CORREIA, MANOEL FRANCISCO: mudanças entre as edições
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<span style="font-size:small;"><span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;">'''Outros nomes e/ou títulos: '''[[CORREA, MANOEL FRANCISCO|<u>Correa, Manoel Francisco</u>]]; Correia, Manuel Francisco; Correia, Senador; Correia Neto, Manoel Francisco; Senador Corrêa</span></span> | <span style="font-size:small;"><span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;">'''Outros nomes e/ou títulos: '''[[CORREA, MANOEL FRANCISCO|<u>Correa, Manoel Francisco</u>]]; [[CORREIA, MANUEL FRANCISCO|<u>Correia, Manuel Francisco</u>]]; <u>[[CORREIA, SENADOR|Correia, Senador]]</u>; [[CORREIA NETO, MANOEL FRANCISCO|<u>Correia Neto, Manoel Francisco</u>]]; <u>[[SENADOR CORRÊA|Senador Corrêa]]</u></span></span> | ||
<span style="font-size:small;"><span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;">'''Resumo: '''Manoel Francisco Correia nasceu em 1º de novembro de 1831, na cidade de Paranaguá, então Província de São Paulo. Diplomou-se na Faculdade de Direito de São Paulo em 1854. Ocupou inúmeros cargos na administração pública, como chefe da Seção da Secretaria de Estado dos Negócios do Império, secretário de Governo da Província do Rio de Janeiro, conselheiro de Estado, presidente da Província de Pernambuco, presidente do Tribunal de Contas da União, diretor-geral da Diretoria Geral de Estatística, e Ministro e Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros. Foi também presidente da Câmara dos Deputados, deputado geral e senador pela Província do Paraná. Foi o primeiro diretor da escola normal, criada em 1874 na capital do Império, e presidente da Associação Promotora de Instrucção. Foi criador e coordenador das “Conferências Populares da Glória”, realizadas no Rio de Janeiro, entre os anos de 1873 e 1905. Faleceu em 11 de junho de 1905, na cidade do Rio de Janeiro.</span></span> | <span style="font-size:small;"><span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;">'''Resumo: '''Manoel Francisco Correia nasceu em 1º de novembro de 1831, na cidade de Paranaguá, então Província de São Paulo. Diplomou-se na Faculdade de Direito de São Paulo em 1854. Ocupou inúmeros cargos na administração pública, como chefe da Seção da Secretaria de Estado dos Negócios do Império, secretário de Governo da Província do Rio de Janeiro, conselheiro de Estado, presidente da Província de Pernambuco, presidente do Tribunal de Contas da União, diretor-geral da Diretoria Geral de Estatística, e Ministro e Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros. Foi também presidente da Câmara dos Deputados, deputado geral e senador pela Província do Paraná. Foi o primeiro diretor da escola normal, criada em 1874 na capital do Império, e presidente da Associação Promotora de Instrucção. Foi criador e coordenador das “Conferências Populares da Glória”, realizadas no Rio de Janeiro, entre os anos de 1873 e 1905. Faleceu em 11 de junho de 1905, na cidade do Rio de Janeiro.</span></span> | ||
Edição atual tal como às 13h31min de 10 de novembro de 2025
Outros nomes e/ou títulos: Correa, Manoel Francisco; Correia, Manuel Francisco; Correia, Senador; Correia Neto, Manoel Francisco; Senador Corrêa
Resumo: Manoel Francisco Correia nasceu em 1º de novembro de 1831, na cidade de Paranaguá, então Província de São Paulo. Diplomou-se na Faculdade de Direito de São Paulo em 1854. Ocupou inúmeros cargos na administração pública, como chefe da Seção da Secretaria de Estado dos Negócios do Império, secretário de Governo da Província do Rio de Janeiro, conselheiro de Estado, presidente da Província de Pernambuco, presidente do Tribunal de Contas da União, diretor-geral da Diretoria Geral de Estatística, e Ministro e Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros. Foi também presidente da Câmara dos Deputados, deputado geral e senador pela Província do Paraná. Foi o primeiro diretor da escola normal, criada em 1874 na capital do Império, e presidente da Associação Promotora de Instrucção. Foi criador e coordenador das “Conferências Populares da Glória”, realizadas no Rio de Janeiro, entre os anos de 1873 e 1905. Faleceu em 11 de junho de 1905, na cidade do Rio de Janeiro.
Dados pessoais
Manoel Francisco Correia nasceu no dia 1º de novembro de 1831, na cidade de Paranaguá, sede da 5ª Comarca da então Província de São Paulo, a qual a partir de 1853 passaria a integrar a Província do Paraná. Era neto do português Manoel Francisco Correia, o “Velho” (1776-1850), que foi tenente-coronel em Paranaguá, e filho de Manoel Francisco Correia (referido como o “Moço”) (1809-1857), de origem portuguesa, comerciante e coronel da Guarda Nacional, e de Francisca Antonia da Costa Pereira (1815-1857), que era filha de Manuel Antônio Pereira, capitão-mor de Paranaguá (SANTOS, 2013). Manoel Francisco Correia teve 13 irmãos: Joaquim Severo Correia, Francisco Ferreira, Maria Bárbara Pereira Correia de Leão, José Pereira Correia, Américo Vespúcio, José Theodoro, João Ferreira, Leocádia Pereira Correia, Pedro de Alcântara, Urbano Sabino, Euphrasina, Francisca, e Ildefonso Pereira Correia, proprietário rural, produtor de erva-mate e político, que recebeu o título de Barão do Serro Azul (1888). Manoel Francisco Correia era sobrinho de Eufrásio Correia, deputado pela Assembleia do Paraná entre 1873 e 1886.
Casou-se, em 2 de fevereiro de 1855, com Mariana Ribeiro de Almeida, filha do Conselheiro Ribeiro de Almeida, com quem teve cinco filhos: Mariana Correia Pimentel (casada com Joaquim Galdino Pimentel, lente da Escola Politécnica e ex-presidente da Província de Mato Grosso), Manoel Francisco Correia Júnior (engenheiro civil, falecido em 7/12/1886), Maria Elisa Correia (casada com o engenheiro civil Amaro José da Silveira), Eduardo Correia (magistrado na cidade de Rio Bonito, Rio de Janeiro), e Amélia Correia.
De acordo com os registros, Manoel Francisco Correia estabeleceu residência nos seguintes endereços na cidade do Rio de Janeiro: R. de Santa Christina nº23, na então Freguesia da Glória (1863 a 1878); R. de Santo Amaro nº72, na então Freguesia da Glória (1879 a 1891); R. Marquês de Abrantes nº 27, na então Freguesia da Glória (1892 a 1900); R. Delphin nº8, no bairro de Botafogo (1900 a 1905) (Almanak Administrativo, Mercantil e Industrial da Corte e Provincia do Rio de Janeiro).
Recebeu diversas condecorações e títulos, como a de Conselheiro do Imperador D. Pedro II (04/09/1886), Grã-Cruz da Ordem da Conceição da Vila Viçosa, Cavaleiro da Ordem de Nosso Senhor Jesus-Cristo, Grã-Cruz da Real e Distinta Ordem de Carlos III da Espanha, Grã-Cruz da Ordem da Coroa de Ferro da Áustria, Grã-Cruz da Ordem de Sant´Anna da Rússia e Grã-Cruz de Nosso Senhor Jesus-Cristo de Portugal. Recebeu o título de Irmão Remido da Santa Casa da Misericórdia da Cidade de Paranaguá (Paraná) em 26 de julho de 1900.
Faleceu no dia 11 de junho de 1905, em sua casa na Rua Delphin (atual Rua Paulo Barreto), no bairro de Botafogo, na cidade do Rio de Janeiro.
