CAPANEMA, GUILHERME SCHÜCH DE
Outros nomes e/ou títulos: Schüch, Wilhelm; Schüch, Guilherme; Capanema, Barão de; Carvalho, Manoel Francisco de
Resumo: Guilherme Schüch de Capanema (Wilhelm Schüch) nasceu em 17 de janeiro de 1824, na freguesia de Antônio Pereira, comarca de Mariana, então província de Minas Gerais. Em 1846 formou-se em engenharia pelo Kaiserlich-Königlich Polytechnisches Institut Wien (Áustria). Doutorou-se, em 1848, em ciências físicas e matemáticas, pela Escola Militar, e em 1851 tornou-se professor da então denominada Escola Central (1851 e 1874). Atuou no Museu Imperial e Nacional, entre 1849 e 1876, como adjunto de mineralogia, geologia e ciências físicas, e foi o responsável pela instalação da primeira linha telegráfica no país, em 1852. Foi nomeado, em 1903, diretor do Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Faleceu no Rio de Janeiro em 26 de agosto de 1908.
Dados pessoais
Guilherme Schüch de Capanema nasceu em 17 de janeiro de 1824, na fazenda de Timbopeba, na freguesia de Antônio Pereira, comarca de Mariana, então província de Minas Gerais. Seu nome de nascimento era Wilhelm Schüch, e assim, enquanto era jovem, por conta da dificuldade que as pessoas tinham ao pronunciar seu nome, acrescentou o “Capanema” ao seu nome, em referência à serra que ficava próxima à localidade em que havia nascido.
Era filho do austríaco Rochus Schüch (Roque Schüch) (1788-1844), e de Cecilia Bors (MINISTÉRIO, 1944; BLAKE, 1970; EFEMERIDES,1978). Rochus Schüch foi naturalista, professor do Naturhistorisches Museum Wien, conservador do Imperial Royal Natural History Cabinet, em Viena, professor de mineralogia da princesa Leopoldina, na Áustria, e diretor do gabinete de mineralogia e bibliotecário da livraria imperial, no Paço Imperial, no Rio de Janeiro. Rochus Schüch teria se casado posteriormente com Josephina Roth, imigrante origem suíça residente na colônia de Nova Friburgo, então província do Rio de Janeiro (POLAKOVIC, 2019). Alguns estudos, entretanto, referem-se a Josephina Roth como a mãe de Guilherme de Schüch Capanema (PORTO ALEGRE, 2006, p.25; PAIVA, 2008, p.292).
Guilherme Schüch de Capanema casou-se com a francesa Eugènie Amélie Delamare (1824-1907), que se tornaria Baronesa de Capanema, com quem teve quatro filhos: Gustavo Xavier da Silva Capanema (1844-1881), Paulina Capanema, Guilherme Capanema, e Maria Amélia Capanema, que se casou com o engenheiro Alberto José Pimentel Hargreaves (GUILHERME, 2025). Foi bisavô de Gustavo Capanema Filho (1900-1985), que foi Ministro da Educação entre 1934 e 1945.
Recebeu a comenda da Ordem da Rosa e da Ordem de Cristo, o título de major honorário do Exército, e o de Conselheiro do Imperador. Em 26 de fevereiro de 1881 o Imperador D. Pedro II lhe concedeu o título de Barão de Capanema.
Faleceu no Rio de Janeiro, em 26 de agosto de 1908.
Trajetória profissional
Rochus Schüch, pai de Guilherme Schüch de Capanema, veio para o Brasil, em 1817, a bordo do navio “São Sebastião”, junto à comitiva da arquiduquesa austríaca D. Carolina Josepha Leopoldina (1797-1826), que vinha para seu casamento com o Príncipe Real do Reino Unido do Brasil, Portugal e Algarves D. Pedro de Alcântara, posteriormente D. Pedro I. Havia sido organizada, pela Coroa austríaca, uma expedição científica para acompanhar D. Leopoldina em sua viagem, que ficou conhecida como Missão Austríaca. A princesa D. Leopoldina, que tinha interesse nas ciências naturais, especialmente em botânica, lepidopterologia e mineralogia, indicou Rochus Schüch, pai de Wilhelm Schüch, para integrar a referida expedição. Além dele, outros estudiosos participaram da Missão Austríaca, que transcorreu entre 1817 e 1835, como o naturalista Johann Emanuel Pohl (1782-1834), Thomas Ender (1793-1875), Johann Buchberger (?-1821), Johann Kammerlacher (1790-1854), G. K. Frick, Franz Joseph Frühbeck (1795-?), que foi assistente de Schüch, Johann Naterrer (1787-1843), Heinrich Wilhelm Schott (1794-1865), Ferdinand Dominik Sochor (s.d.1826), Joseph Schücht, Johann Baptist von Spix (1781-1826), Karl Friedrich Philipp von Martius (1794-1868), Johann Christian Mikan (1769-1844), e Giuseppe Raddi (1770-1829).
Rochus Schüch permaneceu em terras brasileiras, tendo se tornado bibliotecário na Corte, no Rio de Janeiro, por indicação da Princesa Leopoldina, atuado como seu conselheiro nos assuntos científicos, e ter participado da criação do Gabinete de História Natural da princesa no Paço Imperial de São Cristóvão. Por ocasião da abdicação de D. Pedro I, se tornou o preceptor da Família Imperial, como professor de italiano e alemão de D. Pedro II, e de suas irmãs, as princesas D.Januaria e D.Francisca (GALERIA, 1911). Após o falecimento da Princesa Leopoldina, em 11 de dezembro de 1826, Rochus Schüch teria sido demitido, e se retirado para a província de Minas Gerais, onde adquiriu, em Itabira do Mato Dentro, próximo à Serra de Capanema, uma fábrica para produção de folhas de ferro (REZZUTTI, 2017). Em 1837, ofereceu à Sociedade Auxiliadora da Industria Nacional exemplares das memórias de sua autoria, intituladas “Relação abreviada de algumas experiencias sobre a fabricação do ferro corrido na Provincia de Minas Geraes”, e “Noticias sobre o modo de extrahir ouro em as Minas do Rio, e Monte Ural do Imperio Russiano”.
Guilherme Schüch de Capanema foi educado inicialmente em casa, por seu pai, Rochus Schüch, que lhe iniciou no aprendizado de línguas como o francês, inglês e alemão, matemática elementar, história e geografia. Realizou, juntamente com seu pai, excursões pelas cidades de Mariana, Ouro Preto, Santa Bárbara e Sabará, na província de Minas Gerais, para coletar plantas e minerais, o que pode ter influenciado na sua escolha de carreira (PORTO ALEGRE, 2006).
Em 1841, Guilherme Schüch de Capanema viajou para a Europa, para dedicar-se aos estudos de engenharia e mineralogia. Em Viena, tendo apoio de uma bolsa de estudos concedida por D. Pedro II, estudou no Kaiserlich-Königlich Polytechnisches Institut Wien, formando-se engenheiro em 1846. A fim de completar os estudos, passou um ano na Bergakademie Freiberg (Academia de Mineração de Freiberg), na Alemanha.
Ao retornar para o país, em 1848, Guilherme Schüch de Capanema doutorou-se em ciências físicas e matemáticas na Escola Militar, na cidade do Rio de Janeiro. Em 1851, por meio de um concurso, tornou-se professor da instituição, com a patente de major do Corpo de Engenheiros do Exército. No ano seguinte, substituiu Luiz Affonso d’Escragnolle na turma de exercícios práticos, de 6º e 7º anos (MINISTERIO, 1852). Realizou algumas experiências na instituição, como a produção de iluminação utilizando gás de mamona no laboratório de física, realizada em 1851. No mesmo ano, em cooperação com o coronel Polydoro Quintanilha Brandão, construiu um telégrafo elétrico com aparelhos que estavam disponíveis na Escola Militar (FIGUEIRÔA, 2005). Em 1858, quando a Escola Militar foi transformada em Escola Central, Guilherme Schüch de Capanema foi nomeado lente catedrático da cadeira de mineralogia e geologia, tendo lecionado até 15 de julho de 1874, data de sua jubilação. Com o objetivo de ampliar o acervo da biblioteca da instituição, adquiriu obras para atualizar as coleções, e compôs um guia de mineralogia intitulado “Apostilas de mineralogia”, publicado em 1858 e adotado em suas aulas (FIGUEIRÔA, 2005).
