gradas, a pedra fundamental do edifício a se levantado segundo o plano oferecido por Benjamin Constant. (...................). Já em outras ocasiões o Governo pretendeu ocupar parte do imóvel em questão, sem, entretanto, lograr êxito, em razão de preciosos pareceres do extinto Conselho Administrativo dos Patrimônios e de outros. Demais, no terreno de que se trata existe já a Lavanderia Parisiense, o Sport Club Brasil, dois prédios pequenos e as paredes&amp;lt;br/&amp;gt; dos pavimentos térreos do pavilhão central e ala esquerda. Dessas benfeitorias, duas são particulares pertencentes ao Patrimônio do Instituto, sendo propriedade da União as paredes da ala esquerda e pavilhão central. Há, ainda, no local grande quantidade de obras de cantaria pertencentes a União. Assim sendo, nos parece que a desapropriação do terreno em causa é altamente prejudicial aos interesses da Nação, visto como a indenização das benfeitorias pertencentes a particulares não será pequena, e a que for fixada em proveito do Instituto poderá ser levantada pelos herdeiros do Imperador, em virtude da resolução da doação não ter sido cumprido o encargo que a gravava. Além disso, a desapropriação tem como razão precípua a necessidade ou utilidade pública. O Instituto Benjamin Constant é estabelecimento de imediata utilidade pública, obra que é de assistência educativa e social”. (Apud. RODRIGUES, 2015, p.104-105)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi organizado, em 1933, durante a gestão de Sady Cardoso de Gusmão, o Museu do Instituto Benjamin Constant no 2º piso do prédio do Instituto Benjamin Constant, e “fazem parte do acervo do citado Museu peles de lobo, cristais de rocha, animais empalhados, além de objetos históricos do IBC. O Museu é descrito como uma extensão da sala de aula” (RODRIGUES, 2015, p.244). O Museu permaneceu com este perfil e com sua sede no mesmo local até o ano de 1970, quando foi transferido para uma sala no setor feminino do prédio do Instituto Benjamin Constant, com a ideia de organizar um Museu de História Natural. Posteriormente foi transferido para uma sala do Departamento Pedagógico, e em 1996, por meio da Portaria Ministerial nº 942 de 13 de setembro de 1996, o Museu do Instituto Benjamin Constant foi anexado ao organograma institucional.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1937 o Instituto Benjamin Constant, então subordinado ao Ministério da Educação e Saúde, teve suspensas suas atividades para a realização de obras de ampliação e de reparo do prédio, para as quais o Governo Federal havia autorizado a alocação de recursos (2.500 contos). A instituição ficou fechada para as obras por sete anos, e foi reaberta em 1944, quando foram inauguradas, em 10 de fevereiro desse ano, as seções de administração e de educação, e a zeladoria.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Diretores:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br/&amp;gt; José Francisco Xavier Sigaud (1854-1856); Claudio Luiz da Costa (15/10/1856-1869); Benjamin Constant Botelho de Magalhães (28/05/1869 interino; 07/07/1869-1889); Joaquim Mariano de Macedo Soares (1889-1895); João Brazil Silvado (1895-1902; 1906, 1907, 1908); Francisco Soares Pereira (1900); Jesuino da Silva Mello (1902-1905; 1909-1920); Pedro Coutinho (1919); José Candido de Albuquerque Mello Mattos (1920-1924); Eduardo Pinto de Vasconcellos (1924-1930); Sady Cardoso de Gusmão (1930-1938); João Alfredo Lopes Braga (1938-1947).&amp;lt;br/&amp;gt; &#039;&#039;&#039;Vice-diretores:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br/&amp;gt; Joaquim Caetano Fernandes Pinheiro, cônego (1858)&amp;lt;br/&amp;gt; &#039;&#039;&#039;Comissários do Governo Imperial no Instituto:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br/&amp;gt; Miguel Calmon du Pin e Almeida (1859-1864); Luiz Pedreira do Coutto Ferraz (1866-1867).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Estrutura e funcionamento&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Imperial Instituto dos Meninos Cégos, criado em 12 de setembro de 1854 por meio do decreto nº 1.428, e instalado na chácara dos Coqueiros, no morro da Saúde, foi oficialmente inaugurado em 17 de setembro de 1854.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;De acordo com Gabriel Bertozzi de Oliveira e Sousa Leão (2017), as primeiras propostas para regulamentar a instituição teriam surgido antes de sua inauguração oficial em setembro de 1854, e encontram-se no acervo do Arquivo Nacional. A primeira teria sido em 1853, intitulado “Projeto de Regulamento Geral do Instituto dos Jovens Cegos assinado por [[SIGAUD,_JOSÉ_FRANCISCO_XAVIER|&amp;lt;u&amp;gt;José Francisco Xavier Sigaud&amp;lt;/u&amp;gt;]] e José Alvares de Azevedo de 26 de Dezembro de 1853”, e a segunda o “Projeto de regulamento organico do Instituto Imperial dos Jovens Cegos do Brasil de 20 de janeiro de 1854”. Ambas as propostas foram assinadas por José Alvares de Azevedo e [[SIGAUD,_JOSÉ_FRANCISCO_XAVIER|&amp;lt;u&amp;gt;José Francisco Xavier Sigaud&amp;lt;/u&amp;gt;]], e definiam que a instituição, sob a proteção do Imperador D. Pedro II, apresentaria em um curso de oito anos, com instrução intelectual, musical e tecnológica, ensino de instrumentos de música e de ofícios (LEÃO, 2017, p.59).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Segundo o decreto de criação, de 12 de setembro de 1854, a instituição, dirigida por um diretor subordinado ao Ministro e Secretário de Estado dos Negócios do Império, teria o seguinte pessoal: um professor de primeiras letras, um professor de música vocal e instrumental, um de artes mecânicas, um médico, um capelão, e um inspetor de alunos. Seriam designados outros professores à medida que fosse sendo desenvolvido o plano de estudos da instituição.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ainda nos termos deste decreto de criação do Imperial Instituto dos Meninos Cegos, caberia ao Governo Imperial o sustento, vestuário e curativo do estabelecimento. Ainda neste decreto ficou estabelecido que a instituição admitiria nos seus três primeiros anos o ingresso de até 30 alunos, sendo que entre estes 10 seriam admitidos gratuitamente se reconhecidamente pobres. Os demais alunos, que não fossem pobres, pagariam uma pensão anual cujo valor seria definido pelo Governo Imperial. A admissão dos alunos dependia de uma autorização do Ministro e Secretário de Estado dos Negócios do Império, e da apresentação de certidão de batismo ou justificativa de idade, atestado médico constatando sua cegueira, e no caso de admissão gratuita, a apresentação de um atestado do pároco e de duas autoridades provando sua indigência. Foi estabelecido, também, que nenhum aluno seria admitido sem parecer escrito do médico do estabelecimento informando que fora vacinado com bom resultado e que não sofria de doença contagiosa.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O decreto nº 1.428 estabeleceu, ainda que nos três primeiros anos seria ensinado aos alunos leitura, escrita, cálculo de frações decimais, música, e artes mecânicas adaptadas à idade e força dos meninos. No quarto ano as matérias seriam gramática nacional, língua francesa, aritmética (continuação), princípios elementares de geografia, música e ofícios mecânicos. A partir do quinto ano, além das matérias do quarto ano, haveria ensino de geometria plana e retilínea, história e geometria antiga, média e moderna, e leitura explicada dos evangelhos. E no último ano, o estudo seria dedicado à história e geografia nacional, aperfeiçoamento da música e dos trabalhos mecânicos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Segundo o regulamento provisório, inserido no decreto de 12 de setembro de 1854, os professores atenderiam às disposições do Regulamento para a reforma do ensino primário e secundário do Munícipio da Corte, promulgado pelo decreto nº 1.331 A de 17 de fevereiro de 1854, que definiu o regime dos estabelecimentos públicos e particulares de instrução primária e secundária, e os parâmetros para a inspeção desses estabelecimentos. Desta forma, poderia ter na instituição até quatro Repetidores, que poderiam “ser também Inspectores de alumnos, com residencia e sustento no Collegio, (.....), explicarão as lições aos meninos nas horas de estudo, e auxiliarão Capellão no ensino das práticas, e funcções religiosas” (BRASIL (a), 1854, p.3).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ainda de acordo com este regulamento provisório, o nº de alunos não seria maior que 30 nos três primeiros anos de funcionamento, sendo 10 alunos admitidos gratuitamente, se reconhecidos como pobres. Aos alunos pobres, o Governo Imperial forneceria sustento, vestuário e curativos, e os demais pagariam uma pensão anual (até 400$000), além de uma jóia (até 200$000) no momento de ingresso na instituição. Para todos os alunos seriam fornecidos os livros e os instrumentos necessários para o ensino. Cada aluno que desejasse ingressar na instituição deveria obter a autorização do Ministro e Secretário de Estado dos Negócios do Império, e apresentar a certidão de batismo ou justificativa de idade, um atestado médico que confirme a cegueira total, e no caso do aluno pobre, apresentar também o atestado do pároco e de duas autoridades do local de residência que confirmasse sua indigência. Além disso, nenhum aluno seria admitido sem que constasse o registro de que fora vacinado e que não portava doença contagiosa. Não poderiam ser admitidos como aluno da instituição aqueles menores de seis anos e maiores de 14 anos, e os escravos.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pelo regulamento provisório do Imperial Instituto dos Meninos Cégos caberia ao Governo definir o destino dos alunos pobres, quando estes completassem seus estudos, e não tivessem sido empregados como repetidores na instituição. E o mesmo ocorreria com aqueles alunos que chegassem à idade de 22 anos, mesmo que não tivessem terminado o Curso dos estudos, salvo se conseguissem licença do Ministro e Secretário de Estado dos Negócios do Império para continuarem no Instituto por mais algum tempo (BRASIL (a). 1854).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A instituição seguiria, “até nova ordem do Governo, o methodo de pontas salientes de Mr. Luiz Braille, adoptado pelo Instituto de Paris” (BRASIL (a), 1854, p.4). O curso era de oito anos, e nos três primeiros anos as matérias a serem ensinadas seriam: leitura (compreendendo também o ensino de catecismo), escrita, cálculo até frações decimais, música e artes mecânicas adaptadas à idade e força dos meninos. No quarto ano as disciplinas seriam: gramática nacional, língua francesa, continuação da aritmética, princípios elementares de geografia, música e ofícios mecânicos. Para o quinto ano, além das disciplinas do quarto ano, seriam ministradas geometria plana e retilínea, história e geometria antiga, média e moderna, e leitura aplicada aos evangelhos. No último ano, os alunos teriam história e geografia nacional, aperfeiçoamento da música e dos trabalhos mecânicos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Um Regimento Interno para o Imperial Instituto dos Meninos Cégos, provisório, foi estabelecido pelo Aviso nº242, de 18 de Dezembro de 1854, que definiu como atribuições do Comissário do Governo, a inspeção da educação moral e religiosa, do ensino das letras e artes e da disciplina e economia realizados naquele estabelecimento, acompanhar os exames dos alunos, e apresentar em relatório seu juízo sobre o aproveitamento, os méritos dos professores e a administração da instituição, e propor medidas em relação à correção de disposições regulamentares. Aos diretores, além das atribuições inerentes ao funcionamento da instituição, cabia a indicação ao Ministro do Império para a nomeação dos repetidores e inspetores dos alunos. Estabeleceu que cabia aos professores ensinar aos alunos as matérias, e “lembrar-lhes, em qualquer ocasião oportuna, os seus deveres como cidadãos, e dar-lhes conselhos uteis, sempre que deles careção”., e também “tratar com igual desvelo a todos os seus alunos, louvando os que derem boa conta de si, admoestando os que forem negligentes, e estimulando-os á que não desprezem o beneficio que se lhes quer fazer” (BRASIL (b), 1854, p.273).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Por este Regimento interno, os alunos eram classificados segundo seu estado, em contribuintes e gratuitos, em relação à idade em três classes ou turmas (de 6 10 anos, de 10 a 14 anos, e de maiores de 14), e em relação ao ensino em duas classes, a daqueles que frequentassem as aulas nos primeiros três anos e a daqueles que tivessem concluído com aproveitamento o triênio. E as meninas cegas, em qualquer idade, seriam completamente separadas dos meninos, tendo à parte casa de trabalho, lugar de recreação e passeio, refeitório e dormitório.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;As aulas seriam iniciadas em 7 de janeiro e encerradas em 15 de novembro de cada ano. Seriam concedidos, anualmente, três prêmios aos alunos, um de letras, um de música e um de ofícios. O Regimento definiu, também, que os alunos e alunas deveriam portar uniformes, tanto nos dias festivos como nos dias ordinários. Para os alunos seria, nos dias festivos, uma sobrecasaca de pano verde escuro, de gola em pé e abotoada com botões amarelos, calças da mesma fazenda, gravata e boné preto, e botins de vaqueta. Nos demais dias, os alunos trajariam uma jaqueta ou rodaque de lã escura abotoada com botões pretos, calças da mesma fazenda, gravata de chita, boné preto, e sapatos de vaqueta. Para as alunas, nos dias festivos, o traje consistia em vestido de cassa verde escura, colarinhos brancos e lisos, cintos, botins pretos e véus brancos, e no dia a dia, seria um vestido de chita escura e sapatos, acrescentando um chalé de lã no inverno.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Relatório do Ministério do Império, referente ao ano de 1854, detalhou o primeiro ano de funcionamento da instituição:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;“Tenho a satisfação de comunicar-vos que este nascente estabelecimento, fundado apenas há hum anno, tem já apresentado resultados correspondentes ás nobres e benéficas vistas de sua instituição. As suas diferentes aulas tem sido regidas com muita regularidade e methodo, cabendo aos professores merecidos elogios pela assiduidade e zelo com que desempenham as suas funções. Em todas as matérias que tem sido ensinadas – Religião, leitura, e muzica, he mui sensível o progresso dos alunos. Pelo que respetia á 1ª, achando-se eles correntes na doutrina christã, pela lição do catecismo, começou o respectivo professor a dar-lhes hum curso de história sagrada, e epsera habilital-os para, no fim deste anno, fazerem exames satisfactorios. No ensino de primeira letras, nota-se igual aproveitamento. Todos os alunos lem regularmente, ep la maior Parte escrevem, e fazem praticamente as quatro primeiras operações de calculo. O professor desta cadeira, á vista de tal progresso, começou já a leccionar-lhes grammatica, geografia, e a parte mais adiantada da arithmetica. O professor de muzica, além dos exercícios praticos em canto e piano, tem ensinado a teoria desta arte, obtendo vantagens. Trata-se de estender este ensino a diversos instrumentos, segundo as disposições dos alunos. A classe das meninas tem-se aplicado também a trabalhos e prendas especiaes ao seo sexo. Convindo estabelecer no Instituto o ensino de algumas artes mecânicas, já como meio de distracção para os alunos abastados, já como hum recurso para os pobres, o seu Director acaba de dirigir-se ao do Instituto dos jovens cegos de Praiz, pedindo-lhe que contrate para aquelle fim hum moço cego, habilitado em diferentes officios, como o de torneiro, cesteiro, &amp;amp; c., e sobretudo versado no systema de imprimir em pontos salientes. O Governo, logo que tenha presentes as condições do respectivo contracto, resolverá sobre este objecyo, que considera de evidente utilidade. Os Estatutos, pelos quaes se rege o Estabelecimento, e que foram expedidos em 18 de Dezembro de 1854, tem sido executados sem inconveniente, que exija modificações. Tem-se tratado de ir formando lentamente a Bibliotheca do Instituto com obras apropriadas, mandadas vir da Europa e dos Estados Unidos. Nella há já algumas escriptas pelos alunos. &amp;amp;nbsp;A prestação de 15.000$, que anualmente recebe dos Cofres públicos o mesmo Instituto, reunida á importância das pensões que já se eleva á 8000s, he por ora suficiente para fazer face ás despezas. Tem sido muito lisonjeiro o estado hygiencio do instituto. Ainda nenhum caso de falecimento occorreo entre os alunos, e, o que he mais notável, nenhum acometido pela epidemia da cholera morbus, que apenas se manifestou em hum africano, de vida irregular, empregado no serviço, o qual succumbio á enfermidade. Este estado, abonando a pericia e zelo do Director, o qual he encarregado da hygiene e saúde dos alunos,prova ao mesmo tempo o acerto com que foi escolhida a localidade em que está o Estabelecimento.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; O numero já existente de 12 alumnos, foi augmentado com dois que entraram no anno findo. São naturaes: &amp;amp;nbsp;Da Côrte ......................................................6&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; Da Provincia do Rio de Janeiro ...................7&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; Da do Ceará .................................................1&amp;lt;br/&amp;gt; Pertencem ao sexo masculino 10, e ao feminino 4. Ainda não tem sido remettidos das Provincias os meninos cegos que se esperavam”. &amp;amp;nbsp;(FERRAZ, 1856, p.64-65)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Segundo Claudio Luiz da Costa, que posteriormente seria diretor da instituição, logo após a decisão da instalação da instituição ingressaram “o primeiro menino cego, Candido José Correia da Silva, natural desta província, com 14 anos de idade. (....) a primeira menina cega, Anna Rodrigues de Faria, natural desta corte, na idade de 7 anos; e o segundo menino cego, Luiz Antonio Gondim Leitão, também natural desta corte com 10 anos de idade” (COSTA, 1863. &#039;&#039;Apud&#039;&#039;. FERREIRA, 2004, p.2).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Os livros, compêndios e instrumentos utilizados no ensino da instituição eram importados da Europa. Entre os livros importados estavam obras em “pontos salientes” como “O Expositor Portugues, ou, Rudimentos de ensino na língua materna” (1852), de Luiz Francisco Midosi (1796-1877), o “Compendio da Grammatica da Lingua Nacional” &amp;amp;nbsp;(1835) de &amp;amp;nbsp;Antonio Alves Pereira Coruja (1806-1889), o “Catechismo de Montpellier” (1702) de Joachim Colbert (1667-1738), e o “Compêndio de princípios elementares de música” de Francisco Manuel da Silva (1795-1865) (LEÃO, 2017). Além das obras importadas, a biblioteca do Imperial Instituto de Meninos Cégos continha também os livros que haviam pertencido a José Alvares de Azevedo, um dos fundadores do estabelecimento, e que haviam sido oferecidos ao instituto por seu pai, Manuel Alvares de Azevedo. O acervo totalizava 55 volumes e 463 folhetos (ALMANAK, 1858). Também eram importadas tábuas de zinco para cálculo, alfabetos em pontos (Braille) e em caracteres romanos, mapas em relevo e máquinas de escrever (LEÃO, 2017).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O primeiro a assumir a direção do Imperial Instituto dos Meninos Cégos, em 1854, foi o médico [[SIGAUD,_JOSÉ_FRANCISCO_XAVIER|&amp;lt;u&amp;gt;José Francisco Xavier Sigaud&amp;lt;/u&amp;gt;]]. No &#039;&#039;Almanak Laemmert &#039;&#039;de 1855, aparece o anúncio da instituição:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Imperial Instituto dos Meninos Cegos. No morro da Saude, r. do Lasareto da Gambôa, onde residio o 1º barão do Rio Bonito, casa chamada dos Coqueiros.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; (Creado em virtude do Decreto de 12 de Setembro de 1854. Vide Supplemento, pag. 59).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; O Imperial Instituto dos Meninos Cegos tem por fim ministrar-lhes a instrucção primaria – a educação moral e religiosa – o ensino da musica ou de alguns ramos da indústria secundaria e o de officios fabris. Admittem-se os cegos de ambos os sexos da idade de sete até quinze anos.&amp;lt;br/&amp;gt; Director e Medico – Dr. José Francisco Sigaud.&amp;lt;br/&amp;gt; Capellão da casa – Conego Dr. Joaquim Caetano Fernandes Pinheiro.&amp;lt;br/&amp;gt; Professor de primeiras letras – Dr. Pedro José de Almeida.&amp;lt;br/&amp;gt; Professor de musica – J. J. Lodi (cego).&amp;lt;br/&amp;gt; Professora das meninas cegas – M.lle Adela Maria Luiza Sigaud (cega).&amp;lt;br/&amp;gt; Repetidor dos estudos – Carlos Henrique Soares (cego).&amp;lt;br/&amp;gt; Inspector da turma – José Baptista Pezan Junior.&amp;lt;br/&amp;gt; Porteiro da casa – Martinho Antonio da Rocha.&amp;lt;br/&amp;gt; Visita-se o Instituto às quintas feiras do meio dia em diante. Missa das 8 às 9 horas da manhã, nos domingos, dias santos e sabbados.” (&#039;&#039;ALMANAK&#039;&#039;, 1855).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Xavier Sigaud ficou à frente da direção do Imperial Instituto dos Meninos Cégos por apenas dois anos pois faleceu em 10 de novembro de 1856. Durante esse período estruturou os cursos no âmbito interno, deu relevo à alfabetização e ao ensino de algumas profissões compatíveis com a cegueira (RODRIGUES, 2005).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Imperial Instituto dos Meninos Cégos, um internato para alunos de ambos os sexos, de acordo com seu regulamento, era administrado por um diretor, um comissário, um capelão, um médico, e outros empregados. Em 1859, Miguel Calmon du Pin e Almeida, Marquês de Abrantes, foi o primeiro a ocupar o posto de comissário, tendo sido substituído, em 1866, pelo Visconde de Bom Retiro, Luiz Pedreira do Coutto Ferraz. Antonio Candido da Cunha Leitão assumiu como comissário de forma interina em várias ocasiões.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Claudio Luiz da Costa, médico parteiro e operador, assumiu a direção da instituição em 26 de outubro de 1856, e durante sua administração, reformou o regulamento da instituição, fundou as oficinas tipográfica e de encadernação, criou uma banda de música e organizou o curso em oito anos, assim constituído:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify; margin-left: 40px;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Parte moral e literária – leitura, escrita, catecismo, explicação do evangelho, gramática nacional, francês, aritmética, álgebra, geometria, princípios gerais de mecânica, física, química, história e geografia.&amp;lt;br/&amp;gt; Ensino profissional - música vocal e instrumental, harmonia, regras de contraponto e instrumentação, arte tipográfica, de encadernação, afinação de piano para os alunos e música e trabalhos de agulha para as meninas.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Tendo em vista a necessidade de livros em Braille para o ensino na instituição, o diretor Claudio Luiz da Costa determinou que fossem treinados cinco aprendizes cegos em uma oficina tipográfica e contratado um mestre em composição e impressão. Empenhou-se, igualmente na criação de uma oficina tipográfica na instituição. Inicialmente, foram aproveitados um cunhete de tipos especiais vindos de Paris ofertados à instituição pelo aluno Carlos Henrique Socares, os quais haviam sido enviados por seu irmão Nicoláo Henriques Soares, proprietário de uma tipografia. Além disso, encomendou tipos especiais ao fundidor de tipos Bouchaud, em Paris, mas a remessa que finalmente foi encaminhada ao Brasil foi de tipos considerados emprestáveis. Ao final, as matrizes foram buriladas em cobre na Casa da Moeda, no Rio de Janeiro, pelo “oficial da abrição” Fidellis Ferreira Paradella (COSTA, 1868, p.5-6).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 14 de agosto de 1857 foi então instalada a oficina tipográfica do Imperial Instituto dos Meninos Cégos, com tipos Braille importados da França, aos quais foram acrescentados os 500 tipos metálicos doados por Carlos Henrique Soares, aluno e repetidor na instituição. A obra “História Cronológica do Imperial Instituto dos Meninos Cegos”, publicada em 1863 em três volumes, um relatório dos primeiros anos da instituição na gestão de Claudio Luiz da Costa, foi a primeira a ser publicada naquela oficina. Em 1865 a oficina tipográfica publicou a “Constituição Política do Império do Brazil”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Os livros utilizados no ensino na instituição eram, em grande parte, transcritos em Braile, de forma manual por meio de punção (instrumento manual composto por duas partes: cabeça e ponta) e por meio de reglete. A reglete era um objeto constituído “por uma prancha em forma retangular e por uma espécie de régua vazada”, onde se ajustava o papel especial na prancha, e era processada a escrita, da direita para a esquerda. O papel era perfurado com um instrumento, denominado punção e, depois o papel era retirado da reglete para que fosse feita a leitura de forma convencional (RODRIGUES, 2015, p.140).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Posteriormente foi criada, também, uma oficina de encadernação, na qual foi mestre de encadernação João Pinheiro de Carvalho, que havia estudado no Institut Royale des Jeunes Aveugles, na França, e que também era repetidor de primeiras letras na instituição (CERQUEIRA, 2014).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1857 o quadro de professores e instrutores da instituição era assim constituído:&amp;lt;br/&amp;gt; Professor de Primeiras letras – Pedro José de Almeida.&amp;lt;br/&amp;gt; Professor de Música vocal e instrumental – Adolpho Maersch.&amp;lt;br/&amp;gt; Mestre da Oficina Tipográfica – Manoel Ferreira das Neves.&amp;lt;br/&amp;gt; Professora de Primeiras Letras, aritmética, gramática e música das educandas – Adèle Marie Louise Sigaud.&amp;lt;br/&amp;gt; Repetidor dos alunos – Carlos Henrique Soares.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Os professores e demais empregados do Imperial Instituto dos Meninos Cégos eram pagos anualmente com recursos do Tesouro Público Nacional e nomeados por meio de decretos imperiais.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;De acordo com o Relatório do Ministério do Império, para 1857, a instituição tinha 18 alunos (12 meninos e 6 meninas), em sua maioria vindos do município da Corte e da província do Rio de Janeiro, e, com exceção de uma menina, os demais eram alunos gratuitos. O quadro de matérias lecionadas mantinha-se o mesmo de 1856, e os alunos demonstravam bom aproveitamento. Este Relatório mencionava, ainda, que o acervo da biblioteca da instituição foi acrescido de 116 volumes impressos em pontos vindos da instituição congênere em Paris, e de 33 impressos em tipos ordinários, que tratavam das matérias de ensino (OLINDA, 1858).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Durante a gestão de Claudio Luiz da Costa houve um crescimento no ingresso de estudantes na instituição, totalizando, em 1860, 26 (8 meninas e 18 meninos), foi reformado o regulamento, fundada as oficinas tipográfica e de encadernação, e criada uma banda de música (REFICIO, 2019). &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1866, segundo o Officio do Commissario do Governo, Luiz Pedreira do Coutto Ferraz, era excelente a educação dos alunos, seu aproveitamento nas disciplinas, e os resultados dos exames realizados na instituição. Entretanto, o Comissário Ferraz destacou que era importante a adoção de algumas medidas, como a criação de uma aula especial de música vocal e a dotação regular de diversos instrumentos, pois “o aperfeiçoamento na musica vocal e instrumental é um grande meio, e o menos dispendioso de irem-se, desde já, habilitando os alunos para um futuro mais próximo, que os ponha a coberto da indigência, livrando os que não possuem recursos próprios de subsistência da triste necessidade de esmolarem o pão da caridade publica, necessidade que lhes será muito mais dolorosa, depois da desvelada educação moral e litteraria, com que os tem beneficiado o Governo” (FERRAZ, 1866, p.2).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Luiz Pedreira do Coutto Ferraz demonstrou, igualmente, sua preocupação com o futuro dos meninos e meninas cegas, pois muitos embora já tivessem concluído o prazo de residência na instituição, definido no Regulamento Provisório, lá permaneciam pela benevolência do Governo. Reiterava, ainda, sua visão de que a habilitação na música era meio mais eficaz para atender o estabelecido pelo Regulamento Provisório, de 1854.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;De acordo com o Relatório do diretor Claudio Luiz da Costa, referente ao ano de 1867, após a mudança para um prédio na Praça da Aclamação nº 17 (atual Campo de Santana), no centro da cidade, teria aumentado o nº de visitas à instituição, o que comprovava o crescimento da simpatia da população com o Imperial Instituto dos Meninos Cégos. Afirmou, ainda, que embora a salubridade do Campo de Aclamação fosse inferior àquela apresentada no Lazareto da Gamboa, seu sítio anterior, a nova casa tinha ótimas condições higiênicas, se comparadas com a do lazareto. Desta forma, com a mudança, havia diminuído a incidência de enfermidades entre os alunos e empregados. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em relação ao desempenho dos estudos secundários na instituição, Claudio Luiz da Costa afirmou que várias matérias, como língua francesa, geografia, história, aritmética e álgebra, haviam apresentado um aperfeiçoamento. Por outro lado, a disciplina de geometria tinha permanecido estacionada, e não havia se conseguido, ainda, estender a instrução a generalidades sobre botânica, história natural, mineralogia, anatomia, fisiologia, ótica e acústica, por falta de compêndios e tempo para os apostilhar. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Neste Relatório, de 1867, o diretor Claudio Luiz da Costa ainda relatou que a instituição possuía duas oficinas, a tipográfica com sete alunos e um contramestre, e a de encadernar. Ressaltou que na oficina tipográfica estava sendo concluída a impressão do 4º volume da história cronológica do Imperial Instituto dos Meninos Cégos, e do volume referente ao ano de 1862. A oficina também havia iniciado a impressão de uma gramática francesa seleta, extraída das melhores gramáticas, e coordenada por uma professora da instituição.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A oficina de encadernar, que funcionava com cinco alunos, segundo o diretor Claudio Luiz da Costa, tinha alcançado bons resultados e melhoramentos em 1867, apresentando pouca diferença em relação à encadernação realizada na Europa. Em relação aos trabalhos das alunas, estes eram fundamentalmente a costura a mão, a fabricação de meias e de diversos objetos de lã, rendas de agulhas, obras de crochet, e enfeites com vidrilhos, canotilhos e fitas (COSTA, 1868).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O diretor Claudio Luiz da Costa, no relatório apresentado sobre as atividades de 1868, apresentou o quadro de alunos no Imperial Instituto dos Meninos Cégos:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Existião a 11 de março de 1868: Açumnos ...................................................................... 27&amp;lt;br/&amp;gt; Achava-se então ausente, pelo que não foi contado ...........................................................1&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; Total ...........................................................28&amp;lt;br/&amp;gt; Sahiu no principio deste anno o dito alumno........................................................................1&amp;lt;br/&amp;gt; Fallecerão no decurso deste anno .......................................................................................2&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ......................................3&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;Ficarão ......................25&amp;lt;br/&amp;gt; Matriculou-se.........................................................................................................................1&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;Existem.......................26&amp;lt;br/&amp;gt; Pertencem ao município da Côrte ........................................................................................7&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;quot; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; á província do Rio de Janeiro ............................................................................6&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;quot; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;quot; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;quot; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;de Santa Catharina ..........................................................................4&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;quot; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;quot; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;quot; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;da Bahia ..........................................................................................2&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;quot; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;quot; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;quot; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;de Minas...........................................................................................1 &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;quot; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;quot; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;quot; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;do Espirito Santo..............................................................................1&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;quot; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;quot; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;quot; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;de S. Pedro do Rio de Grande do Sul .............................................1&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;quot; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;quot; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;quot; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;das Alagôas......................................................................................1&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;quot; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;quot; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;quot; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;do Ceará ..........................................................................................1&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;quot; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;quot; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;quot; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;do Piauhy..........................................................................................1&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;quot; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; a Montevideo, sendo porém brasileiro................................................................1&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;.................................26”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; (COSTA, 1869, p.2) &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp;Em relação ao estado da instrução professada na instituição, Claudio Luiz da Costa comparou-o ao ensino na instituição francesa, o Institut Royale des Jeunes Aveugles:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Comparado o estado da instrucção no Instituto de França, o mais antigo da Europa, contando quase um século d´existencia, com o do Brazil, que apenas tem 14 annos, acha-se que neste, sendo as matérias as mesmas, são estudadas e compreendidas em todos os seus complementos. Naquelle empregão-se s fugitivas lições oraes, por cujo motivo seus compêndios limitão-se a theses que carecem de desenvolvimento verbal; n´este os alunos, ainda que com grande trabalho e consumo de tempo, escrevem os convenientes compêndios em que estudão regularmente. Mas estes compêndios manuscriptos se conservão legíveis apenas por dois anos; quando se apagão, é indispensável renoval-os; (....). Quando se conseguir que haja todos os compêndios impressos, este ponderoso obstáculo desapparecerá n´este Instituto. O ensino d´arithmetica n´aquelle não passa de decimaes; todas as mais operações são indicadas verbalmente, porém não praticadas; emquanto n´este as teorias arithmeticas são demonstradas pela pratica. (.....). No Instituto de França apenas se ensina a língua vernácula, e nem d´ella ainda possuem um dicionário. No do Brazil aprende-se a língua nacional e a franceza, posto que nem da própria nem da estrangeira haja diccionarios. N´esta comparação não irrogo a menor censura ao Instituto de Pariz, a que este deve a sua paternidade e todo o reconhecimento, por havel-o sempre ajudado. Apenas indico que na pratica do systema de ensino para a instrucção secundaria neste Instituto há as diferenças apontadas, que, tornando-a embora mais trabalhosa, tem vantagens inquestionáveis.” &amp;amp;nbsp;(COSTA, 1869, p.4)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Após o falecimento de Claudio Luiz da Costa, Benjamin Constant Botelho de Magalhães, professor da cadeira de matemática e de ciências naturais da instituição desde 13 de agosto de 1862, foi nomeado, por meio da portaria de 28 de maio de 1869, diretor interino do Imperial Instituto dos Meninos Cégos. Benjamin Constant Botelho de Magalhães, que era casado com Maria Joaquina da Costa, filha de Claudio Luiz da Costa, assumiu efetivamente a direção da instituição em 7 de julho de 1869.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em seu relatório, apresentado em 22 de março de 1871, Benjamin Constant Botelho de Magalhães propôs a criação, na instituição, de uma classe de alunos, denominados como aspirantes ao magistério, destinada a formar um núcleo de professores, de forma a preencher as vagas que surgissem no corpo de professores. A classe de aspirantes ao magistério seria constituída por alunos que tivessem concluído o curso de estudos no Imperial Instituto dos Meninos Cégos, e que tivessem se destacado em uma ou mais matérias do curso, e apresentassem um comportamento irrepreensível. Tal proposta estaria em acordo com o que ocorria em institutos de cegos em países europeus e nos Estados Unidos, onde os professores, repetidos e mestres de oficina erma todos cegos. Entendia que tal medida concorria para o progresso da instrução (MAGALHÃES, 1871, p.8). A criação desta classe de alunos, a de aspirantes ao magistério, vai se efetivar somente por meio do novo regulamento da instituição, promulgado em 17 de maio de 1890, definindo-a como a classe de alunos que haviam se distinguido por sua inteligência, comportamento, aplicação e aproveitamento.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Destacou a importância do ensino profissional dos alunos, afirmando que era fundamental o desenvolvimento e melhor organização das oficinas, tipográfica e de encadernação. Estas, encontrando-se devidamente organizadas, poderiam imprimir e encadernar os livros do instituto e possibilitar uma renda para o estabelecimento.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ainda neste relatório Benjamin Constant Botelho de Magalhães reiterou, em vários trechos, a ideia da importância da instrução, como um direito público absoluto para todos:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Que importa que o pretendente á instrucção tenha mortos os olhos do corpo, paralysados os órgãos da voz ou do ouvido, ou qualquer outro defeito physico, si nenhuma afcção mental o impedir de receber o alimento intelectual garantido pela Constituição do Imperio a todos os Brazileiros? A instrucção é sem duvida alguma a principal base da felicidade para o homem, qualquer que seja a sua condição: é portanto uma necessidade geral do povo, e como tal deve merecer toda a atenção e solicitude do Estado. Por que razão hão de os cegos ficar privados dos imensos benefícios da instrucção que se distribúe aos que têem vista?” (MAGALHÃES, 1871, p.28)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Embora a instrução intelectual e profissional realizada no Imperial Instituto dos Meninos Cégos, apresentasse um desenvolvimento importante, Benjamin Constant Botelho de Magalhães comentou, ainda que a instituição, para o pleno desenvolvimento de seu ensino, ainda carecia de materiais indispensáveis, como o livro de pontos salientes para o estudo das noções de história natural, instrumentos e coleções para o ensino da física, e as figuras em relevo para o ensino da geometria elementar (MAGALHÃES, 1871). &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Na publicação sobre a participação do Brasil na Exposição Universal de 1873, em Viena (Áustria), foi relatado que teria sido apresentado na Câmara dos Deputados um projeto, pelas comissões de instrução pública e fazenda, que propunha permitir um número ilimitado para o ingresso de alunos em estabelecimentos públicos como o Imperial Instituto dos Meninos Cégos, ampliar o ensino de música, aumentar as oficinas, fundar um patrimônio (2.000:000$000), e criar institutos filiais nas províncias do Maranhão, Pernambuco, Bahia, Minas Gerais e São Pedro do Rio Grande do Sul (O IMPERIO, 1873).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 4 de maio de 1874, Benjamin Constant Botelho de Magalhães propôs um plano de loterias para subsidiar os gastos com os cegos, por meio da criação da Associação Protectora dos Cégos Desvalidos, com o objetivo de “fornecer ao mesmo Governo os fundos pecuniários precisos para ampliar á classe inteira dos infelizes cegos brazileiros, cujo numero sobe a mais de 10.000, os benefícios da instrucção e educação e paternal proteção que este Instituto em acanhadíssimas proporções fornece somente a 30 daquelles infelizes” (MAGALHÃES, 1874, p.13). &amp;amp;nbsp;Entretanto, segundo Gabriel Bertozzi de Oliveira e Sousa Leão (2017), tal proposta não se concretizou. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O diretor Benjamin Constant Botelho de Magalhães apresentou, em seu Relatório apresentado em 19 de abril de 1875, algumas considerações sobre a necessidade de reforma do regulamento do Imperial Instituto dos Meninos Cégos, que havia sido promulgado em 1854. Segundo o diretor, este regulamento, que havia sido criado para aquela instituição então nascente, “tinha contra si a incredulidade publica sobre as vantagens e utilidade; e esta incredulidade fundava-se principalmente na falsa crença da inaptidão dos cegos para a instrucção litteraria e profissional” (MAGALHÃES, 1875, p.3).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em seu Relatório, de 24 de abril de 1877, de Benjamin Constant Botelho de Magalhães apresentou o seguinte quadro de matérias:&amp;lt;br/&amp;gt; 1º ano: Ler e escrever segundo o sistema de braile, escrita em caracteres ordinários com a máquina de Foucauld; noções elementares de aritmética (conhecimentos dos algarismos ordinários e em pontos, tabuadas, numeração e as duas primeiras operações sobre os números inteiros); história sagrada desde a criação do mundo até o cativeiro de babilônia.&amp;lt;br/&amp;gt; 2º ano: repetição das matérias do primeiro ano; as quatro operações fundamentais da aritmética. História sagrada até os Macabeus; gramática portuguesa (primeiras noções).&amp;lt;br/&amp;gt; 3º ano: repetição das matérias dos dois primeiros; aritmética teórica e prática das quatro operações sobre as frações ordinárias e decimais; noções do dogma católico; gramática (conjugação dos verbos regulares e irregulares).&amp;lt;br/&amp;gt; 4º ano: repetição das matérias do terceiro; aritmética (teoria e prática das operações sobre os números complexos, e das raízes quadradas e cúbicas); religião (noções desenvolvidas do dogma); gramática portuguesa (definição das partes da oração e análise gramatical); língua francesa (ler e escrever e princípios de gramática).&amp;lt;br/&amp;gt; 5º ano: repetição das matérias doa anos anteriores; dogma e doutrina do Evangelho; aritmética (teoria das proporções e equidiferença e suas aplicações às questões da regra de três, de companhia, juros e descontos, etc.); gramática; análise lógica e gramatical; língua francesa (conjugação dos verbos regulares e irregulares e princípios de tradução do francês para o português); geografia física.&amp;lt;br/&amp;gt; 6º ano: toda a história sagrada; todo &amp;amp;nbsp;dogma; doutrinas do Evangelho; geografia física e política (o que se puder dar, e noções de cosmografia); aritmética (teoria das progressões por diferenças e por quocientes, e dos logaritmos); toda a gramática francesa; toda a gramática portuguesa; língua inglesa (leitura e escrita, e princípios de gramática); álgebra (noções preliminares e quatro operações).&amp;lt;br/&amp;gt; 7º ano: recordação das matérias do sexto ano; história antiga, média, moderna e do Brasil; geografia física e política toda; cosmografia (tudo quanto lhe diz respeito); língua francesa (exercícios de tradução em prosa e verso do francês para o português e vice-versa); língua inglesa (toda a gramática, tradução de prosa do inglês para o português); álgebra (equações e problemas do 1º grau a uma e mais incógnitas, métodos de eliminação, discussão desses métodos, diversas espécies de soluções e suas interpretações, teoria das quantidades negativas); geometria (a primeira parte até a teoria dos polígonos e do círculo); física até hidrostática inclusive, pelo compêndio Ganot; química (noções preliminares).&amp;lt;br/&amp;gt; 8º ano: repetição das matérias do 7º e o resto do estudo da álgebra, da geometria e da física; nomenclatura química (preparações dos principais corpos simples, metaloides, caracteres gerais das bases, ácidos, sais); história natural.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O ensino profissional compreendia, então, música, artes tipográficas, de encadernação e de afinação de pianos, para os alunos, e música e trabalhos de agulha para as alunas.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em um projeto de reorganização do Imperial Instituto dos Meninos Cégos, apresentado em 26 de julho de 1873, e assinado por Francisco Leopoldino de Gusmão Lobo, Manoel Arthur de Holanda Cavalcanti, João Capistrano Bandeira de Mello, e Ignacio Joaquim de Souza Leão, constavam a mudança do edifício da instituição, o crescimento do número de alunos, a criação de novas oficina, a criação de instituições congêneres em todo o Império, e de casas de trabalho e asilos para os idosos e “inválidos” (LEÃO; SOFIATO, 2019, p.295-296).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O diretor Benjamin Constant Botelho de Magalhães retomou, de forma reiterada em seus relatórios subsequentes, este projeto de reorganização da instituição, cuja proposta já havia sido aprovada pela Câmara dos Deputados, mas encontrava-se ainda sob a pendência da decisão do Senado. Em seu relatório apresentado em 9 de novembro de 1878, Benjamin Constant Botelho de Magalhães afirmou que:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Esta reforma, repetirei ainda, satisfaz effectivamente as mais importantes necessidades da instituição, ampliando e consolidando as bases fundamentaes de sua existência e de seu progresso: eleva convenientemente o numero dos alunos; dá à instrucção theorica e profissional o necessário desenvolvimento, permitindo reorganizar em melhor pé as uteis oficinas existentes e crear muitas outas d´entre as que já estão reconhecidas como muito uteis aos cegos, desenvolvendo, aperfeiçoando e completando o utilíssimo ensino da musica vocal e instrumental; faculta a fundação de Institutos provinciaes nas capitães das principaes províncias do Imperio, e de asylos e casas de trabalho para os cegos; melhora a sorte por demais precária dos seus dignos professores, repetidores e mais empregados; e realiza muitos outros melhoramentos importantes e de há muito urgentemente reclamados; &amp;amp;nbsp;satisfaz, além disso, a uma outra condição de subido valor: permitte que dentro de poucos anos esteja o Estado completamente exonerado de toda e qualquer despeza com o actual Instituto e com os diversos Institutos provinciaes, asylos, casa de trabalho, etc. que venham a crear-se” (MAGALHÃES, 1878, p.5).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ainda neste relatório, Benjamin Constant Botelho de Magalhães reproduziu artigos do referido projeto, que tratava do Imperial Instituto dos Meninos Cégos e do Instituto Nacional de Surdos Mudos. Destacou que o Senado havia aprovado apenas o art. 2º, que definia a criação, para cada um dos institutos, de um patrimônio na importância dois mil contos de réis em apólices da dívida pública, mas que os demais artigos não tinham sido discutidos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;E de fato foi criado, por meio do decreto nº 2.771, de 29 de setembro de 1877, um patrimônio (2.000:000$000 réis) para a instituição, constituído em apólices da dívida pública. E o decreto nº 6.760, de 1º de dezembro desse ano, criou conselhos não remunerados para a administração do patrimônio do Imperial Instituto dos Meninos Cégos, e do [[INSTITUTO_DOS_SURDOS-MUDOS|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto dos Surdos-Mudos&amp;lt;/u&amp;gt;]], composto por três membros a serem nomeados pelo Ministro do Império.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Benjamin Constant Botelho de Magalhães, ainda no relatório apresentado em 1878, destacou a necessidade de se aperfeiçoar o ensino profissional no Imperial Instituto dos Meninos Cégos, por meio da reorganização das oficinas existentes e da criação de novas, e de se ampliar as oportunidades para instrução dos cegos. Neste sentido, ressaltou que no país havia, segundo o recenseamento da população, 12.000 cegos no país, e que para esta “imensa população existe apenas em todo o Imperio um só estabelecimento destinado á sua instrucção e educação e esse mesmo de proporções muito acanhadas, timidamente fundado como um pequeno e incompleto ensaio, como tal mantido há 24 annos, &amp;amp;nbsp;e no qual somente 30 desses 12.000 cégos podem receber os benefícios da instrucção” (MAGALHÃES, 1878, p. 20).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O diretor do Imperial Instituto dos Meninos Cégos, Benjamin Constant Botelho de Magalhães, registrou, ainda, que na época de seu Relatório, apresentado em 9 de novembro de 1878, havia na instituição 52 matriculados.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;De acordo com Manuel Duarte Moreira de Azevedo, autor de “O Rio de Janeiro, sua história, monumentos, homens notaveis, usos e curiosidades”, o quadro de professores da instituição em 1877 era assim constituído:&amp;lt;br/&amp;gt; Bernardo Lyra da Silva – professor de religião.&amp;lt;br/&amp;gt; Pedro José de Almeida – professor de instrução primária, de história e geografia.&amp;lt;br/&amp;gt; Guilherme Lourenço Schulze – professor de piano e canto dos alunos.&amp;lt;br/&amp;gt; Raphael Coelho Machado –professor de música instrumental e de harmonium.&amp;lt;br/&amp;gt; Maria Benedicta da Costa Guimarães – professora de francês.&amp;lt;br/&amp;gt; Adèle Marie Louise Sigaud – professora de piano.&amp;lt;br/&amp;gt; Rosa Albertina de Mello Figueiredo – mestre de trabalhos de agulha.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Embora a língua inglesa não constasse do currículo vigente, esta disciplina vinha sendo ensinada, gratuitamente, por Antonio Carlos de Oliveira Guimarães, então professor interno de matemáticas e ciências naturais.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Havia, também, os repetidores das disciplinas: Antonio Lisboa Fagundes da Silva (repetidor de aritmética e álgebra, revisor da oficina tipográfica); João Pinheiro de Carvalho (repetidor de francês e da segunda classe de música, mestre da oficina de encadernação); José Pinto de Cerqueira (repetidor de harmonia e contraponto); Possidonio de Mattos (repetidor de instrução primária, mestre da oficina tipográfica); Leopoldina Maria da Conceição (coadjuvante dos trabalhos de agulha). Ainda segundo Moreira de Azevedo (1877), vários dos professores e repetidores do Imperial Instituto dos Meninos Cégos haviam sido alunos do próprio instituto, como Adèle Marie Louise Sigaud, Leopoldina Maria da Conceição, João Brasil Madeira (mestre de afinação de piano), e Possidonio de Mattos entre outros.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No Relatório do Imperial Instituto dos Meninos Cégos, apresentado em 14 de abril de 1880, o diretor Benjamin Constant Botelho de Magalhães enumerou as medidas que considerava como necessárias para melhorar as condições da instituição: autorizar a elevação do nº de alunos internos para 50; promover os meios para melhoria das oficinas tipográfica e de encadernação; criação de aulas especiais de solfejo, de canto e de certos instrumentos de corda; fundação de um curso de ginástica elementar para cegos; melhoria na remuneração do diretor, de professores, de repetidores, do porteiro; e a nomeação de um copista ou ditante. E se referiu à biblioteca da instituição, destacando que até então esta contava com 207 volumes, sendo dois impressos em caracteres ordinários, 155 de diversas matérias de ensino, manuscritos pelos alunos, e 50 volumes no sistema Braille, impressos e encadernados nas oficinas da instituição.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Benjamin Constant Botelho de Magalhães foi professor de aritmética e diretor interino, entre abril de 1881 e outubro de 1883, da Escola Normal da Corte, e, também professor da Escola Militar da Corte e da Escola Polytechnica, que funcionava então no Largo de São Francisco de Paula no centro do Rio de Janeiro. Acumulou estas funções com a de diretor do Imperial Instituto dos Meninos Cégos, até 15 de novembro de 1889, quando assumiu o Ministério da Guerra. Para sucedê-lo na direção do então denominado Instituto dos Meninos Cégos, foi designado Joaquim Mariano de Macedo Soares.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1890 foi constituída, com o apoio de Benjamin Constant Botelho de Magalhães, então Ministro da Instrução Pública, Correios e Telégrafos, uma comissão científica composta pelos professores cegos Augusto José Ribeiro e João Pinheiro de Carvalho, e por Fernando Ferreira Lemos, funcionário da instituição, para visitar instituições de cegos na Europa, conhecer os avanços técnicos e pedagógicos e adquirir material e equipamentos (INSTITUTO, 2007).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pelo decreto nº 708, de 2 de setembro de 1890, foi criada, no então denominado Instituto Nacional dos Cégos, a cadeira de violoncelo e contrabaixo, separada da de instrumentos de cordas.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi aprovado um novo regulamento para o Instituto Nacional dos Cegos por meio do decreto nº 408, de 17 de maio de 1890, assinado pelo General de Brigada Benjamin Constant Botelho de Magalhães, então Ministro e Secretário de Estado dos Negócios da Instrução Pública, Correios e Telégrafos, segundo o qual a instituição tinha como objetivo fornecer aos alunos e alunas cegas a instrução primária, a educação física, moral e cívica, a instrução secundária, o ensino da música vocal e instrumental, o ensino do maior número de artes, industrias e ofícios fabris, oficinas e casa de trabalho e todo “auxílio e proteção de que que careçam para facilitar-lhes os meios de dar livre expansão às suas diversas aptidões physicas, moraes e intellectuaes, e a todas as suas legitimas aspirações em proveito seu, de suas famílias e da pátria” (REGULAMENTO, 1890, p.1021).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Por este novo regulamento, a instrução teórica e prática-profissional realizada no Instituto seria dividida em dois cursos principais, um de instrução literária e um de instrução prática-profissional. O de instrução literária será de oito anos, subdividido em dois, primário, feito em três anos, e secundário, em cinco anos. O curso primário compreenderá as seguintes matérias: conhecimento do alfabeto, sinais de pontuação e dos algarismos, no sistema de pontos (método de Luiz Braille); conhecimento dos algarismos ordinários em tipos maiores; ler e escrever no sistema de pontos e em caracteres ordinários; aritmética prática até frações decimais e sistema métrico; noções elementares da gramática portuguesa; lições de coisas limitadas ao conhecimento dos objetos mais triviais do uso doméstico; e noções de história natural. E o secundário as disciplinas: línguas portuguesa e francesa; noções de história geral e especialmente do Brasil; geografia física e política; aritmética teórica e pratica com todo o desenvolvimento; álgebra até equações do 2º grau; geometria elementar plana e no espaço; noções de trigonometria; noções de cosmografia e de mecânica prática, aplicada ás máquinas, aparelhos, e instrumentos usados nas diversas ciências, artes, ofícios e industrias de que possam utilizar os cegos; ciências físicas; história natural; instrução moral e cívica e elementos de pedagogia.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O curso prático profissional seria distribuído ao longo dos oito anos do curso literário, e compreenderia as seguintes matérias: estudo completo de música vocal e instrumental, inclusive o estudo de órgão e harmonio; arte tipográfica no sistema de pontos e no sistema ordinário; arte de encadernação; todos os trabalhos de agulha; ginástica apropriada aos cegos de ambos os sexos. O estudo da música seria obrigatório para todos os alunos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O pessoal do magistério seria nomeado pelo Governo e composto por professores, de cada matéria, repetidores, ditantes-copistas, mestres e contramestres das oficinas. Os repetidores deveriam assistir às aulas dos professores das cadeiras, às quais estavam vinculados, repetir para os alunos as lições proferidas no dia anterior, auxiliar os alunos no estudo das lições, e substituir os respectivos professores em caso de impedimentos. Este regulamento, de 1890, incluiu em seu pessoal o denominado ditante-copista, para ser ocupado por um profissional, com status de professor, cujas atribuições seriam:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“1. Dictar aos alumnos, repetidores e aspirantes ao magisterio designados pelo director, para que estes escrevam no systema de Luiz Braille, as obras impressas ou manuscriptas em caracteres ordinários que forem destinadas à biblioteca especial do Instituto;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; 2. Copiar e fazer copiar pelos alunos, repetidores e aspirantes no referido systema especial, um ou mais exemplares de cada uma das obras destinadas às aulas dos cursos litterario e de musica do Instituto, que tenham de ser impressas na typographia do referido estabelecimento, para uso dos alunos e dos professores cegos;&amp;lt;br/&amp;gt; 3. Corrigir todos os erros cometidos pelos alunos nos manuscritos em pontos salientes relativos àsobras que tiver dictado e feito escrever por esses alunos em sua aula;&amp;lt;br/&amp;gt; 4. Auxiliar, como revisor, todos, todos os trabalhos da typographia, sempre que lhe for determinado pelo diretor;&amp;lt;br/&amp;gt; 5. Fazer aos alunos e aspirantes a leitura de jornaes, revistas e de quaisquer outras publicações que lhe forem recomendadas pelo diretor”. (BRASIL, 1890, p.1034).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pelo decreto nº 408, o número de alunos contribuintes seria ilimitado e o dos gratuitos teria como parâmetro os recursos do orçamento da instituição. Este regulamento estabeleceu, ainda, a criação da classe de aspirantes ao magistério, que seriam aqueles alunos que haviam se destacado por seu comportamento, aplicação e aprovação plena em todas as matérias do curso literário e do curso prático profissional, e demonstrarem aptidão para o professorado. Estes alunos poderiam continuar na instituição como classe dos aspirantes ao magistério, e teriam como atribuições prestar os serviços como coadjuvantes no curso literário, no curso profissional, na aula do ditante-copista e nas salas de estudo, participar dos trabalhos ordinários e extraordinários da banda de música e da orquestra da instituição, e substituir os repetidores em casos de faltas ou impedimentos. Os aspirantes ao magistério estariam submetidos ao regulamento da instituição, e teriam direito à casa, à alimentação, a vestuário, a calçado, a tratamento médico, e a uma gratificação mensal em decorrência de seu comportamento e assiduidade nos trabalhos. Estes aspirantes seriam divididos em três classes, a primeira constituída por aqueles que tivessem vocação par o ensino da música ou outro ramo do ensino prático-profissional, a segunda por aqueles com aptidão para o ensino das línguas, e a terceira classe seria composta por aqueles que tivessem aptidão para o ensino das ciências (BRASIL, 1890). &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;De acordo com o Relatório de João Barbalho Uchôa Cavalcanti, Ministro de Estado dos Negócios da Instrução Publica, Correios e Telégrafos, para 1890-1891, o ensino na instituição era professado por nove professores do curso de ciências e letras, oito professores do curso de música, oito repetidores, sendo cinco do curso de ciências e letras, e três do curso de música, e um de ginástica. Neste período, havia na instituição um total de 46 alunos, sendo 28 do sexo masculino e 18 do feminino, e em sua maioria oriundos do Rio de Janeiro (RELATORIO, 1891). &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1891, por meio do decreto nº1.294, de 17 de janeiro, foram criadas as cadeiras de geografia universal, e corografia do Brasil, separando-a da cadeira de história que passaria a ser história universal; e do curso primário, incluindo todas as matérias de ensino primário.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O decreto nº 1.210, de 13 de janeiro de 1893, estendeu, aos professores dos Institutos Benjamin Constant e dos Surdos-Mudos, as vantagens antes concedidas ao pessoal docente do Gymnasio Nacional (decreto nº 1.194, 28/12/1892), referentes à concessão de uma gratificação adicional. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No Relatório de Antonio Gonçalves Ferreira, Ministro da Justiça e Negócios Interiores, apresentado em 1896, destacou-se que, buscando aumentar o número de matriculados no Instituto Benjamin Constant, teria encaminhado em 1º de outubro “aos governadores e presidentes dos Estados da União aviso circular convidando-os a promover a vinda dos menores cegos existentes nos respectivos Estados, e o actual diretor, além de varias publicações feitas nos jornaes desta Capital, em que encarecia os benefícios dessa instituição, enviou, com o meu assentimento, alguns alunos e um professor cego a vários Estados, com o fim de em pessoa fazerem a propaganda naquele sentido” (RELATORIO, 1896, p.225-226).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No &#039;&#039;Almanak Laemmert&#039;&#039;, de 1899, foi informado que a instituição recebia alunos gratuitos de 6 a 12 anos, que fossem completamente cegos e que apresentassem robustez e estivessem vacinados, e fornecia vestuário, calçado, alimentação, assistência médica, medicamentos, e instrução literária, científica e profissional (INSTITUTO, 1899).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;De acordo com o Relatório do Ministério da Justiça e Negócios Interiores, publicado em março de 1900, o Instituto Benjamin Constant, que tinha então 49 alunos e 37 alunas, apresentava um certo progresso no ensino profissional. Destacou que a oficina de tipografia havia imprimido o 1º volume da história moderna do bacharel Alfredo Moreira Pinto, com uma tiragem de 105 exemplares, o 1º volume da aritmética do professor João José Luiz Vianna, e o 1º volume da gramática francesa do professor da Antonio Lisboa Fagundes da Silva. Na oficina de encadernação, haviam sido preparados 295 volumes de diversas obras, escritas em Braille, e na oficina de cartonagem tinham sido preparadas 5.976 caixinhas para drogaria, 672 caixas para sapatos, 18 caixas para chapéus e duas cômodas-fantasia. A oficina de vassouras, escovas e espanadores havia produzido 910 vassouras, 145 escovas, 30 espanadores e 10 vasculhadores de palha, e a oficina de empalhação preparado e consertado cadeiras da instituição.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Um novo regulamento para o Instituto Benjamin Constant foi aprovado por meio do decreto nº 3.901, de 12 de janeiro de 1901, segundo o qual a instituição teria como fim ministrar nos cegos a &amp;amp;nbsp;instrução primária, a instrução secundária, o ensino da música vocal e instrumental, e o “ensino do maior numero possivel de artes, industrias e officios fabris que estejam ao seu alcance e lhes sejam de reconhecida utilidade” (BRASIL, 1901). O ensino continuou dividido em dois cursos, o literário realizado em sete anos e composto pelo ensino primário e o secundário, e o profissional, desenvolvido ao longo dos sete anos do curso literário. Desta forma a formação total era realizada ao longo de sete anos, ou seja, um ano a menos do que no disposto no regulamento anterior, de 1890. Neste regulamento, de 1901, o pessoal responsável pelo ensino ainda era constituído por professores, repetidores, ditantes-copistas, mestres e contramestres das oficinas.