Trajetória profissional
Manoel Francisco Correia frequentou, até 1845, as aulas no Instituto Collegial Freese, fundado pelo inglês John Henry Freese (1784-1866) em 1º de julho de 1841, na Rua do Colegio (atual Rua Monsenhor Miranda) na cidade de Nova Friburgo, então província do Rio de Janeiro. Em 1846 foi matriculado no 4º ano do Imperial Collegio de Pedro II, na cidade do Rio de Janeiro, no qual, em 1849, obteve o título de bacharel em letras.
Em 1850 seguiu para a cidade de São Paulo, onde ingressou na Faculdade de Direito de São Paulo, tendo entre seus colegas o jornalista e deputado José Maria Correia de Sá e Benevides, e concluído o curso em 1854 (SANTOS, 2006).
Manoel Francisco Correia iniciou-se profissionalmente atuando em cargos na administração pública: 2º Oficial da Secretaria da Fazenda (nomeado em 14/12/1854); 1º Oficial da Secretaria da Fazenda; Chefe da Seção da Secretaria de Estado dos Negócios do Império (1855); 1º Oficial da Secretaria do Império (1859); Secretário de Governo da Província do Rio de Janeiro (20/01/1859); Chefe da 7ª seção da Secretaria de Estado dos Negócios do Império (1860); Chefia da Seção de Negócios Eclesiásticos (1861); Oficial de Gabinete de Ministros do Império: João de Almeida Pereira (02/02/1860-02/03/1861), Francisco de Paula Sayão Lobato (de 02/03/1861-21/04/1861), José Antonio Saraiva (de 21/04/1861- 10/07/1861), José Ildefonso de Sousa Ramos (de 10/07/1861-24/05/1862); Consultor interno do Ministério da Justiça (maio de 1861); Chefe da 6ª Seção da Secretaria de Estado dos Negócios do Império (1862-1869); Chefe da 4ª Seção da Secretaria de Estado dos Negócios do Império (1869); Conselheiro de Estado (nomeado em setembro de 1886); Seção dos Negócios da Guerra e Marinha (aviso de 28/09/1886, até 1889); Seção de Negócios do Império e Agricultura (14/03/1887); Seção dos Negócios do Império e Agricultura (3/12/1888); Ministro Relator e Presidente do Tribunal de Contas da União (16/01/1893- agosto de 1894).
Manoel Francisco Correia, então conselheiro do Imperador D. Pedro II, conversou com o imperador no Paço Imperial, no último dia da monarquia, em 15 de novembro de 1889. O conteúdo desta conversa deveria ser somente revelado após o falecimento do imperador, e assim, em 5 de dezembro de 1891 Manoel Francisco Correia encaminhou o documento, intitulado “Memória”, que continha instruções acerca da revelação de tal conversa, para ser guardado na Arca Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. Este documento foi retirado, em 8 de abril de 1892, da referida Arca, e lido pelo próprio autor em sessão naquela instituição, e publicado na Revista Trimensal do Instituto Historico e Geographico Brazileiro, em edições de 1892 e 1900 (CORREIA, 1892; 1900).
Em 21 de janeiro de 1871, Manoel Francisco Correia foi designado diretor-geral da Diretoria Geral de Estatística, que havia sido criada pelo art.2º da Lei nº1.829, de 9 de setembro de 1870, conhecida como Lei do Censo por ter estabelecido a realização de recenseamento da população do Império, subordinada à Secretaria de Estado dos Negócios do Império, e instalada em 1º de março de 1871 no prédio da Secretaria de Estado dos Negócios do Império, na Praça da Constituição (atual Praça Tiradentes). Tendo em vista um convite para assumir como Ministro e Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros, Manoel Francisco Correia licenciou-se da repartição de estatística, em 7 de março de 1871, e nesta assumiu como diretor Joaquim José de Campos da Costa de Medeiros e Albuquerque. Manoel Francisco Correia dirigiu, em 1872, o 1º recenseamento da população do Império, e em 15 de setembro de 1873 reassumiu a direção da Diretoria Geral de Estatística, na qual permaneceu até 1879, quando esta repartição se tornou apenas Seção de Estatística. Correia teria, inclusive, solicitado sua aposentadoria como empregado público.
Durante sua gestão à frente da Diretoria Geral de Estatística, foi responsável pela elaboração de três relatórios, o terceiro publicado em maio de 1874, o quinto em dezembro de 1876 e o sexto em novembro de 1878. No terceiro relatório, sobre as atividades de 1873, Manoel Francisco Correia retomou as estatísticas apresentadas em relatórios anteriores, tratou das dificuldades e dos progressos alcançados, do quadro pessoal, do arquivo e da biblioteca, e sobre aspectos do processo de apuração (SANTOS, 2006). E no quinto relatório, publicado em dezembro de 1876, comentou sobre a conclusão do censo geral:
“Esse serviço pela primeira vez executado em um Estado de vasta extensão e cuja população, comparativamente diminuta, acha-se disseminada por todo o territorio, não póde pretender o cunho de um trabalho perfeito. Paizes mais adiantados só depois de varias tentativas poderão organizar censos exactos. Não é, portanto, de estranhar que o primeiro recenseamento do Brasil resinta-se de algumas lacunas e imperfeições na maior parte devidas ás condições locaes e habitos especialissimos dos habitantes do interior de algumas provincias.” (CORREIA, 1877, p.5)
Manoel Francisco Correia foi Ministro e Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros, entre 7 de março de 1871 e 28 de janeiro de 1873, e durante sua gestão, durante a primeira regência da Princesa Isabel, houve intensa atividade diplomática especialmente referente ao término da Guerra do Paraguai, que resultou no Tratado Definitivo de Paz entre o Império do Brasil e a República do Paraguai (decreto n.º 4.910, de 27 de março de 1872). Foram assinados também os tratados de Limites e o de Amizade, Comércio e Navegação, e foi aprovado pelo decreto nº 4.968, de 24 de maio de 1872, um novo Regulamento Consular, que ficou conhecido como “Regulamento Consular Manoel Francisco Correia” (BRASIL, 1872).
Em 1862 Manoel Francisco Correia filiou-se ao Partido Conservador. Foi nomeado presidente da Província de Pernambuco, pela carta imperial de 29 de março de 1862 assinada pelo presidente do Conselho de Ministros, Pedro de Araújo Lima (Marquês de Olinda). Permaneceu neste de 30 de abril a 2 de outubro deste ano, quando retornou à Corte, para a chefiar a 6ª Seção da Secretaria de Estado dos Negócios do Império.
No campo legislativo foi delegado na Assembleia Geral Legislativa (3ª sessão da 14ªlegislatura, 1871), delegado na Assembleia Geral Legislativa (4ª sessão da 14ª legislatura,1871), delegado na Assembleia Geral Legislativa (1ª sessão da 15ª legislatura,1872), presidente da Câmara dos Deputados (1874-1875), deputado geral pela Província do Paraná (11/05/1869 até 1877), presidente da Assembleia da Província do Paraná (08/06/1874-03/02/1877), e senador, pela Província do Paraná (14/02/1877-15/11/1889).