Em 1849, Guilherme Schüch de Capanema começou a trabalhar no Museu Imperial e Nacional como adjunto de mineralogia, geologia e ciências físicas, tendo sido adjunto da seção de geologia e mineralogia até o ano de 1876. Dedicou-se à pesquisa e à ampliação das coleções minerais, e foi responsável por identificar, pela primeira vez no Brasil, a presença de cádmio em amostras de sulfureto de zinco recolhidas no Ceará (PORTO ALEGRE, 2006).
Foi eleito, em 1852, vereador na Câmara Municipal do Rio de Janeiro (PUBLICAÇÕES, 1852).
Tornou-se, a partir de 1856, professor honorário da seção de ciências acessórias da Academia Imperial das Bellas Artes, no Rio de Janeiro.
Participou de alguns projetos apoiados pelo Governo Imperial, como a implantação da telegrafia no Brasil. Em 1851, foi incumbido pelo Ministro da Justiça José Ildefonso de Sousa Ramos, da construção da primeira linha telegráfica entre o Palácio de São Cristóvão e o Quartel do Campo, que teria uma extensão de três quilômetros subterrâneos. Para a instalação dessa primeira linha, Guilherme Schüch de Capanema contou com a colaboração de acadêmicos da Escola Central, como José Joaquim de Oliveira, Ernesto Gomes Moreira Maia e Bento José Ribeiro Sobragy, do engenheiro Francisco Schusterchutz, de escravos, e de presos da Casa de Detenção (SILVA, 2008). A linha telegráfica foi inaugurada em 11 de maio de 1852, em 1854 foi elaborado um projeto para construção das primeiras estações telegráficas na Corte do Rio de Janeiro (SILVA; MOREIRA, 2007). Em 1855 foi criada a Repartição Geral dos Telégrafos, tendo sido nomeado Guilherme Schüch de Capanema como seu primeiro diretor, por meio de Aviso de 17 de março daquele ano, promulgado pelo Ministro dos Negócios da Justiça José Thomas Nabuco de Araújo. Durante sua gestão à frente desta instituição, que funcionava no Campo de Santana (atual praça da República), implantou linhas telegráficas em várias regiões do país, inicialmente em torno da cidade capital do Império. Em 1857, iniciou-se a construção da linha telegráfica para a cidade de Petrópolis, saindo da praia da Saúde, passando pelo Imperial Instituto dos Meninos Cégos, indo até a Ponta do Matoso (Ilha do Governador), seguindo uma linha aérea até o Saco do Pinhão, e dali saia outro cabo submarino até a ponte de Mauá, de onde se ligava a uma linha aérea que acompanhava a linha do trem até a Raiz da Serra da Estrela, e, ao final, alcançava a cidade de Petrópolis. O jornal petropolitano, O Parahyba, em sua edição de 12 de agosto de 1858, noticiou a abertura da comunicação telegráfica de Petrópolis, cuja estação foi inaugurada em janeiro de 1857 (SILVA; MOREIRA, 2007). Depois as linhas telegráficas chegaram ao Sul do país, alcançando o prolongamento de Pelotas a São João de Camaquan e o ramal de Paranaguá a Morretes, atendendo especialmente as necessidades decorrentes da Guerra do Paraguai. Posteriormente, outras localidades também receberam o fio telegráfico, como São João da Barra (1870), Vitória, Salvador e Aracajú (1874), Paraíba (1875), Natal (1876) e Fortaleza (1881) (VASCONCELLOS, 2025). Dirigiu a Repartição Geral dos Telégrafos até o ano de 1889, quando foi afastado do cargo.
Foi responsável, ainda, pela criação de uma estação de manutenção e de uma pequena fábrica para construir equipamentos, no Rio de Janeiro, em 1865 (FIGUEIROA, 2005).
Em 1861 integrou a comissão, composta por João Paulo dos Santos Barreto, Francisco Antonio Raposo e Ezequiel Corrêa dos Santos, que teve como finalidade o exame e a emissão de uma opinião sobre uma representação feita por Joaquim José Pereira da Silva, presidente da Companhia de Illuminação a Gás da Corte, que buscava alterar a tabela das horas em que se devia apagar e acender os combustores e candelabros públicos da cidade (MINISTÉRIO, 1861).
Guilherme Schüch de Capanema, em uma memória apresentada, em 24 de novembro de 1854, no então Instituto Histórico, Geographico e Ethnographico do Brasil, e publicada em 1859, ressaltou o quanto era importante que as explorações e os estudos científicos sobre o país fossem realizados por “gente própria”:
“É de lastimar que no Brasil onde se pensa tanta cousa bôa, e grandiosa, ainda não tenha cuidado em preparar os elementos para uma exploração scientifica, de que tanta utilidade tirariamos, quando mais não fôsse, o sermos tratados com consideração, e não com desprezo pelo estrangeiro, a quem até hoje ainda se deve o que a sciencia tem descoberto sobre este vasto imperio. Digo preparar os elementos, porque mandar vir exploradores munidos de cabedal scientifico de pouco servirá, pois esses homens tem outra lingua, outros habitos, e outra natureza muito differente da nossa. (...). Numerosos exemplos poderíamos citar para provar scientificamente o paiz deve ser estudado por gente própria, como o fizeram todas as nações cultas” (CAPANENA, 1859, p.139-140)
Participou, então, da Comissão Científica de Exploração das províncias do Norte, também referida como Comissão Científica do Império, ou Comissão Científica de Exploração e a expedição ao Ceará, entre os anos de 1859 e 1861, como chefe da seção de geologia e mineralogia. A Comissão, que teve o apoio do Governo Imperial por meio da lei nº 884, de 1º de outubro de 1856, tinha como objetivo explorar e tornar conhecidas terras longínquas do país e seus recursos naturais, descrever as sociedades indígenas que fossem localizadas, formar novas coleções científicas para o Museu Imperial e Nacional e para o Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. Era composta pelas seções de botânica, chefiada por Francisco Freire Allemão de Cysneiros, de geologia e mineralogia, por Guilherme Schüch de Capanema, de zoologia, por Manoel Ferreira Lagos, de astronomia e geografia, por Giacomo Raja Gabaglia, de etnografia e narrativa de viagem, por Antônio Gonçalves Dias. A comissão, que também contou com a participação do pintor José dos Reis Carvalho, partiu do Rio de Janeiro em 26 de janeiro de 1859, a bordo do vapor “Tocantins”, e chegou, em Fortaleza, em 4 de fevereiro. Capanema, entretanto, não viajou com os demais, tendo chegado ao Ceará somente em 3 de junho, após ter feito escalas na Bahia, Pernambuco e Paraíba, buscando avaliar as reservas minerais seguindo as trilhas dos estudos mineralógicos desenvolvidos por João da Silva Feijó, no início do século XIX (PORTO ALEGRE, 2006).