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1901, quando a instituição comemorava seu 47º aniversário, a instituição importou sua primeira máquina de estereotipia braille, a &#039;&#039;StereotypeMaker&#039;&#039;, fabricada nos E.U.A., buscando substituir o antigo processo tipográfico (INSTITUTO, 2007).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi editada pela Imprensa Nacional, em maio de 1902, a monografia “Os Cegos no Brasil”, de João Brazil Silvado, então diretor do Instituto Benjamin Constant.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A Lei nº 957, de 30 de dezembro de 1902, que fixou a despesa geral do país para 1903, em seu art. 7º, revogou o regulamento de 12 de janeiro de 1901 e restabeleceu o estabelecido pelo decreto nº408, de 17 de maio de 1890, quanto ao quadro de professores de piano e canto na instituição. Desta forma, restabeleceu que haveria um professor ou professora de piano para ambos os sexos e um professor ou professora de canto e canto-coral para ambos os sexos.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O decreto nº 4.770, de 9 de fevereiro de 1903, que providenciou a execução do art.7º da Lei nº957, estabeleceu a estrutura de pessoal e respectiva tabela de vencimentos do então Instituto Benjamin Constant. Segundo este decreto, o quadro de professores seria assim constituído: 1 professor do curso primário; 1 professor de português; 1 professor de francês; 1 professor de história universal e especialmente do Brasil; 1 professor de ciências físicas, história natural, geometria, mecânica e cosmografia; 1 professor de aritmética e álgebra; 1 professor do instrução moral e cívica; 1 professor de geografia universal e especialmente do Brasil; 1 professor de música teórica; 1 professor de 2º classe de música teórica; 1 professor de instrumentos de sopro e percussão; 1 professor de instrumentos de corda; 1 professor de órgão e harmonia; 1 professor de canto e canto coral para ambos os sexos; 1 professor de piano para ambos os sexos; 5 repetidores do curso de ciências e letras; e 3 repetidores do curso de música.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Para as demais atividades para a educação dos alunos, haveria, ainda: 1 ditante copista; 1 mestra de trabalhos de agulha; 1 mestre de ginástica; 1 mestre da oficina tipográfica; 1 mestre de oficina de encadernação; 1 mestre de afinação e afinador de piano, órgão e harmonia; 1 auxiliar de escrita; 1 mestre de oficina de cartonagem; 1 mestre da oficina de empalhação; 1 mestre de oficina de escovas e vassouras; 1 contramestre de trabalho de agulha; 1 contramestre da oficina tipográfica; e 1 contramestre da oficina encadernação.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pelo decreto nº 1.299, de 19 de dezembro de 1904, foi estendido aos professores e repetidores do Instituto Benjamin Constant, e ao de Surdos-Mudos, o acréscimo aos vencimentos que havia sido concedido aos professores do Gymnasio Nacional.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1905, de acordo com o relatório do Ministro da Justiça e Negócios Interiores, José Joaquim Seabra, havia no Instituto Benjamin Constant 82 alunos matriculados, sendo 49 do sexo masculino e 33 do feminino. Os cursos de ciências e letras e o técnico profissional eram, ainda, realizados em oito anos. O relatório ressaltou, por meio da reprodução das palavras de Jesuino da Silva Mello, então diretor do Instituto Benjamin Constant, a questão do destino dos alunos e alunas que ali se formavam:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Destas considerações que fazemos sobre o destino dos cegos se conclue que, não descurando da instrucção scientifico-litteraria, que constitue o fundo da educação intelectual, nem da cultura da vontade ou do caracter, que é um dos problemas mais delicados da educação geral, o que mais interessa ao cégo é sua educação profissional, isto é, o meio que o torna apto para uma determinada função social, que o faz adquirir aptidões próprias para uma certa carreira, que o habilita, finalmente, para cooperar com a grande maioria dos videntes, na consecução do aperfeiçoamento humano. O Instituto Benjamin Constant só póde proporcionar aos seos discípulos duas carreiras capazes de lhes assegurar a subsistência: a do magistério, no próprio estabelecimento, e a da musica, que póde ser exercida com muita maior amplitude. Mas, tanto uma, como outra destas profissões, não podem favorecer á totalidade dos discípulos desta casa, cujo numero vae crescendo todos os anos, á medida que os alunos terminam o seu curso. Além disto, tanto o magistério, como a carreira musical, requerem aptidões especiaes, que o maior numero não possue. O resultado é que vai se aglomerando, quer em uma, quer em poutra secção dos dous sexos, um certo numero de alunos, que ficam perpetuamente encostados ao estabelecimento. (.....). Mas que destino poderá o Governo dar aos ex-alumnos do Instituto Benjamin Constant, depois de um curso regular, de sciencias e letras? Deixal-os esmolar pelas ruas, seria um desdoiro para a classe e para as tradições deste estabelecimento, que já conta mais de meio século. Crear uma nova instituição condigna, para os recolher, seria uma superfluidade dispendiosa (.....). Portanto, a medida que se impõe, e que convirá ser posta em pratica dentro em pouco tempo, é terminar logo, pelo menos, uma parte do edifício em construção, adaptal-a ás oficinas, muito mais desenvolvidas – e á moradia dos cegos operários – a que se poderiam reunir os aspirantes do sexo masculino” (RELATORIO, 1905, p.156-157).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em relação à instrução e à recreação dos alunos e alunas, o diretor da instituição resolveu, também, criar uma pequena biblioteca de “livros em tinta”, tendo em vista o fato dos “livros em ponto” custarem cem vezes mais que os comuns. Complementando esta medida, definiu também a presença de um leitor nesta biblioteca de “livros de tinta” para auxiliar os cegos (RELATORIO, 1905).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi autorizada, pelo decreto nº 1.583, de 13 de dezembro de 1906, a criação de novos postos no Instituto Benjamin Constant, como o de médico oftalmologista, o de leitor, e o de mestre maquinista (para exercer no motor a vapor, e no prelo mecânico), e a extinção dos postos de mestre da oficina de cartonagem, de auxiliar de escrita e de feitor comprador. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O decreto nº 9.026 A, promulgado em 16 de novembro de 1911 e assinado pelo Ministro de Estado da Justiça e Negócios Interiores, Rivadavia da Cunha Corrêa, &amp;amp;nbsp;aprovou um novo regulamento para o Instituto Benjamin Constant, no qual definiu a tabela de vencimentos dos servidores, e apresentou como finalidades da instituição a instrução primária, a instrução secundária, o ensino da música teórica, vocal e instrumental, e o ensino das artes e ofícios adequados e úteis para os alunos cegos.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; Por este regulamento e, &amp;amp;nbsp;foram criados os postos de professor de canto coral escolar, para ensinar &amp;amp;nbsp;aos alunos de curso primário a cantar os hinos e canções populares clássicas, “como meio educativo do gosto artístico musical, e do sentimento patriótico”, de professor de instrução primária, de professor de contrabaixo e violoncelo, de dentista para o tratamento das moléstias dentárias dos alunos e alunas, de dois contramestres, sendo um para a oficina de vassouras e escovas, e outro para a oficina de empalhação de moveis, e de um jardineiro-chacareiro (BRASIL, 1911, p.18).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;De acordo com o relatório do Ministro Rivadavia da Cunha Corrêa, o Instituto Benjamin Constant tinha, em 1911, 85 alunos matriculados, assim classificados: alunos de curso acabado (5); alunos dispensados das aulas (3); alunos que frequentam as aulas (66); aspirantes remunerados (5); e aspirantes gratuitos (6). No Instituto Benjamin Constant a formação dos alunos e alunas ainda estava estruturada pelo curso de ciências e letras, constituído pelo ensino primário (03 anos) e ensino fundamental (05 anos), e pelo curso de música. Em relação às oficinas de tipografia, de encadernação, de vassouras e escovas, e de empalhação de móveis, a frequência e o aprendizado dos alunos era regular, mas notava-se uma diminuição no produto destas oficinas. Esta diminuição seria, segundo o diretor da instituição, decorrente do fato dos “alunos operários que trabalhavam nestas oficinas (alunos de curso acabado e que por falta de aptidão na carreira litterária se occupavam exclusivamente dos officios), geralmente maiores de 20 annos, passaram para a Escola Profissional de Cegos Adultos, onde, de acordo com sua idade, gosam de mais liberdade e recebera salario” (RELATORIO, 1912, p. 65-66).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A partir de 4 de junho de 1914, a educadora e poetisa Maria Jacobina Rabello (1877-1957) passou a ler os autores célebres para os alunos e alunas do Instituto Benjamin Constant. Maroquinha Jacobina Rabello, como era conhecida, ensinou literatura aos cegos por muitos anos, e também foi responsável por revelar o talento de Benedita de Melo (1906-1991), uma poetisa e professora cega do Instituto Benjamin Constant (RIBEIRO, 1942). &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Por meio do decreto nº 3.678, de 8 de janeiro de 1919, foi criada uma cadeira de inglês no Instituto Benjamin Constant. No relatório do Ministério da Justiça e Negócios Interiores, publicado em 1920, havia 120 alunos matriculados na instituição assim distribuídos:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Classificação dos alunos.&amp;lt;br/&amp;gt; Curso acabado: (sexo masculino,1; sexo feminino, 6) .........................................................7&amp;lt;br/&amp;gt; Dispensados das aulas (sexo masculino,1; sexo feminino, 2) .............................................3&amp;lt;br/&amp;gt; Alumnas operarias ...............................................................................................................2&amp;lt;br/&amp;gt; Alumnas agregadas .............................................................................................................3&amp;lt;br/&amp;gt; Recolhida ao Hospital Nacional de Alienados ......................................................................1&amp;lt;br/&amp;gt; Aspirantes ao magistério (sexo masculino, 8; sexo feminino, 4) .......................................12&amp;lt;br/&amp;gt; Frequentando as aulas (sexo masculino, 53; sexo feminino, 39) ......................................92&amp;lt;br/&amp;gt; Total: (sexo masculino, 63; sexo feminino, 57) ...............................................................120”&amp;lt;br/&amp;gt; (RELATORIO, 1920, p.62)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;As oficinas, destinadas ao ensino prático-profissional, foram frequentadas por 96 alunos assim distribuídos: afinação de pianos (6); encadernação (13); tipografia (10); vassouras e escovas (14); empalhação (14); trabalhos de agulha (39). A orquestra da instituição, composta por 22 alunos, tinha nesta data 02 flautas, 01 oboé, 02 clarinetas, 01 fagote, 01 trompa, 02 pistões, 01 trombone, 01 tímpano, 01 bombo e pratos, 06 violinos, 01 violeta, 01 violoncelo, 01 contrabaixo, e 01 piano (RELATORIO, 1920).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A Mensagem apresentada ao Congresso Nacional, em 1922, pelo Presidente da República, Epitácio Pessoa, expôs, de forma enfática, os motivos pelos quais deveria ser promovida uma reforma no ensino no Instituto Benjamin Constant:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“A reforma do Instituto Benjamin Constant impõe-se como medida de necessidade. O programma de ensino vigente, (.......) tem provado mal. Os alumnos são obrigados a aprender materias, para as quais lhes fallecem gosto ou aptidão, e que de nada lhes servirão na vida prática. O estudo das especialidades, como o da música, por exemplo, não se pratica convenientemente, porque o accumulo de matérias não permite a organização de horário satisfactorio. É preciso simplificar o curso, e organizar o ensino de outra fórma. Os alumnos não devem receber todos indistintamente o mesmo ensino, como atualmente acontece. (...........). Certamente o Instituto deve proporcionar a todos instrucção sufficiente e educação perfeita; mas convém lembrar que nem todos os educandos possuem a mesma capacidade educativa, e os verdadeiros talentos são excepções, tanto entre os cegos como entre os videntes. (........). Não é possível que o mesmo ensino e a mesma educação convenham a meninos, dos quaes uns vão ser humildes operarios e outros devem seguir o magistério. (.......). O quadro dos offícios ensinados no Instituto é pequeno e insufficiente. As contingencias da cegueira restringem a actividade do cego a umas tantas ocupações, dentro das quaes, ainda assim, elles tem que lutar desvantajosamente com a concorrência dos videntes. (.....) Outro grande defeito da organização actual está no modo de prover os lugares de professor. As cadeiras vagas ou novamente criadas são preenchidas, independente de concurso, pelos repetidores cegos, ex-alumnos do instituto, mediante proposta do director.” &amp;amp;nbsp;(INSTITUTO BENJAMIN CONSTANT. &amp;amp;nbsp;1922. p.39-40).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Aviso de 4 de julho de 1924, assinado pelo Marechal Chefe de Polícia do Distrito Federal, &amp;amp;nbsp;João Luiz Alves, estabeleceu que os alunos do Instituto Benjamin Constant que excedessem a idade, prevista em seu regulamento, deveriam ser encaminhados à “Escola Profissional e Asylo para Cégos Adultos”, que funcionava na Rua Real Grandeza nº 142, bairro de Botafogo, na cidade do Rio de Janeiro.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Ministro da Justiça e Negócios Interiores, Affonso Penna Junior, em seu relatório correspondente ao ano de 1924, comentou que o regulamento da instituição necessitava de uma revisão para adequar-se à orientação adotada em institutos semelhantes na Europa, nos Estados Unidos e na Argentina. Afirmou, ainda, que o ensino profissional vinha apresentando modificações importantes para seu progresso, mas que era conveniente simplificar o curso literário e conferir um maior desenvolvimento ao prático-profissional (RELATORIO, 1926).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Com o decreto nº17.782, de 2 de maio de 1927, foi definido que a cadeira de canto coral escolar do Instituto Benjamin Constant, que se encontrava vaga, passaria a ser denominada “cadeira de canto e canto coral”, para melhor atender ao desenvolvimento do ensino de canto naquela instituição.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No decreto nº 19.444, de 19 de dezembro de 1930, o Instituto Benjamin Constant estava incluído entre os estabelecimentos então subordinados ao Ministério de Educação e Saúde Pública. Neste contexto, o decreto nº21.069, de 20 de fevereiro de 1932 autorizou o ministro da Educação e Saúde Pública a estabelecer regulamentos que reorganizem o Instituto Benjamin Constant e o Instituto Nacional de Surdos-Mudos , “atendendo a atualizar os métodos didáticos neles empregados e a orientar o aproveitamento das aptidões especiais, verificadas nos alunos, em artes e ofícios que os habilitem a viver de seu trabalho” (BRASIL, 1932, p.3).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Este decreto de 1932 aumentou para 250 alunos a lotação do Instituto Benjamin Constant, e estabeleceu o quadro do pessoal:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; Pessoal titulado - 1 diretor, 1 secretário, 1 médico clínico, 1 médico oculista, 1 dentista, 1 ecônomo, 1 inspetor de alunos, 1 inspetora de alunos, 1 enfermeiro (sub-inspetor de alunos), 1 enfermeira (sub-inspetora de alunos), 1 professor de instrução primária, 1 professor de português, 1 professor de francês e inglês, 1 professor de geografia e história, 1 professor de aritmética, álgebra e geometria elementar, 1 professor de música elementar, solfejo, canto e canto coral, 1 professor de piano, orgão e harmonium, 1 professor de instrumentos de corda, 1 professor de instrumentos de sopro e percussão, 5 auxiliares de ensino, de 1ª classe, do curso de letras, 3 auxiliares de ensino, de 1ª classe, do curso de música, 8 auxiliares de ensino de 2ª classe, 1 mestre de educação física, 1 mestre de trabalhos de agulha e congêneres, 1 mestre de empalhação e estofaria, 1 mestre de tipografia, 1 mestre de encadernação e cartonagem, 1 mestre de colchoaria, escovas, vassouras, espanadores e artigos congêneres, 1 mestre de afinação e afinador de pianos e harmonium, 1 mestre de radiotelegrafia e de confecção de aparelhos de rádio, 2 ditante-copistas, 1 leitor em voz alta, 1 porteiro.&amp;lt;br/&amp;gt; Pessoal contratado - 1 maquinista-eletricista, 1 foguista, 1 roupeira, 1 contínuo, 1 despenseiro, 1 cozinheiro, 1 cabelereiro, 1 ajudante de cozinheiro, 1 chacareiro-jardineiro, 8 serventes, 1 professor de datilografia, 1 professora do Jardim da Infância, 1 mestra de economia doméstica, 1 mestra de massagem, 1 mestra de artefatos de vime, couro e madeira, 4 auxiliares de ensino, de 2ª classe, 1 auxiliar da secção feminina, 1 auxiliar de biblioteca, e 1 auxiliar do Jardim da Infância.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Ministro da Educação e Saúde Pública, Washington Ferreira Pires, em seu relatório para o ano de 1932, reproduz as principais considerações do relatório do diretor do Instituto Benjamin Constant, Sady Cardoso de Gusmão. O diretor da instituição, em seu relatório, teria ressaltado que todos os ramos de ensino ministrados naquela instituição, tanto o ensino pré-primário, quanto o de ciências e letras e o profissional, apresentavam falhas e inconvenientes, que geralmente decorriam da inadequação dos métodos e critérios usados no ensino, os quais não propiciavam uma preparação profissional adequada às atividades sociais que pudessem concorrer com vantagem com as pessoas videntes. Por outro lado, relatou que o material do ensino foi melhorado no curso de jardim de infância, e que no curso primário teriam sido, pela primeira vez, realizados testes para verificação de conhecimentos. O diretor informou, ainda, que haviam sido adquiridos livros modernos, 50 máquinas Braille, muitas chapas de cálculo fabricadas no Rio de Janeiro sob a orientação do próprio Instituto Benjamin Constant, encomendados ou preparado livros e mapas modelos, e aumentado o instrumental no ensino artístico por meio do reparo e aproveitamento dos instrumentos considerados imprestáveis. Relatou, também, que haviam sido ensaiados novos métodos no ensino de línguas, português e francês, e apresentadas medidas para a melhoria do ensino musical como o projeto de dividir o ensino de música de forma a que pudesse atender tanto à finalidade artística quanto à profissional, com um caráter remunerado e utilitário. No que se referia ao ensino profissional de artes e ofícios, comentou que, em atenção ao decreto nº 21.069, de 20 de fevereiro de 1932, foram instituídos os cursos de radiotelegrafia e montagem de aparelhos de rádio, de trabalhos em vime, de couro e madeira, de estofaria, de colchoaria, de cartonagem, de massagens, de datilografia e de economia doméstica.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ainda segundo o diretor do Instituto Benjamin Constant, em 1932 teriam sido ministrados com regularidades os cursos profissionais, tanto a seção masculina, quanto as seções feminina e mista. Os trabalhos na oficina de tipografia foram beneficiados com a compra de duas máquinas de estereotipia acionadas a motor, adequadas à impressão do interponto, encomendadas à American Braille Press, e de uma máquina de impressão. O movimento das demais oficinas, também, teria sido proveitoso, tendo a de encadernação produzido 241 volumes, a de colchoaria feito colchões e travesseiros cuja venda rendera 500$000, e a de escovas, vassouras e espanadores fabricado 400 peças. &amp;amp;nbsp;Muitos dos trabalhos manufaturados no ensino profissional foram vendidos na exposição realizada pela “Associação Charitas Social”, que funcionava na Rua Marquês de Abrantes nº18, no Rio de Janeiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foram realizadas obras buscando a melhoria das instalações da instituição, como a instalação de salas próprias para as aulas de trabalhos de agulha, de massagens, de radiotelegrafia, e de colchoaria, para as oficinas de artefatos de vime, de couro e madeira, para a biblioteca, para o gabinete da ecônoma, e um dormitório para os menores do sexo feminino e dois dormitórios para os empregados (RELATORIO, 1932). &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ainda de acordo com este relatório, dadas as boas condições do Instituto Benjamin Constant, as ações do Governo Federal em favor dos cegos poderiam ser estendidas a outros locais do país. Entretanto, afirmou que o número de beneficiados neste estabelecimento ainda era modesto, pois em 1932 o Instituto Benjamin Constant contava com apenas 152 alunos. E ressaltou que segundo o censo de 1920 havia no Brasil 35.000 cegos, sendo 6.000 em idade escolar.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Uma nova imprensa Braille foi inaugurada, em 1939, no Instituto Benjamin Constant, que nesta época já possuía máquinas de estereotipia que produziam os pontos em matrizes de metal, cobre, zinco e alumínio (CERQUEIRA, 2014).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A partir de 1943 o Governo Federal propôs novas diretrizes para instituição, por meio do decreto nº 6.066, de 3 de dezembro, no qual definiu as seguintes finalidades para a instituição:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“I – ministrar a menores cegos e amblíopes, de ambos os sexos, educação compatível com as &amp;amp;nbsp;suas condições peculiares;&amp;lt;br/&amp;gt; II – promover a educação pre escolar e post escolar dos alunos;&amp;lt;br/&amp;gt; III – manter cursos para a reeducação de adultos cegos e amblíopes;&amp;lt;br/&amp;gt; IV – habilitar professores na didática especial de cegos e amblíopes;&amp;lt;br/&amp;gt; V – realizar pesquisas médicas e pedagógicas relacionadas com as anomalias da visão e prevenção da cegueira”. (BRASIL, 1943 (a), p.1)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ainda neste mesmo ano, por meio do decreto nº14.165 de 3 de dezembro, foi estabelecido um novo Regimento para o Instituto Benjamin Constant, órgão integrante do então Ministério da Educação e Saúde, no qual foi incluído como finalidades da instituição, além de “ministrar, a menores cegos e amblíopes, de ambos os sexos, educação compatível com as suas condições peculiares”, a realização de pesquisas médicas e pedagógicas relacionadas às anomalias da visão e à prevenção da cegueira (BRASIL, 1943, p.1). Neste mesmo ano foi criada a Imprensa Braille do Instituto Benjamin Constant, a qual em 1945 foi instalada em um prédio próprio (INSTITUTO, 2007).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;u&amp;gt;Quadro de médicos, docentes, repetidores e mestres da instituição (entre os anos de 1855-1930):&amp;lt;/u&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br/&amp;gt; &#039;&#039;&#039;Médicos:&#039;&#039;&#039; José Francisco Xavier Sigaud (1855-1856), Claudio Luiz da Costa (1857-1867); A. Pereira Leitão (1864); João Pedro de Miranda (1866); Joaquim dos Remedios Monteiro (1870); Joaquim Mariano Macedo Soares (1872-1874); Francisco Soares Pereira (1900-1903; 1926); Miguel Dibo (1930).&amp;lt;br/&amp;gt; &#039;&#039;&#039;Médico oftalmologista: &#039;&#039;&#039;João Pedro Costa (1926-1930)&amp;lt;br/&amp;gt; &#039;&#039;&#039;Dentista: &#039;&#039;&#039;Olympio Cardoso Rocha (1926-1930)&amp;lt;br/&amp;gt; &#039;&#039;&#039;Docentes:&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br/&amp;gt; - Aritmética e álgebra: Honorio Corrêa Lima (1890, 1891, 1892, 1893, 1894, 1896, 1897, 1898, 1900, 1901, 1902); Henrique Alberto da Rosa (1907-1910); Corregio de Castro (1913-1930).&amp;lt;br/&amp;gt; - Canto: José de Larrigue de Faro (1909-1924); Olivia da Cunha Siqueira (1913-1924)&amp;lt;br/&amp;gt; - Ciências físicas e história natural: Francisco Xavier de Oliveira Menezes (1890-1903)&amp;lt;br/&amp;gt; - Curso primário: Cesario Christino da Silva Lima (1890-1903; 1913-1915); Etelvina Maria Fragoso Montagna (1913-1927); Manoel Barreto de Souza (1922-1927); Francisco A. de Almeida Junior (1930); Carlota Rodrigues da Costa (1930).&amp;lt;br/&amp;gt; - Francês: Maria Benedicta da Costa Guimarães (1858-1885); Antonio Lisboa Fagundes da Silva (1886; 1890-1902); Roberto Ribeiro Gomes (1915-1922); Francisco de Paula e Souza (1924-1930)&amp;lt;br/&amp;gt; - Geografia: Mauro Montagna (1890-1903; 1913-1927); Francisco Ribeiro do Rosario (1930).&amp;lt;br/&amp;gt; - Geografia e história: Pedro José de Almeida (1861-1885)&amp;lt;br/&amp;gt; - Harmonia e contraponto: Francisco Gorgolino de Souza (1892-1904).&amp;lt;br/&amp;gt; - História: Balthazar Bernardino Baptista Pereira (1890, 1891); Etelvina Maria Fragoso Montagna (1892-1905); Jesuino da Silva Mello (1913-1930).&amp;lt;br/&amp;gt; - Inglês: Rosalina Coelho Lisboa (1927-1930)&amp;lt;br/&amp;gt; - Instrução moral e cívica: Augusto José Ribeiro (1890-1903)&amp;lt;br/&amp;gt; - Instrumentos de sopro: Raphael Coelho Machado (1868-1885); Gregorio de Rezende (1890- 1898); Miguel Cardoso (1900-1913); João Ignacio da Fonseca (1915, 1922-1930).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - Instrumentos de corda: Frederico Carneiro de Campos e Almeida (1930).&amp;lt;br/&amp;gt; - Matemáticas e ciências naturais: Benjamin Constant Botelho de Magalhães (1862-1885); Antonio Carlos de Oliveira Guimarães (interino 1867-1868; 1875-1878); Francisco Xavier Oliveira de Menezes (substituto 1879-1885).&amp;lt;br/&amp;gt; - Música: Joaquim José Lodi (1855), Adolpho Maersch (1856-1858); Guilherme Lourenço Schulze (1859-1885); Maria da Conceição Borges (1897-1903; 1913, 1914, 1922-1930); Francisco Gurgulino de Souza (1913-1914; 1922-1926); Luiza Russo (1927-1930).&amp;lt;br/&amp;gt; - Música instrumental e de harmonium: Raphael Coelho Machado (1877.&amp;lt;br/&amp;gt; - Música vocal e instrumental: Adolpho Maersch (1857).&amp;lt;br/&amp;gt; - Órgão e harmônio: Antonio Ferreira do Rego (1890-1903; 1910-1913); Amelia Mesquista (1922-1930).&amp;lt;br/&amp;gt; - Piano para as meninas: Adèle Marie Louise Sigaud (1855-1867; 1890-1896); Elisia Pinto de Miranda (1897-1902); Kytta de Bellido (1913-1930).&amp;lt;br/&amp;gt; - Piano para os meninos: José Soares Pinto de Serqueira (1890-1902)&amp;lt;br/&amp;gt; - Português: Frederico Meyer (1890-1903; 1910-1913); José Ventura Boscoli (1915); João Carneiro (1922); Fausto Pacheco Jordão (1920-1930)&amp;lt;br/&amp;gt; - Primeiras letras: Pedro José de Almeida (1855-1885).&amp;lt;br/&amp;gt; - Primeiras letras, aritmética, gramática e música das alunas: Adèle Marie Louise Sigaud (1857- 1885)&amp;lt;br/&amp;gt; - Religião: Bernardo Lyra da Silva (1877).&amp;lt;br/&amp;gt; - Solfejo teórico e prático: João Pinheiro de Carvalho (1890-1896); Antonio Francisco dos Santos (1897, 1898)&amp;lt;br/&amp;gt; - Violino e viola: Vicenzo Cernicchiaro (1890-1927)&amp;lt;br/&amp;gt; - Violoncelo e contrabaixo: Luiz Candido de Figueiredo (1913-1915, 1922-1930).&amp;lt;br/&amp;gt; &#039;&#039;&#039;Repetidores (entre 1855 e 1930):&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br/&amp;gt; Carlos Henrique Soares, João Pinheiro de Carvalho, Espiridião Gonçalves Trina, Maria Pereira de Carvalho, Tobias Marcellino, Galdino de Magalhães Couto, José Pinto de Cerqueira, Leopoldina Maria da Conceição Borges, Etelvina Maria Fragoso Montagna, Antonio Francisco dos Santos, Elisia Pinto de Miranda, João Pinheiro de Carvalho Henrique Alberto da Rocha, Manoel Barreto de Souza, Antonio Fernandes da Silva, Leopoldina Maria Fagundes da Silva, Luiz Antonio Gondim Leitão, Mamede Henrique Torres, Thereza Maria de Souza, Francisco de Paula e Souza, Adelaide Angelica da Silva Egalones, Antenor Jeronymo do Valle, Laudelina Joaquina da Silva, Carlota Rodrigues da Costa, Luiza Russo, Francisco José da Silva, Francisco Antonio de Almeida Junior, José Espinola Veiga, Justiniano P. de Carvalho, Octacilio de Magalhães Cruz, Palmyra Fernandes Basto.&amp;lt;br/&amp;gt; &#039;&#039;&#039;Mestres de trabalhos de agulha: &#039;&#039;&#039;Rosa Albertina de Mello Figueiredo (1859-1891), Anais Le Peltier (1900-1903).&amp;lt;br/&amp;gt; &#039;&#039;&#039;Mestres da oficina de encadernação: &#039;&#039;&#039;João Pinheiro de Carvalho (1890, 1891); Fernando Ferreira de Lemos (1900-1903).&amp;lt;br/&amp;gt; &#039;&#039;&#039;Mestres da oficina tipográfica: &#039;&#039;&#039;Manoel Ferreira das Neves (1857-1867), Antonio Lisboa Fagundes da Silva (1890-1901), Gustavo Stiher (1902, 1903);&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; &#039;&#039;&#039;Mestres da oficina de cartonagem: &#039;&#039;&#039;Fernando Ferreira de Lemos (1900-1903).&amp;lt;br/&amp;gt; &#039;&#039;&#039;Mestres da oficina de vassouras e escovas: &#039;&#039;&#039;Egydio Barbosa (1900-1903).&amp;lt;br/&amp;gt; &#039;&#039;&#039;Mestres da oficina de empalhação: &#039;&#039;&#039;Geraldo Pena (1900-1903).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; &#039;&#039;&#039;Mestres de afinação e afinador de piano, órgão e harmonium:&#039;&#039;&#039; João Brazil Madeira (1890, 1891),&amp;amp;nbsp;Victorino José Leonardo (1900-1903).&amp;lt;br/&amp;gt; &#039;&#039;&#039;Mestres de ginástica: &#039;&#039;&#039;Vicente Casali (1890, 1891).&amp;lt;br/&amp;gt; &#039;&#039;&#039;Mestre e dono da sapataria:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Domingos José Fernandes (1864, 1865).&amp;lt;br/&amp;gt; &#039;&#039;&#039;Mestre alfaiate:&#039;&#039;&#039; José Antonio Martins (1864, 1865).&amp;lt;br/&amp;gt; &#039;&#039;&#039;Mestre marceneiro:&#039;&#039;&#039; Joaquim Gomes de Oliveira (1864, 1865); Maximiano José de Azevedo (1864)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Publicações oficiais&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Instituto Benjamin Constant passou a editar, em 1942, a &#039;&#039;Revista Brasileira para Cegos&#039;&#039;, a primeira publicação para cegos no país. Foi fundada por iniciativa de José Espínola Veiga, um ex-aluno e professor de inglês no Instituto Benjamin Constant, e organizador do Centro de Aprendizado de Línguas (1942).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1959 lançou a revista &#039;&#039;Pontinhos&#039;&#039;, em Braille, voltada para o público infanto-juvenil, e em 1995 a &#039;&#039;Revista Benjamin Constant&#039;&#039;, uma publicação técnico científica (RODRIGES, 2015).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- ALMEIDA, Aline Martins de. &#039;&#039;&#039;“Ver” pelo mundo do toque e “Ouvir” pelo silêncio da palavra: a educação das crianças cegas e surdas no Brasil (1854-1937). &#039;&#039;&#039;São Paulo, 2018. Tese (Doutorado em Educação), Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, 2018. In: PUC-SP. Repositório. Capturado em 11 fev. 2019. Online. Disponível na Internet:  [https://sapientia.pucsp.br/handle/handle/20941#preview-link0 https://sapientia.pucsp.br/handle/handle/20941#preview-link0]&amp;lt;br/&amp;gt; - AZEVEDO, José Alvares de. Prefacio do Traductor. In: GUADET, J. &#039;&#039;&#039;O Instituto dos Meninos Cégos de Paris. Sua historia, e seu methodo de ensino por J. Guadet traduzido por José Alvares de Azevedo natural do Rio de Janeiro e ex-alumno do mesmo Instituto.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro, Typographia de F. de Paula Brito, 1851. pp.III-VIII. In: BIBLIOTECA NACIONAL. Digital. Capturado em 13 jun. 2017. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_obrasgerais/drg1464351/drg1464351.html#page/4/mode/2up http://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_obrasgerais/drg1464351/drg1464351.html#page/4/mode/2up]&amp;lt;br/&amp;gt; - AZEVEDO, Moreira de.&#039;&#039;&#039;O Rio de Janeiro, sua história, monumentos, homens notaveis, usos e curiosidades. Segundo volume. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: B. L. Garnier, 1877. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 630, de 17 de setembro de 1851. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. Capturado em 1º out. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/norma/597660/publicacao?tipoDocumento=DPL-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/597660/publicacao?tipoDocumento=DPL-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 1.331 A, de 17 de fevereiro de 1854. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. Capturado em 1º out. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/norma/392201/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/392201/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 781, de 10 de setembro de 1854. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. Capturado em 5 jan. 2018. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/norma/596756/publicacao?tipoDocumento=DPL-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/596756/publicacao?tipoDocumento=DPL-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. (a) Decreto nº 1.428, de 12 de setembro de 1854. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. Capturado em 5 jan. 2018. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/legislacao/PublicacaoSigen.action?id=392689&amp;amp;tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/legislacao/PublicacaoSigen.action?id=392689&amp;amp;tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. (b) Aviso nº 242, de 18 de dezembro de 1854. In: CÂMARA DOS DEPUTADOS. Legislação.&#039;&#039;&#039;Coleção das Leis do Império (1808-1889). Decisões. 1851-1860.&#039;&#039;&#039; Capturado em 4 jan. 2018. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://www2.camara.leg.br/atividade-legislativa/legislacao/publicacoes/doimperio/colecao5.html http://www2.camara.leg.br/atividade-legislativa/legislacao/publicacoes/doimperio/colecao5.html]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº2.771, de 29 de setembro de 1877. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. Capturado em 5 jan. 2018. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/sicon/#/pesquisa/lista/documentos http://legis.senado.leg.br/sicon/#/pesquisa/lista/documentos]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº6.760, de 1º de dezembro de 1877. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. Capturado em 5 jan. 2018. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/norma/411034/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/411034/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 9, de 21 de novembro de 1889. In: CÂMARA DOS DEPUTADOS. Legislação. &#039;&#039;&#039;Coleção das Leis do Império (1808-1889). Decretos-Governo Provisório 1889.&#039;&#039;&#039; Capturado em 4 jan. 2018. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://www2.camara.leg.br/atividade-legislativa/legislacao/publicacoes/doimperio/colecao8.html http://www2.camara.leg.br/atividade-legislativa/legislacao/publicacoes/doimperio/colecao8.html]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 193, de 30 de janeiro de 1890. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. Capturado em 12 jul. 2019. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/norma/386358/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/386358/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 408, de 17 de maio de 1890. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. Capturado em 28 jun. 2019. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/norma/387483/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/387483/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 708, de 2 de setembro de 1890. In: CÂMARA DOS DEPUTADOS. Legislação. Capturado em 12 jul. 2019. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [https://www2.camara.leg.br/legin/fed/decret/1824-1899/decreto-708-2-setembro-1890-521726-publicacaooriginal-1-pe.html https://www2.camara.leg.br/legin/fed/decret/1824-1899/decreto-708-2-setembro-1890-521726-publicacaooriginal-1-pe.html]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 1.294, de 17 de janeiro de 1891. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. Capturado em 5 jan. 2018. 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Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/norma/542530/publicacao?tipoDocumento=LEI-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/542530/publicacao?tipoDocumento=LEI-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Lei nº 957, de 30 de dezembro de 1902. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. Capturado em 23 jul. 2019. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/norma/542552/publicacao?tipoDocumento=LEI-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/542552/publicacao?tipoDocumento=LEI-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - CABRAL, Dilma. Imperial Instituto dos Meninos Cegos. In: ARQUIVO NACIONAL. &#039;&#039;&#039;MAPA. Mapa Memória da Administração Pública Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 26 jul. 2019. Online. 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Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://revista.ibc.gov.br/index.php/BC/article/view/354/66 http://revista.ibc.gov.br/index.php/BC/article/view/354/66]&amp;lt;br/&amp;gt; - COSTA, Claudio Luiz da. &#039;&#039;&#039;História cronológica do Imperial Instituto dos Meninos Cegos fundado por Sua Majestade Imperial, o Sr. D. Pedro II desde a criação do estabelecimento em 1854 até o fim do ano de 1862 pelo Diretor do mesmo Instituto. &#039;&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;Rio de Janeiro: [s.n.], 1863.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - COSTA, Claudio Luiz da. Relatorio do Director do Instituto dos Meninos Cegos. In: Relatorio apresentado à Assembléa Geral na Primeira Sessão da Decima Terceira Legislatura pelo Ministro e Secretario D´Estado dos Negocios do Imperio José Joaquim Fernandes Torres. Rio de Janeiro: Typographia Nacional, 1867. In: &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960).&#039;&#039;&#039; Annexo D-3. Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 12 fev. 2019. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://ddsnext.crl.edu/titles/100#?c=0&amp;amp;m=36&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=160&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1168,0,4446,3136 http://ddsnext.crl.edu/titles/100#?c=0&amp;amp;m=36&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=160&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1168%2C0%2C4446%2C3136]&amp;lt;br/&amp;gt; - COSTA, Claudio Luiz da. Relatorio do Director do Instituto dos Meninos Cegos. In: Relatorio apresentado à Assembléa Geral na Segunda Sessão da Decima Terceira Legislatura pelo Ministro e Secretario D´Estado dos Negocios do Imperio José Joaquim Fernandes Torres. Rio de Janeiro: Typographia Nacional, 1868. In: &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960).&#039;&#039;&#039; pp.201-217. Annexo D-3. Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 12 fev. 2019. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://ddsnext.crl.edu/titles/100#?c=0&amp;amp;m=37&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=200&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1179,0,4533,3197 http://ddsnext.crl.edu/titles/100#?c=0&amp;amp;m=37&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=200&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1179%2C0%2C4533%2C3197]&amp;lt;br/&amp;gt; - COSTA. Claudio Luiz da. Relatorio do Director. Instituto dos Meninos Cegos. In: Relatorio apresentado à Assembléa Geral na Primeira Sessão da Decima Quarta Legislatura pelo Ministro e Secretario D´Estado dos Negocios do Imperio Paulino José Soares de Souza. Rio de Janeiro: Typographia Nacional, 1869. In: &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960).&#039;&#039;&#039; pp.249-259. Annexo D. Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 22 abr. 2019. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://ddsnext.crl.edu/titles/100#?c=0&amp;amp;m=38&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=248&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1233,0,4577,3228 http://ddsnext.crl.edu/titles/100#?c=0&amp;amp;m=38&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=248&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1233%2C0%2C4577%2C3228]&amp;lt;br/&amp;gt; - DIRETORIA GERAL DE ESTATÍSTICA. Recenseamento Geral do Império de 1872. Quadros gerais. Recenseamento da população do Imperio do Brazil a que se procedeu no dia 1º de agosto de 1872. v.1. Rio de Janeiro: Typ. G. Leuzinger, [1874?]. In: IBGE. Biblioteca. Capturado em 1°&amp;amp;nbsp;out. 2020. Online. Disponível na Internet:  [https://biblioteca.ibge.gov.br/biblioteca-catalogo?id=225477&amp;amp;view=detalhes https://biblioteca.ibge.gov.br/biblioteca-catalogo?id=225477&amp;amp;view=detalhes]&amp;lt;br/&amp;gt; - EM PROL dos Cégos.&#039;&#039;Jornal do Brasil&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XVIII, n.139, 18 de maio de 1908, p.3. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 1º out. 2020. Online. Disponível na Internet: [http://memoria.bn.br/DocReader/030015_02/26618 http://memoria.bn.br/DocReader/030015_02/26618]&amp;lt;br/&amp;gt; - ESCOLA Profissional e Asylo para Cegos Adultos. &#039;&#039;Revista da Semana&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno VIII, n.421, 7 jun. 1908, p.531. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 1º out. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://memoria.bn.br/DocReader/025909_01/7659 http://memoria.bn.br/DocReader/025909_01/7659]&amp;lt;br/&amp;gt; - ESCOLA Profissional e Asylo para Cégos Adultos. &#039;&#039;Annuario Commercial, Industrial, Agricola, Profisisonal e Administrativo da Republica dos Estados Unidos do Brasil para 1921-1922. 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Officio do Commissario de Governo acerca do estado do Instituto dos meninos cegos. In: Relatorio apresentado á Assembléa Geral Legislativa na Quarta Sessão da Decima Segunda Legislatura pelo Ministro e Secretario de Estado dos Negócios do Imperio Marquez de Olinda. Rio de Janeiro: Typographia Universla de Laemmert, 1866. In: &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960).&#039;&#039;&#039; Annexo E. Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 12 fev. 2019. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://ddsnext.crl.edu/titles/100#?c=0&amp;amp;m=35&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=129&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1238,-1,4619,3259 http://ddsnext.crl.edu/titles/100#?c=0&amp;amp;m=35&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=129&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1238%2C-1%2C4619%2C3259]&amp;lt;br/&amp;gt; - FERREIRA, Paulo Felicíssimo. Recorte histórico: do Imperial Instituto dos Meninos Cegos ao Instituto Benjamin Constant. Descrição dos prédios ocupados pelo Instituto Benjamin Constant. &#039;&#039;Benjamin Constant&#039;&#039;, Rio de Janeiro, Edição Especial, 01, set. 2004. Capturado em 29 jul. 2019. Online. Disponível na Internet: &amp;amp;nbsp;[http://www.ibc.gov.br/images/conteudo/revistas/benjamin_constant/2004/edicao-especial-01-setembro/Nossos_Meios_RBC_RevSet2004_E_Parte_1f.pdf http://www.ibc.gov.br/images/conteudo/revistas/benjamin_constant/2004/edicao-especial-01-setembro/Nossos_Meios_RBC_RevSet2004_E_Parte_1f.pdf]&amp;lt;br/&amp;gt; - FRANCO, João Roberto; DIAS, Tárcia Regina da Silveira. A educação de pessoas cegas no Brasil.&#039;&#039;Avesso do Avesso&#039;&#039;, Araçatuba, v.5, n.5, p.74-82, ago. 2007. Capturado em 15 set. 2017. Online. 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Disponível na Internet:  [http://ddsnext.crl.edu/titles/100#?c=0&amp;amp;m=26&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=9&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1065,90,3489,2461 http://ddsnext.crl.edu/titles/100#?c=0&amp;amp;m=26&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=9&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1065%2C90%2C3489%2C2461]&amp;lt;br/&amp;gt; - REFICIO.&#039;&#039;&#039;Instituto dos Cegos, por Moreira de Azevedo. &#039;&#039;&#039;Capturado em 5 fev. 2019. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://reficio.cc/publicacoes/o-rio-de-janeiro-sua-historia-monumentos-homens-notaveis-usos-e-curiosidades/instituto-dos-cegos/ http://reficio.cc/publicacoes/o-rio-de-janeiro-sua-historia-monumentos-homens-notaveis-usos-e-curiosidades/instituto-dos-cegos/]&amp;lt;br/&amp;gt; - RELATORIO apresentado á Assembléa Geral Legislativa na Quarta Sessão da Oitava Legislatura pelo Ministro e Secretario de Estado dos Negócios do Imperio Visconde de Mont´alegre. Rio de Janeiro: Na Typographia Nacional, 1852. In: &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960). &#039;&#039;&#039;Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 5 fev. 2019. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://ddsnext.crl.edu/titles/100#?c=0&amp;amp;m=20&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=0&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=0,-114,2479,1749 http://ddsnext.crl.edu/titles/100#?c=0&amp;amp;m=20&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=0&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=0%2C-114%2C2479%2C1749]&amp;lt;br/&amp;gt; - RELATORIO apresentado ao Presidente da Republica dos Estados Unidos do Brasil pelo Dr. João Barbalho Uchôa Cavalcanti Ministro de Estado dos Negocios da Instrucção Publica, Correios e Telegraphos em maio de 1891. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1891. p.41-46. In: &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960). &#039;&#039;&#039;Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 2 jul. 2019. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; [http://ddsnext.crl.edu/titles/102#?c=4&amp;amp;m=0&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=43&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-944,0,3263,2302 http://ddsnext.crl.edu/titles/102#?c=4&amp;amp;m=0&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=43&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-944%2C0%2C3263%2C2302]&amp;lt;br/&amp;gt; - RELATORIO apresentado ao Presidente da Republica dos Estados Unidos do Brazil pelo Dr. Antonio Gonçalves Ferreira, Ministro de Estado da Justiça e Negócios Interiores em abril de 1896. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1896. p.225-229. In: &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960). &#039;&#039;&#039;Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 2 jul. 2019. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://ddsnext.crl.edu/titles/107#?c=0&amp;amp;m=68&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=2&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1453,0,4809,3392 http://ddsnext.crl.edu/titles/107#?c=0&amp;amp;m=68&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=2&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1453%2C0%2C4809%2C3392]&amp;lt;br/&amp;gt; - RELATORIO apresentado ao Presidente da Republica dos Estados Unidos do Brazil pelo Dr. Epitacio Pessôa, Ministro de Estado da Justiça e Negócios Interiores em março de 1900. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1900. p.270-271. In: &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960). &#039;&#039;&#039;Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 9 jul. 2019. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://ddsnext.crl.edu/titles/107#?c=0&amp;amp;m=72&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=272&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1378,-1,4723,3332 http://ddsnext.crl.edu/titles/107#?c=0&amp;amp;m=72&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=272&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1378%2C-1%2C4723%2C3332]&amp;lt;br/&amp;gt; - RELATORIO apresentado ao Presidente da Republica dos Estados Unidos do Brazil pelo Dr. J. J. Seabra, Ministro de Estado da Justiça e Negócios Interiores em março de 1905. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1905. p.154-166 In:&#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960). &#039;&#039;&#039;Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 10 jul. 2019. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://ddsnext.crl.edu/titles/107#?c=0&amp;amp;m=78&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=156&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1427,-1,4788,3378 http://ddsnext.crl.edu/titles/107#?c=0&amp;amp;m=78&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=156&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1427%2C-1%2C4788%2C3378]&amp;lt;br/&amp;gt; - RELATORIO apresentado ao Presidente da Republica dos Estados Unidos do Brazil pelo Ministro de Estado da Justiça e Negócios Interiores Dr. Rivadavia da Cunha Corrêa. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1912. p.63-67. In: &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960). &#039;&#039;&#039;Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 11 jul. 2019. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://ddsnext.crl.edu/titles/107#?c=0&amp;amp;m=92&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=243&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1399,-1,4685,3305 http://ddsnext.crl.edu/titles/107#?c=0&amp;amp;m=92&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=243&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1399%2C-1%2C4685%2C3305]&amp;lt;br/&amp;gt; - RELATORIO apresentado ao Presidente da Republica dos Estados Unidos do Brasil pelo Ministro de Estado da Justiça e Negócios Interiores Dr. Alfredo Pinto Vieira de Mello. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1920. p.61-71. In: &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960). &#039;&#039;&#039;Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 11 jul. 2019. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://ddsnext.crl.edu/titles/107#?c=0&amp;amp;m=100&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=380&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1391,-1,4685,3305 http://ddsnext.crl.edu/titles/107#?c=0&amp;amp;m=100&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=380&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1391%2C-1%2C4685%2C3305]&amp;lt;br/&amp;gt; - RELATORIO apresentado ao Presidente da Republica dos Estados Unidos do Brasil pelo Ministro de Estado da Justiça e Negócios Interiores Dr. Affonso Penna Junior e correspondente ao anno de 1924. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1926. p.108-115. In: &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960).&#039;&#039;&#039; Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 11 jul. 2019. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://ddsnext.crl.edu/titles/107#?c=0&amp;amp;m=104&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=363&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1413,0,4745,3347 http://ddsnext.crl.edu/titles/107#?c=0&amp;amp;m=104&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=363&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1413%2C0%2C4745%2C3347]&amp;lt;br/&amp;gt; - RELATORIO apresentado ao Exmº Senhor Chefe do Governo Provisório Sr. Getúlio Dornelles Vargas pelo Ministro de Estado da Educação e Saúde Pública Washington Ferreira Pires, em 1932. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1932. p.31-35. In: &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960).&#039;&#039;&#039; Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 11 jul. 2019. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://ddsnext.crl.edu/titles/101#?c=4&amp;amp;m=0&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=32&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1235,-1,4421,3119 http://ddsnext.crl.edu/titles/101#?c=4&amp;amp;m=0&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=32&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1235%2C-1%2C4421%2C3119]&amp;lt;br/&amp;gt; - REVISTA Brasileira para Cegos– 2004. Comemorativa do Sesquicentenário de Fundação do Instituto Benjamin Constant. Capturado em 15 set. 2017. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://200.156.28.7/Nucleus/media/common/Nossos_Meios_Pub_braille_RBCSesquicentenario.txt http://200.156.28.7/Nucleus/media/common/Nossos_Meios_Pub_braille_RBCSesquicentenario.txt]&amp;lt;br/&amp;gt; - RIBEIRO, Raymundo. Uma brasileira ilustre.Correio da Manhã, Rio de Janeiro, anno XLII, n.14.694, p. 7, 26 set. 1942. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira. &#039;&#039;&#039;Capturado em 1º out. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://memoria.bn.br/DocReader/089842_05/13634 http://memoria.bn.br/DocReader/089842_05/13634]&amp;lt;br/&amp;gt; - RODRIGUES, Débora de Almeida. &#039;&#039;&#039;Tocar, perceber, conhecer: Memória e identidade coletiva no Museu do Instituto Benjamin Constant. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro, 2005. Dissertação (Mestrado em Memória Social e Documento) - Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, 2005. Capturado em 5 fev. 2019. Online. Disponível na Internet:  [http://www.memoriasocial.pro.br/documentos/Dissertações/Diss165.pdf http://www.memoriasocial.pro.br/documentos/Disserta%C3%A7%C3%B5es/Diss165.pdf]&amp;lt;br/&amp;gt; - ______________________________. &#039;&#039;&#039;O Processo de institucionalização do Museu do Instituto Benjamin Constant: &amp;amp;nbsp;presenças e ausências. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro, 2015. Tese (Doutorado em Museologia e Patrimônio), Centro de Ciências Humanas e Sociais da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – UNIRIO e Museu de Astronomia e Ciências Afins - MAST/MCTI, 2015. Capturado em 1º out. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://www.unirio.br/ppg-pmus/copy_of_debora_de_almeida_rodrigues.pdf http://www.unirio.br/ppg-pmus/copy_of_debora_de_almeida_rodrigues.pdf]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- ______________________________; GRANATO, Marcus; THIESEN, Icleia. Os objetos tiflológicos do Museu do Instituto Benjamin Constant. In:&#039;&#039;&#039;XVI Encontro Nacional de Pesquisa em Ciência da Informação (João Pessoa, PB, 26-30/10/2015).&#039;&#039;&#039; Capturado em 1º out. 2020. Online. Disponível na Internet: [http://200.20.0.78/repositorios/handle/123456789/3002?show=full http://200.20.0.78/repositorios/handle/123456789/3002?show=full]&amp;lt;br/&amp;gt; - TOMÉ, Dolores. &#039;&#039;&#039;A infocomunicação em harmonia com a musicografia Braille: proposta de plataforma digital inclusiva.&#039;&#039;&#039; Tese (doutoramento), Faculdade de Letras/Universidade do Porto, Departamento de Comunicação e Arte/Universidade de Aveiro, 2016. Capturado em 27 fev. 2019. Online. Disponível na Internet:  [http://intervox.nce.ufrj.br/musibraille/eventos/doutorado/tese_doutourado_dolores_tome.pdf http://intervox.nce.ufrj.br/musibraille/eventos/doutorado/tese_doutourado_dolores_tome.pdf]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa - Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Redação - Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Revisão - Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Forma de citação =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Dicionário Histórico-Biográfico das Ciências da Saúde no Brasil (1832-1930)&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    [[Category:Verbetes]] [[Category:Instituições Hospitalares e de Assistência Médica]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Rachel.froes</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=IMPERIAL_INSTITUTO_DOS_MENINOS_C%C3%89GOS&amp;diff=1402</id>
		<title>IMPERIAL INSTITUTO DOS MENINOS CÉGOS</title>
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		<updated>2023-08-17T18:36:42Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Rachel.froes: /* Fontes */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Denominações:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Imperial Instituto dos Meninos Cégos (1854); [[INSTITUTO_DOS_MENINOS_CÉGOS|Instituto dos Meninos Cégos]] (1889); [[INSTITUTO_NACIONAL_DOS_CÉGOS|Instituto Nacional dos Cégos]] (1890); [[INSTITUTO_BENJAMIN_CONSTANT|Instituto Benjamin Constant ]](1891- atual) &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;O Imperial Instituto dos Meninos Cégos, criado por meio do decreto nº 1.428, de 12 de setembro de 1854, foi instalado inicialmente na chácara dos Coqueiros, localizada na rua do Lazareto nº 3, no bairro da Gamboa, no centro do Rio de Janeiro. A criação da instituição originou-se do projeto de uma escola para cegos apresentado ao Imperador D. Pedro II por José Alvares de Azevedo, um jovem brasileiro cego de nascença que havia estudado no Institut Royale des Jeunes Aveugles (Paris, França). A instituição tinha como objetivo ministrar a alunos e alunas cegas a instrução primária, educação moral e religiosa, ensino de música ou de outros ramos da instrução secundária, e ofícios fabris. Seu primeiro diretor foi o médico José Francisco Xavier Sigaud. Atualmente é o Instituto Benjamin Constant, que funciona na Av. Pasteur, 350 / 368 (Urca), no Rio de Janeiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Histórico&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1760 o abade Charles-Michel de l&#039;Épée (1712-1789) já havia lançado as bases para a educação de surdos com a fundação, em Paris, de uma instituição considerada a primeira escola para os surdos e mudos e a criação de um método de ensino. Valentin Haüy (1745-1822), tradutor e professor do Bureau Académique d´Écriture, e seu irmão René Just Haüy (1743-1822), mineralogista pioneiro no estudo da geometria dos cristais, participaram das sessões públicas organizadas pelo abade Charles-Michel de l&#039;Épée. Em 1771 ambos testemunharam, também, na feira dos moradores St-Ovide, em Paris, a realização de um concerto por pessoas cegas, as quais teriam sido alvo de piadas dos espectadores. Valentin Haüy teria ficado chocado com o que ocorrera e decidira, então, fundar uma escola para cegos nos moldes da escola criada pelo abade l´Èpée. Valentin Haüy, autor de “Essai sur l´éducation des aveugles” (Paris, 1786), com o apoio da Société Philanthropique, criou em 1786 uma escola para jovens cegos, o Institut Royale des Jeunes Aveugles, na Rue Coquillière em Paris, posteriormente denominado Institut National des Aveugles Travailleurs e atualmente Institut National des Jeunes Aveugles (L&#039;INSTITUT, 2017).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Louis Braille (1809-1852), cego desde os quatro anos de idade, ingressou em 1819 como aluno no Institut Royale des Jeunes Aveugles, estabelecido nesta época na Rue Saint-Victor nº 68 e dirigido pelo médico Sébastien Guillié (1780-1865), autor de “Essai sur L’Instruction des Aveugles” (Paris, 1817). Em 1821 um oficial do exército francês, Nicholas-Marie Charles Barbier de la Serre (1767-1841), que visitava a instituição, apresentou a Braille um sistema de comunicação chamado de Escrita Noturna ou Sonografia, que era um método de escrita fonética que usava 12 pontos em relevo, de uso limitado às necessidades de representação gráfica nos campos de batalha (TEXTO 6, 2017). Braille procurou aperfeiçoar este código, e em 1825 concluiu seu sistema de células com seis pontos, que incluía a notação numérica e musical, e o apresentou à direção da instituição. Esta era a primeira versão do processo que ficaria conhecido como Sistema Braille. Posteriormente Louis Braille começou a ensinar naquela instituição e publicou em 1839 a obra “Nouveau procédé pour représenter par des points la forme même des lettres, les cartes de géographie, les figures de géométrie, les caractères de musique, etc., à l&#039;usage des aveugles”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No ano de 1835 já teria ocorrido uma primeira tentativa de introduzir a educação de cegos no Brasil, com o projeto de lei apresentado em 29 de agosto por Cornelio Ferreira França, deputado pela província da Bahia, à Assembleia Geral Legislativa, que propunha em seu art. 1º que fosse criado na capital do império, e nos principais lugares de cada província, uma cadeira de professores de primeiras letras para o ensino de cegos e surdos-mudos, nas escolas da Corte e das capitais das Províncias (LEÃO, 2017). Entretanto esse projeto não foi implementado.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1839, o desembargador Maximiliano Antonio de Lemos, amigo da família de um jovem cego de nascença, José Alvares de Azevedo, decidiu apoiá-lo, em 1844, conseguindo sua matrícula para estudar no Institut Royale des Jeunes Aveugles, em Paris, como relataria, em 1863, o médico e então diretor da instituição, Claudio Luiz da Costa:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Em 1839, o Desembargador Maximiliano Antonio de Lemos estava já ao fato da existência na Europa de várias escolas para a instrução dos cegos, especialmente a de Paris, cujas notícias provocavam a sua curiosidade e atenção. Aconteceu que, tendo relações com a família do Desembargador José Ignacio Vaz Vieira, vira freqüentes vezes na casa deste um menino cego com quatro anos de idade de nome José Alvares de Azevedo, filho de Manoel Alvares de Azevedo (cunhado de Vaz Vieira), cujo menino mostrava tanta vivacidade e discernimento em tão tenra idade que ele lastimou a falta de meios no nosso país para se lhe poder dar a precisa instrução. Aconteceu mais, que nesse mesmo ano obteve o Desembargador Maximiliano ser despachado para adido da nossa delegação em França, e para lá seguiu logo, [.....] a lembrança do interessante menino. Chegando a Paris, por intermédio do nosso encarregado de negócios José D&#039;Araújo Ribeiro, obteve do ministro da instrução pública Mr. de Wilmaizi autorização para visitar o Instituto dos Cegos e colher sobre a instituição [.....] as informações de que precisasse. Tendo-as alcançado, escreveu para o Brasil, remetendo-as ao Desembargador Vaz Vieira para que as mostrasse ao pai do menino e o induzisse a enviá-lo para a escola de Paris logo que chegasse a idade conveniente. (.......). O Desembargador Maximiliano porém, não esfriou em seu louvável empenho. Conseguiu, que o Desembargador Vaz Vieira e sua esposa tomassem a peito este particular, e chegassem a convencer os pais do ceguinho a mandá-lo para Paris, o que só depois de dois anos de insistência obtiveram. Partiu daqui o menino Azevedo com pouco mais de nove anos de idade no dia 1º de agosto de 1844”. (COSTA, 1863. Apud. FERREIRA, 2004, p.2).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O brasileiro José Alvares de Azevedo (1834-1854) viajou, então, para a França, em agosto de 1844, acompanhado de Manoel Joaquim do Sacramento, um criado de sua família, para estudar no Institut Royale des Jeunes Aveugles, em Paris. Durante sua estadia nessa instituição Alvares de Azevedo conheceu o sistema Braille de leitura, criado pelo educador francês Louis Braille. Após seis anos na França, e já formado, retornou a sua terra natal em 14 de dezembro de 1850 com o desejo de criar uma escola para cegos no Rio de Janeiro.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ao retornar para o Brasil, José Alvares de Azevedo passou a ensinar o sistema Braille a outras pessoas cegas, foi &amp;amp;nbsp;professor de história no Collegio do Barão de Tautphoeus (Rua do Lavradio, 53D, &amp;amp;nbsp;Rio de Janeiro), proferiu palestras e publicou matérias tratando do ensino de cegos, tornando-se o primeiro cego a exercer a função de professor e o responsável pela introdução do sistema Braille no ensino no país. Alvares de Azevedo foi autor da tradução, em 1851, da obra “L&#039;Institut des Jeunes Aveugles, son Histoire et ses procédés d&#039;enseignement” de Joseph Guadet (1795-1881), tradução esta que dedicou a seu pai Manoel Alvares de Azevedo, a quem devia toda sua instrução. No prefácio desta publicação, José Alvares de Azevedo afirmou que:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Ainda que os cegos nascem geralmente entre as classes pobres, muitos há no estado médio de fortuna, e mesmo no da riqueza, e é por isso que sua educação deve de necessidade ser dividida em três ramos: intelectual, musical e industrial. O primeiro é destinado a cultivar uma inteligência por ventura brilhante, a que quase sempre a ignorância empece o desenvolvimento, e que, vivificada pela sciencia, produz muitas vezes belezas admiráveis. O segundo, além de proporcionar uma distracção aos que pertencem às classes abastadas da sociedade, é um meio de existência para os menos favorecidos da sorte. &amp;amp;nbsp;O terceiro é essencialmente um meio de vida para aquelles a quem a natureza negou ouvido, ou vocação musical. Em regra devem todos cultivar a educação intelectual; não é comtudo indispensável que os que se dedicam à indústria profundem o ensino scientifico; até porque, salvas excepções, os que se ocupam simultaneamente dos dous ramos, em nenhum fica perito e habilitado. É facto ensinado na experiência. (AZEVEDO, 1851, p.V-VI)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;José Alvares de Azevedo foi professor de Adèle Marie Louise Sigaud, filha do médico [[SIGAUD,_JOSÉ_FRANCISCO_XAVIER|&amp;lt;u&amp;gt;José Francisco Xavier Sigaud&amp;lt;/u&amp;gt;]] e cega desde 15 anos de idade, e que posteriormente também se tornaria professora das classes das alunas, de ler, escrever, música vocal e instrumental do Imperial Instituto dos Meninos Cégos. Victorine Sigaud Souto, irmã de Adèle Marie Louise Sigaud, juntamente com o professor José Candido Branco Rodrigues e o organista francês Léon Jamet, fundou em 1888 a Associação Promotora do Ensino dos Cegos, em Lisboa (Portugal). José Francisco Xavier Sigaud, um dos fundadores da [[SOCIEDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Sociedade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]] em 1829, e autor de “Du Climat et des Maladies du Brésil” (1844), tomando conhecimento do projeto de Alvares de Azevedo de criação de uma escola para cegos, o apresentou ao Imperador D. Pedro II, o qual teria manifestado seu total apoio (AZEVEDO, 1877).