No exercício de seu mandato legislativo, como deputado pela Província do Paraná, Correia apresentou diversos projetos, sobre naturalização, escravos, legitimação de filhos espúrios e casamento servil. Em 5 de junho de 1869, propôs o Projeto de Lei nº 29 que proibia a venda de escravos em leilão e hasta pública e estipulava que não devia haver separação de marido e mulher e pais e filhos menores de dezesseis anos. Seu projeto foi sancionado por meio do decreto nº 1.695, de 15 de setembro de 1869, assinado pelo Imperador e pelo Ministro e Secretário de Estado dos Negócios da Justiça, José Martiniano de Alencar. Também foi de sua autoria o Projeto de Lei nº 30, que propunha que o produto de loterias deveria ser utilizado na libertação do maior número de escravos, preferencialmente os do sexo feminino, dentre estes os de menor idade. Apresentou, ainda, o Projeto de Lei nº 31, que mandava proceder matrícula especial de todos os escravos existentes no Império, e considerava livres os escravos que por qualquer motivo deixassem de ser incluídos nessa matrícula, e criava o imposto de 500 réis por cada escravo maior de 10 anos. Este projeto foi um dos que antecedeu a promulgação da Carta Lei nº 2.040, de 28 de setembro de 1871, a Lei de Ventre Livre, que foi assinada pela Princesa Imperial Regente, D. Isabel Cristina Leopoldina Augusta. Apresentou, também, em 30 de setembro de 1870, um projeto que propunha foros de indissolubilidade às uniões entre imigrantes, boa parte deles acatólicos (SANTOS, 2013).
Na Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro, ocupou os cargos de Mordomo dos Presos (1879-1880; 1881-1882), e de Definidor (1902-1903) na administração da instituição.
Ao longo de sua trajetória destacou-se na defesa da instrução popular. Foi criador e presidente (de 1874 a 1881; 1889) da Associação Promotora de Instrucção de Meninos, fundada em 1º de janeiro de 1874, e que tinha como objetivo difundir o ensino primário e secundário pelas classes populares, fundar aulas de ensino primário e de ensino secundário, cursos do ensino profissional e superior, publicações úteis, conferências e leituras públicas, biblioteca, museus, laboratórios e gabinetes de ciências naturais, exposições de objetos concernentes aos seus fins, prêmios de todo o gênero conforme o princípio da sua instituição, e auxílios necessários às crianças pobres para a frequência das aulas. Inicialmente eram duas instituições, a Associação Promotora da Instrucção de Meninos e a Associação Promotora da Instrucção de Meninas, e em 26 de agosto de 1881, pelo decreto nº 8.229 deu-se a fusão destas duas instituições, surgindo a Associação Promotora de Instrução. Em 20 de janeiro de 1882 foi lançada a pedra fundamental da escola a ser construída por esta associação, na freguesia da Glória, planejada por Antonio de Paula Freitas, engenheiro da Escola Politecnica (ASSOCIAÇÃO, 1882). A Associação Promotora da Instrução foi responsável pela construção de escolas: Escola de Santa Izabel (curso noturno, no bairro de Vila Isabel, inaugurada em 6/08/1882), Escola de São Christovão (na Praça D. Pedro I nº7, em São Cristóvão, 18/11/1882), Escola Senador Correia (na então Praça São Salvador, suas aulas noturnas foram inauguradas em 2/04/1883 e sua inauguração solene foi em 11/09/1888). O engenheiro Antonio de Paula Freitas, professor da Escola Politécnica do Rio de Janeiro, foi o responsável pelas obras das escolas. As reuniões e assembleias da Associação eram realizadas no salão das conferências da escola pública da freguesia da Glória, na então na Praça São Salvador, na cidade do Rio de Janeiro. Foi presidente honorário da Associação Promotora da Instrucção entre 1894 e 1898, embora em 1900 ainda apareça o registro como presidente desta associação.
Foi o idealizador e coordenador das “Conferências Populares da Glória”, assim denominadas por se realizarem em escolas públicas localizadas na freguesia da Glória, no Município da Corte. Iniciaram-se em 23 de novembro de 1873 sob a iniciativa e coordenação do Conselheiro Manuel Francisco Correia, senador do Império. Em relação ao local em que eram realizadas estas conferências, as referências indicam que, inicialmente, realizaram-se em uma das escolas públicas da freguesia da Glória (na época havia seis escolas em ruas que atualmente pertencem aos bairros do Flamengo e Glória), especialmente no prédio da escola, atualmente Escola Amaro Cavalcanti, construído entre 1871 e 1875 na então Praça Duque de Caxias (atual Largo do Machado). De janeiro a maio de 1875 as conferências foram realizadas na Escola de São José (na antiga Rua da Ajuda) e, posteriormente, na Escola Senador Correia (antigo Largo de S. Salvador), cujas aulas noturnas foram inauguradas em 1883, e na Escola Barão do Rio Doce, na Rua do Lavradio nº 71. Transcorriam, inicialmente, nas manhãs de domingo (posteriormente estendidas para dois dias semanais), e eram rotineiramente anunciadas antecipadamente nos mais importantes jornais da época (Jornal do Commercio, Gazeta de Notícias, Diario do Rio de Janeiro, Diario de Noticias, Diario Fluminense, O Paiz, Jornal do Brasil e Correio da Tarde), os quais também publicavam resumos das conferências proferidas. Os conferencistas, que eram intelectuais em evidência no cenário científico e cultural da época, proferiam palestras sobre um conjunto amplo de temáticas, desde temas essencialmente culturais (literatura, teatro, história das civilizações, educação) até as temáticas intrínsecas ao conhecimento das diversas ciências (matemática, biologia, medicina, botânica, ciências físicas, e outras). Seu coordenador destacava o fato de existirem conferências congêneres em países europeus, das quais participavam autores referências na defesa da instrução pública e popular como Édouard-René Lefebvre de Laboulaye (1811-1883), François Pierre Guillaume Guizot (1787-1874) e Victor Cousin (1792-1862).
A repercussão das conferências populares pode ser aquilatada pelo surgimento, na época, de uma verdadeira disputa pelo pioneirismo de sua realização, que contrapunha as conferências coordenadas por Manoel Francisco Correia, na Corte, às promovidas, em 1871, por Antonio Cândido da Cunha Leitão, advogado e político em Aracajú. Além disso, circulavam pelas páginas de periódicos diversas matérias sobre as conferências, como uma sobre a conferência “Riqueza irresponsavel”, proferida em 1891, pelo próprio senador Correia (REVISTA, 1893, p.1). Embora a realização de conferências públicas tivesse surgido no país, em 1849, organizadas pelos liberais, como o intuito de ampliar os espaços para o debate público, a iniciativa que teria alcançado um êxito mais significativo foi a das Conferências Populares da Glória, as quais “não eram políticas. Dedicavam-se, na proposta do organizador, à instrução do povo em temas variados” (CARVALHO, 2007, p.33). As Conferências Populares da Glória realizaram-se até o ano de 1905, ano de falecimento de Manoel Francisco Correia. A última conferência, de nº734, intitulada “Biographia do Conselheiro Manoel Francisco Correia”, foi proferida por Ubaldino do Amaral em 27 de agosto de 1905.
Para Manoel Francisco Correia a instrução popular era sua principal preocupação, e neste sentido a função primordial das conferências era ser um meio “incessante para despertar o espírito”, através do qual se viabilizaria o desenvolvimento do país:
“Ela [a instrução] há de abrir largos horizontes à indústria, à agricultura, ao comércio, e promover o inteligente aproveitamento das imensas riquezas do nosso solo, que permitem a fundação de grandes estabelecimentos agrícolas, de importantes fábricas, de vastos estaleiros” (CORREIA, 1874, p.51).
Com seu apoio foi criada, por iniciativa particular, em 25 de março de 1874, uma Escola Normal, para ambos os sexos, localizada na Rua de São Joaquim nº104, a primeira escola normal na capital do Império. Manoel Francisco Correia foi seu primeiro diretor, e em seu discurso na inauguração da escola, reafirmou sua visão de que a instrução primária era “a base do edifício intellectual de um povo; e, quando completamente adquirida, dá a segurança de que assentam era terreno solido a instrucção secundaria e a superior, que constituem o grande foco de luz da intelligenca nacional” (CORREIA, 1900, p.14). Esta escola habilitou professores e professoras até 20 de dezembro de 1875, quando suspendeu suas atividades com o estabelecimento de uma escola normal pelo governo Imperial. Ainda atuando no campo da instrução, em 1882 foi 2º vice-presidente na direção dos trabalhos do Congresso de Instrução, realizado em 1º de junho de 1882, no Rio de Janeiro.