Entre setembro de 1860 e junho de 1862, Guilherme Schüch de Capanema publicou uma série de trinta e dois artigos no Diario do Rio de Janeiro, entre setembro e novembro de 1860, escritos sob o pseudônimo de “Manoel Francisco de Carvalho”. Esses textos, publicados como capítulos, foram intitulados os “Ziguezagues do Dr. Capanema”, haviam começado a serem escritos em Fortaleza, durante a viagem da Comissão Científica de Exploração, mas não foram concluídos na sua totalidade. Trataram da viagem feita ao sul do Ceará, com uma rápida passagem pela Paraíba e Rio Grande do Norte, entre os meses de março a novembro de 1860, que teve como companheiro o amigo e escritor Antônio Gonçalves Dias. Um narrador fictício, que se intitulava servente da seção geológica da Comissão Científica do Norte, apresentava-se como um sujeito bem-humorado e pacífico:
“Eu sou Manoel Francisco de Carvalho, cabra esbelto, escurinho e lustroso, com alguns rudimentos de barba espalhados pelo meu semblante, que é sempre risonho, (...). Sou cearense dos quatro costados, vaqueano dos sertões e dos taboleiros com seus gados, e das serras com seus cafezaes; nenhum trilho, nenhuma vereda me é estranha, conheço-as aos palmos; (....). A minha posição social não é desprezivel; sou guarda nacional, já me fardei à minha custa; (...). Dotado de todas essas boas qualidades, fui engajado para o serviço do Dr. Capanema (é como se trata a gente na ausencia); minhas obrigações são variadas (...).” (CAPANEMA, 1860, p.2)
“Manoel Francisco de Carvalho”, descrito como um sertanejo que guardava o preceito católico de frequentar a missa todos os domingos, embora algumas vezes tivesse sido preso por conta de insubordinações, ao trabalhar para a Comissão, buscava ampliar seus conhecimentos e tornar-se político. Usando o recurso da sátira, os “Ziguezagues do Dr. Capanema” buscaram refletir sobre aspectos da vida brasileira de meados do século XIX, apresentando críticas a políticos e expondo seus pontos de vista em relação a questões relacionadas à geologia, botânica, agricultura, cultura, religião, finanças, economia e saúde da população. Para construir o personagem, Guilherme Schüch de Capanema teria buscado inspiração em figuras conhecidas da época, como o viajante e desenhista francês Jacques Etienne Victor Arago (1790-1850) e o poeta cearense Juvenal Galeno da Costa e Silva (1838-1931) (PORTO ALEGRE, 2006). Viajou mais duas vezes ao Ceará, sendo a primeira em 1878, por ocasião da construção da estrada de ferro de Baturité, e a seguinte em 1885, como diretor da Repartição dos Telégrafos, quando fora encarregado de estabelecer comunicação telegráfica do Ceará com o Maranhão. Após a viagem de 1878, publicou a obra “Apontamentos sobre as seccas do Ceará”, na qual tratou das condições da seca e da fome que abatiam o Ceará, além de indicar possíveis soluções para os problemas, baseando-se nos conhecimentos das ciências para questões de urgência, como comentou:
“Se o governo julgar que deve iniciar o exemplo, aproveitando os braços forçosamente soccorridos na actualidade, póde mandar construir no sertão um ou dous reservatórios para duzentos metros cúbicos d’água, e em qualquer dos povoados mandar fazer feno para mostrar o modo pelo qual se produze como se applica. Este exemplo ainda mais convencerá” (CAPANEMA, 1878, p.65).
Guilherme Schüch de Capanema, juntamente com Hermenegildo Luiz dos Santos Werneck e Manoel Antônio Vital de Oliveira, realizou o “Exame do mapa do Amazonas”, no ano de 1865, que era um empreendimento da Comissão de Demarcação de Limites com o Pará.
Guilherme Schüch de Capanema iniciou, em 1851, a construção de uma fábrica de papel na região da Serra da Estrela, local aonde atualmente encontra-se a fábrica Cometa, na cidade de Petrópolis, então província do Rio de Janeiro. A fábrica, denominada “Orianda”, utilizaria técnicas de produção de papel com fibras naturais indígenas e empregaria, em seu processo produtivo, energia hidráulica obtida a partir de quedas d’água naturais (FIGUEIRÔA, 2005). Embora Capanema tenha contado com o apoio de D. Pedro II, em decorrência de dificuldades financeiras advindas das reformas tributárias, de 1857 e 1860, que reduziram as tarifas de importação para o papel, e da epidemia de cólera, foi necessário fechar a fábrica em 1859 (AOS Magistrados, 1866).
O Imperador D. Pedro II e Guilherme Schüch de Capanema mantiveram uma longa correspondência, na qual trataram de vários assuntos, como das aulas de mineralogia e geologia ministradas por Capanema para as princesas, suas filhas, e de projetos de criação de instituições, como o de um instituto agrícola e fazenda escola. Nesta correspondência sinalizava-se a relação de proximidade entre o destinatário e o imperador, pois este dirigia-se, comumente, a Guilherme Schüch, chamando-o pelo simples nome de “Capanema”, e finalizava suas cartas com a expressão “Seu amigo d. Pedro 2º” (MINISTÉRIO, 1944).
Colaborou com a reconstrução da fábrica de pólvora Estrela, localizada na serra de Petrópolis, paralisada por uma série de explosões ocorridas entre 1849 e 1853. Abriu novas oficinas e modernizou o maquinário. Colaborou na reabertura do Laboratório Pirotecnico (no antigo Forte do Campinho), em Campinho (província do Rio de Janeiro), realizada entre os anos de 1851-1852, destinado a pesquisas com armas e instrumentos.
Em 1857, por meio do decreto nº 2.053, de 16 de dezembro, foi concedido a Guilherme Schüch de Capanema o privilégio por dez anos para fabricar papel com fibras de vegetais indígenas.
Por conta da Guerra do Paraguai (1864-1870), o Governo Imperial havia enviado Guilherme Schüch de Capanema para restabelecer a fábrica Ipanema, estabelecida no interior de São Paulo, em 1863. Por ocasião desta vistoria, Capanema construiu um pilar de alvenaria, com um relógio de sol na parte superior e os números das coordenadas geográficas nas laterais, no local em que passa o Trópico de Capricórnio. Ao longo do período da guerra, foram produzidas munições e aramas brancas no local, usadas pelo exército brasileiro e seus aliados (FIGUEIRÔA, 2005; PORTO ALEGRE, 2006).
Participou da instalação das primeiras estações meteorológicas no Brasil, e, entre 1862 e 1863, presidiu a comissão responsável pela adoção do sistema métrico decimal no país.
Realizou um invento que ficou conhecido como “Formicida Capanema”, aplicado no combate à saúva por uma máquina idealizada por ele. Na colônia de Porto-Real, região de Barra Mansa, então província do Rio de Janeiro, Guilherme Schüch de Capanema diante de um público de mais de cem pessoas, a eficácia de seu ingrediente formicida, e reconhecido o benefício que a sua aplicação traria para a lavoura (FORMIGAS, 1876). Era muito comum a publicação de anúncios em diversos jornais, do Rio de Janeiro e fora dele, sobre a venda do formicida (INDUSTRIA, 1881, p.814). Por meio do decreto nº5.557, de 23 de julho de 1873, foi concedido a Guilherme Schüch de Capanema, o privilégio para um processo de sua invenção, destinado a extinguir a formiga saúva. O decreto nº 5.982, de 13 de agosto de 1875, lhe concedeu o direito, por dez anos, para a fabricação de sulfureto de carbono, usado no processo de extinção da formiga saúva, para o qual lhe fora concedido privilégio em 1873. Passou, então, a ser comercializada com o nome de “Formicida Capanema”. Três fábricas foram abertas para a produção do formicida, sendo uma no Rio de Janeiro, na Ilha do Governador, que foi destruída em 1893 por uma revolta naval, uma em Rodeio, atual município de Paulo de Frontin, e outra na cidade de Salvador, na Bahia (AVISO, 1873, p.279; COSTA, 2011).