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1854 foi impresso no Institut Royale des Jeunes Aveugles, em Paris, o livro “Méthode de Lecture Portugaise, imprimé en 1854 à L&#039;Institution Impériale de Paris, pour l&#039;Institution Impériale des Jeunes Aveugles de Rio de Janeiro Brasil”, considerado o primeiro livro impresso em Braille, e que teria sido mandado imprimir por [[SIGAUD,_JOSÉ_FRANCISCO_XAVIER|&amp;lt;u&amp;gt;José Francisco Xavier Sigaud&amp;lt;/u&amp;gt;]]. O original desta obra encontra-se no acervo do Musée Valentin Haüy, em Paris, fundado em 1886 por Edgard Guilbeau, cego de nascença, para valorizar a invenção a invenção do Braille e que atualmente é dedicado à história dos cegos e à história dos métodos que lhes permitiram ter acesso à cultura (TOMÉ, 2016).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O decreto nº 630, de 17 de setembro de 1851, autorizou o Governo Imperial a reformar o ensino primário e secundário do Município da Corte, definindo que haveria no Município um Inspetor Geral da Instrução, e em cada Paróquia um delegado seu, que para a abertura de uma Escola ou Colégio deveria ser requerida licença ao Inspector Geral, e que todos esses estabelecimentos, públicos ou particulares ficariam sujeitos à inspeção do Governo. Neste contexto, em que o Governo Imperial buscava uniformizar e regulamentar o ensino no país, é que foi criado um estabelecimento vocacionado para a educação de crianças cegas.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Relatório apresentado pelo Ministro e Secretário dos Negócios do Império, José da Costa Carvalho, Visconde de Monte Alegre, publicado em 1852, destacou o retorno de José Alvares de Azevedo e seu interesse em fundar uma instituição para a educação dos meninos cegos:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Antes de terminar este artigo, relevareis que solicite por hum instante a vossa benévola atenção em favor de hum objeto por certo digno dela. O jovem brasileiro José [Alvares] de Azevedo, cego de nascença, natural desta Cidade, tendo-se educado no Instituto Nacional dos cegos em Paris, que durante seis anos frequentara com bastante aproveitamento, se propõe com o Dr. Sigaud fundar nesta Côrte huma casa á semelhança daquele Instituto, para educação de meninos cegos, e pedem para isso hum auxilio, que não poderá ser menor de quinze contos de réis annuaes, circumscripto a 25 o numero dos pensionistas. A conveniência de transplantar para o nosso paiz tão bela instituição, e a sorte dos infelizes a quem ella se destina, me dispensão de quaisquer considerações para despertar em seu favor a vossa benevolência”. (RELATORIO, 1852, p.8)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;José Alvares de Azevedo também teve apoio do vice-presidente da província do Rio de Janeiro, João Pereira Larrigue de Faro (2º Barão do Rio Bonito), e do Ministro do Império, Luiz Pedreira do Coutto Ferraz, para seu propósito de criação de uma escola para cegos.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1854, o decreto imperial nº 781, de 10 de setembro, autorizou a reforma das Secretarias de Estado dos Negócios do Império, Justiça e Estrangeiros, e das Secretarias de Polícia da Corte e Províncias, e, também aprovou o dispêndio das quantias necessárias para a fundação de um instituto de cegos.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Ministro Coutto Ferraz, entendendo a importância do projeto de Alvares de Azevedo, propôs e obteve da Assembleia Legislativa a autorização para fundar um instituto de cegos no país. Assim, em 12 de setembro de 1854, foi publicado o decreto nº 1.428:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Hei por bem, em virtude da autorização concedida no paragrapho segundo do Artigo segundo do Decreto nº e dez do corrente mez, crear nesta Côrte hum Instituto denominado Imperial Instituto dos Meninos Cégos, o qual se regerá provisoriamente pelo Regulamento, que com este baixa, assignado por Luiz Pedreira do Coutto Ferraz, do Meu Conselho, Ministro e Secretario d´Estado dos Negocios do Imperio, que assim o tenha entendido e faça executar. – Palacio do Rio de Janeiro em doze de Setembro de mil oitocentos e cinquenta e quatro, trigésimo terceiro da Independencia e do Imperio. Com a rubrica de Sua Magestade o Imperador. Luiz Pedreira do Coutto Ferraz.” (BRASI. (a). 1854, p.1)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Definiu, ainda, este decreto, que o Imperial Instituto dos Meninos Cégos, que tinha o objetivo de ministrar a instrução primária, educação moral e religiosa, ensino de música ou de outros ramos da instrução secundária, e ofícios fabris, seria dirigido por um diretor subordinado ao Ministro e Secretário de Estado dos Negócios do Império. O Aviso nº242, de 18 de dezembro de 1854, estabeleceu um Regimento interno para o Imperial Instituto dos Meninos Cégos.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Imperial Instituto dos Meninos Cégos, ao ser criado, foi instalado na “chácara dos Coqueiros, no morro da Saúde, próximo à praia do Lazareto” (GONÇALVES, 2004, p.121). Esta chácara, localizada na rua do Lazareto nº 3, no bairro da Gamboa, centro do Rio de Janeiro, que havia sido residência de Joaquim José Pereira de Faro (1º Barão do Rio Bonito) e pertencia à viúva Ferreira e filho, foi alugada por três anos pela quantia de 2.000$000. [[SIGAUD,_JOSÉ_FRANCISCO_XAVIER|&amp;lt;u&amp;gt;José Francisco Xavier Sigaud&amp;lt;/u&amp;gt;]] e José Alvares de Azevedo visitaram o local, e relataram suas impressões ao Ministro Luiz Pedreira de Coutto Ferraz, em documento datado de 15 de dezembro de 1853:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Temos a honra de participar a V. Exa., (....). fomos visitar a casa sita no Morro da Saúde do lado de Gamboa, a qual outrora pertenceu à família Faro e que se acha hoje em poder do Sr. Ferreira e irmãos. A casa, colocada sobre a fralda do morro em um ponto bastante elevado é bem arejada pelo vento terral e pelo noroeste, recebe a viração e fica protegida pelo morro contra as tempestades do sudoeste. A sua distribuição interna abrange uma larga superfície repartida em 8 salas, 1 oratório, 4 grandes salas e 1 comprida varanda ou sala de jantar. Demais, contém no fundo encostado quase no morro por onde as águas vertentes se esgotam todos os cômodos para cozinha, despensa, sala de banho etc. Na parte de acima, o sótão é rodeado de pequenos quartos, lugar que pode muito bem servir para uma enfermaria. V. Exa., havendo nos dito que era preciso escolher uma casa que fosse capaz de acomodar 30 alunos, julgamos que a casa do Sr. Ferreira preenche o fim desejado e que demais ela não poderá proporcionar decentes acomodações ao diretor e alguns mestres e empregados. Dois jardins complantados de árvores cercam o edifício em ambos os lados e concorrem para a sua salubridade. (.....). Além dos jardins, existe um espaçoso triângulo de terra coberto de relva o qual forma dois compridos passeios, lugar sadio que domina o mar, ao qual se desce por escada reservada para tomar banhos. Este lugar é protegido pela sua altura do contato de qualquer morador vizinho, das pesquisas dos curiosos, sendo fechada em toda sua extensão por grades de ferro, assim como as outras partes da chácara que fazem frente à rua da Gamboa.(.....) À vista do que acabamos de referir, julgamos que a casa serve para a projetada instituição dos jovens cegos (......). Ilmo e Exmo. Sr. Conselheiro Luis Pedreira do Coutto Ferraz. Rio de Janeiro, 15 de dezembro de 1853. Dr. Sigaud e J. A. de Azevedo” (Apud FERREIRA, 2019, p.2)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A instituição foi oficialmente inaugurada em 17 de setembro de 1854, tendo a presença do Imperador D. Pedro II, da Imperatriz, do Ministro e Secretário de Estado dos Negócios do Império, Luiz Pedreira do Coutto Ferraz, e de outras autoridades da Corte, como foi noticiado no &#039;&#039;Jornal do Commercio&#039;&#039; de 18 de setembro daquele ano:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“A scena da inauguração foi tocante e comoveu a muitos corações. Tocarão as bandas de Música do Batalhão de Fuzileiros, que fez a guarda de honra e a dos Menores. Foram nomeados: Comissário do Governo para Inspeção do Instituto, o Sr. Conselheiro de Estado Visconde de Abrantes, Diretor, o Sr. Dr. José Francisco Sigaud. Capellão, o Sr. Cônego Joaquim Caetano Fernandes Pinheiro. Professor de primeiras letras o Sr. Dr. Pedro José de Almeida. Professor de Música Vocal e instrumental o Sr. J. J. Lodi e repetidor, o Sr. Carlos Henrique Soares, cego de nascença. O edifício é o da antiga residência do primeiro Barão do Rio Bonito, no Morro da Saúde, vasto espaçoso e arejado, com boa chácara, para recreio dos Meninos, e está adornado com gosto e simplicidade”. (Jornal do Commercio, Rio de Janeiro, anno XXIX, n.259, p.2, 18 set. 1854)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Apesar de todo seu empenho pela criação da escola para cegos, José Alvares de Azevedo não presenciou a instalação efetiva da instituição pois faleceu meses antes, em 17 de março de 1854, em decorrência de tuberculose.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Assumiu a direção da instituição, recém-criada, o médico [[SIGAUD,_JOSÉ_FRANCISCO_XAVIER|&amp;lt;u&amp;gt;José Francisco Xavier Sigaud&amp;lt;/u&amp;gt;]], que em sua inauguração pronunciou um discurso, descrevendo sua fundação, o qual foi publicado no &#039;&#039;Jornal do Commercio&#039;&#039;, em 20 de setembro de 1954:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Senhor. Quando V.M. Imperial proferiu estas memoraveis palavras ´A cegueira não é mais uma desgraça`, suscitou uma questão grave e digna de ser tratada; magnam ac dignam tractatu questionem movistis, disse Tacito. V. M. formulou esta questão em poucas palavras; a máxima em que a converteu póde gravar-se no frontispício do Instituto dos Jovens Cegos que a generosa protecção de V. M. acaba de fundar, manifestando deste modo o seu incessante zelo pela creação de instituições uteis que servem ao mesmo tempo para civilisar o país e diminuir as miserias e os sofrimentos da humanidade.&amp;lt;br/&amp;gt; Não era um antigo servidor de V.M. que competia a honrosa tarefa de cumprimentar hoje a V.M. e dirigir-lhe sinceros e vivos agradecimentos por este acto de uma imperial munificência; esta honrosa tarefa estava de diretio reservada a um jovem e ilustre brasileiro, cego de nascença, homem de talento e de esperanças, que foi roubado pela morte no momento em que ia cumprir-se o mais caro, o mais ardente de seus votos, que ele alimentava como fogo sagrado! (.....). José Alvares de Azevedo, nascido no Rio de Janeiro, de uma família abastada, recebêra no Instituto dos Jovens Cegos de Paris, uma educação acurada; apenas voltou á sua pátria, na idade de 17 anos, entregou-se com fervor á cultura das letras; (....). Em poucos anos se amestrou o jovem cego na lição de historia; e, durante as vigílias que lhe custarão a existência, havia colhido profundos conhecimentos, e encaminhado seu espirito para as indagações da historia pátria. Era discípulo consciencioso da escola que outro cego, Agostinho Thierry e Cesar Cantu, illustrão na primeira plana dos historiadores. Ouvindo ler as chronicas da Companhia de jesus e os manuscriptos da bibliotheca nacional, prosseguia no exame estudioso dos factos e das épocas memoráveis da historia do Brazil. (.....). Era pois a essa jovem ilustração que cabia o direito de tributar a mais profunda gratidão a V.M. por este tão grande beneficio. A primeira idéa lhe pertence; a fundação de um estabelecimento para educar seus companheiros de infortúnio com os mesmos desvelos que ele tinha recebido do Instituto de Paris; (........). (...) O Instituto tem por fim educar meninos cegos e prepara-los segundo sua capacidade individual para o exercício de uma arte, de um officio, de uma profissão liberal. É pois uma casa de educação e não um asylo, e muito menos um hospício: uma triplice especialidade, musica, trabalhos, sciencia, eis o que constitue sua organização excepcional. O Instituto está aberto aos meninos cegos de todas as classes da sociedade. (...). Creio aqui reproduzido, em parte, o pensamento moral e generoso de V. M., quando quiz instituir no Brazil uma casa de educação para crianças que até hoje têm estado abandonadas sem cuidados á mais profunda ignorancia, ou votadas á mendicidade. (...). &amp;quot; (INSTITUTO DOS MENINOS CEGOS, 1854, p.1)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O médico Xavier Sigaud esforçou-se em combater a visão da incapacidade intelectual das pessoas cegas, como relatou o médico e escritor Manoel Duarte Moreira de Azevedo em sua obra “O Rio de Janeiro, sua história, monumentos, homens notaveis, usos e curiosidades”:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“(....); procurou dar vida a instituição; mandou publicar pela imprensa extensos artigos explicando os methodos especiaes do ensino, os resultados colhidos em outras nações; (....); dava maior publicidade aos exames dos alunos convidando para esse acto grande concurso de assistentes; porfiava para apresentarem os discípulos provas de sua aptidão e aproveitamento; assim foi destruindo os infundados prejuízos da inutilidade dos cegos, cooperando para que esses por si mesmos protestassem e provassem que para viver não precisavão estender a mão á caridade publica; e conseguio que todos compreendessem que os cegos podião ler, escrever, contar, estudar musica e instruir-se nos preceitos da religião catholica”. (AZEVEDO, 1877, p.99)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; A preocupação do diretor Xavier Sigaud, em dar maior publicidade aos exames e resultados alcançados no Imperial Instituto dos Meninos Cégos, foi noticiada em matéria publicada no periódico A Semana, em 1855. Esta matéria, que destacava a dedicação e o interesse do Imperador D. Pedro II pelos estabelecimentos literários e de educação, relatou que no dia 6 de dezembro de 1855 a instituição recebeu a visita do Imperador, durante a qual foram exibidas as provas de adiantamento dos alunos:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“A primeira prova foi de educação e instrucção religiosa. O Sr. Conego Fernandes Pinheiro é o Livita encarregado de lançar n´essas almas tenras as sementes sâs de Religião (......). Seguiu-se as provas de escrita e leitura: foram satisfatórias, e é digno de especial louvor o methodo eufônico, que parece ser o primeiro cuidado do professor: dava-se uma limpidez de pronuncia, e um argentino de voz, como talvez não seja fácil encontrarn outras escolas. Alguns meninos exibiram provas de sua aplicação ao piano. (....). D. Pedro II parecia intima e cordialmente satisfeito com este espectaculo; os Srs. Drs. Sigaud, conego Fernandes Pinheiro, e Marquez de Abrantes diviam compartilhar esta satisfação, porque do resultado de seus esforços obtiveram triumpho”. &amp;amp;nbsp;(INSTITUTO, 1855, p.14)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ainda sob o estabelecido pelo decreto nº 1.331A, de 17 de fevereiro de 1854, que havia definido o regime dos estabelecimentos públicos e particulares de instrução primária e secundária, é que foi também inaugurado, em 1º de janeiro de 1856, o Collegio Nacional para Surdos-Mudos de Ambos os Sexos, como um estabelecimento particular auxiliado pelos cofres públicos, instalado nas dependências do Collegio Vassimon, localizado na Rua dos Beneditinos, nº8, no centro da cidade do Rio de Janeiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Com o falecimento de [[SIGAUD,_JOSÉ_FRANCISCO_XAVIER|&amp;lt;u&amp;gt;José Francisco Xavier Sigaud&amp;lt;/u&amp;gt;]] em 10 de outubro de 1856, primeiro diretor da instituição, Claudio Luiz da Costa, assumiu a direção, tomando posse em 26 de outubro de 1856. O Governo Imperial, autorizado pela Lei nº 939 de 26 de setembro de 1857, que havia fixado a receita e despesa para 1858-1859, realizou a compra do prédio em que funcionava o Imperial Instituto dos Meninos Cégos, na rua do Lazareto nº3, na Gamboa, incluindo a área da chácara que lhe era anexa e 12 braças de terrenos de marinha, pelo valor de 50:000$ (OLINDA, 1858).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A preocupação com as condições de salubridade na instituição foi sinalizada em várias ocasiões, como no relatório do diretor Claudio Luiz da Costa apresentado em dezembro de 1864 e publicado no &#039;&#039;Correio Mercantil e Instructivo, Político Universal&#039;&#039;:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Neste anno, durante a força de verão e nas mudanças das quadras que se lhe seguirão forão numerosas as enfermidades, das quaes a maior parte pleurizes e pneumonias. Quatro dos alunos atacados pelas segundas sofferão insólitas recahidas, devidas á humidade da habitação e á insalubre frieza do chão asfaltado, absolutamente prejudicial aos que morão em casas de tal pavimento; estiveram em perigo iminente de cahir na tisica tubercuolosa; mas felizmente se restabelecerão e se achão presentes”. (IMPERIAL, 1865, p.2)&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1866, Luiz Pedreira do Coutto Ferraz, então Comissário do Governo, em seu Ofício de 17 de fevereiro, afirmou a necessidade imperiosa de se buscar novas instalações para a instituição:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“O edifício em que actualmente se acha não póde continuar a servir sem risco iminente de alguma desgraça pelo estado perigosíssimo dos tectos, como demonstra o Director. A simples inspecção ocular basta para reconhecer-se esta verdade, aliás já confirmada por mais de um exame: faltão ali as principaes condições de salubridade. D´isto resente-se todos os anos a saúde dos meninos, e a dos empregados. Accresce que o predio não tem a capacidade necessaria para os diversos misteres do estabelecimento” (FERRAZ, 1866, p.2).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O diretor do Imperial Instituto os Meninos Cégos, Claudio Luiz da Costa, em seu Relatório referente às atividades da instituição em 1866, explanou sobre as condições de suas instalações e sua transferência para um prédio no Campo da Acclamação nº17 (atual Praça da República), alugado de Brás Carneiro Nogueira da Costa e Gama (Conde de Baependi):&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;quot;No meu ultimo Relatorio havia dado conta circumstanciada das condições nimiamente insalubres da propriedade nacional em que existia este Estabelecimento, de suas faltas de acomodações indispensáveis, e do estado de ruinas em que se achava. (....). Em Março forão enviadas três comissões de mestres e engenheiros empregados nas Obras Publicas, para fazerem vistorias no edifício, e informarem o Ministerio do Imperio (.....). Forão unanimes em suas informações de se achar estragada a maior parte do madeiramento que sustenta o telhado, e de que em tal estado ameaçava vir abaixo repentinamente. Então tive ordem para procurar casa que servisse á mudança do Estabelecimento (.....). Depois de bastantes diligencias só pode encontrar com acomodações suficientes, e ainda carecida de algumas obras, a casa e chácara do Conde de Baependy, no campo da Acclamação n.17, com um terreno anexo pertencente a seu genro o Veador Antonio Dias Coelho Netto dos Reis. Os arrendamentos, quer do prédio, quer dos terrenos anexos, forão feitos por quatro anos, obrigando-se o Governo a pagar de aluguel pelo prédio a quantia de quatro contos e seiscentos mil réis por anno (....). Foi contratado o terreno anexo pelo aluguel de duzentos mil réis por anno. (....). As obras de que carecia a propriedade a bem de servir á transferência do Estabelecimento, forão contractadas (por contracto também aprovado pelo Governo), construídas e pagas pela quantia de 1:385$000. (........). A propriedade em que provisoriamente habita o Instituto, posto que em localidade muito menos salubre que a do morro do Lazareto da Gambôa, privada de um porto de mar e de banho salgados que nella se desfructavão, sujeita ao constante motim da passagem dos carros, e cercada de nuvens de poeira, é espaçosa, bem ventilada, secca, tem as precisas acomodações para as oficinas, lavanderias, etc. e tem abundancia d´agua; a muito melhor saúde de que gosão os que nella estão morando, a fazem mil vezes preferível á outra.” &amp;amp;nbsp;(COSTA, 1867, p.5-6)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A mudança para o prédio no Campo da Acclamação efetivou-se em 16 de junho de 1866.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Entretanto, este prédio de dois pavimentos, no Campo da Acclamação, acabou também se mostrando insuficiente, por não ter condições para atender à demanda crescente por vagas para estudantes cegos não só do Rio de Janeiro, como das demais províncias do país. &amp;amp;nbsp;De acordo com o “Recenseamento do Brazil em 1872”, no Município Neutro (cidade do Rio de Janeiro), a “população considerada em relação aos defeitos physicos”, entendida então como cegos, surdos-mudos, alejados, dementes, e alienados, tanto livre quanto escrava, era de 1.972 pessoas. Neste quadro da população com “defeitos physicos”, o quantitativo apresentado especificamente para cegos foi:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Livres – homens = 162; mulheres=124.&amp;lt;br/&amp;gt; Escravos – homens=34; mulheres=28.&amp;lt;br/&amp;gt; Total = 368. &amp;amp;nbsp; (DIRETORIA, 1872). &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Governo Imperial decidiu, posteriormente, construir um edifício especificamente para o ensino dos cegos, e doou um terreno de 9.515m2 para esta edificação, localizado entre o [[HOSPÍCIO_DE_PEDRO_II|&amp;lt;u&amp;gt;Hospício de Pedro II&amp;lt;/u&amp;gt;]] e a Escola Militar, conforme detalhado em documento de 14 de maio de 1872:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Hei por bem autorisar a Nicoláo Antonio Nogueira Valle da Gama, do meu conselho, mordomo de minha imperial casa, para mandar lavrar, com as formalidades legaes, escriptura da doação que faço ao Imperial Instituto dos Meninos Cegos de um terreno, contiguo ao Hospicio de Pedro II na Praia Vermelha. Com cem braças de frente e os fundos que deverão ser medidos e demarcados, o qual me pertence por oferta que aceitei de José Ribeiro Monteiro, quando o houve por compra feita em9 de setembro de 1846, a D. Jacintha Rosa de Castro. Palacio da Boa-Vista, em 14 de maio de 1872, quinquagésimo primeiro da independência e do Imperio. Com a rubrica de S. Magestade o Imperador – Nicoláo Nogueira Valle da Gama”. (AZEVEDO, 1877, p.102)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Benjamin Constant Botelho de Magalhães, militar, engenheiro e professor, e posteriormente Ministro da Instrução Pública, Correios e Telégrafos, após o falecimento do diretor do Imperial Instituto os Meninos Cégos, Claudio Luiz da Costa, foi nomeado diretor interino pela portaria de 28 de maio de 1869, e assumiu como diretor por meio do decreto de 7 de julho daquele ano.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 14 de maio de 1872 o Imperador D. Pedro II determinou que fosse lavrada a escritura de doação de um terreno de sua propriedade, na Praia Vermelha, com 100 braças de frente e de fundos, em favor do Imperial Instituto os Meninos Cégos (INSTITUTO, 2007). Benjamin Constant Botelho de Magalhães destacou a doação do terreno, por parte do Governo Imperial, especialmente pelos benefícios que representaria para a instituição. Neste sentido, ressaltou as condições ideais daquele terreno, que era “plano, sêcco, em lugar muito saudável, junto de excelentes banhos de mar, necessários aos alunos, perto do centro da cidade” (MAGALHÃES, 1871, p. 16). Benjamin Constant Botelho de Magalhães foi encarregado da elaboração da planta do edifício, a qual foi apresentada e aprovada por Aviso de 22 de maio de 1872.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Na construção do novo prédio participou inicialmente o engenheiro Carlos Araujo Ledo Neves, com os desenhos do edifício, sendo sucedido pelo arquiteto de obras públicas e catedrático de desenho na Escola Central, Francisco Joaquim Béthencourt da Silva (1831-1911), com o projeto de construção, e pelo construtor Torquato Martins Ribeiro (RODRIGUES, 2005). Béthencourt da Silva foi também responsável pelo prédio da sede da Associação Comercial do Rio de Janeiro (atual Centro Cultural Banco do Brasil, Rua 1º de Março, nº66 – Rio de Janeiro), concluído em 1906.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Na cerimônia de lançamento da pedra fundamental da nova edificação, que ocorreu em 29 de junho de 1872, e que teve a presença da Família Imperial, do Ministro do Império, João Alfredo Corrêa de Oliveira, e de autoridades do Governo Imperial e professores, foram distribuídos prêmios aos alunos da instituição (AZEVEDO, 1877, p.103).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;As obras de construção do novo edifício, na Praia da Saudade, foram iniciadas em junho de 1872. O auto do lançamento da pedra fundamental do edifício destinado ao Imperial Instituto dos Meninos Cégos assim descreveu:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“(...) Erguido na Praia da Saudade deve este edifício, que já se acha em adiantada construção, ocupar uma superfície de 9.516 metros quadrados, tornando-o um dos mais belos monumentos, as colunas jônicas colossais e o pórtico, as estátuas de mármore, a majestosa ornamentação e o aspecto elegante e imponente da frontaria. Perpetuará essa grandiosa construção os nomes do Diretor do instituto e do Ministro que lançaram a primeira pedra, do arquiteto, e o de D. Pedro II que concedeu o terreno para esse magnífico palácio, que, dando asilo a 200 alunos de ambos os sexos, poderá competir com as melhores casas de educação dos cegos que existem; será um belo ornamento da Capital do Imperio, um templo enriquecido dos primores d&#039;arte, e régio e pomposo asilo da caridade. Consistindo em um internato para alunos de ambos os sexos, é presidido por um diretor, tem um comissario, capelão, pelo médico e outros empregados.&amp;quot; (&#039;&#039;Apud&#039;&#039;. REVISTA, 2017, p.28)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Nesta cerimônia de lançamento da pedra fundamental, em 1872, o então diretor da instituição, Benjamin Constant Botelho de Magalhães destacou:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Segunda cerimônia, como sabeis, é a do lançamento da pedra fundamental do edifício que, por ordem do Ex.mo. Sr. Ministro do Império, conselheiro Dr. João Alfredo Corrêa de Oliveira, se vai construir para este Instituto. Estão patentes os desenhos da fachada, plantas, cortes deste edifício projetado. É desenhado pelo inteligente e distinto engenheiro Dr. João Carlos Ledo Neves, que, com reconhecida habilidade, soube aliar as dadas exigências da instituição com os preceitos da arquitetura moderna. Tendes à vista a planta do terreno com 100 braças de frente e fundos maiores, propriedade de Sua Majestade o Imperador e pelo mesmo augusto senhor generosamente doado a este Instituto. (....) Esta cerimônia é um acontecimento da mais subida importância para este Instituto. Marca-lhe uma nova era fértil das mais lisonjeiras esperanças para os infortunados cegos brasileiros que vivem na mais degradante miséria e embrutecidos na mais crassa ignorância. (....) Esta recente instituição apenas conta 18 anos de existência e no entanto tem sobejamente demonstrado sua imensa utilidade e quanto é digna da desvelada e incessante proteção recebida. Fundou-a em 17 de setembro de 1854 o atual Ex.mo. Sr. comissário do Governo conselheiro de Estado, barão do Bom Retiro, quando ministro do império e desde então até a presente data tem sido um dos seus mais valiosos protetores. Sua Exa., por tantos títulos digno de estima dos seus compatriotas, acha sempre, embora sobrecarregado de muitas e importantes comissões, tempo bastante para estudar as necessidades deste estabelecimento e de pôr em prática os meios de remediá-las. (....) A necessidade de construir-se a custo do Governo Imperial um edifício próprio para residência do Instituto, de há muito sentida pelo finado diretor, o conselheiro Claudio Luiz da Costa, pelo Ex.mo. Sr. comissário do Governo, barão do Bom Retiro, pelo ilustrado Sr. conselheiro Paulino José Soares de Souza, quando Ministro do Império e recentemente pelo venerável conselheiro Dr. Antônio Felix Martins, quando, por feliz nomeação do Governo Imperial, ocupou o lugar de comissário como se vê nos relatórios dirigidos ao mesmo Governo, foi agora atendida de modo esplêndido pelo ilustrado e patriótico Ex.mo Sr. Ministro do Império.&amp;quot; (Apud. REVISTA, 2017, p.32)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O professor do Imperial Collegio de Pedro II, Manoel Duarte Moreira de Azevedo, em seu livro “O Rio de Janeiro, sua história, monumentos, homens notaveis, usos e curiosidades”, publicado em 1877, assim descreveu as novas instalações da instituição:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Acha-se o Instituto dos cegos estabelecido no prédio n.17 situado na face meridional da praça da Acclamação; tem essa casa, despida de toda a architectura, dous pavimentos com três portões e seos mesaninos arredondados no primeiro pavimento, e nove janelas com sacadas de grades de ferro no segundo. Há no primeiro pavimento a sala do refeitório dos alunos, que também serve de sala de estudo, uma sala de estudo para alunos de menor idade, uma pequena enfermaria, dous quartinhos para banhos, a rouparia, sala do engomado, despensa, a sala da officina de encadernação onde está a biblioteca que conta com 400 volumes, a da officina typographica, a qual também serve de aula de musica de sopro, a de officina de afinação de piano; e um salão de aulas onde vê-se o retrato de José Alves de Azevedo com esta inscripção: José Alves de Azevedo, natural desta corte, cego, falecido a 17 de março de 1854 com 19 annos de idade. Primeiro que no Brazil mostrou o systema de instruir os cegos. Vêem-se no segundo pavimento do edifício a sala de entrada onde estão os retratos dos marquezes de Olinda, de Abrantes e do visconde do Bom retiro, e o busto em mármore do Dr. Francisco Sigaud; lendo-se no pedestal, também de mármore o seguinte: J. F. X. Sigaud coollaborador de J. A. d´Azevedo na fundação do Instituto dos Meninos Cegos e primeiro director do mesmo Instituto. Dá essa sala entrada para a capella consagrada a S. Rafael, padroeiro dos cegos, o qual é festejado em 24 de novembro de cada anno, celebrando-se nesse dia uma missa por alma dos beneméritos do Instituto e outra no anniversario do falecimento de cada um. Há a sala da secretaria onde está o retrato do Dr. Claudio Luiz da Costa, o salão das visitas, com os retratos do Imperador e da Imperatriz, que serve também de aula de musica para alunos e alumnas; o refeito das alumnas, sala de estudo, uma pequena enfermaria, aula de musica das alumnas, lavatório, quarto da instectora, dormitório das alumnas e três quartos para aposentos do diretor e família. Há no terceito pavimento, em um sótão do prédio, o quarto do inspector, os dormitórios dos alunos, sendo um para os menores, outro para os médios, e outro para os maiores”. (AZEVEDO, 1877, p.105-106)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Após esta descrição minuciosa, Moreira de Azevedo ainda comentou sobre as condições &amp;amp;nbsp; insuficientes em sua opinião, das instalações do instituto:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Não tem esta casa commodos sufficientes e apropriados, nem condições hygienicas; os dormitórios são pequenos e estreitos; são húmidas e mal ventiladas todas asa divisões do primeiro pavimento; a enfermaria dos alunos é um quarto pequeno, húmido, escuro e quase sem ar; não há salas suficientes para as aulas; as oficinas typographica e de encadernação estão entaipadas em pequenas salas, escuras e tão húmidas que os papeis e livros estragão-se muito depressa; não há espaço para recreio e exercícios gymnasticos; a enfermaria das alumnas é um pequeno quarto, e o diretor não tem commodos decentes e separados, vive encerrado com sua família em três pequenos quartos. Mas se este edifício está longe de satisfazer ás condições desejáveis de uma casa de educação desta natureza já o governo acudio, como vimos, com louvável empenho á esta necessidade, dando principio a um palácio destinado á instrucção e educação dos meninos cegos”. &amp;amp;nbsp;(AZEVEDO, 1877, p.107)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;As primeiras etapas da construção do prédio de estilo neoclássico na Praia da Saudade (atualmente Av. Pasteur, Praia Vermelha) foram concluídas em 18 de novembro de 1890, e a transferência para as novas instalações se deu em 26 de fevereiro de 1891 (INSTITUTO, 2007). Nas proximidades deste novo prédio foi aberta uma rua a qual foi posteriormente denominada Rua Dr. &amp;amp;nbsp;Xavier Sigaud.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pelo decreto nº 9, do Governo Provisório, em 21 de novembro de 1889, foi suprimida a denominação “Imperial” do nome da instituição, passando a denominar-se Instituto dos Meninos Cégos. No final deste ano, a instituição passou a integrar a estrutura da Secretaria de Estado dos Negócios da Justiça, e em 1890 a da Secretaria de Estado dos Negócios da Instrução Pública, Correios e Telégrafos.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 30 de janeiro de 1890, por meio do decreto nº193, o estabelecimento recebeu a denominação de Instituto Nacional dos Cégos. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O decreto nº 1.320, de 24 de janeiro de 1891, que homenageou Benjamin Constant Botelho de Magalhães pelos serviços prestados ao país “quer concernentes à causa da difusão do ensino e da melhoria da educação nacional, quer referentes à propaganda da grandiosa reforma política que trouxe a reconstituição do paiz sob a forma republicana”, determinou que o Instituto Nacional dos Cégos passasse, então, a denominar-se Instituto Benjamin Constant (BRASIL, 1891).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;De acordo com o &#039;&#039;Almanak Laemmert&#039;&#039;, a instituição devia à iniciativa e esforços de Benjamin Constant o fato de ter um edifício próprio e um programa de ensino bem orientado, com oficinas que possibilitavam aos cegos se habilitarem em ofícios e artes, que eram “de grande auxilio para se tornarem homens uteis e dignos cidadãos” (INSTITUTO, 1893, p.1491).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi fundado, em 1893, o “Gremio Commemorativo Beneficente 17 de Setembro”, com o objetivo de dar assistência aos ex-alunos, o qual, em 1904, passou a constituir-se como “Associação Protectora dos Cégos 17 de Setembro”, com sede provisória no Instituto Benjamin Constant. Posteriormente, em 1924, a sede da Associação era na Rua Real Grandeza nº 142, Botafogo, na cidade do Rio de Janeiro. Em 1906, esta Associação, com o apoio de Mauro Montagna, cego de nascença, ex-aluno, repetidor e professor de geografia e história do Instituto Benjamin Constant, realizou uma campanha para auferir recursos para a criação de uma escola profissional e asilo para cegos. Assim foi criada, em 1º de novembro de 1907, a “Escola Profissional e Asylo para Cégos Adultos”, mantida pela “Associação Protectora dos Cégos 17 de Setembro”, e instalada em prédio na Rua Voluntários da Pátria nº 57B, em Botafogo, na cidade do Rio de Janeiro. Esta escola destinava-se “a recolher em seu seio e habilitar em officios compatíveis com a cegueira os seres privados da vista que, em razão de sua edade ou qualquer outra circumstancia não podem ser matriculados no Instituto Benjamin Constant, ou que, dálli tendo sahido não podem vantajosamente entrar na luta pela vida, mediante profissões liberaes” (ESCOLA, 1908, p.531).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O &#039;&#039;Jornal do Brasil&#039;&#039; em 1908, ao noticiar a criação da a “Escola Profissional e Asylo para Cégos Adultos”, destacou a importância da colaboração da população para a manutenção da instituição:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Um estabelecimento destes demanda, porém, de grandes recursos, e é, pois, para a sua manutenção, para o seu progresso, que appellamos para o coração generoso da nossa população. Com uma insignificante mensalidade, adquire-se o titulo de socio contribuinte da Associação Protectora dos Cegos, iniciadora e mantenedora da Escola Profisisonal e Asylo para Cegos Adultos Desamparados”. (EM PROL, 1908, p.3)&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A “Escola Profissional e Asylo para Cégos Adultos” foi considerada pioneira no atendimento assistencial privado a cegos no país (LEMOS; CERQUEIRA, 2018). Em julho de 1908, esta Escola possuía três oficinas, a de fabricação de escovas, de fabricação de vassouras e espanadores e a de empalhação de móveis, nas quais trabalhavam 12 operários cegos sob a direção de um mestre vidente. Em setembro de 1908 a instituição abrigava mais de 30 cegos. Mauro Montagna, diretor da “Escola Profissional e Asylo para Cégos Adultos”, realizou, em 7 de novembro de 1908, um festival infantil no Teatro João Caetano, no centro do Rio de Janeiro, para angariar mais recursos para a manutenção da instituição. Em 1922, a instituição ainda dirigida por Mauro Montagna, tinha em seu quadro Effigio Egalon (professor de primeiras letras), Octacilio de Magalhães Cruz (professor de solfejo), Francisco Pedro Barbosa (mestre da banda de música), e Manoel Fernandes Gomes (chefe das oficinas) (ESCOLA, 1922). &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1920 foi fundada, no Rio de Janeiro, pelo professor e ex-aluno do Instituto Benjamin Constant, Mamede Francisco Freire (1885-1961), a Liga de Proteção aos Cegos no Brasil, anteriormente denominada Liga de Auxílios Mútuos. O mesmo professor fundou, em 1925, a União dos Cegos no Brasil, uma instituição de caráter assistencialista e produção de manufaturados, e em 1927, a Associação Promotora de Instrução e Trabalho para Cegos (INSTITUTO, 2007).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Até o início do séc. XX, o Instituto Benjamin Constant era a única instituição pública especializada na educação para cegos no Brasil. Somente a partir das primeiras décadas do século XX é que foram fundados outros estabelecimentos no país: Instituto dos Cegos (Recife, 1909), Instituto São Rafael (Belo Horizonte, 1926), Instituto para Cegos “Padre Chico” (São Paulo, 1929), Instituto Paranaense dos Cegos (Curitiba, 1939), Instituto dos Cegos do Brasil Central (Uberaba, 1942), Instituto de Cegos da Bahia (Salvador, 1944).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Até 1928 o endereço do Instituto Benjamin Constant era Praia da Saudade nº 232, e a partir de 1929, com a alteração na denominação da rua, passou a ser Av. Pasteur nº350.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Sady Cardoso de Gusmão, então diretor do Instituto Benjamin Constant, relatou ao Ministro da Educação e Saúde Pública, suas considerações em relação ao terreno em que se encontrava instalada a instituição, por recear a desapropriação daquele terreno:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Nº 148. Exmº Sr. Ministro de Educação e Saúde Pública Tendo esta diretoria ciência de que a Faculdade de Direito da Universidade do Rio de Janeiro pleiteia presentemente a desapropriação da parte do terreno em que se acha edificado este Instituto, parte essa de terreno na extensão de cem metros de frente e cerca de duzentos de fundo, vem, a propósito, esclarecer a Vossa Excelência sobre a situação e condições do terreno aludido e fazer, data vênia, algumas ponderações em relação a este assunto. O terreno em que se acha construída parte do edifício do Instituto, segundo o projeto de Benjamin Constant mede cerca de duzentos e quatro metros de testada e foi doado pelo Imperador D. Pedro II, a fim de ser nele construído o Instituto. Este imóvel fora doado ao Imperador por José Ribeiro Monteiro, que o comprara em 9 de setembro de 1846 a D. Jacintha Rosa de Castro. A doação ao Instituto se verificou em 1871, segundo se induz do relatório apresentado a Assembleia Geral (3ª seção de 14ª legislatura, no Diário Oficial de 17 de junho de 1871) pelo Ministro João Alfredo Corrêa, que a mesma doação faz referência. O mesmo se pode inferir da circunstância de haver Benjamin Constant, já então Diretor do Instituto, em seu relatório de 1871 comentar e agradecer ao Imperador a doação feita. Esta, entretanto, precisava ser legalizada, o que foi feito por decreto em 14 de maio de 1872, cuja cópia autenticada existe no arquivo do Instituto, sendo em 22 - 29 de junho do mesmo ano lançada, com a presença do Imperador e outras pessoas gradas, a pedra fundamental do edifício a se levantado segundo o plano oferecido por Benjamin Constant. (...................). Já em outras ocasiões o Governo pretendeu ocupar parte do imóvel em questão, sem, entretanto, lograr êxito, em razão de preciosos pareceres do extinto Conselho Administrativo dos Patrimônios e de outros. Demais, no terreno de que se trata existe já a Lavanderia Parisiense, o Sport Club Brasil, dois prédios pequenos e as paredes&amp;lt;br/&amp;gt; dos pavimentos térreos do pavilhão central e ala esquerda. Dessas benfeitorias, duas são particulares pertencentes ao Patrimônio do Instituto, sendo propriedade da União as paredes da ala esquerda e pavilhão central. Há, ainda, no local grande quantidade de obras de cantaria pertencentes a União. Assim sendo, nos parece que a desapropriação do terreno em causa é altamente prejudicial aos interesses da Nação, visto como a indenização das benfeitorias pertencentes a particulares não será pequena, e a que for fixada em proveito do Instituto poderá ser levantada pelos herdeiros do Imperador, em virtude da resolução da doação não ter sido cumprido o encargo que a gravava. Além disso, a desapropriação tem como razão precípua a necessidade ou utilidade pública. O Instituto Benjamin Constant é estabelecimento de imediata utilidade pública, obra que é de assistência educativa e social”. (Apud. RODRIGUES, 2015, p.104-105)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi organizado, em 1933, durante a gestão de Sady Cardoso de Gusmão, o Museu do Instituto Benjamin Constant no 2º piso do prédio do Instituto Benjamin Constant, e “fazem parte do acervo do citado Museu peles de lobo, cristais de rocha, animais empalhados, além de objetos históricos do IBC. O Museu é descrito como uma extensão da sala de aula” (RODRIGUES, 2015, p.244). O Museu permaneceu com este perfil e com sua sede no mesmo local até o ano de 1970, quando foi transferido para uma sala no setor feminino do prédio do Instituto Benjamin Constant, com a ideia de organizar um Museu de História Natural. Posteriormente foi transferido para uma sala do Departamento Pedagógico, e em 1996, por meio da Portaria Ministerial nº 942 de 13 de setembro de 1996, o Museu do Instituto Benjamin Constant foi anexado ao organograma institucional.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1937 o Instituto Benjamin Constant, então subordinado ao Ministério da Educação e Saúde, teve suspensas suas atividades para a realização de obras de ampliação e de reparo do prédio, para as quais o Governo Federal havia autorizado a alocação de recursos (2.500 contos). A instituição ficou fechada para as obras por sete anos, e foi reaberta em 1944, quando foram inauguradas, em 10 de fevereiro desse ano, as seções de administração e de educação, e a zeladoria.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Diretores:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br/&amp;gt; José Francisco Xavier Sigaud (1854-1856); Claudio Luiz da Costa (15/10/1856-1869); Benjamin Constant Botelho de Magalhães (28/05/1869 interino; 07/07/1869-1889); Joaquim Mariano de Macedo Soares (1889-1895); João Brazil Silvado (1895-1902; 1906, 1907, 1908); Francisco Soares Pereira (1900); Jesuino da Silva Mello (1902-1905; 1909-1920); Pedro Coutinho (1919); José Candido de Albuquerque Mello Mattos (1920-1924); Eduardo Pinto de Vasconcellos (1924-1930); Sady Cardoso de Gusmão (1930-1938); João Alfredo Lopes Braga (1938-1947).&amp;lt;br/&amp;gt; &#039;&#039;&#039;Vice-diretores:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br/&amp;gt; Joaquim Caetano Fernandes Pinheiro, cônego (1858)&amp;lt;br/&amp;gt; &#039;&#039;&#039;Comissários do Governo Imperial no Instituto:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br/&amp;gt; Miguel Calmon du Pin e Almeida (1859-1864); Luiz Pedreira do Coutto Ferraz (1866-1867).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Estrutura e funcionamento&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Imperial Instituto dos Meninos Cégos, criado em 12 de setembro de 1854 por meio do decreto nº 1.428, e instalado na chácara dos Coqueiros, no morro da Saúde, foi oficialmente inaugurado em 17 de setembro de 1854.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;De acordo com Gabriel Bertozzi de Oliveira e Sousa Leão (2017), as primeiras propostas para regulamentar a instituição teriam surgido antes de sua inauguração oficial em setembro de 1854, e encontram-se no acervo do Arquivo Nacional. A primeira teria sido em 1853, intitulado “Projeto de Regulamento Geral do Instituto dos Jovens Cegos assinado por [[SIGAUD,_JOSÉ_FRANCISCO_XAVIER|&amp;lt;u&amp;gt;José Francisco Xavier Sigaud&amp;lt;/u&amp;gt;]] e José Alvares de Azevedo de 26 de Dezembro de 1853”, e a segunda o “Projeto de regulamento organico do Instituto Imperial dos Jovens Cegos do Brasil de 20 de janeiro de 1854”. Ambas as propostas foram assinadas por José Alvares de Azevedo e [[SIGAUD,_JOSÉ_FRANCISCO_XAVIER|&amp;lt;u&amp;gt;José Francisco Xavier Sigaud&amp;lt;/u&amp;gt;]], e definiam que a instituição, sob a proteção do Imperador D. Pedro II, apresentaria em um curso de oito anos, com instrução intelectual, musical e tecnológica, ensino de instrumentos de música e de ofícios (LEÃO, 2017, p.59).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Segundo o decreto de criação, de 12 de setembro de 1854, a instituição, dirigida por um diretor subordinado ao Ministro e Secretário de Estado dos Negócios do Império, teria o seguinte pessoal: um professor de primeiras letras, um professor de música vocal e instrumental, um de artes mecânicas, um médico, um capelão, e um inspetor de alunos. Seriam designados outros professores à medida que fosse sendo desenvolvido o plano de estudos da instituição.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ainda nos termos deste decreto de criação do Imperial Instituto dos Meninos Cegos, caberia ao Governo Imperial o sustento, vestuário e curativo do estabelecimento. Ainda neste decreto ficou estabelecido que a instituição admitiria nos seus três primeiros anos o ingresso de até 30 alunos, sendo que entre estes 10 seriam admitidos gratuitamente se reconhecidamente pobres. Os demais alunos, que não fossem pobres, pagariam uma pensão anual cujo valor seria definido pelo Governo Imperial. A admissão dos alunos dependia de uma autorização do Ministro e Secretário de Estado dos Negócios do Império, e da apresentação de certidão de batismo ou justificativa de idade, atestado médico constatando sua cegueira, e no caso de admissão gratuita, a apresentação de um atestado do pároco e de duas autoridades provando sua indigência. Foi estabelecido, também, que nenhum aluno seria admitido sem parecer escrito do médico do estabelecimento informando que fora vacinado com bom resultado e que não sofria de doença contagiosa.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O decreto nº 1.428 estabeleceu, ainda que nos três primeiros anos seria ensinado aos alunos leitura, escrita, cálculo de frações decimais, música, e artes mecânicas adaptadas à idade e força dos meninos. No quarto ano as matérias seriam gramática nacional, língua francesa, aritmética (continuação), princípios elementares de geografia, música e ofícios mecânicos. A partir do quinto ano, além das matérias do quarto ano, haveria ensino de geometria plana e retilínea, história e geometria antiga, média e moderna, e leitura explicada dos evangelhos. E no último ano, o estudo seria dedicado à história e geografia nacional, aperfeiçoamento da música e dos trabalhos mecânicos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Segundo o regulamento provisório, inserido no decreto de 12 de setembro de 1854, os professores atenderiam às disposições do Regulamento para a reforma do ensino primário e secundário do Munícipio da Corte, promulgado pelo decreto nº 1.331 A de 17 de fevereiro de 1854, que definiu o regime dos estabelecimentos públicos e particulares de instrução primária e secundária, e os parâmetros para a inspeção desses estabelecimentos. Desta forma, poderia ter na instituição até quatro Repetidores, que poderiam “ser também Inspectores de alumnos, com residencia e sustento no Collegio, (.....), explicarão as lições aos meninos nas horas de estudo, e auxiliarão Capellão no ensino das práticas, e funcções religiosas” (BRASIL (a), 1854, p.3).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ainda de acordo com este regulamento provisório, o nº de alunos não seria maior que 30 nos três primeiros anos de funcionamento, sendo 10 alunos admitidos gratuitamente, se reconhecidos como pobres. Aos alunos pobres, o Governo Imperial forneceria sustento, vestuário e curativos, e os demais pagariam uma pensão anual (até 400$000), além de uma jóia (até 200$000) no momento de ingresso na instituição. Para todos os alunos seriam fornecidos os livros e os instrumentos necessários para o ensino. Cada aluno que desejasse ingressar na instituição deveria obter a autorização do Ministro e Secretário de Estado dos Negócios do Império, e apresentar a certidão de batismo ou justificativa de idade, um atestado médico que confirme a cegueira total, e no caso do aluno pobre, apresentar também o atestado do pároco e de duas autoridades do local de residência que confirmasse sua indigência. Além disso, nenhum aluno seria admitido sem que constasse o registro de que fora vacinado e que não portava doença contagiosa. Não poderiam ser admitidos como aluno da instituição aqueles menores de seis anos e maiores de 14 anos, e os escravos.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pelo regulamento provisório do Imperial Instituto dos Meninos Cégos caberia ao Governo definir o destino dos alunos pobres, quando estes completassem seus estudos, e não tivessem sido empregados como repetidores na instituição. E o mesmo ocorreria com aqueles alunos que chegassem à idade de 22 anos, mesmo que não tivessem terminado o Curso dos estudos, salvo se conseguissem licença do Ministro e Secretário de Estado dos Negócios do Império para continuarem no Instituto por mais algum tempo (BRASIL (a). 1854).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A instituição seguiria, “até nova ordem do Governo, o methodo de pontas salientes de Mr. Luiz Braille, adoptado pelo Instituto de Paris” (BRASIL (a), 1854, p.4). O curso era de oito anos, e nos três primeiros anos as matérias a serem ensinadas seriam: leitura (compreendendo também o ensino de catecismo), escrita, cálculo até frações decimais, música e artes mecânicas adaptadas à idade e força dos meninos. No quarto ano as disciplinas seriam: gramática nacional, língua francesa, continuação da aritmética, princípios elementares de geografia, música e ofícios mecânicos. Para o quinto ano, além das disciplinas do quarto ano, seriam ministradas geometria plana e retilínea, história e geometria antiga, média e moderna, e leitura aplicada aos evangelhos. No último ano, os alunos teriam história e geografia nacional, aperfeiçoamento da música e dos trabalhos mecânicos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Um Regimento Interno para o Imperial Instituto dos Meninos Cégos, provisório, foi estabelecido pelo Aviso nº242, de 18 de Dezembro de 1854, que definiu como atribuições do Comissário do Governo, a inspeção da educação moral e religiosa, do ensino das letras e artes e da disciplina e economia realizados naquele estabelecimento, acompanhar os exames dos alunos, e apresentar em relatório seu juízo sobre o aproveitamento, os méritos dos professores e a administração da instituição, e propor medidas em relação à correção de disposições regulamentares. Aos diretores, além das atribuições inerentes ao funcionamento da instituição, cabia a indicação ao Ministro do Império para a nomeação dos repetidores e inspetores dos alunos. Estabeleceu que cabia aos professores ensinar aos alunos as matérias, e “lembrar-lhes, em qualquer ocasião oportuna, os seus deveres como cidadãos, e dar-lhes conselhos uteis, sempre que deles careção”., e também “tratar com igual desvelo a todos os seus alunos, louvando os que derem boa conta de si, admoestando os que forem negligentes, e estimulando-os á que não desprezem o beneficio que se lhes quer fazer” (BRASIL (b), 1854, p.273).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Por este Regimento interno, os alunos eram classificados segundo seu estado, em contribuintes e gratuitos, em relação à idade em três classes ou turmas (de 6 10 anos, de 10 a 14 anos, e de maiores de 14), e em relação ao ensino em duas classes, a daqueles que frequentassem as aulas nos primeiros três anos e a daqueles que tivessem concluído com aproveitamento o triênio. E as meninas cegas, em qualquer idade, seriam completamente separadas dos meninos, tendo à parte casa de trabalho, lugar de recreação e passeio, refeitório e dormitório.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;As aulas seriam iniciadas em 7 de janeiro e encerradas em 15 de novembro de cada ano. Seriam concedidos, anualmente, três prêmios aos alunos, um de letras, um de música e um de ofícios. O Regimento definiu, também, que os alunos e alunas deveriam portar uniformes, tanto nos dias festivos como nos dias ordinários. Para os alunos seria, nos dias festivos, uma sobrecasaca de pano verde escuro, de gola em pé e abotoada com botões amarelos, calças da mesma fazenda, gravata e boné preto, e botins de vaqueta. Nos demais dias, os alunos trajariam uma jaqueta ou rodaque de lã escura abotoada com botões pretos, calças da mesma fazenda, gravata de chita, boné preto, e sapatos de vaqueta. Para as alunas, nos dias festivos, o traje consistia em vestido de cassa verde escura, colarinhos brancos e lisos, cintos, botins pretos e véus brancos, e no dia a dia, seria um vestido de chita escura e sapatos, acrescentando um chalé de lã no inverno.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Relatório do Ministério do Império, referente ao ano de 1854, detalhou o primeiro ano de funcionamento da instituição:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;“Tenho a satisfação de comunicar-vos que este nascente estabelecimento, fundado apenas há hum anno, tem já apresentado resultados correspondentes ás nobres e benéficas vistas de sua instituição. As suas diferentes aulas tem sido regidas com muita regularidade e methodo, cabendo aos professores merecidos elogios pela assiduidade e zelo com que desempenham as suas funções. Em todas as matérias que tem sido ensinadas – Religião, leitura, e muzica, he mui sensível o progresso dos alunos. Pelo que respetia á 1ª, achando-se eles correntes na doutrina christã, pela lição do catecismo, começou o respectivo professor a dar-lhes hum curso de história sagrada, e epsera habilital-os para, no fim deste anno, fazerem exames satisfactorios. No ensino de primeira letras, nota-se igual aproveitamento. Todos os alunos lem regularmente, ep la maior Parte escrevem, e fazem praticamente as quatro primeiras operações de calculo. O professor desta cadeira, á vista de tal progresso, começou já a leccionar-lhes grammatica, geografia, e a parte mais adiantada da arithmetica. O professor de muzica, além dos exercícios praticos em canto e piano, tem ensinado a teoria desta arte, obtendo vantagens. Trata-se de estender este ensino a diversos instrumentos, segundo as disposições dos alunos. A classe das meninas tem-se aplicado também a trabalhos e prendas especiaes ao seo sexo. Convindo estabelecer no Instituto o ensino de algumas artes mecânicas, já como meio de distracção para os alunos abastados, já como hum recurso para os pobres, o seu Director acaba de dirigir-se ao do Instituto dos jovens cegos de Praiz, pedindo-lhe que contrate para aquelle fim hum moço cego, habilitado em diferentes officios, como o de torneiro, cesteiro, &amp;amp; c., e sobretudo versado no systema de imprimir em pontos salientes. O Governo, logo que tenha presentes as condições do respectivo contracto, resolverá sobre este objecyo, que considera de evidente utilidade. Os Estatutos, pelos quaes se rege o Estabelecimento, e que foram expedidos em 18 de Dezembro de 1854, tem sido executados sem inconveniente, que exija modificações. Tem-se tratado de ir formando lentamente a Bibliotheca do Instituto com obras apropriadas, mandadas vir da Europa e dos Estados Unidos. Nella há já algumas escriptas pelos alunos. &amp;amp;nbsp;A prestação de 15.000$, que anualmente recebe dos Cofres públicos o mesmo Instituto, reunida á importância das pensões que já se eleva á 8000s, he por ora suficiente para fazer face ás despezas. Tem sido muito lisonjeiro o estado hygiencio do instituto. Ainda nenhum caso de falecimento occorreo entre os alunos, e, o que he mais notável, nenhum acometido pela epidemia da cholera morbus, que apenas se manifestou em hum africano, de vida irregular, empregado no serviço, o qual succumbio á enfermidade. Este estado, abonando a pericia e zelo do Director, o qual he encarregado da hygiene e saúde dos alunos,prova ao mesmo tempo o acerto com que foi escolhida a localidade em que está o Estabelecimento.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; O numero já existente de 12 alumnos, foi augmentado com dois que entraram no anno findo. São naturaes: &amp;amp;nbsp;Da Côrte ......................................................6&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; Da Provincia do Rio de Janeiro ...................7&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; Da do Ceará .................................................1&amp;lt;br/&amp;gt; Pertencem ao sexo masculino 10, e ao feminino 4. Ainda não tem sido remettidos das Provincias os meninos cegos que se esperavam”. &amp;amp;nbsp;(FERRAZ, 1856, p.64-65)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Segundo Claudio Luiz da Costa, que posteriormente seria diretor da instituição, logo após a decisão da instalação da instituição ingressaram “o primeiro menino cego, Candido José Correia da Silva, natural desta província, com 14 anos de idade. (....) a primeira menina cega, Anna Rodrigues de Faria, natural desta corte, na idade de 7 anos; e o segundo menino cego, Luiz Antonio Gondim Leitão, também natural desta corte com 10 anos de idade” (COSTA, 1863. &#039;&#039;Apud&#039;&#039;. FERREIRA, 2004, p.2).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Os livros, compêndios e instrumentos utilizados no ensino da instituição eram importados da Europa. Entre os livros importados estavam obras em “pontos salientes” como “O Expositor Portugues, ou, Rudimentos de ensino na língua materna” (1852), de Luiz Francisco Midosi (1796-1877), o “Compendio da Grammatica da Lingua Nacional” &amp;amp;nbsp;(1835) de &amp;amp;nbsp;Antonio Alves Pereira Coruja (1806-1889), o “Catechismo de Montpellier” (1702) de Joachim Colbert (1667-1738), e o “Compêndio de princípios elementares de música” de Francisco Manuel da Silva (1795-1865) (LEÃO, 2017). Além das obras importadas, a biblioteca do Imperial Instituto de Meninos Cégos continha também os livros que haviam pertencido a José Alvares de Azevedo, um dos fundadores do estabelecimento, e que haviam sido oferecidos ao instituto por seu pai, Manuel Alvares de Azevedo. O acervo totalizava 55 volumes e 463 folhetos (ALMANAK, 1858). Também eram importadas tábuas de zinco para cálculo, alfabetos em pontos (Braille) e em caracteres romanos, mapas em relevo e máquinas de escrever (LEÃO, 2017).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O primeiro a assumir a direção do Imperial Instituto dos Meninos Cégos, em 1854, foi o médico [[SIGAUD,_JOSÉ_FRANCISCO_XAVIER|&amp;lt;u&amp;gt;José Francisco Xavier Sigaud&amp;lt;/u&amp;gt;]]. No &#039;&#039;Almanak Laemmert &#039;&#039;de 1855, aparece o anúncio da instituição:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Imperial Instituto dos Meninos Cegos. No morro da Saude, r. do Lasareto da Gambôa, onde residio o 1º barão do Rio Bonito, casa chamada dos Coqueiros.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; (Creado em virtude do Decreto de 12 de Setembro de 1854. Vide Supplemento, pag. 59).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; O Imperial Instituto dos Meninos Cegos tem por fim ministrar-lhes a instrucção primaria – a educação moral e religiosa – o ensino da musica ou de alguns ramos da indústria secundaria e o de officios fabris. Admittem-se os cegos de ambos os sexos da idade de sete até quinze anos.&amp;lt;br/&amp;gt; Director e Medico – Dr. José Francisco Sigaud.&amp;lt;br/&amp;gt; Capellão da casa – Conego Dr. Joaquim Caetano Fernandes Pinheiro.&amp;lt;br/&amp;gt; Professor de primeiras letras – Dr. Pedro José de Almeida.&amp;lt;br/&amp;gt; Professor de musica – J. J. Lodi (cego).&amp;lt;br/&amp;gt; Professora das meninas cegas – M.lle Adela Maria Luiza Sigaud (cega).&amp;lt;br/&amp;gt; Repetidor dos estudos – Carlos Henrique Soares (cego).&amp;lt;br/&amp;gt; Inspector da turma – José Baptista Pezan Junior.&amp;lt;br/&amp;gt; Porteiro da casa – Martinho Antonio da Rocha.&amp;lt;br/&amp;gt; Visita-se o Instituto às quintas feiras do meio dia em diante. Missa das 8 às 9 horas da manhã, nos domingos, dias santos e sabbados.” (&#039;&#039;ALMANAK&#039;&#039;, 1855).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Xavier Sigaud ficou à frente da direção do Imperial Instituto dos Meninos Cégos por apenas dois anos pois faleceu em 10 de novembro de 1856. Durante esse período estruturou os cursos no âmbito interno, deu relevo à alfabetização e ao ensino de algumas profissões compatíveis com a cegueira (RODRIGUES, 2005).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Imperial Instituto dos Meninos Cégos, um internato para alunos de ambos os sexos, de acordo com seu regulamento, era administrado por um diretor, um comissário, um capelão, um médico, e outros empregados. Em 1859, Miguel Calmon du Pin e Almeida, Marquês de Abrantes, foi o primeiro a ocupar o posto de comissário, tendo sido substituído, em 1866, pelo Visconde de Bom Retiro, Luiz Pedreira do Coutto Ferraz. Antonio Candido da Cunha Leitão assumiu como comissário de forma interina em várias ocasiões.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Claudio Luiz da Costa, médico parteiro e operador, assumiu a direção da instituição em 26 de outubro de 1856, e durante sua administração, reformou o regulamento da instituição, fundou as oficinas tipográfica e de encadernação, criou uma banda de música e organizou o curso em oito anos, assim constituído:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify; margin-left: 40px;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Parte moral e literária – leitura, escrita, catecismo, explicação do evangelho, gramática nacional, francês, aritmética, álgebra, geometria, princípios gerais de mecânica, física, química, história e geografia.&amp;lt;br/&amp;gt; Ensino profissional - música vocal e instrumental, harmonia, regras de contraponto e instrumentação, arte tipográfica, de encadernação, afinação de piano para os alunos e música e trabalhos de agulha para as meninas.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Tendo em vista a necessidade de livros em Braille para o ensino na instituição, o diretor Claudio Luiz da Costa determinou que fossem treinados cinco aprendizes cegos em uma oficina tipográfica e contratado um mestre em composição e impressão. Empenhou-se, igualmente na criação de uma oficina tipográfica na instituição. Inicialmente, foram aproveitados um cunhete de tipos especiais vindos de Paris ofertados à instituição pelo aluno Carlos Henrique Socares, os quais haviam sido enviados por seu irmão Nicoláo Henriques Soares, proprietário de uma tipografia. Além disso, encomendou tipos especiais ao fundidor de tipos Bouchaud, em Paris, mas a remessa que finalmente foi encaminhada ao Brasil foi de tipos considerados emprestáveis. Ao final, as matrizes foram buriladas em cobre na Casa da Moeda, no Rio de Janeiro, pelo “oficial da abrição” Fidellis Ferreira Paradella (COSTA, 1868, p.5-6).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 14 de agosto de 1857 foi então instalada a oficina tipográfica do Imperial Instituto dos Meninos Cégos, com tipos Braille importados da França, aos quais foram acrescentados os 500 tipos metálicos doados por Carlos Henrique Soares, aluno e repetidor na instituição. A obra “História Cronológica do Imperial Instituto dos Meninos Cegos”, publicada em 1863 em três volumes, um relatório dos primeiros anos da instituição na gestão de Claudio Luiz da Costa, foi a primeira a ser publicada naquela oficina. Em 1865 a oficina tipográfica publicou a “Constituição Política do Império do Brazil”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Os livros utilizados no ensino na instituição eram, em grande parte, transcritos em Braile, de forma manual por meio de punção (instrumento manual composto por duas partes: cabeça e ponta) e por meio de reglete. A reglete era um objeto constituído “por uma prancha em forma retangular e por uma espécie de régua vazada”, onde se ajustava o papel especial na prancha, e era processada a escrita, da direita para a esquerda. O papel era perfurado com um instrumento, denominado punção e, depois o papel era retirado da reglete para que fosse feita a leitura de forma convencional (RODRIGUES, 2015, p.140).