BURLAMAQUE, FREDERICO LEOPOLDO CEZAR
Outros nomes e/ou títulos: Burlamaque, Frederico Leopoldo César; Burlamaque, Frederico Leopoldo Cezar de; Burlamaqui, Frederico Leopoldo Cezar
Resumo: Frederico Leopoldo Cezar Burlamaque nasceu em 16 de novembro de 1803. Ingressou no Exército, tendo sido tenente do Corpo de Artilharia de Cavalaria, e capitão efetivo do Imperial Corpo de Engenheiros, no Rio de Janeiro. Formou-se em engenharia e matemáticas na Academia Real Militar, e foi professor nesta instituição. Foi diretor do Museu Imperial e Nacional, e do Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Membro da Sociedade Auxiliadora da Industria Nacional, do Imperial Instituto Fluminense de Agricultura, e da Sociedade contra o Trafico de Africanos, e Promotora da Colonisação, e da Civilisação dos Indigenas. Autor de “Aclimatação do dromedario nos sertões do norte do Brasil, e da cultura da tamareira” (1837). Faleceu no Rio de Janeiro, em 13 de janeiro de 1866.
Dados pessoais
Frederico Leopoldo Cezar Burlamaque nasceu em Lisboa, Portugal, em 16 de novembro de 1803 (PENTEADO, 2025). Entretanto, outros autores, como Sacramento Blake e Innocencio Francisco da Silva indicaram que Burlamaque teria nascido, em 16 de dezembro de 1803, na Villa de Oeiras, província do Piauí (FREDERICO, 1895; FREDERICO, 1870). Era filho de Carlos Cezar Francisco Burlamaque (1775-1844), capitão do Exército português, e de Dorothea Adelaide Ernesta Pedegache da Silveira (1771-1807). Seu pai, após ser nomeado, em 21 de janeiro de 1806, capitão-mor da capitania de São José do Piauí, mudou-se com a família para as terras brasileiras. E em 1820, Carlos Cezar Francisco Burlamaque foi nomeado governador da capitania de Sergipe d´El-Rei.
Foi casado com Carolina Carlota da Silva Coelho, com quem teve quatorze filhos, dos quais apenas doze foram identificados: Leopoldina A. César Burlamaque, Carlos Leopoldo César Burlamaque (1833-1897), Emilia Burlamaque de Campos Nunes, Frederico Carlos César Burlamaque, Augusto Tibério César Burlamaque, Carolina Burlamaque de Barros Lima, Trajano B. César Burlamaque, Filomena Presciliana César Burlamaque, Pedro de Alcântara César Burlamaque, Adolfo Alberto César Burlamaque, Adelaide Fanny César Burlamaque, Alfredo Pompeo César Burlamaque (PENTEADO, 2025). Em 1857, ficou viúvo, e casou-se com Maria Genoveva de Mello.
Foi membro do Conselho do Imperador e recebeu os títulos de Cavaleiro da Ordem de São Bento de Aviz e de Oficial da Ordem da Rosa.
Faleceu no Rio de Janeiro, em 13 de janeiro de 1866.
Trajetória profissional
Frederico Leopoldo Cezar Burlamaque ingressou no exército, e como cadete integrou, em 15 de abril de 1817, o 1º Batalhão de Fuzileiros, na Revolução Pernambucana. Em 1818, retornou ao Rio de Janeiro, tendo sido promovido ao posto de alferes em 12 de outubro do mesmo ano. Em 1820, tornou-se tenente do Corpo de Artilharia de Cavalaria, foi nomeado adido do Estado-Maior do Exército e enviado para Sergipe, como auxiliar de seu pai, então presidente daquela província (PENTEADO, 2025). Foi promovido, em 1828, à patente de capitão efetivo do Imperial Corpo de Engenheiros, em 13 de setembro de 1837 a major, e em 7 de setembro de 1842, tornou-se tenente-coronel graduado. Em 14 de abril de 1855, foi promovido a coronel, e em 13 de setembro do mesmo ano foi reformado do Exército com a patente de brigadeiro (MOREIRA, 1866).
Em 1822, Frederico Leopoldo Cezar Burlamaque, então com 19 anos de idade, matriculou-se na Academia Real Militar, na Corte do Rio de janeiro. Durante o período nesta instituição recebeu, por quatro anos consecutivos, um prêmio reservado aos alunos mais distintos. Por meio do decreto de 4 de dezembro de 1824, do Governo Imperial, foi nomeado diretor das obras militares e fortalezas do porto do Rio de Janeiro, cargo este que ocupou até 1835. Em 13 de dezembro de 1829, recebeu as cartas de engenharia e matemáticas na Academia Real Militar (MOREIRA, 1866).