Em 1882, durante sua gestão à frente da Associação Promotora da Instrução, foi iniciada, por esta associação, a construção da terceira escola, na praça de S. Salvador (Catete) para o curso noturno da freguesia da Glória, cuja construção foi feita com donativos agenciados por uma comissão da associação formada por Adolpho Klingelhoefer, Maria Antonia Soares Quartim, Antonio Thomaz Quartim, o médico Joaquim Antonio de Araujo e Silva (Barão do Catete), José João Martins de Pinho (Barão de S. Francisco), Luís de Sousa Breves (Barão de Guararema), Carlos Theodoro Bustamante, João José dos Reis Júnior (Conde de São Salvador de Mattosinhos), Julio Constâncio de Villeneuve (Conde de Villeneuve), Eduardo Klingelhoefer, Henrique Hermeto Carneiro Leão, Leonor Rocha Moura, Luiz Alves da Silva Porto, o negociante Malvino da Silva Reis, e a pintora Júlia Labourdonnay Gonçalves Roque (Viscondessa de Sistello). Em 2 de abril de 1883 foram inauguradas as aulas noturnas da então denominada Escola Senador Correia, sob a direção de Ubaldino do Amaral, mas sua inauguração solene foi em 11 de setembro de 1888. Nesta escola eram lecionadas geografia, aritmética, história do Brasil, gramática portuguesa, leitura, francês, e doutrina cristã, e em seus primeiros anos haviam sido matriculados 346 alunos em diversas aulas. Em 1885 Manoel Francisco Correia instituiu o Prêmio Barão de Itamby (Candido José Rodrigues Torres) para ser conferido ao aluno pobre que apresentasse o melhor aproveitamento na Escola Senador Correia. A Faculdade Livre de Sciencias Juridicas e Sociaes do Rio de Janeiro, fundada em 1882, funcionou na Escola Senador Correia entre 1891 até maio de 1892, quando foi transferida para o edifício do Gymnasio Nacional.
Na década de 1930, a Escola Senador Correia ficou fechada, e em 1950 foi reaberta e cedida ao Colégio de Aplicação/UFRJ até o ano de 1970, quando retornou para a Associação Promotora da Instrucção. No ano de 1998 o prédio da escola e seu anexo foram vendidos a uma construtora, a qual teria revendido para a Caixa de Assistência dos Advogados do Brasil, que tinha a intenção de erguer um hospital no local. Por meio da lei nº 2.795, de 1999, o prédio da Escola Senador Correia foi tombado. Subordinada ao município do Rio de Janeiro, funciona atualmente como Escola Municipal Senador Corrêa (Rua Esteves Junior nº 42, esquina com a Rua Senador Corrêa, Laranjeiras).
Manoel Francisco Correia integrou, como 2º vice-presidente, a Mesa do Congresso de Instrução, que, embora tenha sido proposto para ocorrer em 18 de junho de 1883, teve sua realização suspensa, e realizou-se uma exposição pedagógica nos salões da Imprensa Nacional, na Rua da Guarda Velha (atual Av. 13 de maio), entre 29 de julho e 30 de setembro daquele ano.
Ainda no âmbito da instrução, fundou a Associação Mantenedora do Museu Escolar Nacional, em 5 de outubro de 1883, da qual foi 2º vice-presidente de 1884 a 1889. Em 1890, instituiu um concurso pedagógico cujo tema era “Como deve ser organisada a melhor escola primaria quer mixta quer exclusiva para cada sexo”, e para o qual a comissão julgadora foi constituída por José Carlos de Alambary Luz, que fora diretor da Escola Normal de Niterói, Joaquim José de Menezes Vieira e pelo poeta Carlos Maximiliano Pimenta de Laet. O premiado em 1º lugar foi José Ricardo Pires de Almeida, conforme noticiado na Gazeta de Petropolis (PAIVA, 1894).
Integrou, como 2º vice-presidente, a Mesa do Congresso de Instrução, que embora tenha sido proposto para realizar-se em 18/06/1883 teve sua realização suspensa, mas realizou uma exposição pedagógica nos salões da Imprensa Nacional, na Rua da Guarda Velha (atual Av. 13 de maio), de 29 de julho a 30 de setembro de 1883.
Foi presidente (1891) e chefe superior (1904) da Escola Barão do Rio Doce, inaugurada em 30 de junho de 1890 e instalada na Rua do Lavradio nº71. Em 1891 esta escola foi incorporada à Associação Promotora da Instrucção. O médico Antonio José Gonçalves Fontes (Barão do Rio Doce), ao falecer, deixou por verba testamentária recursos para manutenção da Escola Barão do Rio Doce, que teve entre seus diretores Eduardo Correia, um dos filhos de Manoel Francisco Correia. O conselheiro Correia foi nomeado inventariante do Barão do Rio Doce. Em 19 de fevereiro de 1899 instituiu a Associação Mantenedora da Escola Barão do Rio Doce.
Manoel Francisco Correia foi presidente (1892-1895) da Imperial Sociedade Amante da Instrucção, sociedade benemérita dedicada ao cuidado e instrução de crianças pobres e órfãs, criada em 1829 com a denominação de “Jovial e Instructiva”, que funcionava na Rua do Ypiranga nº20 (atualmente Rua Ipiranga nº70), no bairro das Laranjeiras, no Rio de Janeiro.
Participou da Comissão, criada em 1876 pelo Ministério do Império, para colher informações, observações e estudos sobre a carestia dos gêneros alimentícios, especialmente das carnes verde e seca, e indicar medidas legislativas e de outra ordem. Integravam, também, esta comissão José Maria da Silva Paranhos (Visconde do Rio Branco), José Pereira Rego, Antonio Barrozo Pereira (presidente da Câmara Municipal), Diogo Velho Cavalcanti de Albuquerque (chefe de Polícia), Antonio Candido da Cruz Machado e o senador Candido Mendes de Almeida, o escritor Tristão de Alencar Araripe Júnior, Antonio Nicoláo Tolentino, José Pereira Faro (Barão do Rio Bonito), Antonio Ferreira Vianna (deputado), o advogado Domingos de Andrade Figueira, o jurista Agostinho Marques Perdigão Malheiros e o banqueiro Caetano Furquim de Almeida.
Manoel Francisco Correia integrou sociedades e associações profissionais, tendo sido sócio e presidente da Sociedade Auxiliadora da Industria Nacional, criada em 1827. Foi, também, um dos fundadores, e presidiu a primeira sessão preparatória da Sociedade de Geografia do Rio de Janeiro, criada em 25 de fevereiro de 1883, cuja sessão inaugural teve lugar numa escola pública da Freguesia de Nossa Senhora da Glória, na Praça Duque de Caxias, provavelmente a mesma que sediava as Conferências Populares da Glória, que também foi o local das primeiras reuniões da sociedade. Integrou a comissão científica de geografia política desta sociedade.