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Posteriormente foi criada, também, uma oficina de encadernação, na qual foi mestre de encadernação João Pinheiro de Carvalho, que havia estudado no Institut Royale des Jeunes Aveugles, na França, e que também era repetidor de primeiras letras na instituição (CERQUEIRA, 2014).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1857 o quadro de professores e instrutores da instituição era assim constituído:&amp;lt;br/&amp;gt; Professor de Primeiras letras – Pedro José de Almeida.&amp;lt;br/&amp;gt; Professor de Música vocal e instrumental – Adolpho Maersch.&amp;lt;br/&amp;gt; Mestre da Oficina Tipográfica – Manoel Ferreira das Neves.&amp;lt;br/&amp;gt; Professora de Primeiras Letras, aritmética, gramática e música das educandas – Adèle Marie Louise Sigaud.&amp;lt;br/&amp;gt; Repetidor dos alunos – Carlos Henrique Soares.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Os professores e demais empregados do Imperial Instituto dos Meninos Cégos eram pagos anualmente com recursos do Tesouro Público Nacional e nomeados por meio de decretos imperiais.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;De acordo com o Relatório do Ministério do Império, para 1857, a instituição tinha 18 alunos (12 meninos e 6 meninas), em sua maioria vindos do município da Corte e da província do Rio de Janeiro, e, com exceção de uma menina, os demais eram alunos gratuitos. O quadro de matérias lecionadas mantinha-se o mesmo de 1856, e os alunos demonstravam bom aproveitamento. Este Relatório mencionava, ainda, que o acervo da biblioteca da instituição foi acrescido de 116 volumes impressos em pontos vindos da instituição congênere em Paris, e de 33 impressos em tipos ordinários, que tratavam das matérias de ensino (OLINDA, 1858).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Durante a gestão de Claudio Luiz da Costa houve um crescimento no ingresso de estudantes na instituição, totalizando, em 1860, 26 (8 meninas e 18 meninos), foi reformado o regulamento, fundada as oficinas tipográfica e de encadernação, e criada uma banda de música (REFICIO, 2019). &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1866, segundo o Officio do Commissario do Governo, Luiz Pedreira do Coutto Ferraz, era excelente a educação dos alunos, seu aproveitamento nas disciplinas, e os resultados dos exames realizados na instituição. Entretanto, o Comissário Ferraz destacou que era importante a adoção de algumas medidas, como a criação de uma aula especial de música vocal e a dotação regular de diversos instrumentos, pois “o aperfeiçoamento na musica vocal e instrumental é um grande meio, e o menos dispendioso de irem-se, desde já, habilitando os alunos para um futuro mais próximo, que os ponha a coberto da indigência, livrando os que não possuem recursos próprios de subsistência da triste necessidade de esmolarem o pão da caridade publica, necessidade que lhes será muito mais dolorosa, depois da desvelada educação moral e litteraria, com que os tem beneficiado o Governo” (FERRAZ, 1866, p.2).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Luiz Pedreira do Coutto Ferraz demonstrou, igualmente, sua preocupação com o futuro dos meninos e meninas cegas, pois muitos embora já tivessem concluído o prazo de residência na instituição, definido no Regulamento Provisório, lá permaneciam pela benevolência do Governo. Reiterava, ainda, sua visão de que a habilitação na música era meio mais eficaz para atender o estabelecido pelo Regulamento Provisório, de 1854.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;De acordo com o Relatório do diretor Claudio Luiz da Costa, referente ao ano de 1867, após a mudança para um prédio na Praça da Aclamação nº 17 (atual Campo de Santana), no centro da cidade, teria aumentado o nº de visitas à instituição, o que comprovava o crescimento da simpatia da população com o Imperial Instituto dos Meninos Cégos. Afirmou, ainda, que embora a salubridade do Campo de Aclamação fosse inferior àquela apresentada no Lazareto da Gamboa, seu sítio anterior, a nova casa tinha ótimas condições higiênicas, se comparadas com a do lazareto. Desta forma, com a mudança, havia diminuído a incidência de enfermidades entre os alunos e empregados. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em relação ao desempenho dos estudos secundários na instituição, Claudio Luiz da Costa afirmou que várias matérias, como língua francesa, geografia, história, aritmética e álgebra, haviam apresentado um aperfeiçoamento. Por outro lado, a disciplina de geometria tinha permanecido estacionada, e não havia se conseguido, ainda, estender a instrução a generalidades sobre botânica, história natural, mineralogia, anatomia, fisiologia, ótica e acústica, por falta de compêndios e tempo para os apostilhar. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Neste Relatório, de 1867, o diretor Claudio Luiz da Costa ainda relatou que a instituição possuía duas oficinas, a tipográfica com sete alunos e um contramestre, e a de encadernar. Ressaltou que na oficina tipográfica estava sendo concluída a impressão do 4º volume da história cronológica do Imperial Instituto dos Meninos Cégos, e do volume referente ao ano de 1862. A oficina também havia iniciado a impressão de uma gramática francesa seleta, extraída das melhores gramáticas, e coordenada por uma professora da instituição.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A oficina de encadernar, que funcionava com cinco alunos, segundo o diretor Claudio Luiz da Costa, tinha alcançado bons resultados e melhoramentos em 1867, apresentando pouca diferença em relação à encadernação realizada na Europa. Em relação aos trabalhos das alunas, estes eram fundamentalmente a costura a mão, a fabricação de meias e de diversos objetos de lã, rendas de agulhas, obras de crochet, e enfeites com vidrilhos, canotilhos e fitas (COSTA, 1868).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O diretor Claudio Luiz da Costa, no relatório apresentado sobre as atividades de 1868, apresentou o quadro de alunos no Imperial Instituto dos Meninos Cégos:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Existião a 11 de março de 1868: Açumnos ...................................................................... 27&amp;lt;br/&amp;gt; Achava-se então ausente, pelo que não foi contado ...........................................................1&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; Total ...........................................................28&amp;lt;br/&amp;gt; Sahiu no principio deste anno o dito alumno........................................................................1&amp;lt;br/&amp;gt; Fallecerão no decurso deste anno .......................................................................................2&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ......................................3&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;Ficarão ......................25&amp;lt;br/&amp;gt; Matriculou-se.........................................................................................................................1&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; 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&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;quot; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;quot; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;quot; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;de Santa Catharina ..........................................................................4&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;quot; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;quot; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;quot; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;da Bahia ..........................................................................................2&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;quot; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;quot; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;quot; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;de Minas...........................................................................................1 &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;quot; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;quot; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;quot; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;do Espirito Santo..............................................................................1&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;quot; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;quot; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;quot; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;de S. Pedro do Rio de Grande do Sul .............................................1&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;quot; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;quot; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;quot; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;das Alagôas......................................................................................1&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;quot; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;quot; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;quot; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;do Ceará ..........................................................................................1&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;quot; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;quot; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;quot; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;do Piauhy..........................................................................................1&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;quot; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; a Montevideo, sendo porém brasileiro................................................................1&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;.................................26”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; (COSTA, 1869, p.2) &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp;Em relação ao estado da instrução professada na instituição, Claudio Luiz da Costa comparou-o ao ensino na instituição francesa, o Institut Royale des Jeunes Aveugles:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Comparado o estado da instrucção no Instituto de França, o mais antigo da Europa, contando quase um século d´existencia, com o do Brazil, que apenas tem 14 annos, acha-se que neste, sendo as matérias as mesmas, são estudadas e compreendidas em todos os seus complementos. Naquelle empregão-se s fugitivas lições oraes, por cujo motivo seus compêndios limitão-se a theses que carecem de desenvolvimento verbal; n´este os alunos, ainda que com grande trabalho e consumo de tempo, escrevem os convenientes compêndios em que estudão regularmente. Mas estes compêndios manuscriptos se conservão legíveis apenas por dois anos; quando se apagão, é indispensável renoval-os; (....). Quando se conseguir que haja todos os compêndios impressos, este ponderoso obstáculo desapparecerá n´este Instituto. O ensino d´arithmetica n´aquelle não passa de decimaes; todas as mais operações são indicadas verbalmente, porém não praticadas; emquanto n´este as teorias arithmeticas são demonstradas pela pratica. (.....). No Instituto de França apenas se ensina a língua vernácula, e nem d´ella ainda possuem um dicionário. No do Brazil aprende-se a língua nacional e a franceza, posto que nem da própria nem da estrangeira haja diccionarios. N´esta comparação não irrogo a menor censura ao Instituto de Pariz, a que este deve a sua paternidade e todo o reconhecimento, por havel-o sempre ajudado. Apenas indico que na pratica do systema de ensino para a instrucção secundaria neste Instituto há as diferenças apontadas, que, tornando-a embora mais trabalhosa, tem vantagens inquestionáveis.” &amp;amp;nbsp;(COSTA, 1869, p.4)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Após o falecimento de Claudio Luiz da Costa, Benjamin Constant Botelho de Magalhães, professor da cadeira de matemática e de ciências naturais da instituição desde 13 de agosto de 1862, foi nomeado, por meio da portaria de 28 de maio de 1869, diretor interino do Imperial Instituto dos Meninos Cégos. Benjamin Constant Botelho de Magalhães, que era casado com Maria Joaquina da Costa, filha de Claudio Luiz da Costa, assumiu efetivamente a direção da instituição em 7 de julho de 1869.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em seu relatório, apresentado em 22 de março de 1871, Benjamin Constant Botelho de Magalhães propôs a criação, na instituição, de uma classe de alunos, denominados como aspirantes ao magistério, destinada a formar um núcleo de professores, de forma a preencher as vagas que surgissem no corpo de professores. A classe de aspirantes ao magistério seria constituída por alunos que tivessem concluído o curso de estudos no Imperial Instituto dos Meninos Cégos, e que tivessem se destacado em uma ou mais matérias do curso, e apresentassem um comportamento irrepreensível. Tal proposta estaria em acordo com o que ocorria em institutos de cegos em países europeus e nos Estados Unidos, onde os professores, repetidos e mestres de oficina erma todos cegos. Entendia que tal medida concorria para o progresso da instrução (MAGALHÃES, 1871, p.8). A criação desta classe de alunos, a de aspirantes ao magistério, vai se efetivar somente por meio do novo regulamento da instituição, promulgado em 17 de maio de 1890, definindo-a como a classe de alunos que haviam se distinguido por sua inteligência, comportamento, aplicação e aproveitamento.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Destacou a importância do ensino profissional dos alunos, afirmando que era fundamental o desenvolvimento e melhor organização das oficinas, tipográfica e de encadernação. Estas, encontrando-se devidamente organizadas, poderiam imprimir e encadernar os livros do instituto e possibilitar uma renda para o estabelecimento.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ainda neste relatório Benjamin Constant Botelho de Magalhães reiterou, em vários trechos, a ideia da importância da instrução, como um direito público absoluto para todos:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Que importa que o pretendente á instrucção tenha mortos os olhos do corpo, paralysados os órgãos da voz ou do ouvido, ou qualquer outro defeito physico, si nenhuma afcção mental o impedir de receber o alimento intelectual garantido pela Constituição do Imperio a todos os Brazileiros? A instrucção é sem duvida alguma a principal base da felicidade para o homem, qualquer que seja a sua condição: é portanto uma necessidade geral do povo, e como tal deve merecer toda a atenção e solicitude do Estado. Por que razão hão de os cegos ficar privados dos imensos benefícios da instrucção que se distribúe aos que têem vista?” (MAGALHÃES, 1871, p.28)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Embora a instrução intelectual e profissional realizada no Imperial Instituto dos Meninos Cégos, apresentasse um desenvolvimento importante, Benjamin Constant Botelho de Magalhães comentou, ainda que a instituição, para o pleno desenvolvimento de seu ensino, ainda carecia de materiais indispensáveis, como o livro de pontos salientes para o estudo das noções de história natural, instrumentos e coleções para o ensino da física, e as figuras em relevo para o ensino da geometria elementar (MAGALHÃES, 1871). &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Na publicação sobre a participação do Brasil na Exposição Universal de 1873, em Viena (Áustria), foi relatado que teria sido apresentado na Câmara dos Deputados um projeto, pelas comissões de instrução pública e fazenda, que propunha permitir um número ilimitado para o ingresso de alunos em estabelecimentos públicos como o Imperial Instituto dos Meninos Cégos, ampliar o ensino de música, aumentar as oficinas, fundar um patrimônio (2.000:000$000), e criar institutos filiais nas províncias do Maranhão, Pernambuco, Bahia, Minas Gerais e São Pedro do Rio Grande do Sul (O IMPERIO, 1873).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 4 de maio de 1874, Benjamin Constant Botelho de Magalhães propôs um plano de loterias para subsidiar os gastos com os cegos, por meio da criação da Associação Protectora dos Cégos Desvalidos, com o objetivo de “fornecer ao mesmo Governo os fundos pecuniários precisos para ampliar á classe inteira dos infelizes cegos brazileiros, cujo numero sobe a mais de 10.000, os benefícios da instrucção e educação e paternal proteção que este Instituto em acanhadíssimas proporções fornece somente a 30 daquelles infelizes” (MAGALHÃES, 1874, p.13). &amp;amp;nbsp;Entretanto, segundo Gabriel Bertozzi de Oliveira e Sousa Leão (2017), tal proposta não se concretizou. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O diretor Benjamin Constant Botelho de Magalhães apresentou, em seu Relatório apresentado em 19 de abril de 1875, algumas considerações sobre a necessidade de reforma do regulamento do Imperial Instituto dos Meninos Cégos, que havia sido promulgado em 1854. Segundo o diretor, este regulamento, que havia sido criado para aquela instituição então nascente, “tinha contra si a incredulidade publica sobre as vantagens e utilidade; e esta incredulidade fundava-se principalmente na falsa crença da inaptidão dos cegos para a instrucção litteraria e profissional” (MAGALHÃES, 1875, p.3).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em seu Relatório, de 24 de abril de 1877, de Benjamin Constant Botelho de Magalhães apresentou o seguinte quadro de matérias:&amp;lt;br/&amp;gt; 1º ano: Ler e escrever segundo o sistema de braile, escrita em caracteres ordinários com a máquina de Foucauld; noções elementares de aritmética (conhecimentos dos algarismos ordinários e em pontos, tabuadas, numeração e as duas primeiras operações sobre os números inteiros); história sagrada desde a criação do mundo até o cativeiro de babilônia.&amp;lt;br/&amp;gt; 2º ano: repetição das matérias do primeiro ano; as quatro operações fundamentais da aritmética. História sagrada até os Macabeus; gramática portuguesa (primeiras noções).&amp;lt;br/&amp;gt; 3º ano: repetição das matérias dos dois primeiros; aritmética teórica e prática das quatro operações sobre as frações ordinárias e decimais; noções do dogma católico; gramática (conjugação dos verbos regulares e irregulares).&amp;lt;br/&amp;gt; 4º ano: repetição das matérias do terceiro; aritmética (teoria e prática das operações sobre os números complexos, e das raízes quadradas e cúbicas); religião (noções desenvolvidas do dogma); gramática portuguesa (definição das partes da oração e análise gramatical); língua francesa (ler e escrever e princípios de gramática).&amp;lt;br/&amp;gt; 5º ano: repetição das matérias doa anos anteriores; dogma e doutrina do Evangelho; aritmética (teoria das proporções e equidiferença e suas aplicações às questões da regra de três, de companhia, juros e descontos, etc.); gramática; análise lógica e gramatical; língua francesa (conjugação dos verbos regulares e irregulares e princípios de tradução do francês para o português); geografia física.&amp;lt;br/&amp;gt; 6º ano: toda a história sagrada; todo &amp;amp;nbsp;dogma; doutrinas do Evangelho; geografia física e política (o que se puder dar, e noções de cosmografia); aritmética (teoria das progressões por diferenças e por quocientes, e dos logaritmos); toda a gramática francesa; toda a gramática portuguesa; língua inglesa (leitura e escrita, e princípios de gramática); álgebra (noções preliminares e quatro operações).&amp;lt;br/&amp;gt; 7º ano: recordação das matérias do sexto ano; história antiga, média, moderna e do Brasil; geografia física e política toda; cosmografia (tudo quanto lhe diz respeito); língua francesa (exercícios de tradução em prosa e verso do francês para o português e vice-versa); língua inglesa (toda a gramática, tradução de prosa do inglês para o português); álgebra (equações e problemas do 1º grau a uma e mais incógnitas, métodos de eliminação, discussão desses métodos, diversas espécies de soluções e suas interpretações, teoria das quantidades negativas); geometria (a primeira parte até a teoria dos polígonos e do círculo); física até hidrostática inclusive, pelo compêndio Ganot; química (noções preliminares).&amp;lt;br/&amp;gt; 8º ano: repetição das matérias do 7º e o resto do estudo da álgebra, da geometria e da física; nomenclatura química (preparações dos principais corpos simples, metaloides, caracteres gerais das bases, ácidos, sais); história natural.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O ensino profissional compreendia, então, música, artes tipográficas, de encadernação e de afinação de pianos, para os alunos, e música e trabalhos de agulha para as alunas.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em um projeto de reorganização do Imperial Instituto dos Meninos Cégos, apresentado em 26 de julho de 1873, e assinado por Francisco Leopoldino de Gusmão Lobo, Manoel Arthur de Holanda Cavalcanti, João Capistrano Bandeira de Mello, e Ignacio Joaquim de Souza Leão, constavam a mudança do edifício da instituição, o crescimento do número de alunos, a criação de novas oficina, a criação de instituições congêneres em todo o Império, e de casas de trabalho e asilos para os idosos e “inválidos” (LEÃO; SOFIATO, 2019, p.295-296).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O diretor Benjamin Constant Botelho de Magalhães retomou, de forma reiterada em seus relatórios subsequentes, este projeto de reorganização da instituição, cuja proposta já havia sido aprovada pela Câmara dos Deputados, mas encontrava-se ainda sob a pendência da decisão do Senado. Em seu relatório apresentado em 9 de novembro de 1878, Benjamin Constant Botelho de Magalhães afirmou que:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Esta reforma, repetirei ainda, satisfaz effectivamente as mais importantes necessidades da instituição, ampliando e consolidando as bases fundamentaes de sua existência e de seu progresso: eleva convenientemente o numero dos alunos; dá à instrucção theorica e profissional o necessário desenvolvimento, permitindo reorganizar em melhor pé as uteis oficinas existentes e crear muitas outas d´entre as que já estão reconhecidas como muito uteis aos cegos, desenvolvendo, aperfeiçoando e completando o utilíssimo ensino da musica vocal e instrumental; faculta a fundação de Institutos provinciaes nas capitães das principaes províncias do Imperio, e de asylos e casas de trabalho para os cegos; melhora a sorte por demais precária dos seus dignos professores, repetidores e mais empregados; e realiza muitos outros melhoramentos importantes e de há muito urgentemente reclamados; &amp;amp;nbsp;satisfaz, além disso, a uma outra condição de subido valor: permitte que dentro de poucos anos esteja o Estado completamente exonerado de toda e qualquer despeza com o actual Instituto e com os diversos Institutos provinciaes, asylos, casa de trabalho, etc. que venham a crear-se” (MAGALHÃES, 1878, p.5).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ainda neste relatório, Benjamin Constant Botelho de Magalhães reproduziu artigos do referido projeto, que tratava do Imperial Instituto dos Meninos Cégos e do Instituto Nacional de Surdos Mudos. Destacou que o Senado havia aprovado apenas o art. 2º, que definia a criação, para cada um dos institutos, de um patrimônio na importância dois mil contos de réis em apólices da dívida pública, mas que os demais artigos não tinham sido discutidos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;E de fato foi criado, por meio do decreto nº 2.771, de 29 de setembro de 1877, um patrimônio (2.000:000$000 réis) para a instituição, constituído em apólices da dívida pública. E o decreto nº 6.760, de 1º de dezembro desse ano, criou conselhos não remunerados para a administração do patrimônio do Imperial Instituto dos Meninos Cégos, e do [[INSTITUTO_DOS_SURDOS-MUDOS|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto dos Surdos-Mudos&amp;lt;/u&amp;gt;]], composto por três membros a serem nomeados pelo Ministro do Império.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Benjamin Constant Botelho de Magalhães, ainda no relatório apresentado em 1878, destacou a necessidade de se aperfeiçoar o ensino profissional no Imperial Instituto dos Meninos Cégos, por meio da reorganização das oficinas existentes e da criação de novas, e de se ampliar as oportunidades para instrução dos cegos. Neste sentido, ressaltou que no país havia, segundo o recenseamento da população, 12.000 cegos no país, e que para esta “imensa população existe apenas em todo o Imperio um só estabelecimento destinado á sua instrucção e educação e esse mesmo de proporções muito acanhadas, timidamente fundado como um pequeno e incompleto ensaio, como tal mantido há 24 annos, &amp;amp;nbsp;e no qual somente 30 desses 12.000 cégos podem receber os benefícios da instrucção” (MAGALHÃES, 1878, p. 20).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O diretor do Imperial Instituto dos Meninos Cégos, Benjamin Constant Botelho de Magalhães, registrou, ainda, que na época de seu Relatório, apresentado em 9 de novembro de 1878, havia na instituição 52 matriculados.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;De acordo com Manuel Duarte Moreira de Azevedo, autor de “O Rio de Janeiro, sua história, monumentos, homens notaveis, usos e curiosidades”, o quadro de professores da instituição em 1877 era assim constituído:&amp;lt;br/&amp;gt; Bernardo Lyra da Silva – professor de religião.&amp;lt;br/&amp;gt; Pedro José de Almeida – professor de instrução primária, de história e geografia.&amp;lt;br/&amp;gt; Guilherme Lourenço Schulze – professor de piano e canto dos alunos.&amp;lt;br/&amp;gt; Raphael Coelho Machado –professor de música instrumental e de harmonium.&amp;lt;br/&amp;gt; Maria Benedicta da Costa Guimarães – professora de francês.&amp;lt;br/&amp;gt; Adèle Marie Louise Sigaud – professora de piano.&amp;lt;br/&amp;gt; Rosa Albertina de Mello Figueiredo – mestre de trabalhos de agulha.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Embora a língua inglesa não constasse do currículo vigente, esta disciplina vinha sendo ensinada, gratuitamente, por Antonio Carlos de Oliveira Guimarães, então professor interno de matemáticas e ciências naturais.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Havia, também, os repetidores das disciplinas: Antonio Lisboa Fagundes da Silva (repetidor de aritmética e álgebra, revisor da oficina tipográfica); João Pinheiro de Carvalho (repetidor de francês e da segunda classe de música, mestre da oficina de encadernação); José Pinto de Cerqueira (repetidor de harmonia e contraponto); Possidonio de Mattos (repetidor de instrução primária, mestre da oficina tipográfica); Leopoldina Maria da Conceição (coadjuvante dos trabalhos de agulha). Ainda segundo Moreira de Azevedo (1877), vários dos professores e repetidores do Imperial Instituto dos Meninos Cégos haviam sido alunos do próprio instituto, como Adèle Marie Louise Sigaud, Leopoldina Maria da Conceição, João Brasil Madeira (mestre de afinação de piano), e Possidonio de Mattos entre outros.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No Relatório do Imperial Instituto dos Meninos Cégos, apresentado em 14 de abril de 1880, o diretor Benjamin Constant Botelho de Magalhães enumerou as medidas que considerava como necessárias para melhorar as condições da instituição: autorizar a elevação do nº de alunos internos para 50; promover os meios para melhoria das oficinas tipográfica e de encadernação; criação de aulas especiais de solfejo, de canto e de certos instrumentos de corda; fundação de um curso de ginástica elementar para cegos; melhoria na remuneração do diretor, de professores, de repetidores, do porteiro; e a nomeação de um copista ou ditante. E se referiu à biblioteca da instituição, destacando que até então esta contava com 207 volumes, sendo dois impressos em caracteres ordinários, 155 de diversas matérias de ensino, manuscritos pelos alunos, e 50 volumes no sistema Braille, impressos e encadernados nas oficinas da instituição.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Benjamin Constant Botelho de Magalhães foi professor de aritmética e diretor interino, entre abril de 1881 e outubro de 1883, da Escola Normal da Corte, e, também professor da Escola Militar da Corte e da Escola Polytechnica, que funcionava então no Largo de São Francisco de Paula no centro do Rio de Janeiro. Acumulou estas funções com a de diretor do Imperial Instituto dos Meninos Cégos, até 15 de novembro de 1889, quando assumiu o Ministério da Guerra. Para sucedê-lo na direção do então denominado Instituto dos Meninos Cégos, foi designado Joaquim Mariano de Macedo Soares.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1890 foi constituída, com o apoio de Benjamin Constant Botelho de Magalhães, então Ministro da Instrução Pública, Correios e Telégrafos, uma comissão científica composta pelos professores cegos Augusto José Ribeiro e João Pinheiro de Carvalho, e por Fernando Ferreira Lemos, funcionário da instituição, para visitar instituições de cegos na Europa, conhecer os avanços técnicos e pedagógicos e adquirir material e equipamentos (INSTITUTO, 2007).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pelo decreto nº 708, de 2 de setembro de 1890, foi criada, no então denominado Instituto Nacional dos Cégos, a cadeira de violoncelo e contrabaixo, separada da de instrumentos de cordas.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi aprovado um novo regulamento para o Instituto Nacional dos Cegos por meio do decreto nº 408, de 17 de maio de 1890, assinado pelo General de Brigada Benjamin Constant Botelho de Magalhães, então Ministro e Secretário de Estado dos Negócios da Instrução Pública, Correios e Telégrafos, segundo o qual a instituição tinha como objetivo fornecer aos alunos e alunas cegas a instrução primária, a educação física, moral e cívica, a instrução secundária, o ensino da música vocal e instrumental, o ensino do maior número de artes, industrias e ofícios fabris, oficinas e casa de trabalho e todo “auxílio e proteção de que que careçam para facilitar-lhes os meios de dar livre expansão às suas diversas aptidões physicas, moraes e intellectuaes, e a todas as suas legitimas aspirações em proveito seu, de suas famílias e da pátria” (REGULAMENTO, 1890, p.1021).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Por este novo regulamento, a instrução teórica e prática-profissional realizada no Instituto seria dividida em dois cursos principais, um de instrução literária e um de instrução prática-profissional. O de instrução literária será de oito anos, subdividido em dois, primário, feito em três anos, e secundário, em cinco anos. O curso primário compreenderá as seguintes matérias: conhecimento do alfabeto, sinais de pontuação e dos algarismos, no sistema de pontos (método de Luiz Braille); conhecimento dos algarismos ordinários em tipos maiores; ler e escrever no sistema de pontos e em caracteres ordinários; aritmética prática até frações decimais e sistema métrico; noções elementares da gramática portuguesa; lições de coisas limitadas ao conhecimento dos objetos mais triviais do uso doméstico; e noções de história natural. E o secundário as disciplinas: línguas portuguesa e francesa; noções de história geral e especialmente do Brasil; geografia física e política; aritmética teórica e pratica com todo o desenvolvimento; álgebra até equações do 2º grau; geometria elementar plana e no espaço; noções de trigonometria; noções de cosmografia e de mecânica prática, aplicada ás máquinas, aparelhos, e instrumentos usados nas diversas ciências, artes, ofícios e industrias de que possam utilizar os cegos; ciências físicas; história natural; instrução moral e cívica e elementos de pedagogia.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O curso prático profissional seria distribuído ao longo dos oito anos do curso literário, e compreenderia as seguintes matérias: estudo completo de música vocal e instrumental, inclusive o estudo de órgão e harmonio; arte tipográfica no sistema de pontos e no sistema ordinário; arte de encadernação; todos os trabalhos de agulha; ginástica apropriada aos cegos de ambos os sexos. O estudo da música seria obrigatório para todos os alunos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O pessoal do magistério seria nomeado pelo Governo e composto por professores, de cada matéria, repetidores, ditantes-copistas, mestres e contramestres das oficinas. Os repetidores deveriam assistir às aulas dos professores das cadeiras, às quais estavam vinculados, repetir para os alunos as lições proferidas no dia anterior, auxiliar os alunos no estudo das lições, e substituir os respectivos professores em caso de impedimentos. Este regulamento, de 1890, incluiu em seu pessoal o denominado ditante-copista, para ser ocupado por um profissional, com status de professor, cujas atribuições seriam:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“1. Dictar aos alumnos, repetidores e aspirantes ao magisterio designados pelo director, para que estes escrevam no systema de Luiz Braille, as obras impressas ou manuscriptas em caracteres ordinários que forem destinadas à biblioteca especial do Instituto;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; 2. Copiar e fazer copiar pelos alunos, repetidores e aspirantes no referido systema especial, um ou mais exemplares de cada uma das obras destinadas às aulas dos cursos litterario e de musica do Instituto, que tenham de ser impressas na typographia do referido estabelecimento, para uso dos alunos e dos professores cegos;&amp;lt;br/&amp;gt; 3. Corrigir todos os erros cometidos pelos alunos nos manuscritos em pontos salientes relativos àsobras que tiver dictado e feito escrever por esses alunos em sua aula;&amp;lt;br/&amp;gt; 4. Auxiliar, como revisor, todos, todos os trabalhos da typographia, sempre que lhe for determinado pelo diretor;&amp;lt;br/&amp;gt; 5. Fazer aos alunos e aspirantes a leitura de jornaes, revistas e de quaisquer outras publicações que lhe forem recomendadas pelo diretor”. (BRASIL, 1890, p.1034).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pelo decreto nº 408, o número de alunos contribuintes seria ilimitado e o dos gratuitos teria como parâmetro os recursos do orçamento da instituição. Este regulamento estabeleceu, ainda, a criação da classe de aspirantes ao magistério, que seriam aqueles alunos que haviam se destacado por seu comportamento, aplicação e aprovação plena em todas as matérias do curso literário e do curso prático profissional, e demonstrarem aptidão para o professorado. Estes alunos poderiam continuar na instituição como classe dos aspirantes ao magistério, e teriam como atribuições prestar os serviços como coadjuvantes no curso literário, no curso profissional, na aula do ditante-copista e nas salas de estudo, participar dos trabalhos ordinários e extraordinários da banda de música e da orquestra da instituição, e substituir os repetidores em casos de faltas ou impedimentos. Os aspirantes ao magistério estariam submetidos ao regulamento da instituição, e teriam direito à casa, à alimentação, a vestuário, a calçado, a tratamento médico, e a uma gratificação mensal em decorrência de seu comportamento e assiduidade nos trabalhos. Estes aspirantes seriam divididos em três classes, a primeira constituída por aqueles que tivessem vocação par o ensino da música ou outro ramo do ensino prático-profissional, a segunda por aqueles com aptidão para o ensino das línguas, e a terceira classe seria composta por aqueles que tivessem aptidão para o ensino das ciências (BRASIL, 1890). &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;De acordo com o Relatório de João Barbalho Uchôa Cavalcanti, Ministro de Estado dos Negócios da Instrução Publica, Correios e Telégrafos, para 1890-1891, o ensino na instituição era professado por nove professores do curso de ciências e letras, oito professores do curso de música, oito repetidores, sendo cinco do curso de ciências e letras, e três do curso de música, e um de ginástica. Neste período, havia na instituição um total de 46 alunos, sendo 28 do sexo masculino e 18 do feminino, e em sua maioria oriundos do Rio de Janeiro (RELATORIO, 1891). &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1891, por meio do decreto nº1.294, de 17 de janeiro, foram criadas as cadeiras de geografia universal, e corografia do Brasil, separando-a da cadeira de história que passaria a ser história universal; e do curso primário, incluindo todas as matérias de ensino primário.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O decreto nº 1.210, de 13 de janeiro de 1893, estendeu, aos professores dos Institutos Benjamin Constant e dos Surdos-Mudos, as vantagens antes concedidas ao pessoal docente do Gymnasio Nacional (decreto nº 1.194, 28/12/1892), referentes à concessão de uma gratificação adicional. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No Relatório de Antonio Gonçalves Ferreira, Ministro da Justiça e Negócios Interiores, apresentado em 1896, destacou-se que, buscando aumentar o número de matriculados no Instituto Benjamin Constant, teria encaminhado em 1º de outubro “aos governadores e presidentes dos Estados da União aviso circular convidando-os a promover a vinda dos menores cegos existentes nos respectivos Estados, e o actual diretor, além de varias publicações feitas nos jornaes desta Capital, em que encarecia os benefícios dessa instituição, enviou, com o meu assentimento, alguns alunos e um professor cego a vários Estados, com o fim de em pessoa fazerem a propaganda naquele sentido” (RELATORIO, 1896, p.225-226).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No &#039;&#039;Almanak Laemmert&#039;&#039;, de 1899, foi informado que a instituição recebia alunos gratuitos de 6 a 12 anos, que fossem completamente cegos e que apresentassem robustez e estivessem vacinados, e fornecia vestuário, calçado, alimentação, assistência médica, medicamentos, e instrução literária, científica e profissional (INSTITUTO, 1899).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;De acordo com o Relatório do Ministério da Justiça e Negócios Interiores, publicado em março de 1900, o Instituto Benjamin Constant, que tinha então 49 alunos e 37 alunas, apresentava um certo progresso no ensino profissional. Destacou que a oficina de tipografia havia imprimido o 1º volume da história moderna do bacharel Alfredo Moreira Pinto, com uma tiragem de 105 exemplares, o 1º volume da aritmética do professor João José Luiz Vianna, e o 1º volume da gramática francesa do professor da Antonio Lisboa Fagundes da Silva. Na oficina de encadernação, haviam sido preparados 295 volumes de diversas obras, escritas em Braille, e na oficina de cartonagem tinham sido preparadas 5.976 caixinhas para drogaria, 672 caixas para sapatos, 18 caixas para chapéus e duas cômodas-fantasia. A oficina de vassouras, escovas e espanadores havia produzido 910 vassouras, 145 escovas, 30 espanadores e 10 vasculhadores de palha, e a oficina de empalhação preparado e consertado cadeiras da instituição.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Um novo regulamento para o Instituto Benjamin Constant foi aprovado por meio do decreto nº 3.901, de 12 de janeiro de 1901, segundo o qual a instituição teria como fim ministrar nos cegos a &amp;amp;nbsp;instrução primária, a instrução secundária, o ensino da música vocal e instrumental, e o “ensino do maior numero possivel de artes, industrias e officios fabris que estejam ao seu alcance e lhes sejam de reconhecida utilidade” (BRASIL, 1901). O ensino continuou dividido em dois cursos, o literário realizado em sete anos e composto pelo ensino primário e o secundário, e o profissional, desenvolvido ao longo dos sete anos do curso literário. Desta forma a formação total era realizada ao longo de sete anos, ou seja, um ano a menos do que no disposto no regulamento anterior, de 1890. Neste regulamento, de 1901, o pessoal responsável pelo ensino ainda era constituído por professores, repetidores, ditantes-copistas, mestres e contramestres das oficinas.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1901, quando a instituição comemorava seu 47º aniversário, a instituição importou sua primeira máquina de estereotipia braille, a &#039;&#039;StereotypeMaker&#039;&#039;, fabricada nos E.U.A., buscando substituir o antigo processo tipográfico (INSTITUTO, 2007).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi editada pela Imprensa Nacional, em maio de 1902, a monografia “Os Cegos no Brasil”, de João Brazil Silvado, então diretor do Instituto Benjamin Constant.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A Lei nº 957, de 30 de dezembro de 1902, que fixou a despesa geral do país para 1903, em seu art. 7º, revogou o regulamento de 12 de janeiro de 1901 e restabeleceu o estabelecido pelo decreto nº408, de 17 de maio de 1890, quanto ao quadro de professores de piano e canto na instituição. Desta forma, restabeleceu que haveria um professor ou professora de piano para ambos os sexos e um professor ou professora de canto e canto-coral para ambos os sexos.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O decreto nº 4.770, de 9 de fevereiro de 1903, que providenciou a execução do art.7º da Lei nº957, estabeleceu a estrutura de pessoal e respectiva tabela de vencimentos do então Instituto Benjamin Constant. Segundo este decreto, o quadro de professores seria assim constituído: 1 professor do curso primário; 1 professor de português; 1 professor de francês; 1 professor de história universal e especialmente do Brasil; 1 professor de ciências físicas, história natural, geometria, mecânica e cosmografia; 1 professor de aritmética e álgebra; 1 professor do instrução moral e cívica; 1 professor de geografia universal e especialmente do Brasil; 1 professor de música teórica; 1 professor de 2º classe de música teórica; 1 professor de instrumentos de sopro e percussão; 1 professor de instrumentos de corda; 1 professor de órgão e harmonia; 1 professor de canto e canto coral para ambos os sexos; 1 professor de piano para ambos os sexos; 5 repetidores do curso de ciências e letras; e 3 repetidores do curso de música.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Para as demais atividades para a educação dos alunos, haveria, ainda: 1 ditante copista; 1 mestra de trabalhos de agulha; 1 mestre de ginástica; 1 mestre da oficina tipográfica; 1 mestre de oficina de encadernação; 1 mestre de afinação e afinador de piano, órgão e harmonia; 1 auxiliar de escrita; 1 mestre de oficina de cartonagem; 1 mestre da oficina de empalhação; 1 mestre de oficina de escovas e vassouras; 1 contramestre de trabalho de agulha; 1 contramestre da oficina tipográfica; e 1 contramestre da oficina encadernação.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pelo decreto nº 1.299, de 19 de dezembro de 1904, foi estendido aos professores e repetidores do Instituto Benjamin Constant, e ao de Surdos-Mudos, o acréscimo aos vencimentos que havia sido concedido aos professores do Gymnasio Nacional.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1905, de acordo com o relatório do Ministro da Justiça e Negócios Interiores, José Joaquim Seabra, havia no Instituto Benjamin Constant 82 alunos matriculados, sendo 49 do sexo masculino e 33 do feminino. Os cursos de ciências e letras e o técnico profissional eram, ainda, realizados em oito anos. O relatório ressaltou, por meio da reprodução das palavras de Jesuino da Silva Mello, então diretor do Instituto Benjamin Constant, a questão do destino dos alunos e alunas que ali se formavam:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Destas considerações que fazemos sobre o destino dos cegos se conclue que, não descurando da instrucção scientifico-litteraria, que constitue o fundo da educação intelectual, nem da cultura da vontade ou do caracter, que é um dos problemas mais delicados da educação geral, o que mais interessa ao cégo é sua educação profissional, isto é, o meio que o torna apto para uma determinada função social, que o faz adquirir aptidões próprias para uma certa carreira, que o habilita, finalmente, para cooperar com a grande maioria dos videntes, na consecução do aperfeiçoamento humano. O Instituto Benjamin Constant só póde proporcionar aos seos discípulos duas carreiras capazes de lhes assegurar a subsistência: a do magistério, no próprio estabelecimento, e a da musica, que póde ser exercida com muita maior amplitude. Mas, tanto uma, como outra destas profissões, não podem favorecer á totalidade dos discípulos desta casa, cujo numero vae crescendo todos os anos, á medida que os alunos terminam o seu curso. Além disto, tanto o magistério, como a carreira musical, requerem aptidões especiaes, que o maior numero não possue. O resultado é que vai se aglomerando, quer em uma, quer em poutra secção dos dous sexos, um certo numero de alunos, que ficam perpetuamente encostados ao estabelecimento. (.....). Mas que destino poderá o Governo dar aos ex-alumnos do Instituto Benjamin Constant, depois de um curso regular, de sciencias e letras? Deixal-os esmolar pelas ruas, seria um desdoiro para a classe e para as tradições deste estabelecimento, que já conta mais de meio século. Crear uma nova instituição condigna, para os recolher, seria uma superfluidade dispendiosa (.....). Portanto, a medida que se impõe, e que convirá ser posta em pratica dentro em pouco tempo, é terminar logo, pelo menos, uma parte do edifício em construção, adaptal-a ás oficinas, muito mais desenvolvidas – e á moradia dos cegos operários – a que se poderiam reunir os aspirantes do sexo masculino” (RELATORIO, 1905, p.156-157).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em relação à instrução e à recreação dos alunos e alunas, o diretor da instituição resolveu, também, criar uma pequena biblioteca de “livros em tinta”, tendo em vista o fato dos “livros em ponto” custarem cem vezes mais que os comuns. Complementando esta medida, definiu também a presença de um leitor nesta biblioteca de “livros de tinta” para auxiliar os cegos (RELATORIO, 1905).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi autorizada, pelo decreto nº 1.583, de 13 de dezembro de 1906, a criação de novos postos no Instituto Benjamin Constant, como o de médico oftalmologista, o de leitor, e o de mestre maquinista (para exercer no motor a vapor, e no prelo mecânico), e a extinção dos postos de mestre da oficina de cartonagem, de auxiliar de escrita e de feitor comprador. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O decreto nº 9.026 A, promulgado em 16 de novembro de 1911 e assinado pelo Ministro de Estado da Justiça e Negócios Interiores, Rivadavia da Cunha Corrêa, &amp;amp;nbsp;aprovou um novo regulamento para o Instituto Benjamin Constant, no qual definiu a tabela de vencimentos dos servidores, e apresentou como finalidades da instituição a instrução primária, a instrução secundária, o ensino da música teórica, vocal e instrumental, e o ensino das artes e ofícios adequados e úteis para os alunos cegos.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; Por este regulamento e, &amp;amp;nbsp;foram criados os postos de professor de canto coral escolar, para ensinar &amp;amp;nbsp;aos alunos de curso primário a cantar os hinos e canções populares clássicas, “como meio educativo do gosto artístico musical, e do sentimento patriótico”, de professor de instrução primária, de professor de contrabaixo e violoncelo, de dentista para o tratamento das moléstias dentárias dos alunos e alunas, de dois contramestres, sendo um para a oficina de vassouras e escovas, e outro para a oficina de empalhação de moveis, e de um jardineiro-chacareiro (BRASIL, 1911, p.18).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;De acordo com o relatório do Ministro Rivadavia da Cunha Corrêa, o Instituto Benjamin Constant tinha, em 1911, 85 alunos matriculados, assim classificados: alunos de curso acabado (5); alunos dispensados das aulas (3); alunos que frequentam as aulas (66); aspirantes remunerados (5); e aspirantes gratuitos (6). No Instituto Benjamin Constant a formação dos alunos e alunas ainda estava estruturada pelo curso de ciências e letras, constituído pelo ensino primário (03 anos) e ensino fundamental (05 anos), e pelo curso de música. Em relação às oficinas de tipografia, de encadernação, de vassouras e escovas, e de empalhação de móveis, a frequência e o aprendizado dos alunos era regular, mas notava-se uma diminuição no produto destas oficinas. Esta diminuição seria, segundo o diretor da instituição, decorrente do fato dos “alunos operários que trabalhavam nestas oficinas (alunos de curso acabado e que por falta de aptidão na carreira litterária se occupavam exclusivamente dos officios), geralmente maiores de 20 annos, passaram para a Escola Profissional de Cegos Adultos, onde, de acordo com sua idade, gosam de mais liberdade e recebera salario” (RELATORIO, 1912, p. 65-66).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A partir de 4 de junho de 1914, a educadora e poetisa Maria Jacobina Rabello (1877-1957) passou a ler os autores célebres para os alunos e alunas do Instituto Benjamin Constant. Maroquinha Jacobina Rabello, como era conhecida, ensinou literatura aos cegos por muitos anos, e também foi responsável por revelar o talento de Benedita de Melo (1906-1991), uma poetisa e professora cega do Instituto Benjamin Constant (RIBEIRO, 1942). &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Por meio do decreto nº 3.678, de 8 de janeiro de 1919, foi criada uma cadeira de inglês no Instituto Benjamin Constant. No relatório do Ministério da Justiça e Negócios Interiores, publicado em 1920, havia 120 alunos matriculados na instituição assim distribuídos:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Classificação dos alunos.&amp;lt;br/&amp;gt; Curso acabado: (sexo masculino,1; sexo feminino, 6) .........................................................7&amp;lt;br/&amp;gt; Dispensados das aulas (sexo masculino,1; sexo feminino, 2) .............................................3&amp;lt;br/&amp;gt; Alumnas operarias ...............................................................................................................2&amp;lt;br/&amp;gt; Alumnas agregadas .............................................................................................................3&amp;lt;br/&amp;gt; Recolhida ao Hospital Nacional de Alienados ......................................................................1&amp;lt;br/&amp;gt; Aspirantes ao magistério (sexo masculino, 8; sexo feminino, 4) .......................................12&amp;lt;br/&amp;gt; Frequentando as aulas (sexo masculino, 53; sexo feminino, 39) ......................................92&amp;lt;br/&amp;gt; Total: (sexo masculino, 63; sexo feminino, 57) ...............................................................120”&amp;lt;br/&amp;gt; (RELATORIO, 1920, p.62)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;As oficinas, destinadas ao ensino prático-profissional, foram frequentadas por 96 alunos assim distribuídos: afinação de pianos (6); encadernação (13); tipografia (10); vassouras e escovas (14); empalhação (14); trabalhos de agulha (39). A orquestra da instituição, composta por 22 alunos, tinha nesta data 02 flautas, 01 oboé, 02 clarinetas, 01 fagote, 01 trompa, 02 pistões, 01 trombone, 01 tímpano, 01 bombo e pratos, 06 violinos, 01 violeta, 01 violoncelo, 01 contrabaixo, e 01 piano (RELATORIO, 1920).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A Mensagem apresentada ao Congresso Nacional, em 1922, pelo Presidente da República, Epitácio Pessoa, expôs, de forma enfática, os motivos pelos quais deveria ser promovida uma reforma no ensino no Instituto Benjamin Constant:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“A reforma do Instituto Benjamin Constant impõe-se como medida de necessidade. O programma de ensino vigente, (.......) tem provado mal. Os alumnos são obrigados a aprender materias, para as quais lhes fallecem gosto ou aptidão, e que de nada lhes servirão na vida prática. O estudo das especialidades, como o da música, por exemplo, não se pratica convenientemente, porque o accumulo de matérias não permite a organização de horário satisfactorio. É preciso simplificar o curso, e organizar o ensino de outra fórma. Os alumnos não devem receber todos indistintamente o mesmo ensino, como atualmente acontece. (...........). Certamente o Instituto deve proporcionar a todos instrucção sufficiente e educação perfeita; mas convém lembrar que nem todos os educandos possuem a mesma capacidade educativa, e os verdadeiros talentos são excepções, tanto entre os cegos como entre os videntes. (........). Não é possível que o mesmo ensino e a mesma educação convenham a meninos, dos quaes uns vão ser humildes operarios e outros devem seguir o magistério. (.......). O quadro dos offícios ensinados no Instituto é pequeno e insufficiente. As contingencias da cegueira restringem a actividade do cego a umas tantas ocupações, dentro das quaes, ainda assim, elles tem que lutar desvantajosamente com a concorrência dos videntes. (.....) Outro grande defeito da organização actual está no modo de prover os lugares de professor. As cadeiras vagas ou novamente criadas são preenchidas, independente de concurso, pelos repetidores cegos, ex-alumnos do instituto, mediante proposta do director.” &amp;amp;nbsp;(INSTITUTO BENJAMIN CONSTANT. &amp;amp;nbsp;1922. p.39-40).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Aviso de 4 de julho de 1924, assinado pelo Marechal Chefe de Polícia do Distrito Federal, &amp;amp;nbsp;João Luiz Alves, estabeleceu que os alunos do Instituto Benjamin Constant que excedessem a idade, prevista em seu regulamento, deveriam ser encaminhados à “Escola Profissional e Asylo para Cégos Adultos”, que funcionava na Rua Real Grandeza nº 142, bairro de Botafogo, na cidade do Rio de Janeiro.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Ministro da Justiça e Negócios Interiores, Affonso Penna Junior, em seu relatório correspondente ao ano de 1924, comentou que o regulamento da instituição necessitava de uma revisão para adequar-se à orientação adotada em institutos semelhantes na Europa, nos Estados Unidos e na Argentina. Afirmou, ainda, que o ensino profissional vinha apresentando modificações importantes para seu progresso, mas que era conveniente simplificar o curso literário e conferir um maior desenvolvimento ao prático-profissional (RELATORIO, 1926).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Com o decreto nº17.782, de 2 de maio de 1927, foi definido que a cadeira de canto coral escolar do Instituto Benjamin Constant, que se encontrava vaga, passaria a ser denominada “cadeira de canto e canto coral”, para melhor atender ao desenvolvimento do ensino de canto naquela instituição.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No decreto nº 19.444, de 19 de dezembro de 1930, o Instituto Benjamin Constant estava incluído entre os estabelecimentos então subordinados ao Ministério de Educação e Saúde Pública. Neste contexto, o decreto nº21.069, de 20 de fevereiro de 1932 autorizou o ministro da Educação e Saúde Pública a estabelecer regulamentos que reorganizem o Instituto Benjamin Constant e o Instituto Nacional de Surdos-Mudos , “atendendo a atualizar os métodos didáticos neles empregados e a orientar o aproveitamento das aptidões especiais, verificadas nos alunos, em artes e ofícios que os habilitem a viver de seu trabalho” (BRASIL, 1932, p.3).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Este decreto de 1932 aumentou para 250 alunos a lotação do Instituto Benjamin Constant, e estabeleceu o quadro do pessoal:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; Pessoal titulado - 1 diretor, 1 secretário, 1 médico clínico, 1 médico oculista, 1 dentista, 1 ecônomo, 1 inspetor de alunos, 1 inspetora de alunos, 1 enfermeiro (sub-inspetor de alunos), 1 enfermeira (sub-inspetora de alunos), 1 professor de instrução primária, 1 professor de português, 1 professor de francês e inglês, 1 professor de geografia e história, 1 professor de aritmética, álgebra e geometria elementar, 1 professor de música elementar, solfejo, canto e canto coral, 1 professor de piano, orgão e harmonium, 1 professor de instrumentos de corda, 1 professor de instrumentos de sopro e percussão, 5 auxiliares de ensino, de 1ª classe, do curso de letras, 3 auxiliares de ensino, de 1ª classe, do curso de música, 8 auxiliares de ensino de 2ª classe, 1 mestre de educação física, 1 mestre de trabalhos de agulha e congêneres, 1 mestre de empalhação e estofaria, 1 mestre de tipografia, 1 mestre de encadernação e cartonagem, 1 mestre de colchoaria, escovas, vassouras, espanadores e artigos congêneres, 1 mestre de afinação e afinador de pianos e harmonium, 1 mestre de radiotelegrafia e de confecção de aparelhos de rádio, 2 ditante-copistas, 1 leitor em voz alta, 1 porteiro.&amp;lt;br/&amp;gt; Pessoal contratado - 1 maquinista-eletricista, 1 foguista, 1 roupeira, 1 contínuo, 1 despenseiro, 1 cozinheiro, 1 cabelereiro, 1 ajudante de cozinheiro, 1 chacareiro-jardineiro, 8 serventes, 1 professor de datilografia, 1 professora do Jardim da Infância, 1 mestra de economia doméstica, 1 mestra de massagem, 1 mestra de artefatos de vime, couro e madeira, 4 auxiliares de ensino, de 2ª classe, 1 auxiliar da secção feminina, 1 auxiliar de biblioteca, e 1 auxiliar do Jardim da Infância.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Ministro da Educação e Saúde Pública, Washington Ferreira Pires, em seu relatório para o ano de 1932, reproduz as principais considerações do relatório do diretor do Instituto Benjamin Constant, Sady Cardoso de Gusmão. O diretor da instituição, em seu relatório, teria ressaltado que todos os ramos de ensino ministrados naquela instituição, tanto o ensino pré-primário, quanto o de ciências e letras e o profissional, apresentavam falhas e inconvenientes, que geralmente decorriam da inadequação dos métodos e critérios usados no ensino, os quais não propiciavam uma preparação profissional adequada às atividades sociais que pudessem concorrer com vantagem com as pessoas videntes. Por outro lado, relatou que o material do ensino foi melhorado no curso de jardim de infância, e que no curso primário teriam sido, pela primeira vez, realizados testes para verificação de conhecimentos. O diretor informou, ainda, que haviam sido adquiridos livros modernos, 50 máquinas Braille, muitas chapas de cálculo fabricadas no Rio de Janeiro sob a orientação do próprio Instituto Benjamin Constant, encomendados ou preparado livros e mapas modelos, e aumentado o instrumental no ensino artístico por meio do reparo e aproveitamento dos instrumentos considerados imprestáveis. Relatou, também, que haviam sido ensaiados novos métodos no ensino de línguas, português e francês, e apresentadas medidas para a melhoria do ensino musical como o projeto de dividir o ensino de música de forma a que pudesse atender tanto à finalidade artística quanto à profissional, com um caráter remunerado e utilitário. No que se referia ao ensino profissional de artes e ofícios, comentou que, em atenção ao decreto nº 21.069, de 20 de fevereiro de 1932, foram instituídos os cursos de radiotelegrafia e montagem de aparelhos de rádio, de trabalhos em vime, de couro e madeira, de estofaria, de colchoaria, de cartonagem, de massagens, de datilografia e de economia doméstica.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ainda segundo o diretor do Instituto Benjamin Constant, em 1932 teriam sido ministrados com regularidades os cursos profissionais, tanto a seção masculina, quanto as seções feminina e mista. Os trabalhos na oficina de tipografia foram beneficiados com a compra de duas máquinas de estereotipia acionadas a motor, adequadas à impressão do interponto, encomendadas à American Braille Press, e de uma máquina de impressão. O movimento das demais oficinas, também, teria sido proveitoso, tendo a de encadernação produzido 241 volumes, a de colchoaria feito colchões e travesseiros cuja venda rendera 500$000, e a de escovas, vassouras e espanadores fabricado 400 peças. &amp;amp;nbsp;Muitos dos trabalhos manufaturados no ensino profissional foram vendidos na exposição realizada pela “Associação Charitas Social”, que funcionava na Rua Marquês de Abrantes nº18, no Rio de Janeiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foram realizadas obras buscando a melhoria das instalações da instituição, como a instalação de salas próprias para as aulas de trabalhos de agulha, de massagens, de radiotelegrafia, e de colchoaria, para as oficinas de artefatos de vime, de couro e madeira, para a biblioteca, para o gabinete da ecônoma, e um dormitório para os menores do sexo feminino e dois dormitórios para os empregados (RELATORIO, 1932). &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ainda de acordo com este relatório, dadas as boas condições do Instituto Benjamin Constant, as ações do Governo Federal em favor dos cegos poderiam ser estendidas a outros locais do país. Entretanto, afirmou que o número de beneficiados neste estabelecimento ainda era modesto, pois em 1932 o Instituto Benjamin Constant contava com apenas 152 alunos. E ressaltou que segundo o censo de 1920 havia no Brasil 35.000 cegos, sendo 6.000 em idade escolar.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Uma nova imprensa Braille foi inaugurada, em 1939, no Instituto Benjamin Constant, que nesta época já possuía máquinas de estereotipia que produziam os pontos em matrizes de metal, cobre, zinco e alumínio (CERQUEIRA, 2014).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A partir de 1943 o Governo Federal propôs novas diretrizes para instituição, por meio do decreto nº 6.066, de 3 de dezembro, no qual definiu as seguintes finalidades para a instituição:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“I – ministrar a menores cegos e amblíopes, de ambos os sexos, educação compatível com as &amp;amp;nbsp;suas condições peculiares;&amp;lt;br/&amp;gt; II – promover a educação pre escolar e post escolar dos alunos;&amp;lt;br/&amp;gt; III – manter cursos para a reeducação de adultos cegos e amblíopes;&amp;lt;br/&amp;gt; IV – habilitar professores na didática especial de cegos e amblíopes;&amp;lt;br/&amp;gt; V – realizar pesquisas médicas e pedagógicas relacionadas com as anomalias da visão e prevenção da cegueira”. (BRASIL, 1943 (a), p.1)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ainda neste mesmo ano, por meio do decreto nº14.165 de 3 de dezembro, foi estabelecido um novo Regimento para o Instituto Benjamin Constant, órgão integrante do então Ministério da Educação e Saúde, no qual foi incluído como finalidades da instituição, além de “ministrar, a menores cegos e amblíopes, de ambos os sexos, educação compatível com as suas condições peculiares”, a realização de pesquisas médicas e pedagógicas relacionadas às anomalias da visão e à prevenção da cegueira (BRASIL, 1943, p.1). Neste mesmo ano foi criada a Imprensa Braille do Instituto Benjamin Constant, a qual em 1945 foi instalada em um prédio próprio (INSTITUTO, 2007).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;u&amp;gt;Quadro de médicos, docentes, repetidores e mestres da instituição (entre os anos de 1855-1930):&amp;lt;/u&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br/&amp;gt; &#039;&#039;&#039;Médicos:&#039;&#039;&#039; José Francisco Xavier Sigaud (1855-1856), Claudio Luiz da Costa (1857-1867); A. Pereira Leitão (1864); João Pedro de Miranda (1866); Joaquim dos Remedios Monteiro (1870); Joaquim Mariano Macedo Soares (1872-1874); Francisco Soares Pereira (1900-1903; 1926); Miguel Dibo (1930).&amp;lt;br/&amp;gt; &#039;&#039;&#039;Médico oftalmologista: &#039;&#039;&#039;João Pedro Costa (1926-1930)&amp;lt;br/&amp;gt; &#039;&#039;&#039;Dentista: &#039;&#039;&#039;Olympio Cardoso Rocha (1926-1930)&amp;lt;br/&amp;gt; &#039;&#039;&#039;Docentes:&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br/&amp;gt; - Aritmética e álgebra: Honorio Corrêa Lima (1890, 1891, 1892, 1893, 1894, 1896, 1897, 1898, 1900, 1901, 1902); Henrique Alberto da Rosa (1907-1910); Corregio de Castro (1913-1930).&amp;lt;br/&amp;gt; - Canto: José de Larrigue de Faro (1909-1924); Olivia da Cunha Siqueira (1913-1924)&amp;lt;br/&amp;gt; - Ciências físicas e história natural: Francisco Xavier de Oliveira Menezes (1890-1903)&amp;lt;br/&amp;gt; - Curso primário: Cesario Christino da Silva Lima (1890-1903; 1913-1915); Etelvina Maria Fragoso Montagna (1913-1927); Manoel Barreto de Souza (1922-1927); Francisco A. de Almeida Junior (1930); Carlota Rodrigues da Costa (1930).&amp;lt;br/&amp;gt; - Francês: Maria Benedicta da Costa Guimarães (1858-1885); Antonio Lisboa Fagundes da Silva (1886; 1890-1902); Roberto Ribeiro Gomes (1915-1922); Francisco de Paula e Souza (1924-1930)&amp;lt;br/&amp;gt; - Geografia: Mauro Montagna (1890-1903; 1913-1927); Francisco Ribeiro do Rosario (1930).&amp;lt;br/&amp;gt; - Geografia e história: Pedro José de Almeida (1861-1885)&amp;lt;br/&amp;gt; - Harmonia e contraponto: Francisco Gorgolino de Souza (1892-1904).&amp;lt;br/&amp;gt; - História: Balthazar Bernardino Baptista Pereira (1890, 1891); Etelvina Maria Fragoso Montagna (1892-1905); Jesuino da Silva Mello (1913-1930).&amp;lt;br/&amp;gt; - Inglês: Rosalina Coelho Lisboa (1927-1930)&amp;lt;br/&amp;gt; - Instrução moral e cívica: Augusto José Ribeiro (1890-1903)&amp;lt;br/&amp;gt; - Instrumentos de sopro: Raphael Coelho Machado (1868-1885); Gregorio de Rezende (1890- 1898); Miguel Cardoso (1900-1913); João Ignacio da Fonseca (1915, 1922-1930).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - Instrumentos de corda: Frederico Carneiro de Campos e Almeida (1930).