Guilherme Schüch de Capanema, entre 1876 e 1880, foi editor, juntamente com Baptista Caetano de Almeida Nogueira e João Barbosa Rodrigues, da revista Ensaios de Sciencia por diversos amadores, cujo primeiro número foi lançado em março de 1876. Para seus editores, a publicação, que era oferecida ao Imperador D. Pedro II “cultor das sciencias e das letras, protector de toda e qualquer ideia útil ao engrandecimento da pátria”, tinha como objetivo:
“Nestes Ensaios póde alguma cousa haver de bom, porque são estudos de observação, descriminação de factos confundidos, ou mal interpretados, e investigação de novos. Acceitamos colaboração de outros amadores, mas recusamos tudo quanto fôr pura e simples reprodução de leitura. (...). D´entre os nossos patrícios são poucos os que têm os conhecimentos fundamentaes necessários para se entregarem ao estudo da sciencia como distracção nas horas que não são destinadas á aquisição do pão; desejamos que muitos outros a adquiram, pois só está apto á saborear o prazer da sciencia quem á ella se entrega por gosto, quem vê passarem-se horas seguidas sem enfado, ocupado com algumas hervas, algumas amostras de pedras, com o microscópio armado sobre um bahú, estudando alguma alga, musgo ou lichen, arranchado debaixo de uma coberta de sapê ou de guaricanga, longe da civilização. O que ama a sciencia prefere ás palestras dos salões o mauari do sertão onde com uma pasta sobre os joelhos e um lápis pinta ou descreve os mimos da natureza” (CAPANEMA, 1876).
Por ocasião da vinda ao Brasil, em 1866, para a Expedição Thayer, do zoólogo e geólogo suíço Jean Louis Rodolphe Agassiz (1807-1873), Guilherme Schüch de Capanema proferiu uma conferência no Museu Imperial e Nacional, intitulada “Decomposição dos Penedos no Brasil”, na qual preocupou-se em adaptar sua linguagem ao entendimento de um amplo público, e contestou algumas das afirmações de Agassiz, fundamentando-se em resultados dos estudos que havia feito no Rio de Janeiro e no Ceará (FIGUEIRÔA, 1997).
Foi sócio efetivo (1849), conselheiro (1856), presidente da seção de indústria fabril (1857), presidente da seção de geologia aplicada e química industrial (1863) da Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional. A seção de máquinas e aparelhos desta sociedade lhe concedeu, em 22 de dezembro de 1873, privilégio por vinte anos para mandar fabricar e vender no Império os aparelhos de extração por difusão da matéria sacarina da cana-de-açúcar.
Tornou-se membro do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, em 1849, tendo apresentado, em 24 de novembro de 1854, o trabalho intitulado “Quais as tradições ou vestígios geológicos que nos levem à certeza de ter havido terremotos no Brasil?”. Integrou o Conselho diretor da instituição, em 24 de dezembro de 1855, como representante da Comissão Subsidiária de Trabalhos Geográficos (ASSIS, 2011). Ainda nesta instituição, em 1856, foi designado como membro da 2ª Comissão de Geografia, juntamente com Jeronymo Francisco Coelho, Antônio Manoel de Mello e Ricardo José Gomes Jardim.
Foi sócio fundador da Sociedade Velosiana de Ciências Naturais, fundada em 1850 por Francisco Freire Allemão de Cysneiros, e integrou a 2ª Seção, formada por Emílio Joaquim da Silva Maia, e Ignácio José Malta, e incumbida de escrever a história das tentativas feitas no Brasil para a criação de estabelecimentos científicos de História Natural. Permaneceu como membro desta associação até o ano de 1852.
Participou, também, da fundação da Sociedade Colombiana, em 12 de outubro de 1854, no Rio de Janeiro, criada com o objetivo de homenagear o descobrimento da América por Cristóvão Colombo. Foram, também, membros fundadores desta associação, o conselheiro Cândido Baptista de Oliveira, Aureliano de Souza e Oliveira Coutinho, Candido José de Araujo Vianna, Bernardo de Souza Franco, Antônio Manoel de Mello, Francisco Freire Allemão de Cysneiros, Manoel de Araújo Porto Alegre e Manoel Ferreira Lagos. A sociedade tinha como finalidade arrecadar fundos para que se pudesse erigir um monumento à memória de Colombo, no Rio de Janeiro, e possuía um projeto de fundação de um jornal destinado à publicação dos trabalhos dos seus membros, cuja denominação seria o Boletim da Sociedade Colombiana (CORREIO, 1854).
Foi um dos sócios instaladores da Sociedade Brasileira de Estatística, fundada em 16 de julho de 1854, no salão do Museu Imperial e Nacional, em sessão presidida por Miguel Calmon Du Pin e Almeida, que tinha como objetivo colher, sistematizar e organizar a estatística geral do Império.
Guilherme Schüch de Capanema foi um dos sócios fundadores da Palestra Scientifica, criada, na Escola Central, na cidade do Rio de Janeiro, em 25 de junho de 1856, com o objetivo de desenvolver estudos no campo das ciências físicas e das matemáticas, especialmente aqueles com aplicação.
Foi membro honorário, vice-presidente, e presidente da comissão de redação do Instituto Polytechnico Brasileiro, sociedade estabelecida em 11 de Setembro de 1862, cujos estatutos foram aprovados por decreto de 17 de dezembro de 1862, e que realizava suas reuniões no prédio da então denominada Escola Central, no Rio de Janeiro.
Em 1862 foi eleito membro do conselho fiscal do Imperial Instituto Fluminense de Agricultura, associação criada por meio do decreto nº 2.607, de 30 de junho de 1860, com o objetivo de promover o desenvolvimento da lavoura no Município e Província do Rio de Janeiro.
Ingressou, em 7 de junho de 1898, como sócio correspondente nacional na Academia Cearense, que havia sido fundada em 15 de agosto de 1894, tendo entre seus fundadores o médico Guilherme Chambly Studart (Barão de Studart).
Guilherme Schüch de Capanema participou, igualmente, de eventos e de sociedades científicas no exterior. Viajou, em 1855, para a Europa na qualidade de comissário do governo para a Exposition Universelle des Produits de l'Agriculture, de l'Industrie et des Beaux-Arts de Paris (15/05/1855-15/11/1855), juntamente com Antônio Gonçalves Dias e Giacomo Raja Gabaglia. D. Pedro II havia recomendado a Guilherme Schüch de Capanema que inventariasse máquinas, livros, invenções e novidades, como a fotografia em cores, e que adquirisse materiais e equipamentos necessários para que pudesse colocar em funcionamento os telégrafos. Retornou à Paris em 1863, como representante do Império brasileiro em uma outra exposição.
Integrou a comissão superior do Brasil, presidida pelo Duque de Saxe, responsável pela organização da exposição brasileira na Wiener Weltausstellung 1873 (Exposição Universal de Viena, 1873), e nesta ocasião recebeu uma Medalha de Mérito como expositor, por seu invento o “Novo isolador” para as linhas telegráficas terrestres. Este isolador, que era feito de vidro, porcelana, ebonite, e não usava peças metálicas, recebeu a patente nº 4171 no Reino Unido (FIGUEIROA, 2005).
Neste mesmo ano, redigiu as instruções sobre pesos e medidas, que foram enviadas para as províncias, e participou da Commission Internationale du Mètre, reunida em Paris, com a finalidade de determinar o padrão-tipo internacional.
Em 14 de outubro de 1885, participou e foi vice-presidente do Congrès Télégraphique Internatinale, em Berlim.
Em 1884 chefiou a Comissão exploradora dos terrenos litigiosos com a República Argentina, do Ministério de Estrangeiros, e nos anos seguintes, entre 1887 e 1889, visitou o Paraná, como chefe da Comissão de Limites entre o Brasil e a Argentina.