Por decreto de 27 de maio de 1831, tornou-se lente da Academia Real Militar, ocupando o cargo de professor substituto das cadeiras de ciências matemáticas e militares (MINISTERIO, 1831). Em 1835, tornou-se professor substituto de arquitetura militar e geodésica, e ao longo da década de 1840, ocupou a cadeira de história. No ano de 1846, tornou-se lente de mineralogia e geologia da mesma instituição, então denominada Escola Militar, localizada na Praça de São Francisco de Paula (atual Largo de São Francisco). Durante o período nesta instituição, Burlamaque agregou uma coleção didática contendo 882 rochas. Aposentou-se em 1857.
Foi nomeado diretor do Museu Imperial e Nacional, e de sua seção de mineralogia, geologia e ciências físicas, em 15 de junho de 1847, tendo permanecido na direção da instituição até 1866, ano de seu falecimento. Burlamaque acumulou a função de diretor do museu com a de professor da Escola Militar. Ao assumir a direção do museu, deparou-se com algumas lacunas na instituição, como a ausência de pesquisadores que pudessem realizar expedições e coletas para inserir ao acervo da instituição, questão que buscou resolver por meio da contratação de alguns naturalistas encarregados de cumprir estas tarefas. Sua administração foi marcada por algumas iniciativas, como os esforços empreendidos para o aumento do acervo fossilífero por meio da interlocução com presidentes provinciais, a construção de um acervo etnográfico, expansão da coleção de madeiras, melhorias no calendário de exposições, criação da biblioteca do Museu Imperial e Nacional, em 1863, e a busca por maior autonomia administrativa em relação à Secretaria de Estados dos Negócios do Império (PENTEADO, 2025). Burlamaque, durante sua gestão, formou um extenso acervo da paleontologia do nordeste brasileiro, graças à correspondência que manteve com os representantes das províncias, registrou vinte e sete pedidos e confirmações de material fossilífero, sendo chegado ao museu dezessete dessas remessas, e quatorze provenientes de localidades nordestinas. Um ofício, datado de 11 de março de 1848, noticiou este material fossilífero. Burlamaque solicitou a D. Pedro II a aquisição de uma ossada de mastodonte encontrada na província do Rio Grande do Norte, tendo em vista a importância deste material para as ciências naturais (FERNANDES; EWBANK; SILVA; HENRIQUES, 2010).
Frederico Leopoldo Cezar Burlamaque foi diretor do Jardim Botânico do Rio de Janeiro entre junho de 1861 e agosto de 1862.
Burlamaque foi autor de vários textos, publicados principalmente no jornal O Auxiliador da Industria Nacional, publicação da Sociedade Auxiliadora da Industria Nacional, que tratavam das questões agrícolas e do desenvolvimento da indústria. Vários de seus trabalhos estão entre os “Trabalhos da Sociedade Vellosiana”, publicados no periódico O Guanabara. Revista Mensal Artistica, Scientifica e Litteraria, como o intitulado “Notícia acerca dos animaes de raças extinctas descobertos em vários pontos do Brasil”, considerado primeiro estudo publicado sobre fósseis brasileiros em publicações no país (FERNANDES; EWBANK; SILVA; HENRIQUES, 2010).
Foi colaborador de outros periódicos, como a Revista Brazileira, lançada por Cândido Baptista de Oliveira, em 1857, para divulgação de temas científicos e culturais. Colaborou, também, com periódicos antiescravistas, como O Philantropo. Periodico humanitario, Scientifico e Litterario, criado em 1849, e O Monarchista.
Em 1857, o Governo Imperial pagou pela impressão de 1.500 cópias da obra “Aclimatação do dromadario nos sertões do norte do Brazil”, publicada em 1857, e organizada por Burlamaque com o objetivo de auxiliar os fazendeiros que se tornariam responsáveis por adaptar esses animais na província do Ceará. Além dessa obra, Burlamaque publicou, com o apoio da Sociedade Auxiliadora da Industria Nacional, diversos manuais agrícolas, que se propunham a criar um curso completo de agricultura. Foram ao todo dez manuais agrícolas, sendo oito de autoria de Burlamaque (PENTEADO, 2025).