&amp;lt;br/&amp;gt; - Matemáticas e ciências naturais: Benjamin Constant Botelho de Magalhães (1862-1885); Antonio Carlos de Oliveira Guimarães (interino 1867-1868; 1875-1878); Francisco Xavier Oliveira de Menezes (substituto 1879-1885).&amp;lt;br/&amp;gt; - Música: Joaquim José Lodi (1855), Adolpho Maersch (1856-1858); Guilherme Lourenço Schulze (1859-1885); Maria da Conceição Borges (1897-1903; 1913, 1914, 1922-1930); Francisco Gurgulino de Souza (1913-1914; 1922-1926); Luiza Russo (1927-1930).&amp;lt;br/&amp;gt; - Música instrumental e de harmonium: Raphael Coelho Machado (1877.&amp;lt;br/&amp;gt; - Música vocal e instrumental: Adolpho Maersch (1857).&amp;lt;br/&amp;gt; - Órgão e harmônio: Antonio Ferreira do Rego (1890-1903; 1910-1913); Amelia Mesquista (1922-1930).&amp;lt;br/&amp;gt; - Piano para as meninas: Adèle Marie Louise Sigaud (1855-1867; 1890-1896); Elisia Pinto de Miranda (1897-1902); Kytta de Bellido (1913-1930).&amp;lt;br/&amp;gt; - Piano para os meninos: José Soares Pinto de Serqueira (1890-1902)&amp;lt;br/&amp;gt; - Português: Frederico Meyer (1890-1903; 1910-1913); José Ventura Boscoli (1915); João Carneiro (1922); Fausto Pacheco Jordão (1920-1930)&amp;lt;br/&amp;gt; - Primeiras letras: Pedro José de Almeida (1855-1885).&amp;lt;br/&amp;gt; - Primeiras letras, aritmética, gramática e música das alunas: Adèle Marie Louise Sigaud (1857- 1885)&amp;lt;br/&amp;gt; - Religião: Bernardo Lyra da Silva (1877).&amp;lt;br/&amp;gt; - Solfejo teórico e prático: João Pinheiro de Carvalho (1890-1896); Antonio Francisco dos Santos (1897, 1898)&amp;lt;br/&amp;gt; - Violino e viola: Vicenzo Cernicchiaro (1890-1927)&amp;lt;br/&amp;gt; - Violoncelo e contrabaixo: Luiz Candido de Figueiredo (1913-1915, 1922-1930).&amp;lt;br/&amp;gt; &#039;&#039;&#039;Repetidores (entre 1855 e 1930):&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br/&amp;gt; Carlos Henrique Soares, João Pinheiro de Carvalho, Espiridião Gonçalves Trina, Maria Pereira de Carvalho, Tobias Marcellino, Galdino de Magalhães Couto, José Pinto de Cerqueira, Leopoldina Maria da Conceição Borges, Etelvina Maria Fragoso Montagna, Antonio Francisco dos Santos, Elisia Pinto de Miranda, João Pinheiro de Carvalho Henrique Alberto da Rocha, Manoel Barreto de Souza, Antonio Fernandes da Silva, Leopoldina Maria Fagundes da Silva, Luiz Antonio Gondim Leitão, Mamede Henrique Torres, Thereza Maria de Souza, Francisco de Paula e Souza, Adelaide Angelica da Silva Egalones, Antenor Jeronymo do Valle, Laudelina Joaquina da Silva, Carlota Rodrigues da Costa, Luiza Russo, Francisco José da Silva, Francisco Antonio de Almeida Junior, José Espinola Veiga, Justiniano P. de Carvalho, Octacilio de Magalhães Cruz, Palmyra Fernandes Basto.&amp;lt;br/&amp;gt; &#039;&#039;&#039;Mestres de trabalhos de agulha: &#039;&#039;&#039;Rosa Albertina de Mello Figueiredo (1859-1891), Anais Le Peltier (1900-1903).&amp;lt;br/&amp;gt; &#039;&#039;&#039;Mestres da oficina de encadernação: &#039;&#039;&#039;João Pinheiro de Carvalho (1890, 1891); Fernando Ferreira de Lemos (1900-1903).&amp;lt;br/&amp;gt; &#039;&#039;&#039;Mestres da oficina tipográfica: &#039;&#039;&#039;Manoel Ferreira das Neves (1857-1867), Antonio Lisboa Fagundes da Silva (1890-1901), Gustavo Stiher (1902, 1903);&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; &#039;&#039;&#039;Mestres da oficina de cartonagem: &#039;&#039;&#039;Fernando Ferreira de Lemos (1900-1903).&amp;lt;br/&amp;gt; &#039;&#039;&#039;Mestres da oficina de vassouras e escovas: &#039;&#039;&#039;Egydio Barbosa (1900-1903).&amp;lt;br/&amp;gt; &#039;&#039;&#039;Mestres da oficina de empalhação: &#039;&#039;&#039;Geraldo Pena (1900-1903).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; &#039;&#039;&#039;Mestres de afinação e afinador de piano, órgão e harmonium:&#039;&#039;&#039; João Brazil Madeira (1890, 1891),&amp;amp;nbsp;Victorino José Leonardo (1900-1903).&amp;lt;br/&amp;gt; &#039;&#039;&#039;Mestres de ginástica: &#039;&#039;&#039;Vicente Casali (1890, 1891).&amp;lt;br/&amp;gt; &#039;&#039;&#039;Mestre e dono da sapataria:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Domingos José Fernandes (1864, 1865).&amp;lt;br/&amp;gt; &#039;&#039;&#039;Mestre alfaiate:&#039;&#039;&#039; José Antonio Martins (1864, 1865).&amp;lt;br/&amp;gt; &#039;&#039;&#039;Mestre marceneiro:&#039;&#039;&#039; Joaquim Gomes de Oliveira (1864, 1865); Maximiano José de Azevedo (1864)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Publicações oficiais&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Instituto Benjamin Constant passou a editar, em 1942, a &#039;&#039;Revista Brasileira para Cegos&#039;&#039;, a primeira publicação para cegos no país. Foi fundada por iniciativa de José Espínola Veiga, um ex-aluno e professor de inglês no Instituto Benjamin Constant, e organizador do Centro de Aprendizado de Línguas (1942).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1959 lançou a revista &#039;&#039;Pontinhos&#039;&#039;, em Braille, voltada para o público infanto-juvenil, e em 1995 a &#039;&#039;Revista Benjamin Constant&#039;&#039;, uma publicação técnico científica (RODRIGES, 2015).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- ALMEIDA, Aline Martins de. &#039;&#039;&#039;“Ver” pelo mundo do toque e “Ouvir” pelo silêncio da palavra: a educação das crianças cegas e surdas no Brasil (1854-1937). &#039;&#039;&#039;São Paulo, 2018. Tese (Doutorado em Educação), Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, 2018. In: PUC-SP. Repositório. Capturado em 11 fev. 2019. Online. Disponível na Internet:  [https://sapientia.pucsp.br/handle/handle/20941#preview-link0 https://sapientia.pucsp.br/handle/handle/20941#preview-link0]&amp;lt;br/&amp;gt; - AZEVEDO, José Alvares de. Prefacio do Traductor. In: GUADET, J. &#039;&#039;&#039;O Instituto dos Meninos Cégos de Paris. Sua historia, e seu methodo de ensino por J. Guadet traduzido por José Alvares de Azevedo natural do Rio de Janeiro e ex-alumno do mesmo Instituto.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro, Typographia de F. de Paula Brito, 1851. pp.III-VIII. In: BIBLIOTECA NACIONAL. Digital. Capturado em 13 jun. 2017. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_obrasgerais/drg1464351/drg1464351.html#page/4/mode/2up http://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_obrasgerais/drg1464351/drg1464351.html#page/4/mode/2up]&amp;lt;br/&amp;gt; - AZEVEDO, Moreira de.&#039;&#039;&#039;O Rio de Janeiro, sua história, monumentos, homens notaveis, usos e curiosidades. Segundo volume. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: B. L. Garnier, 1877. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 630, de 17 de setembro de 1851. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. Capturado em 1º out. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/norma/597660/publicacao?tipoDocumento=DPL-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/597660/publicacao?tipoDocumento=DPL-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 1.331 A, de 17 de fevereiro de 1854. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. Capturado em 1º out. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/norma/392201/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/392201/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 781, de 10 de setembro de 1854. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. Capturado em 5 jan. 2018. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/norma/596756/publicacao?tipoDocumento=DPL-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/596756/publicacao?tipoDocumento=DPL-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. (a) Decreto nº 1.428, de 12 de setembro de 1854. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. Capturado em 5 jan. 2018. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/legislacao/PublicacaoSigen.action?id=392689&amp;amp;tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/legislacao/PublicacaoSigen.action?id=392689&amp;amp;tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. (b) Aviso nº 242, de 18 de dezembro de 1854. In: CÂMARA DOS DEPUTADOS. Legislação.&#039;&#039;&#039;Coleção das Leis do Império (1808-1889). Decisões. 1851-1860.&#039;&#039;&#039; Capturado em 4 jan. 2018. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://www2.camara.leg.br/atividade-legislativa/legislacao/publicacoes/doimperio/colecao5.html http://www2.camara.leg.br/atividade-legislativa/legislacao/publicacoes/doimperio/colecao5.html]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº2.771, de 29 de setembro de 1877. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. Capturado em 5 jan. 2018. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/sicon/#/pesquisa/lista/documentos http://legis.senado.leg.br/sicon/#/pesquisa/lista/documentos]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº6.760, de 1º de dezembro de 1877. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. Capturado em 5 jan. 2018. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/norma/411034/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/411034/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 9, de 21 de novembro de 1889. In: CÂMARA DOS DEPUTADOS. Legislação. &#039;&#039;&#039;Coleção das Leis do Império (1808-1889). Decretos-Governo Provisório 1889.&#039;&#039;&#039; Capturado em 4 jan. 2018. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://www2.camara.leg.br/atividade-legislativa/legislacao/publicacoes/doimperio/colecao8.html http://www2.camara.leg.br/atividade-legislativa/legislacao/publicacoes/doimperio/colecao8.html]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 193, de 30 de janeiro de 1890. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. Capturado em 12 jul. 2019. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/norma/386358/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/386358/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 408, de 17 de maio de 1890. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. Capturado em 28 jun. 2019. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/norma/387483/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/387483/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 708, de 2 de setembro de 1890. In: CÂMARA DOS DEPUTADOS. Legislação. Capturado em 12 jul. 2019. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [https://www2.camara.leg.br/legin/fed/decret/1824-1899/decreto-708-2-setembro-1890-521726-publicacaooriginal-1-pe.html https://www2.camara.leg.br/legin/fed/decret/1824-1899/decreto-708-2-setembro-1890-521726-publicacaooriginal-1-pe.html]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 1.294, de 17 de janeiro de 1891. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. Capturado em 5 jan. 2018. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/norma/392008/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/392008/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 1.320, de 24 de janeiro de 1891. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. Capturado em 5 jan. 2018. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/legislacao/PublicacaoSigen.action?id=392142&amp;amp;tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/legislacao/PublicacaoSigen.action?id=392142&amp;amp;tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 1.194, de 28 de dezembro de 1892. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. Capturado em 1º out. 2020. Online. 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Decreto nº 4.770, de 9 de fevereiro de 1903. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. Capturado em 28 jun. 2019. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/norma/406118/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/406118/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 1.299, de 19 de dezembro de 1904. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. Capturado em 1º out. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/norma/601304/publicacao?tipoDocumento=DPL-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/601304/publicacao?tipoDocumento=DPL-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 1.583, de 13 de dezembro de 1906. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. Capturado em 28 jun. 2019. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/norma/599715/publicacao?tipoDocumento=DPL-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/599715/publicacao?tipoDocumento=DPL-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 9.026 A, de 16 de novembro de 1911. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. Capturado em 28 jun. 2019. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/norma/415131/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/415131/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 3.678, de 8 de janeiro de 1919. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. Capturado em 28 jun. 2019. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/norma/598089/publicacao?tipoDocumento=DPL-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/598089/publicacao?tipoDocumento=DPL-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº17.782, de 2 de maio de 1927. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. Capturado em 28 jun. 2019. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/norma/433747/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/433747/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 19.444, de 19 de dezembro de 1930. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. Capturado em 1º out. 2020. Online. 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Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/norma/531162/publicacao?tipoDocumento=DEL&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/531162/publicacao?tipoDocumento=DEL&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 14.165, de 3 de dezembro de 1943. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. Capturado em 23 jul. 2019. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/norma/426634/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/426634/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Lei nº 939, de 26 de setembro de 1857. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. Capturado em 5 jan. 2018. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/norma/542530/publicacao?tipoDocumento=LEI-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/542530/publicacao?tipoDocumento=LEI-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Lei nº 957, de 30 de dezembro de 1902. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. Capturado em 23 jul. 2019. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/norma/542552/publicacao?tipoDocumento=LEI-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/542552/publicacao?tipoDocumento=LEI-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - CABRAL, Dilma. Imperial Instituto dos Meninos Cegos. In: ARQUIVO NACIONAL. &#039;&#039;&#039;MAPA. Mapa Memória da Administração Pública Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 26 jul. 2019. Online. 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Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://revista.ibc.gov.br/index.php/BC/article/view/354/66 http://revista.ibc.gov.br/index.php/BC/article/view/354/66]&amp;lt;br/&amp;gt; - COSTA, Claudio Luiz da. &#039;&#039;&#039;História cronológica do Imperial Instituto dos Meninos Cegos fundado por Sua Majestade Imperial, o Sr. D. Pedro II desde a criação do estabelecimento em 1854 até o fim do ano de 1862 pelo Diretor do mesmo Instituto. &#039;&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;Rio de Janeiro: [s.n.], 1863.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - COSTA, Claudio Luiz da. Relatorio do Director do Instituto dos Meninos Cegos. In: Relatorio apresentado à Assembléa Geral na Primeira Sessão da Decima Terceira Legislatura pelo Ministro e Secretario D´Estado dos Negocios do Imperio José Joaquim Fernandes Torres. Rio de Janeiro: Typographia Nacional, 1867. In: &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960).&#039;&#039;&#039; Annexo D-3. Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 12 fev. 2019. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://ddsnext.crl.edu/titles/100#?c=0&amp;amp;m=36&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=160&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1168,0,4446,3136 http://ddsnext.crl.edu/titles/100#?c=0&amp;amp;m=36&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=160&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1168%2C0%2C4446%2C3136]&amp;lt;br/&amp;gt; - COSTA, Claudio Luiz da. Relatorio do Director do Instituto dos Meninos Cegos. In: Relatorio apresentado à Assembléa Geral na Segunda Sessão da Decima Terceira Legislatura pelo Ministro e Secretario D´Estado dos Negocios do Imperio José Joaquim Fernandes Torres. Rio de Janeiro: Typographia Nacional, 1868. In: &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960).&#039;&#039;&#039; pp.201-217. Annexo D-3. Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 12 fev. 2019. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://ddsnext.crl.edu/titles/100#?c=0&amp;amp;m=37&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=200&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1179,0,4533,3197 http://ddsnext.crl.edu/titles/100#?c=0&amp;amp;m=37&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=200&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1179%2C0%2C4533%2C3197]&amp;lt;br/&amp;gt; - COSTA. Claudio Luiz da. Relatorio do Director. Instituto dos Meninos Cegos. In: Relatorio apresentado à Assembléa Geral na Primeira Sessão da Decima Quarta Legislatura pelo Ministro e Secretario D´Estado dos Negocios do Imperio Paulino José Soares de Souza. Rio de Janeiro: Typographia Nacional, 1869. In: &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960).&#039;&#039;&#039; pp.249-259. Annexo D. Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 22 abr. 2019. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://ddsnext.crl.edu/titles/100#?c=0&amp;amp;m=38&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=248&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1233,0,4577,3228 http://ddsnext.crl.edu/titles/100#?c=0&amp;amp;m=38&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=248&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1233%2C0%2C4577%2C3228]&amp;lt;br/&amp;gt; - DIRETORIA GERAL DE ESTATÍSTICA. Recenseamento Geral do Império de 1872. Quadros gerais. Recenseamento da população do Imperio do Brazil a que se procedeu no dia 1º de agosto de 1872. v.1. Rio de Janeiro: Typ. G. Leuzinger, [1874?]. In: IBGE. Biblioteca. Capturado em 1°&amp;amp;nbsp;out. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [https://biblioteca.ibge.gov.br/biblioteca-catalogo?id=225477&amp;amp;view=detalhes https://biblioteca.ibge.gov.br/biblioteca-catalogo?id=225477&amp;amp;view=detalhes]&amp;lt;br/&amp;gt; - EM PROL dos Cégos.&#039;&#039;Jornal do Brasil&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XVIII, n.139, 18 de maio de 1908, p.3. 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Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://ddsnext.crl.edu/titles/88#?c=0&amp;amp;m=11&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=94&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-51,261,2400,1693 http://ddsnext.crl.edu/titles/88#?c=0&amp;amp;m=11&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=94&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-51%2C261%2C2400%2C1693]&amp;lt;br/&amp;gt; - IMPERIAL Instituto dos Meninos Cegos. Relatorio do Director do Instituto, lido em presença de suas majestades imperiais, no dia 14 do passado. &#039;&#039;Correio Mercantil, e Instructivo, Politico Universal&#039;&#039;, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, anno XXII, n. 2, p.2, 2 jan. 1865.&amp;lt;br/&amp;gt; - INSTITUTO Benjamin Constant.&#039;&#039;Almanak Administrativo, Mercantil e Industrial do Rio de Janeiro e Indicador para 1893&#039;&#039;, Rio de Janeiro, p.1491, 1893. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 6 out. 2020. Online. 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In: Relatorio do Director apresentado em 20 de Julho de 1876. p. 13. In: Relatorio apresentado á Assembléa Geral Legislativa na Primeira Sessão da Decima Sexta Legislatura pelo Ministro e Secretario de Estado dos Negócios do Imperio Conselheiro Dr. José Bento da Cunha e Figueiredo. Rio de Janeiro: Typographia Nacional, 1877. In: &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960). &#039;&#039;&#039;Annexos D. Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 5 fev. 2019. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://ddsnext.crl.edu/titles/100#?c=0&amp;amp;m=46&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=464&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1081,-1,4096,2890 http://ddsnext.crl.edu/titles/100#?c=0&amp;amp;m=46&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=464&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1081%2C-1%2C4096%2C2890]&amp;lt;br/&amp;gt; - MAGALHÃES, Benjamin Constant Botelho de. Relatorio do Director. Imperial Instituto dos Meninos Cégos. Imperial Instituto dos Meninos Cégos, 20 de julho de 1876. In: Relatorio apresentado à Assembléa Geral na Primeira Sessão da Decima Sexta Legislatura pelo Ministro e Secretario D´Estado dos Negocios do Imperio Conselheiro Dr. José Bento da Cunha e Figueiredo. Rio de Janeiro: Typographia Nacional, 1877. In:&#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960). &#039;&#039;&#039;Annexo D. Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 21 jun. 2019. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://ddsnext.crl.edu/titles/100#?c=0&amp;amp;m=46&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=453&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=183,555,2113,1491 http://ddsnext.crl.edu/titles/100#?c=0&amp;amp;m=46&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=453&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=183%2C555%2C2113%2C1491]&amp;lt;br/&amp;gt; - MAGALHÃES, Benjamin Constant Botelho de. Relatorio do Director. Imperial Instituto dos Meninos Cégos. Imperial Instituto dos Meninos Cégos, 24 de abril de 1877. In: Relatorio apresentado à Assembléa Geral na Primeira Sessão da Decima Sexta Legislatura pelo Ministro e Secretario D´Estado dos Negocios do Imperio Conselheiro Dr. José Bento da Cunha e Figueiredo. Rio de Janeiro: Typographia Nacional, 1877. In: &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960). &#039;&#039;&#039;Annexo E. Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 21 jun. 2019. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://ddsnext.crl.edu/titles/100#?c=0&amp;amp;m=47&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=135&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1146,0,4227,2981 http://ddsnext.crl.edu/titles/100#?c=0&amp;amp;m=47&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=135&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1146%2C0%2C4227%2C2981]&amp;lt;br/&amp;gt; - MAGALHÃES, Benjamin Constant Botelho de. Relatorio do Director. Imperial Instituto dos Meninos Cégos. Imperial Instituto dos Meninos Cégos, 10 de maio de 1877. In: Relatorio apresentado à Assembléa Geral na Segunda Sessão da Decima Sexta Legislatura pelo Ministro e Secretario D´Estado dos Negocios do Imperio Conselheiro Dr. José Bento da Cunha e Figueiredo. Rio de Janeiro: Typographia Nacional, 1877. In: &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960). &#039;&#039;&#039;Annexo E. Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 21 jun. 2019. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://ddsnext.crl.edu/titles/100#?c=0&amp;amp;m=47&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=132&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1149,-1,4184,2952 http://ddsnext.crl.edu/titles/100#?c=0&amp;amp;m=47&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=132&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1149%2C-1%2C4184%2C2952]&amp;lt;br/&amp;gt; - MAGALHÃES, Benjamin Constant Botelho de. Relatorio do Director do Imperial Instituto dos Meninos Cégos. Imperial Instituto dos Meninos Cégos, 9 de novembro de 1878. In: Relatorio apresentado à Assembléa Geral na Primeira Sessão da Decima Sétima Legislatura pelo Ministro e Secretario D´Estado dos Negocios do Imperio Conselheiro Carlos Leoncio de Carvalho. Rio de Janeiro: Typographia Nacional, 1878. In: &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960).&#039;&#039;&#039; Annexo D. Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 21 jun. 2019. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://ddsnext.crl.edu/titles/100#?c=0&amp;amp;m=48&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=461&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1135,0,4269,3011 http://ddsnext.crl.edu/titles/100#?c=0&amp;amp;m=48&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=461&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1135%2C0%2C4269%2C3011]&amp;lt;br/&amp;gt; - MAGALHÃES, Benjamin Constant Botelho de. Relatorio do Director do Imperial Instituto dos Meninos Cégos apresentado em 14 de abril de 1880. In: Relatorio apresentado à Assembléa Geral na Terceira Sessão da Decima Sétima Legislatura pelo Ministro e Secretario D´Estado dos Negocios do Imperio Conselheiro Barão Homem de Mello. Rio de Janeiro: Typographia Nacional, 1880. In: &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960)&#039;&#039;&#039;. Annexo E. Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 21 jun. 2019. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://ddsnext.crl.edu/titles/100#?c=0&amp;amp;m=50&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=210&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1044,0,4054,2859 http://ddsnext.crl.edu/titles/100#?c=0&amp;amp;m=50&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=210&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1044%2C0%2C4054%2C2859]&amp;lt;br/&amp;gt; - O IMPERIO do Brazil na Exposição Universal de 1873 em Vienna d´Austria. Rio de Janeiro: Typographia Nacional, 1873. In: SENADO FEDERAL. &#039;&#039;&#039;Institucional. Biblioteca Digital&#039;&#039;&#039;. Capturado em 5 jan. 2018. Online. Disponível na Internet: [http://www2.senado.leg.br/bdsf/item/id/242551 http://www2.senado.leg.br/bdsf/item/id/242551]&amp;lt;br/&amp;gt; - OLINDA, Marquez de. Relatorio apresentado á Assembléa Geral Legislativa na Segunda Sessão da Decima Legislatura pelo Ministro e Secretario de Estado dos Negócios do Imperio Marquez de Olinda. Rio de Janeiro: Typographia Universal&amp;amp;nbsp;de Laemmert, 1858. In:&#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960).&#039;&#039;&#039; Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 12 fev. 2019. Online. Disponível na Internet:  [http://ddsnext.crl.edu/titles/100#?c=0&amp;amp;m=26&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=9&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1065,90,3489,2461 http://ddsnext.crl.edu/titles/100#?c=0&amp;amp;m=26&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=9&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1065%2C90%2C3489%2C2461]&amp;lt;br/&amp;gt; - REFICIO.&#039;&#039;&#039;Instituto dos Cegos, por Moreira de Azevedo. &#039;&#039;&#039;Capturado em 5 fev. 2019. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://reficio.cc/publicacoes/o-rio-de-janeiro-sua-historia-monumentos-homens-notaveis-usos-e-curiosidades/instituto-dos-cegos/ http://reficio.cc/publicacoes/o-rio-de-janeiro-sua-historia-monumentos-homens-notaveis-usos-e-curiosidades/instituto-dos-cegos/]&amp;lt;br/&amp;gt; - RELATORIO apresentado á Assembléa Geral Legislativa na Quarta Sessão da Oitava Legislatura pelo Ministro e Secretario de Estado dos Negócios do Imperio Visconde de Mont´alegre. Rio de Janeiro: Na Typographia Nacional, 1852. In: &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960). &#039;&#039;&#039;Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 5 fev. 2019. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://ddsnext.crl.edu/titles/100#?c=0&amp;amp;m=20&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=0&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=0,-114,2479,1749 http://ddsnext.crl.edu/titles/100#?c=0&amp;amp;m=20&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=0&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=0%2C-114%2C2479%2C1749]&amp;lt;br/&amp;gt; - RELATORIO apresentado ao Presidente da Republica dos Estados Unidos do Brasil pelo Dr. João Barbalho Uchôa Cavalcanti Ministro de Estado dos Negocios da Instrucção Publica, Correios e Telegraphos em maio de 1891. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1891. p.41-46. In: &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960). &#039;&#039;&#039;Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 2 jul. 2019. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; [http://ddsnext.crl.edu/titles/102#?c=4&amp;amp;m=0&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=43&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-944,0,3263,2302 http://ddsnext.crl.edu/titles/102#?c=4&amp;amp;m=0&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=43&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-944%2C0%2C3263%2C2302]&amp;lt;br/&amp;gt; - RELATORIO apresentado ao Presidente da Republica dos Estados Unidos do Brazil pelo Dr. Antonio Gonçalves Ferreira, Ministro de Estado da Justiça e Negócios Interiores em abril de 1896. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1896. p.225-229. In: &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960). &#039;&#039;&#039;Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 2 jul. 2019. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://ddsnext.crl.edu/titles/107#?c=0&amp;amp;m=68&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=2&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1453,0,4809,3392 http://ddsnext.crl.edu/titles/107#?c=0&amp;amp;m=68&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=2&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1453%2C0%2C4809%2C3392]&amp;lt;br/&amp;gt; - RELATORIO apresentado ao Presidente da Republica dos Estados Unidos do Brazil pelo Dr. Epitacio Pessôa, Ministro de Estado da Justiça e Negócios Interiores em março de 1900. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1900. p.270-271. In: &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960). &#039;&#039;&#039;Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 9 jul. 2019. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://ddsnext.crl.edu/titles/107#?c=0&amp;amp;m=72&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=272&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1378,-1,4723,3332 http://ddsnext.crl.edu/titles/107#?c=0&amp;amp;m=72&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=272&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1378%2C-1%2C4723%2C3332]&amp;lt;br/&amp;gt; - RELATORIO apresentado ao Presidente da Republica dos Estados Unidos do Brazil pelo Dr. J. J. Seabra, Ministro de Estado da Justiça e Negócios Interiores em março de 1905. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1905. p.154-166 In:&#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960). &#039;&#039;&#039;Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 10 jul. 2019. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://ddsnext.crl.edu/titles/107#?c=0&amp;amp;m=78&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=156&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1427,-1,4788,3378 http://ddsnext.crl.edu/titles/107#?c=0&amp;amp;m=78&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=156&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1427%2C-1%2C4788%2C3378]&amp;lt;br/&amp;gt; - RELATORIO apresentado ao Presidente da Republica dos Estados Unidos do Brazil pelo Ministro de Estado da Justiça e Negócios Interiores Dr. Rivadavia da Cunha Corrêa. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1912. p.63-67. In: &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960). &#039;&#039;&#039;Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 11 jul. 2019. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://ddsnext.crl.edu/titles/107#?c=0&amp;amp;m=92&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=243&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1399,-1,4685,3305 http://ddsnext.crl.edu/titles/107#?c=0&amp;amp;m=92&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=243&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1399%2C-1%2C4685%2C3305]&amp;lt;br/&amp;gt; - RELATORIO apresentado ao Presidente da Republica dos Estados Unidos do Brasil pelo Ministro de Estado da Justiça e Negócios Interiores Dr. Alfredo Pinto Vieira de Mello. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1920. p.61-71. In: &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960). &#039;&#039;&#039;Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 11 jul. 2019. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://ddsnext.crl.edu/titles/107#?c=0&amp;amp;m=100&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=380&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1391,-1,4685,3305 http://ddsnext.crl.edu/titles/107#?c=0&amp;amp;m=100&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=380&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1391%2C-1%2C4685%2C3305]&amp;lt;br/&amp;gt; - RELATORIO apresentado ao Presidente da Republica dos Estados Unidos do Brasil pelo Ministro de Estado da Justiça e Negócios Interiores Dr. Affonso Penna Junior e correspondente ao anno de 1924. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1926. p.108-115. In: &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960).&#039;&#039;&#039; Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 11 jul. 2019. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://ddsnext.crl.edu/titles/107#?c=0&amp;amp;m=104&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=363&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1413,0,4745,3347 http://ddsnext.crl.edu/titles/107#?c=0&amp;amp;m=104&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=363&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1413%2C0%2C4745%2C3347]&amp;lt;br/&amp;gt; - RELATORIO apresentado ao Exmº Senhor Chefe do Governo Provisório Sr. Getúlio Dornelles Vargas pelo Ministro de Estado da Educação e Saúde Pública Washington Ferreira Pires, em 1932. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1932. p.31-35. In: &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960).&#039;&#039;&#039; Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 11 jul. 2019. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://ddsnext.crl.edu/titles/101#?c=4&amp;amp;m=0&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=32&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1235,-1,4421,3119 http://ddsnext.crl.edu/titles/101#?c=4&amp;amp;m=0&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=32&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1235%2C-1%2C4421%2C3119]&amp;lt;br/&amp;gt; - REVISTA Brasileira para Cegos– 2004. Comemorativa do Sesquicentenário de Fundação do Instituto Benjamin Constant. Capturado em 15 set. 2017. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://200.156.28.7/Nucleus/media/common/Nossos_Meios_Pub_braille_RBCSesquicentenario.txt http://200.156.28.7/Nucleus/media/common/Nossos_Meios_Pub_braille_RBCSesquicentenario.txt]&amp;lt;br/&amp;gt; - RIBEIRO, Raymundo. Uma brasileira ilustre.Correio da Manhã, Rio de Janeiro, anno XLII, n.14.694, p. 7, 26 set. 1942. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira. &#039;&#039;&#039;Capturado em 1º out. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://memoria.bn.br/DocReader/089842_05/13634 http://memoria.bn.br/DocReader/089842_05/13634]&amp;lt;br/&amp;gt; - RODRIGUES, Débora de Almeida. &#039;&#039;&#039;Tocar, perceber, conhecer: Memória e identidade coletiva no Museu do Instituto Benjamin Constant. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro, 2005. Dissertação (Mestrado em Memória Social e Documento) - Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, 2005. Capturado em 5 fev. 2019. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://www.memoriasocial.pro.br/documentos/Dissertações/Diss165.pdf http://www.memoriasocial.pro.br/documentos/Disserta%C3%A7%C3%B5es/Diss165.pdf]&amp;lt;br/&amp;gt; - ______________________________. &#039;&#039;&#039;O Processo de institucionalização do Museu do Instituto Benjamin Constant: &amp;amp;nbsp;presenças e ausências. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro, 2015. Tese (Doutorado em Museologia e Patrimônio), Centro de Ciências Humanas e Sociais da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – UNIRIO e Museu de Astronomia e Ciências Afins - MAST/MCTI, 2015. Capturado em 1º out. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://www.unirio.br/ppg-pmus/copy_of_debora_de_almeida_rodrigues.pdf http://www.unirio.br/ppg-pmus/copy_of_debora_de_almeida_rodrigues.pdf]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- ______________________________; GRANATO, Marcus; THIESEN, Icleia. Os objetos tiflológicos do Museu do Instituto Benjamin Constant. In:&#039;&#039;&#039;XVI Encontro Nacional de Pesquisa em Ciência da Informação (João Pessoa, PB, 26-30/10/2015).&#039;&#039;&#039; Capturado em 1º out. 2020. Online. Disponível na Internet: [http://200.20.0.78/repositorios/handle/123456789/3002?show=full http://200.20.0.78/repositorios/handle/123456789/3002?show=full]&amp;lt;br/&amp;gt; - TOMÉ, Dolores. &#039;&#039;&#039;A infocomunicação em harmonia com a musicografia Braille: proposta de plataforma digital inclusiva.&#039;&#039;&#039; Tese (doutoramento), Faculdade de Letras/Universidade do Porto, Departamento de Comunicação e Arte/Universidade de Aveiro, 2016. Capturado em 27 fev. 2019. Online. Disponível na Internet:  [http://intervox.nce.ufrj.br/musibraille/eventos/doutorado/tese_doutourado_dolores_tome.pdf http://intervox.nce.ufrj.br/musibraille/eventos/doutorado/tese_doutourado_dolores_tome.pdf]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa - Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Redação - Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Revisão - Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Forma de citação =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Dicionário Histórico-Biográfico das Ciências da Saúde no Brasil (1832-1930)&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    [[Category:Verbetes]] [[Category:Instituições Hospitalares e de Assistência Médica]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Rachel.froes</name></author>
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		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=IMPERIAL_INSTITUTO_DOS_MENINOS_C%C3%89GOS&amp;diff=1401</id>
		<title>IMPERIAL INSTITUTO DOS MENINOS CÉGOS</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=IMPERIAL_INSTITUTO_DOS_MENINOS_C%C3%89GOS&amp;diff=1401"/>
		<updated>2023-08-17T18:36:16Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Rachel.froes: /* Fontes */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Denominações:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Imperial Instituto dos Meninos Cégos (1854); [[INSTITUTO_DOS_MENINOS_CÉGOS|Instituto dos Meninos Cégos]] (1889); [[INSTITUTO_NACIONAL_DOS_CÉGOS|Instituto Nacional dos Cégos]] (1890); [[INSTITUTO_BENJAMIN_CONSTANT|Instituto Benjamin Constant ]](1891- atual) &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;O Imperial Instituto dos Meninos Cégos, criado por meio do decreto nº 1.428, de 12 de setembro de 1854, foi instalado inicialmente na chácara dos Coqueiros, localizada na rua do Lazareto nº 3, no bairro da Gamboa, no centro do Rio de Janeiro. A criação da instituição originou-se do projeto de uma escola para cegos apresentado ao Imperador D. Pedro II por José Alvares de Azevedo, um jovem brasileiro cego de nascença que havia estudado no Institut Royale des Jeunes Aveugles (Paris, França). A instituição tinha como objetivo ministrar a alunos e alunas cegas a instrução primária, educação moral e religiosa, ensino de música ou de outros ramos da instrução secundária, e ofícios fabris. Seu primeiro diretor foi o médico José Francisco Xavier Sigaud. Atualmente é o Instituto Benjamin Constant, que funciona na Av. Pasteur, 350 / 368 (Urca), no Rio de Janeiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Histórico&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1760 o abade Charles-Michel de l&#039;Épée (1712-1789) já havia lançado as bases para a educação de surdos com a fundação, em Paris, de uma instituição considerada a primeira escola para os surdos e mudos e a criação de um método de ensino. Valentin Haüy (1745-1822), tradutor e professor do Bureau Académique d´Écriture, e seu irmão René Just Haüy (1743-1822), mineralogista pioneiro no estudo da geometria dos cristais, participaram das sessões públicas organizadas pelo abade Charles-Michel de l&#039;Épée. Em 1771 ambos testemunharam, também, na feira dos moradores St-Ovide, em Paris, a realização de um concerto por pessoas cegas, as quais teriam sido alvo de piadas dos espectadores. Valentin Haüy teria ficado chocado com o que ocorrera e decidira, então, fundar uma escola para cegos nos moldes da escola criada pelo abade l´Èpée. Valentin Haüy, autor de “Essai sur l´éducation des aveugles” (Paris, 1786), com o apoio da Société Philanthropique, criou em 1786 uma escola para jovens cegos, o Institut Royale des Jeunes Aveugles, na Rue Coquillière em Paris, posteriormente denominado Institut National des Aveugles Travailleurs e atualmente Institut National des Jeunes Aveugles (L&#039;INSTITUT, 2017).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Louis Braille (1809-1852), cego desde os quatro anos de idade, ingressou em 1819 como aluno no Institut Royale des Jeunes Aveugles, estabelecido nesta época na Rue Saint-Victor nº 68 e dirigido pelo médico Sébastien Guillié (1780-1865), autor de “Essai sur L’Instruction des Aveugles” (Paris, 1817). Em 1821 um oficial do exército francês, Nicholas-Marie Charles Barbier de la Serre (1767-1841), que visitava a instituição, apresentou a Braille um sistema de comunicação chamado de Escrita Noturna ou Sonografia, que era um método de escrita fonética que usava 12 pontos em relevo, de uso limitado às necessidades de representação gráfica nos campos de batalha (TEXTO 6, 2017). Braille procurou aperfeiçoar este código, e em 1825 concluiu seu sistema de células com seis pontos, que incluía a notação numérica e musical, e o apresentou à direção da instituição. Esta era a primeira versão do processo que ficaria conhecido como Sistema Braille. Posteriormente Louis Braille começou a ensinar naquela instituição e publicou em 1839 a obra “Nouveau procédé pour représenter par des points la forme même des lettres, les cartes de géographie, les figures de géométrie, les caractères de musique, etc., à l&#039;usage des aveugles”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No ano de 1835 já teria ocorrido uma primeira tentativa de introduzir a educação de cegos no Brasil, com o projeto de lei apresentado em 29 de agosto por Cornelio Ferreira França, deputado pela província da Bahia, à Assembleia Geral Legislativa, que propunha em seu art. 1º que fosse criado na capital do império, e nos principais lugares de cada província, uma cadeira de professores de primeiras letras para o ensino de cegos e surdos-mudos, nas escolas da Corte e das capitais das Províncias (LEÃO, 2017). Entretanto esse projeto não foi implementado.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1839, o desembargador Maximiliano Antonio de Lemos, amigo da família de um jovem cego de nascença, José Alvares de Azevedo, decidiu apoiá-lo, em 1844, conseguindo sua matrícula para estudar no Institut Royale des Jeunes Aveugles, em Paris, como relataria, em 1863, o médico e então diretor da instituição, Claudio Luiz da Costa:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Em 1839, o Desembargador Maximiliano Antonio de Lemos estava já ao fato da existência na Europa de várias escolas para a instrução dos cegos, especialmente a de Paris, cujas notícias provocavam a sua curiosidade e atenção. Aconteceu que, tendo relações com a família do Desembargador José Ignacio Vaz Vieira, vira freqüentes vezes na casa deste um menino cego com quatro anos de idade de nome José Alvares de Azevedo, filho de Manoel Alvares de Azevedo (cunhado de Vaz Vieira), cujo menino mostrava tanta vivacidade e discernimento em tão tenra idade que ele lastimou a falta de meios no nosso país para se lhe poder dar a precisa instrução. Aconteceu mais, que nesse mesmo ano obteve o Desembargador Maximiliano ser despachado para adido da nossa delegação em França, e para lá seguiu logo, [.....] a lembrança do interessante menino. Chegando a Paris, por intermédio do nosso encarregado de negócios José D&#039;Araújo Ribeiro, obteve do ministro da instrução pública Mr. de Wilmaizi autorização para visitar o Instituto dos Cegos e colher sobre a instituição [.....] as informações de que precisasse. Tendo-as alcançado, escreveu para o Brasil, remetendo-as ao Desembargador Vaz Vieira para que as mostrasse ao pai do menino e o induzisse a enviá-lo para a escola de Paris logo que chegasse a idade conveniente. (.......). O Desembargador Maximiliano porém, não esfriou em seu louvável empenho. Conseguiu, que o Desembargador Vaz Vieira e sua esposa tomassem a peito este particular, e chegassem a convencer os pais do ceguinho a mandá-lo para Paris, o que só depois de dois anos de insistência obtiveram. Partiu daqui o menino Azevedo com pouco mais de nove anos de idade no dia 1º de agosto de 1844”. (COSTA, 1863. Apud. FERREIRA, 2004, p.2).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O brasileiro José Alvares de Azevedo (1834-1854) viajou, então, para a França, em agosto de 1844, acompanhado de Manoel Joaquim do Sacramento, um criado de sua família, para estudar no Institut Royale des Jeunes Aveugles, em Paris. Durante sua estadia nessa instituição Alvares de Azevedo conheceu o sistema Braille de leitura, criado pelo educador francês Louis Braille. Após seis anos na França, e já formado, retornou a sua terra natal em 14 de dezembro de 1850 com o desejo de criar uma escola para cegos no Rio de Janeiro.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ao retornar para o Brasil, José Alvares de Azevedo passou a ensinar o sistema Braille a outras pessoas cegas, foi &amp;amp;nbsp;professor de história no Collegio do Barão de Tautphoeus (Rua do Lavradio, 53D, &amp;amp;nbsp;Rio de Janeiro), proferiu palestras e publicou matérias tratando do ensino de cegos, tornando-se o primeiro cego a exercer a função de professor e o responsável pela introdução do sistema Braille no ensino no país. Alvares de Azevedo foi autor da tradução, em 1851, da obra “L&#039;Institut des Jeunes Aveugles, son Histoire et ses procédés d&#039;enseignement” de Joseph Guadet (1795-1881), tradução esta que dedicou a seu pai Manoel Alvares de Azevedo, a quem devia toda sua instrução. No prefácio desta publicação, José Alvares de Azevedo afirmou que:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Ainda que os cegos nascem geralmente entre as classes pobres, muitos há no estado médio de fortuna, e mesmo no da riqueza, e é por isso que sua educação deve de necessidade ser dividida em três ramos: intelectual, musical e industrial. O primeiro é destinado a cultivar uma inteligência por ventura brilhante, a que quase sempre a ignorância empece o desenvolvimento, e que, vivificada pela sciencia, produz muitas vezes belezas admiráveis. O segundo, além de proporcionar uma distracção aos que pertencem às classes abastadas da sociedade, é um meio de existência para os menos favorecidos da sorte. &amp;amp;nbsp;O terceiro é essencialmente um meio de vida para aquelles a quem a natureza negou ouvido, ou vocação musical. Em regra devem todos cultivar a educação intelectual; não é comtudo indispensável que os que se dedicam à indústria profundem o ensino scientifico; até porque, salvas excepções, os que se ocupam simultaneamente dos dous ramos, em nenhum fica perito e habilitado. É facto ensinado na experiência. (AZEVEDO, 1851, p.V-VI)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;José Alvares de Azevedo foi professor de Adèle Marie Louise Sigaud, filha do médico [[SIGAUD,_JOSÉ_FRANCISCO_XAVIER|&amp;lt;u&amp;gt;José Francisco Xavier Sigaud&amp;lt;/u&amp;gt;]] e cega desde 15 anos de idade, e que posteriormente também se tornaria professora das classes das alunas, de ler, escrever, música vocal e instrumental do Imperial Instituto dos Meninos Cégos. Victorine Sigaud Souto, irmã de Adèle Marie Louise Sigaud, juntamente com o professor José Candido Branco Rodrigues e o organista francês Léon Jamet, fundou em 1888 a Associação Promotora do Ensino dos Cegos, em Lisboa (Portugal). José Francisco Xavier Sigaud, um dos fundadores da [[SOCIEDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Sociedade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]] em 1829, e autor de “Du Climat et des Maladies du Brésil” (1844), tomando conhecimento do projeto de Alvares de Azevedo de criação de uma escola para cegos, o apresentou ao Imperador D. Pedro II, o qual teria manifestado seu total apoio (AZEVEDO, 1877).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1854 foi impresso no Institut Royale des Jeunes Aveugles, em Paris, o livro “Méthode de Lecture Portugaise, imprimé en 1854 à L&#039;Institution Impériale de Paris, pour l&#039;Institution Impériale des Jeunes Aveugles de Rio de Janeiro Brasil”, considerado o primeiro livro impresso em Braille, e que teria sido mandado imprimir por [[SIGAUD,_JOSÉ_FRANCISCO_XAVIER|&amp;lt;u&amp;gt;José Francisco Xavier Sigaud&amp;lt;/u&amp;gt;]]. O original desta obra encontra-se no acervo do Musée Valentin Haüy, em Paris, fundado em 1886 por Edgard Guilbeau, cego de nascença, para valorizar a invenção a invenção do Braille e que atualmente é dedicado à história dos cegos e à história dos métodos que lhes permitiram ter acesso à cultura (TOMÉ, 2016).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O decreto nº 630, de 17 de setembro de 1851, autorizou o Governo Imperial a reformar o ensino primário e secundário do Município da Corte, definindo que haveria no Município um Inspetor Geral da Instrução, e em cada Paróquia um delegado seu, que para a abertura de uma Escola ou Colégio deveria ser requerida licença ao Inspector Geral, e que todos esses estabelecimentos, públicos ou particulares ficariam sujeitos à inspeção do Governo. Neste contexto, em que o Governo Imperial buscava uniformizar e regulamentar o ensino no país, é que foi criado um estabelecimento vocacionado para a educação de crianças cegas.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Relatório apresentado pelo Ministro e Secretário dos Negócios do Império, José da Costa Carvalho, Visconde de Monte Alegre, publicado em 1852, destacou o retorno de José Alvares de Azevedo e seu interesse em fundar uma instituição para a educação dos meninos cegos:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Antes de terminar este artigo, relevareis que solicite por hum instante a vossa benévola atenção em favor de hum objeto por certo digno dela. O jovem brasileiro José [Alvares] de Azevedo, cego de nascença, natural desta Cidade, tendo-se educado no Instituto Nacional dos cegos em Paris, que durante seis anos frequentara com bastante aproveitamento, se propõe com o Dr. Sigaud fundar nesta Côrte huma casa á semelhança daquele Instituto, para educação de meninos cegos, e pedem para isso hum auxilio, que não poderá ser menor de quinze contos de réis annuaes, circumscripto a 25 o numero dos pensionistas. A conveniência de transplantar para o nosso paiz tão bela instituição, e a sorte dos infelizes a quem ella se destina, me dispensão de quaisquer considerações para despertar em seu favor a vossa benevolência”. (RELATORIO, 1852, p.8)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;José Alvares de Azevedo também teve apoio do vice-presidente da província do Rio de Janeiro, João Pereira Larrigue de Faro (2º Barão do Rio Bonito), e do Ministro do Império, Luiz Pedreira do Coutto Ferraz, para seu propósito de criação de uma escola para cegos.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1854, o decreto imperial nº 781, de 10 de setembro, autorizou a reforma das Secretarias de Estado dos Negócios do Império, Justiça e Estrangeiros, e das Secretarias de Polícia da Corte e Províncias, e, também aprovou o dispêndio das quantias necessárias para a fundação de um instituto de cegos.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Ministro Coutto Ferraz, entendendo a importância do projeto de Alvares de Azevedo, propôs e obteve da Assembleia Legislativa a autorização para fundar um instituto de cegos no país. Assim, em 12 de setembro de 1854, foi publicado o decreto nº 1.428:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Hei por bem, em virtude da autorização concedida no paragrapho segundo do Artigo segundo do Decreto nº e dez do corrente mez, crear nesta Côrte hum Instituto denominado Imperial Instituto dos Meninos Cégos, o qual se regerá provisoriamente pelo Regulamento, que com este baixa, assignado por Luiz Pedreira do Coutto Ferraz, do Meu Conselho, Ministro e Secretario d´Estado dos Negocios do Imperio, que assim o tenha entendido e faça executar. – Palacio do Rio de Janeiro em doze de Setembro de mil oitocentos e cinquenta e quatro, trigésimo terceiro da Independencia e do Imperio. Com a rubrica de Sua Magestade o Imperador. Luiz Pedreira do Coutto Ferraz.” (BRASI. (a). 1854, p.1)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Definiu, ainda, este decreto, que o Imperial Instituto dos Meninos Cégos, que tinha o objetivo de ministrar a instrução primária, educação moral e religiosa, ensino de música ou de outros ramos da instrução secundária, e ofícios fabris, seria dirigido por um diretor subordinado ao Ministro e Secretário de Estado dos Negócios do Império. O Aviso nº242, de 18 de dezembro de 1854, estabeleceu um Regimento interno para o Imperial Instituto dos Meninos Cégos.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Imperial Instituto dos Meninos Cégos, ao ser criado, foi instalado na “chácara dos Coqueiros, no morro da Saúde, próximo à praia do Lazareto” (GONÇALVES, 2004, p.121). Esta chácara, localizada na rua do Lazareto nº 3, no bairro da Gamboa, centro do Rio de Janeiro, que havia sido residência de Joaquim José Pereira de Faro (1º Barão do Rio Bonito) e pertencia à viúva Ferreira e filho, foi alugada por três anos pela quantia de 2.000$000. [[SIGAUD,_JOSÉ_FRANCISCO_XAVIER|&amp;lt;u&amp;gt;José Francisco Xavier Sigaud&amp;lt;/u&amp;gt;]] e José Alvares de Azevedo visitaram o local, e relataram suas impressões ao Ministro Luiz Pedreira de Coutto Ferraz, em documento datado de 15 de dezembro de 1853:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Temos a honra de participar a V. Exa., (....). fomos visitar a casa sita no Morro da Saúde do lado de Gamboa, a qual outrora pertenceu à família Faro e que se acha hoje em poder do Sr. Ferreira e irmãos. A casa, colocada sobre a fralda do morro em um ponto bastante elevado é bem arejada pelo vento terral e pelo noroeste, recebe a viração e fica protegida pelo morro contra as tempestades do sudoeste. A sua distribuição interna abrange uma larga superfície repartida em 8 salas, 1 oratório, 4 grandes salas e 1 comprida varanda ou sala de jantar. Demais, contém no fundo encostado quase no morro por onde as águas vertentes se esgotam todos os cômodos para cozinha, despensa, sala de banho etc. Na parte de acima, o sótão é rodeado de pequenos quartos, lugar que pode muito bem servir para uma enfermaria. V. Exa., havendo nos dito que era preciso escolher uma casa que fosse capaz de acomodar 30 alunos, julgamos que a casa do Sr. Ferreira preenche o fim desejado e que demais ela não poderá proporcionar decentes acomodações ao diretor e alguns mestres e empregados. Dois jardins complantados de árvores cercam o edifício em ambos os lados e concorrem para a sua salubridade. (.....). Além dos jardins, existe um espaçoso triângulo de terra coberto de relva o qual forma dois compridos passeios, lugar sadio que domina o mar, ao qual se desce por escada reservada para tomar banhos. Este lugar é protegido pela sua altura do contato de qualquer morador vizinho, das pesquisas dos curiosos, sendo fechada em toda sua extensão por grades de ferro, assim como as outras partes da chácara que fazem frente à rua da Gamboa.(.....) À vista do que acabamos de referir, julgamos que a casa serve para a projetada instituição dos jovens cegos (......). Ilmo e Exmo. Sr. Conselheiro Luis Pedreira do Coutto Ferraz. Rio de Janeiro, 15 de dezembro de 1853. Dr. Sigaud e J. A. de Azevedo” (Apud FERREIRA, 2019, p.2)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A instituição foi oficialmente inaugurada em 17 de setembro de 1854, tendo a presença do Imperador D. Pedro II, da Imperatriz, do Ministro e Secretário de Estado dos Negócios do Império, Luiz Pedreira do Coutto Ferraz, e de outras autoridades da Corte, como foi noticiado no &#039;&#039;Jornal do Commercio&#039;&#039; de 18 de setembro daquele ano:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“A scena da inauguração foi tocante e comoveu a muitos corações. Tocarão as bandas de Música do Batalhão de Fuzileiros, que fez a guarda de honra e a dos Menores. Foram nomeados: Comissário do Governo para Inspeção do Instituto, o Sr. Conselheiro de Estado Visconde de Abrantes, Diretor, o Sr. Dr. José Francisco Sigaud. Capellão, o Sr. Cônego Joaquim Caetano Fernandes Pinheiro. Professor de primeiras letras o Sr. Dr. Pedro José de Almeida. Professor de Música Vocal e instrumental o Sr. J. J. Lodi e repetidor, o Sr. Carlos Henrique Soares, cego de nascença. O edifício é o da antiga residência do primeiro Barão do Rio Bonito, no Morro da Saúde, vasto espaçoso e arejado, com boa chácara, para recreio dos Meninos, e está adornado com gosto e simplicidade”. (Jornal do Commercio, Rio de Janeiro, anno XXIX, n.259, p.2, 18 set. 1854)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Apesar de todo seu empenho pela criação da escola para cegos, José Alvares de Azevedo não presenciou a instalação efetiva da instituição pois faleceu meses antes, em 17 de março de 1854, em decorrência de tuberculose.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Assumiu a direção da instituição, recém-criada, o médico [[SIGAUD,_JOSÉ_FRANCISCO_XAVIER|&amp;lt;u&amp;gt;José Francisco Xavier Sigaud&amp;lt;/u&amp;gt;]], que em sua inauguração pronunciou um discurso, descrevendo sua fundação, o qual foi publicado no &#039;&#039;Jornal do Commercio&#039;&#039;, em 20 de setembro de 1954:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Senhor. Quando V.M. Imperial proferiu estas memoraveis palavras ´A cegueira não é mais uma desgraça`, suscitou uma questão grave e digna de ser tratada; magnam ac dignam tractatu questionem movistis, disse Tacito. V. M. formulou esta questão em poucas palavras; a máxima em que a converteu póde gravar-se no frontispício do Instituto dos Jovens Cegos que a generosa protecção de V. M. acaba de fundar, manifestando deste modo o seu incessante zelo pela creação de instituições uteis que servem ao mesmo tempo para civilisar o país e diminuir as miserias e os sofrimentos da humanidade.&amp;lt;br/&amp;gt; Não era um antigo servidor de V.M. que competia a honrosa tarefa de cumprimentar hoje a V.M. e dirigir-lhe sinceros e vivos agradecimentos por este acto de uma imperial munificência; esta honrosa tarefa estava de diretio reservada a um jovem e ilustre brasileiro, cego de nascença, homem de talento e de esperanças, que foi roubado pela morte no momento em que ia cumprir-se o mais caro, o mais ardente de seus votos, que ele alimentava como fogo sagrado! (.....). José Alvares de Azevedo, nascido no Rio de Janeiro, de uma família abastada, recebêra no Instituto dos Jovens Cegos de Paris, uma educação acurada; apenas voltou á sua pátria, na idade de 17 anos, entregou-se com fervor á cultura das letras; (....). Em poucos anos se amestrou o jovem cego na lição de historia; e, durante as vigílias que lhe custarão a existência, havia colhido profundos conhecimentos, e encaminhado seu espirito para as indagações da historia pátria. Era discípulo consciencioso da escola que outro cego, Agostinho Thierry e Cesar Cantu, illustrão na primeira plana dos historiadores. Ouvindo ler as chronicas da Companhia de jesus e os manuscriptos da bibliotheca nacional, prosseguia no exame estudioso dos factos e das épocas memoráveis da historia do Brazil. (.....). Era pois a essa jovem ilustração que cabia o direito de tributar a mais profunda gratidão a V.M. por este tão grande beneficio. A primeira idéa lhe pertence; a fundação de um estabelecimento para educar seus companheiros de infortúnio com os mesmos desvelos que ele tinha recebido do Instituto de Paris; (........). (...) O Instituto tem por fim educar meninos cegos e prepara-los segundo sua capacidade individual para o exercício de uma arte, de um officio, de uma profissão liberal. É pois uma casa de educação e não um asylo, e muito menos um hospício: uma triplice especialidade, musica, trabalhos, sciencia, eis o que constitue sua organização excepcional. O Instituto está aberto aos meninos cegos de todas as classes da sociedade. (...). Creio aqui reproduzido, em parte, o pensamento moral e generoso de V. M., quando quiz instituir no Brazil uma casa de educação para crianças que até hoje têm estado abandonadas sem cuidados á mais profunda ignorancia, ou votadas á mendicidade. (...). &amp;quot; (INSTITUTO DOS MENINOS CEGOS, 1854, p.1)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O médico Xavier Sigaud esforçou-se em combater a visão da incapacidade intelectual das pessoas cegas, como relatou o médico e escritor Manoel Duarte Moreira de Azevedo em sua obra “O Rio de Janeiro, sua história, monumentos, homens notaveis, usos e curiosidades”:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“(....); procurou dar vida a instituição; mandou publicar pela imprensa extensos artigos explicando os methodos especiaes do ensino, os resultados colhidos em outras nações; (....); dava maior publicidade aos exames dos alunos convidando para esse acto grande concurso de assistentes; porfiava para apresentarem os discípulos provas de sua aptidão e aproveitamento; assim foi destruindo os infundados prejuízos da inutilidade dos cegos, cooperando para que esses por si mesmos protestassem e provassem que para viver não precisavão estender a mão á caridade publica; e conseguio que todos compreendessem que os cegos podião ler, escrever, contar, estudar musica e instruir-se nos preceitos da religião catholica”. (AZEVEDO, 1877, p.99)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; A preocupação do diretor Xavier Sigaud, em dar maior publicidade aos exames e resultados alcançados no Imperial Instituto dos Meninos Cégos, foi noticiada em matéria publicada no periódico A Semana, em 1855. Esta matéria, que destacava a dedicação e o interesse do Imperador D. Pedro II pelos estabelecimentos literários e de educação, relatou que no dia 6 de dezembro de 1855 a instituição recebeu a visita do Imperador, durante a qual foram exibidas as provas de adiantamento dos alunos:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“A primeira prova foi de educação e instrucção religiosa. O Sr. Conego Fernandes Pinheiro é o Livita encarregado de lançar n´essas almas tenras as sementes sâs de Religião (......). Seguiu-se as provas de escrita e leitura: foram satisfatórias, e é digno de especial louvor o methodo eufônico, que parece ser o primeiro cuidado do professor: dava-se uma limpidez de pronuncia, e um argentino de voz, como talvez não seja fácil encontrarn outras escolas. Alguns meninos exibiram provas de sua aplicação ao piano. (....). D. Pedro II parecia intima e cordialmente satisfeito com este espectaculo; os Srs. Drs. Sigaud, conego Fernandes Pinheiro, e Marquez de Abrantes diviam compartilhar esta satisfação, porque do resultado de seus esforços obtiveram triumpho”. &amp;amp;nbsp;(INSTITUTO, 1855, p.14)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ainda sob o estabelecido pelo decreto nº 1.331A, de 17 de fevereiro de 1854, que havia definido o regime dos estabelecimentos públicos e particulares de instrução primária e secundária, é que foi também inaugurado, em 1º de janeiro de 1856, o Collegio Nacional para Surdos-Mudos de Ambos os Sexos, como um estabelecimento particular auxiliado pelos cofres públicos, instalado nas dependências do Collegio Vassimon, localizado na Rua dos Beneditinos, nº8, no centro da cidade do Rio de Janeiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Com o falecimento de [[SIGAUD,_JOSÉ_FRANCISCO_XAVIER|&amp;lt;u&amp;gt;José Francisco Xavier Sigaud&amp;lt;/u&amp;gt;]] em 10 de outubro de 1856, primeiro diretor da instituição, Claudio Luiz da Costa, assumiu a direção, tomando posse em 26 de outubro de 1856. O Governo Imperial, autorizado pela Lei nº 939 de 26 de setembro de 1857, que havia fixado a receita e despesa para 1858-1859, realizou a compra do prédio em que funcionava o Imperial Instituto dos Meninos Cégos, na rua do Lazareto nº3, na Gamboa, incluindo a área da chácara que lhe era anexa e 12 braças de terrenos de marinha, pelo valor de 50:000$ (OLINDA, 1858).