Guilherme Schüch de Capanema foi eleito, em 1855, membro titular da Société Impériale Zoologique d’Acclimatation, em Paris, tendo sido homenageado, em 1872, com uma medalha de prata concedida pelo fundador daquela sociedade, Isidore Geoffroy Saint-Hilaire (1805-1861) (NOTICIAS, 1856). Por sugestão da Société Impériale Zoologique d’Acclimatation, o Imperial Instituto Fluminense de Agricultura patrocinou o projeto de introdução de camelos no Ceará. A sociedade possuía representantes em vários países, e no Brasil a responsabilidade recaiu sobre Guilherme Schüch de Capanema, que destacou a importância do uso do camelo como animal aliado ao trabalho humano:
“Nas províncias do Ceará, Rio Grande e Paraíba do Norte, em períodos mais ou menos longos, escasseiam e mesmo desaparecem as chuvas em alguns anos: a consequência é que se não planta alimento para o homem. O gado, principal riqueza dessas províncias, morre por falta de pasto e de água; eis a gente sem carne, sem legume, e a fome aparece a fazer os seus estragos. As cidades do litoral são abastecidas de mantimentos, mas fazê-los chegar ao interior é difícil, e às vezes impossível (...) O camelo aguenta essas viagens (...) Aclimate-se portanto o camelo nessas províncias para casos excepcionais” (CAPANEMA, Apud PORTO ALEGRE, 2006, p. 137-138).
A importação de camelos já tinha sido planejada nos anos 1830 que, por meio da lei provincial nº63, de 25 de agosto de 1837, que havia autorizado a vinda de dois casas de camelos, das Canárias ou do Egito. No entanto, a lei não chegou a ser executada. Na década de 1850, o Governo Imperial levou adiante o projeto e, Guilherme Schüch de Capanema foi encarregado de avançar com as questões para a sua concretização. Capanema encaminhou, então, algumas questões à Société Impériale Zoologique d’Acclimatation, da qual era membro (DARESTE, 1857). Em resposta, o zoólogo e especialista em embriologia experimental Gabriel Madeleine Camille Dareste de la Chavanne (1822-1899), produziu, em 1857, o relatório intitulado “Rapport fait á la Sociétè Impériale, Zoologique d'Acclimatation au nom de la première section sur l´introduction du dromadaire au Brésil”, que foi remetido ao Brasil. Após aprovado, o relatório foi traduzido, em 1857, por Frederico Leopoldo Cezar Burlamaque, após o que o governo autorizou a encomenda, pedindo à Société Impériale Zoologique d’Acclimatation que se encarregasse do negócio. No dia 24 de julho de 1859, desembarcaram no Ceará quatorze camelos vindos da Argélia.
Guilherme Schüch de Capanema foi nomeado, em 1903, diretor do Jardim Botânico, no Rio de Janeiro.
O decreto-lei estadual nº 790, de 14 de novembro de 1951, conferiu o nome “Capanema” a um município no sudoeste do Paraná, em reconhecimento à atuação de Guilherme Schüch de Capanema na Questão de Palmas (1890-1895), entre Brasil e Argentina.
Produção intelectual
- “Dissertação sobre o methodo de divisão de Horner e sua aplicação á álgebra”. Rio de Janeiro, 1848.
- “Algumas observações acerca da influencia exercida pelos progressos do homem sobre a vegetação e o aspecto physionomico dos paizses que elle habita”. Memória apresentada na sessão de 21 de setembro de 1848 do Instituto Historico e Geographico Brasileiro.
- “O methodo de divisão de Horner, e suas applicações”. Rio de Janeiro: na Typographia Nacional, 1849.
- “Relatorio dos Trabalhos da Sociedade Vellosiana no ano de 1850, apresentado pelo secretário da mesma, na sessão de 31 de março de 1851”. In: Trabalhos da Sociedade Vellosiana. Rio de Janeiro: Biblioteca Guanabarense, 1855. p.1-3.
- “Observações sobre a origem do barro vermelho na Provincia do Rio de Janeiro”. In: Trabalhos da Sociedade Vellosiana. Rio de Janeiro: Biblioteca Guanabarense, 1855. p.12-16.
- “Noticias. Extracto das Actas da Sociedade Vellosiana”. In: Trabalhos da Sociedade Vellosiana. Rio de Janeiro: Biblioteca Guanabarense, 1855. p.37-39.
- “Minuta de carta ao Conselheiro Francisco Inácio de Carvalho Moreira, comunicando-o sobre o recebimento de seus vencimentos”. Paris, 8 de outubro de 1855. [Acervo do Museu Histórico Nacional].
- “Carta a Cláudio Luís da Costa, abordando assuntos sobre a vida sentimental e o estado de saúde Gonçalves Dias”. Londres, s.d.; Ceará, 21 de agosto de 1855 - 13 de junho de 1860. [manuscritos - Fundação Biblioteca Nacional].
- “Instrucções da Seção Geológica e Mineralógica”. Revista do Instituto Histórico e Geographico Brasileiro, Rio de Janeiro, tomo XIX, n.21, p.44-49, 1º trimestre de 1856.
- “Relatorio do Sr. Dr. Capanema lido pelo Sr. A. A. P. Coruja”. Revista do Instituto Historico e Geographico Brasileiro, Rio de Janeiro, t.XX, suplemento, p.63-67, 1857.
- “Carta a Gonçalves Dias, comentando viagens e recursos financeiros”. S.l.,1856. [manuscritos - Fundação Biblioteca Nacional].
- “Carta a Gonçalves Dias, solicitando algumas encomendas”. S.l.,1 de março de 1856. [manuscritos - Fundação Biblioteca Nacional].
- “Carta a Gonçalves Dias, solicitando encomendas e comentando sobre edição de obras do poeta”. Rio de Janeiro, 4 de dezembro de 1856. [manuscritos - Fundação Biblioteca Nacional].
- “Ordem do dia”. O Auxiliador da Industria Nacional, Rio de Janeiro, n.16, p.5-6, out. 1857.
- “Carta a Gonçalves Dias, abordando assuntos pessoais, literários e compra de livros”. Rio de Janeiro, 13 de janeiro de 1857. [manuscritos - Fundação Biblioteca Nacional].
- “Carta a Gonçalves Dias, informando sobre compra de livros, livreiros e pagamentos”. Orianda, 23 de fevereiro de 1857. [manuscritos- Fundação Biblioteca Nacional].
- “Carta a Gonçalves Dias, instruindo sobre algumas encomendas”. Orianda, 24 de fevereiro de 1857. [manuscritos - Fundação Biblioteca Nacional].
- “Carta a Gonçalves Dias, informando sobre distribuição e venda de livros de autoria do poeta”. Rio de Janeiro, 14 de setembro de 1857. [manuscritos - Fundação Biblioteca Nacional].
- “Cartas para Augusto Delamare pedindo que enviasse notícias diariamente dos trabalhos efetuados na fábrica de papel; e indagando sobre o fornecimento e pagamento de papel na Paraíba”. Petrópolis, 14 e 19 de outubro de 1857. [Coleção Capanema - Acervo do Museu Imperial].
- “Carta a Gonçalves Dias”. Rio de Janeiro, 12 de novembro de 1857. [manuscritos - Fundação Biblioteca Nacional].
- “Agricultura. Fragmentos do relatório dos commissarios brazileiros á Exposição Universal de Paris em 1855”. Archivos da Palestra Scientifica do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, v.I, p.150-172, 1858.
- “7ª Sessão em 5 de Junho de 1857. O Sr. Dr. Capanema lê o seguinte parecer”. Archivos da Palestra Scientifica do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, v.I, p.237-239, 1858.
- “Commisão Scientifica. Relatorio ao Instituto Historico e Geographico Brazileiro pelo Sr. Dr. G. S. de Capanema na sessão publica anniversaria de 15 de dezembro de 1857”. Archivos da Palestra Scientifica do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, v.I, p.248-253, 1858.
- “Carta a Gonçalves Dias, informando sobre a venda de obras do poeta e sobre assuntos da Comissão Científica”. Praia Grande, 12 jan. 1858. [manuscritos - Fundação Biblioteca Nacional].
- “Apostillas de mineralogia”. Rio de Janeiro, s.l., s.ed.,1858.
- “Agricultura. Fragmentos de um relatório dos comissários brasileiros à Exposição Universal de Paris”. Rio de Janeiro: Typographia Universal de Laemmert, 1858.
- “Carta a Gonçalves Dias, informando sobre o envio do conteúdo da carta do poeta ao Imperador e sobre assuntos particulares”. S.l., 21 de janeiro de 1859. [manuscritos – Fundação Biblioteca Nacional].