Integrou, em 1862, a Comissão e Juri da Exposição Nacional, que havia sido inaugurada em 2 de dezembro de 1861 nas dependências da então Escola Central, no Largo de São Francisco, no centro do Rio de Janeiro.
Frederico Leopoldo Cezar Burlamaque integrou diversas sociedades científicas e associações profissionais. Tornou-se membro, em 1837, da Sociedade Auxiliadora da Industria Nacional, inaugurada em 1827, na qual foi secretário perpétuo (7/07/1849-1/02/1854), membro da comissão de análise e processos químicos (1847-1849,1854-1857), da seção de melhoramento das raças animais (1857-1860) e da seção de agricultura (1860-1866), conselheiro, e, entre 1857 e 1866, redator do periódico O Auxiliador da Industria Nacional. Em sua homenagem foi inaugurado um busto em sessão solene da sociedade (PENTEADO, 2025). Foi, também, membro, 1º secretário (1860-1863), e diretor fiscal (jun.1861-ago.1862) do Imperial Instituto Fluminense de Agricultura, inaugurado, no Rio de Janeiro, em 8 de julho de 1860, com o objetivo de instruir os agricultores, facilitar a substituição de mão-de-obra na lavoura por meio da introdução de máquinas, promover a melhoria das raças dos animais e a compra de melhores sementes, e produzir estudos sobre a vida vegetal.
Foi membro e 1º secretário da Sociedade contra o Trafico de Africanos, e Promotora da Colonisação, e da Civilisação dos Indigenas, instalada no Salão da Floresta (Rua da Ajuda, Rio de Janeiro), em 7 de setembro de 1850, sob a presidência de Nicoláo Rodrigues dos Santos França e Leite, e Miguel de Frias Vasconcellos (vice-presidente). Eram, também, membros desta sociedade, Emílio Joaquim da Silva Maia, Joaquim Manoel de Macedo, Cândido Baptista de Oliveira, José Martins da Cruz Jobim, Francisco de Paula Cândido, Ezequiel Corrêa dos Santos, entre outros. Tal sociedade, que tinha como órgão o periódico O Philantropo. Periodico Humnitario, Scientifico e Litterario, aprovou e sustentou, em 1852, perante o Governo Imperial. o documento antiescravista intitulado “Systhema de medidas adoptaveis para a progressiva e total extincção do trafico e da escravatura no Brasil confeccionado” (SYSTEMA, 1852). Por ocasião da instalação da Sociedade contra o Trafico de Africanos, e Promotora da Colonisação, e da Civilisação dos Indigenas, Burlamaque proferiu um discurso, no qual destacou:
“Senhores! – A installação de uma sociedade contra o trafico de escravos marca uma nova era, indica uma revolução na opinião, que muito deve influir em nossos futuros destinos. (...). Commercio de escravos, senhores, significa crime contra Deos e contra os homens; significa imoralidade, crueldade (....). O commercio de escravos que, pela mais abusiva inversão de idéas, se quis transformar em elemento de civilização, póde ser encarado pelo lado humanitário, direi somente que, aquelles que sustentão a escravidão, Deos permita que sejam escravizados! Encarado pelo lado do interesse, os únicos que lucram são os contrabandistas; quanto ao paiz, este commercio só serve para arruinal-o; e se os que nos trazem a peste, o atraso social e a barbaridade lucram muito, o paiz perde tanto quanto eles ganham” (BURLAMAQUE, 1850, p.3).
Burlamaque, ainda com relação à escravidão, escreveu a “Memoria analytica acerca do commercio d’escravos, a’cerca dos malles da escravidão domestica”, publicada pela Typographia Commercial Fluminense, 1837, na qual questionou o comércio de escravos, apontou sua odiosidade, e apresentou as vantagens da adoção do serviço de homens livres.
Foi, também, sócio efetivo e membro da comissão de mineralogia da Sociedade Velosiana de Ciências Naturais, que se reuniu pela primeira vez no dia 27 de julho de 1850, no Museu Imperial e Nacional, com o objetivo de coligir e estudar todos os objetos pertencentes à história natural do Brasil, e interpretar as palavras indígenas com as quais eram designados estes objetos. Foi conselheiro e presidente da seção de indústria da Sociedade Estatistica do Brazil fundada em 1854, por iniciativa da Sociedade Auxiliadora da Industria Nacional. Foi um dos fundadores da Palestra Scientifica do Rio de Janeiro, sociedade que foi criada, na Escola Central, antiga Escola Militar, em 25 de junho de 1856, dedicada aos estudos das ciências físicas e matemáticas.