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A preocupação com as condições de salubridade na instituição foi sinalizada em várias ocasiões, como no relatório do diretor Claudio Luiz da Costa apresentado em dezembro de 1864 e publicado no &#039;&#039;Correio Mercantil e Instructivo, Político Universal&#039;&#039;:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Neste anno, durante a força de verão e nas mudanças das quadras que se lhe seguirão forão numerosas as enfermidades, das quaes a maior parte pleurizes e pneumonias. Quatro dos alunos atacados pelas segundas sofferão insólitas recahidas, devidas á humidade da habitação e á insalubre frieza do chão asfaltado, absolutamente prejudicial aos que morão em casas de tal pavimento; estiveram em perigo iminente de cahir na tisica tubercuolosa; mas felizmente se restabelecerão e se achão presentes”. (IMPERIAL, 1865, p.2)&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1866, Luiz Pedreira do Coutto Ferraz, então Comissário do Governo, em seu Ofício de 17 de fevereiro, afirmou a necessidade imperiosa de se buscar novas instalações para a instituição:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“O edifício em que actualmente se acha não póde continuar a servir sem risco iminente de alguma desgraça pelo estado perigosíssimo dos tectos, como demonstra o Director. A simples inspecção ocular basta para reconhecer-se esta verdade, aliás já confirmada por mais de um exame: faltão ali as principaes condições de salubridade. D´isto resente-se todos os anos a saúde dos meninos, e a dos empregados. Accresce que o predio não tem a capacidade necessaria para os diversos misteres do estabelecimento” (FERRAZ, 1866, p.2).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O diretor do Imperial Instituto os Meninos Cégos, Claudio Luiz da Costa, em seu Relatório referente às atividades da instituição em 1866, explanou sobre as condições de suas instalações e sua transferência para um prédio no Campo da Acclamação nº17 (atual Praça da República), alugado de Brás Carneiro Nogueira da Costa e Gama (Conde de Baependi):&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;quot;No meu ultimo Relatorio havia dado conta circumstanciada das condições nimiamente insalubres da propriedade nacional em que existia este Estabelecimento, de suas faltas de acomodações indispensáveis, e do estado de ruinas em que se achava. (....). Em Março forão enviadas três comissões de mestres e engenheiros empregados nas Obras Publicas, para fazerem vistorias no edifício, e informarem o Ministerio do Imperio (.....). Forão unanimes em suas informações de se achar estragada a maior parte do madeiramento que sustenta o telhado, e de que em tal estado ameaçava vir abaixo repentinamente. Então tive ordem para procurar casa que servisse á mudança do Estabelecimento (.....). Depois de bastantes diligencias só pode encontrar com acomodações suficientes, e ainda carecida de algumas obras, a casa e chácara do Conde de Baependy, no campo da Acclamação n.17, com um terreno anexo pertencente a seu genro o Veador Antonio Dias Coelho Netto dos Reis. Os arrendamentos, quer do prédio, quer dos terrenos anexos, forão feitos por quatro anos, obrigando-se o Governo a pagar de aluguel pelo prédio a quantia de quatro contos e seiscentos mil réis por anno (....). Foi contratado o terreno anexo pelo aluguel de duzentos mil réis por anno. (....). As obras de que carecia a propriedade a bem de servir á transferência do Estabelecimento, forão contractadas (por contracto também aprovado pelo Governo), construídas e pagas pela quantia de 1:385$000. (........). A propriedade em que provisoriamente habita o Instituto, posto que em localidade muito menos salubre que a do morro do Lazareto da Gambôa, privada de um porto de mar e de banho salgados que nella se desfructavão, sujeita ao constante motim da passagem dos carros, e cercada de nuvens de poeira, é espaçosa, bem ventilada, secca, tem as precisas acomodações para as oficinas, lavanderias, etc. e tem abundancia d´agua; a muito melhor saúde de que gosão os que nella estão morando, a fazem mil vezes preferível á outra.” &amp;amp;nbsp;(COSTA, 1867, p.5-6)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A mudança para o prédio no Campo da Acclamação efetivou-se em 16 de junho de 1866.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Entretanto, este prédio de dois pavimentos, no Campo da Acclamação, acabou também se mostrando insuficiente, por não ter condições para atender à demanda crescente por vagas para estudantes cegos não só do Rio de Janeiro, como das demais províncias do país. &amp;amp;nbsp;De acordo com o “Recenseamento do Brazil em 1872”, no Município Neutro (cidade do Rio de Janeiro), a “população considerada em relação aos defeitos physicos”, entendida então como cegos, surdos-mudos, alejados, dementes, e alienados, tanto livre quanto escrava, era de 1.972 pessoas. Neste quadro da população com “defeitos physicos”, o quantitativo apresentado especificamente para cegos foi:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Livres – homens = 162; mulheres=124.&amp;lt;br/&amp;gt; Escravos – homens=34; mulheres=28.&amp;lt;br/&amp;gt; Total = 368. &amp;amp;nbsp; (DIRETORIA, 1872). &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Governo Imperial decidiu, posteriormente, construir um edifício especificamente para o ensino dos cegos, e doou um terreno de 9.515m2 para esta edificação, localizado entre o [[HOSPÍCIO_DE_PEDRO_II|&amp;lt;u&amp;gt;Hospício de Pedro II&amp;lt;/u&amp;gt;]] e a Escola Militar, conforme detalhado em documento de 14 de maio de 1872:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Hei por bem autorisar a Nicoláo Antonio Nogueira Valle da Gama, do meu conselho, mordomo de minha imperial casa, para mandar lavrar, com as formalidades legaes, escriptura da doação que faço ao Imperial Instituto dos Meninos Cegos de um terreno, contiguo ao Hospicio de Pedro II na Praia Vermelha. Com cem braças de frente e os fundos que deverão ser medidos e demarcados, o qual me pertence por oferta que aceitei de José Ribeiro Monteiro, quando o houve por compra feita em9 de setembro de 1846, a D. Jacintha Rosa de Castro. Palacio da Boa-Vista, em 14 de maio de 1872, quinquagésimo primeiro da independência e do Imperio. Com a rubrica de S. Magestade o Imperador – Nicoláo Nogueira Valle da Gama”. (AZEVEDO, 1877, p.102)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Benjamin Constant Botelho de Magalhães, militar, engenheiro e professor, e posteriormente Ministro da Instrução Pública, Correios e Telégrafos, após o falecimento do diretor do Imperial Instituto os Meninos Cégos, Claudio Luiz da Costa, foi nomeado diretor interino pela portaria de 28 de maio de 1869, e assumiu como diretor por meio do decreto de 7 de julho daquele ano.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 14 de maio de 1872 o Imperador D. Pedro II determinou que fosse lavrada a escritura de doação de um terreno de sua propriedade, na Praia Vermelha, com 100 braças de frente e de fundos, em favor do Imperial Instituto os Meninos Cégos (INSTITUTO, 2007). Benjamin Constant Botelho de Magalhães destacou a doação do terreno, por parte do Governo Imperial, especialmente pelos benefícios que representaria para a instituição. Neste sentido, ressaltou as condições ideais daquele terreno, que era “plano, sêcco, em lugar muito saudável, junto de excelentes banhos de mar, necessários aos alunos, perto do centro da cidade” (MAGALHÃES, 1871, p. 16). Benjamin Constant Botelho de Magalhães foi encarregado da elaboração da planta do edifício, a qual foi apresentada e aprovada por Aviso de 22 de maio de 1872.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Na construção do novo prédio participou inicialmente o engenheiro Carlos Araujo Ledo Neves, com os desenhos do edifício, sendo sucedido pelo arquiteto de obras públicas e catedrático de desenho na Escola Central, Francisco Joaquim Béthencourt da Silva (1831-1911), com o projeto de construção, e pelo construtor Torquato Martins Ribeiro (RODRIGUES, 2005). Béthencourt da Silva foi também responsável pelo prédio da sede da Associação Comercial do Rio de Janeiro (atual Centro Cultural Banco do Brasil, Rua 1º de Março, nº66 – Rio de Janeiro), concluído em 1906.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Na cerimônia de lançamento da pedra fundamental da nova edificação, que ocorreu em 29 de junho de 1872, e que teve a presença da Família Imperial, do Ministro do Império, João Alfredo Corrêa de Oliveira, e de autoridades do Governo Imperial e professores, foram distribuídos prêmios aos alunos da instituição (AZEVEDO, 1877, p.103).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;As obras de construção do novo edifício, na Praia da Saudade, foram iniciadas em junho de 1872. O auto do lançamento da pedra fundamental do edifício destinado ao Imperial Instituto dos Meninos Cégos assim descreveu:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“(...) Erguido na Praia da Saudade deve este edifício, que já se acha em adiantada construção, ocupar uma superfície de 9.516 metros quadrados, tornando-o um dos mais belos monumentos, as colunas jônicas colossais e o pórtico, as estátuas de mármore, a majestosa ornamentação e o aspecto elegante e imponente da frontaria. Perpetuará essa grandiosa construção os nomes do Diretor do instituto e do Ministro que lançaram a primeira pedra, do arquiteto, e o de D. Pedro II que concedeu o terreno para esse magnífico palácio, que, dando asilo a 200 alunos de ambos os sexos, poderá competir com as melhores casas de educação dos cegos que existem; será um belo ornamento da Capital do Imperio, um templo enriquecido dos primores d&#039;arte, e régio e pomposo asilo da caridade. Consistindo em um internato para alunos de ambos os sexos, é presidido por um diretor, tem um comissario, capelão, pelo médico e outros empregados.&amp;quot; (&#039;&#039;Apud&#039;&#039;. REVISTA, 2017, p.28)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Nesta cerimônia de lançamento da pedra fundamental, em 1872, o então diretor da instituição, Benjamin Constant Botelho de Magalhães destacou:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Segunda cerimônia, como sabeis, é a do lançamento da pedra fundamental do edifício que, por ordem do Ex.mo. Sr. Ministro do Império, conselheiro Dr. João Alfredo Corrêa de Oliveira, se vai construir para este Instituto. Estão patentes os desenhos da fachada, plantas, cortes deste edifício projetado. É desenhado pelo inteligente e distinto engenheiro Dr. João Carlos Ledo Neves, que, com reconhecida habilidade, soube aliar as dadas exigências da instituição com os preceitos da arquitetura moderna. Tendes à vista a planta do terreno com 100 braças de frente e fundos maiores, propriedade de Sua Majestade o Imperador e pelo mesmo augusto senhor generosamente doado a este Instituto. (....) Esta cerimônia é um acontecimento da mais subida importância para este Instituto. Marca-lhe uma nova era fértil das mais lisonjeiras esperanças para os infortunados cegos brasileiros que vivem na mais degradante miséria e embrutecidos na mais crassa ignorância. (....) Esta recente instituição apenas conta 18 anos de existência e no entanto tem sobejamente demonstrado sua imensa utilidade e quanto é digna da desvelada e incessante proteção recebida. Fundou-a em 17 de setembro de 1854 o atual Ex.mo. Sr. comissário do Governo conselheiro de Estado, barão do Bom Retiro, quando ministro do império e desde então até a presente data tem sido um dos seus mais valiosos protetores. Sua Exa., por tantos títulos digno de estima dos seus compatriotas, acha sempre, embora sobrecarregado de muitas e importantes comissões, tempo bastante para estudar as necessidades deste estabelecimento e de pôr em prática os meios de remediá-las. (....) A necessidade de construir-se a custo do Governo Imperial um edifício próprio para residência do Instituto, de há muito sentida pelo finado diretor, o conselheiro Claudio Luiz da Costa, pelo Ex.mo. Sr. comissário do Governo, barão do Bom Retiro, pelo ilustrado Sr. conselheiro Paulino José Soares de Souza, quando Ministro do Império e recentemente pelo venerável conselheiro Dr. Antônio Felix Martins, quando, por feliz nomeação do Governo Imperial, ocupou o lugar de comissário como se vê nos relatórios dirigidos ao mesmo Governo, foi agora atendida de modo esplêndido pelo ilustrado e patriótico Ex.mo Sr. Ministro do Império.&amp;quot; (Apud. REVISTA, 2017, p.32)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O professor do Imperial Collegio de Pedro II, Manoel Duarte Moreira de Azevedo, em seu livro “O Rio de Janeiro, sua história, monumentos, homens notaveis, usos e curiosidades”, publicado em 1877, assim descreveu as novas instalações da instituição:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Acha-se o Instituto dos cegos estabelecido no prédio n.17 situado na face meridional da praça da Acclamação; tem essa casa, despida de toda a architectura, dous pavimentos com três portões e seos mesaninos arredondados no primeiro pavimento, e nove janelas com sacadas de grades de ferro no segundo. Há no primeiro pavimento a sala do refeitório dos alunos, que também serve de sala de estudo, uma sala de estudo para alunos de menor idade, uma pequena enfermaria, dous quartinhos para banhos, a rouparia, sala do engomado, despensa, a sala da officina de encadernação onde está a biblioteca que conta com 400 volumes, a da officina typographica, a qual também serve de aula de musica de sopro, a de officina de afinação de piano; e um salão de aulas onde vê-se o retrato de José Alves de Azevedo com esta inscripção: José Alves de Azevedo, natural desta corte, cego, falecido a 17 de março de 1854 com 19 annos de idade. Primeiro que no Brazil mostrou o systema de instruir os cegos. Vêem-se no segundo pavimento do edifício a sala de entrada onde estão os retratos dos marquezes de Olinda, de Abrantes e do visconde do Bom retiro, e o busto em mármore do Dr. Francisco Sigaud; lendo-se no pedestal, também de mármore o seguinte: J. F. X. Sigaud coollaborador de J. A. d´Azevedo na fundação do Instituto dos Meninos Cegos e primeiro director do mesmo Instituto. Dá essa sala entrada para a capella consagrada a S. Rafael, padroeiro dos cegos, o qual é festejado em 24 de novembro de cada anno, celebrando-se nesse dia uma missa por alma dos beneméritos do Instituto e outra no anniversario do falecimento de cada um. Há a sala da secretaria onde está o retrato do Dr. Claudio Luiz da Costa, o salão das visitas, com os retratos do Imperador e da Imperatriz, que serve também de aula de musica para alunos e alumnas; o refeito das alumnas, sala de estudo, uma pequena enfermaria, aula de musica das alumnas, lavatório, quarto da instectora, dormitório das alumnas e três quartos para aposentos do diretor e família. Há no terceito pavimento, em um sótão do prédio, o quarto do inspector, os dormitórios dos alunos, sendo um para os menores, outro para os médios, e outro para os maiores”. (AZEVEDO, 1877, p.105-106)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Após esta descrição minuciosa, Moreira de Azevedo ainda comentou sobre as condições &amp;amp;nbsp; insuficientes em sua opinião, das instalações do instituto:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Não tem esta casa commodos sufficientes e apropriados, nem condições hygienicas; os dormitórios são pequenos e estreitos; são húmidas e mal ventiladas todas asa divisões do primeiro pavimento; a enfermaria dos alunos é um quarto pequeno, húmido, escuro e quase sem ar; não há salas suficientes para as aulas; as oficinas typographica e de encadernação estão entaipadas em pequenas salas, escuras e tão húmidas que os papeis e livros estragão-se muito depressa; não há espaço para recreio e exercícios gymnasticos; a enfermaria das alumnas é um pequeno quarto, e o diretor não tem commodos decentes e separados, vive encerrado com sua família em três pequenos quartos. Mas se este edifício está longe de satisfazer ás condições desejáveis de uma casa de educação desta natureza já o governo acudio, como vimos, com louvável empenho á esta necessidade, dando principio a um palácio destinado á instrucção e educação dos meninos cegos”. &amp;amp;nbsp;(AZEVEDO, 1877, p.107)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;As primeiras etapas da construção do prédio de estilo neoclássico na Praia da Saudade (atualmente Av. Pasteur, Praia Vermelha) foram concluídas em 18 de novembro de 1890, e a transferência para as novas instalações se deu em 26 de fevereiro de 1891 (INSTITUTO, 2007). Nas proximidades deste novo prédio foi aberta uma rua a qual foi posteriormente denominada Rua Dr. &amp;amp;nbsp;Xavier Sigaud.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pelo decreto nº 9, do Governo Provisório, em 21 de novembro de 1889, foi suprimida a denominação “Imperial” do nome da instituição, passando a denominar-se Instituto dos Meninos Cégos. No final deste ano, a instituição passou a integrar a estrutura da Secretaria de Estado dos Negócios da Justiça, e em 1890 a da Secretaria de Estado dos Negócios da Instrução Pública, Correios e Telégrafos.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 30 de janeiro de 1890, por meio do decreto nº193, o estabelecimento recebeu a denominação de Instituto Nacional dos Cégos. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O decreto nº 1.320, de 24 de janeiro de 1891, que homenageou Benjamin Constant Botelho de Magalhães pelos serviços prestados ao país “quer concernentes à causa da difusão do ensino e da melhoria da educação nacional, quer referentes à propaganda da grandiosa reforma política que trouxe a reconstituição do paiz sob a forma republicana”, determinou que o Instituto Nacional dos Cégos passasse, então, a denominar-se Instituto Benjamin Constant (BRASIL, 1891).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;De acordo com o &#039;&#039;Almanak Laemmert&#039;&#039;, a instituição devia à iniciativa e esforços de Benjamin Constant o fato de ter um edifício próprio e um programa de ensino bem orientado, com oficinas que possibilitavam aos cegos se habilitarem em ofícios e artes, que eram “de grande auxilio para se tornarem homens uteis e dignos cidadãos” (INSTITUTO, 1893, p.1491).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi fundado, em 1893, o “Gremio Commemorativo Beneficente 17 de Setembro”, com o objetivo de dar assistência aos ex-alunos, o qual, em 1904, passou a constituir-se como “Associação Protectora dos Cégos 17 de Setembro”, com sede provisória no Instituto Benjamin Constant. Posteriormente, em 1924, a sede da Associação era na Rua Real Grandeza nº 142, Botafogo, na cidade do Rio de Janeiro. Em 1906, esta Associação, com o apoio de Mauro Montagna, cego de nascença, ex-aluno, repetidor e professor de geografia e história do Instituto Benjamin Constant, realizou uma campanha para auferir recursos para a criação de uma escola profissional e asilo para cegos. Assim foi criada, em 1º de novembro de 1907, a “Escola Profissional e Asylo para Cégos Adultos”, mantida pela “Associação Protectora dos Cégos 17 de Setembro”, e instalada em prédio na Rua Voluntários da Pátria nº 57B, em Botafogo, na cidade do Rio de Janeiro. Esta escola destinava-se “a recolher em seu seio e habilitar em officios compatíveis com a cegueira os seres privados da vista que, em razão de sua edade ou qualquer outra circumstancia não podem ser matriculados no Instituto Benjamin Constant, ou que, dálli tendo sahido não podem vantajosamente entrar na luta pela vida, mediante profissões liberaes” (ESCOLA, 1908, p.531).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O &#039;&#039;Jornal do Brasil&#039;&#039; em 1908, ao noticiar a criação da a “Escola Profissional e Asylo para Cégos Adultos”, destacou a importância da colaboração da população para a manutenção da instituição:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Um estabelecimento destes demanda, porém, de grandes recursos, e é, pois, para a sua manutenção, para o seu progresso, que appellamos para o coração generoso da nossa população. Com uma insignificante mensalidade, adquire-se o titulo de socio contribuinte da Associação Protectora dos Cegos, iniciadora e mantenedora da Escola Profisisonal e Asylo para Cegos Adultos Desamparados”. (EM PROL, 1908, p.3)&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A “Escola Profissional e Asylo para Cégos Adultos” foi considerada pioneira no atendimento assistencial privado a cegos no país (LEMOS; CERQUEIRA, 2018). Em julho de 1908, esta Escola possuía três oficinas, a de fabricação de escovas, de fabricação de vassouras e espanadores e a de empalhação de móveis, nas quais trabalhavam 12 operários cegos sob a direção de um mestre vidente. Em setembro de 1908 a instituição abrigava mais de 30 cegos. Mauro Montagna, diretor da “Escola Profissional e Asylo para Cégos Adultos”, realizou, em 7 de novembro de 1908, um festival infantil no Teatro João Caetano, no centro do Rio de Janeiro, para angariar mais recursos para a manutenção da instituição. Em 1922, a instituição ainda dirigida por Mauro Montagna, tinha em seu quadro Effigio Egalon (professor de primeiras letras), Octacilio de Magalhães Cruz (professor de solfejo), Francisco Pedro Barbosa (mestre da banda de música), e Manoel Fernandes Gomes (chefe das oficinas) (ESCOLA, 1922). &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1920 foi fundada, no Rio de Janeiro, pelo professor e ex-aluno do Instituto Benjamin Constant, Mamede Francisco Freire (1885-1961), a Liga de Proteção aos Cegos no Brasil, anteriormente denominada Liga de Auxílios Mútuos. O mesmo professor fundou, em 1925, a União dos Cegos no Brasil, uma instituição de caráter assistencialista e produção de manufaturados, e em 1927, a Associação Promotora de Instrução e Trabalho para Cegos (INSTITUTO, 2007).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Até o início do séc. XX, o Instituto Benjamin Constant era a única instituição pública especializada na educação para cegos no Brasil. Somente a partir das primeiras décadas do século XX é que foram fundados outros estabelecimentos no país: Instituto dos Cegos (Recife, 1909), Instituto São Rafael (Belo Horizonte, 1926), Instituto para Cegos “Padre Chico” (São Paulo, 1929), Instituto Paranaense dos Cegos (Curitiba, 1939), Instituto dos Cegos do Brasil Central (Uberaba, 1942), Instituto de Cegos da Bahia (Salvador, 1944).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Até 1928 o endereço do Instituto Benjamin Constant era Praia da Saudade nº 232, e a partir de 1929, com a alteração na denominação da rua, passou a ser Av. Pasteur nº350.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Sady Cardoso de Gusmão, então diretor do Instituto Benjamin Constant, relatou ao Ministro da Educação e Saúde Pública, suas considerações em relação ao terreno em que se encontrava instalada a instituição, por recear a desapropriação daquele terreno:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Nº 148. Exmº Sr. Ministro de Educação e Saúde Pública Tendo esta diretoria ciência de que a Faculdade de Direito da Universidade do Rio de Janeiro pleiteia presentemente a desapropriação da parte do terreno em que se acha edificado este Instituto, parte essa de terreno na extensão de cem metros de frente e cerca de duzentos de fundo, vem, a propósito, esclarecer a Vossa Excelência sobre a situação e condições do terreno aludido e fazer, data vênia, algumas ponderações em relação a este assunto. O terreno em que se acha construída parte do edifício do Instituto, segundo o projeto de Benjamin Constant mede cerca de duzentos e quatro metros de testada e foi doado pelo Imperador D. Pedro II, a fim de ser nele construído o Instituto. Este imóvel fora doado ao Imperador por José Ribeiro Monteiro, que o comprara em 9 de setembro de 1846 a D. Jacintha Rosa de Castro. A doação ao Instituto se verificou em 1871, segundo se induz do relatório apresentado a Assembleia Geral (3ª seção de 14ª legislatura, no Diário Oficial de 17 de junho de 1871) pelo Ministro João Alfredo Corrêa, que a mesma doação faz referência. O mesmo se pode inferir da circunstância de haver Benjamin Constant, já então Diretor do Instituto, em seu relatório de 1871 comentar e agradecer ao Imperador a doação feita. Esta, entretanto, precisava ser legalizada, o que foi feito por decreto em 14 de maio de 1872, cuja cópia autenticada existe no arquivo do Instituto, sendo em 22 - 29 de junho do mesmo ano lançada, com a presença do Imperador e outras pessoas gradas, a pedra fundamental do edifício a se levantado segundo o plano oferecido por Benjamin Constant. (...................). Já em outras ocasiões o Governo pretendeu ocupar parte do imóvel em questão, sem, entretanto, lograr êxito, em razão de preciosos pareceres do extinto Conselho Administrativo dos Patrimônios e de outros. Demais, no terreno de que se trata existe já a Lavanderia Parisiense, o Sport Club Brasil, dois prédios pequenos e as paredes&amp;lt;br/&amp;gt; dos pavimentos térreos do pavilhão central e ala esquerda. Dessas benfeitorias, duas são particulares pertencentes ao Patrimônio do Instituto, sendo propriedade da União as paredes da ala esquerda e pavilhão central. Há, ainda, no local grande quantidade de obras de cantaria pertencentes a União. Assim sendo, nos parece que a desapropriação do terreno em causa é altamente prejudicial aos interesses da Nação, visto como a indenização das benfeitorias pertencentes a particulares não será pequena, e a que for fixada em proveito do Instituto poderá ser levantada pelos herdeiros do Imperador, em virtude da resolução da doação não ter sido cumprido o encargo que a gravava. Além disso, a desapropriação tem como razão precípua a necessidade ou utilidade pública. O Instituto Benjamin Constant é estabelecimento de imediata utilidade pública, obra que é de assistência educativa e social”. (Apud. RODRIGUES, 2015, p.104-105)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi organizado, em 1933, durante a gestão de Sady Cardoso de Gusmão, o Museu do Instituto Benjamin Constant no 2º piso do prédio do Instituto Benjamin Constant, e “fazem parte do acervo do citado Museu peles de lobo, cristais de rocha, animais empalhados, além de objetos históricos do IBC. O Museu é descrito como uma extensão da sala de aula” (RODRIGUES, 2015, p.244). O Museu permaneceu com este perfil e com sua sede no mesmo local até o ano de 1970, quando foi transferido para uma sala no setor feminino do prédio do Instituto Benjamin Constant, com a ideia de organizar um Museu de História Natural. Posteriormente foi transferido para uma sala do Departamento Pedagógico, e em 1996, por meio da Portaria Ministerial nº 942 de 13 de setembro de 1996, o Museu do Instituto Benjamin Constant foi anexado ao organograma institucional.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1937 o Instituto Benjamin Constant, então subordinado ao Ministério da Educação e Saúde, teve suspensas suas atividades para a realização de obras de ampliação e de reparo do prédio, para as quais o Governo Federal havia autorizado a alocação de recursos (2.500 contos). A instituição ficou fechada para as obras por sete anos, e foi reaberta em 1944, quando foram inauguradas, em 10 de fevereiro desse ano, as seções de administração e de educação, e a zeladoria.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Diretores:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br/&amp;gt; José Francisco Xavier Sigaud (1854-1856); Claudio Luiz da Costa (15/10/1856-1869); Benjamin Constant Botelho de Magalhães (28/05/1869 interino; 07/07/1869-1889); Joaquim Mariano de Macedo Soares (1889-1895); João Brazil Silvado (1895-1902; 1906, 1907, 1908); Francisco Soares Pereira (1900); Jesuino da Silva Mello (1902-1905; 1909-1920); Pedro Coutinho (1919); José Candido de Albuquerque Mello Mattos (1920-1924); Eduardo Pinto de Vasconcellos (1924-1930); Sady Cardoso de Gusmão (1930-1938); João Alfredo Lopes Braga (1938-1947).&amp;lt;br/&amp;gt; &#039;&#039;&#039;Vice-diretores:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br/&amp;gt; Joaquim Caetano Fernandes Pinheiro, cônego (1858)&amp;lt;br/&amp;gt; &#039;&#039;&#039;Comissários do Governo Imperial no Instituto:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br/&amp;gt; Miguel Calmon du Pin e Almeida (1859-1864); Luiz Pedreira do Coutto Ferraz (1866-1867).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Estrutura e funcionamento&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Imperial Instituto dos Meninos Cégos, criado em 12 de setembro de 1854 por meio do decreto nº 1.428, e instalado na chácara dos Coqueiros, no morro da Saúde, foi oficialmente inaugurado em 17 de setembro de 1854.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;De acordo com Gabriel Bertozzi de Oliveira e Sousa Leão (2017), as primeiras propostas para regulamentar a instituição teriam surgido antes de sua inauguração oficial em setembro de 1854, e encontram-se no acervo do Arquivo Nacional. A primeira teria sido em 1853, intitulado “Projeto de Regulamento Geral do Instituto dos Jovens Cegos assinado por [[SIGAUD,_JOSÉ_FRANCISCO_XAVIER|&amp;lt;u&amp;gt;José Francisco Xavier Sigaud&amp;lt;/u&amp;gt;]] e José Alvares de Azevedo de 26 de Dezembro de 1853”, e a segunda o “Projeto de regulamento organico do Instituto Imperial dos Jovens Cegos do Brasil de 20 de janeiro de 1854”. Ambas as propostas foram assinadas por José Alvares de Azevedo e [[SIGAUD,_JOSÉ_FRANCISCO_XAVIER|&amp;lt;u&amp;gt;José Francisco Xavier Sigaud&amp;lt;/u&amp;gt;]], e definiam que a instituição, sob a proteção do Imperador D. Pedro II, apresentaria em um curso de oito anos, com instrução intelectual, musical e tecnológica, ensino de instrumentos de música e de ofícios (LEÃO, 2017, p.59).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Segundo o decreto de criação, de 12 de setembro de 1854, a instituição, dirigida por um diretor subordinado ao Ministro e Secretário de Estado dos Negócios do Império, teria o seguinte pessoal: um professor de primeiras letras, um professor de música vocal e instrumental, um de artes mecânicas, um médico, um capelão, e um inspetor de alunos. Seriam designados outros professores à medida que fosse sendo desenvolvido o plano de estudos da instituição.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ainda nos termos deste decreto de criação do Imperial Instituto dos Meninos Cegos, caberia ao Governo Imperial o sustento, vestuário e curativo do estabelecimento. Ainda neste decreto ficou estabelecido que a instituição admitiria nos seus três primeiros anos o ingresso de até 30 alunos, sendo que entre estes 10 seriam admitidos gratuitamente se reconhecidamente pobres. Os demais alunos, que não fossem pobres, pagariam uma pensão anual cujo valor seria definido pelo Governo Imperial. A admissão dos alunos dependia de uma autorização do Ministro e Secretário de Estado dos Negócios do Império, e da apresentação de certidão de batismo ou justificativa de idade, atestado médico constatando sua cegueira, e no caso de admissão gratuita, a apresentação de um atestado do pároco e de duas autoridades provando sua indigência. Foi estabelecido, também, que nenhum aluno seria admitido sem parecer escrito do médico do estabelecimento informando que fora vacinado com bom resultado e que não sofria de doença contagiosa.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O decreto nº 1.428 estabeleceu, ainda que nos três primeiros anos seria ensinado aos alunos leitura, escrita, cálculo de frações decimais, música, e artes mecânicas adaptadas à idade e força dos meninos. No quarto ano as matérias seriam gramática nacional, língua francesa, aritmética (continuação), princípios elementares de geografia, música e ofícios mecânicos. A partir do quinto ano, além das matérias do quarto ano, haveria ensino de geometria plana e retilínea, história e geometria antiga, média e moderna, e leitura explicada dos evangelhos. E no último ano, o estudo seria dedicado à história e geografia nacional, aperfeiçoamento da música e dos trabalhos mecânicos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Segundo o regulamento provisório, inserido no decreto de 12 de setembro de 1854, os professores atenderiam às disposições do Regulamento para a reforma do ensino primário e secundário do Munícipio da Corte, promulgado pelo decreto nº 1.331 A de 17 de fevereiro de 1854, que definiu o regime dos estabelecimentos públicos e particulares de instrução primária e secundária, e os parâmetros para a inspeção desses estabelecimentos. Desta forma, poderia ter na instituição até quatro Repetidores, que poderiam “ser também Inspectores de alumnos, com residencia e sustento no Collegio, (.....), explicarão as lições aos meninos nas horas de estudo, e auxiliarão Capellão no ensino das práticas, e funcções religiosas” (BRASIL (a), 1854, p.3).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ainda de acordo com este regulamento provisório, o nº de alunos não seria maior que 30 nos três primeiros anos de funcionamento, sendo 10 alunos admitidos gratuitamente, se reconhecidos como pobres. Aos alunos pobres, o Governo Imperial forneceria sustento, vestuário e curativos, e os demais pagariam uma pensão anual (até 400$000), além de uma jóia (até 200$000) no momento de ingresso na instituição. Para todos os alunos seriam fornecidos os livros e os instrumentos necessários para o ensino. Cada aluno que desejasse ingressar na instituição deveria obter a autorização do Ministro e Secretário de Estado dos Negócios do Império, e apresentar a certidão de batismo ou justificativa de idade, um atestado médico que confirme a cegueira total, e no caso do aluno pobre, apresentar também o atestado do pároco e de duas autoridades do local de residência que confirmasse sua indigência. Além disso, nenhum aluno seria admitido sem que constasse o registro de que fora vacinado e que não portava doença contagiosa. Não poderiam ser admitidos como aluno da instituição aqueles menores de seis anos e maiores de 14 anos, e os escravos.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pelo regulamento provisório do Imperial Instituto dos Meninos Cégos caberia ao Governo definir o destino dos alunos pobres, quando estes completassem seus estudos, e não tivessem sido empregados como repetidores na instituição. E o mesmo ocorreria com aqueles alunos que chegassem à idade de 22 anos, mesmo que não tivessem terminado o Curso dos estudos, salvo se conseguissem licença do Ministro e Secretário de Estado dos Negócios do Império para continuarem no Instituto por mais algum tempo (BRASIL (a). 1854).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A instituição seguiria, “até nova ordem do Governo, o methodo de pontas salientes de Mr. Luiz Braille, adoptado pelo Instituto de Paris” (BRASIL (a), 1854, p.4). O curso era de oito anos, e nos três primeiros anos as matérias a serem ensinadas seriam: leitura (compreendendo também o ensino de catecismo), escrita, cálculo até frações decimais, música e artes mecânicas adaptadas à idade e força dos meninos. No quarto ano as disciplinas seriam: gramática nacional, língua francesa, continuação da aritmética, princípios elementares de geografia, música e ofícios mecânicos. Para o quinto ano, além das disciplinas do quarto ano, seriam ministradas geometria plana e retilínea, história e geometria antiga, média e moderna, e leitura aplicada aos evangelhos. No último ano, os alunos teriam história e geografia nacional, aperfeiçoamento da música e dos trabalhos mecânicos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Um Regimento Interno para o Imperial Instituto dos Meninos Cégos, provisório, foi estabelecido pelo Aviso nº242, de 18 de Dezembro de 1854, que definiu como atribuições do Comissário do Governo, a inspeção da educação moral e religiosa, do ensino das letras e artes e da disciplina e economia realizados naquele estabelecimento, acompanhar os exames dos alunos, e apresentar em relatório seu juízo sobre o aproveitamento, os méritos dos professores e a administração da instituição, e propor medidas em relação à correção de disposições regulamentares. Aos diretores, além das atribuições inerentes ao funcionamento da instituição, cabia a indicação ao Ministro do Império para a nomeação dos repetidores e inspetores dos alunos. Estabeleceu que cabia aos professores ensinar aos alunos as matérias, e “lembrar-lhes, em qualquer ocasião oportuna, os seus deveres como cidadãos, e dar-lhes conselhos uteis, sempre que deles careção”., e também “tratar com igual desvelo a todos os seus alunos, louvando os que derem boa conta de si, admoestando os que forem negligentes, e estimulando-os á que não desprezem o beneficio que se lhes quer fazer” (BRASIL (b), 1854, p.273).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Por este Regimento interno, os alunos eram classificados segundo seu estado, em contribuintes e gratuitos, em relação à idade em três classes ou turmas (de 6 10 anos, de 10 a 14 anos, e de maiores de 14), e em relação ao ensino em duas classes, a daqueles que frequentassem as aulas nos primeiros três anos e a daqueles que tivessem concluído com aproveitamento o triênio. E as meninas cegas, em qualquer idade, seriam completamente separadas dos meninos, tendo à parte casa de trabalho, lugar de recreação e passeio, refeitório e dormitório.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;As aulas seriam iniciadas em 7 de janeiro e encerradas em 15 de novembro de cada ano. Seriam concedidos, anualmente, três prêmios aos alunos, um de letras, um de música e um de ofícios. O Regimento definiu, também, que os alunos e alunas deveriam portar uniformes, tanto nos dias festivos como nos dias ordinários. Para os alunos seria, nos dias festivos, uma sobrecasaca de pano verde escuro, de gola em pé e abotoada com botões amarelos, calças da mesma fazenda, gravata e boné preto, e botins de vaqueta. Nos demais dias, os alunos trajariam uma jaqueta ou rodaque de lã escura abotoada com botões pretos, calças da mesma fazenda, gravata de chita, boné preto, e sapatos de vaqueta. Para as alunas, nos dias festivos, o traje consistia em vestido de cassa verde escura, colarinhos brancos e lisos, cintos, botins pretos e véus brancos, e no dia a dia, seria um vestido de chita escura e sapatos, acrescentando um chalé de lã no inverno.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Relatório do Ministério do Império, referente ao ano de 1854, detalhou o primeiro ano de funcionamento da instituição:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;“Tenho a satisfação de comunicar-vos que este nascente estabelecimento, fundado apenas há hum anno, tem já apresentado resultados correspondentes ás nobres e benéficas vistas de sua instituição. As suas diferentes aulas tem sido regidas com muita regularidade e methodo, cabendo aos professores merecidos elogios pela assiduidade e zelo com que desempenham as suas funções. Em todas as matérias que tem sido ensinadas – Religião, leitura, e muzica, he mui sensível o progresso dos alunos. Pelo que respetia á 1ª, achando-se eles correntes na doutrina christã, pela lição do catecismo, começou o respectivo professor a dar-lhes hum curso de história sagrada, e epsera habilital-os para, no fim deste anno, fazerem exames satisfactorios. No ensino de primeira letras, nota-se igual aproveitamento. Todos os alunos lem regularmente, ep la maior Parte escrevem, e fazem praticamente as quatro primeiras operações de calculo. O professor desta cadeira, á vista de tal progresso, começou já a leccionar-lhes grammatica, geografia, e a parte mais adiantada da arithmetica. O professor de muzica, além dos exercícios praticos em canto e piano, tem ensinado a teoria desta arte, obtendo vantagens. Trata-se de estender este ensino a diversos instrumentos, segundo as disposições dos alunos. A classe das meninas tem-se aplicado também a trabalhos e prendas especiaes ao seo sexo. Convindo estabelecer no Instituto o ensino de algumas artes mecânicas, já como meio de distracção para os alunos abastados, já como hum recurso para os pobres, o seu Director acaba de dirigir-se ao do Instituto dos jovens cegos de Praiz, pedindo-lhe que contrate para aquelle fim hum moço cego, habilitado em diferentes officios, como o de torneiro, cesteiro, &amp;amp; c., e sobretudo versado no systema de imprimir em pontos salientes. O Governo, logo que tenha presentes as condições do respectivo contracto, resolverá sobre este objecyo, que considera de evidente utilidade. Os Estatutos, pelos quaes se rege o Estabelecimento, e que foram expedidos em 18 de Dezembro de 1854, tem sido executados sem inconveniente, que exija modificações. Tem-se tratado de ir formando lentamente a Bibliotheca do Instituto com obras apropriadas, mandadas vir da Europa e dos Estados Unidos. Nella há já algumas escriptas pelos alunos. &amp;amp;nbsp;A prestação de 15.000$, que anualmente recebe dos Cofres públicos o mesmo Instituto, reunida á importância das pensões que já se eleva á 8000s, he por ora suficiente para fazer face ás despezas. Tem sido muito lisonjeiro o estado hygiencio do instituto. Ainda nenhum caso de falecimento occorreo entre os alunos, e, o que he mais notável, nenhum acometido pela epidemia da cholera morbus, que apenas se manifestou em hum africano, de vida irregular, empregado no serviço, o qual succumbio á enfermidade. Este estado, abonando a pericia e zelo do Director, o qual he encarregado da hygiene e saúde dos alunos,prova ao mesmo tempo o acerto com que foi escolhida a localidade em que está o Estabelecimento.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; O numero já existente de 12 alumnos, foi augmentado com dois que entraram no anno findo. São naturaes: &amp;amp;nbsp;Da Côrte ......................................................6&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; Da Provincia do Rio de Janeiro ...................7&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; Da do Ceará .................................................1&amp;lt;br/&amp;gt; Pertencem ao sexo masculino 10, e ao feminino 4. Ainda não tem sido remettidos das Provincias os meninos cegos que se esperavam”. &amp;amp;nbsp;(FERRAZ, 1856, p.64-65)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Segundo Claudio Luiz da Costa, que posteriormente seria diretor da instituição, logo após a decisão da instalação da instituição ingressaram “o primeiro menino cego, Candido José Correia da Silva, natural desta província, com 14 anos de idade. (....) a primeira menina cega, Anna Rodrigues de Faria, natural desta corte, na idade de 7 anos; e o segundo menino cego, Luiz Antonio Gondim Leitão, também natural desta corte com 10 anos de idade” (COSTA, 1863. &#039;&#039;Apud&#039;&#039;. FERREIRA, 2004, p.2).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Os livros, compêndios e instrumentos utilizados no ensino da instituição eram importados da Europa. Entre os livros importados estavam obras em “pontos salientes” como “O Expositor Portugues, ou, Rudimentos de ensino na língua materna” (1852), de Luiz Francisco Midosi (1796-1877), o “Compendio da Grammatica da Lingua Nacional” &amp;amp;nbsp;(1835) de &amp;amp;nbsp;Antonio Alves Pereira Coruja (1806-1889), o “Catechismo de Montpellier” (1702) de Joachim Colbert (1667-1738), e o “Compêndio de princípios elementares de música” de Francisco Manuel da Silva (1795-1865) (LEÃO, 2017). Além das obras importadas, a biblioteca do Imperial Instituto de Meninos Cégos continha também os livros que haviam pertencido a José Alvares de Azevedo, um dos fundadores do estabelecimento, e que haviam sido oferecidos ao instituto por seu pai, Manuel Alvares de Azevedo. O acervo totalizava 55 volumes e 463 folhetos (ALMANAK, 1858). Também eram importadas tábuas de zinco para cálculo, alfabetos em pontos (Braille) e em caracteres romanos, mapas em relevo e máquinas de escrever (LEÃO, 2017).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O primeiro a assumir a direção do Imperial Instituto dos Meninos Cégos, em 1854, foi o médico [[SIGAUD,_JOSÉ_FRANCISCO_XAVIER|&amp;lt;u&amp;gt;José Francisco Xavier Sigaud&amp;lt;/u&amp;gt;]]. No &#039;&#039;Almanak Laemmert &#039;&#039;de 1855, aparece o anúncio da instituição:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Imperial Instituto dos Meninos Cegos. No morro da Saude, r. do Lasareto da Gambôa, onde residio o 1º barão do Rio Bonito, casa chamada dos Coqueiros.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; (Creado em virtude do Decreto de 12 de Setembro de 1854. Vide Supplemento, pag. 59).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; O Imperial Instituto dos Meninos Cegos tem por fim ministrar-lhes a instrucção primaria – a educação moral e religiosa – o ensino da musica ou de alguns ramos da indústria secundaria e o de officios fabris. Admittem-se os cegos de ambos os sexos da idade de sete até quinze anos.&amp;lt;br/&amp;gt; Director e Medico – Dr. José Francisco Sigaud.&amp;lt;br/&amp;gt; Capellão da casa – Conego Dr. Joaquim Caetano Fernandes Pinheiro.&amp;lt;br/&amp;gt; Professor de primeiras letras – Dr. Pedro José de Almeida.&amp;lt;br/&amp;gt; Professor de musica – J. J. Lodi (cego).&amp;lt;br/&amp;gt; Professora das meninas cegas – M.lle Adela Maria Luiza Sigaud (cega).&amp;lt;br/&amp;gt; Repetidor dos estudos – Carlos Henrique Soares (cego).&amp;lt;br/&amp;gt; Inspector da turma – José Baptista Pezan Junior.&amp;lt;br/&amp;gt; Porteiro da casa – Martinho Antonio da Rocha.&amp;lt;br/&amp;gt; Visita-se o Instituto às quintas feiras do meio dia em diante. Missa das 8 às 9 horas da manhã, nos domingos, dias santos e sabbados.” (&#039;&#039;ALMANAK&#039;&#039;, 1855).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Xavier Sigaud ficou à frente da direção do Imperial Instituto dos Meninos Cégos por apenas dois anos pois faleceu em 10 de novembro de 1856. Durante esse período estruturou os cursos no âmbito interno, deu relevo à alfabetização e ao ensino de algumas profissões compatíveis com a cegueira (RODRIGUES, 2005).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Imperial Instituto dos Meninos Cégos, um internato para alunos de ambos os sexos, de acordo com seu regulamento, era administrado por um diretor, um comissário, um capelão, um médico, e outros empregados. Em 1859, Miguel Calmon du Pin e Almeida, Marquês de Abrantes, foi o primeiro a ocupar o posto de comissário, tendo sido substituído, em 1866, pelo Visconde de Bom Retiro, Luiz Pedreira do Coutto Ferraz. Antonio Candido da Cunha Leitão assumiu como comissário de forma interina em várias ocasiões.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Claudio Luiz da Costa, médico parteiro e operador, assumiu a direção da instituição em 26 de outubro de 1856, e durante sua administração, reformou o regulamento da instituição, fundou as oficinas tipográfica e de encadernação, criou uma banda de música e organizou o curso em oito anos, assim constituído:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify; margin-left: 40px;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Parte moral e literária – leitura, escrita, catecismo, explicação do evangelho, gramática nacional, francês, aritmética, álgebra, geometria, princípios gerais de mecânica, física, química, história e geografia.&amp;lt;br/&amp;gt; Ensino profissional - música vocal e instrumental, harmonia, regras de contraponto e instrumentação, arte tipográfica, de encadernação, afinação de piano para os alunos e música e trabalhos de agulha para as meninas.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Tendo em vista a necessidade de livros em Braille para o ensino na instituição, o diretor Claudio Luiz da Costa determinou que fossem treinados cinco aprendizes cegos em uma oficina tipográfica e contratado um mestre em composição e impressão. Empenhou-se, igualmente na criação de uma oficina tipográfica na instituição. Inicialmente, foram aproveitados um cunhete de tipos especiais vindos de Paris ofertados à instituição pelo aluno Carlos Henrique Socares, os quais haviam sido enviados por seu irmão Nicoláo Henriques Soares, proprietário de uma tipografia. Além disso, encomendou tipos especiais ao fundidor de tipos Bouchaud, em Paris, mas a remessa que finalmente foi encaminhada ao Brasil foi de tipos considerados emprestáveis. Ao final, as matrizes foram buriladas em cobre na Casa da Moeda, no Rio de Janeiro, pelo “oficial da abrição” Fidellis Ferreira Paradella (COSTA, 1868, p.5-6).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 14 de agosto de 1857 foi então instalada a oficina tipográfica do Imperial Instituto dos Meninos Cégos, com tipos Braille importados da França, aos quais foram acrescentados os 500 tipos metálicos doados por Carlos Henrique Soares, aluno e repetidor na instituição. A obra “História Cronológica do Imperial Instituto dos Meninos Cegos”, publicada em 1863 em três volumes, um relatório dos primeiros anos da instituição na gestão de Claudio Luiz da Costa, foi a primeira a ser publicada naquela oficina. Em 1865 a oficina tipográfica publicou a “Constituição Política do Império do Brazil”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Os livros utilizados no ensino na instituição eram, em grande parte, transcritos em Braile, de forma manual por meio de punção (instrumento manual composto por duas partes: cabeça e ponta) e por meio de reglete. A reglete era um objeto constituído “por uma prancha em forma retangular e por uma espécie de régua vazada”, onde se ajustava o papel especial na prancha, e era processada a escrita, da direita para a esquerda. O papel era perfurado com um instrumento, denominado punção e, depois o papel era retirado da reglete para que fosse feita a leitura de forma convencional (RODRIGUES, 2015, p.140).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Posteriormente foi criada, também, uma oficina de encadernação, na qual foi mestre de encadernação João Pinheiro de Carvalho, que havia estudado no Institut Royale des Jeunes Aveugles, na França, e que também era repetidor de primeiras letras na instituição (CERQUEIRA, 2014).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1857 o quadro de professores e instrutores da instituição era assim constituído:&amp;lt;br/&amp;gt; Professor de Primeiras letras – Pedro José de Almeida.&amp;lt;br/&amp;gt; Professor de Música vocal e instrumental – Adolpho Maersch.&amp;lt;br/&amp;gt; Mestre da Oficina Tipográfica – Manoel Ferreira das Neves.&amp;lt;br/&amp;gt; Professora de Primeiras Letras, aritmética, gramática e música das educandas – Adèle Marie Louise Sigaud.&amp;lt;br/&amp;gt; Repetidor dos alunos – Carlos Henrique Soares.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Os professores e demais empregados do Imperial Instituto dos Meninos Cégos eram pagos anualmente com recursos do Tesouro Público Nacional e nomeados por meio de decretos imperiais.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;De acordo com o Relatório do Ministério do Império, para 1857, a instituição tinha 18 alunos (12 meninos e 6 meninas), em sua maioria vindos do município da Corte e da província do Rio de Janeiro, e, com exceção de uma menina, os demais eram alunos gratuitos. O quadro de matérias lecionadas mantinha-se o mesmo de 1856, e os alunos demonstravam bom aproveitamento. Este Relatório mencionava, ainda, que o acervo da biblioteca da instituição foi acrescido de 116 volumes impressos em pontos vindos da instituição congênere em Paris, e de 33 impressos em tipos ordinários, que tratavam das matérias de ensino (OLINDA, 1858).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Durante a gestão de Claudio Luiz da Costa houve um crescimento no ingresso de estudantes na instituição, totalizando, em 1860, 26 (8 meninas e 18 meninos), foi reformado o regulamento, fundada as oficinas tipográfica e de encadernação, e criada uma banda de música (REFICIO, 2019). &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1866, segundo o Officio do Commissario do Governo, Luiz Pedreira do Coutto Ferraz, era excelente a educação dos alunos, seu aproveitamento nas disciplinas, e os resultados dos exames realizados na instituição. Entretanto, o Comissário Ferraz destacou que era importante a adoção de algumas medidas, como a criação de uma aula especial de música vocal e a dotação regular de diversos instrumentos, pois “o aperfeiçoamento na musica vocal e instrumental é um grande meio, e o menos dispendioso de irem-se, desde já, habilitando os alunos para um futuro mais próximo, que os ponha a coberto da indigência, livrando os que não possuem recursos próprios de subsistência da triste necessidade de esmolarem o pão da caridade publica, necessidade que lhes será muito mais dolorosa, depois da desvelada educação moral e litteraria, com que os tem beneficiado o Governo” (FERRAZ, 1866, p.2).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Luiz Pedreira do Coutto Ferraz demonstrou, igualmente, sua preocupação com o futuro dos meninos e meninas cegas, pois muitos embora já tivessem concluído o prazo de residência na instituição, definido no Regulamento Provisório, lá permaneciam pela benevolência do Governo. Reiterava, ainda, sua visão de que a habilitação na música era meio mais eficaz para atender o estabelecido pelo Regulamento Provisório, de 1854.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;De acordo com o Relatório do diretor Claudio Luiz da Costa, referente ao ano de 1867, após a mudança para um prédio na Praça da Aclamação nº 17 (atual Campo de Santana), no centro da cidade, teria aumentado o nº de visitas à instituição, o que comprovava o crescimento da simpatia da população com o Imperial Instituto dos Meninos Cégos. Afirmou, ainda, que embora a salubridade do Campo de Aclamação fosse inferior àquela apresentada no Lazareto da Gamboa, seu sítio anterior, a nova casa tinha ótimas condições higiênicas, se comparadas com a do lazareto. Desta forma, com a mudança, havia diminuído a incidência de enfermidades entre os alunos e empregados. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em relação ao desempenho dos estudos secundários na instituição, Claudio Luiz da Costa afirmou que várias matérias, como língua francesa, geografia, história, aritmética e álgebra, haviam apresentado um aperfeiçoamento. Por outro lado, a disciplina de geometria tinha permanecido estacionada, e não havia se conseguido, ainda, estender a instrução a generalidades sobre botânica, história natural, mineralogia, anatomia, fisiologia, ótica e acústica, por falta de compêndios e tempo para os apostilhar. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Neste Relatório, de 1867, o diretor Claudio Luiz da Costa ainda relatou que a instituição possuía duas oficinas, a tipográfica com sete alunos e um contramestre, e a de encadernar. Ressaltou que na oficina tipográfica estava sendo concluída a impressão do 4º volume da história cronológica do Imperial Instituto dos Meninos Cégos, e do volume referente ao ano de 1862. A oficina também havia iniciado a impressão de uma gramática francesa seleta, extraída das melhores gramáticas, e coordenada por uma professora da instituição.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A oficina de encadernar, que funcionava com cinco alunos, segundo o diretor Claudio Luiz da Costa, tinha alcançado bons resultados e melhoramentos em 1867, apresentando pouca diferença em relação à encadernação realizada na Europa. Em relação aos trabalhos das alunas, estes eram fundamentalmente a costura a mão, a fabricação de meias e de diversos objetos de lã, rendas de agulhas, obras de crochet, e enfeites com vidrilhos, canotilhos e fitas (COSTA, 1868).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O diretor Claudio Luiz da Costa, no relatório apresentado sobre as atividades de 1868, apresentou o quadro de alunos no Imperial Instituto dos Meninos Cégos:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Existião a 11 de março de 1868: Açumnos ...................................................................... 27&amp;lt;br/&amp;gt; Achava-se então ausente, pelo que não foi contado ...........................................................1&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; Total ...........................................................28&amp;lt;br/&amp;gt; Sahiu no principio deste anno o dito alumno........................................................................1&amp;lt;br/&amp;gt; Fallecerão no decurso deste anno .......................................................................................2&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; ......................................3&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;Ficarão ......................25&amp;lt;br/&amp;gt; Matriculou-se.........................................................................................................................1&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;Existem.......................26&amp;lt;br/&amp;gt; Pertencem ao município da Côrte ........................................................................................7&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;quot; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; á província do Rio de Janeiro ............................................................................6&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;quot; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;quot; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;quot; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;de Santa Catharina ..........................................................................4&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;quot; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;quot; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;quot; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;da Bahia ..........................................................................................2&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;quot; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;quot; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;quot; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;de Minas...........................................................................................1 &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;quot; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;quot; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;quot; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;do Espirito Santo..............................................................................1&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;quot; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;quot; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;quot; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;de S. Pedro do Rio de Grande do Sul .............................................1&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;quot; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;quot; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;quot; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;das Alagôas......................................................................................1&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;quot; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;quot; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;quot; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;do Ceará ..........................................................................................1&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;quot; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;quot; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;quot; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;do Piauhy..........................................................................................1&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;quot; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; a Montevideo, sendo porém brasileiro................................................................1&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;.................................26”.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; (COSTA, 1869, p.2) &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;amp;nbsp;Em relação ao estado da instrução professada na instituição, Claudio Luiz da Costa comparou-o ao ensino na instituição francesa, o Institut Royale des Jeunes Aveugles:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Comparado o estado da instrucção no Instituto de França, o mais antigo da Europa, contando quase um século d´existencia, com o do Brazil, que apenas tem 14 annos, acha-se que neste, sendo as matérias as mesmas, são estudadas e compreendidas em todos os seus complementos. Naquelle empregão-se s fugitivas lições oraes, por cujo motivo seus compêndios limitão-se a theses que carecem de desenvolvimento verbal; n´este os alunos, ainda que com grande trabalho e consumo de tempo, escrevem os convenientes compêndios em que estudão regularmente. Mas estes compêndios manuscriptos se conservão legíveis apenas por dois anos; quando se apagão, é indispensável renoval-os; (....). Quando se conseguir que haja todos os compêndios impressos, este ponderoso obstáculo desapparecerá n´este Instituto. O ensino d´arithmetica n´aquelle não passa de decimaes; todas as mais operações são indicadas verbalmente, porém não praticadas; emquanto n´este as teorias arithmeticas são demonstradas pela pratica. (.....). No Instituto de França apenas se ensina a língua vernácula, e nem d´ella ainda possuem um dicionário. No do Brazil aprende-se a língua nacional e a franceza, posto que nem da própria nem da estrangeira haja diccionarios. N´esta comparação não irrogo a menor censura ao Instituto de Pariz, a que este deve a sua paternidade e todo o reconhecimento, por havel-o sempre ajudado. Apenas indico que na pratica do systema de ensino para a instrucção secundaria neste Instituto há as diferenças apontadas, que, tornando-a embora mais trabalhosa, tem vantagens inquestionáveis.” &amp;amp;nbsp;(COSTA, 1869, p.4)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Após o falecimento de Claudio Luiz da Costa, Benjamin Constant Botelho de Magalhães, professor da cadeira de matemática e de ciências naturais da instituição desde 13 de agosto de 1862, foi nomeado, por meio da portaria de 28 de maio de 1869, diretor interino do Imperial Instituto dos Meninos Cégos. Benjamin Constant Botelho de Magalhães, que era casado com Maria Joaquina da Costa, filha de Claudio Luiz da Costa, assumiu efetivamente a direção da instituição em 7 de julho de 1869.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em seu relatório, apresentado em 22 de março de 1871, Benjamin Constant Botelho de Magalhães propôs a criação, na instituição, de uma classe de alunos, denominados como aspirantes ao magistério, destinada a formar um núcleo de professores, de forma a preencher as vagas que surgissem no corpo de professores. A classe de aspirantes ao magistério seria constituída por alunos que tivessem concluído o curso de estudos no Imperial Instituto dos Meninos Cégos, e que tivessem se destacado em uma ou mais matérias do curso, e apresentassem um comportamento irrepreensível. Tal proposta estaria em acordo com o que ocorria em institutos de cegos em países europeus e nos Estados Unidos, onde os professores, repetidos e mestres de oficina erma todos cegos. Entendia que tal medida concorria para o progresso da instrução (MAGALHÃES, 1871, p.8). A criação desta classe de alunos, a de aspirantes ao magistério, vai se efetivar somente por meio do novo regulamento da instituição, promulgado em 17 de maio de 1890, definindo-a como a classe de alunos que haviam se distinguido por sua inteligência, comportamento, aplicação e aproveitamento.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Destacou a importância do ensino profissional dos alunos, afirmando que era fundamental o desenvolvimento e melhor organização das oficinas, tipográfica e de encadernação. Estas, encontrando-se devidamente organizadas, poderiam imprimir e encadernar os livros do instituto e possibilitar uma renda para o estabelecimento.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ainda neste relatório Benjamin Constant Botelho de Magalhães reiterou, em vários trechos, a ideia da importância da instrução, como um direito público absoluto para todos:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Que importa que o pretendente á instrucção tenha mortos os olhos do corpo, paralysados os órgãos da voz ou do ouvido, ou qualquer outro defeito physico, si nenhuma afcção mental o impedir de receber o alimento intelectual garantido pela Constituição do Imperio a todos os Brazileiros? A instrucção é sem duvida alguma a principal base da felicidade para o homem, qualquer que seja a sua condição: é portanto uma necessidade geral do povo, e como tal deve merecer toda a atenção e solicitude do Estado. Por que razão hão de os cegos ficar privados dos imensos benefícios da instrucção que se distribúe aos que têem vista?” (MAGALHÃES, 1871, p.28)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Embora a instrução intelectual e profissional realizada no Imperial Instituto dos Meninos Cégos, apresentasse um desenvolvimento importante, Benjamin Constant Botelho de Magalhães comentou, ainda que a instituição, para o pleno desenvolvimento de seu ensino, ainda carecia de materiais indispensáveis, como o livro de pontos salientes para o estudo das noções de história natural, instrumentos e coleções para o ensino da física, e as figuras em relevo para o ensino da geometria elementar (MAGALHÃES, 1871). &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Na publicação sobre a participação do Brasil na Exposição Universal de 1873, em Viena (Áustria), foi relatado que teria sido apresentado na Câmara dos Deputados um projeto, pelas comissões de instrução pública e fazenda, que propunha permitir um número ilimitado para o ingresso de alunos em estabelecimentos públicos como o Imperial Instituto dos Meninos Cégos, ampliar o ensino de música, aumentar as oficinas, fundar um patrimônio (2.000:000$000), e criar institutos filiais nas províncias do Maranhão, Pernambuco, Bahia, Minas Gerais e São Pedro do Rio Grande do Sul (O IMPERIO, 1873).