- “Carta a Gonçalves Dias, abordando assuntos sobre a Comissão de Expedição”. Orianda, 6 de fevereiro de 1859. [manuscritos - Fundação Biblioteca Nacional].
- “Carta a Gonçalves Dias”. Bahia, 11 de março de 1859. [manuscritos – Fundação Biblioteca Nacional].
- “Quaes as tradições ou vestígios geológicos que nos levam á certeza de ter havido terremotos no Brasil”. Memoria do Sr. Dr. G. S. de Capanema. Lida na sessão do Instituto de 24 de novembro de 1854. Revista Trimensal do Instituto Histórico, Geographico e Ethnographico do Brasil, Rio de Janeiro, t. XXII, p.135-159, 1859.
- “Carta ao Barão de Cotegipe solicitando que interceda junto ao Governo, para que se dê andamento aos trabalhos das linhas telegráficas na Bahia e em Pernambuco, obtendo auxílio das províncias e dos particulares como se fez no Rio de Janeiro”. Rio de Janeiro, 30 de outubro de 186... [Acervo do Museu histórico Nacional].
- “Carta a Gonçalves Dias, contando alguns fatos”. Fortaleza, 14 de abril de 1860. [manuscritos - Fundação Biblioteca Nacional].
- “Breve exposição dos trabalhos da Secção Geologica da Commissão Scientifica. Santa Cruz no Ceará”. Santa Cruz, 24 de novembro de 1860.
- “Carta a Gonçalves Dias”. Sobral, 28 de dezembro de 1860. [manuscritos – Fundação Biblioteca Nacional].
- “Zig-zag da Secção Geologica da Commissão Scientifica do Norte”. Sob o pseudônimo de Manoel Francisco de Carvalho. Diario do Rio de Janeiro. Folha politica, litteraria e commercial, Rio de Janeiro, anno XL, n.168, p.2, 11 set.1860; anno XL, n.169, p.1-2, 12 set. 1860; anno XL, n. 170, p.2, 13 set. 1860; anno XL, n.227, p.1-2, 11 nov. 1860; anno XL, n.229, p.2, 13 nov.1860; anno XL, n.232, p.2, 16 nov.1860; anno XLI, n.283, p.1-2, 16 out.1861; anno XLI, n.294, p.1-2, 27 out.1861; anno XLI, n.295, p.1-2, 28 out. 1861; anno XLI, n.297, p.1-2, 30 out. 1861; anno XLI, n.309, p.1-2, 12 nov.1861; anno XLI, n.311, p.2, 14 nov.1861; anno XLI, n.323, p.2, 26 nov.1861; anno XLI, n.324, p.2, 27 nov.1861; anno XLI, n.334, p.2, 7 dez.1861; anno XLI, n.344, p.1-2, 17 dez.1861; anno XLI, n.347, p.2, 20 dez.1861; anno XLII, n.60, p.1, 1 mar.1862; anno XLII, n.62, p.2, 3 mar.1862; anno XLII, n.76, p.1-2, 18 mar.1862; anno XLII, n.77, p.1, 19 mar.1862; anno XLII, n.119, p.2, 1 mai.1862; anno XLII, n.132, p.2, 14 mai.1862; anno XLII, n.165, p.1-2, 16 jun.1862.
- “Carta a Gonçalves Dias, noticiando alguns acontecimentos políticos e sobre o recebimento da obra Química Agrícola traduzida”. Lagoa Funda, 31 de outubro de 1860. [manuscritos - Fundação Biblioteca Nacional].
- “Carta ao cônego Joaquim Caetano Fernandes Pinheiro”. Santa Cruz, 24 de novembro de 1860. [manuscritos- Fundação Biblioteca Nacional].
- “Carta a Freire Alemão, pedindo licença da Comissão Científica”. S.l., 13 de fevereiro de 1861. [manuscritos - Fundação Biblioteca Nacional].
- “Carta a Freire Alemão, pedindo notícias dos membros da Comissão Científica e falando sobre sua permanência em Maranguape”. S.l., 22 de março de 1861.
- “Carta a Gonçalves Dias, informando sobre fatos ocorridos durante uma viagem e sobre um naufrágio”. Fortaleza, 13 abr.1861. [manuscritos - Fundação Biblioteca Nacional].
- “Carta a Gonçalves Dias”. Pacatuba, 28 de maio de 1861. [manuscritos - Fundação Biblioteca Nacional].
- “Carta a Freire Alemão”. S.l., 31 de maio de 1861. [manuscritos - Fundação Biblioteca Nacional].
- “Carta [rascunho]~do Barão de Capanema a D. Pedro II referindo-se à moléstia que o acometia, e sugerindo que o imperador consultasse seus médicos. Informou que iria lecionar mineralogia às princesas”. S.l., 12 de junho de 1861. [Coleção Capanema - Acervo do Museu Imperial].
- “Carta a Gonçalves Dias”. Pernambuco, 17 de junho de 1861. [manuscritos - Fundação Biblioteca Nacional].
- “Carta a Gonçalves Dias, noticiando acontecimentos da Comissão Científica e assuntos particulares”. S.l., 2 de julho de 1861. [manuscritos - Fundação Biblioteca Nacional].
- “Carta a Freire Alemão, informando sobre seu trabalho de campo na Comissão Científica”. Ceará, 6 de julho de 1861. [manuscritos - Fundação Biblioteca Nacional].
- “Carta a Gonçalves Dias, noticiando sua chegada ao Rio e comentando assuntos de família e da Expedição Científica”. Rio de Janeiro, 6 de agosto de 1861. [manuscritos - Fundação Biblioteca Nacional].
- “Carta a Gonçalves Dias, comentando sobre uma caricatura e algumas pessoas”. Rio de Janeiro, 11 de setembro de 1861. [manuscritos - Fundação Biblioteca Nacional].
- “Relatório acerca de sua estadia no Ceará para resolver uma série de estudos” s.l., 4 de outubro de 1861. [Acervo do Museu Histórico Nacional].
- “Carta a Gonçalves Dias”. Rio de Janeiro, 3 de novembro de 1861. [manuscritos - Fundação Biblioteca Nacional].
- “Carta a Freire Alemão”. Rio de Janeiro, 15 de novembro de 1861. [Manuscritos - Fundação Biblioteca Nacional].
- “Carta a Freire Alemão, tratando de despesas que necessitaria fazer com escavações no Ceará”. Rio de Janeiro, 28 de junho de 1862. [manuscritos - Fundação Biblioteca Nacional].
- “Carta a Gonçalves Dias, demonstrando preocupação com o poeta”. Rio de Janeiro, 28 de abril de 1862. [manuscritos - Fundação Biblioteca Nacional].
- “Carta a Gonçalves Dias, comentando assuntos da Comissão Científica”. Rio de Janeiro, 24 de agosto de 1862. [manuscritos - Fundação Biblioteca Nacional].
- “Carta a Gonçalves Dias”. Rio de Janeiro, 24 de setembro de 1862. [manuscritos - Fundação Biblioteca Nacional].
- “Carta a Gonçalves Dias”. Rio de Janeiro, 8 de outubro de 1862. [manuscritos - Fundação Biblioteca Nacional].
- “Exame de uma amostra de fibra vegetal, apresentada por João Francisco dos Santos”. A Actualidade, Rio de Janeiro, anno IV, n. 268, p.3, 30 out. 1862.
- “Carta a Gonçalves Dias, comentando assuntos da Comissão Científica e sobre a saúde do poeta”. Rio de Janeiro, 5 de novembro de 1862. [manuscritos - Fundação Biblioteca Nacional].
- “Carta a Gonçalves Dias, comentando sobre assuntos da Comissão Científica”. Rio de Janeiro, 25 de novembro de 1862.