Frederico Leopoldo Cezar Burlamaque participou, igualmente, de outras instituições, como o Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, Sociedade Defensora da Liberdade e Independência Nacional no Rio de Janeiro (1835), Arcadia Fluminense (1854), Academia Imperial de Bellas Artes (1856), Sociedade Propagadora de Belas Artes (1857), Associação Filantrópica dos Paroquianos de Sant’Anna (1857). Em 1832 integrou como sócio a Sociedade Philomatica, fundada, em 13 de fevereiro de 1832, em uma das salas da Academia Militar no Rio de Janeiro, e presidida por Martim Francisco Ribeiro de Andrada. Foi presidente honorário da associação literária denominada Gymnasio Brasileiro, fundada, a partir da dissolução da Sociedade Philomatica, em 2 de agosto de 1848, sob a presidência de Manuel de Araújo Porto-Alegre, e que tinha o objetivo de estudar e propagar as letras. O Gymnasio Brasileiro, que realizava suas sessões na sala da Sociedade Auxiliadora da Industria Nacional, nas dependências do Museu Imperial e Nacional, publicava a revista Voz da Juventude.
Produção intelectual
- “Rezumo statistico-historico dos Estados-Unidos da America Septentrional”. Rio de Janeiro: Typographia de Lessa & Pereira, 1830.
- “Aclimatação do dromedario nos sertões do norte do Brasil, e da cultura da tamareira com a traducção do relatorio de Mr. Dareste, apresentada à Sociedade Zoológica de Aclimatação de Paris, sobre o mesmo assumpto. Rio de Janeiro, Typ. Nac. Rio de Janeiro: Typographia Nacional, 1837.
- “Memoria analytica acerca do commercio d’escravos, a’cerca dos malles da escravidão domestica”. Rio de Janeiro: Typographia Commercial Fluminense, 1837.
- “Resumo do curso história e da arte militar de J. B. Rocquancourt”. Tradução de Frederico Leopoldo Cezar Burlamaque. Rio de Janeiro: Typographia Nacional, 1842.
- “Curso elementar de história e de arte militar: compendio de ensino para a academia militar”. Rio de Janeiro: Typographia Nacional, 1842.
- “Reflexões sobre a escravatura e colonisação no Brasil. Capitulo I. Odiosidade do commercio de escravos, refutação das razões em que se baseam os seus apologistas”. O Auxiliador da Industria Nacional. Periodico da Sociedade Auxiliadora da Industria Nacional, Rio de Janeiro, n. 4, vol. II, p. 146-157, setembro 1847.
- “Reflexões sobre a escravatura e colonisação no Brasil. Capitulo II. Nociva influencia que a introdução de escravos africanos exerce sobre os nossos costumes, civilisação e liberdade.” O Auxiliador da Industria Nacional. Periodico da Sociedade Auxiliadora da Industria Nacional, Rio de Janeiro, n. 6, vol. II, p. 230-247, novembro 1847.
- “Reflexões sobre a escravatura e colonisação no Brasil. Capitulo III. Vantagens que tem o serviço de homens livres, sobre o que podem prestar braços escravos forçados ao trabalho”. O Auxiliador da Industria Nacional. Periodico da Sociedade Auxiliadora da Industria Nacional, Rio de Janeiro, n. 7, vol. II, p. 268-288, dezembro 1847.
- “Requerimento encaminhado ao Ministério do Império, solicitando nomeação para diretor do Museu Nacional”. S.l.: s.n., 1847.
- “Reflexões sobre a escravatura e colonisação no Brasil. Capitulo IV. Meios pelos quaes se pode substituir a introdução de escravos Africanos, quer mandando vir Colonos por conta de particulares, quer admitindo machinas que simplifiquem os progressos da agricultura e industria, quer melhorando a condição dos escravos existentes, e procurando indirectamente removel-os das cidades para os campos”. O Auxiliador da Industria Nacional. Periodico da Sociedade Auxiliadora da Industria Nacional, Rio de Janeiro, n. 8, p. 314-327, janeiro 1848.