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 4 de maio de 1874, Benjamin Constant Botelho de Magalhães propôs um plano de loterias para subsidiar os gastos com os cegos, por meio da criação da Associação Protectora dos Cégos Desvalidos, com o objetivo de “fornecer ao mesmo Governo os fundos pecuniários precisos para ampliar á classe inteira dos infelizes cegos brazileiros, cujo numero sobe a mais de 10.000, os benefícios da instrucção e educação e paternal proteção que este Instituto em acanhadíssimas proporções fornece somente a 30 daquelles infelizes” (MAGALHÃES, 1874, p.13). &amp;amp;nbsp;Entretanto, segundo Gabriel Bertozzi de Oliveira e Sousa Leão (2017), tal proposta não se concretizou. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O diretor Benjamin Constant Botelho de Magalhães apresentou, em seu Relatório apresentado em 19 de abril de 1875, algumas considerações sobre a necessidade de reforma do regulamento do Imperial Instituto dos Meninos Cégos, que havia sido promulgado em 1854. Segundo o diretor, este regulamento, que havia sido criado para aquela instituição então nascente, “tinha contra si a incredulidade publica sobre as vantagens e utilidade; e esta incredulidade fundava-se principalmente na falsa crença da inaptidão dos cegos para a instrucção litteraria e profissional” (MAGALHÃES, 1875, p.3).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em seu Relatório, de 24 de abril de 1877, de Benjamin Constant Botelho de Magalhães apresentou o seguinte quadro de matérias:&amp;lt;br/&amp;gt; 1º ano: Ler e escrever segundo o sistema de braile, escrita em caracteres ordinários com a máquina de Foucauld; noções elementares de aritmética (conhecimentos dos algarismos ordinários e em pontos, tabuadas, numeração e as duas primeiras operações sobre os números inteiros); história sagrada desde a criação do mundo até o cativeiro de babilônia.&amp;lt;br/&amp;gt; 2º ano: repetição das matérias do primeiro ano; as quatro operações fundamentais da aritmética. História sagrada até os Macabeus; gramática portuguesa (primeiras noções).&amp;lt;br/&amp;gt; 3º ano: repetição das matérias dos dois primeiros; aritmética teórica e prática das quatro operações sobre as frações ordinárias e decimais; noções do dogma católico; gramática (conjugação dos verbos regulares e irregulares).&amp;lt;br/&amp;gt; 4º ano: repetição das matérias do terceiro; aritmética (teoria e prática das operações sobre os números complexos, e das raízes quadradas e cúbicas); religião (noções desenvolvidas do dogma); gramática portuguesa (definição das partes da oração e análise gramatical); língua francesa (ler e escrever e princípios de gramática).&amp;lt;br/&amp;gt; 5º ano: repetição das matérias doa anos anteriores; dogma e doutrina do Evangelho; aritmética (teoria das proporções e equidiferença e suas aplicações às questões da regra de três, de companhia, juros e descontos, etc.); gramática; análise lógica e gramatical; língua francesa (conjugação dos verbos regulares e irregulares e princípios de tradução do francês para o português); geografia física.&amp;lt;br/&amp;gt; 6º ano: toda a história sagrada; todo &amp;amp;nbsp;dogma; doutrinas do Evangelho; geografia física e política (o que se puder dar, e noções de cosmografia); aritmética (teoria das progressões por diferenças e por quocientes, e dos logaritmos); toda a gramática francesa; toda a gramática portuguesa; língua inglesa (leitura e escrita, e princípios de gramática); álgebra (noções preliminares e quatro operações).&amp;lt;br/&amp;gt; 7º ano: recordação das matérias do sexto ano; história antiga, média, moderna e do Brasil; geografia física e política toda; cosmografia (tudo quanto lhe diz respeito); língua francesa (exercícios de tradução em prosa e verso do francês para o português e vice-versa); língua inglesa (toda a gramática, tradução de prosa do inglês para o português); álgebra (equações e problemas do 1º grau a uma e mais incógnitas, métodos de eliminação, discussão desses métodos, diversas espécies de soluções e suas interpretações, teoria das quantidades negativas); geometria (a primeira parte até a teoria dos polígonos e do círculo); física até hidrostática inclusive, pelo compêndio Ganot; química (noções preliminares).&amp;lt;br/&amp;gt; 8º ano: repetição das matérias do 7º e o resto do estudo da álgebra, da geometria e da física; nomenclatura química (preparações dos principais corpos simples, metaloides, caracteres gerais das bases, ácidos, sais); história natural.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O ensino profissional compreendia, então, música, artes tipográficas, de encadernação e de afinação de pianos, para os alunos, e música e trabalhos de agulha para as alunas.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em um projeto de reorganização do Imperial Instituto dos Meninos Cégos, apresentado em 26 de julho de 1873, e assinado por Francisco Leopoldino de Gusmão Lobo, Manoel Arthur de Holanda Cavalcanti, João Capistrano Bandeira de Mello, e Ignacio Joaquim de Souza Leão, constavam a mudança do edifício da instituição, o crescimento do número de alunos, a criação de novas oficina, a criação de instituições congêneres em todo o Império, e de casas de trabalho e asilos para os idosos e “inválidos” (LEÃO; SOFIATO, 2019, p.295-296).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O diretor Benjamin Constant Botelho de Magalhães retomou, de forma reiterada em seus relatórios subsequentes, este projeto de reorganização da instituição, cuja proposta já havia sido aprovada pela Câmara dos Deputados, mas encontrava-se ainda sob a pendência da decisão do Senado. Em seu relatório apresentado em 9 de novembro de 1878, Benjamin Constant Botelho de Magalhães afirmou que:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Esta reforma, repetirei ainda, satisfaz effectivamente as mais importantes necessidades da instituição, ampliando e consolidando as bases fundamentaes de sua existência e de seu progresso: eleva convenientemente o numero dos alunos; dá à instrucção theorica e profissional o necessário desenvolvimento, permitindo reorganizar em melhor pé as uteis oficinas existentes e crear muitas outas d´entre as que já estão reconhecidas como muito uteis aos cegos, desenvolvendo, aperfeiçoando e completando o utilíssimo ensino da musica vocal e instrumental; faculta a fundação de Institutos provinciaes nas capitães das principaes províncias do Imperio, e de asylos e casas de trabalho para os cegos; melhora a sorte por demais precária dos seus dignos professores, repetidores e mais empregados; e realiza muitos outros melhoramentos importantes e de há muito urgentemente reclamados; &amp;amp;nbsp;satisfaz, além disso, a uma outra condição de subido valor: permitte que dentro de poucos anos esteja o Estado completamente exonerado de toda e qualquer despeza com o actual Instituto e com os diversos Institutos provinciaes, asylos, casa de trabalho, etc. que venham a crear-se” (MAGALHÃES, 1878, p.5).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ainda neste relatório, Benjamin Constant Botelho de Magalhães reproduziu artigos do referido projeto, que tratava do Imperial Instituto dos Meninos Cégos e do Instituto Nacional de Surdos Mudos. Destacou que o Senado havia aprovado apenas o art. 2º, que definia a criação, para cada um dos institutos, de um patrimônio na importância dois mil contos de réis em apólices da dívida pública, mas que os demais artigos não tinham sido discutidos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;E de fato foi criado, por meio do decreto nº 2.771, de 29 de setembro de 1877, um patrimônio (2.000:000$000 réis) para a instituição, constituído em apólices da dívida pública. E o decreto nº 6.760, de 1º de dezembro desse ano, criou conselhos não remunerados para a administração do patrimônio do Imperial Instituto dos Meninos Cégos, e do [[INSTITUTO_DOS_SURDOS-MUDOS|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto dos Surdos-Mudos&amp;lt;/u&amp;gt;]], composto por três membros a serem nomeados pelo Ministro do Império.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Benjamin Constant Botelho de Magalhães, ainda no relatório apresentado em 1878, destacou a necessidade de se aperfeiçoar o ensino profissional no Imperial Instituto dos Meninos Cégos, por meio da reorganização das oficinas existentes e da criação de novas, e de se ampliar as oportunidades para instrução dos cegos. Neste sentido, ressaltou que no país havia, segundo o recenseamento da população, 12.000 cegos no país, e que para esta “imensa população existe apenas em todo o Imperio um só estabelecimento destinado á sua instrucção e educação e esse mesmo de proporções muito acanhadas, timidamente fundado como um pequeno e incompleto ensaio, como tal mantido há 24 annos, &amp;amp;nbsp;e no qual somente 30 desses 12.000 cégos podem receber os benefícios da instrucção” (MAGALHÃES, 1878, p. 20).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O diretor do Imperial Instituto dos Meninos Cégos, Benjamin Constant Botelho de Magalhães, registrou, ainda, que na época de seu Relatório, apresentado em 9 de novembro de 1878, havia na instituição 52 matriculados.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;De acordo com Manuel Duarte Moreira de Azevedo, autor de “O Rio de Janeiro, sua história, monumentos, homens notaveis, usos e curiosidades”, o quadro de professores da instituição em 1877 era assim constituído:&amp;lt;br/&amp;gt; Bernardo Lyra da Silva – professor de religião.&amp;lt;br/&amp;gt; Pedro José de Almeida – professor de instrução primária, de história e geografia.&amp;lt;br/&amp;gt; Guilherme Lourenço Schulze – professor de piano e canto dos alunos.&amp;lt;br/&amp;gt; Raphael Coelho Machado –professor de música instrumental e de harmonium.&amp;lt;br/&amp;gt; Maria Benedicta da Costa Guimarães – professora de francês.&amp;lt;br/&amp;gt; Adèle Marie Louise Sigaud – professora de piano.&amp;lt;br/&amp;gt; Rosa Albertina de Mello Figueiredo – mestre de trabalhos de agulha.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Embora a língua inglesa não constasse do currículo vigente, esta disciplina vinha sendo ensinada, gratuitamente, por Antonio Carlos de Oliveira Guimarães, então professor interno de matemáticas e ciências naturais.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Havia, também, os repetidores das disciplinas: Antonio Lisboa Fagundes da Silva (repetidor de aritmética e álgebra, revisor da oficina tipográfica); João Pinheiro de Carvalho (repetidor de francês e da segunda classe de música, mestre da oficina de encadernação); José Pinto de Cerqueira (repetidor de harmonia e contraponto); Possidonio de Mattos (repetidor de instrução primária, mestre da oficina tipográfica); Leopoldina Maria da Conceição (coadjuvante dos trabalhos de agulha). Ainda segundo Moreira de Azevedo (1877), vários dos professores e repetidores do Imperial Instituto dos Meninos Cégos haviam sido alunos do próprio instituto, como Adèle Marie Louise Sigaud, Leopoldina Maria da Conceição, João Brasil Madeira (mestre de afinação de piano), e Possidonio de Mattos entre outros.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No Relatório do Imperial Instituto dos Meninos Cégos, apresentado em 14 de abril de 1880, o diretor Benjamin Constant Botelho de Magalhães enumerou as medidas que considerava como necessárias para melhorar as condições da instituição: autorizar a elevação do nº de alunos internos para 50; promover os meios para melhoria das oficinas tipográfica e de encadernação; criação de aulas especiais de solfejo, de canto e de certos instrumentos de corda; fundação de um curso de ginástica elementar para cegos; melhoria na remuneração do diretor, de professores, de repetidores, do porteiro; e a nomeação de um copista ou ditante. E se referiu à biblioteca da instituição, destacando que até então esta contava com 207 volumes, sendo dois impressos em caracteres ordinários, 155 de diversas matérias de ensino, manuscritos pelos alunos, e 50 volumes no sistema Braille, impressos e encadernados nas oficinas da instituição.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Benjamin Constant Botelho de Magalhães foi professor de aritmética e diretor interino, entre abril de 1881 e outubro de 1883, da Escola Normal da Corte, e, também professor da Escola Militar da Corte e da Escola Polytechnica, que funcionava então no Largo de São Francisco de Paula no centro do Rio de Janeiro. Acumulou estas funções com a de diretor do Imperial Instituto dos Meninos Cégos, até 15 de novembro de 1889, quando assumiu o Ministério da Guerra. Para sucedê-lo na direção do então denominado Instituto dos Meninos Cégos, foi designado Joaquim Mariano de Macedo Soares.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1890 foi constituída, com o apoio de Benjamin Constant Botelho de Magalhães, então Ministro da Instrução Pública, Correios e Telégrafos, uma comissão científica composta pelos professores cegos Augusto José Ribeiro e João Pinheiro de Carvalho, e por Fernando Ferreira Lemos, funcionário da instituição, para visitar instituições de cegos na Europa, conhecer os avanços técnicos e pedagógicos e adquirir material e equipamentos (INSTITUTO, 2007).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pelo decreto nº 708, de 2 de setembro de 1890, foi criada, no então denominado Instituto Nacional dos Cégos, a cadeira de violoncelo e contrabaixo, separada da de instrumentos de cordas.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi aprovado um novo regulamento para o Instituto Nacional dos Cegos por meio do decreto nº 408, de 17 de maio de 1890, assinado pelo General de Brigada Benjamin Constant Botelho de Magalhães, então Ministro e Secretário de Estado dos Negócios da Instrução Pública, Correios e Telégrafos, segundo o qual a instituição tinha como objetivo fornecer aos alunos e alunas cegas a instrução primária, a educação física, moral e cívica, a instrução secundária, o ensino da música vocal e instrumental, o ensino do maior número de artes, industrias e ofícios fabris, oficinas e casa de trabalho e todo “auxílio e proteção de que que careçam para facilitar-lhes os meios de dar livre expansão às suas diversas aptidões physicas, moraes e intellectuaes, e a todas as suas legitimas aspirações em proveito seu, de suas famílias e da pátria” (REGULAMENTO, 1890, p.1021).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Por este novo regulamento, a instrução teórica e prática-profissional realizada no Instituto seria dividida em dois cursos principais, um de instrução literária e um de instrução prática-profissional. O de instrução literária será de oito anos, subdividido em dois, primário, feito em três anos, e secundário, em cinco anos. O curso primário compreenderá as seguintes matérias: conhecimento do alfabeto, sinais de pontuação e dos algarismos, no sistema de pontos (método de Luiz Braille); conhecimento dos algarismos ordinários em tipos maiores; ler e escrever no sistema de pontos e em caracteres ordinários; aritmética prática até frações decimais e sistema métrico; noções elementares da gramática portuguesa; lições de coisas limitadas ao conhecimento dos objetos mais triviais do uso doméstico; e noções de história natural. E o secundário as disciplinas: línguas portuguesa e francesa; noções de história geral e especialmente do Brasil; geografia física e política; aritmética teórica e pratica com todo o desenvolvimento; álgebra até equações do 2º grau; geometria elementar plana e no espaço; noções de trigonometria; noções de cosmografia e de mecânica prática, aplicada ás máquinas, aparelhos, e instrumentos usados nas diversas ciências, artes, ofícios e industrias de que possam utilizar os cegos; ciências físicas; história natural; instrução moral e cívica e elementos de pedagogia.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O curso prático profissional seria distribuído ao longo dos oito anos do curso literário, e compreenderia as seguintes matérias: estudo completo de música vocal e instrumental, inclusive o estudo de órgão e harmonio; arte tipográfica no sistema de pontos e no sistema ordinário; arte de encadernação; todos os trabalhos de agulha; ginástica apropriada aos cegos de ambos os sexos. O estudo da música seria obrigatório para todos os alunos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O pessoal do magistério seria nomeado pelo Governo e composto por professores, de cada matéria, repetidores, ditantes-copistas, mestres e contramestres das oficinas. Os repetidores deveriam assistir às aulas dos professores das cadeiras, às quais estavam vinculados, repetir para os alunos as lições proferidas no dia anterior, auxiliar os alunos no estudo das lições, e substituir os respectivos professores em caso de impedimentos. Este regulamento, de 1890, incluiu em seu pessoal o denominado ditante-copista, para ser ocupado por um profissional, com status de professor, cujas atribuições seriam:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“1. Dictar aos alumnos, repetidores e aspirantes ao magisterio designados pelo director, para que estes escrevam no systema de Luiz Braille, as obras impressas ou manuscriptas em caracteres ordinários que forem destinadas à biblioteca especial do Instituto;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; 2. Copiar e fazer copiar pelos alunos, repetidores e aspirantes no referido systema especial, um ou mais exemplares de cada uma das obras destinadas às aulas dos cursos litterario e de musica do Instituto, que tenham de ser impressas na typographia do referido estabelecimento, para uso dos alunos e dos professores cegos;&amp;lt;br/&amp;gt; 3. Corrigir todos os erros cometidos pelos alunos nos manuscritos em pontos salientes relativos àsobras que tiver dictado e feito escrever por esses alunos em sua aula;&amp;lt;br/&amp;gt; 4. Auxiliar, como revisor, todos, todos os trabalhos da typographia, sempre que lhe for determinado pelo diretor;&amp;lt;br/&amp;gt; 5. Fazer aos alunos e aspirantes a leitura de jornaes, revistas e de quaisquer outras publicações que lhe forem recomendadas pelo diretor”. (BRASIL, 1890, p.1034).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pelo decreto nº 408, o número de alunos contribuintes seria ilimitado e o dos gratuitos teria como parâmetro os recursos do orçamento da instituição. Este regulamento estabeleceu, ainda, a criação da classe de aspirantes ao magistério, que seriam aqueles alunos que haviam se destacado por seu comportamento, aplicação e aprovação plena em todas as matérias do curso literário e do curso prático profissional, e demonstrarem aptidão para o professorado. Estes alunos poderiam continuar na instituição como classe dos aspirantes ao magistério, e teriam como atribuições prestar os serviços como coadjuvantes no curso literário, no curso profissional, na aula do ditante-copista e nas salas de estudo, participar dos trabalhos ordinários e extraordinários da banda de música e da orquestra da instituição, e substituir os repetidores em casos de faltas ou impedimentos. Os aspirantes ao magistério estariam submetidos ao regulamento da instituição, e teriam direito à casa, à alimentação, a vestuário, a calçado, a tratamento médico, e a uma gratificação mensal em decorrência de seu comportamento e assiduidade nos trabalhos. Estes aspirantes seriam divididos em três classes, a primeira constituída por aqueles que tivessem vocação par o ensino da música ou outro ramo do ensino prático-profissional, a segunda por aqueles com aptidão para o ensino das línguas, e a terceira classe seria composta por aqueles que tivessem aptidão para o ensino das ciências (BRASIL, 1890). &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;De acordo com o Relatório de João Barbalho Uchôa Cavalcanti, Ministro de Estado dos Negócios da Instrução Publica, Correios e Telégrafos, para 1890-1891, o ensino na instituição era professado por nove professores do curso de ciências e letras, oito professores do curso de música, oito repetidores, sendo cinco do curso de ciências e letras, e três do curso de música, e um de ginástica. Neste período, havia na instituição um total de 46 alunos, sendo 28 do sexo masculino e 18 do feminino, e em sua maioria oriundos do Rio de Janeiro (RELATORIO, 1891). &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1891, por meio do decreto nº1.294, de 17 de janeiro, foram criadas as cadeiras de geografia universal, e corografia do Brasil, separando-a da cadeira de história que passaria a ser história universal; e do curso primário, incluindo todas as matérias de ensino primário.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O decreto nº 1.210, de 13 de janeiro de 1893, estendeu, aos professores dos Institutos Benjamin Constant e dos Surdos-Mudos, as vantagens antes concedidas ao pessoal docente do Gymnasio Nacional (decreto nº 1.194, 28/12/1892), referentes à concessão de uma gratificação adicional. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No Relatório de Antonio Gonçalves Ferreira, Ministro da Justiça e Negócios Interiores, apresentado em 1896, destacou-se que, buscando aumentar o número de matriculados no Instituto Benjamin Constant, teria encaminhado em 1º de outubro “aos governadores e presidentes dos Estados da União aviso circular convidando-os a promover a vinda dos menores cegos existentes nos respectivos Estados, e o actual diretor, além de varias publicações feitas nos jornaes desta Capital, em que encarecia os benefícios dessa instituição, enviou, com o meu assentimento, alguns alunos e um professor cego a vários Estados, com o fim de em pessoa fazerem a propaganda naquele sentido” (RELATORIO, 1896, p.225-226).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No &#039;&#039;Almanak Laemmert&#039;&#039;, de 1899, foi informado que a instituição recebia alunos gratuitos de 6 a 12 anos, que fossem completamente cegos e que apresentassem robustez e estivessem vacinados, e fornecia vestuário, calçado, alimentação, assistência médica, medicamentos, e instrução literária, científica e profissional (INSTITUTO, 1899).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;De acordo com o Relatório do Ministério da Justiça e Negócios Interiores, publicado em março de 1900, o Instituto Benjamin Constant, que tinha então 49 alunos e 37 alunas, apresentava um certo progresso no ensino profissional. Destacou que a oficina de tipografia havia imprimido o 1º volume da história moderna do bacharel Alfredo Moreira Pinto, com uma tiragem de 105 exemplares, o 1º volume da aritmética do professor João José Luiz Vianna, e o 1º volume da gramática francesa do professor da Antonio Lisboa Fagundes da Silva. Na oficina de encadernação, haviam sido preparados 295 volumes de diversas obras, escritas em Braille, e na oficina de cartonagem tinham sido preparadas 5.976 caixinhas para drogaria, 672 caixas para sapatos, 18 caixas para chapéus e duas cômodas-fantasia. A oficina de vassouras, escovas e espanadores havia produzido 910 vassouras, 145 escovas, 30 espanadores e 10 vasculhadores de palha, e a oficina de empalhação preparado e consertado cadeiras da instituição.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Um novo regulamento para o Instituto Benjamin Constant foi aprovado por meio do decreto nº 3.901, de 12 de janeiro de 1901, segundo o qual a instituição teria como fim ministrar nos cegos a &amp;amp;nbsp;instrução primária, a instrução secundária, o ensino da música vocal e instrumental, e o “ensino do maior numero possivel de artes, industrias e officios fabris que estejam ao seu alcance e lhes sejam de reconhecida utilidade” (BRASIL, 1901). O ensino continuou dividido em dois cursos, o literário realizado em sete anos e composto pelo ensino primário e o secundário, e o profissional, desenvolvido ao longo dos sete anos do curso literário. Desta forma a formação total era realizada ao longo de sete anos, ou seja, um ano a menos do que no disposto no regulamento anterior, de 1890. Neste regulamento, de 1901, o pessoal responsável pelo ensino ainda era constituído por professores, repetidores, ditantes-copistas, mestres e contramestres das oficinas.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1901, quando a instituição comemorava seu 47º aniversário, a instituição importou sua primeira máquina de estereotipia braille, a &#039;&#039;StereotypeMaker&#039;&#039;, fabricada nos E.U.A., buscando substituir o antigo processo tipográfico (INSTITUTO, 2007).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi editada pela Imprensa Nacional, em maio de 1902, a monografia “Os Cegos no Brasil”, de João Brazil Silvado, então diretor do Instituto Benjamin Constant.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A Lei nº 957, de 30 de dezembro de 1902, que fixou a despesa geral do país para 1903, em seu art. 7º, revogou o regulamento de 12 de janeiro de 1901 e restabeleceu o estabelecido pelo decreto nº408, de 17 de maio de 1890, quanto ao quadro de professores de piano e canto na instituição. Desta forma, restabeleceu que haveria um professor ou professora de piano para ambos os sexos e um professor ou professora de canto e canto-coral para ambos os sexos.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O decreto nº 4.770, de 9 de fevereiro de 1903, que providenciou a execução do art.7º da Lei nº957, estabeleceu a estrutura de pessoal e respectiva tabela de vencimentos do então Instituto Benjamin Constant. Segundo este decreto, o quadro de professores seria assim constituído: 1 professor do curso primário; 1 professor de português; 1 professor de francês; 1 professor de história universal e especialmente do Brasil; 1 professor de ciências físicas, história natural, geometria, mecânica e cosmografia; 1 professor de aritmética e álgebra; 1 professor do instrução moral e cívica; 1 professor de geografia universal e especialmente do Brasil; 1 professor de música teórica; 1 professor de 2º classe de música teórica; 1 professor de instrumentos de sopro e percussão; 1 professor de instrumentos de corda; 1 professor de órgão e harmonia; 1 professor de canto e canto coral para ambos os sexos; 1 professor de piano para ambos os sexos; 5 repetidores do curso de ciências e letras; e 3 repetidores do curso de música.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Para as demais atividades para a educação dos alunos, haveria, ainda: 1 ditante copista; 1 mestra de trabalhos de agulha; 1 mestre de ginástica; 1 mestre da oficina tipográfica; 1 mestre de oficina de encadernação; 1 mestre de afinação e afinador de piano, órgão e harmonia; 1 auxiliar de escrita; 1 mestre de oficina de cartonagem; 1 mestre da oficina de empalhação; 1 mestre de oficina de escovas e vassouras; 1 contramestre de trabalho de agulha; 1 contramestre da oficina tipográfica; e 1 contramestre da oficina encadernação.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pelo decreto nº 1.299, de 19 de dezembro de 1904, foi estendido aos professores e repetidores do Instituto Benjamin Constant, e ao de Surdos-Mudos, o acréscimo aos vencimentos que havia sido concedido aos professores do Gymnasio Nacional.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1905, de acordo com o relatório do Ministro da Justiça e Negócios Interiores, José Joaquim Seabra, havia no Instituto Benjamin Constant 82 alunos matriculados, sendo 49 do sexo masculino e 33 do feminino. Os cursos de ciências e letras e o técnico profissional eram, ainda, realizados em oito anos. O relatório ressaltou, por meio da reprodução das palavras de Jesuino da Silva Mello, então diretor do Instituto Benjamin Constant, a questão do destino dos alunos e alunas que ali se formavam:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Destas considerações que fazemos sobre o destino dos cegos se conclue que, não descurando da instrucção scientifico-litteraria, que constitue o fundo da educação intelectual, nem da cultura da vontade ou do caracter, que é um dos problemas mais delicados da educação geral, o que mais interessa ao cégo é sua educação profissional, isto é, o meio que o torna apto para uma determinada função social, que o faz adquirir aptidões próprias para uma certa carreira, que o habilita, finalmente, para cooperar com a grande maioria dos videntes, na consecução do aperfeiçoamento humano. O Instituto Benjamin Constant só póde proporcionar aos seos discípulos duas carreiras capazes de lhes assegurar a subsistência: a do magistério, no próprio estabelecimento, e a da musica, que póde ser exercida com muita maior amplitude. Mas, tanto uma, como outra destas profissões, não podem favorecer á totalidade dos discípulos desta casa, cujo numero vae crescendo todos os anos, á medida que os alunos terminam o seu curso. Além disto, tanto o magistério, como a carreira musical, requerem aptidões especiaes, que o maior numero não possue. O resultado é que vai se aglomerando, quer em uma, quer em poutra secção dos dous sexos, um certo numero de alunos, que ficam perpetuamente encostados ao estabelecimento. (.....). Mas que destino poderá o Governo dar aos ex-alumnos do Instituto Benjamin Constant, depois de um curso regular, de sciencias e letras? Deixal-os esmolar pelas ruas, seria um desdoiro para a classe e para as tradições deste estabelecimento, que já conta mais de meio século. Crear uma nova instituição condigna, para os recolher, seria uma superfluidade dispendiosa (.....). Portanto, a medida que se impõe, e que convirá ser posta em pratica dentro em pouco tempo, é terminar logo, pelo menos, uma parte do edifício em construção, adaptal-a ás oficinas, muito mais desenvolvidas – e á moradia dos cegos operários – a que se poderiam reunir os aspirantes do sexo masculino” (RELATORIO, 1905, p.156-157).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em relação à instrução e à recreação dos alunos e alunas, o diretor da instituição resolveu, também, criar uma pequena biblioteca de “livros em tinta”, tendo em vista o fato dos “livros em ponto” custarem cem vezes mais que os comuns. Complementando esta medida, definiu também a presença de um leitor nesta biblioteca de “livros de tinta” para auxiliar os cegos (RELATORIO, 1905).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foi autorizada, pelo decreto nº 1.583, de 13 de dezembro de 1906, a criação de novos postos no Instituto Benjamin Constant, como o de médico oftalmologista, o de leitor, e o de mestre maquinista (para exercer no motor a vapor, e no prelo mecânico), e a extinção dos postos de mestre da oficina de cartonagem, de auxiliar de escrita e de feitor comprador. &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O decreto nº 9.026 A, promulgado em 16 de novembro de 1911 e assinado pelo Ministro de Estado da Justiça e Negócios Interiores, Rivadavia da Cunha Corrêa, &amp;amp;nbsp;aprovou um novo regulamento para o Instituto Benjamin Constant, no qual definiu a tabela de vencimentos dos servidores, e apresentou como finalidades da instituição a instrução primária, a instrução secundária, o ensino da música teórica, vocal e instrumental, e o ensino das artes e ofícios adequados e úteis para os alunos cegos.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; Por este regulamento e, &amp;amp;nbsp;foram criados os postos de professor de canto coral escolar, para ensinar &amp;amp;nbsp;aos alunos de curso primário a cantar os hinos e canções populares clássicas, “como meio educativo do gosto artístico musical, e do sentimento patriótico”, de professor de instrução primária, de professor de contrabaixo e violoncelo, de dentista para o tratamento das moléstias dentárias dos alunos e alunas, de dois contramestres, sendo um para a oficina de vassouras e escovas, e outro para a oficina de empalhação de moveis, e de um jardineiro-chacareiro (BRASIL, 1911, p.18).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;De acordo com o relatório do Ministro Rivadavia da Cunha Corrêa, o Instituto Benjamin Constant tinha, em 1911, 85 alunos matriculados, assim classificados: alunos de curso acabado (5); alunos dispensados das aulas (3); alunos que frequentam as aulas (66); aspirantes remunerados (5); e aspirantes gratuitos (6). No Instituto Benjamin Constant a formação dos alunos e alunas ainda estava estruturada pelo curso de ciências e letras, constituído pelo ensino primário (03 anos) e ensino fundamental (05 anos), e pelo curso de música. Em relação às oficinas de tipografia, de encadernação, de vassouras e escovas, e de empalhação de móveis, a frequência e o aprendizado dos alunos era regular, mas notava-se uma diminuição no produto destas oficinas. Esta diminuição seria, segundo o diretor da instituição, decorrente do fato dos “alunos operários que trabalhavam nestas oficinas (alunos de curso acabado e que por falta de aptidão na carreira litterária se occupavam exclusivamente dos officios), geralmente maiores de 20 annos, passaram para a Escola Profissional de Cegos Adultos, onde, de acordo com sua idade, gosam de mais liberdade e recebera salario” (RELATORIO, 1912, p. 65-66).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A partir de 4 de junho de 1914, a educadora e poetisa Maria Jacobina Rabello (1877-1957) passou a ler os autores célebres para os alunos e alunas do Instituto Benjamin Constant. Maroquinha Jacobina Rabello, como era conhecida, ensinou literatura aos cegos por muitos anos, e também foi responsável por revelar o talento de Benedita de Melo (1906-1991), uma poetisa e professora cega do Instituto Benjamin Constant (RIBEIRO, 1942). &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Por meio do decreto nº 3.678, de 8 de janeiro de 1919, foi criada uma cadeira de inglês no Instituto Benjamin Constant. No relatório do Ministério da Justiça e Negócios Interiores, publicado em 1920, havia 120 alunos matriculados na instituição assim distribuídos:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“Classificação dos alunos.&amp;lt;br/&amp;gt; Curso acabado: (sexo masculino,1; sexo feminino, 6) .........................................................7&amp;lt;br/&amp;gt; Dispensados das aulas (sexo masculino,1; sexo feminino, 2) .............................................3&amp;lt;br/&amp;gt; Alumnas operarias ...............................................................................................................2&amp;lt;br/&amp;gt; Alumnas agregadas .............................................................................................................3&amp;lt;br/&amp;gt; Recolhida ao Hospital Nacional de Alienados ......................................................................1&amp;lt;br/&amp;gt; Aspirantes ao magistério (sexo masculino, 8; sexo feminino, 4) .......................................12&amp;lt;br/&amp;gt; Frequentando as aulas (sexo masculino, 53; sexo feminino, 39) ......................................92&amp;lt;br/&amp;gt; Total: (sexo masculino, 63; sexo feminino, 57) ...............................................................120”&amp;lt;br/&amp;gt; (RELATORIO, 1920, p.62)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;As oficinas, destinadas ao ensino prático-profissional, foram frequentadas por 96 alunos assim distribuídos: afinação de pianos (6); encadernação (13); tipografia (10); vassouras e escovas (14); empalhação (14); trabalhos de agulha (39). A orquestra da instituição, composta por 22 alunos, tinha nesta data 02 flautas, 01 oboé, 02 clarinetas, 01 fagote, 01 trompa, 02 pistões, 01 trombone, 01 tímpano, 01 bombo e pratos, 06 violinos, 01 violeta, 01 violoncelo, 01 contrabaixo, e 01 piano (RELATORIO, 1920).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A Mensagem apresentada ao Congresso Nacional, em 1922, pelo Presidente da República, Epitácio Pessoa, expôs, de forma enfática, os motivos pelos quais deveria ser promovida uma reforma no ensino no Instituto Benjamin Constant:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“A reforma do Instituto Benjamin Constant impõe-se como medida de necessidade. O programma de ensino vigente, (.......) tem provado mal. Os alumnos são obrigados a aprender materias, para as quais lhes fallecem gosto ou aptidão, e que de nada lhes servirão na vida prática. O estudo das especialidades, como o da música, por exemplo, não se pratica convenientemente, porque o accumulo de matérias não permite a organização de horário satisfactorio. É preciso simplificar o curso, e organizar o ensino de outra fórma. Os alumnos não devem receber todos indistintamente o mesmo ensino, como atualmente acontece. (...........). Certamente o Instituto deve proporcionar a todos instrucção sufficiente e educação perfeita; mas convém lembrar que nem todos os educandos possuem a mesma capacidade educativa, e os verdadeiros talentos são excepções, tanto entre os cegos como entre os videntes. (........). Não é possível que o mesmo ensino e a mesma educação convenham a meninos, dos quaes uns vão ser humildes operarios e outros devem seguir o magistério. (.......). O quadro dos offícios ensinados no Instituto é pequeno e insufficiente. As contingencias da cegueira restringem a actividade do cego a umas tantas ocupações, dentro das quaes, ainda assim, elles tem que lutar desvantajosamente com a concorrência dos videntes. (.....) Outro grande defeito da organização actual está no modo de prover os lugares de professor. As cadeiras vagas ou novamente criadas são preenchidas, independente de concurso, pelos repetidores cegos, ex-alumnos do instituto, mediante proposta do director.” &amp;amp;nbsp;(INSTITUTO BENJAMIN CONSTANT. &amp;amp;nbsp;1922. p.39-40).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Aviso de 4 de julho de 1924, assinado pelo Marechal Chefe de Polícia do Distrito Federal, &amp;amp;nbsp;João Luiz Alves, estabeleceu que os alunos do Instituto Benjamin Constant que excedessem a idade, prevista em seu regulamento, deveriam ser encaminhados à “Escola Profissional e Asylo para Cégos Adultos”, que funcionava na Rua Real Grandeza nº 142, bairro de Botafogo, na cidade do Rio de Janeiro.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Ministro da Justiça e Negócios Interiores, Affonso Penna Junior, em seu relatório correspondente ao ano de 1924, comentou que o regulamento da instituição necessitava de uma revisão para adequar-se à orientação adotada em institutos semelhantes na Europa, nos Estados Unidos e na Argentina. Afirmou, ainda, que o ensino profissional vinha apresentando modificações importantes para seu progresso, mas que era conveniente simplificar o curso literário e conferir um maior desenvolvimento ao prático-profissional (RELATORIO, 1926).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Com o decreto nº17.782, de 2 de maio de 1927, foi definido que a cadeira de canto coral escolar do Instituto Benjamin Constant, que se encontrava vaga, passaria a ser denominada “cadeira de canto e canto coral”, para melhor atender ao desenvolvimento do ensino de canto naquela instituição.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;No decreto nº 19.444, de 19 de dezembro de 1930, o Instituto Benjamin Constant estava incluído entre os estabelecimentos então subordinados ao Ministério de Educação e Saúde Pública. Neste contexto, o decreto nº21.069, de 20 de fevereiro de 1932 autorizou o ministro da Educação e Saúde Pública a estabelecer regulamentos que reorganizem o Instituto Benjamin Constant e o Instituto Nacional de Surdos-Mudos , “atendendo a atualizar os métodos didáticos neles empregados e a orientar o aproveitamento das aptidões especiais, verificadas nos alunos, em artes e ofícios que os habilitem a viver de seu trabalho” (BRASIL, 1932, p.3).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Este decreto de 1932 aumentou para 250 alunos a lotação do Instituto Benjamin Constant, e estabeleceu o quadro do pessoal:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; Pessoal titulado - 1 diretor, 1 secretário, 1 médico clínico, 1 médico oculista, 1 dentista, 1 ecônomo, 1 inspetor de alunos, 1 inspetora de alunos, 1 enfermeiro (sub-inspetor de alunos), 1 enfermeira (sub-inspetora de alunos), 1 professor de instrução primária, 1 professor de português, 1 professor de francês e inglês, 1 professor de geografia e história, 1 professor de aritmética, álgebra e geometria elementar, 1 professor de música elementar, solfejo, canto e canto coral, 1 professor de piano, orgão e harmonium, 1 professor de instrumentos de corda, 1 professor de instrumentos de sopro e percussão, 5 auxiliares de ensino, de 1ª classe, do curso de letras, 3 auxiliares de ensino, de 1ª classe, do curso de música, 8 auxiliares de ensino de 2ª classe, 1 mestre de educação física, 1 mestre de trabalhos de agulha e congêneres, 1 mestre de empalhação e estofaria, 1 mestre de tipografia, 1 mestre de encadernação e cartonagem, 1 mestre de colchoaria, escovas, vassouras, espanadores e artigos congêneres, 1 mestre de afinação e afinador de pianos e harmonium, 1 mestre de radiotelegrafia e de confecção de aparelhos de rádio, 2 ditante-copistas, 1 leitor em voz alta, 1 porteiro.&amp;lt;br/&amp;gt; Pessoal contratado - 1 maquinista-eletricista, 1 foguista, 1 roupeira, 1 contínuo, 1 despenseiro, 1 cozinheiro, 1 cabelereiro, 1 ajudante de cozinheiro, 1 chacareiro-jardineiro, 8 serventes, 1 professor de datilografia, 1 professora do Jardim da Infância, 1 mestra de economia doméstica, 1 mestra de massagem, 1 mestra de artefatos de vime, couro e madeira, 4 auxiliares de ensino, de 2ª classe, 1 auxiliar da secção feminina, 1 auxiliar de biblioteca, e 1 auxiliar do Jardim da Infância.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Ministro da Educação e Saúde Pública, Washington Ferreira Pires, em seu relatório para o ano de 1932, reproduz as principais considerações do relatório do diretor do Instituto Benjamin Constant, Sady Cardoso de Gusmão. O diretor da instituição, em seu relatório, teria ressaltado que todos os ramos de ensino ministrados naquela instituição, tanto o ensino pré-primário, quanto o de ciências e letras e o profissional, apresentavam falhas e inconvenientes, que geralmente decorriam da inadequação dos métodos e critérios usados no ensino, os quais não propiciavam uma preparação profissional adequada às atividades sociais que pudessem concorrer com vantagem com as pessoas videntes. Por outro lado, relatou que o material do ensino foi melhorado no curso de jardim de infância, e que no curso primário teriam sido, pela primeira vez, realizados testes para verificação de conhecimentos. O diretor informou, ainda, que haviam sido adquiridos livros modernos, 50 máquinas Braille, muitas chapas de cálculo fabricadas no Rio de Janeiro sob a orientação do próprio Instituto Benjamin Constant, encomendados ou preparado livros e mapas modelos, e aumentado o instrumental no ensino artístico por meio do reparo e aproveitamento dos instrumentos considerados imprestáveis. Relatou, também, que haviam sido ensaiados novos métodos no ensino de línguas, português e francês, e apresentadas medidas para a melhoria do ensino musical como o projeto de dividir o ensino de música de forma a que pudesse atender tanto à finalidade artística quanto à profissional, com um caráter remunerado e utilitário. No que se referia ao ensino profissional de artes e ofícios, comentou que, em atenção ao decreto nº 21.069, de 20 de fevereiro de 1932, foram instituídos os cursos de radiotelegrafia e montagem de aparelhos de rádio, de trabalhos em vime, de couro e madeira, de estofaria, de colchoaria, de cartonagem, de massagens, de datilografia e de economia doméstica.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ainda segundo o diretor do Instituto Benjamin Constant, em 1932 teriam sido ministrados com regularidades os cursos profissionais, tanto a seção masculina, quanto as seções feminina e mista. Os trabalhos na oficina de tipografia foram beneficiados com a compra de duas máquinas de estereotipia acionadas a motor, adequadas à impressão do interponto, encomendadas à American Braille Press, e de uma máquina de impressão. O movimento das demais oficinas, também, teria sido proveitoso, tendo a de encadernação produzido 241 volumes, a de colchoaria feito colchões e travesseiros cuja venda rendera 500$000, e a de escovas, vassouras e espanadores fabricado 400 peças. &amp;amp;nbsp;Muitos dos trabalhos manufaturados no ensino profissional foram vendidos na exposição realizada pela “Associação Charitas Social”, que funcionava na Rua Marquês de Abrantes nº18, no Rio de Janeiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Foram realizadas obras buscando a melhoria das instalações da instituição, como a instalação de salas próprias para as aulas de trabalhos de agulha, de massagens, de radiotelegrafia, e de colchoaria, para as oficinas de artefatos de vime, de couro e madeira, para a biblioteca, para o gabinete da ecônoma, e um dormitório para os menores do sexo feminino e dois dormitórios para os empregados (RELATORIO, 1932). &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ainda de acordo com este relatório, dadas as boas condições do Instituto Benjamin Constant, as ações do Governo Federal em favor dos cegos poderiam ser estendidas a outros locais do país. Entretanto, afirmou que o número de beneficiados neste estabelecimento ainda era modesto, pois em 1932 o Instituto Benjamin Constant contava com apenas 152 alunos. E ressaltou que segundo o censo de 1920 havia no Brasil 35.000 cegos, sendo 6.000 em idade escolar.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Uma nova imprensa Braille foi inaugurada, em 1939, no Instituto Benjamin Constant, que nesta época já possuía máquinas de estereotipia que produziam os pontos em matrizes de metal, cobre, zinco e alumínio (CERQUEIRA, 2014).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A partir de 1943 o Governo Federal propôs novas diretrizes para instituição, por meio do decreto nº 6.066, de 3 de dezembro, no qual definiu as seguintes finalidades para a instituição:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;“I – ministrar a menores cegos e amblíopes, de ambos os sexos, educação compatível com as &amp;amp;nbsp;suas condições peculiares;&amp;lt;br/&amp;gt; II – promover a educação pre escolar e post escolar dos alunos;&amp;lt;br/&amp;gt; III – manter cursos para a reeducação de adultos cegos e amblíopes;&amp;lt;br/&amp;gt; IV – habilitar professores na didática especial de cegos e amblíopes;&amp;lt;br/&amp;gt; V – realizar pesquisas médicas e pedagógicas relacionadas com as anomalias da visão e prevenção da cegueira”. (BRASIL, 1943 (a), p.1)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ainda neste mesmo ano, por meio do decreto nº14.165 de 3 de dezembro, foi estabelecido um novo Regimento para o Instituto Benjamin Constant, órgão integrante do então Ministério da Educação e Saúde, no qual foi incluído como finalidades da instituição, além de “ministrar, a menores cegos e amblíopes, de ambos os sexos, educação compatível com as suas condições peculiares”, a realização de pesquisas médicas e pedagógicas relacionadas às anomalias da visão e à prevenção da cegueira (BRASIL, 1943, p.1). Neste mesmo ano foi criada a Imprensa Braille do Instituto Benjamin Constant, a qual em 1945 foi instalada em um prédio próprio (INSTITUTO, 2007).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;u&amp;gt;Quadro de médicos, docentes, repetidores e mestres da instituição (entre os anos de 1855-1930):&amp;lt;/u&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br/&amp;gt; &#039;&#039;&#039;Médicos:&#039;&#039;&#039; José Francisco Xavier Sigaud (1855-1856), Claudio Luiz da Costa (1857-1867); A. Pereira Leitão (1864); João Pedro de Miranda (1866); Joaquim dos Remedios Monteiro (1870); Joaquim Mariano Macedo Soares (1872-1874); Francisco Soares Pereira (1900-1903; 1926); Miguel Dibo (1930).&amp;lt;br/&amp;gt; &#039;&#039;&#039;Médico oftalmologista: &#039;&#039;&#039;João Pedro Costa (1926-1930)&amp;lt;br/&amp;gt; &#039;&#039;&#039;Dentista: &#039;&#039;&#039;Olympio Cardoso Rocha (1926-1930)&amp;lt;br/&amp;gt; &#039;&#039;&#039;Docentes:&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br/&amp;gt; - Aritmética e álgebra: Honorio Corrêa Lima (1890, 1891, 1892, 1893, 1894, 1896, 1897, 1898, 1900, 1901, 1902); Henrique Alberto da Rosa (1907-1910); Corregio de Castro (1913-1930).&amp;lt;br/&amp;gt; - Canto: José de Larrigue de Faro (1909-1924); Olivia da Cunha Siqueira (1913-1924)&amp;lt;br/&amp;gt; - Ciências físicas e história natural: Francisco Xavier de Oliveira Menezes (1890-1903)&amp;lt;br/&amp;gt; - Curso primário: Cesario Christino da Silva Lima (1890-1903; 1913-1915); Etelvina Maria Fragoso Montagna (1913-1927); Manoel Barreto de Souza (1922-1927); Francisco A. de Almeida Junior (1930); Carlota Rodrigues da Costa (1930).&amp;lt;br/&amp;gt; - Francês: Maria Benedicta da Costa Guimarães (1858-1885); Antonio Lisboa Fagundes da Silva (1886; 1890-1902); Roberto Ribeiro Gomes (1915-1922); Francisco de Paula e Souza (1924-1930)&amp;lt;br/&amp;gt; - Geografia: Mauro Montagna (1890-1903; 1913-1927); Francisco Ribeiro do Rosario (1930).&amp;lt;br/&amp;gt; - Geografia e história: Pedro José de Almeida (1861-1885)&amp;lt;br/&amp;gt; - Harmonia e contraponto: Francisco Gorgolino de Souza (1892-1904).&amp;lt;br/&amp;gt; - História: Balthazar Bernardino Baptista Pereira (1890, 1891); Etelvina Maria Fragoso Montagna (1892-1905); Jesuino da Silva Mello (1913-1930).&amp;lt;br/&amp;gt; - Inglês: Rosalina Coelho Lisboa (1927-1930)&amp;lt;br/&amp;gt; - Instrução moral e cívica: Augusto José Ribeiro (1890-1903)&amp;lt;br/&amp;gt; - Instrumentos de sopro: Raphael Coelho Machado (1868-1885); Gregorio de Rezende (1890- 1898); Miguel Cardoso (1900-1913); João Ignacio da Fonseca (1915, 1922-1930).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - Instrumentos de corda: Frederico Carneiro de Campos e Almeida (1930).&amp;lt;br/&amp;gt; - Matemáticas e ciências naturais: Benjamin Constant Botelho de Magalhães (1862-1885); Antonio Carlos de Oliveira Guimarães (interino 1867-1868; 1875-1878); Francisco Xavier Oliveira de Menezes (substituto 1879-1885).&amp;lt;br/&amp;gt; - Música: Joaquim José Lodi (1855), Adolpho Maersch (1856-1858); Guilherme Lourenço Schulze (1859-1885); Maria da Conceição Borges (1897-1903; 1913, 1914, 1922-1930); Francisco Gurgulino de Souza (1913-1914; 1922-1926); Luiza Russo (1927-1930).&amp;lt;br/&amp;gt; - Música instrumental e de harmonium: Raphael Coelho Machado (1877.&amp;lt;br/&amp;gt; - Música vocal e instrumental: Adolpho Maersch (1857).&amp;lt;br/&amp;gt; - Órgão e harmônio: Antonio Ferreira do Rego (1890-1903; 1910-1913); Amelia Mesquista (1922-1930).&amp;lt;br/&amp;gt; - Piano para as meninas: Adèle Marie Louise Sigaud (1855-1867; 1890-1896); Elisia Pinto de Miranda (1897-1902); Kytta de Bellido (1913-1930).&amp;lt;br/&amp;gt; - Piano para os meninos: José Soares Pinto de Serqueira (1890-1902)&amp;lt;br/&amp;gt; - Português: Frederico Meyer (1890-1903; 1910-1913); José Ventura Boscoli (1915); João Carneiro (1922); Fausto Pacheco Jordão (1920-1930)&amp;lt;br/&amp;gt; - Primeiras letras: Pedro José de Almeida (1855-1885).&amp;lt;br/&amp;gt; - Primeiras letras, aritmética, gramática e música das alunas: Adèle Marie Louise Sigaud (1857- 1885)&amp;lt;br/&amp;gt; - Religião: Bernardo Lyra da Silva (1877).&amp;lt;br/&amp;gt; - Solfejo teórico e prático: João Pinheiro de Carvalho (1890-1896); Antonio Francisco dos Santos (1897, 1898)&amp;lt;br/&amp;gt; - Violino e viola: Vicenzo Cernicchiaro (1890-1927)&amp;lt;br/&amp;gt; - Violoncelo e contrabaixo: Luiz Candido de Figueiredo (1913-1915, 1922-1930).&amp;lt;br/&amp;gt; &#039;&#039;&#039;Repetidores (entre 1855 e 1930):&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br/&amp;gt; Carlos Henrique Soares, João Pinheiro de Carvalho, Espiridião Gonçalves Trina, Maria Pereira de Carvalho, Tobias Marcellino, Galdino de Magalhães Couto, José Pinto de Cerqueira, Leopoldina Maria da Conceição Borges, Etelvina Maria Fragoso Montagna, Antonio Francisco dos Santos, Elisia Pinto de Miranda, João Pinheiro de Carvalho Henrique Alberto da Rocha, Manoel Barreto de Souza, Antonio Fernandes da Silva, Leopoldina Maria Fagundes da Silva, Luiz Antonio Gondim Leitão, Mamede Henrique Torres, Thereza Maria de Souza, Francisco de Paula e Souza, Adelaide Angelica da Silva Egalones, Antenor Jeronymo do Valle, Laudelina Joaquina da Silva, Carlota Rodrigues da Costa, Luiza Russo, Francisco José da Silva, Francisco Antonio de Almeida Junior, José Espinola Veiga, Justiniano P. de Carvalho, Octacilio de Magalhães Cruz, Palmyra Fernandes Basto.&amp;lt;br/&amp;gt; &#039;&#039;&#039;Mestres de trabalhos de agulha: &#039;&#039;&#039;Rosa Albertina de Mello Figueiredo (1859-1891), Anais Le Peltier (1900-1903).&amp;lt;br/&amp;gt; &#039;&#039;&#039;Mestres da oficina de encadernação: &#039;&#039;&#039;João Pinheiro de Carvalho (1890, 1891); Fernando Ferreira de Lemos (1900-1903).&amp;lt;br/&amp;gt; &#039;&#039;&#039;Mestres da oficina tipográfica: &#039;&#039;&#039;Manoel Ferreira das Neves (1857-1867), Antonio Lisboa Fagundes da Silva (1890-1901), Gustavo Stiher (1902, 1903);&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; &#039;&#039;&#039;Mestres da oficina de cartonagem: &#039;&#039;&#039;Fernando Ferreira de Lemos (1900-1903).&amp;lt;br/&amp;gt; &#039;&#039;&#039;Mestres da oficina de vassouras e escovas: &#039;&#039;&#039;Egydio Barbosa (1900-1903).&amp;lt;br/&amp;gt; &#039;&#039;&#039;Mestres da oficina de empalhação: &#039;&#039;&#039;Geraldo Pena (1900-1903).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; &#039;&#039;&#039;Mestres de afinação e afinador de piano, órgão e harmonium:&#039;&#039;&#039; João Brazil Madeira (1890, 1891),&amp;amp;nbsp;Victorino José Leonardo (1900-1903).&amp;lt;br/&amp;gt; &#039;&#039;&#039;Mestres de ginástica: &#039;&#039;&#039;Vicente Casali (1890, 1891).&amp;lt;br/&amp;gt; &#039;&#039;&#039;Mestre e dono da sapataria:&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;Domingos José Fernandes (1864, 1865).&amp;lt;br/&amp;gt; &#039;&#039;&#039;Mestre alfaiate:&#039;&#039;&#039; José Antonio Martins (1864, 1865).&amp;lt;br/&amp;gt; &#039;&#039;&#039;Mestre marceneiro:&#039;&#039;&#039; Joaquim Gomes de Oliveira (1864, 1865); Maximiano José de Azevedo (1864)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Publicações oficiais&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O Instituto Benjamin Constant passou a editar, em 1942, a &#039;&#039;Revista Brasileira para Cegos&#039;&#039;, a primeira publicação para cegos no país. Foi fundada por iniciativa de José Espínola Veiga, um ex-aluno e professor de inglês no Instituto Benjamin Constant, e organizador do Centro de Aprendizado de Línguas (1942).&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Em 1959 lançou a revista &#039;&#039;Pontinhos&#039;&#039;, em Braille, voltada para o público infanto-juvenil, e em 1995 a &#039;&#039;Revista Benjamin Constant&#039;&#039;, uma publicação técnico científica (RODRIGES, 2015).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- ALMEIDA, Aline Martins de. &#039;&#039;&#039;“Ver” pelo mundo do toque e “Ouvir” pelo silêncio da palavra: a educação das crianças cegas e surdas no Brasil (1854-1937). &#039;&#039;&#039;São Paulo, 2018. Tese (Doutorado em Educação), Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, 2018. In: PUC-SP. Repositório. Capturado em 11 fev. 2019. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [https://sapientia.pucsp.br/handle/handle/20941#preview-link0 https://sapientia.pucsp.br/handle/handle/20941#preview-link0]&amp;lt;br/&amp;gt; - AZEVEDO, José Alvares de. Prefacio do Traductor. In: GUADET, J. &#039;&#039;&#039;O Instituto dos Meninos Cégos de Paris. Sua historia, e seu methodo de ensino por J. Guadet traduzido por José Alvares de Azevedo natural do Rio de Janeiro e ex-alumno do mesmo Instituto.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro, Typographia de F. de Paula Brito, 1851. pp.III-VIII. In: BIBLIOTECA NACIONAL. Digital. Capturado em 13 jun. 2017. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_obrasgerais/drg1464351/drg1464351.html#page/4/mode/2up http://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_obrasgerais/drg1464351/drg1464351.html#page/4/mode/2up]&amp;lt;br/&amp;gt; - AZEVEDO, Moreira de.&#039;&#039;&#039;O Rio de Janeiro, sua história, monumentos, homens notaveis, usos e curiosidades. Segundo volume. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: B. L. Garnier, 1877. &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#BCOC|BCOC]])&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 630, de 17 de setembro de 1851. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. Capturado em 1º out. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/norma/597660/publicacao?tipoDocumento=DPL-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/597660/publicacao?tipoDocumento=DPL-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 1.331 A, de 17 de fevereiro de 1854. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. Capturado em 1º out. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/norma/392201/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/392201/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 781, de 10 de setembro de 1854. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. Capturado em 5 jan. 2018. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/norma/596756/publicacao?tipoDocumento=DPL-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/596756/publicacao?tipoDocumento=DPL-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. (a) Decreto nº 1.428, de 12 de setembro de 1854. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. Capturado em 5 jan. 2018. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/legislacao/PublicacaoSigen.action?id=392689&amp;amp;tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/legislacao/PublicacaoSigen.action?id=392689&amp;amp;tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. (b) Aviso nº 242, de 18 de dezembro de 1854. In: CÂMARA DOS DEPUTADOS. Legislação.&#039;&#039;&#039;Coleção das Leis do Império (1808-1889). Decisões. 1851-1860.&#039;&#039;&#039; Capturado em 4 jan. 2018. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://www2.camara.leg.br/atividade-legislativa/legislacao/publicacoes/doimperio/colecao5.html http://www2.camara.leg.br/atividade-legislativa/legislacao/publicacoes/doimperio/colecao5.html]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº2.771, de 29 de setembro de 1877. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. Capturado em 5 jan. 2018. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/sicon/#/pesquisa/lista/documentos http://legis.senado.leg.br/sicon/#/pesquisa/lista/documentos]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº6.760, de 1º de dezembro de 1877. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. Capturado em 5 jan. 2018. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/norma/411034/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/411034/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 9, de 21 de novembro de 1889. In: CÂMARA DOS DEPUTADOS. Legislação. &#039;&#039;&#039;Coleção das Leis do Império (1808-1889). Decretos-Governo Provisório 1889.&#039;&#039;&#039; Capturado em 4 jan. 2018. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://www2.camara.leg.br/atividade-legislativa/legislacao/publicacoes/doimperio/colecao8.html http://www2.camara.leg.br/atividade-legislativa/legislacao/publicacoes/doimperio/colecao8.html]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 193, de 30 de janeiro de 1890. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. Capturado em 12 jul. 2019. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/norma/386358/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/386358/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 408, de 17 de maio de 1890. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. Capturado em 28 jun. 2019. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/norma/387483/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/387483/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 708, de 2 de setembro de 1890. In: CÂMARA DOS DEPUTADOS. Legislação. Capturado em 12 jul. 2019. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [https://www2.camara.leg.br/legin/fed/decret/1824-1899/decreto-708-2-setembro-1890-521726-publicacaooriginal-1-pe.html https://www2.camara.leg.br/legin/fed/decret/1824-1899/decreto-708-2-setembro-1890-521726-publicacaooriginal-1-pe.html]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Decreto nº 1.294, de 17 de janeiro de 1891. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. Capturado em 5 jan. 2018. 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Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/norma/542530/publicacao?tipoDocumento=LEI-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/542530/publicacao?tipoDocumento=LEI-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - BRASIL. Lei nº 957, de 30 de dezembro de 1902. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. Capturado em 23 jul. 2019. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://legis.senado.leg.br/norma/542552/publicacao?tipoDocumento=LEI-n&amp;amp;tipoTexto=PUB http://legis.senado.leg.br/norma/542552/publicacao?tipoDocumento=LEI-n&amp;amp;tipoTexto=PUB]&amp;lt;br/&amp;gt; - CABRAL, Dilma. Imperial Instituto dos Meninos Cegos. In: ARQUIVO NACIONAL. &#039;&#039;&#039;MAPA. Mapa Memória da Administração Pública Brasileira.&#039;&#039;&#039; Capturado em 26 jul. 2019. Online. 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Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://revista.ibc.gov.br/index.php/BC/article/view/354/66 http://revista.ibc.gov.br/index.php/BC/article/view/354/66]&amp;lt;br/&amp;gt; - COSTA, Claudio Luiz da. &#039;&#039;&#039;História cronológica do Imperial Instituto dos Meninos Cegos fundado por Sua Majestade Imperial, o Sr. D. Pedro II desde a criação do estabelecimento em 1854 até o fim do ano de 1862 pelo Diretor do mesmo Instituto. &#039;&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;Rio de Janeiro: [s.n.], 1863.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; - COSTA, Claudio Luiz da. Relatorio do Director do Instituto dos Meninos Cegos. In: Relatorio apresentado à Assembléa Geral na Primeira Sessão da Decima Terceira Legislatura pelo Ministro e Secretario D´Estado dos Negocios do Imperio José Joaquim Fernandes Torres. Rio de Janeiro: Typographia Nacional, 1867. In: &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960).&#039;&#039;&#039; Annexo D-3. Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 12 fev. 2019. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://ddsnext.crl.edu/titles/100#?c=0&amp;amp;m=36&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=160&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1168,0,4446,3136 http://ddsnext.crl.edu/titles/100#?c=0&amp;amp;m=36&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=160&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1168%2C0%2C4446%2C3136]&amp;lt;br/&amp;gt; - COSTA, Claudio Luiz da. Relatorio do Director do Instituto dos Meninos Cegos. In: Relatorio apresentado à Assembléa Geral na Segunda Sessão da Decima Terceira Legislatura pelo Ministro e Secretario D´Estado dos Negocios do Imperio José Joaquim Fernandes Torres. Rio de Janeiro: Typographia Nacional, 1868. In: &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960).&#039;&#039;&#039; pp.201-217. Annexo D-3. Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 12 fev. 2019. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://ddsnext.crl.edu/titles/100#?c=0&amp;amp;m=37&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=200&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1179,0,4533,3197 http://ddsnext.crl.edu/titles/100#?c=0&amp;amp;m=37&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=200&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1179%2C0%2C4533%2C3197]&amp;lt;br/&amp;gt; - COSTA. Claudio Luiz da. Relatorio do Director. Instituto dos Meninos Cegos. In: Relatorio apresentado à Assembléa Geral na Primeira Sessão da Decima Quarta Legislatura pelo Ministro e Secretario D´Estado dos Negocios do Imperio Paulino José Soares de Souza. Rio de Janeiro: Typographia Nacional, 1869. In: &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960).&#039;&#039;&#039; pp.249-259. Annexo D. Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 22 abr. 2019. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://ddsnext.crl.edu/titles/100#?c=0&amp;amp;m=38&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=248&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1233,0,4577,3228 http://ddsnext.crl.edu/titles/100#?c=0&amp;amp;m=38&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=248&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1233%2C0%2C4577%2C3228]&amp;lt;br/&amp;gt; - DIRETORIA GERAL DE ESTATÍSTICA. Recenseamento Geral do Império de 1872. Quadros gerais. Recenseamento da população do Imperio do Brazil a que se procedeu no dia 1º de agosto de 1872. v.1. Rio de Janeiro: Typ. G. Leuzinger, [1874?]. In: IBGE. Biblioteca. Capturado em 1°&amp;amp;nbsp;out. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [https://biblioteca.ibge.gov.br/biblioteca-catalogo?id=225477&amp;amp;view=detalhes https://biblioteca.ibge.gov.br/biblioteca-catalogo?id=225477&amp;amp;view=detalhes]&amp;lt;br/&amp;gt; - EM PROL dos Cégos.&#039;&#039;Jornal do Brasil&#039;&#039;, Rio de Janeiro, anno XVIII, n.139, 18 de maio de 1908, p.3. 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Officio do Commissario de Governo acerca do estado do Instituto dos meninos cegos. In: Relatorio apresentado á Assembléa Geral Legislativa na Quarta Sessão da Decima Segunda Legislatura pelo Ministro e Secretario de Estado dos Negócios do Imperio Marquez de Olinda. Rio de Janeiro: Typographia Universla de Laemmert, 1866. In: &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960).&#039;&#039;&#039; Annexo E. Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 12 fev. 2019. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://ddsnext.crl.edu/titles/100#?c=0&amp;amp;m=35&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=129&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1238,-1,4619,3259 http://ddsnext.crl.edu/titles/100#?c=0&amp;amp;m=35&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=129&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1238%2C-1%2C4619%2C3259]&amp;lt;br/&amp;gt; - FERREIRA, Paulo Felicíssimo. Recorte histórico: do Imperial Instituto dos Meninos Cegos ao Instituto Benjamin Constant. 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Disponível na Internet:  [http://ddsnext.crl.edu/titles/100#?c=0&amp;amp;m=26&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=9&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1065,90,3489,2461 http://ddsnext.crl.edu/titles/100#?c=0&amp;amp;m=26&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=9&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1065%2C90%2C3489%2C2461]&amp;lt;br/&amp;gt; - REFICIO.&#039;&#039;&#039;Instituto dos Cegos, por Moreira de Azevedo. &#039;&#039;&#039;Capturado em 5 fev. 2019. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://reficio.cc/publicacoes/o-rio-de-janeiro-sua-historia-monumentos-homens-notaveis-usos-e-curiosidades/instituto-dos-cegos/ http://reficio.cc/publicacoes/o-rio-de-janeiro-sua-historia-monumentos-homens-notaveis-usos-e-curiosidades/instituto-dos-cegos/]&amp;lt;br/&amp;gt; - RELATORIO apresentado á Assembléa Geral Legislativa na Quarta Sessão da Oitava Legislatura pelo Ministro e Secretario de Estado dos Negócios do Imperio Visconde de Mont´alegre. Rio de Janeiro: Na Typographia Nacional, 1852. In: &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960). &#039;&#039;&#039;Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 5 fev. 2019. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://ddsnext.crl.edu/titles/100#?c=0&amp;amp;m=20&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=0&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=0,-114,2479,1749 http://ddsnext.crl.edu/titles/100#?c=0&amp;amp;m=20&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=0&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=0%2C-114%2C2479%2C1749]&amp;lt;br/&amp;gt; - RELATORIO apresentado ao Presidente da Republica dos Estados Unidos do Brasil pelo Dr. João Barbalho Uchôa Cavalcanti Ministro de Estado dos Negocios da Instrucção Publica, Correios e Telegraphos em maio de 1891. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1891. p.41-46. In: &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960). &#039;&#039;&#039;Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 2 jul. 2019. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br/&amp;gt; [http://ddsnext.crl.edu/titles/102#?c=4&amp;amp;m=0&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=43&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-944,0,3263,2302 http://ddsnext.crl.edu/titles/102#?c=4&amp;amp;m=0&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=43&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-944%2C0%2C3263%2C2302]&amp;lt;br/&amp;gt; - RELATORIO apresentado ao Presidente da Republica dos Estados Unidos do Brazil pelo Dr. Antonio Gonçalves Ferreira, Ministro de Estado da Justiça e Negócios Interiores em abril de 1896. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1896. p.225-229. In: &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960). &#039;&#039;&#039;Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 2 jul. 2019. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://ddsnext.crl.edu/titles/107#?c=0&amp;amp;m=68&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=2&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1453,0,4809,3392 http://ddsnext.crl.edu/titles/107#?c=0&amp;amp;m=68&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=2&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1453%2C0%2C4809%2C3392]&amp;lt;br/&amp;gt; - RELATORIO apresentado ao Presidente da Republica dos Estados Unidos do Brazil pelo Dr. Epitacio Pessôa, Ministro de Estado da Justiça e Negócios Interiores em março de 1900. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1900. p.270-271. In: &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960). &#039;&#039;&#039;Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 9 jul. 2019. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://ddsnext.crl.edu/titles/107#?c=0&amp;amp;m=72&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=272&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1378,-1,4723,3332 http://ddsnext.crl.edu/titles/107#?c=0&amp;amp;m=72&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=272&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1378%2C-1%2C4723%2C3332]&amp;lt;br/&amp;gt; - RELATORIO apresentado ao Presidente da Republica dos Estados Unidos do Brazil pelo Dr. J. J. Seabra, Ministro de Estado da Justiça e Negócios Interiores em março de 1905. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1905. p.154-166 In:&#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960). &#039;&#039;&#039;Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 10 jul. 2019. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://ddsnext.crl.edu/titles/107#?c=0&amp;amp;m=78&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=156&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1427,-1,4788,3378 http://ddsnext.crl.edu/titles/107#?c=0&amp;amp;m=78&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=156&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1427%2C-1%2C4788%2C3378]&amp;lt;br/&amp;gt; - RELATORIO apresentado ao Presidente da Republica dos Estados Unidos do Brazil pelo Ministro de Estado da Justiça e Negócios Interiores Dr. Rivadavia da Cunha Corrêa. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1912. p.63-67. In: &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960). &#039;&#039;&#039;Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 11 jul. 2019. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://ddsnext.crl.edu/titles/107#?c=0&amp;amp;m=92&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=243&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1399,-1,4685,3305 http://ddsnext.crl.edu/titles/107#?c=0&amp;amp;m=92&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=243&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1399%2C-1%2C4685%2C3305]&amp;lt;br/&amp;gt; - RELATORIO apresentado ao Presidente da Republica dos Estados Unidos do Brasil pelo Ministro de Estado da Justiça e Negócios Interiores Dr. Alfredo Pinto Vieira de Mello. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1920. p.61-71. In: &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960). &#039;&#039;&#039;Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 11 jul. 2019. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://ddsnext.crl.edu/titles/107#?c=0&amp;amp;m=100&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=380&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1391,-1,4685,3305 http://ddsnext.crl.edu/titles/107#?c=0&amp;amp;m=100&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=380&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1391%2C-1%2C4685%2C3305]&amp;lt;br/&amp;gt; - RELATORIO apresentado ao Presidente da Republica dos Estados Unidos do Brasil pelo Ministro de Estado da Justiça e Negócios Interiores Dr. Affonso Penna Junior e correspondente ao anno de 1924. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1926. p.108-115. In: &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960).&#039;&#039;&#039; Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 11 jul. 2019. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://ddsnext.crl.edu/titles/107#?c=0&amp;amp;m=104&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=363&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1413,0,4745,3347 http://ddsnext.crl.edu/titles/107#?c=0&amp;amp;m=104&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=363&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1413%2C0%2C4745%2C3347]&amp;lt;br/&amp;gt; - RELATORIO apresentado ao Exmº Senhor Chefe do Governo Provisório Sr. Getúlio Dornelles Vargas pelo Ministro de Estado da Educação e Saúde Pública Washington Ferreira Pires, em 1932. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1932. p.31-35. In: &#039;&#039;&#039;Relatórios Ministeriais (1821-1960).&#039;&#039;&#039; Obtido via base de dados Brazilian Government Documents do Center for Research Librairies-Global Resources Network. Capturado em 11 jul. 2019. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://ddsnext.crl.edu/titles/101#?c=4&amp;amp;m=0&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=32&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1235,-1,4421,3119 http://ddsnext.crl.edu/titles/101#?c=4&amp;amp;m=0&amp;amp;s=0&amp;amp;cv=32&amp;amp;r=0&amp;amp;xywh=-1235%2C-1%2C4421%2C3119]&amp;lt;br/&amp;gt; - REVISTA Brasileira para Cegos– 2004. Comemorativa do Sesquicentenário de Fundação do Instituto Benjamin Constant. Capturado em 15 set. 2017. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://200.156.28.7/Nucleus/media/common/Nossos_Meios_Pub_braille_RBCSesquicentenario.txt http://200.156.28.7/Nucleus/media/common/Nossos_Meios_Pub_braille_RBCSesquicentenario.txt]&amp;lt;br/&amp;gt; - RIBEIRO, Raymundo. Uma brasileira ilustre.Correio da Manhã, Rio de Janeiro, anno XLII, n.14.694, p. 7, 26 set. 1942. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira. &#039;&#039;&#039;Capturado em 1º out. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://memoria.bn.br/DocReader/089842_05/13634 http://memoria.bn.br/DocReader/089842_05/13634]&amp;lt;br/&amp;gt; - RODRIGUES, Débora de Almeida. &#039;&#039;&#039;Tocar, perceber, conhecer: Memória e identidade coletiva no Museu do Instituto Benjamin Constant. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro, 2005. Dissertação (Mestrado em Memória Social e Documento) - Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, 2005. Capturado em 5 fev. 2019. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;br/&amp;gt; [http://www.memoriasocial.pro.br/documentos/Dissertações/Diss165.pdf http://www.memoriasocial.pro.br/documentos/Disserta%C3%A7%C3%B5es/Diss165.pdf]&amp;lt;br/&amp;gt; - ______________________________. &#039;&#039;&#039;O Processo de institucionalização do Museu do Instituto Benjamin Constant: &amp;amp;nbsp;presenças e ausências. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro, 2015. Tese (Doutorado em Museologia e Patrimônio), Centro de Ciências Humanas e Sociais da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – UNIRIO e Museu de Astronomia e Ciências Afins - MAST/MCTI, 2015. Capturado em 1º out. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;[http://www.unirio.br/ppg-pmus/copy_of_debora_de_almeida_rodrigues.pdf http://www.unirio.br/ppg-pmus/copy_of_debora_de_almeida_rodrigues.pdf]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- ______________________________; GRANATO, Marcus; THIESEN, Icleia. Os objetos tiflológicos do Museu do Instituto Benjamin Constant. In:&#039;&#039;&#039;XVI Encontro Nacional de Pesquisa em Ciência da Informação (João Pessoa, PB, 26-30/10/2015).&#039;&#039;&#039; Capturado em 1º out. 2020. Online. Disponível na Internet: [http://200.20.0.78/repositorios/handle/123456789/3002?show=full http://200.20.0.78/repositorios/handle/123456789/3002?show=full]&amp;lt;br/&amp;gt; - TOMÉ, Dolores. &#039;&#039;&#039;A infocomunicação em harmonia com a musicografia Braille: proposta de plataforma digital inclusiva.&#039;&#039;&#039; Tese (doutoramento), Faculdade de Letras/Universidade do Porto, Departamento de Comunicação e Arte/Universidade de Aveiro, 2016. Capturado em 27 fev. 2019. Online. Disponível na Internet:  [http://intervox.nce.ufrj.br/musibraille/eventos/doutorado/tese_doutourado_dolores_tome.pdf http://intervox.nce.ufrj.br/musibraille/eventos/doutorado/tese_doutourado_dolores_tome.pdf]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa - Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Redação - Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Revisão - Maria Rachel Fróes da Fonseca.&amp;lt;br/&amp;gt; Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Forma de citação =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
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----&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Dicionário Histórico-Biográfico das Ciências da Saúde no Brasil (1832-1930)&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    [[Category:Verbetes]] [[Category:Instituições Hospitalares e de Assistência Médica]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Rachel.froes</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?title=SOCIEDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO&amp;diff=1400</id>
		<title>SOCIEDADE DE MEDICINA DO RIO DE JANEIRO</title>
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		<updated>2023-08-17T18:18:48Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Rachel.froes: /* Fontes */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Outras denominações:&#039;&#039;&#039; Sociedade de Medicina do Rio de Janeiro (1829); [[ACADEMIA_IMPERIAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Imperial de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]] (1835); [[ACADEMIA_NACIONAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Nacional de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]] (1889)&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Resumo:&#039;&#039;&#039; A Sociedade de Medicina do Rio de Janeiro foi criada em 30 de junho de 1829. Os seus estatutos, inspirados nos regulamentos da Académie de Médecine, de Paris, tinham como objetivo principal as questões de saúde pública relativas às inspeções sanitárias em geral. Pelo decreto regencial de 08/05/1835, passou a receber uma subvenção do Tesouro Público, mudando o seu nome para Academia Imperial de Medicina. A partir de então, ficou constituída por 3 seções: medicina, cirurgia e farmácia, ampliando o seu papel ao tornar-se consultora do Governo Imperial em assuntos relacionados a políticas de saúde pública, ao exercício da medicina e à comercialização de medicamentos. Com a instauração do regime republicano, passou a ser designada de Academia Nacional de Medicina. Conseguiu sua sede própria somente em 1904, à rua General Justo, 365, na cidade do Rio de Janeiro, onde permaneceu até hoje.&#039;&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Histórico&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A Sociedade de Medicina do Rio de Janeiro foi organizada com o fim de reunir médicos para debater assuntos específicos sobre saúde e doenças humanas, e também para definir o papel desse grupo frente a questões de saúde pública e do exercício da medicina. O objetivo principal que norteou sua criação, em 30 de junho de 1829, foi o de viabilizar o crescimento das diversas áreas da medicina e ampliar a participação desses profissionais junto ao Governo Imperial em questões referentes à higiene e políticas de saúde pública.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Nesse sentido, de início a associação ficou dividida em quatro seções: vacinação, consultas gratuitas, doenças repugnantes e higiene geral da cidade do Rio de Janeiro. Dois dias da semana eram dedicados às consultas gratuitas aos indigentes, sendo doados medicamentos por um farmacêutico, membro honorário da Sociedade (DEBRET, 1940).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Por ocasião de sua fundação, ficou patente o apoio de outros municípios através dos ofícios de parabenização para ela enviados das câmaras de Angra dos Reis, Paty do Alferes, São Pedro de Cantagalo, Parati, Praia Grande (atual município de Niterói), Itaboraí e Valença (SOCIEDADE..., 1829-1830).A Sociedade, em sua constituição, sofreu influência marcante da medicina francesa. Alguns médicos brasileiros, como &amp;lt;u&amp;gt;[[JOBIM, JOSÉ MARTINS DA CRUZ|José Martins da Cruz Jobim]]&amp;lt;/u&amp;gt; e &amp;lt;u&amp;gt;[[MEIRELLES, JOAQUIM CÂNDIDO SOARES DE|Joaquim Cândido Soares de Meirelles]]&amp;lt;/u&amp;gt;, estiveram presentes nos debates médicos ocorridos em Paris, nos anos de 1820, quando foi criada a Académie de Médecine de Paris. Por isso, a Sociedade foi representada em seus primeiros anos por profissionais brasileiros formados pela Faculdade de Medicina de Paris, como &amp;lt;u&amp;gt;[[MEIRELLES, JOAQUIM CÂNDIDO SOARES DE|Joaquim Cândido Soares de Meirelles]]&amp;lt;/u&amp;gt;, &amp;lt;u&amp;gt;[[CYSNEIROS, FRANCISCO FREIRE ALLEMÃO DE|Francisco Freire Allemão de Cysneiros]]&amp;lt;/u&amp;gt;, &amp;lt;u&amp;gt;[[JOBIM, JOSÉ MARTINS DA CRUZ|José Martins da Cruz Jobim]]&amp;lt;/u&amp;gt;, &amp;lt;u&amp;gt;[[CÂNDIDO, FRANCISCO DE PAULA|Francisco de Paula Cândido]]&amp;lt;/u&amp;gt;, além do francês &amp;lt;u&amp;gt;[[SIGAUD, JOSÉ FRANCISCO XAVIER|José Francisco Xavier Sigaud]]&amp;lt;/u&amp;gt;, formado em Estrasburgo. Seus estatutos foram elaborados de acordo com os regulamentos da Académie de Médecine de Paris, cujo alvo principal eram as questões de saúde pública relativas às inspeções sanitárias em geral.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Entre maio de 1829 e abril de 1830, as primeiras sessões, que consistiram em reuniões preparatórias para a instalação da referida associação, foram realizadas nas residências dos médicos &amp;lt;u&amp;gt;[[SIGAUD, JOSÉ FRANCISCO XAVIER|José Francisco Xavier Sigaud]]&amp;lt;/u&amp;gt;, na rua do Rosário, nº 185, e de &amp;lt;u&amp;gt;[[MEIRELLES, JOAQUIM CÂNDIDO SOARES DE|Joaquim Cândido Soares de Meirelles]]&amp;lt;/u&amp;gt;, na rua da Cadeia, nº 161, atual rua da Assembléia, e depois na antiga rua Larga de São Joaquim, nº 170. Nessas primeiras reuniões foram discutidos os estatutos e definido o quadro de seus fundadores: &amp;lt;u&amp;gt;[[MEIRELLES, JOAQUIM CÂNDIDO SOARES DE|Joaquim Cândido Soares de Meirelles]]&amp;lt;/u&amp;gt;, &amp;lt;u&amp;gt;[[SIMONI, LUÍS VICENTE DE|Luís Vicente De Simoni]]&amp;lt;/u&amp;gt;, José Francisco Xavier Sigaud, José Martins da Cruz Jobim, João Maurício Faivre, Jacintho Rodrigues Pereira Reis, Antônio Américo D’Urzedo, Octaviano Maria da Rosa, Cristóvão José dos Santos, Antônio Martins Pinheiro, Antônio Joaquim da Costa Sampaio, José Maria Cambuci do Valle, José Augusto Cezar de Menezes, João Alves Carneiro, Fidélis Martins Bastos, Joaquim José da Silva e José Mariano da Silva. Seu quadro de membros honorários ficou constituído inicialmente por José Bonifácio de Andrada e Silva, Martim Francisco Ribeiro de Andrada, Antonio Ferreira França, Karl Friedrich Philipp von Martius e Isidore Geoffroy Saint-Hilaire.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;O decreto imperial de 15 de janeiro de 1830 reconheceu oficialmente a Sociedade, aprovando os seus estatutos com a devida assinatura do Ministro dos Negócios do Império José Joaquim Carneiro Campos (Marquês de Caravelas). Instalada publicamente em 24 de abril de 1830, num salão do Hospital da Ordem Terceira de São Francisco de Paula (Travessa de São Francisco, nº1), contou com a presença do Imperador Pedro I, que compareceria também a outras sessões comemorativas da associação.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Naquele período, em 1830, foi elaborado um programa, redigido pelo secretário da Sociedade, &amp;lt;u&amp;gt;[[SIMONI, LUÍS VICENTE DE|Luís Vicente De Simoni]]&amp;lt;/u&amp;gt;, para a realização de concurso de memórias que tratassem de qualquer objeto de estudos médicos, principalmente sobre os meios de melhorar a saúde pública no Rio de Janeiro, cujos prêmios eram oferecidos em medalha de ouro (SOCIEDADE...,1830). Com o tempo, a definição dos assuntos sugeridos para concorrer aos prêmios passaram a ser estabelecidos nas solenidades anuais de comemoração do aniversário da Sociedade (RIBEIRO, 1872).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Pelo decreto da Regência, de 8 de maio de 1835, a Sociedade passou a denominar-se Academia Imperial de Medicina.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;A partir de 1833, o tema discutido em suas sessões era a reforma dos estatutos, finalmente efetivada pelo decreto regencial de 8 de maio de 1835, assinado pelo Ministro dos Negócios do Império Joaquim Vieira da Silva e Souza. Dentre os principais pontos estabelecidos pelo decreto, destacavam-se o recebimento de uma subvenção do Tesouro Público, e conseqüentemente a mudança do seu nome para Academia Imperial de Medicina, e a criação da seção de farmácia. A partir de então, a entidade ficou dividida em três seções: medicina, constituída por 15 membros honorários, 5 titulares e 13 adjuntos; cirurgia, com 11 membros honorários, 15 titulares e 9 adjuntos; e farmácia, composta por 7 membros honorários, 11 titulares e 5 adjuntos. Cada uma delas teria sessões públicas, que deviam ser realizadas duas vezes ao mês, nas quais seriam debatidas matérias de ciência e estudo relativos à sua área específica. A mesa da Academia era formada por um presidente honorário, cargo ocupado sempre pelo Ministro do Império, um presidente temporário, um secretário geral e um tesoureiro, escolhido entre os membros titulares.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Os seus objetivos, segundo o artigo 15º desses estatutos, eram:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBlockText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“responder às perguntas do Governo sobre tudo quanto pode interessar à saúde pública, e principalmente sobre epidemias e moléstias particulares de certos países, as epizootias, os diferentes casos de medicina legal (...) a propagação da vacina, os remédios novos ou secretos, os quais não poderão ser expostos ao público sem o seu exame e aprovação (...) ocupando-se além disto, de todos os objetos de estudo e de indagação que podem concorrer para o progresso dos diferentes ramos da arte de curar”.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Seu papel foi ampliado no âmbito do saber e da prática médica, tanto nos regulamentos do exercício da medicina, quanto na comercialização de medicamentos e na busca de soluções para os problemas de saúde pública. Como estabelecimento oficial da Regência, a Academia tornou-se consultora do Governo Imperial em assuntos relacionados a políticas de saúde pública até 1850, quando a responsabilidade pela legislação sanitária foi transferida para a Junta Central de Higiene Pública, órgão ligado diretamente ao Ministério do Império. No mesmo ano de 1835, ingressaram na condição de membros da seção de farmácia os farmacêuticos brasileiros Ezequiel Corrêa dos Santos, Manoel Francisco Peixoto, Juvêncio Pereira Ferreira, Francisco Felix Pereira da Costa e Estevão Alves de Magalhães, sendo a seção presidida pelo farmacêutico francês, diplomado em Paris, Jean Marie Soullié.&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em 30 de junho de 1835 a [[ACADEMIA_IMPERIAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Imperial de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]] comemorou seu sexto aniversário no prédio de nº 6 na Praça da Constituição (posteriormente Praça Tiradentes). A sessão solene de instalação pública deu-se em 21 de dezembro de 1835, em uma sala do Paço Imperial da cidade do Rio de Janeiro.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Ainda durante o Império, foi aprovado o regimento interno da Academia por meio do Aviso do Ministério, de 26 de outubro de 1885, que estabeleceu entre outras medidas: os eleitos para cargos acadêmicos só podiam ser escolhidos entre os membros titulares; o voto era secreto e individual e o quorum mínimo era de 15 membros; as seções poderiam responder às consultas sobre questões profissionais que lhe fossem requeridas por despacho do presidente ou por deliberação da Academia; as atas das sessões podiam ser publicadas nos jornais da Corte sem prejuízo das publicações oficiais da entidade.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyTextIndent3&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Com a instauração do regime republicano, o decreto nº 9, de 21 de novembro de 1889, instituído pelo Governo Provisório, suprimiu o título “imperial” de várias instituições dependentes do Ministério dos Negócios do Interior, entre estas a Academia Imperial de Medicina, que passou a ser denominada Academia Nacional de Medicina.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyTextIndent3&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;A partir da República, suas funções passaram a ser divulgadas com veemência através de periódicos próprios, tendo em vista a preocupação de manter-se legitimada perante o Estado, como também consolidando sua autonomia como corporação científica (CASTRO, 1986).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyTextIndent3&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em 1897, seus estatutos foram reformados independentemente da aprovação do Governo, destacando-se as medidas que facilitaram as condições para ingresso na associação, que aboliram a exigência de apresentação de memória inédita para os membros honorários, estipulada pelo regimento interno de 1885, e a obrigação de que os candidatos fossem médicos ou farmacêuticos, bastando serem cientistas de notória proficiência.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;layout-grid-mode:both&amp;quot;&amp;gt;Presidentes&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;layout-grid-mode:both&amp;quot;&amp;gt;:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText2&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Os primeiros estatutos da [[SOCIEDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Sociedade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], que eram baseados na experiência parisiense, definiram a eleição trimestral para seus presidentes (cargo de 90 dias):&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText2&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;1829 - 1º trim.1830: [[MEIRELLES,_JOAQUIM_CÂNDIDO_SOARES_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Joaquim Cândido Soares de Meirelles&amp;lt;/u&amp;gt;]];&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText2&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;2º trim.1830:&amp;amp;nbsp; [[SIGAUD,_JOSÉ_FRANCISCO_XAVIER|&amp;lt;u&amp;gt;José Francisco Xavier Sigaud&amp;lt;/u&amp;gt;]];&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText2&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;3º trim.1830: Cristóvão José dos Santos;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText2&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;1º trim.1831: João Alves Carneiro;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText2&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;2º trim.1831: Octaviano Maria da Rosa;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText2&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;3º trim. 1831: [[JOBIM,_JOSÉ_MARTINS_DA_CRUZ|&amp;lt;u&amp;gt;José Martins da Cruz Jobim&amp;lt;/u&amp;gt;]];&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText2&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;4º trim. 1831: [[REIS,_JACINTHO_RODRIGUES_PEREIRA|&amp;lt;u&amp;gt;Jacintho Rodrigues Pereira Reis&amp;lt;/u&amp;gt;]];&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText2&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;1º e 2º trimestres 1832: [[SIGAUD,_JOSÉ_FRANCISCO_XAVIER|&amp;lt;u&amp;gt;José Francisco Xavier Sigaud&amp;lt;/u&amp;gt;]];&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText2&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;3º trim. 1832: [[CYSNEIROS,_FRANCISCO_FREIRE_ALLEMÃO_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Francisco Freire Allemão de Cysneiros&amp;lt;/u&amp;gt;]];&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText2&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;4º trim. 1832: [[HOMEM,_JOÃO_VICENTE_TORRES|&amp;lt;u&amp;gt;Joaquim Vicente Torres Homem&amp;lt;/u&amp;gt;]];&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText2&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;1º trim. 1833: João José de Carvalho;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText2&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;2º, 3º e 4º trimestres 1833: [[MEIRELLES,_JOAQUIM_CÂNDIDO_SOARES_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Joaquim Cândido Soares de Meirelles&amp;lt;/u&amp;gt;]];&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText2&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;1º e 2º trimestres 1834: [[CÂNDIDO,_FRANCISCO_DE_PAULA|&amp;lt;u&amp;gt;Francisco de Paula Cândido&amp;lt;/u&amp;gt;]];&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText2&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;3º e 4º trimestres 1834: [[JOBIM,_JOSÉ_MARTINS_DA_CRUZ|&amp;lt;u&amp;gt;José Martins da Cruz Jobim&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText2&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;A partir de meados de 1835 as eleições passaram a ser anuais:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText2&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;[[MEIRELLES,_JOAQUIM_CÂNDIDO_SOARES_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Joaquim Cândido Soares de Meirelles&amp;lt;/u&amp;gt;]] (1835-1838); [[CYSNEIROS,_FRANCISCO_FREIRE_ALLEMÃO_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Francisco Freire Allemão de Cysneiros&amp;lt;/u&amp;gt;]] (1838-1839); [[JOBIM,_JOSÉ_MARTINS_DA_CRUZ|&amp;lt;u&amp;gt;José Martins da Cruz Jobim&amp;lt;/u&amp;gt;]] (1839-1840); [[CÂNDIDO,_FRANCISCO_DE_PAULA|&amp;lt;u&amp;gt;Francisco de Paula Cândido&amp;lt;/u&amp;gt;]] (1840-1842); [[MEIRELLES,_JOAQUIM_CÂNDIDO_SOARES_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Joaquim Cândido Soares de Meirelles&amp;lt;/u&amp;gt;]] (1842-1848); [[JOBIM,_JOSÉ_MARTINS_DA_CRUZ|&amp;lt;u&amp;gt;José Martins da Cruz Jobim&amp;lt;/u&amp;gt;]] (1848-1851); [[SIGAUD,_JOSÉ_FRANCISCO_XAVIER|&amp;lt;u&amp;gt;José Francisco Xavier Sigaud&amp;lt;/u&amp;gt;]] (1851-1852); [[CÂNDIDO,_FRANCISCO_DE_PAULA|&amp;lt;u&amp;gt;Francisco de Paula Cândido&amp;lt;/u&amp;gt;]] (1852-1859); [[REGO,_JOSÉ_PEREIRA|&amp;lt;u&amp;gt;José Pereira Rego&amp;lt;/u&amp;gt;]] (Barão de Lavradio) (1855-1857); Antônio Costa (1857-1859); Manoel Feliciano Pereira de Carvalho (1859-1861); [[MARTINS,_ANTÔNIO_FELIX|&amp;lt;u&amp;gt;Antônio Felix Martins&amp;lt;/u&amp;gt;]] (Barão de São Felix) (1861-1864); [[REGO,_JOSÉ_PEREIRA|&amp;lt;u&amp;gt;José Pereira Rego&amp;lt;/u&amp;gt;]] (1864-1883); Agostinho José de Souza Lima (1883-1889); José Cardoso de Moura Brazil (1889-1891); [[SABÓIA,_VICENTE_CÂNDIDO_FIGUEIRA_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Vicente Cândido Figueira de Sabóia&amp;lt;/u&amp;gt;]] (Visconde de Sabóia) (1891-1892); João Baptista de Lacerda (1892-1895); Agostinho José de Souza Lima (1896-1897); Antônio José Pereira da Silva Araújo (1897-1900); Agostinho José de Souza Lima e [[ANDRADE,_NUNO_FERREIRA_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Nuno Ferreira de Andrade&amp;lt;/u&amp;gt;]] (1900-1901); [[ANDRADE,_NUNO_FERREIRA_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Nuno Ferreira de Andrade&amp;lt;/u&amp;gt;]] (1901-1903);&amp;amp;nbsp; Joaquim Pinto Portella (1903-1905); Antônio Augusto de Azevedo Sodré (1905-1907); Antonio Fernandes Figueira (1907-1908); Alfredo Nascimento e Silva (1908-1909); Marcos Bezerra Cavalcante (1909-1910); José Eduardo Teixeira de Souza (1910-1911); Miguel da Silva Pereira (1911-1912); [[SEIDL,_CARLOS_PINTO|&amp;lt;u&amp;gt;Carlos Pinto Seidl&amp;lt;/u&amp;gt;]] (1912-1913); Miguel de Oliveira Couto (1913-1934).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Estrutura e funcionamento&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
 &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;A associação exerceu um papel relevante na busca do “progresso” da medicina, consolidando assim sua imagem perante a sociedade. A confirmação desse fato pode ser identificada em algumas posições de prestígio que a Sociedade ocupou. Logo no seu início, a entidade foi consultada sobre a natureza e tratamento de uma epidemia de febres que acometeu a Vila de Magé (RJ) e imediações, e que teve origem em Macacu (RJ) em 1828, estendendo-se até o ano de 1834. Como resposta à consulta, a instituição apresentou um relatório contendo os resultados dos estudos realizados sobre o estado sanitário e constituição médica das regiões atingidas, que foi publicado pelo Governo Imperial (LIMA, 1900).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em 7 de outubro de 1830, a Câmara dos Deputados solicitou à Sociedade a elaboração de um plano de organização das escolas médicas do Império. Para isso, formou-se uma comissão especial entre os seus associados médicos: [[JOBIM,_JOSÉ_MARTINS_DA_CRUZ|&amp;lt;u&amp;gt;José Martins da Cruz Jobim&amp;lt;/u&amp;gt;]], Joaquim José da Silva, José Maria Cambuci do Valle, [[HOMEM,_JOAQUIM_VICENTE_TORRES|&amp;lt;u&amp;gt;Joaquim Vicente Torres Homem&amp;lt;/u&amp;gt;]], Octaviano Maria da Rosa, João Maurício Faivre e [[MEIRELLES,_JOAQUIM_CÂNDIDO_SOARES_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Joaquim Cândido Soares de Meirelles&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;O denominado “Plano de Organização das Escolas Médicas do Império”, inspirado no modelo francês, foi aceito com algumas alterações a partir da lei de 3 de outubro de 1832, através da qual as academias médico-cirúrgicas da Bahia e do Rio de Janeiro passaram a ser chamadas [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]] e [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DA_BAHIA|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina da Bahia&amp;lt;/u&amp;gt;]], e a ter organização idêntica, representando, então, os dois únicos estabelecimentos de ensino médico no Brasil. Além do curso médico, que deveria ter duração de seis anos, por esta lei foi criado, vinculado às faculdades de medicina, o curso farmacêutico com duração de três anos.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;A Academia traduzia os preceitos do higienismo e da anatomoclínica europeus, orientados pela relação entre homem, doença e clima, para o saber e prática médicas locais. Apresentava, assim, resistência a práticas divergentes, considerando charlatães quem as exercia (EDLER, 2001). Neste sentido, a sua resistência à homeopatia foi significativa. Durante os anos de 1840, a partir da criação do [[INSTITUTO_HOMEOPÁTICO_DO_BRASIL|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Homeopático do Brasil&amp;lt;/u&amp;gt;]] e de sua respectiva [[ESCOLA_HOMEOPÁTICA_DO_BRASIL|&amp;lt;u&amp;gt;Escola Homeopática do Brasil&amp;lt;/u&amp;gt;]], os acadêmicos condenaram a prática da homeopatia e os seus procedimentos terapêuticos. O &#039;&#039;Jornal do Commercio&#039;&#039;, editado na cidade do Rio de Janeiro, divulgou neste período a polêmica que se estabeleceu entre os acadêmicos, representantes da medicina oficial, e os homeopatas que anunciavam as curas obtidas através da sua prática.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;A respeito das posições tomadas pela associação, Edmundo Coelho dizia que recusando determinadas inovações revelava-se&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“apenas uma das faces do projeto de hegemonia que a Academia Imperial tentava desesperadamente implementar, mas sem muito sucesso. Porque, ao fim e ao cabo, ela aspirava a ser o próprio Estado em matéria médica e de saúde pública: aconselhando, legislando, fiscalizando, julgando e executando tal como fazia o tribunal da Fisicatura de tão pranteada memória. (...). Mas não era apenas a prática da medicina que os doutores da Academia Imperial desejavam colocar numa camisa-de-força, mas igualmente o comércio de medicamentos e de drogas” (COELHO, 1999, p.128-129).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Na segunda metade do século XIX, apesar de seu papel social significativo a Academia não sustentou o prestígio institucional que a acompanhou desde sua criação, quando perdeu o papel de consultora de assuntos relacionados à saúde pública para a Junta Central de Higiene Pública. O surto de febre amarela (1849) e da cólera (1855) que acometeram a capital do Império e algumas cidades do litoral motivara a criação desse órgão governamental. A pouca expressão da Academia ficou evidente nos debates que influenciaram as reformas do ensino médico que ocorreram entre os anos de 1879 (decreto n° 7.247 de 19 de abril) e 1884 (decreto nº 9.311 de 25 de outubro), quando foram criadas as condições para a implementação de uma medicina experimental, baseada no modelo alemão. Por outro lado, naquele período, surgiram outras sociedades e periódicos médicos que intensificaram o debate científico, quebrando o monopólio exercido pela Academia até então. A partir daquelas reformas, as sociedades médicas deixaram de ser os únicos espaços para o desenvolvimento científico, e as faculdades de medicina passaram a reunir atividades de ensino e pesquisa (EDLER, 1992).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;As polêmicas travadas no interior da entidade expressaram essa situação de desprestígio no decorrer dos anos de 1880, a respeito da prática da vacinação preventiva da febre amarela proposta pelo médico Domingos José Freire Junior. Diante das dificuldades de implementação de sua investigação como tratamento, Domingos Freire “passou a privilegiar, ostensivamente, o território profano, os espaços de ação e discussão extramuros, atitude condenada com veemência pelos acadêmicos” (BENCHIMOL,1999, p.93). A partir daí, Freire rompe efetivamente com a Academia, participando pela última vez da sessão de 21 de julho de 1885. Suas manifestações, no entanto, não cessaram, mas mudaram de espaço, sendo apresentadas na imprensa periódica. Todavia, um ano depois foi demitido da presidência da Junta Central de Higiene Pública, sendo substituído por João Baptista dos Santos (Barão de Ibituruna) (&#039;&#039;Op.cit.&#039;&#039;, p.95).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText2&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Já em 1909, a Academia aplaudiu os resultados da pesquisa desenvolvida pelo cientista [[CHAGAS,_CARLOS_RIBEIRO_JUSTINIANO|&amp;lt;u&amp;gt;Carlos Ribeiro Justiniano Chagas&amp;lt;/u&amp;gt;]], no [[INSTITUTO_OSWALDO_CRUZ|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Oswaldo Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]], sobre moléstia produzida por um novo trypanozoma, que em homenagem ao bacteriologista e seu mestre, recebeu o nome de &#039;&#039;trypanozoma cruzi&#039;&#039;. Essa doença acometia principalmente as populações do interior dos estados de Minas Gerais, de Goiás, do antigo Mato Grosso e parte de São Paulo, apresentando uma sintomatologia que a particularizava dentre o conjunto de doenças tropicais até então estudadas. No ano seguinte, em outubro, [[CHAGAS,_CARLOS|&amp;lt;u&amp;gt;Carlos Chagas&amp;lt;/u&amp;gt;]] foi admitido como membro titular da então [[ACADEMIA_NACIONAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Nacional de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]]. Em sessão solene defendeu os resultados de seu trabalho como um esforço coletivo ligado ao método de trabalho científico da medicina experimental ensinado por [[CRUZ,_OSWALDO|&amp;lt;u&amp;gt;Oswaldo Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText2&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Entretanto, entre novembro de 1922 e dezembro de 1923, a chamada doença de Chagas foi motivo para outra polêmica, quando [[PEIXOTO,_JÚLIO_AFRÂNIO|&amp;lt;u&amp;gt;Júlio Afrânio Peixoto&amp;lt;/u&amp;gt;]], professor de higiene da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], questionou a extensão da doença para além do território de Lassance (Minas Gerais), onde Chagas a teria localizado inicialmente. Além disso, Henrique Figueiredo de Vasconcellos, pesquisador do [[INSTITUTO_OSWALDO_CRUZ|Instituto Oswaldo Cruz]], argumentava que a autoria da descoberta cabia a [[CRUZ,_OSWALDO_GONÇALVES|&amp;lt;u&amp;gt;Oswaldo Gonçalves Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]], que teria sido o primeiro a identificar o parasito causador da doença nos laboratórios de Manguinhos. Formou-se então, a pedido de Carlos Chagas, uma comissão na Academia composta por cinco membros com fins de avaliar os seus trabalhos científicos que estavam sendo questionados. Assim, Henrique Figueiredo de Vasconcellos e Paulo Figueiredo Parreiras Horta, esse último professor de parasitologia da [[ESCOLA_SUPERIOR_DE_AGRICULTURA_E_MEDICINA_VETERINÁRIA|&amp;lt;u&amp;gt;Escola Superior de Agricultura e Medicina Veterinária&amp;lt;/u&amp;gt;]], apresentaram as teses críticas ao trabalho de Chagas. Em contrapartida, Clementino Rocha Fraga, professor da [[FACULDADE_DE_MEDICINA_DO_RIO_DE_JANEIRO|&amp;lt;u&amp;gt;Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro&amp;lt;/u&amp;gt;]], defendeu [[CHAGAS,_CARLOS|&amp;lt;u&amp;gt;Carlos Chagas&amp;lt;/u&amp;gt;]], utilizando como argumentação uma carta de Bento Oswaldo Cruz, na qual afirmava que seu pai [[CRUZ,_OSWALDO|&amp;lt;u&amp;gt;Oswaldo Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]] reconhecia [[CHAGAS,_CARLOS|&amp;lt;u&amp;gt;Carlos Chagas&amp;lt;/u&amp;gt;]] como descobridor da doença.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText2&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;A comissão presidida por Alfredo Nascimento e Silva acabou emitindo parecer favorável a Carlos Chagas em 23 de novembro de 1923, reconhecendo sua descoberta. Manteve-se, no entanto, até os anos de 1930 o questionamento a respeito da extensão da doença por várias regiões do país. Após o falecimento de Carlos Chagas, em 1934, esse quadro mudou com os trabalhos desenvolvidos sob a coordenação de Evandro Serafim Lobo Chagas e Emmanuel Dias, pesquisadores do [[INSTITUTO_OSWALDO_CRUZ|&amp;lt;u&amp;gt;Instituto Oswaldo Cruz&amp;lt;/u&amp;gt;]], que vieram confirmar as teses de Chagas.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText2&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Por ocasião da comemoração do centenário da Academia, em 1929, através de discurso do seu presidente, Miguel de Oliveira Couto, ficou claro o papel atribuído à [[ACADEMIA_NACIONAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Nacional de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]] no período:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText2&amp;quot; style=&amp;quot;margin: 0cm 1cm 0.0001pt; text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“Certamente uma sociedade sábia não é um foco de produção, um centro de pesquisas; mas é o seu reflexo, o seu espelho, a sua testemunha, e até certo ponto, pela livre controvérsia, o seu controle. A nossa centenária cumpriu fielmente esta sua função social, e quem reler as suas atas e os seus anais verá passar todo um suceder de estudos e investigações, de acertos abatidos, de erros, ao contrário (...) que voltaram a ser acertos, de grandes e pequenas descobertas, de debates e conquistas, de tudo, enfim, que assinala o percurso da medicina neste longo trato de tempo” (&#039;&#039;Apud &#039;&#039;RIBEIRO, 1984, p.13-14).&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText2&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;A presença da França nesse evento comemorativo, representada por membros da Academia de Medicina e professores da Faculdade de Medicina de Paris, como Anatole Marie Emile Chauffard, Emile Charles Achard e Jean Darier, demonstraram a permanência da medicina francesa como referencial importante para a Academia.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText2&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText2&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Sedes da instituição:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;No mês seguinte à solenidade de sua primeira sessão oficial, realizada em 24 de abril de 1830, a entidade ficou sediada em um prédio alugado à Irmandade do Rosário na rua do Rosário, nº 204, sendo posteriormente transferida, em 30 de dezembro de 1830, para a Casa do Consistório da Igreja do Rosário, onde permaneceu até 1834.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;A falta de uma sede própria e as mudanças freqüentes marcaram a trajetória da instituição. Deixando a Casa do Consistório da Igreja do Rosário, no período entre 1834 e 1861 ficou instalada na Escola Militar, no Largo de São Francisco. Em 14 de outubro de 1861, foi transferida para o Paço Municipal da Corte, localizado próximo ao Campo de Santana, onde ficou alocada gratuitamente. Em 1874, saiu do Paço da Câmara Municipal para ocupar o andar térreo do Recolhimento do Parto, na rua dos Ourives nº1, permanecendo aí até julho de 1899. Neste último ano, ela foi transferida para o prédio do antigo Pedagogium (Museu Pedagógico), situado na rua do Passeio.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyText&amp;quot; style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;O século XX começou trazendo dificuldades para a associação, que ficou instalada, de 26 de dezembro de 1901 a 12 de junho de 1902, em uma casa na rua Evaristo da Veiga. De 1902 a 1903 estabeleceu-se no Liceu de Artes e Ofícios, na rua Treze de Maio, no centro da cidade do Rio de Janeiro. Em 1903, o presidente da Academia, [[ANDRADE,_NUNO_FERREIRA_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Nuno Ferreira de Andrade&amp;lt;/u&amp;gt;]], solicitou ao Ministro da Justiça, José Joaquim Seabra, e ao Vice-Presidente da República, Afonso Pena, urgência na solução do problema da falta de um local próprio para a entidade. Ressaltando as glórias passadas da Academia e confrontando-as com a situação daquele momento, no seu discurso declamava que “sem lar, sem tenda, ela que há pouco abria as portas para acolher pressurosa quem lhe pedia hospedagem, viu-se agora reduzida a mendigar guarida neste templo de caridade, de educação e de ensino” (NASCIMENTO, 1929). Feita a promessa de providenciar uma instalação definitiva e própria para a Academia, logo depois a proposta se realizou. Em 5 de agosto daquele ano ela passou a funcionar temporariamente numa sala do Colégio Pedro II, no chamado Ginásio Nacional, enquanto as obras do prédio do cais da Lapa não terminavam. De 1904 a 1958 a Academia funcionou no prédio do Silogeu Brasileiro, na Praia da Lapa. Em 1953 começou a construção de sua sede própria, na Av. General Justo, nº 365. A inauguração da nova sede da então [[ACADEMIA_NACIONAL_DE_MEDICINA|&amp;lt;u&amp;gt;Academia Nacional de Medicina&amp;lt;/u&amp;gt;]], foi em 6 de novembro de 1958, local onde permanece até hoje.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Publicações oficiais&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyTextIndent2&amp;quot; style=&amp;quot;margin-left: 0cm; text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Os periódicos publicados pela Sociedade tiveram formato, propósitos e objetivos diversificados, conforme o momento de sua criação. O primeiro deles tinha por fim divulgar as atas das reuniões na seção “Boletim da Sociedade”, e as discussões específicas de medicina na seção “Boletim Universal”, reunidas sob o título de &#039;&#039;Semanario de Saude Publica&#039;&#039;, publicado entre os anos de 1831 e 1833. Em seu primeiro número datado de 3 de janeiro, foi apresentado o objetivo da publicação, elaborado por [[SIGAUD,_JOSÉ_FRANCISCO_XAVIER|&amp;lt;u&amp;gt;José Francisco Xavier Sigaud&amp;lt;/u&amp;gt;]]:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyTextIndent2&amp;quot; style=&amp;quot;margin: 0cm 1cm 0.0001pt; text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;“Se a publicidade é nas associações políticas o penhor da liberdade, nas ciências ela é sem dúvida a mais segura fiança da verdade. Os periódicos iluminam a opinião pública, espalham a instrução em todas a classes, e assim alcançam o mais louvável fim, o de ensinar aos povos, e de lhes lembrar por uma continua repetição, e por uma lição diária os seus direitos, e os seus deveres. (...) propagam as luzes, anunciam as descobertas, e tornam-se úteis ao maior número dos homens que estudam, (...) os sábios de todas as nações se compreendem, e comunicam entre si pelo simples intermédio dos jornais. Quando a Vacina, nos últimos anos (...) foi importada da Grã-Bretanha (...) bastaram as correspondências dos professores, e as experiências e observação dos homens da arte consignados nos jornais de medicina (...)”. (PLANO, 1831, p.1)&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyTextIndent2&amp;quot; style=&amp;quot;margin-left: 0cm; text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;O periódico teve como redatores Fidélis Martins Bastos e José Maria Cambuci do Valle.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyTextIndent2&amp;quot; style=&amp;quot;margin-left: 0cm; text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em abril de 1835, a Sociedade lançou a &#039;&#039;Revista Medica Fluminense&#039;&#039;, que circulou até 1841. Foram publicados seis volumes: 1º volume (1835-1836); 2º vol. (1836-1837); 3º vol. (1837-1838); 4º vol. (1838-1839); 5º vol. (1839-1840); 6º vol. (1840-1841). Publicada mensalmente, de abril a março, apresentava índice e era constituída por transcrição de sessões da corporação, artigos específicos sobre a saúde humana e sobre as condições da medicina brasileira. Teve como redatores [[MEIRELLES,_JOAQUIM_CÂNDIDO_SOARES_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Joaquim Cândido Soares de Meirelles&amp;lt;/u&amp;gt;]], [[JOBIM,_JOSÉ_MARTINS_DA_CRUZ|&amp;lt;u&amp;gt;José Martins da Cruz Jobim&amp;lt;/u&amp;gt;]], Emílio Joaquim da Silva Maia, José Bento da Rosa e [[REGO,_JOSÉ_PEREIRA|&amp;lt;u&amp;gt;José Pereira Rego&amp;lt;/u&amp;gt;]].&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyTextIndent2&amp;quot; style=&amp;quot;margin-left: 0cm; text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Em maio de 1841, o nome do periódico foi alterado para &#039;&#039;Revista Medica Brasileira&#039;&#039; e passou a ter o subtítulo de &#039;&#039;Jornal da Academia Imperial de Medicina&#039;&#039;, com o intuito de reforçar as mudanças de formato, volume e melhorias materiais, já que a Academia passou a designar uma parte de sua arrecadação para a publicação. Os artigos passaram a ser subdivididos em três partes. A primeira, intitulada “Revista Médica Brasileira”, continha os artigos sobre doenças; a segunda, “Academia Imperial de Medicina”, apresentava pesquisas médicas dos membros da Academia; e a terceira parte, “Variedades e Novidades Médicas”, reunia as transcrições de artigos estrangeiros e matérias recebidas de médicos de todo país. Foram publicados dois volumes da &#039;&#039;Revista&#039;&#039; &#039;&#039;Medica Brasileira&#039;&#039; que abrangiam os meses de maio a abril: 1º volume (1841-1842) e 2º volume (1842-1843). A publicação teve como redatores Emílio Joaquim da Silva Maia, [[REGO,_JOSÉ_PEREIRA|&amp;lt;u&amp;gt;José Pereira Rego&amp;lt;/u&amp;gt;]], José Miguel Pereira Cardoso, Cláudio Luiz da Costa, José Pedro de Oliveira e José Manoel do Rosário.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyTextIndent2&amp;quot; style=&amp;quot;margin-left: 0cm; text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;A Academia não publicou nada por dois anos até a retomada com os &#039;&#039;Annaes de Medicina Brasiliense&#039;&#039;, em 1845, impresso na Typographia de Francisco de Paula Brito. Adotando novo formato, o periódico agora era apresentado em duas partes: a primeira com as atas e trabalhos da Academia e a segunda com artigos de medicina, cirurgia, farmácia, ciências naturais e comunicados da área, em geral. Sob esta denominação, publicou 4 volumes: 1º volume: (1845-1846 – de junho a maio); 2º volume (1846-1847 - de junho a maio); 3º volume: (1847-1848 – de junho a maio) e 4º volume (1848-1849 – de junho a junho). Seus redatores e colaboradores foram [[CÂNDIDO,_FRANCISCO_DE_PAULA|&amp;lt;u&amp;gt;Francisco de Paula Cândido&amp;lt;/u&amp;gt;]], Roberto Jorge Haddock Lobo, [[REGO,_JOSÉ_PEREIRA|&amp;lt;u&amp;gt;José Pereira Rego&amp;lt;/u&amp;gt;]], Antonio Correia de Souza Costa, José Maria de Noronha Feital, [[SIMONI,_LUÍS_VICENTE_DE|&amp;lt;u&amp;gt;Luís Vicente De Simoni&amp;lt;/u&amp;gt;]], Robert Christian Avé Lallemant, [[AMERICANO,_DOMINGOS_MARINHO_DE_AZEVEDO|&amp;lt;u&amp;gt;Domingos Marinho de Azevedo Americano&amp;lt;/u&amp;gt;]], Antônio José Pereira das Neves e Manoel José Barbosa.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyTextIndent2&amp;quot; style=&amp;quot;margin-left: 0cm; text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;A partir de outubro de 1849, a publicação recebeu o nome de &#039;&#039;Annaes Brasilienses de Medicina&#039;&#039;, quando houve uma predominância de artigos estrangeiros no conjunto das matérias publicadas. Sob esta denominação, deu-se continuidade à publicação de mais 32 volumes, compreendendo cada um de 11 a 12 números.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p class=&amp;quot;MsoBodyTextIndent2&amp;quot; style=&amp;quot;margin-left: 0cm; text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Entre 1885 e 1906, houve uma nova mudança na publicação que passou a denominar-se &#039;&#039;Annaes da Academia de Medicina&#039;&#039;, transcrevendo estatutos, relatórios e discursos da Academia, e lançando memórias escritas por médicos, seja sobre assuntos médicos ou sobre a classe médica. Teve como redatores Affonso Pereira Pinheiro, Fernando Francisco da Costa Ferraz, Francisco de Castro, Agostinho José de Souza Lima, Alfredo Piragibe, Antônio José da Silva Rabello, [[SEIDL,_CARLOS_PINTO|&amp;lt;u&amp;gt;Carlos Pinto Seidl&amp;lt;/u&amp;gt;]], Alfredo da Graça Couto, João Ferreira da Silva, Aureliano Werneck Machado e Francisco de Paula Guimarães. Além desse periódico, havia também o &#039;&#039;Boletim da Academia Nacional de Medicina&#039;&#039;, que circulou de 1885 a 1897, sendo quinzenal e somando 12 volumes, com publicações sobre as atas das sessões.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Fontes&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:small;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;- ACADEMIA NACIONAL DE MEDICINA. &#039;&#039;&#039;Em comemoração do ensino médico&#039;&#039;&#039;. Rio de Janeiro: Typ. Jornal do Commercio, 1908.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BN|&amp;lt;u&amp;gt;BN&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- ACADEMIA NACIONAL DE MEDICINA. &#039;&#039;&#039;História.&#039;&#039;&#039; Capturado em 8 out. 2020. Online. Disponível na Internet: [https://www.anm.org.br/historia/ https://www.anm.org.br/historia/]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;- [A COMMISSÂO de Estatutos].&#039;&#039;Revista Medica Fluminense&#039;&#039;, Rio de Janeiro: Typ. Astria Fluminense de Brito e C., vol I, n.8, p.7, nov. 1835. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira&#039;&#039;&#039;&#039;&#039;.&#039;&#039;Capturado em 5 ago. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;[http://memoria.bn.br/DocReader/341622/322 http://memoria.bn.br/DocReader/341622/322]&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- BRASIL. Decreto de 15 de janeiro de 1830. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação.&amp;amp;nbsp; Capturado em 5 ago. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;http://legis.senado.leg.br/norma/375522/publicacao?tipoDocumento=DEC-sn&amp;amp;tipoTexto=PUB&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- BRASIL. Lei de 3 de outubro de 1832. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação.&amp;amp;nbsp; Capturado em 5 ago. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;http://legis.senado.leg.br/norma/573005/publicacao?tipoDocumento=LEI-sn&amp;amp;tipoTexto=PUB&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- BRASIL. Decreto de 8 de maio de 1835. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação.&amp;amp;nbsp; Capturado em 5 ago. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;http://legis.senado.leg.br/norma/571753/publicacao?tipoDocumento=DEC-sn&amp;amp;tipoTexto=PUB&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;display: none;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;-BRASIL. Decreto nº 7.247, de 19 de abril de 1879. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação.&amp;amp;nbsp; Capturado em 5 ago. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;[http://legis.senado.leg.br/norma/580064/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB &amp;lt;span style=&amp;quot;color:#0563c1&amp;quot;&amp;gt;http://legis.senado.leg.br/norma/580064/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB&amp;lt;/span&amp;gt;]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;display: none;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;display: none;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- BRASIL. Decreto nº 9.311, de 25 de outubro de 1884. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação. Capturado em 5 ago. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;[http://legis.senado.leg.br/norma/415973/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB &amp;lt;span style=&amp;quot;color:#0563c1&amp;quot;&amp;gt;http://legis.senado.leg.br/norma/415973/publicacao?tipoDocumento=DEC-n&amp;amp;tipoTexto=PUB&amp;lt;/span&amp;gt;]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;display: none;&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- BRASIL. Decreto nº9, de 21 de novembro de 1889. In: CÂMARA DOS DEPUTADOS. Legislação. Capturado em 5 ago. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt; &amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;https://www2.camara.leg.br/legin/fed/decret/1824-1899/decreto-9-21-novembro-1889-511037-publicacaooriginal-1-pe.html&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- BENCHIMOL, Jaime Larry. &#039;&#039;&#039;Dos micróbios aos mosquitos: febre amarela e a revolução pausteriana no Brasil&#039;&#039;&#039;. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz/Editora UFRJ, 1999. Capturado em 8 jul. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;[https://static.scielo.org/scielobooks/6p4jp/pdf/benchimol-9788575413166.pdf https://static.scielo.org/scielobooks/6p4jp/pdf/benchimol-9788575413166.pdf]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- CHAGAS, Carlos. &#039;&#039;&#039;Academia Nacional de Medicina – o pronunciamento do dr. Carlos Chagas sobre a nova moléstia. &#039;&#039;&#039;&#039;&#039;Jornal O Mensageiro do Sertão&#039;&#039;, Belo Horizonte, 1999, anno VII, nº 17, elaborado exclusivamente para a exposição “Chagas no Brasil”. ([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- LUIZ Vicente de Simoni. In: BLAKE, Augusto Victorino Alves Sacramento. &#039;&#039;&#039;Diccionario Bibliographico Brazileiro&#039;&#039;&#039;. &#039;&#039;&#039;Quinto volume. &#039;&#039;&#039;Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1899. pp.473-481. In: Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin. Acervo Digital.&amp;amp;nbsp; Capturado em 10 jun. 2020. Online. Disponível na Internet:[https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/5450 https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/5450]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;NASCIMENTO, Alfredo. &#039;&#039;&#039;O centenário da Academia Nacional de medicina do Rio de Janeiro, 1829-1929: primórdios e evolução da medicina no Brasil.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro: Imp. Nacional, 1929.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;([[Fontes_de_informação#IHGB|&amp;lt;u&amp;gt;IHGB&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- PLANO de hum Jornal de Medicina apresentado à Sociedade de Medicina do Rio de Janeiro, pelo Sr. Dr. Sigaud, e por esta adotado na sua Sessão de 21 de Outubro de 1830. &#039;&#039;Semanario de Saude Publica&#039;&#039;, Rio de Janeiro, n.1, p.1-4, 1831.&amp;amp;nbsp; In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira&#039;&#039;&#039;. Capturado em 5 ago. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;[http://memoria.bn.br/DocReader/702560/1 http://memoria.bn.br/DocReader/702560/1]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:normal&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
PROPOSTA. &#039;&#039;Revista Medica Fluminense&#039;&#039;, Rio de Janeiro: Typ. Astria Fluminense de Brito e C., vol I, n.4, p.3, jul.1835.&amp;amp;nbsp; In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. &#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira&#039;&#039;&#039;. Capturado em 5 ago. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;[http://memoria.bn.br/DocReader/341622/134 http://memoria.bn.br/DocReader/341622/134]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- REGIMENTO Interno da Academia Imperial de Medicina, a que se refere o Aviso do Ministério do Império de 26 de outubro de 1885. In: SENADO FEDERAL. Portal Legislação.&amp;amp;nbsp; Capturado em 2 abr. 2020. Online. Disponível na Internet:&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;[http://legis.senado.leg.br/norma/416195/publicacao/15630219 http://legis.senado.leg.br/norma/416195/publicacao/15630219]&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- RIBEIRO, José Silvestre. &#039;&#039;&#039;História dos Estabelecimentos Scientíficos, Literários e Artísticos de Portugal nos sucessivos reinados da monarquia&#039;&#039;&#039;, tomo 4.&amp;amp;nbsp; Lisboa: Real Academia de Ciências, 1872.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#RGPL|&amp;lt;u&amp;gt;RGPL&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;-&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;RIBEIRO, Lourival. &#039;&#039;&#039;Academia Nacional de Medicina&#039;&#039;&#039;. Rio de Janeiro, Sintra Gráfica e Editora Ltda, 1984.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#ANM|&amp;lt;u&amp;gt;ANM&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;-&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&#039;________________. &#039;&#039;&#039;O Barão de Lavradio e a higiene no Rio de Janeiro.&#039;&#039;&#039; Belo Horizonte, Rio de Janeiro: Ed. Itatiaia, 1992.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BN|&amp;lt;u&amp;gt;BN&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;- SANT’ ANNA, Alvaro Cumplido de. &amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Academia Nacional de Medicina: Resenha Histórica.&#039;&#039;&#039; Rio de Janeiro, 1979.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#BCOC|&amp;lt;u&amp;gt;BCOC&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;-SESSÃO da Installação da Academia Imperial de Medicina do Rio de Janeiro. &#039;&#039;Revista Medica Fluminense&#039;&#039;, Rio de Janeiro: Typ. Astria Fluminense de Brito e C., vol I, n.11, p.23, fev.1836. In: FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL.&amp;quot;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&#039;&#039;Hemeroteca Digital Brasileira.&amp;quot;&#039;&#039;&#039;&#039;&#039; Capturado em 5 ago. 2020. Online. Disponível na Internet: &amp;amp;nbsp;[http://memoria.bn.br/DocReader/341622/943 http://memoria.bn.br/DocReader/341622/943]&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align:justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;-SOCIEDADE DE MEDICINA DO RIO DE JANEIRO.&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;Comunicações da Sociedade; Ofícios das Câmaras Municipais, e Programa para concurso&#039;&#039;&#039;, &#039;&#039;&#039;1829-1830.&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp; ([[Fontes_de_informação#AGRJ|&amp;lt;u&amp;gt;AGRJ&amp;lt;/u&amp;gt;]])&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= &amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;&amp;quot;&amp;gt;Ficha técnica&amp;lt;/span&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Pesquisa - Alex Varela, Andréa Lemos Xavier, Verônica Pimenta Velloso&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Redação - Alex Varela, Verônica Pimenta Velloso, Andréa Lemos Xavier&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:10.0pt&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;Consultoria – Luiz Otávio Ferreira.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;text-autospace:none&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;Revisão – Francisco José Chagas Madureira.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;line-height:150%&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;text-autospace:none&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-family:&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:black&amp;quot;&amp;gt;Atualização – Maria Rachel Fróes da Fonseca, Ana Carolina de Azevedo Guedes.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
= Forma de citação =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{PAGENAME}}. {{SITENAME}}. Capturado em {{CURRENTDAY}} {{CURRENTMONTHABBREV}}. {{CURRENTYEAR}}. Online. Disponível na internet {{SERVER}}/dicionario&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: center;&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font size=&amp;quot;2&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;font face=&amp;quot;Arial&amp;quot;&amp;gt;&#039;&#039;Dicionário Histórico-Biográfico das Ciências da Saúde no Brasil (1832-1930)&amp;lt;br/&amp;gt; Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – ([http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/ &amp;lt;font color=&amp;quot;#0000CC&amp;quot;&amp;gt;http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br&amp;lt;/font&amp;gt;])&#039;&#039;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/p&amp;gt;    [[Category:Verbetes]] [[Category:Associações Profissionais e Sociedades Médicas]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Rachel.froes</name></author>
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