Foi presidente da Sociedade Comemorativa da Independência do Império (1886-1888). Foi admitido como sócio benemérito do Instituto Histórico e Geographico Brazileiro, em 1º de outubro de 1886, com a apresentação do livro de sua autoria “Conferencias e outros trabalhos”. Nas atas da 12ª sessão ordinária da instituição, realizada em 13 de novembro de 1885, ao ser relatada a candidatura de Manoel Francisco Correia àquela associação, foi destacada a erudição expressa em sua obra:
“Revela-se nesse livro o saber, a erudição e o talento do incansável lidador; vêm-se nessa obra os incessantes cuidados que tem merecido ao seu distincto autor um dos mais elevados e mais difficeis ramos da publica administração. Foi ele quem creou nesta côrte a tribuna da Conferencias e quem a manteve por muito tempo com o seu exemplo, ilustração e assiduidade nunca desmentida. Animado pelo mais santo amor da pátria, não tem tido outro fito senão aquelle que lhe aponta a bussola do patriotismo: o engrandecimento da pátria pela elevação do nível da instrucção popular”. (12ª SESSÃO, 1885, p.391)
Nesta instituição foi, também, 3º vice-presidente (1892), 2º vice-presidente (1895) e 1º vice-presidente (1903), membro da Comissão de Estatutos (1892), membro da Comissão de Admissão de Sócios (1895), membro da Comissão de Revisão de manuscritos (1893), e membro da Comissão de redação (1892) da Revista do Instituto Histórico e Geographico Brazileiro.
Em 1875, Manoel Francisco Correia era um dos diretores da Associação de Soccorros á Invalidez, instituição beneficente, cujos estatutos foram aprovados pelo decreto nº 5.853, de 16 de janeiro de 1875. Foi 2º vice-presidente (1884 a 1887), 1º vice-presidente (1888 e 1889), presidente (1905) da Associação Protetora da Infância Desamparada, criada em 29 de julho de 1883. Foi membro do Conselho (1879 a 1882) do Monte Pio Geral (R. Primeiro de março, 10), e vice-presidente (1883 a 1885), e diretor adjunto (1888, 1889), do Monte Pio Geral de Economia dos Servidores do Estado, criado em 1837 e instalado na Travessa das Bellas Artes, nº3, na cidade do Rio de Janeiro. Integrou o Conselho Fiscal do Banco do Brasil, e foi seu diretor entre os anos de 1892 e 1896. Também foi diretor presidente da Companhia Lloyd Brazileiro, de 1895 a 1900, sediada na Rua Saúde nº14, no Rio de Janeiro.
Foi presidente da Associação Humanitária Paranaense, entre os anos de 1883 e 1888, que havia sido fundada, em 1880, por paranaenses residentes no Rio de Janeiro, atuando em prol do movimento abolicionista.
Além de ser funcionário público, advogado, Manoel Francisco Correia também se dedicou às expressões artísticas, tendo sido autor da comédia teatral intitulada “Magnetismo” e do romance “A praia da Glória”, publicado no Rio de Janeiro, em 1854.
De acordo com os registros do Almanak Laemmert, Manoel Francisco Correia parou de advogar no ano de 1903. Foi indicado para ser o 1º vice-presidente da Terceira Reunião do Congresso Scientifico Latino-Americano, que se realizaria de 6 a 16 de agosto de 1905, no Rio de Janeiro, mas tendo em vista seu falecimento em junho de 1905, foi substituído pelo magistrado Carlos Augusto de Carvalho.
Em sua homenagem foi criada, em 28 de março de 1912, na cidade de Ponta Grossa (Paraná), uma escola, inicialmente denominada Casa Escola Senador Corrêa, e oficialmente instalada em 18 de maio de 1942 como Escola Senador Corrêa.>
Produção intelectual
- “Magnetismo”. Comédia teatral. [s.l]: [s.n.], [s.d.].
- “A questão do oriente”. S. Paulo: Typ. Liberal de J. R. de Azevedo Marques, 1854.
- Relatorio apresentado pelo Excellentissimo Senhor Doutor Manoel Francisco Correia ao passar a administração da Provincia ao Exm. Sr. Dr. João Silveira de Souza em 2 de outubro de 1862. Pernambuco: Typographia de M. F. de Faria & Filho, 1863.
- “Compilação e annotação das consultas do conselho de Estado, referentes aos negócios ecclesiasticos, etc”. Rio de Janeiro, 1869.
- Relatorio da Repartição dos Negocios Estrangeiros apresentado à Assembléa Geral Legislativa na Terceira Sessão da Decima-Quarta Legislatura pelo Ministro e Secretario de Estado Manoel Francisco Correia em 12 de maio de 1871. Rio de Janeiro: Typographia Universal de Laemmert, 1871.
- “A Praia da Glória. Romance brazileiro por Manoel Francisco Corrêa. A Reforma. Orgão democrático, Rio de Janeiro, anno III, n.81, p.2-3, 12 de abril de 1871; anno III, n.82, p.2-3, 13 de abril de 1871; anno III, n.83, p.3, 14 de abril de 1871; anno III, n.85, p.2, 16 de abril de 1871; anno III, n.88, p.2, 20 de abril de 1871; anno III, n.94, p.3, 27 de abril de 1871; anno III, n.97, p.2, 30 de abril de 1871; anno III, n.100, p.2, 4 de maio de 1871; anno III, n.107, p.2, 12 de maio de 1871; anno III, n.125, p.2, 3 de junho de 1871.
- “Os dous Brunegold”. A Reforma. Orgão democrático, Rio de Janeiro, anno III, n.131, p.3, 11 de junho de 1871.
- Relatorio da Repartição dos Negocios Estrangeiros apresentado à Assembléa Geral Legislativa na Quarta Sessão da Decima-Quarta Legislatura pelo Ministro e Secretario de Estado Manoel Francisco Correia. Rio de Janeiro: Typographia de E. & H. Laemmert, 1872.
- Relatorio da Repartição dos Negocios Estrangeiros apresentado à Assembléa Geral Legislativa na Primeira Sessão da Decima-Quinta Legislatura pelo Ministro e Secretario de Estado Manoel Francisco Correia. Rio de Janeiro: Typographia Universal de Laemmert, 1872.
- “Correspondance entre le Gouvernement Impérial du Brésil et celui de la République Argentine au suject des traités conclus avec le Paraguay et de l'évacuation de l'ile de L'Atajo". Rio de Janeiro: Typ. Imp. e Const. de J. Villeneuve e C., 1872.
- “Missão Especial do General Bartholomeu Mitre, enviado extraordinário e Ministro Plenipotenciário da República Argentina: discurso pronunciado, etc., na sessão de 12 de agosto de 1873”. Rio de Janeiro: Typ. Imp. e Const. de J. Villeneuve & C., 1873.
- “Ensino primário obrigatório”. Conferência Popular nº 1, 23 de novembro de 1873. Conferencias literárias. [Rio de Janeiro]: Editora Typ. Cinco de Março, 1873.
- “Discurso proferido na sessão de 12 de agosto de 1873 pelo deputado da provincia do Paraná ... acerca da missão do general D. Bartolomé Mitre, enviado extraordinario e ministro plenipotenciario da Republica Argentina em missão especial”. Rio de Janeiro: Typ. Imp. e Const. de J. Villeneuve & C., 1873.
- “Escolas normais”. Conferência Popular nº12, 11 de janeiro de 1874. Conferencias literárias. [Rio de Janeiro]: Editora Typ. Cinco de Março, 1874.
- “Relatório e Trabalhos Estatísticos apresentados ao Ilmo. e Exmo. Sr. Conselheiro João Alfredo Corrêa de Oliveira, Ministro e Secretário de Estado dos Negócios do Império, pelo Diretor geral, etc”. Rio de Janeiro, 1874.
- “Discurso proferido pelo conselheiro Manuel Francisco Correia na reunião de 11 de janeiro de 1874”. Rio de Janeiro: Rodrigues de Paiva & Cia., 1874.