- “Reflexões sobre a escravatura e colonisação no Brasil. Capitulo IV. Meios pelos quaes se pode substituir a introdução de escravos Africanos, quer mandando vir Colonos por conta de particulares, quer admitindo machinas que simplifiquem os progressos da agricultura e industria, quer melhorando a condição dos escravos existentes, e procurando indirectamente removel-os das cidades para os campos (Continuado do N. anterior)”. O Auxiliador da Industria Nacional. Periodico da Sociedade Auxiliadora da Industria Nacional, Rio de Janeiro, n.9, p. 355-371, fevereiro 1848.
- “Reflexões sobre a escravatura e colonisação no Brasil. Capitulo IV. Meios pelos quaes se pode substituir a introdução de escravos Africanos, quer mandando vir Colonos por conta de particulares, quer admitindo machinas que simplifiquem os progressos da agricultura e industria, quer melhorando a condição dos escravos existentes, e procurando indirectamente removel-os das cidades para os campos (Continuado do N. anterior)”. O Auxiliador da Industria Nacional. Periodico da Sociedade Auxiliadora da Industria Nacional, Rio de Janeiro, n.10, p. 394-415, março 1848.
- “Compendio de montanistica e metallurgia para uso dos alumnos do quarto anno da escola militar”. Rio de Janeiro: Typographia Nacional, 1848.
- “Riquezas mineraes do Brasil. Schisto betuminoso, grafito, enxofre, salitre, soda, calcáreos, kaolin”. O Auxiliador da Industria Nacional. Periodico da Sociedade Auxiliadora da Industria Nacional, Rio de Janeiro, n. 7, p. 255-263, dezembro 1850.
- “Discurso que o Sr. Dr. Frederico Leopoldo Cezar Burlamaque, 1º secretario da sociedade proferiu no acto da sua installação”. O Philantropo. Periodico Humnitario, Scientifico e Litterario, Rio de Janeiro, anno 2º, n. 76, p.3-4, 13 de setembro de 1850.
- “Riquezas mineraes do Brasil. Pedras preciosas. Diamantes, esmeraldas, enclasias, topázios, turmalinas, granadas, crysolitas, ágatas, &c.”. O Auxiliador da Industria Nacional. Periodico da Sociedade Auxiliadora da Industria Nacional, Rio de Janeiro, n.8, p. 294-301, janeiro 1851.
- “Do emprego do sangue dos animaes na fabricação do – azul de Prussia”. O Auxiliador da Industria Nacional. Periodico da Sociedade Auxiliadora da Industria Nacional, Rio de Janeiro, n. 8, p. 301-306, janeiro 1851.
- “Riquezas mineraes do Brasil. Pedras preciosas (Continuação)”. O Auxiliador da Industria Nacional. Periodico da Sociedade Auxiliadora da Industria Nacional, Rio de Janeiro, n.9, p. 330-337, fevereiro 1851.
- “Riquezas mineraes do Brasil. Quartzos empregados pelos joalheiros e gravadores em pedras (Continuação)”. O Auxiliador da Industria Nacional. Periodico da Sociedade Auxiliadora da Industria Nacional, Rio de Janeiro, n.10, p. 377-384, mar. 1851.
- “Potassa, soda e salitre. Tem o Brasil em si próprio os meios de ser fabricador destas substancias, de sorte que cheguem para o seu consumo e para vir a ser um grande exportador?”. O Auxiliador da Industria Nacional. Periodico da Sociedade Auxiliadora da Industria Nacional, Rio de Janeiro, n.10, p. 384- 398, mar. 1851.
- “Riquezas mineraes do Brasil. Quartzos empregados pelos joalheiros e gravadores em pedras (Continuação)”. O Auxiliador da Industria Nacional. Periodico da Sociedade Auxiliadora da Industria Nacional, Rio de Janeiro, n.12, p. 455-465, maio 1851.
- “Riquezas mineraes do Brasil. Materias que pertenceram ou pertencem ao reino orgânico, e que tem usos análogos aos que as artes dão ás pedras (Conclusão)”. O Auxiliador da Industria Nacional. Periodico da Sociedade Auxiliadora da Industria Nacional, Rio de Janeiro, n.13, p. 487-496, jun. 1851.
- “Trabalho livre”. O Auxiliador da Industria Nacional. Periodico da Sociedade Auxiliadora da Industria Nacional, Rio de Janeiro, n.1, p. 6-14, jul. 1851.