- “Carta a Gonçalves Dias, comentando sobre assuntos políticos, da Comissão Científica e sobre as obras do poeta”. Rio de Janeiro, 8 de dezembro de 1862. [manuscritos - Fundação Biblioteca Nacional].
- “Relatório da seção geológica”. In: Trabalhos da Comissão Científica de Exploração I. Introdução. Rio de Janeiro: Tipografia Universal Laemmert, 1862. pp.120-143.
- “Apontamentos acerca das bebidas fermentadas usadas pelos indígenas do Ceará, festas e mitos religiosos e transmigrações tribais”. Lido em sessão do Instituto Historico Geographico, Etnographico do Brasil, em 1862.
- “Resumo das observações orais feitas por Capanema, membro da Comissão Científica, sobre os índios do Ceará e seus descendentes”. Lido em sessão do Instituto Historico Geographico, Etnographico do Brasil, em 1863.
- “Carta a Gonçalves Dias, noticiando acontecimentos pessoais e sobre a Comissão Científica”. São João d’Ipanema, 1863. [manuscritos - Fundação Biblioteca Nacional].
- “Carta a Gonçalves Dias, tratando de assuntos relativos aos Cantos, de autoria do poeta, e sobre a Comissão Científica”. Rio de Janeiro, 7 de fevereiro de 1863. [manuscritos - Fundação Biblioteca Nacional].
- “Carta a Gonçalves Dias, noticiando a ida de Carlos José d’Andrade Pinto a Berlim, informando dados sobre botânica”. S. l., outubro de 1863. [manuscritos - Fundação Biblioteca Nacional].
- “Carta a Gonçalves Dias, comentando sobre assuntos políticos e da Comissão Científica”. Rio de Janeiro, 24 de janeiro de 1863. [manuscritos- Fundação Biblioteca Nacional].
- “Carta a Gonçalves Dias, comentando seu estado de saúde e tratando de assuntos literários, financeiros, políticos e da Comissão Científica Exploradora”. Rio de Janeiro, 23 de maio de 1863. [manuscritos- Fundação Biblioteca Nacional].
- “Carta a Gonçalves Dias, noticiando a nomeação do poeta”. Engenho Novo, 8 de julho de 1863.
- “Carta a Gonçalves Dias, comunicando sua viagem para São Paulo e acusando o recebimento de aparelhos fotográficos”. Rio de Janeiro, 22 de julho de 1863. [manuscritos - Fundação Biblioteca Nacional].
- “Ofício de Guilherme S. de Capanema ao presidente da Comissão de Melhoramentos de Material do Exército, solicitando algumas informações para que possa executar ordens do Ministério da Guerra relativas à fábrica de pólvora”. S.l.,1863. [Acervo do Museu Histórico Nacional].
- “Carta a Gonçalves Dias, comentando seu estado de saúde e noticiando assuntos particulares e da Comissão Científica”. Rio de Janeiro, 23 de janeiro de 1864. [manuscritos - Fundação Biblioteca Nacional].
- “Carta a Gonçalves Dias, ensinando-lhe um remédio para reumatismo”. Rio de Janeiro, 8 de fevereiro de 1864. [manuscritos – Fundação Biblioteca Nacional].
- “Carta a Gonçalves Dias, perguntando sobre a sua saúde e solicitando texto para a Semana do Fleiuss”. Rio de Janeiro, 21 de março de 1864. [manuscritos – Fundação Biblioteca Nacional].
- “Carta a Gonçalves Dias, noticiando assuntos políticos”. Rio de Janeiro, 7 de abril de 1864. [manuscritos – Fundação Biblioteca Nacional].
- “Minutas ao Ministro da Guerra, José Mariano de Matos, comunicando sobre descobertas de minas e extração de minerais; pede autorização para transferir um metalúrgico austríaco”. S.l., 27 de fevereiro e 16 de março de 1864. [Acervo do Museu Histórico Nacional].
- “Relatório sobre a fábrica de ferro de Ipanema”. Rio de Janeiro, 1864.
- “Documentos Officiaes. Café da Arabia. Officio do Sr. Dr. G. S. Capanema ao Sr. Ministro da Agricultura”. Correio Mercantil, Rio de Janeiro, n.189, p.2, 9 jul.1864.
- “Carta relatando experiências com novos projéteis”. Rio de Janeiro, 23 de agosto de 1865. [manuscritos – Fundação Biblioteca Nacional].
- “Telegraphos”. Com Baptista Caetano de Almeida Nogueira. Correio Mercantil, Rio de Janeiro, anno XXII, n.234, p.3, 27 de ago.1865.
- “Exame do mapa do Amazonas, levantado pela Comissão de Demarcação de limites com o Pará”. Com H. L. dos Santos Werneck e M. A. Vital de Oliveira. 1865.
- “Directoria geral dos telegraphos, em 4 de Junho de 1866”. Revista Commercial, Santos, anno XVII, n.121, p.1, 21 jun. 1866.
- “Decomposição dos penedos do Brasil. Lição popular proferida em 25 jun.1866”. Rio de Janeiro: Typographia Perseverança, 1866.
- “Cana-de-açúcar. Memória lida na sessão do Imperial Instituto de Agricultura”. Rio de Janeiro, 30 de julho de 1867.
- “Variedades de cannas trazidas de Campos em Junho de 1867”. O Auxiliador da Indústria Nacional, Rio de Janeiro, n.1, p.405-408, out. 1867.
- “Carta ao Sr. Conselheiro Paulo Barbosa da Silva informando da existência de aparelhos telegráficos da Casa Imperial em sua repartição”. Rio de Janeiro, 6 nov. 1867. [Acervo do Museu histórico Nacional].
- “Actos Offiiciaes. Ministerio da Guerra. Relatório da Commissão nomeada para exame de amostras de fardamento e equipamento”. Com F. A. Raposo, F. C. da Luz e Pedro A. de B. Cavalcanti. Diario do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, anno 50, n.331, p.1, 17 dez.1867.
- “Trabalhos dos sócios. A Nytroglycerina. Memoria lida na sessão de 19 de Março pelo Dr. Guilherme Schuch de Capanema”. Revista do Instituto Polytechnico Brasileiro, Rio de Janeiro, tomo I, n.2, p.1-3, jan. 1868.
- “Carta ao Sr. Marquês de Caxias solicitando permissão para que o Engenheiro Frederico de Lossio e Seiblitz permaneça por mais algum tempo no serviço de reparo e conservação das linhas telegráficas, até que encontre alguém para substituí-lo”. Rio de Janeiro, 30 de janeiro de 1868. [Acervo do Museu Histórico Nacional].
- “Carta ao Conselheiro Dantas mencionando o Ministério da Justiça”. S.l., 31 de janeiro de 1868. [Acervo do Museu Histórico Nacional].
- “Apontamentos geologicos ao correr da penna por G. S. Capanema”. Rio de Janeiro: Typ. do Diario, 1868.
- “Algumas palavras sobre os Telegraphos e o Ministério das Obras Publicas do Brazil”. Rio de Janeiro: J. Villeneuce & C., 1869.
- “Minuta ao Visconde de Itaboraí pedindo sua interferência nas mudanças ocorridas na execução do projeto para construção dos armazéns da alfândega”. Macaé, 20 de janeiro de 1869. [Acervo do Museu Histórico Nacional].
- “Carta ao Barão de Sam...”. Rio de Janeiro, 13 de novembro de 1869. [Acervo do Museu Histórico Nacional].
- “Carta ao Conselheiro Barão de Cotegipe sobre a conservação as linhas telegráficas; menciona as contribuições particulares para o andamento dos serviços de construção de algumas linhas”. S.l., 25 de janeiro de 1870. [Acervo do Museu Histórico Nacional].
- “Carta ao Sr. Polycarpo Francisco de Vasconcellos queixando-se do tratamento dispensado a um empregado da Repartição telegráfica”. Rio de Janeiro, 4 de fevereiro de 1870. [Acervo do Museu Histórico Nacional].