- “Instrucções para a Escola Normal do Municipio da Corte”. Rio de Janeiro: Typographia Nacional, 1874.
- “Riqueza Intellectual”. Conferência Popular nº 28, 8 de março de 1874. In: Conferencias Populares. Rio de Janeiro, nº3, março 1876.
- “Regime das escolas”. Conferência Popular nº 34, 29 de março de 1874.
- “Futuro do Brasil”. Conferência Popular nº 35, 9 de abril de 1874.
- “Invasões no território do Brasil”. Conferência Popular nº 49, 31 de maio de 1874.
- “Mulheres célebres”. Conferência Popular nº 53, 14 de junho de 1874.
- “Inauguração das Conferencias Populares na cidade de Nitherohy. Discurso proferido na reunião de 5 de junho de 1874 pelo Conselheiro Manoel Francisco Correia”.
- “União do Brasil”. Conferência Popular nº 83, 27 de setembro de 1874.
- “Indústria marítima”. Conferência Popular nº 99, 19 de novembro de 1874.
- “Educação da mocidade”. Conferência Popular nº 100, 22 de novembro de 1874.
- “Concurso dos cidadãos a bem do ensino”. Conferência Popular nº 139, 22 de agosto de 1875. In: Conferencias populares. Rio de Janeiro, nº 1, janeiro 1876. pp.5-39.
- “Concorrência do elemento municipal a bem do ensino”. Conferência Popular nº 140, 29 de agosto de 1875.
- Os aeróstatos. Conferência Popular nº 141, 5 de setembro de 1875.
- “Ensino moral: a instrucção deve ser o bálsamo e não o veneno para a alma. Religião, família, positivismo, materialismo”. Conferência Popular nº 145, 3 de outubro de 1875.
- “Direção do Ensino. Importância da Instrução nos destinos da humanidade. Convém não esquecer as ciências morais”. Conferência Popular nº 151, 21 de novembro de 1875.
- “Discursos parlamentares e litterarios: conferencias e trabalhos diplomaticos e administrativos”. Rio de Janeiro: Typographia Parlamentar, 1876.
- “Não é monopólio do Estado o ensino superior. Competência das Assembléias provinciais”. Conferência Popular nº 157, 2 de janeiro de 1876.
- “Estabelecimentos de instrução que devem de preferência criar as Assembléias legislativas Provinciais”. Conferência Popular nº 161, 30 de janeiro de 1876.
- “Instrução Pública. Graus científicos ou literários concedidos em virtude de leis provinciais”. Conferência Popular nº 164, 20 de fevereiro de 1876.
- “Da competência em matéria de colação de graus”. Conferência Popular nº 171, 9 de abril de 1876.
- “Instrução Pública. As Assembléias legislando sobre a instrução pública podem impor penas administrativas e disciplinares”. Conferência Popular nº 173, 23 de abril de 1876.
- “Competência das Assembléias Provinciais para a concessão de jubilações”. Conferência Popular nº 177, 21 de maio de 1876.
- “A educação na família e na escola”. Conferência Popular nº 179, 4 de junho de 1876.
- “Educação das crianças das ruas”. Conferência Popular nº 207, 15 de outubro de 1876.
- “O Ensino Moral”. Rio de Janeiro: J. Villeneuve, 1876.
- “Relatorio da Directoria Geral de Estatistica, dirigido ao Ministro dos Negocios do Império Dr. José Bento da Cunha e Figueiredo, por Manoel Francisco Correia, Director Geral em 31 de dezembro de 1876”. Rio de Janeiro: Typographia de Hyppolito José Pinto, 1877.
- “Relatorio e trabalhos estatisticos apresentados ao Illm. e Exm. Sr. conselheiro Dr. Carlos Leoncio de Carvalho Ministro e Secretario de Estado dos Negocios do Imperio, pelo Director Geral conselheiro Manoel Francisco Correia em 20 de novembro de 1878”. Rio de Janeiro: Typographia Nacional, 1878.
- “Conveniência da criação de associações promotoras da instrução”. Conferência Popular nº 228, 10 de março de 1878.
- “Conveniência de manter a Escola de Humanidades criada pelo Instituto Farmacêutico (conferência especial)”. Conferência Popular s/nº, 17 de março de 1878.
- “Concurso da iniciativa particular para que a causa da instrução popular receba o impulso que as circunstâncias reclamam”. Conferência Popular nº 231, 7 de abril de 1878.
- “A caridade e a instrução”. Conferência Popular nº 245, 7 de julho de 1878.
- “Educação física”. Conferência Popular nº 253, 1º de setembro de 1878.
- “A educação física”. Conferência Popular nº 260, 20 de outubro de 1878.
- “Relatorio da Directoria Geral de Estatistica, dirigido ao Ministro dos Negocios do Império Dr. Carlos Leoncio9 de Carvalho, por Manoel Francisco Correia, Director Geral em 31 de dezembro de 1878”. Rio de Janeiro: Typographia de Hyppolito José Pinto, 1879.
- “O sentimento religioso”. Conferência Popular nº 277, 18 de maio de 1879.
- “Sentimento religioso, culto externo”. Conferência Popular nº 300, 9 de novembro de 1879.
- “Sentimento religioso, religião do Estado I”. Conferência Popular nº 301, 16 de novembro de 1879.
- “Sentimento religioso, religião do Estado II”. Conferência Popular nº 308, 28 de dezembro de 1879.
- “Ensino religioso nas escolas particulares e livres”. Conferência Popular nº 314, 22 de maio de 1880.
- “O ensino religioso”. Conferência Popular nº 319, 27 de junho de 1880.
- “O ensino religioso”. Conferência Popular nº 323, 20 de julho de 1880.
- “Necessidade de criar a universidade”. Conferência Popular nº 341, 26 de setembro de 1880.
- “Actas das sessões da Assembléa Geral da Associação Promotora da Instrucção”. Rio de Janeiro: s.n., 1881-1883. .
- “Discurso proferido pelo Illmo. Exmo. Sr. Conselheiro Manoel Francisco Correia ao inaugurar a escola da praça D. Pedro I construida pela Associação Promotora da Instrucção”. Rio de Janeiro: G. Leuzinger & Filhos, 1882
- “[Histórico da instituição das conferências populares e de sua utilidade]”. Conferência Popular, s/nº, 29 de novembro de 1885.
- “Conferências e outros trabalhos do Conselheiro Manoel Francisco Correia”. Prologo de JoséAntonio dos Santos Cardoso. Esboço biográfico de Amaro da Silveira. Rio de Janeiro: Typographia Perseverança, 1885. om o retrato do autor. Rio de Janeiro, 1885.
- “Relatório da Associação Humanitária Paranaense apresentado à Assembléia Geral dos Associados”. Rio de Janeiro, 1887.
- “Os meninos das ruas”. Conferência Popular s/nº, 26 de janeiro de 1890.
- “Riqueza irresponsável”. Conferência Popular s/nº, 10 de maio de 1891.
- “Riqueza irresponsável (cont.)”. Conferência Popular nº 595, 24 de maio de 1891.
- “Riqueza irresponsável (cont.)”. Conferência Popular s/nº, 8 de junho de 1891.
- “Analyse das doutrinas do Cardeal Mauning, grão rabino Dr. Hermann Adler e professor Price Hugues sobre a riqueza irresponsável”. Conferência Popular nº609, 21 de junho de 1891.
- “Questão social e a riqueza irresponsável; analyse da doutrina de Edward J. Phelps”. Conferência Popular nº 611, 5 de julho de 1891.
- “Agitação que a questão social está produzindo nas mais adiantadas nações; Motivos da actual intensidade da questão social”. Conferência Popular s/nº, 19 de julho de 1891.