- “Parecer sobre um manuscripto do Snr. Manoel Lourenço de Sousa, Engenheiro de minas no Pará”. Trabalhos da Sociedade Vellosiana. O Guanabara. Revista Mensal Artistica, Scientifica e Litteraria, Rio de Janeiro, n.3, p. 11-12, 1851.
- “Historia Natural - Ophiologia. O Minhocão - O Sucuruhyù - A Giboia”. Trabalhos da Sociedade Vellosiana. O Guanabara. Revista mensal Artistica, Scientifica e Litteraria, Rio de Janeiro, n. 3, p. 32, 1851.
- “Noticias. Extracto das actas da Sociedade Vellosiana”. Trabalhos da Sociedade Vellosiana. O Guanabara. Revista mensal Artistica, Scientifica e Litteraria, Rio de Janeiro, n. 3, p. 18-19, 1851.
- “Secção de Mineralogia e Geologia. Noticias - Mineralogia”. Trabalhos da Sociedade Vellosiana. O Guanabara. Revista mensal Artistica, Scientifica e Litteraria, Rio de Janeiro, n. 3, p. 149-160, 1851.
- “Systhema de medidas adoptaveis para a progressiva e total extincção do trafico e da escravatura no Brasil confeccionado e approvado pela Sociedade contra o Trafico de Africanos, e Promotora da Colonisação, e da Civilisação dos Indígenas”. Rio de Janeiro: Typographia do Philanthropo, 1852.
- “Relatorio dos trabalhos da Sociedade Auxiliadora da Industria Nacional, dirigido ao Exm. Ministro do Imperio”. O Auxiliador da Industria Nacional. Periodico da Sociedade Auxiliadora da Industria Nacional, Rio de Janeiro, n.9, p. 346-348, mar. 1852.
- “Qual é a causa do enfumaçamento da atmosphera do Rio de Janeiro em certa época do anno? - Questão esta que se reduz á seguinte: - Qual é a causa dos nevoeiros seccos?”. Diario do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, anno XXXI, n. 9.175, p. 2, domingo 5 dez. 1852.
- “Progressos agricolas”. O Auxiliador da Industria Nacional. Periodico da Sociedade Auxiliadora da Industria Nacional, Rio de Janeiro, n.10, p. 363-367, abr. 1853.
- “Madeiras”. O Auxiliador da Industria Nacional. Periodico da Sociedade Auxiliadora da Industria Nacional, Rio de Janeiro, n. 11, p. 346, maio 1854.
- “Carta a Luís Riedel”. S.l., 23 maio 1854.
- “Carta a frei Camilo de Monserrate, pedindo um exemplar do volume de texto da “Flora Fluminense”, para compor a coleção do Museu Nacional”. Rio de Janeiro, 19 jun. 1854.
- “Descripção de uma machina de rolar mandioca que possue a Sociedade Auxiliadora da Industria Nacional, e mais informações relativas á mesma machina, dirigidas ao Presidente da Sociedade de Agricultura e Industria Rural Maranhense”. O Auxiliador da Industria Nacional. Periodico da Sociedade Auxiliadora da Industria Nacional, Rio de Janeiro, n. I, p. 282-286, jul.1854.
- “Ofício a Luís Pedreira do Couto Ferraz, Ministro e Secretário de Estado dos Negócios do Império, solicitando autorização para fazer algumas alterações salariais”. Rio de Janeiro, 12 jul. 1854.
- “Noticia de mineraes brasileiros, pelo dr. F. L. C. Burlamaque”. Trabalhos da Sociedade Vellosiana, p.149-160, 1854.
- “Sessão do Conselho em 15 de novembro de 1855”. O Auxiliador da Industria Nacional. Periodico da Sociedade Auxiliadora da Industria Nacional, Rio de Janeiro, v. IV, p. 162-165, 1855.
- “Ordem do dia”. Com Candido de Azeredo Coutinho. O Auxiliador da Industria Nacional. Periodico da Sociedade Auxiliadora da Industria Nacional, Rio de Janeiro, v. IV, p. 403-405, 1855.
- “Secção de Geologia. Paleontologia - Noticia ácerca dos animaes de raças extinctas descobertos em varios pontos do Brasil”. Trabalhos da Sociedade Velosiana O Guanabara. Revista mensal Artistica, Scientifica e Litteraria, Rio de Janeiro, n.2, p.[87-102], 1855.