- “Minuta ao Sr. Rego Barros sobre o telégrafo na Província de Pernambuco”. S.l., 14 de fevereiro de 1870. [Acervo do Museu Histórico Nacional].
- “Minutas ao Barão de São Lourenço e ao Senador Frederico de Almeida Albuquerque sobre a possibilidade de instalação de novas linhas telegráficas”. Rio de Janeiro, 14 de fevereiro de 1870. [Acervo do Museu Histórico Nacional].
- “Minutas ao Visconde de Camaragibe e ao colega Buarque sobre a possibilidade de instalação de novas linhas telegráficas e obtenção de verbas para o término de outras linhas já iniciadas”. S.l., 14 de fevereiro de 1870. [Acervo do Museu Histórico Nacional].
- “A canna de assucar. Memoria lida na sessão do Imperial Instituto Fluminense de Agricultura na noite de 30 de Julho de 1867, perante S.M. o Imperador pelo Dr. Guilherme S. de Capanema”. Revista Agricola do Imperial Instituto Fluminense de Agricultura, Rio de Janeiro, n.3, p.50-52, abr. 1870.
- “Apontamentos sobre os pântanos da província do Rio de Janeiro”. Agosto de 1870. [Acervo do Museu Histórico Nacional].
- “Molestia da Canna de Assucar. Pareceres da Comissão Especial”. Revista Agricola do Imperial Instituto Fluminense de Agricultura, Rio de Janeiro, n.5, p.55-58, set.1870.
- “Carta ao presidente do Imperial Instituto Fluminense de Agricultura, Luís Pedreira do Couto Ferraz, visconde do Bom Retiro”. Revista Agricola do Imperial Instituto Fluminense de Agricultura, Rio de Janeiro, v.1, n.5, p.55-58, 1870.
- “Relatório da inspeção geral dos Telégrafos no ano de 1869, apresentado ao Ministro Diogo Velho Cavalcanti de Albuquerque”. Rio de Janeiro, 1870.
- “Telegrapho eletrico”. Correio da Victoria, Espírito Santo, anno XXIII, n.37, p.4, 13 mai.1871.
- “Pesos e medidas. Circular de remessa dos padrões”. Rio de Janeiro: Typ. do Apóstolo, 1872.
- “Carta a Liesegang Ellerfeld”. Rio de Janeiro, 20 de janeiro de 1872. [Acervo do Museu Histórico Nacional].
- “Novo processo para a fecundação das flores da baunilha”. Revista Agricola do Imperial Instituto Fluminense de Agricultura, Rio de Janeiro, n.12, p.36-38, jun. 1872.
- “Estrada de Ferro D. Pedro II”. Jornal do Commercio, Rio de Janeiro, anno 51, n.255, p.3, 13 set. 1872.
- “Minuta ao Dr. Adolfo Bezerra de Menezes tratando de assuntos referentes a Estrada de Ferro Macaé-Campos”. Rio de Janeiro, 11 de novembro de 1872. [Acervo do Museu Histórico Nacional].
- “Carta ao Dr. Warming”. Rio de Janeiro, 20 de janeiro de 1873. [Acervo do Museu Histórico Nacional].
- “Carta ao Ministro do Império, João Alfredo Correia de Oliveira, opinando desfavoravelmente ao requerimento de Manoel josé Cardoso, candidato à título honorífico”. Rio de Janeiro, 19 de maio de 1873. [Acervo do Museu Histórico Nacional].
- “Minuta ao Conselheiro mencionando os planos do governo em traçar vias de comunicação, como estradas de rodagem e estradas de ferro, para facilitar não só as saídas, como também, a colonização do interior, mesmo em pontos afastados do litoral; comentários sobre explorações geológicas”. Rio de Janeiro, 22 de dezembro de 1873. [Acervo do Museu Histórico Nacional].
- “Minuta ao Visconde do Rio Branco”. Rio de Janeiro, 26 de dezembro de 1873. [Acervo do Museu Histórico Nacional].
- “Planta da Estrada de Capivary ao Brejo de Sampaio. Levantada. pelo diretor geral cons. barão de Capanema”. Reduzida em Octubro de 1873. 1 fl.
- “Planta da Estrada do Morro-do-Limão ao Brejo de Sampaio. Levantada pelo director geral cons. barão de Capanema”. Reduzida em Octubro de 1873. 2 ff.
- “Planta da Estrada de Macahé ao Rio das Ostras. Levantada pelo director geral cons. barão de Capanema”. Reduzida em Septembro de 1873.
- “Planta da Estrada de Ferro de Nyteroi a Campos. 1ª secção. Do diretor geral cons. barão de Capanema”. S.d.
- “Planta da Estrada de Ferro da Venda das Pedras ao Rio Bonito. Do inspector geral cons. barão de Capanema”. S.d.
- “Nyteroi, triangulada. Do director geral cons. barão de Capanema”. S.d.
- “Peças Officiaes. Ministerio da agricultura. Serviço telegraphico. A Nação, Rio de Janeiro, anno III, n.278, p.2, 16 dez. 1874.
- “Carta ao Engenheiro Eugênio Frederico de Lossio e Seiblitz”. Rio de Janeiro, 5 de maio de 1874. [Acervo do Museu Histórico Nacional].
- “Minuta ao Diretor da Escola Politécnica, José Maria da Silva Bittencourt, comunicando sobre seu tempo de serviço e outros assuntos”. Rio de Janeiro, 17 de junho de 1874. [Acervo do Museu Histórico Nacional].
- “Os sambaquis”. Ensaios de Sciencia por diversos amadores, Rio de Janeiro, v.I, p.81-89, mar. 1876.
- “Estudos botanicos. O Gênero Horlia Vand”. Por G. S. de Capanema. Ensaios de Sciencia por diversos amadores. Rio de Janeiro, v.II, mar. 1876.
- “Carta ao cunhado e amigo com comentários de ordem pessoal”. Rio de Janeiro, 15 de abril de 1876. [Acervo do Museu Histórico Nacional].
- “Anotações sobre as algas do Rio de São João”. S.l., maio de 1876. [Acervo do Museu Histórico Nacional].
- “Ordem do dia”. Revista trimensal do Instituto Histórico, Geographico e Ethnographico do Brasil, Rio de Janeiro, tomo XXXIX, p.393-394, 1876.
- “Cabo submarino na Provincia do Maranhão”. Rio de Janeiro: Typographia Nacional, 1877.
- “Formicida”. O Globo. Órgão dos interesses do Commercio, da Lavoura e da Industria, Rio de Janeiro, anno 4º, n.52, p.4, 21 fev. 1877.
- “Noticiario. Serviço dos Telegraphos”. Jornal da Tarde. Folha politica e noticiosa, Rio de Janeiro, anno I, n.15, p.1, 17 mar. 1877.
- “Noticiario. N. 108 – Directoria geral dos telegraphos em 15 de Março de 1877”. Jornal da Tarde. Folha politica e noticiosa, Rio de Janeiro, anno I, n.20, p.2, 23 mar. 1877.
- “O Despertador. Telegrapho terrestre”. O Despertador, Desterro, anno XV, n.1472, p.2, 3 abr. 1877.
- “Chronica Diaria. Linha telegraphica terrestre para o norte do Imperio”. O Globo. Órgão dos interesses do Commercio, da Lavoura e da Industria, Rio de Janeiro, anno 4º, n.77, p.2, 18 mar. 1877.
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Ficha técnica
Pesquisa - Aline de Souza Araújo França, Mª Rachel Fróes da Fonseca.
Redação - Aline de Souza Araújo França, Mª Rachel Fróes da Fonseca.
Forma de citação
CAPANEMA, GUILHERME SCHÜCH DE. Dicionário Histórico-Biográfico das Ciências da Saúde no Brasil (1832-1970). Capturado em 11 fev.. 2026. Online. Disponível na internet https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?curid=824
Dicionário Histórico-Biográfico das Ciências da Saúde no Brasil (1832-1970)
Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – (http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br)