- “Encyclica de Leão XIII sobre a condição dos operários”. Conferência Popular nº614, 26 de julho de 1891.
- “A questão social no Brazil”. Conferência Popular nº 615, 2 de agosto de 1891.
- “Memoria apresentada ao Instituto Historico e Geographico Brazileiro em 10 de Outubro de 1892 para ser lida depois da morte do Imperador o Sr. D. Pedro II”. Revista Trimensal do Instituto Historico e Geographico Brazileiro, Rio de Janeiro, tomo LV, parte II (3º e 4º trimestres), p.1-13, 1892.
- "Memoire du conseiller M. F. Correia sur l'ouvrage de E. de Pressense: Les origines". Rio de Janeiro : Typ. de G. Leuzinger, 1892.
- "Instrucção theorica, instrucção pratica". Conferência Popular nº 618, 23 de outubro de 1892.
- "Alto valor do esforço particular a bem do ensino, não dispensável pela concurrencia do poder público". Conferência Popular s/nº, 5 de novembro de 1893.
- "Richesse irresponsable : conférences de M. le Conseiller Manoel Francisco Correia en 1891". Rio de Janeiro: Typ. de G. leuzinger & filhos, 1893.
- "Serviço da colonização do Brasil". Revista Trimensal do Instituto Historico e Geographico Brazileiro, Rio de Janeiro, tomo LVI, parte II, pp.125-136, 1893.
- “Fundação de uma universidade nesta capital”. Conferência Popular nº 621, 2 de dezembro de 1894.
- “A minha entrada para o Tribunal de Contas. Memoria apresentada pelo socio honorário Conselheiro Manoel Francisco Correia e lida na sessão do Instituto Historico em 30 setembro de 1893”. Revista Trimensal do Instituto Historico e Geographico Brazileiro, Rio de Janeiro, tomo LXII, parte II, p.501-507, 1894.
- “[Educação dos maltrapilhos]”. Conferência Popular s/nº, 10 de novembro de 1895.
- “Doutrina constitucional na parte applicavel ao ensino religioso”. Conferência Popular s/nº, 15 de novembro de 1896.
- “Discurso proferido na solemnidade da collação do gráo de bacharéis em sciencias jurídicas e sociaes em 26 de janeiro de 1896 na Faculdade livre do Rio de Janeiro”. Rio de Janeiro, 1896.
- “Saque de Assumpção e Luque attribuido ao Exercito brazileiro. Refutação”. Revista Trimensal do Instituto Historico e Geographico Brazileiro, tomo LIX, parte I, 1º e 2º trimestres, p.369-393, 1896.
- “Occupação da Ilha da Trindade pela Inglaterra e Restituição ao Brazil”. Revista Trimensal do Instituto Historico e Geographico Brazileiro, Rio de Janeiro, v. LIX, parte II, p.5-28, 3º e 4º trimestres 1896.
- “Historia politica. Ministerios do Brazil em 1862”. Revista Trimensal do Instituto Historico e Geographico Brazileiro, Rio de Janeiro, tomo LIX, parte II, p.204-208, 1896.
- “Importante documento. Subsidio para a historia da administração publica”. Memória lida na sessão do Instituto Historico e Geographico Brazileiro de 5 de julho de 1896. Revista Trimensal do Instituto Historico e Geographico Brazileiro, Rio de Janeiro, tomo LIX, parte II, p.209-210, 1896.
- “Doutrina constitucional na parte aplicável ao ensino religioso”. Conferência Popular s/nº, 15 de novembro de 1896.
- “Trabalhos do Conselheiro Manoel Francisco Correia. I”. Rio de Janeiro, 1897.
- “Missão especial do General argentino Bartholomeu Mitre ao Brasil em 1872. Negociação confidencial. (Leitura do conselheiro Manoel Francisco Correia no Instituto Histórico)”. Revista Trimensal do Instituto Historico e Geographico Brazileiro, Rio de Janeiro, tomo LX, parte I, 1º e 2º trimestres, p.5-74, 1897.
- “Esclarecimentos históricos”. Sessão ordinária do Instituto Historico, de 22 de Agosto de 1897”. Revista Trimensal do Instituto Historico e Geographico Brazileiro, Rio de Janeiro, tomo LX, parte II, p.105-107, 3º e 4º trimestres 1897.
- “Discurso proferido na sessão anniversaria de 15 de dezembro de 1897 no Instituto Historico e geográfico brasileiro pelo vice-presidente Conselheiro Manoel Francisco Correia”. Revista Trimensal do Instituto Historico e Geographico Brazileiro, Rio de Janeiro, tomo LX, parte II, p.417-422, 3º e 4º trimestres 1897.
- “O ensino religioso nas escolas primarias officiaes”. Conferência Popular nº 625, 7 de novembro de 1897.
- “Apreciação das doutrinas de Levasseur na recente obra O ensino primário nos paizes civilizados, tratando da organização da escola e da família e do ensino religioso”. Conferência Popular nº 627, 24 de abril de 1898.
- “A Vida. O Suicidio”. Conferência Popular nº 629, 31 de julho de 1898.
- “A Vida, seus contrates”. Conferência Popular nº 630, 2 de outubro de 1898.
- “A Vida, seus contrates”. Conferência Popular nº 631, 23 de outubro de 1898.
- “A Vida, seus contrates”. Conferência Popular nº 632, 6 de novembro de 1898.
- “A Vida, seus contrates. Tratará especialmente do lar e da escola”. Conferência Popular nº 634, 18 de dezembro de 1898.
- “A Vida, seus contrastes, especialmente em relação ao termo da existência”. Conferência Popular nº 636, 15 de janeiro de 1899.
- “Enterramento, cremação e embalsamento”. Conferência Popular nº 637, 29 de janeiro de 1899.
- “O dever do cidadão”. Conferência Popular nº 638, 5 de fevereiro de 1899.
- “Socrates”. Conferência Popular nº 639, 19 de fevereiro de 1899.
- “Socrates”. Conferência Popular nº 642, 20 de março de 1899.
- “Os primeiros anos de Socrates”. Conferência Popular nº 643, 26 de março de 1899.
- “O daemon de Socrates”. Conferência Popular nº644, 9 de abril de 1899.
- “A vida domestica e politica de Socrates”. Conferência Popular nº645, 16 de abril de 1899.
- “O processo e a morte de Socrates”. Conferência Popular nº646, 30 de abril de 1899.
- “Os sofistas”. Conferência Popular nº647, 7 de maio de 1899.
- “Exposição nacional suissa realizada em Genebra em 1896, tratando especialmente dos jardins da infância”. Conferência Popular nº648, 19 de maio de 1899.
- “Exposição nacional suissa realizada em Genebra em 1896, tratando especialmente dos jardins da infância”. Conferência Popular nº649, 28 de maio de 1899.
- “Exposição nacional suissa realizada em Genebra em 1896, tratando especialmente da Escola primaria”. Conferência Popular nº650, 4 de junho de 1899.
- “Exposição nacional suissa realizada em Genebra em 1896, tratando especialmente dos complementos escolares”. Conferência Popular nº651, 18 de junho de 1899.
- “Exposição nacional suissa, tratando especialmente dos complementos escolares”. Conferência Popular nº652, 9 de julho de 1899.
- “Exposição nacional suissa de 1896, tratando especialmente da educação das crianças anormais”. Conferência Popular nº653, 23 de julho de 1899.
- “A expansão norte-americana”. Conferência Popular nº654, 30 de julho de 1899.
- “O ensino e as praticas de religião nos institutos officiaes”. Conferência Popular nº655, 6 de agosto de 1899.
- “Exposição nacional suissa realizada em Genebra em 1896, tratando especialmente das Escolas normaes”. Conferência Popular nº656, 20 de agosto de 1899.