- “Sessão do Conselho em 15 de novembro de 1856”. Com Candido de Azeredo Coutinho e Gabriel Militão de Villanova Machado. O Auxiliador da Industria Nacional. Periodico da Sociedade Auxiliadora da Industria Nacional, Rio de Janeiro, v. V, p. 164-167, 1856.
- “Ensaios sobre a regeneração das raças cavallares do Imperio do Brasil”. Rio de Janeiro: Typ. de N. Lobo Vianna, 1856.
- “Agricultura. Illm. Sr. Dr. Gabriel Rodrigues dos Santos”. O Auxiliador da Industria Nacional. Periodico da Sociedade Auxiliadora da Industria Nacional, Rio de Janeiro, v. V, p. 213-216, 1856.
- “Ordem do dia. Propostas relativas á publicação do Auxiliador da Industria Nacional”. O Auxiliador da Industria Nacional. Periodico da Sociedade Auxiliadora da Industria Nacional, Rio de Janeiro, v. V, n. 7, p. 409-410, ago. 1857.
- “Aclimatação do dromedario nos sertões do norte do Brazil, e da cultura da tamareira, com a traducção do relatorio de Mr. Dareste, apresentada á Sociedade Zoologica de Aclimatação de Paris, sobre o mesmo assumpto”. Rio de Janeiro: Typographia Nacional, 1857.
- “Ornithologia. A grande aguia da Guyana (Mauduit) ou grande harpia da America (Cuvier). Falco destructor (daudin)”. Revista Brazileira. Jornal de Sciencias, Lettras e Artes, Rio de Janeiro, tomo I, p. 37-50, 1857.
- “Manual dos agentes fertilizadores - adubos e estrumes”. Rio de Janeiro: Typographia de Nicolau Lobo Vianna, 1858.
- “Projecto de divisão do paiz em districtos agrícolas, e parecer de uma commissão ad hoc sobre o mesmo projecto”. Com Azevedo e Villa-Nova Machado. O Auxiliador da Industria Nacional. Periodico da Sociedade Auxiliadora da Industria Nacional, Rio de Janeiro, p.118-119, abr. 1858.
- “Carta a Freire Alemão, indagando qual a resposta que daria ao marquês de Abrantes quanto a solicitação de emprego para certa pessoa na Comissão Científica”. Rio de Janeiro, 21 nov. 1858.
- “Manual de Machinas, instrumentos e motores agricolas publicado por ordem da sociedade auxiliadora da industria nacional pelo Dr. Frederico Leopoldo Cezar Burlamaque. Segundo Manual Agricola publicado por ordem da Sociedade Auxiliadora da Industria Nacional”. Rio de Janeiro: Typographia de N. Lobo Vianna & Filhos, 1859.
- “Noticias diversas”. Correio Mercantil, Rio de Janeiro, anno XVI, n. 192, p. 1, quinta-feira 14 jul. 1859.
- “Mineralogia. Noticia acerca de alguns mineraes e rochas de varias Provincias do Brazil, recebidos no Museu Nacional durante o anno de 1855”. Revista Brazileira. Jornal de Sciencias, Lettras e Artes, Rio de Janeiro, n.4, p.73-104, 1859.
- “Mineralogia. Noticia acerca de alguns mineraes e rochas de varias Provincias do Brazil, recebidos no Museu Nacional durante o anno de 1855”. Revista Brazileira. Jornal de Sciencias, Lettras e Artes, Rio de Janeiro, n. 5, p. 241-265, 1859.
- “Ensaios feitos sobre uma amostra da galeria da mina de Iporanga a pedido do Sr. Henrique de Beaurepaire Rohan”. Correio Mercantil, Rio de Janeiro, anno XVII, n.110, p.1, 21 abr. 1860.
- “Monographia do cafeeiro e do café”. Rio de Janeiro: Typographia de N. Lobo Vianna & Filhos, 1860.
- “Emenda ao parecer da Secção d’Industria Fabril feita em favor ao aparelho da invenção de João Casanova”. Sala das Seções, 4 de novembro de 1861.
- “Carta aceitando as criticas que fizera Freire Alemão a uma obra destinada às escolas rurais”. Rio de Janeiro, 15 de novembro de 1861.
- “Ordem do dia”. O Auxiliador da Industria Nacional. Periodico da Sociedade Auxiliadora da Industria Nacional, Rio de Janeiro, p.46-52, 1861.