- “Relatorio da Exposição Nacional Suissa de 1896”. Conferência Popular nº658, 10 de setembro de 1899.
- “Terminando suas observações sobre a parte Educação e instrução da ultima Exposição Nacional Suissa, falará sobre O Ensino secundário”. Conferência Popular nº658, 17 de setembro de 1899.
- “O Congresso de Instrucção”. Conferência Popular nº659, 1º de outubro de 1899.
- “A Conferencia da Paz”. Conferência Popular nº660, 8 de outubro de 1899.
- “Herbert Spencer sobre a questão social”. Conferência Popular nº662, 5 de novembro de 1899.
- “Congresso Nacional de Educação”. Conferência Popular nº663, 12 de novembro de 1899.
- “Trucidação do Barão do Serro Azul com mais cinco companheiros de martírio no histórico quilômetro 65 da estrada de ferro de Paranaguá a Curitiba”. In: Trabalhos do Conselheiro, etc., 11. Rio de Janeiro, 1899.
- “Revista Trimensal do Instituto Historico e Geographico Brazileiro, Rio de Janeiro, tomo LXII, parte II, p.11-18, 1899.
- “Os bispos de Anemuria e de Crisópolis”. Revista Trimensal do Instituto Historico e Geographico Brazileiro, Rio de Janeiro, tomo LXII, parte II, p.19-23, 1899.
- “Explicações reclamadas pelo 3º tomo da obra do Dr. Joaquim Nabuco Um estadista do Imperio”. Revista Trimensal do Instituto Historico e Geographico Brazileiro, tomo LXII, parte II, p.137-149, 3º e 4º trimestres 1899.
- “Explicações reclamadas pelo artigo histórico do Dr. Eunápio Deiró, publicado no Jornal do Commercio de 10 do corrente mês de dezembro de 1899”. Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, Rio de Janeiro, tomo LXII, parte II, p.150-157, 1899.
- “Discurso proferido em presença de Sua Magestade o Imperador o Sr. D. Pedro 2º pelo diretor da primeira Escola Normal fundada na Capital do Brasil, Conselheiro Manoel Francisco Correia, por ocasião da abertura das aulas em 25 de março de 1874”. Revista Trimensal do Instituto Historico e Geographico Brazileiro, Rio de Janeiro, tomo LXII, parte II, p.12-17, 3º e 4º trimestres 1900; tomo LXII, parte segunda, p.17-18,1900
- “Complemento á Memoria lida na sessão de 8 de Abril de 1892 e publicada na Parte II do Tomo LV d´esta Revista. Revista Trimensal do Instituto Historico e Geographico Brazileiro, Rio de Janeiro, tomo LXIII, parte II, p.193-199, 1900.
- “Resposta a uma acusação”. Revista Trimensal do Instituto Historico e Geographico Brazileiro, Rio de Janeiro, tomo LXIII, parte II, p.281-294, 1900.
- “A conferência da Paz”. Conferência Popular nº665, 21 de janeiro de 1900.
- “A conferência da Paz (cont.)”. Conferência Popular nº667, 19 de fevereiro de 1900.
- “A conferência da Paz (cont.)”. Conferência Popular nº668, 4 de março de 1900.
- “O ensino religioso nos institutos officiaes”. Conferência Popular nº669, 11 de março de 1900.
- “A conferência da Paz (cont.)”. Conferência Popular nº669, 29 de abril de 1900.
- “Conferencia da Paz. A mediação. Os officios diplomáticos”. Conferência Popular nº670, 1º de abril de 1900.
- “A sciencia brasileira: a operação nas xifópagas”. Conferência Popular nº673, 3 de junho de 1900.
- “A conferência da Paz (cont.). Leis e costumes da guerra terrestre”. Conferência Popular nº674, 8 de julho de 1900.
- “Jardins da Infancia”. Conferência Popular nº675, 12 de agosto de 1900.
- “Escola Primaria”. Conferência Popular nº676, 9 de setembro de 1900.
- “A educação das crianças anormais”. Conferência Popular nº678, 14 de outubro de 1900.
- “Necessidade da reunião de um congresso sul-americano para a decisão por arbitramento das questões entre as nações nelle representadas”. Conferência Popular s/nº, 9 de dezembro de 1900.
- “Prisão e officiaes da corveta allemã “Nymphe”, em 1871”. Revista Trimensal do Instituto Historico e Geographico Brazileiro, Rio de Janeiro, tomo LXIV, parte II, pp.5-86, 1901.
- “A arbitragem; de que depende o seu prompto triumpho”. Conferência Popular nº685, 24 de fevereiro de 1901.
- “Excessivo numero de solteiros na cidade do Rio de Janeiro.” Conferência Popular nº686, 31 de março de 1901.
- “A evolução do progresso”. Conferência Popular nº687, 14 de abril de 1901.
- “A marcha progressiva do direito internacional”. Conferência Popular nº688, 28 de abril de 1901.
- “Congresso da Paz”. Conferência Popular nº689, 26 de maio de 1901.
- “A educação feminina”. Conferência Popular nº690, 9 de junho de 1901.
- “A navegação submarina”. Conferência Popular nº691, 14 de julho de 1901.
- “Berthelot; a importância crescente da chimica”. Conferência Popular nº692, 11 de agosto de 1901.
- “A discussão do orçamento”. Conferência Popular nº693, 1º de setembro de 1901.
- “O ensino obrigatório”. Conferência Popular nº694, 13 de outubro de 1901.
- “O ensino obrigatório (cont.)’. Conferência Popular nº695, 10 de novembro de 1901.
- “A liberdade de testar”. Conferência Popular nº696, 26 de janeiro de 1902.
- “Os castigos corporaes nas escolas”. Conferência Popular nº697, 16 de fevereiro de 1902.
- “O ensino religioso”. Conferência Popular nº699, 9 de março de 1902.
- “Integridade nacional”. Conferência Popular nº700, 6 de abril de 1902.
- “Edificios escolares”. Conferência Popular nº701, 27 de abril de 1902.
- “O ensino religioso’. Conferência Popular nº702, 22 de junho de 1902.
- “A idade”. Conferência Popular nº703, 20 de julho de 1902.
- “A idade (cont.)”. Conferência Popular nº704, 10 de agosto de 1902.
- “Congresso de Instrucção’. Conferência Popular nº705, 14 de setembro de 1902.
- “O estado da instrução”. Conferência Popular nº706, 19 de outubro de 1902.
- “A integridade nacional”. Conferência Popular nº707, 30 de novembro de 1902.
- “Congresso de Ensino”. Conferência Popular nº708, 11 de janeiro de 1903.
- “A doutrina de Monroe”. Conferência Popular nº709, 8 de fevereiro de 1903.
- “Reeleição dos governadores dos Estados e a integridade nacional”. Conferência Popular nº710, 22 de março de 1903.
- “A Republica Argentina e a doutrina do Monroe”. Conferência Popular nº711, 26 de abril de 1903.
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- “Internatos e Externatos”. Conferência Popular nº714, 26 de julho de 1903.
- “A navegação aérea”. Conferência Popular nº716, 23 de agosto de 1903.
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Ficha técnica
Pesquisa - Mª Rachel Fróes da Fonseca.
Redação - Mª Rachel Fróes da Fonseca.
Forma de citação
CORREIA, MANOEL FRANCISCO. Dicionário Histórico-Biográfico das Ciências da Saúde no Brasil (1832-1970). Capturado em 30 nov.. 2025. Online. Disponível na internet https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?curid=586
Dicionário Histórico-Biográfico das Ciências da Saúde no Brasil (1832-1970)
Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – (http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br)