- “Imperial Instituto Fluminense de Agricultura. 5ª sessão da directoria, em 11 de maio”. Correio Mercantil, Rio de Janeiro, anno XVIII, n.136, p.3, 19 de maio 1861.
- “Imperial Instituto Fluminense de Agricultura. Acta da 7ª sessão da diretoria, no dia 17 de junho de 1861”. Correio Mercantil, Rio de Janeiro, anno XVIII, n.180, p.3, 3 de julho de 1861.
- “Exposição nacional”. Com Antonio Luiz Fernandes da Cunha. Correio Mercantil, Rio de Janeiro, anno XVIII, n.231, p.3, 2 de setembro de 1861.
- “Noticias diversas”. Com Antonio Luiz Fernandes da Cunha. Correio Mercantil, Rio de Janeiro, anno XVI, n.314, p.2, 28 de novembro de 1861.
- “Monographia da canna d’assucar. Quarto manual agricola publicado por ordem da Sociedade Auxiliadora da Industria Nacional”. Rio de Janeiro: Typographia de N. Lobo Vianna & Filhos, 1862.
- “Instrucções para a exposição especial de plantas e animaes vivos”. Com José Ildefonso de Souza Ramos, Antonio José Souza Rego, José Pereira Rego Junior, Joaquim Antonio de Azevedo, Raphael Archanjo Galvão, Manoel Ferreira Lagos, Matheus da Cunha e Gabriel Militão de Villanova Machado. 9 de dezembro de 1865.O Despertador, Desterro, anno IV, n.331, 18 de março de 1866.
- “Monographia do Algodoeiro”. Rio de Janeiro: Typographia de N. Lobo Vianna & Filhos, 1863.
- “Discurso pronunciado em sessão da Assemblea Geral da Sociedade Auxiliadora da Industria Nacional em o dia 1° de julho de 1863, por occasião do acto solemne da inauguração do busto do Exmo. Sr. Marquez de Abrantes”. O Auxiliador da Industria Nacional. Periodico da Sociedade Auxiliadora da Industria Nacional, Rio de Janeiro, p.246-252, 1863.
- “Manual da cultura do arroz”. Rio de Janeiro: Typographia do Imperial instituto Artistico, 1864.
- “Manual de apicultura, ou tratado da cultura e tratamento das abelhas”. Rio de Janeiro: Typographia do Imperial Instituto Artistico, 1864.
- “Manual da cultura, colheita e preparação do tabaco, oitavo manual agricola, mandado publicar pela Sociedade Auxiliadora da Industria Nacional”. Rio de Janeiro: Typ. Industria Nacional de Cotrim & Campos, 1865.
- “Carta a Miguel Arcanjo Galvão encaminhando pareceres”. S.l., 01 maio 1865.
- “Carta ao conde de La Hure, agradecendo-lhe as atenções”. Rio de Janeiro, 16 nov. 1865.
- “Catechismo de Agricultura composto pelo Conselheiro F. L. Cezar Burlamaqui e Refundido e accommodado aos alunos das escolas ruraes do Brazil pelo Dr. Nicoláo Joaquim Moreira”. Rio de Janeiro: Typ. Deseseis de Julho de J. A. dos Santos Cardoso, 1870.
Fontes
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- FERNANDES, Antonio Carlos Sequeira; EWBANK, Cecilia de Oliveira; SILVA, Marina Jardim e; HENRIQUES, Deise Dias Rêgo. Uma lembrança de infância: os “fósseis colossais” e o papel de Frederico Leopoldo César Burlamaque como paleontólogo brasileiro”. Filosofia e história da Biologia, v. 5, n. 2, p. 239-259, 2010. Capturado em 10 dez. 2025. Online. Disponível na Internet: https://www.abfhib.org/FHB/FHB-05-2/FHB-5-2-13-Antonio-Carlos-C-Fernandes-et-al-color.pdf
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Ficha técnica
Pesquisa - Aline de Souza Araújo França, Mª Rachel Fróes da Fonseca.
Redação - Aline de Souza Araújo França, Mª Rachel Fróes da Fonseca.
Forma de citação
BURLAMAQUE, FREDERICO LEOPOLDO CEZAR. Dicionário Histórico-Biográfico das Ciências da Saúde no Brasil (1832-1970). Capturado em 11 fev.. 2026. Online. Disponível na internet https://dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/wiki_dicionario/index.php?curid=825
Dicionário Histórico-Biográfico das Ciências da Saúde no Brasil (1832-1970)
Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – (http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br)